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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

Archive for abril \20\+00:00 2008

Descoberta pirâmide indígena no México

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

05 de abril de 2006

Uma grande pirâmide indígena do século 6 está debaixo do local de uma tradicional encenação da Paixão de Cristo.

Cidade do México – Arqueólogos informam a descoberta de uma grande pirâmide indígena do século VI, debaixo do local de uma tradicional encenação da Paixão de Cristo. Construída numa encosta pela misteriosa cultura Teotihuacán, a pirâmide foi abandonada cerca de 1.000 anos antes do início das representações teatrais católicas no local, no século XIX.

Embora os moradores da região estejam orgulhosos da descoberta, a situação ilustra as dificuldades de preservar as várias camadas de tradição da sociedade mexicana: os arqueólogos decidiram não realizar uma escavação completa no local, para não perturbar a festa cristã.

O povo de Iztapalapa – atualmente um bairro de baixa renda, tomado por moradias ilegais – começaram a encenar a Paixão no local em 1833, em agradecimento pela proteção divina que acreditavam ter recebido em meio a uma epidemia de cólera. Durante a peça, que atrai até um milhão de espectadores todo ano, uma cruz de madeira é erguida a poucos metros dos restos sepultados do templo pagão de Teotihuacán.

Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/abr/05/319.htm

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Pirâmides: Relação Terra-Marte

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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“Quem deve dizer que nós não somos todos marcianos?” – Dr. Richard e Dr. Zare, ambos da Universidade de Stanford. Os comentários notáveis do Dr. Zare – feitos quando era membro oficial da equipe de descobertas da NASA (agosto, 1996) – quando estava trabalhando no projeto “microfósseis em Marte” foram encontrados artefatos em Marte.

“Nós sugerimos uma possibilidade mesmo mais extraordinária… Que a própria espécie humana possuiu antigamente algum tipo de conexão ao planeta Marte. Uma ligação provável, que possui sérias controvérsias, é uma imagem humana encontrada em um jogo de fotografias da NASA em 1976 e um grupo de pirâmides marcianas igual às pirâmides terrestres.”

Durante a apresentação de Hoagland U. N. em 1992, foram apresentados fortes enlaces matemáticos e geométricos, relacionando especificamente pela primeira vez que a localização das pirâmides de Cydonia em relação a posição da Face marciana era a mesma das pirâmides egípcias em relação a esfinge na terra. Na mesma apresentação em 1992 do U. N., Hoagland foi demonstrar sobre um nível adicional a esta “conexão notável Terra/Marte”: que a metade direita da Face de Marte, como a esfinge no Egito, tem também um lado felino.

As três Grandes Pirâmides do Complexo de Gizé não obedecem a um alinhamento prefeito entre si. Vistas de cima, observa-se facilmente que Kheph-Rá (Quéfren) e a Grande Pirâmide de Khufu (Quéops) tem as suas diagonais alinhadas. O mesmo não acontece com Men-Kau-Rá (Miquerinos). Ela “foge” visivelmente de tal alinhamento.

Ora, uma vez que os construtores de tais monumentos tinham perfeito conhecimento de geometria, matemática, engenharia e arquitetura, conclui-se que tal “defasagem” não foi, em hipótese alguma, acidental! Uma observação mais atenta porém, nos confirma o especial talento dos construtores com relação à astronomia… A distância entre as três Pirâmides e o seu posicionamento entre si, é “coincidentemente” proporcional às estrelas da constelação de Órion (O Caçador Celeste), mais especificamente as do “Cinturão de Órion” (Alnitak – z (Zeta) Orionis, Alnilam – e (Epsilon) Orionis e Mintaka – d (Delta) Orionis, conhecidas no Brasil como “As Três Marias”), obedecendo ao mesmo padrão.

A altura da Pirâmide de Quéops, multiplicada por um bilhão, corresponde aproximadamente à distância Terra-Sol, isto é, a 149.450.000 Km. Um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais. A circunferência da pirâmide, dividida pelo dobro de sua altura, tenha como resultado o famoso número de Ludof, Pi=3,1416. A pirâmide, fornece ainda cálculos sobre o peso da Terra, e, é também acaso que o solo rochoso sobre o qual se levanta a construção esteja cuidadosa e exatamente nivelado.

Hoje, no século XX, nenhum arquiteto, mesmo que estivesse à sua disposição os recursos técnicos de todos os continentes, poderia imitar a construção da Pirâmide de Quéops! Com cerca de 150m de altura e 31.200.000 ton. de peso, 2.600.000 blocos gigantescos foram recortados das pedreiras, lapidados, transportados e, no local da construção, unidos exatamente até o milímetro. Se enfileirássemos os blocos de granito das três pirâmides elas dariam a volta ao mundo. No interior das galerias, foram feitos desenhos minuciosos em todas as paredes em cores variadas.

Levando-se em conta que as Pirâmides da esplanada de Gizé, especialmente a de Quéops, apresentam características como informações sobre, por exemplo: A massa da Terra; a distância média de nosso planeta em relação ao Sol; medidas cujas relações entre si encontra-se o número p (Pi 3,14159261), tanto para a Grande Pirâmide, como para a Câmara do Rei e o sarcófago de granito; datas proféticas relativas a acontecimentos marcantes para a humanidade durante milênios nos hieróglifos ao longo da Grande Galeria; relações astronômicas com a Estrela Polar tais como a orientação do corredor ascendente; etc. e etc.; conclui-se que as Pirâmides do Egito estão cada vez mais longe de serem meros túmulos e que o fato deste posicionamento em relação a Órion mergulha o Complexo Piramidal de Gizé em mais um enigma a decifrar nos campos objetivos da ciência e subjetivos do ser humano…

Fonte: http://br.geocities.com/ufonoegito/piramides.htm

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Imagens de aeronaves nas pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Ufoarqueologia

02/05/2005. Atualmente, a psicóloga e hipnoterapeuta, Dra. Ruth Hover e seu marido viajaram até as pirâmides e templos do Egito. No templo de 3000 mil anos de idade (“New Kingdom” – novo reino), localizado a centenas de milhas do Cairo e de Giza Plateau, em Abydos, ela fotografou uma parede-painel que se revelou por debaixo de uma outra (esta caiu e quebrou-se). Este painel protetor continha hieróglifos egípcios, mas o que se encontrava por debaixo mostrava figuras curiosas – pareciam retratar antigas aeronaves.

Na mesma época, também foi encontrado em escavações, um pequeno modelo de aeronave (que foi chamado de “Glider Plane” – planador), que hoje se encontra num museu do Cairo. Seu corpo tem 15cm de comprimento, tendo sido feito de madeira “sycamore”. Este modelo, se lançado por mão, ele planará por uma pequena distância, mostrando assim ser bem engenhoso. Especula-se que tal modelo foi confeccionado há cerca de 2000 anos atrás. Outros modelos semelhantes foram achados na América do Sul e Egito.

Alien encontrado em pirâmide

Uma estranha história circulou no mês de março entre ufólogos e egiptólogos de todo mundo. A matéria foi publicada na revista Rose El-Yussuf e dava conta de que o esqueleto de um ser alienígena teria sido encontrado em 1988 pelo estudioso francês Louis Caparat, dentro de uma sala secreta na grande pirâmide de Quéops. Até então, no entanto, não há a menor confirmação para o fato, nem por parte de Caparat, nem por parte de outros egiptólogos. Diz o artigo na Rose El-Yussuf que o humanóide extraterrestre teria sido encontrado num caixão de cristal transparente. “O ser parecia inicialmente estar hibernando ou em estado de animação suspensa”, disse Caparat, que relatou ainda ter encontrado um texto em papiro onde era descrito o encontro entre o faraó Queóps e a entidade. No documento, aparentemente decifrado, o alienígena teria dito ao faraó que um dia seres de sua espécie viriam das estrelas para habitar a Terra. O estudioso afirma também que teria sido o alien quem sugeriu o design da pirâmide e persuadiu os egípcios a construírem tal monumento.

Estudos da arqueologia nas pirâmides

Igualmente fantástico são os resultados obtidos no exame das pedras usadas na construção das Pirâmides, perto de Assuan, encontra-se a pedreira de onde foram extraídos os blocos de pedra utilizados na construção de Quéops onde ainda existem alguns blocos cortados mas que não chegaram a ser utilizados. É curioso como eles encaixam-se perfeitamente nos buracos das rochas, como tampas. É até concebivel que os egípcios tivessem conseguido fazer dois cortes horizontais, mas como fariam o corte do fundo? É interessante observar que esses blocos parecem ter sido cortados por alguma lâmina de serra, e neles são encontrados vários furos perfeitos, que parecem ter sido feitos por alguma broca de perfuração.

Os engenheiros examinaram esses furos e concluíram que eles foram feitos por instrumentos de grande precisão e que seria preciso muitas toneladas de pressão para impelir o perfurador e abrir um buraco de alguns centímetros de diâmetro e vários de profundidade. Existe uma teoria que diz que as pedras teriam sido cortadas por algum instrumento tipo raio laser… essa teoria explicaria as marcas de serra nos blocos encontrados, pois o laser poderia facilmente produzir marcas semelhantes.

A função geradora de radiação energética da Pirâmide tem uma hipótese bastante plausível: foi detectada a penetração dessa radiação a 20 quilômetros de profundidade sob sua base, e é possível que a radiação superior do ápice se prolongue até os confins da via-láctea, visível aos instrumentos óticos especiais, desconhecidos por nós. Isso revelaria que, há milênios, e quem sabe até hoje, a Pirâmide funcione como uma espécie de Farol de Alexandria para astronautas extra-galácticos, prováveis construtores desse e de outros monumentos inexplicáveis.

Pesquisadores descobriram recentemente, nas medidas internas de Quéops, novos dados astronômicos e geodésicos que revelam a intenção dos construtores de perpetuar um conhecimento tecnológico milenar assombroso, que só conseguimos entender se admitirmos a passagem de seres extraterrestres ou de civilizações mais antigas e avançadas sobre a Terra.

Fonte: http://br.geocities.com/ufonoegito/ufoarque.htm

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A Magia Curativa da Grande Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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A principal função da Grande Pirâmide talvez seja o seu efeito curativo, pois está amplamente provado esse conceito por uma infinidade de relatórios de cientistas do Japão, da Rússia e dos Estados Unidos.

Cortes, arranhões e queimaduras, aparentemente saram bem mais depressa depois de uma ligeira e muitas vezes única exposição debaixo de um pirâmide. Conforme já verificamos pessoalmente em algumas experiências, uma pequena dor de cabeça pode ser sanada em apenas quatro minutos.

Tem-se reportado em várias ocasiões – conforme atestados verídicos – que dores de dentes e enxaquecas foram eliminadas prontamente, e muitas pessoas aliviadas de males artríticos e reumáticos depois de se acomodarem durante um tempo mínimo dentro de uma pirâmide de alumínio de maiores dimensões.

O mais surpreendente é que essa fabulosa energia se estende a várias funções diferentes, como por exemplo: as plantas crescem mais rapidamente, quando expostas à irradiação piramidal; a água se purifica totalmente e se torna livre das nocivas bactérias, quando expostas durante duas horas debaixo de uma pirâmide; o ouro se torna reluzente; o leite permanece fresco durante vários dias, naturalmente dentro de um temperatura amena; a carne de desidrata e mumifica sem apodrecer; as flores se conservam vivas por mais tempo nos vasos; a água energizada facilita a digestão; o café, o vinho e os sucos de frutas melhoram de sabor, quando deixados durante duas horas debaixo de uma pequena pirâmide; as baratas fogem espavoridas sob o efeito energético das pirâmides – para elas mortífero!

Pessoas que ficaram sentadas por meia hora dentro de uma pirâmide informaram que se sentiram virtualmente mais relaxadas e revitalizadas fisicamente, sendo que outros disseram ser mais fácil de se obter a meditação profunda por meio desse meio ideal. Depois que uma jovem norte-americana passou a dormir dentro de uma pirâmide em dias alternados, sua progenitora informou que a moça se tornou menos nervosa e que se tornou mais esbelta, tendo inclusive perdido o excesso de peso que a prejudicava.

Vejamos este outro caso: o dente incisivo da arcada superior estava provocando uma dor insuportável na jovem. Como era domingo de manhã, não havia naturalmente nenhum dentista disponível e os analgésicos comuns de nada adiantavam.

Por fim, desesperada, Inez Petit sentou-se no interior de uma pirâmide do seu progenitor, construída em madeira e rezou esperando pelo milagre. Não se sabe ao certo o que aconteceu, mas depois de dez minutos a dor passou completamente. O exame posterior mostrou que anda havia de anormal na aparência, pois o dente se encontrava em ótimo estado!

Várias pessoas que têm usado suas pirâmides se sentiram aliviadas de muitos males, em casos de artroses, cortes, contusões e infecções principalmente, já que a energia piramidal elimina a propagação das bactérias malignas. Interessante frisar que essas curas foram processadas em períodos de tempo espantosamente curtos!

Temos ciência de uma enormidade de casos incríveis, porém o espaço de que dispomos neste livro obviamente restringe curiosas narrações que gostaríamos de transmitir.

Muitos são os casos clínicos observados em relação à energia produzida por uma pirâmide. Vejamos mais este fato curioso: uma senhora norte-americana narra uma história muito interessante. Ao entrar na meia-idade, seu esposo construiu uma pirâmide para seu relax, além de beber água energizada. Poucas semanas após, a mulher ficou estupefata e disse: Acho que o meu velho está retornando aos vinte ou trinta anos; há tempos que ele não tem tanta potência sexual!

O próprio Ed Petit, autor do best-seller norte-americano O Poder Secreto das Pirâmides, afirmou publicamente em seu livro interessante que certa vez se encontrava com um sério tumor na próstata e que a operação deveria ser iminente. Então passou a dormir dentro de uma pirâmide duas noites por semana e a beber regularmente água energizada fornecida por um outro protótipo menos da Grande Pirâmide. Decorreram seis meses, e um dia percebeu que há muito tempo nada mais sentia na próstata e que as suas funções sexuais haviam se normalizado!

Relatórios russo, amplos e pormenorizados, provenientes da sua prodigiosa ciência metafísica, indicam que a água energizada tem sido empregada com resultados surpreendentes em ferimentos de soldados e em tumores malignos, enquanto que um dos seus sábios afirma que a coagulação sanguínea se processa de maneira extremamente rápida, quando ativada sob o campo energético de uma pequena pirâmide e que as bactérias são eliminadas.

Algumas pessoas que têm permanecido meditando dentro de uma pirâmide, têm se referido ao aparecimento fugaz de uma misteriosa luz azulada e diáfana em seu ápice. O próprio Wilhelm Reich sustentava que a cor da energia vital era azul, e talvez seja a mesma impressão luminosa vislumbrada por Enel no interior da Grande Pirâmide.

Teria Napoleão Bonaparte presenciado esse mesmo efeito, quando regressou assustado e lívido da Câmara do Rei, segundo relata a história? Quando um dos seus ajudantes de ordem lhe perguntou em tom jocoso se ele havia deparado com algum fantasma, Bonaparte replicou rudemente que não tinha comentários a fazer, acrescentando depois, mais suavemente, que não queria que o incidente voltasse a ser mencionado.

Mais tarde, em Santa Helena, o grande corso continuou se recusando a falar sobre aquela estranha ocorrência dentro da Grande pirâmide, insinuando que havia recebido um presságio sobre seu destino, sendo que disse a Las Cases, abanando a sua cabeça: “Não, de que adianta! Você não me acreditaria”.

As pesquisas de Reich indicam a existência, na atmosfera, de um certo campo de energia invisível, capaz de ser acumulado e dirigido para o corpo físico de modo a beneficiá-lo. Essa mesma energia – por ele denominada orgônica é a mesma energia ki dos japoneses, ou o mesmo “prana”, dos iogues e mais acertadamente citado como energia vital, dado suas amplas e virtuais facetas.

As comprovadas observações da luz azulada, vistas sobre o cimo das pirâmides em ocasiões excepcionais por alguns sensitivos, ou por outras pessoas que permaneceram meditando dentro delas, oferecem provas suficientes de que a energia piramidal é real e que partilha dos mesmos fenômenos produzidos pelos aparelhos eletroterápicos de ondas curtas largamente utilizados em medicina e outros, tais como o Magnetizer dos japoneses, lâmpadas de infra-vermelho ou raio laser, sendo que o campo energético das pirâmides é mais eficaz e rápido, com a vantagem de nada custar, pois suas múltiplas ações derivam simplesmente de um singelo e barato protótipo da Grande Pirâmide de Quéops! Esse é o grande misterioso enigma que tem desafiado a argúcia dos melhores cientistas de todo o mundo.

Fonte: Os Segredos da Grande Pirâmide, João Medeiros, Editora Tecnoprint S.A, Rio de Janeiro-RJ, 1986, pp. 69-73.

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Confecção dos blocos de pedra da pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

baner-topo-novo-1-34O moldes de madeira, construídos de forma apropriada, eram empregados para a construção de blocos de pedra. De fato, em cada molde vertia-se uma substância de grande semelhança com o betume, que uma vez endurecido era tirada do molde e passava a constituir os grandes blocos como hoje vemos nas pirâmides egípcias, e que não estão talhados em pedra, como até bem pouco tempo se afirmava. De fato, os egípcios utilizaram métodos de construção não muito diferentes dos utilizados por nós, embora sem a tecnologia atual. Ao que parece, o betume empregado era de tão boa qualidade como o usado na atualidade e conseguia tal perfeição que não podia ser distinguido da pedra verdadeira.

Curiosamente, o que fora predito em transe hipnótico pela pessoa em questão, há uns 15 anos ( Nota: o livro foi publicado em 1984, a 37 anos, portanto ), foi corroborado na atualidade por Joseph Davidovits, doutor em Ciências e membro da Associação Internacional de Egiptólogos, o qual, numa conferência pronunciada em 1983, afirmou que nas análises efetuadas num dos blocos da pirâmide de Quéops havia detectado bolhas de ar no interior da pedra; e o que era mais assombroso ainda: fragmentos de tecido humano. O Dr. Davidovits explicou: “As bolhas de ar são as mesmas que se encontram no cimento ou na cerâmica, e as fibras orgânicas correspondem ao tecido humano.” Supõe o professor que o tecido procede de um dos braços do operário que fazia a mistura.

Posteriormente, o Prof. Davidovits fabricou pedra sintética em seu laboratório de Saint Quentin (França), utilizando materiais que considerava semelhantes aos empregados pelos construtores epípcios. A pedra que obteve possuía as mesmas características que a das pirâmides.

Apesar da demonstração prática de sua teoria, seus colegas resistiram em admiti-la; no entanto, o egiptólogo confia que algum dia seja reconhecida a validade da mesma.

Fonte: A pirâmide submersa no Triângulo das Bermudas, Marcus Silverman, pp. 74-75.

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Analistas da Unesco vão à Bósnia para investigar pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Sex, 02 Jun ]

Zagreb, 2 jun (EFE).- A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) enviará em breve à Bósnia central dois arqueólogos para investigar se realmente existem pirâmides na região, disse hoje à “Rádio Croácia” o diretor-geral da entidade, Koichiro Matsuura.

A Unesco responde assim a um pedido das autoridades bósnias. A descoberta do que parece ser uma gigantesca pirâmide, tão grande quanto as egípcias e construída por uma cultura desconhecida provoca um grande interesse no país.

“As informações são muito interessantes, portanto mandaremos dois especialistas para estudar detalhadamente o caso. Então poderemos avaliar se realmente são pirâmides”, declarou Matsuura à emissora croata.

O presidente da Bósnia-Herzegovina, Sulejman Tihic, pediu que a Unesco envie arqueólogos a Visoko, perto de Sarajevo, onde começaram as escavações para trazer à luz uma pirâmide do Sol, “mais grandiosa que todas as egípcias”, segundo os responsáveis pela pesquisa.

“Todas as investigações realizadas até agora em Visoko confirmam que ali realmente existe uma pirâmide. É uma descoberta arqueológica que, quando for confirmada definitivamente, mudará a história da Europa e do mundo”, disse o governante bósnio.

Os responsáveis pelas escavações, liderados pelo magnata e mecenas bósnio Semir Osmanagic, garantem que existem várias pirâmides na Bósnia central. Elas seriam obras arquitetônicas grandiosas, fazendo das pirâmides egípcias simples “casas de recreio”.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2396001-2396500/2396125/2396125_1.xml

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A Altura da Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Quando, na Parte II, estudamos os aspectos tecnológicos do entalhe do revestimento de mármore que outrora recobria a Grande Pirâmide, estabelecemos uma comparação entre a “opera magna” da moderna tecnologia de precisão – o espelho do telescópio do Monte Palomar – e os 25.000 primas ópticos de 16 toneladas do revestimento, cada um dos quais representava, por si só, uma tarefa de entalhe óptico equivalente ao polimento do famoso espelho.

Esta imensa tarefa de micrometria – de acordo com a exatidão dos planos de cada unidade e à ajustada correlação mútua observada por Petrie – devia produzir quatro espelhos planos de precisão óptica de 1,7 hectares de superfície cada um. Se tal obra não tivesse sido destruída, a pirâmide seria hoje um “instrumento óptico” monumental – algo inimaginável mesmo para os ópticos da Era Cósmica.

Não pareceu oportuna naquela ocasião analisar a possível finalidade de uma obra de tanto fôlego, mas pareceu claro que nenhum objetivo importante presidiu à execução de uma tarefa que triplicou o custo total da pirâmide.

Depois do já visto sobre o significado metrológico da pirâmide e sua vinculação à estrutura geodésica e astronômica, resulta de certo modo evidente que a altura da pirâmide não foi uma magnitude qualquer senão, precisamente, um comprimento que em escala decimal representava a distância ao Sol. Aceita esta hipótese, que as análises anteriores tornam muito plausível, o minucioso esforço de precisão que deveu desenvolver-se em toda a largura e profundidade do revestimento se cristaliza no único objetivo da determinação, com a máxima exatidão possível, da Unidade Fundamental da astronomia, que ainda hoje continua sendo a distância do Sol.

Perfeitamente justificada, por nossos modernos conceitos científicos, a façanha tecnológica executada pelos antigos, se faz evidente que sua correta interpretação dependerá do ajuste entre os dois fatores fundamentais envolvidos pelo problema: 1) a verdadeira distância ao Sol; 2) a verdadeira altura da pirâmide.

Com relação ao primeiro, convirá recordar que existem três maneiras de interpretar a “verdadeira” distância ao Sol. Uma delas corresponde à menor distância ao Sol (periélio); outra, à maior distância ao Sol (afélio); a terceira, é a média, ou seja, o raio maior da elipse, chamado também a Unidade Astronômica. Já víramos que dada a equivalência das três definições, do ponto de vista astronômico, razões construtivas faziam aconselhável indicar o valor do periélio na altura da pirâmide.

As medições astronômicas mais recentes correspondem à aproximação de Eros (1º de janeiro de 1931), ocasião em que a moderna astronomia pôs em jogo todos os seus recursos para a obtenção de 2.800 chapas fotográficas, tiradas através de 20 telescópios de diversos países, e o rigoroso cálculo ortocromático da luz das estrelas localizadas sobre a trajetória do planetóide, com o fito de obter uma correção precisa da refração atmosférica. Dez anos de cálculo permitiram, por volta de 1942, a obtenção da moderna cifra de 149,670 x 10^6 km, considerado até há pouco como o valor mais provável da distância média do Sol.

Pelo plano de 1959, Price e Gunn, utilizando o radar, determinaram a distância de Vênus, o que importou em uma correção da U.A. que Herrick, Westrom e Makemson (9) avaliaram em:

(149,470 +/- 0,001) x 10^6 km

considerando-se na atualidade que o método de microondas nos dá valores mais exatos que as determinações astronômicas.

Quanto aos valores mais antigos, convém mencionar o aceito por volta do ano de 1900, que era de 152,00 x 10^6 km, e o utilizado até a véspera do acontecimento de 1931, que era de 149,43 x 10^6 km. Com o auxílio do valor da excentricidade da eclíptica (e = 0,0167), podemos calcular os valores de periélio que aparecem na Tabela VI.

Quanto à verdadeira altura da pirâmide, ela foi calculada por Borchardt (14) e Cole (24) com o auxílio da “Survey of Egypt”, e estimada em 146,595 metros. Baseia-se este cálculo no valor médio dos quatro lados da pirâmide e na aceitação como inclinação das faces da pirâmide, do valor 22/7 pi (primeiro número de Arquimedes).

A interpretação do autor para a altura da pirâmide difere da de Borchardt-Cole em apenas 3mm. Aceita o valor da inclinação, correspondente a 22/7, mas utiliza a média dos três lados, norte, sul, e oeste, que difere apenas em 3mm do valor do lado oeste. Quanto ao lado leste, já vimos (cf. A Mensuração, Cap. III) que sua inclinação permitia determinar o valor do “erro” admitido pelos construtores, em seu cálculo da distância ao Sol. Este procedimento, que nos é familiar depois do estudo da Câmara do Rei, nos permite escrever, para o comprimento do lado da base: L = (230,355 +/- 0,100)m. Daqui, podemos calcular uma altura da pirâmide que nos dá, para a distância do Sol:

R = (146,592 +/- 0,05) x 10^6 km

onde se deve destacar o exagerado valor do erro aceito, que contrasta com os exíguos valores da determinação por radar. Isto é, repetição de uma situação que já víramos a propósito dos erros de massa admitidos para as determinações da Câmara do Rei.

Como era de se esperar, na expressão da distância do Sol, não esqueceram os antigos astrônomos de indicar o erro possível. E isto é muito importante, pois “uma medida tem sentido só quando se pode avaliar de uma ou outra forma o erro de que está afetada”.

Com isto, fica suficientemente esclarecido o misterioso objetivo perseguido com a extrema precisão do revestimento da Grande Pirâmide; resta como problema, resolver se aquelas antigas medidas impõem uma revisão de nossos cálculos modernos, ou indicam uma modificação nas dimensões da eclíptica.

TABELA VII
Distância ao Sol (periélio)
(km x 10^6)
Ano    1900    149,46
Ano    1930    146,93
Ano    1940    147,17
Ano    1960    146,97
Egito    –    146,60

Mas, à parte o objetivo puramente científico de indicar a distância do Sol com a máxima exatidão, também esteve presente na magna tarefa uma intenção artística. Podemos nos convencer, apenas imaginando a esplendorosa beleza daquela gema, talhada em octaedro por um Titã, que fulgurava qual ouro brunido, sob os raios do Sol.

Quem, mais indicado que seu próprios autores para descrevê-la? O poeta-astrônomo viu-a como “tendo a glória do Sol, e sua luz como a mais preciosa pedra, assim como uma pedra de jaspe, clara como um cristal”.

Fonte: O enigma das pirâmides, J. Alvarez Lopes, editora Hemus, 1978, pp. 193-196.

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Arqueólogos buscam ‘pirâmides ocultas’ na Bósnia

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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16 de abril de 2006

– Arqueólogos na Bósnia estão escavando o que acreditam ser uma pirâmide oculta dentro de um morro. –

Semir Osmanagic, que comanda a equipe de arqueólogos, foi quem primeiro defendeu a tese de que o morro conhecido como Visocica, de 650 metros, situado próximo ao vale Visoko, poderia abrigar uma pirâmide.

As escavações iniciais revelaram que dentro do morro existe uma entrada estreita que conduziria a uma rede subterrânea de túneis.

Na última sexta-feira, uma equipe reunindo trabalhadores de uma mina de carvão local, arqueólogos e geólogos examinou o túnel, que teria 3,8 quilômetros de comprimento.

Feito pelo homem

A equipe descobriu que o túnel bifurca em outros dois, um voltado para a esquerda, o outro, para a direita. Eles concluíram que a rede de túneis teria sido uma criação humana, não um fenômeno da natureza.

“Isto definitivamente não é uma formação natural,” afirmou a geóloga Nadja Nukic.

Imagens satelitais revelaram outros dois morros em formato piramidal, no vale Visoko. Arqueólogos acreditam que os túneis poderiam ligar as diferentes pirâmides.

A equipe que vem trabalhando na escavação descobriu também uma entrada que consiste em um platô pavimentado e grandes blocos de pedra que poderiam formar a superfície externa da pirâmide.

Caso seja confirmado que o sítio arqueológico de fato possui pirâmides, estas seriam as primeiras a ser descobertas na Europa.

Faturando

Os moradores locais já estão procurando capitalizar em cima da possível descoberta, vendendo souvenires em formato de pirâmide.

Os trabalhos de escavação vão continuar por mais seis meses. Os primeiros resultados devem ser divulgados nas próximas três semanas.

Dois especialistas vindos do Egito devem se integrar à equipe de arqueólogos em meados de maio.

Segundo os pesquisadores, há indícios de que existiram povoados datados de 7 mil anos na região.

O arqueólogo Osmanagic diz que as construções no local são exemplos clássicos de culturas que procuraram sobrepujar suas antecessoras, ao erguer edificações sobre construções mais antigas.

A região do vale Visoko abrigou a capital da Bósnia durante a Idade Média e no alto do morro Visocica há uma fortaleza medieval.

A fortaleza foi construída sobre uma torre de observação romana, que por sua vez foi erguida sobre as ruínas de um antigo povoado.

Fonte: http://www.bbc.co.uk

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A Pirâmide de Quéfren

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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CAPÍTULO II

É pouco o que sabemos sobre a pirâmide de Quéfren. Os autores antigos quase não aludiram à segunda pirâmide de Gizé e os arqueólogos lhe prestaram muito pouca atenção.

Vimos que Heródoto diz, no capítulo dedicado a Euterpe, de seus “Nove Livros de História”, que os sacerdotes egípcios “queriam ignorar o nome dos construtores das pirâmides”, e por isso as designavam genericamente como “as pirâmides do pastor Filitis”.

Apesar desta assertiva, narra Heródoto a lenda de Queops, Quéfren e Miquerinos, que teriam construído as três pirâmides, submetendo o povo a brutais sacrifícios, chegando o primeiro deles até a prostituir sua filha para obter fundos adicionais.

Estas referências de Heródoto podem ser consideradas como puramente lendárias, já que não tiveram posterior confirmação arqueológica.

É importante sublinhar a afirmação de Heródoto de que a pirâmide de Quéfren não tem dispositivos subterrâneos; é prova de que o acesso à pirâmide de Queops estava aberto naqueles dias, não estando, por conseguinte, o acesso à de Quéfren. De certo modo, a situação se mantém hoje no Egito, pois a entrada à pirâmide de Queops é livre para todos os turistas, mas não à pirâmide de Quéfren – fechada com corrente e cadeado – e para cuja inspeção se necessita de autorização ministerial.

De qualquer modo que fosse, pouco é o que se esclarece com referência à Segunda Pirâmide segundo as descrições dos historiadores clássicos. Quiçá mais ilustrativos sejam neste aspecto os cronistas árabes. Com relação à primeira pirâmide (ou Pirâmide de Queops; ou Oriental; ou Grande Pirâmide), diz Akbar Ezzeman (Bodleian Library; Oxford): “Na pirâmide oriental foram inscritas as esferas celestes e as cifras representativas das estrelas e dos planetas”. Outro importante manuscrito árabe (Macrisi) completa esta citação com esta breve e importante referência: “A primeira pirâmide foi consagrada à astronomia, e à história; a segunda, à medicina”.

Relativamente a pormenores construtivos, cabe observar que a Segunda Pirâmide é de confecção inferior à da Grande Pirâmide. Disto resultou a parcial sobrevivência, na parte superior, do revestimento calcário. Como é sabido, as três grandes pirâmides de Gizé possuíam quatro faces espetaculares, formadas por cunhas de mármore inseridas sobre os degraus de granito, de modo a formar uma parede completamente lisa. As pirâmides apresentam o aspecto desolado de nossos dias por terem sido arrancados os primitivos blocos do revestimento, que no caso das duas pirâmides de Gizé pesavam umas dezesseis toneladas cada, e totalizavam cerca de 25 mil blocos. É do conhecimento dos arqueólogos (Petrie; Edwards; Clarke) que cada um destes blocos estava talhado e polido em obediência às mais estritas exigências da indústria óptica moderna e, que no caso da de Queops, cada um dos 25 mil blocos era por si mesmo uma obra de fôlego semelhante à do telescópio do Monte Palomar (Califórnia, EUA).

Na pirâmide de Queops, os poucos blocos conservados em sua posição original se salvaram de sua depredação por estarem, desde tempos imemoriais, sepultados sob as dunas da face norte, o que também preservou-os da erosão, podendo hoje ser objeto de estudo científico de alta precisão. Na pirâmide de Quéfren, os blocos, que lhe dão seu aspecto característico na parte inferior, salvaram-se de ser convertidos em cal, precisamente pela má construção dessa pirâmide, cujos blocos de pequeno peso não estão sequer imbricados uns nos outros (como os ossos parietais, de modo que, na “Galeria Ascendente”, a junta aparece como traçada por um lápis de ponta fina), o que determinou desabamentos parciais da edificação, que impediram subir, para saquear os blocos de mármore.

Sem dúvida, o embasamento é de boa construção, e assim como em Queops, está recortado no mármore da meseta. Com estas partes do alicerce e pavimento exterior da Segunda Pirâmide se conservam em bom estado, pôde-se determinar a orientação azimutal até o segundo de arco. Petrie dá os valores comparativos, para as pirâmides de Queops e Quéfren, dos dados azimutais que podem ser apreciados na tabela II (pág. 105). Na citada tabela, pode-se observar que tanto a pirâmide de Queops como a de Quéfren se encontram desviadas ao Oeste do Norte por um ângulo de 5’31”, o que implica que o erro de posicionamento das duas pirâmides é da ordem do segundo de arco. Quer dizer, esta parte da tarefa de construção indica a posse de instrumentos de precisão tão eficazes como os modernos. Um teodolito geodésico dá erros da ordem do segundo, que é necessário interpolar – com o ajuste da curva de Gauss – para a obtenção de erros abaixo do segundo de arco. Sobre os teodolitos de agrimensura, nem é preciso fazer comentários. O paralelismo destas duas direções é prova concreta do movimento do pólo. Não tendo nós possuído a indicação da pirâmide de Quéfren, os arqueólogos atribuíram um erro de 5’31’ na orientação do meridiano indicado pela pirâmide de Queops, aos “necessários” erros dos antigos construtores. Dada a extraordinária precisão dos valores observados, a hipótese mais aceitável é que esta antiga agrimensura se efetuou com dispositivos de microondas (“Maser”, e seus equivalentes) (Cf. “Goniometria”, pág. 101 item Cf. “Apêndice”: “Análise estatística da goniometria egípcia”).

A entrada da Segunda Pirâmide se encontra na face Norte, e ao nível da areia do deserto na atualidade. O acesso se efetua por uma galeria estreita, pela qual é necessário descer com o auxílio das mãos. No término do primeiro lance, inverte-se o sentido da galeria, que, sem deixar de descer, chega à câmara do Belzoni, assim chamada por ter sido o arqueólogo italiano o primeiro a descer por ela, na época moderna. Uma inscrição com alcatrão na parede da câmara testifica em italiano: “Eu, Belzoni, fui o primeiro homem que entrou nesta câmara. 1818”.

A reversão do segundo lance da galeria de descida apresenta um certo perigo, pois é necessário deixar-se cair de vários metros de altura. É uma pequena artimanha dos antigos construtores egípcios. No interior da câmara, o ar é seco, e a temperatura elevada, o que prova a excelente ventilação desta pirâmide – semelhante à de Queops.

Para o lado ocidental da câmara, encontra-se o sarcófago, que Belzoni encontrou destampado, dispersos pela câmara os restos de sua tampa. Neles encontrou Perring vestígios de resina dos primitivos lacres. Como em outros sarcófagos, a tampa deslizava sobre guias.

Quando visitei esta pirâmide, em 1962, constatei que o sarcófago jazia arrombado ao lado de um fosso cavado no piso da câmara. A explicação desta desordem, é que primitivamente o sarcófago esteve enterrado ao nível do solo da câmara, e os arqueólogos o desenterraram na busca de tesouros que poderiam haver sob ele. É lamentável a falta de respeito por estas antiquíssimas e valiosas estruturas, inexplicável em homens dedicados ao estudo da arqueologia. A este respeito é oportuno recordar que quando Petrie levantou com gruas – para estudos metrológicos – o sarcófago de Queops, marcou com giz a posição primitiva (88) a fim de voltar a colocá-lo em seu lugar exato.

As dimensões exteriores da pirâmide de Quéfren (88) são, em metros egípcios (= Metro Absoluto):

Altura        136,69
Base        205,62
Ângulo        53º10′

As medidas da Câmara de Belzoni, em côvados egípcios:

1º comprimento        20,00
2º comprimento        7,00
Profundidade        9,50
1ª altura        10,00
2ª altura        12,00

Estas são as medidas com precisão até o centímetro e, como se pode ver, são “números redondos”. As duas alturas referem-se a que a câmara tem o teto de duas águas.

As seguintes, são as medidas interiores do sarcófago, em côvados egípcios:

Largura        4,0000
Profundidade    1,2600
Altura        1,3969

A grande precisão destas medidas deve-se à exatidão do polimento deste sarcófago, que conjuntamente com o de Illahum é uma amostra do entalhe de precisão egípcio que chegava ao normalizado, de nossas modernas normas ópticas.

Assim como o Capítulo XXI do Apocalipse está dedicado à interpretação metrológica da Grande Pirâmide, o Capítulo XI se refere à Pirâmide de Quéfren. Por ora – dados os escassos conhecimentos biológicos atingidos por nossa civilização – o citado texto do Apocalípse nos resulta impenetrável, pelo qual limitar-me-ei a citar a parte metrológica que, como o leitor poderá verificar, guarda estreita relação com o Capítulo XXI, onde também há alusão ao Metro Absoluto (“medida de uma cana de ouro para medir a cidade, e suas portas, e seu muro”). Começa assim:

“1) E me foi dada uma cana semelhante a uma vara, e disse-me: Levanta-te e mede o Templo de Deus, e o altar, e aos que adoram nele.

2) E deixa de lado o pátio que está fora do templo, e não o meças, porque está entregue aos gentios, que pisarão a cidade santa durante quarenta e dois meses.

3) E darei às minhas duas testemunhas, e eles profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, cobertos de saco.”

Começarei por observar que a interpretação desse capítulo mal está em seu começo, de modo que não poderemos fazer uma elucidação tão completa quanto a que conseguimos para o Capítulo XXI; o qual foi interpretado em sua totalidade com perfeita congruência e clareza. Aqui, o mais que podemos fazer é alguma tentativa de interpretação sobre base hipotética, de que esta pirâmide está dedicada à medicina, e que o Capítulo XI do Apocalipse se refere a ela.

O que trabalha na interpretação de um texto antigo deve fazer toda classe de hipóteses e submetê-las a provas de congruência.

Logicamente, quem realiza a tarefa tem a vantagem de estar mais familiarizado com a mesma, mas por sua vez, corre o risco de deixar-se levar demasiado longe pelo entusiasmo de suas próprias interpretações. Por isso, quero sublinhar, não comprometo nesta interpretação minha opinião pessoa, porém simplesmente realizo um ensaio que exigirá ulteriores e prolongados estudos; mas a importância da tarefa não escapará a ninguém que pense que tenho constatado a exatidão da indicação de que a pirâmide oriental estava dedicada à astronomia, há uma grande probabilidade de que, efetivamente, a ocidental o esteja à medicina. Mais ainda, se temos em conta o grau superlativo de desenvolvimento astronômico ali encontrado, devemos pensar que uma tal medida estará muito acima de tudo o que sabemos a respeito, dado o atraso das ciências biológicas desenvolvidas por nossa civilização. Fica assim justificada a necessidade deste intento.

Com o objetivo de sublinhar a congruência da interpretação que aqui ofereço, quero recordar que por volta do ano de 1955, já tinha realizado esta interpretação do Capítulo XI do Apocalípse, e havia deduzido que, possivelmente, nas dimensões do sarcófago de Quéfren estivera inscrito o número 1260. O fato de que o texto apocalíptico nos dá o número 1260 também em meses (quarenta e dois meses ou 1260 dias), apenas destacava a importância deste período de tempo. Conhecia, ademais, a incidência vital dos ciclos de 3,5 e 6,5 anos – assinalados pelo grande biólogo Julian Huxley e considerada por ele como um dos mistérios da biologia, já que estes dois ciclos regulam a evolução da vida sobre a terra. Segundo o referido autor, este ciclos foram obtidos de diversas análises estatísticas relacionadas com fenômenos biológicos e, particularmente, das estatísticas da “Companhia de Peles do Canadá”, que tem arquivos de vários séculos, onde se registra a quantidade de peles de cada ano. De imediato, das estatísticas da companhia, destacava-se a incidência do conhecido “Ciclo de Wolf” das manchas solares, de uma duração de onze anos. Mas os outros dois ciclos – que regem desde as migrações do lemingue e outros roedores até as migrações de peixes e aves, e desde a produção agrícola-graneleira até a ocorrência das epidemias – constituem um absoluto mistério quanto à sua origem e quanto à sua significação.

De qualquer modo, um ciclo de 1260 dias está muito próximo a um ciclo de 3,5 anos (exatamente 3,46 anos) e poderia ver-se nisto a relação entre a pirâmide de Quéfren e a medicina. Em tal caso, tratar-se-ia de ciclos de importância para a saúde humana. Talvez, ajustando-se a eles, poder-se-ia obter saúde e longevidade.

Dada a importância da questão, escrevi a funcionários do governo egípcio, uma carta redigida em árabe pelo professor Guraieb, solicitando dados sobre esta segunda pirâmide. Estes funcionários não responderam à carta. Depois, pude constatar pessoalmente no Egito que o tema das pirâmides não interessa ali a ninguém e que, inclusive, a maioria dos habitantes do Cairo nunca visitou as pirâmides. Era lógico que não houvesse resposta; mas havia outro fator adicional que dificultava a resposta à minha solicitação, e era que os arqueólogos do Cairo desconheciam as dimensões do sarcófago de Quéfren.

Por este motivo, vi-me obrigado a obter estes dados pessoalmente, o que me obrigou a mobilizar a pesada burocracia egípcia, cujas ramificações chegavam até os umbrais da pirâmide pois, o que nunca poderia imaginar, a última assinatura da autorização foi aposta por um policial que apareceu de trás de uma duna, carregando uma metralhadora, e que ali estampou sua rubrica, e pôs um selo, utilizando um lápis de tinta solúvel. Haviam montado uma repartição pública em meio ao deserto…

Seria demais enumerar as etapas desta pesada tarefa de obter permissão para a descida, mas durante seu lento trâmite (“um instantinho” podia significar três horas de espera), pensava que, possivelmente,a paixão burocrática dos egípcios modernos, bem poderia ser um resquício dos antigos sistemas imperiais. Pelo menos, o sorriso afável do filho de um guia em Sakkarah era inequivocamente a do modelo de alguma frisa antiga. Nem tudo se perdeu do Egito, os modos elegantes do arqueólogo Mohamed Saber, ou o gesto senhorial do Sheik da Grande Pirâmide, ou a simples saudação de algum cameleiro, ainda tresandam a nostalgia de um passado imperial.

Com a ajuda de dois guias – um, Ahmed, que já havia apreendido a arte de medir paredes e sarcófagos, e outro que tinha a chave do cadeado da pirâmide – realizei uma exaustiva e cuidadosa medição das dimensões da câmara e do sarcófago do suposto Quéfren.

Saí à superfície e me despedi dos guias – não sem antes dar-lhes a correspondente propina, que repartiriam depois, comunitariamente. Antes de tomar o ônibus 8 (“tamania”) que me conduziria em dez minutos a Midan el Taharir (no centro do Cairo), pude observar que no interior da pirâmide, fazia o mesmo calor que lá fora. O que implicava num bom sistema de ventilação, já que a câmara estava na mais absoluta escuridão. Eram duas horas da tarde, e o termômetro marcava 48ºC, uma temperatura normal para esta hora, no mês de junho. Penetrei no bar do Nilo Hilton Hotel – com ar condicionado – e diante de um enorme jarro de suco de frutas bem gelado dispus-me a transformar minhas medidas, tomadas com nosso metro convencional, nas medidas do Metro Absoluto, ou egípcio. Recordo que quando obtive a cifra de 1260 surpeendi-me com a exatidão de minhas deduções de cinco anos antes, com Córdoba, a 20 mil quilômetros de distância. Estava claro, também, o porquê não devia tomar em consideração as estruturas exteriores: simplesmente porque o sarcófago estava enterrado no pavimento.

Alguns meses depois, em Paris, pude obter as medidas efetuadas por Petrie com instrumentos de precisão, nesta mesma pirâmide. Com um maior número de casas decimais, pude encontrar que o valor exato da largura do sarcófago era de 1260,0 milímetros egípcios.

Desde então até agora, meditei e tratei de desentranhar que relação há entre todas as coisas e que estranhas práticas de ioga estão simbolizadas neste misterioso Capítulo XI do Apocalipse. Vem-me a recordação daquele versículo que diz: “E os homens das diversas tribos, e povos, e línguas, e nações, verão os seus corpos durante três dias e meio; e não permitirão que seus corpos seja sepultados”. Aqui, os 3,5 dias poderão ser três anos e meio? Há outro versículo que diz: “…um tempo, tempo e meio tempo”, ou seja, três tempos e meio. Poderá existir alguma relação com os 42 meses?

Não podemos seguir adiante no Apocalípse, nem pela pirâmide de Quéfren. Prefiro passar para a pirâmide de Hórus Sekhem-Het (em Sakkarah) onde o estudo metrológico das estruturas revelou três vezes a presença do número 2373. No Capítulo “As relações não-homogêneas” (pág. 161) ocupamo-nos da metrologia desta pirâmide e vimos que tal número aparece nas dimensões da câmara e no interior e exterior da sarcófago.

No dito capítulo não quis adiantar uma hipótese sobre este misterioso número – dado que ali ocupar-me-ei com concretas questões metrológicas. Mas em nossa tentativa de penetrar este inquietante arcano da sabedoria egípcia, descobrimos que:

6,5 anos – 2373 dias

A concordância das três estruturas vai além do limite de erro. Há algo na coincidência. Mas os números estão com todos os seus algarismos. Essa outra pirâmide com seu sarcófago, tampouco ocupado por nenhum faraó, nos mostra de novo um sedimento metrológico muito importante, porque este número expresso como “dois mil e trezentos dias de tarde e de manhã” (Daniel, VIII; 14) é o ciclo biológico, anotado por Huxley, de 6,5 anos.

Para mais informação, podemos recordar o número 2340 (234) que aparece obsessivamente no dimensionamento do sarcófago de Diodefres (cf. “O Problema de Diodefres”, pág. 144) como único número para todas as suas dimensões lineares e de volume.

Não podemos fazer mais inferências até que o progresso de nossa biologia possa dizer-nos algo mais dos misteriosos ciclos de 3,5 e 6,5 anos. Enquanto isso, é importante destacar que esses ciclos á eram do conhecimento dos antigos, como o atestam a Bíblia e as Pirâmides. Não tem isto nada de estranho. Colocando-nos na posição mais cética, é óbvio que homens que tiveram arquivos burocráticos que cobriam vários milênios, poderiam ter conhecimento de coisas que nossa incipiente civilização mal começa a descobrir. Arredondando o ciclo de 6,5 anos, converte-se no antigo, conhecido e misterioso ciclo das 7 vacas gordas e 7 vacas magras do sonho do Faraó, que José interpretou como um ciclo de chuvas e secas de sete anos. No citado capítulo XI do Apocalípse, lemos: “Eles têm poder de fechar o céu, para que não chova durante o tempo que durar sua profecia…” Não é de surpreender que o que José interpretou no ano 1600 a.C. possa parecer indicado em algum pirâmide egípcia; tampouco que volte a aparecer no livro de Daniel. A interpretação do sonho do Faraó é uma simples lenda que é aproveitada pela Bíblia, mas os arquivos que José – administrador da corte – podia consultar quantas vezes quisesse, são uma realidade histórica. É evidente que os utilizou ou para seu plano de governo, pois não é de se pensar que este conhecimento milenar fosse aplicado unicamente à determinação do almanaque egípcio, que Neugebauer considera obtido das estatísticas milenares das crescentes do Nilo.

Mais fácil de obter que um almanaque no qual a saída helíaca de Sírio aparece consignada com precisão de 365,25 dias, é conhecer os ciclos que automaticamente se depreendem destes arquivos.

Assim se explica que todo o ciclo undecenal do Sol (ciclo de Wolf) fosse do conhecimento de todos os povos antigos, que possuíram uma grande civilização, como os chineses e os egípcios. Foi preciso que se passassem três mil anos para que Galileu voltasse a descobrir as manchas solares, mas os antigos as conheciam muito bem, e no entanto, hoje os astrônomos utilizam os arquivos chineses de manchas solares para extrapolar o ciclo de Wolf até a pré-história. O número onze está na chave de todas as religiões antigas. Os heróis solares levam-no como data natalícia. A magia e a religião popular o cultivaram durante milênios. Mas nós, apenas recentemente o descobrimos no século XVI.

Um aspecto importante da investigação biorrítmica moderna constituem os trabalhos de G. Piccardi*, à frente do “Instituto di Fenomeni Flutuanti”, dependente da Universidade de Florença. Como é sabido, Piccardi alcançou renome mundial ao determinar a trajetória da Terra na Galáxia, valendo-se de ensaios químicos de laboratório. A forma nítida como nas estatísticas de Piccardi se reflete a atividade undecenal do ciclo solar mereceu que os “testes químicos” de Piccardi fossem incluídos nos programas geofísicos internacionais.

A revolução que Piccardi trouxe à serologia e hematologia foi destacada nos anos recentes por investigadores soviéticos e norte-americanos. Mas o que se tem que destacar aqui é que o “fenômeno de Piccardi” nos permite seguir os ritmos do universo uma forma até agora não conseguida por nenhum outro dispositivo de laboratório.

Em 1962, trabalhando com a equipe científica do professor Piccardi, tive a ocasião de estudar seus arquivos, em busca da recorrência de 3,5 e 6,5 anos, mas não pudemos encontrar nada. Na opinião do prof. Piccardi, é possível que com a prolongação das estatísticas, apareçam os citados e enigmáticos ciclos. Com observações que datavam apenas de 18 anos, o único que podia destacar-se era o ciclo de Wolf e a variação sazonal, com máximos e mínimos em abril e setembro, este último ciclo devido, segundo Piccardi, à posição da Terra no ápice solar.

As observações de Piccardi** conduziram-no a descobrir na radiação natural da ordem de 3.000 KHz o agente determinante da “ativação” da água, um estado alotrópico da água, responsável pelo processos biológicos observados por Piccardi. No laboratório do “Elektrophysikalisches Institut” (Instituto de Eletro-Física) de Munique, o professor Konig investigou a influência desta e outras faixas de frequência sobre este tipo de fenômenos, em estreita colaboração com o professor Piccardi. Mas aqui também as estatísticas datam de pouco tempo, e não é possível ainda fazer inferência biorrítmica. Consegue-se, isto sim, confirmar a hipótese do professor Schuman, de que a Terra é um ressoador para ULF (“Ultra Low Frequencies” – Frequências Ultra-Baixas).

O conhecimento dos ritmos biológicos exige estatísticas de longa duração, que todavia não possuímos. Com o tempo, as conseguiremos, mas enquanto isto, podemos tratar de aproveitar o que nos legaram os egípcios, cujos arquivos – segundo o sacerdote de Sais, citado por Platão no “Timeu” – cobriam milênios. O enigma da pirâmide de Quéfren é um desafio para os cientistas de nossa era. Sua solução mudará o futuro da raça humana.

* Piccardi, G. Rend. Acad. Naz. Lincei – 21 – VII – 84, 1956.

** Piccardi, G. – Chemical Basis of Medical Climatology, Nova Iorque, 1960.

Fonte: O enígma das pirâmides, J. Alvarez Lopes, editora Hemus, 1978, pp. 49-59.

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Projeção com ETs

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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(em 2004 ou 2005)

Depois de uma seção de relaxamento, como de costume, dei por mim pairando no ar rodeado de uma escuridão total. Sem ver nada a minha frente fui rodando sobre mim mesmo, procurando algo a minha volta. Num primeiro momento vi algumas estrelas pontilhando aqui e ali, onde dei-me conta de que estava no espaço. Até aí tudo bem, essa já era uma visão comum. A surpresa veio depois.

Assim que meus “olhos” se acostumaram com a escuridão do lugar comecei a ver uma série de naves espaciais. No princípio poucas mas a medida que fui aguçando minha visão percebi que eram muitas, milhares e milhares, estavam por toda parte, em toda direção que olhada. Nem em filmes de ficção científica já havia visto um número tão grande de naves, todas juntas num mesmo local. Tinham a aparência de grandes charutos, compridas e levemente arredondadas nas pontas.

Detalhe interessante, todas as naves eram completamente negras, não tinham janelas, nem luzes, nem nada que pudesse ser distinguido. Também eram foscas, não refletiam nenhum brilho (mesmo que houvesse fonte de luz ali, o que não era o caso). Não me perguntem como eu conseguia ver naves pretas e foscas contra um fundo preto e sem fonte de luz próxima.

Passado o choque inicial aproximei-me de uma das naves, entrando em seu interior para ver o que havia ali. Vagando por alguns corredores desertos fui parar na ponte de comando. Era algo parecido com o que se vê nos filmes de Jornada nas Estrelas. Haviam assentos, pessoas sentadas, ou em pé, com telas, botões, luzes, etc. Não havia janelas aparentes.

Próximo ao centro da sala estava um sujeito alto, de pé, talvez uns 2 metros de altura ou mais. Usava uma vestimenta preta onde não era possível ditinguir detalhes. Fiquei impressionado pela aparência de seu rosto, com uma cor branca doentia, completamente pálida. A pele parecia ser uma espécie de borracha, branca e bem esticada, meio fosca, completamente lisa, sem rugas ou qualquer outra marca. A boca era pequena, o nariz também. Os olhos eram muito injetados e completamente negros. As orelhas pontudas, como as do Spoc. Usava uma gola bem alta, cobrindo a maior parte da cabeça, na parte de traz. O tórax grande mas afinando bastante na cintura. Pernas finas e braços bem longos, quase na altura dos joelhos. Em minha “cabeça” ouvi um som “Crrrrrrrrrrrrrrraaaaaaaaaaion” (assim mesmo, bem carregado no cra, como no sotaque ucrrrrrrrraaaaaaaaniano). Deduzi que era o nome do sujeito. Devia ser o comandante da nave, talvez da frota inteira.

Olhando a volta da sala vi que todos que estavam ali tinham a mesma aparência, mas normalmente eram mais baixas e suas golas também eram mais baixas.

Saindo dali fui para outra nave, próxima daquela, com formato parecido mas bem menor. Nesta havia apenas uma pequena sala como cabine de comando. Havia ali um sujeito, nos mesmos moldes e com a mesma vestimenta. Ouvi o nome dele também mas não consegui lembrar quando voltei.

Veio-me, intuitivamente, o seguinte: trata-se de uma raça espacial de vampiros, eles nascem e vivem no espaço. São nômades. Em suas espaçonaves vagam pelo espaço a vida inteira. O comandante, visto antes, passava instruções telepáticas, diretrizes gerais do que devida ser feito, para o outro sujeito na nave menor. O segundo sujeito traduzia essas diretrizes em linguagem corrente na Terra e passava por “canalização” para seus contatos terrestres. Até onde pude perceber eles estavam esperando algo. Todas as naves estavam meticulosamente paradas. Aparentemente já estavam esperando ali a muito tempo.

Adendo: Depois de retornar fiquei confabulando com meus botões o que era aquilo que vi. Julguei que se tratavam de naves que estavam aguardando uma apassagem para chegar a nosso planeta. Aparentemente estavam sendo barradas por alguma forma de escudo que lhes impedia a passagem. Achei que esse “escudo” estava la pelas bandas da orbita lunar. Depois comecei a imaginar que esse “círculo de proteção” ia mais além, abrangendo todo o sistema solar. Mas depois de ter visto alguns tópicos sobre universos paralelos e tais acredito que seja bem possível que eles estivessem em algum outro lugar que não nosso universo local, aguardando uma forma de serem transportados para cá. Seja como for, estavam impedidos de chegar aqui, fisicamente (eles estavam no plano físico, ou algo que o valha, e eu no astral, ou algo que o valha), mas podiam passar pensamentos para os contatos humanos e era por essas “canalizações” que eles controlavam e de alguma forma sugavam as energias mentais humanas, uma de suas principais fontes de alimento.

Quando contei essa experiência para uma amiga espiritualista, a primeira coisa que ela me disse foi “mas Kryon não é uma pessoa, é uma energia, não é isso que as pessoas falam?”. Sim é isso que se fala normalmente, que Kryon é uma energia apenas. Aliás, foi só nesse momento que dei-me conta de que Craion, que eu ouvi quando projetado, era Kryon. Então, o que posso dizer? O que poço dizer é que isso foi o que eu vi e ouvi. Se isso bate com o conhecimento corrente já é outra estória. De qualquer forma está aí a informação para o caso de ser útil para alguém.

PS: Esta experiência aconteceu em 2004 ou 2005, não recordo a data com precisão. Na época achei que não tinha nada de muito importante, mas quando começou a tal estória do JVE e da invasão de OVNIs, prevista para 2006-2007, comecei a considerar que talvez fizesse algum sentido, afinal. E para o caso de alguém perguntar “o que uma raça tão evoluída tecnologicamente iria querer de um pequenino planeta como a Terra?”, eu respondo: “eles devem querer algo que não encontram nos espaços interestelares e que não podem simplesmente materializar com sua alta tecnologia, eles procuram vida, mais especificamente bioenergia, ou a energia que propicia a vida, seja qual for o nome que se dê a ela.” E, por acaso, a Terra é um verdadeiro celeiro de bioenergia, onde pulula a vida por todos os cantos.

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