Piramidal.net

Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

  • Pirâmide de cobre C130

  • Pirâmide de alumínio A150

    Pirâmide de alumínio A150

  • Pirâmide de alumínio A150

    Pirâmide de alumínio A150

  • Pirâmide de cobre C150

    Pirâmide de cobre C150

  • Pirâmide de alumínio A130

    Pirâmide de alumínio A130

  • Incenso japones aroma orvalho

    Incenso japones aroma orvalho

  • Incenso japones aroma jasmim

    Incenso japones aroma jasmim

  • Pirâmide de latão fechada

    Pirâmide de latão fechada

  • Fórum sobre jejum, alimentação prânica (viver de luz) e temas relacionados

Archive for the ‘Tecnologia Antiga’ Category

Tecnologia Antiga

Acústica de Stonehenge

Posted by luxcuritiba em dezembro 9, 2019

piramidal.net | lojapiramidal.com

Dr. Bruno Fazenda, 2012

Centro de Pesquisa em Acústica, Universidade de Salford

Já imaginou como era em Stonehenge, há 3000 anos?

Estudos arqueológicos de locais pré-históricos, como Stonehenge, geralmente ignoram o sentido auditivo. Na sua forma original, Stonehenge tinha formas concêntricas de anéis de pedra que teriam cercado um indivíduo visual e auditivamente. É um espaço ao ar livre e a maioria das evidências arqueológicas sugere que ele não tinha um teto. No entanto, sua grande estrutura semi-fechada, com muitas superfícies reflexivas, teria criado um ambiente sonoro incomum para o homem neolítico.

A preservação e recriação da acústica de lugares antigos é vital. Nos últimos tempos, esse ramo da ciência acústica foi nomeado arqueoacústica . É importante na reconstrução de teatros antigos e ajuda na interpretação arqueológica de edifícios e patrimônios importantes, alguns dos quais podem não existir em sua forma original. Com a medida correta e os dados modelados, os campos sonoros originais podem ser recriados para permitir que pesquisadores e o público em geral experimentem os sons em aplicativos interativos.

Desde a sua desintegração em ruínas, ninguém sabia dizer o que parecia estar dentro de Stonehenge. Então, em 14 de abril de 2011, as pessoas que participavam da série Meet the Scientist no Museu de Ciência e Indústria de Manchester poderiam, pela primeira vez, entrar em uma representação totalmente envolvente dos sons de pássaros cantando, crianças rindo e uma banda tocando, dentro de Stonehenge. Essa demonstração pública foi o resultado de um projeto de pesquisa que, nos últimos 3 anos, estudava a acústica de Stonehenge e recriava seu ambiente auditivo como uma extensão dos estudos arqueológicos multimodais e ecologicamente válidos.

O trabalho nesse projeto levou a equipe de pesquisa, que envolve acadêmicos das Universidades de Salford, Huddersfield e Bristol, até o local de Stonehenge, no Reino Unido, e a uma reconstrução de concreto no Estado de Washington, EUA, construída em 1929 como um memorial aos soldados da Primeira Guerra Mundial.

A resposta acústica do local abandonado de Stonehenge foi analisada, mas como muitas pedras estão faltando ou foram movidas, os resultados não são representativos do edifício original. Atualmente, Stonehenge exibe alguns ecos fracos e nenhuma reverberação perceptível, o que é bastante típico de um espaço ao ar livre. Por outro lado, o local da réplica em Maryhill é uma representação visual e auditiva muito mais fiel do monumento original, como se acredita ter existido por volta de 1.500 aC. Em Maryhill, uma breve reverberação, típica de um pequeno auditório ou de uma sala de aula, pode ser ouvida!

Medições acústicas

Medições acústicas e modelagem acústica de última geração foram usadas para investigar a existência de efeitos sonoros em Stonehenge, como ecos, ressonâncias e efeitos de galeria sussurrantes. A descoberta de tais efeitos poderia contribuir de alguma maneira para apoiar reivindicações de intencionalidade acústica no design do espaço.

A medição da resposta acústica no atual Stonehenge mostrou um tempo de reverberação muito curto (0,48 segundos), o que é esperado devido ao número reduzido de pedras estacionárias. As medições de Maryhill, no entanto, revelam um tempo de reverberação de cerca de 0,8 segundos. Esse tipo de reverberação é típico, por exemplo, em uma sala de aula em que é necessária uma boa inteligibilidade da fala.

Figura 3 – Curvas de tempo de energia para Stonehenge e Maryhill. Essas curvas mostram o comportamento da energia sonora, que decai com o tempo após um impulso inicial de excitação. É claro que Maryhill sustenta a energia refletida por mais tempo, dando a impressão de um ambiente mais reverberante.

Figura 4 – Tempos de reverberação para Stonehenge, Maryhill e uma auralização de síntese de campo de ondas.

Embora este estudo não tenha encontrado efeitos acústicos espetaculares, é claro que esse espaço reage a atividades acústicas, como fala e canto. Considerando que o Homem Neolítico só pode experimentar reverberação ou ecos em espaços relativamente raros, como cavernas ou características naturais (colinas e rochedos), essa é uma resposta acústica interessante e atípica, certamente perceptível pelas pessoas que usam o espaço. Um equivalente dos dias modernos pode ser a percepção que temos quando entramos em uma igreja ou catedral. Os efeitos encontrados não sugerem inequivocamente intencionalidade acústica no design, mas eles revelam o que nossos ancestrais poderiam ter sentido ao entrar em Stonehenge.

Diferenças em superfícies e materiais refletivos

Uma das primeiras perguntas que normalmente são feitas é ‘quanto a diferença de material entre pedras (em Stonehenge) e concreto (em Maryhill) tem na resposta acústica?’ Na minha opinião, não muito. Ambos os materiais são bastante massivos e altamente refletivos sobre a faixa de frequência de interesse. As pedras em Stonehenge são naturalmente menos regulares, o que causa alguma difusão de média a alta frequência. No entanto, as pedras de concreto em Maryhill também foram trabalhadas para ter superfícies não planas. As irregularidades são da ordem de 10 cm de profundidade, tanto nas pedras sarsen quanto nas de concreto. Por serem mais regulares, a difusão das ‘pedras’ de concreto só pode existir em frequências mais altas quando comparada com Stonehenge. Se for esse o caso, Maryhill seria um “pior cenário”, onde existem níveis mais concentrados e mais altos de energia refletida. Nas frequências mais baixas, ambas as estruturas são acusticamente semelhantes.

Porém, através de diferentes rotas particulares, ambas as superfícies causarão uma grande quantidade de difusão nas freqüências média e alta nas ondas sonoras que se chocam. O resultado líquido dentro do círculo provavelmente será o mesmo. Em suma, quaisquer padrões que provavelmente existissem no local original de Stonehenge serão revelados em Maryhill com medidas objetivas semelhantes, como tempos de reflexão, padrões de reverberação e interferência ou ressonâncias. Algumas investigações adicionais estão sendo realizadas atualmente para determinar o coeficiente de reflexão das pedras de Stonehenge.

Modelagem

Stonehenge era um edifício de forma circular. Nessas arquiteturas, seria de esperar fortes efeitos de foco, onde o som é refletido no centro do espaço pelas superfícies ao seu redor. Qualquer pessoa parada no centro do espaço e emitindo um som, digamos um tapa na mão, esperaria que um eco voltasse dos limites. No entanto, Stonehenge não é simplesmente uma arquitetura circular com um espaço livre entre o centro e a periferia. Existem muitas pedras, o anel de pedra azul e os Trilithons, que refletem e difratam as ondas sonoras à medida que se afastam do centro. Esses efeitos de reflexão e difração criam algo próximo ao que na acústica é conhecido como campo difuso, o que significa que as ondas sonoras em qualquer ponto do espaço provavelmente estão viajando em várias direções, e não em uma direção específica.

Isso, por sua vez, impede que qualquer onda sonora retorne ao ouvinte com um atraso de tempo único e definido e um nível forte, que soaria como um eco. Em vez disso, a percepção é a de um espaço reverberante, sem ecos definidos de direções específicas. Curiosamente, esse espaço tende a apoiar a atividade de fala, já que um falante pode ser ouvido razoavelmente bem de qualquer lugar do espaço, inclusive quando está atrás de uma das pedras (mas dentro do círculo externo). Esse efeito ficou bem claro quando visitamos o sítio Maryhill para o nosso estudo.

Uma simulação acústica de Stonehenge no domínio do tempo de diferença finita foi produzida por Jonathan Sheaffer, um de nossos alunos de doutorado. Os efeitos da reflexão e difração à medida que as frentes de onda encontram as pedras podem ser vistos na animação a seguir. Depois de um tempo, fica claro que as frentes de onda, que começaram claramente definidas quando saem da posição de origem, se transformam em wavelets [pequenas  ondas] viajando em todas as direções, sugerindo um campo difuso.

Figura 5 – Simulação FDTD de uma fonte no centro de Stonehenge.

Um outro efeito acústico que pode ser esperado em edifícios circulares é o da galeria sussurrante. Este é um efeito encontrado anteriormente na Catedral de São Paulo, em Londres. O efeito sussurrante da galeria faz as ondas sonoras viajarem ao redor de uma parede interna curva até chegarem a outro local distante na parede. Os efeitos sussurrantes da galeria foram relatados como uma maneira útil de transmitir informações, na forma de sussurros, de um ponto próximo à parede para outro ponto tão distante que a propagação direta e reta não seria ouvida. Em alguns lugares, como a estação Grand Central, em NY, esse efeito é considerado usado para propostas de casamento!

Utilizamos o modelo FDTD para investigar por que Stonehenge, apesar de ter uma forma circular com um corredor periférico definido, não exibiu esse efeito. A resposta é mais uma vez devido à grande quantidade de difração que existe à medida que a onda sonora se propaga ao longo do arranjo pedra-espaço-pedra. Isso pode ser visto na simulação abaixo. As frentes de onda em propagação são progressivamente destruídas pela interação com as ondas refletidas e difratadas das pedras e as lacunas entre elas. Uma frente de onda claramente definida não é mais visível depois que a onda se propaga cerca de 1/8 da periferia do círculo.

Figure 6 – FDTD model demonstrating the acoustic phenomena preventing whispering gallery effects in Stonehenge.

Auralizações

A pesquisa aqui em Salford criou uma auralização 3D completa do espaço para permitir experimentar como Stonehenge teria soado.

As respostas do impulso acústico (a pegada acústica) foram capturadas no local usando uma técnica especial que requer um microfone capaz de medir pressão e velocidade das partículas em três eixos ortogonais, X, Y e Z. Isso fornece informações acústicas sobre o espaço, como o tempo e direção de chegada das reflexões. Técnicas semelhantes agora são comuns na produção de áudio na forma de reverbs de convolução.

Para renderizar o campo sonoro em um ambiente imersivo, usamos a tecnologia Wave Field Synthesis (WFS), desenvolvida pelos colegas da CSE, Dr. Ian Drumm e Rob Oldfield. O sistema desenvolvido utiliza um anel de 64 amplificadores e alto-falantes, cada um controlado individualmente através de um algoritmo de computador. Desenvolvemos um sistema de renderização híbrido baseado nos princípios WFS e Ambisonic. O método desenvolvido é inovador, mas baseado em um conceito simples:

As fontes sonoras “secas” são renderizadas como fontes focadas usando os princípios de síntese do campo de ondas. As fontes focalizadas no WFS contêm o comportamento correto das frentes de onda para fornecer ao ouvinte uma impressão precisa da localização da fonte no espaço. O sistema não depende da posição do ouvinte, o que significa que um ouvinte pode se movimentar livremente sem perder a direção correta da fonte de som. O sistema também permite o movimento em tempo real dessas fontes. Uma visualização da fonte focada pode ser vista aqui:

A ‘resposta acústica’ do espaço é obtida através da convolução dos sinais da fonte seca e das respostas de impulso 3D (IR) medidas no local. Esses IRs contêm informações direcionais para som e energia diretos, refletidos nas superfícies. Os IRs devem ser processados para remover as informações de ‘som direto’, uma vez que isso já existe no espaço de auralização na forma de fontes focalizadas.

Um ouvinte dentro do sistema de renderização é, portanto, sujeito às pistas direcionais corretas geradas a partir das frentes de onda reconstruídas para as fontes focadas e às reflexões ambientais ecologicamente válidas do espaço. O sistema recria um ambiente perceptivamente preciso, onde todas as fontes sonoras escolhidas são colocadas no espaço e elas ‘respondem’ a elas, fornecendo as reflexões e reverberações corretas. O sistema efetivamente fornece a experiência auditiva de estar dentro do círculo.

Para as demonstrações disponíveis aqui, as auriculares foram processadas para reprodução binaural (reprodução por fones de ouvido). O princípio aplicado é semelhante ao explicado para o WFS. No entanto, é específico para a reprodução binaural:

1. As fontes de som são geradas a partir de gravações de som ‘secas’ e ‘posicionadas’ no campo de audição com o uso das correspondentes funções de transferência relacionada à cabeça (HRTF). Ou seja, para posicionar uma fonte 30 graus à direita na frente do ouvinte, o sinal da fonte é convolvido (uma operação matemática) com HRTFs medidas em 30 graus para as orelhas direita e esquerda de um simulador de cabeça e tronco.

2. O ambiente reverberante, retirado suas informações sonoras diretas, está contido nos IRs medidos do sítio. Para cada direção de 5 graus, a ponderação correta das respostas de impulso nas direções X e Y são convoluídas com os HRTFs correspondentes para ambas as orelhas e subsequentemente convoluídas com o sinal de origem.

A auralização contém as pistas corretas para o sinal da fonte seca e a energia refletida do espaço ao seu redor. As seguintes amostras de áudio devem ser ouvidas em fones de ouvido de boa qualidade para obter um resultado mais realista.

Amostras de áudio

Aqui estão algumas palmas ao ar livre sem superfícies por perto:

Este é o som das mesmas palmas, mas dentro do Stonehenge:

E este é um trecho extraído de uma gravação de uma banda chamada ‘The Imagined Village’ tocando uma música folclórica chamada ‘Cold Hailey Windy Night’:

Cobertura da mídia

Até agora, o projeto atraiu muita publicidade. Desde que as primeiras medidas foram tomadas em 2008, este trabalho foi apresentado em vários sites, incluindo o National Geographic, um documentário de TV para o History Channel e um artigo para New Scientist, escrito por nosso colega professor Trevor Cox. O trabalho também foi apresentado na primeira Conferência Acústica dos Teatros Antigos (Patras, Grécia, 2008) e publicado no Journal Acta Acustica United with Acustica. Mais recentemente, foi relatado em sites como a BBC, The Guardian e Scientific American, entre outros.

Também ocorreram várias palestras convidadas para apresentar esse trabalho a uma audiência pública. As apresentações de síntese de campo de ondas do som de Stonehenge foram apresentadas no Museu de Ciência e Indústria de Manchester e no evento inaugural da Parceria de Pesquisa de Áudio da BBC em Media City: Reino Unido. Uma versão permanente pode ser ouvida em nossos laboratórios de pesquisa acústica no edifício Newton.

Para completar, há vários outros estudos sobre som no Stonehenge ou a partir dele. Esses links estão aqui para direcionar o leitor interessado para outras obras que analisam sons no monumento antigo (em inglês):

. Blocos de pedra de Stonehenge tinham propriedades acústicas, mostra estudo (BBC News – Wiltshire)
. Stonehenge foi construído para o rock? (O guardião)
. O design de Stonehenge foi “inspirado por sons” (BBC News – Science and Environment)
. Avaliação da acústica de Stonehenge (Universidade de Bristol)

Por fim, se você gosta de Stonehenge e autostereogramas, aqui está um estereograma de Stonehenge para você ouvir enquanto ouve as amostras de áudio.

fonte: https://www.salford.ac.uk/research/sirc/research-groups/acoustics/architecture-and-building-acoustics/acoustics-of-stonehenge

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

Mecanismo de Anticítera: Computador mecânico com mais de 2.000 anos de idade!

Posted by luxcuritiba em outubro 30, 2019

piramidal.net | lojapiramidal.com


Encontrado por mergulhadores nas águas do Mediterrâneo em 1901, o mecanismo de Anticítera, enigmática máquina do Universo, é composta por mais de 30 engrenagens de bronze, que, movidas por uma manivela, mostram os surpreendentes acontecimentos do céu. Desde sua descoberta até os dias atuais, este dispositivo astronômico desafiou e desafia pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento a compreender sua estrutura, funções e finalidades.

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

O Mistério dos antigos Grampos de Metal

Posted by luxcuritiba em agosto 1, 2019

piramidal.net | lojapiramidal.com

Tecnologia Avançada perdida que a ciência moderna Ainda não pode explicar

Antigos grampos de metal descobertos em megálitos, templos e outros monumentos pré-históricos no mundo são um dos maiores mistérios antigos ainda não resolvidos de todos os tempos.

Por que os construtores usaram ou precisaram de grampos de metal para manter grandes blocos de pedra no lugar? Como é que esta tecnologia se espalhou para o Egito, Peru pré-colombiano e Camboja antigos? Estes países estão separados por milhares de quilômetros.

Quem ensinou os nossos antepassados como usar esta tecnologia? O uso de grampos de metal em encaixes foi descoberto em Tiahuanaco, Ollantaytambo, Koricancha e no sítio de Yuroc Rumi, Vilcabamba.

Esses grampos também foram utilizados no Parthenon, em edifícios na Mesopotâmia, Egito e Camboja.

Alguns cientistas sugeriram que os grampos eram para uso cerimonial. Outros pesquisadores acham que grampos de metal antigos serviram para manter os blocos juntos na posição correta. Várias marcas mostram que grampos de metal destinavam-se a juntar enormes blocos de pedra que nossas máquinas modernas não podem levantar.

Infelizmente, muito poucos dos grampos sobreviveram. Os espanhóis removeram muitos grampos, pensando que poderiam ser ouro.

Alguns podem de fato ter sido decorados com prata e ouro, porque está bem documentado que exércitos inteiros começaram a demolir essas estruturas, apenas para retirar os grampos.

Os grampos de Pre-Columbianos da América do Sul que foram examinados mostram que eles sejam feitos de uma liga muito incomum – 2,05% arsênico, 95,15% de cobre, 0,26% de ferro, 0,84% de silício e 1,70% de níquel.

Esta composição é particularmente interessante porque não há nenhuma fonte de níquel em qualquer lugar na Bolívia.

No início, os arqueólogos acreditavam que grampos foram trazidos para serem colocados nessas ranhuras, mas exames recentes revelaram que o metal foi vertida nesses recortes, o que significa que os construtores tinham fundições portáteis.

Os metais utilizados só poderiam ser fundidos a temperaturas muito elevadas; temperaturas que os antigos (até onde temos conhecimento) não eram capazes de conseguir.

A liga rara de bronze-níquel arsénio requer temperaturas extremamente altas.

Os suportes de Puma Punku, quando analisados, mostraram platina, um metal que só derrete a 1753 °C, e alumínio, que supostamente não foi descoberto ou produzido em quantidade até o século 19.

https://mestresdosandes.wixsite.com

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

Estação extra-terrestre no Egito | Episódio completo | Alienígenas do Passado | History

Posted by luxcuritiba em maio 1, 2019

piramidal.net | lojapiramidal.com

Aproveitem enquanto não é retirado do Youtube. Canal oficial do History. Disponível por tempo limitado.

O especialista em vida extraterrestre, Giorgio A. Tsoukalos analisa evidências de presença alienígena no antigo Egito.

Posted in Tecnologia Antiga, Textos sobre pirâmides | Leave a Comment »

(vídeo) Conferência: Construindo as pirâmides do Egito com pedras artificiais (em inglês com legendas)

Posted by luxcuritiba em fevereiro 25, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Desde a década de 80 o Prof. Davidovits, tem estudado e demonstrado como os povos antigos já sabiam como fazer um concreto muito melhor que o nosso atual, sem usar o cimento que usamos. Utilizavam o chamado geopolímero, que resultava em concretos com muito mais resistência mecânica e durabilidade que os nossos atuais, tanto é que até hoje existem locais com este material, com mais de 20.000 anos de idade. Ele inclusive desenvolveu a teoria de que as pirâmides famosas do Egito, as três grandes foram construídas com este material. Vale a pena assistir ao vídeo onde ele explica tudo isto. Interessante que já temos profissionais pesquisando no Brasil este concreto, nas Universidades, nos cursos de mestrado, doutorado, mas por que ainda não divulgam para a comunidade técnica é um mistério. Ou será que o monopólio dos cimentos atuais não deixa? Por que temos que aceitar obras com vida útil tão curta, 50 a 100 anos apenas? E, por que temos que calcular estruturas de concreto armado com Fck (resistência) ainda baixos, na faixa dos 30 MPa? Quem lucra com isto?

O Prof. Joseph Davidovits apresenta, nesta conferência de 1h20 de duração, sua famosa teoria sobre como as pirâmides egípcias foram construídas com calcário re-aglomerado.

Esta conferência foi gravada em 2008, representando o conhecimento dessa época. Desde então, estudos científicos recentes usando equipamentos muito poderosos e modernos encontraram a evidência final de que as pedras das pirâmides são sintéticas. Leia mais em https://www.geopolymer.org/pyramids

Acreditar na teoria da pedra artificial, ou contrariá-la, simplesmente não é mais relevante.
Tornou-se uma verdade, um fato.

FAQ para apoiadores de pedra artificial: https: //www.geopolymer.org/archaeolog …

Você pode comprar o último livro: “Por que os faraós construíram as pirâmides com pedras falsas”, em papel e ebook, nesta página: https://www.geopolymer.org/shop.

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

Atlântida: A Cidade Perdida – Documentário

Posted by luxcuritiba em janeiro 9, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

Excelente documentário. 1h33min. Sobre civilizações antigas, cidades que poderiam ter sido as origens de Atlântida, ou o que restou dela, povoadas pelos poucos sobreviventes ao holocausto. Estaria Atlântida soterrada sobre um imenso pantanal? Seria o símbolo judaico, o candelabro de 7 pontas, um símbolo abreviado da Atlântida? Seriam os judeus descendentes atlanteanos? Muitas informações para mexer com a sua cabeça! Assista e tire suas próprias conclusões.

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Construções Antigas, Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

Como estruturas romanas permanecem tantos séculos em pé?

Posted by luxcuritiba em julho 9, 2017

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

O segredo é um material especial – um concreto à base d’água que fica mais forte com o passar do tempo

Por Bruno Vaiano

Quase dois mil anos após o final de sua construção, em 128 d.C., o Panteão de Roma está de pé e muito bem, obrigado. Seu pórtico, com oito colunas coríntias de granito, sem dúvida é épico. Mas nada supera sua cúpula de concreto, com 43,3 metros de altura e – para agradar os amantes de proporções – 43,3 metros de diâmetro. É a maior estrutura de concreto não-reforçada do mundo.

Nas palavras do site romanconcrete.com (que, acredite se quiser, é inteirinho dedicado ao tema): “o prédio foi todo construído sem o reforço de vigas de aço para resistir a rachaduras por tensão. É incrível que um domo de concreto desse tamanho tenha durado séculos. Hoje, nenhum engenheiro ousaria construir uma estrutura dessas (…) Códigos modernos da prática da engenharia não permitiriam esse descuido.”

O que deixa no ar uma pergunta: como é que esse milagre arquitetônico sobreviveu a tudo – das invasões bárbaras às duas guerras mundiais – e continua em uso atualmente?

A versão curta da resposta é surpreendente: água do mar. Quem está atrás da versão longa é a geóloga Marie Jackson, da Universidade de Utah. Ela começou sua pesquisa dando uma olhada na lista de ingredientes dos templos, portos e aquedutos romanos que resistiram por séculos. Já se sabia há algum tempo que os ingredientes básicos do concreto da antiguidade eram cinza vulcânica, óxido de cálcio, água salgada e pedaços maiores de rochas vulcânicas.

Depois, Jackson e sua equipe decidiram olhar mais de perto as reações químicas que ocorriam no material após sua consolidação – afinal, a receita em si não basta para explicar a durabilidade: diferentes composições podem resistir melhor ou pior à passagem do tempo. Foi aí que veio a revelação. Com o passar dos anos, a água reage com o material vulcânico, e esse tipo de corrosão, em vez de enfraquecer a estrutura, aumenta sua rigidez.

Mágico, principalmente em cidades litorâneas. Afinal, água mole em concreto romano tanto bate que deixa ele… ainda mais forte. Pena que essa lista de elementos é bastante genérica. A receita detalhada, que seria muito útil para uma série de aplicações contemporâneas, se perdeu. “A pesquisa abre uma perspectiva completamente nova sobre como o concreto pode ser fabricado. Fenômenos que hoje consideramos corrosão na verdade podem produzir um cimento mineral extremamente benéfico e aumentar a resiliência com o passar do tempo”, afirmou Jackson ao jornal britânico The Guardian.

Do ponto de vista técnico, o segredo é um minério razoavelmente difícil de se produzir em condições experimentais. Seu nome é torbemorita, e, conforme já mencionado, ela nasce de uma reação que produz calor entre a água, o óxido de cálcio e a cinza vulcânica – que, em geral, consiste em minúsculas partículas de vidro. A fórmula da torbemorita não é nada inocente – Ca5Si6(O; OH)18 · 5H2O segundo o Handbook of Mineralogy –, então a SUPER não vai tentar aflorar seus traumas de ensino médio colocando a reação completa por aqui.

O importante para quem não gosta de química é que essa reação ocorria logo nos primeiros anos de consolidação do material, e eventualmente parava. Mas Jackson percebeu que, em estruturas da antiguidade clássica que passaram os últimos dois milênios em contato com a água do mar, a torbemorita na verdade continuava se formando sem interrupção – dessa vez em dupla com outro mineral, chamado phillipsita (o nome curioso é uma homenagem ao geólogo inglês William Phillips).

No artigo científico, publicado no periódico American Mineralogist, ela e sua equipe estabeleceram que conforme as ondas dissolvem os cristais e vidros vulcânicos originais, eles são substituídos em uma lenta e eterna reação química por cada vez mais torbemorita e phillipsita. “Há muitas aplicações possíveis, mas precisamos de mais trabalho para recriar essas misturas. Já começamos, mas precisamos de ajustes mais delicados”, afirmou a pesquisadora. “O desafio é desenvolver métodos que usem produtos vulcânicos comuns – e é exatamente isso que estamos fazendo agora.”

http://super.abril.com.br/ciencia/como-estruturas-romanas-permanecem-tantos-seculos-em-pe/

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

Civilização anterior a era do gelo é encontrada no fundo de um lago

Posted by luxcuritiba em agosto 7, 2016

piramidal.net | lojapiramidal.com

Civilização anterior a era do gelo é encontrada no fundo de um lago

compartilhar

As enigmáticas estruturas submarinas com 10.000 anos de idade são consideradas por muitos como a prova definitiva de uma civilização há muito tempo perdida que habitava a região antes da última Idade do Gelo.

Há evidências de culturas antigas perdidas em todo o globo. Prova de tais culturas foram encontrada debaixo do Lago McDonald quando mergulhadores tropeçaram em estruturas subaquáticas misteriosas em Ontário Canadá.

A descoberta foi feita a uma profundidade de 40 pés, quando os mergulhadores estavam participando de um projeto submarino único em Haliburton Forest em uma Reserve da Vida Selvagem . Inicialmente, os pesquisadores acreditavam que as estruturas em formas estranhas eram uma versão sofisticada de uma “perched erratic” moldadas no local por geleiras há milhares de anos.

No entanto, tudo mudou quando os mergulhadores avaliaram a estrutura com mais detalhes. Vários cientistas e geólogos estudaram o conjunto de rochas nos arredores e chegaram à uma conclusão definitiva. As estruturas de sete monólitos gigantescos foram o resultado da atividade humana, e não da mãe natureza.

Para entender como essas estruturas chegaram onde estão hoje, os especialistas fizeram algumas contas, e chegaram a uma conclusão final se havia alguma possibilidade dessas 7 pedras enormes terem caído de algum lugar uma em cima da outra criando uma estrutura perfeita . Os números não mentem, a estatística mostra que é quase impossível para 4 pedras formarem uma estrutura natural, imagine as chances de sete pedras cairem na posição e no momento perfeito para criar uma estrutura do tipo, (como é retratada na imagem) é algo praticamente impossível.

Depois de riscar da sua lista a teoria de que esta era uma formação natural, os pesquisadores realizaram estudos adicionais à procura de sinais do uso de ferramentas, imagens decorativas ou outros sinais de intervenção humana.

Os investigadores descobriram que a camada de sedimentos que cobria a superfície indicava que nenhum humano tocou a estrutura por um tempo muito longo.

Civilização anterior a era do gelo é encontrada no fundo de um lago 2

Esta descoberta levantou inúmeras perguntas ao longo do tempo. Quem eram essas pessoas misteriosas? O que aconteceu com elas? E como é que eles conseguiram essas pedras megalíticas, além de transporta-las e colocá-las em posição?

Muitos visitantes de Haliburton Forest, que viram as imagens do monte de pedras têm comentado sobre isso, e sua aparência equilibrada e atrativa. A superfície da parte superior da rocha esta em um nível quase perfeito. Muitos têm apontado que essa estrutura é muito semelhante com a estrutura do artico chamada de “Inukshuk”.

Pesquisadores descobriram evidências de que partes do Leste, da América do Norte, passaram por secas de proporções cataclísmicas por volta de 9000 e 7000 aC.

Especialistas apontam para o fato de que, no passado distante, condições áridas governaram, e nisso os níveis de água nos Grandes Lagos estavam em torno de 50 metros mais baixos . Os pesquisadores também descobriram que os lagos interiores como o Lago McDonald experimentaram um fenômeno semelhante.

Uma das maiores questões que permanecem é por que as antigas culturas que habitam a região ergueram esse enorme monumentos a milhares de anos atrás ? No fim, como eles fizeram isso continua a ser outro profundo mistério.

Os especialistas também descobriram que no passado distante, o lago McDonald não era um lago, mas parte de um sistema antigo de rio que por milênios canalizava o degelo glacial ao sul.

Embora ainda hajam muitas pesquisas que precisam ser feitas, descobertas como esta são a prova definitiva de que á dezenas de milhares de anos atrás, culturas antigas em todo o mundo eram muito mais avançado do que os estudiosos tradicionais hoje estão dispostos a aceitar.

Talvez esta estrutura, em conjunto, com outras características inexplicáveis ao redor do mundo são a prova final de que existe uma era perdida há muito tempo na história da humanidade.

Fonte:
http://www.ancient-code.com
http://m.new-age-gamer.com

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

As 2 civilizações alienígenas antigas que ajudaram a moldar a civilização humana

Posted by luxcuritiba em agosto 7, 2016

piramidal.net | lojapiramidal.com

As 2 civilizações alienígenas antigas que ajudaram a moldar a civilização humana

compartilhar

A queda da historia convencional da humanidade

A queda da historia mainstream está prestes a acontecer, provas e mais provas estão surgindo a cada dia, de que alguma coisa realmente aconteceu no passado entre os humanos e os extraterrestres.

É a civilização humana o resultado da evolução natural? Como é possível que em um ponto na história, as pessoas estão vivendo em cavernas, e de repente culturas antigas começaram a construir cidades complexas e monumentos maciços ao redor do globo? O que pode ser atribuído a este salto tecnológico gigantesco para a frente? Muitas pessoas concordam que antigas civilizações alienígenas intervieram no passado distante e ajudaram a “forjar” a civilização humana.

Há milhões de pessoas em todo o mundo que acreditam firmemente que a humanidade não foi o resultado da mãe natureza. Assim como a teoria do antigo alienígena propõe, há uma montanha de evidências que aponta para o fato de que nosso planeta tem sido visitado por civilizações altamente avançadas milhares de anos atrás. Essas civilizações extraterrestres ajudaram a modificar nossa civilização, alterando nossos genes e ajudando o homem antigo a avançar através da história em um ritmo acelerado.

Os principais cientistas não conseguem explicar como é possível que a civilização na Terra passou a existir de repente. Em um ponto na história, os estudiosos tradicionais afirmam que o homem primitivo vivia em cavernas, e a próxima coisa que sabemos é que grandes culturas começam a subir nas Américas e na antiga Mesopotâmia construindo grandes cidades, e erguendo algumas das estruturas antigas mais magníficas (que hoje são quase impossiveis de serem replicadas) descobertas na superfície do nosso planeta.

Como isso pode ser explicado racionalmente? É apenas mais um processo natural? Se assim for, como é que o homem de hoje parece estar avançando em um ritmo muito mais lento? É possível – como a teoria dos antigos astronautas propõe – que as culturas humanas iniciais eram de fato visitadas por alienígenas no passado distante? E é possível que estas civilizações extraterrestres ajudaram a impulsionar a humanidade para o futuro?

Existem incontáveis textos antigos que contam a história de como “deuses” vieram dos céus. Não importa onde você olhe, desde os antigos egípcios para o Maya antigo, culturas antigas descrevem a chegada dos deuses poderosos em veículos ‘celestiais’. Mas são essas histórias mitos? Ou é possível que haja alguma verdade neles?

Hoje, as pessoas que estudam e analisam os OVNIs e fenômenos alienígenas na Terra concordam que existem vários seres alienígenas que estão andando entre os seres humanos. Com a enorme quantidade de documentos liberados sobre OVNIs disponibilizados nos últimos dois anos, é apenas uma questão de tempo antes que os governos confessem o que milhões de pessoas ao redor do mundo têm especulado há décadas: Temos sido visitadas por civilizações muito superiores de outros lugares no cosmos.

Mas, se temos sido visitados por alienígenas no passado? Que tipo de seres eram eles? Será que eles têm um nome? Com o que eles se parecem?

Neste artigo, vamos dar uma olhada em duas das civilizações alienígenas antigas mais influentes que podem ter contribuído diretamente para o avanço acelerado da raça humana.

Anunnaki_Tree_of_Life

Anunnakis

Uma das mais controversas espécies exóticas que visitaram a Terra são os Anunnakis.

Annunaki é o nome dado a uma raça de extraterrestre pelos sumérios. Estes seres chegaram de um planeta chamado Nibiru que, alegadamente, se aproxima de nosso sistema solar a cada 3600 anos. Anunnaki significa: “aqueles que do céu desceu à terra.”

De acordo com as tábuas sumérias traduzidas por Zecharia Sitchin, o Anunnaki misturou seus próprios materiais genéticos com os primeiros seres humanos para criar uma raça de escravos.

Dadas as diferenças tecnológicas radicais e de conhecimentos entre os Anunnaki e os primeiros seres humanos, acredita-se que o homem antigo considerava os Anunnakis como deuses, que vieram dos céus dizendo um dia voltar à Terra.

Nas representações antigas, os Anunnakis foram apresentados tendo uma forma humanóide, embora haja uma série de diferenças visíveis entre os humanos e os “deuses”. As características faciais dos Anunnakis são sempre bem escondidas graças às grandes barbas.

01 Anunnaki - Earth

Outro objeto especificamente presente na arte antiga Suméria é a pulseira misteriosa, estranhamente parecida com relógios de pulso dos tempos modernos. Este tem sido interpretada por muitos estudiosos como pulseiras simples, sem maior importância, ainda que, por alguma razão, este ‘dispositivo’ misterioso esteja presente em quase todas as representações dos deuses Anunnakis.

A “bolsa” misteriosa dos antigos Anunnakis é sem dúvida um dos traços mais misteriosos que são representados com os Anunnakis.

De acordo com Sitchin, e outros pesquisadores, a “bolsa” misteriosa é uma espécie de caixa de onde os antigos Anunnakis depositam a chamada Água da Vida, algo como um “Banco de Genes” usado em seus experimentos genéticos.

01-grey-alien

Os Greys

Mas os Anunnakis antigos não são as únicas espécies que já visitaram a Terra no passado distantes. Além dos Anunnakis, alienígenas conhecidos como os ‘Greys’ também visitaram a Terra no passado, e possivelmente ainda nos visitam. Isso pelo fato que muitas pessoas que são abduzidas retratam estas criaturas …

Os alienígenas “cinzentos” são uma das mais famosas espécies alienígenas do século 21. Existem dois tipos de extraterrestres “Greys”. Os Greys pequenos são ditos possuir uma cabeça extremamente grande, olhos amendoados, e pequenos corpos. Os pequenos seres cinzas dizem ser clones de outra espécie conhecida como Greys altos. De acordo com ufólogos e pesquisadores, sua população é de fato muito pequena e é por isso que eles têm inúmeros clones entre eles.

No último par de décadas, os pesquisadores têm se deparado com um grande número de evidências que apontam para vários fatos interessantes, e inacreditáveis:

Muitas nações na Terra, entre eles os Estados Unidos da América têm feito vários acordos com os Greys. O acordo era simples: a tecnologia alienígena foi dado para a humanidade e, em troca, os governos concordaram em não interferir com os planos operacionais alienígenas na Terra. Estes acordos foram feitos em 1934, 1964 e 1972.

No entanto, assim como os antigos Anunnakis, os extraterrestres cinzas (ou Greys) visitaram a Terra há milhares de anos. Pinturas rupestres na região de Kimberley de quase 5.000 anos de idade poderiam ser as primeiras representações dos Greys já descobertas.

http://m.new-age-gamer.com

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Tecnologia Antiga | 1 Comment »

O computador mais antigo da humanidade foi criado há 2.000 anos!

Posted by luxcuritiba em julho 6, 2016

piramidal.net | lojapiramidal.com

O computador mais antigo da humanidade foi criado há 2.000 anos

compartilhar

Por definição, computadores são máquinas capazes de tratar informações de maneira automática ou de processar dados. Com isso, é possível afirmar que o primeiro PC já registrado pelo humanidade data de 60 a.C., há mais de 2 mil anos.

O computador em questão se chama Máquina de Anticítera e foi descoberto há 115 anos na ilha grega homônima, Anticítera. O PC possui 30 engrenagens, porém, até o momento, ninguém sabia direito qual era a função da máquina. Até agora, já que novas pesquisas que foram publicadas estão indicando um caminho bem interessante.

Como noticiado pela Reuters, pesquisadores da Universidade de Cardiff disseram que a máquina é uma calculadora astronômica utilizada pelos gregos antigos para traçar o movimento do Sol, da Lua e de planetas, além de prever eclipses. Ainda, os pesquisadores comentam que o computador também poderia ser usado para “adivinhar a sorte”.

“Isso confirma que o mecanismo exibia planetas, além de mostrar a posição do Sol e da Lua no céu”, comentou Mike Edmunds, professor da astrofísica em Cardiff, ao comentar uma análise de inscrições minúsculas nos fragmentos restantes do PC.

O computador mais antigo da humanidade foi criado há 2.000 anos 2

Eclipses

Edmunds está estudando a máquina há 12 anos e notou o seguinte sobre eclipses e predição: “Não sabemos bem como interpretar isso, mas pode remontar às insinuações de que a cor de um eclipse era uma espécie de presságio ou sinal. Certas cores podem ser melhores para o que está por vir do que outras”, disse durante apresentação, e completou: “Se for isso, e estivermos interpretando corretamente, esta é a primeira ocasião em que encontramos qualquer menção real de astrologia, em vez de astronomia, no mecanismo.”

Como nota a Reuters, mesmo com a possibilidade de os gregos tentaram “adivinhar o futuro” com o computador, o objetivo primordial era astronômico, não astrológico. Alexander Jones, professor de história do Instituto Para o Estudo do Mundo Antigo, de Nova York, disse o seguinte sobre o PC: “Os textos serviam para ajudar o observador a entender o significado de todos os diferentes pontos e indicadores, o que isso lhes ensinaria sobre o cosmo em que vivem e sobre como, através de ciclos de tempo, isso se relaciona com suas vidas”.

http://www.tecmundo.com.br

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Tecnologia Antiga | Leave a Comment »

 
%d blogueiros gostam disto: