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Archive for the ‘Crônicas’ Category

Crônicas

A Sociedade dos ratos

Posted by luxcuritiba em outubro 22, 2015

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Era uma vez…
em um local hipotético, num tempo hipotético. Havia uma cidade habitada por ratos. A cidade era formada por vários túneis, corredores, câmaras, salões, enfim, tudo que os ratos precisaram para viver e conviver.

No centro da cidade havia um grande depósito de queijo. Havia muito queijo, toneladas e toneladas de queijo. O suficiente para alimentar todos os ratos por muuuito tempo.

A vida corria tranquila, com os ratos brincando, dormindo, comendo, construindo tocas, fazendo o que os ratos fazem. Até que um dia, alguns ratos começaram a perceber que outros ratos estavam comendo demais. Enquanto a maioria dos ratos passava boa parte do dia passeando, ou brincando, ou fazendo qualquer outra coisa, alguns ratos passavam praticamente o dia inteiro no depósito de queijo, comendo, comendo e comendo.

Os ratos começaram a ficar preocupados, porque não achavam justo que alguns poucos ratos ficassem praticamente o dia inteiro só comendo queijo, o queijo que era deles também! Começaram a discutir sobre isso, formaram um comitê, buscaram formas de solucionar o problema.

A única maneira que encontraram de resolver o problema foi definir um grupo de guardiões, formado por ratos escolhidos a dedo. Este grupo ficaria responsável por guardar e administrar o depósito de queijo, garantindo que cada rato tivesse acesso a mesma cota diária de queijo. Assim o alimento seria distribuído de forma igualitária para todos, e ninguém poderia cometer nenhum abuso, comendo mais queijo do que era permitido.

Definida a estratégia e selecionados os ratos guardiões, o depósito passou a ser controlado dia e noite, cada rato que entrava ou saia era registrado, e havia um monitoramento constante, para evitar abusos.

Durante algum tempo tudo funcionou muito bem. A vida corria tranquila. Os ratos entravam, comiam sua cota, saiam. Estavam todos satisfeitos. Bom, não todos é claro, os ratos mais comilões não estavam muito satisfeitos pois tiveram que aprender a controlar seu apetite. Mas enfim, era para o bem comum.

Mas… a natureza dos ratos nem sempre instiga as melhores ações e pensamentos. Então os ratos guardiões começaram, lentamente, a perceber o quanto de poder tinham em suas mãos (ou patas). E começaram a perceber, também, que eles podiam, afinal, usufruir do queijo do depósito, podiam comer o quanto quisessem, sem que ninguém soubesse disso. E começaram a pensar que isso não seria injusto, afinal, eles estavam fazendo um trabalho muito importante, que era garantir a subsistência de toda a cidade dos ratos, algo muito especial, e portanto deveriam ter direito a certos privilégios. E afinal, como o número de ratos guardiões era relativamente pequeno, isso não faria muita diferença no consumo do queijo do depósito.

E assim, os ratos guardiões começaram a definir horários em que ratos em geral podiam ir ao depósito para se alimentar com queijo, e em certos horários nenhum rato poderia ir ao depósito, sob alegação de que estava em limpeza, ou manutenção, ou qualquer coisa do gênero. Nesses horários o depósito ficava reservado apenas e exclusivamente aos ratos guardiões, que podiam comer o quanto quisessem, até se esbaldar, tudo escondido dos demais ratos da cidade.

Passando mais um pouco de tempo, os ratos guardiões começaram a pensar que, talvez, os ratos da cidade não precisassem afinal comer tanto queijo, e decidiram reduzir a cota de queijo que seria direito de cada cidadão. Para justificar tal decisão, alegaram que, segundo suas medições, estatísticas e projeções feitas a partir de cálculos extremamente complexos, que a grande maioria dos simples ratos cidadãos não entenderia, eles chegaram a conclusão de que, se continuassem comendo queijo no ritmo que estavam, o queijo acabaria muito em breve. Então, para evitar que toda a cidade ficasse sem queijo e que todos os ratos acabassem morrendo de fome, eles reduziram a cota de queijo de cada rato pela metade. Até porque, segundo estudos recentes feitos por ratos pesquisadores renomados, estava demonstrado que uma quantia de queijo menor seria benéfica para a saúde dos ratos em geral, reduziria os índices de obesidade e evitaria alguns problemas de saúde. E assim foi feito.

Enquanto isso, alguns ratos cidadãos começaram a suspeitar de que, talvez, os ratos guardiões tivessem se corrompido, e estivessem abusando de seu poder e querendo apenas guardar o queijo apenas para eles próprios. Boatos começaram a surgir, e depois de conversarem com outros ratos sobre isso, a grande maioria achou que eles estavam exagerando, que os ratos guardiões eram muito sérios e honestos (por isso foram escolhidos como guardiões), que eles estavam fazendo um papel muito importante na sua cidade, que era vergonhoso duvidar da bondade e honestidade dos guardiões e que os ratos que falavam mal dos guardiões faziam isso porque tinham inveja deles.

A fim de evitar maiores problemas, os ratos que estavam de acordo, que achavam que havia alguma coisa errada, se juntaram em um grupo que denominaram “Ratos Ocultus”, e passaram a elaborar um plano para tomar providências, verificar o que realmente estava acontecendo, e se necessário tomar as ações cabíveis.

Os RO – Ratos Ocultus – decidiram cavar um túnel, em segredo, que levasse diretamente ao depósito de queijo. O trabalho foi árduo, durou meses e meses, cavando, roendo, ultrapassando barreiras, até que, finalmente, conseguiram chegar ao depósito. E qual não foi sua surpresa, ao lá chegarem, e ver os ratos guardiões se esbaldando, comendo queijo muito além da cota estipulada para os cidadãos, e que o depósito de queijo estava farto, muito longe de o queijo acabar, como havia sido dito a toda a cidade.

Ficaram surpresos, horrorizados, e depois com raiva. Eles tinham que contar isso para os outros ratos, todos os cidadãos tinham que saber, os ratos guardiões tinham que ser punidos, isso não podia ficar assim. Os Ratos Ocultus entraram em conselho para decidir o que iam fazer, e como fazer.

Depois de muito debaterem sobre o assunto, chegaram a conclusão de que seria arriscado contar aos outros ratos o que eles sabiam, até porque, como eles explicariam o fato de terem construído um túnel, as escondidas, para ter acesso ao depósito de queijo? Quem garante que não eram eles que estavam abusando do acesso ao queijo? Infelizmente, para os ROs, os ratos guardiões gozavam de muito prestígio e respeito perante os outros ratos cidadãos. Seria a palavra deles contra a palavra dos guardiões. Em quem o povo acreditaria? E se o povo encolhesse ficar do lado dos ratos guardiões? o que aconteceria com eles?

Enfim, os ratos ocultus decidiram que era melhor ficarem quietos. Aproveitariam a existência do túnel, que estava muito bem escondido, para, também eles, terem acesso ao depósito de queijo e poderem de alimentar de maneira adequada. Enquanto isso, os demais ratos da cidade ficavam cada vez mais fracos, subnutridos, pois a cota de ração individual para cada cidadão ia diminuindo cada vez mais.

Com o tempo começaram a surgir boatos, de que haviam ratos extraordinárias, escondidos entre eles, ratos que possuíam poderes paranormais, que podiam se teletransportar, atravessar paredes, ou se desmaterializar, entre outras capacidades. Esses supostos ratos paranormais eram admirados e também temidos por todos, porém, sua existência nunca foi comprovada. Dizia-se que eles tinham uma sabedoria e conhecimentos sem igual, que eram capazes de construções fantásticas, e que eles se reuniam periodicamente em locais subterrâneos, aos quais só se podia ter acesso através de passagens mágicas.

Os ratos guardiões nunca tomaram conhecimento da existência dos ratos ocultus, e sempre desmentiam os comentários populares a respeito deles, afirmando que isso era mera lenda urbana, e que os ratos cidadãos deviam se ocupar com coisas mais produtivas e reais.

A medida que as gerações de ratos na cidade se sucediam, cada vez mais se fortalecia o poder dos guardiões, que passavam o cargo de pai para filho, mantendo-se sempre as mesmas famílias no poder.

Do outro lado, os ratos ocultus também mantinham seu grupo fechado, passando os membros de pai para filho, sempre dentro das mesmas famílias, pois se alguém de fora soubesse de sua existência, e do que eles vinham fazendo, eles poderiam ser banidos da cidade, ou coisa pior.

E os demais ratos da cidade definhavam cada vez mais, cada vez mais fracos, com menos alimentos, e mais ignorantes, coisa que era incentivada pelos guardiões porque eles descobriram que cidadãos fracos e mal informados eram mais fáceis de se controlar.

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O Caminho que vai para Lugar Nenhum

Posted by luxcuritiba em maio 25, 2013

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caminhoEscondida entre as montanhas, num país distante, existia uma aldeia. À entrada da aldeia haviam três estradas e, no local onde elas se separavam, três avisos diziam: “PARA O MAR”, “PARA A CIDADE” , e o terceiro: “PARA LUGAR NENHUM”. Até onde se podia lembrar, as pessoas só tinham viajado pelas duas primeiras estradas. Ninguém ousava seguir a estrada que levava a “Lugar nenhum”. Ela permaneceu deserta e não trilhada.

Jane, uma menina da aldeia, não se cansava de fazer os outros habitantes a mesma pergunta: – Para onde vai a estrada que vai a lugar nenhum? E ela recebia invariavelmente a mesma resposta: – A lugar nenhum.

As pessoas temiam pela segurança da menina e diziam:- Nunca siga essa estrada. é muito perigosa. Ninguém jamais teve coragem de percorrê-la. Mas Jane pensou com seus botões que, se há uma estrada, ela deve levar a algum lugar. Um dia Jane fugiu da aldeia e, cuidando para que não a vissem, pegou a estrada proibida. Andou por um longo caminho, atravessando colinas e vales, passando por riachos e quedas d’água, florestas e desertos. E continuou em frente, até que começou a acreditar que os aldeões deviam estar certos. A estrada, de fato, não levava a lugar algum.

Até que um dia ela avistou um cão e disse a si mesma: – Se há um cachorro, deve haver uma casa ou pelo menos alguém por perto. Com um misto de medo e esperança, pôs-se a seguir o cachorro. Ele a conduziu por um caminho que dava numa casa escondida no meio de um bosquezinho frondoso. Uma senhora de idade morava na casa.

– Venha, minha pequena – convidou a senhora – venha para minha casa onde há muitos anos não recebo ninguém. Mostrou a Jane sua mansão repleta de tesouros preciosos.

– Você pode levar o que quiser. Tudo que possuo é seu, basta você querer. É a sua recompensa por ter tido coragem de ter trilhado a estrada que levava a lugar nenhum. Carregada de ouro e jóias, Jane se despediu da boa senhora.

Nesse meio tempo, os aldeões suspeitaram que Jane lhes havia desobedecido e tomado a estrada proibida. Ansiosos e nervosos, estavam convencidos que algo terrível havia acontecido. Por isso ficaram surpresos ao vê-la se aproximando, vinda daquela estrada, carregando seu precioso tesouro. Com toda a confiança, contou-lhes a verdade sobre sua viagem, e eles a escutaram maravilhados e espantados.

Logo havia uma torrente de aldeões viajando na estrada que levava a lugar nenhum. Caminharam durante dias e noites, mas não chegaram a lugar nenhum. Não encontraram nem o cão, nem a casa nem a boa senhora. Voltaram para a aldeia amargurados e desapontados, xingando Jane e acusando-a de mentirosa e impostora.

Jane balançou a cabeça e disse calmamente:

– É verdade que há um tesouro por descobrir, mas só para aqueles que ousam seguir uma estrada que leva a lugar nenhum.

(autoria desconhecida)

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O que é seu virá, mas…

Posted by luxcuritiba em fevereiro 27, 2013

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A culpa é dos economistas

Posted by luxcuritiba em fevereiro 26, 2013

O texto, intitulado ‘A crise’, saiu num jornal e demonstra a sabedoria popular. Seu autor, o Sorocabano, Ph.D. Luiz Almeida Marins Filho, toca num problema bastante atual… Vale a pena ler com atenção e pensar a respeito”.

A CRISE

criseUm homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava. As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender à grande quantidade de fregueses e o negócio prosperava…

Seu cachorro quente era o melhor de toda região! Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho.O menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele:

– “Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar.”

Depois de ouvir as considerações do filho estudado, o pai pensou: “bem, se meu filho estudou Economia, lê jornais, vê televisão, então só pode estar com a razão.”

Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior ) e começou a comprar salsicha mais barata (que era, também, a pior ). Para economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda na estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta…

Tomadas todas essas “providências”, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia, quebrou.

O pai, triste, então falou para o filho. – “Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise.” E comentou com os amigos, orgulhoso:

– “Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar Economia. Ele me avisou da crise…”

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Primeiro Sonhe, Depois Realize. A Chave para o Sucesso.

Posted by luxcuritiba em agosto 1, 2012

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Um texto dirigido a vestibulandos, mas que se aplica perfeitamente a qualquer um de nós.

Ressaltando: Thomas Edison construiu mil lâmpadas, até conseguir fazer uma única lâmpada que realmente funciona-se. E dá-le persistência.

Costuma-se falar muito no feito dos grandes realizadores, mas não se fala das dificuldades, labores, persistência e pedras no caminho que eles encontraram. Quando Henrry Ford decidiu construir o primeiro veículo automotor, ninguém lhe deu crédito. Conta-se que certa vez teria recebido esta resposta: “O que? Uma carruagem sem cavalos? Você está louco?”.
Ele demorou anos até conseguir convencer algum milhonário a ajudá-lo a cosntruir seu sonho, que seria também, futuramente, o sonho de muitos outros.

Atribui-se também a Edison esta frase:
“Qualquer homem pode alcançar o êxito se dirigir os pensamentos numa direção e insistir neles até que faça alguma coisa”.

…“O sucesso é composto de 1% de inspiração e 99% de transpiração”.
…Pedras no caminho? Construa com elas o seu castelo.

.:.

1. SONHE PRIMEIRO. Ninguém consegue nenhum sucesso sem antes sonhar com ele. Descontando tudo quanto fazemos necessariamente na vida (dormir, trabalhar, comer etc.), ainda sobra um terço do nosso tempo para sonhar. Não perca nunca sua capacidade de sonhar com novos horizontes, novos conhecimentos e novos resultados. O concursando (ou estudante) de sucesso só alcança o que ele visualiza antes. Não seja, entretanto, na sua vida, só um sonhador. Transforme suas fantasias em realidade. Como? Lendo, lendo, lendo! Em outras palavras, colocando a “bunda” no banco! O HBB (horas de bunda no banco) faz toda a diferença. O grande segredo do atleta é treinar, treinar, treinar. Do concursando (ou estudante de sucesso) é ler ou escutar e entender e, para memorizar, reler, reler e reler. Porém, ler ou escutar o quê? Como? Quando? Vejamos:

2. ESTABELEÇA OBJETIVO CERTO. “Se uma embarcação não sabe aonde quer chegar, nenhum vento poderá lhe ser favorável” (Sêneca). Tenha um objetivo certona vida (diga: eu vou ser tal coisa. Idealize o seu objetivo). Serei médico, jornalista, juiz, promotor, advogado, professor, defensor, delegado, procurador etc. Estabeleça seu objetivo e fixe prazo (meta), meios e condições (estratégias). Faça planejamento do seu futuro, de qualquer modo, saiba que todo sucesso tem medida certa e tempo certo. A improvisação não é boa companheira para se alcançar bom resultado! Isso significa assumir uma parcela de stress como parte do sucesso? Sim. O stress controlado faz parte de todo empreendimento bem sucedido.

3. COMPROMETA-SE COM SUA META. Quem quer vencer em dezembro a corrida de São Silvestre deve, desde janeiro, começar a correr. Não existe sonho nem meta que se concretize sem empenho, disciplina e muita dedicação. Na área dos concursos (das provas e dos exames) recorde que não se compra conhecimento em supermercados. Conhecimento se conquista, com muita luta e esforço. Mas vale a pena. Sua vida será outra! Engajamento (envolvimento) com sua meta é absolutamente imprescindível (tengas ganas de vencer!). Não tardará o dia do seu yes!

4. BUSQUE A INFORMAÇÃO. “Não espere que te tragam flores; plante e cuide do seu jardim” (Shakespeare). Na era da agricultura mandava quem tinha terra. Na era da indústria mandava quem tinha dinheiro ou capital. Na era da informação sobressai quem busca e obtém a informação. Busque-a incansavelmente nos livros, nas aulas, na internet etc. Anote adequadamente tudo (mais vale uma caneta na mão que mil “gigas” de memória humana). Documente o que você alcançou em termos de conhecimento. E nunca perca sua curiosidade por aprender mais coisas. Mas tenha sempre senso crítico. Há muita informação inútil que não pode tomar seu tempo (que é sagrado).

5. FOCO E DETERMINAÇÃO. “Vim, vi e venci” (Júlio César). Tenha determinação e conquiste disciplina nos seus horários de estudo, de aulas etc. Dormir é importante, mas não se pode exagerar. O Direito não socorre os que dormem! A disciplina e a determinação te trazem organização. Não seja protelatório, dispersivo, evasivo, ou seja, não perca o foco. Não fique culpando o mundo inteiro pelo seu insucesso. Quem assim procede se transforma num fracasso. O foco deve estar voltado para a solução (para o sucesso), não para o problema que te impede de alcançá-lo.

6. SEJA PERSEVERANTE. “Caminante no hay camino, el camino se hace al andar” (Antonio Machado). Não se estuda nem se faz um curso para passar, sim, até passar. Todo vencedor sabe que a perseverança é fundamental. Thomaz Edison disse: “Qualquer homem pode alcançar o êxito se dirigir os pensamentos numa direção e insistir neles até que faça alguma coisa”. Ele não teria nunca chegado à lâmpada se não tivesse tentado mil vezes alcançar seu objetivo.

Não fique no meio do caminho. Quem joga a toalha perde o jogo. Quem sai do gramado nunca marca gol. Ao contrário, vai para a arquibancada. De lá você só consegue aplaudir, nunca vencer. Pedras no caminho? Construa com elas o seu castelo. Vencem os que chegam no final dele! Os que não conseguem superar os obstáculos (que configuram verdadeiros desafios) vão sendo derrotados. Os derrotados, de plano, são insucessos; às vezes chegam a constituir verdadeiros fracassos.

7. “AGE QUOD AGIS”. “O sucesso é composto de 1% de inspiração e 99% de transpiração” (Thomaz Edison). Em razão disso, aplica-te completamente ao que estás fazendo. Mergulhe profundamente no que você está fazendo. Não se distraia com outra coisa: aplica toda sua atenção ao seu objetivo. Todo foco tem que ter alvo certo. Muitas vezes a questão não é ter força, sim, jeito: o artilheiro sabe bem disso. Mesmo fatigado, faça sempre o máximo que for possível. Mesmo errando, continue. Quando queremos, também aprendemos muito com nossos erros. “Não importa quantas vezes nos levantamos. O que conta é que seja sempre uma vez a mais do que aquelas em que caímos” (GARCIA, Luiz Fernando, Pessoas de resultado, São Paulo: Editora Gente, 2003, p. 109).

8. REPETIÇÃO E REVISÃO PERMANENTES. “Repetitio est mater studiorum”. Nosso cérebro não é computador, embora seja o único que pode construí-lo. Ninguém consegue assimilar todo conhecimento no primeiro contato com um determinado tema. Revisar permanentemente o que se aprendeu é fundamental. A fórmula, portanto, é a seguinte: C = I + C + M, ou seja, Conhecimento = informação + compreensão + memorização. Nunca deixe de estudar uma determinada disciplina por mais de quinze dias. Uma ou duas disciplinas todos os dias otimiza seus estudos. Em fase de concursos ou de provas, não baixe sua biblioteca inteira para estudar uma única disciplina. Apontamentos da aula e um ou dois livros em cada uma delas bastam. Deixe para fazer depois teses de mestrado ou de doutoramento.

9. SAIBA SE COMUNICAR. Vivemos não só a era da informação senão também a da comunicação. Ter a informação e não saber comunicá-la (expressá-la) é praticamente a mesma coisa que não tê-la. Comunicação verbal e por escrito. Conquiste essas habilidades, treinando o quanto for necessário. Construa sempre frases objetivas. Seja claro e objetivo nas suas exposições. Sujeito, verbo e complemento, sem rodeios e tergiversações cansativas e prolixas.

10. “CARPE DIEM”. Aproveite o dia (da melhor maneira possível). Distribua suas tarefas diárias. Priorize o seu sucesso, dedique-se a ele, mas não se esqueça que você precisa também comer saudavelmente, exercitar-se regularmente etc. “Mens sana in corpore sano!” Angústias e ansiedades integram naturalmente o dia-a-dia do concursando e do estudante. Também por essa razão é que você deve desfrutar profundamente dos momentos de prazer. (LFG)

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Não espalhe seus sonhos para o mundo. Realize-os antes.

Posted by luxcuritiba em julho 28, 2012

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Continuando essa série sobre como realizar seus sonhos, quero tratar de um tema um tanto controverso. Alguns livros e artigos sugerem que você deva contar seus planos para as outras pessoas. Sou contrário a isso. Não conte nada para a maioria.

A lógica em contar para outras pessoas está em que, ao contar, você estaria se comprometendo publicamente e isso – dizem os defensores da idéia – aumenta suas chances de fazer o que disse que faria.

Minha posição é outra. Creio que você não deve contar para as outras pessoas seus planos. Primeiro porque isso não aumentará seu compromisso, apenas suas preocupações. Segundo, porque muitas pessoas podem dar péssimos conselhos sobre seus sonhos, especialmente caso elas nunca tenham passado por isso. É impressionante como quem nunca viajou para um lugar sabe dar conselhos de como você não vai conseguir chegar lá. Jamais peça conselhos sobre como fazer um pudim para quem jamais sequer fritou um ovo. Mas você corre um risco ainda maior, o de achar que nem precisa mais de seu projeto, porque quando falamos de algo em detalhes, a mente pode achar que você já fez tudo o que precisava fazer. A “energia” se esvai.

Eu, por exemplo, jamais falo de um livro que vou escrever, uma palestra que vou produzir ou de uma viagem que quero fazer no futuro. Se começo a falar demais, acabo por não fazer. Então, primeiro eu faço, depois conto.

Mas… existem sim duas pessoas que devem saber dos seus planos: primeiro aquelas que serão diretamente afetadas por suas decisões. Se você é casado, ou casada, seu cônjuge deve saber de tudo. Mas, além disso, você deve aconselhar-se com quem já conseguiu fazer o que você quer fazer. Pergunte somente para o pirata que encontrou a ilha do tesouro, como chegar lá. Acredite, ele vai contar porque quer que você tenha sucesso com os conselhos dele.

E as outras pessoas? Não conte nada. Surpreenda-as.

Aldo Novak (15 outubro 2011)

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Para ser um vencedor, aprenda com os perdedores

Posted by luxcuritiba em julho 11, 2012

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23.06.2012 ]

Questão de sorte


Devemos resistir à tentação de aprender e tentar imitar as pessoas mais bem-sucedidas.

Mais do que isso, um novo estudo dá fortes razões pelas quais os vencedores – os mais ricos – deveriam pagar mais impostos, além de explicar por que premiar os melhores desempenhos leva a crises e escândalos econômicos recorrentes.

Pessoas bem-sucedidas não gostam de ter o seu sucesso explicado pela sorte.

O público, também, parece pouco disposto a reconhecer o papel da sorte na determinação do sucesso dessas estrelas.

Como resultado, as histórias dos mais bem-sucedidos atraem muito mais a atenção da mídia.

Essas pessoas excepcionais são percebidas como sendo as mais habilidosas, e assim recebem as maiores recompensas e são imitadas.

Excepcionalidades

No entanto, a ideia de que as pessoas com desempenho excepcional sejam as mais qualificadas é falsa, de acordo com Chengwei Liu, professor da Universidade de Oxford.

Isto porque o desempenho excepcional só ocorre em circunstâncias excepcionais, que não se repetirão para o séquito de seguidores e imitadores.

Os mais bem-sucedidos são muitas vezes as pessoas mais sortudas, que se beneficiaram da dinâmica “ricos ficam cada vez mais ricos” para impulsionar sua fortuna inicial.

O exemplo de Bill Gates

Considere um sujeito que largou a faculdade e acabou sendo a pessoa mais rica do mundo.

Sim, Bill Gates. Ele pode ser muito talentoso, mas seu sucesso extremo talvez nos diga mais sobre como circunstâncias fora de seu controle criaram esse fenômeno de sucesso.

Dito de outra forma, o que é mais excepcional neste caso pode não ser o talento de Gates, mas as circunstâncias nas quais aconteceu de ele estar inserido.

Por exemplo, um curso permitiu que Gates ganhasse experiência em programação de computadores quando menos de 0,01% de sua geração tinha acesso a computadores.

E a conexão social de sua mãe com o presidente da IBM permitiu-lhe obter um contrato com a empresa então líder na área dos PCs, gerando um efeito de associação que foi crucial para o estabelecimento do seu império de software.

É claro, o talento de Gates e o seu esforço desempenharam papéis importantes no extremo sucesso da Microsoft. Mas talento e esforço não são suficientes para criar um “homem mais rico do mundo”, assim como não o foram no caso de Bill Gates.

Talento e esforço são provavelmente menos importantes do que as circunstâncias, no sentido de que ele não teria sido tão bem-sucedido sem essas circunstâncias, contando apenas com seu talento e esforço.

O segundo melhor

Segundo o pesquisador, um aprendiz racional deve perceber que é mais útil tirar lições dos menos excepcionais, o segundo melhor, por exemplo, porque suas circunstâncias são provavelmente menos radicais.

Isso significa que seu desempenho é mais informativo e dá mais pistas sobre as habilidades necessárias para se chegar aonde ele chegou.

“Os seres humanos, no entanto, muitas vezes contam com a heurística de aprender com o mais bem-sucedido. Nossa pesquisa constatou que, apesar dos observadores receberam feedbacks claros e incentivos para serem precisos em seu julgamento dos líderes observados, 58% deles ainda assumiu que o mais bem-sucedido era o mais habilidoso, quando eles claramente não eram, confundindo sorte para a habilidade”, diz Liu.

“Essa suposição vai provavelmente levar à decepção – mesmo se você imitar tudo o que Bill Gates fez, você não será capaz de replicar sua fortuna,” acrescenta o pesquisador.

Impostos para os ricos e menos crises

“Isto também implica que recompensar os profissionais mais gabaritados pode ser prejudicial ou até mesmo perigoso, pois os imitadores não atingirão um desempenho excepcional sem sorte, a menos que assumam risco excessivo ou enganem os outros, o que pode explicar em parte as crises financeiras e os escândalos econômicos recorrentes.”

Os poucos sortudos de muito sucesso devem entender e valorizar o papel que a sorte desempenhou em seu sucesso extremo, assumindo uma responsabilidade em relação àqueles que não terão tanta sorte, defende Liu.

Segundo ele, do ponto de vista social, o reconhecimento de que a sorte desempenha um papel crucial na geração das grandes fortunas pode justificar uma maior taxação de impostos para os mais ricos.

Livros de negócios

Esta pesquisa também tem implicações importantes para a aprendizagem e a definição de metas para indivíduos, organizações e para a própria sociedade.

A mídia e os livros de negócios populares muitas vezes aconselham a aprender com os mais bem-sucedidos com o objetivo de passar de “bom para notável”.

Esta pesquisa sugere que seguir esses conselhos provavelmente vai levar a frustrações e desperdício de recursos, já que é necessário sorte, e não talento, para se tornar alguém excepcionalmente bem-sucedido.

Em vez disso, aprender com o segundo melhor e definir a meta de passar de “fraco para bom” pode ser mais construtivo, não só para alunos individualmente, mas também para as empresas e a sociedade coletivamente.

Por último, mas não menos importante, recompensar o segundo melhor quando fica claro que um desempenho extremo não pode ser alcançado sem sorte, pode ser uma solução para evitar crises e escândalos recorrentes, já que isso evitará que muitos assumam riscos excessivos, ou trapaceiem nos negócios.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

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O Diabo e o Peregrino

Posted by luxcuritiba em junho 20, 2012

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A publicação deste material no blog não implica que concordemos com as idéias e conceitos do autor. O objetivo aqui é instigar a reflexão.

Para se aprofundar sobre o tema Diabo e afins, por favor acesse: Afinal, o que são demônios?

Será o Diabo, um Aliado?

Capa do filme “Advogado do Diabo”.

Queria desistir do Caminho de Santiago.

Já havia caminhado por vales, cidades e montanhas; experimentado sensações maravilhosas, descobertas incríveis, mas depois de andar tanto tempo em silêncio, eu comecei a ouvir meus pensamentos de tal forma, que não conseguia parar de escutar o medo que havia dentro de mim. Esse medo dizia que eu morreria naquela estrada no meio do nada; que nunca voltaria a ver quem eu amava; que tudo aquilo era uma bobagem; que eu não tinha forças para caminhar tanto. No meio da cidade, em meio ao barulho e o caos urbano, era fácil não escutar esse medo, essas inseguranças, esses pensamentos que sempre vêm a tona quando tentamos algo novo e duvidamos da nossa capacidade de concluir o que buscamos; mas ali no caminho, apenas com a companhia do meu cajado e do som dos meus passos; o pior que havia em mim se manifestava ao meu redor.

Foi quando percebi que todo aquele medo e sensação ruim poderia ter uma outra causa e como se já esperasse por esse encontro, fui até essa “causa” na próxima cidade que entrei. Nunca o tinha visto antes, mas sempre notara sua presença por todo lugar. Contudo, jamais imaginei encontrá-lo naquela igreja de São Domingo de La Calzada.

Ele parecia como qualquer outro homem; usava um paletó branco, uma gravata preta com bolas vermelhas estampadas. Quando notou-me, seguindo em sua direção pelo corredor , sorriu e estendeu-me a mão.

– Caro Peregrino, pensei que nunca chegaria.

– Acho que conheço você – falei, percebendo que a sua fisionomia me era bem familiar.

– Claro que me conhece. Todas as pessoas me conhecem.

– Não acho que elas gostem muito de você.

– Não me importo, a verdade é que eu sou o que vocês chamam de “mal necessário”.

– Eu não acho que a sua presença seja obrigatória em nossas vidas. Podemos aprender sem sofrimento.

– Não creio que seja fácil, e talvez você possa aprender a viver dessa maneira, mas a simples lembrança que eu existo, fará com que você saiba que estou nas sombras, esperando o seu fracasso. Porém, não fique surpreso com a revelação, mas apesar de alimentar esses pensamentos de fracasso, a minha função é ajudar você a continuar, seja qual for a maneira que eu tenha que utilizar. Um colega meu, certa vez, definiu muito bem a minha função: “Não importa os meios, o mais importante é alcançarmos o resultado final”.

– Então, cabe a você, usar todos os métodos para nos manter na linha.

– O Todo reservou-me a parte suja do seu trabalho. Confesso que no começo, eu odiava fazer o que faço, mas depois aprendi a gostar. Acredite…há empregos piores que o meu por aí; mas o meu emprego só existe, porque vocês através do livre-arbítrio que Deus lhes deu, não conseguem evoluir e se tornarem melhores seres humanos pelo caminho do amor. Vocês criaram a ilusão que precisam perder algo, para sentir falta. Culpam o Diabo por todos os males, mas são vocês mesmos que causam guerras, fome, mortes e todo tipo de mal. E o criador ainda assim, tenta ajudá-los. Tomara que Ele nunca perca a paciência. Vocês não se dão conta que não precisam sofrer para conseguirem realizar o que sonham.

– Não vai me dizer que você é o diabo?

– Não vai me dizer que você acredita nisso?

– Eu não sei mais de nada. Mas se você for o diabo ou algo parecido não vejo como você consegue gostar de manter um lugar como o inferno.

– Ora, vamos. Você não acredita nisso, não é? Não vai me dizer que você acredita nessa história de inferno, gente ardendo em chamas, dominados por um diabinho de chifrinho e rabinho. Olha, essa imagem não fica bem para mim.

– Afinal, o que você é?

– Eu sou tão real quanto você, porém, aprendi alguns truques. Estou aqui com você, mas posso estar em qualquer lugar ao mesmo tempo. Em alguns casos, não ajo diretamente, acabo por enviar algum mensageiro no meu lugar.

– Sua legião?

– Por favor! Eles são apenas colaboradores.

– Quantos trabalham com você?

– Quantos eu precisar.

– São demônios como você?

– Se prefere nos tratar dessa forma, respondo que sim, são tão capetinhas quanto eu, mas todos estão sob o meu comando e controle.

– Não tem medo de uma rebelião, se não me engano, sua origem tem alguma relação com uma revolta contra o criador.

– Mais folclore. Eu e o homem somos parceiros. Não trabalho contra ele, estamos do mesmo lado. Ele é o chefe. O folclore até que ajuda o meu trabalho. Sempre soube que nunca seria compreendido. Eu não ligo, não espero agradecimentos por isso, o mais importante para mim é o resultado final do meu trabalho.

– Então, o DIABO existe para ajudar as pessoas…

– A idéia do “DIABO” existe para ajudar. Para algumas pessoas, o aprendizado só é absorvido, através do sofrimento e da dor. Eu sou o ultimo recurso e só existo, porque essas pessoas precisam de mim. Eu atendo por outros nomes como : morte, desgraça, dor, injustiça e uma série de denominações que recebo, dependendo do grau de aprendizado de cada um.

Conheço cada um dos quase sete bilhões de pessoas que vivem na terra. Conheço as suas fraquezas e medos, e tenho a função de trabalhar essas emoções que só enfraquecem a sua evolução nessa escola azul. Como fiz com você, quando decidiu desistir do caminho. Agora, me diz, você precisa mesmo que eu apareça e grite: ” Cria coragem e vai até o final, rapaz!”. Não! Você não precisa disso, mas ainda assim me chama. Vocês são especialista em começar algo e deixar pela metade. Quer saber? Vocês adoram um drama!

– Você nunca me ajudou, pelo contrário, nunca me senti tão amedrontado e tão fraco como esses dias.

– Por essa razão, você decidiu me encontrar em carne e osso, ou melhor, quase carne e osso. Somente uma conversa franca com o seu diabo interno para apagar o seu medo e a sua insegurança. Por isso estamos aqui conversando. Alguns preferem um confronto do tipo medieval, outros preferem me encontrar na forma de um cachorro, outros ainda na forma de uma bela mulher. Tanto faz, o importante é o combate, porque ao confrontar-se com o pior que há em você, você acaba por vencer os seus medos e inseguranças. Eu existirei, Peregrino, enquanto cada homem tiver medo em seu coração. Eu irei te tentar, até que você elimine o seu medo.

– Isso quer dizer que você nunca nos deixará em paz.

– Se você estiver em paz, com certeza, eu não estarei tão perto e atuante, e de certa forma, o meu trabalho com você terá terminado.

– Como posso eliminar o medo, se ele parece fazer parte de mim?

– O medo não faz parte de você, ele está refletido no seu exterior. Medo de ouvir não, receio de não ter sucesso na vida, os outros sempre serão melhores que você e blá, blá, blá. Esqueça essas bobagens, o mundo e concentra-se em você, na sua busca pessoal e espiritual. O medo só existe quando você o reflete no mundo. Não viva com medo, o medo, assim, como o diabo só existe quando se acredita nele.

– Você parece muito bonzinho…

– Vocês gostam de me atribuir funções que não exerço. Eu já falei. Não existe um inferno, onde eu vivo espetando um bando de pecadores. Deus não seria tão mal assim com seus filhos. E eu tenho mais o que fazer. Minha tarefa é árdua e ingrata, já é bastante difícil, sem que vocês compliquem ainda mais. Aliás, esse mundo que você co-criaram anda tão infernal, que já nem preciso descer para minha casa.

– Por quê deus permite a violência e tanta coisa ruim?

– Vocês é que permitem a violência! Deixam o Criador fora disso. Deus é o todo. Ele não erra. Ele criou um plano tão perfeito que mesmo sabendo do potencial de vocês para a destruição, planejou uma forma de guiar vocês para o caminho da luz, mesmo com a insistência de vocês em experimentar a escuridão.

Tudo é equilibrio nessa jornada humana na terra. A guerra leva a paz. As “coisas ruins” restabelecem a harmonia e transformam acontecimentos desagradáveis em lições proveitosas de amadurecimento.

É preciso aprender que você cria seu destino. O pensamento é o verdadeiro Caminho e você deveria ser dono dele, pois basta modificá-los, para que toda a sua vida mude. Preste atenção a sua volta, aos seus passos, tudo ao seu redor é um reflexo do seu universo e o seu pensamento modifica isso. Você pode controlar a sua mente, escolher pensamentos melhores e mais verdadeiros, acreditar e perceber novos e elevados valores; são esses pensamentos que geram a energia que transforma, que cria. Estamos sempre movendo o mundo com essa energia criativa. A experiência demonstra que sempre conseguimos o que desejamos de acordo com a energia que emitimos e com as idéias que assimilamos. Para harmonizar nossa vida, ser feliz, alcançar a paz, o equilíbrio e a alegria, só há um meio: encher nossos pensamentos com AMOR. Essa é a palavra chave.

– O diabo falando de amor. É até engraçado. Então, me diz por que existe a guerra?

– A guerra foi invenção do homem, assim como a sua ambição, sua ânsia de poder e o seu egoísmo. O homem tem livre arbítrio, pode optar, escolher o seu caminho. Você mesmo, se decidir pegar uma arma e matar alguém, nada o impedirá. Contudo, ao escolher um caminho, você provoca uma resposta, uma reação da vida, das pessoas, das coisas ao seu ato e perceberá suas conseqüências, sentindo os resultados. Numa guerra morrem inocentes. Até o soldados estão obedecendo ordens. Só os governos são responsáveis, mas todos pagam e sofrem. É verdade também que todos amadurecem e ganham experiência. Numa guerra, o homem é provocado em fé, em seu amor, pelo próximo e em sua dignidade. Aparecem os assassinos e os heróis, os passivos, os líderes e os sanguinários. É como uma prova difícil, que o próprio homem escolheu.

– Não sei o que dizer…

– Vamos lá, não vai querer saber agora de onde viemos, para onde vamos e qual a razão da existência humana na Terra?

– Você têm essas respostas?

– Tenho, mas não é da sua conta! – ele disse e começa a rir sem parar – Descubra primeiro quem VOCÊ é, como veio a se tornar quem é VOCÊ e onde VOCÊ quer ir. Faça isso e estará perto, ao menos, de descobrir milhares de razões para não fazer tanta bobagem. Tem tanta gente por aí louco para matar o ego para chegar ao mundo espiritual, nem desconfiam que é justamente compreendendo e equilibrando o ego que o levará até o chefe.

– Não sei o que dizer mesmo.

– Vou aceitar isso como um obrigado. – ele disse e se levantou – Ainda acha que eu sou o mau na Terra e que Deus permite que eu só faça maldade por ai?

– Você sabe como as coisas funcionam. Desde cedo, somos condicionados a acreditar que você é o capeta…

– Você deve ter ficado surpreso ao perceber que não tenho rabo, nem chifre. Estou um pouco vermelho, por causa do sol de Andaluzia. O que posso dizer, adoro a Espanha, mas tenho uma queda pelo Brasil, principalmente no carnaval.

– Então o seu trabalho é fazer com que nós seres humanos, possamos aprender algo através de nossos erros. Todos precisamos te enfrentar para aprender.

– Basicamente é isso, mas precisar é uma palavra muito forte, digamos que vocês escolhem assim.

– E se um dia aprendermos a nos amar e a viver na terra em paz, sem medos e preconceitos, você não ficará sem emprego?

– De forma alguma. Finalmente, eu teria a minha missão pessoal concluída e quem sabe, eu poderia voltar a exercer a minha antiga e verdadeira função. Seria bom, voltar a ser chamado pelo meu verdadeiro nome.

– E qual é o seu verdadeiro nome?

– Anjo de Luz!

Frank Oliveira

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O Estranho

Posted by luxcuritiba em junho 15, 2012

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.

Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.

O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.

Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.

Meus pais eram instrutores complementares: Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.

Mas o estranho era nosso narrador.

Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.

Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.

Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!

Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.

Fazia-me rir, e me fazia chorar.

O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.

Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha
para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).

Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.

Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.

Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.

Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.

Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.

Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.

Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.

Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia…

Seu nome?

Nós o chamamos Televisor…

Nota:

Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.
Agora tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Celular!

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Mapa mental – Organize o seu dia

Posted by luxcuritiba em junho 2, 2012

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