Piramidal.net

Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

  • Pirâmide de cobre C130

  • Pirâmide de alumínio A150

    Pirâmide de alumínio A150

  • Pirâmide de alumínio A150

    Pirâmide de alumínio A150

  • Pirâmide de cobre C150

    Pirâmide de cobre C150

  • Pirâmide de alumínio A130

    Pirâmide de alumínio A130

  • Incenso japones aroma orvalho

    Incenso japones aroma orvalho

  • Incenso japones aroma jasmim

    Incenso japones aroma jasmim

  • Pirâmide de latão fechada

    Pirâmide de latão fechada

  • Fórum sobre jejum, alimentação prânica (viver de luz) e temas relacionados

Archive for the ‘Textos relacionados’ Category

Mapeamento de partículas magnéticas no cérebro humano

Posted by luxcuritiba em agosto 13, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

      

Pesquisadores da LMU mapearam pela primeira vez a distribuição de partículas magnéticas no cérebro humano. O estudo revela que as partículas estão localizadas principalmente no cerebelo e no tronco cerebral, que são as partes mais antigas do cérebro.

Acredita-se que muitos organismos vivos, como as aves migratórias, possuem um sentido magnetotático, o que lhes permite responder ao campo magnético da Terra. Se os humanos são capazes ou não de sentir magnetismo é o assunto do debate. Entretanto, vários estudos já mostraram que uma das pré-condições requeridas para tal sistema sensorial magnético foi de fato encontrada: partículas magnéticas existem no cérebro humano. Agora, uma equipe liderada por Stuart A. Gilder (professor do Departamento de Ciências Ambientais e da Terra da LMU – Ludwig-Maximilians-Universität München) e Christoph Schmitz (professor do Departamento de Neuroanatomia da LMU) sistematicamente mapeou a distribuição de partículas magnéticas em cérebros humanos post mortem. Suas descobertas foram publicadas na revista Scientific Reports. (Nature Publishing Group)

Em seu estudo, os pesquisadores da LMU confirmaram a presença de partículas magnéticas no cérebro humano. As partículas foram encontradas principalmente no cerebelo e no tronco cerebral, e houve impressionante assimetria na distribuição entre os hemisférios esquerdo e direito do cérebro. “O cérebro humano explora assimetrias nas respostas sensoriais para orientação espacial e também para localização de fontes sonoras”, explica Schmitz. A distribuição assimétrica das partículas magnéticas é, portanto, compatível com a ideia de que os humanos podem ter um sensor magnético. Mas com toda a probabilidade, este sensor é muito insensível para servir a qualquer função biológica útil, acrescenta. Além disso, a natureza química das partículas magnéticas permanece desconhecida. “Nós assumimos que elas são todas feitas de magnetita (Fe3O4), mas ainda não é possível ter certeza”, diz Gilder.

O estudo foi financiado pelo programa “Experiment!” Da Fundação Volkswagen, que foi projetado especificamente para dar início a novos projetos de pesquisa, cuja novidade é incerta. Os dados foram obtidos de sete cérebros humanos post mortem, que foram doados para uso em pesquisas médicas. No total, um total de 822 amostras de tecido foram submetidas a magnetometria. As medições foram realizadas sob a supervisão de Stuart Gilder em um laboratório blindado magneticamente localizado em uma floresta a 80 km de Munique, que é amplamente livre de poluição magnética generalizada que é característica dos ambientes urbanos hoje em dia.

Em experimentos posteriores, a equipe da LMU planeja caracterizar as propriedades das partículas magnéticas encontradas em cérebros humanos. Em colaboração com o professor Patrick R. Hof (Departamento de Neurociência Fishberg, Icahn School of Medicine em Mount Sinai, Nova York), eles também esperam realizar estudos de localização análogos em mamíferos muito maiores – as baleias. Sabe-se que estes enormes mamíferos marinhos migram entre as áreas de alimentação e reprodução em grandes distâncias nos oceanos do mundo. “Queremos determinar se podemos detectar partículas magnéticas nos cérebros das baleias e, em caso afirmativo, se elas também são distribuídas assimetricamente”, diz Schmitz. “Escusado será dizer que tais estudos serão realizados em animais que morreram de causas naturais.”

Veja o estudo completo (em inglês) em Distribution of magnetic remanence carriers in the human brain. Ou baixe em pdf no LINK.

https://www.en.uni-muenchen.de/news/newsarchiv/2018/schmitz_magnetite.html

      

Posted in Textos relacionados | 1 Comment »

Polvos são alienígenas e chegaram a bordo de cometas?!

Posted by luxcuritiba em junho 9, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Polvos e seu DNA alienígena

Por esta nem os mais pitorescos apresentadores de programas de discos voadores esperavam.

Cientistas afirmam que os polvos são na verdade alienígenas, e foram trazidos à Terra por meteoros.

E não foram dois ou três cientistas que assinaram o artigo que defende essa ideia: são 33 deles, de 23 universidades e centros de pesquisas localizados em 12 países.

É claro que grandes ideias exigem grandes demonstrações – e, admita, a proposta de que ovos de polvo congelados chegaram na Terra a bordo de um meteoro 540 milhões de anos atrás parece ser uma ideia das grandes.

Polvos extraterrestres

A equipe ainda não tem nenhum indício real da origem extraterrestre dos polvos e seus parentes. Ou seja, nenhum ovo de polvo – e nem qualquer outra coisa que se assemelhe a uma forma de vida – foi encontrado em um meteoro. Mas os cientistas acreditam que já há elementos suficientes para, pelo menos, sustentar sua hipótese.

“A evidência do papel dos vírus extraterrestres em afetar a evolução terrestre foi recentemente plausivelmente implicada no sequenciamento do gene e do transcriptoma dos cefalópodes. O genoma do Octopus mostra um incrível nível de complexidade, com 33.000 genes codificadores de proteínas mais do que está presente no Homo sapiens,” justifica a equipe.

Cefalópode é a classe de moluscos marinhos da qual fazem parte os polvos, as lulas, os náutilos e os chocos. Por sua vez, o Homo sapiens é tipicamente considerado a cereja do bolo da evolução na Terra, em relação ao qual todas as “outras evoluções” são comparadas.

“Os genes transformadores que levaram do consensual ancestral Nautilus – do simples choco à lula e ao polvo – não são facilmente encontrados em qualquer forma de vida preexistente – [Logo,] é plausível sugerir que eles parecem ser emprestados de um ‘futuro’ muito distante em termos de evolução terrestre, ou, mais realisticamente, do cosmo em geral,” escrevem Edward Steele e seus colegas.

Eles levantam então a possibilidade de que os polvos atuais sejam descendentes de criaturas que chegaram à Terra congeladas a bordo de um cometa.

Mas por que o polvo em particular?

“Seu cérebro grande e sistema nervoso sofisticado, olhos semelhantes a uma câmera, corpos flexíveis, camuflagem instantânea por meio da capacidade de mudar de cor e forma são apenas algumas das características impressionantes que aparecem repentinamente na cena evolucionária,” justifica a equipe, que então propõe: Essa evolução repentina ocorreu graças a “ovos de lulas e/ou polvos criopreservados” que caíram no oceano em cometas “há várias centenas de milhões de anos”.

Os pesquisadores também aventam outra explicação: Um vírus extraterrestre teria infectado uma população de lulas primitivas, fazendo com que elas evoluíssem rapidamente para os polvos que conhecemos hoje.

Especulações válidas

É certo que esta não foi a primeira e nem será a última vez que a comunidade científica ressuscita a teoria de que a vida chegou aqui vindo de mundos distantes e deu origem a algumas ou a todas as formas de vida na Terra.

Mas, quando mais de trinta cientistas de universidades e institutos ao redor do mundo criam coragem para defender tais alegações, é importante se perguntar se não vale mesmo a pena apostar em especulações e hipóteses tão heterodoxas.

Afinal, se, sob alguns aspectos, já nos livramos há tempos da ideia de que a Terra seria o centro do mundo, sob outros – quanto à vida em especial – talvez não estejamos tão distantes das ideias terra-cêntricas da época medieval quanto gostaríamos.

8 motivos que fazem do polvo o ‘gênio’ dos oceanos

A notícia, divulgada em abril, de que um polvo conseguiu escapar do Aquário Nacional da Nova Zelândia pode ter surpreendido muita gente. Mas só veio a confirmar o que muitos cientistas já suspeitavam: que essa espécie é uma das mais inteligentes do planeta.

Inky, o polvo fujão, aproveitou que a tampa de seu tanque foi deixada entreaberta e, durante a noite, conseguiu sair, atravessou uma sala até encontrar um ralo aberto e se espremeu por um cano de 50 metros de extensão até chegar ao mar aberto.

Confira oito comportamentos já observados nesses animais que ilustram como eles são mais espertos do que pensamos.

1. Capacidade de planejar

A psicóloga Jennifer Mather, da Universidade de Lethbridge, no Canadá, estuda polvos desde 1972. Mas foi durante uma pesquisa de campo nas Bermudas, há mais de 30 anos, que ela se deparou com a primeira demonstração de inteligência por parte do animal.

Ela observou que um polvo-comum (Octopus vulgaris) caçava caranguejos e os levava para sua toca para comê-los. Antes da refeição, no entanto, o animal catou algumas pedras para criar um espécie de barreira e impedir que as presas fugissem.

Segundo Mather, esse e outros exemplos mostram que o polvo tem a capacidade de fazer previsões e de sequenciar ações.

“Ali estava um animal com uma imagem mental clara do que ele queria. E que conseguiu fazer um planejamento, o que é muito diferente de uma simples resposta a um estímulo, mais comum em outros bichos”, afirma.

2. Bem equipado

Em 2009, Julian Finn e seus colegas do Museu Victoria, em Melbourne, na Austrália, conseguiram demonstrar que polvos sabem usar objetos como ferramentas.

Um grupo de polvos-venosos (Amphioctopus marginatus) desenterrava cascas de coco que foram jogadas no mar e, em seguida, as limpava com jatos de água. Alguns empilhavam cuidadosamente as cascas e as carregavam por até 20 metros para usá-las para montar um abrigo.

Finn chamou a atenção para o fato dessa movimentação deixar o animal mais vulnerável a predadores, por ser mais lenta e dispendiosa. “Isso mostra que o polvo está disposto a aceitar riscos em troca de proteção para o futuro”, afirma.

3. Brincalhão

Cientistas sempre defenderam que o ato de brincar é algo peculiar de animais com elevadas habilidades cognitivas, já que não serve a nenhuma função imediata a não ser a diversão.

Mather quis investigar se polvos sabem brincar e estabeleceu um experimento no Aquário de Seattle (EUA). Ela colocou oito polvos-gigantes (Enteroctopus dofleini) em tanques vazios e, ao longo de diversos testes, deu a eles frascos de plástico.

No início, todos os animais levaram os frascos à boca, descartando-os ao perceberem que não era algo comestível. Depois de um tempo, dois deles começaram a jogar jatos de água nos frascos, que iam rolando até o outro lado do tanque e voltavam aos polvos com a corrente de água.

Para Mather e os outros pesquisadores, trata-se de uma forma de brincadeira exploratória, semelhante ao que crianças fazem ao brincarem com objetos desconhecidos.

“Quando um polvo está em uma situação nova, a primeira coisa que ele faz é explorar”, afirma a cientista.

4. Tentáculos temperamentais

Mather e o biólogo Roland Anderson, do Aquário de Seattle, já tinham tentado estudar a diferença nas personalidades de cada polvo.

Profissionais que trabalham com esses animais têm o costume de dar nomes a eles porque percebem que cada um se comporta de uma maneira consistente e diferente dos demais.

Em um experimento com 44 polvos-rubi (Octopus rubescens), um pesquisador visitava o tanque a cada dois dias, colocando seu rosto perto da tampa, tocando os animais com uma escova e oferecendo caranguejos a eles.

Foram observadas 19 respostas diferentes e consistentes. Alguns polvos eram mais passivos, enquanto outros eram mais curiosos.

Em um estudo subsequente, Mather e Anderson encontraram indícios de que o polvo transmite traços de sua personalidade à cria. “Essas variações de personalidade permitem que o animal aprenda e se adapte rapidamente”, afirma a pesquisadora.

5. Mestre do disfarce

A corrida evolutiva levou animais a desenvolverem muitas maneiras ardilosas para enganarem uns aos outros: das serpentes que se fingem de mortas para evitar serem pegas a peixes machos que se passam por fêmeas para aumentar as chances de se reproduzirem.

Mas dentre todos os malandros da natureza, o polvo-imitador (Thaumoctopus mimicus) deveria levar o título de “mestre dos disfarces”.

Outros polvos podem mudar a cor e a textura da pele para evitar os predadores. Mas o imitador é o único que já foi observado tentando se passar por outros animais. Ele pode mudar sua forma, seus movimentos e seu comportamento para ser confundido com 15 espécies diferentes, de peixes a serpentes marinhas venenosas.

6. Craque dos problemas

Polvos são capazes de usar a tentativa e erro para encontrar a melhor maneira de conseguirem o que querem.

Em um estudo publicado em 2007, Mather e Anderson observaram polvos gigantes tentando chegar à parte comestível de diferentes tipos de mexilhões usando recursos como quebrar ou separar as conchas, ou ainda usar sua rádula para perfurar as cascas mais resistentes.

Os cientistas então costuraram os mexilhões e perceberam que os polvos trocaram de técnica.

“Isso nos mostrou que esses animais são muito bons em resolver problemas, pois têm diversas estratégias para atingir o mesmo objetivo, e utilizam primeiro a que for mais fácil”, diz Mather.

7. Bem orientado

Durante uma pesquisa de campo, Mather observou que, depois de saírem para caçar, os polvos voltavam a suas tocas por outro caminho. Eles também visitavam áreas diferentes em cada caçada.

Em um estudo publicado em 1991, ela concluiu que os polvos têm uma capacidade de memória complexa. Eles conseguem se lembrar dos locais onde há alimentos e retêm informações sobre os lugares que visitaram recentemente. Trata-se de algo que apenas nos animais cordados (dotados de espinha dorsal).

8. Como nós

Em muitos aspectos, o cérebro do polvo é como o nosso. Eles têm lóbulos torcidos, semelhantes aos cérebros dos vertebrados, o que é um sinal de complexidade.

Além disso, os padrões elétricos gerados nos cérebros desses cefalópodes são semelhantes aos dos mamíferos.

O polvo também tem uma visão monocular, algo que tende a ocorrer em espécies cujos hemisférios cerebrais têm especializações diferentes.

O cefalópode até armazena memórias de maneira semelhante ao ser humano, usando um processo chamado de potenciação de longo prazo, que fortalece as ligações entre os neurônios.

Mas as diferenças entre o polvo e o homem são ainda mais fascinantes do que as semelhanças. Mais da metade dos 500 milhões de neurônios do animal se concentram em seus tentáculos. Isso significa que cada um deles pode agir sozinho ou em coordenação com os demais.

E, enquanto o cérebro humano é visto como um controlador central, a inteligência do polvo pode estar distribuída em uma rede de neurônios, um pouco como a internet.

Se isso for provado, Inky e seus parentes podem nos obrigar a enxergar a essência da inteligência de uma maneira totalmente nova.

fontes:
https://googleweblight.com
http://www.inovacaotecnologica.com.br

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

Revolução na neurociência: Neurônios do cérebro não morrem com a idade

Posted by luxcuritiba em maio 12, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Cérebro se renova em qualquer idade

A teoria científica atualmente aceita estabelece que os adultos não desenvolvem novos neurônios.

É por isso que os cientistas dizem que a memória começa a falhar na velhice, porque nenhum novo neurônio nasceria no hipocampo, uma parte do cérebro responsável pela memória, emoção e cognição.

Contudo, a Dra Maura Boldrini, da Universidade de Colúmbia e do Instituto de Psiquiatria do Estado de Nova York (EUA) afirma que toda a pesquisa científica anterior, que embasava essas conclusões, “pode ser jogada pela janela!”

De fato, parece que o cérebro humano nunca pára de se renovar – homens e mulheres idosos saudáveis podem gerar tantas novas células cerebrais quanto as pessoas jovens.

Neurônios nascem na velhice

A equipe chegou a essa conclusão revolucionária depois de examinar os cérebros de 28 pessoas previamente saudáveis, entre 14 e 79 anos, que morreram subitamente por acidentes. O que se revelou é que pessoas com 79 anos tinham tantos novos neurônios se formando no hipocampo quanto aquelas que tinham 14 anos. Na verdade, alguns cérebros de pessoas mais velhas produziam mais células cerebrais novas do que os cérebros de algumas pessoas mais jovens.

Isso indica que os idosos permanecem mais cognitiva e emocionalmente saudáveis do que se acreditava – ou seja, as perdas cognitivas e de memória na velhice não devem ser consideradas “naturais”, devendo haver mecanismos que as expliquem, sobretudo porque nem todos os idosos apresentam essas deficiências.

“Todos conhecemos pessoas que estão na casa dos 90 e poucos anos e estão afiadas,” disse a Dra Boldrini. Até certo ponto, sua pesquisa discutindo as teorias aceitas até agora, de que os neurônios parariam de se desenvolver depois da adolescência, explica por que isso é possível.

Menos vasos sanguíneos

Essa mudança de paradigma na neurociência foi possível porque esta é a primeira pesquisa publicada na qual os neurônios recém-formados e o estado dos vasos sanguíneos dentro do hipocampo humano inteiro foram estudados logo após a morte em pessoas de diferentes idades gozando de plena saúde. A equipe se certificou de que as pessoas do estudo não eram cognitivamente deficientes e não sofriam de depressão ou tomavam antidepressivos, já que essas condições podem afetar a produção de novas células cerebrais.

Contudo, a análise também revelou que há menos vasos sanguíneos e menos conexões entre as células do cérebro das pessoas mais velhas – quanto mais idoso o indivíduo, menos novos vasos sanguíneos ele forma.

A equipe pretende agora comparar os cérebros perfeitamente saudáveis com os cérebros de doentes, em busca de explicações para doenças neurodegenerativas e novos tratamentos para condições psicológicas e neurológicas, como Alzheimer e Parkinson.

Como manter seu cérebro jovem

Exercício físico

Quando você ouve a frase “treinar seu cérebro”, você provavelmente não pensa em levantar pesos. Acontece que o exercício físico é uma das melhores coisas que você pode fazer para o seu corpo e seu cérebro.

Os benefícios cerebrais do exercício são duplos. Primeiro, o cérebro é um consumidor voraz de glicose e oxigênio, sem capacidade de armazenar o excesso para uso posterior. Um fornecimento contínuo desses nutrientes é necessário para manter um ótimo funcionamento.

O exercício físico aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro, proporcionando um aumento de oxigênio fresco e glicose para células cerebrais famintas. Um estudo de 2014 mostrou que apenas 30 minutos de exercício moderado são suficientes para aumentar o funcionamento cognitivo em cérebros adultos de todas as idades.

Mas os benefícios não param por aí. Acredita-se que o exercício estimule a neuro-gênese do hipocampo: crescimento de novas células na região do cérebro associado à memória de longo prazo e emoções. O crescimento de células saudáveis ​​nesta região é importante para o envelhecimento do cérebro e acredita-se que ajuda a prevenir o declínio cognitivo associado à doença de Alzheimer e à demência.

Use técnicas de redução de estresse

O nosso mundo moderno é dominado pelo estresse, daí a necessidade de relaxar ser fácil de entender. O que você pode não estar ciente, é o quanto prejudicial pode ser para o seu cérebro a imersão contínua em hormônios de estresse de luta ou fuga.

O estresse é um dos principais fatores no declínio cognitivo relacionado à idade. Isso faz com que o nosso envolvimento em atividades regulares de lazer não seja apenas visto como uma coisa divertida para se fazer, mas antes, deve ser encarado como um passo importante para garantir uma saúde cerebral ideal.

Você não precisa procurar muito para encontrar formas de reduzir o estresse. Deixe os seus interesses guiá-lo. A chave para escolher passatempos cérebro-saudáveis ​​é evitar atividades passivas, como assistir TV e, em vez disso, escolher passatempos estimulantes que envolvem o cérebro através de padrões, quebra-cabeças e problemas.

fontes:
http://www.diariodasaude.com.br

http://www.osteopatanunoverissimo.com

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | 1 Comment »

Quer lembrar dos seus sonhos? Tome vitamina B6

Posted by luxcuritiba em maio 12, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Vitamina B6

Tomar vitamina B6 pode ajudá-lo a se lembrar dos seus sonhos e até ajudá-lo a ter sonhos lúcidos.

“Nossos resultados mostram que tomar vitamina B6 melhora a capacidade das pessoas de recordar sonhos em comparação com um placebo. A vitamina B6 não afetou a vivacidade, estranheza ou cor dos sonhos, e não afetou outros aspectos dos padrões de sono,” disse o Dr. Denholm Aspy, da Universidade de Adelaide (Austrália).

O ensaio randomizado, duplo-cego e controlado por placebo monitorou 100 participantes que tomaram 240mg de vitamina B6 imediatamente antes de dormir.

A vitamina B6, conhecida como piridoxina e encontrada em abundância em alimentos de origem animal e vegetal, é responsável pelo metabolismo das proteínas, dos carboidratos e das gorduras e é fundamental para o desenvolvimento do sistema nervoso central e da função cognitiva.

Lembrar dos sonhos e sonhos lúcidos

Antes de tomar os suplementos, muitos dos participantes raramente se lembravam dos seus sonhos. A diferença foi significativa até o final do experimento.

“A pessoa média gasta cerca de seis anos de suas vidas sonhando. Se formos capazes de nos tornarmos lúcidos e controlarmos nossos sonhos, então poderemos usar nosso tempo de sonhar de forma mais produtiva.

“O sonho lúcido, quando você sabe que está sonhando enquanto o sonho ainda está acontecendo, tem muitos benefícios potenciais. Por exemplo, pode ser possível usar sonhos lúcidos para superar pesadelos, tratar fobias, resolver problemas criativos, aperfeiçoar habilidades motoras e até mesmo ajudar na reabilitação de traumas físicos.

“Para ter sonhos lúcidos, é muito importante se lembrar dos sonhos regularmente. Este estudo sugere que a vitamina B6 pode ser uma maneira de ajudar as pessoas a terem sonhos lúcidos,” disse Aspy.

Os resultados foram publicados na revista científica Perceptual and Motor Skills. Como a dose da vitamina B6 ingerida foi elevada, será importante realizar estudos de acompanhamento para analisar eventuais efeitos colaterais.

http://www.diariodasaude.com.br

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

Efeito Gorila Cósmico pode impedir que vejamos sinais de ETs

Posted by luxcuritiba em maio 10, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Inteligências não-terrestres

Um dos problemas que há muito tempo intriga os especialistas em cosmologia é como detectar possíveis sinais de vida extraterrestre: Será que estamos realmente olhando na direção certa?

Talvez não, de acordo com Gabriel de la Torre e Manuel Garcia, da Universidade de Cádiz, na Espanha.

“Quando pensamos em outros seres inteligentes, tendemos a vê-los a partir da nossa peneira perceptiva e de consciência; no entanto, estamos limitados pela nossa visão sui generis do mundo, e é difícil admiti-lo,” disse Gabriel.

Para começar, a dupla prefere evitar os termos “extraterrestres” ou “alienígenas” por suas conotações hollywoodianas. Eles preferem usar um termo mais genérico: “não-terrestres”.

A seguir, eles propõem que nossa própria neurofisiologia, psicologia e consciência podem desempenhar um papel importante na busca por civilizações não-terrestres – um aspecto que consideram ter sido negligenciado até agora.

“O que estamos tentando fazer com essa diferenciação é contemplar outras possibilidades. Por exemplo, seres de dimensões que nossa mente não consegue apreender; ou inteligências baseadas nas formas escuras de matéria ou energia, que compõem quase 95% do Universo e que estamos apenas começando a vislumbrar. Existe até a possibilidade de que outros universos existam, como os textos de Stephen Hawking e outros cientistas indicam,” contextualiza Gabriel.

Efeito gorila cósmico

Para demonstrar sua teoria, os pesquisadores foram buscar inspiração em um experimento bem conhecido, que apresenta jovens brincando com uma bola e pede que o observador se concentre em contar os passes – concentrada na contagem dos passes, a maioria das pessoas não percebe quando um personagem cruza o palco vestido de gorila.

Para ver se algo semelhante poderia estar acontecendo conosco quando tentamos descobrir sinais inteligentes não-terrestres, os dois pesquisadores fizeram um experimento com 137 pessoas, que tinham que distinguir fotografias aéreas com estruturas artificiais (prédios, estradas, etc.) de outras com elementos naturais (montanhas, rios, etc.). Em uma das imagens, um pequeno personagem disfarçado de gorila foi inserido para ver se os participantes percebiam.

Os resultados mostraram o mesmo efeito gorila: o personagem inesperado passou despercebido. Vale dizer, se ali houvesse um ET de um tipo totalmente inesperado, poucos o teriam visto.

“Além disso, nossa surpresa foi maior porque, antes de fazer o teste para ver a cegueira não-intencional, avaliamos os participantes com uma série de perguntas para determinar seu estilo cognitivo (se eles eram mais intuitivos ou racionais), e acontece que os indivíduos intuitivos identificaram o gorila na nossa foto mais vezes do que os mais racionais e metódicos.

“Se transferirmos isso para o problema da busca por outras inteligências, não-terrestres, surge a questão sobre se nossa estratégia atual pode resultar em não percebermos o gorila. Nossa concepção tradicional de espaço é limitada pelo nosso cérebro, e podemos ter os sinais lá em cima e sermos incapazes de vê-los. Talvez não estejamos olhando na direção certa,” disse Gabriel.

Ao olhar pela primeira vez para esta foto, você conseguiu ver o gorila? Observadores mais intuitivos têm mais probabilidade de vê-lo do que observadores mais racionais e metódicos – exatamente o contrário do que as teorias geralmente assumem.

Vendo onde não há e não vendo onde há

Outro exemplo apresentado no artigo da dupla é uma estrutura aparentemente geométrica que pode ser vista nas imagens de Occator, uma cratera do planeta anão Ceres famosa por seus pontos brilhantes.

“Nossa mente estruturada nos diz que essa estrutura parece um triângulo com um quadrado dentro, algo que teoricamente não é possível em Ceres, mas talvez nós estejamos vendo coisas onde não há nada, o que na psicologia se chama pareidolia,” disse Gabriel.

Um exemplo similar seriam as formações de Marte, que continuam sendo atribuídas pela maioria dos cientistas a correntes de água, embora vários estudos científicos tenham demonstrado que vento e areia explicam bem todas elas, eliminando o conhecido “paradoxo da água de Marte”.

Será que simplesmente queremos ver os sinais de água por estamos acostumados com eles? Estariam os cientistas sendo vítimas do seu próprio remédio?

Os dois neuropsicólogos apontam outra possibilidade: “O oposto também pode ser verdade. Podemos ter o sinal à nossa frente e não percebê-lo ou sermos incapazes de identificá-lo. Se isso acontecesse, seria um exemplo do gorila cósmico. Na verdade, pode já ter acontecido no passado ou pode estar acontecendo exatamente agora.”

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

O seu cérebro não é tão racional quanto parece: A influência dos vieses cognitivos

Posted by luxcuritiba em março 28, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Fabiano Moulin, especialista em neurologia da cognição, comenta sobre as evoluções – e trapaças – do nosso cérebro.

By Ana Beatriz Rosa

Como criamos significados? Por que atribuímos sentido a determinadas experiências e a outras, não? Quando um fato consegue, de verdade, desconstruir um argumento? Estamos preparados para tomar a decisão mais correta?

É difícil aceitar, mas talvez o seu cérebro não seja tão racional assim quanto você pensa.

Pode até parecer clichê, mas em alguns processos de decisão e tipos de pensamentos, nós somos o nosso pior inimigo. Isso porque, de acordo com o nosso funcionamento cerebral, há, pelo menos, 200 vieses cognitivos que influenciam quem somos, o que decidimos e por que reagimos de certas maneiras.

“O nosso cérebro não busca a perfeição, ele busca a suficiência. E para isso, temos os vieses, que são espécies de atalhos criados pelo cérebro para otimizar e facilitar os nossos processos”, explica o neurologista Fabiano Moulin, formado pela Escola Paulista de Medicina da Unifesp e especialista em neurologia da cognição e do comportamento.

Os vieses cognitivos existem por uma razão bem simples: poupar tempo e energia dos nossos cérebros. Eles auxiliam a lidar com a sobrecarga de informações, com a falta de significado, com a necessidade de agir rápido e até mesmo com o discernimento do que precisamos guardar na memória ou não.

Mas eles se tornam perigosos, por exemplo, quando nos impedem de enxergar uma realidade mais ampla ou até mesmo de encarar uma mudança não desejada.

E o primeiro passo para encarar esses “atalhos mentais” é ter a consciência sobre eles.

Em entrevista ao HuffPost Brasil, Fabiano Moulin comenta sobre as evoluções – e trapaças – do nosso cérebro. Leia os principais trechos:

HuffPost Brasil: Muitas vezes achamos que o nosso cérebro é uma máquina perfeita. Mas também sabemos que ele tenta “nos enganar” a todo momento. O que são os vieses cognitivos e como eles influenciam o nosso raciocínio?

Fabiano Moulin: A primeira ideia que tem que ser desconstruída é a ideia de perfeição. A natureza não se preocupa com perfeição, mas se preocupa com suficiência. O nosso comportamento, a nossa construção de realidade tem que ser suficiente para que permita a nossa sobrevivência – alimentação, socialização etc. Exatamente para facilitar isso, ou seja, para otimizar os processos, é que existem atalhos e curto circuitos que o cérebro cria. São os vieses. É como se fosse um resumo um pouco arbitrário, um pouco rápido, do nosso cérebro que a depender de uma determinada circunstância ele naturalmente vai te inclinar uma solução, mesmo que ela não seja perfeita. Isso acontece principalmente quando a gente fala de planejamento e tomada de decisão. Esses atalhos podem tornar o nosso comportamento e a nossa tomada de decisão irracionais.

“O que os vieses nos ensinam é que a inconsciência não é aleatória, pelo contrário, ela tem regra. Mas a regra não é sempre racional. A razão que a gente toma tanto como importante, como a rainha do cérebro, não passa de um coadjuvante bem sem graça.”

É verdade que o nosso cérebro ‘edita’ a nossa visão?

A percepção que eu tenho do mundo é construída. Você está sentada na sua cadeira e está observando o mundo. Mas na verdade você não está vendo “o mundo”. O seu cérebro está transformando uma determinada frequência de ondas eletromagnéticas, que é o quanto a gente consegue enxergar, em um código neural e, a partir disso, é que ele constrói essa realidade. Se você pegar um outro animal que enxerga uma outra frequência de onda, o cérebro dele vai processar outro mundo diferente. O mundo não é uma percepção passiva. A gente constrói o mundo como ele é. Isso vale para a nossa visão, a audição, o tato, ou seja, para a realidade como um todo.

3 tipos de viés para você entender a sua mente

Viés da conformidade: Esse viés nos leva ao “pensamento de manada”. Mesmo que a decisão do grupo seja diferente da minha, eu tendo a acompanhá-lo.

Viés da confirmação: É a nossa tendência de buscar informações ou interpretá-las de uma forma que confirme nossas concepções ou crenças pré-existentes.

Viés de ancoramento: A nossa tendência é sempre a de confiar em nossas primeiras impressões, daí os estereótipos e preconceitos.

E como criamos os sentidos para cada experiência? O nosso cérebro funciona como uma espécie de filtro da realidade dos fatos?

Já é possível criar novos sentidos. Um pesquisador desenvolveu um sensor de tato, mas que vibra de acordo com a fala das pessoas. Ele colocou esse sensor em pessoas surdas. A partir da vibração cutânea, as pessoas começaram a compreender as mensagens que as pessoas estavam querendo dizer verbalmente. O olho, o ouvido, o nariz e a boca são apenas algumas das maneiras que o cérebro tem para interagir com o ambiente e construir uma realidade. A gente não pode esquecer que isso é uma construção.

Os vieses são construídos há muito tempo, hoje já reconhecemos cerca de 200 deles. Esses atalhos foram selecionados em algum momento porque foram evolutivamente benéficos. Mas atualmente, eles costumam nos dar bastante trabalho.

Vivemos com muitas diferenças que antes não percebíamos, dividimos o mundo com uma quantidade enorme de pessoas que não seria possível em outras épocas. E isso acaba assustando. Aquilo que a gente chama de preconceito, da separação entre os grupos aos quais eu pertenço e me identifico e aqueles de quem eu quero me manter afastado, tem influência dos vieses também.

Desde que somos crianças nós já lidamos com os vieses. A cultura pode exacerbá-los, mas nós nascemos assim. Há uma resistência natural do ser humano em relação às mudanças.

Vamos tomar uma discussão como exemplo. Eu te apresento fatos que são novos para você e que, de alguma maneira, vão contra argumentos que você já tem bem estruturados. Você até acha que criou esses argumentos de uma forma racional, porém, muitas vezes esses argumentos são adquiridos, simplesmente absorvidos por você. Quando você tenta discutir racionalmente sobre cada um deles, as pessoas não conseguem. Aí vêm a emoção e a agressividade, os comportamentos que tentam nos proteger de cada uma dessas situações. O nosso cérebro está programado para isso.

Mas é possível “desmascarar” ou tentar frear essas pegadinhas do cérebro?

O mais importante é discutir sobre esses atalhos. A gente precisa entender em quais momentos eles atrapalham a nossa vida e tentar criar regras sociais que minimizem isso. É interessante ver o quanto a razão consegue de verdade influenciar o cérebro e entender o quanto isso é muito pequeno. Como pesquisadores, a comunidade tenta expor o conhecimento e educar para as circunstâncias que vão além do viés.

O viés não é ruim obrigatoriamente, ele só precisa ser percebido para a gente entender quando ele tá atrapalhando a nossa vida.

E o que são as falsas memórias? Como elas funcionam?

O nosso presente, que é a percepção e a ação, não é muito real, ou seja, a gente acaba construindo isso. Quando a gente fala do nosso passado, que é a memória, é a mesma coisa. Toda vez que você lembra de um assunto, você está recriando aquele assunto ou aquele fato. A nossa memória não é uma câmera fotográfica ou um vídeo, muito pelo contrário, ela é totalmente influenciada. Você consegue tanto apagar, quanto criar coisas na sua memória. A gente consegue criar memória, literalmente, com todos os bichos que a gente estuda, seja um rato, uma pomba ou um ser humano.

Isso pode ser um problema, porque a memória pode ser manipulável. Quando você manipula a história contada, você a refaz. Você refaz aquilo em que você acredita. Mas essas histórias/memórias que a gente conta para a gente mesmo são essenciais para a nossa existência, para nos dar algum propósito. E o fato dela ser tão falha é assustador.

A memória é quase uma piada no sentido do quanto você pode confiar nela. Aí a gente volta para aquela primeira ideia de que não há interesse por parte do cérebro em se alcançar a perfeição, mas sim a suficiência.

Existem casos onde a memória é perfeita, se chama a hipermnésia. Mas o cérebro não dá conta disso. Por exemplo, em nossa conversa agora, de tudo o que eu estou te falando, as palavras importam menos que as ideias. As pessoas com memória perfeita poderiam citar todas as palavras que eu disse até agora, mas sem entender nenhum conceito do que eu falei. Há uma troca aí. Ou você entende o superficial, cada letra, a sintaxe, ou você entende o conteúdo. Socialmente, essas pessoas são prejudicadas. A memória precisa ser imperfeita e apagar certas coisas para a gente sobreviver, senão o cérebro não consegue dar conta das outras atividades.

“A memória é quase uma piada no sentido do quanto você pode confiar nela.”

O nosso sistema nervoso não é único e já evoluiu muito desde que as primeiras espécies de animais foram estudadas. É possível imaginar que, no futuro, teremos um sistema nervoso ainda mais complexo? Como isso implicaria na nossa percepção da realidade?

No último século, estamos olhando mais para as questões do nosso cérebro e como isso nos influencia. Mas nós sempre convivemos com essas imperfeições.

Quando a gente tenta, individualmente ou culturalmente, tomar a decisão mais clara do mundo, ou perceber os nossos próprios preconceitos, as nossas imperfeições também influenciam nesse processo.

Vivemos em uma sociedade em que nunca antes o poder da influência foi tão discutido. A gente está vendo que para chegar nessa nova configuração social, esses entendimentos sobre os nossos vieses, nossas imperfeições e nossos processos de pensamentos fazem toda a diferença.

Quanto mais a gente refina as nossas relações sociais, mais claro fica que a gente vai ter que entender muito bem como o nosso cérebro funciona para que socialmente a gente possa funcionar melhor. Tem dado certo até agora, não é? Nós somos seres adaptáveis, nós vamos continuar nos adaptando.

Ao questionar como o nosso cérebro funciona, a gente está discutindo como a gente constrói a nossa realidade, como a gente cria a nossa história de vida e a importância que isso tem para os outros.

“Isso não é só uma questão teórica, mas uma questão de quando nós vamos começar a agregar essas perspectivas à nossa realidade. Porque a realidade é um todo. A gente filtra o tanto que é suficiente para a gente. A realidade é complexa, a gente resume, tende a acreditar que ela é só isso, mas se surpreende bastante toda vez que descobre que ela é muito maior.”

O que a gente chama de presente? O que é o agora? A gente consegue medir temporalmente o presente, por exemplo. Se eu coloco duas lâmpadas piscando com um intervalo de 0,005 segundos de diferença, o seu cérebro não vai perceber essa diferença. Se eu aumento esse intervalo para 0,15 segundo, você percebe esse intervalo. Isso mostra que o nosso cérebro cria cada presente, cada agora, em média, a cada 100 milissegundos.

E por que isso? Porque é o intervalo razoável para que ele possa fundir tudo o que está acontecendo ao seu redor. A velocidade da luz e a do som são muito diferentes, mas quando você assiste à televisão você recebe isso junto, porque o seu cérebro espera para processar essa diferença e te possibilita criar esse presente.

Tanto para a criança, quanto para o idoso, que tem um cérebro mais lento, o presente deles é maior porque o cérebro processa mais devagar.

Você não precisa criar um cérebro novo, bastar analisar o próprio ser humano em fases de vidas diferentes, para perceber que há, sim, uma variação. Se eu desenvolvo novos sentidos e a gente passa a perceber novos espectros de luz, como o infravermelho ou ultravioleta, o mundo muda completamente.

E isso já está sendo feito. Hoje já é possível criar um sensor e conectá-lo ao seu cérebro. Se a conexão tiver um código neural, um sistema de informações que o seu cérebro possa entender, você passa a enxergar coisas que antes você não via.

Isso não é só uma questão teórica, mas uma questão de quando nós vamos começar a agregar essas perspectivas à nossa realidade. Porque a realidade é um todo. A gente filtra o tanto que é suficiente para a gente. A realidade é complexa, a gente resume, tende a acreditar que ela é só isso, mas se surpreende bastante toda vez que descobre que ela é muito maior.

https://www.huffpostbrasil.com

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

Bênção de Nahuatl

Posted by luxcuritiba em março 27, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Liberto meus pais de sentir que eles não puderam me dar tudo em que acreditam terem falhado. Eu os amo e agradeço por terem sido o instrumento da vida para que eu esteja aqui hoje.

Eu liberto meus filhos da necessidade de ampliar meu ego, de querer satisfazer os desejos ou objetivos que eu não cumpri para mim ou de que eles se sintam obrigados a me orgulhar.
Peço-lhes que escrevam suas próprias histórias de acordo com suas vontades de experimentar e com o que alegra seus corações.

Eu liberto meu parceiro da obrigação de me completar. Estou completo (a). Nada me falta, tudo está dentro de mim e minha felicidade depende de mim. Aprendo e evoluo com cada um de meus relacionamentos e, se falhamos, também fui responsável por atrair essa situação.

Eu liberto meus irmãos de qualquer culpa que sentem por mim, ou de fazê-los acreditar que me machucaram, ou se em qualquer momento eu os ofendi, ignorei ou neguei. Em nenhum momento minha intenção foi de viver suas vidas, nem de impedir suas experiências ou fazê-los pensar que não poderiam fazer bem ou que eu pudesse fazer melhor do que eles. Eu os amo. Agora estou ciente de que estão fazendo o melhor que podem fazer e confio plenamente em suas habilidades e pontos fortes para descobrir a vida maravilhosa que sempre sonharam pra eles.

Para meus avós e antepassados ??que foram se encontrando para que eu, hoje, aqui respire a vida em seus nomes, liberto-os das falhas do passado e dos desejos que não cumpriram. Consciente de que tudo o que fizeram foi o melhor que puderam fazer para resolver cada uma das situações que enfrentavam, com os recursos que tiveram desde o nível de consciência que tinham naquele momento. Eu os honro com a minha vida, fazendo o melhor que posso para fazê-la feliz, digna e próspera. Eu os amo e reconheço todos e cada um deles. Sob seus olhares expresso minha gratidão e todo meu amor para que saibam que não escondo nem devo nada além de ser fiel a mim mesmo e a minha própria existência, dessa forma eu os honro. O que aprendi com todos me faz ser quem sou e me permite traçar o caminho da minha vida com sabedoria, consciente de que estou cumprindo meu projeto de vida, livre de lealdades familiares invisíveis e visíveis, livre de laços e crenças que possam perturbar minha Saúde e Alegria, minha Paz e Felicidade.

Eu renuncio ao papel de Salvador(a) e Redentor(a), de ser aquele(a) que une ou cumpre expectativas alheias. Aprendendo através e somente através do Amor/aceitação, permitindo a cada um Ser como quer e me permitindo Ser como realmente sou.

Eu abençoo a essência mais expandida do meu Ser que é Maravilhosa, Esplêndida e Notável (Eu Sou), que através da minha forma única de me expressar e mesmo que alguém não possa me entender, eu apenas me expresso como sou, porque só Eu vivi e experimentei minha própria história, porque eu conheço a mim mesmo, sei quem sou, o que sinto, o que faço e por que faço. Me aceito, me respeito, me aprovo e me responsabilizo apenas por mim, com amor/aceitação e compreensão.

Honro a Divindade em mim e em você. Agora somos livres para nos amar. Eu te amo/Eu te aceito em minha vida e experiência de vida.

Grato(a).

fonte: Recebido pelos grupos de whats/telegram.

PS: O náuatle (português brasileiro) ou nauatle (português europeu), também chamado de asteca ou mexicano em sua fase clássica, (pronúncia nativa: [ˈnaːwatɬ] (ouvir)) é uma língua pertencente à família uto-asteca, usada pelos povos de mesmo nome e falada no território atualmente correspondente à região central do México desde pelo menos o século VII. No final do século XX, era falada por pouco menos de um milhão e meio de pessoas. https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_n%C3%A1uatle

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

Big Bang é ciência ou dogma científico?

Posted by luxcuritiba em março 26, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

A ciência da cosmologia

“Os cosmologistas estão frequentemente errados, mas nunca estão em dúvida,” brincou certa vez o físico russo Lev Landau.

Provavelmente não daria para ser diferente, uma vez que os cosmologistas trabalham com poucas possibilidades de colher dados experimentais, dependendo largamente de hipóteses e modelos que façam sentido. Além disso, é bem sabido que a ciência funciona em um sistema de autocorreção no qual estar certo nem sempre é o mais importante.

Os astrônomos começaram observando e modelando estrelas em diferentes estágios de evolução e comparando seus resultados com previsões teóricas para validá-las ou descartá-las. E essa modelagem estelar usa física bem testada, com conceitos como equilíbrio hidrostático, lei da gravitação, termodinâmica, reações nucleares etc.

Por outro lado, a cosmologia é baseada em uma grande quantidade de suposições não testadas, como a matéria escura não bariônica e a energia escura, cuja física não possui vínculo comprovado com o resto da física. Acima disso quase tudo é uma matemática árida e altamente simplificadora, com universos uni e bi-dimensionais que pouco têm a ver – se é que têm – com o que comumente chamamos de realidade.

Dogma do Big Bang

Dadas essas discrepâncias, Jayant Narlikar, professor do Centro Inter-Universitário de Astronomia e Astrofísica em Pune, na Índia, resolveu fazer um retrospecto do desenvolvimento da cosmologia ao longo das últimas seis décadas, com vistas a dar um choque de realidade nos atuais teóricos.

E sua conclusão é chocante:

“Nossa confiança no modelo padrão da cosmologia, o bem conhecido modelo do Big Bang, cresceu a tal ponto que o modelo se tornou um dogma.”

Narlikar primeiro descreve a pesquisa cosmológica nos anos 1960 e 1970 e explica como esses trabalhos abrangeram áreas-chave, incluindo a teoria Wheeler-Feynman, relacionando a seta eletromagnética local do tempo com a seta do tempo cosmológica, a singularidade na cosmologia quântica e os testes observacionais de diferentes modelos de um Universo em expansão.

Nos testes subsequentes para validar hipóteses e teorias, uma descoberta chave – a radiação cósmica de fundo de micro-ondas -, em meados dos anos sessenta, mudou a perspectiva que os físicos tinham do Big Bang, que passou à categoria de quase unanimidade – ou, para usar um termo mais recente, um “consenso científico”.

Suporte observacional

No entanto, alerta Narlikar, os cosmólogos de hoje parecem estar presos em uma série de especulações em suas tentativas de mostrar que o modelo do Big Bang é correto, em oposição a qualquer modelo alternativo.

O bem aceito modelo cosmológico padrão, ou cosmologia padrão do Big Bang, não apenas não possui suporte observacional independente para seus pressupostos básicos, tais como a matéria escura não-bariônica, a inflação e a energia escura, como também não tem uma base teórica estabelecida, escreve Narlikar.

O físico alemão Max Born disse há muitos anos que:

“A cosmologia moderna se desviou da firme estrada empírica para uma região selvagem onde as declarações podem ser feitas sem medo de uma checagem observacional…”

Narlikar afirma que esses comentários se aplicam muito bem ao estado atual da cosmologia.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

Placebo receitado abertamente cura sintomas de pacientes

Posted by luxcuritiba em março 26, 2018

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Poder do placebo

O poder dos placebos, mesmo quando totalmente divulgado aos pacientes, sem enganação, pode ser aproveitado para reduzir a fadiga entre os pacientes que se trataram de um câncer.

Esta é uma das primeiras aplicações práticas de uma descoberta recente, que pegou a comunidade científica de surpresa: a de que o placebo dado de forma aberta também funciona.

O uso clínico do placebo foi atestado contra um sintoma específico que se recusa a desaparecer muito tempo após o tratamento do câncer terminar: a fadiga.

Poucos tratamentos estão disponíveis para aliviar a fadiga após o tratamento do câncer, e as intervenções farmacológicas mais efetivas vêm com advertências de efeitos colaterais que podem ser muito piores, incluindo pânico, psicose e insuficiência cardíaca.

Placebo contra a fadiga

Os pacientes que se curaram do câncer e que conscientemente tomaram comprimidos de placebo relataram uma melhoria de 29% – o que é clinicamente significativo – na gravidade da fadiga, e uma melhoria de 39% na avaliação de o quanto a fadiga perturba sua qualidade de vida.

As pílulas placebo usadas foram feitas de celulose, portanto sem um “ingrediente ativo”, farmacologicamente falando.

Os pesquisadores contaram aos participantes que as pílulas eram simplesmente placebos, ou pílulas inertes. Cada participante recebeu uma explicação clara de como o efeito placebo funciona e deu sua opinião sobre ele antes do teste. Curiosamente, a opinião de cada paciente sobre o efeito placebo e sua expectativa quanto a ele não alterou o resultado.

“Algumas pessoas que pensavam que o placebo não faria nada tiveram uma boa resposta; outras que acreditavam que isso ajudaria não tiveram uma resposta,” detalhou o Dr. Teri Hoenemeyer, da Universidade do Alabama (EUA).

“Enganar ou iludir os pacientes pode ser desnecessário para que o efeito placebo produza benefícios, sendo os processos neurológicos automáticos um possível mecanismo para os efeitos. Isso tem implicações revolucionárias sobre como podemos explorar o poder do efeito placebo na prática clínica,” concluiu Hoenemeyer.

http://www.diariodasaude.com.br

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »

Procedimento para compra na lojapiramidal.com

Posted by luxcuritiba em março 6, 2018

Para fazer compra na loja online siga estes passos:

Primeiro escolha o modelo de pirâmide que você quer. Neste exemplo vou usar o modelo A150. Abaixo você vê a página específica referente a pirâmide A150 com os detalhes descritivos e o botão para efetuar a compra. Clique no botão ADICIONAR AO CARRINHO.

Surgirá uma aba lateral à direita com o conteúdo do Carrinho de compras da loja online. Ali são listados todos os itens adicionados ao carrinho de compras caso haja mais de um item. Para continuar o processo de compra clique no botão VER CARRINHO.

Ao clicar no botão VER CARRINHO abrirá um página onde você poderá ver de forma completa o conteúdo do carrinho de compras e demais detalhes. Se houver mais de um item no carrinho você pode clicar na palavra “Remover” que aparece próxima a foto do produto. Se quiser alterar a quantidade de itens a serem comprados (do mesmo produto) você pode alterar o número que aparece abaixo de “Qtd“, que neste exemplo é 1.

Escolha o tipo de frete que você deseja. As opções são Pac e Sedex. Cada um tem um valor e um tempo prevista de entrega diferente. Escolha o que você considera o mais conveniente para você. Escolhido o tipo de frete clique no botão verde Finalizar Compra. Se você deseja fazer o pagamento com PagseguroUOL. Se preferir fazer o pagamento com PayPal.com clique no botão laranja do PayPal.

Após clicar no botão Finalizar Compra abrirá outra página para confirmar seus dados: email, Nome, Endereço para entrega, etc. Os campos marcados com * são de preenchimento obrigatório.

Após digitar todos os dados solicitados nos campos clique no botão Continuar, e você irá para a próxima etapa para confirmar o método de entrega.

Confirme o tipo de frete escolhido, Pac ou Sedex. E clique no botão Continuar, para ir para a próxima etapa.

Agora vem a parte do pagamento. Nesta página você confirma de que forma irá fazer o pagamento, PagSeguroUOL, PayPal ou Pagamento offline. Se você quiser o desconto promocional que costumamos dar, de 25% para pagamento a vista direto com a gente sem passar pelo PagSeguroUOL é preciso escolher “Pagar offline“. Se você faz questão de pagar parcelado no cartão de crédito é preciso escolher “PagSeguro” como está ilustrado abaixo. Após confirmar a forma de pagamento clique em Continuar.

Estamos chegando ao final do processo. Para concretizar a compra clique no botão Faça Seu Pedido. Enquanto você não clicar neste botão a compra não terá sido concretizada e os dados digitados até agora não serão guardados no sistema automático da loja online. Somente depois de clicar no botão Faça Seu Pedido é que a sua compra estará confirmada. Dai para a frente vamos para a parte do pagamento propriamente dito que, neste exemplo, será feito com o PagseguroUOL.

10  Ao clicar no botão Faça Seu Pedido você será direcionado(a) para uma página do próprio PagSeguroUOL. O Pagseguro solicitará novamente algumas informações: nome, email, endereço para entrega, telefone para contato, etc. Essas confirmações são necessárias porque o sistema automático da loja online e o PagseguroUOL são sistemas diferentes e cada um deles precisa dos dados necessários para concretizar a compra com sucesso. Se você já tem cadastro no PagseguroUOL marque com uma bolinha o item Já tenho conta no PagSeguro. Se ainda não é cadastrado no Pagseguro marque o item Não tenho conta no PagSeguro. Digite seu endereço de email para contato e clique no botão azul Pagar com segurança.

11  Digite os dados solicitados, confirmando o endereço para entrega e depois escolha a forma de pagamento. O PagseguroUOL disponibiliza duas formas de pagamento: Cartão de crédito ou Boleto. Para fazer o pagamento com cartão marque com uma bolinha o item Cartão de crédito e digite os dados necessários: número do cartão, data de validade, nome do titular do cartão, e código de segurança (que é impresso atras do cartão). Lembrando que, se você optar por fazer o pagamento com boleto, neste caso o pagamento será feito a vista mas NÃO TERÁ DIREITO AO DESCONTO DE 25%.

12  Após digitar os dados do cartão você pode optar por fazer o pagamento parcelado. O Pagseguro permite parcelamento em até 18x dependendo do tipo de cartão utilizado. E por fim para confirmar o pagamento clique no botão azul Confirmar o pagamento.

Ao clicar neste botão o sistema do PagseguroUOL entrará em contato com o sistema do cartão de crédito para verificar se há limite disponível no cartão para efetuar a compra. Confirmada e autorizada a compra pela operadora do cartão o Pagseguro exibirá uma tela confirmando que o pagamento foi efetuado e a compra finalmente efetivada.

Posted in Textos relacionados | Leave a Comment »