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Archive for the ‘Experiências’ Category

Experiências realizadas com pirâmides

Um caso de esclerose múltipla tratada com terapia piramidal (Vídeo)

Posted by luxcuritiba em abril 6, 2015

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Testemunho com a presença de autoridades médicas cubanas, inclusive o dr. Ulises Sosa Salinas, o maior nome de referência atualmente, no mundo, na utilização de pirâmides para fins terapêuticos. Elas são usados em 80 hospitais cubanos e ajudam a tratar reumatismo, artrite, artrose, infecções bacterianas agudas e crônicas, entre muitas outras doenças.

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Experiência pH água 01

Posted by luxcuritiba em julho 4, 2014

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Experiência para avaliar variação de pH de vários tipos de água ao longo do tempo (07 dias)

tabela agua ph

Legendas:

Foram tomadas como amostras 2 tipos de água mineral sem gás (Font Life e Crystal – em azul na tabela), 2 tipos de água mineral com gás (Macerai e Cini – em rosa na tabela), água tratada pela companhia de saneamento local (Sanepar) e água coletada da chuva – em laranja na tabela.

No primeiro dia não consta leitura da água da chuva porque esta entrou no teste somente no segundo dia.

Observações:

1. Foi utilizado um medidor de pH eletrônica com precisão de centésimo (duas casas decimais). Porém, na tabela registrei somente décimo (uma casa decimal) para garantir uma maior fidedignidade no valor medido. A medida da temperatura foi feita com termômetro digital com precissão de uma casa decimal, mas registrada na tabela, sem casa decimal, para garantir maior precisão do valor. A temperatura refere-se a temperatura ambiente, não à temperatura da água (o termômetro não foi colodado dentro da água).

2. Cada leitura de pH foi feita com tempo de espera de aprox 1min. a 3min., para “nivelar” a leitura do aparelho, que costuma variar um pouco nos primeiros momentos.

3. Cada leitura foi feita duas vezes para garantir o valor correto a ser registrado.

4. Interessante como o pH das águas minerais com gás é bastante ácido, porém decai ao longo dos dias, acredito que devido á evaporação do CO2.

5. Mais interessante ainda é como todas as águas tendem a nivelar num valor de pH em torno de 7 a 8, que é o valor aproximado da água da chuva, portanto a água mais “natural” de todas.

6. Acredito que o valor de pH da água da Sanepar (encanada), varia ao longo do tempo devido a evaporação do cloro, que pelo que sei tende e sair da água bastando para isso deixa-la em um recipiente aberto e bem ventilado.

7. Não tenho explicação para a mudança de pH das outras águas minerais (sem gás).

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Energia piramidal elimina parasitas e bactérias no sangue

Posted by luxcuritiba em maio 30, 2013

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25

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Pesquisa feita no Centro Médico Hilu, de Marbella (http://www.centromedicohilu.com). O vídeo mostra, através de exames de sangue, o efeito da energia piramidal, a saber:

 Melhora níveis de metais pesados em 50%
 Melhora stress cardíaco em 70%
● Melhora circulação sanguínea em 80%
● Melhora insuficiência hepática em 75%
● Melhora acidez no sangue (pH) em 90%
● Elimina completamente parasitas e bactérias.

(Atenção: Não recomendamos, em hipótese alguma, a automedicação. Se tiver algum problema de saúde, procure um médico! Esta matéria tem como objetivo apenas informar a título de pesquisa sobre o assunto.)

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Experiência de estudantes descobre que plantas não crescem perto de roteadores Wi-Fi

Posted by luxcuritiba em maio 25, 2013

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experiencia

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Estudantes do nono ano escolar criam uma experiência científica para testar o efeito da radiação de celulares em plantas. Os resultados podem surpreendê-lo.

Cinco jovens da nona série de uma escola na Dinamarca criaram recentemente um experimento científico que está causando um rebuliço na comunidade científica.

Tudo começou com uma observação e uma pergunta. As meninas perceberam que se dormissem com seus celulares perto de suas cabeças durante a noite, elas muitas vezes tinham dificuldade de concentração na escola, no dia seguinte. Eles queriam testar o efeito da radiação do celular em seres humanos mas a sua escola, Hjallerup Skole, na Dinamarca, não tinha o equipamento para lidar com esse tipo de experimento. Assim, as garotas planejaram um experimento que iria testar o efeito da radiação de celulares em plantas, no lugar delas.

As alunas colocaram seis bandejas cheias de Lepidium sativum, um tipo de agrião, em uma sala sem radiação, e seis bandejas de sementes em outra sala, ao lado de dois roteadores que, de acordo com os cálculos das meninas, emitiam sobre as plantas o mesmo tipo de radiação de um celular comum.

Durante 12 dias, as meninas observaram, mediram, pesaram e fotografaram seus resultados. Entretanto, ao final do experimento os resultados foram por demais evidentes – as sementes de agrião colocados perto dos roteadores não tinham crescido. Muitos delas estavam completamente mortas. Enquanto as sementes de agrião plantadas na outra sala, longe dos roteadores, germinaram.

O experimento rendeu as meninas honras em uma competição regional de ciência e interesse de cientistas de todo o mundo.

De acordo com Kim Horsevad, o professor da Hjallerup Skole na Dinamarca, onde o experimento com os agriões ocorreu, um professor da neurociência no Instituto Karolinska, na Suécia, está interessado em repetir a experiência, em ambientes profissionais científicos controlados.

Tenho certeza de que o mundo vai continuar a ver estas mulheres jovens, e esta experiência, por muitos anos para vir.

http://tudosobreplantas.wordpress.com/2013/05/24/experiencia-de-estudantes-descobre-que-plantas-nao-crescem-perto-de-roteadores-wi-fi/

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Experiências com pirâmides e lâminas de barbear feitas pelos russos

Posted by luxcuritiba em abril 21, 2013

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DrV-ar3

O objectivo da experiência foi a mensuração de mudanças  na não-uniformidade de superfície da amostra (seu polimento, acabamento ou afiação), que esteve no ressonador durante 30 dias.

O ressonador foi feito de duas placas retangulares idênticas, de vidro orgânico (transparente na banda espectral óptica visível e com as dimensões da placa de 20 cm x 16,5 cm e 3 mm de espessura), que foram alinhadas e coladas ao longo de um dos lados. O ângulo de inclinação de cada uma das placas em relação à horizontal foi de 52 graus. Assim, na secção perpendicular à linha de ligação das placas, o ressonador tinha a forma de um triângulo.

As dimensões da base do triângulo a = 20 cm e a altura H = 12,7 centímetros, satisfazem a relação a/h = pi/2. O ressonador foi colocado sobre uma superfície horizontal, de madeira polida, sem quaisquer objetos a uma distância de cerca de 70 cm. A aresta superior do ressonador (a linha de colagem das placas) foi orientada ao longo da linha Norte-Sul e, portanto, uma placa com face voltada para o Leste e a outra para o Oeste. Um suporte de madeira de 4,5 centímetros de altura, com uma área de seção transversal de 1 cm x 1 cm, foi colocado no centro do dispositivo de ressonância e a amostra a ser testada foi colocada sobre o suporte.

Fig_3A investigação foi relacionada com a ponta (fio) de uma lâmina de barbear. Antes de colocar a lâmina no ressonador, uma pequena amostra de referência foi cortada. A lâmina foi colocada sobre o suporte dentro do ressonador de modo que o eixo da lâmina ficasse orientado ao longo da linha Norte-Sul. Foram estudadas lâminas produzidas por quatro empresas diferentes. A observação da estrutura da ponta de corte da amostra de referência e da amostra submetida ao teste foi realizada por microscópio eletrônico de varrimento JSM-35 (Japão). O tempo de exposição durou 30 dias.

Os fragmentos da borda de corte de uma das amostras (uma lâmina “Gillette”) são apresentados para comparação na foto ao lado. As amostras de teste e de referência, micrografias a e b, respectivamente. A foto mostra que a estrutura do fio da lâmina que ficou dentro do dispositivo ressonador é bem perceptível, substancialmente mais lisa do que na amostra de referência. Note-se que a pressão, temperatura, umidade, etc., não podem fazer quaisquer alterações na estrutura morfológica das amostras usadas no ensaio, e que ambas estiveram separadas por uma distância de 1,5 metros, sendo as duas amostras colocadas nas mesmas condições atmosféricas.

http://www.gizapyramid.com/DrV-article.htm

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Radiações eletromagnéticas emitidas por aparelhos eletro-eletrônicos domésticos

Posted by luxcuritiba em junho 18, 2012

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OBSERVAÇÃO: Os vídeos foram deletados do Youtube. Estamos trabalhando para recolocar os vídeos no ar novamente.

PS: Os vídeos deletados pelo Youtube foram adicionados novamente (27-02-2017).

A radiação eletromagnética é uma oscilação dos campos elétricos e magnéticos. O espectro visível, ou simplesmente luz visível, é apenas uma pequena parte de todo o espectro da radiação eletromagnética possível, que vai desde as ondas de rádio aos raios gama.

Sabe-se que em determinadas frequências, as ondas eletromagnéticas podem interagir com moléculas presentes em organismos vivos, por ressonância. Isto é, as moléculas cuja frequência fundamental seja a mesma da onda em questão “captam” esta oscilação, como uma antena de TV. O efeito sobre a molécula depende da intensidade (amplitude) da onda, podendo ir do simples aquecimento à modificação da estrutura molecular.

Já foi sugerido que a proximidade a linhas de transmissão teria relações com casos de câncer em crianças, por via de supostas alterações no DNA das células, provocadas pela prolongada exposição ao campo eletromagnético gerado pelos condutores. Também já se especulou se o uso excessivo do telefone celular teria relação com casos de câncer no cérebro, pelo mesmo motivo.

Radiação eletromagnética do monitor de computador (LCD)

Radiação eletromagnética emitida pelo monitor LCD de computador, medida em “uW/cm2” (micro Watt por centímetro quadrado). A maior distância medida é certa de 30/40cm. A cerca de 1cm do teclado o aparelho aciona o alarme avisando que a radiação é excessiva. A cerca de 3cm da tela o aparelho aciona o alarme também.

Mesmo com o monitor desligado os valores medidos se repetem. A única maneira de conseguir uma medição com valores baixos (zero) é desligando o monitor da tomada.

Radiação eletromagnética do forno de microondas (desligado)

Radiação eletromagnética emitida pelo forno de microondas, medida em “uW/cm2” (micro Watt por centímetro quadrado). A maior distância medida é de aprox. 20cm. A cerca de 5cm do aparelho o medidor aciona o alarme avisando que a radiação é excessiva. O microondas está desligado, não está ativo, está apenas conectado a tomada. Para conseguir uma medição com valores baixos (zero) é preciso desplugar o aparelho da tomada.

Radiação eletromagnética de uma lâmpada eletrônica de 40W

Radiação eletromagnética emitida por uma lâmpada eletrônica (fluorescente), medida em “uW/cm2” (micro Watt por centímetro quadrado). A maior distância medida é de aprox. 20cm. A cerca de 10cm da lâmpada o medidor aciona o alarme avisando excesso de radiação.

Radiação eletromagnética emitida por uma lâmpada incandescente de 100W

Radiação eletromagnética emitida por uma lâmpada incandescente de 100W, medida em “uW/cm2” (micro Watt por centímetro quadrado). A maior distância medida é de aprox. 5cm. A cerca de 1cm da lâmpada o medidor aciona o alarme avisando excessiva de radiação.

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Experimentando o Zapper

Posted by luxcuritiba em maio 24, 2012

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[07-04-2012]

Estisve experimentando o Zapper que o Marco me emprestou. Segue minhas impressões:

Na primeira aplicação o que percebi foi uma ativação clara do chacra frontal, principalmente. Algum tempo depois, também percebi uma ativação do chacra da planta dos pés, e de uma maneira mais fraca e quase imperceptível, ativação dos chacras das palmas das mãos. Essa sensação de ativação dos chacras frontal e da planta dos pés é identica a sensação que tenho quando vou fazer minhas caminhadas no parque, para me reenergizar. Então, deduzo que isto seja algo positivo.

Porém, percebi já na primeira aplicação uma leve dor de cabeça. Nada que incomode muito, mas também nada que seja agradável. No começo achei que fosse apenas impressão minha, mas isso se manteve na maioria das aplicações posteriores. Entendo que isso não seja muito positivo. Talvez o aparelho coloque sobre o metabolismo do corpo um excesso de energia.

A primeira coisa que percebo ao iniciar a aplicação é um formigamento no local onde está colocado o eletrodo, no meu caso, nos pulsos. Estou usando eletrodos de eletrocardiograma (ECG) descartáveis. A saída positiva do Zapper eu ligo no braço direito, e a negativa no braço esquerdo. Esse formigamento me deixou um pouco preocupado, porque ao ler as instruções da embalagem dos eletrodos consta que, dependendo do uso (de eletrocardiograma no caso) é possível que haja queimadura por frequencia de rádio no local onde é aplicado o eletrodo.

De fato, na terceira vez que utilizei o aparelho, fazendo duas seções, uma pela manhã e outra a noite (não retirei os eletrodos, pois na embalagem consta que os mesmos devem ser substituídos apenas após 72 horas), ao retirar o eletrodo do braço esquerdo percebi que havia uma leve queimação da pele no local onde estava o eletrodo. Aparentemente é preciso tomar cuidado para não acabar com uma overdose ao se usar o Zapper.

Eletrodos ECG após aplicação do Zapper.

Também percebi que há uma diferença entre os eletrodos após a aplicação do aparelho. O eletrodo da direita (positivo) se mantem no estado original, de um tom cinza. Já o eletrodo da esquerda (negativo) fica um pouco mais claro e com uma auréola marron claro meio alaranjada, dando a impresão que oxidou. Se houve realmente alguma oxidação não há problema, pois há um gel condutor que cobre a parte metálica do eletrodo, evitando contato direto com a pele. (Veja a foto anexa)

Nos testes monitorei a frequencia cardíaca para identificar se havia alguma alteração, antes, durante ou depois da aplicação. Não percebi nenhuma alteração significativa.

Hoje resolvi monitorar também a resistência da pele em ohms, medida com um multímetro analógico, no mesmo local de aplicação dos eletrodos. O resultado foi interessante. Aparenntemente o uso do aparelho implica um carregamento de energia elétrica no corpo, que tende a diminuir a resistência da pele à passagem de corrente elétrica. Parece que o corpo é carregado eletricamente como se fosse uma bateria, e a cada aplicação do Zapper, o corpo é carregado um pouco mais. (Veja os dados abaixo)

Isso combina com o fato de que, a cada seção de 7 minutos a sensação de formigamento fica um pouco mais fraca, provavelmente por causa de uma desensibilização do  corpo à passagem da corrente elétrica fornecida pelo aparelho, decorrente da carga elétrica armazenada no corpo. Não sei até que ponto isso possa ser considerado positivo ou negativo, mas tendo a acreditar que não seja muito bom.

Conversei com o Marco sobre a informação divulgada pela net, que apezar da dr. Hulda ter criado o Zapper a fim de curar doenças, dentre elas AIDS e câncer, ela própria veio a falecer de câncer. Ou seja, o aparelho não pode curar sua própria criadora. O Marco me falou então do trabalho do Geraldo Medeiros Jr. sobre Bioenergopatia. Segundo o Marco, baseando-se nos trabalhos do Geraldo, após cada seção com o Zapper é preciso fazer um “descarrego”, colocando os pés em uma bacia com sal. Isso é necessário para eliminar o excesso de energia. Depois de fazer as leituras de hoje (sábado), com o multimetro, com certeza isso faz muito sentido.

A ação do aparelho é inconfundível, pois cada vez que o aparelho começa a funcionar eu percebo um pequeno choque nos pulsos, e na sequencia o formigamento no local. Curiosamente, ao final de cada seção de 7 min., quando a aparelho pára de passar a carga, eu percebo outro pequeno choque, um pouco mais forte até do que o inicial. Talvez isso seja característica do funcionamento interno do circuito do aparelho. Medindo a carga do aparelho com multímetro verifiquei voltagem de apenas 3 volts, o que em tese não é suficiente para dar choque algum. No corpo do aparelho está impresso de 9V a 16V, sendo 9V o padrão. Em outro momento faço a medição com um multímetro digital, talvez o multímetro analógico não esteja registrando o valor correto devido à frequencia de operação do aparelho, que tenho utilizado na faixa de 33.000 Hertz (em tese).

Enfim, seguem os dados e registros de meus testes. Por seção completa leia-se: 7 min. de aplicação do Zapper, 15 min. de descanço (o aparelho pára de emitir a frequencia, mas continua ligado), mais 7 min. de aplicação, mais 15 min. de descanço, e finalmente mais 7 min. de aplicação. O aparelho faz essa sequencia sozinho e no final desliga automaticamente.

– Sexta-feira: 3 “seções” de 7 min. seguidas
– Segunda-feira: 1 seção completa
– Quinta-feira: 2 seções completas, uma pela manhã e outra pela noite
– Sexta-feira: 1 seção completa
– Sábado: 1 seção completa

Leitura da resistência da pele em ohms, na escala de 1k (1.000 ohms), no multímetro analógico:
– Inicial: entre 200 e 1.000
– Após a primeira aplicação de 7 min.: 60 (depois de 10 min. subiu para 100)
– Após a segunda aplicação de 7 min.: 15 (depois de 10 min. subiu para 20)
– Após a terceira aplicação de 7 min.: 9 inicial e subiu rapidamente para para 15 (depois de 10 min. subiu para 19)

[Atualização em 24-05-2012]

Pulseira anti-estática.

Continuando os testes com o Zapper.

A fim de facilitar um pouco as aplicações com o Zapper, adquiri uma pulseira anti-estática para substituir os eletrodos de ECG. Além dos eletrodos serem descartáveis eles precisam ser grudados na pele e depois para desgrudá-los pode dar algum trabalho. A pulseira anti-estática é colocada em torno do braço, perfeitamente ajustável, pois é elástica e tem uma placa de aço inox para contato elétrico com pele. Além disso, a pulseira anti-estática é mais parecida com a pulseira que vem originalmente com o aparelho.

Marcas de queimadura no pulso esquerdo.

Achei que isso facilitaria o uso do Zapper e era uma idéia promissora. Na prática, porém, tive algumas dificuldades. Já havia comentado antes que era perceptível uma leve queimadura na pele, no local onde era colocado o eletrodo de ECG. Ao usar a pulseira o resultado não foi apenas uma leve marca sobre a pele mas uma verdadeira ferida, aparentemente provocada pela descarga elétrica do aparelho sobre a pele. Segue algumas fotos para observação.

Comecei usando a pulseira no pulso do braço esquerdo. Depois de perceber as queimaduras no pulso (tres pontos de queimadura que podem ser observados na foto) achei melhor não usar mais a pulseira no pulso para não agravar ainda mais a lesão. Na segunda seção coloquei a pulseira mais para cima, próximo ao cotovelo. Após uma seção com o Zapper também surgiu um ponto de queimadura no local onde havia contato elétrico com a pele.

Marca de queimadura no braço (antebraço) esquerdo.

Na terceira seção resolvi inverter os aparatos, colocando a pulseira anti-estática no braço direito, e o eletrodo ECG no braço esquerdo. Isso parece ter resolvido o problema com queimaduras. Fiz diversas seções assim e não houve mais queimaduras na pele.

Não faço idéia porque as queimaduras acontecem somente no pólo negativo ligado ao braço esquerdo. Fiquei de fazer testes invertendo a polaridade, colando o pólo negativo no braço direito, mas ainda não tive tempo para fazer isso.

Também fiz um teste ligando o Zapper num copo de água, aplicando uma seção e depois medindo o pH da água com fitas de papel. Não percebi nenhuma diferença significativa entre a água antes e após a aplicação do Zapper. Na sequencia vou fazer a mesma medição com água retirada de um dos parques da cidade. Imagino que esta água deva estar cheia de microorganismos e talvez, com a aplicação do Zapper e eventual morte desses microorganismos o pH da água mude de forma a ser percebido pelas fitas de medição.

Fitas de medição de pH. À esquerda, antes da aplicação do Zapper, à direita, após a aplicação do Zaaper.

Também estou trabalhando num software zapper. A idéia é criar um programa de computador que replique o funcionamento do Zapper. Assim, qualquer um que tenha um computador poderá fazer aplicações de Zapper, bastando para isso usar um pequeno adaptador na porta paralela (conector para impressa) ou na porta USB do computador, para dar saída para os pulsos elétricos que serão levados aos braços por meio de fios e conectores adequados para isso, talvez duas pulseiras anti-estáticas, uma em cada braço, ainda estou estudando essa possibilidade. O programa simulará as frequências do Zapper, na faixa de 30 kHz, e fará a saída dos pulsos pela porta paralela ou porta USB.

Por hora é isso gente. Fica o aviso: Zapper não é brinquedo, é preciso ser usado com certa cautela. Assim que tiver mais novidades posto aqui. Abaixa registro dos testes que fiz com o Zapper usando pulseira anti-estática.

Leitura da voltagem detectada a partir dos eletrodos sobre a pele:

[ 11-04-2012 ] quarta-feira
Com pulseira anti-estática no braço esquerdo, próximo ao cotovelo, e eletrodo ECG no pulso direito.
(escala: 20 V, multímetro digital)
– Inicial: 0,01
– Primeiro 7 min.: 0,20 | 10 min. depois: 0,05
– Segundo  7 min.: 0,45 | 10 min. depois: 0,07
– Terceiro 7 min.: 0,60 | 10 min. depois: 0,16

[ 12-04-2012 ] quinta-feira
Com pulseira anti-estática no braço direito, próximo ao cotovelo, e eletrodo ECG no braço esquerdo, próximo ao cotovelo.
(escala: 2.000 mV, multímetro digital)
– Inicial: -008 (negativo)
– 7 min. :  030 | 1min.  000 | 10 min. -012
– 7 min. :  030 | 1min. -003 | 10 min. -024
– 7 min. :  090 | 1min.  013 | 10 min. -021

[ 13-04-2012 ] sexta-feira
– Inicial: -002
– 7 min. :  030 | 1min. -003 | 10 min. -041
– 7 min. :  000 | 1min. -050 | 10 min. -076
– 7 min. : -008 | 1min. -070 | 10 min. -079

[ 14-04-2012 ] sábado
– Inicial:  000
– 7 min. :  090 | 1min.  033 | 10 min.  007
– 7 min. :  130 | 1min.  … | 10 min.  009
– 7 min. :  140 | 1min.  046 | 10 min.  010

[ 15-04-2012 ] domingo
– Inicial: -020
– 7 min. : -108 | 1min. -098 | 10 min. -084
– 7 min. : -150 | 1min.  … | 10 min. -135
– 7 min. :  060 | 1min. -028 | 10 min. -047

[ 16-04-2012 22h36 ] segunda-feira
– Inicial: -002
– 7 min. :  000 | 1min. -029 | 10 min. -040
– 7 min. :  080 | 1min. -020 | 10 min. -025
– 7 min. :  120 | 1min.  019 | 10 min. -033

[ 18-04-2012 22h08 ] quarta-feira
– Inicial: -002
– 7 min. :  070 | 1min.  007 | 10 min.  000
– 7 min. :  130 | 1min.  033 | 10 min.  000
– 7 min. :  150 | 1min.  016 | 10 min.  003

[ 19-04-2012 08h13 ] quinta-feira
– Inicial:  000
– 7 min. :  100 | 1min.  042 | 10 min.  009
– 7 min. :  150 | 1min.  074 | 10 min.  017
– 7 min. :  200 | 1min.  … | 10 min.  036

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O efeito das Pirâmides de Luz nas Plantas

Posted by luxcuritiba em abril 27, 2012

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Esta experiência foi realizada na Bolívia, em uma plantação de Aloe Vera, que serve de insumo para a elaboração de produtos naturais.

Esta plantação está a aproximadamente 2.800 metros sobre o nível do mar em um vale próximo aos picos nevados perto da cidade.

O objetivo desta experiência foi observar os diversos efeitos que uma Pirâmide de Luz teriam no crescimento das plantas.

Em especial, queria-se comprovar se o campo eletromagnético gerado pela Pirâmide de Luz serviria de proteção contra “a geada”, um fenômeno que ocorre algumas noites na época mais fria do ano e que queima as plantações devido a uma brusca queda de temperatura.

Estas Pirâmides de Luz foram instaladas nos primeiros dias de junho de 2005 e as fotos correspondem a dois meses depois, período em que o vale sofreu duas ou três geadas, que queimaram grande parte das plantas dos agricultores da zona, afetando a produção e suas rendas.

No entanto, as áreas dentro das Pirâmides de Luz não foram afetadas e continuaram seu crescimento. Observou-se inclusive uma estimulação da vitalidade das plantas de aloe.

Para criar as Pirâmides de Luz, primeiramente foram preparadas quinas de cimento reforçadas internamente com arame. Este fator garantiria que tivessem uma durabilidade e resistência às duas condições climatologias. Primeiramente, criou-se uma forma de quina feita de cimento e depois acrescentou-se o triângulo de vidro, preenchendo o espaço com uma mistura de cimento e gesso. Isto garantiu que o triângulo fosse verdadeiramente plano e que estivesse perfeitamente encaixado na quina.

As dimensões reduzidas destas quinas garantiram que fossem suficientemente leves para serem transportadas ao ponto de fixação final nos quatro cantos das plantações retangulares.

Com cada quina apontando em direção ao centro da pirâmide projetada, sentia-se no corpo o efeito da criação das linhas de força.

Estes moldes de cimento foram instalados em cada um dos quatro cantos dos terrenos retangulares escolhidos, com os triângulos virados em direção ao centro da Pirâmide invisível que se queria formar. As linhas amarelas nas fotos representam as linhas invisíveis de energia que projetam a forma piramidal.

Premeditadamente, algumas áreas foram deixadas de fora das pirámides de luz, com o objetivo de comparar os resultados entre as plantas que estivessem sob a proteção da pirâmide gerada.

Nas fotos seguintes, observa-se um pequeno terreno quadrado que ficou fora da pirâmide que cobre essa plantação. Na foto, pode-se observar uma cor diferente nas plantas do fundo.

A geada queimou as pontas destas plantas, apesar de que por seu tamanho pequeno estavam agrupadas e mais próximas entre si que as plantas na foto anterior, estão dentro da pirâmide e mais separadas umas das outras. A foto seguinte é um vista de perto desse grupo de plantas.

Claramente podemos comparar as pontas das plantas que ficaram fora da pirâmide de luz e que tiveram queimaduras nas pontas, assinaladas com a flecha azul, e as outras plantas que estão saudáveis e verdes, como se nenhuma geada tivesse caído essa temporada.

Esta experiência foi feita também em outras áreas de terreno que também foram protegidas. Isso mostra que não foi um evento isolado, mas que se notou em cada planta de aloe que ficou fora da área exata demarcada pelas quinas.

Nesta seqüência de fotos a seguir, quase não se vê a quina que está ressaltada de cor rosa da qual saem linhas amarelas que foram inseridas para poder visualizar o sentido que teria a pirâmide invisível.

Nesta área, o resultado positivo contra a geada foi comprovado mais uma vez. Podemos observar duas fileiras de plantas em que uma está dentro da pirâmide a  outra não. A fileira da esquerda, assinalada dentro do círculo azul, está fora da pirâmide e as pontas foram queimadas. A fileira da direita está parcialmente dentro da pirâmide, mas as pontas não estão queimadas e ainda menos o resto da plantação.

Esta planta que mostra a ponta extremamente queimada estava nessa área demarcada pelo círculo azul na imagem anterior. O testemunho dos agricultores que cuidam desse terreno é que todos os anos, grande parte das pontas se queimava a partir de determinado ponto assinalado pelo dedo na imagem abaixo.

A foto a seguir mostra outra planta localizada em outro ponto que não teve a proteção desta técnica de luz, onde o efeito da geada é evidente. Devemos notar que ao tratar-se de um cultivo industrial, estas perdas no crescimento da planta prejudicavam economicamente a margem de renda obtida com esta plantação.

Alguns esforços tinham sido feitos já para adaptar essas plantas de aloe à altitude, mas as estufas tradicionais são muito caras e só são utilizadas para proteger as mudas antes de serem plantadas definitivamente.

Na foto, pode-se ver o teto da estufa estragado pelos fortes ventos e pelo desgaste dos raios solares.

A conclusão deste experimento é que eventualmente a Pirâmide de Luz ajuda a minimizar os efeitos da geada na zona. É preciso ainda realizar estudos comparativos para ver em que medida este campo não só protege da geada, mas que poderia ser um filtro UV para combater os raios ultravioletas do mesmo modo como a ionosfera protege a terra de emanações solares. Outro estudo necessário é avaliar o impacto das Pirâmides de Luz na própria vida das plantas e se elas podem crescer mais rápido e mais fortes devido à interação de seu campo energético com o da pirâmide de luz.

Esta técnica nos demonstra como é possível obter incríveis resultados com moldes muito simples, graças à ciência da forma que canaliza a energia universal.

Uma observação importante é que há partes dessa plantação que são aproveitadas para plantar outros cultivos de rápido consumo. As alfaces na foto também não foram afetadas pela geada. Este fato cria mais perguntas que deverão ser estudadas em grande escala pelos agrônomos.

Perguntemo-nos: Qual seria o efeito destes campos de energia gerados pelas pirâmides de luz em nossos corpos e em nossa saúde? E de que maneira estas técnicas podem nos ajudar a elevar a qualidade da energia dentro de nossas construções quadradas? Basta eleger umas quinas estratégicas e instalar os triângulos eqüiláteros para obter todos estes benefícios.

Visualizemos milhões de pessoas que podem se beneficiar esta Técnica, aparentemente simples, mas de grandes resultados.

Mais informações neste endereço: http://www.cienciadeluz.org/Port/EXPERIMENTOS/Efeito.htm

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Estranha bola de “luz” dentro da pirâmide

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2012

piramidal.net | lojapiramidal.com

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Este caso foi relatado por ECM, de SP. Após receber sua pirâmide e montá-la, tirou algumas fotos, apenas para registro. Posteriormente observou que na foto havia o que parecia ser uma estranha esfera luminosa, pairando no ar, aparentemente dentro da pirâmide, ou próxima dela.

ECM enviou-me as fotos para observação. De início pensei que poderia ser um reflexo de luz. Porém, não há nenhuma fonte de luz próxima que pudesse provocar tal efeito na lente da câmera. Poderia ser uma poeira na lente? Se fosse deveria ter aparecido também em outras fotos. Uma poeira no ar talvez? Pela imagem (veja os detalhes abaixo), não me parece ser uma partícula de poeira no ar.

Enfim, não sei do que se trata, e estou aberto a sugestões. Segundo informações obtidas na internet, em certos locais, particularmente os destinados a trabalhos “espirituais”, é possível encontrar uma cerca concentração de energia, que em determinadas circunstâncias pode aparecer em fotos na forma de esferas iluminadas.

Dr. Ulises Sosa Salinas, que tem utilizado pirâmides em tratamentos clínicos em Cuba, tem uma teoria de que a pirâmide possui a capacidade de concentrar neutrinos. Gabriel Silva da Espanha também acredita nesta hipótese. Assim, uma explicação para a esfera de luz que aparece nas imagens, seria a concentração de neutrinos dentro da pirâmide. Quando uma pessoa está dentro da estrutura, absorveria esses neutrinos com resultados benéficos para sua saúde e bem estar. Quando a pirâmide não estivesse sendo usada, sobraria energia que poderia eventualmente se manifestar como bolas de luz quando fotografadas.

Esta é uma explicação para-científica para o fenômeno. Não acredito nem desacredito. Se alguém tiver alguma idéia do que pode ser esta bola de luz agradeço qualquer sugestão.

Segue as fotos (clique nas imagens para ampliar):

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Observações sobre as práticas do Dr. Salinas com pirâmides

Posted by luxcuritiba em fevereiro 6, 2012

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pirámides Ulises

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Estive revisando o material sobre os trabalhos com pirâmides que estão sendo feitos em Cuba, pelo dr. Ulises Sosa Salinas e outros, e gostaria de fazer algumas pontuações que considero de maior relevância aos interessados em energias das pirâmides.

1- As pirâmides utilizadas nos tratamentos médicos são orientadas pelo norte magnético, não pelo norte verdadeiro ou norte geográfico, como indicam os radiestesistas em geral.

2- Corticoides anulam os efeitos das pirâmides, como anulam também os efeitos de magnetoterapias e de quaisquer outras terapias alternativas: acupuntura, florais, do-in, etc.

3- Salinas utiliza pirâmides nas proporções da pirâmide de Quéops, e também pirâmides formadas com triangulos equiláteros, ou seja, a medida da base é igual as medidas das arestas (fora das proporções de Quéops portanto). Com ambas ele obtém resultados positivos de cura.

4- As pirâmides são feitas de alumínio (arestas) ou de acrílico (fechadas?). Normalmente com cerca de 30cm de altura ou de base, para aplicações locais, ou grandes o suficiente para a pessoa ficar inteira dentro da pirâmide.

5- Segundo Salinas, ficar dentro da pirâmide é ideal para ter uma harmonização geral da bioenegia da pessoa. Pirâmides pequenas são usadas de forma efetiva em problemas locais (contusões em partes específicas do corpo, por exemplo, mãos, pés, etc.).

6- O tratamento é feito em 10 seções de aprox. 15, 20 ou 30 min. Normalmente já na primeira seção há sinais positivos de diminuição de dor, inchaço, etc., e até a décima seção o problema está completamente resolvido. O núm. de seções varia conforme o estado do problema. Problemas não resolvidos até a décima seção são resolvidos utilizando magnetoterapia.

7- Segundo Salinas, a pirâmide apresenta o mesmo efeito observado em tratamentos com magnetoterapia. Infelizmente não encontrei maiores detalhes de como exatamente é feita esta magnetoterapia.

8- Os efeitos observados são: Relaxamento, efeitos Analgésicos (diminuem a dor), Anti-inflamatórios e Anti-bacterianos. Também há indícios de que a pirâmide, bem como a magnetoterapia, auxilia na concentração de cálcio no corpo, mas não há mais detalhes a este respeito.

9- NÃO HÁ PROBLEMA DE EXCESSO DE ENERGIA. Ao contrário do que muitos afirmam, não há nenhum risco de problemas devido a excesso ou abuso de energia da pirâmide. O tempo normal das seções, de 20 ou 30 min., é estipulado por questões de praticidade e funcionalidade. Mas se a pessoa quiser ela pode ficar o tempo que desejar sob a influência da energia da pirâmide. Ele cita o caso de um arquiteto que construiu uma casa em forma de pirâmide e vive com sua família dentro dela, sem reportar nada de negativo, muito pelo contrário, ele relata uma harmonia geral na convivência familiar dentro de sua casa-pirâmide. Temos também o caso do Gabriel Silva, da Espanha, que desenvolve o trabalha com pirâmides para a pessoa dormir dentro, onde a pirâmide é montada sobre a cama.

10- A pirâmide apresenta um efeito potencializador e equilibrador da bioenergia do corpo. Ou seja, onde há falta de bioenergia, ela fornece energia, onde há excesso de energia, ela reequilibra com ralação aos outros pontos do corpo.

11- A terapia com pirâmide nunca apresenta efeito colateral negativo.

12- As medidas das pirâmides, para manter as proporções com a pirâmide de Quéops, podem ser calculadas utilizando a seguinte fórmula: Aresta = Base x 0,951.

13- Não foram encontradas até o momento evidências de que a energia da pirâmide afete marcapassos, mas pelo princípio de precaução recomenda-se que pessoas com marcapasso ou aparelhos assemelhados não utilizem pirâmides.

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