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Anomalia no campo magnético da Terra está aumentando

Posted by luxcuritiba em agosto 21, 2020

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A Anomalia do Atlântico Sul (AAS ou AMAS – Anomalia Magnética do Atlântico Sul) é o calcanhar de Aquiles do campo magnético da Terra: ali, a radiação consegue mergulhar mais fundo em direção à superfície do planeta. As mudanças registradas nela estão sendo monitoradas por cientistas da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA) com o objetivo de prever o que acontecerá com o campo magnético naquela área – uma forma de se definir o futuro de satélites e da exploração humana do espaço.

(Os pontos brancos no mapa abaixo indicam impactos da radiação de abril de 2014 a agosto de 2019, captados pela constelação de 3 satélites Swarm, que identifica e mede com precisão sinais magnéticos de impacto na superfície terrestre.

 

O campo que protege o planeta é formado a mais de 2,8 mil quilômetros abaixo da superfície, onde o ferro derretido do núcleo externo da Terra se movimenta, criando cargas elétricas que determinam os polos magnéticos e a ligação entre eles.

Dinâmica do núcleo

O movimento do núcleo muda ao longo do tempo por conta das complexas condições geodinâmicas no seu interior e na divisa com o manto sólido acima; isso se reflete no campo magnético ao redor do planeta, gerando a AAS e mais mudança atual dos polos magnéticos.

As áreas em azul representam para onde o lado norte de um ímã apontaria; em laranja, o sul. O oval grande representa a direção do magnetismo na superfície da Terra, e o pequeno, abaixo, a direção na superfície do núcleo do planeta.

 

Por ser um ponto fraco no escudo da Terra, a AAS derruba computadores de bordo e interfere na coleta de dados dos satélites que passam sobre ela em órbita baixa (se um próton de alta energia atingir um satélite, este poderá sofrer danos permanentes).

Já é hábito dos controladores em terra desligarem componentes não essenciais à medida que satélites passam pela anomalia — incluindo o telescópio espacial Hubble, que permanece desligado quando sobrevoa a área.

Uma que são duas

De 1970 a 2020, a AAS perdeu força, mas cresceu em extensão, movendo-se a um ritmo de cerca de 20 quilômetros por ano. Em 2015, uma segunda área enfraquecida surgiu ao sudoeste da África, o que parece indicar que a AAS pode estar se dividindo em duas.

 

A deriva do buraco na magnetosfera foi comprovada por um estudo levado a cabo pela heliofísica Ashley Greeley, da NASA. Baseando-se em 20 anos de dados coletados pelo Explorador de Partículas Solares, Anômalas e Magnetosféricas (acrônimo em inglês SAMPEX), a pesquisadora confirmou que a AAS está, vagarosa mas inexoravelmente, indo na direção noroeste.

Isso confirmou modelos criados a partir de medições geomagnéticas, segundo os quais a posição da anomalia muda conforme o campo geomagnético evolui — agora, para a inversão dos polos magnéticos.

Estudando os pontos fracos

As mudanças da AAS não apenas abrem uma janela para o estudo da magnetosfera (e em especial, a mudança de polos magnéticos) como também está mudando os parâmetros para o projeto e a construção de satélites, equipamentos e mesmo estações espaciais.

“Observar continuamente as mudanças morfológicas pelas quais a AAS está passando nos ajuda a fazer modelos e previsões”, explicou o geofísico Terry Sabaka, do Goddard Space Flight Center da NASA.

Um dos primeiros projetos a se beneficiar do estudo da NASA sobre a deriva da anomalia foi o de satélites Low-Earth Orbit (LEO), que voam em órbitas mais baixas do que os satélites geoestacionários.

https://www.tecmundo.com.br/ciencia/170516-buraco-campo-magnetico-terra-dividindo-dois.htm

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Covid-19: Exposição ao Sol é essencial para suprir Vitamina D

Posted by luxcuritiba em abril 7, 2020

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Exposição solar leve e alimentação

Diante do isolamento social devido ao novo coronavírus, a exposição solar fica prejudicada, mas não deve ser esquecida.

A exposição moderada ao Sol é essencial para a sintetização da vitamina D. E, entre os benefícios da vitamina D está justamente o reforço do sistema imunológico.

A vitamina D é um nutriente com função de hormônio que age em diversas áreas do organismo. “Sem dúvida, manter níveis normais de vitamina D está associado a menor taxa de infecções. A vitamina D está envolvida no processo de defesa do organismo contra agentes infecciosos e células cancerígenas. Isso se concluiu quando se compararam pessoas com baixo nível de vitamina D, versus, altos níveis de vitamina D,” explicou o coordenador científico da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Helio Miot.

Segundo o médico, no mundo têm sido observados níveis baixos de vitamina D em toda a população. “Sabemos que 60% ou até 80%, dependendo do grupo populacional, tem níveis baixos de vitamina D, o que pode comprometer o funcionamento do organismo como um todo, especialmente as pessoas de risco como gestantes, idosos, imunossuprimidos, indivíduos em pós-operatório de cirurgia bariátrica, quem tem osteoporose e doenças intestinais.”

Mais de 90% da vitamina D do corpo humano é obtida pela exposição solar habitual, o que explica porque os suplementos de vitamina D pareçam oferecer tão poucos benefícios.

“Então não é aquele indivíduo que vai se bronzear na piscina, mas é durante aquela caminhada, ao estender uma roupa no varal, tudo isso promove uma grande síntese de vitamina D. Outra grande parte ocorre pela alimentação, com alimentos como peixes, ovos, derivados de leite e algumas frutas. Esses alimentos têm uma quantidade de vitamina D. Essas são as duas principais fontes de vitamina D para o organismo: exposição solar leve e alimentação”.

Exposição moderada

Com a situação atípica do isolamento social, a população diminui naturalmente a exposição ao Sol. Mas, para o bem da própria saúde, essa exposição deve continuar sendo leve.

E há dicas simples, que podem ser feitas sem nem mesmo precisar sair de casa.

“O ideal é ficar com a palma da mão virada para o sol em torno de 5 a 10 minutos no máximo. Sentiu que a palma da mão está quente, a gente já está sintetizando vitamina D. Outra dica é abrir todas as janelas, aproveitar onde bate sol na sua casa e deixar as janelas bem abertas para iluminar o local,” sugere a dermatologista Hellisse Bastos.

“A síntese acontece muito rapidamente, e se houver um excesso de exposição, o consumo de vitamina D acaba sendo comprometido. Então não se recomenda, nem mesmo com filtro solar, ficar se expondo, intencionalmente. As pessoas de risco, como idosos, obesos, quem está em pós-operatório de cirurgia bariátrica, mulheres na menopausa, são indivíduos de alto risco para hipovitaminose D. Esses indivíduos devem conhecer o seu nível e se forem baixos, devem repor de forma oral [com medicamentos],” orienta o Dr. Miot.

O médico recomendou que também é importante a manutenção da atividade física nesse período: “O isolamento tende a aumentar o sedentarismo, isso faz hipotrofia dos músculos, faz uma redução do depósito de cálcio nos ossos, maximizando os riscos de pessoas com osteoporose. É importante ter uma atividade física mínima nessa quarentena, manter as atividades habituais de exposição ao Sol com proteção, evitando-se os horários de risco.”

https://www.diariodasaude.com.br

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Baixei minha conta de eletricidade de 200,00 para menos de 50,00! Quer saber como?

Posted by luxcuritiba em fevereiro 5, 2020

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O gráfico abaixo mostra a evolução (REDUÇÃO!) do consumo de energia elétrica ao longo do período de 2015 a 2020 (parcial). Este trabalho faz parte do esforço de criação da “Casa Auto Sustentável” que está em andamento desde 2013. O projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma residência onde se possa viver: Sem conta de energia elétrica, Sem conta de água, e produzindo seu próprio alimento de forma orgânica. Ainda há muito para ser feito, mas os primeiros resultados já começam a aparecer.

Quer saber como foi possível baixar o consumo de eletricidade anual de 2.152 kwh por ano para apenas 962 kwh? Sem perder nada em conforto e qualidade de vida?! Se inscreva no canal no Youtube: www.youtube.com/@seltoncwb.

Marque o sino de notificações para não perder os próximos vídeos que serão publicados no canal em breve, onde contarei, em detalhes, como eu consegui baixar minha conta de energia elétrica em 55% para pagar apenas a taxa de manutenção da concessionária.

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O lugar mais elétrico da Terra: 28 relâmpagos por minuto

Posted by luxcuritiba em janeiro 24, 2020

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Ali, o céu noturno é iluminado por nove horas por milhares de clarões de eletricidade produzida naturalmente.

Você certamente já ouviu o ditado “um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar”. Mas, o lago Maracaibo, na Venezuela, é a prova de que isso não é verdade. Em uma noite tranquila, o local chega a ser atingido por milhares de relâmpagos por hora.

O fenômeno é conhecido por vários nomes, entre eles, Farol de Maracaibo, Relâmpago do Catatumbo e, mais sugestivamente, Tempestade Eterna. Talvez este último seja um exagero, mas é fato que há uma média de 260 dias de tempestade por ano no local onde o rio Catatumbo encontra o Lago Maracaibo.

Tempestades de verão são comuns em vários lugares do mundo, mas ao longo da Linha do Equador, onde as temperaturas são mais altas, o céu produz estrondos durante todo o ano.

Até agora, acreditava-se que a República Democrática do Congo, na África Central, fosse a capital mundial das tempestades. É lá que fica o vilarejo montanhoso de Kifuka, atingido, anualmente, por uma média de 158 relâmpagos por quilômetro quadrado. Mas, novas pesquisas tiraram o título do local.

Em 2014, um estudo da Nasa afirmou que o Vale de Brahmaputra, no extremo leste da Índia, tinha a maior taxa de relâmpagos mensais entre abril e maio, quando as monções geram intensa atividade elétrica.

Raio cai no lago Catatumbo, na Venezula no dia 28 de janeiro de 2014

Mas o lago Maracaibo acabou ganhando lugar no Livro Guinness dos Recordes pela “mais alta concentração de relâmpagos do mundo”, com 250 deles por quilômetro quadrado, todo ano.

O número de tempestades diminui nos meses de janeiro e fevereiro, mais secos, e atinge seu ponto mais espetacular no ápice da estação chuvosa, em outubro. Nessa época do ano, é possível avistar, em média, de 28 relâmpagos por minuto.

Combinação explosiva

Há várias décadas, especialistas tentam entender os motivos da intensa atividade de tempestades na região. Nos anos 60, pensava-se que depósitos de urânio na base rochosa do local atrairiam mais raios. Mais recentemente, alguns cientistas sugeriram que a condutividade do ar sobre a superfície do lago é aumentada pela abundância do metano liberado pelas reservas de petróleo do subsolo.

Mas nenhuma dessas teorias foi comprovada. Por enquanto, o fenômeno é atribuído à potente combinação de topografia e correntes de ar que circulam na área.

A calma antes da tempestade no rio Brahmaputra, Índia

“Muitos desses lugares cheios de relâmpagos apresentam características comuns em seu terreno: cadeias de montanhas acentuadas, uma costa muito entrecortada ou uma combinação dos dois”, explicou Daniel Cecil, da equipe de estudos de raios do Centro Global de Hidrologia e Clima da Nasa.

“Características como estas ajudam a criar um regime de ventos e padrões de aquecimento e resfriamento que podem aumentar a probabilidade de tempestades.”

Localizado no noroeste da Venezuela, o maior lago da América do Sul passa pela cidade de Maracaibo para se juntar ao Mar do Caribe. Ele fica em uma bifurcação dos Andes e, por isso, é rodeado por altas cadeias de montanhas em seus outros três lados.

De dia, o forte sol tropical evapora a água do lago e dos pântanos que o cercam. Conforme a noite chega, ventos vindos do mar empurram o ar quente contra o ar frio que desce das montanhas. O ar quente sobe e nuvens cúmulo-nimbo se formam como torres que alcançam 12 quilômetros de altura.

De longe, essas nuvens tão peculiares parecem calmas, mas dentro delas é travada uma batalha: as gotas de água vindas do ar quente e úmido se chocam com os cristais de gelo do ar frio, produzindo descargas estáticas e dando início a uma tempestade elétrica.

Tucson, no Arizona é um lugar com alta ocorrência de raios

A eletricidade estática é descarregada em raios que atingem o solo, passando pelas nuvens ou eclodindo dentro delas. Os trovões são ondas de som criadas quando o calor do raio – que pode ser três vezes mais quente do que a superfície do Sol – repentinamente comprime o ar à sua volta.

Além do espetáculo de luz e som, há os efeitos especiais da chuva e do granizo.
Satélites e sondas

O Relâmpago do Catatumbo é tão resplandecente que pode ser visto a uma distância de até 400 quilômetros. No período colonial, navegadores espanhóis o utilizavam para se guiar. A força e a duração dessas tempestades podem ter inspirado muitos “causos”, mas os relatos de testemunhas de que os raios têm várias cores é um truque da luz.

Quando a luz branca atravessa a poeira ou a umidade, parte dela é absorvida ou refratada, fazendo-a aparecer em cores diferentes.

Quem já assistiu ao espetáculo também garante que ele é muitas vezes silencioso, mas isso também tem a ver com a perspectiva do espectador: como a velocidade do som é bem menor que a da luz, muitos trovões são inaudíveis à distância.

O mapa da Nasa mostra a média de ocorrências de raios por ano por quilômetro quadrao etre 1995 e 2013 (Foto: NASA)

Para registrar todas essas informações sobre raios, os cientistas da Nasa utilizaram por 17 anos os instrumentos a bordo de um satélite que orbita a Terra a 402,5 quilômetros de altitude, como parte da Missão de Medição da Pluviosidade Tropical (TRMM, na sigla em inglês), um projeto conjunto com a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão.

Com base nesses dados, os especialistas produziram um mapa dos lugares mais atingidos por raios no mundo.

O satélite agora está esgotando seu combustível e voltando à Terra, mas os cientistas estão otimistas quanto ao futuro da missão. “Temos planos de instalar instrumentos de mapeamento de raios em alguns satélites geoestacionários localizados acima de diferentes partes do globo”, explica Cecil. “Isso vai nos fornecer medições contínuas da atividade elétrica, em vez dos breves retratos que eram obtidos por satélites que ficavam em uma órbita mais baixa.”

A capacidade de prever tempestades tem se tornado cada vez mais importante à medida que a população mundial cresce – principalmente em países em desenvolvimento, onde as pessoas tendem a trabalhar mais ao ar livre e não têm proteção suficiente contra raios.

Para nos ajudar a entender melhor esse fenômeno, as tempestades também são analisadas por baixo.

Um raio observado da Estação Espacial Internacional

A World Wide Lightning Location Network (“Rede Mundial de Localização de Raios”, em tradução literal) utiliza sensores instalados em 70 universidades e centros de pesquisa, e que captam os sinais de altíssima frequência emitidos pelos raios.

Robert H. Holzworth, que comanda a operação a partir da Universidade de Washington, afirma que as observações em solo complementam os dados obtidos pelos satélites.

“Nosso sistema em solo é capaz de ver o mundo inteiro instantaneamente e continuamente, o que nenhum satélite pode fazer. Por outro lado, os sensores só captam as descargas de energia mais intensas, sem registrar tempestades menores”, diz.

Para aqueles que se interessam em descobrir mais sobre as tempestades, mas não está disposto a abrir mão do conforto de um teto, o projeto de sondas produz um mapa em tempo real de todos os raios atingindo o planeta.

Para os mais corajosos, há vários tours organizados no Lago Maracaibo.

Ella Davies Da BBC Earth

fonte: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150811_vert_earth_lago_eletrico_fn

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Uso de cobre em hospitais é capaz de reduzir infecções em até 58%

Posted by luxcuritiba em janeiro 21, 2020

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Metal elimina naturalmente e de maneira permanente a maior parte dos micro-organismos que causam doenças, inclusive a ‘superbactéria’ MRSA

As infecções hospitalares, adquiridas pelo paciente durante a permanência em um estabelecimento de saúde e que ocorrem mais de 48 horas após a admissão no centro, afetam milhões de pessoas todos os anos, causando milhares de mortes.

Para resolver esse problema de saúde pública, alguns hospitais e centros de saúde estão incorporando em suas instalações o cobre antimicrobiano (CAm), com base em um metal cuja capacidade de eliminar microorganismos nocivos é conhecida há milhares de anos.

O CAm, aprovado pela EPA (Agência de Proteção Ambiental dos EUA), pode prevenir até 58% das infecções hospitalares, de acordo com um estudo realizado em três hospitais dos EUA pelo médico Bill Keevil e sua equipe, da Universidade de Southampton (Reino Unido).

Ficou demonstrado que esse material elimina em minutos a ‘superbactéria’ MRSA – Staphylococcus aureus, resistente a vários antibióticos comuns.

“Foi demonstrado que o CAm é eficaz contra vírus, fungos e a grande maioria das bactérias que entram em contato com este material, ao contrário do que acontece com outras superfícies com terminações de aço inoxidável, plástico ou prata”, afirma à Alcora, empresa especializada em cobre antimicrobiano.

“Este material não apenas carece de produtos químicos que podem ser tóxicos, mas também mantém sua ação antimicrobiana após exposição contínua a produtos de limpeza e fatores ambientais”, informa Miguel Efe Sánchez, CEO da empresa, à Efe.

Ele também explica que bactérias, leveduras e vírus morrem rapidamente quando entram em contato com superfícies de cobre, quando há uma série de alterações bioquímicas entre a superfície do metal e os microorganismos, o que os induz à morte e que essa propriedade antimicrobiana é intrínseca a este material.

“Seu uso em elementos que facilitam a contaminação com microorganismos em recintos com pacientes sensíveis foi introduzido com sucesso em vários hospitais e centros de saúde em todo o mundo”, acrescenta.

“A aplicação massiva do CAm em hospitais e centros médicos altamente técnicos do futuro seria um cenário ideal”, segundo Sánchez. “A ação biocida do cobre é amplamente reconhecida em vários estudos científicos, que demonstram como esse material atua de maneira contínua, eficiente e rápida contra bactérias, vírus e qualquer tipo de microorganismo”, enfatiza.

fonte: https://noticias.r7.com/saude/uso-de-cobre-em-hospitais-e-capaz-de-reduzir-infeccoes-em-ate-58-08122019

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Experimento turva fronteira entre empatia, telepatia e leitura da mente

Posted by luxcuritiba em março 16, 2019

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Adotar o ponto de vista dos outros

A vida cotidiana é repleta de situações que exigem que adotemos as perspectivas dos outros – por exemplo, ao mostrar um livro a uma criança, intuitivamente sabemos como segurá-lo para que ela possa vê-lo bem, mesmo que seja mais difícil para nós mesmos vermos.

Ou, de maneira mais geral, precisamos de empatia para lidar com amigos, colegas ou mesmo alunos.

Cientistas afirmam ter obtido agora a primeira evidência direta de que assumimos a perspectiva dos outros porque formamos espontaneamente imagens mentais de como o mundo se parece para a outra pessoa, de modo que possamos virtualmente ver através dos olhos dessa outra pessoa e fazer julgamentos como se a visão de mundo dela fosse a nossa.

E esqueça as metáforas: Eleanor Ward, Giorgio Ganis e Patric Bach, da Universidade de Plymouth (EUA), estão falando sobre o que a outra pessoa vê mesmo – vê com seus olhos.

Assumir os olhos dos outros

Os três pesquisadores exploraram uma tarefa de rotação mental, comumente usada em psicologia, onde os participantes devem identificar uma letra conforme ela é apresentada em sua forma padrão (por exemplo, “R”) ou invertida (“?”).

Geralmente, quanto mais uma letra é rotacionada em relação à pessoa que a vê, mais tempo leva para que ela decifre sua forma e diga que letra é. A razão para isso é que as pessoas primeiro precisam girar mentalmente o objeto de volta à sua posição vertical antes de poder julgar sua forma, e essa rotação leva mais tempo quanto maior o ângulo de rotação da letra.

Mas o novo experimento revelou que as pessoas podem dispensar essa rotação mental quando outra pessoa é introduzida no ambiente. Mesmo quando as letras têm alto ângulo de rotação, o tempo de decisão mostrou-se surpreendentemente rápido se a letra aparecia de pé para a outra pessoa e, portanto, seria facilmente identificável a partir da perspectiva dessa outra pessoa. Inversamente, se a carta aparecia de cabeça para baixo para a outra pessoa, até mesmo os julgamentos relativamente fáceis se tornaram mais difíceis para os participantes.

“Este estudo mostra que o que vemos pode ser suplantado pelo que uma outra pessoa vê se isso nos ajuda a fazer um julgamento. As pessoas não precisam girar mentalmente um objeto se elas já ‘veem’ o objeto na orientação normal pelos olhos do outro.

“As pessoas fizeram isso mesmo quando não lhes foram dadas instruções sobre a pessoa extra apresentada e elas as viam de forma completamente passiva. Elas ainda usavam o ‘conjunto extra de olhos’, o que sugere que é um processo que ocorre espontaneamente,” disse Eleanor Ward.

Empatia ou telepatia?

Se parece leitura mental, telepatia, parapsicologia ou o que seja, é porque parece mesmo. De fato, tudo pareceu tão misterioso e enigmático que a equipe decidiu substituir a outra pessoa por um objeto inanimado.

Quando substituíram a outra pessoa por um abajur – selecionado porque a lâmpada parece “olhar” para a letra -, os tempos de reconhecimento das letras rotacionadas imediatamente voltaram a subir, mesmo que a lâmpada tivesse altura similar e estivesse orientada para a letra da mesma maneira que os olhos da outra pessoa.

Segundo os pesquisadores, isso faz sentido porque uma lâmpada não pode “ver”, de modo que os participantes não constroem uma imagem de como o mundo se parece para um objeto inanimado.

“A tomada de perspectiva é uma parte importante da cognição social. Ela nos ajuda a entender como o mundo se parece do ponto de vista de outra pessoa. Ela é importante para muitas atividades cotidianas em que precisamos interagir com outras pessoas. Isso nos ajuda a ter empatia com elas para deduzir o que elas estão pensando.

“Nosso estudo fornece novas percepções de que as pessoas podem fazer isso porque elas rápida e espontaneamente formam uma imagem mental de como o mundo se parece para a outra pessoa. Assim que temos uma imagem mental, é fácil nos colocarmos no lugar da outra pessoa e prever como ela vai se comportar,” acrescentou Patric Bach.

O estudo foi publicado na revista Current Biology.

Noosfera

A Noosfera pode ser vista como a “esfera do pensamento humano”, sendo uma definição derivada da palavra grega (nous, “mente”) em um sentido semelhante à atmosfera e biosfera.

Na teoria original de Vernadsky, a noosfera seria a terceira etapa no desenvolvimento da Terra, depois da geosfera (matéria inanimada) e da biosfera (vida biológica). Assim como o surgimento da vida transformou significativamente a geosfera, o surgimento da conhecimento humano, e os consequentes efeitos das ciências aplicadas sobre a natureza, alterou igualmente a biosfera.

No Conceito da Noosfera do filósofo francês Teilhard de Chardin, assim como há a atmosfera, existe também o mundo das ideias, formado por produtos culturais, pelo espírito, linguagens, teorias e conhecimentos. Seguindo esse pensamento, alimentamos a Noosfera quando pensamos e nos comunicamos. A partir de então, o conceito de Noosfera foi revisto e consequentemente sendo previsto como o próximo degrau evolutivo de nosso mundo, após sua passagem pelas posteriores transformações de “Geosfera”, “Biosfera”, “Tecnosfera” (temporária e em andamento) e então Noosfera.

A transição da biosfera de uma ordem inconsciente de instinto para a ordem superconsciente de telepatia é uma função da Lei do Tempo e é denominada transição biosfera–noosfera. A transição biosfera-noosfera é o resultado direto do aumento exponencial de complexidade biogeoquímica e a consequente liberação de “energia livre” devido à aceleração da transformação termo-químico-nuclear dos elementos. A evolução do “Cérebro Galáctico” segue um processo estritamente regulado no qual a transição da consciência instintiva para a consciência telepática contínua é inevitável e representa a derradeira crise no desenvolvimento da biosfera. Essa mudança, caracterizaria então a próxima era Geológica denominada Era “Psicozóica”, definida como a sequência normativa da evolução do superconsciente hiperorgânico da noosfera unificada telepaticamente.

No século XXI, M.Mocatino deu origem a uma vertente de pensamento sem nome e mutável (fazendo referência ao universo), a qual detinha como intuito também “traduzir” a Noosfera. Essa vertente, não se baseia em conceitos mas sim em ideias que são refutadas e transformadas (quase como um programa “open-source”), seguindo uma lógica de pensamento baseada em hipóteses e probabilidades levando em consideração o princípio da incerteza, assim como o modelo universal. Essa vertente de pensamento possibilita à mente humana a capacidade de esboçar em seu subconsciente um cenário da Noosfera, diferente do modelo relativamente “estático” a que estamos acostumados em nosso cotidiano.

Um dos indícios de noosfera é traduzido pelo crescente aumento de pessoas tendo a mesma ideia praticamente ao mesmo tempo, mesmo estando isoladas. Seguindo Leis físicas, a explicação para isso seria dada por uma relatividade divergente de velocidade presente entre a matéria e a energia, ou entre o cérebro e a noogênese, na qual as informações acessadas já estariam dispostas na Noosfera, mesmo que de forma primordial. Algumas das ideias usadas de base para isso estão concentradas em temas como “Agnosticismo”, “Cosmologia” e “Cultura Maia” entre outros povos, os quais detinham um conceito sobre o tempo diferente das sociedades ocidentais e dominavam a Matemática e o Mapeamento Astral.

“Noosfera: Do grego Nous, espírito. Termo criado por Teilhard de Chardin e retomado por Ed. Leroy. Designa ‘o invólucro pensante’ humano que recobre toda a terra. É o envoltório energético formado por toda a atividade [intelectual e] espiritual dos homens: vasta rede psíquica cuja aparição remonta aos primeiros seres humanos, na aurora do pensamento refletido [homo sapiens sapiens], e cuja densidade só faz crescer em função do número dos homens e da qualidade do seu pensamento.” (Cuypers, Hubert (1968). Vocabulário Teilhard (cadernos Teilhard 6). Rio de Janeiro, Brasil: Vozes. 76 páginas)

fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Noosfera
https://www.diariodasaude.com.br

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Descoberto corpo celeste mais distante no Sistema Solar

Posted by luxcuritiba em dezembro 22, 2018

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Objeto mais distante no Sistema Solar

Astrônomos descobriram o corpo celeste mais distante já observado em nosso Sistema Solar.

É o primeiro objeto do Sistema Solar detectado a uma distância maior do que 100 vezes a distância entre a Terra e o Sol – essa distância é conhecida como unidade astronômica (ua).

Catalogado provisoriamente como 2018 VG18, e apelidado de “Farout” (muito longe, em tradução livre) por sua localização extremamente distante, o provavelmente planeta-anão está localizado a cerca de 120 unidades astronômicas do Sol.

Seu brilho sugere que ele tem cerca de 500 km de diâmetro, o que provavelmente lhe dá uma forma esférica, o que o tornaria um planeta anão. Ele tem um tom rosado, uma cor geralmente associada a objetos ricos em gelo.

Como o 2018 VG18 está tão distante, ele orbita muito lentamente, provavelmente levando mais de 1.000 anos para fazer uma volta completa ao redor do Sol. Serão necessárias observações de seguimento por vários anos para que sua órbita seja determinada com um mínimo de precisão.

Planetas anões

O segundo mais distante objeto do Sistema Solar já observado é Eris, a cerca de 96 ua. Plutão está atualmente em cerca de 34 ua, tornando o 2018 VG18 mais de três vezes e meia mais distante do que o mais famoso planeta anão do Sistema Solar – Ceres, Haumea e Makemake também são considerados planetas anões.

A descoberta foi feita por Scott Sheppard (Fundação Carnegie), David Tholen (Universidade do Havaí) e Chad Trujillo (Universidade Nordeste do Arizona). As imagens da descoberta foram capturadas com o telescópio japonês Subaru, de 8 metros de diâmetro, localizado no topo do Mauna Kea, no Havaí, em 10 de novembro de 2018.

O 2018 VG18 foi descoberto como parte da busca contínua da equipe por objetos do Sistema Solar extremamente distantes, incluindo o hipotético Planeta X, às vezes também chamado de Planeta 9.

Em outubro, o mesmo grupo anunciou a descoberta de outro objeto do Sistema Solar distante, chamado 2015 TG387 e apelidado de “Duende” (Goblin), porque foi visto pela primeira vez perto do Halloween. O Goblin foi descoberto a cerca de 80 ua e tem uma órbita que é consistente com a influência de um planeta tipo super-terra, ainda desconhecido.

A existência de um nono planeta maior na fronteira do Sistema Solar, procurado há décadas, foi reivindicada por essa mesma equipe em 2014, quando eles descobriram o 2012 VP113, apelidado de Biden, que atualmente está a uma distância de cerca e 84 ua.

https://www.inovacaotecnologica.com.br

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Cientistas acham conexão entre câncer de pele e posição do planeta Mercúrio

Posted by luxcuritiba em outubro 13, 2018

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Explicações astronômicas e físicas

“Existe uma correlação – e uma possível ligação de causa e efeito – entre partículas da matéria escura e o melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele.”

Esta afirmação um tanto polêmica acaba de ser publicada na revista científica Biophysical Reviews and Letters pelo Dr. Edward L. Valachovic (Universidade Estadual de Nova York, nos EUA) e pelo professor Konstantin Zioutas (Universidade de Patras, na Grécia), que afirmam que sua “descoberta abre as portas para mais pesquisas nos campos interdisciplinares da física e da medicina”.

E o artigo científico promete suscitar ainda mais controvérsias ao estabelecer uma conexão entre o câncer de pele e o período orbital do planeta Mercúrio.

Demonstrações e dados à parte, os cientistas têm tipicamente se portado de forma hostil e até agressiva contra qualquer conclusão que lembre as antigas predições da astrologia. Se isso tem servido de entrave para descobertas verdadeiras é um assunto que os filósofos da ciência discutem vez ou outra, mas o fato é que a ciência acadêmica parece preferir abrir mão de conhecimentos novos autênticos do que abrir a guarda para qualquer possibilidade de reforço de outras fontes de conhecimento – tipicamente menos rigorosas – fora de seus muros.

Assim, não deixa de ser uma demonstração de coragem o fato de que os dois cientistas começaram seu artigo afirmando que “Nós apresentamos assinaturas para correlações planetárias decorrente de uma análise das taxas mensais de melanoma nos EUA no período 1973-2011.”

Câncer causado pela matéria escura?

Em termos mais concretos, os dois cientistas propõem que as partículas da hipotética matéria escura, “cujo fluxo pode ser temporariamente reforçado por meio da focalização gravitacional solar”, interage com o corpo humano.

Ao analisar as taxas mensais de diagnóstico de melanoma nos EUA no período de 38 anos, a dupla observou um comportamento oscilatório rápido na ocorrência da doença, que deveria ser uma distribuição aleatória caso não houvesse nenhum impacto periódico.

Eles então realizaram análises estatísticas complexas, bem como simulações de computador com dados disponíveis para todo o planeta, e descobriram que o surgimento do melanoma apresenta uma periodicidade curta que coincide de forma impressionante com o período orbital de Mercúrio, de 88 dias.

Com essa correlação estatística inesperada, elas partiram em busca de explicações para esse mistério secular de possíveis interações entre estrelas e planetas e o corpo humano.

A proposta de explicação é também ela controversa, já que os dois cientistas levantaram a hipótese de que a influência de Mercúrio sobre o câncer de pele se dá por meio de “fluxos da invisível matéria escura”, que seriam ocasionalmente amplificados em direção à Terra devido aos efeitos de lente gravitacional do Sol e/ou pelos outros planetas, aumentando a taxa de interação das partículas de matéria escura com o corpo humano. Ocorre que a matéria escura é apenas uma proposta teórica, e até hoje nunca foi identificada qualquer partícula de matéria escura.

A conclusão da dupla é que os feixes de matéria escura podem ser a explicação para algo entre 1% e 10% dos diagnósticos de melanoma no mundo todo.

Suposições heréticas

“Este trabalho interdisciplinar fora do convencional é baseado na suposição herética de que nem todos os constituintes da matéria escura interagem de forma tão fraca com a matéria normal. Uma investigação sistemática de prosseguimento poderá nos aproximar da origem do melanoma, desvendando também a natureza do universo escuro em que estamos vivendo,” disse o Dr. Konstantin Zioutas, referindo-se por “universo escuro” aos componentes matéria escura e energia escura, ambos apenas hipóteses até o momento.

“A causa subjacente da manifestação do câncer é um mistério. O universo escuro amplamente discutido pode muito bem ser parte de processos biológicos e fisiológicos, como defendido pela análise estatística deste trabalho. Onde os diagnósticos periódicos, que coincidem com os períodos orbitais planetários, de algumas subclasses de melanoma pode nos levar, está aberto a especulações e novas sugestões. Para avançar nesta abordagem de pesquisa em medicina, o modelo de tabelas relevantes deve ser redefinido. A principal conclusão é [que se deve] registrar dados médicos diariamente ou, pelo menos, semanalmente,” disse o Dr. Edward Valachovic.

Os dois pesquisadores não estão sozinhos quando defendem esse campo emergente de pesquisas, que um dia já foi terreno exclusivo de adivinhadores. Em 2015, cientistas norte-americanos afirmaram ter confirmado uma conexão entre o mês de nascimento e 55 doenças. No ano seguinte, ficou demonstrado que seu ano de nascimento determina qual vírus da gripe irá lhe afetar, enquanto seu mês de nascimento afeta seu temperamento.

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Para ter bons sonhos, cultive a paz de espírito

Posted by luxcuritiba em setembro 22, 2018

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Sonhos e bem-estar

Há muito se presume que o conteúdo dos sonhos pode nos dizer algo sobre o bem-estar da pessoa.

No entanto, até agora os pesquisadores dos sonhos vinham estudando principalmente os sonhos de pessoas que sofrem de distúrbios dos mais diversos tipos.

Pesquisadores do bem-estar, por outro lado, estudaram especificamente a felicidade, mas negligenciaram um aspecto importante do bem-estar – a paz de espírito.

Assim, sabemos muito pouco sobre o lado positivo entre os sonhos e o bem-estar: Será que as pessoas mais felizes têm sonhos mais felizes?

“Nós queríamos abordar essas lacunas importantes nas pesquisas sobre os sonhos e o bem-estar e estudar como as emoções nos sonhos estão relacionadas não apenas a diferentes aspectos do mal-estar acordado, mas também a diferentes aspectos do bem-estar desperto, incluindo a paz de espírito. Na verdade, este é o primeiro estudo a analisar como a paz de espírito se relaciona com o conteúdo dos sonhos,” disse a professora Pilleriin Sikka, da Universidade de Turku (Finlândia), que fez o estudo com colegas da Universidade de Skovde (Suécia).

Sonhos e paz de espírito

Os pesquisadores pediram que voluntários saudáveis respondessem questionários que mediam seus níveis de mal-estar e de bem-estar. Então, durante as três semanas seguintes, os voluntários mantiveram um diário dos sonhos no qual, todas as manhãs ao acordar, eles relataram todos os seus sonhos e avaliaram as emoções que vivenciaram nesses sonhos.

Os resultados mostraram que as pessoas com níveis mais elevados de paz de espírito têm mais emoções positivas durante os sonhos, enquanto aquelas com níveis mais altos de ansiedade relataram mais emoções negativas nos sonhos.

Em outras palavras, as pessoas mais tranquilas no estado de vigília têm sonhos mais positivos, enquanto aquelas com mais ansiedade no estado de vigília têm mais sonhos negativos, confirmando que as experiências oníricas podem refletir o estado de saúde mental de uma pessoa.

Surpreendentemente, mesmo os aspectos tipicamente considerados e medidos como bem-estar não se mostraram relacionados ao conteúdo do sonho, o que sugere que há algo único em relação à paz de espírito e à ansiedade. Isso mostra que, se quisermos entender como o conteúdo dos sonhos está relacionado ao bem-estar no dia a dia, não basta medir apenas os sintomas do mal-estar mental.

“A paz de espírito é um estado de paz interior e harmonia, um estado de bem-estar mais complexo e duradouro tradicionalmente associado à felicidade nas culturas orientais,” definiu Sikka.

“Embora raramente tenha sido medida diretamente em estudos de bem-estar, em várias tradições filosóficas e abordagens espirituais, a paz de espírito sempre foi considerada central para o florescimento humano,” acrescentou Antti Revonsuo, coautor do experimento.

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Evidências de que radiações eletromagnéticas afetam a saúde são incontestáveis, diz pesquisadora

Posted by luxcuritiba em setembro 12, 2018

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Doença misteriosa dos diplomatas

Recentemente chegaram à imprensa os relatos e sintomas de uma “doença misteriosa” que afligiu diplomatas norte-americanos e canadenses.

Os sintomas combinam fortemente com efeitos conhecidos da radiação eletromagnética pulsada e de micro-ondas, concluiu a equipe da professora Beatrice Golomb, da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego, em um artigo publicado na revista científica Neural Computation.

Golomb afirma que as conclusões poderão ajudar no tratamento dos diplomatas e membros das suas famílias, mas, mais amplamente, chama a atenção para uma parte da população que é de fato afetada pela radiação eletromagnética, um fato que vem sendo apregoado como “mito” por muitos cientistas e especialistas ouvidos pela mídia.

“Eu olhei para o que é conhecido sobre radiações eletromagnéticas e de micro-ondas em relação às experiências dos diplomatas. Tudo bate. Os detalhes dos sons variados que os diplomatas relataram ouvir durante os episódios aparentemente ensejadores [das ocorrências], tais como chilrear, sinos e zumbido, batem nos detalhes com propriedades conhecidas da chamada ‘audição de micro-ondas’, também conhecida como o efeito de Frey,” disse Golomb.

Os pesquisadores também compararam os sintomas descritos pelos diplomatas e suas famílias com um estudo publicado em 2012 sobre sintomas relatados por pessoas afetadas pela radiação eletromagnética no Japão. No geral, os sintomas citados – dor de cabeça, problemas cognitivos, problemas de sono, irritabilidade, nervosismo ou ansiedade, tontura e zumbido nos ouvidos – ocorreram em taxas surpreendentemente semelhantes nos dois casos.

“E os sintomas que surgiram se encaixam, incluindo a predominância de problemas de sono, dores de cabeça e problemas cognitivos, bem como a proeminência distinta de sintomas auditivos. Mesmo resultados objetivos relatados em imagens cerebrais se encaixam com o que foi relatado para pessoas afetadas por radiação de radiofrequência pulsada e de micro-ondas,” disse Golomb.

Saúde e radiação eletromagnética

As consequências para a saúde da exposição às radiofrequências ainda estão em debate entre os especialistas. Algumas agências governamentais, como o Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental e o Instituto Nacional do Câncer, dos EUA, sustentam publicamente que as radiações não ionizantes de baixa a média frequência, como as de micro-ondas e radiofrequências, “são geralmente inofensivas”, citando estudos que não encontraram ligação conclusiva entre exposição e dano.

Golomb observa que muitos dos estudos citados pelas agências norte-americanas foram financiados por indústrias ligadas às emissões ou tiveram outros conflitos de interesse. Ela afirma que estudos independentes, ao longo de décadas, têm relatado efeitos biológicos e danos à saúde causados por radiação não ionizante, especificamente as radiofrequências pulsadas e as micro-ondas, inclusive por estresse oxidativo e mecanismos daí derivados, como inflamação, ativação autoimune e lesão mitocondrial.

Já a Agência Nacional de Segurança Sanitária (ANSES) da França, em comunicado mais restrito à telefonia celular, reconhece que celulares causam “efeitos biológicos” e a exposição deve ser controlada. A própria Organização Mundial da Saúde já admitiu que os telefones celulares podem causar câncer cerebral.

Golomb comparou a situação atual das pessoas com sensibilidade eletromagnética à de pessoas com alergia a amendoim: a maioria das pessoas não experimenta nenhum efeito adverso ao comer amendoim, mas, para um subgrupo vulnerável, a exposição produz consequências negativas, até mesmo com risco de vida.

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