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Archive for setembro \28\+00:00 2014

Cientistas registram inédito “controle da mente” a distância entre humanos

Posted by luxcuritiba em setembro 28, 2014

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cerebro-comunicacao-controle-mente-divExperimento com ‘transmissão de comando de pensamento’ em universidade nos EUA lança especulações sobre futuro da comunicação entre humanos

Apertando apenas uma tecla, Andrea Stocco aciona o canhão de seu jogo no computador e destrói um foguete que vinha pelo céu. O videogame não tem nada de fantástico e parece uma relíquia dos anos 1980. O que o faz diferente é o fato de que jogador, no caso o pesquisador da Universidade de Washington, não consegue ver o jogo.

A pessoa que consegue ver o jogo, o colega cientista Rajesh Rao, está sentado do outro lado do campus olhando para uma tela. Ele usa uma touca com cabos acoplados. Sem mover um músculo ou usar qualquer equipamento de comunicação, Rao diz a seu colega o exato momento de disparar o canhão.

Para isso, Rao usou apenas o poder da mente. No momento exato, ele apenas imaginou disparar o canhão. A ordem foi então enviada por meio da internet a Stocco, que usando uma touca de natação e fones de ouvido especiais que impedem a passagem de qualquer som, apertou involuntariamente a tecla de espaço com o dedo indicador.

Voldemort

A cena narrada acima pode ser o primeiro caso documentado de “controle da mente” à distância entre dois humanos. Até agora, tratava-se de um conceito apenas teórico, mais próximo à ficção científica. Os fãs de Harry Potter vão fazer relações com o malvado Voldemort e seu feitiço “Impérius”, quando manipula a mente de terceiros.

Stocco diz que a internet, além de conectar computadores em rede, “agora pode ser a forma de conectar cérebros”. Rao diz que foi “empolgante” ver uma ação imaginada no seu cérebro sendo transformada em ação por outra mente. “O próximo passo é chegar a uma conversa bilateral entre os dois cérebros”.

Atividade cerebral

Já existem hoje vários programas para controlar o computador por impulsos cerebrais. A Samsung, por exemplo, está desenvolvendo um tablet controlado pela mente. Já a empresa Interaxon está comercializando uma “bandana com sensor cerebral” que tem como objetivo controlar equipamentos com o poder da mente. A tecnologia foi desenvolvida pensando em pessoas com deficiências.

A tecnologia usada no experimento é em parte conhecida. A técnica usada para enviar as mensagens cerebrais de Rao para Stocco é chamada de eletroencefalografia e já é utilizada para medir a atividade cerebral das pessoas. O estímulo magnético que fez o dedo de Stocco se mover também é conhecido.

A novidade é que ninguém havia juntado as duas técnicas anteriormente.

‘Trivial’

Os pesquisadores dizem saber que o experimento é “básico” em termos de conceito. Para Daniel H. Wilson, PhD em robótica e autor do elogiado livro de ficção científica Robocalypse, o experimento dos dois cientistas foi uma “prova de conceito”.

“Ele lançou uma discussão sobre como o contato entre cérebros pode ter impacto na sociedade no futuro”, diz. “Ainda que o experimento seja limitado, ele certamente nos fará pensar a respeito”, disse.

Mas nem todos ficaram impressionados.

Ian Pearson, futurologista com experiência em engenharia, compara o experimento à performance do artista australiano Sterlac, que há 15 anos deixou que o público controlasse o movimento de seus membros a partir de estímulos enviados pela internet.

“Um sistema de controle de reconhecimento do pensamento é trivial”, disse. “Se eles tivessem tirado o pensamento de uma pessoa e recriado esse pensamento em outra, aí eu estaria impressionado”, disse.

Perigo

Entre os cientistas, há um consenso maior sobre o impacto que desenvolvimentos futuros nessa área de pesquisa possam ter na forma como as pessoas se comunicam e cooperam entre si.

Stocco diz que um dia essa tecnologia poderá permitir, por exemplo, que um passageiro assuma o controle de um avião caso o piloto fique incapacitado com ajuda de outro piloto ou especialista sentado em outro lugar.

Pearson cita como exemplo a elaboração de projetos complexos que necessitam do envolvimento de profissionais de diversas áreas.

“Digamos que você esteja projetando um prédio com engenheiros, arquitetos e artistas”. “Mesmo estando a quilômetros de distância, o artista pode apresentar uma ideia e o engenheiro pode refiná-la ou contestá-la. Trabalhando juntos, eles podem desenvolver algo complexo, bem rápido”.

Ele acha que “em 30 ou 40 anos” esse cenário pode se tornar realidade, com a utilização de nanotecnologia inserida diretamente no cérebro.

É claro que todo o conceito de controle mental acaba sendo ofuscado pela possibilidade de mau uso da tecnologia. Daniel H. Wilson, entretanto, diz não ver “nada inerentemente perigoso no crescimento da comunicação entre seres humanos”.

“Os intrincados requisitos técnicos do estímulo magnético transcraniano fazem com que seja improvável o controle da mente sem que saiba”, diz.

Chantal Prat, professor assistente de psicologia na Universidade de Washington, trabalhou na pesquisa e concorda com essa análise.

“Acho que algumas pessoas se preocupam porque estão superestimando a tecnologia”, diz.

http://noticias.terra.com.br

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Cientista mineira revoluciona física com fotografia quântica

Posted by luxcuritiba em setembro 24, 2014

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Técnica poderá ser novo horizonte para exames e ciências biológicas no geral

Raquel Sodré

Tudo o que enxergamos é o reflexo da luz sobre os corpos. Quando você tira uma fotografia, o que a lente da sua câmera capta é esse mesmo reflexo. Assim, pelos princípios básicos da óptica – parte da física que trata da luz e dos fenômenos da visão –, se não há luz, não há imagem. Mas a descoberta de uma pesquisadora mineira veio para virar esse conceito de cabeça para baixo.

Gabriela Barreto Lemos, 32, pós-doutoranda do Instituto de Óptica Quântica e Informação Quântica de Viena, na Áustria, conseguiu fazer uma foto não a partir da iluminação de um corpo, mas de um tipo de “telepatia” entre fótons – partículas minúsculas e elementares que formam a luz. Assim como a matéria é formada pelos átomos, um feixe de luz é formado por fótons.

Nessa técnica de fotografia quântica, a cientista e sua equipe dispararam um feixe de laser verde para um cristal, que aniquila um fóton verde do laser e, no lugar dele, cria dois fótons gêmeos, um vermelho e outro infravermelho. “É como se fosse um gêmeo gordo e um magro”, explica ela. O fóton infravermelho é enviado em uma trajetória e atravessa uma placa de silício com a imagem de um gato. Já o fóton vermelho segue um caminho diferente: é refletido em um espelho e enviado para uma câmera fotográfica .

Para surpresa geral – até do famoso físico Albert Einstein, se estivesse vivo –, a câmera registrou a imagem do gato. “É como se eu iluminasse um objeto em um quarto e a imagem aparecesse em uma câmera que está em outro quarto diferente”, compara Gabriela em entrevista à reportagem de O TEMPO.

O experimento demonstrou o chamado “entrelaçamento quântico” – fenômeno pelo qual duas partículas podem estar interconectadas de forma a uma “sentir” o que acontece com a outra, mesmo que elas estejam separadas. “Se considerarmos dois irmãos gêmeos, é como se um deles tivesse uma dor de barriga e o outro sentisse a dor, mesmo sem estar passando mal”, explica a cientista.

Aplicação. Ainda que pareça coisa de ficção científica, o experimento de Gabriela pode ter aplicações práticas muito próximas da vida de qualquer um. “O que andamos conversando e discutindo são aplicações na área da biologia. Uma amostra sensível, por exemplo, poderia ser iluminada por um fóton de energia mais baixa e a imagem poderia ser produzida por seu gêmeo de energia mais alta”. Isso poderia abrir novos horizontes para uma série de exames, para citar um uso possível.

Novos passos

Pesquisa. Gabriela agora pretende testar seu sistema em modelos vivos. Se tudo der certo, em breve ela poderá fazer uma fotografia quântica de um gato de verdade.

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Para estudiosa, falta dinheiro para pesquisas no Brasil

A pesquisadora Gabriela Barreto Lemos afirma que pretende voltar para o Brasil, mas ainda não tem certeza. “O problema no Brasil é que o dinheiro para pesquisas é muito mais difícil. Conhecimento, bons pesquisadores e professores há, mas o dinheiro disponível é muito menor”, critica.

Essa restrição financeira, segundo ela, compromete os resultados. “Poderíamos fazer muito mais se pudéssemos comprar equipamentos”.

Ela ainda defende que o país deveria investir em intercâmbios entre cientistas brasileiros e estrangeiros. “Muitas vezes, trabalhos de alta qualidade do Brasil têm menos visibilidade do que um da Áustria. Precisamos ter mais colaborações internacionais e trazer mais instituições estrangeiras para ver o que está sendo feito no Brasil”, sugere.

http://www.otempo.com.br

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Como escolher a melhor pirâmide para você

Posted by luxcuritiba em setembro 9, 2014

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Existem muitos usos comuns para as pirâmides, sejam pirâmides pequenas de cristal, normalmente com 1 ou 2 cm de tamanho, ou pirâmides maiores, normalmente feitas de alumínio, cobre, madeira ou acrílico. Cada uma tem suas utilizações específicas. Aqui tratarei das pirâmides grandes, de alumínio ou cobre, com 1 metro de altura por 1,57 metros de base, ou maiores, utilizadas para práticas de meditação e/ou relaxamento, projeção astral (viagem astral, ou projeção da consciência), para tratamentos terapêuticos ou simplesmente para dormir, aproveitando o período noturno para recarregar o corpo bioenergeticamente.

Uma dúvida recorrente nas pessoas que pretendem iniciar no uso da energia das pirâmides, é qual o tamanho ideal da pirâmide a ser utilizada na sua prática. Existem basicamente duas maneiras principais de se utilizar pirâmides grandes: (1) Usá-las suspensas no teto ou em algum suporte ou (2) montadas no chão ou sobre a cama.

Para as pirâmides suspensas farei outro artigo específico. Quanto as pirâmides grandes montadas no chão, o primeiro elemento a se considerar é a altura da pessoa que irá utilizar a estrutura. Veja os desenhos abaixo, que ilustram, ainda que de forma aproximada, a disposição dentro da pirâmide para pessoas de alturas de 1,65m e 1,75m, considerando pirâmides de 1m, 1,3m e 1,5m de altura. Neste caso a pessoa deverá ficar sentada numa almofada ou banquinho para meditação. Em uma pirâmide de 1,3m de altura por 2,04m de base, é possível também ficar-se deitado em um tapete ou colchonete.

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Se sua intenção é utilizar a pirâmide com uma cadeira ou espreguiçadeira, então será necessário uma pirâmide de 1,5m de altura por 2,36m de base, como ilustrado abaixo:

p+c

Observação 1: Quando se utilizar a pirâmide desta forma, é importante atentar para que a linha do centro da pirâmide ao vértice (linha verde tracejada no desenho) fique alinhado com a coluna vertebral, que deve estar ereta embora relaxada. Isso garantirá um melhor e maior fluxo de energia e melhores resultados.

Observação 2: É importante que a cadeira utilizada nesta prática seja de plástico, madeira, ou outro material natural não sintético de preferência (bamboo, sisal, vime, etc.). É MUITO importante que não se utilize cadeira de metal, principalmente metal ferromagnético (como ferro e aço), pois tais metais interferem no campo eletromagnético e eletrostático da pirâmide, atrapalhando o seu bom funcionamento ou mesmo anulando seus efeitos.

Outra maneira interessante de se utilizar uma pirâmide de 1,5m de altura é montá-la junto à cama para dormir sob a influência benéfica da energia:

p+c+f

Ao contrário do que alguns afirmam, não há absolutamente nenhum risco ou prejuízo em se dormir dentro de uma pirâmide, muito pelo contrário, só decorrem benefícios, como um sono mais profundo e reparador e um acordar repleto de energia e bem-estar. Alguns usuários também reportaram ter tido sonhos mais nítidos depois que começaram a dormir dentro de uma pirâmide, ser mais fácil lembrar dos sonhos ao acordar, ficar mais fácil a prática de sonhos lúcidos e também eventuais projeções astrais espontâneas ou não.

Efeito Catarse

Aqui é importante ressaltar que, apesar de não haver nenhum risco de malefício na prática de dormir dentro de uma pirâmide, é possível que ocorra um efeito catarse, onde pode sentir alguns desconfortos como tontura, vertigem, enjoo, dores no corpo, hiperatividade mental, insônia, etc. Isso ocorre devido ao fato de o corpo não estar acostumado com o nível de energia oferecido pela pirâmide.

Normalmente, pela ritmo de vida alucinante a que nos acostumamos e ao afastamento de nosso meio natural repleto de plantas, sol e ar fresco, nosso corpo está em constante déficit de energia, que por estarmos habituados a ele nem percebemos. Então adicionamos a energia da pirâmide, chacras e canais de energia que antes estavam obstruídos ou mesmo entupidos, voltam a funcionar, e isso gera o desconforto.

No caso de se perceber algum desconformo ao utilizar a pirâmide, seja para práticas meditativas, relaxamento ou para dormir, basta dosar a utilização, reduzindo o tempo de exposição ou intercalando a prática com dias de uso e dias sem uso. Isso possibilitará que o fluxo normal e natural de bioenergia do corpo seja regularizado normalmente, sem solavancos e sem desconfortos desnecessários. Depois que todo fluxo de bioenergia por restabelecido os desconfortos desaparecem e o uso continuado da pirâmide tende a manter a pessoa sempre com um nível bom e saudável de energia.

Mais informações:

Para mais informações e dicas sobre como utilizar pirâmides veja:

Observações sobre as práticas do dr. Salinas em Cuba

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Cientistas resolveram o mistério das “rochas andantes” do Vale da Morte

Posted by luxcuritiba em setembro 2, 2014

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Você, certamente, já ouviu falar das rochas que se movem por conta própria, nos EUA. Agora cientistas conseguiram explicar o fenômeno

Por décadas, o mistério das rochas andantes do Vale da Morte, nos EUA, intrigaram visitantes e cientistas. Pedras que pesavam até 340 kg estavam se movendo por conta própria, deixando rastros na areia. Mas ninguém nunca havia visto as rochas enquanto elas se moviam, apenas observado sua trilha e que elas não ficavam no mesmo lugar por muito tempo. Isso, claro, causou especulações: será que eram humanos que moviam as rochas? Aliens? Algum fenômeno natural desconhecido?

Apostando na última hipótese, cientistas resolveram monitorar a região. “Esperávamos ter que esperar dez anos antes de ver algo se movendo, mas com dois anos de pesquisa, tivemos a sorte de testemunhar pessoalmente o fenômeno”, contou o paleobiologista Richard Norris, da Universidade da Califórnia em San Diego, ao Review Journal.

Com isso eles conseguiram reunir dados sobre o movimento e concluir que o segredo para as rochas andarem no lugar mais quente dos EUA é o gelo. Em noites frias, camadas de gelo são formadas nas proximidades da rocha. À medida em que elas vão derretendo e se tornando mais finas, ventos conseguem movê-as. E esses pedaços de gelo encostam em rochas, movendo os minerais para frente.

Richard Norris e seu primo, James Norris, co-autor do estudo, foram os primeiros a testemunhar o fenômeno. James fez até um vídeo usando as fotos que tirou no Vale da Morte, para provar o que estava acontecendo. Assista aqui.

http://revistagalileu.globo.com

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Cientista defende que a morte é uma ilusão criada pela nossa mente

Posted by luxcuritiba em setembro 1, 2014

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Especialistas afirmam que podem agora provar se há ou não um céu e inferno – e a teoria na qual se baseiam é algo parecido com a Matrix.

Para onde iremos depois da morte tem sido objeto de debate por milhares de anos – mas agora a ciência tenta responder essa questão.

O médico e professor Robert Lanza, da Universidade Wake Forest de Medicina da Carolina do Norte, diz que a ideia de uma vida após a morte só pode existir se aceitarmos que o conceito de morte é um estado da nossa mente.

Lanza oferece uma teoria muito parecida com a do filme Matrix, onde os heróis estão convencidos de que a realidade é uma ilusão. Ele diz que o Biocentrismo, uma área da física quântica, explica que a biologia e a vida são fundamentais para a existência da realidade, ou seja, a biologia cria o universo, ao contrário da ideia usual de que o universo cria a vida.

Com essa teoria em mente, Robert Lanza diz que a morte “não pode existir em qualquer sentido real” e que acreditamos na morte porque somos ensinados a aceitar isso.

A teoria é semelhante à ideia de universos paralelos – a ideia de que algo pode existir simultaneamente em duas realidades.

Então, como isso explica se a vida continua?

Para Lanza, quando morremos a nossa vida “retorna e floresce no multiverso”. Ele ainda afirma que “a vida é uma aventura que transcende a nossa maneira linear de pensar.”

O cientista diz que devemos fazer como Neo e tomar a pílula vermelha, compreendendo que as coisas que chamamos de vida e morte são apenas ideias feitas pelo homem.

No filme clássico e alucinante estrelado por Keanu Reeves, os heróis foram ensinados a dobrar uma colher com o poder da mente, até que eles perceberam que a colher não era real. Lanza propõe um exercício semelhante: “As formas e as cores presentes em sua cozinha apenas são vistas porque os fótons de luz da lâmpada refletem nos objetos e, em seguida, interagem com o seu cérebro, através de um complexo conjunto de intermediário e da retina neural.

“Mas, por conta própria, a luz não tem cor, brilho ou quaisquer características visuais. É apenas um fenômeno elétrico e magnético.”

http://pensaralem.wordpress.com

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