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Archive for the ‘Construções Antigas’ Category

Construções Antigas

Descoberta chocante no fundo do oceano é capaz de desconstruir diversos mitos

Posted by luxcuritiba em julho 24, 2018

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de Gustavo Teixera

O fundo do oceano pode revelar muitos mistérios. Mitos antigos, como a cidade perdida de Atlântida, permanecem sem muitas explicações. Mas, outra cidade perdida está desconstruindo alguns desses mitos.

Conhecida como Heracleion, a cidade foi redescoberta em 2000 pelo arqueólogo francês Franck Goddio e por uma equipe do Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM), após uma pesquisa geofísica de quatro anos. As ruínas da cidade perdida foram encontradas a cerca de 10 metros de profundidade no mar Mediterrâneo, mais precisamente, na baía de Aboukir, perto de Alexandria, Egito. Eles acreditam que a cidade de Heracleion tenha ficado enterrada por 1.200 anos.

De acordo com o jornal britânico The Telegraph, a principal pesquisa sugere que Heracleion serviu como um porto obrigatório de entrada para o comércio entre o Mediterrâneo e o Nilo.

Até agora, 64 barcos e mais de 700 âncoras foram desenterrados da lama da baía. Outros achados incluem moedas de ouro, moedas de Atenas e estátuas gigantes com escritos em grego e egípcio antigos. Os pesquisadores acreditam que esses artefatos apontam para a proeminência da cidade como um centro comercial movimentado.

Os arqueólogos também descobriram uma variedade de artefatos religiosos na cidade submersa, incluindo esculturas de pedra de quase 5 metros. Eles acreditam que tais esculturas decoravam o templo central da cidade e sarcófagos de calcário.

“A evidência arqueológica é simplesmente esmagadora”, disse professor Sir Barry Cunliffe, um arqueólogo da Universidade de Oxford que participou da escavação, em um comunicado à imprensa obtido pelo The Huffington Post. “Por permanecerem intocados e protegidos por areia no fundo do mar durante séculos, eles estão brilhantemente preservados“, completou.

Mas apesar de toda a animação, um mistério sobre Heracleion permanece em grande parte sem solução: por que, exatamente, naufragou? A equipe de Goddio tem uma teoria: eles sugerem que o peso dos grandes edifícios sobre a região e o solo de areia podem ter feito a cidade afundar após um terremoto.

http://www.jornalciencia.com

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Você já ouviu falar no “Túnel de Bourbon”?

Posted by luxcuritiba em maio 10, 2018

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Há cerca de 150 metros da praça Piazza del Plebiscito, no centro de Nápoles, Itália, está localizada a entrada que desce 30 metros e dá acesso aos túneis Bourbon, compostos de aproximadamente 530 metros de galerias subterrâneas, cavernas e aquedutos remanescentes. A versão oficial para explicar o “inexplicável”, narra que o rei de Napolis fez esse “tunelzinho” para escapar de invasores. Veja as imagens do “tunelzinho”. (Veja o vídeo no link YT abaixo).

Ninguém sabia desse túnel, mas uns poucos fizeram desse local um refúgio de guerra. A história é contada por quem está no controle, lembre-se disso.

Mais infos: www.galleriaborbonica.com/en/home

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Atlântida: A Cidade Perdida – Documentário

Posted by luxcuritiba em janeiro 9, 2018

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Excelente documentário. 1h33min. Sobre civilizações antigas, cidades que poderiam ter sido as origens de Atlântida, ou o que restou dela, povoadas pelos poucos sobreviventes ao holocausto. Estaria Atlântida soterrada sobre um imenso pantanal? Seria o símbolo judaico, o candelabro de 7 pontas, um símbolo abreviado da Atlântida? Seriam os judeus descendentes atlanteanos? Muitas informações para mexer com a sua cabeça! Assista e tire suas próprias conclusões.

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Ponte construída há 1,7 milhões de anos pode mudar a história humana

Posted by luxcuritiba em agosto 1, 2017

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Uma “ponte” de 1,7 milhão de anos é a evidência final de que os humanos estiveram na Terra há muito mais tempo do que especialistas afirmam.

O ex-diretor da entidade de Pesquisa Geológica da Índia acredita ter encontrado a evidência final de uma ponte artificial de 1,7 milhão de anos, o que indica que a humanidade existia na Terra há milhões de anos e tinha a capacidade de erguer estruturas “sofisticadas” muito antes do que sugerem os especialistas de tendência predominante.

Isso, no entanto, vai contra tudo o que nos disseram desde que os humanos surgiram na Terra há somente cerca de 200 mil anos, segundo a narrativa oficialmente aceita, mas a suposta ponte coloca em dúvida tudo o que os cientistas acreditaram ser verdadeiro.

A estrutura – que é supostamente visível mesmo do espaço – ocupa uma área relativamente grande que se estende da Índia até o Sri Lanka.

Curiosamente, as antigas lendas hindus sugerem que o rei Rama, uma divindade hindu, construiu uma ponte de proporções similares há mais de um milhão de anos.

De acordo com a tradição hindu, esta “faixa de terra” é uma ponte construída pelo deus hindu Rama, como foi contado no épico Ramayana. Rama é uma das manifestações mais famosas do Deus Supremo e é reconhecida como a imagem, o espírito e a consciência do hinduísmo, uma das religiões mais antigas do mundo.

Na verdade, desde a antiguidade esta formação é conhecida como a “Ponte de Rama” ou “Rama Setu”.

O épico indiano Ramayana conta a história da ponte terrestre e como foi construída para servir o deus hindu Rama, a fim de ajudá-lo a atravessar a água para chegar à grande ilha e resgatar sua amada das garras do rei demoníaco Ravanna.

É uma história de amor, atos valentes e construções incríveis, como parece.

Mas quem foi o cientista que disse que a ponte era real?

Estamos falando do Dr. S. Badrinarayanan, ex-diretor do Geological Survey of India e ex-coordenador da divisão de pesquisa do Instituto Nacional de Tecnologia Oceânica (NIOT). Ele estudou amostras centrais da ponte e, aparentemente, está convencido de que não estamos olhando para uma formação natural, como sugerem outros cientistas, mas sim uma estrutura artificial e que foi “erguida” há mais de um milhão de anos.

Segundo os relatórios, o Dr. Badrinarayanan realizou um levantamento desta estrutura e concluiu que foi feita pelo homem.

O Dr. Badrinarayanan e sua equipe fizeram 10 furos ao longo do alinhamento de “ponte”. O que ele descobriu foi surpreendente. Cerca de 6 metros abaixo da superfície, ele encontrou uma camada consistente de pedra de areia calcária, corais e materiais como rochas. A equipe dele ficou surpresa quando descobriu uma camada de areia solta, cerca de 4-5 metros mais abaixo e então formações de rocha dura abaixo disso.

Uma equipe de mergulhadores passou a examinar fisicamente a ponte. Os pedregulhos que eles observaram não eram compostos de uma formação marinha típica. Eles foram identificados como tendo vindo de ambos os lados da ponte. O Dr. Badrinarayanan também indica que há evidências de pedreiras antigas nessas áreas. Sua equipe concluiu que os materiais de qualquer uma das orlas foram colocados sobre o fundo arenoso da água para formar a ponte.

Em um painel de discussão especial sobre Rediff, o Dr. Badrinarayanan disse:

“Não é uma formação natural; a parte superior parece ser uma estrutura artificial.
Para entender o que estou dizendo do ponto de vista geológico, você tem que conhecer várias coisas.
O que é conhecido como a Ponte de Adão é originalmente uma divisão de grau natural que separa a Baía de Bengala e o Oceano Índico ao sul. Assim, os aspectos geológicos são diferentes em ambos os lados.”

Dr. Badrinarayanan ainda acrescentou:

“Encontramos areias marinhas em cima e abaixo que era uma montagem mista de corais, pedras de areia calcária e materiais semelhantes a pedregulhos.
Surpreendentemente abaixo de até 4 a 5 metros, novamente encontramos areia solta e depois disso, formações duras estavam lá.”

Ele acrescentou que “abaixo dos corais e pedregulhos, estávamos acessando areia solta, o que significa que não é natural”.

No entanto, o Ramayana diz que a ponte foi construída sobre uma base de madeira (que foi colocada no topo de uma elevação natural preexistente) que foi coberta de pedras grandes e pequenas.

Mas, como já era de se esperar, há muitas pessoas que não concordam com o Dr. Badrinarayanan.

Um deles é Suvrat Kher, um geólogo especializado em formações marinhas, que acredita firmemente que não estamos a ver mais do que uma formação natural.

Escrevendo sobre a suposta ponte, o Dr. Kher disse:

“Durante a ‘era do gelo’ no período Pleistoceno, o acúmulo glacial e o derretimento forçou flutuações no nível do mar em dezenas de metros, estabelecendo as condições para vários episódios de recife de corais e formação de bancos de areia. Durante períodos de grandes quedas do nível do mar no Pleistoceno, haveria uma conexão terrestre entre a Índia e o Sri Lanka.
Mas no final da última glaciação de Wisconsin, o nível do mar começou a aumentar em todo o mundo.”

https://www.ancient-code.com/expert-claims-this-1-7-million-year-old-man-made-bridge-shatters-mainstream-history/

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Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas

Posted by luxcuritiba em julho 8, 2016

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Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 1

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por Damaris de Angelo

Os templos antigos são famosos pelo esplendor visual e relevância histórica que carregam. O Templo de Hathor, construído em torno de 2250 aC não fugiria a regra. Com obras que preenchem todo o edifício, o interior do complexo se encontra muito bem conservado e, apesar de ser um velhinho de milhares de anos de idade, ele é tido como templo principal do complexo Dendera Temple, conhecido como um dos locais mais bem preservados de todo Egito.

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 2

De frente para o Nilo, a estética do local é clássica egípcia, com exemplos de obras ptolomaicas, incluindo representações de Cleópatra e seu filho. O templo foi construído para adorar a deusa egípcia Hathor, que era a personificação do amor feminino, cura e maternidade. Colunas imponentes foram esculpidas para suportar a face da deusa que é complementada com chifres de vaca.

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 3

Recentemente, os trabalhadores removeram toda a fuligem preta acumulada em centenas de anos no teto do templo. A restauração possibilitou uma vista espetacular pela pintura cuidadosamente revelada. Decorado com um mapa astrológico bastante completo dos céus e os signos do zodíaco, o teto oferece uma nova fonte de estudos e uma cena encantadora para visitar.

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 4

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 5

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Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 7

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Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis

Posted by luxcuritiba em julho 6, 2016

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Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis 2

Teve de trocar 100 emails para conseguir fotografar o Vale dos Reis, a pérola do Antigo Egito. Jakob Kyncl viajou pelo mundo inteiro, mas foi o Egito que o conquistou: “Não há nada como isto”.

Cem e-mails e seis semanas depois, o jornalista Jakub Kyncl conseguiu entrar nas zonas proibidas do Vale dos Reis, no Egito, onde estão enterrados alguns dos faraós e governantes mais poderosos do Império Novo. Teve de falar com “a pessoa certa”, dar bons argumentos para querer fotografar um sítio que os turistas só podem guardar na memória, explicar ao pormenor como iria decorrer todo o trabalho.

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O fotógrafo residente na República Checa já tinha viajado um pouco por todo o mundo: é a vantagem de viver “mesmo no coração da Europa”, como ele descreve Praga no seu website. Tem no portfólio passagens pela Lituânia, pelos Emirados Árabes Unidos, Belize e até Portugal, a quem chamou de “precioso”. Só no Egito – o “monumental”, adjetivou ele – esteve dez vezes. “E o Vale dos Reis tornou-se o ex libris no Egito quando passei lá há dez anos”, explicou ao Observador. Fotografou a zona este de Luxor, apaixonou-se e decidiu continuar por ali, mas desta vez do outro lado do Nilo.

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Dentro do Vale dos Reis, Jakub Kyncl sentiu-se como “um rapazinho que acabou de receber a primeira bicicleta”. Queria sorver todas as sensações e todas as informações possíveis no escasso tempo que tinha, por isso voltou várias vezes aos mesmos sítios para se certificar que as imagens estavam a ficar tal como as tinha projetado. No túmulo de Ay, mais afastado dos outros, esteve sozinho apenas com o guia durante mais de uma hora. “Falem-me sobre uma super-experiência privada – é esta!”, contou-nos o jornalista entusiasmado.

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Ver um homem – o único, aliás – a fotografar alguns dos monumentos mais belos do mundo não agradou a todos. Os turistas não podem captar imagens do local, tornando muito raras as fotos ilustrativas do Vale dos Reis. Num dos dias de trabalho, um advogado que passeava por ali começou a gritar para Jakub Kyncl, achando que ele tinha pago aos guardas para o deixarem fotografar. Quem explicou ao homem, sempre mais cético, e à sua mulher, que aquele era um projeto para “divulgar pelo mundo a beleza do Egito” foi Medhat Ramedan Hafez, um egiptólogo.

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Mais tarde, Jakub Kyncl voltou a cruzar-se com o turista, que lhe sorriu, bateu nas costas e pediu desculpa. “Às vezes, acho que o melhor que temos a fazer é apenas escolher o comportamento certo”, escreve o fotógrafo.

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Site do Jakub: www.jakubkyncl.com

http://observador.pt

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Menino de 15 anos testa teoria própria e descobre cidade maia

Posted by luxcuritiba em maio 11, 2016

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Menino de 15 anos testa teoria própria e descobre cidade maia 1.1

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O canadense William Gadoury, de 15 anos, pode ter feito história ao descobrir uma cidade maia até então desconhecida a partir da observação das estrelas e com a ajuda do Google Maps.

Segundo o Journal de Montréal, o morador da província de Quebec (Canadá) estudou 22 constelações, reproduziu todas elas em um mapa e, ao analisá-lo, percebeu que elas correspondiam às coordenadas geográficas de 117 cidades maias espalhadas pelo México, Guatemala, Honduras e El Salvador.

Ao aplicar sua teoria a uma 23º constelação, sempre usando dados da Agência Espacial Canadense, e checar a localização no Google Maps, William encontrou vestígios de uma nova cidade na Península de Iucatã, no México.

“Eu não entendia porque os maias construíram suas cidades longe dos rios, em terras marginais e nas montanhas. Eles tinham outra razão. Como eles adoravam as estrelas, tive a ideia de verificar minha hipótese”, conta William ao jornal Positivr. “Fiquei realmente surpreso e animado quando percebi que a posição das estrelas estava combinando com as maiores cidades maias”.

A descoberta do menino é única porque, em todos esses anos, nenhum cientista relacionou as constelações à localização de regiões maias.

Menino de 15 anos testa teoria própria e descobre cidade maia 2

Especialistas acreditam que os 30 pequenos prédios e a pirâmide de 86 metros de altura sejam parte da quarta maior cidade maia, com 80 e 120 km², e já foi batizada pelo estudante como “K’aak Chi” (Boca de Fogo).

Agora, uma expedição está sendo organizada para chegar até a região, que é de difícil acesso. William, que ganhou uma medalha da Agência Espacial Canadense, deseja ver a descoberta, feita de dentro de seu quarto, com os próprios olhos. “Seria a culminação de meus três anos de trabalho e o sonho da minha vida”, define o menino, que começou a se interessar pela civilização antiga após as previsões de que o mundo acabaria em 2012.

No ano que vem, o jovem virá ao Brasil para participar de uma feira de ciências internacional.

http://www.redetv.uol.com.br

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Esferas de pedra gigantes da Costa Rica

Posted by luxcuritiba em março 8, 2014

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Muitos devem estar familiarizado com a cena de abertura de “Os Caçadores da Arca Perdida”, onde uma esfera de pedra gigante quase esmaga Indiana Jones. Enquanto todo mundo reconhece o filme como uma obra de ficção, as gigantescas esferas de pedra não são.

Enquanto limpavam a floresta para plantações de bananas, em 1940, na região Diquis, Delta da Costa Rica, os funcionários da United Fruit Company descobriram inúmeras e grandes esferas de pedra parcialmente enterradas no chão da floresta.

Quase imediatamente, as misteriosas esferas tornaram-se ornamentos, terminando nos quintais de prédios do governo e executivos da empresa. Muitas esferas também foram quebrados ou danificadas e outras foram dinamitadas em uma época em que poucos perceberam o seu valor arqueológico.

De acordo com John Hoopes, professor  de antropologia e diretor do Programa de Estudos  das Nações Indígenas, cerca de 300 esferas foram encontradas, com a maior pesando 16 toneladas e medindo oito pés de diâmetro, e a menor sendo do tamanho de uma bola de basquete. Quase todas elas são feitas de granodiorito, uma pedra dura e ígnea.

Desde sua descoberta o verdadeiro propósito das esferas, que ainda ilude os especialistas, tem sido objeto de especulação desde a teorias sobre as bolas sendo ajudas à navegação, até relíquias relacionadas com Stonehenge, o produto de uma civilização antiga desconhecida ou visitas de extraterrestres.

Parte do mistério cerca a maneira como elas foram criadas, como as esferas quase perfeitas parecem ter vindo de uma pedreira que fica a mais de 50 quilômetros de distância, e que foram criadas em uma época em que as ferramentas de metal não tinham ainda sido inventada.

Estima-se que as pedras foram feitas a cerca de 600 DC. No entanto, o método de datação por pedras é especulativo em si, pois realmente só revela o mais recente uso das esferas não quando eles foram criados.

“Esses objetos podem ter sido usados ​​durante séculos e acabarem sendo colocados onde estão por uns milhares de anos depois. Portanto, é muito difícil dizer exatamente quando elas foram feitas”, explicou Hoopes.

No entanto, o maior mistério continua sendo para que eles foram usadas.

“Nós realmente não sabemos por que elas foram feitas”, disse Hoopes. “As pessoas que as fizeram não deixaram quaisquer registros escritos. Nós contamos apenas com dados arqueológicos para tentar reconstruir o seu contexto. A cultura das pessoas que as fizeram se extinguiu pouco depois da conquista espanhola. Assim, não há mitos ou lendas ou outras histórias que são contadas pelos indígenas da Costa Rica sobre o porquê eles fizeram essas esferas.”

Muito parecida com os moai da Ilha de Páscoa, uma teoria supõe que as esferas eram simplesmente símbolos de status. As pedras, que agora são protegidas pela UNESCO, também poderiam ter sido organizada em padrões enormes que tinham significado astronômico como muitas das bolas foram encontrados aparentemente em alinhamentos, consistindo de linhas retas e curvas, bem como triângulos e paralelogramos. Porém, como quase todas as esferas foram movidas do local original, os pesquisadores acreditam que o verdadeiro significado das esferas possivelmente nunca venha a ser descoberto.

http://www.ancient-origins.net

Veja também: Pirâmide e bolas de pedra na Itália

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A fraude de Stonehenge

Posted by luxcuritiba em fevereiro 8, 2014

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Segundo a Wikipedia, o nome Stonehenge vem das palavras do o inglês arcaico “stone” = pedra, e “hencg” = eixo. O lugar é talvez o mais famoso do Reino Unido e se trata de um alinhamento megalítico da Idade do Bronze, localizado na planície de Salisbury, próximo a Amesbury, no condado de Wiltshire, no Sul da Inglaterra.

stonehenge A fraude de Stonehenge   Curiosidades

Stonehenge constituí-se no mais visitado e conhecido círculo de pedras britânico, e até hoje é incerta a origem da sua construção, bem como da sua função, mas acredita-se que era usado para estudos astronômicos, mágicos ou religiosos.

A estrutura é composta  por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinquenta toneladas, onde se identificam três distintos períodos construtivos:

  • O chamado Período I (c. 3100 a.C.), quando o monumento não passava de uma simples vala circular com 97,54 metros de diâmetro, dispondo de uma única entrada. Internamente erguia-se um banco de pedras e um santuário de madeira. Cinquenta e seis furos externos ao seu perímetro continham restos humanos cremados. O círculo estava alinhado com o pôr do Sol do último dia do Inverno, e com as fases da Lua.
  • Durante o chamado Período II (c. 2150 a.C.) deu-se a realocação do santuário de madeira, a construção de dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a construção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales a cerca de 24 quilômetros ao Norte.
  • No chamado Período III (c. 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e as pedras de grandes dimensões (megálitos) – ainda no local – foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte por 19 quilômetros. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezenove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo.

Estima-se que essas três fases da construção  requereram mais de trinta milhões de horas detrabalho.

Recolhendo os dados a respeito do movimento de corpos celestiais, as observações de Stonehenge foram usadas para indicar os dias apropriados no ciclo ritual anual. Nesta consideração, éimportante mencionar que a estrutura não foi usada somente para determinar o ciclo agrícola, uma vez que nesta região o Solstício de Verão ocorre bem após o começo da estação de crescimento; e o Solstício de inverno bem depois que a colheita é terminada. Desta forma, as teorias atuais a respeito da finalidade de Stonehenge sugerem seu uso simultâneo para observações astronômicas e a funções religiosas, sendo improvável que estivesse sendo utilizado após 1100 a.C..

A respeito da sua forma e funções arquitetônicas, os estudiosos sugeriram que Stonehenge – especialmente os seus círculos mais antigos – pretendia ser a réplica de um santuário de pedra, sendo que os de madeira eram mais comuns em épocas Neolíticas.

Claro, como não poderia deixar de ser, o mistério ao redor de Stonehenge produziu uma série de interessantes – e algumas bem delirantes – teorias sobre suas funções e seu poder. Uma das minhas teorias delirantes preferidas é de que “As pedras só podem ter sido trazidas e montadas por Aliens”.

Eu consigo imaginar um alien atravessando a imensidão do cosmos apenas para pegar umas pedras e arrumar direitinho sobre um gramado. E a teoria maluca de que ali está um portal dimensional?  Mas há outras também muito legais, como a que diz que stonehenge é  um antigo local de sepultamento/templo da lua/terreno de  alienígenas, marcadores galáticos formados pelos antigos dinamarqueses/ por povos gigantes/ou deuses provenientes de uma raça alienígena inteligente.

Há até quem creia que a construção de stonehenge envolveu pesquisas de ondas sonoras. Segundo Steve Waller, pesquisador de ondas sonoras:

Minha teoria é que os antigos bretões, quando ouviam duas flautas em um campo, estavam experimentando padrões de interferência de ondas sonoras, onde em determinados locais, conforme se anda em torno do par de músicos, você ouviria barulhos altos ou zonas silenciosas.

Sabe-se hoje que as pedras maiores vieram aproximadamente de um local a apenas 32 quilômetros de distância, mas os tipos de pedras que compõem o círculo interno – que teriam sido colocadas cerca de 5.000 anos atrás – não são encontradas em centenas de quilômetros.

Adeptos da teoria das ondas sonoras também sugerem que a estrutura megalitica também era uma área para raves. Sim, você leu certo. Eu disse RAVES primitivas.

Pesquisadores sugerem que rolava Raves em Stonehange

Claro, nem todas as teorias são viajantes. Há quem aposte suas fichas em astronomia e em rituais religiosos.

“No livro From Stonehenge to Modern Cosmology (“De Stonehenge à Cosmologia Moderna”, inédito no Brasil), o astrônomo inglês Fred Hoyle, um dos maiores especialistas do século XX em teorias sobre a origem do universo, defendeu a tese de que o monumento foi erguido como uma espécie de computador capaz de prever eclipses e outros fenômenos celestiais, concluindo que “o conhecimento astronômico desse povo deve ter nascido de muitos séculos de observação”. Outros especialistas enxergam as ruínas como vestígios de um grande templo religioso – e é bem provável que as duas teorias sejam complementares”. fonte

Como podemos ver, Stonehange é um prato cheio para quem deseja construir uma teoria escalafobética sobre pedras enormes e pesadas empilhadas por homens do neolítico, de 3000 a.C. que não conheciam nem sequer a metalurgia. Mas por mais estranhas que algumas suposições soem, todas elas compartilham de um ponto em comum: A formação é antiquíssima.

Mas acredite ou não, existem pessoas que defendem uma teoria ainda mais bizarra que todas estas juntas: Stonehenge seria uma fraude deliberada, fabricada intencionalmente, no século XX! A razão dessa fraude é (tal qual os blocos atuais) discutível, abrindo margem para diversas suposições loucas. Há quem veja nela uma obra dos Illuminatis, há quem veja nela uma piada britânica de alguém muito rico e poderoso. Há quem veja nela um cuidados plano orquestrado por governos para manipular a opinião das pessoas…

É difícil dar ouvidos a estas suposições estranhas quando todos os cientistas nos dizem que as pedras são antiguidades… Mas como dizem nesses fóruns underground: Você pode garantir? Você estava lá quando fizeram?

Bem eu não estava e realmente, pensando por este lado, será que devemos ser céticos com relação a construção da estrutura megalítica?

Recentemente, num site russo eu achei diversas (um montão) fotos que sugerem a construção de stonehange em um período entre 1954 e 1958.

P50326 1 A fraude de Stonehenge   Curiosidades

Esse material supostamente teria vazado por parentes de  uma testemunha,  que sabia de toda a verdade. Segundo o autor diz, a área foi cercada, e estabeleceu-se um perímetro de contenção de vários quilômetros, para que as pessoas não vissem a montagem da estrutura. Ele diz que embora todo mundo tenha a impressão de que as pedras sempre estiveram lá, elas foram cuidadosamente montadas, usando guindastes e equipamentos modernos, marcações precisas e até tratamento do solo. A cada nova etapa, estranhas celebrações e rituais foram levadas a cabo no lugar (inclusive algumas delas podem ser vistas nas fotos)  Parece loucura, mas veja só essas fotos:P50022 P50049 P50097 P50098 P50128 P50133 P50161 P50162 P50170 P50194 P50196 P50197 P50213 P50217 P50232 P50305 P50317 P50368 P50457 P50512 P50521 P50522 P50524 P50529 P50552 P50585 P50609 P50633 P50674 P50693 P50704 P50758 P50772 P50775 P50777 P50779 P50780 P50792 P50794 P50797 P50802 P50803 P50813 P50815 P50825 P50853 P50930 P50950 P50980 P50985 P51031 P51032 P51058 P51085 P51097 P51210 P51218 P51219 P51222 P51223 P51236 P51338 P51423 P51434 P51449 P51498 P51584 P51655 P51664 P51725 P51729 P51765 P51779 P51803 P51819 P51845 P51850 P51851 P51877 P51885 P51886 P51903-1 P51903 P51918 P51926 P51947-1 P51947 P51949-1 P51949 P51951 P51968 P52362 P52373 P52388 P502591 P502631 P503071 P503511 P503921 P503961 P504301 P504611 P504951 P506091

O autor ainda oferece alguns “fatos pouco conhecidos”:

  1. Pela primeira vez, realizou-se naquela área exercícios militares
  2.  Desde 1898 até o período da Segunda Guerra Mundial o Ministério da Defesa gradualmente comprou grandes extensões de terra na área
  3.  O Ministério da Defesa tem 390 quilômetros quadrados (!) Nos arredores do Stonehenge, alguns dos quais estão permanentemente fechados e  para outros o acesso é muito limitado.
  4.  No passado, nos arredores de Stonehenge foram realizadas obras para um ramal ferroviário e de um aeroporto, ambos foram depois removidos (há outras fontes que sugerem que o aeroporto militar é muito mais próximo, a uma distância de um quilômetro de Stonehenge)
  5.  Em 1943, a aldeia de Imber (15 quilômetros de Stonehenge) e a aldeia Hinton Par  foram despejados. Até hoje a aldeia Imber está sob o controle dos militares
  6.  2 km ao norte de Stonehenge  está localizada a escola da Artilharia Real, que executa operações de  tiro 340 dias do ano
  7.  9 km ao sul-leste, está o aeródromo militar. Nele fica situado o laboratório de Defesa da Ciência e Tecnologia, cujo trabalho é secreto.
  8.  17 quilômetros a oeste de Stonehenge fica uma base militar  de combate aéreo de onde decolam helicópteros “Apache”
  9. Na área de Stonehenge não é permitida a atividade agrícola por causa do perigo de fracasso. Ninguém plantava lá por seculos, já que estranhamente o terreno era muito infértil.  Devido a isso, os prados verdes ao redor de Stonehenge adquiriram valor científico, porque eles representam o último grama natural de terra pura na Inglaterra, e possivelmente – na Europa.
  10. A área ao redor de Stonehenge está há mais de 100 anos – fechada. O território é protegido pelos militares, aviões tripulados e helicópteros bélicos, com disparos diários de artilharia – Os moradores foram expulsos durante a Segunda Guerra Mundial, sob o pretexto dos exercícios; as vilas estão sob o controle dos militares,  e a situação persiste até hoje. – atividades agrícolas sobre uma área de planície ampla, onde o Stonehenge está são proibidas,  existiam no território uma infra-estrutura que permitia a construção em grande escala (incluindo os aeroportos ramal ferroviário), que já foram demolidos como a justificativa de que são “desnecessários”
  11. Talvez um local mais adequado para a construção de Stonehenge seria difícil de encontrar …

Pessoalmente, eu não sei em que acreditar. Não acho possível que tantos cientistas, geólogos, arqueólogos estejam combinados de enganar as pessoas com relação a Stonehenge. Deveria haver uma explicação para estas fotos. Uma suposição para elas seria algum tipo de restauração, levada à cabo pelo governo (o que explicaria a contenção da área, arame farpado, e a falta de populares nas fotos) para preservar a estrutura.

 Sabe-se que no século XX, surgiu uma batalha para preservar o que restou de Stonehenge, mas até isso criou polêmica – como algumas pedras tombadas foram reerguidas e estabilizadas, a interferência acabou produzindo acusações de que as atuais formações seriam falsas. fonte

Embora os restauradores garantam que todo seu trabalho respeitou a posição original das pedras, a questão que fica é se não estamos todos fazendo papel de bobos pensando que aquilo lá é uma obra dos antigos quando na verdade é apenas um cenário montado em pleno século XX. Mas a pergunta que não quer calar é: Se for mesmo uma fraude, por que razão isso teria sido feito?

Fonte: http://www.mundogump.com.br/a-fraude-de-stonehenge/

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Obelisco inacabado de Assuã

Posted by luxcuritiba em junho 3, 2013

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obelisco

São 1.300 toneladas de granito ainda encrustados na pedreira. Observe o padrão das marcas nas fendas, como se tivessem enfiado uma faca quente na manteiga, mas é GRANITO!

Graus/Níveis de dureza de Materias – Escala de Francis Mohs:
– cobre dureza de ~3 Mohs;
– ferro 5 Mohs;
– Aço 6 Mohs;
– GRANITO 6,5 – 7,5 Mohs.
– Diamante 10 Mohs

Detalhe: Para quem não sabe, segundo a história oficial contada pelos historiadores, na época das construções faraônicas o Egito não possuía ferramentas de ferro nem aço, somente martelos e punções toscos feitos de cobre, metal macio e flexível.

Então fica a grande pergunta: como os egípcios conseguiram fazer cortes tão perfeitos, em blocos de granito com dureza 6,7 a 7,5 Mohs, usando apenas ferramentas de cobre de dureza 3,0 Mohs? Isso simplesmente não faz o menor sentido.

Se você quiser ter uma noção concreta do absurdo afirmado pelos historiadores, experimente cortar uma pedra usando uma comum faca de cozinha com dentes serrilhados, que é feita e ferro ou aço, dureza próxima ao do granito. Agora veja o tamanho daquele obelisco e imagine como seria possível executar tal serviço, usando ferramentas de cobre, que são duas vezes mais fracas que o ferro e o aço.

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