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Posts Tagged ‘pirâmides’

Documentário: El Ojo de Horus (em espanhol)

Posted by luxcuritiba em setembro 6, 2009

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Descreve algumas pirâmides e seus significados. São 10 capítulos ao todo, sendo os principais os capítulos 5 e 6, que se referem à pirâmide escalonada construída por Imotep, considerado Hermes.

Essa pirâmide está em Sacara no Egito. Os sacerdotes a consideravam a chave para acelerar a evolução humana, para contatar seres de outras dimensões, para amplificar o campo do poder mental, permitindo que cheguem a caminhos superiores da realidade que ainda não percebemos, e também para tornar possível fazer comunicação e receber a informação. Utilizam a energia do pensamento, a energia taquionica, que se move mais rápido do que a luz.

A construção da pirâmide era com pedras intercaladas nas quinas e perfeitamente acopladas, sem nenhum vão. Há uma pirâmide do nível do chão para o céu e uma menor, dentro dela. E há uma pirâmide invertida, ou seja, do nível do chão para baixo. E tinha o significado de conhecer primeiro o interno e depois o externo. Também tinha o significado de: “assim como é em cima é em baixo”.

Ao redor dessa pirâmide há um muro com fios de ouro. No filme mostra que moviam pedras gigantes, com um tipo de energia como se faz com o trem do Japão. As pedras levitavam, não era magia, era algum tipo de energia.

Num dos filmes há uma esfinge que existe no Egito, e um corpo com cabeça de leão servia como referencia de tempo, para saber as horas.

El Ojo de Horus – Capítulo 1






El Ojo de Horus – Capítulo 2






El Ojo de Horus – Capítulo 3






El Ojo de Horus – Capítulo 4






El Ojo de Horus – Capítulo 5






El Ojo de Horus – Capítulo 6






El Ojo de Horus – Capítulo 7






El Ojo de Horus – Capítulo 8






El Ojo de Horus – Capítulo 9






El Ojo de Horus – Capítulo 10






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Desmistificando as pirâmides – parte 3

Posted by luxcuritiba em agosto 31, 2009

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A pirâmide realizará meus desejos?

Apesar de muitas pesquisas, estudos e experimentações, a pirâmide e seus efeitos ainda são vistos, muitas vezes, como algo mágico. Em livros, revistas e na internet encontram-se textos e fórmulas as mais diversas, que mostram como usar a pirâmide para obter os mais diversos resultados, desde curas milagrosas até o ganho de prêmios em jogos de loteria.

Já tratei da questão das curas no tópico anterior (Desmistificando as pirâmides, parte 2 – A pirâmide cura doenças?). Neste tópico tentarei por um pouco de luz sobre a idéia de que a energia da pirâmide pode efetivamente realizar sonhos e desejos daquele que a utiliza.

De todas as práticas utilizadas com pirâmides para a realização de vontades específicas, talvez a mais comum seja aquela em que se coloca um papel dentro da pirâmide, a priori no local a câmara do rei. No papel se escreve o desenho que se quer realizado. Espera-se que, dentro de certo período, o que estiver escrito no papel se manifeste.

Já vi relatos de pessoas que fizeram esse simples exercício e conseguiram resultados positivos. Também já vi relatos de pessoas que o fizeram sem obter resultado. Então, o que há de verdade nisso? Até que ponta essa fórmula realmente funciona? E se funciona, por quê? Para tentar responder estas perguntas, não vou adentrar no mundo dos magistas, pois minha metodologia é a da experimentação e comprovação de resultados, independentes de forças supostamente mágicas.

Talvez o livro mais famoso que trate de tipo de utilização das pirâmides seja “Os segredos de trás das pirâmides”, do autor Geof Gray-Cobb. Neste livro, o autor relata uma série de fórmulas, utilizando pirâmides, sólidas ou imaginárias, para se alcançar os mais diversos fins. De forma geral a pessoa se posiciona em frente à pirâmide, concentra-se, e mentaliza, juntamente com a forma piramidal, o desejo que pretende realizar.

O exercício é bastante simples, mas, por incrível que pareça, dá resultados. Resultados, aliás, que são expostos exaustivamente pelo próprio autor no decorrer do livro? Confesso que eu mesmo já experimentei os exercícios do livro e consegui bons resultados. O que me deixou deveras curioso, pois para mim não basta saber que funciona, mas também, saber como e por que funciona.

Segundo o autor, o exercício funciona porque são postas em ação algumas forças mágicas, que conhecimento dos antigos, e que foram esquecidas no tempo. De alguma forma ele, Gray-Cobb, conseguiu resgatar esses conhecimentos, passando-os adiante através de seu livro. Como não sou muito dado a me satisfazer com soluções mágicas sem maiores explicações, tentei formular uma teoria que explicasse o fenômeno, sem a necessidade de recorrer a soluções mágicas.

Neste caso especificamente, a explicação me parece bastante óbvia. O exercício, que consiste em mentalizar a vontade desejada, dia após dia, e preferencialmente várias vezes ao dia, nada mais seria do que uma concentração de energia mental num objetivo. Hoje em dia, depois de “O segredo”, esse tipo de concentração de energia mental não deve ser novidade para muita gente.

Hoje é sabido que tudo aquilo que pensamos, torna-se tanto mais forte e evidente, e passível de realização, quanto mais concentramos nossa atenção naquilo. Isso não é mágica, é PNL (Programação Neurolinguística), para não dizer psicologia aplicada. A pirâmide, neste caso, não passaria de um artifício utilizado para concentrar a vontade num ponto específico, tal como um pêndulo é usado para hipnotizar uma pessoa. Obviamente o pêndulo, por si só, não tem poder algum, mas pode ajudar no processo.

Seguindo a metodologia de experimentação, é preciso provar que a teoria esteja certa. Assim, de acordo com esta explicação, se você apenas mentalizar a sua vontade, concentrar sua intenção, num ponto específico, dia após dia, se possível, várias vezes ao dia (qualquer semelhança com “O segredo” seria mera coincidência) fatalmente aquela vontade se manifestaria. Desde que, é claro, seja um pensamento realizável. Se você mentalizar uma montanha sendo levantada no ar como se fosse um balão, creio que dificilmente isso ocorrerá, por mais que você concentre sua vontade. No mundo da magia o pensamento pode ter poderes infinitos, mas no mundo dos fatos, há limites que devem ser observados.

Então, mentalizar e realizar, sem auxílio das pirâmides é possível? O que posso afirmar quanto a isso é que, eu já experimentei fazer esse exercício, diversas vezes, com resultados positivos. Isso não quer dizer que a fórmula passada por Cobb não funciona, pois é fato que funciona. Porém, deixa claro que o exercício passado pelo autor não é absolutamente necessário, já que é possível conseguir os mesmos resultados por outros meios.

Mas afinal, a energia da pirâmide pode ou não pode realizar desejos?

Pelos meus estudos e experimentações posso afirmar que sim, a pirâmide por ser uma ferramenta útil para a realização dos sonhos de qualquer possível. Porém, não exatamente da forma mágica e aparentemente inexplicável apregoada pelos esotéricos.

A energia da pirâmide fortalece o sistema bioenergético do seu usuário, favorecendo o bem estar físico e, dependendo do caso, auxiliando na cura de enfermidades diversas, como já mencionei no tema anterior. Uma vez que o corpo físico esteja fortalecido e equilibrado bioenergéticamente, todos os sistemas corporais tendem a funcionar de forma mais perfeita e potencializada, inclusive o componente psíquico.

Segundo os princípios da PNL, a repetição e a concentração da vontade são fatores chave para a realização da meta em vista. Praticantes de meditação sabem o quanto é difícil desenvolver o hábito da concentração. Conseguir focar o pensamento num ponto específico, sem distrações ou divagações, normalmente só se consegue com muita prática. Mas não só a prática deve ser observada. A própria alimentação pode interferir na capacidade de concentração da pessoa, bem como o estresse, nervosismo, ansiedade, etc.

Com um sistema psíquico desequilibrado e bombardeado por preocupações, é difícil concentrar-se num objetivo específico. Mas uma vez que se consiga um perfeito equilíbrio mental (que passa, invariavelmente pelo equilíbrio corporal), todo processo e mentalização tornam-se mais fácil.

Conclusão:
Como no caso anterior, a pirâmide não realiza as vontades de ninguém, por si só. Porém, pode favorecer o poder de concentração e estabilidade mental, através de um equilíbrio geral do corpo e da mente. E, através desse equilíbrio, físico e psíquico, o usuário da pirâmide terá mais condições de alcançar seus objetivos.

Zhannko Idhao Tsw

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Poderes terapêuticos (das pirâmides)

Posted by luxcuritiba em maio 3, 2009

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PODERES TERAPÊUTICOS

“Pessoas que têm sentado ou meditado dentro de pirâmides, às vezes se referem ao aparecimento da cor azul. Wilhelm Reich[1] sustentava que a cor da energia orgônica[2], a energia cósmica vital livre de massa, era azul. O acumulador de energia orgônica é uma caixa de seis lados conhecida como ‘oraccu’. Os lados são feitos de camadas alternantes de material orgânico e inorgânico. A parede interna é forrada com uma fina folha de ferro. Supostamente, esta disposição possibilita uma concentração muito maior da energia orgônica da atmosfera.

Amostras de sangue de indivíduos testados após curto período de tempo passado dentro do ‘oraccu’ apresentam glóbulos vermelhos carregados de energia orgônica. “A carga se revela, depois do sangue ter sido autoclavado, na forma de biontes azuis”, diz Wilhelm Reich em The Cancer Biopathy (Biopatia do Câncer). E acrescente: “A falta de energia orgonótica se manifesta no sangue autoclavado pela ausência dos biontes azuis e pela presença de bacilos-T, que resultam da degeneração dos glóbulos vermelhos (reação-T).

“A reação-T é característica dos casos avançados de câncer nos quais o conteúdo de orgônio no sangue foi totalmente consumido na luta do organismo contra a doença (biopatia do câncer) e contra o tumor. Em geral esta reação-T acha-se presente antes de qualquer sintoma de anemia e não raro revela o processo canceroso muito antes de surgir qualquer sintoma perceptível, ou de se haver formado qualquer tumoração… Por outro lado, os glóbulos vermelhos carentes de energia orgônica absorvem-na avidamente quando fornecida ao organismo pelo acumulador de orgônio. Testes posteriores de esterilização em autoclave revelam uma mudança da reação-T para a reação-B, isto é, os glóbulos vermelhos se tornam mais resistentes à esterilização; contêm mais orgônio… O glóbulo vermelho pode ser carregado pela energia orgônica da atmosfera.”

Dinshah P. Ghadiali, cientista hindu fortemente influenciado pela pesquisa do Dr. Jagadis Bose, cujo trabalho é discutido no capítulo sobre as plantas, fundou um sistema de tratamento pelo uso de luzes coloridas, a que chamou de Espectro-Cromometria. De acordo com Ghadiali, a radiação da luz azul diminui a inflamação, acaba com as infecções, e promove a cura através do equilíbrio das propriedades eletroquímicas do corpo.

A luz azul neutraliza o vermelho do hidrogênio, de acordo com Dinshah Ghadiali, e, “por afinidade ao hidrogênio, esta onda de cor harmônica representa o oxigênio. A água, H2O, é o produto da combinação química do hidrogênio com o oxigênio e mais uma prova da precisão matemática com que é construído o espectrocromo. É o mais neutro dos compostos… O efeito diaforético é resultante da conquista do hidrogênio pelo oxigênio nos processos febris e inflamatórios. Daí, na realidade, o efeito refrigerante ou refrescante do azul depender da produção da sudação pois, segundo uma lei química, a evaporação implica sempre o resfriamento, devido a uma expansão das moléculas componentes, que se separam com o calor”, afirma ele no Volume 3 de sua Specto-Chrome Metry Encyclopedia (Enciclopédia da Espectro-Cromometria).

Reich, em The Cancer Biopathy, lança mais luz sobre o fenômeno: “O glóbulo vermelho é um sistema orgonótico em miniatura, contendo uma pequena quantidade de orgônio dentro de suas membranas. Com um aumento de 4.000 vezes, os glóbulos vermelhos do sangue mostram um profundo brilho azul e uma viva vibração de seu conteúdo. Eles se expandem e se contraem, não sendo portanto, rígidos, conforme geralmente se pensa. Eles transportam a energia orgânica atmosférica dos pulmões para os tecidos. Só nesta ocasião se pode imaginar a natureza da relação entre o oxigênio da atmosfera e a energia orgônica. Não se sabe se o orgônio é idêntico às partículas químicas do ar ou fundamentalmente diferente delas.

A carga orgonótica é também revelada na forma e na estrutura dos glóbulos vermelhos do sangue. As células com uma carga fraca são mais ou menos enrugadas e possuem uma estreita margem azul que brilha fracamente. Uma vez carregado o organismo, os glóbulos vermelhos se entumescem, ao mesmo tempo que a margem azul se intensifica e se amplia, incluindo às vezes toda a célula. Nenhum microorganismo patogênico pode sobreviver na vizinhança destes glóbulos vermelhos fortemente carregados de orgônio.

A pesquisa de Reich e Ghadiali indicaria a existência, na atmosfera, de um certo campo de energia capaz de ser acumulada e dirigida para as propriedades eletroquímicas do corpo material, do modo a beneficiá-lo. As referências feitas à luz ou auras parecem indicar a presença de propriedades eletromagnéticas no campo da energia eu está sendo gerada. As observações da luz azul em torno das pirâmides ou relato de pessoas que ficam sentadas ou em meditação dentro delas oferecem provas de que a pirâmide partilha do fenômeno da produção de forças eletromagnéticas ou semelhantes. Estas observações, juntamente com as semelhanças entre as descrições do tratamento de doenças pela luz azul, a energia orgônica e várias formas de eletroterapia e as que, segundo relatos, são produzidas pela pirâmide, parecem indicar a existência de um denominador comum.

De qualquer modo, nossas experiências e as dos outros revelam a ocorrência de fenômenos de cura em consequência do poder das pirâmides. Curamos inúmeros cortes, contusões, entorses, etc., em menos tempo do que o esperado, e a seguir daremos algumas declarações feitas por indivíduos submetidos às nossas experiências de curas:

Florence Hill: “Eu estava com vários dentes doloridos, e depois de ter passado certo tempo dentro da pirâmide, a dor desapareceu, mas continuei a sentir uma força que penetrava nos meus dentes. Experimentei uma sensação de formigamento em minhas extremidades. Acho que meu coração passou a bater mais devagar e creio que vi uma porção de luz azul.”

Effie JOrgensen, submetida à experiência numa tenda de meditação piramidal: “Entrei ali com uma congestão nos seios e com uma dor que percorria todo meu corpo. Dentro de uma hora senti-me muito melhor. Nos primeiros 30 minutos que ali estive experimentei uma sensação de zumbido. A drenagem dos seios foi muito boa; depois de uma hora as articulações não doíam mais.”

Mary Stoldt: “Meu marido sofria de uma lombalgia crônica e ficou livre dela.” E noutra ocasião: “E de terrível dor de cabeça. Melhorou muito depois de sentar-se dentro da pirâmide durante apenas 20 minutos.”

Dave Wilcox: Tenho em meu quarto uma grande pirâmide sob a qual eu durmo. Meu nível de energia é maior do que antes e jamais me senti tão saudável.”

J.M.: “Sofri um acidente, e o fato de me sentar dentro de uma pirâmide ajudou-me a recuperar a mobilidade de meus membros.”

Há onze anos que uma mulher tinha uma excrescência, semelhante a uma verruga, num de seus polegares, e quanto mais mexia nela, maior ela ficava. Depois de introduzir o dedo numa pequena pirâmide por dois períodos de 15 minutos, a verruga desapareceu na manhã seguinte.

Um homem nos contou que há dias vinha sofrendo de uma infecção causada por uma planta venenosa, mas esta desapareceu completamente um dia após ter-se submetido ao tratamento, sentando-se dentro de uma pirâmide. Outro homem nos disse que após trabalhar com as pirâmides por algum tempo, seu pulso caiu de 80 para 60 pulsações por minuto.

Colocamos uma rata dentro de uma pequena pirâmide. Enquanto ela viveu ali, manteve seu ninho em ordem e limpo. Quando a gaiola foi retirada de dentro da pirâmide, a rata começou a espalhar lixo por toda a parte. Em certa ocasião feriu-se seriamente na gaiola e pensamos que ia perder o olho. Não se usou qualquer remédio quer no ferimento quer no olho. Mas, depois de ser recolocada na pirâmide, o olho sarou completamente, a cicatriz  desapareceu e o pêlo renasceu normalmente.

No que concerne ao uso médico dos campos magnéticos, o Dr. Frei, no artigo antes mencionado, declara que o estímulo muscular é um terreno que tem sido pesquisado recentemente e cujos resultados mostram que praticamente todos os músculos se contraem quando se altera o campo magnético ou neles incide. “Admite-se amplamente que o estímulo é de natureza elétrica causada por indução eletromagnética”, declara ele. “Um campo elétrico produzido por um campo magnético que se altera pode enviar uma corrente elétrica através de uma célula e deste modo estimular todos os tipos de músculos… A importância do estudo dos músculos reside na possibilidade de se estimular o músculo cardíaco, o que pode ser de primordial importância numa emergência que exija um marcapasso, antes de se colocarem  internamente os eletrodos.”

Em outras áreas da medicina, Frei indica: “Outra aplicação deste estímulo pode residir na possibilidade de se exercitar o córtex. Espera-se que, empregando-se campos magnéticos de tempo variável adequadamente criados, pode-se estimular fenômenos cerebrais que de outro modo só poderiam ser produzidos pela inserção de eletrodos abaixo do crânio.

Um conhecido quiroprático de muito sucesso contou-nos que carregou uma pequena placa metálica, colocando-a no alto de uma série de pirâmides em miniatura. As pirâmides de metal se unem em suas bases de forma retangular, de cinco a três unidades, formando quinze ao todo. Ele emprega a placa carregada para elevar o ritmo biológico das partes afetadas do corpo e diz que obtém grande êxito.

Segundo um artigo publicado há vários anos por Joseph F. Goodavage, citologista e ginecologista da Cidade de Nova Iorque, na revista ‘Fate’, o Dr. K. E. MacLean empregava um ativador eletromagnético para tratamento de casos avançados de câncer. Goodavage citava MacLean dizendo: “O câncer não pode existir num forte campo magnético.”

De acordo com Goodavage, um efeito colateral do tratamento era a restauração da pigmentação do cabelo que passava, “na maioria dos casos, do branco prateado para sua cor natural anterior. Os cabelos do Dr. MacLean são castanho escuros; há cinco anos que ele vem se expondo diariamente a um campo magnético de 3.600 gauss. É alto, de compleição atlética, aparentando ter 45 anos de idade. Na verdade tem 64.”

De acordo com o que aprendemos com nossas experiências, a forma particular da pirâmide alinhada sobre o eixo norte-sul é que produz o estranho campo de energia. Embora a forma tradicional da pirâmide possa não ser a única que gera ou intensifica os campos de energia – conforme descobrimos experimentando as formas cônicas nas plantas – nossas pesquisas revelaram que os cubos não produzem os mesmos resultados.

No entanto, passamos a maior parte de nossas vidas dentro de estruturas de formas cúbicas. Insensatamente, segundo Buckminster Fuller, cientista, matemático, autor, arquiteto, e inventora da abóbada geodésica. Fuller acredita que as casas, os escritórios, as igrejas, ou qualquer tipo de edifício deve ser de qualquer formato que não o cúbico, e explica que isso é particularmente válido para os hospitais e outros lugares de cura.

Talvez os cubos nos quais vivemos distorçam ou inibam os campos de energia de tal modo que somos afastados de sua influência benéfica ou somos negativamente bombardeados por ondas de formas alteradas. Pode muito bem acontecer que a medicina preventiva do futuro seja praticada por engenheiros e arquitetos. As casas poderão, então, ser construídas segundo suas propriedades terapêuticas.

Notas:

[1] De certa forma, Wilhelm Reich descobriu uma maneira de mensurar e manipular esta energia através do estudo e uso de “acumuladores de orgônio”. Em seus experimentos demonstrou que o orgônio é a energia primordial da vida. Esta energia está presente em todo universo e pode ser demonstrada visualmente, térmicamente, através de eletroscópios e medida com contadores Geiger-Mueller.

Interessante notar que o “bloqueio energético” reconhecido na acupuntura foi denominado por Reich como modelos de tensão muscular crônica, que ele chamou de couraça muscular e são equivalentes aos bloqueios energéticos da acupuntura. (Wikipédia).

[2] Acredita-se que a energia orgônica seja tão antiga quanto o próprio universo. Referências à esta forma de energia são encontradas em vários momentos da história da civilização. Os chineses chamam esta energia de Chi, e mostram o uso dela na prática quando fazem aplicações localizadas com as pontas dos dedos (doin) ou com o uso de agulhas (acupuntura) para desbloquear esta energia. Também acreditam que quando esta energia fica bloqueada, condensada em pontos do corpo, surgem doenças que podem ser curadas mediante a ativação dos pontos congestionados, fazendo uso de agulhas ou pressão dos dedos onde existe a condensação dessa energia. A energia voltaria então a circular pelos meridianos, restabelecendo a saúde. A história demonstra que os chineses já tinham esta cultura há cerca de quatro mil anos.

Pitágoras foi um filósofo grego que nasceu em Samos pelos anos de 571 a.C. e 570 a.C. e morreu provavelmente em 497 a. C. ou 496 a.C. em Metaponto. Entre outras, era matemático, astrônomo, médico e denominou esta energia como “pneuma”, isto há quatrocentos anos A.C.

Hipócrates de Cós (Cós c. 460 a.C. – Tessália, 377 a.C.) nasceu na Antiga Grécia, considerado por muitos como uma das figuras mais importantes da história da saúde – é frequentemente considerado o “Pai da Medicina” ou o “Pai das Profissões da Saúde”. Cem anos depois das hipóteses de Pitágoras, Hipócrates chamou esta energia de Vis Medicatrix Naturea e acreditava que o perfeito equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito só era possível quando essa energia circulava em perfeito equilíbrio. Através da prática destas técnicas que fundou a chamada medicina Holística. Os médicos fazem o Juramento de Hipócrates até hoje nas formaturas. Mesmer chamava de magnetismo animal e Samuel Haneman denominou “força vital”.

Fonte: O poder secreto das pirâmides, Bill Schul e Ed Pettit, Editora Record, 10ª Ed., Rio de Janeiro, RJ, pág.119 – 124.

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Pirâmides do Egito foram feitas com pedras ‘falsas’

Posted by luxcuritiba em janeiro 7, 2009

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Análise da composição química dos blocos de construção indica que eles foram feitos de vários pedaços de calcário ‘colados’.

As pedras das pirâmides do Egito podem ter sido fabricadas a partir de pedras sintéticas coladas como asfalto, estimaram cientistas na revista francesa “Science et Vie”, que chegará às bancas na sexta-feira. A partir dos novos estudos, ganha força uma teoria já levantada diversas vezes.

A composição das pedras das pirâmides é “bem mais complexa do que aquelas das pedras das pedreiras” de Toura e de Maadi, de onde teriam sido extraídos os elementos da pirâmide de Gizé. As pedras das pirâmides seriam geopolímeros, ressaltou a revista, citando os trabalhos de Gilles Hug, do Escritório Nacional de Estudos e de Pesquisas Aeroespaciais (Onera), e Michel Barsoum, da Universidade de Drexel, na Filadélfia (EUA).

Segundo os exames de raios X realizados por esses especialistas, “alguns microconstituintes dessas pedras apresentam traços de uma reação química rápida que não permitiram uma cristalização natural (…), uma reação inexplicável se considerarmos pedras talhadas, mas perfeitamente compreensível se pensarmos que as pedras foram coladas como asfalto”, acrescentou.

Diferentes técnicas de microscópio eletrônico mostraram que “os espectros de difração das pedras das pirâmides diferem nitidamente daqueles das pedras de pedreiras”, continuou a “Science et Vie”.

Para um outro especialista, o químico Joseph Davidovits, que defende há 30 anos a tese do asfalto de geopolímero para a edificação dos túmulos dos faraós, blocos de calcário natural reconstituído teriam sido colados no local.

Eles podem ter sido formados com “entre 93% e 97% de elementos de calcário natural e entre 3% e 7% de material de ligação”, como argila caolinítica, um silicoaluminato que se desagrega na água e ao qual teria sido adicionada cal apagada, explicou a revista.

Um quarto cientista, o físico Guy Dumortier, das Faculdades Universitárias Notre-Dame de la Paix de Namur (Bélgica), também defendeu, na “Science et Vie”, a teoria da pedra aglomerada. De fato, ele detectou um teor bem mais elevado do que o natural de flúor, silício, magnésio e sódio.

“Sem querer desagradar os egiptólogos, a utilização de geopolímero para a construção de pirâmides é mais verossímil”, assegurou.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1370327-5603-630,00.html

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Desmistificando as pirâmides (Parte 2)

Posted by luxcuritiba em novembro 11, 2008

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A pirâmide cura doenças?

Diversos autores e estudiosos relatam casos de curas e melhoras, para os mais diversos problemas físicos e emocionais, quando é usada a energia das pirâmides. Num dos livros clássicos sobre pirâmides, de Ed. Pettit e Bill Schull, é relatado um caso onde um viciado em drogas abandonou o vício, depois de algumas seções de meditação dentro de uma pirâmide. Segundo o mesmo relata “não fui eu que abandonei o vício, foi ele que me abandonou”, deixando claro que parou de usar as drogas por simples desinteresse, porque não precisava mais delas.

No Brasil o pesquisador Abeilard Gonçalvez Dias relata, em livros como “Energia da pirâmide beneficia o homem”, diversos casos e métodos, em que a pirâmide é utilizada para auxiliar o processo de cura de diversas enfermidades. Em Cuba o Dr. Ulises Sosa Salinas tem utilizado a energia das pirâmides para efetuar curas de problemas os mais diversos, sem uso de nenhum antibiótico ou qualquer outro aparato tecnológico ou farmacológico. Devido ao sucesso da terapia com as pirâmides o Dr. Salinas tem incentivado o uso das mesmas inclusive nos serviços públicos de saúde, daquele país.

Em vários lugares e tempos a pirâmide tem apresentado efeitos curiosos, beneficiando o tratamento de diversos males, desde transtornos psíquicos como depressão e insegurança, passando por casos físicos de luxações e pequenos cortes, até casos mais graves, de doenças crônicas cujos relatos declaram, senão uma melhora do quadro clínico geral, ao menos uma melhora da qualidade de vida do enfermo. Mas, o que há na pirâmide, que provoca esses efeitos? Qual o mecanismo? O que exatamente acontece nesses processos de cura? A pirâmide pode curar qualquer tipo de enfermidade? A seguir tentarei esclarecer esses pontos.

De onde vem a energia?

A experiência mais comum, que demonstra a funcionalidade de uma pirâmide, é a desidratação (mumificação) de materiais orgânicos. Essa experiência básica demonstra com clareza, e por meio de evidência física, que há alguma forma energia atuando sobre o corpo de prova. Também fica claro que não se trata de efeito placebo, já que um pedaço de carne não tem cérebro. Diversos autores e estudiosos têm apresentado teorias para explicar esse fenômeno, sem muita unanimidade. De todas, a explicação que julgo mais correta é aquela que diz ter o efeito da pirâmide alguma relação com o eletromagnetismo terrestre.

Com um aparelho eletrônico de sensibilidade apurada, é possível demonstrar que a estrutura metálica de uma pirâmide é carregada com cargas de eletricidade estática. Um modelo de circuito eletrônico para a montagem de um aparelho que detecta cargas eletrostáticas pode ser encontrado em no grupo de estudos Piramidal (1), no YahooGrupos. O aparelho possui uma antena que, ao tocar a estrutura da pirâmide, aciona um indicador como um led (2), que acende para demonstrar a presença de carga elétrica na estrutura. Depois de feita uma medição, a pirâmide é descarrega e necessita de um período, em torno de 5 a 15 minutos, para recarregar.

Segundo uma lei física, todo campo elétrico está associado a um campo magnético e vice-versa. A dedução mais lógica, é que esse campo eletrostática que carrega a pirâmide tem origem no campo eletromagnético terrestre. O mesmo eletromagnetismo que faz mover as agulhas das bússolas é responsável pela geração de cargas elétricas na estrutura metálica da pirâmide. De forma análoga às antenas de rádio, a estrutura piramidal coleta as ondas do campo eletromagnético da Terra e o transforma em carga elétrica. Esta carga, uma vez que não seja descarregada, transforma a estrutura em uma espécie de Câmara de Faraday, uma câmara que mantém uma área carregada eletrostaticamente.

A eletrostática do corpo humano

Hoje é sabido que o corpo humano possui carga elétrica, e que o nível dessa carga elétrica pode auxiliar ou prejudicar a saúde do indivíduo. Essa carga é tão real que, técnicos em eletrônica ou informática, que trabalham com manutenção de componentes eletrônicos como circuitos integrados, precisam descarregar sua carga eletrostática, normalmente utilizando uma pulseira antieletrostática, para evitar que, ao tocar os componentes, a eletricidade presente em suas mãos danifique o mesmo.

Já existem técnicas de acupuntura que utilizam aparelhos eletrônicos para medir a carga eletrostática superficial da pele do paciente, usando essa medida como indicador de saúde. Utilizando-se agulhas eletrificadas, os pontos onde se detecta uma carga elétrica de nível anormal, podem ser regulados e adequados, através de pequenas descargas elétricas. Esse processo tem dado como resultado uma melhora substancial no quadro clínico da pessoa tratada.

O princípio que explica esse tratamento é o fato de que todo corpo humano possui carga eletrostática, e essa carga varia conforme a pessoa, o local do corpo, as características do ambiente, e o estado físico e emocional da pessoa, dentre fatores. No corpo humano existem também canais, chamados de meridianos, que são uma espécie de linhas de força, que se espalham por todas as partes do corpo, distribuindo e movimentando as cargas eletrostáticas. Quando o acupunturista localiza um ponto de congestionamento nessas linhas de força, aplica a agulha para regularizar o fluxo de energia naquele local.

Como a energia da pirâmide é transferida para o corpo

Ainda sob os princípios da física, sabemos que toda carga, elétrica tem a característica de induzir outra carga em um corpo que esteja próximo. Este fenômeno é conhecido como princípio da indução. E é através desse fenômeno que a energia eletrostática da pirâmide passa para o corpo que esteja imerso em seu campo. Como a pirâmide comporta-se como uma câmara de Faraday, uma pessoa que esteja dentro ou próxima a ela, vai sofrer indução eletrostática. Obviamente a energia dessa indução não é suficiente para provocar choques elétricos que sejam percebidos, mas é suficiente para influenciar o corpo a nível celular, já que toda célula, devido a seu minúsculo tamanho, é particularmente influenciável por cargas eletrostáticas reduzidas.

Quando uma pessoa fica dentro ou próxima a uma pirâmide, esse processo de indução ocorre naturalmente e sem esforço. E é por isso que algumas pessoas questionam a validade da terapia piramidal, perguntando como pode acontecer alguma coisa enquanto a pessoa fica parada, sem nada fazer, dentro da câmara. Digo esclarecer esse ponto digo que, para que nosso corpo sintetize vitamina D, basta que fiquemos expostos à luz do sol por alguns minutos, sem necessidade de maior esforço. O metabolismo do nosso corpo fará o resto. De forma semelhante, o campo eletrostática da pirâmide, atua sobre nós induzindo cargas elétricas de tal forma que regule, potencialize e equilibre nosso campo eletrostático pessoal.

Outra dúvida muito comum é se a pirâmide pode ter um efeito negativo. E essa dúvida é reforçada pelo fato de que, algumas pessoas, quando começam a usar pirâmides apresentam algumas sensações desagradáveis como vertigem, dor de cabeça e enjôo. No caso da pirâmide, porém, esses sintomas são positivos, e indicam que o fluxo de energia do corpo está sendo regularizado. Tal como a prática de atividade física pode ser particularmente cansativa e desagradável, para quem não está acostumado. Somente com a prática constante e regular, e com o condicionamento do corpo é que se vão sentir plenamente os benefícios da atividade, sem perceber o desconforto. De forma semelhante, as sensações desagradáveis que se observam no início da prática com pirâmides desaparecem depois de algum tempo, a medida que os níveis de energia corporal são restabelecidos e o fluxo desobstruído, nas diversas partes do corpo.

A pirâmide não cura a doença

A pirâmide não cura nenhuma doença específica, mas pode contribuir para a resolução de todos os problemas relacionados à saúde e ao bem estar individual. Entende-se que saúde e bem-estar são reflexos de vários fatores, como alimentação, atividade física, estresse físico e/ou mental, status emocional, conduta pessoal, dentre outros. Todos os fatores, porém, refletem no estado de energia eletrostática que pode ser detectada na pele, através de instrumentação eletrônica adequada. Quando é percebida alguma anomalia nos sinais detectados a acupuntura faz uma aplicação pontual, através das agulhas, eletrificadas ou não, com o objetivo de potencializar ou desbloquear o fluxo de energia eletrostática (comumente chamada de energia vital) no ponto com problema.

O uso da pirâmide provê um processo um pouco diferente. Como a pessoa é imersa no campo eletrostático gerado pela estrutura, seja em todo ou em parte, o campo da pirâmide induz eletricidade estática no campo pessoal do paciente, potencializando a energia nos pontos onde ele se encontra debilitado, e regularizando o fluxo nos pontos onde ele está bloqueado. Esse processo ocorre naturalmente. Não há necessidade de se meditar, visualizar, ou fazer qualquer prática específica, muito menos ter a crença ou fé, de que a energia da pirâmide irá funcionar. A energia eletrostática da pirâmide não é uma questão de fé, e tal como qualquer outra forma de energia, dará seu resultado, no tempo e no modo proporcionais à sua ação.

Dessa forma, podemos dizer que a pirâmide não cura nenhum tipo de doença. O que ela faz é potencializar o equilíbrio do corpo, liberando sua própria capacidade natural de se autocurar e autoregenerar. Isso explica como um único mecanismo, a estrutura piramidal, pode ter uma utilidade tão vasta, nas mais diversas áreas da terapêutica, física e psíquica.

Não pretendo que esta seja uma explicação definitiva do mecanismo que explica o funcionamento das pirâmides e seu efeito. Mas acredito que estas informações podem trazer um pouco de luz e compreensão sobre a temática, esclarecer aos interessados, e quiçá servir de base para novos experimentos e novas descobertas que possam abranger um universo ainda maior e um entendimento melhor sobre o assunto.

Zhannko Idhao Tsw
(06-11-2008)

(1) Grupos de estudos no WhatsApp
(2) Led: Diodo emissor de luz, uma pequena lâmpada.

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Egito quer acabar com ‘praga’ de ambulantes nas pirâmides [ 13 de agosto, 2008 ]

Posted by luxcuritiba em setembro 6, 2008

Rodrigo Durão Coelho

O governo egípcio completou a primeira fase de um projeto de modernização das pirâmides de Guizé que pretende expulsar os ambulantes da área para benefício dos turistas.

Quando integralmente implementado, o projeto deve incluir uma cerca de 18 quilômetros equipada com sensores infra-vermelhos, impedindo presenças indesejadas no complexo onde estão as pirâmides e a Esfinge.

“Ninguém vai entrar nessa área a menos que tenha um tíquete magnético”, afirmou Farouk Hosny, ministro da Cultura do Egito, à agência de notícias AP.

A grande quantidade de ambulantes que atuam na área, oferecendo cartões postais, lembranças e passeios de camelo ou cavalo, costumava ser uma reclamação comum dos turistas. Insistentes, eles não costumavam aceitar não como resposta.

“Era um zoológico”, disse Zahi Hawass, a maior autoridade arqueológica egípcia. “Agora estamos protegendo os turistas e os monumentos.”

Politicamente correto

Erguidas há mais de cinco mil anos, as pirâmides de Guizé são a única das Sete Maravilhas do mundo antigo que ainda existem.

Com o tempo, as pirâmides viram a aproximação da cidade do Cairo, que hoje encosta em um de seus lados. O deserto do Sahara, que se estende pelo outro lado, continua a servir de pano de fundo para fotos de turistas.

Apesar da irritação causada pelos ambulantes, percorrer de camelo a distância (coberta em cerca de 20 minutos) entre as pirâmides e a Esfinge costuma ser, para muitos turistas, uma boa oportunidade para tirar fotografias.

Na segunda-feira, dia em que Hosny e Hawass estiveram presentes no local para anunciar os planos, os ambulantes haviam sido retirados e alguns poucos negociadores de animais observavam os turistas, à distância, aparentemente proibidos de se aproximar.

“Realmente os ambulantes irritam um pouco, mas fazem parte da cultura local e eles ganham o dinheirinho deles”, afirma a jornalista paulistana Renata Zulli, que havia visitado o local um dia antes.

“Colocar uma cerca vai descaracterizar ainda mais a área”, diz Renata.

Outra jornalista brasileira, Aline Stivaletti, que conheceu o local junto com Renata, também criticou a medida.

“É ridículo, querem acabar com o mais legal que é o passeio de camelo. Vão tornar tudo mais politicamente correto e chato”, diz ela.

Mudanças lentas

Ao anunciar os planos, Hawass disse que “pela primeira vez, a mágica e o mistério das pirâmides vão ser vistas por todos que vierem ao Egito”.

Entretanto, apesar das frases grandiosas, ainda pode demorar para que as coisas realmente mudem em Guizé.

Na tarde de terça-feira, um dia depois do anúncio, aparentemente, o número de ambulantes já superava o de turistas, oferecendo passeios de camelo, visitas guiadas e cartões postais com o mesmo entusiasmo de sempre.

O governo egípcio admitiu que as mudanças, que fazem parte de um projeto de US$ 26 milhões (R$42 mi) iniciado há sete anos, vão ser feitas gradualmente, para evitar uma crise em uma sociedade que já convive com uma alta taxa de desemprego.

Nos planos estão ainda a introdução de veículos elétricos para transportar os turistas das pirâmides até a Esfinge, além de um restaurante, uma livraria e um novo sistema de iluminação.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080813_egitopiramideambulante_rc.shtml

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Pirâmides: Geometria Cósmica

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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A pirâmide provoca experiências psíquicas quando estamos em seu interior. Mas, apenas quando a pessoa já possua faculdades paranormais, mesmo que apenas potencialmente.

Nestas pessoas, a pirâmide atua como um amplificador de energia que permite a melhor e mais ampla produção de toda classe de fenômenos paranormais.

O primeiro sintoma que as pessoas dotadas de paranormalidade (latentes ou não) percebem é que estão energizadas. Algumas sentem formigamento ou alfinetadas, outras relatam sobre uma força que as faz sentir-se como que sem gravidade, atraindo-as para a alto da pirâmide.

Em outras pessoas, essa energização, a princípio tão agradável, é seguida pela sensação de estarem cheias de energia, de quererem sair da pirâmide. Se, caso contrário, preferem continuar no interior da pirâmide, a experiência se torna desagradável. Inicia-se com uma dor de cabeça e depois todo o corpo começa a doer, especialmente no local de antigas lesões.

Mas, com o tempo, vai aumentando a capacidade para armazenamento de energia, sendo possível ficar-se longo tempo na pirâmide, sem qualquer inconveniente. E mais à vontade que em qualquer outro lugar.

Há também relatos de sons estranhos, uma espécie de badalar de sinos distante ou eco que são ouvidos claramente de dentro da pirâmide.

A seguir, algumas recomendações para aqueles que desejam realizar experiências psíquicas na pirâmide:

1- Antes da entrada na pirâmide, estabeleça o que vai fazer: projeção do corpo astral, alguma experiência telepática com um amigo, telecinesia, etc.

2- Concentre na tarefa escolhida, levando sempre em conta que deve ser algo bem específico, bastante concreto, ao invés de envolver vários objetivos.

3- Finalmente, entre e sente-se no interior da pirâmide, com o rosto voltado para o norte. Ou deite-se com a cabeça orientada nesta direção. Na verdade, com a prática, cada pessoa perceberá que para cada tipo de experiência existe uma orientação diferente.

Não use nada que aperte em demasia, como cintos ou peças de roupa muito justa.

De início, os resultados das experiências podem não se mostrar muito satisfatório. Por isso, lembre-se: a pirâmide, por si só, não proporcionará todos os poderes e faculdades que desejamos. Se você possui faculdades paranormais (repito: mesmo que apenas potencialmente), a pirâmide será um auxiliar poderoso e inigualável.

A pirâmide provoca o estado de meditação quando estamos em seu interior. E não é necessário conhecer Yoga ou qualquer técnica de meditação ou de relaxamento. Basta apenas sentar-se confortavelmente e aguardar.

Realmente, após aproximadamente 20 minutos de permanência no interior da pirâmide, o efeito da meditação é percebido ao sentirmos uma imensa sensação de paz, segurança e afastamento, assim como um delicioso estado de relaxamento.

A sensação de segurança é tão intensa que nos sentimos como que protegidos por uma presença benévola e invisível.

Toda a ansiedade e a tensão desaparecem. Somos invadidos por uma intensa paz interior; nos sentimos relaxados e serenos, desfrutando a realidade de sermos unos com todo o Universo. Todo o stress e a aflição do dia-a-dia deixam de existir.

A mente se afasta dos assuntos exteriores, reduzindo sua dispersão para atingir a um estado de quietude.

Logo perdemos a noção do tempo. É comum sentirmos que ficamos demasiado tempo dentro da pirâmide, quando passaram apenas alguns minutos.

Quando estamos cansados, é normal sermos apoderados pelo sono repentino. Trata-se de um sono breve porém, a sensação é de extraordinário descanso. Nos instantes que antecedem o sono, quando estamos entre acordados e adormecidos, a mente vagueia e temos sonhos acordados e bem nítidos.

Importante: Sente-se no interior da pirâmide com o rosto voltado para o norte.

Fonte: http://br.geocities.com/as_piramides/experiencia.htm

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O Segredo das Pirâmides

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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É com muita honra que a LenderBook apresenta para a comunidade científica e para a sociedade como um todo uma teoria que explica o conhecimento milenar que sabiamente o povo egípcio descobriu e assimilou deixando de relíquia para a humanidade o conhecimento.

O físico Albert Einstein deixou a pedra filosofal para tamanha descoberta que revolucionará o modo de pensar dos seres humanos quando quantificou energia como sendo uma relação da matéria ou massa (M) com a velocidade da luz no vazio (C).

Da equação encontrada por Einstein podemos sugerir que massa é energia em rotação cíclica (R). Onde rotação cíclica é R = 1/(CxC). Agora ainda não é compreensível para o público geral como a energia pode se converter em massa ou matéria. Os antigos egípcios já possuíam a resposta a esta questão.

Um fecho de luz se desloca em uma direção e não é capaz de efetuar desvios a não ser que encontre uma barreira potencial. A luz é na realidade composta de energia em movimento. Em termos estatísticos posso dizer que existe uma probabilidade associada à criação da luz(L) onde ela é uma relação da energia dado certo movimento (P(Energia|Movimento)). Em outras palavras a luz está associada a uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade pelo quociente desta velocidade (L = P(Energia e Velocidade)/P(Velocidade)).

Não está em questão aqui nesta demonstração a origem de uma luz, mas a simples constatação de que luz é na realidade o deslocamento sobre velocidade (L = Deslocamento/Velocidade). Entenda como deslocamento uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade (P(Energia e Velocidade)).

Ao se deslocar a energia pode se chocar com outros feches de luz, os egípcios descobriram que a uma dada freqüência um feche de luz serve de barreira para outro de sentido diferente. Desta forma a energia com o choque não se dissipa. Ela retorna para seu ponto de origem ou num sentido tangente ao ponto de resistência.

Para formar um ponto sólido é necessário que três feches de energia em deslocamento (luz) se choquem de “forma a formar” uma parede intransponível onde a energia represada bate na parede de luz correspondente a outro feche e retorna para seu ponto de origem batendo da parede oposta composta por outro feche formando um sistema fechado triangular onde a energia fica retida.

Segundo Sandra Rita O. S. Pontes cujo site LenderBook solicitou auxílio para batizar um termo cientifico para qualificar a descoberta, referiu-se ao termo pela nomenclatura Pequena Grande Notável (PQGN) que constitui na realidade a menor partícula sólida encontrada naturalmente na natureza.

Paralela a descoberta, o ponto triangular não é um esquema 100% fechado, além do mais ele tende a se decompor à medida que a energia retida tende a escapar pelos vórtices do triângulo. A energia que escapa em pequenas quantidades que não são retidas, os cientistas modernos chamaram de campo magnético.

O deslocamento de uma PQGN pelo espaço promove o choque com outros filamentos de energia criando estruturas mais complexas de PQGN até formar o que a ciência moderna chama de Átomo. Quando um feche de energia coincide com a trajetória de um vórtice de PQGN o sistema de unidade material é retro alimentado, mantendo assim a consistência da matéria e seu aspecto de solidez.

Max Diniz Cruzeiro, o autor da teoria chegou a esta conclusão de tanto ouvir de místicos que as pirâmides eram vórtices de energia. Que eram responsáveis pela concentração de energia. E razão para o homem alcançar a imortalidade da alma. A lenderBook espera que realmente haja razão nesta linha de raciocínio, pois ela representa um enorme passo para a compreensão plena do ser humano e seu bioma.

Autor: Max Diniz Cruzeiro

Fonte: http://www.lenderbook.com/piramide/index.asp

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As Pirâmides do Egito

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2008

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“Considerando-se todas as coisas, a Sabedoria requer não somente a investigação de muito mais coisas, mas também a contemplação do mistério” – Jeremy Narby

Para atingir o conhecimento da realidade, a ciência precisa mudar os seus pontos de vista. O shamanismo poderia cumprir com esta premissa? Qual seria a sua ajuda? A Arte de DESFOCALIZAR!

A ciência precisa pesquisar um bom número de disciplinas ligadas aos seus estudos, descobrir as peças que faltam no seu “quebra-cabeças” e encaixá-las nos locais certos, a ciência deveria ser HOLÍSTICA.

Os índios peruanos foram informados pelo antropólogo Jeremy Narby da descoberta do DNA (em 1953) pelos cientistas ocidentais e de que existia um relacionamento irrefutável entre o DNA e as “Serpentes Cósmicas” visionadas pelos seus shamans. Uma voz anônima elevou-se no grupo reunido ao redor do antropólogo e jogou uma frase no ar – “Você está dizendo que os cientistas já estão captando juntamente conosco?”
“Minha hipótese também baseia na idéia de que o DNA, em particular e a NATUREZA, de modo geral, SÃO INTELIGENTES” – Jeremy Narby.

Como alguns biólogos definem o DNA?

“Uma biotecnologia antiga que contem acima de milhões e trilhões de vezes mais informações por volume do que os nossos mais sofisticados aparelhos de estocagem de informações”.

“Eu vi as serpentes e elas eram vivas” Jeremy Narby

A “Carta Enigmática dos Egípcios”

Esta “Serpente Cósmica” foi denominada pelos egípcios de “PROVEDOR DE ATRIBUTOS”.

(I) UM

(III) MUITOS

(?) ESPÍRITO, DUPLO, FORÇA VITAL

(L) LUGAR

A SERPENTE CÓSMICA

(?) ÁGUA

Observem: o símbolo egípcio da VIDA – CRUZ ANSATA ou ANKH, a CHAVE DA VIDA está junto da serpente. Decifrando esta carta enigmática: O DNA tem a forma serpentina e possui duas cabeças – a dupla hélice -. É ao mesmo tempo, UM e DUPLO. A sua força vital dupla evolui de UM para VÁRIOS e seu LUGAR é a ÁGUA.

O Monumento “impossível”…
A Grande Pirâmide de Quéops

Até agora, duas hipóteses qualificaram-se como sendo as respostas mais plausíveis para justificar-se a edificação desta sétima MARAVILHA do mundo antigo, considerada por todos como IMPÓSSÍVEL de ter sido construída no Egito antigo. Fato é que foi POSSÍVEL a sua construção, ela está lá, desafiando todas as hipóteses feitas a seu respeito:

1ª hipótese: Quéops foi construída por uma civilização perdida

2ª hipótese: Quéops foi construída por extraterrestres

O acordo é geral quanto a estas duas hipóteses.

Dois pesquisadores ingleses, Lynn Picknett e Clive Prince oferecem uma terceira hipótese que tem todo o direito de ser incluída neste rol:

3ª hipótese: Quéops foi construída com tecnologia ensinada pela serpente cósmica – o DNA recebida pelos shamans do Egito antigo.

Na sua entrevista exclusiva para o Jornal Infinito, o antropólogo Jeremy Narby admite que Picnett e Prince estão no caminho certo, mas que ainda terão que pesquisar muito! (vide Entrevistas neste site).

Os shamans da Amazônia, sob a orientação da “Serpente Cosmica” e dos seus “maninkare” (essências) podem apresentar provas conclusivas e tão “IMPOSSÍVEIS” quanto à construção da Grande Pirâmide. Duas delas: a sua medicina e a sua farmacopéia, atestados da grande SABEDORIA dos “maninkare”.
Arguído pelos dois pesquisadores ingleses, Jeremy Narby respondeu sobre o LEQUE de informações que os “MANINKARE” são capazes de fornecer: tecnologias e técnicas de construção… dentre estas informações.

Andrew Collins e vários estudiosos falam da influência shamânica nos trabalhos deixados pela civilização egípcia e têm atribuído estes trabalhos à uma “cultura anterior de natureza shamânica”. Afirmam que esta cultura foi quem construiu a Grande Pirâmide e outros monumentos “impossíveis” como é o de Quéops.

Pesquisando…

A religião, na antiguidade, era unida às ciências. Seria possível que os sacerdotes de Heliópolis encarnassem o papel de uma comunidade de shamans altamente evoluídos?
Um outro fato que causa estranheza, antes de respondermos a esta pergunta. Lynn Picknett e Clive Prince ressaltam a natureza seletiva encontrada nas construções egípcias: o “VALE DO TEMPO” (Gizé), como exemplo. Sua construção é bem primitiva e não combina, em nada, com a magnificiência encontrada na construção da Grande Pirâmide.

Como se explica isto?

Respondendo às perguntas: PRIMEIRAMENTE a comunidade de shamans egípcia seria composta pelos sacerdotes de Heliópolis?

O Caso da Múmia Egípcia do museu de ULM

Vários cientistas e pesquisadores estudaram as práticas shamânicas no Egito e no mundo da antiguidade. No Egito estas práticas encontram-se inscritas no documento médico mais antigo do mundo: – O Papiro de Ebers – 1500 a.C.
Os egípcios faziam uso do ópio (vindo de Creta), cannabis e da mandrágora, cujas raízes em forma de gancho, diziam ser possuidoras de atributos humanos e medicinais. A literatura egípcia é parca nas suas referências a estas práticas, que são quase um tabu.

Dentre os que estudaram o shamanismo egípcio e o uso das drogas psicotrônicas pelos shamans modernos, inclui-se o psicólogo Benny Shanon da Universidade Hebraica de Jerusalém e o historiador Michael Carmichael, norte-americano, que vive em Oxford e é especialista no uso shamânico das plantas psicoativas. Carmichael trabalhou com R. Gordon Wasson, um dos pioneiros da pesquisa sobre o uso de drogas pelos shamans. O que diz ele?

Estas substâncias são usadas como veículos da performance shamânica, onde o shaman é capaz de elevar a sua consciência a um outro nível através do qual pode experienciar a natureza de um ponto de vista mais agudo, astuto e engajado do que no estado de percepção normal de vigília. O shaman é capaz de testemunhar fenômenos naturais que pessoas em estado normal de vigília são incapazes de testemunhar … isto é o que lhes é dado para conseguirem “insights” mais profundos da natureza e do mundo”.
Michael Carmichael

Recentemente, aventou-se a hipótese de que existiu um intenso comércio entre o Egito e o México antigos. O navegante Thor Heyerdal provou que há três mil anos, viagens deste tipo podiam ser empreendidas, navegando, ele próprio, com o seu barco Rá II (barco semelhante aos construídos na Bolívia e Perú), do Norte da África à América Central. Usou tecnologia e materiais básicos.

Em março de 1992, pesquisadores alemães solicitaram o auxílio especializado da cientista forense Dra. Svetla Balabanova, do Instituto de Medicina Forense em Ulm, para investigar os conteúdos de múmias egípcias.
A primeira espécie testada foi apelidada Het-Nut-Tawy, “Senhora das duas terras” – 21ª dinastia (cerca 1069 a.C.), cujo sarcófago era finamente decorado com figuras de Nut, rainha do céu. Como se depreende, era uma múmia feminina.
A cientista ficou pasma, quando encontrou a presença de grandes quantidades de nicotina e cocaína nas amostras desta múmia e de outras tantas, guardadas no Museu Egípcio de Munique.

Como sempre acontece, foi combatida pelos “cientistas ortodoxos” (a palavra ortodoxo, quer dizer: mente estreita), pois não existiam estas plantas no Egito daquela era. O alucinógeno principal era o lírio azul, tão festejado nas pinturas egípcias, entre as mãos dos faraós e dos deuses. De mais a mais, raciocinavam os “ortodoxos”, os seguidores de Colombo só haviam introduzido o uso do tabaco e da coca, nas Índias Ocidentais, depois de 1492. Estas plantas só existiam, até então, nas Américas.

A descoberta alvoroçou historiadores, biólogos, arqueólogos e antropólogos, quando foi publicada na revista científica Naturwissenschaften (7ª, 358,1992).Se a cientista Balabanova estava certa, todos haviam errado, e isto eles não admitiam de jeito nenhum!
Então voltaram-se contra ela (isto é super comum acontecer nas altas castas científicas…) e o mínimo que fizeram foi rotular a cientista Balabanova de HEREGE!

Na Inglaterra, insultada, a curadora do Museu de Manchester, Rosalie David, mantenedora da coleção de múmias, declarou enfaticamente: “Ou os testes falharam ou as próprias múmias são falsas!”

A Dra. Svetla Balabanova é uma toxicologista forense experiente, com um “curriculum” impecável. Havia usado um método seguro de análise denominado “folículo capilar”. Se a pessoa falecida consumiu alguma droga, os traços são levados até a proteína do poro do folículo capilar, lá permanecendo para sempre. Há um teste posterior, com álcool, para verificação de contaminação externa da mostra com as drogas. As amostras indicariam se as drogas vinham do folículo capilar INTERIOR ou do EXTERIOR. O das múmias de Balabanova vinham do INTERIOR indicando, portanto, que as pessoas cujas múmias estavam sendo examinadas foram USUÁRIOS DAQUELAS DROGAS.

A autenticidade das múmias, então, foi exigida pelos cientistas. A múmia apelidada de Het-Nut-Tawy foi comprada pelo rei Ludovico I em 1845. Quem a vendeu, um comerciante inglês chamado Dodwell.
O curador do Museu de Munique, Dr. Alfred Grimm, autenticou as inscrições, os amuletos e os métodos complexos de embalsamamento. A múmia viera de uma tumba de Sacerdotes e Sacerdotisas (atentem para este detalhe!) seguidores do Deus Amon em Tebas. Os seguidores de RA-ATUM faziam uso do lírio azul egípcio.
Rosalie David, inconformada, testou as suas próprias múmias e, visivelmente desapontada, deu a mão à palmatória: A Dra. Svetla Balabanova estava correta!
E foi então, glorificada. Isto sempre acontece, mas a “Torre de Marfim” dos cientistas não aprende, apesar de todos os vexames porque têm passado devido à sua arrogância e “complexo” de INFALIBILIDADE!

Respondendo à Segunda Pergunta

Como explicar a visível contradição encontrada na construção da “Grande Pirâmide” e do Vale do Templo em Gizé, por exemplo?

Os “maninkare” (essências) da Serpente Cósmica, só respondem à perguntas específicas, os shamans interrogam especificando o que desejam aprender e de forma a mais sucinta possível. Já explicamos em outro texto esta questão, exemplificando com o I Ching – O Livro das Transmutações – chinês.
Esta particularidade é exaustivamente detalhada por Jeremy Narby no seu livro tese: “The Cosmic Serpent” (sem tradução para o português).

Tecnologias avançadas e deuses exóticos

Michael Harner Ph.D, antropólogo, através de experiência pessoal pode apresentar suas conclusões a respeito da religião do antigo Egito e da sua similitude com as visões experienciadas pelos shamans modernos.
Michael Harner foi um dos cientistas que prenderam a atenção do antropólogo Jeremy Narby, quando elaborava a sua hipótese sobre o significado da “Serpente Cósmica” – representativa do DNA.
Harner menciona as suas próprias visões sob o efeito do ayahuasca.
Homens com “cabeça-de-pássaros” relacionados como sendo os “verdadeiros deuses deste mundo” – encontrados no panteão egípcio e em outros panteões que abordaremos em outra série: Os Maias. Exemplo: TOTH (cabeça de íbis) – HORUS (cabeça de falcão ou águia). Diga-se, de passagem, que Andrija Puharish (fazia experiências com psicotrópicos) no seu livro “Uri”, sobre o paranormal Uri Geller, menciona a visão de uma águia que ele denominou Horus (a nave espacial SPECTRA que surgiu em Israel para protegê-lo e a Uri Geller. Esta águia foi visionada por outros testemunhos: Paul Sirag e Ray Stanford, colaboradores e amigos do cientista e do paranormal. Dando sequência: SEKHMET (cabeça de leão) e ANUBIS (cabeça de chacal).

DNA e Pinturas Egípcias e da Antiguidade
Também encontradas no shamanismo

A TREPADEIRA – UMA CORDA – UMA ESCADARIA EM ESPIRAL – UMA ESCADA DE CORDA TORCIDA.

Suas conexões: ligação da terra com o céu. O DNA e a sua imagem condizem, perfeitamente, como ilustração destas conexões e seus desenhos figurativos encontrados no mundo inteiro. Nestas “ESCADAS”, também ascenderam aos CÉUS, personagens bíblicos importantes. Estas imagens fazem parte: da mitologia de todos os povos e estão patentes, como pinturas rupestres, nas cavernas de todo o planeta terra.
Jeremy Narby detalha, no seu livro, cientificamente, o DNA e toda a engenharia genética contidas nestas pinturas.

Os Textos das Pirâmides

Encontramos estas mesmas imagens simbólicas nos textos das pirâmides (vide, por exemplo, UTTERANCE 478 – Isis, personificando a ESCADA).

“Reconhecendo-se o conceito do shamanismo nos TEXTOS DAS PIRÂMIDES a nossa compreensão dos antigos egípcios e da sua religião muda radicalmente”. Picknett e Prince. E acrescentam: “E, talvez, até a respeito de todo o potencial humano”.

A Ascensão à VIA LÁCTEA é um outro tema central dos textos das pirâmides. A Colômbia shamânica elegeu a trepadeira do ayahuasca, enrolada como as Serpentes Cósmicas e do DNA, como sendo “A ESCADA que leva à VIA LÁCTEA”.

Há uma outra questão a ser observada e que também solucionaria um problema até então insolúvel, de outra cultura que iremos abordar em seguida: a “Ascensão do rei” poderia ser melhor explicada pelo “vôo” dos shamans para o “outro mundo”, do que pela sua “viagem para uma outra vida após a morte”? Este reino dos espíritos não poderia ser conquistado em vida, com o “vôo” shamânico?

Observa-se que uma explicação não exclui, totalmente, a outra, porque os shamans sabem que os espíritos dos mortos penetram este reino de luz com os seus “corpos de luz”, e, portanto, o LIVRO DOS MORTOS, egípcio, pode também ser lido de duas maneiras: como descrição shamâmica e como viagem definitiva no post-mortem. Os livros de “Sabedoria”, segundo a tradição, costumam ser lidos em sete diferentes níveis do conhecimento. No passado, eram chamados de “Livros de Capa Preta”, pois eram encadernados nesta cor. Um exemplo: o VIVEKA CHUDA MANNI hindu – A Jóia da Sabedoria – de Sri Shankaracharya.

O matemático cibernético e mitólogo, Charles Muses, sob o pseudônimo de “Musaios”, também estudou o shamanismo e pode relacioná-lo com a religião do antigo Egito. Ele referiu-se ao Duat – O Reino do Post-Mortem – dos Textos das Pirâmides, não como sendo somente o mítico “além”, mas igual ao BARDO tibetano, onde se pode ir depois da morte mas também enquanto vivo. Os shamans podem contatar seres altamente evoluídos no seu Reino Invisível e trazer de volta importantes informações. Musaios escreveu:

“A aquisição de um corpo altamente evoluído, por um indivíduo, significa, também, fato já explicado exaustivamente, a possibilidade de comunicação com seres tão bem dotados”. Em outras palavras, qualquer um que tenha conseguido evoluir ao ponto da obtenção de um “corpo evoluído” estará habilitado a comunicar-se com “Seres de Luz” e de grande sabedoria e tornar-se sábio”.

Muitos levam o sentido dos encontros com os seres míticos meio-homens, meio-aves ou meio animais, meio-répteis literalmente a sério, fazendo dessas entidades, “deuses astronautas”. Os shamans amazônicos atuais, da nossa era, fazem relatos idênticos aos dos egípcios, debaixo dos narizes dos antropólogos que os visitam: e no aqui-agora.

Quem seriam, então, estas entidades das quais os shamans e os antigos egípcios receberam lições de sabedoria? Ninguém poderia aventar uma resposta inteiramente verídica para esta pergunta! Os próprios shamans responderiam dizendo que há verdades que não foram feitas para serem entendidas.
Jeremy Narby, entretanto, aventa uma explicação plausível. Ele diz que o mundo inteiro partilha de certas imagens-chave: quando acontecem os Estados de Consciência Alterados. A visão a mais fundamental é a da “Serpente Cósmica”, nossa eterna companheira: DNA. Mas este plano ou nível é povoado por entidades mistas: homens-ave, homens-répteis, homens-animais… O Antropólogo Michael Harner deve ser lembrado falando sobre “os que criaram a vida no planeta para se esconderem dentro de uma multidão de formas… os homens-dragões”…

“Aprendi que as “criaturas-dragões” se posicionam dentro de todas as formas, incluindo o homem”.

Mas Harner também acrescentou que: “Alguém poderá dizer que eles eram quase semelhantes ao DNA”.

“A figura das serpentes vivendo no interior de cada coisa viva, de fato, é uma excelente descrição dos filamentos encontrados no DNA”. Jeremy Narby.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=27

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De onde vieram as pirâmides

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2008

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Há algum tempo alguém perguntou, em nosso grupo de estudos Piramidal, sobre a origem das pirâmides, de onde vieram e quem utilizou primeiramente as estruturas piramidais. Coloquei essa questão como pauta em uma de minhas meditações e o resultado foi o seguinte.

Vi uma planície totalmente arborizada. Estava observando a cena de cima, aparentemente pairando no ar. Do meio das árvores sobressaía uma grande pirâmide, totalmente branca. Cerca de dois terços de sua altura ficavam acima da copada das árvores. Com acabamento impecável, reluzia ao brilho do sol.

Intuitivamente veio-me a informação de que aquela estrutura era feita de pedra, ou material semelhante. Mas não foi construída, segundo o conceito comum. Em falta de termo melhor direi que foi materializada, já pronta e inteira, em uma peça única, molécula por molécula, sem divisões nem cortes.

Sua função é, basicamente, duas: Primeiro, funciona como um farol, emitindo um sinal de localização, em uma freqüência específica, através de uma técnica específica, sinal que alcança todo o Universo Criado. Segundo, funciona como um computador, coletando e registrando informações sobre o planeta e seu status.

(Construir um objeto em forma única inteiriça, sem divisões, talvez não seja algo tão surpreendente hoje, quando técnicas de manipulação de materiais a nível molecular têm se tornado cada vez mais comuns. Da mesma forma, um computador, ou qualquer outro equipamento, construído a nível molecular também já está se tornando, dentro da tecnologia humana terrestre, algo relativamente comum.)

Esta estrutura foi montada a milhares, talvez milhões de anos, e atualmente, devido aos movimentos da costa terrestre, encontra-se submersa sob a crosta do planeta. No entanto, permanece perfeitamente funcional, mesmo após milhares ou milhões de anos, coletando informações e cumprindo sua função de radio-farol.

Esta pirâmide foi colocada neste planeta por uma raça denominada ÝTÁKÝS (lê-se, í-tá-quís, com todas as sílabas tônicas). Trata-se de uma raça espacial nômade. Os seres dessa raça nascem no espaço, dentro de naves espaciais, e se desenvolvem e vivem toda sua (longa) vida, no espaço, viajando de um lugar para outro. Não têm casa, nem pátria, ou antes, sua casa e pátria é todo o Universo.

Os Itaquis (vou usar este termo porque é mais fácil para escrever) trabalham em conjunto com os Devas. Os Devas são seres auto-conscientes e inteligentes, mas não à maneira humana. Não são humanos, nem humanóides, e não possuem corpo definido. Existem apenas como mente e sua influência se espalha por todo o espaço e o tempo do Universo físico.

Sua função é criar o Universo físico e, de certa forma, administrá-lo. Os Itaquis têm a função de auxiliar os Devas nessa tarefa, atuando no plano físico material, cabendo a eles trabalhar como observadores ou monitoradores. Assim, vagam por todos os cantos do Universo Criado, coletando dados, observando, avaliando e, muito raramente, interferindo nos planetas que visitam, sempre objetivando uma alteração positiva.

Em cada planeta por onde passam, deixam um instrumento, a pirâmide já citada, que irá dar continuidade a seu trabalho de coleta de informações e também facilitará a posterior localização daquele planeta, já que cada pirâmide tem um código único. Esse mecanismo piramidal foi projetado pelos Devas e passado aos Itaquis como ferramenta auxíliar na sua tarefa de monitoração e acompanhamento.

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