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Quando amantes se tocam, mulher sente menos dor

Posted by luxcuritiba em julho 3, 2017

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Toque que cura dor

Futuros papais, tomem nota disso: vocês podem ser mais úteis na sala de parto do que se dão conta.

Este é um dos recados que podem ser tirados de um estudo que constatou que, quando um parceiro empático segura a mão de uma mulher com dor, os corações e as taxas respiratórias dos dois se sincronizam e a mulher passa a sentir menos dor.

“Quanto mais empático for o parceiro – quanto mais significativo for o relacionamento – mais forte é o efeito analgésico e maior a sincronização entre os dois quando eles se tocam,” explica o professor Pavel Goldstein, da Universidade da Califórnia em Boulder (EUA).

Sincronização interpessoal

O estudo, realizado com 22 casais, é o mais recente em um crescente corpo de pesquisa sobre a “sincronização interpessoal”, o fenômeno em que os indivíduos começam a refletir fisiologicamente as pessoas com quem estão.

Por exemplo, você já deve ter observado que as pessoas inconscientemente sincronizam os passos com a pessoa ao lado de quem estão andando. E pesquisas já mostraram que as pessoas também ajustam sua postura para espelhar os amigos durante a conversa e que os corações dos amantes se sincronizam.

Mas ninguém havia ido tão longe, explorando a sincronização interpessoal no contexto da dor e do toque.

Goldstein e seus colegas afirmam que seu estudo pode ajudar no crescente esforço em busca de opções de alívio da dor sem o uso dos problemáticos opioides, que podem causar dependência e estão gerando um número cada vez maior de mortes por sobredosagem.

E pode também ajudar a aliviar as dores do parto – contanto, é claro, que os pais se aguentem na sala sem desmaiar.

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Deixar a mente vagar não é apenas uma falha cognitiva

Posted by luxcuritiba em junho 28, 2017

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Imaginação proveitosa

Embora deixar a mente vagar seja tipicamente considerado pelos cientistas como um lapso na atenção, na verdade quando nós nos deixamos levar por pensamentos, ficando absortos de uma maneira deliberada, isto se traduz em uma maior eficácia no processamento em sistemas do cérebro envolvidos no controle cognitivo.

Isto pode explicar por que algumas pessoas se beneficiam em deixar seus pensamentos correrem livres e outras não, afirma uma equipe do Instituto Max Planck para Ciências Humanas Cognitivas (Alemanha) e da Universidade de Iorque (Inglaterra).

Os exames neurológicos mostraram que, nas pessoas que intencionalmente deixam suas mentes vagarem, duas redes neurais importantes passam a se sobrepor de forma ampla, otimizando o funcionamento global.

Os pesquisadores afirmam que isso faz mais sentido do que considerar a imaginação como uma falha de atenção, já que nossos pensamentos de fato nem sempre estão presos aos acontecimentos do momento.

Mente livre

Como as pessoas ficam mais propensas a cometer erros em tarefas específicas assim que perdem a concentração, deixar a mente vagar tem sido interpretado como uma falha no autocontrole.

Mas tudo indica agora que esse fenômeno é mais complexo: além do vaguear involuntário e espontâneo dos nossos pensamentos, deixar a mente livre, solta na imaginação, pode servir como uma espécie de ensaio mental deliberado que nos permite considerar eventos futuros e resolver problemas.

“Nós descobrimos que, nas pessoas que frequente e propositadamente permitem que suas mentes saiam pela tangente, o córtex é mais espesso em algumas regiões pré-frontais.

“Além disso, descobrimos que, em pessoas que deixam intencionalmente a mente vagar, duas redes cerebrais importantes se sobrepõem: a rede de modo padrão, que fica ativa quando focamos em informações da memória, e a rede fronto-parietal, que estabiliza nosso foco e inibe estímulos irrelevantes como parte do nosso sistema de controle cognitivo,” explicou o professor Johannes Golchert.

Imaginação com controle

Embora ambas as redes afetadas estejam fortemente ligadas entre si, a rede de controle pode influenciar os nossos pensamentos, ajudando-nos a focar em nossos objetivos de uma forma mais estável. Isso pode ser visto como evidência de que nosso controle mental não é prejudicado quando deixamos nossa mente vagar deliberadamente, defende a equipe.

“Soltar a mente não deve ser considerado apenas como algo perturbador. Se você é capaz de controlar isso até certo ponto, ou seja, suprimi-lo quando necessário, e deixá-lo correr livre quando possível, então você pode aproveitá-lo ao máximo,” disse Golchert.

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Nêmesis: Novas pistas de que o Sol teve uma irmã gêmea

Posted by luxcuritiba em junho 27, 2017

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Imagem de um sistema estelar triplo na nuvem molecular Perseus.

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Estrelas binárias

Depois das previsões teóricas sobre o Planeta Nove e o Planeta Dez, agora os astrônomos têm um novo alvo para seus telescópios: uma estrela gêmea do Sol.

Cientistas afirmam que é “quase praticamente certo” que o nosso Sol teve um gêmeo quando nasceu há 4,5 bilhões de anos – embora não seja um gêmeo idêntico.

Mais do que isso, o físico Steven Stahler, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Sarah Sadavoy, radioastrônoma do Observatório Astrofísico Smithsoniano, afirmam que praticamente todas as estrelas nascem aos pares – e muitas em ninhadas bem mais prolíficas.

Estrela gêmea do Sol

Muitas estrelas têm companheiras, incluindo nossa vizinha mais próximo, Alfa Centauro, um sistema trigêmeo. Os astrônomos têm procurado uma explicação para isso há muito tempo: Será que os sistemas de estrelas binárias e trinárias nasceram desse jeito? Ou será que uma estrela capturou a outra? As estrelas binárias podem se separar e se tornar estrelas solteiras?

Os astrônomos procuram uma eventual companheira para o nosso Sol há tanto tempo que essa estrela hipotética até já foi batizada: Nêmesis. Ela seria necessária para explicar um notável padrão nas quedas de cometas e asteroides sobre a Terra, incluindo aquele que supostamente exterminou os dinossauros. Esses corpos celestes caem na Terra em “ondas”, que poderiam ser causadas pela aproximação de um corpo celeste de grande massa. Mas Nêmesis ainda não foi localizada.

A nova pista para a existência de Nêmesis veio do rastreamento por radiotelescópios de uma nuvem molecular gigante repleta de estrelas recém-formadas na constelação Perseus e de um modelo matemático que consegue explicar as observações de Perseus apenas se todas as estrelas parecidas com o Sol tiverem nascido com uma companheira.

“Nós rodamos uma série de modelos estatísticos para ver se poderíamos explicar as populações relativas de estrelas jovens solteiras e binárias de todas as separações na nuvem molecular Perseus e o único modelo que consegue reproduzir os dados é aquele no qual todas as estrelas se formam inicialmente como binários amplos. Esses sistemas, então, ou diminuem ou se separam dentro de um milhão de anos. Estamos dizendo, sim, provavelmente houve uma Nêmesis, há muito tempo,” disse Stahler.

As estrelas binárias em Perseus formam-se em núcleos ovalados densos.

Estrela perdida

O termo “binário amplo” significa que as duas estrelas são separadas por mais de 500 unidades astronômicas, ou ua, equivalente à distância média entre o Sol e a Terra. Um companheiro binário amplo para o nosso Sol estaria 17 vezes mais longe da nossa estrela do que seu planeta mais distante conhecido até hoje, Netuno.

“A ideia de que muitas estrelas se formam com uma companheira já foi sugerida antes, mas a questão é: quantas?” comentou Sarah Sadavoy. “Com base em nosso modelo simples, afirmamos que quase todas as estrelas se formam com uma companheira. A nuvem de Perseus é geralmente considerada uma região típica de formação de estrelas de pequena massa, mas nosso modelo precisa ser verificado em outras nuvens”.

Mas talvez os astrônomos não devam sair correndo em busca da irmã gêmea do Sol. Com base no modelo, a irmã do Sol provavelmente escapou e se encontra hoje misturada com todas as outras estrelas na nossa região da Via Láctea, sendo virtualmente impossível identificá-la. Se for assim, ela não seria a responsável pelas ondas de asteroides e cometas que caem periodicamente sobre a Terra.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=nemesis-novas-pistas-sol-tem-irma-gemea&id=010130170627&ebol=sim#.WVJZzhXyupo

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Descobertas estruturas multidimensionais no cérebro humano

Posted by luxcuritiba em junho 21, 2017

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Cérebro de alta dimensão

A maioria de nós já precisa forçar bastante a imaginação para entender o mundo em quatro dimensões – pois acabam de ser descobertas estruturas no nosso cérebro que se “esparramam” por até onze dimensões.

Usando uma técnica chamada topologia algébrica, algo nunca antes feito em neurociência, a equipe do Blue Brain Project (Projeto Cérebro Azul) descobriu um universo de estruturas e espaços geométricos multidimensionais nas redes neurais do cérebro.

Essas estruturas surgem quando um grupo de neurônios forma uma espécie de “panelinha neural”: cada neurônio se conecta a todos os outros neurônios do grupo de uma maneira muito específica, gerando um objeto geométrico preciso. Quanto mais neurônios entrarem na panelinha, maior será a dimensão do objeto geométrico resultante.

A descoberta é, simultaneamente, uma novidade sem precedentes para a ciência e um balde de água fria nas pretensões iniciais da equipe: É preciso lembrar que o objetivo original do Projeto Cérebro Azul era construir um cérebro artificial em computador, copiado do cérebro real. Só que o cérebro humano está-se mostrando muito mais complicado do que os cientistas imaginavam a princípio.

“Nós descobrimos um mundo que nunca tínhamos imaginado. Existem dezenas de milhões desses objetos, mesmo em uma pequena partícula do cérebro, através de sete dimensões. Em algumas redes, encontramos estruturas com até onze dimensões,” disse o neurocientista Henry Markram, diretor do projeto e professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça).

Ele afirma que essas estruturas até agora desconhecidas podem explicar por que tem sido tão difícil entender o cérebro: “A matemática geralmente aplicada para estudar redes não consegue detectar as estruturas e espaços de alta dimensão que agora vemos claramente”.

Cérebro visto pela matemática

Se o mundo 4D – as três dimensões espaciais mais o tempo – já força nossa imaginação, mundos com 5, 6 ou mais dimensões são muito complexos para a maioria dos seres humanos compreenderem – se é que algum os compreende.

É aqui que entra a topologia algébrica, um ramo da matemática que consegue descrever sistemas com qualquer número de dimensões, ainda que seja impossível visualizá-los.

“A topologia algébrica é como um telescópio e um microscópio ao mesmo tempo. Ela pode ampliar as redes para descobrir estruturas escondidas – as árvores na floresta – e ver os espaços vazios – as clareiras – tudo ao mesmo tempo,” explicam os matemáticos Kathryn Hess e Ran Levi, responsáveis por esta nova neuromatemática.

A grande questão que os pesquisadores estão se colocando agora é se a complexidade das tarefas que realizamos tão naturalmente depende da complexidade dos “castelos de areia” multidimensionais que o cérebro pode construir – as redes multidimensionais formam-se e se destroem o tempo todo.

Também será interessante se essa multidimensionalidade der alguma pista para a memória – não há teorias razoáveis para explicar como e onde o cérebro armazena nossas memórias. “Elas podem estar ‘se escondendo’ em cavidades de alta dimensionalidade,” especula Markram.

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A noite em que a Força Aérea Brasileira caçou um Ovni

Posted by luxcuritiba em junho 8, 2017

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O objeto, diz a FAB, voava mais rápido que o som, e mesmo assim fazia zigue-zagues e ora se aproximava, ora se afastava, desafiando as leis da física.

Por Salvador Nogueira

Era uma noite estrelada, em 19 de maio de 1986. Às 23h15, chegou a informação de que a torre de controle de São José dos Campos, no interior de São Paulo, havia avistado luzes de cores amarelo, verde e laranja se deslocando sobre a cidade. Ao mesmo tempo, sinais foram detectados no radar em solo. O primeiro a observar o fenômeno foi o coronel Ozires Silva, então recém-nomeado presidente da Petrobras (antes, tinha comandado a Embraer). Ele estava a bordo do avião Xingu PT-MBZ e viu uma dessas luzes. “A visibilidade era uma beleza. Uma noite toda estrelada, típica do mês de maio. E entre as estrelas eu vi um clarão, um objeto ovalado. Parecia um astro. A diferença é que astro não aparece no radar”, disse o fundador da Embraer numa entrevista. “Voei na direção dele. E, enquanto me aproximava, ele começou a desaparecer.”

Às 0h39, foi acionada a aeronave de alerta da defesa da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O jato de caça partiu rumo a São José dos Campos, guiado pela detecção de sinais intermitentes no radar da torre de controle. A uma altitude de 5.200 metros, o piloto avistou uma luz branca abaixo de seu nível de voo. Posteriormente o objeto foi subindo e se posicionou 10 graus acima da aeronave de interceptação. Ambos começaram a aumentar a altitude, e o caça o perseguiu até os 10 mil metros. No trajeto, a luz por um momento mudou de branca para vermelha, depois verde e novamente branca, permanecendo nessa cor. O radar do caça detectou o objeto, que indicava estar de 10 a 12 milhas de distância (16 a 18,2 km), voando na direção do mar.

A perseguição prosseguiu até a aeronave atingir o ponto de não-retorno (que significa que não haveria combustível suficiente para voltar à base de origem). Como não houve aproximação efetiva, decidiu-se pelo fim da caça. Menos de 30 minutos depois, detecções de eco de radar começaram a ser feitas sobre a região de Anápolis, Goiás. Os sinais de radar eram mais confiáveis, davam direção e velocidade de deslocamento dos objetos. À 1h48, um segundo caça, dessa vez partindo da Base Aérea de Anápolis, subiu aos céus para investigar. O piloto chegou a obter contato pelo radar da sua aeronave, mas não conseguiu ver nada. Parecia uma perseguição absolutamente desleal. Enquanto o jato voava como um avião, em velocidade supersônica, o objeto tinha um nível de agilidade incompatível com aeronaves terrestres. Voava em zigue-zague, ora se aproximava, ora se afastava, mesmo estando mais rápido que o caça. Por fim, ao perder contato por radar, o avião retornou à base. Em compensação, no Rio de Janeiro, a mobilização continuava. Um segundo caça decolou à 1h50 na direção de São José dos Campos e avistou uma luz vermelha de onde emanava o sinal de radar detectado em solo. Perseguiu-a por alguns minutos, sem conseguir se aproximar, até que ela se apagou.

Simultaneamente, apareceram nada menos que 13 diferentes registros do radar em solo na traseira da aeronave. O piloto fez uma volta de 180 graus para tentar observá-las, mas nenhum contato visual ou com o radar de bordo foi efetuado. Uma segunda e uma terceira aeronaves decolariam de Anápolis, às 2h17 e às 2h36, sem obter qualquer tipo de contato. Os interceptadores lá no Rio foram pousando conforme sua autonomia chegava ao fim. O último recolheu-se à base às 3h30. No resumo do relatório assinado naquele ano pelo brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, então comandante interino do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), os militares tiram conclusões definitivas. Primeiro, sobre a natureza dos objetos perseguidos e observados, capazes de “produção de ecos radar, não só no sistema de Defesa Aérea, como nos radares de bordo dos interceptadores (…), variação de velocidade de voo subsônico até supersônico, bem como manutenção de voo pairado, variação de altitudes inferiores a 5 mil pés (aproximadamente 1.500 m) até 40 mil pés (aproximadamente 12 mil metros), emissão de luminosidade nas cores branca, verde, vermelho, e outras vezes não apresentando indicação luminosa, capacidade de aceleração e desaceleração de modo brusco, capacidade de efetuar curvas com raios constantes, bem como com raios indefinidos”.

Não é preciso dizer que esse conjunto de qualidades não existe em nenhuma aeronave cujo princípio de operação seja dominado pela ciência terrestre. Da forma cautelosa, como seria peculiar a um documento de origem militar, o relatório termina da seguinte maneira: “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligências, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também voar em formação, não forçosamente tripulados.” Foi a afirmação mais contundente sobre ovnis já feita pela Força Aérea Brasileira.

* Este é um trecho do livro Extraterrestres, de Salvador Nogueira.

http://super.abril.com.br/ciencia/a-noite-em-que-a-forca-aerea-brasileira-cacou-um-ovni/

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Cientistas dizem ter medido estado mais elevado de consciência

Posted by luxcuritiba em maio 20, 2017

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Estado superior de consciência

Neurocientistas afirmam ter encontrado evidências científicas de um “estado superior de consciência”.

Eles observaram um aumento sustentado na diversidade dos sinais neurais – uma medida da complexidade da atividade cerebral – de pessoas sob a influência de drogas psicodélicas, em comparação com quando essas mesmas pessoas estavam em estado de vigília normal.

A diversidade dos sinais cerebrais fornece um índice matemático do nível de consciência. Por exemplo, pessoas que estão acordadas têm uma atividade neural mais diversa do que aquelas que estão dormindo.

“Esta descoberta mostra que o cérebro sob ação de psicodélicos se comporta de forma muito diferente do normal. Durante o estado psicodélico, a atividade elétrica do cérebro é menos previsível e menos ‘integrada’ do que durante a vigília consciente normal – conforme medida pela ‘diversidade de sinal global’.

“Como esta medida já mostrou seu valor como uma medida do ‘nível de consciência’, podemos dizer que o estado psicodélico aparece como um ‘nível de consciência mais elevado’ do que o normal – mas apenas com relação a esta medida matemática específica,” disse o professor Anil Seth, da Universidade de Sussex (Reino Unido).

Psilocibina, cetamina e LSD

Para chegar à conclusão sobre um estado superior de consciência, Seth e seus colegas Michael Schartner e Adam Barrett reanalisaram dados que haviam sido coletados anteriormente por uma equipe do Imperial College de Londres e da Universidade de Cardiff, quando voluntários saudáveis receberam uma das três drogas conhecidas por induzir um estado psicodélico: psilocibina, cetamina e LSD.

Usando tecnologias de imageamento cerebral, foram medidos os minúsculos campos magnéticos produzidos no cérebro, mostrando que, em todas as três drogas, essa medida do nível consciente – a diversidade do sinal neural – é substancialmente maior.

Isto não significa que o estado psicodélico seja um estado “melhor” ou mais desejável de consciência, ressaltam os pesquisadores. O que os resultados mostram é que o estado psicodélico do cérebro é distinto e pode estar relacionado a outras mudanças globais no nível de consciência, embora em sentido oposto, como o sono ou a anestesia, por exemplo, que são considerados estados mais baixos de consciência.

Estudar os “baratos”

A equipe afirma que mais pesquisas são necessárias, além do uso de modelos mais sofisticados e mais variados, para confirmar os resultados, mas eles estão cautelosamente animados com os resultados.

Eles defendem o aprofundamento dessa linha de pesquisas, uma vez que os estudos científicos têm-se concentrado até agora em estados mais baixos de consciência, como o sono, anestesia ou o chamado estado vegetativo.

http://www.diariodasaude.com.br

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Restos de planeta destruído encontrados na órbita de Marte

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2017

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Fósseis planetários

Marte compartilha sua órbita com um grupo de pequenos asteroides – os chamados troianos.

Agora, uma equipe internacional de astrônomos, usando o telescópio VLT, no Chile, descobriu que a maioria desses objetos compartilha uma composição comum.

Ter a mesma composição química significa que eles provavelmente são restos de um mesmo corpo celeste original, um pequeno planeta que foi destruído por uma colisão há muito tempo.

Asteroides troianos

Os asteroides troianos movem-se na mesma órbita de um planeta, presos dentro de “refúgios gravitacionais”, 60º à frente e 60º atrás do planeta, os chamados pontos de Lagrange; o ponto que antecede o planeta é chamado L4, e aquele à sua retaguarda é o L5.

Marte é até agora o único planeta terrestre conhecido que possui companheiros troianos em órbitas estáveis – Júpiter tem mais de 6.000 e Netuno tem 10.

E os troianos marcianos têm uma distribuição desigual que vem intrigando os astrônomos: todos, exceto um, estão no ponto L5, compondo uma família conhecida como Eureka. E as órbitas de todos, menos de um, se agrupam em torno da família Eureka.

Para tentar descobrir porque eles se distribuem desta forma desigual, os astrônomos decidiram pesquisar se eles têm uma composição similar ou não. Felizmente, isto pode ser feito com telescópios, medindo a cor da luz solar refletida da superfície do asteroide – em outras palavras, obtendo seu espectro.

Colisões entre planetas

Os espectros mostram que esses asteroides são predominantemente compostos de olivina, um mineral que normalmente se forma dentro de corpos celestes muito maiores, sob condições de alta pressão e temperatura – no núcleo de um planeta, por exemplo.

A implicação dessa composição similar é que os asteroides troianos de Marte são provavelmente resquícios do manto de algum planeta anão ou planetesimal que chegou a desenvolver uma crosta, manto e núcleo, e que deve ter sido destruído por colisões muito tempo atrás.

“Nossas descobertas sugerem que esse material participou da formação de Marte e talvez de seu vizinho planetário, nossa própria Terra,” especula Apostolos Christou, do Observatório Armagh, no Reino Unido.

Várias teorias sobre a formação da Lua especulam sobre o impacto de um hipotético planeta Teia (ou Theia) contra a Terra primordial, lançando ao espaço o material que formou nosso satélite. Mas os modelos mais recentes sobre a formação de Marte não incluem colisões com outros corpos.

Bibliografia:

The olivine-dominated composition of the Eureka family of Mars Trojan asteroids
Galin Borisov, Apostolos Christou, Stefano Bagnulo, Alberto Cellino, Tomasz Kwiatkowski, Aldo dell Oro
Monthly Notices of the Royal Astronomical Society
Vol.: 466 (1): 489-495
DOI: 10.1093/mnras/stw3075
https://arxiv.org/abs/1701.07725

fonte http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Documentário “O direito de saber do homem” – Wilhelm Reich

Posted by luxcuritiba em abril 1, 2017

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Documentário “Man’s rigth to know” (O direito de saber do homem), produzido em 2002 pelo instituto “Wilhelm Reich Infant Trust” – uma organização sem fins lucrativos criada a seu pedido em seu testamento.

Reich foi um homem revolucionário, muito à frente do seu tempo, um médico, um pesquisador, um cientista e, principalmente, um humanitário que dedicou toda sua vida para ajudar a saúde dos seus irmãos (todos nós seres humanos).

Reich dedicou mais de 30 anos de sua vida ao estudo da energia vital que ele chamou de energia orgone, uma homenagem e alusão ao orgasmo e à matéria orgânica. Descobriu suas propriedades e características, com isso desenvolveu aparelhos e equipamentos que fazem essa energia ser muito mais útil às pessoas.

Um desses equipamentos foi a caixa orgônica, que tem a função de atrair e acumular em seu interior uma quantidade de energia vital (ou orgone) muito maior do que temos disponível no ar. Com isso quem entra dentro de uma caixa orgônica recebe uma carga de energia vital diretamente em seu organismo, principalmente pela pele e respiração.

A caixa orgônica faz diversas coisas no corpo, mas principalmente 2:
1- aumenta significativamente a quantidade de energia vital no organismo;
2- libera o fluxo dessa energia por todo o organismo.

Com mais energia circulando, o organismo como um todo vai sendo irrigado e voltando à vida, se regenerando, se curando e recuperando sua vitalidade – devolvendo a saúde para quem estava doente.

Esse invento de Reich, a caixa orgônica, foi o motivo da sua perseguição e morte. Essa e outras histórias da vida e obra de Wilhelm Reich são retratados neste documentário.

Para comemorar o aniversário de 120 anos de Wilhelm Reich achei que a melhor maneira era divulgar este documentário em um único arquivo, completo (sem cortes), com boa legenda e em português. Assim todo brasileiro poderá conhecer mais e melhor quem foi o Dr. Wilhem Reich e o que ele fez de tão importante e revolucionário para a humanidade que fez com que fosse o único caso na história dos Eua, há recente e exatos 60 anos atrás, em 1957, em que um cientista teve toda sua obra caçada (não só proibida) e muito mais, destruída e queimada (no caso em incineradores de lixo de nova Iorque). Uma atrocidade feita agora, nos nossos tempos, somente comparada as que fizeram na Europa na inquisição na Idade Média, há 900 anos atrás, quando queimaram curandeiras naturais como se fossem bruxas.

Anderson Cattoni
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Mapa mostra campo magnético da Terra em 3D

Posted by luxcuritiba em março 31, 2017

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Mapa magnético da Terra

Observações da constelação de satélites Swarm, da Agência Espacial Europeia (ESA), estão permitindo construir o primeiro mapa detalhado de uma porção pouco conhecida do campo magnético da Terra – a exemplo do mapa gravitacional da Terra, feito pela sonda Goce.

E os dados mostram que nosso escudo protetor contra a radiação do espaço e as partículas do vento solar não é nada homogêneo.

Embora ainda haja muitas dúvidas sobre como o campo magnético da Terra se forma, os cientistas acreditam que a maior parte dele é gerada a profundidades superiores a 3.000 km pelo movimento de ferro fundido no núcleo externo.

Os 6% restantes são, em parte, devido às correntes elétricas no espaço que circunda a Terra e, por outro lado, devido às rochas magnetizadas na litosfera superior – a parte externa rígida da Terra, consistindo na crosta e no manto superior.

Campo magnético litosférico

Embora este campo magnético litosférico seja muito fraco e, portanto, difícil de detectar a partir do espaço, os instrumentos do trio de satélites Swarm mostraram-se capazes de mapear seus sinais magnéticos. Após três anos de coleta de dados, foi agora publicado o mapa de maior resolução feito até hoje desse campo.

“Ao combinar as medições do Swarm com os dados históricos do satélite alemão CHAMP e utilizando uma nova técnica de modelagem, foi possível extrair os minúsculos sinais magnéticos de magnetização da crosta,” explicou Nils Olsen, da Universidade Técnica da Dinamarca.

O novo mapa mostra variações detalhadas no campo magnético litosférico, variações estas produzidas por estruturas geológicas na crosta terrestre.

Uma destas anomalias ocorre na República Centro-Africana, centrada em torno da cidade de Bangui, onde o campo magnético é significativamente mais nítido e mais forte. A causa dessa anomalia ainda é desconhecida, mas alguns cientistas especulam que ela pode ser o resultado do impacto de um meteorito, há mais de 540 milhões de anos.

Registro magnético na crosta

O campo magnético terrestre não é estável, ele encontra-se em um estado de fluxo permanente – sabe-se, por exemplo, que o campo magnético está em processo de enfraquecimento. O norte magnético também não é fixo, ele “vagueia”, e a cada poucas centenas de milhares de anos a polaridade gira de modo que as bússolas passam a apontar para o sul em vez de apontar para o norte.

Quando uma nova crosta é gerada através da atividade vulcânica, principalmente ao longo do fundo do oceano, os minerais ricos em ferro no magma que se solidifica são orientados para o norte magnético, capturando assim uma “foto” do campo magnético no estado em que se encontrava quando as rochas esfriaram.

Como os polos magnéticos se invertem ao longo do tempo, os minerais solidificados formam “riscas” no fundo do mar, o que permite ler os registros da história magnética da Terra.

O mapa elaborado agora fornece uma visão global sem precedentes dessas faixas magnéticas associadas à tectônica de placas – intimamente ligada ao vulcanismo – refletidas nas cristas oceânicas.

“Estas riscas magnéticas são evidências das reversões dos polos e analisar as impressões magnéticas do fundo do oceano permite a reconstrução de mudanças antigas no núcleo. Também ajudam a investigar os movimentos da placa tectônica,” reafirmou Dhananjay Ravat, da Universidade de Kentucky, nos EUA. “O novo mapa define as características do campo magnético até cerca de 250 km e ajudará a investigar a geologia e as temperaturas na litosfera da Terra.”

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Imagens fantasmagóricas de sinais WiFi capturados usando fotografia de longa exposição e um aplicativo para Android

Posted by luxcuritiba em março 26, 2017

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Para seu projeto Digital Ethereal , o designer Luis Hernan começou a capturar um desses sinais invisíveis de WiFi, usando uma combinação criativa de fotografia de longa exposição e um aplicativo para Android.

Uma vez que você não pode apenas configurar sua câmera ao lado de seu roteador, clique no botão do obturador e capturar um fluxo de informações de imagens, Hernan decidiu “traduzir” essa informação em luz e cor usando um aplicativo Android chamado Kirlian dispositivo móvel que visualiza a força do sinal WiFi usando uma série de cores.

As imagens resultantes revelam esses sinais invisíveis que Hernan diz lembrá-lo de fantasmas. Do site do projeto Digital Ethereal:

Acredito que nossa interação com essa paisagem de sinais eletromagnéticos, descrita por Antony Dunne como Espaço Hertziano, pode ser caracterizada nos mesmos termos que os fantasmas e espectros.

Ambos são entidades paradoxais, cuja substância atípica lhes permite ser uma presença invisível. Da mesma forma, eles passam por um processo de fundamentação gradual para se tornarem temporariamente disponíveis à percepção. Finalmente, ambos nos assombram. Fantasmas, como Derrida teria, com os segredos das gerações passadas. Hertziano, com a frustração da interferência e da lentidão.
Aqui está um olhar para o resto da série:

Para saber mais sobre o Digital Ethereal e explorar as outras formas fascinantes que Hernan explorou este espaço invisível para o projeto, vá ao site da DE clicando aqui .

fonte: https://petapixel.com

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