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Archive for the ‘Textos sobre pirâmides’ Category

Pirâmide de 21 metros na zona sul de Porto Alegre

Posted by luxcuritiba em dezembro 26, 2017

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Líder religiosa mantém 20 templos de diferentes religiões no bairro

Uma pirâmide de 21 metros de altura desponta em meio à vegetação na zona sul de Porto Alegre. Não é de pedra nem tem mais de 4,5 mil anos, e sim metálica. Equiparável a um prédio de sete andares, é mantida por uma mulher que costuma jogar os cabelos loiros com mechas brancas e vermelhas para os lados com meneios rápidos da cabeça. Ela olha para você e, decidida, já diz alguma coisa poucos segundos depois:

– Você está estressado.
– Ahm, é, s-sim!
– Você precisa escrever um livro.
– Ééé…
– Cuidado com um acidente na viagem para Santa Catarina.
– Oh.

A capacidade de adivinhar tudo assim é um reflexo do aprendizado de Maria Correa dos Santos, mais conhecida como Mestra Tala, ao longo de seus 62 anos de vida. Ela capta bem o jeito e o comportamento dos seres humanos. Ou, muitos dizem, trata-se de uma vidente. Não à toa, Mestra Tala recebe governantes e artistas em busca de orientações. Ela não revela quem são, mas até governadores estão na lista.

Mestra Tala vive e atende sua clientela em um canto tranquilo e bucólico no bairro Lami, distante 30 quilômetros do centro de Porto Alegre. Trata-se de um terreno ecumênico, sincrético – por isso Mestra Tala se denomina uma “líder religiosa universalista”.

Bem, a pirâmide. Chama-se Pirâmide das Curas Mãe Gedi e fica em cima de um monte de cristais, que servem para ampliar a energia na estrutura. Tala conta que teve uma visão da pirâmide em 1972, época em que o ponto exato onde a construção está hoje era um banhado. Há quatro faces perfeitas na pirâmide, dedicadas à água, ao fogo, à terra e ao ar. No topo, um cristalzão pende, amarrado, e também serve para ampliar a energia.

Mas por que tanta energia? É para curar. Mestra Tala pega você e o senta em um sofá em forma de flor de lótus e você fica ali, ouvindo a natureza e a voz de Mestra Tala ricocheteando que nem pluma em algodão pelas paredes da pirâmide e então, já viu, você pode dormir, mesmo. Se há algo que emana de todos os lados, mais do que energia, é a paz – que em um dia quente e ventoso pode ser ainda mais sonolenta. E é assim que se começa uma cura.

No espaço são tratadas doenças psicossomáticas, males provocados pelo consumo de álcool e drogas e enfermidades gerais do corpo. Mestra Tala reforça que tem “verdadeiro fascínio pela cura”. Está sempre preocupada com os joelhos das pessoas – em nossa visita, no último dia 5, apontou para que eu, o fotógrafo Diego Vara e o motorista José Carlos Militão cuidássemos dessa parte do corpo. Mas deixa claro: “Não estamos aqui para fazer o trabalho dos médicos, mas para ajudar as pessoas a encontrar o seu equilíbrio interior e poder absorver na integralidade o que o tratamento clínico pode lhes dar”, pondera.

Aí, uma grande aranha preta atravessou o chão da pirâmide. Mestra Tala a acompanhou com os olhos. Sorriu:

– Estamos no meio do campo, né?

Então fomos para o campo. No entorno da pirâmide há outros 20 templos. Tem um dedicado à maçonaria, outro a religiões indianas, rituais aborígenes, cristianismo… Todos guardam uma infinidade de imagens, estátuas e artigos trazidos de diversos pontos do mundo pela mestra. O conjunto todo se chama Templo Universal da Paz Pai Francisco de Luanda, e foi fundado em 1950 pelo pai dela, Luis Carlos Correa da Silva. A base é a umbanda branca. Um plano para o futuro é construir uma mesquita islâmica.

– É a única religião que ainda não tem – explica.

O dinheiro que financia tudo isso vem dos búzios e das cartas jogadas por outros mestres e médiuns que trabalham no local. Os tratamentos de saúde são gratuitos, reforça Tala.

Naquela sexta-feira, fazia um calor egípcio. Ao circular pelo terreno, Mestra Tala entrou em um templo colorido enfeitado por objetos indígenas. Era o Templo Xamânico, um dos mais interessantes do conjunto todo. O chão é de terra e, no meio, em um buraco redondo cercado por uma mureta, descansam galhos secos de plantas aromáticas. Tala riscou um fósforo. O fogo que tomou conta do templo deixou tudo tão quente, mas tão quente, que do lado de fora parecia que a primavera havia se transformado em outono.

Foto: Diego Vara

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Dica de livro: The Secret History of Ancient Egypt, de Herbie Brennan.

Posted by luxcuritiba em dezembro 26, 2017

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Dica de livro:
The Secret History of Ancient Egypt, de Herbie Brennan.
O autor de “The Atlantis Enigma” apresenta novas teorias sobre os mistérios do antigo Egito em um estudo que traça a ascensão e queda desta civilização tecnologicamente avançada e compartilha idéias provocativas sobre ciência e tecnologia egípcias antigas, as origens das pirâmides, a Esfinge e Mais.
Editora: A Berkley Book
Ano: 2001
Estante: História Geral
Páginas: 245
Idioma: Inglês

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Cientistas demonstram como as Pirâmides podem produzir energia! (vídeo)

Posted by luxcuritiba em dezembro 26, 2017

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As investigações de Christopher Dunn sobre a Pirâmide de Quéops o levaram a pensar que a pirâmide poderia gerar eletricidade atuando como um grande reator movido a hidrogênio. Para sustentar estas alucinantes declarações há uma serie de elementos estranhos e ocultos na grande pirâmide, ou conhecidos, mas muito mal interpretados pelos historiadores. São as pirâmides muito mais antigas do que nos tem contado? Eram usinas de energia, projetadas por uma civilização desconhecida pela história oficial?

Veja o vídeo em espanhol do canal Vm granmisterio no Youtube:

Veja também:

● A usina de força de Gize, parte 1: https://wp.me/peNta-ut

● A usina de força de Gize, parte 2: https://wp.me/peNta-yT

● Magníficos artefatos em pedra: evidência de uma cultura preexistente: https://wp.me/peNta-Fx

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Escritor quer construir pirâmide em Dourados

Posted by luxcuritiba em dezembro 11, 2017

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Merlinton João Braff diz que empreendimento constituirá em um instrumento de iluminação, saúde, paz e harmonia para a comunidade

O escritor e membro da Academia Douradense de Letras (ADL), Merlinton João Braff está empenhado na construção de uma pirâmide em Dourados.

Para tanto, ele diz que será necessário criar uma fundação com estatuto, diretoria e capital.

“A finalidade da fundação é de receber doações que possibilitem a compra do terreno, construção e manutenção. Este investimento constituirá em um riquíssimo instrumento de iluminação, saúde, paz e harmonia para a comunidade e para os visitantes que passarem por Dourados. Desta forma, fica a convocação direcionada para o poder público e as pessoas ou entidades que queiram participar de um bem comum, doando valores para que essa fundação possa sair do papel”, esclarece, observando que a dimensão da pirâmide deve ter 23, 23m e a altura de 14,77m. A face triangular deve medir 18,7m; as quatro arestas medem 22,09m cada uma e a diagonal da base mede 32,85m.

Merlinton calcula que a capacidade da pirâmide quando tiver concluída deve reunir até 530 pessoas distribuídas pelos três pisos (base, um terço e dois terços da altura).

“Não incluindo o edifício de 625 metros quadrados, que tem 5m de altura, abaixo do nível da base da pirâmide. Está provado que um fluxo de energia atuante no interior de uma pirâmide, com a proporção e orientação exatas, procede do Sol e flui do Oeste para o Leste. Portanto é desejável evitar obstáculos metálicos do lado ocidental da pirâmide. A orientação deve observar os quatro pontos cardeais, ou seja, prolongando os lados Norte-Sul, passa pelos pólos de rotação terrestre e não pelos pólos magnéticos. Há quem diga que a orientação de pirâmide deva ser a magnética”, esclarece.

A escolha do terreno deve atender as especificações próprias, podendo estar localizado no perímetro urbano de Dourados ou uma área rural da região. “O terreno deve ser elevado de acordo com o relevo natural; além disso, no sentido leste-oeste, se houver declividade, que seja do imóvel para o oeste. A dimensão mínima deve ser de 50m de largura por 50m de comprimento. A nossa pirâmide deve repousar sobre um edifício-base com altura de 5 metros para maior garantia de que não haja obstáculos ao funcionamento das suas energias; além disso, a parte térrea trará mais relevância para a pirâmide e será aproveitada com outras atividades afins como locais para museu ou escolas de filosofia, mistérios, artes”, afirma.

Segundo Braff, a altura da pirâmide, acima do piso sobre o edifício térreo é 14,77m; equivalente a 1/3 de altura é 4,92m.

“Neste nível, a energia da pirâmide é mais concentrada, desidratando a matéria orgânica, como também acontece em pequenas pirâmides, desde que estejam em conformidade com as mesmas proporções e alinhamento. Em qualquer posição dentro do espaço da pirâmide existe a energia benéfica que não permite a deterioração dos alimentos, além de outras virtudes”.

A sustentabilidade marca presença no projeto na edificação da pirâmide.

“As paredes inclinadas e os pisos podem ser construídas em concreto, mas como não podem conter metal, podem ser armadas com bambu e terem as formas abobadadas, de tal forma que na superfície superior sejam planas e na inferior sejam côncavas. Deve-se estudar a aplicação de isopor no concreto onde for necessária mais leveza e menos resistência. Nos arredores da pirâmide, a área pode ser preenchida com arvoredo, banco para descanso, jardins e concha acústica”, detalha.

http://www.progresso.com.br/especiais/d-mais/escritor-quer-construir-piramide-em-dourados

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Como construir uma pirâmide de Quéops nos dias atuais?!

Posted by luxcuritiba em dezembro 10, 2017

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As explicações neste artigo são excelentes, mas todos esses números caem por terra ao se considerar a explicação dada pelo Dr. Joseph Davidovits e Margie Morris, já em 1988 (há quase 30 anos!), no livro As Pirâmides – a Solução de um Enigma. A explicação é extremamente simples: Os blocos que formam as pirâmides foram CONFECCIONADOS no local definitivo, usando formas de madeira, de forma semelhante como são construídos blocos de concreto hoje em dia. Em breve estarei publicando um post com mais destalhes sobre isso.

A teoria sobre as pirâmides jamais vista nos livros de história

A pirâmide de Gizé possuía 230m de lado e 146m de altura quando foi construída. Suas paredes possuem inclinações precisas de 51º51’14”. Seus blocos de pedra são encaixados milimetricamente, sem espaço para passar um mero pedaço de papel. Possuem câmaras e túneis de acesso que não foram escavados, mas sim deixados vazios durante o processo de construção (ou seja, foram planejados antes da construção) e que são elaborados com precisão absoluta. Sabe-se que as pirâmides foram construídas utilizando-se aproximadamente 80% de pedras de calcário rochoso, de pedreiras distantes cerca de 60-80km do Cairo, e que 20% de sua estrutura foi composta de pedras nobres, em especial o Alabastro e o Mármore Negro, trazidas da pedreira de Assuã, localizadas a cerca de 725km de Gizé, através do Nilo.

Cálculos Iniciais

Usando a fórmula do volume de uma pirâmide, temos (B x H )/3 = 2.556.850 m3 de pedra. Não estou levando em consideração as câmaras e túneis dentro da pirâmide, apenas o volume “bruto” dela para fins de orçamento aproximado. A maior parte do volume da pirâmide é construído com blocos inteiros de Calcário Rochoso. O calcário possui densidade 2,8, portanto, temos que o peso estimado de uma pirâmide é 7.159.150 toneladas, dos quais 1.431.830 toneladas (revestimentos e pedras nobres) vieram de Assuã de barco e 5.727.320 toneladas vieram de pedreiras próximas, localizadas a até 80km de distância. Destes blocos de calcário, cerca de 6% em peso é constituído de blocos de 70 toneladas (aproximadamente 5.000 blocos) e teremos de pensar em uma maneira de extraí-los e transportá-los da pedreira até nossa obra.

A primeira coisa que precisamos verificar são as pedreiras de calcário rochoso. Analisando algumas das maiores pedreiras de calcário do Brasil, consegui as seguintes informações: De acordo com a ABRACAL (Associação Brasileira de Produtores de Calcário), uma pedreira de 6 hectares produz cerca de 14.000 toneladas de blocos no tamanho adequado por ano.

Com dois telefonemas para alguns amigos que trabalham no Cairo, consegui a informação que as pedreiras que os “egípcios” utilizaram para obter os blocos (Toura e Maadi) não tinham mais do que 28 hectares somadas (e isso são pedreiras grandes, relativamente falando). Fazendo uma regra de 3 básica, temos uma produção de 65.000 toneladas por ano de blocos.

De posse destes dados, temos que apenas para extrair todas as pedras para montar a Pirâmide, utilizando-se de equipamentos de 2008, levaríamos 82 anos. Uma conta simples que já destrói completamente qualquer hipótese das pirâmides terem sido construídas em 20 anos…

Mas o faraó Del Debbio I tem pressa !!! Queremos construir a pirâmide no mesmo período de tempo alegado pelas lendas. Se um bando de egípcios seminús de 4.000 AC conseguiu, nós vamos conseguir também!

Procurando minas de calcário

Em 2000, a produção total de calcário no estado de São Paulo foi de 3.230.000 toneladas, dos quais apenas 16% nos tamanhos adequados para a construção dos blocos de 2,5 ton mínimos (pouco mais de 516.800 toneladas por ano). Vamos usar TODA a produção de calcário do estado de São Paulo para a construção da minha tumba.

Com TODA a produção de blocos de calcário do estado de São Paulo (que corresponde a cerca de 21% da produção total do Brasil) nas mãos do Faraó Del Debbio I, vamos recalcular o tempo para a construção da Pirâmide:
Com 1.416 toneladas de blocos por dia de produção, precisaremos de 11 anos (4.045 dias) para extrair tudo. Dane-se o estado de São Paulo, o Faraó Del Debbio tem pressa. Temos apenas 20 anos para construir as pirâmides!

Para nossas operações terrestres, usaremos o caminhão 31260E da Volkswagen, o maior e mais poderoso caminhão da linha comercial 2008, que é um dos mais modernos da frota brasileira, capaz de carregar até 31 toneladas por vez. Utilizando-se de guindastes mecanizados do tipo GR 9.000 da Rodomaq, conseguimos colocar um bloco de pedra de 2,5 toneladas dentro do caminhão e ajustá-lo em cerca de 10 minutos, de acordo com o engenheiro responsável.

Um caminhão 31260E carrega até 12 blocos de 2,5 toneladas de cada vez, o que demoraria 120 min para carregá-lo. Supondo uma estrada bem asfaltada, em uma velocidade segura, faríamos o trecho de 80 km em 1h30. Descarregando o caminhão no local da obra e retornando em segurança, todo o processo de ida e volta demoraria 7 horas.

Ao todo, teríamos de carregar 5.383.681 toneladas de pedras em blocos de até 12 toneladas usando nossos caminhões Volkswagen.

Fazendo a divisão de 5.383.681 toneladas por 30 toneladas, temos 179.456 viagens. Levando em conta nossa produção de 1.416 ton por dia, demoraríamos 3.802 dias para fazer todas as viagens (ou 10,5 anos). Para tanto, utilizaríamos uma frota de 30 caminhões (que trabalhariam 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem feriados ou pausas). Não há razão para usarmos mais caminhões, pois estes já estariam trabalhando no limite, já considerados 20% extras para eventuais falhas mecânicas (obrigado pessoal da Brasspress e RodoJumbo pelas informações).

Alguns engenheiros alegaram que estes caminhões trabalhando desta maneira selvagem não durariam 10 anos, então um deles pediu para que ficasse constando que a frota ideal total seria de cerca de 50-60 caminhões, sendo substituída ao longo do tempo.

Os outros 343.640 toneladas em blocos de 70 toneladas seriam um problema. A Granero e outras companhias de transporte que pesquisei carregam até no máximo 60 toneladas indivisíveis em seus veículos e os maiores caminhões da Volvo e Scania carregam apenas 50 toneladas… então teríamos de ir buscar outros caminhões especiais para isso.

Encontramos esta carreta, capaz de carregar até 470 toneladas, mas não achei o nome dela. Para sustentar essa estrutura, a carreta tem 266 pneus, além de outros 30 dos cavalos mecânicos. O veículo tem 93 metros de extensão, 8,70 metros de altura e anda a 5 km/h. Precisamos de uma autorização especial AET e cada viagem pode chegar a custar até R$ 100.000,00

Para carregá-la com os blocos de 70 toneladas (cabem 6 blocos por vez), demoramos cerca de 2h por bloco, ou seja, 12 horas para carregá-la, 16 horas para viajar (totalizando 56 horas por trajeto ida e volta) levando 420 toneladas. Para transportar 343.639 toneladas, precisaremos de 818 viagens, ou seja, 45.808 horas (5,2 anos).

Sabemos que as pedras maiores estão na base da pirâmide, então pelo menos os 5 primeiros anos serão destinados para as pedras de 70 toneladas, então talvez consigamos fazer um “estoque” de pedras de 12 toneladas e 2,5 toneladas para usar no futuro, aumentando assim nossa frota de caminhões 31260E nos primeiros anos e economizando pelo menos uns 3 anos do projeto. Por outro lado, não adianta carregarmos as pedras menores para a pirâmide pois isto atrapalharia o desembarque das supercarretas.

O preço dos materiais, pelas tabelas de 2007, são de aproximadamente 100,00 por tonelada de blocos de calcário e entre 250,00 a 400,00 a tonelada de mármore nobre e alabastro. Mas acho que por ser irmão maçom, eu teria direito a algum desconto. O total estimado, em material apenas, sairia na faixa de 4 bilhões de reais (1% do PIB do Brasil de 2007). Mas isto não inclui nem transporte e nem mão de obra!

Outro dos problemas é como fazer a terraplanagem do terreno. Consultei algumas das empresas de topografia de irmãos e descobri que conseguir um platô que fique PERFEITAMENTE NIVELADO sobre a areia de um deserto é uma tarefa impossível. Pior ainda se planejamos “empurrar” os blocos… o mero deslocamento das pedras já desnivelaria TODO o trabalho executado, e a areia deslocada nunca permitiria um encaixe tão perfeito dos blocos. Ao contrário do que as otoridades querem que vocês acreditem, não basta ir empilhando blocos de pedra sobre a areia, pois com o tempo, a areia cede e toda a estrutura afunda (por exemplo, a torre de Pisa, que nem em areia foi construída). Para se construir em cidades como Santos ou Las Vegas, é necessário consultar engenheiros navais e de estruturas, para indicar as compensações necessárias a serem feitas para se edificar sobre solo tão precário (e estou falando de prédios de 10, 12 andares… a pirâmide tem o equivalente a 49 andares). Em outras palavras, é necessário uma FUNDAÇÂO para manter toda esta estrutura firme (ainda mais que ela não se deslocou um milímetro em 12.500 anos… ops… 6.000 anos).

Muitos teóricos da conspiração (e eu não estou entre eles) afirmam que há uma pirâmide enterrada abaixo da pirâmide, de mesmo tamanho e voltada para baixo, formando um octaedro, para servir como fundação. Isso resolveria nosso problema, mas destruiria de uma vez por todas as teorias de tumba do Faraó e escravos egípcios empurrando blocos… pena que o governo egípcio proíbe qualquer tipo de pesquisa neste sentido, então nunca saberemos a verdade.

De qualquer maneira, os trabalhos de terraplanagem de uma área deste tamanho teriam de ser executados por alguma empresa do porte da Engepar especializada em barragens. O tempo estimado para deixar o terreno preparado para receber a pirâmide girou em torno de 6 meses a 1,5 anos, mas não tive garantias de inclinação de zero graus como na pirâmide. Eu deveria esperar algo em torno de 0,5º a 1,5º de inclinação.

Transporte por rios

Para nossas operações marítimas, vamos usar um dos maiores navios em operações aqui no Brasil, da Hamburg-Süd, chamado “Aliança Brasil PPSO”, com capacidade máxima de 1850 Teus (Teu é uma unidade de medida que representa containers com 20 pés, neste caso, carregados com 14 toneladas), que é um navio com 200m de comprimento, possui mais de 28.000 toneladas de deslocamento e velocidade de 20 nós. Este navio é tão grande que existem apenas 5 em operação neste volume no Porto de Santos (para ter uma idéia de comparação, as caravelas de Cabral carregavam 250 toneladas cada)

As docas do porto de Santos, o maior porto do Brasil, são capazes de carregar em média, 40 containers por hora (ao custo de 70 dolares por container). Um navio do porte do Aliança Brasil demoraria, então, 46 horas para carregar e 20 horas para viajar (em um total de 132 horas entre carregar, viajar, descarregar e voltar). Isso, claro, contando que tivessemos dois portos do tamanho de Santos à nossa disposição.

Carregar 1.431.830 toneladas usando este navio demoraria 55 viagens, ou aproximadamente 310 dias. Menos de um ano. Esta seria a parte mais fácil do projeto.

Faltou um último detalhe. Os blocos das pedreiras são escavados com erro de até 3% em tamanho. Os blocos das pirâmides são PERFEITOS em suas medidas. Eu reclamei com o engenheiro chefe e ele me disse que é possível contratar especialistas para recortar no canteiro da obra com precisão milimétrica, mas este trabalho poderia demorar até cerca de 3 a 12 horas por bloco, para ficar da maneira 100% perfeita que as pirâmides exigem.

Contas rápidas levam ao nosso conhecimento que, para lapidar os cerca de 260.000 blocos das paredes externas, câmaras e túneis, seriam necessários aproximadamente 2.600.000 horas. Com uma equipe de 500 especialistas (ou seja, praticamente todos os especialistas brasileiros), conseguiríamos fazer todo este trabalho em cerca de um ano inteiro. Certamente o faraó Queops tinha especialistas muito melhores que os formados pelo SENAC.

Resolvida a logística de escavações e transporte, vamos colocar os blocos uns sobre os outros:

Precisamos levar todos estes blocos de 70 toneladas, 12 toneladas e 2,5 toneladas até a sua posição na Pirâmide. Sabemos que ela possuía 146m de altura. A hipótese de rampas é ridícula, pois não podemos construir rampas com inclinação maior do que 10%, o que significa que as rampas quando estivéssemos no topo da pirâmide teriam 1,5 quilômetros de comprimento… Uma rampa destas teria 5m x 145m x 1.450m, ou seja, 525.625 metros cúbicos de areia, suficiente para encher 6 maracanãs até a boca de areia. Algum de vocês já foi a um estádio de futebol para ter uma noção de quanta areia é isso?

A maior escavadeira do mundo, a Bagger 288, consegue movimentar 76.445 m3 por dia. Este monstro demoraria uma SEMANA para construir uma rampa como a descrita acima. Supondo, claro, que milagrosamente toda a terra movimentada chegasse ao formato desejado da rampa em um passe de mágica.

Vamos usar guindastes e gruas!

Podemos construir rampas de acesso metálicas para caminhões nos primeiros estágios da pirâmide. Mas com o tempo, eles se tornariam complicados. No primeiro andar, teríamos algo em torno de 53.000 m2 (230×230) para manobrar os caminhões e guindastes GR 9.000, mas certamente precisaríamos usar guindastes para posicionar os blocos da base.

Para posicionar os blocos gigantes de 70 toneladas, usaremos guindastes da Demac ou Lorain (aluguel de 250,00 por hora). Posicionar um bloco de 70 toneladas em um canteiro de obras demora cerca de 2 horas, mas o engenheiro me disse que há erro de até 5% da maneira que escolhi. Podemos medir com sensores de laser (semelhante ao que usam no metrô para alinhar os túneis) mas que mesmo assim o balanço dos guindastes poderia tirar os blocos do prumo. Sugerimos empurrar com um trator, mas a maioria dos tratores empurra até 30 ou 40 toneladas no máximo. Sugeri usarmos nossos peões de obra para empurrar. “Se o faraó conseguiu, eu também consigo” – pensei. E o engenheiro riu na minha cara. Totalmente impraticável.

Pessoas empurrando blocos de pedra na areia fariam no máximo com que elas mesmas afundassem quando começassem a puxar ou empurrar os blocos, sem que ele se movimente. Se usarem troncos para “rolar” as pedras, precisariam pensar em uma maneira de RETIRAR estes troncos debaixo das pedras (embora nenhum botânico que eu contatei conseguisse me indicar uma palmeira que agüentasse 70 toneladas de pressão).

Só para não parecer que eu estou exagerando… 70 toneladas é o peso de 70 fuscas, compactados em um bloco de aproximadamente 2 x 2,5 x 5 m. Se imaginarmos escravos MUITO fortes e marombados, capazes de puxar 200kg cada um, precisaríamos de 350 escravos para puxar cada um destes 5.000 blocos. E estamos falando de PUXAR, porque empurrar é impossível… vamos empilhar 350 homens uns sobre os outros… a última vez que eu verifiquei, dois corpos não ocupavam o mesmo lugar no Plano Material. Então como ajustar a posição milimétrica dos blocos sem empurrá-los?

O segundo problema de empurrar é que isso poderia arrebentar o piso e a terraplanagem. Decidi não me preocupar com estes problemas mundanos e ignorar isto. Concretando o primeiro andar da pirâmide, teríamos uma base forte (desde que ela não cedesse) para continuar subindo.

Resolvido as primeiras etapas da pirâmide, usaremos, então, o modelo de guindaste MC310K12, um dos maiores guindastes em uso aqui no Brasil, para elevar os blocos de 12 e 2,5 toneladas. Ele eleva 12 ton a uma altura de 57,50m, com uma lança de 70m. Com ele, conseguiremos construir até cerca de 50m de altura… só faltam 100m para chegar ao topo.

Neste ponto do percurso, temos um problema, chamado Câmara dos Reis. Há dentro dela uma pedra única de 50 toneladas, de mármore negro vindo de Assuã. Como nenhum guindaste chegaria até a posição onde ela está e as rampas de areia são impraticáveis, optamos por usar um helicóptero militar, mas infelizmente, o maior helicóptero brasileiro, o Baikal, carrega miseráveis 4 toneladas. Mesmo o Mi-26, o maior helicóptero de carga americano, segundo a WFF, carrega apenas 20 toneladas (confesso que isso foi uma surpresa, eu achava que helicopteros carregassem mais peso). Então abandonamos os helicópteros… e aquela história das Pipas do Kentaro levando 11 toneladas me parece cada vez mais história para cético dormir…

Sem helicópteros, tivemos de construir uma rampa, usando estruturas metálicas extra-resistentes combinada com um guindaste na ponta para içar a pedra. Tempo estimado de operação: duas semanas.
Espero que dessa vez eu lembre de colocar um sarcófago DO TAMANHO CERTO, já que o de Quéops é menor do que deveria ser… faraó burro!

Também descobri que existe uma grua nova na Espanha chamada Potain MD1400, a maior grua em atividade na Europa, capaz de elevar pesos a até 200m de altura, flecha de 50m e 30 toneladas de carga. Deve dar, embora a flecha desta grua não é suficiente para chegar no centro da pirâmide, o que força nossos homens a montarem esquemas de cordas para direcionar e posicionar as pedras do Topo.

Pyramidion

Fica faltando uma última pedra, uma réplica da pirâmide com 9m de altura esculpida em uma única peça de mármore negro, chamada Pyramidion, pesando entre 6 e 7 toneladas. Com a grua espanhola, podemos fazer este trabalho sem grandes complicações de engenharia.

Claro que os prazos que eu forneci nesta coluna são para cada uma das etapas separadamente. Quando construirmos a pirâmide, estas etapas terão de entrar dentro de um cronograma de logística: enquanto as pedras são cortadas e transportadas, outros engenheiros e peões estarão responsáveis pela colocação delas no canteiro de obras. Trabalhando sem parar 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem feriados nem descansos (segundo os textos usados como base, os “egipcios” trabalhavam apenas 3 meses por ano), estimamos a construção da Pirâmide com tecnologia de 2008 em cerca de 13 a 14 anos (tabalhando sem parar 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano), a um custo que pode chegar fácil a 18 bilhões de reais. E, como eu sou uma das dez pessoas mais modestas do Planeta (e a modéstia me impede de dizer em qual posição eu estou), terei todo este trabalho e NÃO VOU COLOCAR O MEU NOME EM LUGAR NENHUM da pirâmide.

Faltou lembrar que todo este trabalho é para apenas UMA pirâmide, quando na verdade, o conjunto possui TRÊS pirâmides (então teríamos de multiplicar todo este trabalho por três… ). Eu sempre soube que a história de escravos empurrando pedras era ridícula, mas agradeço ao Mori pelo texto dele das pipas, que me fez ir atrás de empresas de engenharia para ver o quanto, na verdade, é IMPRATICAVEL a teoria dos escravos da tumba do faraó. As pessoas acreditam nela simplesmente porque as autoridades disseram e porque nunca ninguém foi atrás de ver as dimensões envolvidas. De qualquer maneira, fica demonstrado a impossibilidade de cumprir estas metas no prazo e condições descritas pelas autoridades.

Agora… quem construiu as pirâmides e como, ninguém sabe ao certo… mas definitivamente não foram escravos seminús arrastando blocos de pedras rampa acima no deserto ou empinando pipas.

http://www.deldebbio.com.br/a-piramide-do-farao-del-debbio-i/

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Volume Útil da pirâmide

Posted by luxcuritiba em setembro 21, 2017

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Para ter a melhor e maior eficiência nas experiências com pirâmides, quando realizo meus experimentos, tento sempre considerar o “Volume Útil” da pirâmide, que corresponde a 5% do volume total da estrutura. Encontrei esta informação em um dos vários livros que li a respeito, não me recordo qual, e desde então tenho aplicado isso.

É conhecimento comum que o local de maior concentração de energia dentro da pirâmide é a chamada Câmara do Rei, no centro da pirâmide a 1/3 da altura. Mas qual a CAPACIDADE de uma pirâmide em desidratar amostras, no caso da realização de experiências? Pirâmide não é mágica, é tecnologia, ao contrário do que os radiestesistas em geral costumam afirmar (que pirâmides grandes ou pequenas canalizam o mesmo potencial energético), o meu entendimento é que a capacidade ou potencialidade de uma pirâmide é diretamente proporcional ao seu tamanho, ou volume. Se uma pirâmide for pequena demais, ou a amostra utilizada no experimento for grande demais, em proporção ao tamanho da pirâmide, a estrutura simplesmente não terá potência suficiente pra desidratar (mumificar) a amostra, como aconteceria com qualquer dispositivo tecnológico que você utilize além da capacidade para o qual ele foi projetado.

Respeitando o limite de volume útil de 5% você garante ter sempre máxima eficiência e melhores chances de resultado positivo ao realizar experiências com pirâmides. Segue as medidas e proporções de volume útil para as pirâmides mais comuns:

Esquemático para uma pirâmide de 150cm de altura (1,5m)

Em uma pirâmide qualquer, para efeitos práticos, o volume útil pode ser considerado como um esfera cujas dimensões correspondam a um volume (da esfera) proporcional ao volume útil da pirâmides. No caso de uma pirâmide com 1,5m de altura (150cm) esta área de máxima concentração de energia corresponde a uma esfera de aprox. 63,22cm de diâmetro, como é ilustrado na figura abaixo:

Esta é a região, dentro da pirâmide de 1,5m de altura, onde o efeito esperado terá sua maior manifestação. Isso não significa que fora desta região não há concentração de energia, poisem qualquer parte, dentro da pirâmide, há grande concentração de energia. Porém o ponto sabidamente de maior potencial energético é o foco que fica a 50cm da base da pirâmide. Entendo que que a partir desse foco o potencial energético se reduz gradativamente, de tal forma que, fora da área delimitada a concentração de energia é, se comparada ao ponto central, consideravelmente menos intensa.

Portanto, se você pretende realizar uma experiência, como a mumificação (desidratação) de amostras orgânicas, é melhor colocar as amostras respeitando a proporção indicada nesta página. Se colocar uma amostra grande demais em proporção com o tamanho de pirâmide que você está utilizando, ou fora da zona de maior concentração de energia dentro da pirâmide, a chance de obter sucesso e a amostra se desidratar sem estragar reduz proporcionalmente, quanto mais longe do principal foco de energia da pirâmide a amostra estiver menor será a change de a energia da pirâmide ter efeito notório sobre ela.

Creio que é desnecessário lembrar que exatamente os mesmos princípios e considerações feitos aqui para as experiências de desidratação de amostras valem para outras práticas em geral na utilização de pirâmide, seja para fins terapêuticos ou qualquer outro. Se você quer o melhor resultado possível é bom ter em mente e utilizar a área demarcada como ilustrado na figura acima, e demais proporções para outros modelos e dimensões de pirâmides, conforme mostrado na tabela abaixo:

Tabela para as demais medidas e proporções:

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Cuidados para a manutenção da pirâmide

Posted by luxcuritiba em agosto 6, 2017

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Nós nos esforçamos para oferecer a nossos clientes um produto de excelente qualidade, estética, funcionalidade e que seja durável (não somos adeptos da obsolescência programada :). Porém, seja pelo próprio material ou por limitações técnicas, as pirâmides precisam eventualmente de manutenção, para garantir sua durabilidade ou beleza, principalmente as pirâmides de cobre. Elaboramos algumas dicas para ajudar você a manter sua pirâmide sempre bela e funcional. Veja quais são:

Pirâmides de Alumínio

As pirâmides de alumínio necessitam de pouca ou nenhuma manutenção. A estrutura é confeccionada com tubos de alumínio anodizados. O alumínio já é um metal naturalmente com excelente resistência a corrosão e intempéries em geral, quando é anodizado fica ainda mais resistente e com um aspecto mais agradável de coloração levemente fosca e uniforme. Tomando-se cuidado para não entortar os tubos a estrutura da pirâmide pode durar muitos anos.

A única ressalva no quesito manutenção e durabilidade para as pirâmides de alumínio é no caso de colocar a pirâmide em local onde fique permanentemente exposta a chuva, sereno e umidade em geral. Quanto aos tubos não há nenhum problema, porém os parafusos que acompanham o kit para fazer a montagem da estrutura são de aço zincado, e embora tenham uma boa resistência contra corrosão, se ficarem em contato constante com água  podem acumular uma espécie de borra branca na sua superfície. Isso não compromete sua resistência física e funcionalidade mas fica com um aspecto estético desagradável. Para evitar esse tipo de problema recomendamos usar, nos casos em que a pirâmide vá ficar exposta ao tempo, parafusos de aço inox ou latão, que podem ser adquiridos na seção “Acessórios” em nossa lojapiramidal.com: https://www.lojapiramidal.com/acessorios

Esses parafusos especiais não são necessários se a pirâmide for utilizada apenas em ambiente interno ou se for utilizada esporadicamente em ambiente externo (montada e depois desmontada).

Quem mora em regiões litorâneas, próximas as praias e ao mar, também costumam relatar problemas de corrosão na estrutura, mesmo quando a pirâmide é mantida em ambiente interno. A salinidade da água e umidade transportada pelo ar tende comprometer as estruturas metálicas em geral, mesmo as peças de alumínio. A princípio os tubos de alumínio, por serem anodizados, não devem sofrer alteração mesmo com a umidade salina dessas regiões, mas os parafusos zincados podem sofrer alterações e nesse caso faz-se necessário a utilização de parafusos de aço inox ou latão.

Pirâmides de Cobre

As indicações que servem para as pirâmides de alumínio servem também para as pirâmides de cobre, com algumas observações a mais. O cobre, como o alumínio, é um metal que não enferruja facilmente, porém, ele sofre um processo de oxidação que é chamado de azinhavre ou zinabre.

Quando em uso interno a oxidação dos tubos de cobre é leve e tende a deixar o tubo com uma coloração um pouco mais escura da inicial, logo depois do processo de polimento que ele passa antes de a pirâmide ser despachada para o cliente. Este escurecimento é natural e não há razões para preocupação nem afeta a funcionalidade da pirâmide, apenas sua estética.

Porém se a pirâmide for mantida em área aberta em contato direto com chuva ou umidade o azinhavre pode tomar ma proporção preocupante e os tubos podem acabar ficando coberto com uma camada esverdeada, como na foto acima. Essa camada normalmente não afeta a resistência física da estrutura mas certamente não fica esteticamente agradável, nem é recomendável por uma questão de higiene.

Nos casos em que a pirâmide de cobre fique em área aberta, varanda, terraço, onde esteja exposta a umidade ou respingos de água, é necessário que os tubos recebam uma camada de verniz próprio para metais. Esse tipo de verniz é facilmente encontrado em casas do ramo. Também será necessária a utilização dos parafusos especiais, de inox ou latão.

Nos casos em que o tubo já esteja oxidado é possível fazer uma limpeza usando lixa fina ou palha de aço (o famoso Bombril, que na verdade não é um produto e sim uma marca). Se não houver azinhavre e se desejar apenas voltar a coloração mais dourada do cobre, apenas uma limpeza com um polidor para metais pode ser suficiente, não sendo necessário usar lixa ou palha de aço. Um excelente produto para isso é o Kaol, também facilmente encontrado em casas de do ramo. Na falta deste qualquer outro polidor para metais serve.

Como no caso das pirâmides de alumínio, para quem reside ou pretende utilizar a pirâmide de cobre em regiões costeiras onde há grande maresia e umidade no ar, os cuidados de limpeza e higiene periódica da pirâmide de cobre devem ser mais necessários, mesmo que a pirâmide esteja em ambiente interno.

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Grande Pirâmide de Gizé era ainda mais magnífica há 4 mil anos: ela brilhava ao sol

Posted by luxcuritiba em junho 15, 2017

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Revestimento de pedra calcária polida fazia com que a estrutura reluzisse em meio ao deserto do Saara

Se os gregos consideraram as pirâmides do Egito como uma das sete maravilhas do mundo antigo milênios depois de terem sido concluídas, imagine como elas não eram logo depois de prontas. Atualmente as construções estão em ruínas, repletas de poeira e poluição. Hoje elas são meras sombras do esplendor que já tiveram um dia, há cerca de 4 mil anos. Naquela época elas eram revestidas com enormes blocos polidos de pedra calcária, que ao mesmo tempo protegiam e refletiam a luz do sol.

“Isso verdadeiramente deve ter adicionado a impressão de Gizé como sendo uma mágica cidade portuária, banhada pela luz do sol, ou mesmo que existia de forma etérea na luz celestial”, disse poeticamente o arqueólogo Marc Lehner em um vídeo produzido pelo Smithsonian Channel.

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Nova pirâmide com 3.700 anos de idade é encontrada no Egito

Posted by luxcuritiba em abril 27, 2017

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Até hoje, já foram encontradas 123 pirâmides antigas no Egito e em NENHUMA delas foi encontrada uma múmia sequer!

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou a descoberta dos restos de uma pirâmide datada de 3.700 anos na necrópole real de Dashur, no sul do Cairo, próximos à Pirâmide Curvada.

De acordo com fotos divulgadas pelas autoridades, a construção – a qual acredita-se que tenha sido erguida durante a 13ª dinastia faraônica – mantém um bom estado de conservação. “Todas as partes descobertas das pirâmides estão em condições muito boas, e ocorrerão mais escavações para revelar mais partes”, afirmou um porta-voz do Ministério.

As ruínas formam um corredor que leva a uma espécie de lobby localizado acima do chão. Uma rampa está anexada ao lado dele e em várias das paredes hieroglifos estão gravados.

Dado às inclinações mais encurvadas nas laterais da estrutura, a equipe acredita que ela seja uma primeira tentativa de construir uma pirâmide mais encurvada. Os pesquisadores estão tentando calcular a área total ocupada pela construção.

Até hoje, já foram encontradas 123 pirâmides antigas no Egito. Segundo os responsáveis pela descoberta, essa pirâmide poderá ter pertencido a uma rainha, enterrada próxima ao seu marido ou filho. Enquanto isso, os trabalhos de pesquisa e de escavação continuam.

Fontes: BBC, RevistaGalileu

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3 Dicas importantes para uma boa utilização da pirâmide

Posted by luxcuritiba em dezembro 5, 2016

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pir-anun

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Os estudiosos mais antigos já devem saber, mas para os praticantes iniciantes seguem algumas dicas e sugestões importantes para garantir o bom funcionamento da pirâmide.

1) Alinhamento com o norte magnético:

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Este é um princípio básico e fundamental. Não vou me estender aqui sobre esse tema porque isso já foi tratado em outro post. Se você tiver alguma dúvida quanto a isso recomendo a leitura da página “Como fazer o alinhamento da pirâmide“. Embora existam controvérsias, sobre como fazer o alinhamento da forma mais adequada ou mesmo se o alinhamento é realmente necessário (pois há experiências que foram realizadas por mim e por outros usuários que mostraram que a pirâmide, mesmo a 45º do alinhamento com o norte, mumificou amostras, sinal de que estava sim concentrando energia!), este é o procedimento consagrado aos longo das décadas. Então, a menos que você deseje fazer experiências, recomendamos que siga o procedimento indicado na página acima.

2) Distância de móveis metálicos e aparelhos elétricos ou eletrônicos:

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Considerando que o funcionamento da pirâmide está relacionado ao campo eletromagnético da Terra, é importante que há no local o mínimo de elementos que possam de alguma forma interferir no fluxo das linhas do campo magnético. Inferências no campo magnético podem ser facilmente verificadas usando-se uma bússola simples. Se pegar uma bússola e verificar a direção em que ela aponta o norte, estando afastado de todo e qualquer objeto metálico, observará uma indicação de direção. Mas se você aproximar a bússola de móveis metálicos como estantes, cadeiras, mesas ou mesmo colchões com molas, observará que haverá variações na direção apontada pela bússola. Isso se deve ao fato de que os metais, particularmente os ferrosos também chamados de ferromagnéticos, ou seja, aqueles tipos de metais que são atraídos por ímãs, tendem a interagir com campos magnéticos, e distorce-los e deformá-los, e isso é particularmente indesejável no que se refere a boa utilização de uma pirâmide. Por esta razão é importante que todos tipo de móvel ou objeto metálico esteja o mais afastado possível da pirâmide.

Se não for possível colocar a pirâmide em um local que não tenha nenhuma móvel metálico é importante que o objeto esteja o mais afastado possível. Não existe uma medida exata mas de forma geral atribui-se a pirâmide a capacidade de criar um campo magnético em torno de si que normalmente tem um raio em torno de uma a duas vezes a medida da sua base, ou seja, se a pirâmide tem uma base de 1,0m, então ela deve estar estendendo seu campo de energia cerca de 1,0m além da medida da base, este é, teoricamente, seu campo de influência. Dentro deste princípio fica estabelecido que dentro deste espaço também não deve haver nenhum móvel ou equipamento metálico, principalmente os ferromagnéticos, para evitar interferências ou deformações no campo magnético terrestre no entorno da pirâmide o que pode prejudicar seu bom funcionamento.

Com relação aos aparelhos elétricos ou eletrônicos os cuidados são os mesmos. Visto que todo aparelho elétro-eletrônico emite ondas eletromagnéticas, e estas podem interferir no bom fluxo do campo magnético terrestre no entorno da pirâmide, é importante que se evite deixar esses equipamentos próximos da pirâmide, e certamente não devem ficar dentro da pirâmide, principalmente aparelhos celulares e assemelhados. Na impossibilidade de deixar o local livre desses equipamentos recomenda-se que os mesmos fiquem a uma distância de, pelo menos, uma medida da base da pirâmide, a mesma recomendação que se aplica aos objetos metálicos.

Tomadas, lâmpadas, ventiladores de teto e ar condicionados: Pouca gente sabe, mas tomadas elétricas, mesmo que não tenham nenhum aparelho ligado a elas, emitem ondas eletromagnéticas, consequência da corrente alternada que passa pelos fios que conduzem a eletricidade. Embora esses fios estejam normalmente dentro da parede, eles emitem ondas eletromagnéticas também, mas como estão protegidos por uma camada de tijolo e cimento suas cargas eletromagnéticas são menos evidentes e menos prejudiciais. Já as tomadas, como ficam com os polos expostos para o exterior, podem ser um potencial problema e fonte indesejável de alterações no bom fluxo do campo magnético no entorno da pirâmide.

Obviamente não se pode mudar uma tomada de lugar, seria preciso refazer a instalação elétrica, então, em havendo tomadas ou interruptores no local é interessante que a pirâmide seja montada num lugar que fique o mais possível longe desses pontos. O mesmo vale para as lâmpadas, ventiladores e aparelhos de ar condicionado. É importante que, ao menos quando a pirâmide estiver sendo usada, que aparelhos elétricos e eletrônicos nas proximidades da pirâmide (caso não seja possível removê-los) estejam desligados, e não apenas desligados no botão on-off, mas também desconectadas da tomada da parede, pois mesmo desligados, se estiverem fisicamente ligados a tomada, tornam-se fontes de ondas eletromagnéticas, e ainda que em menor nível.

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Se for possível, para as tomadas, é interessante que se coloque uma proteção de cortiça, pois este material tende a bloquear ou dificultar a passagem de ondas elétricas/eletromagnéticas, ainda que parcialmente. Hoje em dia é relativamente fácil encontrar lâminas ou placas de cortiça em papelarias ou lojas especializadas em materiais de escritório, são vendidas em vários tamanhos e espessuras, são normalmente suadas em quadros de avisos, para se prender bilhetes com tachinhas. Essas lâminas costumam ser relativamente baratas e dão um bom resultado quando se precisa de um isolamento elétrico ou eletromagnético mais perfeito em um ambiente.

Quanto as lâmpadas e ventiladores de teto, é importante, se possível, que a pirâmide seja colocada num lugar de modo que no teto, na direção apontada pelo ápice da pirâmide, não haja nenhuma lâmpada ou ventilador. A pirâmide emite pelo seu ápice um raio em direção acima, e este é um dos principais pontos de concentração e emanação de energia da pirâmide, por isso é importante que não haja nada que possa interferir neste fluxo de energia.

lajes

Estruturas metálicas de lajes: Se você mora ou montou a pirâmide num local onde há piso de cimento, principalmente se for laje, ou seja, um piso superior, certamente deve haver uma malha de aço no interior deste piso, que é coberto por cimento. O aço é usado para reforçar a estrutura de cimento e evitar que ele crie fissuras com o tempo, a medida que expande e contrai durante as variações de temperatura do ambiente.  Por ser um material ferromagnético (normalmente ferro ou aço) é algo que pode efetivamente atrapalhar o fluxo magnético natural da terra dentro do cômodo, da mesma forma que um móvel metálico faria.

Neste caso não há muito que possa ser feito. Uma solução que pode ajudar a reduzir eventuais influências negativas desta estrutura de metal sobre o bom funcionamento da pirâmide, seria cobrir o chão com lâminas de cortiça, semelhante ao que foi feito com as tomadas elétricas. Não é uma solução com eficácia garantida, e dependendo do tamanho do cômodo pode ficar um pouco caro pela quantidade de placas que precisarão ser dispostas no local. Uma opção menos dispendiosa seria colocar uma cobertura de cortiça apenas no local exatamente onde está a pirâmide, cobrindo a área da base.

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Tubulações de água dentro da parede: Pouca gente sabe, mas as tubulações de água que passam por dentro das paredes podem ser um problema do ponto de vista energético de uma casa. Embora os tubos de água hoje sejam de plástico (PVC), no FengShui a água é vista como condutora de energia, tal que não é recomendável deixar vasos sanitários abertos, ou colocar dormitórios, se em piso superior, sobre o espaço do banheiro, onde há um grande fluxo de água, pois esse fluxo pode “roubar” energia vital. Seguindo o mesmo princípio, é interessante evitar colocar a pirâmide próxima de tubulações de água, afins de evitar ou ao menos minimizar alguma interferência no fluxo energético da pirâmide.

3) Tempo de carga da pirâmide:

Este é mais um ponto em que praticamente todos os pesquisadores e estudiosos do assunto divergem. De forma geral, cada um tem sua próprias regras. Eu adoto o seguinte princípio: Após a pirâmide montada ela demora cerca de 15 a 20 minutos para se energizar e ficar pronta para exercer seus efeitos na sua máxima eficiência. Se a pirâmide for movida do lugar, ou desmontada ou alguém esbarrar ou encostar nela a energia é descarregada e será preciso mais 15 a 20 minutos para carregá-la novamente. Portanto, o ideal é que, após a pirâmide montada e devidamente orientada, seja mantida sempre no mesmo lugar, considerando as condições ideais citadas acima, assim ela estará sempre com plena carga e pronta para uso imediato.

Se não for possível manter a pirâmide sempre montada, é importante que se tenha em mente este tempo de carga para que a estrutura fique bem energizada.

De onde vem este princípio de 15 a 20 minutos de carga? Isto vem do fato de que, após montada a estrutura da pirâmide adquire uma carga elétrica eletrostática, derivada do campo magnético terrestre e das interações com os objetos a sua volta (pois todos os objetos têm também sua própria carga elétrica estática). Este campo eletrostático pode ser detectado e medido com aparelhagem eletrônica devidamente construída para este fim. Eu já fiz este teste diversas vezes obtendo sempre os mesmos resultados, um tempo de carga eletrostática em torno de 15 a 20 minutos. Se algo encosta na pirâmide esta carga eletrostática é descarregada imediatamente, e daí demora novamente mais 15 a 20 minutos para carregar novamente.

Isso quer dizer que a energia emanada pela pirâmide é eletrostática? Não. Nosso entendimento é de que não há apenas uma energia que atua sobre ou através da pirâmide, mas várias formas de energias diferentes que, a seu tempo e de acordo com suas próprias características, atuam e apresentam seus efeitos, seja de forma isolada ou conjuntamente. Assim, a energia eletrostática é uma dessas várias formas de energia que atuam na pirâmide. A energia eletromagnética do campo magnético terrestre é outra forma de energia que atua no sistema piramidal. Estas duas são as únicas energias envolvidas no sistema que são passíveis de serem detectadas e medidas por aparelhos físicos convencionais. Todas as outras formas de energia envolvidas no sistema piramidal não são convencionais, não são reconhecidas pela ciência estabelecida, e não podem ser detectadas ou medidas por meios convencionais, apenas com instrumentos radiestésicos ou através da sensitividade de pessoas treinadas e com sensibilidade desenvolvida.

Observação importante:

Corticoides anulam os efeitos da pirâmide

Segundo as práticas e experiências do Dr. Ulisses Sosa Salinas, corticoides anulam os efeitos das pirâmides, como anulam também os efeitos de magnetoterapias e de quaisquer outras terapias alternativas: acupuntura, florais, do-in, etc. Portanto, se você usa, ou usou recentemente este tipo de medicamento, possivelmente o resultado do uso da pirâmide será reduzido, ou mesmo nulo.

Veja também:

Dicas importantes do Dr. Salinas sobre a utilização de pirâmides
Testes e experiências que você pode realizar
Detalhes sobre o alinhamento
Informações sobre pirâmide e anti-pirâmide
Porque usar uma pirâmide Mista de Cobre e Alumínio

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