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Projeção com ETs

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

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(em 2004 ou 2005)

Depois de uma seção de relaxamento, como de costume, dei por mim pairando no ar rodeado de uma escuridão total. Sem ver nada a minha frente fui rodando sobre mim mesmo, procurando algo a minha volta. Num primeiro momento vi algumas estrelas pontilhando aqui e ali, onde dei-me conta de que estava no espaço. Até aí tudo bem, essa já era uma visão comum. A surpresa veio depois.

Assim que meus “olhos” se acostumaram com a escuridão do lugar comecei a ver uma série de naves espaciais. No princípio poucas mas a medida que fui aguçando minha visão percebi que eram muitas, milhares e milhares, estavam por toda parte, em toda direção que olhada. Nem em filmes de ficção científica já havia visto um número tão grande de naves, todas juntas num mesmo local. Tinham a aparência de grandes charutos, compridas e levemente arredondadas nas pontas.

Detalhe interessante, todas as naves eram completamente negras, não tinham janelas, nem luzes, nem nada que pudesse ser distinguido. Também eram foscas, não refletiam nenhum brilho (mesmo que houvesse fonte de luz ali, o que não era o caso). Não me perguntem como eu conseguia ver naves pretas e foscas contra um fundo preto e sem fonte de luz próxima.

Passado o choque inicial aproximei-me de uma das naves, entrando em seu interior para ver o que havia ali. Vagando por alguns corredores desertos fui parar na ponte de comando. Era algo parecido com o que se vê nos filmes de Jornada nas Estrelas. Haviam assentos, pessoas sentadas, ou em pé, com telas, botões, luzes, etc. Não havia janelas aparentes.

Próximo ao centro da sala estava um sujeito alto, de pé, talvez uns 2 metros de altura ou mais. Usava uma vestimenta preta onde não era possível ditinguir detalhes. Fiquei impressionado pela aparência de seu rosto, com uma cor branca doentia, completamente pálida. A pele parecia ser uma espécie de borracha, branca e bem esticada, meio fosca, completamente lisa, sem rugas ou qualquer outra marca. A boca era pequena, o nariz também. Os olhos eram muito injetados e completamente negros. As orelhas pontudas, como as do Spoc. Usava uma gola bem alta, cobrindo a maior parte da cabeça, na parte de traz. O tórax grande mas afinando bastante na cintura. Pernas finas e braços bem longos, quase na altura dos joelhos. Em minha “cabeça” ouvi um som “Crrrrrrrrrrrrrrraaaaaaaaaaion” (assim mesmo, bem carregado no cra, como no sotaque ucrrrrrrrraaaaaaaaniano). Deduzi que era o nome do sujeito. Devia ser o comandante da nave, talvez da frota inteira.

Olhando a volta da sala vi que todos que estavam ali tinham a mesma aparência, mas normalmente eram mais baixas e suas golas também eram mais baixas.

Saindo dali fui para outra nave, próxima daquela, com formato parecido mas bem menor. Nesta havia apenas uma pequena sala como cabine de comando. Havia ali um sujeito, nos mesmos moldes e com a mesma vestimenta. Ouvi o nome dele também mas não consegui lembrar quando voltei.

Veio-me, intuitivamente, o seguinte: trata-se de uma raça espacial de vampiros, eles nascem e vivem no espaço. São nômades. Em suas espaçonaves vagam pelo espaço a vida inteira. O comandante, visto antes, passava instruções telepáticas, diretrizes gerais do que devida ser feito, para o outro sujeito na nave menor. O segundo sujeito traduzia essas diretrizes em linguagem corrente na Terra e passava por “canalização” para seus contatos terrestres. Até onde pude perceber eles estavam esperando algo. Todas as naves estavam meticulosamente paradas. Aparentemente já estavam esperando ali a muito tempo.

Adendo: Depois de retornar fiquei confabulando com meus botões o que era aquilo que vi. Julguei que se tratavam de naves que estavam aguardando uma apassagem para chegar a nosso planeta. Aparentemente estavam sendo barradas por alguma forma de escudo que lhes impedia a passagem. Achei que esse “escudo” estava la pelas bandas da orbita lunar. Depois comecei a imaginar que esse “círculo de proteção” ia mais além, abrangendo todo o sistema solar. Mas depois de ter visto alguns tópicos sobre universos paralelos e tais acredito que seja bem possível que eles estivessem em algum outro lugar que não nosso universo local, aguardando uma forma de serem transportados para cá. Seja como for, estavam impedidos de chegar aqui, fisicamente (eles estavam no plano físico, ou algo que o valha, e eu no astral, ou algo que o valha), mas podiam passar pensamentos para os contatos humanos e era por essas “canalizações” que eles controlavam e de alguma forma sugavam as energias mentais humanas, uma de suas principais fontes de alimento.

Quando contei essa experiência para uma amiga espiritualista, a primeira coisa que ela me disse foi “mas Kryon não é uma pessoa, é uma energia, não é isso que as pessoas falam?”. Sim é isso que se fala normalmente, que Kryon é uma energia apenas. Aliás, foi só nesse momento que dei-me conta de que Craion, que eu ouvi quando projetado, era Kryon. Então, o que posso dizer? O que poço dizer é que isso foi o que eu vi e ouvi. Se isso bate com o conhecimento corrente já é outra estória. De qualquer forma está aí a informação para o caso de ser útil para alguém.

PS: Esta experiência aconteceu em 2004 ou 2005, não recordo a data com precisão. Na época achei que não tinha nada de muito importante, mas quando começou a tal estória do JVE e da invasão de OVNIs, prevista para 2006-2007, comecei a considerar que talvez fizesse algum sentido, afinal. E para o caso de alguém perguntar “o que uma raça tão evoluída tecnologicamente iria querer de um pequenino planeta como a Terra?”, eu respondo: “eles devem querer algo que não encontram nos espaços interestelares e que não podem simplesmente materializar com sua alta tecnologia, eles procuram vida, mais especificamente bioenergia, ou a energia que propicia a vida, seja qual for o nome que se dê a ela.” E, por acaso, a Terra é um verdadeiro celeiro de bioenergia, onde pulula a vida por todos os cantos.

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