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Archive for the ‘Construções Antigas’ Category

Construções Antigas

Documentário: Como foram construídas as pirâmides (2019)

Posted by luxcuritiba em fevereiro 18, 2021

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A construção da Grande Pirâmide e a Verdadeira História da Humanidade revelada.

O filme tem legendas oficiais em: inglês, turco, dinamarquês (ainda não oficial) e francês.

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Megalópole maia é revelada sob floresta da Guatemala por varredura de laser

Posted by luxcuritiba em junho 21, 2019

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Uma vasta e interconectada rede de cidades antigas foi lar de milhões de pessoas a mais do que se pensava.

Pesquisadores identificaram ruínas de mais de 60 mil casas, palácios, rodovias elevadas e outros recursos arquitetônicos que estavam escondidas há anos embaixo de selvas do norte da Guatemala. A descoberta é considerada um grande avanço na arqueologia maia.

Com a tecnologia revolucionária conhecida como LiDar (da sigla inglesa “Light Detection And Ranging”), os especialistas removeram digitalmente o dossel das imagens aéreas da agora despovoada paisagem, revelando ruínas de uma civilização pré-colombiana extensa – muito mais complexa e interligada do que a maioria dos pesquisadores da cultura maia supunha.

“As imagens do LiDAR deixam claro que toda essa região era um sistema de assentamentos cuja escala e densidade populacional haviam sido subestimadas”, explicou Thomas Garrison, arqueólogo do Ithaca College e Explorador National Geographic, especialista em tecnologia digital para pesquisas arqueológicas.

Garrison faz parte de um consórcio de pesquisadores que participam do projeto, liderado pela Fundação PACUNAM (em espanhol), uma organização sem fins lucrativos guatemalteca que promove pesquisas científicas, desenvolvimento sustentável e preservação do patrimônio cultural.

O projeto mapeou mais de 2 mil km² da Reserva da Biosfera Maia na região de Petén, na Guatemala, produzindo o maior conjunto de dados do LiDAR já obtido para pesquisas arqueológicas.

Os resultados indicam que a América Central apoiou uma civilização avançada que foi, em seu auge – há cerca de 1,2 mil anos – mais comparável às culturas sofisticadas, como a da Grécia Antiga ou a da China, do que às cidades-estados espalhados e pouco povoados, que a pesquisa em terra sugeria.

Além de centenas de estruturas anteriormente desconhecidas, as imagens do LiDAR apontam rodovias elevadas que conectam centros urbanos e pedreiras. Os sistemas complexos de irrigação e terraços apoiaram uma agricultura intensiva, capaz de alimentar massas de trabalhadores que reformularam drasticamente a paisagem.

Os antigos maias nunca usaram a roda ou animais de carga, mas ” era uma civilização que literalmente estava movendo montanhas”, sugeriu o arqueólogo Marcello Canuto, da Universidade Tulane, que participou do projeto.

“Havia uma presunção ocidental de que civilizações complexas não poderiam florescer nos trópicos”, comentou Canuto, que conduz pesquisas arqueológicas em um sítio guatemalteco conhecido como La Corona. “Mas com as novas provas baseadas no LiDAR da América Central e de Angkor Wat [Camboja], agora temos de considerar que sociedades complexas podem, sim, ter se formado nos trópicos e fizeram sua vida lá”.
Ideias surpreendentes

“O LiDAR está revolucionando a arqueologia do mesmo modo que o Telescópio Espacial Hubble revolucionou a astronomia”, disse Francisco Estrada-Belli, arqueólogo da Universidade de Tulane e Explorador National Geographic. “Precisamos de 100 anos para passar por todos os dados e realmente entender o que estamos vendo”.

No entanto, a pesquisa já fomentou ideias surpreendentes sobre padrões de assentamento, conectividade interurbana e militarização nas terras baixas maias. No pico do seu período clássico – cerca de 250-900 d.C. –, a civilização abrangeu uma área do dobro do tamanho da Inglaterra medieval, mas era muito mais densamente povoada.

“A maioria das pessoas estava confortável com estimativas populacionais de cerca de 5 milhões”, explicou Estrada-Belli, que dirige um projeto arqueológico multidisciplinar em Holmul, na Guatemala. “Com esses novos dados, é razoável pensar que havia entre 10 a 15 milhões de pessoas, incluindo os que viviam em áreas baixas e pantanosas que muitos de nós pensavam ser inabitáveis”.

Praticamente todas as cidades maias estavam ligadas por calçadas em número o suficiente para sugerir que fossem muito trafegadas e usadas para comércio e outras formas de interação regional. As rodovias elevadas facilitavam a passagem, mesmo durante as estações chuvosas. Em uma parte do mundo onde geralmente há muita ou muito pouca precipitação, o fluxo de água foi meticulosamente planejado e controlado através de canais, diques e reservatórios.

Entre os achados mais surpreendentes está a ubiquidade de muros defensivos, muralhas, terraços e fortalezas. “A guerra não só estava acontecendo no final da civilização”, sugeriu Garrison. “Foi em larga escala e sistemática e durou muitos anos”.

A pesquisa também revelou milhares de poços escavados pelos saqueadores modernos. “Muitos dos novos sítios são novos apenas para nós; eles não são novidade para os saqueadores”, alertou Marianne Hernandez, presidente da Fundação Pacunam.

A degradação ambiental é outra preocupação. A Guatemala está perdendo mais de 10% de suas florestas por ano e a perda de habitat acelerou por sua fronteira com o México, enquanto os invasores queimam a terra para abrir espaço à agricultura e ao assentamento humano.

“Ao identificar esses sítios e ajudar a entender quem eram essas pessoas antigas, esperamos conscientizar o valor da proteção desses lugares”, disse Hernandez.

A pesquisa é a primeira fase da Iniciativa Pacunam LiDAR, um projeto de três anos que mapeará mais de 14 mil km² das planícies da Guatemala, parte de um sistema de colonização pré-colombiana que se estendeu para o norte até o Golfo do México.

“A ambição e o impacto do projeto são simplesmente incríveis”, elogiou Kathryn Reese-Taylor, arqueóloga da Universidade de Calgary e especialista em cultura maia que não estava associada a essa pesquisa. “Depois de décadas estudando as florestas, nenhum arqueólogo tropeçou nesses sítios. Mais importante ainda, nunca tínhamos a grande imagem que esse conjunto de dados nos dá. Realmente retira o véu e nos ajuda a ver a civilização como os antigos Maias viram.”

https://www.nationalgeographicbrasil.com/2019/06/fossil-monstro-marinho-elasmossauro-plesiossauro-antartida-descoberta?fbclid=IwAR0b4xA-0KHy2WgfI8w-R2ebnzN8FwPVpzevse-JPwTU2UcRThozZpkbQVs

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Descoberta chocante no fundo do oceano é capaz de desconstruir diversos mitos

Posted by luxcuritiba em julho 24, 2018

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de Gustavo Teixera

O fundo do oceano pode revelar muitos mistérios. Mitos antigos, como a cidade perdida de Atlântida, permanecem sem muitas explicações. Mas, outra cidade perdida está desconstruindo alguns desses mitos.

Conhecida como Heracleion, a cidade foi redescoberta em 2000 pelo arqueólogo francês Franck Goddio e por uma equipe do Instituto Europeu de Arqueologia Subaquática (IEASM), após uma pesquisa geofísica de quatro anos. As ruínas da cidade perdida foram encontradas a cerca de 10 metros de profundidade no mar Mediterrâneo, mais precisamente, na baía de Aboukir, perto de Alexandria, Egito. Eles acreditam que a cidade de Heracleion tenha ficado enterrada por 1.200 anos.

De acordo com o jornal britânico The Telegraph, a principal pesquisa sugere que Heracleion serviu como um porto obrigatório de entrada para o comércio entre o Mediterrâneo e o Nilo.

Até agora, 64 barcos e mais de 700 âncoras foram desenterrados da lama da baía. Outros achados incluem moedas de ouro, moedas de Atenas e estátuas gigantes com escritos em grego e egípcio antigos. Os pesquisadores acreditam que esses artefatos apontam para a proeminência da cidade como um centro comercial movimentado.

Os arqueólogos também descobriram uma variedade de artefatos religiosos na cidade submersa, incluindo esculturas de pedra de quase 5 metros. Eles acreditam que tais esculturas decoravam o templo central da cidade e sarcófagos de calcário.

“A evidência arqueológica é simplesmente esmagadora”, disse professor Sir Barry Cunliffe, um arqueólogo da Universidade de Oxford que participou da escavação, em um comunicado à imprensa obtido pelo The Huffington Post. “Por permanecerem intocados e protegidos por areia no fundo do mar durante séculos, eles estão brilhantemente preservados“, completou.

Mas apesar de toda a animação, um mistério sobre Heracleion permanece em grande parte sem solução: por que, exatamente, naufragou? A equipe de Goddio tem uma teoria: eles sugerem que o peso dos grandes edifícios sobre a região e o solo de areia podem ter feito a cidade afundar após um terremoto.

http://www.jornalciencia.com

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Você já ouviu falar no “Túnel de Bourbon”?

Posted by luxcuritiba em maio 10, 2018

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Há cerca de 150 metros da praça Piazza del Plebiscito, no centro de Nápoles, Itália, está localizada a entrada que desce 30 metros e dá acesso aos túneis Bourbon, compostos de aproximadamente 530 metros de galerias subterrâneas, cavernas e aquedutos remanescentes. A versão oficial para explicar o “inexplicável”, narra que o rei de Napolis fez esse “tunelzinho” para escapar de invasores. Veja as imagens do “tunelzinho”. (Veja o vídeo no link YT abaixo).

Ninguém sabia desse túnel, mas uns poucos fizeram desse local um refúgio de guerra. A história é contada por quem está no controle, lembre-se disso.

Mais infos: www.galleriaborbonica.com/en/home

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Atlântida: A Cidade Perdida – Documentário

Posted by luxcuritiba em janeiro 9, 2018

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Excelente documentário. 1h33min. Sobre civilizações antigas, cidades que poderiam ter sido as origens de Atlântida, ou o que restou dela, povoadas pelos poucos sobreviventes ao holocausto. Estaria Atlântida soterrada sobre um imenso pantanal? Seria o símbolo judaico, o candelabro de 7 pontas, um símbolo abreviado da Atlântida? Seriam os judeus descendentes atlanteanos? Muitas informações para mexer com a sua cabeça! Assista e tire suas próprias conclusões.

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Ponte construída há 1,7 milhões de anos pode mudar a história humana

Posted by luxcuritiba em agosto 1, 2017

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Uma “ponte” de 1,7 milhão de anos é a evidência final de que os humanos estiveram na Terra há muito mais tempo do que especialistas afirmam.

O ex-diretor da entidade de Pesquisa Geológica da Índia acredita ter encontrado a evidência final de uma ponte artificial de 1,7 milhão de anos, o que indica que a humanidade existia na Terra há milhões de anos e tinha a capacidade de erguer estruturas “sofisticadas” muito antes do que sugerem os especialistas de tendência predominante.

Isso, no entanto, vai contra tudo o que nos disseram desde que os humanos surgiram na Terra há somente cerca de 200 mil anos, segundo a narrativa oficialmente aceita, mas a suposta ponte coloca em dúvida tudo o que os cientistas acreditaram ser verdadeiro.

A estrutura – que é supostamente visível mesmo do espaço – ocupa uma área relativamente grande que se estende da Índia até o Sri Lanka.

Curiosamente, as antigas lendas hindus sugerem que o rei Rama, uma divindade hindu, construiu uma ponte de proporções similares há mais de um milhão de anos.

De acordo com a tradição hindu, esta “faixa de terra” é uma ponte construída pelo deus hindu Rama, como foi contado no épico Ramayana. Rama é uma das manifestações mais famosas do Deus Supremo e é reconhecida como a imagem, o espírito e a consciência do hinduísmo, uma das religiões mais antigas do mundo.

Na verdade, desde a antiguidade esta formação é conhecida como a “Ponte de Rama” ou “Rama Setu”.

O épico indiano Ramayana conta a história da ponte terrestre e como foi construída para servir o deus hindu Rama, a fim de ajudá-lo a atravessar a água para chegar à grande ilha e resgatar sua amada das garras do rei demoníaco Ravanna.

É uma história de amor, atos valentes e construções incríveis, como parece.

Mas quem foi o cientista que disse que a ponte era real?

Estamos falando do Dr. S. Badrinarayanan, ex-diretor do Geological Survey of India e ex-coordenador da divisão de pesquisa do Instituto Nacional de Tecnologia Oceânica (NIOT). Ele estudou amostras centrais da ponte e, aparentemente, está convencido de que não estamos olhando para uma formação natural, como sugerem outros cientistas, mas sim uma estrutura artificial e que foi “erguida” há mais de um milhão de anos.

Segundo os relatórios, o Dr. Badrinarayanan realizou um levantamento desta estrutura e concluiu que foi feita pelo homem.

O Dr. Badrinarayanan e sua equipe fizeram 10 furos ao longo do alinhamento de “ponte”. O que ele descobriu foi surpreendente. Cerca de 6 metros abaixo da superfície, ele encontrou uma camada consistente de pedra de areia calcária, corais e materiais como rochas. A equipe dele ficou surpresa quando descobriu uma camada de areia solta, cerca de 4-5 metros mais abaixo e então formações de rocha dura abaixo disso.

Uma equipe de mergulhadores passou a examinar fisicamente a ponte. Os pedregulhos que eles observaram não eram compostos de uma formação marinha típica. Eles foram identificados como tendo vindo de ambos os lados da ponte. O Dr. Badrinarayanan também indica que há evidências de pedreiras antigas nessas áreas. Sua equipe concluiu que os materiais de qualquer uma das orlas foram colocados sobre o fundo arenoso da água para formar a ponte.

Em um painel de discussão especial sobre Rediff, o Dr. Badrinarayanan disse:

“Não é uma formação natural; a parte superior parece ser uma estrutura artificial.
Para entender o que estou dizendo do ponto de vista geológico, você tem que conhecer várias coisas.
O que é conhecido como a Ponte de Adão é originalmente uma divisão de grau natural que separa a Baía de Bengala e o Oceano Índico ao sul. Assim, os aspectos geológicos são diferentes em ambos os lados.”

Dr. Badrinarayanan ainda acrescentou:

“Encontramos areias marinhas em cima e abaixo que era uma montagem mista de corais, pedras de areia calcária e materiais semelhantes a pedregulhos.
Surpreendentemente abaixo de até 4 a 5 metros, novamente encontramos areia solta e depois disso, formações duras estavam lá.”

Ele acrescentou que “abaixo dos corais e pedregulhos, estávamos acessando areia solta, o que significa que não é natural”.

No entanto, o Ramayana diz que a ponte foi construída sobre uma base de madeira (que foi colocada no topo de uma elevação natural preexistente) que foi coberta de pedras grandes e pequenas.

Mas, como já era de se esperar, há muitas pessoas que não concordam com o Dr. Badrinarayanan.

Um deles é Suvrat Kher, um geólogo especializado em formações marinhas, que acredita firmemente que não estamos a ver mais do que uma formação natural.

Escrevendo sobre a suposta ponte, o Dr. Kher disse:

“Durante a ‘era do gelo’ no período Pleistoceno, o acúmulo glacial e o derretimento forçou flutuações no nível do mar em dezenas de metros, estabelecendo as condições para vários episódios de recife de corais e formação de bancos de areia. Durante períodos de grandes quedas do nível do mar no Pleistoceno, haveria uma conexão terrestre entre a Índia e o Sri Lanka.
Mas no final da última glaciação de Wisconsin, o nível do mar começou a aumentar em todo o mundo.”

https://www.ancient-code.com/expert-claims-this-1-7-million-year-old-man-made-bridge-shatters-mainstream-history/

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Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas

Posted by luxcuritiba em julho 8, 2016

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Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 1

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por Damaris de Angelo

Os templos antigos são famosos pelo esplendor visual e relevância histórica que carregam. O Templo de Hathor, construído em torno de 2250 aC não fugiria a regra. Com obras que preenchem todo o edifício, o interior do complexo se encontra muito bem conservado e, apesar de ser um velhinho de milhares de anos de idade, ele é tido como templo principal do complexo Dendera Temple, conhecido como um dos locais mais bem preservados de todo Egito.

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 2

De frente para o Nilo, a estética do local é clássica egípcia, com exemplos de obras ptolomaicas, incluindo representações de Cleópatra e seu filho. O templo foi construído para adorar a deusa egípcia Hathor, que era a personificação do amor feminino, cura e maternidade. Colunas imponentes foram esculpidas para suportar a face da deusa que é complementada com chifres de vaca.

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 3

Recentemente, os trabalhadores removeram toda a fuligem preta acumulada em centenas de anos no teto do templo. A restauração possibilitou uma vista espetacular pela pintura cuidadosamente revelada. Decorado com um mapa astrológico bastante completo dos céus e os signos do zodíaco, o teto oferece uma nova fonte de estudos e uma cena encantadora para visitar.

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 4

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 5

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 6

Templo egípcio de 4200 anos tem obras de artes esplendorosas e bem preservadas 7

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Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis

Posted by luxcuritiba em julho 6, 2016

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Imagens proibidas do interior das tumbas de Vale dos Reis 2

Teve de trocar 100 emails para conseguir fotografar o Vale dos Reis, a pérola do Antigo Egito. Jakob Kyncl viajou pelo mundo inteiro, mas foi o Egito que o conquistou: “Não há nada como isto”.

Cem e-mails e seis semanas depois, o jornalista Jakub Kyncl conseguiu entrar nas zonas proibidas do Vale dos Reis, no Egito, onde estão enterrados alguns dos faraós e governantes mais poderosos do Império Novo. Teve de falar com “a pessoa certa”, dar bons argumentos para querer fotografar um sítio que os turistas só podem guardar na memória, explicar ao pormenor como iria decorrer todo o trabalho.

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O fotógrafo residente na República Checa já tinha viajado um pouco por todo o mundo: é a vantagem de viver “mesmo no coração da Europa”, como ele descreve Praga no seu website. Tem no portfólio passagens pela Lituânia, pelos Emirados Árabes Unidos, Belize e até Portugal, a quem chamou de “precioso”. Só no Egito – o “monumental”, adjetivou ele – esteve dez vezes. “E o Vale dos Reis tornou-se o ex libris no Egito quando passei lá há dez anos”, explicou ao Observador. Fotografou a zona este de Luxor, apaixonou-se e decidiu continuar por ali, mas desta vez do outro lado do Nilo.

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Dentro do Vale dos Reis, Jakub Kyncl sentiu-se como “um rapazinho que acabou de receber a primeira bicicleta”. Queria sorver todas as sensações e todas as informações possíveis no escasso tempo que tinha, por isso voltou várias vezes aos mesmos sítios para se certificar que as imagens estavam a ficar tal como as tinha projetado. No túmulo de Ay, mais afastado dos outros, esteve sozinho apenas com o guia durante mais de uma hora. “Falem-me sobre uma super-experiência privada – é esta!”, contou-nos o jornalista entusiasmado.

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Ver um homem – o único, aliás – a fotografar alguns dos monumentos mais belos do mundo não agradou a todos. Os turistas não podem captar imagens do local, tornando muito raras as fotos ilustrativas do Vale dos Reis. Num dos dias de trabalho, um advogado que passeava por ali começou a gritar para Jakub Kyncl, achando que ele tinha pago aos guardas para o deixarem fotografar. Quem explicou ao homem, sempre mais cético, e à sua mulher, que aquele era um projeto para “divulgar pelo mundo a beleza do Egito” foi Medhat Ramedan Hafez, um egiptólogo.

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Mais tarde, Jakub Kyncl voltou a cruzar-se com o turista, que lhe sorriu, bateu nas costas e pediu desculpa. “Às vezes, acho que o melhor que temos a fazer é apenas escolher o comportamento certo”, escreve o fotógrafo.

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Site do Jakub: www.jakubkyncl.com

http://observador.pt

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Menino de 15 anos testa teoria própria e descobre cidade maia

Posted by luxcuritiba em maio 11, 2016

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Menino de 15 anos testa teoria própria e descobre cidade maia 1.1

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O canadense William Gadoury, de 15 anos, pode ter feito história ao descobrir uma cidade maia até então desconhecida a partir da observação das estrelas e com a ajuda do Google Maps.

Segundo o Journal de Montréal, o morador da província de Quebec (Canadá) estudou 22 constelações, reproduziu todas elas em um mapa e, ao analisá-lo, percebeu que elas correspondiam às coordenadas geográficas de 117 cidades maias espalhadas pelo México, Guatemala, Honduras e El Salvador.

Ao aplicar sua teoria a uma 23º constelação, sempre usando dados da Agência Espacial Canadense, e checar a localização no Google Maps, William encontrou vestígios de uma nova cidade na Península de Iucatã, no México.

“Eu não entendia porque os maias construíram suas cidades longe dos rios, em terras marginais e nas montanhas. Eles tinham outra razão. Como eles adoravam as estrelas, tive a ideia de verificar minha hipótese”, conta William ao jornal Positivr. “Fiquei realmente surpreso e animado quando percebi que a posição das estrelas estava combinando com as maiores cidades maias”.

A descoberta do menino é única porque, em todos esses anos, nenhum cientista relacionou as constelações à localização de regiões maias.

Menino de 15 anos testa teoria própria e descobre cidade maia 2

Especialistas acreditam que os 30 pequenos prédios e a pirâmide de 86 metros de altura sejam parte da quarta maior cidade maia, com 80 e 120 km², e já foi batizada pelo estudante como “K’aak Chi” (Boca de Fogo).

Agora, uma expedição está sendo organizada para chegar até a região, que é de difícil acesso. William, que ganhou uma medalha da Agência Espacial Canadense, deseja ver a descoberta, feita de dentro de seu quarto, com os próprios olhos. “Seria a culminação de meus três anos de trabalho e o sonho da minha vida”, define o menino, que começou a se interessar pela civilização antiga após as previsões de que o mundo acabaria em 2012.

No ano que vem, o jovem virá ao Brasil para participar de uma feira de ciências internacional.

http://www.redetv.uol.com.br

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Esferas de pedra gigantes da Costa Rica

Posted by luxcuritiba em março 8, 2014

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Muitos devem estar familiarizado com a cena de abertura de “Os Caçadores da Arca Perdida”, onde uma esfera de pedra gigante quase esmaga Indiana Jones. Enquanto todo mundo reconhece o filme como uma obra de ficção, as gigantescas esferas de pedra não são.

Enquanto limpavam a floresta para plantações de bananas, em 1940, na região Diquis, Delta da Costa Rica, os funcionários da United Fruit Company descobriram inúmeras e grandes esferas de pedra parcialmente enterradas no chão da floresta.

Quase imediatamente, as misteriosas esferas tornaram-se ornamentos, terminando nos quintais de prédios do governo e executivos da empresa. Muitas esferas também foram quebrados ou danificadas e outras foram dinamitadas em uma época em que poucos perceberam o seu valor arqueológico.

De acordo com John Hoopes, professor  de antropologia e diretor do Programa de Estudos  das Nações Indígenas, cerca de 300 esferas foram encontradas, com a maior pesando 16 toneladas e medindo oito pés de diâmetro, e a menor sendo do tamanho de uma bola de basquete. Quase todas elas são feitas de granodiorito, uma pedra dura e ígnea.

Desde sua descoberta o verdadeiro propósito das esferas, que ainda ilude os especialistas, tem sido objeto de especulação desde a teorias sobre as bolas sendo ajudas à navegação, até relíquias relacionadas com Stonehenge, o produto de uma civilização antiga desconhecida ou visitas de extraterrestres.

Parte do mistério cerca a maneira como elas foram criadas, como as esferas quase perfeitas parecem ter vindo de uma pedreira que fica a mais de 50 quilômetros de distância, e que foram criadas em uma época em que as ferramentas de metal não tinham ainda sido inventada.

Estima-se que as pedras foram feitas a cerca de 600 DC. No entanto, o método de datação por pedras é especulativo em si, pois realmente só revela o mais recente uso das esferas não quando eles foram criados.

“Esses objetos podem ter sido usados ​​durante séculos e acabarem sendo colocados onde estão por uns milhares de anos depois. Portanto, é muito difícil dizer exatamente quando elas foram feitas”, explicou Hoopes.

No entanto, o maior mistério continua sendo para que eles foram usadas.

“Nós realmente não sabemos por que elas foram feitas”, disse Hoopes. “As pessoas que as fizeram não deixaram quaisquer registros escritos. Nós contamos apenas com dados arqueológicos para tentar reconstruir o seu contexto. A cultura das pessoas que as fizeram se extinguiu pouco depois da conquista espanhola. Assim, não há mitos ou lendas ou outras histórias que são contadas pelos indígenas da Costa Rica sobre o porquê eles fizeram essas esferas.”

Muito parecida com os moai da Ilha de Páscoa, uma teoria supõe que as esferas eram simplesmente símbolos de status. As pedras, que agora são protegidas pela UNESCO, também poderiam ter sido organizada em padrões enormes que tinham significado astronômico como muitas das bolas foram encontrados aparentemente em alinhamentos, consistindo de linhas retas e curvas, bem como triângulos e paralelogramos. Porém, como quase todas as esferas foram movidas do local original, os pesquisadores acreditam que o verdadeiro significado das esferas possivelmente nunca venha a ser descoberto.

http://www.ancient-origins.net

Veja também: Pirâmide e bolas de pedra na Itália

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