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Chalé Pirâmide com 6 metros de altura em Botucatu-SP

Posted by luxcuritiba em fevereiro 16, 2022

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Ainda está em construção, mas a imagem já impressiona! Obra de Francisco de Assis Pereira Pires de Campos, 72 anos, empresário e aficionado em temas como Universo, Ufologia, Energias magnéticas, telúricas, orgônicas, espirituais e assuntos relacionados.

Estruturas Piramidais, Orgonites, e Caixas Orgônicas, são de especial interesse para Francisco, além de trilhas, bunkers, viagens, aventuras e construções exóticas.

Dentre todas essas paixões, o que mais me fascina são as pirâmides, não somente pela sua edificação monumental, como pela sua estrutura matemática e por fim a energia universal captada e distribuída em toda a sua estrutura. Nesse sentido, fomos visitar as pirâmides na planície de Gizé e maravilharmo-nos com a Pirâmide de Quéops.

Depois de realizar várias experiências com pirâmides de cobre e seus efeitos sobre as sementes, leite, carne, ovos e outros materiais, resolveu construir pirâmides maiores, para energizar pessoas.

Em 2021 iniciamos a construção de pirâmides, começamos com uma de 2,5m de altura e base com 3,92m totalmente em aço. Foi o projeto piloto, para aprendermos a soldar as arestas com o ângulo de 51ºgraus.

Posteriormente, iniciamos o projeto e construção de uma pirâmide maior com 5m altura e base de 7,85m, com 91 m2 de área útil, com térreo e mezanino.

O projeto é ousado! E reflete sua paixão pelos temas ligados as energias sutis.

Toda a estrutura foi montada com perfis de aço 80×80/3mm Industrial. A cobertura foi feita em tábuas de pinho com 2,5 cm de espessura. Por cima do madeiramento foi colocado manta isotérmica de Polipropileno, Polietileno aditivado e alumínio dupla face PE. Por fim foi colocada cobertura de folhas de alumínio ALUM 1200-H14 de 0.40 mm e 0.70 mm de espessura. Toda estrutura foi apoiada em pilares 0,15m X 0,15m X 1,00m em concreto.

Veja detalhes da construção nas fotos abaixo:

Em seu interior vou colocar uma caixa Orgônica, Cristal de Quartzo na Câmara do Rei e aconselhado por um amigo, um grande orgonite no topo da pirâmide. Tudo é teste! Vamos medir as energias. – conta Francisco.

Na Estância Nova Era – www.estancianovaera.com.br -, local onde foi construída a casa pirâmide de 6m de altura, ele ainda quer construir várias pirâmides menores, para servirem como chalés piramidais aos hóspedes.

Veja a seguir como ficará a casa pirâmide depois de pronta em imagens do projeto modeladas em computador.

Agora que estamos aprendendo a construir casas piramidais e caixas Orgônicas, vou inclui-las nos meus negócios imobiliários e turismo.

Não é a primeira vez que Francisco se aventura em realizar construções exóticas. Na estância ele já construiu vários Domus em super-adobe, resultando em um dos maiores do Brasil possuindo subsolo, térreo e mezanino com sala tendo 6m de pé direito.

Quem desejar conhecer a pirâmide ou quiser apenas passar um final de semana em um ambiente rodeado por exuberante vegetação pode acessar o site da Estância para maiores informações ou entrar em contato pelo email fappc1@gmail.com, ou telefone 11-9.6021.6021 (whats). Certamente será muito proveitoso passar um tempo num ambiente com energias tão renovadoras!

Gostaria de construir uma casa piramidal também? Converse com o Francisco, ele se dispõe a prestar assessoria para a realização desse sonho, desde o projeto até a construção.

E por fim um passeio virtual pela modelagem 3d em computador do projeto como deve ficar quando terminado. Veja o vídeo abaixo:

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Existe aurora boreal branca?

Posted by luxcuritiba em outubro 27, 2021

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Recentemente foram divulgadas nas redes sociais algumas fotos de auroras boreais impressionantes e brancas. Você já deve ter visto muitas fotos e vídeos desse fenômeno belo e inspirador. Mas geralmente elas são em várias cores. Você já viu uma aurora branca? Existe de fato aurora branca? Vejamos algumas considerações e algumas belas imagens…

A rigor o mecanismo da luz auroral é a emissão de gases excitados à medida que eles fazem transições para estados de energia mais baixos. Essas transições produzem espectros de emissão. Portanto, eles produzem luz monocromática em um ou mais comprimentos de onda. A luz verdadeiramente branca requer que a luz seja emitida em todos os comprimentos de onda visíveis.

É possível que uma luz auroral muito brilhante pareça branca para um observador. Se uma fonte de luz colorida for muito brilhante, ela pode saturar sua visão e a cor parecer desbotada. É por isso que muitas pessoas vêm Júpiter como um ponto branco em seus telescópios: é tão brilhante que você não consegue distinguir as delicadas variações de cores.

Às vezes, quando a Aurora é forte, as cores são facilmente discerníveis, mas na maioria dos casos, a Aurora pode ser de cor clara ou efetivamente incolor.

Pode-se então dizer que é bastante fácil ver uma Aurora branca/translúcida, às vezes muito mais fácil do que ver uma Verde ou Vermelha. No entanto, as câmeras que usamos para tirar fotos das Luzes têm sensores muito melhores do que nossos olhos, então a cor quase sempre aparece na câmera, mesmo quando não podemos vê-la.

Existem diferentes tipos de Aurora? Quais são os tipos?

De acordo com o livro do especialista auroral e físico Neil Davis (Davis, N. 1992. The Aurora Watcher’s Handbook. Fairbanks: U. of A. Press.), existem três tipos de auroras: discretas, auroras pulsantes e arcos de hidrogênio (auroras difusos).

As auroras discretas são auroras que têm proporções bem definidas. Tudo começa aqui e termina ali. Estes seguem as linhas do campo magnético e são muito finos em seu núcleo, apesar de às vezes formarem formas que podem ser vistas a centenas de quilômetros de distância. É esse tipo de aurora que você vê na maioria das fotos.

Auroras pulsantes são os restos de eventos aurorais mais fortes. Depois que uma forte formação de auroras “quebra”, ainda permanecem algumas auroras sem forma por todo o céu. Estes são bastante fracos, principalmente incolores e mudam de forma durante a noite. Isso pode durar horas após o término de um forte evento auroral.

Finalmente, os arcos de hidrogênio (auroras difusas) são o resultado de fracos fluxos de partículas solares que fluem continuamente em direção à terra, mesmo quando você não tem erupções solares. Essas auroras difusas parecem muito incolores e são semelhantes em aparência à Via Láctea.

Como a aurora boreal acontece

O sítio arqueológico de El Tajin, no México atual.

Quando pensamos em Aurora Boreal, rapidamente vem à mente as luzes coloridas e dançantes no céu escuro do ártico. Mas você sabe como esse fenômeno acontece?

Antes de qualquer coisa, é importante falar de Aurora Polar.

A Aurora Polar é uma reação luminosa causada pelo impacto do vento e poeira solar com a atmosfera terrestre. Esse fenômeno só acontece nas regiões polares – próximo do Polo Sul e do Polo Norte – por causa da canalização pelo campo magnético terrestre.

Como você viu na imagem, Aurora Polar é como é chamado o fenômeno que acontece em ambos os polos. Mas e a Aurora Boreal?

“Aurora Boreal” é o nome dado por Galileu Galilei para se referir ao fenômeno que acontece no hemisfério norte, também chamado simplesmente de “luzes do norte”. A Aurora Polar no hemisfério sul, por sua vez, recebe o nome de “Aurora Austral”.

O que é preciso para ver a aurora?

O fenômeno acontece cerca de 200 dias por ano na Lapônia, região mais setentrional da Finlândia. Os dados parecem animadores, mas infelizmente não é porque a Aurora Boreal está acontecendo que você irá vê-la.

Basicamente, é preciso saber que existem 3 fatores que vão influenciar na visibilidade da Aurora Boreal: escuro absoluto, atividade geomagnética e céu limpo.

Escuro Absoluto

Esse é o único fator que depende exclusivamente de planejamento, então é bom ficar atento.

O que acontece é que as luzes do norte são bastante suaves. Por isso, qualquer luminosidade externa pode interferir na visibilidade. Levando isso em conta, vale a pena prestar atenção em alguns detalhes:

- não viaje entre abril e agosto, já que nesse período as noites são muito curtas ou inexistentes;
- evite viajar na lua cheia, pois até a claridade da lua pode atrapalhar; e
- fuja de grandes centros urbanos e lugares com muita poluição luminosa.

Outra dica é tomar cuidado com o celular, lanternas e outras fontes luminosas durante as “caçadas” de Aurora Boreal. Isso porque quando ficamos um tempo no escuro, as nossas pupilas dilatam e aumentam a percepção de luz. Alguns sentem mais, outros menos.

Atividade geomagnética

Diversos fatores influenciam na atividade geomagnética que causa a Aurora Boreal. E o grande problema é que é um pouco difícil prevê-los.

As previsões geralmente levam em conta a rotação solar, a ovação auroral e o índice KP.

O índice KP (índice K planetário estimado) é um dos mais utilizados e fornece uma escala de 0 a 9 para medir a influência da atividade geomagnética na visibilidade da Aurora Boreal.

Basicamente, o KP dita a intensidade da Aurora Boreal e a latitude necessária para vê-la. Em regra: quanto maior o KP, maiores as chances de um grande espetáculo no céu e também das luzes serem vistas mais ao sul.

O grande problema é que as previsões a longo prazo não são muito precisas. E mesmo as previsões a curto prazo não são capazes de ditar exatamente quando e em qual altitude (o que influencia diretamente nas cores) ela acontecerá.

Por isso, os melhores sites e aplicativos de previsões podem sim ajudar. Mas não são infalíveis. E, pensando em uma viagem que será planejada com meses de antecedência, eles acabam tendo pouquíssima relevância no longo prazo.

Céu limpo

Esse fator não requer muita explicação: as Auroras Boreais acontecem em maiores altitudes do que as nuvens. Logo, se o céu estiver completamente encoberto, não dará pra ver nada.

Como sabemos, as previsões climáticas também não são muito precisas. Mas existem sim épocas piores e melhores para ver a Aurora Boreal na Finlândia. Novembro, por exemplo, é provavelmente um dos piores meses.

Quais são as cores da Aurora Boreal?

Vimos que a Aurora Boreal é causada pela colisão de partículas solares com a atmosfera terrestre. A atmosfera terrestre é composta por gases com composições e elementos que variam de acordo com a altitude. Por isso, a depender de onde a colisão acontece, a reação (e cores) é diferente.

As luzes vermelhas, por exemplo, são produzidas em altitudes de 300 a 400 km, enquanto as rosas e vermelhas escuras são produzidas a cerca de 100 km de altitude. As verdes, mais frequentes, são causadas pela colisão com moléculas de oxigênio em altitudes de 100 a 300 km.

Além disso, os olhos humanos captam melhor os tons esverdeados nessas condições, por isso as Auroras verdes são ainda mais comuns.

Dá pra fotografar a Aurora Boreal com o celular?

Não é impossível fotografar a Aurora Boreal com o celular, mas existem limitações técnicas.

Equipamentos mais modernos como o iPhone 12, que possuem o modo noturno, já conseguem bons resultados usando um tripé e longa exposição. Claro que ainda há algumas limitações, mas dá pra fazer fotos bem legais.

Aparelhos mais antigos ou básicos já são mais difíceis porque, em geral, não possuem um sensor (que é responsável pela entrada de luz) adaptado para essas condições.

Mas mesmo que você tenha o melhor aparelho, o grande problema fica por conta da bateria. Diferente das câmeras, não tem como trocar quando ela acaba (a maioria dos celulares mais novos não permitem trocar a bateria que é embutida dentro do celular). E se você viajar no inverno com temperaturas muito baixas a bateria do celular não vai durar nada. Um iPhone 8 plus não dura mais do que 5 minutos fora do bolso a -15º C.

A Aurora Boreal é como vemos nas fotos?

Não exatamente…

As lentes das câmeras modernas conseguem captar mais luz do que os olhos humanos. Por isso, um bom equipamento aliado a conhecimento técnico alcançam imagens mais impactantes do que somos capazes de enxergar.

Também é verdade que alguns fotógrafos pesam a mão na edição para dar cores mais vívidas à fotografia – alcançando resultados muitas vezes irrealistas.

Também existe a diferença de intensidade dos fenômenos.

A maioria das pessoas só vai saber que a Aurorinha aconteceu porque viu ela numa foto.

A Aurorona não. Todo mundo a vê e as fotos não fazem jus ao espetáculo.

Só que não dá pra saber qual das duas vai aparecer.

fonte: vários sites e google imagens.

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Veja três pirâmides norte-americanas que você provavelmente não conhecia

Posted by luxcuritiba em outubro 25, 2021

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Existem mais de 2.000 pirâmides apenas na América

Embora o Egito seja conhecido por suas gloriosas pirâmides de Gizé, o país africano não tem a maioria das pirâmides da Terra. Na verdade, ao sul, no atual Sudão, uma antiga civilização construiu mais de 200 pirâmides.

Do outro lado do mundo, no continente americano, surgiram várias civilizações antigas, muitas das quais construíram pirâmides impressionantes. Na verdade, é na América do Norte, onde encontramos a maior pirâmide da Terra, a Grande Pirâmide de Cholula.

Essa estrutura maciça foi construída com um volume total de 4,45 milhões de metros cúbicos, o que significa que é ainda maior que a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, que tem um volume total de cerca de 2,5 milhões de metros cúbicos .

Embora seja difícil contar todas as pirâmides, a América do Norte tem mais de mil pirâmides sozinha. A América Central tem muitos outros exemplos excelentes de pirâmides antigas, e a América do Sul tem alguns dos mais antigos. As pirâmides brasileiras são consideradas as pirâmides mais antigas da Terra e foram construídas há cerca de 5.000 anos. Arqueólogos dizem que existiam cerca de 1.000 pirâmides só no Brasil.

No entanto, ao contrário de suas contrapartes egípcias, as pirâmides brasileiras foram construídas exclusivamente com conchas do mar, o que é um dos principais motivos pelos quais muitas de suas pirâmides foram destruídas, já que as pessoas nos séculos 19 e 20 as confundiram com pilhas de entulho. Muitas foram destruídas para dar lugar a fazendas de gado, e outras foram esmagados para abrir espaço para estradas ou assentamentos.

Se contássemos todas as pirâmides da América, provavelmente encontraríamos mais de 2.000 estruturas ao todo. Em comparação, a África tem cerca de 350 pirâmides, contando principalmente as pirâmides do Sudão e do Egito. Também existem pirâmides na Nigéria, mas a maioria dessas estruturas foi destruída. (As pirâmides nigerianas foram construídas com lama endurecida e argila.)

O nascimento da antiga pirâmide

As pirâmides foram desenvolvidas de forma independente por civilizações em todo o mundo. Se observarmos a cronologia dominante do antigo Egito, descobriremos que a primeira pirâmide apareceu por volta de 4.700 anos atrás, quando o Faraó Djoser, da Terceira Dinastia, encomendou a construção da Pirâmide Escalonada em Saqqara. Este monumento revolucionário é considerado a primeira construção colossal de pedra do Egito e a primeira construção de pedra lapidada em grande escala, embora as pirâmides de Caral na América do Sul sejam contemporâneas.

Curiosamente, as pirâmides brasileiras são anteriores às pirâmides egípcias em cerca de 300 anos. Isso significa que as pirâmides apareceram em todo o mundo na América, África e possivelmente na Ásia com não mais do que algumas centenas de anos de diferença. No que diz respeito à cronologia convencional, as pirâmides, como as definimos hoje, apareceram há 5.000 anos no continente americano e cerca de 4.700 anos atrás na África. Isso significa que as pirâmides apareceram em “um piscar de olhos” e de forma totalmente repentina em um contexto histórico.

Uma imagem das pirâmides de Khufu e Khafre no planalto de Gizé.

Isso não significa que algumas pirâmides não sejam desenvolvimentos de estruturas anteriores. De acordo com egiptólogos, as pirâmides egípcias extraem várias ideias de estruturas anteriores conhecidas como mastabas. Os egiptólogos acreditam que a pirâmide de degraus de Djoser é o resultado da evolução da tumba de mastaba, e a ideia foi introduzida pelo arquiteto real de Djoser, Imhotep. A pirâmide de degraus foi então desenvolvida pelos arquitetos de Sneferu até que a primeira pirâmide de lados lisos foi construída durante a Quarta Dinastia. Esta foi a Pirâmide Vermelha em Dahshur, que influenciou diretamente a construção da Maior Pirâmide do Egito, a Pirâmide de Khufu (Quéops).

Porém, no continente americano, as coisas são diferentes. Não temos certeza de por que as civilizações antigas no Brasil viram a necessidade de criar maciços montes de pirâmides usando conchas do mar, e se essa ideia foi desenvolvida de forma independente ou se tira precedentes de outras estruturas. As pirâmides norte-americanas, como as encontradas na atual México, acredita-se ser templos que foram essencialmente pirâmides de degraus. As pirâmides criadas por civilizações como os olmecas, maias ou astecas são estruturas maciças sobrepostas onde os construtores empilhariam um templo sobre o outro, criando, essencialmente, uma pirâmide semelhante à de Djoser.

E é precisamente no México que encontramos alguns dos exemplos mais marcantes de pirâmides. O México não é apenas o lar da maior pirâmide da Terra, mas também é o lar de uma grande variedade de pirâmides antigas, muitas das quais datam de milhares de anos.

Neste artigo, gostaria de apresentar a você três pirâmides antigas das quais você provavelmente não tinha conhecimento.

Maravilhas antigas

Escolhi essas três pirâmides porque, de uma forma ou de outra, elas são únicas.

El Tajin.

Há uma cidade piramidal no atual México chamada El Tajin. É o lar de várias pirâmides de degraus que foram construídas nos tempos antigos, mas tem uma pirâmide que se destaca das demais. É chamada de Pirâmide de Nichos e é uma das pirâmides mais exclusivas de toda a Mesoamérica. Não por causa de seu tamanho, mas por causa de seu design único e da mensagem que carrega.

O sítio arqueológico de El Tajin, no México atual.

A pirâmide de nichos em El Tajin foi concluída por volta do século VIII dC e possui 365 nichos quadrados posicionados simetricamente – cada um com 60 centímetros de profundidade. Esses nichos são uma mensagem gravada na pedra. O levantamento arqueológico da pirâmide revelou que a estrutura ancestral pode ter sido construída na antiguidade para ilustrar o calendário solar. Conforme revelado pela Piramidomania, esta característica arquitetônica sugere uma conexão profunda entre a pirâmide e o ano solar.

Comalcalco

Outro exemplo notável de pirâmides únicas na América do Norte é a pirâmide de Comalcalco. Até onde sabemos, todas as pirâmides criadas pelos antigos maias foram construídas com calcário. No entanto, essa estrutura antiga não era.

Templo de Comalcalco

Localizada no estado de Tabasco, não muito longe da cidade de Villahermosa, a Pirâmide de Comalcalco é única porque foi construída com tijolos cozidos. Levantamentos arqueológicos do local revelaram que os tijolos queimados usados na construção da pirâmide trazem símbolos estranhos deixados por seus construtores. De acordo com os pesquisadores, esses símbolos são “assustadoramente semelhantes” aos antigos símbolos romanos. Além disso, argumentou-se que os tijolos queimados usados para construir a pirâmide de Comalcalco se assemelham às técnicas de construção empregadas pelos antigos romanos ao redor do mundo.

Cholula

Das três pirâmides neste artigo, Cholula é talvez a mais conhecida. Isso porque essa pirâmide antiga, escondida sob uma colina, é uma estrutura verdadeiramente gigantesca. Conforme revelado pelo Livro Guinness de Recordes Mundiais, a Grande Pirâmide de Cholula é a maior pirâmide e maior monumento antigo já construído em qualquer lugar da Terra.

Um modelo da Grande Pirâmide de Cholula.

Com um volume total de 4,45 milhões de metros cúbicos, é quase duas vezes maior que a Grande Pirâmide de Gizé, que tem um volume total estimado de 2,5 milhões de metros cúbicos. A cidade onde esta pirâmide foi construída foi uma das mais importantes da época pré-colombiana.

Os historiadores estimam que mais de 100.000 pessoas viviam lá antes da chegada dos conquistadores espanhóis. A pirâmide foi escondida propositalmente antes da chegada dos espanhóis. O povo de Cholula temia que os Conquistadores destruíssem seu antigo templo, então eles fizeram um esforço gigantesco para esconder a pirâmide. Seu plano deu certo e os espanhóis nunca perceberam que a pirâmide existia. Na verdade, eles construíram uma igreja no topo da pirâmide que ainda existe.

Ivan Petricevic
(7 de maio de 2020)

fonte: fonte: https://curiosmos.com

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Mini Curso Gratuito sobre Pirâmide

Posted by luxcuritiba em outubro 23, 2021

Este conteúdo visa instruir os clientes com conhecimentos básicos habilitando-os a usar uma pirâmide de forma segura visando obter os melhores resultados. Não encerra o assunto, muito longe disso. Para quem tiver interesse em se aprofundar no estudo sobre as pirâmides posteriormente será disponibilizado um curso completo com conteúdos bem mais aprofundados sobre pirâmides, terapia com pirâmides, outros usos para as pirâmides, história, fundamentação teórica do efeito piramidal, entre outros temas.

​Inscreva-se no site lojapiramidal.com com um número de celular válido para Telegram ou Whats e assim que o curso completo estiver disponível no hotmart.com enviamos uma mensagem de aviso aos interessados.

1. Introdução: A energia das pirâmides

2. Amostras mumificadas em pirâmide continuam preservadas 17 anos depois

3. Como montar a pirâmide com UM módulo (básico)

4. Como orientar a pirâmide pelo norte magnético

5. Como montar a pirâmide com DOIS módulos

6. Experiências com pirâmides. Conceitos básicos

Próximos vídeos:

  1. Como montar a pirâmide com TRÊS módulos
  2. As várias formas de se utilizar uma pirâmide
  3. Práticas dentro da pirâmide: Conceitos básicos

Tem dúvidas ou sugestões sobre a utilização das pirâmides? Mande mensagem por Telegram ou Zap e isto poderá ser incluído num próximo vídeo. Número para contato 41-99149-4750 (ATENÇÃO: número EXCLUSIVO para mensagens em texto ou áudio, este número não é para ligações telefônicas!)

Receba atualizações do site piramidal.net com mais frequência cadastrando-se para receber mensagens por Telegram ou Zap na https://www.lojapiramidal.com/services-4-1.

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Documentário: La Conexión Atlante

Posted by luxcuritiba em setembro 6, 2009

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La Conexión Atlante Capítulo 1





La Conexión Atlante Capítulo 2





La Conexión Atlante Capítulo 3





La Conexión Atlante Capítulo 4






La Conexión Atlante Capítulo 5





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Uma Pirâmide Especial na França

Posted by luxcuritiba em maio 26, 2009

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Neste ano passamos as nossas férias novamente em Menton. Entre outras coisas queríamos procurar Antoine Bovis ou um dos seus descendentes.

Menton é um lugar ideal, localizado perto de Monte Carlo, junto à fronteira italiana, rodeado por montanhas. Os amigos da praia e do sol encontram tudo que desejam, e os amigos das montanhas podem chegar, em apenas meia hora, à altitude de seiscentos metros e fazer maravilhosos e tranqüilos passeios, longe do barulho e da agitação. Há poucas pessoas. Com mais uma hora de viagem chega-se à Vallée des Merveilles, já a 1.400 metros de altitude, de onde uma caminhada de três horas permite chegar a um dos mais bonitos lagos da região. Várias vezes levantamo-nos às seis horas da manhã para empreender esses passeios. Aqui também mostra-se a característica do geminiano, que quer ter dois tipos de férias ao mesmo tempo. Ficar se espreguiçando na movimentada praia e tomar banhos de mar, mas também ir para as montanhas, para a abençoada tranqüilidade, as flores, a natureza.

Também a família que todos os anos passa as férias no apartamento ao lado do nosso tem esta dualidade de inclinações.

O pai gosta das montanhas, a mãe e as duas filhas preferem a praia.

Por isso aconteceu várias vezes que o pai nos acompanhou para as montanhas, ou nós a ele, e chegamos a um conhecimento mútuo íntimo. Jacques Corman, cujo signo é o Sol em Capricórnio, é um guia confiável, um alpinista incansável e solitário; só que tem freqüentes problemas com o joelho. Um capricorniano típico. No último dia da nossa permanência ele me mostrou um livro que encontrara na biblioteca local. Le livre des maîtres du monde, de Robert Charroux. Parecia impossível, mas neste livro encontramos a descrição de uma estranha pirâmide, localizada a três quilômetros de Nizza em Falicon, quer dizer, a trinta minutos de viagem de Menton. Mais uma daquelas coincidências, que já mencionei antes. Havia cerca de dez mil volumes naquela biblioteca, e ele pega justamente este livro, naturalmente por outros motivos que para ler sobre pirâmides. Ou de outra maneira: das cem mil pessoas em Menton foi justamente este homem que pegou este livro entre dez mil outros. A chance é de um para um bilhão.

Já comentei, em outra ocasião, este tipo de acontecimento relacionado com pirâmides, por isso não vou mais entrar no assunto.

Comecei a leitura do livro com grande curiosidade, e a descrição me pareceu tão extraordinária que resolvemos ir procurar a pirâmide. Ela devia estar localizada num barranco qualquer. E para visitá-la a gente precisaria de uma autorização especial, pois o caminho passava por um propriedade particular. Uma propriedade particular num país do tamanho da França também significa alguma coisa. Estando no fim de semana, poderíamos encontrar algumas dificuldades, mas teria que ser “agora”, pois era o nosso último dia.

Achei melhor procurar logo o prefeito, já que o autor do livro examinara a pirâmide junto com o prefeito de então. Para minha surpresa, o prefeito ainda era o mesmo, Nicolas Andrea. Desta vez ele não me podia acompanhar, mas assegurou-me de que providenciaria a autorização para a travessia da propriedade particular. Aconselhou-me a calçar sapatos reforçados, pois o acesso não seria fácil.

Parti, acompanhado por minha mulher Lotje, meu filho caçula Jan e por Jacques Corman.

Chegando em Falicon, achamos aconselhável procurar mais informações sobre a localização da pirâmide. A primeira pessoa que perguntamos parecia ser neto do prefeito e estava muito bem informado. Ele dirigia obras de colocação de cabos no pé da montanha onde se encontrava a pirâmide.

Assim, ele nos explicou detalhadamente como achar a pirâmide, e nos autorizou a entrar no terreno e na pirâmide. Com o binóculo que eu carregava, podíamos ver a pirâmide entre o verde e as rochas. Depois de uma boa caminhada sobre as pedras encontramo-nos diante das ruínas de uma estranha construção com mais ou menos dez metros de altura. A ponta tinha desaparecido e a pirâmide ostentava um buraco no seu lado que mais parecia uma varanda. A pirâmide tinha sido erguida com pedras da região, as superfícies bastante lisas. Parecia maciça, mas havia uma grande entrada num dos lados. Era o acesso a um amplo recinto embaixo da pirâmide. Esta sala subterrânea tinha sido descoberta por Rosetti em 1803. Ela tem um diâmetro da aproximadamente vinte metros. Na parte leste tem um altar com sete degraus. No fundo da sala há dois buracos no chão. Um é raso; o outro uma passagem comprida e vertical, que leva até uma outra sala mais embaixo, com altura de vinte metros; nesta sala encontra-se uma pirâmide com dez metros de altura. Essas salas subterrâneas só podiam ser alcançadas com equipamentos especiais, e resolvemos, como Rosetti em 1803, voltar no ano seguinte para explorar o sítio demoradamente junto com alguns especialistas. O que me interessava particularmente era a distância do altar entre a ponta da pirâmide subterrânea e a base da pirâmide de cima.

Tudo indicava que aquela sala servia de tempo de iniciação, quando as pirâmides constituíam as fontes de energia astral para ajudar os iniciados, da mesma maneira como no antigo Egito.

De acordo com o livro, até 1921 teria havido uma suástica pendurada sobre a entrada, um símbolo sagrado dos jainistas. Diz o autor que os hindus jainistas construíram pirâmides no mundo inteiro. O curioso é que a aldeia mais antiga da vizinhança chama-se atualmente Gaina. Antes o nome escrevia-se Jaina e mais antigamente ainda Jain.

Em 1922 um tipo de profeta ou patriarca, chamado Gothland, instalou-se perto da pirâmide. Este avaliou, baseado em cálculos sobre o deslocamento do Pólo Norte, a idade da pirâmide em 4.333 anos, e partindo de idéia do templo iniciático, ele também utilizou-o para o mesmo fim. Também os cruzados teriam conhecido a entrada da sala no século XII. Eu mesmo já conseguira várias vezes determinar a idade de vasos antigos com grande precisão com o uso de pêndulo, portanto resolvi tentar a minha arte também aqui. Estava encostado numa das paredes laterais, quando me veio à mente o ano de 1660 a.C.

O curioso é que, pouco antes de redigir este capítulo, eu fizera uma tentativa cega com o pêndulo que confirmara aquela idade. Para isso escrevi uma série de anos numa folha de papel que coloquei na minha frente com a escrita para baixo. E novamente o pêndulo me mostrou exatamente o ano de 1660. Não pretendia confiar demais na minha habilidade com o pêndulo, mas em todo o caso uma idade de alguns milênios desta obra não era improvável. Subi mais uma vez na pirâmide, de onde se tinha uma maravilhosa vista sobre Nice e o Mediterrâneo. Na ponta, ou melhor, dentro da ponta constatei um violento balançar do pêndulo. A corrente de ouro com as pedras de Ankh, turmalina e água-marinha chegou quase à horizontal. Sempre que não tiver um pêndulo disponível, utilizo esta correntinha, as pedras servindo de peso. Já foi uma ocorrência curiosa quando há alguns anos atrás alguém me trouxe este Ankh de outro, alguém cujo interesse pelas pirâmides eu ignorava. O Ankh, símbolo da sagração no antigo Egito, a vara que transmitia o divino poder de cura através dos sacerdotes aos doentes, o Ankh como curador. Para mim, entretanto, o mais interessante continua sendo o poder de cura das pirâmides. O Ankh no meu pescoço é o símbolo daquilo que existe na minha alma. O Ankh já existia antes que eu tomasse conhecimento do poder das pirâmides. Foi o poder da minha alma que atraiu o Ankh ou foi o Ankh que libertou a força adormecida da minha alma? No fundo o ambiente de cada pessoa é o espelho do seu íntimo. Ou eu sou parte do Ankh ou o Ankh é a materialização de uma parte do meu íntimo.

Enquanto ainda estávamos apreciando a vista lá de cima, chegou uma criança, seguida logo depois por uma mulher e por dois homens. Um dos homens e a criança já tinham estado aqui, a mulher veio pela primeira vez. Eles viviam em Nice e tinham um amigo que se interessava muito pela pirâmide e por outros monumentos incomuns. O outro homem tinha cabelos loiros e era muito magro. Parecia ser inglês e contou que certa vez dormiu no templo de pedras em Stonehenge. Lá as vibrações eram tão fortes que quase não conseguia suportá-la. Devia ser uma pessoa muito sensível. Seu conhecimento das pirâmides era limitado, e estava apenas fazendo companhia ao amigo francês neste passeio. Pedi que ele subisse comigo na ponta da pirâmide e que lá ficasse bem quieto para poder absorver as irradiações da pirâmide e dos seus arredores.

No começo ele olhava em volta, mas de repente notei que ficou um pouco rígido. Fechou os olhos e ficou perfeitamente imóvel. Isso durou alguns minutos. Quando abriu de novo os olhos, declarou-se surpreso porque naquele lugar podia sentir enormes energias e vibrações, comparáveis com aquelas de Stonehenge. Queria saber como isso era possível. Para ele era um mistério total.

Após ouvir a minha explicação sobre campos energéticos, ele disse, admirado: “Estranho, se eu tivesse chegado dez minutos mais tarde ou num outro dia, não nos teríamos encontrado; e agora nós dois aprendemos algo e tivemos experiências para meditarmos sobre elas.”

Um home estranho; ele provavelmente estaria pensando o mesmo de mim.

Paul Liekens, Os segredos da energia das pirâmides, editora Record, Rio de Janeiro-RJ, pp. 183-188.

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Algumas Observações sobre a Energia da Pirâmide

Posted by luxcuritiba em maio 19, 2009

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Até agora tratamos do aspecto material, quer dizer, das pedras, das formas e do aspecto mental; omitimos porém a alma, o aspecto etérico-astral.

Mas, tal como o homem, também a pirâmide consiste de matéria, alma e mente. Isto é lógico, pois a pirâmide é, em todos os seus aspectos, um reflexo da humanidade e do homem.

Essas três dimensões podem ser encontradas em todas as coisas da natureza ou nas formas perceptíveis do homem.

Tomemos como exemplo o movimento de um braço; ambos os braços sobem da altura dos quadris para a altura dos ombros.

Primeira dimensão: o movimento material, expresso em centímetros e em velocidade.

Segunda dimensão: a energia, os impulsos nervosos e energia das miofibrinas, para contrair o músculo. Essa energia é mensurável, mas não dá para vê-la, apenas suas consequências e o movimento.

Terceira dimensão: o objetivo, o espírito e sentido do movimento, a mensagem, é querer bater ou, talvez, acariciar alguém.

Todos os três aspectos formam um todo, nenhum existe sem os outros. Para mim a terceira dimensão é a mais importante, pois afinal foi ela que motivou o movimento.

O mesmo aplica-se ao homem, também a sua origem é espiritual.

Isso também vale para a pirâmide; o espírito, a mensagem, é o mais importante, as outras dimensões são meios para expressar o espiritual.

O que é o aspecto etérico, ou astral, da pirâmide, senão uma energia?

Pelo que sei, essa estranha forma de energia foi percebida pela primeira fez durante a guerra. Durante um vôo rasante de aviões Messerschmidt sobre as pirâmide, os seus instrumentos ficaram desregulados.

Hoje os aviões regulares não podem mais sobrevoar as pirâmides por motivos culturais e por medo de danos (!). Mas não tenho conhecimento de qualquer tentativa de uma investigação sobre aquele fenômeno. Parece que todos estavam ocupados demais com a guerra.

Foi preciso esperar pelo francês Antoine Bovis. É ele o homem que se deteve com o fenômeno pelo qual dezenas de milhares de pessoas simplesmente passaram.

Ele encontrou na câmara mortuária real ratos, camundongos e outros bichos mortos, mas não apodrecidos. E isso apesar da umidade e escuridão na câmara real, onde a temperatura de aproximadamente 20ºC proporciona uma base ideal para a decomposição. Antoine Bovis, na realidade um radiestesista, começou a meditar sobre isso. Ele sentiu intuitivamente que este fenômeno devia ter alguma ralação com a própria forma da pirâmide. Voltando das férias para casa, ele construiu um modelo exatamente nas proporções da pirâmide de Quéops. Alinhou a pirâmide, num dos lados da sua base, precisamente na direção norte-sul e colocou um gato morto dentro dela na posição de um terço da altura total.

Seu esforço foi premiado. O gato não demonstrou qualquer indício de decomposição, não exalou mau cheiro e manteve-se perfeitamente íntegro como se tivesse sido mumificado. Podemos imaginar o entusiasmo do homem.

Este mesmo entusiasmo pode ser alcançado por qualquer pessoa que fizer uma primeira e bem-sucedida tentativa com a energia das pirâmides.

Motivados pelo entusiasmo de Antoine, muitos outros começaram a experimentar, com o mesmo resultado. Antoine Bovis publicou os seus resultados numa revista para operadores de pêndulos e radiestesistas, e isso deu o impulso que faltava. Karl Derbal, engenheiro radiotécnico, pioneiro no campo do rádio e da televisão, que se especializara em ondas de rádio, recebeu por acaso uma destas publicações, que o levou a iniciar uma pesquisa sobre as características da pirâmide.

Ele desenvolveu uma teoria, segundo a qual deve ocorrer na pirâmide uma concentração de energias cósmicas, e partiu do pressuposto de que isso deveria afetar até o fio de uma gilete.

Tentemos imaginar o seu raciocínio: inicialmente ele pensou – e queria provar – que uma gilete perderia o corte sob a influência desses raios.

Uma teoria precisa ser confirmada na prática. Para isso ele construiu um modelo reduzido nas proporções exatas. Colocou uma lâmina nova de barbear nela, na altura que corresponde a um terço da distância entre a base e a ponta, onde foi constatado o campo de força mais intensivo.

Vinde e quatro horas depois, ele retirou a lâmina e tentou fazer a barba. Para sua total decepção a lâmina continuou cortante. Mas ele não desanimou e recolocou a lâmina na pirâmide. E ela continuou cortante. Dia após dia sua surpresa aumentou, porque ele continuou podendo fazer a barba com ela.

Depois de sessenta dias fazendo a barba com esta lâmina diariamente, finalmente ela ficou cega.

Então ele fez outra tentativa, e conseguiu cem a duzentas barbas. Naquele tempo, em 1948, as giletes estavam em falta no seu país, e os amigos insistiam em que ele registrasse este inusitado modelo e fenômeno como patente.

Quase por brincadeira ela requereu a patente, mas demorou até 1959 para ela ser registrada com o número 91.304.

Mas por que demorou tanto tempo?

De acordo com a legislação vigente na Tchecoslováquia, não basta que uma coisa funcione, é indispensável apresentar também uma explicação técnica de como funciona.

Não houve dificuldade em provar ao serviço de patentes que a idéia funcionava. Inclusive pelo fato de que vários membros da comissão deliberativa, entre eles o próprio presidente, conseguiram passar um ano com apenas duas ou três lâminas. Finalmente Karl Derbal conseguiu apresentar uma hipótese aceitável.

Pelo seu trabalho no Instituto para Técnicas de Alta Frequência ele tinha acesso a toda a literatura científica sobre microondas, raios cósmicos e raios terrestres.

Um aço de boa qualidade tem certa elasticidade que serve para neutralizar deformações passageiras e restabelecer o estado original. Por exemplo: deixando uma lâmina depois de uma única utilização de um a dois meses sem uso, ela recupera o fio inicial. O vão da pirâmide, cavidade de ressonância para as mais variadas irradiações, acelera o processo para 24 horas.

A energia presente na pirâmide tem também a capacidade de retirar as moléculas de água presentes no metal, aumentando a sua rotação própria. Neste processo a água é eliminada mesmo nos menores vãos. A energia necessária para isso é pequena, apenas 1,6 x 10-19 watts por segundo. O espaço de uma pirâmide pode gerar muito mais energia. Por outro lado, a energia das pirâmides está sujeita a interferências de um campo magnético, gerado por equipamentos elétricos, como por exemplo uma TV. Também grandes massas de ferro podem causar interferência.

Podemos observar, entre outras mais, duas forças:

1. que acelera a desidratação,
2. que age sobre a microestrutura dos organismos.

A esterilização ou exterminação de microorganismo e a regeneração do aço são dois exemplos.

Pirâmides com outros ângulos ou outra estrutura também geram energia. Acontece que o modelo da pirâmide de Quéops parece ter o maior efeito. Através da rápida desidratação seria possível até matar pequenos animais.

Esse efeito só se consegue com a concentração de energias cósmicas, atraídas pelo magnetismo da Terra. A pirâmide tem que estar alinhada exatamente no eixo norte-sul, pois os campos magnéticos têm o mesmo alinhamento.

Derbal coloca as suas lâminas com o corte na direção norte-sul. Eu mesmo as coloquei na direção leste-oeste, mas da próxima vez pretendo colocá-las também na direção norte-sul, a fim de observar a diferença. No momento da redação deste capítulo eu já tinha feito a barba 210 vezes com a mesma lâmina, submetida ao tratamento na pirâmide. Utilizo aqui uma pirâmide em forma de cone, que tem a vantagem de não precisar ser alinhada, pois tem um número infinito de faces laterais.

Experiências na Própria Pirâmide

O homem, como sempre, é um caçador materialista de tesouros e sempre acreditará que aqui ou acolá deve existir escondido um enorme tesouro. Numa época em que o conforto tem importância excepcional, a caça ao tesouro foi simplificada e pode ser comparada a uma loteria. E ainda tem gente que acredita que nas pirâmides do Egito devam existir cômodos secretos e ainda desconhecidos. Para esclarecer definitivamente esse aspecto, em 1968 o dr. Louis Alvarez iniciou um grande projeto.

Ele criou um medidor capaz de captar raios cósmicos. Sua teoria baseou-se na premissa de que os raios cósmicos, ao passar por um material, seja qual for a espessura deste, perdem energia. Pretendia colocar o medidor dentro da pirâmide e medir a potência desses raios. Casos existisse um cômodo escondido em algum lugar, ele poderia determinar a sua localização através da intensidade medida da irradiação.

Sempre que se tratar de tesouros escondidos, parece que o dinheiro aparece, pois em meados de 1968 esse caríssimo projeto pôde ser iniciado.

Uma equipe de cientistas, membros de doze diferentes instituições nos Estados Unidos e nos Emirados Árabes, começou a trabalhar. Milhões de feixes de raios cósmicos foram medidos, indicando nitidamente todas as formas e pontos da pirâmide. A pirâmide de Quéfren tinha sido escolhida como primeiro objeto das pesquisas.

Sob a direção do dr. Amr. Goneid, do Cairo, foram analisadas as fitas num computador IBM 1130. Não foi descoberta uma única câmara secreta, mas surgiu um outro fenômeno: cada vez que as fitas eram analisadas na Universidade Ein-Sham do Cairo, apresentou-se um padrão de dados diferente, cuja variação já deveria ter sido constatada por ocasião de análises anteriores.

Para ter certeza absoluta, mandaram as fitas para Berkeley, na Califórnia, onde as colocaram num computador ainda mais altamente especializado. O dr. Goneid observou que o processo não tinha explicação científica e parecia absolutamente impossível. Constatou que na pirâmide deviam existir forças que estariam se divertindo com aquilo que até então vinha sendo considerado conhecimento científico seguro.

Mas a equipe não continuou os trabalhos na pirâmide de Quéops, abandonando o projeto de vez. Temos aqui mais uma prova indiscutível de que a sociedade contemporânea ainda não se conscientizou de que o maior tesouro da pirâmide, ou de qualquer outro lugar, deve ser de natureza espiritual. Esta sabedoria já nos foi ensinada nos velhos contos de fadas, como por exemplo neste que vou contar rapidamente:

“A pobre e trabalhadora filha adotiva cai num poço e chega num prado. Lá ela se emprega com a Frau Holle e executa com altruísmo e amor muitos trabalhos. Passados sete anos, ela deseja voltar e recebe, como agradecimento, uma chuva de ouro. Evidentemente, a madrasta ávida pelo ouro a recebe muito bem. Acha que agora pode mandar a própria filha em busca de mais ouro. Esta cai no poço, mas é preguiçosa demais para mexer um dedo, e na hora da volta é coberta com piche, para desgosto da sua mãe.”

Neste conto de fadas o amor é premiado com ouro mental. A avareza do ouro material é punida com um fracasso.

Também na história da pirâmide encontramos este tema.

Além do dr. Louis Alvarez, mais um outro pesquisador foi até a pirâmide. Mas não com o intuito de localizar a misteriosa câmara do tesouro, e sim para explorar o sentido espiritual, a mensagem da pirâmide.

Por acaso recebi em casa a visita de alguém que tinha passado um dia com Paul Brunton. Sr. Francis Younghusband descreve Paul Brunton como uma pessoa espiritualmente muito evoluída, com profundo conhecimento da sabedoria oriental e da evolução cósmica. Considera-o um  dos líderes da filosofia de ioga no Ocidente, que se dedicara durante anos ao estudo dos antigos exercícios místicos e do conhecimento filosófico, a fim de poder transmiti-los a nós numa forma moderada e compreensível.

Paul Brunton partiu em busca do “porquê” da pirâmide, e o resultado é aquilo que ele descreve num dos seus livros com o título Egito secreto.

A fim de poder realmente saber o que a pirâmide escondia nas suas entranhas, ele deixou-se encerrar durante uma noite na câmara real, assumindo todos os riscos.

Conta ele que precisou deixar sua mente totalmente vazia, para conseguir absorver todas as impressões com a máxima precisão. Nisso, o treinamento da ioga lhe foi muito útil. No começo, o silêncio foi muito deprimente, enquanto ele ficou sentado junto do sarcófago aberto, aguardando os acontecimentos daquela noite.

Concentrou-se totalmente no próprio interior e sentiu aos poucos uma espécie de felicidade aproximando-se. Naquela câmara escura, sem o mínimo traço de luz, sombras começaram a mexer-se violentamente. Imagens de rostos mal-intencionados debruçaram-se sobre ele. Sentiu-se cercado por figuras hostis, que com certeza queriam expulsá-lo da câmara mortuária real. E ele chegou bem perto do momento da fuga, tão grande tornou-se a revolta contra aquilo que o rodeava. Mas de repente ocorreu uma mudança no ambiente e a hostilidade cessou como viera.

Passado algum tempo, começou a sentir uma nova presença, desta vez com uma irradiação benéfica. Uma segunda figura aproximou-se. Reconheceu-as como sacerdotes com roupas brancas, cuja irradiação de luz iluminava a câmara real. Umas das figuras dirigiu-se a ele e perguntou por que queria invocar as forças espirituais.

Tudo isso ele sentiu como algo indescritível; apesar de não perceber as vozes acusticamente, escutou e compreendeu tudo no seu íntimo.

A voz aconselhou-o a ir embora. Já na antiguidade outros teriam voltado enlouquecidos da câmara mortuária real. Brunton respondeu que pretendia continuar lá.

Explicaram-lhe então que seria conduzido para o lugar onde o Saber era anunciado. Que fizesse o favor de deitar-se sobre a pedra. Ele descreve a sensação que sentiu, de morrer lentamente, e de repente estava livre do corpo.

Supondo que se trate daquilo que chamam a saída da matéria.

Um médico escreveu um livro sobre este assunto, depois de conversar com centenas de pacientes que tinham sofrido a morte clínica e em seguida tinha ressuscitado.

Brunton continua contando que viu a si mesmo deitado e em seguida sentiu-se flutuar dali. Tinha consciência de que o corpo estava sem alma e a alma livre. Em seguida recebeu mensagens de um dos sacerdotes.

“O homem que possui um corpo mortal e uma alma imortal, nunca será esquecido.”

Quando Brunton perguntou sobre o segredo da pirâmide, recebeu a seguinte resposta: “Não importa se você descobre o segredo da pirâmide ou não. Procure o caminho secreto na sua mente, que o levará ao segredo na sua alma e lá encontrará o maior segredo. O segredo da pirâmide é o segredo do seu próprio ser. A mensagem da pirâmide é que os homens devem descobrir nas suas almas o maior poder da mente.

A verdade oferecida a Paul Brunton lembra-me do livro já mencionado de Baird Spalding. Die Meister des Fernen Ostens, um livro que vale a pena ler. Um grupo de arqueólogos assiste a uma demonstração de como todo homem tem em si o poder para dominar a matéria. Em cada home está presente o poder do Cristo, e podemos utilizá-lo da mesma maneira como Cristo o utilizou. Mas será preciso que nos abramos ao espiritual. Também nesse caso é válida a analogia com a pirâmide.

Esta precisa ter a forma exata, as proporções certas e o alinhamento para o norte para que a energia possa ser eficaz.

O mesmo aplica-se ao homem. O homem precisa limpar o seu corpo, alimentar-se com alimentos saudáveis, respirar corretamente e concentrar-se no espiritual, na mensagem de Cristo. Se fizer isso, a energia mental lhe chegará sozinha e ele, por sua vez, poderá irradiá-la também.

Já depois da entrega do manuscrito deste livro ao editor, este me presenteou com um livro de Benjamin Creme: Die Wiederkehr Christi und die Meister der Weisheit. Neste livro consta algo muito estranho sobre a grande pirâmide, e apressei-me a incluí-lo. Creme fora incumbido da construção de um instrumento que pudesse irradiar formas de energia estereométrica. Esse instrumento serviria, entre outras coisas, também para curar pessoas.

Falando da forma estereométrica da Grande Pirâmide de Quéops, ressalta ele que a mesma deriva sua potência da sua forma e que ela é capaz de atrair energias das regiões etéricas e astrais. Essas energias deveriam ser transmitidas aos habitantes de uma grande cidade, que hoje estaria escondida debaixo da área junto da pirâmide e da Esfinge.

No livro ele fala ainda dos grandes mestres, com cuja orientação aquela cidade terá que ser reencontrada. Isso seria mais uma prova dos conhecimentos extraordinários de que os mestres dispunham.

Em seguida ele estabelece um paralelo interessante entre o homem e a Terra, da mesma forma como fiz num capítulo precedente deste livro. Creme conta que o homem que segura excessivas energias em determinados pontos do corpo, e não as deixa circular no resto do corpo, faz-se adoecer ele próprio.

Na acupuntura identificam-se esses bloqueios, tratando de restabelecer o fluxo normal.

O mesmo fenômeno pode ser observado atualmente, em escala muito maior, na organização do nosso mundo. O Ocidente está bloqueando tanta energia e alimentos que muitos países em desenvolvimento estão enfrentando grave escassez. Por causa disso o mundo inteiro está cheio de tensões, morte e doenças. A única solução seria uma distribuição mais equitativa da energia e dos alimentos no mundo inteiro. Essa redistribuição estaria sendo preparada, na opinião dele, pelos grandes mestres em escala universal.

Paul Liekens, Os segredos da energia das pirâmides, editora Record, Rio de Janeiro-RJ, pp. 79-88.

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Algumas Observações sobre Energia

Posted by luxcuritiba em maio 3, 2009

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Algumas formas de energia são do nosso conhecimento, outras podemos descrever, porém a verdadeira origem e a força propulsora da energia continua ainda um ponto interrogativo para as ciências que se ocupam dessa matéria. Quando se discute a origem da energia, chegamos nós, cientistas filosóficos de hoje, como Boronowsky, Einstein – homens que tiveram a coragem de dizer que, quanto mais descobrem, mais perguntas surgem, quando se restringem apenas a essa matéria. O sábio russo dr. Kozyrev conseguiu medir a densidade do “tempo”; ele chama “tempo” a energia mais universal do globo terrestre. Existem algumas energias às quais atribuímos um nome na linguagem comum, mas cujo verdadeiro efeito, sua origem ou sua natureza não conseguimos explicar tão facilmente.

Estamos falando do poder do amor. Ninguém pode negar que ele existe. Este poder induz os homens efetivamente a realizações incríveis. A falta deste poder faz os homens apagarem-se.

Qual é a natureza desse poder?

Falamos da força das vitaminas.

Alguém já conseguiu medir essa força ou pelo menos já a viu? O que é a força das vitaminas? O que, afinal, é uma vitamina?

Umas das forças mais maravilhosas talvez seja a força da germinação ou a energia da semente. Já pensou alguma vez o que isso representa em proporção ao ínfimo tamanho de uma pequena semente? Como é possível que uma semente, ao germinar, empurre uma pedra para o lado, atravesse camadas de asfalto? De acordo com a tradição teria existido uma civilização que conseguira transformar esta energia de forma prática para uso diário.

Aqui chegamos a uma pergunta fundamental, quando examinamos as imensas obras de antigas culturas. Algumas dessas construções não poderíamos imitar nem hoje com a nossa avançada tecnologia. Pelo contrário, quando construíram a barragem de Assuã, tentaram desmontar algumas construções para reconstruí-las em outros locais. Mas não foi possível transportar um bloco de pedra de duzentas toneladas. Tiveram que cortá-lo em pedaços para o transporte. Pois então, como conseguiram as chamadas “culturas primitivas” construir com tais blocos? O erro de raciocínio que cometemos provavelmente é o seguinte: estamos nos agarrando a uma teoria da evolução. Todos os documentos da antiguidade que foram descobertos, mas não se enquadram nessa teoria da evolução, são descartados sem um exame mais aprofundado.

Simplesmente não conseguimos imaginar que alguma civilização do passado tenha tido um grau de evolução mais elevado do que a nossa. Mesmo que se trate apenas de um setor específico. Por isso é tão difícil encontrar explicações satisfatórias para certos fatos.

O engenheiro dinamarquês Tons Brunes livrou-se dos preconceitos para poder examinar esses casos sem uma visão distorcida. Ficou surpreso com o fato de que a escuridão na pirâmide é total, mas não existe qualquer traço de fuligem causada por tochas, velas ou quaisquer outros meios de iluminação.

Durante o exame dos relevos no Templo de Denderah, ele descobriu uma imagem, cópia exata do esquema de uma lâmpada elétrica ligada a isoladores.

É compreensível que antes de 1872, ano da invenção da lâmpada elétrica, nenhum egiptólogo tenha compreendido aqueles desenhos. Eles ou eram ignorados ou interpretados de maneira diferente, de acordo com os esquemas de pesquisa da respectiva época.

O mesmo Tons Brunes encontrou há alguns anos no Museu Nacional do Cairo, num depósito para objetos não identificados, ou seja, objetos que não se enquadravam no esquema da época, uma espécie de baú que, para sua surpresa, podia funcionar como bateria. Superentusiasmado com essa bateria que já devia ter alguns milhares de anos, o engenheiro eletrotécnico foi falar com o principal especialista do Museu do Cairo. Este, visivelmente divertido, explicou que não podia tratar-se de uma bateria, pois na época da qual se originara o objeto, não havia eletricidade. Mas ele também não soube explicar qual teria sido a serventia do objeto.

Evidentemente aquele historiador foi vítima da sua especialização, pois do contrário deveria ter conhecimento do fato de que, na escrita sagrada hindu Kumbhadbawa Agastyamuni, feita cinco mil anos antes de Cristo, existe uma descrição detalhada de um equipamento chamado Mitra. Trata-se sem dúvida de um acumulador para a geração de luz. Diz o texto que, quando se ligam várias células em conjunto, o equipamento produz uma luz excepcionalmente forte.

Os teólogos que conhecem aqueles escritos não atribuem a esse caso qualquer importância, enquanto os historiadores e arqueólogos não se interessam por escritos sagrados.

Desta forma ocorre, por causa da especialização, um curto-circuito com a consequente perda de dados importantes. As informações existem e estão à espera de um homem que utilize sua intuição e sua razão para estabelecer a ligação entre os diversos fatores, e que ao mesmo tempo esteja disposto a arriscar a própria reputação, defendendo teorias que não se encaixem no quadro geral. Os tempos mudam, e tudo aquilo que é hoje teoria estabelecida, está sendo colocado em dúvida nesta era de Aquário. Novas opiniões abrem caminho e começam a ser ouvidas. Só que às vezes as coisas estão sendo viradas totalmente de cabeça para baixo. Anteriormente a sabedoria e o conhecimento eram retidos dentro de um grupo restrito, que os vazava de cima para baixo. Hoje em dia acontece que uma única pessoa pode descobrir algo intuitivamente e levá-lo ao conhecimento do grande público através de um livro ou dos meios de comunicação.

O mesmo acontece com a energia das pirâmides. Em consequência das informações publicadas em jornais e revistas, milhares de pessoas estão começando a experimentar.

Só depois que experiências práticas de milhares de pessoas comprovarem que a coisa funciona, só então alguns professores mais abertos – que precisam cuidar-se para não prejudicar a sua reputação – começam a examinar as ocorrências. É isso que acontece amiúde com as chamadas ciências secundárias. Todo mundo já teve alguma experiência telepática, talvez da seguinte forma: pensar em alguém que não vê á meses ou anos, e de repente a pessoa telefona ou chega na porta de nossa casa.

A telepatia é hoje na Europa Ocidental um fenômeno bastante reconhecido. Mas sei de apenas uma única universidade que se ocupa com esse importante fenômeno. Nos países da Cortina de Ferro trabalha-se há anos com esta forma de energia a nível universitário, para pesquisar suas possibilidades. O mesmo aplica-se à telecinesia e a outras forças. Também nos Estados Unidos há tentativas, desde os últimos vinte anos, de recuperar o tempo perdido.

Atualmente também estão sendo feitas novas descobertas, até então desconhecidas formas de energia que em certos casos podem ter espantosas dimensões. O prêmio Novel de 1936, Victor Francis Hess, descobriu, durante uma experiência de laboratório com balões, que havia no ar irradiação de prótons e de núcleos atômicos leves, com uma carga muito elevada – mais tarde lhes seria dado o nome de “ultra-irradiação cósmica”. Sobre isso o astrofísico Noyle comenta: “A energia nuclear das armas atômicas, comparada com as forças existentes no cosmo, não passa de balas de festim.” Mas ainda não conhecemos a sua origem. Atualmente a NASA está muito interessada no assunto. Wilhelm Reich (1897 – 1957) fez, como médico e psicanalista, intensivas investigações sobre essa forma de energia. As suas descobertas foram de tal maneira espetaculares que se chocaram com a incredulidade dos seus colegas. Além do mais, esses resultados não se encaixavam no esquema da época e foram simplesmente boicotados. Reich deu a essa forma de energia o nome de Orgon.

Esta energia existe, tal como o tempo e a luz, no espaço. Reich desenvolveu métodos para comprovar a existência dela visualmente no microscópio ou através da medição do calor. A energia do Orgon tem estreita relação com aplicações no campo da saúde, mas o mais espetacular foi uma tentativa de fazer chover, com a sua ajuda, num período de seca. No começo de 1950, a cidade de Nova York foi castigada por uma onda de calor, durante a qual, na opinião de vários institutos meteorológicos, não havia qualquer esperança de chuva.

Hellmuth Hoffmann descreve a experiência num dos seus artigos. À distância de algumas centenas de quilômetros foi ligado o aparelho (um cloud buster).

Algumas horas depois do início do experimento, telefonaram de Nova York para avisar que há anos não ocorria uma aguaceiro daquele tamanho.

Mais tarde procedeu-se a correções, para controlar o volume de chuva, de maneira que se tornou possível dosar desde a leve chuva de primavera até o aguaceiro pesado.

Pela energia orgônica chegamos à bioenergia, campo magnético de todos os seres vivos ou minerais. Também as nossas emoções, o poder do amor, a força de germinação da semente, comparável com o prana, têm um campo magnético semelhante.

Reich construiu um acumulador de energia orgônica (Orac) para uso médico. O professor dr. Theodore P. Wolffe descreve o Orac como “a mais importante descoberta da ciência médica”. Médicos no mundo inteiro utilizam-no no tratamento de feridas supuradas, asma, angina do peito, arteriosclerose e até câncer.

O dr. Simion I. Tropp relata o seguinte sobre o tratamento do câncer: “O Orgon tem um efeito positivo sobre o organismo, alivia dores, regenera o sistema circulatório do sangue e impede ao mesmo tempo a degeneração do organismo. Assim, este pode ser reativado e torna-se possível criar as condições e possibilidades ideais para um combate eficiente da doença. As funções naturais do corpo são estimuladas e com elas todo o mecanismo de defesa dele.”

Aqui temos mais um elo com a homeopatia e com a energia das pirâmides. Tal como W. Hahnemann, fundador da homeopatia atual, que parte de uma constituição básica com suas falhas elementares, também Reich afirma que há um típico mal funcionamento do mecanismo vital autônomo. Este mal manifesta-se em diversas doenças – resfriado, asma, erupções, carcinoma (tumores), angústias, esclerose múltipla, alcoolismo crônico etc.

Evidentemente não faz sentido combater os sintomas, antes deve-se estimular o elemento básico, a vitalidade, a dinâmica. Recentemente foi criado, baseado na acupuntura chinesa, um irradiador de concentração de Orgon.

Aqui temos, na minha opinião, a junção de todas as partes num todo.

Cada método de tratamento, visto isoladamente, nada mais é que uma reflexão parcial da verdade. A energia cósmica, vital e renovadora, existe em toda parte. Hipócrates já dizia: “Não há outra autoridade a não ser os fatos: apenas de fatos podemos efetivamente tirar conclusões.” Reich parte do pressuposto de que a energia cósmica, orgônica, existe em todos os lugares. A prática mostra que com o acúmulo dessa energia podemos obter a ativação do nosso organismo.

A homeopatia libera essa energia, através da dinamização e potencialização de ervas, plantas e minerais. Essa energia foi testada em milhares de pessoas saudáveis, os resultados dos testes anotados e colocados na Materia Medica. Na acupuntura a mesma energia é levada a um determinado ponto do corpo humano. O acumulador de energia orgônica age pela irradiação do corpo inteiro da mesma maneira.

Agora também começamos a nos conscientizar da influência curadora da forma das pirâmides, que também parece agir como acumulador de energia.

Os arquitetos das plantas para a construção das pirâmides já sabiam disso há vários milênios.

Fonte: Os segredos da energia das pirâmides, Paul Liekens, Editora Record, pgs. 53-59.

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Base de pirâmide é encontrada no Egito

Posted by luxcuritiba em junho 7, 2008

05 de junho, 2008 ]

Arqueólogos egípcios descobriram a base de uma pirâmide desconhecida na área de Saqqara, a cerca de 20 quilômetros do Cairo.

Estima-se que a pirâmide tenha sido construída na quinta dinastia do rei Menkauhor, que reinou entre os anos de 2444 e 2436 a.C.

Menkauhor foi um rei do qual se tem poucos registros e foi o último faraó a construir um templo do sol, chamado de Akhet-Re.

A entrada da pirâmide ainda não foi descoberta porque estaria embaixo de uma vila, mas arqueólogos têm planos de mover os prédios para outro local.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/06/080605_video_piramide_aw.shtml

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Parece o Egito. Mas pode chamar de Peru

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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29 de janeiro de 2008
Recentes escavações arqueológicas legitimam a comparação; ainda falta apoio do governo

Camila Anauate – O Estado de S.Paulo

CHICLAYO – Arqueólogos arriscam chamar a desértica costa norte peruana de Vale do Rio Nilo. A comparação só faz sentido – diferenças geográficas à parte – durante visita às ruínas que revelam crenças e hábitos de culturas milenares. As primeiras civilizações do Peru são contemporâneas dos faraós egípcios e também deixaram enterrados tesouros de um esplendoroso passado. Como a tumba do Senhor de Sipán, líder político e religioso comparado a Tutancâmon.

É nesse terreno fértil em descobertas históricas que começa a viagem de 5 mil anos pela história das civilizações peruanas. Entre as cidades de Trujillo e Chiclayo, os povos chamados pré-incas, como os mochicas, os lambayques e os chimús, construíram grandes templos, pirâmides e cidades de barro, legados de sua força, sabedoria e organização.

É bem verdade que essas culturas estão longe de competir com a fama do Império Inca – e de receber parte dos 700 mil turistas que visitam Machu Picchu todos os anos -, apesar de terem vivido séculos antes e sobrevivido por muito mais tempo. Também, pudera. Enquanto a cidadela de pedra dos incas, que recentemente mereceu o título de maravilha moderna do mundo, é conhecida desde 1911, os tesouros do norte ainda estão sendo desvendados. O Senhor de Sipán, por exemplo, só foi encontrado em 1987.

Mas são exatamente as diferenças culturais (e temporais) entre os povos que inspiram um roteiro arqueológico completo, de norte a sul. Cuzco, outrora capital do Império Inca, foi reerguida pelos espanhóis sobre os muros de pedra dos palácios incaicos. Machu Picchu revela a estratégia militar dessa civilização e mostra mais da arquitetura inconfundível: toneladas de pedras formando praças, fortalezas e até terraços agrícolas.

Já na paisagem desértica da costa norte, templos, pirâmides e tumbas de adobe evidenciam as concepções sobre vida, mundo e homem das culturas pré-incaicas. Esses povos viviam sob forte conotação política e religiosa e eram adoradores da natureza. A proximidade do Oceano Pacífico foi fundamental para seu desenvolvimento. Em contrapartida, o clima seco contribuiu para a preservação de muitos sítios arqueológicos da região.

Dificuldades

A costa norte peruana se consolida como destino turístico à medida que as escavações revelam descobertas. Mas a falta de recursos e a ajuda limitada do governo impede que muitas dessas riquezas sejam vistas pelos turistas. Faltam museus para expor tudo o que os arqueólogos desenterram do passado.

Pode-se dizer, aliás, que a tumba do Senhor de Sipán é um marco para a arqueologia no Peru. “Antes não havia estrutura nem reconhecimento do nosso trabalho”, conta o arqueólogo Luís Chero Zurita, um dos responsáveis pelo sítio Huaca Rajada, onde o senhor foi achado.

Durante a viagem arqueológica, prepare-se para ver ruínas de templos que ainda permanecem sob milhares de anos de sedimentação. Ou mesmo acompanhar de perto as escavações à procura de novas relíquias da história.

As últimas novidades mostram que o esforço está valendo a pena. Em novembro do ano passado, foi descoberto perto de Chiclayo um templo de 6 mil anos, que pode ser o mais antigo da América. Enquanto isso no Huaca Rajada, uma nova tumba foi aberta e revelou a existência de um outro líder da dinastia do Senhor de Sipán (leia mais abaixo). A cada ano, o turismo arqueológico no país ganha credibilidade. E, ao que parece, ainda há muito por descobrir.

Fonte: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup116769,0.htm

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