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A Luta Pela Patente da Pirâmide

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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por Karl Drbal

“Karl Drbal é um engenheiro de rádio aposentado, pioneiro do rádio e da televisão na Tcheco-Eslováquia. Na casa dos setenta anos, metade de sua vida foi dedicada à teoria da regeneração da energia. Seu interesse e suas pesquisas no campo das formas incomuns de energia, como suas lâminas de barbear, são muito aguçados. Este capítulo foi preparado por ele em Praga, na Tcheco-Eslováquia, no dia 12 de fevereiro de 1974, especialmente para este livro. É o único escrito seu publicado nos Estados Unidos.”

Esta é a história da patente 91.304, estranha invenção que correu o mundo inteiro – um invenção que indica mais ou menos que a cavidade de um pequeno modelo de papelão da Grande Pirâmide de Queops pode afetar o fio de aço de uma lâmina de barbear!

Deve-se frisar que o pedido da patente, entregue em Praga, na Tcheco-Eslováquia, em 1949, só foi concedido em 1959! Desde que o tempo normal gasto pela Comissão de Exame de Patentes varia de um a três anos, é óbvio que o invento foi por ela considerado um tanto extraordinário.

Durante o período de dez anos através dos quais tramitou o pedido, fui obrigado a elaborar novos argumentos científicos para explicar de que modo este engenho tão simples, sem nenhuma fonte de energia evidente, pode afetar o fio de uma lâmina de barbear embotada pelo uso repetido.

Inicialmente, quando requeri a patente, o fato se tornou quase uma piada para mim e meus amigos, engenheiros de rádio como eu, que me encorajaram a fazer o requerimento para ver como reagiria o Departamento de Patentes expedindo uma patente sobre um “aparelho de barbear do Faraó.” Contudo, devo enfatizar que, depois de terem usado uma única lâmina guardada no regenerador, para se barbear diariamente durante mais de cem dias, meus amigos estavam tão persuadidos quanto eu de que o aparelho funcionava.

Difícil foi persuadir os examinadores do Departamento de Patentes de que o invento funciona – e muito mais difícil ainda explicar como funciona.

Durante os dez anos em que a comissão examinou o pedido, dediquei-me ao estudo de todas as microondas possíveis, das relações cósmicas e telúricas entre a cavidade ressonante de um modelo da Pirâmide de Queops, construída de material dielétrico, e sua ação sobre a estrutura cristalina do fio da lâmina de barbear. Estudei também a relação com o campo magnético terrestre, pois uma das recomendações da patente é de que a lâmina deve ficar com seu eixo longitudinal na direção do componente horizontal do campo magnético da Terra.

Meu emprego num grande instituto de pesquisa de rádio foi muito importante durante este tempo, pois me facilitou o acesso a toda a literatura técnica mundial necessária. Passo a passo, durante os dez anos de luta com os examinadores, pude elaborar uma teoria (ou hipótese) sobre a excitação da cavidade ressonante do pequeno modelo da pirâmide pelas microondas (principalmente do Sol), com o auxílio da concentração do campo magnético terrestre. Tendo determinado a possibilidade técnica desta alimentação anergética da pirâmide, pude então convencer os examinadores de que, na verdade, o Faraó Chufev (Queops) nada tinha em comum com as lâminas de barbear, e que tudo era um absurdo.

Durante este período, construí um modelo em papelão, “tipo Queops”, com 8cm de altura e 12,5cm na linha da base (uma polegada mede aproximadamente 2,54cm), que apresentei ao chefe dos examinadores da patente (excelente especialista em metalurgia). Como, para sua satisfação, o modelo funcionou perfeitamente durante o período de dez anos, ele pôde provar, por experiência própria, que o invento não era uma mistificação. Foi, portanto, forçado a defender minha invenção perante a comissão examinadora. Estou certo de que, sem o auxílio deste honesto examinador, a “estranha” patente 91.304 hoje não existiria. A patente foi concebida para o “tipo Queops”, onde a linha da base pode ser facilmente calculada multiplicando-se a altura da pirâmide por PI/2 (isto é, 1,57079), que se acha exatamente especificada na descrição da patente. Contudo, a especificação não se limita a esta forma, já que descobri, através de um grande número de experiências diferentes, que as pirâmides de outras formas (tipos) são também capazes de afetar o fio da lâmina de barbear do mesmo modo que o tipo Queops. Na descrição da patente, especifiquei esta possibilidade, que também indica por que (em relação à minha hipótese) o modelo da cavidade da pirâmide atua (ou se supõe atuar) sobre a delicada estrutura cristalina do fio.

O título da especificação da patente é o seguinte: “Está bem claro aqui que o aparelho NÃO é um AFIADOR (cuja definição é ‘simbólica”), mas um REGENERADOR.”

“Esta invenção foi testada especialmente para um aparelho na forma de pirâmide, mas não se limita a esta forma específica, significando que pode ser válida para outras formas geométricas de material dielétrico empregadas segundo o descrito nesta invenção, e explicada na seguinte definição funcional:

No espaço limitado por esta forma, inicia-se um processo automático de regeneração que afeta o fio da gilete, produzido apenas pela dita cavidade (o que significa que a excitação desta cavidade é produzida somente pelo campo cósmico e terrestre circundante, por exemplo, elétrico, eletromagnético, gravitacional, corpuscular, e talvez outros campos e energias ainda não definido). Este processo, atuando sobre o fio da lâmina, onde produz uma redução do número de perturbações internas (deslocamentos provocados pelo barbear) na trama atômica da estrutura microcristalina do bordo afiado (que deve ser de aço da melhor qualidade), tem como resultado uma REGENERAÇÃO da delicada estrutura cristalina deste bordo, regeneração que produz uma renovação das propriedades mecânicas e físicas do bordo da lâmina, removendo a “fadiga” do material, provocada pela ação de barbear; e tudo isso apenas se as perturbações da trama cristalina forem do tipo elástico e não do tipo definitivo (por exemplo, a ação destrutora mecânica da borda).

Permitam-se observar aqui que se admite como necessário que a lâmina seja de aço de primeira qualidade, a fim de que a deformação da microestrutura de seu fio, produzida por várias barbas, não seja do tipo definitivo, mas sim elástico.

A pirâmide (tipo Queops, ou de outro formato), ou qualquer ressonador apropriado, tem apenas que produzir aceleração na restauração da deformação elástica do estado original (ou quase original) do fio, aceleração que, em vez da normal (sem o aparelho de regeneração), em quinze ou vinte dias, é realizada em apenas vinte e quatro horas! ESte é o verdadeiro segredo da ação da cavidade ressonante da pirâmide sobre o fio da lâmina de barbear.

Mais um efeito muito interessante foi descoberto pelo professor Dr. Carl Benedicks, de Estocolmo (ver: Metall Kundliche Berichte, Verlage Technik, Berlim, 1952, Tomo II. “Aenderung der Festigkeit von Metallen und Nichtmetallen durch eine benetzende Flussigkeit” – o chamado Flussigkeitseffekt) – o “efeito do mordente líquido”, que produz sobre o aço uma ação não corrosiva, porém redutora da dureza do aço (a ação da água sobre o aço pode reduzir sua dureza de 22%!). Este fato é muito inibidor nas microcavidades do fio da lâmina, de onde é difícil (para não dizer impossível) expelir as nocivas moléculas bipolares da água.

A pirâmide (ou outra cavidade ressonante apropriada) é o único aparelho capaz de ajudar a remoção das moléculas bipolares da água dos vazios da estrutura cristalina do fio da lâmina por meio de uma ação ressonante sobre este dipolo; assim, podemos dizer, figuradamente, que ela desidrata o fio da lâmina de barbear.

Que tal ação sobre as moléculas bipolares da água é possível numa cavidade ressonante, alimentada com a apropriada energia das microondas, foi provado pelos cientistas Born e Lertes (ver: Archiv der elektrischen Uebertragung, 1950, Tomo 1, págs. 33-35. “Der Born-Lertessche Drehfeldeffekt in Dipolflussigkeiten im Gebiet der Zentimeterwellen”). Descobriu-se que as microondas do comprimento do centímetro e suas harmônicas podem produzir uma rotação acelerada das moléculas bipolares da água, deste efeito podendo resultar o processo de desidratação – a “expulsão” das moléculas bipolares da água das menores cavidades e sua projeção no ar ambiente. Este é, exatamente, o processo da desidratação eletromagnética!

Pergunta-se, então, por que os modelos de pirâmides devem ser feitos de material dielétrico. A resposta é simples: “Porque as microondas podem penetrar este material e excitar (alimentar de energia) a cavidade ressonante.” Trata-se de uma descoberta muito antiga. (ver: Journal of Applied Physics, Vol. 10, Junho 1939, págs. 391-398; Richtmyer, R.D., Stanford University, Califórnia, “Dieletric Resonators”).

Observe-se que nas técnicas de microondas o ressonador de microondas deve ser alimentado por uma pequena antena ou por um orifício acoplado. A pirâmide por ser construída sem este orifício e funcionar livremente, porque, conforme expliquei as microondas podem atravessar o material dielétrico (se realmente, aqui, estiverem em ação microondas). Isto foi confirmado experimentalmente por técnicos em microondas, como, por exemplo, Henry Copin, engenheiro a serviço das comunicações militares, em Electronique, Revue Technique Electronique, nº 118, Set. 1956, págs. 10-13: “De l’existanse possible d’ondes stationnaires dans les cellules vivantes.” (Da possibilidade da excitação de ondas estacionárias nas células vivas.) Este autor supõe que cada célula viva é um ressonador de microondas e, como técnico de rádio, explica o mecanismo da excitação cavitária com suas paredes circundantes constituídas de material dielétrico ou semicondutor.

A objeção levantada pelos examinadores de que não é comum a forma de pirâmide nos aparelhos de microondas foi facilmente rebatida com o auxílio da literatura que apresentei (por exemplo: Zeitschrift fur angewandte Physik, Band 6, Tomo 11, 1954, págs. 499-507, Gehard Piefke “Die Ausbreitung elektromagnetischer Wellen in einem PYRAMIDENTRICHTER”).

Fui também convidado pelo Departamento a dizer algo sobre a quantidade de energia de microondas que chega do Sol e acaba sendo refletida pela Terra, com relação à possibilidade de uma ação ressonante sobre a grade microestrutural do fio da lâmina de barbear. Provei cientificamente que, com o auxílio da cavidade ressonante piramidal, ou pelo efeito de concentração de uma trompa piramidal, esta energia pode ser suficiente. Provei ainda que a energia necessária a ação da grade cristalina do aço sobre os deslocamentos é apenas da ordem de 1 a 1,5 ev(elétrons-volt – um elétron-volt representa a energia de 1,6 x 10(-19) watts por segundo), o que significa que esta energia é muito baixa e pode ser facilmente superada pela ação esférica e técnica (microondas produzidas por aparelhos técnicos no interior da pirâmide). Ver, por exemplo, “Plastiche Eigenschften von Kristallen (Kristallgittern) und metallischen Werkstoffen” (Características Plásticas das Grades de Aço Cristalino), de P. Fischer e Kochendorfer.

Minha hipótese, elaborada para o Departamento de Patentes (não afirmo aqui que seja a única possível), explica também por que a pirâmide regeneradora não deve ser colocada muito perto das paredes dos quartos, de massas muito grandes ou de numerosos aparelhos elétricos (definitivamente, jamais perto de um aparelho de televisão).

A fim de explicar, de modo simples, como atua a pirâmide sobre o fio da lâmina de barbear, gosto de compará-la ao fotômetro, que, como a pirâmide, funciona sem qualquer fonte artificial de energia – só com o impacto da luz solar. A única diferença entre os dois aparelhos é que o meu funciona com uma luz solar invisível.

O que foi dito acima compreende a parte principal de minha hipótese para o Departamento de Patentes, que, no fim de “apenas” dez anos de exames e prova de seu real funcionamento fornecida pelo próprio examinador-chefe, resultou na concessão da patente.

Agora já deve estar aparente que não existe nenhuma mágica envolvendo o funcionamento da pirâmide da lâmina e da pirâmide modelo de mumificação. Mais aparente ainda é constatar que existem aqui dois fatores em ação:

1. Rápida desidratação (que, conforme expliquei antes, também funciona de algum modo sobre a lâmina).

2. Ação sobre a trama microcristalina da matéria inorgânica (fina camada de aço) ou sobre a estrutura ou microestrutura da matéria orgânica, viva ou morta, e esterilização, que significa a morte de microorganismos. Deve-se enfatizar que esta ação pode, em casos extremos, matar pequenos animais pela rápida desidratação e alguma “desvitalização”.

Falei ligeiramente sobre outros modelos que não o de Queops, cuja elevação é de cerca de 51º51’51” (Piazzi Smyth, Inglaterra; Abbé Moreux, França; L. Seidler, URSS). Eu e alguns pesquisadores franceses descobrimos que se pode construir um bom modelo funcional de pirâmide com uma elevação de 65º (na Europa, aproximadamente o ângulo de inclinação magnética). Chamei a este tipo “Pirâmide de Inclinação”.

No aclive da parede deste modelo encontramos um ângulo de elevação de 25º; esta forma representa uma boa pirâmide de mumificação, com uma grande superfície de parede, a que eu chamei de “Pirâmide de Contra-Inclinação”. Com todos estes modelos realizei um grande número de mumificações, mas para a lâmina de barbear prefiro o modelo Queops.

No número 9 da edição de 1973 da revista Esotera (BRD), nas páginas 799-800, Hans Joachim Hohn confirma o funcionamento da pirâmide de Queops sobre as lâminas de barbear, mas propõe seu próprio modelo – um ângulo de elevação de 69º20’, uma linha de base de 15cm e altura de 22,2cm – com a qual ele diz ter obtido 196 barbas muito boas, usando uma lâmina Wilkinson-Sword.

Outro experimentador, num artigo intitulado “In der Pyramide wird jede Klinge wieder scharf” (Toda gilete recupera seu fio no modelo da pirâmide), apresenta um ensaio de seu próprio melhoramento.

O iniciador indireto de minhas experiências com os modelos de pirâmides de papelão foi Mr. Antoine Bovis, um francês para quem a intuição era mais suficiente do que a prova científica. Ele fazia experiências com a vara de rabdomancia e com o pêndulo; provavelmente, através do uso do pêndulo, descobriu a possibilidade da mumificação nos pequenos modelos de Queops.

Viajando pelo Egito, Mr. Bovis visitou a Grande Pirâmide e descobriu, na Câmara Real, que tem um terço da altura total da pirâmide, animais mumificados. Num lampejo de intuição, Mr. Bovis deduziu que a pirâmide tinha poderes de mumificação e, ao regressar para casa, reproduziu modelos da Grande Pirâmide, usando escalar de 1:1000 (15cm de altura) e 1:500 (30cm de altura), a linha da base calculada pela multiplicação da altura por P/2 ou, aproximadamente, 1,57.

Bovis estava certo de que suas aparentemente loucas experiências com a mumificação teriam sucesso sem o auxílio de qualquer literatura técnica, revistas de física ou outros dados científicos. Para ele, o pequeno pêndulo construído segundo sua própria patente era suficiente. Bovis, não teve dificuldade para patentear o pêndulo, já que na França, ao contrário do que ocorre na Tcheco-Eslováquia, é possível obter-se uma patente sem fornecer qualquer explicação técnica. Desde que a invenção seja inédita, não é preciso provar que funciona!

A primeira vez que tomei conhecimento do nome de Antoine Bovis foi num livrete de radiestesia no qual apareciam suas diferentes palestras, realizadas nos círculos radiestésicos de Nizza, sobre seus (segundo ele) inúmeros inventos, em particular seu “Pêndulo magnético especial de Bovis”, em sua opinião, o melhor de todos. Em seguida a cada parágrafo havia um outra “Lei da ação da radiestesia”, a única possível, descoberta pelo próprio Bovis.

Numa de suas palestras, ele falou sobre suas experiências de mumificação com os modelos de papelão da pirâmide de Queops, pois descobrira nestes modelos, com seu pêndulo, “as mesmas radiações” que detectara na Câmara do Rei da Grande Pirâmide. Evidentemente, seus modelos funcionavam! Matéria orgânica morta, carne, ovos e pequenos animais mortos ficavam tão perfeitamente mumificados como os animais que ele encontrara na Pirâmide de Gizé.

Como era relativamente fácil determinar se as afirmações de Bovis eram fictícias, construí um modelo Queops de 30cm de altura, em papelão de 3mm de espessura (na escala de 1:500), e, para grande espanto meu, consegui, como Mr. Bovis, realizar mumificações – repetir com sucesso suas experiências de mumificação – mumificando carne de vaca, carneiro ou cabrito, ovos, flores e até pequenos animais mortos como sapos, cobras, lagartos etc.

Comecei a corresponder-me com Mr. Bovis, informando-o de minhas experiências. Trocamos uma agradável correspondência, embora eu sentisse que ele era um pouco “mágico demais” para mim, que era um radiotécnico. Ele afirmava encontrar radiações em tudo o que tocava com seu pêndulo.

Por sua carta, vim a saber que Bovis tinha uma loja de ferragens em Nizza (Quincaillerie, Bovis e Passeron) e que se considerava um grande inventor segundo as leis da radiestesia, criando também aparelhos de todos os tipos. Era ainda fundador de uma outra firma, Artisanat A. Bovis, Nice, que fabricava aparelhos de radiestesia. Alguns de seus produtos incluíam o pêndulo “paradiamagnético”, um radioscópio, biômetro, placas, “magnéticos” para mumificação e ação sobre os líquidos, material magnético e não magnético, que vinham sendo construídos e postos no mercado desde 1931.

Acabei de iniciar um grande número de mumificações com pirâmides de diferentes formatos e tipos, mas principalmente com as do tipo Queops. Em colaboração com Mr. Vartial, de Valenciennes, publiquei minhas descobertas em revistas rediestésicas francesas e belgas (por exemplo: La Revue Internationale de Radisthesie, número 7, abril 1948, págs. 54-57 – França; La Radiesthesie Pour Tous, número 12, 1949, págs. 377-379 – Bélgica), entrando através destes artigos em contato com outros radiestesistas franceses interessados na mumificação pelos modelos da pirâmide de Queops.

Finalmente, como radiotécnico, fui obrigado a admitir que existe algo muito estranho no fenômeno da mumificação – alguma energia deve estar concentrada no modelo da pirâmide. Ao “procurar a natureza desta energia”, fui estimulado a realizar outras “experiências malucas”, como colocar uma nova lâmina de barbear de boa qualidade (a Gilete Azul) na pirâmide de Queops de papelão. Se houvesse o embotamento do fio, isto me daria a prova física de uma força concentrada agindo dentro da pirâmide.

E assim começou minha aventura da gilete com o modelo Queops. Minha suposição de que a lâmina dentro da pirâmide perderia seu fio era falsa. Ocorreu justamente o contrário; e, quando me barbeei confortavelmente cinquenta vezes, fui obrigado a admitir que havia algo de errado em minha hipótese.

Minha primeiro experiência com a gilete foi feita numa pirâmide do tipo Queops de 15cm de altura (escala de 1:1000), ficando a lâmina colocada horizontalmente com seu eixo longitudinal no sentido norte-sul e a um terço da base; dois dos lados da pirâmide foram orientados do mesmo modo.

Através de numerosas experiências, descobri que para este fim era suficiente uma pirâmide de papelão de 8cm de altura ou uma pirâmide de estireno de 7cm de altura. Anos mais tarde, este modelo de estireno foi produzido por uma fábrica de material plástico, mas apenas algumas centenas de peças foram feitas, antes que ela se recusasse a prosseguir na sua fabricação. Embora eu ignore as circunstâncias que provocaram esta recusa, posso especular que talvez alguma grande fábrica de giletes, assustada ante a perspectiva de ter um consumidor usando uma única lâmina cem vezes ou mais, tenha conseguido convencer a fábrica de plásticos a interromper a fabricação das pirâmides.

Claro que quem desejar pode fazer facilmente esta pequena pirâmide. É-me difícil calcular quantas pirâmides feitas em casa existem na URSS, mas posso testemunhar que, dos milhares e milhares de usuários que me têm escrito a respeito da pirâmide, nenhum se queixou, enquanto uma grande parte se manifesta com muito entusiasmo.

Os últimos vinte e cinco anos têm-se constituído, para mim, em uma longa sequência de experiências. Cada barba que faço é, em si mesma, uma experiência que ás vezes tem-me informado, por inesperadas alterações no fio da lâmina, de perturbações cósmicas ou meteorológicas. O fio da lâmina da pirâmide é uma “entidade viva” em contato com o campo circundante – e não raro, depois de fazer uma barba ruim num dia, sou surpreendido, no dia seguinte, com uma barba excelente, feita pela mesma gilete.

Para avaliar o fio da lâmina, criei uma escala de seis graus: 6 – excelente; 5 – muito bom; 4 – bom; 3 – regular; 2 – sofrível; 1 – ruim. Nos primeiros cinco anos e três meses de minhas experiências (de 3 de março de 1949 a 6 de julho de 1954), o valor médio de uma lâmina foi de 105 barbas diárias (usando apenas 18 giletes de diferentes marcas) e consegui tanto quanto 200, 170, 165, 111 e 100 barbas com uma única lâmina. Em vinte e cinco anos, usei um total de 68 lâminas.

Tenho-me correspondido sobre esta estranha patente com pesquisadores em vários países da Europa, e também nos Estados Unidos, na América do Sul, na Austrália, Nova Zelândia e Islândia! Um grande interesse foi também demonstrado pelos pesquisadores na URSS. Por exemplo, no Komsomolskaja Pravda de 10 de outubro de 1970, Mr. Malinov, CSC. (1) escreveu um interessante artigo (reproduzido na revista Heureka de Moscou, em 1973) sobre “um estanho invento”, para usar sua expressão. Como físico, Mr. Mailinov deu uma explicação lógica do funcionamento da pirâmide usando a teoria eletromagnética combinada com o campo magnético da Terra e também com as “forças Lorentz”. Soube também que minha pirâmide, em sua forma caseira,é usada comumente na URSS.

Minha experiência levou-me a escrever alguns artigos sobre a regeneração pela pirâmide para revistas populares de ciência e outros periódicos na Europa Ocidental. Falei também pelo rádio, e cheguei a dar uma entrevista pela televisão. Toda esta publicidade me proporcionou um grande número de cartas amistosas.

Concluindo, desejo a todos os que usam ou virem a usar esta invenção duzentas ou mais barbas com a mesma lâmina.

(1) CSC – Membro da Comissão Civil. (N. do T.)

Fonte: A força das pirâmides, Max Toth e Greg Nielsen, Editora Record, 10a. edição, Rio de Janeiro-RJ, 1974, 221 páginas, págs. 124-134.

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