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Onde estão os alienígenas afinal?

Posted by luxcuritiba em outubro 14, 2017

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Queremos encontrá-los, mas eles podem não nos querer.

Todos sabemos que é possível estar em várias formas biológicas além de todos os seres vivos que vivem no planeta Terra, com o qual queremos conversar com a palavra “estrangeiro”, ” vida extraterrestre “.

Quando pensamos que não podemos estar sozinhos neste universo tão imenso, a Equação de Drake pode ser usada para estimar o número de civilizações que poderiam existir, em teoria [1]:

Os valores para cada um desses elementos são os seguintes:

R* = A taxa de formação de estrelas adequadas para o desenvolvimento da vida inteligente.
fp = fração de estrelas com sistemas planetários.
ne = Número de planetas por sistema solar com uma natureza favorável para a vida.
fl = Fração de planetas adequados onde a vida realmente pode existir.
fi = Fração de planetas que têm vida na superfície, e vida inteligente.
fc = fração de civilizações que desenvolvem uma tecnologia que pode enviar sinais perceptíveis de sua existência.
L = A duração dessas civilizações espalhando sinais perceptíveis.

Claro, precisamos de uma subestrutura tecnológica para procurar dados que corresponderão a esses valores. A Equação de Drake é uma equação simples e efetiva que nos ajuda a entender como somos parte desse universo, sabendo que a vida é um produto natural do desenvolvimento cósmico, movendo a curiosidade intelectual sobre o universo, além de esclarecer os fatores envolvidos nessa pesquisa. O principal objetivo da SETI Extraterrestrial Intelligence é fazer uma pesquisa de melhor qualidade que fornecerá informações adicionais sobre qualquer um dos fatores dessa equação fascinante.[1]

Se há tantas civilizações, onde estão? Há décadas temos a tecnologia para receber sinais de rádio à distância, mas raramente recebemos qualquer sinal que possamos afirmar que se trata de uma possível mensagem de outra civilização fora da Terra. Isso foi repudiado muitas vezes, como no caso em que os pulsares foram descobertos. Embora alguns sinais sejam promissores, a descoberta da vida extraterrestre ainda continua sendo um evento futuro.

Paradoxo de Fermi [2]

Enrico Fermi (1901-1954) postulou que qualquer civilização com tecnologia de foguete adequada e até mesmo civilizações menos desenvolvidas (como nós…) poderia colonizar toda a galáxia. Dentro de dez milhões de anos, todo um sistema de estrelas poderia ser tomado sob as asas do um império. Dez milhões de anos pode parecer um longo tempo, mas a nossa galáxia é bastante pequena em comparação com sua idade. Portanto, a colonização da Via Láctea deve ter sido rápida (a Via Láctea tem cerca de 13,2 bilhões de anos, com um limite mínimo determinado pela idade da estrela chamada HE 1523-0901 , que deveria ser a primeira estrela em nossa galáxia [3]).

Então, a ideia principal de Fermi era que, seria apenas uma questão de tempo até que encontrássemos nossos irmãos galáticos. Mas quando ele olhou em volta, não havia nada; Fermi perguntou-se: “Onde está todo mundo?”

Essa incompatibilidade, que Enrico Fermi apresentou, é chamada de “Paradoxo de Fermi”.

“Onde esta a vida extraterrestre que deveria existir? Por que eles não colonizaram toda a galáxia até este momento, se eles existem?”

É um pouco estranho no começo, ok. Aparentemente, nada se move em torno de nosso planeta ou em partes da nossa galáxia que podemos identificar como movido por inteligência extraterrestre. Muitos pesquisadores acreditam que essa simples observação seria um resultado muito radical. Claro que o Paradoxo de Fermi tem uma explicação.

A primeira coisa a notar é que o Paradoxo de Fermi é um argumento muito poderoso. Quanto a velocidade da nave espacial extraterrestre, você pode dizer que pode mover-se a 1% da velocidade da luz ou 10% da velocidade da luz. Não importa. Você também pode discutir quanto tempo levará um novo berço de estrelas para formar suas próprias colônias. Ainda não importa. Qualquer suposição razoável sobre a rapidez com que a colonização pode ocorrer ainda resultará em uma escala de tempo menor do que a idade da galáxia. É como entrar em um debate acalorado sobre se os navios espanhóis do século 16 poderiam ir com dois ou vinte mar mares. De um jeito ou de outro, eles rapidamente colonizaram a América de ponta a ponta.

De acordo com Brian Cox , não se pode esperar que uma civilização com capacidade de se comunicar pelo espaço tenha uma vida necessariamente longa – porque essa civilização também terá a capacidade de se autodestruir. Ao mesmo tempo, ele explica que a evolução da ciência e da tecnologia ultrapassará rapidamente as instituições de desenvolvimento que as podem controlar e, ao longo do tempo, isso pode levar as civilizações à autodestruição.[4]

“Eu não acho que vamos sobreviver mil anos, se não conseguirmos ir para fora de nosso planeta”, diz Stephen Hawking, que tem a mesma ideia que Cox.

Essa é uma das respostas mais conhecidas, mas como humanidade, ainda não gostamos de pensar nisso.

Ao mesmo tempo, Hawking vem chamando atenção do público, desde 2010, sobre os temores de encontrar uma civilização extraterrestre avançada, e o risco de nossa civilização ser destruída por ela[5].

É claro que existem outras soluções possíveis também. A vida civilizada pode ser muito mais rara do que pensamos, ou o universo é raro no que somos. Talvez eles não tenham tecnologia ou em forma biológica que possa se comunicar conosco. Não menos importante, como diz a história da HP Space Lovers The Color, outras formas de vida no cosmos podem ser tão “alienígenas” que nem podemos notar.

Há a hipótese de que, caso haja uma civilização galática super desenvolvida ela pode, deliberadamente, barrar o desenvolvimento tecnológico de grupos menos evoluídos, por questão de segurança, ou outra razão qualquer.

Também há a possibilidade de que civilizações com super desenvolvimento tecnológico (comparado com nosso atual estágio de desenvolvimento), simplesmente não tenham interesse em grupos menos desenvolvidos, como geralmente as pessoas de nossa civilização não tem interesse em grupos menos desenvolvidos de nosso próprio planeta, que em pleno século XXI ainda vivem de forma selvagem em locais afastados e pouco conhecidos, como os aborígenes australianos.

A humanidade conseguiu deixar a Terra pela primeira vez apenas recentemente, em 1969, indo até o objeto mais próximo (a Lua), e o Ford Modelo T foi construído há cerca de 108 anos. Cosmicamente falando, nossa civilização ainda está na infância. Mesmo que os extraterrestres possam nos encontrar, eles podem não gostar de nós. Talvez nós sejamos apenas tema de estudos para eles, algo curioso e interessante, e nada mais. Ou algo simplesmente, desinteressante.

De acordo com Neil deGrasse Tyson, nosso planeta poderia até ser um zoológico criado por alienígenas que desejam estudar os seres humanos, como nós estudamos os animais consideramos por nós irracionais [6].

A civilização está destinada a se destruir? Ou o Paradoxo de Fermi está apontando para outra coisa? Talvez a compreensão de quanto tempo dura o universo também seja falsa e estamos condenados apenas à solidão cósmica. De qualquer forma, muitos cenários podem ser imaginados, permitam-nos ouvir o conselho que Hawking nos deu: “Olhe para as estrelas; não para baixo, não para os pés “.

Além disso, no âmbito dos estudos recentes, as seguintes notícias sobre últimas pesquisas são uma esperança:

6 novos sinais de rádio extraterrestre detectados
http://www.fizikist.com/6-yeni-dunya-disi-radyo-sinyali-bespit-edildi/

Stephen Hawking Aliens Exploração Projeto 234 Sinais das estrelas Estranho examina
http://www.fizikist.com/stephen-hawkingin-uzayli-arama-projesi-234-yildizdan-gelen-garip-sinyalleri-inceliyor/

Sinal extraordinário gera controvérsia
http://www.fizikist.com/uzaydan-gelen-sinyal-tartisma-yaratti/

Publique para Polar Star
http://www.fizikist.com/kutup-yildizina-mesaj-yollandi/

Dois planetas descobertos podem ter vida
http://www.fizikist.com/yasam-formunun-olabilecegi-iki-gezegen-kesfedildi/

Pela primeira vez foi descoberta no espaço uma molécula orgânica
http://www.fizikist.com/uzayda-ilk-kez-organik-bir-kiral-molekul-kesfedildi/

Um enorme planeta foi encontrado na “zona habitável”
http://www.fizikist.com/yasama-elverisli-bolge-icinde-yer-alan-devasa-gezegen-bulundu/

Será enviado sinal de rádio para 20 mil estrelas
http://www.fizikist.com/20-bin-yildiza-radyo-sinyali-gonderilecek/

Referências

[1] http://www.seti.org/drakeequatio’s
[2] http://www.seti.org/seti-institute/project/details/fermi-paradox
[3] https://arxiv.org/abs/astro-ph/0703414
[4] http://www.huffingtonpost.co.uk/entry/brian-cox-explains-why-he-thinks-well-never-find-aliens_uk_57fb5688e4b02213e95446f1
[5] http: // http://www.space.com/29999-stephen-hawking-intelligent-alien-life-danger.html
[6] http://www.independent.co.uk/news/science/we-might-live-in-a-zoo-for-aliens-Neil-Grasse-tyson-número-e-que-s-por-brexit-and-estranha-política-a7109421.html

Notas

http://bigthink.com/scotty-hendricks/where-are-all-the-aliens-a-famous-physicist-gives-an-answer-you-might-not-lik para

Imagem de capa de fontes visuais : http://img11.deviantart.net/01ea/i/2014/169/3/a/man_alone_on_planet_by_dkelly1957-d7mwio4.jpg
[*] http://www.atomicheritage.org/article/manhattan-project-spotlight-enrico-fermi
[**] http://astronoteen.org/wp-content/uploads/2014/08/astro.jpg

fonte original: https://www.fizikist.com/nerede-bu-uzaylilar (texto adaptado para o português)

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Entenda por que sentimos que o tempo está passando mais rápido

Posted by luxcuritiba em setembro 26, 2017

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Sensação da passagem do tempo é determinada também pela idade. Outro fator é a quantidade de informações que recebemos.

Estamos na primeira semana de janeiro de 2014 (*), mas até parece que o tempo está passando mais rápido. Segundo os físicos, isso é só aparência mesmo. Tudo ficou muito rápido, em pouco tempo.

Na Guerra do Vietnã, nos anos 70, as imagens iam de avião para serem exibidas no dia seguinte. As cartas demoravam para chegar. Para telefonar era preciso estar em casa ou no trabalho. As notícias, os filmes de Hollywood, tudo demorava a nos alcançar.

Hoje a vida é transmitida ao vivo, temos acesso às informações no exato momento em que elas acontecem. Tanta rapidez e ainda assim nos falta tempo. Ou será que estamos muito acelerados?

A idade é um dos fatores que determinam a sensação da passagem do tempo. Um ano na vida de uma criança de 10 anos significa 10% da sua vida. Para quem tem 40 anos, representa apenas 2,5%. Por isso um ano para um adulto é pouco tempo, comparado com um ano para uma criança.

Além da idade, o físico da USP Claudio Furukawa diz que outras questões aceleram nossa percepção do tempo.

“A quantidade de informações que a gente tem é internet, é celular, é televisão, é rádio e são muitas informações ao mesmo tempo e muitas atividades ao mesmo tempo, então muitas vezes não dá conta de fazer todas as atividades que você queria fazer durante o dia, então pra você falta tempo. Então a questão de faltar tempo é como se o tempo ficasse mais curto”, explica.

Passar um tempo num parque, contemplando a natureza é como voltar para casa, é pulsar no ritmo natural do ciclo da vida. Passar o mesmo tempo dentro de um carro, conversando com 2 ou 3 amigos pela rede social, ouvindo música e prestando atenção no trânsito para não bater o carro são experiências de tempo completamente diferentes. No parque, o tempo passa mais devagar, quem faz várias coisas todas juntas, sente que o tempo voa.

“O homem é capaz de modificar sua relação com o tempo, ele é capaz de encompridar ou diminuir sua sensação de tempo, se você for pro meio da mata sem celular, o tempo vai mudar, você começa a viver o tempo da natureza, um dia será um dia diferentemente do dia numa cidade como São Paulo”, comenta Ari Rehfeld, psicólogo.

Apesar de toda rapidez do mundo moderno as sementes ainda caem no chão, brotam, crescem, dão frutos, geram novas sementes e cada etapa precisa de um tempo certo para que o ciclo da vida continue.

http://g1.globo.com (* Publicado originalmente em 2014)

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Como fechar o cérebro contra distrações

Posted by luxcuritiba em setembro 25, 2017

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Entrar em alfa

“Entrar em alfa” é uma expressão bem conhecida, significando atingir um estado mental de tranquilidade e paz. Mas o fato é que as ondas alfa têm sido praticamente ignoradas pelos cientistas.

Só muito recentemente é que os neurologistas passaram novamente a dar atenção a essas “emissões” específicas do cérebro. Isso porque, além da concentração, essas ondas parecem ter importância crucial nas formas como lidamos com o estresse e com a ansiedade.

Frequências das ondas cerebrais

A atividade elétrica dos grupos de células cerebrais resulta na emissão de ondas cerebrais de diferentes frequências, ou amplitudes.

As chamadas ondas alfa – uma onda cerebral lenta, com um ciclo de 100 milissegundos (ms) – desempenha um papel fundamental na atividade cerebral. Seu principal papel parece ser suprimir atividades irrelevantes.

A hipótese mais aceita atualmente é que as ondas alfa estão associadas com impulsos de inibição no cérebro – em contraposição aos impulsos de ativação – emitidos a cada 100 ms.

Prevendo e evitando as distrações

O que não se sabia é que, quando informações que causam distração podem ser previstas antecipadamente, há um aumento na potência das ondas alfa pouco antes do acontecimento efetivo desse elemento de distração.

A descoberta foi feita por Mathilde Bonnefond e Ole Jensen, da Universidade Radboud Nijmegen, na Holanda.

Mais do que isso, eles descobriram que o cérebro é capaz de controlar precisamente a emissão das ondas alfa de modo que o impulso de inibição esteja na potência máxima quando o fenômeno de distração ocorre.

Ou seja, quando a pessoa espera a ocorrência de algo que tende a tirar sua concentração, seu próprio cérebro se encarrega de emitir ondas de “tranquilização”, para evitar a distração.

“É como se uma porta se abrisse rapidamente para permitir ver o que está acontecendo lá fora. Isso nos permite detectar um evento inesperado, mas importante ou perigoso. Mas, para evitar ser distraído por uma informação completamente irrelevante, é melhor se a inibição estiver ativa apenas quando um distrator surge. Isso pode ser visto como um mecanismo de fechar a porta do cérebro para intrusos,” afirmam os pesquisadores.

Fechando o cérebro

Os pesquisadores projetaram uma experiência em que a precisão na capacidade de suprimir informações irrelevantes era crucial para o desempenho dos voluntários.

Os indivíduos foram treinados para fazer uma tarefa de memória em um ritmo muito rigoroso.

No experimento, os intervalos entre os distratores eram sempre os mesmos, de modo que os participantes podiam antecipar o momento em que eles surgiriam.

Aqueles que foram capazes de sincronizar a sua atividade alfa com o ritmo em que elementos de distração irrelevantes surgiam tiveram a maior pontuação na tarefa.

Mas tudo ocorre por um processo que é totalmente inconsciente.

Os pesquisadores presumem que a capacidade de ajustar a atividade alfa para uma distração iminente pode desempenhar um papel importante quando nós avaliamos ativamente o meio ambiente.

As ondas alfa eram mais fortes antes dos distratores fortes do que antes dos distratores fracos, confirmando que estas ondas “fecham” nosso cérebro para informação perturbadoras.

http://www.diariodasaude.com.br

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Sol explode de novo e pode aquecer alta atmosfera e causar apagões

Posted by luxcuritiba em setembro 9, 2017

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Surto magnético está provocando várias explosões solares

O Centro de Radioastronomia e Astrofísica Mackenzie (CRAAM) da Universidade Presbiteriana Mackenzie registrou entre os dias 4 e 6 de setembro um período de atividade importante do sol. Se trata do crescimento rápido do tamanho e da complexidade magnética de uma das regiões ativas presentes na superfície solar.

De acordo com o cientista Jean Pierre Raulin, uma região do sol decuplicou o seu tamanho nas últimas 48 horas, o que causou uma série de surtos solares. O primeiro surto ocorreu na terça-feira, 4/09, quando uma grande quantidade de massa solar foi ejetada. A massa irá viajar pelo meio interplanetário até atingir a Terra entre os dias 6 a 8 de setembro, quando poderá acontecer os efeitos na nossa atmosfera terrestre. Essa atividade afetará nosso cotidiano?

“Depende da estrutura e da configuração magnética da nuvem ejetada. No pior dos casos, poderá haver uma tempestade geomagnética com potencial para afetar redes de distribuição de energia elétrica localizadas em altas latitudes. No Brasil, por exemplo, o risco é um pouco menor, podendo trazer apagões e perturbações nas telecomunicações”, conta o cientista da CRAAM Jean Pierre Raulin.

Um outro evento 50 vezes maior, oriundo da mesma região ativa solar, ocorreu em 6/09, às 12h02 (Tempo Universal). Nesse caso, o efeito da radiação que chega a Terra em 8 minutos é quase imediato. Efeitos adicionais, retardados entre 1 e algumas horas, podem acontecer devido a prótons energéticos acelerados no Sol e viajando na direção ao nosso Planeta.

Possíveis efeitos incluem o aquecimento da alta atmosfera, o que dificulta o controle da trajetória de satélites, e falhas ou blecautes nas comunicações na banda HF. Os eventos foram registrados pelos instrumentos do Observatório Solar Mackenzie na sede do CRAAM, e pelo Telescópio Solar para ondas Submilimétricas (SST) operando na Argentina e controlado em tempo real desde a Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Além do SST, os instrumentos responsáveis pela detecção são o telescópio solar H-alpha, que registrou um clarão intenso e brilhante na região 12673, e a câmera infravermelha em 30 THz Jean Pierre Raulin é doutor em Física, professor e pesquisador de radioastronomia e explosões solares da Universidade Presbiteriana Mackenzie. É membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), da Royal Astronomical Society (RAS) e da International Astronomical Union (IAU).

Lembre das outras vezes nas quais o Sol teve um surto de explosões:

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11 dores ligadas ao seu estado emocional

Posted by luxcuritiba em setembro 6, 2017

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Especialistas explicam porque as inseguranças, medos e sobrecargas do dia a dia podem deixar o corpo cheio de dores

Você já parou para pensar se aquela dor nas costas ou a dor de cabeça persistente possa ter origem no seu estado emocional? Sim, isso é possível acontecer, como explica a psicóloga Rita Calegari, da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo:

“Nosso corpo é um sistema único – a parte física e a emocional não estão desassociadas uma da outra – o que afeta o corpo mexe na emoção, o que afeta a emoção, mexe no corpo”.

A dor funciona como um mecanismo do corpo para passar uma mensagem, mostrar que algo não vai bem.

“Sem a dor, nós prejudicaríamos muito mais nosso organismo pelo simples descuido. Imagine as luzes do painel do carro que mostram quando a gasolina chegou na reserva, quando o motor está superaquecido, o óleo baixo, etc. Esse recurso mostra a tempo o que deve ser corrigido antes de nos colocarmos em risco. A dor é o nosso ‘sinal luminoso’ para prestarmos atenção”, conta Rita.

Quando a causa de uma dor é investigada, o especialista avalia vários sistemas que podem influenciar no seu surgimento. Por meio de exames, as possibilidades vão sendo descartadas até que se chegue ao diagnóstico.

“Doenças podem ter diversas origens: vírus, bactérias, hereditariedade, processos inflamatórios, acidentes, alergias, poluição, má alimentação, mau uso de medicações e também estados emocionais nocivos. Somente uma boa consulta médica irá diagnosticar a causa da dor com segurança”, reforça a psicóloga.

Como o estado emocional pode influenciar na saúde?

Na presença do estresse, os músculos ficam tensos, causando dores específicas. A tensão, por sua vez, aumenta o cortisol no sangue, alterando o ritmo cardíaco. “Tudo isso altera o organismo de uma forma geral, inclusive a musculatura, ficando tensionada e refletindo-se em dor. Além disso, a pessoa com alteração emocional e deprimida tende a manter uma postura errada e acaba não realizando exercícios, ocasionando assim dores musculares”, ressalta Carlos Górios, ortopedista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

O processo inflamatório desse tipo de dor é diferente da reação do corpo após um trauma físico.

“O processo inflamatório causado por fatores emocionais está relacionado a alterações hormonais e erro de postura, enquanto que no outro caso pós-traumático ocorre uma resposta fisiológica do organismo ao dano tecidual ou alguma outra situação, como infecção. Esse envolve células do sistema imune, levando a vasodilatação como resposta vascular, aumento da permeabilidade vascular levando à edema, aumento da pressão do tecido causando dor”, explica Górios.

Como essas dores se manifestam

A região cervical, torácica e principalmente a lombar são as mais afetadas. Isso se dá porque a coluna é responsável pela sustentação do corpo e por isso as costas acabam recebendo uma carga maior em situações de estresse e alterações do emocional.

“Outro músculo que pode ser afetado é o músculo psoas, que liga a coluna vertebral às pernas. Em situação de alteração emocional, com descarga de adrenalina, esse músculo é tensionado, dificultando a postura e causando dor nas costas. Essa região é chamada de ‘músculo da alma’, segundo a medicina oriental”, revela ele.

A psicóloga destaca que a tensão emocional pode ser provocada pelos mais diversos âmbitos da vida, como trabalho, casamento, família, entre outros. “Alterações no ciclo vital, como mudanças nas fases comuns da vida, mas que acarretam sofrimento, como a morte de alguém querido, também são capazes de criar essas dores”, conta Rita. Confira algumas dores que podem surgir por causa do seu estado emocional e os motivos comuns que podem desencadeá-las, de acordo com a psicóloga:

1. Dor de cabeça
Tensão emocional e muitas preocupações. Pessoas que pensam demais e realizam pouco. Amargura com alguma recordação de eventos passados, entre outros.

2. Dor no pescoço/nuca
Forte tensão emocional, conflitos entre a razão e os sentimentos, entre outros.

3. Dor nos ombros
Sobrecarga de tarefas, tensão emocional, timidez, medo, insegurança, entre outros

4. Dor nas costas
Medo, desamparo, insegurança, sobrecarga de tarefas, tensão emocional, entre outros.

5. Dor na lombar
Sobrecarga de tarefas, tensão emocional, medo, insegurança, entre outros.

6. Dor nas mãos
Sobrecarga de tarefas, tensão emocional, medo, insegurança, entre outros.

7. Dor nas articulações
Sentimento de impotência, grande tensão emocional, medo e tristeza. Rigidez de pensamentos, inflexibilidade, entre outros.

8. Dor muscular
Tensão, energia acumulada, tristeza, medo, raiva, conflitos existenciais, entre outros.

9. Dor de estômago
Tensão, irritabilidade, conflitos insolúveis, mágoa, raiva, nervoso, entre outros.

10. Dor nos quadris
Sobrecarga de tarefas, tensão emocional, medo, insegurança, entre outros.

11. Dor nos joelhos
Sobrecarga de tarefas, tensão emocional, medo, insegurança, entre outros.
Formas de tratamento

A terapia desse tipo de dor deve contar com uma abordagem multidisciplinar, que pode incluir médico, psicólogo, fisioterapeuta, educador físico, além de outros profissionais.

“O tratamento medicamentoso inclui analgésicos e anti-inflamatórios, ‘antidepressivos’ (que na verdade seriam melhor denominados como moduladores de serotonina e noradrenalina), anticonvulsivantes e opióides”, conta a psiquiatra Milene Busoli.

Ela também destaca a atividade física como um fator essencial para a recuperação.

“Em geral, atividades na água, pilates ou atividades mais intensas, desde que supervisionadas. Outros tratamentos incluem fisioterapia, acupuntura e massagem. A terapia em geral visa a adaptação e aceitação do quadro, e enfrentamento dos medos relacionados a atividade, retorno ao trabalho, bem como a sensação de culpa e inadequação”, finaliza.

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Tetrahedron, o super iate que pode flutuar acima do nível da água

Posted by luxcuritiba em setembro 3, 2017

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O protótipo foi desenvolvido pelo arquiteto britânico Jonathan Schwinge

O arquiteto britânico Jonathan Schwinge projetou um super iate capaz de flutuar acima do nível da água com extrema facilidade. A embarcação, que mais parece uma nave alienígena de uma galáxia distante, tem potencial para revolucionar a navegação em todo o mundo.

Cansado da arquitetura naval tradicional, Schwinge buscou inspirações na geometria para projetar o Tetrahedron. O nome se origina do tetraedro, um poliedro composto por quatro faces triangulares, sendo três delas encontradas em cada vértice. Simplificando: uma pirâmide triangular.

Tetrahedron, o iate flutuante

A forma do tetraedro produz um “telhado” puro, preciso, lógico e matemático que se conecta diretamente ao casco. Como resultado desta configuração, o super iate é capaz de desafiar a gravidade e flutuar sobre as águas, alcançando uma velocidade superior à da maioria de seus pares.


Enquanto os iates mais velozes do mundo conseguem chegar a 27 nós, o Tetrahedron poderia navegar com uma velocidade máxima de 30 nós (em torno de 55 km/h). A embarcação possui ainda uma autonomia para até 3.000 milhas náuticas (em torno de 5.556 km).

Quando está parado ou em baixa velocidade, o Tetrahedron flutua em três cascos inferiores. Já quando está em alta velocidade, a embarcação se levanta da água graças a um conjunto profundamente submerso de hidroplanos anexados a um pilar central.


A tecnologia envolvida na elevação do iate é chamada de HYSWAS (Hydrofoil Small Waterplane Area Ship), integrando um suporte vertical retrátil fixo ao casco de torpedo submerso. A técnica permite que o Tetrahedron elimine as batidas em águas turvas e acabe, inclusive, com o enjoo dos passageiros.

A técnica não é nova e vem sendo utilizada por diversas empresas, como a construtura naval americana Maritime Applied Physics Corporation, sediada em Baltimore, no estado de Maryland. Contudo, Jonathan Schwinge conseguiu ressignificar o conceito e elevá-lo para um novo patamar.

O super iate futurista tem também um sistema de piloto automático. O mecanismo controla a arfagem (pitch, em inglês), que consiste no movimento em torno do eixo horizontal – semelhante ao “levantar e abaixar o nariz” dos aviões – e o afundamento do barco (heave, em inglês).

O arquiteto britânico Jonathan Schwinge está trabalhando nos detalhes do projeto para torná-lo uma realidade em breve. Ele pretende se dedicar integralmente para aprimorar tanto o design quanto as funcionalidades do super iate.
Será Tetrahedron o futuro da navegação nos lagos, rios, mares e o oceanos de todo o mundo?

https://futuroexponencial.com/tetrahedron-super-iate/

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Experiências de quase morte são similares entre as pessoas?

Posted by luxcuritiba em agosto 30, 2017

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Sequência da quase-travessia

Ninguém realmente sabe o que acontece quando morremos, mas muitas pessoas têm histórias para contar sobre o que experimentaram quando estiveram perto da morte.

Quem teve uma experiência de quase-morte geralmente relata memórias muito ricas e detalhadas do evento. Embora tais experiências possam assumir muitas formas diferentes, alguns dos fenômenos bem conhecidos incluem ver uma luz brilhante, experimentar um sentimento de paz, ter uma experiência fora do corpo e perceber um túnel.

Embora esforços significativos de pesquisa tenham chegado a uma boa compreensão das características fenomenológicas específicas relatadas durante as experiências próximas da morte, a literatura científica sobre a estrutura temporal das experiências de quase-morte (EQM) ainda é bastante limitada.

Por exemplo, uma área menos explorada é se há alguma regularidade temporal nas experiências de quase-morte – em outras palavras, as pessoas tendem a experimentar os diferentes fenômenos em uma mesma ordem sequencial ou cada um tem sua própria sequência?

“Pelo nosso melhor conhecimento, nenhum estudo investigou formal e rigorosamente se as características da EQM seguem uma ordem ou distribuição fixa,” justificou a pesquisadora Charlotte Martial, da Universidade de Liége (Bélgica). “O objetivo do nosso estudo foi investigar a distribuição de frequência dessas características, tanto globalmente como de acordo com a posição das características nas narrativas, bem como as sequências temporais mais frequentemente relatadas dos diferentes fenômenos da experiência de quase-morte”.

Fenômenos durante a experiência de quase-morte

A equipe coletou e analisou relatos escritos de 154 pessoas que passaram pela experiência, catalogando as sensações e ocorrências específicas presentes em cada narrativa e depois examinando a ordem de surgimento dos diferentes fenômenos em cada história.

Em média, uma pessoa experimenta cerca de quatro fenômenos diferentes durante uma experiência de quase-morte. As características mais frequentemente relatadas foram: Sentimento de paz (80% dos participantes), ver uma luz brilhante (69%) e encontrar-se com espíritos ou pessoas já mortas (64%).

Pelo lado oposto, as duas experiências mais incomuns nos relatos foram pensamentos acelerados (5%) e visões precognitivas (4%).

Em termos de cronologia, um terço dos narradores (35%) descreveu uma experiência fora do corpo como a primeira característica de sua experiência de quase-morte; por decorrência, a última experiência mais frequente foi retornar ao corpo (36%).

“Isso sugere que as experiências de quase-morte parecem ser regularmente desencadeadas por uma sensação de desconexão do corpo físico e acabam quando retornam ao corpo,” confirmou Charlotte Martial.

No geral, os fenômenos mais comumente compartilhados pelos diversos narradores foram: sentir-se fora do corpo, sentir-se em um túnel, ver uma luz brilhante e, finalmente, um sentimento de paz – essa sequência exata de eventos foi relatada por 22% dos participantes.

Compreensão científica das experiências de quase-morte

A conclusão geral é que, embora diferentes tipos de experiências sigam-se naturalmente, principalmente aos pares, não é possível estabelecer uma sequência universal de eventos na amostra de narrativas analisada, o que sugere que cada experiência de quase-morte tem um padrão único de eventos, ainda que os eventos individualmente sejam comuns às diversas pessoas.

Em outras palavras, a ordem na qual os diferentes tipos de experiências ocorrem pode ser muito individual.

No entanto, Martial e seus colegas afirmam esperar que uma análise mais profunda de como os diferentes fenômenos se relacionam entre si pode levar a uma definição mais rigorosa e a uma melhor compreensão científica das experiências de quase-morte como um todo.

“Isso levanta questões importantes sobre quais aspectos específicos das experiências de quase-morte podem ser considerados universais – e quais não podem. Mais pesquisas serão necessárias para explorar essas diferenças e a extensão precisa de quais conteúdos dessas experiências refletem as expectativas e origens culturais [de cada pessoa], bem como os mecanismos neurofisiológicos subjacentes às experiências de quase-morte,” concluiu Charlotte Martial.

A análise foi publicada na revista científica Frontiers in Human Neuroscience.

http://www.diariodasaude.com.br

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‘Planeta Nove’ pode estar causando inclinação do sistema solar

Posted by luxcuritiba em agosto 26, 2017

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Astrônomos trazem novas evidências para a existência de um novo e gigantesco integrante no

O “Planeta Nove” pode ser a razão por trás da misteriosa inclinação de seis graus do sistema solar, de acordo com astrônomos. Nesta semana, durante o encontro anual de cientistas planetários da American Astronomical Society (AAS, na sigla em inglês), pesquisadores norte-americanos revelaram novas evidências para a existência de um nono planeta, que estaria orbitando o Sol além de Netuno.

A presença de um corpo celeste com massa de cerca de dez vezes a da Terra, vinte vezes mais longe do Sol que Netuno, foi proposta em janeiro pelos astrônomos Konstantin Batygin e Mike Brown (conhecido como o cientista que “matou” Plutão), do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, na sigla em inglês), nos Estados Unidos. De acordo com os pesquisadores, o movimento de alguns corpos celestes do Cinturão de Kuiper, uma região nos confins do sistema solar, só poderia ser explicado pela presença de um grande e longínquo astro. Ele só não teria sido encontrado, de acordo com os cientistas, por estar localizado entre 32 bilhões e 160 bilhões de quilômetros de distância da Terra.

No novo estudo, publicado no periódico científico Astrophysical Journal, Brown apresentou uma análise em que o “Planeta Nove” seria a explicação para a inclinação de seis graus do sistema solar – que, até o momento, é considerada misteriosa para os cientistas. Em linhas gerais, os oito planetas orbitam o Sol como se estivessem em um mesmo plano. Esse plano, contudo, é inclinado em relação ao Sol. Se pudéssemos ver de fora, a impressão seria de que o Sol (e não o plano) estivesse inclinado.

“Esse é um mistério tão antigo e tão difícil de explicar que simplesmente não falamos sobre ele”, explicou Brown, em comunicado da Caltech.

Ao colocar o hipotético novo planeta como razão desse fenômeno, o astrônomo e sua equipe descobriram que, se ele for gigante como dizem as estimativas e tiver uma órbita inclinada cerca de trinta graus em relação ao plano do sistema solar, ele pode ser a explicação que faltava para a inclinação.

“Como o ‘Planeta Nove’ é tão massivo e tem uma órbita inclinada em comparação aos outros planetas, o sistema solar não tem outra opção a não ser ‘torcer’, lentamente, seu alinhamento”, afirmou Elizabeth Bailey, uma das autoras da pesquisa, publicada no periódico científico Astrophysical Journal.

Novas pistas

Outro time de cientistas, liderado pelo astrônomo Renu Malhotra, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, também sugeriu que o “Planeta Nove” pode ser o motivo para órbitas estranhas de quatro corpos celestes do Cinturão de Kuiper. Segundo eles, esses objetos não seriam afetados por nenhum dos planetas do sistema solar (como acontece com a órbita de Plutão, um planeta anão que recebe a influência de Netuno, o mais próximo a ele), mas de um “nunca visto” corpo celeste massivo – um nono planeta, portanto. As estimativas de Malhorta sobre a massa e a localização desse corpo celeste batem com os cálculos prévios de Brown e Batygin.

“Nosso estudo traz estimativas mais precisas para a massa e órbita que esse planeta teria e, mais importante, restringe sua posição em sua órbita”, explicou o Malhorta, em comunicado.

Segundo os cientistas, o “Planeta Nove”, apesar de ainda não comprovado, seria a explicação mais plausível dada pela ciência para alguns comportamentos aparentemente inexplicáveis do sistema solar.

“Ele continua a nos impressionar. Cada vez que olhamos com cuidado percebemos que o ‘Planeta Nove’ revela algo sobre o sistema solar que, por muito tempo, nos pareceu misterioso”, afirmou Konstantin Batygin, do Caltech.

http://veja.abril.com.br/ciencia/planeta-nove-pode-estar-causando-inclinacao-do-sistema-solar/

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A origem extraterrestre de Jesus

Posted by luxcuritiba em agosto 13, 2017

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Jesus era um astronauta?
A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO – A origem alienígena de Cristo

OBJETIVO – Negar a verdade para evitar o descrédito das igrejas tradicionais

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto. Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?: as divindades vieram do espaço.

Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um óvni. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET – apenas discos voadores –, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.

Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro Extraterrestrials Took me to Their Planet (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.

Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings (A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos. Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era “o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica”. Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido “levado para o céu no interior de um objeto voador”.

ETs Divinos

Os conspiradores esconderiam muito mais segredos. Toda a linhagem de personagens bíblicos, do Gênesis ao Apocalipse, seriam astronautas de outras galáxias, como defende Däniken. A lista é variada: os anjos que revelaram a Ló a destruição de Sodoma e Gomorra ou conduziram os judeus na fuga do Egito, o carro de fogo que levou o profeta Elias para o céu, as visões de Deus do profeta Ezequiel, a arca utilizada por Noé durante o dilúvio. Segundo seguidores da teoria extraterrestre, todas essas descrições correspondem perfeitamente a espaçonaves alienígenas. Para colocar mais lenha na fogueira, em 1995, o padre italiano Piero Coda propôs uma questão aos seus colegas de Vaticano. Ele queria saber se a morte de Cristo na cruz também salvou as criaturas de outros planetas. Embora não tenha citado um salvador ET, Coda acabou admitindo a hipótese de que Deus poderia ter criado a vida em outros lugares do universo.

Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, “200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes”. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna.

As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos. Uma coisa é certa. Se Jesus era mesmo extraterrestre, o papa Francisco e a Nasa terão em mãos a maior agência de turismo do mundo.

https://super.abril.com.br

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Atualizações Agosto 2017

Posted by luxcuritiba em agosto 7, 2017

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