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Desapegando-se do desapego

Posted by luxcuritiba em maio 21, 2008

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Toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo.” – Carl G. Jung.

Hoje, no ocidente, muitas pessoas estão sentindo um vazio interior, que não pode ser satisfeito por compras materiais, ou qualquer forma de badalação. Por isso, mas também por questões de saúde e equilíbrio mental, os ocidentais têm, cada vez mais, buscado uma solução nas filosofias e religiões orientais. Baseadas em uma vida mais simples, de interiorização, ao contrário do ocidente, que é quase exclusivamente exteriorização, essas filosofias acabam por trazer algo, ou preencher de alguma forma, aquele fazio existencial.

O budismo, uma das principais linhas orientais que estão prosperando no ocidente, tem uma explicação milenar para essa sensação de vazio. O conhecimento budista nos diz que toda forma de sofrimento vem do apego, ou seja, da necessidade que sentimos de ter, ou ser. Elimando-se o apego, elimina-se o sofrimento. Para eliminar-se o apego, usam-se práticas ostencivas de meditação, bem como uma reeducação ativa de hábitos, que visa estabelecer novos padrões e conceitos. Nessas práticas esbarra-se, cedo ou tarde, num ponto crucial: o ego. Quando, em nossas meditações, nos perguntamos “Quem está sentindo isso? Quem está desejando insso?”, é ao ego que desejamos chegar.

Segundo o budismo, e boa parte das filosofias ou religiões orientais, o ego é falacioso, ilusório, e intrinsicamente impermanente, ou seja, nunca é o mesmo, está em constante transformação. Essas são características fundamentais do ego, mas o que nos importa de fato é, de onde ele vem? O que é o ego, e como transcende-lo? Por transcende-lo entenda-se, não eliminá-lo, mas ir além dele, não estar limitado a ele. Essa questão é de fundamental importância, se concordamos que o sofrimento vem do apego, e que o apego tem conexão direta com o ego.

Para entender-mos o que é o ego e de onde ele vem, vou reportar-me a James Redfield, autor de “A profecia celestina”. Em seu livro, Redfield nos conta, de forma simples e romanceada, que ao longo de nossas vidas, nas diversas vivências diárias, vamos estabelecendo padrões (de comportamento, sentimento e pensamento). De acordo com cada situação, dadas nossas possibilidades ou limitações, agimos ou reagimos com relação ao meio em que nos encontramos, e pela repetição de ações/reações criamos uma espécie de resposta automática. Exemplo: Alguém lhe diz “bom dia”, e automaticamente você responde “bom dia”. Por que? Porque essa reposta, de tão repetida, tornou-se uma resposta automática, um padrão mental do tipo, “se acontecer A, então execute B”. Essa idéia não é nova, muitos pensadores anteriores já haviam falado dela, mesmo com palavras diferentes, mas Redfield teve o mérito de popular o conceito perante as massas.

Assim, vamos criando o que Redfield chama de couraça. Ou seja, uma vestimenta, ou um personagem, que usamos como interface para nos relacionar e comunicar com outras pessoas e o mundo ao nossa volta. Esse personagem é o resultado de nossas interações anteriores, e foi, e continua sendo, moldado pelas sircunstâncias e pelos padrões já interiorizados. É por causa dessa couraça que muitas pessoas vivem repetindo os mesmos erros, encontrando os mesmos problemas, se relacionando com o mesmo tipo de pessoas, etc. Diz um sábio que “se você quer resultados diferentes, tem que fazer as coisas de forma diferente; enquanto estiver fazendo do memso jeito, vai obter os mesmos resultados”. Esses padrões de comportamento/pensamento criam uma inércia, uma tendência natural a manter as mesmas respostas, que já foram aprendidas em situações anteriores. Este é o problema. Agora vamos buscar a solução.

Vamos verificar o que Castaneda, em seus diálogos e vivências com um xamã, tem a nos apresentar. Conta ele que Don Juam, o feiticeiro, ensinou-lhe uma técnica de não-fazer, como um caminho para alcançar o nagual, que aqui, para fins didáticos, vou considerar apenas como, aquilo que vai além da realidade comum, observada por nossos sentidos de percpção. Ao contrário do que se possa imaginar, não-fazer não significa não fazer nada, como nas brincadeiras de estátua de criança. Não-fazer aqui, significa não repetir os mesmos padrões, não usar as mesmas respostas. Dessa forma, no treinamento, o iniciante de feiticeiro é insentivado a fazer (agir e reagir) de forma diferente a que estava habituado. Essa prática tem como objetivo quebrar os padrões de ações, reações, pensamentos e sentimentos. Entende-se que, quando identificamos os padrões e aprendemos a não segui-los obrigatoriamente, aprendemos a ser nós mesmos, mais livres, e com mais possibilidades.

Voltando a Redfield, que usa técnica semelhante, mas com nome diferente, identificar os padrões é o primeiro passo para conseguir ir além deles. Para isso a prática da meditação pode ser de grande valia. Tanto Castaneda, como Redfield, ou Gurdfief e tantos outros pensadores, recomendam a mesma prática, que no final se resume a: observar atentamente. Essa prática também é conhecida, como Lucidez. A idéia central dessa prática é estar plenamente atento para perceber e identificar os padrões usados por nós. Uma vez conseguido isso podemos seguir o padrão ou elaborar uma nova resposta. Dessa forma deixamos de ser autômatos que respondem de forma programa e passamos a ser donos de nossas prórpias vidas. Uma vez que possamos reelaborar nossas respostas estamos libertos das correntes da personalidade e podemos finalmente trazer para nossa vida mudanças reais.

Agora, que temos melhor compreenção sobre nós mesmos, e já aprendemos a enchergar além de nossos próprios padrões, podemos voltar àquelas perguntas iniciais: “Quem está sentido isso, quem está desejando isso?” Talvez agora possamos perceber porque algumas coisas nos atraem, e outros nos repelem, porque algumas coisas nos agradam e outras não. Via de regra, e salvo diferenças fisiológicas inerentes a cada um, aquilo que nos agrada é o que está associado, a vivências agradáveis, e o que nos desagrada está associado a vivências desagráveis. Obviamente a coisa não é tão simples assim, mas vou limitar-me a esse enunciado para não estender cansativamente a explicação, mesmo correndo o risco de pecar na clareza. Dessa forma, quando dizemos “eu gosto”, na verdade queremos dizer “já passei por experiência semelhante a essa e ela me foi agradável”.

Então, respondendo à pergunta “Quemm gosta”: Ninguém gosta. Isso mesmo, porque gostar nada mais é do que uma resposta automática a uma dada situação, aprendida anteriormente, e reforçada posteriormente, repetidas vezes, em cada situação semelhante a que essa reposta é invocada.

Neste ponto é importante esclarecer onde ficam armazenadas essas respostas automáticas. Sem entrar em detalhes mais complicados vou dizer apenas que elas são guardas na mente, independente de onde a mente esteja. Importante também entender como essas respostas funcionam com relação a nossas escolhas do cotidiano. Alguns pensadores costumam afirmar que a mente humana (ou subconsciente) é burra, porque sempre aceita o que lhe é dito. Para entender como a mente funciona vamos estudar um pouco de probabilidades.

Imagine uma caixa que contenha 100 bolas, 50 delas são brancas e 50 delas são vermelhas. Dessa forma, ao colocar a mão dentro da caixa você terá 50% de chance de retirar uma bola branco, e 50% de retirar uma bola vermelha. Agora imagine que, a cada vez que você retira uma bola da caixa, você devolve essa bola duplicada, ou seja, se você tira uma bola vermelha, voltam para a caixa duas bolas vermelhas. Assim, na segunda vez que você retirar uma bola da caixa, haverá uma maior probabilidade de retirar uma bola vermelha, porque o número de bolas vermelhas é maior.

A mente humana funciona da mesma forma. Ela guarda nossos pensamentos, sentimentos, emoções, sensações, idéias, medos, alegrias, etc. A probabilidade de encontrarmos dentro dela um determinado elemento é diretamente proporcional ao número de ocorrências dele dentro de nossa mente. Cada vez que pensamos ou sentimos, esse pensamento ou sentimento é multiplicado, porque são geradas novas ocorrências na “biblioteca” da mente. Esse multiplicar de pensamentos na mente gera a inércia dos padrões mentais, de ação e reação, gostos e desgostos. Essa inércia é necessária, pois nos possibilita ter estabilidade, não fosse ela, seriamos, a cada dia, a cada momento, pessoas diferentes, com personalidades, gostos e intenções diferentes, o que tornaria a convivência entre pessoas algo caótico.

Entender que há essa inércia é importante para compreender-mos que, não é da noite para o dia que vamos mudá-la. A inércia tem conexão direta com o número de ocorrências de um dado pensamento ou idéia em nossa mente. Se queremos mudar a inércia, vamos ter que gerar outro pensamento, e repeti-lo diversas vezes. É assim que a mente funciona. A emoção, e sua intensidade, também está envolvida nesse processo.

Muito bem, mas o que meditação, religiões orientais e xamanismo têm a ver com isso?

A meditação, prática ostensiva na maioria das religiões orientais, e também no xamanismo, embora com outra denominação, como em diversas outras linhas, religiosas ou não, é a ferramenta que nos permite perceber essa inércia mental, que forma nossa personalidade, e define nossas ações e reações. E, uma vez percebida, nos dá a chance de transcender essa inércia e ultrapassá-la. Permite que não nos deixemos mais guiar por ela, que não permitamos que nosso passado defina nossas respostas e escolhas, que fiquemos aptos e elaborar respostas novas e originais.

Mas o que é o ego afinal?

Ego é, em falta de definição melhor, essa inércia de pensamentos e sentimentos, que é o resultado de uma rede de elementos armazenados na mente, construída por cada vivência ao longo da existência humana. Por isso, funciona de forma calculada e previsível, mas também muda constantemente, dependendo das experiências vividas e armazenadas, e por isso é impermanente e nunca a mesma ao longo dos anos. Como é produto das vivências, podemos dizer que ele é pó e ao pó voltará. O ego foi criado aqui, dentro do universo humano, e não tem existência real fora dele. Não é uma pessoa, mas sim, uma tendência de ser, de gostar, de querer, de pensar. Como não tem existência real, o ego inevitavelmente será extinto, quando da morte biológica.

Isso quer dizer que eu deixarei de existir?

Não exatamente. Há diferença entre ego e consciência. O ego é a tendência a ser, a consciência é o ser por excelência. Lembra daquela pergunta inicial “Quem está sentindo isso?”. Pois bem, o ego é quem está sentindo, a consciência (que alguns pensadores chamam de O Observador) é quem está perguntando. É por isso que, quando desencarnamos (ou morremos se preferir, se é que você leitor, acredita em vida após a morte), normalmente nos sentimos leves, libertos, com uma paz imensa. Isso ocorre porque, tudo aquilo que nos preocupava ou nos causava desconforto, ficou para traz, foi desintegrado com o ego.

Então toda a experiência que tive em vida foi em vão?

Nâo. Tudo aquilo que você aprendeu, todas as habilidades que você desenvolveu, foram passadas para a consciência, através de uma transferência por indução. Toda experiência, conhecimento e habilidade é aproveitada, somente “a tendência a…” é que deixa de existir.

E por fim, a meditação, e práticas assemelhadas, têm como objetivo conseguir a transcêndencia do ego, da “tendência a..”, ainda em vida, de forma consciente. Por isso alguns mestres, como Gurdjiev, falam que meditar é morrer. Obviamente, isso não é literal em termos biológicos. Morrer aqui refere-se a morte do ego, ou antes, à sua transcendência. Quer dizer que nós o vemos, o identificamos, e temos a possibilidade de controlá-lo ao invés de ser-mos controlados por ele.

E onde entra o apego em toda essa estória? O apego é característica do ego. O desapego, consciente e intencional, é a ferramenta usada para contrabalançar o apego do ego e evitar sua influência. Para alcançar-se o desapego recorre-se a prática constante da meditação e de ações afirmativas de não-apego. Budistas costumam fazer mandalas magníficas, verdadeiras obras de arte, feitas com areia. Algumas demoram semanas para serem concluídas e, depois de prontas, são desfeitas. Essa prática é usada para demonstrar e exercitar, a impermanência de todas as coisas e o desapego necessário para não sofrer por causa delas. Como esta há diversas outras práticas usadas com o fim de esquivar-se ao apego do ego. O problema crucial aqui é que, todas essas práticas são, em última instância, novos padrões de comportamento e pensamento, já que funcionam na mente, e portanto têm relação com o ego.

É aqui que fica o centro da questão. Para conseguir, de fato, livrar-se das rédeas do ego, é preciso tanscender também o desapego, enquanto hábito (ou vício, como diria Jung), enquanto “tendência a…”, “enquanto necessidade de…”. E é essa transcendência, talvez, que seja a parte mais difícil do processo de desenvolvimento pessoal. É algo sutil e controverso. Toda prática usada para transcender o ego é, por si só, uma prática do ego. Transcender o ego portanto, implica transcender todas as coisas relacionadas ao ego, inclusive a própria prática de transcender o ego. Parece contraditório?

No zen conta-se a seguinte estória: Havia em certo local um mestre, muito reconhecido por seus conhecimentos e habilidades. Um dia vieram a ele dois homens, pedindo ao mestre que os ensinasse a encontrar a iluminação. O mestre lhes disse: “Para iluminar-se é preciso peneirar o mar”. E continuou suas andanças. Conta-se que um dos homens foi para o ocidente, e virou um conferencista famoso, repassando para os ocidentais o (suposto) conhecimento quintessencial do mestre. O outro, continuou por muito tempo buscando a iluminação, seguindo o caminho que o mestre lhe havia dito, passando a água do mar por uma peneira, dia após dia. Um dia o mestre, passando por ali, perguntou-lhe: “O que está fazendo?” E o homem respondeu: “Estou fazendo o que o senhor disse, estou peneirando o mar”. Então o mestre pegou a paneira e jogou-a ao mar. Nesse momento o homem se iluminou.

Enquanto você estiver procurando a iluminação, não irá encontrá-la. Somente depois que parar de procura-la, mas sem desistir dela, é que ela surgira diante de seus olhos.

Zhannko Idhao Tsw
Curitiba, 21 de Maio de 2008.

Direitos autorais: Este texto pode ser copiado, por quaisquer meios e para qualquer fim, desde que citada a autoria.
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Por Quê Pirâmides?

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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09-2002 ]

Paralelamente à tradicional explicação mística, de que a forma piramital atrairia energias cósmicas que influenciariam positivamente quem ou o que estivesse em seu interior, existe uma explicação científica que remonta aos problemas tecnológicos que afligiam os primeiros construtores de grandes monumentos.

Chegar perto dos céus sempre foi uma aspiração do ser humano. A atração exercida pelas estrelas, morada dos deuses, ou simplesmente a vontade de marcar sua passagem pela terra com uma obra grandiosa, estimularam os antigos reis a construir monumentos cada vez mais altos. Mas, como construir em grandes alturas com os parcos recursos tecnológicos e com os materiais primários existentes na antigüidade?

Para se construir em altura, problemas fundamentais tem que ser superados: para se equilibrar grandes pesos, os materiais têm que suportar, além da compressão exercida pelas cargas acima deles, esforços de flexão e torção, devidos principalmente ao vento e à volumetria das construções. Ora, na antigüidade o material básico para as construções era a pedra. Naqueles tempos já se sabia, mesmo que de forma empírica, que a pedra é um material de excelente resistência a esforços de compressão, mas sofrível quando os esforços são de flexão e de torção. Tanto na flexão como na torção, entra um componente que é a tensão de tração, em que a pedra simplesmente tem baixa resistência. Por outro lado, as técnicas de fundações existentes na época somente permitiam o uso de fundações diretas superficiais, estacas profundas somente foram introduzidas muitos séculos mais tarde.

A solução encontrada pelos antigos, depois de muitas tentativas, hoje parece óbvia: era preciso diminuir as cargas sobre a base à medida em que se subia com a construção. Para dimimuir as cargas, era necessário que cada “andar” da obra fosse menor do que seu antecessor. Desta forma, seriam minimizados os efeitos de flexão e de torção pela própria geometria da construção e reduziriam-se os efeitos do vento, com a diminuição da área de parede em confronto ao vento, à medida em que se subia (uma pirâmide tem muito melhor aerodinâmica do que um cubo). Além disto, as cargas seriam melhor distribuídas sobre o terreno, minimizando-se o problema das fundações.

No início, as pirãmides eram em degraus. Diminuía-se a área da planta em cada novo “andar”. As pirâmides verdadeiras, de faces lisas, surgiram posteriormente, após algumas tentativas fracassadas.

A primeira pirâmide egípcia foi mandada construir pelo rei Djoser por seu arquiteto Imhotep. Era uma pirãmide em degraus na localidade de Saqqara.

O faraó Snefru é considerado o grande desenvolvedor das pirâmides. Ele reformou uma e construiu duas: a pirâmide de Meidum, que foi iniciada pelo faraó Huni, era em degraus, que Snefru tentou transformar em uma pirâmide verdadeira através de enchimentos; a pirâmide “Torta”, cujo erro na escolha do local e nas fundações obrigou à mudança no ângulo das faces, de modo a diminuir-se a carga sobre a base; e a pirâmide vermelha, considerada a primeira pirâmide verdadeira, de faces lisas, o grande êxito de Snefru.

O filho de Snefru, Quéops, construiu a maior pirâmide egípcia, a grande pirâmide de Gizé, aproveitando os conhecimentos acumulados por seu pai. Seu filho Quéfren e seu neto Miquerinos, construíram suas próprias pirâmides verdadeiras junto à de Quéops, em Gizé, embora em menor escala.

Outras civilizações também construíram pirâmides, como os Maias, nos atuais México e Guatemala. Curiosamente, todas as pirâmides Maias eram em forma de degraus, pelos mesmos motivos dos egípcios.

Mas, por quê hoje em dia não se usa mais a forma piramital em grandes construções? A resposta é simples: os problemas estruturais vividos pelos antigos já foram há muito resolvidos. Hoje, temos excelentes materiais como o concreto armado e o aço, que resistem muito bem aos esforços de flexão e torção, além de proporcionarem estruturas leves. A tecnologia de fundações também evoluiu, permitindo que se descarreguem grandes cargas em pequenas áreas, através de estacas profundas. Por outro lado, a terra hoje em dia é um bem muito caro, fato que inviabilizaria construções com grandes áreas ocupadas na base e pequeno aproveitamento nos andares superiores.

Álcio Lopes Mota – Arquiteto.

Fonte: http://www.cimentoeareia.com.br/piramides.htm

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Pirâmides: Geometria Cósmica

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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A pirâmide provoca experiências psíquicas quando estamos em seu interior. Mas, apenas quando a pessoa já possua faculdades paranormais, mesmo que apenas potencialmente.

Nestas pessoas, a pirâmide atua como um amplificador de energia que permite a melhor e mais ampla produção de toda classe de fenômenos paranormais.

O primeiro sintoma que as pessoas dotadas de paranormalidade (latentes ou não) percebem é que estão energizadas. Algumas sentem formigamento ou alfinetadas, outras relatam sobre uma força que as faz sentir-se como que sem gravidade, atraindo-as para a alto da pirâmide.

Em outras pessoas, essa energização, a princípio tão agradável, é seguida pela sensação de estarem cheias de energia, de quererem sair da pirâmide. Se, caso contrário, preferem continuar no interior da pirâmide, a experiência se torna desagradável. Inicia-se com uma dor de cabeça e depois todo o corpo começa a doer, especialmente no local de antigas lesões.

Mas, com o tempo, vai aumentando a capacidade para armazenamento de energia, sendo possível ficar-se longo tempo na pirâmide, sem qualquer inconveniente. E mais à vontade que em qualquer outro lugar.

Há também relatos de sons estranhos, uma espécie de badalar de sinos distante ou eco que são ouvidos claramente de dentro da pirâmide.

A seguir, algumas recomendações para aqueles que desejam realizar experiências psíquicas na pirâmide:

1- Antes da entrada na pirâmide, estabeleça o que vai fazer: projeção do corpo astral, alguma experiência telepática com um amigo, telecinesia, etc.

2- Concentre na tarefa escolhida, levando sempre em conta que deve ser algo bem específico, bastante concreto, ao invés de envolver vários objetivos.

3- Finalmente, entre e sente-se no interior da pirâmide, com o rosto voltado para o norte. Ou deite-se com a cabeça orientada nesta direção. Na verdade, com a prática, cada pessoa perceberá que para cada tipo de experiência existe uma orientação diferente.

Não use nada que aperte em demasia, como cintos ou peças de roupa muito justa.

De início, os resultados das experiências podem não se mostrar muito satisfatório. Por isso, lembre-se: a pirâmide, por si só, não proporcionará todos os poderes e faculdades que desejamos. Se você possui faculdades paranormais (repito: mesmo que apenas potencialmente), a pirâmide será um auxiliar poderoso e inigualável.

A pirâmide provoca o estado de meditação quando estamos em seu interior. E não é necessário conhecer Yoga ou qualquer técnica de meditação ou de relaxamento. Basta apenas sentar-se confortavelmente e aguardar.

Realmente, após aproximadamente 20 minutos de permanência no interior da pirâmide, o efeito da meditação é percebido ao sentirmos uma imensa sensação de paz, segurança e afastamento, assim como um delicioso estado de relaxamento.

A sensação de segurança é tão intensa que nos sentimos como que protegidos por uma presença benévola e invisível.

Toda a ansiedade e a tensão desaparecem. Somos invadidos por uma intensa paz interior; nos sentimos relaxados e serenos, desfrutando a realidade de sermos unos com todo o Universo. Todo o stress e a aflição do dia-a-dia deixam de existir.

A mente se afasta dos assuntos exteriores, reduzindo sua dispersão para atingir a um estado de quietude.

Logo perdemos a noção do tempo. É comum sentirmos que ficamos demasiado tempo dentro da pirâmide, quando passaram apenas alguns minutos.

Quando estamos cansados, é normal sermos apoderados pelo sono repentino. Trata-se de um sono breve porém, a sensação é de extraordinário descanso. Nos instantes que antecedem o sono, quando estamos entre acordados e adormecidos, a mente vagueia e temos sonhos acordados e bem nítidos.

Importante: Sente-se no interior da pirâmide com o rosto voltado para o norte.

Fonte: http://br.geocities.com/as_piramides/experiencia.htm

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O Segredo das Pirâmides

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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É com muita honra que a LenderBook apresenta para a comunidade científica e para a sociedade como um todo uma teoria que explica o conhecimento milenar que sabiamente o povo egípcio descobriu e assimilou deixando de relíquia para a humanidade o conhecimento.

O físico Albert Einstein deixou a pedra filosofal para tamanha descoberta que revolucionará o modo de pensar dos seres humanos quando quantificou energia como sendo uma relação da matéria ou massa (M) com a velocidade da luz no vazio (C).

Da equação encontrada por Einstein podemos sugerir que massa é energia em rotação cíclica (R). Onde rotação cíclica é R = 1/(CxC). Agora ainda não é compreensível para o público geral como a energia pode se converter em massa ou matéria. Os antigos egípcios já possuíam a resposta a esta questão.

Um fecho de luz se desloca em uma direção e não é capaz de efetuar desvios a não ser que encontre uma barreira potencial. A luz é na realidade composta de energia em movimento. Em termos estatísticos posso dizer que existe uma probabilidade associada à criação da luz(L) onde ela é uma relação da energia dado certo movimento (P(Energia|Movimento)). Em outras palavras a luz está associada a uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade pelo quociente desta velocidade (L = P(Energia e Velocidade)/P(Velocidade)).

Não está em questão aqui nesta demonstração a origem de uma luz, mas a simples constatação de que luz é na realidade o deslocamento sobre velocidade (L = Deslocamento/Velocidade). Entenda como deslocamento uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade (P(Energia e Velocidade)).

Ao se deslocar a energia pode se chocar com outros feches de luz, os egípcios descobriram que a uma dada freqüência um feche de luz serve de barreira para outro de sentido diferente. Desta forma a energia com o choque não se dissipa. Ela retorna para seu ponto de origem ou num sentido tangente ao ponto de resistência.

Para formar um ponto sólido é necessário que três feches de energia em deslocamento (luz) se choquem de “forma a formar” uma parede intransponível onde a energia represada bate na parede de luz correspondente a outro feche e retorna para seu ponto de origem batendo da parede oposta composta por outro feche formando um sistema fechado triangular onde a energia fica retida.

Segundo Sandra Rita O. S. Pontes cujo site LenderBook solicitou auxílio para batizar um termo cientifico para qualificar a descoberta, referiu-se ao termo pela nomenclatura Pequena Grande Notável (PQGN) que constitui na realidade a menor partícula sólida encontrada naturalmente na natureza.

Paralela a descoberta, o ponto triangular não é um esquema 100% fechado, além do mais ele tende a se decompor à medida que a energia retida tende a escapar pelos vórtices do triângulo. A energia que escapa em pequenas quantidades que não são retidas, os cientistas modernos chamaram de campo magnético.

O deslocamento de uma PQGN pelo espaço promove o choque com outros filamentos de energia criando estruturas mais complexas de PQGN até formar o que a ciência moderna chama de Átomo. Quando um feche de energia coincide com a trajetória de um vórtice de PQGN o sistema de unidade material é retro alimentado, mantendo assim a consistência da matéria e seu aspecto de solidez.

Max Diniz Cruzeiro, o autor da teoria chegou a esta conclusão de tanto ouvir de místicos que as pirâmides eram vórtices de energia. Que eram responsáveis pela concentração de energia. E razão para o homem alcançar a imortalidade da alma. A lenderBook espera que realmente haja razão nesta linha de raciocínio, pois ela representa um enorme passo para a compreensão plena do ser humano e seu bioma.

Autor: Max Diniz Cruzeiro

Fonte: http://www.lenderbook.com/piramide/index.asp

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O fazendeiro rico

Posted by luxcuritiba em maio 14, 2008

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Em uma cidade havia um fazendeiro muito rico, com muitas terras, gado e plantações. A vida porém, não lhe foi tão agradável quanto gostaria. Sua esposa era estéril e não lhe dera nenhum herdeiro. Após vários anos de tristeza, acabara com doença súbita que lhe ceifou deste mundo, felizmente, de forma rápida e indolor.

Sozinho e sem familiares, o rico fazendeiro resolveu adotar os pobres da cidade como seus filhos. Todo mês percorria os guetos, cantos e ruelas, e distribuía comida, roupas e remédios a todos os necessitados. Com isso granjeara uma fama de bondoso e generoso homem, que se espalhara até longínquas terras.

Durante anos manteve essa prática, reservando dois terços de seus ganhos para praticar a caridade. Do terço restante, usava metade para cuidar de suas necessidades pessoais, que eram mínimas, sendo homem rústico e austero, e a outra metade guardava para o futuro, para garantir sua velhice.

Certo dia um amigo lhe disse: “Vejo que o peso do tempo tem curvado tuas costas. O correr dos dias avança e não poderás cuidar da fazenda por muito mais tempo. Sugiro que, ao invés de dar aos pobres mil dinheiros por mês, vendas a fazenda, por um milhão de dinheiros. Assim poderás garantir tuas necessidades e também dos menos favorecidos.”

Refletindo bastante o fazendeiro decidiu ser o mais acertado. Vendeu a fazenda e distribuiu dois terços aos pobres, ficando o terço restante para garantir sua velhice em um asilo da cidade. Os pobres ficaram eufóricos, cada um recebendo uma grande quantia. Compraram casas, bois, cabritos, fizeram festas e divertiram-se como nunca antes.

Algum tempo depois porém, como não sabiam administrar o dinheiro, logo este acabou, e eles tiveram que vender o que tinham, para poder comprar comida para si e para seu filhos. De fato, tiveram que vender tudo e acabaram novamente nas ruas da cidade, mendigando um prato de comida.

Desesperados, foram até o asilo onde estava morando o fazendeiro dizendo: “Nobre homem, precisamos de tua ajuda, pois o dinheiro que nos deste acabou, e não temos nem o que comer, nem o que vestir, nem remédios para nossas dores”.

Comovido, o antigo fazendeiro dava-lhes um tanto de dinheiro. E cada dia vinham mais pedintes, e cada dia o bondoso homem lhes dava um tanto de dinheiro. Até que por fim o dinheiro acabou, não lhe restando nada para dar a não ser a dura resposta: “Sinto muito, mas não posso mais prover suas necessidades”. Então eles deram as costas e foram embora, alguns tristonhos, outros, zangados e proferindo impropérios.

Algum tempo depois, o dirigente do asilo veio ter com o velho fazendeiro, dizendo: “Nobre homem, há meses que não pagas a taxa de manutenção. Sei que és homem honrado, mas nossos fornecedores não podem prover nossas necessidades de graça, pois também eles têm suas necessidades”.

E dessa forma o velho fazendeiro saiu do asilo e, como os pobres, que por anos ajudou, foi morar nas ruas da cidade, dependendo  da caridade das pessoas bondosas para ter o que comer e vestir.

Direitos autorais: Este texto pode ser copiado, por quaisquer meios e para qualquer fim, desde que citada a autoria.
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As Pirâmides do Egito

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2008

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“Considerando-se todas as coisas, a Sabedoria requer não somente a investigação de muito mais coisas, mas também a contemplação do mistério” – Jeremy Narby

Para atingir o conhecimento da realidade, a ciência precisa mudar os seus pontos de vista. O shamanismo poderia cumprir com esta premissa? Qual seria a sua ajuda? A Arte de DESFOCALIZAR!

A ciência precisa pesquisar um bom número de disciplinas ligadas aos seus estudos, descobrir as peças que faltam no seu “quebra-cabeças” e encaixá-las nos locais certos, a ciência deveria ser HOLÍSTICA.

Os índios peruanos foram informados pelo antropólogo Jeremy Narby da descoberta do DNA (em 1953) pelos cientistas ocidentais e de que existia um relacionamento irrefutável entre o DNA e as “Serpentes Cósmicas” visionadas pelos seus shamans. Uma voz anônima elevou-se no grupo reunido ao redor do antropólogo e jogou uma frase no ar – “Você está dizendo que os cientistas já estão captando juntamente conosco?”
“Minha hipótese também baseia na idéia de que o DNA, em particular e a NATUREZA, de modo geral, SÃO INTELIGENTES” – Jeremy Narby.

Como alguns biólogos definem o DNA?

“Uma biotecnologia antiga que contem acima de milhões e trilhões de vezes mais informações por volume do que os nossos mais sofisticados aparelhos de estocagem de informações”.

“Eu vi as serpentes e elas eram vivas” Jeremy Narby

A “Carta Enigmática dos Egípcios”

Esta “Serpente Cósmica” foi denominada pelos egípcios de “PROVEDOR DE ATRIBUTOS”.

(I) UM

(III) MUITOS

(?) ESPÍRITO, DUPLO, FORÇA VITAL

(L) LUGAR

A SERPENTE CÓSMICA

(?) ÁGUA

Observem: o símbolo egípcio da VIDA – CRUZ ANSATA ou ANKH, a CHAVE DA VIDA está junto da serpente. Decifrando esta carta enigmática: O DNA tem a forma serpentina e possui duas cabeças – a dupla hélice -. É ao mesmo tempo, UM e DUPLO. A sua força vital dupla evolui de UM para VÁRIOS e seu LUGAR é a ÁGUA.

O Monumento “impossível”…
A Grande Pirâmide de Quéops

Até agora, duas hipóteses qualificaram-se como sendo as respostas mais plausíveis para justificar-se a edificação desta sétima MARAVILHA do mundo antigo, considerada por todos como IMPÓSSÍVEL de ter sido construída no Egito antigo. Fato é que foi POSSÍVEL a sua construção, ela está lá, desafiando todas as hipóteses feitas a seu respeito:

1ª hipótese: Quéops foi construída por uma civilização perdida

2ª hipótese: Quéops foi construída por extraterrestres

O acordo é geral quanto a estas duas hipóteses.

Dois pesquisadores ingleses, Lynn Picknett e Clive Prince oferecem uma terceira hipótese que tem todo o direito de ser incluída neste rol:

3ª hipótese: Quéops foi construída com tecnologia ensinada pela serpente cósmica – o DNA recebida pelos shamans do Egito antigo.

Na sua entrevista exclusiva para o Jornal Infinito, o antropólogo Jeremy Narby admite que Picnett e Prince estão no caminho certo, mas que ainda terão que pesquisar muito! (vide Entrevistas neste site).

Os shamans da Amazônia, sob a orientação da “Serpente Cosmica” e dos seus “maninkare” (essências) podem apresentar provas conclusivas e tão “IMPOSSÍVEIS” quanto à construção da Grande Pirâmide. Duas delas: a sua medicina e a sua farmacopéia, atestados da grande SABEDORIA dos “maninkare”.
Arguído pelos dois pesquisadores ingleses, Jeremy Narby respondeu sobre o LEQUE de informações que os “MANINKARE” são capazes de fornecer: tecnologias e técnicas de construção… dentre estas informações.

Andrew Collins e vários estudiosos falam da influência shamânica nos trabalhos deixados pela civilização egípcia e têm atribuído estes trabalhos à uma “cultura anterior de natureza shamânica”. Afirmam que esta cultura foi quem construiu a Grande Pirâmide e outros monumentos “impossíveis” como é o de Quéops.

Pesquisando…

A religião, na antiguidade, era unida às ciências. Seria possível que os sacerdotes de Heliópolis encarnassem o papel de uma comunidade de shamans altamente evoluídos?
Um outro fato que causa estranheza, antes de respondermos a esta pergunta. Lynn Picknett e Clive Prince ressaltam a natureza seletiva encontrada nas construções egípcias: o “VALE DO TEMPO” (Gizé), como exemplo. Sua construção é bem primitiva e não combina, em nada, com a magnificiência encontrada na construção da Grande Pirâmide.

Como se explica isto?

Respondendo às perguntas: PRIMEIRAMENTE a comunidade de shamans egípcia seria composta pelos sacerdotes de Heliópolis?

O Caso da Múmia Egípcia do museu de ULM

Vários cientistas e pesquisadores estudaram as práticas shamânicas no Egito e no mundo da antiguidade. No Egito estas práticas encontram-se inscritas no documento médico mais antigo do mundo: – O Papiro de Ebers – 1500 a.C.
Os egípcios faziam uso do ópio (vindo de Creta), cannabis e da mandrágora, cujas raízes em forma de gancho, diziam ser possuidoras de atributos humanos e medicinais. A literatura egípcia é parca nas suas referências a estas práticas, que são quase um tabu.

Dentre os que estudaram o shamanismo egípcio e o uso das drogas psicotrônicas pelos shamans modernos, inclui-se o psicólogo Benny Shanon da Universidade Hebraica de Jerusalém e o historiador Michael Carmichael, norte-americano, que vive em Oxford e é especialista no uso shamânico das plantas psicoativas. Carmichael trabalhou com R. Gordon Wasson, um dos pioneiros da pesquisa sobre o uso de drogas pelos shamans. O que diz ele?

Estas substâncias são usadas como veículos da performance shamânica, onde o shaman é capaz de elevar a sua consciência a um outro nível através do qual pode experienciar a natureza de um ponto de vista mais agudo, astuto e engajado do que no estado de percepção normal de vigília. O shaman é capaz de testemunhar fenômenos naturais que pessoas em estado normal de vigília são incapazes de testemunhar … isto é o que lhes é dado para conseguirem “insights” mais profundos da natureza e do mundo”.
Michael Carmichael

Recentemente, aventou-se a hipótese de que existiu um intenso comércio entre o Egito e o México antigos. O navegante Thor Heyerdal provou que há três mil anos, viagens deste tipo podiam ser empreendidas, navegando, ele próprio, com o seu barco Rá II (barco semelhante aos construídos na Bolívia e Perú), do Norte da África à América Central. Usou tecnologia e materiais básicos.

Em março de 1992, pesquisadores alemães solicitaram o auxílio especializado da cientista forense Dra. Svetla Balabanova, do Instituto de Medicina Forense em Ulm, para investigar os conteúdos de múmias egípcias.
A primeira espécie testada foi apelidada Het-Nut-Tawy, “Senhora das duas terras” – 21ª dinastia (cerca 1069 a.C.), cujo sarcófago era finamente decorado com figuras de Nut, rainha do céu. Como se depreende, era uma múmia feminina.
A cientista ficou pasma, quando encontrou a presença de grandes quantidades de nicotina e cocaína nas amostras desta múmia e de outras tantas, guardadas no Museu Egípcio de Munique.

Como sempre acontece, foi combatida pelos “cientistas ortodoxos” (a palavra ortodoxo, quer dizer: mente estreita), pois não existiam estas plantas no Egito daquela era. O alucinógeno principal era o lírio azul, tão festejado nas pinturas egípcias, entre as mãos dos faraós e dos deuses. De mais a mais, raciocinavam os “ortodoxos”, os seguidores de Colombo só haviam introduzido o uso do tabaco e da coca, nas Índias Ocidentais, depois de 1492. Estas plantas só existiam, até então, nas Américas.

A descoberta alvoroçou historiadores, biólogos, arqueólogos e antropólogos, quando foi publicada na revista científica Naturwissenschaften (7ª, 358,1992).Se a cientista Balabanova estava certa, todos haviam errado, e isto eles não admitiam de jeito nenhum!
Então voltaram-se contra ela (isto é super comum acontecer nas altas castas científicas…) e o mínimo que fizeram foi rotular a cientista Balabanova de HEREGE!

Na Inglaterra, insultada, a curadora do Museu de Manchester, Rosalie David, mantenedora da coleção de múmias, declarou enfaticamente: “Ou os testes falharam ou as próprias múmias são falsas!”

A Dra. Svetla Balabanova é uma toxicologista forense experiente, com um “curriculum” impecável. Havia usado um método seguro de análise denominado “folículo capilar”. Se a pessoa falecida consumiu alguma droga, os traços são levados até a proteína do poro do folículo capilar, lá permanecendo para sempre. Há um teste posterior, com álcool, para verificação de contaminação externa da mostra com as drogas. As amostras indicariam se as drogas vinham do folículo capilar INTERIOR ou do EXTERIOR. O das múmias de Balabanova vinham do INTERIOR indicando, portanto, que as pessoas cujas múmias estavam sendo examinadas foram USUÁRIOS DAQUELAS DROGAS.

A autenticidade das múmias, então, foi exigida pelos cientistas. A múmia apelidada de Het-Nut-Tawy foi comprada pelo rei Ludovico I em 1845. Quem a vendeu, um comerciante inglês chamado Dodwell.
O curador do Museu de Munique, Dr. Alfred Grimm, autenticou as inscrições, os amuletos e os métodos complexos de embalsamamento. A múmia viera de uma tumba de Sacerdotes e Sacerdotisas (atentem para este detalhe!) seguidores do Deus Amon em Tebas. Os seguidores de RA-ATUM faziam uso do lírio azul egípcio.
Rosalie David, inconformada, testou as suas próprias múmias e, visivelmente desapontada, deu a mão à palmatória: A Dra. Svetla Balabanova estava correta!
E foi então, glorificada. Isto sempre acontece, mas a “Torre de Marfim” dos cientistas não aprende, apesar de todos os vexames porque têm passado devido à sua arrogância e “complexo” de INFALIBILIDADE!

Respondendo à Segunda Pergunta

Como explicar a visível contradição encontrada na construção da “Grande Pirâmide” e do Vale do Templo em Gizé, por exemplo?

Os “maninkare” (essências) da Serpente Cósmica, só respondem à perguntas específicas, os shamans interrogam especificando o que desejam aprender e de forma a mais sucinta possível. Já explicamos em outro texto esta questão, exemplificando com o I Ching – O Livro das Transmutações – chinês.
Esta particularidade é exaustivamente detalhada por Jeremy Narby no seu livro tese: “The Cosmic Serpent” (sem tradução para o português).

Tecnologias avançadas e deuses exóticos

Michael Harner Ph.D, antropólogo, através de experiência pessoal pode apresentar suas conclusões a respeito da religião do antigo Egito e da sua similitude com as visões experienciadas pelos shamans modernos.
Michael Harner foi um dos cientistas que prenderam a atenção do antropólogo Jeremy Narby, quando elaborava a sua hipótese sobre o significado da “Serpente Cósmica” – representativa do DNA.
Harner menciona as suas próprias visões sob o efeito do ayahuasca.
Homens com “cabeça-de-pássaros” relacionados como sendo os “verdadeiros deuses deste mundo” – encontrados no panteão egípcio e em outros panteões que abordaremos em outra série: Os Maias. Exemplo: TOTH (cabeça de íbis) – HORUS (cabeça de falcão ou águia). Diga-se, de passagem, que Andrija Puharish (fazia experiências com psicotrópicos) no seu livro “Uri”, sobre o paranormal Uri Geller, menciona a visão de uma águia que ele denominou Horus (a nave espacial SPECTRA que surgiu em Israel para protegê-lo e a Uri Geller. Esta águia foi visionada por outros testemunhos: Paul Sirag e Ray Stanford, colaboradores e amigos do cientista e do paranormal. Dando sequência: SEKHMET (cabeça de leão) e ANUBIS (cabeça de chacal).

DNA e Pinturas Egípcias e da Antiguidade
Também encontradas no shamanismo

A TREPADEIRA – UMA CORDA – UMA ESCADARIA EM ESPIRAL – UMA ESCADA DE CORDA TORCIDA.

Suas conexões: ligação da terra com o céu. O DNA e a sua imagem condizem, perfeitamente, como ilustração destas conexões e seus desenhos figurativos encontrados no mundo inteiro. Nestas “ESCADAS”, também ascenderam aos CÉUS, personagens bíblicos importantes. Estas imagens fazem parte: da mitologia de todos os povos e estão patentes, como pinturas rupestres, nas cavernas de todo o planeta terra.
Jeremy Narby detalha, no seu livro, cientificamente, o DNA e toda a engenharia genética contidas nestas pinturas.

Os Textos das Pirâmides

Encontramos estas mesmas imagens simbólicas nos textos das pirâmides (vide, por exemplo, UTTERANCE 478 – Isis, personificando a ESCADA).

“Reconhecendo-se o conceito do shamanismo nos TEXTOS DAS PIRÂMIDES a nossa compreensão dos antigos egípcios e da sua religião muda radicalmente”. Picknett e Prince. E acrescentam: “E, talvez, até a respeito de todo o potencial humano”.

A Ascensão à VIA LÁCTEA é um outro tema central dos textos das pirâmides. A Colômbia shamânica elegeu a trepadeira do ayahuasca, enrolada como as Serpentes Cósmicas e do DNA, como sendo “A ESCADA que leva à VIA LÁCTEA”.

Há uma outra questão a ser observada e que também solucionaria um problema até então insolúvel, de outra cultura que iremos abordar em seguida: a “Ascensão do rei” poderia ser melhor explicada pelo “vôo” dos shamans para o “outro mundo”, do que pela sua “viagem para uma outra vida após a morte”? Este reino dos espíritos não poderia ser conquistado em vida, com o “vôo” shamânico?

Observa-se que uma explicação não exclui, totalmente, a outra, porque os shamans sabem que os espíritos dos mortos penetram este reino de luz com os seus “corpos de luz”, e, portanto, o LIVRO DOS MORTOS, egípcio, pode também ser lido de duas maneiras: como descrição shamâmica e como viagem definitiva no post-mortem. Os livros de “Sabedoria”, segundo a tradição, costumam ser lidos em sete diferentes níveis do conhecimento. No passado, eram chamados de “Livros de Capa Preta”, pois eram encadernados nesta cor. Um exemplo: o VIVEKA CHUDA MANNI hindu – A Jóia da Sabedoria – de Sri Shankaracharya.

O matemático cibernético e mitólogo, Charles Muses, sob o pseudônimo de “Musaios”, também estudou o shamanismo e pode relacioná-lo com a religião do antigo Egito. Ele referiu-se ao Duat – O Reino do Post-Mortem – dos Textos das Pirâmides, não como sendo somente o mítico “além”, mas igual ao BARDO tibetano, onde se pode ir depois da morte mas também enquanto vivo. Os shamans podem contatar seres altamente evoluídos no seu Reino Invisível e trazer de volta importantes informações. Musaios escreveu:

“A aquisição de um corpo altamente evoluído, por um indivíduo, significa, também, fato já explicado exaustivamente, a possibilidade de comunicação com seres tão bem dotados”. Em outras palavras, qualquer um que tenha conseguido evoluir ao ponto da obtenção de um “corpo evoluído” estará habilitado a comunicar-se com “Seres de Luz” e de grande sabedoria e tornar-se sábio”.

Muitos levam o sentido dos encontros com os seres míticos meio-homens, meio-aves ou meio animais, meio-répteis literalmente a sério, fazendo dessas entidades, “deuses astronautas”. Os shamans amazônicos atuais, da nossa era, fazem relatos idênticos aos dos egípcios, debaixo dos narizes dos antropólogos que os visitam: e no aqui-agora.

Quem seriam, então, estas entidades das quais os shamans e os antigos egípcios receberam lições de sabedoria? Ninguém poderia aventar uma resposta inteiramente verídica para esta pergunta! Os próprios shamans responderiam dizendo que há verdades que não foram feitas para serem entendidas.
Jeremy Narby, entretanto, aventa uma explicação plausível. Ele diz que o mundo inteiro partilha de certas imagens-chave: quando acontecem os Estados de Consciência Alterados. A visão a mais fundamental é a da “Serpente Cósmica”, nossa eterna companheira: DNA. Mas este plano ou nível é povoado por entidades mistas: homens-ave, homens-répteis, homens-animais… O Antropólogo Michael Harner deve ser lembrado falando sobre “os que criaram a vida no planeta para se esconderem dentro de uma multidão de formas… os homens-dragões”…

“Aprendi que as “criaturas-dragões” se posicionam dentro de todas as formas, incluindo o homem”.

Mas Harner também acrescentou que: “Alguém poderá dizer que eles eram quase semelhantes ao DNA”.

“A figura das serpentes vivendo no interior de cada coisa viva, de fato, é uma excelente descrição dos filamentos encontrados no DNA”. Jeremy Narby.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=27

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De onde vieram as pirâmides

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2008

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Há algum tempo alguém perguntou, em nosso grupo de estudos Piramidal, sobre a origem das pirâmides, de onde vieram e quem utilizou primeiramente as estruturas piramidais. Coloquei essa questão como pauta em uma de minhas meditações e o resultado foi o seguinte.

Vi uma planície totalmente arborizada. Estava observando a cena de cima, aparentemente pairando no ar. Do meio das árvores sobressaía uma grande pirâmide, totalmente branca. Cerca de dois terços de sua altura ficavam acima da copada das árvores. Com acabamento impecável, reluzia ao brilho do sol.

Intuitivamente veio-me a informação de que aquela estrutura era feita de pedra, ou material semelhante. Mas não foi construída, segundo o conceito comum. Em falta de termo melhor direi que foi materializada, já pronta e inteira, em uma peça única, molécula por molécula, sem divisões nem cortes.

Sua função é, basicamente, duas: Primeiro, funciona como um farol, emitindo um sinal de localização, em uma freqüência específica, através de uma técnica específica, sinal que alcança todo o Universo Criado. Segundo, funciona como um computador, coletando e registrando informações sobre o planeta e seu status.

(Construir um objeto em forma única inteiriça, sem divisões, talvez não seja algo tão surpreendente hoje, quando técnicas de manipulação de materiais a nível molecular têm se tornado cada vez mais comuns. Da mesma forma, um computador, ou qualquer outro equipamento, construído a nível molecular também já está se tornando, dentro da tecnologia humana terrestre, algo relativamente comum.)

Esta estrutura foi montada a milhares, talvez milhões de anos, e atualmente, devido aos movimentos da costa terrestre, encontra-se submersa sob a crosta do planeta. No entanto, permanece perfeitamente funcional, mesmo após milhares ou milhões de anos, coletando informações e cumprindo sua função de radio-farol.

Esta pirâmide foi colocada neste planeta por uma raça denominada ÝTÁKÝS (lê-se, í-tá-quís, com todas as sílabas tônicas). Trata-se de uma raça espacial nômade. Os seres dessa raça nascem no espaço, dentro de naves espaciais, e se desenvolvem e vivem toda sua (longa) vida, no espaço, viajando de um lugar para outro. Não têm casa, nem pátria, ou antes, sua casa e pátria é todo o Universo.

Os Itaquis (vou usar este termo porque é mais fácil para escrever) trabalham em conjunto com os Devas. Os Devas são seres auto-conscientes e inteligentes, mas não à maneira humana. Não são humanos, nem humanóides, e não possuem corpo definido. Existem apenas como mente e sua influência se espalha por todo o espaço e o tempo do Universo físico.

Sua função é criar o Universo físico e, de certa forma, administrá-lo. Os Itaquis têm a função de auxiliar os Devas nessa tarefa, atuando no plano físico material, cabendo a eles trabalhar como observadores ou monitoradores. Assim, vagam por todos os cantos do Universo Criado, coletando dados, observando, avaliando e, muito raramente, interferindo nos planetas que visitam, sempre objetivando uma alteração positiva.

Em cada planeta por onde passam, deixam um instrumento, a pirâmide já citada, que irá dar continuidade a seu trabalho de coleta de informações e também facilitará a posterior localização daquele planeta, já que cada pirâmide tem um código único. Esse mecanismo piramidal foi projetado pelos Devas e passado aos Itaquis como ferramenta auxíliar na sua tarefa de monitoração e acompanhamento.

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