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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

Archive for março \30\+00:00 2015

A esfinge tinha uma abertura que nunca é mencionada nas descrições oficiais?

Posted by luxcuritiba em março 30, 2015

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A esfinge tinha uma abertura e nunca é referido nas descrições oficiais

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A suspeita de que, sob a esfinge haja algum tipo de túnel que a possa associar com a grande pirâmide ou com uma suposta biblioteca milenar que pudesse estar sob o leão, é tão antiga como o própio monumento. Já no século X da nossa era, os cronistas árabes declararam a existência de portas secretas que davam acesso a intermináveis galerias que por sua vez iam a grandes câmaras cheias de tesouros.

Por ocasião de uma conferência pública, o dr. John kinnaman (l877-1961), arqueólogo bíblico de renomada fama durante a primeira metade do nosso século, afirmou que, tendo ido escavar no planalto de Gizé em 1924, juntamente com o conceituado egiptólogo sir Flinders Petrie, célebre pelos seus estudos sobre este planalto, ambos os investigadores descobriram de forma casual um túnel ao sul da grande pirâmide.

Segundo kinnaman, que durante a sua exposição narrou uma história ao estilo dos famosos romances de Lobsang Rampa, existia um corredor descendente que, submergindo a grande profundidade, ia até uma sala que tinha um grande número de máquinas de estranho funcionamento e, evidentemente, de origem desconhecida.

Também referiu a existência de milhares de prismas de vidro cuja função ignorava, e uma máquina anti – gravidade, entre muitas outras coisas difíceis de acreditar, de acordo com as palavras textuais que kinnaman proferiu na referida conferência. Curiosamente o arqueólogo não lembrava a localização exata deste túnel tão singular, e tal local não voltou a ser encontrado nunca mais (?!).

Mas sem dúvida alguma, o episódio mais simpático da época moderna foi o vivido pelo príncipe Faruk , o filho do rei Fuad do Egito, que em 1945, emulando as façanhas de seu heroico ancestral Tutmosis IV, foi de noite, no seu jeep, visitar a esfinge para tocar algo e empurrar uma enorme laje aberta, que servia de porta. Segundo nos conta o próprio Faruk, a narração do rei não tem nada a dever a anterior, pois após aquela porta encontrou, em palavras textuais, uma grande sala guardada por um autômato (um robô?).

Infelizmente, Faruk não diz que era aquilo tão importante que merecia ser guardado por um autômato, e tal como aconteceu com Kinnaman, também não lembrou o local exato onde estava essa porta. (?!)

No entanto, todas estas histórias, embora publicadas, sem dúvida, de uma forma extravagante, pelos seus protagonistas, apoiam os estudos que foram realizados sobre o monumento, em que foram observadas varias concavidades em diferentes partes da estátua.

Desta forma, foi possível descobrir que, para surpresa de muitos e horror de outros, tanto o planalto de Gizé como a própria Esfinge, são um verdadeiro queijo com buracos.

Tenhamos muito em conta que com os estudos realizados sobre a configuração geológica da planície, sobre a qual assentam as três pirâmides mais importantes do Egito, se chegou à conclusão de que há milhares de anos a água deveria correr abundantemente sob o planalto, pelo que os egípcios poderiam ter utilizado estes túneis criados de forma natural, para comunicar subterraneamente alguns monumentos com outros.

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Antigo reator nuclear de 2 bilhões de anos é encontrado na África

Posted by luxcuritiba em março 29, 2015

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Em maio de 1972, um funcionário de uma fábrica de processamento de combustível nuclear na França percebeu algo suspeito. Ele havia realizado uma análise de rotina de urânio procedente de uma fonte de mineral aparentemente normal. Como é o caso com todo o urânio natural, o material em estudo continha três isotopos – ou seja, três formas, com diferentes massas atômicas: urânio 238, a variedade mais abundante; urânio 234, o mais raro; e urânio 235, o isótopo que é cobiçado, pois pode sustentar uma reação nuclear em cadeia.

Em outras partes da crosta terrestre, na lua e até mesmo em meteoritos, os átomos de urânio 235 compõem apenas 0,720 por cento do total. Mas nessas amostras, que vinham do depósito de Oklo no Gabão (uma ex-colônia francesa na África Ocidental equatorial), o urânio 235 constituía apenas 0,717 por cento. Esta pequena diferença foi suficiente para alertar cientistas franceses que algo estranho havia acontecido. Análises posteriores mostraram que o mineral de ao menos uma parte da mina estava muito abaixo da quantidade normal de urânio 235: 200 kg pareciam ter sido extraídos – o suficiente para fazer meia dúzia de bombas nucleares.

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Cientistas de todo o mundo reuniram-se no Gabão para estudar esse fenômeno. Eles descobriram que o local onde foi encontrado urânio é um reator nuclear subterrâneo muito avançado, além da capacidade de nosso conhecimento científico atual. Este reator existiu a 1,8 bilhões de anos e estava em operação há cerca de 500.000 anos.

Os cientistas investigaram a mina de urânio e os resultados foram divulgados em uma conferência da Agência Internacional de Energia Atômica. Os cientistas encontraram vestígios de produtos de fissão e resíduos de combustível em vários locais dentro da área da mina.

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Comparado com este enorme reator, nossos reatores nucleares atuais são muito menos impressionantes, meros dispositivos primitivos. Estudos indicam que o reator nuclear da mina de urânio encontrada, tinha vários quilômetros de comprimento. Para um grande reator nuclear como este, o impacto térmico no ambiente chegava a uns 40 metros ao seu redor. Ainda mais surpreendente é o fato de que os resíduos radioativos ainda não escaparam para fora do local da mina. Eles são mantidos no lugar pela geologia da área.

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É necessário entender que, o que era tão incrível para todos, era que uma reação nuclear tivesse ocorrido, de tal maneira que o plutônio (subproduto) tenha sido criado, e que a reação nuclear se tinha “controlado”, o que tem sido por muito tempo o “Santo Graal” da ciência atômica.

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A capacidade para moderar a reação significa que, uma vez que esta tenha iniciado, foi possível aproveitar a energia de saída de uma maneira controlada, incluindo a capacidade de impedir a explosão e libertar toda a energia de uma única vez.

Diante desses resultados, a comunidade científica acredita que a mina é um reator nuclear “natural”. Eles concluíram que o mineral teria enriquecido o suficiente, 1,8 bilhões de anos atrás, para produzir espontaneamente uma reação em cadeia. Além disso concluiu que a água manteve a reação moderada, da mesma forma como os reatores nucleares modernos usam varetas de grafite e cádmio para que o reator não chegue a um estado crítico e acabe explodindo.

Glenn_Seaborg_-_1964No entanto, o Dr. Glenn T. Seaborg, ex-chefe da Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos e Prêmio Nobel por seu trabalho sobre a síntese de elementos pesados, disse que “para o urânio ‘queimar’ em uma reação, as condições devem ser exatamente corretas. Você precisa de água ou outro moderador para frear os nêutrons liberados enquanto cada átomo é dividido de modo que não se movimentem rápido demais para serem absorvidos por outros átomos, mantendo a reação em cadeia. Além disso, o moderador e o combustível devem ser extremamente puros. Mesmo algumas partes por milhão de contaminantes, como o boro, “envenenariam” a reação, levando a uma interrupção. Como poderiam surgir as condições necessárias debaixo da terra em circunstâncias naturais?”, disse Seaborg na revista Time em 1972.

Além disso, vários especialistas em engenharia de reatores observaram que em nenhum momento na história geologicamente estimada dos depósitos de Oklo foi o minério de urânio rico o suficiente em U-235 para que uma reação natural tivesse ocorrido.

Mesmo quando os depósitos foram formados, devido à lentidão do decaimento radioativo do U-235, o material fissionável teria constituído apenas 3 por cento dos depósitos – um nível muito baixo para uma reação nuclear. No entanto, uma reação ocorreu, sugerindo que o urânio original é muito mais rico em U-235 do que poderia ter sido uma formação natural.

Se a natureza não foi a responsável, então a reação deve ter sido produzida artificialmente. É o urânio de Oklo o resíduo de um reator nuclear antediluviano, de uma civilização pré-histórica? É provável que há aproximadamente dois bilhões de anos atrás, tenha existido uma civilização avançada em Oklo, que era tecnologicamente superior à civilização atual.

Como funcionava o reator

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Alex Meshik e seus colegas da Universidade de Washington, determinaram que a reação nuclear funcionava por 30 minutos e, em seguida, era interrompida por 2,5 horas, antes de começar de novo.

“O tempo é característica da água infiltrando nas rochas e, em seguida, sendo fervida uma vez que a reação começa”, disse MeshikQuando a água ferve completamente, as reações param até nova água ser novamente infiltrada. Esse ciclo impediu uma reação descontrolada. “É incrível que não tenha explodido”, disse Meshik. “Em vez disso, o reator lançava energia em pulsos regulares.”

Estimou-se que o reator de Oklo funcionou por 150.000 anos.

A água é muito boa para abrandar o fluxo de nêutrons e desta forma manter uma reação nuclear sob controle. Embora os cientistas já suspeitassem que a água foi importante para o funcionamento do reator de Oklo, a ideia não foi confirmada até que a equipe de Meshik observou os níveis de gás xenônio nos depósitos de urânio.

Eles perceberam que este gás só poderia ser preso nos depósitos se o reator fosse desligado periodicamente. O estudo foi publicado em uma edição da revista Physical Review Letters.

Embora a água e o urânio não sejam exclusivos das minas de Oklo, nenhum outro reator natural, jamais foi encontrado.

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“É muito estranho que algo aconteceu apenas uma vez na natureza”, disse Meshik, que acredita que o reator de Oklo trata-se de um fenômeno estritamente natural.

Ele explicou que, após o processo de fissão ter terminado, uma mudança geológica fez com que o reator afundasse a poucos quilômetros abaixo da superfície – onde foi preservado da erosão. A poucos milhões de anos atrás, outra mudança trouxe os depósitos de urânio de volta à superfície.

Se o reator nuclear encontrado em Oklo trata-se de uma formação natural, como afirmam os cientistas, porque não se encontrou nenhum outro reator em qualquer parte do planeta? Considerando-se que reservas de urânio justamente com depósitos de água são encontrados em muitos outros lugares, é realmente de surpreender que somente em Oklo esta combinação tenha ocorrido, de forma tão perfeita e precisa, a ponto de manter uma reação nuclear funcionando, por mais de 100.000 anos, com reações regulares e perfeitamente controladas, sem se transformar em uma explosão nuclear “natural”!

Tudo isso porém, fica muito fácil de entender, se considerarmos que este reator foi projeto e construído por uma inteligência, fosse uma civilização antiga avançada, ou por extraterrestres, como sugerem alguns. Pretender que um mecanismo como este encontrado em Oklo foi simples obra do acaso, é o mesmo que supor que relógios, com todos seus mecanismos extremamente precisos, tenham surgido na natureza por mero acidente, sem que ninguém os tenha fabricado. A natureza é capaz de produzir coisas fantásticas, é isso é certo, mas seria capaz de produzir, sozinha, um mecanismo tão complexo como um relógio? Ou um reator nuclear…???

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Antigo labirinto subterrâneo é descoberto no Egito

Posted by luxcuritiba em março 28, 2015

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Em 2008, uma equipe de pesquisadores investigou um conjunto de túneis subterrâneos descobertos no Egito, a 55 km ao sul de Cairo. Suspeita-se que o labirinto subterrâneo encontrado é o mesmo descrito por muitos autores clássicos como Heródoto e Estrabão. Segundo as descrições, o templo lendário teria 3.000 salas cheias de hieróglifos e pinturas. A equipe da expedição belga-egípcia trouxe o mais alto nível de tecnologia de penetração no solo para fazer a varredura do local.

complexo 2

A expedição confirmou a presença do templo subterrâneo ao sul da pirâmide de Amenemhat III.

Veja os vídeos com detalhes abaixo:

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Signos astrológicos estão todos errados, segundo novos cálculos

Posted by luxcuritiba em março 26, 2015

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Signos astrológicos estão todos errados, segundo novos cálculos

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Devido a um efeito de oscilação da Terra, as constelações se afastaram por um mês desde que o zodíaco foi criado, e isso faz com que 86% das pessoas estejam sob outra regência

Você, nascido sob o signo de gêmeos, talvez mude um pouco de humor ao saber que, na verdade, é de touro. Isso porque o calendário astrológico não foi adaptado a uma mudança das estrelas — e por esses novos cálculos, quase ninguém é do signo que achava ser.

As constelações se afastaram por um mês inteiro, revelou a astrônoma do Royal Observatory Radmilla Topalovic no programa “Stargazing Live”, da “BBC”, exibido esta semana. Discussão semelhante já havia sido levantada em 2011 pelo astrônomo Parke Kunkle, da Sociedade Planetária de Minnesota, num trabalho também divulgado pela BBC.

Segundo eles, desde que o zodíaco foi criado, mais de 2 mil anos atrás, o efeito de oscilação da Terra causado pela Lua e pelo Sol fez com que as estrelas que estão acima de nós mudassem de posição. Se, por exemplo, alguém nascesse no fim de janeiro, pensaria ser do signo de aquário. Mas na verdade essa pessoa seria uma nativa do signo anterior, capricórnio.

Quando o zodíaco foi idealizado pelos gregos, eram atribuídos sinais da estrela com base na constelação que estava por trás do Sol às pessoas nascidas em determinado dia. Mas esse mapa mudou, num processo de oscilação chamado precessão dos equinócios, que leva cerca de 26 mil anos para acontecer.

Este processo acontece da seguinte forma: a Terra gira em torno do Sol em forma de elipse mas o eixo de rotação do nosso planeta não é perpendicular ao plano da eclíptica e tem uma inclinação de 23º 26’ 21”. Isto é: a Terra gira como um pião em relação à sua órbita do Sol. E por isso os astrônomos são obrigados a introduzir correções para compensar as variações na ascensão reta e declinação das estrelas.

Atualmente, 86% das pessoas acreditam ser de um signo mas são de outro. O programa da “BBC” criou até um gráfico interativo que permite descobrir o verdadeiro signo de cada um.

O programa também destaca que há um 13º signo, descrito há menos de um ano, conhecido como Ofiúcos. Acredita-se que os astrólogos antigos talvez o tenham deixado de fora para que o caminho de 360 ??graus do Sol pudesse ser dividido em 12 partes, cada uma com 30 graus.

Mas a constelação, conhecida como portadora da serpente, na verdade, passa por trás do Sol entre 30 de novembro e 18 de dezembro (no lugar de sagitário) — por isso, alguns defendem que este pode ser um sistema totalmente novo.

Os astrólogos, no entanto, defendem que, na prática, não haveria mudança nos signos já que a alteração na posição de observação das constelações não alteraria os métodos nos quais a astrologia se baseia.

http://ela.oglobo.globo.com

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Por que estudos científicos chegam a conclusões diferentes?

Posted by luxcuritiba em março 23, 2015

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“Verdade científica”

Ainda é comum ouvir expressões do tipo “Está cientificamente comprovado”, “A ciência prova”, “evidências científicas” e muitas outras variações do mesmo tipo.

Na verdade, há uma incerteza inerente a todos os estudos científicos que desautoriza o uso de expressões do tipo “prova científica” ou “evidência científica”, no sentido de uma decisão cabal e definitiva sobre uma determinada questão.

Isto porque a ciência não se propõe a chegar a uma verdade final e inquestionável. Na verdade, o que os cientistas coletam pode ser melhor descrito como “indícios”, e não evidências.

Os cientistas “de primeira linha” sabem bem disso. Por exemplo, na semana passada, um artigo na revista Nature discutiu um eventual “ataque de desinformação” que estaria sendo gerado pela divulgação de resultados de estudos científicos na imprensa como se eles tivessem uma certeza que não têm – os autores culpam o que eles chamam de “fãs da ciência” por esse excesso de otimismo e pela geração de expectativas que, em última instância, vão minar a credibilidade da própria ciência.

Como usar a ciência

Por outro lado, há um sentido de utilitarismo nas pesquisas científicas, e a maioria das pessoas pensa na ciência como um meio para chegar a melhores condições de vida, sobretudo em termos de saúde.

Assim, os pesquisadores precisam apresentar seus resultados e encaminhá-los para usufruto da sociedade. Mas como fazer isso sem dogmatismo, sem tentar vender para as pessoas a ideia de “verdade final” pouco afeita à autêntica prática científica?

É fácil testemunhar a dificuldade dos cientistas ao acompanhar notícias sobre pesquisas e estudos – sobre saúde, por exemplo – que, analisando os mesmos fenômenos, chegam a resultados diferentes e, não raramente, a conclusões conflitantes.

O problema é que cada estudo tem suas próprias características e limitações, com relação à abordagem adotada pelo pesquisador, às técnicas e métodos utilizados no estudo ou pesquisa, à amostra da população estudada, à interpretação dos resultados etc. – sem contar variações nos dados para os quais não se encontra explicações.

Mas calar-se e deixar de divulgar os resultados, como alguns propõem, não é a saída para um empreendimento social como é a ciência. Afinal, é necessário dizer às pessoas o que parece funcionar e o que parece não funcionar – eventualmente reforçando o “parece”, para evitar as pretensões de certeza dos “fãs da ciência”. Isso sem contar que é necessário divulgar aos médicos a melhor forma para identificar ou tratar cada doença, lembrando que poucos médicos são cientistas – a maioria deles é de “aplicadores de ciência”.

Revisão sistemática e metanálise

É fato que a divulgação de estudos muito pequenos e pouco representativos pode fazer mais mal do que bem em relação às expectativas que o público tem da ciência.

Mas há técnicas para lidar com isso, algumas das quais estão sendo objeto de um curso anunciado há poucos dias pela Faculdade de Medicina da USP.

O curso pretende capacitar pesquisadores brasileiros para usar a revisão sistemática e a metanálise, duas técnicas que permitem juntar todas as pesquisas sobre um determinado tema, ajustá-las para uma determinada metodologia e verificar quais são os “melhores resultados” ou, pelo menos, os resultados mais relevantes dado o conhecimento atual.

A revisão sistemática é uma técnica que vai além da revisão bibliográfica, o método mais comum em que os pesquisadores comparam criticamente a literatura científica sobre um determinado tema. O objetivo da revisão sistemática é obter imparcialidade, fazendo com que a avaliação não dependa de hipóteses a priori feitas pelos pesquisadores.

Já a metanálise é um método estatístico que integra os resultados de diferentes pesquisas em uma única estimativa de resultado. “Dessa forma, é possível estimar uma magnitude de efeito mais confiável e precisa”, explica o Dr. João Amadera, um dos idealizadores do curso.

Capacitação de pesquisadores

Segundo o Dr. Amadera, a ideia do curso é justamente disseminar as ferramentas e contestar “verdades” que são impostas por especialistas, muitas vezes com conflitos de interesse para dizer, por exemplo, que um medicamento ou terapia é mais eficaz do que o outro, quando não há fundamentação confiável que permita afirmar isso.

Dessa forma, por intermédio da realização de uma revisão sistemática, um profissional tem ferramentas para criticar e formar sua própria opinião em relação à conduta clínica mais adequada – observe a diferença entre “opinião” e o tradicional “comprovado pela ciência”.

Conhecendo e utilizando estas ferramentas, as universidades podem melhorar o processo de divulgação e popularização da ciência, aplicando critérios em seus próprios sistemas de divulgação que evitem a geração de manchetes espalhafatosas na mídia com base em estudos cujo poder conclusivo está muito longe do que se poderia chamar de “descoberta científica”.

http://www.diariodasaude.com.br

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Cientistas localizam bússola em nosso cérebro responsável por nossa orientação no espaço

Posted by luxcuritiba em março 19, 2015

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Pesquisa dá mais um passo em direção a medicamentos que possam conter a doença neurodegenerativa

A bússola interna do cérebro, que diz a direção a seguir, foi encontrada por cientistas usando um aparelho de ressonância magnética que mede a atividade do nervo dentro da cabeça. Os pesquisadores descobriram que uma região do cérebro conhecida como o complexo entorrinal é responsável por fazer os cálculos fundamentais de como navegar de um lugar para outro — característica crítica de sentido de direção.

Este é mais um passo para a criação de medicamentos que contenham o mal de Alzheimer, já que o córtex entorrinal é uma das primeiras partes do cérebro afetadas pela doença. Este ano os pesquisadores John OKeefe, May-Britt Moser e Edvard Moser ganharam o Prêmio Nobel de Medicina justamente pela descoberta dos conjuntos de células nervosas que formam, no cérebro humano, um sistema de posicionamento espacial, uma espécie de GPS interno que permite a orientação no espaço.

Ao demonstrar como o cérebro identifica onde o indivíduo está e como ele é capaz de orientar a movimentação de um lugar para outro, os laureados com o Nobel começaram a explicar por que pessoas com Alzheimer muitas vezes não conseguem reconhecer seu entorno.

Essa nova pesquisa testou 16 voluntários saudáveis, que foram convidados a navegar em torno de um ambiente “virtual” simples na tela do computador, e revelou que o córtex entorrinal ficou significativamente mais ativo do que outras regiões do cérebro durante esse processo, de acordo com o estudo publicado na revista “Current Biology”.

http://oglobo.globo.com

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O Relógio Mestre

Posted by luxcuritiba em março 19, 2015

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O RELÓGIO MESTRE

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Qualquer pessoa que já tenha voado para o Leste ou para o Oeste a cerca de 900 Km/h por algumas horas experimentou, em primeira mão, o que acontece quando o relógio interno do corpo não coincide com o fuso horário em que ele se encontra. Pode demorar até uma semana para superar o efeito jet lag, o cansaço resultante da diferença de fuso, dependendo de o relógio mestre, profundamente aninhado no cérebro, precisar ser adiantado ou atrasado para sincronizar quando o corpo e o cérebro querem dormir por estar escuro lá fora.

Ao longo dos últimos anos, no entanto, cientistas descobriram, com surpresa, que além do relógio mestre do cérebro, o corpo depende de múltiplos relógios regionais localizados no fígado, pâncreas e em outros órgãos, mesmo no tecido adiposo do corpo. Se qualquer um desses relógios periféricos entrar em dissintonia com o relógio mestre, a desordem pode preparar o cenário para problemas como obesidade, diabetes, depressão ou outras disfunções complexas.

Dos organismos mais complexos aos mais simples, toda a vida na Terra é regida por ritmos circadianos, que se harmonizam com o dia de 24 horas. É claro que ritmos circadianos não explicam todos os aspectos dessas condições complexas, mas ignoramos os vários relógios do corpo por nossa própria conta e risco. O conhecimento crescente desses ritmos poderia mudar radicalmente o modo como doenças serão diagnosticadas e tratadas no futuro, melhorando a capacidade das pessoas de manter sua saúde.

Restabelecer a sincronia dos muitos relógios do corpo talvez possa, nos próximos anos, ajudar a restabelecer saúde e bom funcionamento.

Texto extraído e alterado da Revista Scientific American, Março 2015.

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Laís Pinho conta que viu nave extraterrestre

Posted by luxcuritiba em março 19, 2015

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O Encontro desta terça-feira (17.3), no programa “Encontro com Fátima Bernardes” abordou um tema que atrai muita gente: será que existe vida fora da Terra? A atriz Laís Pinho acredita que seres de outros planetas podem estar entre nós e mais: ela afirmou que já os viu mais de uma vez. Ela contou que, recentemente, avistou o que acredita ser uma nave extraterrestre em uma viagem com seu namorado. O objeto estava do lado de fora do avião em que eles estavam. “Foi agora no carnaval, indo para Salvador. O avião estava decolando. Olhei pela janela e vi um negócio esquisito, que nunca tinha visto. Era relativamente grande, do tamanho de uns dois ou três carros”, relatou Laís, que complementou: “Uma tecnologia avançada, que não existe na Terra.”

A atriz contou ainda que seu namorado, ao contrário dela, preferiu não ficar olhando. “Ele também viu, mas ficou com um pouco de medo”, disse. Ao relatar o que viram para o comissário de bordo na ocasião, o casal não ganhou muito crédito, como lembrou Laís. “Ele falou: ‘isso é impossível'”, reproduziu a atriz.

Veja o vídeo no site da Globo:

http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/O-Programa/noticia/2015/03/susto-lais-pinho-conta-que-viu-nave-extraterrestre-tecnologia-avancada.html

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Considerações sobre a pirâmide de Quéops

Posted by luxcuritiba em março 18, 2015

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A pirâmide de Quéops, também conhecida como a Grande Pirâmide, foi construída por volta de 2.600 a.C., segundo a história oficial, embora haja teorias e algumas evidências de que seja muito mais antiga. Sua altura original era de 146,59 metros, mas atualmente é de 137,19 m, pois falta parte do seu topo e o revestimento. A inclinação das faces, em relação ao plano da base é de 51°51’14,3’’, o que pode ser observado na réplica do revestimento externo, colocado em parte da base da pirâmide (Fig.1).

A pirâmide de Quéops 1- Revestimento Original

A estrutura cobre uma área de 53 mil metros quadrados e contém aproximadamente 2.300.000 blocos de pedras com, em média, 2,5 toneladas cada um. Segundo a história oficial, levou cerca de 30 anos para ser concluída, envolvendo um exército de 100.000 trabalhadores. Muitos estudiosos acreditam que essa mão de obra era inteiramente escrava. No entanto, essa hipótese parece um tanto improvável, pois para manter na linha esse número de cativos talvez fosse necessária a força de 20 mil soldados; sem contar a alimentação de toda essa gente. (ATALAY, 2007).

Assim como nas outras pirâmides de Gizé, a de Quéops orienta os quatro pontos cardeais, limitando ainda o Delta do Nilo geometricamente com o prolongamento das duas diagonais (Fig.2 e 3) e dividindo-o em duas partes iguais com o prolongamento do apótema da pirâmide em sua face norte. (Fig.4)

A pirâmide de Quéops 2-Prolongamento diagonais

A pirâmide de Quéops 3- Prolongamento diagonais 2

A pirâmide de Quéops 4- Prolongamento diagonais 3

A simples orientação dos pontos cardeais pelas faces da Pirâmide já mostra uma impressionante perícia de astronomia, uma vez que até mesmo nos tempos atuais, com toda a tecnologia disponível, essa tarefa não é de fácil execução. É verdade que essa orientação possui um pequeno erro, mas algumas hipóteses sugerem que esse erro se deva a um movimento de placas tectônicas.

É possível encontrar as mais variadas teorias sobre as pirâmides do Egito, em especial sobre a Grande Pirâmide; seja na internet, programas televisivos ou em bons livros. Tudo isso pelo simples fato de que muita coisa não pode ser provada cientificamente. No entanto, não se podem negar as incríveis coincidências contidas nesse monumento.

Um fato não comprovado, mas no mínimo curioso, é a unidade de medida utilizada pelos construtores da Grande Pirâmide. Alguns estudiosos crêem que suas medidas estejam relacionadas às dimensões da Terra e que a unidade de medida empregada foi a polegada do diâmetro polar (p dp). Essa polegada difere em apenas um fio de cabelo da polegada usual, equivalente a 2,54 cm. O astrônomo britânico John Herschel, percebeu que a polegada utilizada na Pirâmide (p dp) é equivalente à razão entre o diâmetro polar (eixo de rotação da Terra) e 50.000.000, o que pode indicar o conhecimento da medida do diâmetro polar exato pelos construtores da Grande Pirâmide. (apud VALENTINE, 1975, p. 60)

Muitas medidas da Grande Pirâmide parecem estar vinculadas às reais medidas da Terra e do próprio Sistema Solar. Como se seus construtores quisessem dizer à posteridade que possuíam tal conhecimento. Para citar outro exemplo, sua altura pode ter sido escolhida por representar quase que exatamente a distância da Terra ao Sol no periélio, se multiplicada por um bilhão. A precisão é realmente impressionante, no entanto parece improvável que a humanidade detivesse tal conhecimento àquela época. Mas não há como negar a intriga de tais medidas nem tampouco a precisão goniométrica de toda a obra, o que obriga a necessidade de instrumentos ópticos extremamente avançados. Mas nenhum vestígio de tais instrumentos foi até hoje encontrado, tudo isso permanecendo um profundo mistério.

Medidas da Pirâmide de Quéops.²

Área total: 53.000 m² de superfície da base.
Altura Original: 146,59 m
Aresta da base norte: 230,253 m
Aresta da base sul: 230,454 m
Aresta da base leste: 230,391 m
Aresta da base oeste: 230,357 m

Desvios das arestas da base em relação aos pontos cardeais:

Aresta norte: 2’28’’
Aresta sul: 1’57’’
Aresta leste: 5’30’’
Aresta oeste: 2’30’’

Medidas dos quatro ângulos internos da base

Vértice nordeste: 90°3’2’’
Vértice noroeste: 89°56’58’’
Vértice sudeste: 89°56’27’’
Vértice sudoeste: 90°0’33’’

¹ Crédito das imagens das figuras 2, 3 e 4: Google Earth.
² ARAÚJO, L. M. de. Egipto: As pirâmides do império antigo. Lisboa: Colibri, 1992.

REFERÊNCIAS

ATALAY, B. A matemática e a Mona Lisa. São Paulo: Mercuryo, 2007.
VALENTINE, T. A Grande Pirâmide. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1976.

http://mauroweigel.blogspot.com.br

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Cientistas descobrem que núcleo da Terra tem seu próprio núcleo

Posted by luxcuritiba em março 16, 2015

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Ilustração do núcleo do núcleo da Terra, que tem cristais alinhados em orientação diferente dos do núcleo.

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de Jacqueline Howard

Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu um dos segredos mais profundos da Terra: o núcleo do nosso planeta – que se acreditava ser uma bola sólida de ferro – tem também um núcleo próprio. Esse chamado “núcleo do núcleo” parece ter algumas propriedades muito peculiares.

“O fato de que temos duas regiões que são distintamente diferentes pode nos dizer algo sobre a evolução do núcleo” , diz em um comunicado Xiadong Song, professor de geologia da Universidade de Illinois e co-autor da pesquisa.

“Por exemplo, ao longo da história da Terra, o núcleo pode ter passado por mudanças dramáticas em seu regime de deformação. Isso pode ser a chave para explicar como o planeta evoluiu. Estamos bem no centro – literalmente no centro da Terra.”

Para o estudo, os pesquisadores de Illinois e seus colegas da Universidade Nanjing, na China, mediram a ressonância de ondas sísmicas que viajaram pela Terra depois de terremotos ocorridos entre 1992 e 2012. Analisar o coda dos terremotos (a sequência de ondas sísmicas que se seguem a um terremoto oferece pistas sobre o que há dentro da Terra.

“A ideia básica do método existe há algum tempo, e as pessoas a usam para outros tipos de estudos mais perto da superfície. Mas estamos procurando bem no centro da Terra”, disse Song no comunicado.

O que os pesquisadores descobriram? Os dados das ondas sísmicas sugerem que cristais de ferro nas partes mais centrais do núcleo da Terra estão dispostos numa orientação leste-oeste, enquanto os cristais das regiões externas têm orientação norte-sul.

A equipe de pesquisadores deduziu que deve haver um núcleo do núcleo distinto, que tem cerca de metade do diâmetro do núcleo da Terra.

“As pessoas já haviam percebido diferenças na maneira em que as ondas sísmicas viajam nas partes externas do núcleo , mas nunca antes sugeriram que o alinhamento dos cristais de ferro tornam essa região completamente oblíqua em comparação com as partes de fora”, disse à BBC News Simon Redfern, professor da Universidade de Cambridge, na Inglaterra (ele não fez parte da equipe que realizou o estudo).

“Se isso for verdade, implicaria que algo muito substancial aconteceu para mudar a orientação do núcleo.”

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