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Archive for the ‘Minhas viagens’ Category

Um sonho muito doido

Posted by luxcuritiba em novembro 22, 2011

Há meses tenho tentado estabelecer algum contato interessante através de projeção astral. Infelizmente sem sucesso. A prática tem-me demonstrado que experiências de contato com outros planos, ou outros seres, acontecem em seu próprio momento, a revelia de minha vontade. Porém, esta noite tive um sonho muito interessante. Não sei exatamente o que significa, mas foi muito marcante para mim, por isso compartilho com os amigos.

CENA 1:

Estou com alguns amigos, na calçada em frente a uma casa, conversando amigavelmente. Observo que a lua está aparecendo de dia, cheia, num grande disco branco magnífico. Comento com os amigos que concordam que a imagem é belíssima. E continuamos conversando sobre amenidades.

Dali a pouco, uma das moças olha para o céu e parece muito interessada. Fico curioso e olho na mesma direção, para ver o que havia de tão interessante. Observo, para minha grande surpresa, que a lua estava se movendo, rapidamente, para baixo e à direita, descrevendo uma diagonal, descendo rapidamente até sumir no horizonte.

Fiquei chocado. Não sabia ao certo o que pensar. Olhei para minha amiga que também parecia tão chocada quanto eu.

– Você viu aquilo? Você viu não é? Eu não estou ficando louco.

Ela confirmou com um movimento da cabeça. Aquilo não fazia sentido. Como poderia a lua se mover daquele jeito, tão rápido? Seria a Terra em movimento? Não, não daquele jeito.

E quando ainda estávamos meio paralisados pelo choque, vemos mais duas esferas brancas, idênticas à anterior, movendo-se da mesma maneira, rapidamente, descendo para a esquerda numa linha diagonal, até perder-se no horizonte.

Aquilo simplesmente não fazia sentido. Parecia ser a lua, pelo menos a olho nu. Mas com certeza não era a lua, tinha que ser outra coisa.

Quando vi as duas outras esferas descendo procurei rapidamente meu celular pensando “Meu deus, eu tenho que gravar isso”.

Assim que achei meu celular aprontei para as esferas que desciam e fiquei olhando na tela para focalizar o melhor possível. No exato momento em que apontei o aparelho percebi que alguma coisa passou rapidamente bem em frente à câmera. Tentei seguir mas não consegui, era rápido demais.

Aparentemente a coisa passou na minha frente para o lado esquerdo, deu a volta por traz, e reapareceu na minha direita. Subiu até a altura dos meus olhos e ficou parada, bem a minha frente, encarando-me.

Fiquei muito assustado. Aquilo parecia ameaçador. Pairando no ar a apenas alguns centímetros do meu nariz. Fiquei segurando a câmera com firmeza para não perder nenhuma imagem, embora minhas pernas estivessem tremendo de medo. O que era aquilo? Ia explodir? Ia sair algumas pinças daquilo e me atacar? Talvez com algum raio mortífero?

Estava paralisado de medo, mas não poderia parar de gravar, era fantástico demais. A coisa se parecia com uma esfera mais ou menos do tamanho de uma bola de basquete. Perfeitamente lisa e espelhada. Pairava no ar sem fazer absolutamente nenhum barulho. E ficou ali, bem na minha frente. Dei uns passos para traz, e a esfera vinha me acompanhando.

Olhei pelo canto do olho para meus amigos e percebi que eles também estavam assustados passando pela mesma situarão. Parecia haver mais uma ou duas daquelas esferas ali. Fiquei com receio de desviar o olhar, pois aquilo se movia muito rápido e se eu movesse a cabeça para o lado ela poderia desaparecer numa piscar de olhos.

Fiquei gravando tudo o que podia por alguns minutos. Então comecei e ficar mais calmo. Nada acontecia. Então pensei, vamos tentar conversar com essa coisa.

– Oi, você pode me ouvir? Você me entende?

Nenhuma resposta. Será que aquilo se comunicava por telepatia? Não custava tentar. Fechei os olhos, concentrei-me e pensei “Oi, você pode me ouvir?”.

– Sim, poso te ouvir. – Veio a resposta em meus próprios pensamentos, muita clara, muito nítida.

Arregalei os olhos assustado. Então é isso, pensei. Você conversa direto pelo pensamento. Entabulei uma conversa com a coisa.

– Bem, meu nome é…

CENA 2:

Estamos dentro de casa. Estou passando pelos cômodos da casa, mostrando tudo e explicando.

– Isto é uma TV. Serve para a gente ver imagens. As imagens aparecem ali na tela.

Enquanto ia explicando tudo, a coisa ficava planando ao meu lado, observando, aparentemente, com muita atenção.

Então pensei com meus botões, conscientemente e com vontade, para comunicar-me com aquilo.

– Você não um extraterrestre, não é? Quer dizer, você é uma espécie de máquina.

E a coisa respondeu.

– Sim, sou uma espécie de robô. Estou aqui para fazer um reconhecimento. Meus criadores virão mais tarde.

FINAL:

Acordei entusiasmado, pensando, “eles chegaram, ual, finalmente eles chegaram”. Mas… que pena, foi só um sonho!

(22-11-2011)

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Thatros versus Konran

Posted by luxcuritiba em novembro 14, 2010

(relato de uma projeção)

À beira das águas, a fogueira queima espalhando seu calor. As ondas leves e mansas produzem um sussurrar alentador. Em torno das fogueiras, diversas tendas, carregadas de ferramentas de guerra. Alguns soldados montam guarda, silenciosamente. Então, sobre uma colina próxima, surge um vulto, caminhando lentamente. Os guardas se levantam apressados, ficam alertas.

– Vá chamar o capitão. – diz um dos guardas. Ele percebe que é Aldomon, o mago, que se aproxima.

Logo o capitão aparece, saindo de dentro de sua tenda apressado, e corre em direção ao vulto, que estaca no topo da pequena colina.

– Aldomon, por onde andaste? há dias que te procuramos. – diz o capitão.

– Eu sei que me procuras. – responde o vulto. – O que queres de mim?

– Queremos tua ajuda, para vencer Konran.

– E que tenho eu com isso? – replica o mago.

– Sabemos que não tens nada com isso, mas pedimos tua ajuda para derrotar Konran.

Silêncio. Um silêncio que se prolonga por um tempo desconfortavelmente longo.

Então, lentamente, Aldomon ergue os braços para o alto. Os guerreiros ficam em expectativa. Começa a soprar uma leve brisa, que vai ficando mais forte, mais forte, e cada vez mais forte. Logo aquela brisa se transforma em uma terrível tempestade de areia, uma ventania infernal. As barracas voam, impelidas pelo vento, homens saem rolando.

– Aldomon, dá-nos a vitória sobre Konran, nós te imploramos. Ajudá-nos e nós te daremos o que tu quiseres. – grita o capitão Thatros, tentando se fazer ouvir contra o ensurdecedor barulho da ventania.

– E o que tu poderias me dar, que seja de meu interesse? – replica o mago.

A fogueira se apaga pela força do vento. Apenas a penumbra da lua é visível, através da “neblina” de areia. O vento, rugindo ferozmente, sopra em direção ao mar. Somente a areia voando é visível. Somente o barulho do vento se ouve. Até que surge, logo adiante, o vislumbre de uma praia. A areia soprada pelo vento, caindo sobre as ondas à beira da praia, transforman-se magicamente em belíssimas mulheres de pele azul claro. O rugir da ventania transforma-se em uma suave melodia, semelhante a uma flauta.

Na praia, uma multidão de guerreiros observa o inusitado. Como poderia uma tempestade tão horrível trazer ao seu acampamento tamanha beleza? Os homens ficam imediatamente enfeitiçados por aquelas divinas mulheres, semelhantes a deusas, com grandes seios, largo quadril e roupas sumárias. Com certeza eles haviam sido beneficiados pelos deuses, por alguma razão. Embalados por aquele leve soprar melodioso de flauta, não resistindo à tentação, entram na água, afoitos, e se jogam nos braços daquelas deidades, deixando-se levar pelo mais puro desejo e luxúria. Por breve tempo deliciaram-se com os melhores prazeres da carne.

Mas por pouco tempo. Num instante, de surpresa, aquelas belas sereias se transformam nos guerreiros de Thatros, e dão início a um sangrento massacre. Braços voam, cabeças rolam, sangue jorra para todos os lados, deixando a água e a areia vermelhas. Alguns homens de Konran ainda tentam alcançar suas espadas, mas é tarde demais. A chacina é rápida, e os guerreiros de Konran não tiveram a menor chance. Não sobrou uma única alma vivente.

Finda a batalha, os guerreiros de Thatros cantam sua vitória e pilham as tendas do antigo exército de sua casa rival, que agora não existe mais. A guerra acabou.

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A essência do ritual

Posted by luxcuritiba em junho 26, 2009

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Outro dia estava com amigos, num ritual em homenagem a algumas entidades orientais. Não sou muito adepto de rituais, não me enquadro muito em formalismos, mas eventualmente faço exceções.

Tudo corria perfeitamente tranquilo, como sempre. Até que um insight me ocorreu em dado momento, quando observava o altar. De repente, havia algo diferente ali. Um amigo ao lado, que deve ter percebido meu estado de “veneração”, perguntou-me o que eu sentia quando estava ali, diante do altar.

Fiquei pensando na resposta. O que eu sentia? Na verdade, não estava SENTINDO algo, estava ENTENDENDO algo. Minha mente estava imersa em idéias alucinantes, referentes às existências de consciências múltiplas, em múltiplos planos de existências simultâneas. E eventualmente, de alguma forma, um dos focos de consciência, de uma dessas consciências múltiplas, se “sintonizava” de uma certa forma, e estabelecia contato com algo além do seu próprio plano de existência. Tudo isso ocorreu-me numa fração de segundo, num lampejo.

E agora, o que iria lhe responder? como iria lhe explicar tudo isso? Não tínhamos tempo para discursos sobre existências múltiplas, universos paralelos, e outras maluquices quânticas. Por fim respondi:

– Eu estava pensando, no altar, nos objetos, no santuário. Tudo é sólido, é material. A estátua no altar, é apenas uma estátua, de madeira, cerâmica ou metal. O altar, é apenas uma mesa de madeira. Os objetos sobre o altar, são apenas objetos. E no entanto, quando estamos aqui cuidando dos preparativos do ritual, limpando o altar, e os objetos do altar, limpando o chão, preparando as oferendas, isso, de alguma forma, altera nosso foco de atenção, e faz com que nossa mente seja ligada a Deus, ao mundo espiritual. A estátua continua sendo apenas uma estátua, o altar continua sendo apenas um altar; entretanto, agora, há algo mais. Porque agora minha mente [que não é material] está ligada a algo que não é material. Mas o que faz essa ligação não são os objetos, nem os movimentos. A dedicação, o empenho, a vontade, é isso que faz nossas mentes se ligarem a Deus.

Talvez essa idéia não seja novidade para muitas pessoas. Na verdade, para mim mesmo, não é. No entanto, naquele momento, o que era um conhecimento apenas, um entendimento intelectual, passou a ser algo real, tangível, perfeitamente consciente, claro e translúcido, óbvio por si mesmo.

Meu amigo perguntou-me:

– Deus criou todas as coisas não é. Deus criou o chão, as paredes, a madeira, inclusive estas frutas que oferecemos no altar, e que depois nós mesmos vamos consumir. Então, qual é o sentido de oferecermos a Deus, o que já é dele?

Confesso que fiquei sem resposta. Pensei, mas não sabia o que lhe dizer. Então respondi apenas:

– Boa pergunta. Por que oferecemos para Deus o que já é de Deus?

Então ele respondeu:

– O que importa para Deus, não são os gestos físicos, o trabalho material. O que importa para Deus é a sinceridade com que fazemos isso. Ele não se importa com a oferenda que lhe damos, mas com a intenção e sinceridade com que a fazemos. Isso é o que faz a diferença.

Fiquei pensando naquilo, enquanto o ritual prosseguia. Estando ciente que enquanto estava ali, fazendo aqueles movimentos, minha mente estava conectada com algo que os olhos não viam, mas que era perfeitamente evidente, inconfundível. Estando ciente de que todo o preparativo feito pelas pessoas ali, em espírito de camaradagem e confraternização, era apenas um artifício para ligarmos nossa mente com aquilo que estava além dos sentidos físicos.

Zhannko Idhao Tsw

Curitiba, 07 de Junho de 2009.

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De onde vieram as pirâmides

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2008

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Há algum tempo alguém perguntou, em nosso grupo de estudos Piramidal, sobre a origem das pirâmides, de onde vieram e quem utilizou primeiramente as estruturas piramidais. Coloquei essa questão como pauta em uma de minhas meditações e o resultado foi o seguinte.

Vi uma planície totalmente arborizada. Estava observando a cena de cima, aparentemente pairando no ar. Do meio das árvores sobressaía uma grande pirâmide, totalmente branca. Cerca de dois terços de sua altura ficavam acima da copada das árvores. Com acabamento impecável, reluzia ao brilho do sol.

Intuitivamente veio-me a informação de que aquela estrutura era feita de pedra, ou material semelhante. Mas não foi construída, segundo o conceito comum. Em falta de termo melhor direi que foi materializada, já pronta e inteira, em uma peça única, molécula por molécula, sem divisões nem cortes.

Sua função é, basicamente, duas: Primeiro, funciona como um farol, emitindo um sinal de localização, em uma freqüência específica, através de uma técnica específica, sinal que alcança todo o Universo Criado. Segundo, funciona como um computador, coletando e registrando informações sobre o planeta e seu status.

(Construir um objeto em forma única inteiriça, sem divisões, talvez não seja algo tão surpreendente hoje, quando técnicas de manipulação de materiais a nível molecular têm se tornado cada vez mais comuns. Da mesma forma, um computador, ou qualquer outro equipamento, construído a nível molecular também já está se tornando, dentro da tecnologia humana terrestre, algo relativamente comum.)

Esta estrutura foi montada a milhares, talvez milhões de anos, e atualmente, devido aos movimentos da costa terrestre, encontra-se submersa sob a crosta do planeta. No entanto, permanece perfeitamente funcional, mesmo após milhares ou milhões de anos, coletando informações e cumprindo sua função de radio-farol.

Esta pirâmide foi colocada neste planeta por uma raça denominada ÝTÁKÝS (lê-se, í-tá-quís, com todas as sílabas tônicas). Trata-se de uma raça espacial nômade. Os seres dessa raça nascem no espaço, dentro de naves espaciais, e se desenvolvem e vivem toda sua (longa) vida, no espaço, viajando de um lugar para outro. Não têm casa, nem pátria, ou antes, sua casa e pátria é todo o Universo.

Os Itaquis (vou usar este termo porque é mais fácil para escrever) trabalham em conjunto com os Devas. Os Devas são seres auto-conscientes e inteligentes, mas não à maneira humana. Não são humanos, nem humanóides, e não possuem corpo definido. Existem apenas como mente e sua influência se espalha por todo o espaço e o tempo do Universo físico.

Sua função é criar o Universo físico e, de certa forma, administrá-lo. Os Itaquis têm a função de auxiliar os Devas nessa tarefa, atuando no plano físico material, cabendo a eles trabalhar como observadores ou monitoradores. Assim, vagam por todos os cantos do Universo Criado, coletando dados, observando, avaliando e, muito raramente, interferindo nos planetas que visitam, sempre objetivando uma alteração positiva.

Em cada planeta por onde passam, deixam um instrumento, a pirâmide já citada, que irá dar continuidade a seu trabalho de coleta de informações e também facilitará a posterior localização daquele planeta, já que cada pirâmide tem um código único. Esse mecanismo piramidal foi projetado pelos Devas e passado aos Itaquis como ferramenta auxíliar na sua tarefa de monitoração e acompanhamento.

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Projeção com ETs

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

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(em 2004 ou 2005)

Depois de uma seção de relaxamento, como de costume, dei por mim pairando no ar rodeado de uma escuridão total. Sem ver nada a minha frente fui rodando sobre mim mesmo, procurando algo a minha volta. Num primeiro momento vi algumas estrelas pontilhando aqui e ali, onde dei-me conta de que estava no espaço. Até aí tudo bem, essa já era uma visão comum. A surpresa veio depois.

Assim que meus “olhos” se acostumaram com a escuridão do lugar comecei a ver uma série de naves espaciais. No princípio poucas mas a medida que fui aguçando minha visão percebi que eram muitas, milhares e milhares, estavam por toda parte, em toda direção que olhada. Nem em filmes de ficção científica já havia visto um número tão grande de naves, todas juntas num mesmo local. Tinham a aparência de grandes charutos, compridas e levemente arredondadas nas pontas.

Detalhe interessante, todas as naves eram completamente negras, não tinham janelas, nem luzes, nem nada que pudesse ser distinguido. Também eram foscas, não refletiam nenhum brilho (mesmo que houvesse fonte de luz ali, o que não era o caso). Não me perguntem como eu conseguia ver naves pretas e foscas contra um fundo preto e sem fonte de luz próxima.

Passado o choque inicial aproximei-me de uma das naves, entrando em seu interior para ver o que havia ali. Vagando por alguns corredores desertos fui parar na ponte de comando. Era algo parecido com o que se vê nos filmes de Jornada nas Estrelas. Haviam assentos, pessoas sentadas, ou em pé, com telas, botões, luzes, etc. Não havia janelas aparentes.

Próximo ao centro da sala estava um sujeito alto, de pé, talvez uns 2 metros de altura ou mais. Usava uma vestimenta preta onde não era possível ditinguir detalhes. Fiquei impressionado pela aparência de seu rosto, com uma cor branca doentia, completamente pálida. A pele parecia ser uma espécie de borracha, branca e bem esticada, meio fosca, completamente lisa, sem rugas ou qualquer outra marca. A boca era pequena, o nariz também. Os olhos eram muito injetados e completamente negros. As orelhas pontudas, como as do Spoc. Usava uma gola bem alta, cobrindo a maior parte da cabeça, na parte de traz. O tórax grande mas afinando bastante na cintura. Pernas finas e braços bem longos, quase na altura dos joelhos. Em minha “cabeça” ouvi um som “Crrrrrrrrrrrrrrraaaaaaaaaaion” (assim mesmo, bem carregado no cra, como no sotaque ucrrrrrrrraaaaaaaaniano). Deduzi que era o nome do sujeito. Devia ser o comandante da nave, talvez da frota inteira.

Olhando a volta da sala vi que todos que estavam ali tinham a mesma aparência, mas normalmente eram mais baixas e suas golas também eram mais baixas.

Saindo dali fui para outra nave, próxima daquela, com formato parecido mas bem menor. Nesta havia apenas uma pequena sala como cabine de comando. Havia ali um sujeito, nos mesmos moldes e com a mesma vestimenta. Ouvi o nome dele também mas não consegui lembrar quando voltei.

Veio-me, intuitivamente, o seguinte: trata-se de uma raça espacial de vampiros, eles nascem e vivem no espaço. São nômades. Em suas espaçonaves vagam pelo espaço a vida inteira. O comandante, visto antes, passava instruções telepáticas, diretrizes gerais do que devida ser feito, para o outro sujeito na nave menor. O segundo sujeito traduzia essas diretrizes em linguagem corrente na Terra e passava por “canalização” para seus contatos terrestres. Até onde pude perceber eles estavam esperando algo. Todas as naves estavam meticulosamente paradas. Aparentemente já estavam esperando ali a muito tempo.

Adendo: Depois de retornar fiquei confabulando com meus botões o que era aquilo que vi. Julguei que se tratavam de naves que estavam aguardando uma apassagem para chegar a nosso planeta. Aparentemente estavam sendo barradas por alguma forma de escudo que lhes impedia a passagem. Achei que esse “escudo” estava la pelas bandas da orbita lunar. Depois comecei a imaginar que esse “círculo de proteção” ia mais além, abrangendo todo o sistema solar. Mas depois de ter visto alguns tópicos sobre universos paralelos e tais acredito que seja bem possível que eles estivessem em algum outro lugar que não nosso universo local, aguardando uma forma de serem transportados para cá. Seja como for, estavam impedidos de chegar aqui, fisicamente (eles estavam no plano físico, ou algo que o valha, e eu no astral, ou algo que o valha), mas podiam passar pensamentos para os contatos humanos e era por essas “canalizações” que eles controlavam e de alguma forma sugavam as energias mentais humanas, uma de suas principais fontes de alimento.

Quando contei essa experiência para uma amiga espiritualista, a primeira coisa que ela me disse foi “mas Kryon não é uma pessoa, é uma energia, não é isso que as pessoas falam?”. Sim é isso que se fala normalmente, que Kryon é uma energia apenas. Aliás, foi só nesse momento que dei-me conta de que Craion, que eu ouvi quando projetado, era Kryon. Então, o que posso dizer? O que poço dizer é que isso foi o que eu vi e ouvi. Se isso bate com o conhecimento corrente já é outra estória. De qualquer forma está aí a informação para o caso de ser útil para alguém.

PS: Esta experiência aconteceu em 2004 ou 2005, não recordo a data com precisão. Na época achei que não tinha nada de muito importante, mas quando começou a tal estória do JVE e da invasão de OVNIs, prevista para 2006-2007, comecei a considerar que talvez fizesse algum sentido, afinal. E para o caso de alguém perguntar “o que uma raça tão evoluída tecnologicamente iria querer de um pequenino planeta como a Terra?”, eu respondo: “eles devem querer algo que não encontram nos espaços interestelares e que não podem simplesmente materializar com sua alta tecnologia, eles procuram vida, mais especificamente bioenergia, ou a energia que propicia a vida, seja qual for o nome que se dê a ela.” E, por acaso, a Terra é um verdadeiro celeiro de bioenergia, onde pulula a vida por todos os cantos.

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Projeção no plano físico-etérico? III

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

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(20 Julho de 2007)

Levantei cinco horas da manhã, para ir caminhar em uma trilha. Meu objetivo era chegar ao lugar a tempo de ver o sol nascer. Infelizmente, quando cheguei, o sol já estava alto no horizonte. Depois de uma boa caminhada, parei no alto de um morro. Deitei-me sobre umas grandes pedras que existem ali, para descansar. Após o descanso, com direito a banho de sol, comecei meus exercícios de meditação.

Na seqüência, como estava com tempo livre, passei aos exercícios de projeção. Deitei confortavelmente, tão confortável quanto seja possível ao se deitar sobre uma rocha, e concentrei-me em relaxar o corpo, baixando o metabolismo e mantendo a atenção concentrada, para manter-me lúcido, caminho que já aprendi ser eficaz para uma projeção consciente.

Depois de algum tempo ouvindo o farfalhar das árvores sob o vento, ouvi pessoas se aproximando. Tratava-se de um homem adulto e duas crianças. Estavam vindo por uma das trilhas que levam ao topo do morro. Estranhei, porque o local onde estava era pouco freqüentado e muito raramente se encontrava outras pessoas por ali.

Os três chegaram até a base da pedra onde eu estava e um dos garotos aproximou-se mais para tocar em mim. Tentei levantar mas, para minha surpresa, não consegui, não podia mover-me. Fiquei preocupado porque se eles percebessem que eu estava dormindo podiam levar embora minha mochila, que estava ao lado. Nem percebi a contradição de estar vendo aquelas pessoas mesmo estando de olhos fechados. Após um grande esforço consegui finalmente mover-me. E para minha surpresa, dei-me conta de que não havia ninguém ali. Eu havia “entrado” no astral sem perceber.

Passada a frustração, descansei um pouco, bebi uns goles de água e voltei a meditar para relaxar. Passa um caçador, com uma espingarda e dois cachorros. Cumprimento-o com a cabeça e passo ao exercício de projeção. Estava decidido a não me deixar assustar novamente.

Concentro-me em baixar o metabolismo, respirando lentamente, com a atenção voltada em manter a lucidez. A um dado momento percebo um formigamento pelo corpo e lembro-me de ser este um sinal de deslocamento projetivo. Imagino então que estou flutuando alguns centímetros acima do corpo físico, e sinto o formigamento por todo corpo. Imagino que estou dentro do corpo físico, e o formigamento pára. Imagino que estou novamente flutuando no ar e todo corpo formiga. Repito isso mais algumas vezes, feliz por ter conseguido, pela primeira vez, perceber o momento exato de afastamento do corpo físico.

Ouço então um barulho de carroça se aproximando. Apesar de, novamente, não conseguir mexer meu corpo, posso ver que há um senhor, mulato, de cabelos grisalhos, subindo pelo caminho que leva ao topo do morro onde estou, puxando dois cavalos atrelados a uma carroça. Não me apercebo da incoerência de estar em processo projetivo e, ao mesmo tempo, estar vendo aquele sujeito e os cavalos, nem de estar vendo com os olhos fechados e o corpo imóvel, muito menos de haver uma carroça ali, coisa não poderia acontecer pois o local era abandonado.

O que via ali, o chão, as rochas, as árvores, era totalmente real, sólido, tangível, podia sentir a dureza da pedra onde estava deitado. Pensei, “dessa vez não pode ser astral, é real demais”. Não consigo me mexer, o que me deixa nervoso. Somente depois de um bom esforço consigo levantar-me, para perceber que o senhor com a carroça não estavam ali. “Droga, de novo”, pensei com meus botões. Mais uma oportunidade perdida de explorar o astral.

Relaxei e meditei por mais algum tempo. A tarde já estava no fim e o sol iniciava a ser pôr no horizonte. Incrível como o dia passou rápido. Levantei-me e fiz o caminho de volta antes que começasse a anoitecer.

Obs 1: O local onde eu estava era uma fazenda, desativada a uns 10 ou 20 anos. Pergunto, o que aquelas pessoas astrais estavam fazendo ali? Elas não se deram conta de que morreram e continuam tratando de seus afazeres, como se a fazenda ainda estivesse funcionando?

Obs 2: Esse relato demonstra como normalmente ocorrem minhas projeções. Não vejo luzes, sombras, vultos translúcidos e coisas do gênero. Será que sou muito cético para ver essas coisas? Minhas visões em projeção costumam ser tão reais que não podem ser diferenciadas do plano físico.

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Perambulando pelas possibilidades

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

24-05-2007

Acordei cedo, com frio. Curitiba é uma cidade onde quedas de temperatura pela madrugada são comuns. Ao levantar para pegar outro cobertor percebi luz por baixo da porta. Fui ver o que era. Alguém esqueceu a luz da sala acesa. No relógio marcava 4h25. Aproveitei para ir ao banheiro, peguei o cobertor e voltei para a cama. Concentrei-me em manter-me lúcido durante o adormecimento do corpo para conseguir uma projeção consciente. Por experiências anteriores já sei que os períodos matutinos como esse são ótimos para se conseguir projeções integrais e conscientes.

.:.

Estou batendo numa porta. Espero. Um jovem abre a porta, com cara de quem acabou de acordar.

– Olá. O Moriel(*) está?

– Está. Lá no final do corredor.

Do outro lado da porta vejo um corredor comprido, com portas de lado a lado. Parece ser uma república de estudantes. Cada porta dá para um quarto apertado, com uma ou duas camas, e uma porção de trecos jogados pelos cantos. No corredor também prolifera objetos jogados, uma máquina de lavar com uns cacarecos encima, e mais uma porção de coisas no chão, aqui e ali. Curiosamente os quartos não têm portas. Chegando ao final do corredor olho para os lados a busca de meu amigo. Encontro-o no quarto da direita, deitado na cama, aparentemente dormindo.

– Olá. – digo, entrando no quarto.

Ele levanta-se lentamente para ver quem é. Parece bastante cansado.

– Olá.

– Vim conversar com você. Pode ser?

– Claro. – responde, fazendo esforço para sentar-se na cama.

Ao mesmo tempo que estava feliz por rever um velho amigo, também estava constrangido por vê-lo naquele estado. O quarto era uma bagunça total, com roupas e livros jogados para todos os lados.

– Como você está? – perguntei.

– Bem.

– Lembra-se do dia em que nos conhecemos?

– Não.

– Lembra-se do nosso último encontro? – Eu estava curioso para saber como tinha sido sua vida desde que nos separamos. Mais do que isso, queria saber qual o momento exato em que houve a bifurcação espaço-temporal e nossos caminhos se separaram definitivamente.

– Não. – foi a resposta seca. Fiquei um pouco decepcionado.

– É a droga. – disse uma colega do quarto vizinho, que aparentemente estava ouvindo nossa conversa do corredor. – Tá acabando com a cabeça dele. – completou, e sumiu pela porta tão rápido quanto apareceu, meio envergonhado.

– Droga? – falei de mim para mim mesmo, não necessariamente surpreso.

– Cara, você precisa parar com isso. – disse para ele, que pareceu não ouvir.

– Tenho algo para lhe contar. Essa vida que você está vivendo é apenas uma, dentre uma infinidade de vidas diferentes. Eu já passei por algumas delas. Não sei ao certo como isso acontece, só sei que uma hora estou aqui e outra hora estou ali. Há um monte de vidas diferentes, e você escolhe qual delas vai viver.

Ele virou-se para o lado por um instante, para vomitar. Ao voltar-se sua boca ainda estava suja, mas ele pareceu nem perceber. Neste momento ouvi tocar a campainha. Logo alguém veio informar que sua mãe estava na porta esperando para falar com ele. Por minha visão remota vi uma senhora alta e gorda, com um sobretudo e um chapéu pretos, esperando do lado de fora da porta.

– Eu preciso ir. – disse ele.

– Só mais uma coisa. – disse eu. Queria fazer alguma coisa para garantir que ele não ia esquecer de nossa conversa. Pensei em flutuar, coisa que sabia fazer bem e provavelmente ia impressioná-lo.

– Olhe. – disse, e afastei-me um passo. Fiquei com os pés juntos e os braços dobrados nos cotovelos, concentrando-me para levitar. Por um breve instante fiquei com receio de que não pudesse fazê-lo, mas logo meu corpo começou a se elevar no ar, até ficar a uns 30 ou 40 centímetros do chão.

Ele começou a rir dizendo que podia fazer o mesmo. Imitou minha posição fazendo de conta que estava se concentrando, debochando de mim.

– Preste atenção. – disse, isso não é só um truque de mágica. – E lentamente desloquei-me para traz, até o corredor, onde vi que não tinha ninguém observando, e lentamente voltei para perto dele.

– Sabe, quando você desenvolve suas habilidades, – disse para ele, apontando para sua cabeça – coisas acontecem. Pense nisso.

A campainha tocou novamente.

– Eu preciso ir. – disse ele. – Se não atender minha mãe ela não me dá a pensão.

– Fui afastando-me de costas, ainda flutuando, passando por uma porta no corredor, que dava para uma área aberta.

– Espere. – disse ele, correndo em minha direção.

Fui afastando-me mais rápido, passando sobre o muro, flutuando mais alto, até sair de seu alcance de visão. Fiquei flutuando assim por alguns instantes, planando sobre a cidade, a alguns metros do chão, vendo passarem as ruas e casas.

Passando rapidamente sobre um rio lateral à estrada, vi uma árvore com alguns galhos quedando sobre o rio. Num galho havia um conjunto de 5 velas brancas. Voltei um pouco para ver com mais detalhes. As velas estavam apagadas (ainda não haviam sido acessas) e no galho ao lado havia mais umas três ou quatro velas brancas. “Que estranho”, pensei, “isso não é lugar para se fazer um trabalho”. Pelo que sei normalmente esses “trabalhos” com velas são feitos em encruzilhadas. E porque as velhas não haviam sido acessas?

Neste momento o despertador tocou. Eram 6 horas da manhã.

(*) Moriel é um nome fictício.

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Viagem no tempo

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

13 de Março de 2007

Em algum lugar do passado

Estava eu diante de uma radiola antiga, de caixa arredondada feita de madeira, que funcionava a base de válvulas. Comiga estava um rapaz e uma moça, aparentemente namorados. Estavamos diante da radiola ouvindo música. Então disse ao meus dois acompanhantes.

– No futuro, teremos aparelhos que cabem na palma da mão e que guardam milhares e milhares de músicas, que podem ser ouvidas a qualquer momento.

Então os dois ficaram olhando para mim com cara de espantados.

Como essa viagem foi muito curta não achei interessante, no momento, registrar a data em que ocorreu. Ela só passou a fazer sentido quando, alguns dias depois, ocorreu a segunda viagem, que segue abaixo.

De volta para o futuro

Antes de relatar a experiência em si gostaria falar sobre as conclusões a que cheguei, meditando sobre ela depois de ocorrida. Talvez pareça estranho colocar o carro na frente dos bois dessa forma mas julgo interessante que seja feito assim. E para deixar meu ponto de vista mais claro vou contar uma pequena estória fictícia.

Imagine que você nasceu em uma cidade, em algum país do mundo, e nessa cidade você viveu até os seus 10 ou 15 anos, com amigos de escola, familiares, vizinhos, etc. Imagine que depois dos seus 15 anos você viajou para outra cidade, outro estado e talvez outro país, e nunca mais teve contato com aquele lugar e aquelas pessoas. Imagine ainda que, depois de uns 80 anos, já velho e aposentado, você decide voltar aquela cidade onde você nasceu, para ver como andam as coisas, rever velhos amigos, etc.

Então você viaja até aquela cidade mas, para sua surpresa, dá-se conta de que já não é mais o mesmo lugar. Onde antes havia uma igreja, hoje há um cinema; onde antes havia uma escola, agora há um supermercado; a praça onde você costumava brincar com seus amigos de escolha agora é uma pizzaria; a casa onde você morava agora é um grande prédio residencial; os amigos que você tinha ali já morreram ou foram morar em outro lugar; os vizinhos, idem; seus parentes já não estão mais ali, a não ser os filhos deles, que você nunca conheceu, ou netos, ou bisnetos.

Enfim, a cidade onde você nasceu, já não é mais a sua cidade. O ponto registrado no mapa continua sendo o mesmo mas o lugar, definitivamente, já não é mais o mesmo. Ele não pertence mais a você nem você pertence a ele. De repente, então, você sente uma estranha sensação de não-nostalgia, se é que me faço entender. Sei que esta expressão não traduz de forma adequada aquela sensação mas é a única que me ocorre. Essa foi a sensação, forte, que senti, logo depois de voltar da viajem que relato logo abaixo.

Outro fator a ser considerado é que, mesmo hoje, regiões geográficas diferentes apresentam diferentes padrões de desenvolvimento tecnológico. É impossível, por exemplo, comparar o desenvolvimento das regiões agrestes nordestinas, com suas casas de pau-a-pique, com capitais metropolitanas como São Paulo e Rio de Janeiro, com seus imensos arranha-céus. Num mesmo tempo, portanto, pode-se encontrar diferentes níveis de desenvolvimento tecnológico.

CENA 1:

Estou sobre o que parece ser um telhado feito de grandes telhas de metal, parecidas com aquelas telhas de eternite usadas em galpões industriais. O telhado parece feito de grandes telhas que vão de lado a lado, levemente abauladas para cima, para dar vasão á água para as laterais. Curiosamente, porém, alguma coisa em mim me dizia que aquilo não era telhado, mas uma espécie de plataforma.

Ao meu lado está um sujeito. Estavamos, juntos, conversando alguma coisa e mexendo em umas peças. Ao nosso lado havia uma abertura retangular, recortada no que imaginei serem as telhas de metal. Decemos pela abertura, através de uma escada que nos levaria até o chão. O telhado, ou plataforma, era bastante alto, como um grande galpão industrial. Vejo sob a cobertura umas máquinas enormes que pareciam ser guindastes. Nesse momento é que me dou conta da enormidade do galpão.

Uma vez no chão, preciso ir ao banheiro. Chegando lá, porém, fico surpreso com a sujeira que reina no lugar. Onde deveria haver um vaso sanitário há uma espécie de miquitório de cerâmica, que cheira mal. Vejo uma porta ao lado e abro-a para ver se ali há um vazo sanitário, mas vejo apenas o que parece ser uma latrina a céu aberto, semelhante aquelas usadas em sítios antigamente, com um cheiro ainda pior. Fecho a porta, urino no mictório mesmo, e saio dali o mais rápido possível para me livrar logo daquele cheiro insuportável.

Reunindo-me aos demais, numa sala para café ou algo parecido, vejo vários rapazes conversando amistosamente. Parece que estão em seu intervalo de descanço. Nesse momento me dou conta de que aquele não é o meu lugar comum, digo, o meu lugar no espaço-tempo correto, como este aqui, agora, onde estou escrevendo este texto. Quando percebo isso sinto uma necessidade de coletar informação precisa, pois nesses casos sempre costumo voltar, para o meu lugar comum, aqui e agora, com informações imprecisas ou distorcidas.

– Que ano é? – Pergunto.

– Que ano é? – Respondem as pessoas que estão ali.

– Em que ano nós estamos? – Repeti, pois sentia uma necessidade premente de saber a informação correta, saber onde e quando eu estava.

– Hei, esse é um bom exercício. – Respondeu alguém.

“Exercício?”, pensei, “mas do que é que eles estão falando?”. Olhei a volta da sala para ver se encontrava algum cartaz, algum planfleto, qualquer coisa impressa que pudesse me dar uma informação a respeito da data em que estávamos. Encontrei um calendário, ou pelo menos pensei ser um calendário, pendurado em uma das paredes. Tinha as tabelas normais dos 12 meses do ano e mais uma porção de outras tabelas que não fazia a menor idéia do que eram. Procurei pelo calendário até encontrar um lugar onde estava escrito “Ano”. Aha, pensei, é aqui. E ao olhar para o número que vinha ao lado fiquei confuso. Dizia 13.1xx (treze mil, sento e alguma coisa, não consigo me lembrar dos ultimos dois número, apesar de ter me esforçado para guardar bem o número na cabeça para lembrá-lo depois).

“13.000?”, pensei, “13.000? Não, não pode ser, alguma coisa está errada.” Acontece que, pelo que vi naquele lugar, não podia acreditar que estivéssemos no ano 13.000. Normalmente sempre pensamos no futuro como algo sofisticado, com tudo mais moderno, mas não era isso o que eu via ali.

– Há outro calendário por aqui? – Perguntei.

– Outro calendário? – respoderam. – Para que você quer outro calendário?

Vi que estavam todos me olhando de forma estranha, deviam estar me achando maluco. Entendi então que não podia contar com eles para obter mais informações. Saí dali e fui andando pela estrada, olhando o comércio local, uma mercearia, uma padaría, lojinhas, um comércio típico da década de 80-90, um comércio de bairro. Procurava algum lugar onde pudesse encontrar um calendário ou qualquer coisa que me confirmase aquela data absurda.

CENA 2:

Estou no que parece ser uma cozinha. As peredes brancas, talvez cobertas por azulejos. Estou conversando com uma moça, de cabelos compridos e claros. Não me lembro o que estamos conversando. Logo aparece um garoto, entrando correndo pela porta, diz algo à moça. Esta lhe responde e o garoto sai correndo novamente. Então ela olha pela janela, uma grande janela que opuca toda a parede, ao lado da porta, com cortinas rendadas brancas. Abaixo da janela encontra-se um grande balcão, branco, que também ocupa toda a parede. Ela se debruça sobre o balcão para olhar pela janela e eu a acompanho.

Na rua, bem em frente a casa, vejo uma van, branca, estacionada rente ao meio fio. Logo ao lado dela um outro veículo semelhante a um gol bola, também branco, mas com umas faixas quadriculadas na lateral. Logo os dois veículos se poem em movimento e vão embora. São bastante silenciosos e por isso julguei que fossem movidos a eletricidade. Pareciam um pouco mais modernos do que os veículos atuais, mas não muito. Pelo que pude perceber externamente, as maiores diferenças eram as janelas e parabrisas, que eram um pouco maiores que nos veículos atuais, além de um design algo diferente. Pelos desenhos que vi no carro menor, julguei que fosse um veículo policial ou algo do gênero.

Depois que os veículos foram embora percebi que a moça estava segurando, sobre o balcão, uma espingarda. Aquela arma ficou estranha e deslocada ali, porque era uma espingarda antiga, fina e comprida. Não entendi o porque de ter uma espingarda ali, mas talvez por isso tenha imaginado que o veículo com a faixa quadriculada fosse uma viatura policial.

CENA 3:

Vejo o que parece ser uma nave espacial. É formada por gomos retangulares, ligados uns aos outros em sequencia. Imagine um trem, bem comprido, com vagões ligados em sequencia, grudados uns aos outros. Agora imagine que ligado a esse trem, colado ao lado dele, há outros aglomerados de vagões, e mais outros, e uma infinidade de outros conjuntos compridos de vagões, de forma que todos juntos formam uma estrutura grossa, larga, e muito comprida. Em alguns pontos há estruturas fixadas transversalmente, mas são poucas, a maioria das estruturas são fixadas longitudinalmente, ao comprido da nave.

Vou passando pela nave, observando seus detalhes, ou tentando observar. Chego a uma das estremidades e percebo que de uma das estruturas começam a sair outros estruturas, lateralmente. São como folhas, ou placas, também de metal ou algo parecido, da mesma cor da nave, um marrom escuro. Cada placa, talvez com 5 ou 10 metros de largura, tem desenhos diferentes: circulos, losangos, triangulos, quadrados, etc, todos desenhados em alto relevo. Fiquei impressionado pela quantidade de placas que saem da estrutura e pela distância que alcançam, ficando com quase tres ou quatro vezes a largura da estrutura de onde sairam. Elas eram como aquelas antenas que se usam em rádios portáteis que você vai esticando até ela ficar com um tamanho final muito maior do que o tamanho inicial. Aquelas placas iam saindo de dentro da estrutura da mesma forma. Acredito que esse movimento só era possível devido a gravidade nula do espaço, do contrário seriam inviáveis.

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Projeção no plano físico-etérico? II

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

10-01-2007

Levantei um pouco cedo. Não vi que horas eram, mas ainda estava escuro. Fui ao banheiro, como de praxe (eu costumo tomar muitos sucos quando estou em casa) e voltei para a cama. Pensei em fazer mais uma projeção consciente, como na manhã anterior. Pensei de mim para mim “vou fazer uma projeção consciente agora”, e fiquei concentrando-me em me manter lúcido. Permaneci assim por um bom tempo, não sei quanto, mas considerando que costumo meditar normalmente por 30/40 minutos imagino que tenha sido algo em torno disso.

Como não percebi nenhuma mudança no meu estado de consciência achei que a experiência não estava dando certo. Então resolvi levantar-me, no corpo físico mesmo, pois não estava com sono. Curiosamente, porém, ao por os pés no chão, senti algo estranho, sentando na beirada da cama, uma espécie de dúvida, não uma sensação propriamente dita. Olhei para traz, para a cama (eu estava nos pés da cama) e vi meu corpo deitado ali, só que, ao contrário do que seria de se esperar, não era meu corpo físico mas sim um corpo astral, ou algo parecido, semitransparente, translúcido.

Achei estranho mas, nesses momentos parece que minha mente funciona de forma diferente de modo que, na hora, não achei tão estranho. Observando a volta percebi que o quarto não era o mesmo da vez anterior. Apesar da pouca iluminação eu percebia que o quarto era menor, mais ou menos do tamanho do meu quarto físico. Mas a janela continuava no lugar errado, do outro lado do quarto, bem em frente aos pés da cama. Curiosamente também não achei isso estranho na hora, sómente depois que voltei.

Levantei-me então e fui até a janela, abri-a, e vi que estava um dia claro e ensolarado lá fora. Percebi que estava no térreo, o que é novidade pois normalmente durmo, pelo menos, no andar superior, já a anos. Do lado de fora vi uma moça passeando com um cachorro, pequeno e bem peludo, branco. Por alguma razão minha atenção se fixou no cachorro, não sei porque. E então voltei e dei-me conta de estar “dormindo” na cama.

Interessante que, até o momento que voltei para a cama minhas sensações perfeitas eram de que estive, todo o tempo, com meu corpo físico. Quem quiser tentar explicar isso fique a vontade.

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Projeção no plano físico-etérico?

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

09-01-2007

Acordei cerca de 8h ou 8h30. O dia ainda estava amanhacendo. Levantei, fui ao banheiro, tomei um copo de suco na cozinha, e pensei “agora vou fazer uma projeção consciente”. Não havia dúvida, era uma certeza.

Voltei para a cama, relaxei, e fui sentindo o corpo ficar mole, sonolento, adormecido. Senti meus pensamentos vagarem e então me concentrei em “permaneça lúcido, permaneça lúcido, permaneça lúcido”.

Depois de algum tempo começaram a passar por minha tela mental algumas imagens, flashs de lugares, pessoas, situações, coisa que acontece com rotina. A medida que as imagens iam passando eu concentrava-me em “permaneça lúcido, permaneça lúcida, permaneça lúcido”, e continua repetindo isso para mim mesmo, e me esforçando para prestar atenção no que estava acontecendo ali, nas imagens que passavam.

Vi passar a imagem de uma casa, com a parede externa coberta por um aparato feito de tábuas, de madeira, um enfeite. Vi umas moças conversando numa lanchonete a céu aberto, sob um toldo. Isso me chamou a atenção. Haviam várias mesas ali, várias pessoas sentadas, bebendo algo e conversando. Naquela mesa haviam tres garotas sorrindo, bebendo, alegres e distraidas. Tentei me concentrar para ver o que elas estavam conversando mas não conseguia ouvir nada, absolutamente nada, meus ouvidos estavam surdos. Logo fiquei cansado daquilo e deixei a imagem passar. E outras imagens foram passando. Não sei por quanto tempo isso continuou. Continuei concentrando-me em permanecer lúcido.

Então percebi-me flutuando no ar, próximo ao teto do quarto onde estava dormindo. Fiquei satisfeito por ter conseguido, afinal, uma projeção, plenamente lúcida e intencional.

O quarto estava bem iluminado, com paredes bem brancas. Mas não conseguia enchergar com o olho esquerdo. Tentei então abrir o olho com dois dedos, um de cada mão, puchando para cima e para baixo, mas não havia cristo (ops…) que fizesse o dito olho abrir. Então continuei assim mesmo, com um olho só. (Depois de voltar entendi que estava caolho porque, ao deitar-me de lado na cama, um olho ficou emcoberto pelo travesseiro)

Observando o ambiente com o outro olho, embora com uma visão um pouco embaçada, pude perceber que havia um grande tapete, bem no centro do quarto, bem colorido e aparetemente feito de corda enrrolada em forma de espiral. Aliás, um tapete muito bonito por sinal (acho que está na hora de providenciar um tapete daquele), mas com um detalhe intrigante, esse tapete nunca existiu no meu quarto físico.

Olhando em volta percebi também que o quarto em si era muito maior do que o meu quarto “real”, e a janela, que fica na cabeceira da cama, agora estava do outro lado do quarto. Achei estranho mas, bem, no plano astral coisas extranhas acontecem, as vezes.

Fiquei curioso para ver o que havia nos outros cômodos e então me pus a atravessar a parede. Coloquei um braço, o outro, e fui “entrando”. Quando mergulhei com os olhos percebi tudo escuro. Normal, pensei, já que estava com os olhos dentro da parece. Porém, comecei a achar que estava demorando demais para atravessar a parede e sair do outro lado, e fiquei com receio de ter ficado preso dentro da parede. E então voltei para o corpo físico. O relógio marcava umas 10 horas.

Curiosidades: Primeiro, projeções com corpo presente para mim são incomuns, normalmente minhas projeções são sem corpo. Segundo, se estava no plano físico, como parecia estar, já que estava vendo meu corpo astral e meu corpo físico dormindo na cama, porque meu quarto estava tão diferente?

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