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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

Archive for junho \27\+00:00 2015

Pirâmide de vidro gigante promove experiência interativa

Posted by luxcuritiba em junho 27, 2015

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Imagine estar perdido no meio de uma multidão, sem saber por onde ir e ainda se divertir com a reação das demais pessoas – tão sem rumo como você? Essa é a proposta do Labirinto de Vidro, uma criação do artista norte-americano Robert Morris. Com vidros em forma de triângulo equilátero (de dois metros de altura e lados de 20 metros de comprimento), a obra foi instalada no parque Donald J. Hall Sculpture Park, em Kansas City, em comemoração dos 25 anos do local.

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Apesar de sua configuração ser aparentemente simples, a produção da obra foi bastante complexa e exigiu uma equipe de 80 pessoas na construção física do triângulo, requerendo muito cuidado com os vidros.

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O bacana da obra é a experiência pessoal que propõe para cada visitante. Ela foi projetada para ser uma escultura totalmente interativa, daí suas paredes de vidro: através delas dá para ver como as demais pessoas estão reagindo ao experimento.

http://vidrocerto.org.br

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Curiosity encontra suposta pirâmide em Marte

Posted by luxcuritiba em junho 25, 2015

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Uma imagem capturada em Marte pelo robô Curiosity, da NASA, levantou inúmeras teorias de entusiastas sobre a vida fora da Terra. Em uma foto enviada pelo rover pode-se notar à primeira vista uma formação de uma pirâmide. Seria uma ilusão causada pela luz ou uma prova de civilização alienígena?

De acordo com a imagem, a suposta pirâmide teria o tamanho de um pequeno carro. Apesar de muita gente defender que tudo não passa de um efeito de luzes e sombras, o canal do Youtube ParanormalCrucible vai mais longe e insiste que a formação “é próxima de um formato e desenho perfeitos” e que a pirâmide é o “resultado de obra de vida inteligente e certamente não se trata de uma ilusão de luz e sombras”, além de informar que pirâmides também podem servir de “guias para viajantes”.

Veja o vídeo:

Certamente, essa não será a primeira vez que uma formação fotografada em Marte dará margens a teorias como essas. Anteriormente, houve burburinho por causa de fotos que pareciam mostrar uma nuvem de cogumelo e um desenho de um homem trabalhando.

http://seuhistory.com

Veja também:

Pirâmide em Marte?

Curiosity encontra em Marte rocha similar às da Terra

Robô Curiosity encontra pedra em forma de pirâmide em Marte

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Mude a energia da sua casa com a radiestesia

Posted by luxcuritiba em junho 19, 2015

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O solo e subsolo influenciam na qualidade energética da habitação, é ideal aplicar a radiestesia antes da construção para equilibrar as energias da obra

A cena é clássica: um homem com uma forquilha anda por um terreno para localizar um veio d’água. Ele o detecta com facilidade pela vibração diferenciada do galho que tem nas mãos ao passar, por exemplo, por um lençol freático que recolhe as águas da chuva no subsolo…

“Desenhos de homens com forquilhas podem ser vistos até nas cavernas pré-históricas. Egípcios e chineses também já sabiam e consideravam a influência do solo e subsolo na qualidade energética da habitação”, diz a radiestesista paulista Titi Vidal. “Porém a radiestesia se desenvolveu principalmente nos séculos 18 e 19, entre o clero da Igreja Católica. Ela era usada para detectar os pontos energéticos favoráveis para a construção de claustros, igrejas e catedrais”, diz a especialista. “Nessa época, a técnica ficou conhecida como rabdomancia – padres e monges eram grandes rabdomantes. Estranhamente, a Igreja não considerava esse conhecimento como pagão”, diz ela.

No começo do século 20, essa técnica passou a ser mais divulgada e recebeu o nome de radiestesia. “Os radiestesistas são profissionais muito requisitados na França, Espanha e Alemanha, principalmente. Acompanham engenheiros nas construções, verificam a qualidade energética do solo e subsolo e tratam de seus desequilíbrios de energia. Muitos deles procuram fundamentar os princípios radiestésicos com o conhecimento científico”, diz a radiestesista paulista Titi Vidal. “Mas isso não é essencial: a radiestesia funciona sem precisar disso”, afirma.

Instrumentos medidores

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Em suas consultas, os radiestesistas usam o pêndulo, sua grande ferramenta de trabalho, e outros instrumentos, como o dual road, a versão moderna da forquilha, e o aurameter, um medidor de aura. “Trabalhamos primeiro com o morador da casa e sua família. O aurameter informa se as pessoas estão com os chacras equilibrados, pois eles são os grandes vórtices que trazem energia para o corpo, segundo as milenares tradições da Índia. Depois de verificar os desequilíbrios energéticos do cliente, o profissional começa a trabalhar sua moradia. “Muitas vezes, é a falta de equilíbrio energético na casa que traz problemas de saúde“, explica.

Na consulta, os especialistas também usam a mesa radiônica, uma placa com símbolos, gráficos e cores que vai ajudar a diagnosticar a energia do cliente. Titi Vidal, também astróloga, desenvolveu sua própria mesa radiestésica com símbolos ligados à astrologia, além dos normalmente usados. O radiestesista pergunta mentalmente ao pêndulo sobre a saúde (física, emocional, energética, mental e espiritual) do cliente e utiliza os gráficos da mesa como uma referência. Conforme o pêndulo se movimenta para um lado ou para outro dos gráficos, o diagnóstico vai sendo traçado.

A designer de interiores Andréa Ortiz tem uma experiência interessante com a radiestesia. Ela conta como a aplicação de pequenas placas metálicas em determinados ambientes fez diferença na energia da sua casa.

“Quando construí minha casa, já conhecia a radiestesia. Em meu trabalho como repórter visual de uma revista especializada em arquitetura, sentia na pele a diferença energética nos ambientes que visitava. O espaço onde você mora sempre traz informações sobre a harmonia e o desequilíbrio das energias que circulam por ali. Acredito que os instrumentos radiestésicos só amplificam essa sensibilidade, que todos nós temos, pois somos seres integrados ao universo. Na primeira consulta que fiz, ainda durante a construção, o radiestesista colocou uma grande placa de chumbo na sala, sob o piso, pois detectou uma fresta do terreno no subsolo.

Também rodeou o terreno com um fio de cobre, para isolar a moradia das energias circundantes. Na segunda vez, outro radiestesista aplicou pequenas placas metálicas de 2 x 2 cm sob o meu colchão. Ele também distribuiu pequenas placas de metal na cozinha e no escritório. Foi meu marido quem pediu a consulta – nem fiquei sabendo de nada -, e já no primeiro dia após colocação das placas, comentei com ele de manhã: ‘Estranho, hoje foi a primeira vez que consegui dormir profundamente nessa cama’. Efeitos positivos também podem ser conseguidos com a aplicação dos gráficos.”

Radiônica: a arte de harmonizar os ambientes

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Se a radiestesia mede e pesquisa campos energéticos, a radiônica é a sua natural extensão: é ela que “cura”, com os mais variados recursos, os desequilíbrios energéticos dos ambientes. As curas mais comuns empregam chapas de cobre e de chumbo. Hastes de cobre enfiadas dentro da terra – que atuam como agulhas de acupuntura – também são recursos bastante usados.

Entretanto, são os gráficos radiônicos os mais utilizados pelos profissionais, principalmente para bloquear as energias eletromagnéticas e as telúricas (vindas do solo) dentro de casa. “Eles equilibram esses campos por meio de formas e desenhos que modificam a energia nociva. Esses gráficos, por sua vez, são baseados no conhecimento da geometria sagrada de antigas civilizações. Mas seu efeito é hoje explicado pela física quântica” afirma Eliane Nunes, professora de radiestesia e consultora do assunto, em São Paulo.

“Essa requalificação energética feita pelos instrumentos da radiônica é capaz de facilitar processos terapêuticos nos quais existe a dificuldade de diagnóstico”, diz Eliane, que tem formação na área biomédica. “A harmonia também se restabelece nas casas e empresas com base no seu uso.”

A radiestesista emprega ainda a litoterapia (terapia com pedras) na harmonização, ou o uso de cristais lapidados em determinadas formas, para trazer boa energia aos ambientes. “Mas o ideal, em relação a uma casa, é sempre aplicar a radiestesia antes da construção, ainda na fase da escolha do terreno ou durante a execução dos alicerces”, diz ela.

“Fica mais fácil e eficaz intervir antes das paredes erguidas, embora a energia de uma casa deva ser sempre trabalhada, mesmo depois de pronta”, diz a especialista.

Sergio Areias, presidente da Abrad (Associação Brasileira de Radiestesia), explica como funciona essa malha energética em torno da Terra.

“A Terra é como um ímã enorme que gera um campo de energia eletromagnético, que normalmente é saudável. Essa energia é disposta em cerca de 60 malhas sobre o planeta, mas a radiestesia trabalha com apenas três delas”, diz Sergio Areias, presidente da Abrad (Associação Brasileira de Radiestesia). Esses mapas de distribuição mostram os pontos de energia em que a Terra se torna mais sensível – os cruzamentos de suas linhas. Se houver um problema nesses pontos, como uma falha geológica, um lençol freático ou a emissão de um gás nocivo, é muito mais fácil essa energia prejudicial aflorar.

Por isso, uma das primeiras medidas de um levantamento radiestésico é verificar se o subsolo emite radioatividade e se por ali passam os veios de água subterrâneos, pois esses fatores prejudicam o equilíbrio energético do entorno e podem afetar a saúde dos moradores. “Antigamente, achava-se que bastava mudar a cama que estivesse em cima de um desses pontos.

Hoje já se sabe que a energia que aflora é bem potente e que são necessários outros recursos”, explica Areias. Em casos de desequilíbrios graves, não há alternativa senão mudar, principalmente se a casa estiver muito perto de transformadores de energia, torres de alta tensão e celulares. “A legislação do Brasil não segue normas internacionais e o índice adotado aqui é insuficiente para proteger os moradores dos efeitos nocivos das ondas eletromagnéticas.”

Sergio tem o cuidado de trazer seu conhecimento científico para as consultas radiestésicas. Antenado com as mais recentes descobertas na física e na medicina, usa aparelhos sofisticados, como o microscópio de campo escuro, para examinar as moléculas do sangue de seus pacientes e verificar o efeito do tratamento que está aplicando. Seu trabalho é tão reconhecido no mercado que construtoras já estão empregando o selo da Abrad como um diferencial de vendas.

Se os fundamentos científicos não conseguem explicar a radiestesia, quem pode?

“A ciência tem de buscar novos enfoques”, afirma Rodrigo Araês Caldas Farias, mestre em bioengenharia e professor de eletromagnetismo, de São Paulo. “A explicação teria de levar em conta outros níveis de realidade e outros níveis de ser. Pesquisadores da Rússia, e mesmo do Brasil, assumiram realidades paranormais e foram capazes de realizar experimentos que ainda não têm uma explicação plausível, mas têm casuística”, afirma. Como prova dessa interação de níveis de realidade nas pesquisas realizadas na Rússia, Rodrigo mostra um artigo do doutor A. A. Chernitskii, professor de física da Universidade Eletrotécnica de São Petesburgo, que fundamenta sua tese com base na aceitação de outras dimensões. “O pêndulo é apenas um amplificador de nossa consciência. Os instrumentos radiestésicos tornam visível o que já sabemos num nível mais profundo”, diz ele. “É o que poderíamos chamar de nosso superconsciente, que faz movimentar o pêndulo, que é só um instrumento”, afirma Rodrigo. Relator científico de um congresso sobre energias nocivas que reuniu cientistas, médicos e radiestesistas de várias partes do mundo, nos anos 1990, em Foz de Iguaçu, PR, Rodrigo acha que a ciência coloca de lado conhecimentos milenares sem avaliar sua eficiência, mas acredita que isso vai mudar. “A física moderna começa a encontrar explicações para o assunto”, arremata.

http://casa.abril.com.br

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As pirâmides em Caral

Posted by luxcuritiba em junho 10, 2015

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Caral encontra-se no Vale do Supe, a 200 quilômetros a norte de Lima, no Peru. A civilização de Caral, a mais antiga do continente americano, foi contemporânea de outras como as da China, Egito, Índia e Mesopotâmia; tendo-se convertido já naquela época numa cidade-estado, rodeada por outras civilizações reunidas ainda no que se denomina “sociedades aldeãs”.

Assim, trata-se de uma das zonas geográficas que se podem considerar como berço da civilização mundial pela sua antiguidade, e pelo seu desenvolvimento independente.

Descoberta arqueológica

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Max Uhle escavou em 1905 em Áspero, um local situado no litoral do vale de Soube, a 23 km da Cidade Sagrada de Caral, no Peru. Julio C. Tello explorou o mesmo lugar em 1937. Não há evidências que eles tivessem entrado no vale de Soube e, portanto, que chegassem a conhecer a Cidade Sagrada de Caral.

A primeiro pessoa que chamou a atenção sobre a Cidade Sagrada de Caral (Chupacigarro Grande) foi o viajante norte-americano Paul Kosok, que visitou o lugar juntamente com o arqueólogo também norte-americano Richard Schaedel em 1949. No seu relatório, publicado no livro “Life, Land and Water in Ancient Peru”, em 1965, mencionou que Chupacigarro (como era conhecida a Cidade Sagrada de Caral então) devia ser muito antigo, mas não pode demonstrar quanto.

Em 1975 o arquitecto peruano Carlos Williams fez um registo da maioria dos lugares arqueológicos no vale de Soube, entre os quais registou o Chupacigarro Grande, a partir do qual fez algumas observações sobre o desenvolvimento da arquitetura nos Andes, que apresentou primeiro no artigo “Arquitetura e Urbanismo no Antigo Peru”, publicado em 1983 no tomo VIII da série “História do Peru” da editorial Juan Mejía Baca, e depois no artigo “A Scheme for the Early Monumental Architecture of the Central Coast of Peru”, publicado em 1985 no livro “Early Ceremonial Architecture in the Andes”.

O arqueólogo francês Frederic Engel visitou o lugar em 1979, levantando um plano e escavando no mesmo. No seu livro “Das Begónias ao Milho”, publicado em 1987, Engel afirmou que Chupacigarro Grande (como ainda era conhecida a Cidade Sagrada de Caral) pôde ter sido construído antes do aparecimento da cerâmica nos Andes (1800 aC). No entanto, os arqueólogos andinos assumiram que o local era “a-cerâmico”, isto é, que tinha sido construído por uma população que não utilizava a cerâmica, ainda que esta já se conhecia noutros lugares dos Andes.

Em 1994 Ruth Shady percorreu novamente o vale de Supe e identificou 18 lugares com as mesmas características arquitetônicas, entre os quais se encontravam os 4 conhecidos como Chupacigarro Grande, Chupacigarro Chico, Chupacigarro Centro e Chupacigarro Oeste. Para diferenciá-los Shady denominou-os, Caral, Chupacigarro, Miraya e Lurihuasi. Caral, Miraya e Lurihuasi são os nomes quechua dos povoados mais próximos aos lugares. Chupacigarro é o nome espanhol de um ave do lugar.

Shady escavou em Caral a partir de 1996 e apresentou os seus dados pela primeira vez em 1997, no livro “A Cidade Sagrada de Caral-Supe nos alvores da civilização no Peru”. Nesse livro sustentou abertamente a antiguidade pré-cerâmica da Cidade Sagrada de Caral, afirmação que consolidou de maneira irrefutável nos anos seguintes, através de escavações intensivas no lugar.

O Projeto Especial Arqueológico Caral-Supe está a cargo dos trabalhos na Cidade Sagrada de Caral, bem como dos assentamentos próximos de Áspero, Miraya e Lurihuasi. A arqueóloga Ruth Shady, viaja ao vale em forma permanente para continuar o trabalho das escavações e descobertas nesta parte de um país arqueologicamente rico e de diversas culturas milenares.

[Panorama 360° de Caral]

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Antiguidade

A antiguidade da Cidade Sagrada de Caral confirmou-se através de 42 datações rádio carbónicas realizadas nos Estados Unidos. Segundo estes, a Cidade Sagrada de Caral tem uma antiguidade média de entre 2.627 a 2.100 anos a.C. aproximadamente, enquanto no resto da América o desenvolvimento urbano começou 1.550 anos depois deste Peru. A sua descoberta muda as teorias que até agora existiam sobre o aparecimento das antigas civilizações no Peru.

Até pouco tempo considerava-se a Chavín de Huántar o mais velho foco cultural deste país, com um máximo de 1.500 anos a.C.

A cidade existiu durante os anos 3000 a.C. até 1800 a.C., quando a cidade sofreu com secas, fome, doenças e seus habitantes abandonaram a cidade, até ser descoberta em 1905.

Toponímia

Segunde a toponímia do quechua de Yungay, Peru, a palavra Caral provêm de Qaqaq que significa «presentear, oferecer, partilhar» pelo que poder-se-ia deduzir que era «um local onde se faziam presentes ou oferendas».

População

Os cálculos mais conservadores estimam que a cidade sagrada de Caral albergou de 1.000 a 3.000 habitantes.

Arquitetura

[Pirâmide em Caral]

O centro urbano, de arquitetura monumental, já tinha sido fotografado desde o ar na década de 40 do século XX, mas o início das escavações sistemáticas da Cidade Sagrada de Caral começaram em 1996 , sob a condução da doutora Ruth Shady.

As construções na Cidade Sagrada de Caral foram continuamente remodeladas, com estruturas cada vez mais complexas. Isto significa a evolução das técnicas de construção, o conhecimento das ciências exatas como a aritmética, a geometria e igualmente a astronomia que influenciaram as antigas culturas peruanas. Destacaram o espaço, a arquitetura e a precisão, especialmente nos seis volumes das pirâmides maiores.

As construções monumentais mais destacadas são:

● A Pirâmide Maior
● A Pirâmide Menor
● A Pirâmide da Galeria
● A Pirâmide da Huanca
● O Templo do Anfiteatro
● A Pirâmide da Cantera
● O Templo do Altar Circular.

Ao pé do Templo Maior e da Piramide do Anfiteatro construíram-se grandes praças circulares, espaços de reunião para os habitantes da cidade, onde provavelmente se realizaram atividades acompanhadas pela música de flautas transversas e cornetins.

As 32 estruturas piramidais encontradas, uma delas de 18 m de altura, coincidem com a data em que a civilização egípcia construiu as suas.

Extensão

A Cidade Sagrada de Caral tem 65 hectares.

Cidade sagrada

O altar do fogo sagrado Tem-se-lhe chamado também cidade sagrada já que foi a época, em que pela primeira vez que se saiba até agora, as sociedades peruanas tiveram um governo central, em se estabelece um estado e se utiliza a religião como meio de afirmação.

Tudo o que se escavou na cidade está impregnado de religiosidade. Há muitos fornos construídos para oferendas. Há rituais em todos os lugares, não somente nos lugares públicos ou nos templos mas até nas próprias casas.

Outras Descobertas

Entre as coisas que se descobriram em Caral, à parte de sua surpreendente arquitectura, há artefactos de diversos materiais: de osso , madeira, pedra, boleadoras e quenas (flauta originária da Região Andina) feitas com ossos de pelicano e condor, adornos para as pessoas importantes ou para os deuses que adoravam.

Quipu

No ano de 2005 expuseram-se no Peru novas descobertas realizadas em Caral pela equipe(a) dirigida pela arqueóloga Ruth Shady, principal “re-descobridora” desta cidade. Encontrou-se um quipu (instrumento utilizado para comunicação) em bom estado de conservação, o que implica que este sistema de registro de dados tem quase cinco mil anos e não os mil e quinhentos comprovados anteriormente.

Também se apresentou a reconstrução de um possível habitante, em base ao crânio de um rapaz de uns vinte anos sacrificado naqueles tempos.

http://pt.wikipedia.org

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Complexo piramidal descoberto na Crimeia

Posted by luxcuritiba em junho 10, 2015

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Mais pirâmides descobertas ao redor do mundo, desta vez na Crimeia, Ucrânia, localizada no sudeste da Europa. Este é um dos maiores complexos de pirâmides do mundo, e foi descoberto em 2001. A área tem 37 construções megalíticas, 28 delas criam um grande complexo em formato de diamante, no meio do qual há uma pirâmide de 56 metros. As pirâmides são datados entre 14.000 e 16.000 anos de idade, talvez mais.

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Cientistas encontram a ligação entre o sistema nervoso e imunológico

Posted by luxcuritiba em junho 10, 2015

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Uma descoberta sem precedentes acaba de ser divulgada em uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo, a Nature. Um grupo de cientistas encontrou vasos do sistema linfático que antes passaram despercebidos para os cientistas e que percorriam o sistema nervoso central.

Este achado vai mudar os livros, já que acreditava-se que o sistema linfático não ultrapassava a barreira hematoencefálica, uma estrutura de células que impede que certas substâncias cheguem ao cérebro.

Apesar de o sistema linfático estar muito bem mapeado através de todo o corpo, antes deste estudo pensava-se que quando chegava no cérebro os vasos eram interrompidos. Esta nova descoberta vai ser muito importante para realmente saber o que acontece em doenças do sistema nervoso central como o Alzheimer, esclerose múltipla e até mesmo o autismo.

Agora os cientistas podem testar mecanicamente como em todo o resto do corpo a relação entre o sistema nervoso central e o sistema imune. O que antes parecia impossível de estudar, agora é uma realidade.

Mas como as coisas passaram sem ser percebidas durante muitos anos? Os pesquisadores que publicaram o artigo afirmaram que o método de preparação das lâminas para observar os vasos foi essencial. Antigamente não se fazia ideia se os vasos linfáticos estariam ali e por isso não existia um procedimento correto para encontra-los.

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Nesta nova descoberta, os pesquisadores preparam lâminas para ver ao microscópio as meninges, membranas que separam e protegem os vasos sanguíneos que alimentam o cérebro, sem remover o osso do crânio no momento de fixar as células, numa espécie de banhos químicos que mantém íntegro os tecidos. Após separar o cérebro da meninge mais profunda, a pia-máter, todos os constituintes ficavam sem danos, ao contrário dos métodos anteriores onde a fixação do material ocorria quando as meninges já haviam sido separadas do osso do crânio.

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Os pesquisadores observaram um padrão similar de rede de vasos que formavam as células imunes observadas nas lâminas preparadas. Eles testaram estas regiões para vasos linfáticos e foi exatamente o que encontraram. Os pesquisadores revelaram que ao ver pela primeira vez isto eles ficaram muito empolgados, porém, continuaram a testar para confirmar a hipótese de que existia uma ligação entre o sistema imune e o cérebro.Agora, após esta incrível de descoberta, os trabalhos dos cientistas que estudam o cérebro só vão aumentar. Existem várias perguntas sobre doenças que afetam o sistema nervoso central que com esta novidade podem ser resolvidas.

https://www.biologiatotal.com.br

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Descobertos tubos magnéticos ao redor da Terra

Posted by luxcuritiba em junho 3, 2015

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Descobertos tubos magnéticos ao redor da Terra

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Tubos magnéticos

Usando um instrumento construído para observar galáxias a bilhões de anos-luz de distância, astrônomos australianos detectaram estruturas tubulares a umas poucas centenas de quilômetros acima da superfície da Terra.

“Por mais de 60 anos, os cientistas acreditavam que essas estruturas existiam, mas, ao produzir imagens delas pela primeira vez, nós fornecemos evidências visuais que elas estão realmente lá,” disse Cleo Loi, da Universidade de Sydney.

As estruturas tubulares são a versão real das linhas tradicionalmente utilizadas para ilustrar o campo magnético terrestre. Na verdade, não são linhas, mas tubos de formatos muito dinâmicos, de várias espessuras, que ficam mudando o tempo todo – de fato, a equipe conseguiu fazer um filme, mostrando todo esse dinamismo ao longo de uma noite.

Os astrônomos fizeram as observações com o radiotelescópio MWA (Murchison Widefield Array), que foi projetado para observar as galáxias do Universo primordial, assim como estrelas e nebulosas dentro de nossa própria galáxia.

Mas usaram essa radiação distante para detectar alterações em nossa própria atmosfera.

Campo magnético da Terra não tem linhas, tem tubos
A formação dos dutos magnéticos está associada com as linhas do campo magnético da Terra e sua interação com a radiação solar.

Magnetosfera e Plasmasfera

Conforme a luz de uma galáxia passa através das camadas na magnetosfera da Terra, o caminho da luz – e, portanto, a posição aparente da galáxia – é alterada por variações na densidade dessas camadas. O efeito é similar a olhar para cima do fundo de uma piscina, vendo as distorções causadas pelas ondas na superfície.

Mapeando as variações nas posições de múltiplas fontes de rádio ao longo de uma noite, foi possível mapear as distorções e decifrar a forma e as dimensões das estruturas tubulares.

Os dutos observados, imediatamente acima do radiotelescópio MWA, estão entre 500 e 700 km acima da superfície, alinhados com o campo magnético da Terra e seguindo a curvatura esperada conforme ascendem ou mergulham a partir do planeta.

As estruturas tubulares estão na plasmasfera, uma camada logo abaixo da ionosfera. Agora que a técnica de observação foi desenvolvida, outros radiotelescópios poderão mapear os tubos magnéticos em outros pontos da Terra, eventualmente chegando a um mapa planetário completo das estruturas.

“As estruturas são extraordinariamente organizadas, aparecendo como tubos regularmente espaçados alternando subdensidades e sobredensidades, fortemente alinhados com o campo magnético da Terra. Estes resultados representam a primeira evidência visual direta da existência de tais estruturas,” escreveram os pesquisadores.

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Curativos elétricos aceleram cicatrização

Posted by luxcuritiba em junho 1, 2015

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Terapias elétricas

Há cerca de um século, havia uma série de tratamentos e toda uma indústria de equipamentos de “terapias elétricas”, que davam choques nos pacientes com as mais diversas finalidades.

Os exageros e a falta de critério levaram ao descrédito dessas terapias e ao banimento desses equipamentos.

Aos poucos, porém, a estimulação elétrica volta à agenda dos médicos e aos hospitais – hoje a aplicação de pequenos choques elétricos já é utilizada em tratamentos experimentais contra Alzheimer, contra a obesidade e como uma alternativa aos problemáticos antidepressivos.

Já se sabia também que a aplicação de pequenas correntes elétricas acelera a cicatrização de feridas, mas agora ficou claro que a técnica é mais eficaz do que se acreditava.

Pulsos elétricos contra ferimentos

Pesquisadores da Universidade de Manchester (Reino Unido) realizaram um estudo de cicatrização de ferimentos em 40 voluntários.

Cada voluntário recebeu um ferimento de meio centímetro em cada braço. Um dos ferimentos foi deixado para curar normalmente, enquanto o outro foi tratado com impulsos elétricos durante um período de duas semanas.

Os pulsos elétricos estimularam o processo através do qual novos vasos sanguíneos se formam – conhecido como angiogênese – aumentando o fluxo sanguíneo para a área ferida e resultando em uma cicatrização significativamente mais rápida.

Curativos elétricos

A ideia agora é desenvolver curativos que já possam receber diretamente as correntes elétricas e conduzi-las aos ferimentos.

“Quando usadas em feridas agudas e crônicas, as ataduras são essencialmente apenas uma cobertura. Com esta tecnologia, esperamos que os curativos sejam capazes de dar uma contribuição funcional significativa para curar as feridas e levar o paciente de volta à saúde integral o mais rapidamente possível,” disse Ardeshir Bayat, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.

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