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Trabalho com o Mármore

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Quando o arqueólogo Sir Flinders Petrie levou para o Egito um equipamento completo de teodolitos de alta precisão, níveis óticos, calibres micrométricos e goniômetros adaptados aos ângulos de 90º, 51º50′ e 26º20′, com a intenção de medir exaustivamente os monumentos, as câmaras e os sarcófagos, causou surpresa aos colegas; e na introdução da obra “The Pyramids and Temples of Gizeh” julgou-se obrigado a explicar a razão da extrema precisão das medidas, esclarecendo que a função do cientista deve desempenhar-se sempre com a maior precisão possível. Muito depois (1925), os arqueólogos Borchardt(14) e Cole(24) com a colaboração de “Survey of Egypt”, resolveram localizar novas medições porque consideravam não terem as de Petrie precisão suficiente.

Como se sabe, Petrie foi um dos grandes metrólogos da história da Arqueologia e devemos ao seu trabalho incomparável a maior parte do que hoje sabemos a respeito da Metrologia e da Micrometria dos antigos egípcios. Como salienta com admiração o próprio Petrie(90) no sarcófago de Sesóstris II em Illahum, a precisão das medidas, determinada pelo paralelismo das arestas, alcança o limite das realizações modernas: Num comprimento de 2,70m os erros médios de paralelismo das arestas estão abaixo de 0,17mm, ou seja, 0,06mm por metro. Como Petrie avalia (em “Wisdom of the Egyptians”) a curvatura dos planos em menos de 0,05mm, podemos calcular o erro angular em 10″. Levando em conta que estas tolerâncias correspondem a médias gerais, podemos considerar este sarcófago como “normalizado” para 0,03mm/metro. No sarcófago de Quéfren o erro médio é da ordem de 0,02mm/metro, o que também representa excelente trabalho micrométrico. O erro no sarcófago de Queops é um pouco maior – da ordem de 1mm/metro, mas não se deve esquecer que este sarcófago está somente serrado, sem ter recebido o polimento final, de sorte que, tecnologicamente, representa uma façanha comparável ao ajustamento conseguido no sarcófago de polimento brilhante de Quéfren ou o fosco caprichosamente polido, em granito cor-de-rosa, do de Sesóstris II.

Contudo, como realização tecnológica de alta precisão não existe no mundo inteiro nada que iguale o revestimento de calcário da Grande Pirâmide. As análises realizadas por Petrie(88) nos blocos dessa rocha, colocados em posição na face Norte da pirâmide, revelam que tais blocos,pesando 16 toneladas, com superfícies planas de até 3 metros quadrados, mostram um paralelismo ao longo das arestas de 1,90m da ordem de 0,05mm por metro. Os blocos que se acham justapostos com a aproximação de 0,05mm (isto é, em contato íntimo) e a abertura média da junta é da ordem de 0,5mm. Conforme Petrie observa, colocar em posição blocos de tal peso e tal superfície constitui já, por si, uma empresa delicada mas fazê-lo pondo cimento nas juntas parece impossível. Não se observam no chão da pirâmide arranhões que indiquem arrastamento dos blocos, nem mesmo nos blocos pontos de engate para cordas ou gruas. O cimento utilizado era o gesso, de adesão rápida, com que se formula um problema analisado por outros técnicos (Clarke), de solução impossível. A colocação dos blocos de revestimento apresenta-se, portanto, como outra tarefa egípcia misteriosa, de realização impossível para nós.

Contudo, os estudos de Petrie revelam outro problema quanto à colocação dos blocos de revestimento que, conforme diz, deviam ter sido trazidos ao lugar de dentro para fora. Entretanto, esta solução que resolvia muitos problemas de colocação implicaria em começar a construção da pirâmide colocando-se primeiramente os blocos exteriores em posição, passando-se depois a colocar os blocos internos de granito encostados aos primeiros. De outro modo, argumenta Petrie(88), não é possível explicar que as faces exteriores dos blocos formem uma linha reta de 230m de comprimento, na qual não houve qualquer correção ou retoque posterior – conforme provam os ângulos retos exatos, que constituem os diedros dos blocos calcários. Em outras palavras, os blocos deviam receber um tratamento ulterior no canteiro em que, talhados cuidadosamente, passaram a formar uma linha reta sobre o pavimento, perfeitamente polido, escavado na rocha da meseta de Gizé. A construção com blocos pré-fabricados de uma linha reta de 230m de comprimento pressupõe um controle dos ângulos da ordem de segundo de erro. Como os diedros dos blocos apresentam este grau de exatidão, nada mais nos resta senão admiti-lo assim.

A colocação dos blocos de revestimento da Grande Pirâmide recai de tal modo na complexidade do problema de construção das pirâmide, que falta muito para se resolver, apesar do empenho de arqueólogos e técnicos que chegaram até a construir uma “pirâmide-piloto”(28) procurando resolver este enigma pré-histórico.

Com relação ao problema da fabricação dos blocos, conhecem-se os processo modernos para o preparo de “superfícies planas” e “diedros retos” que permitem se obter um padrão de comparação mediante correções sucessivas. No processo de Withworth pulveriza-se a superfície por meio de contato com azul-da-prússia de modo a obter, por meio de duas cópias sucessivas, uma superfície fac-símile da primeira que, em seguida, se compara com a outra para continuar, mediante etapas sucessivas de polimento, até a obtenção de ângulos e superfícies com a exatidão necessária.

É possível que os egípcios tenham aplicado este processo para a obtenção dos blocos de revestimento, mas tal técnica não se pode aplicar para obter planos e ângulos dos sarcófagos, sobretudo no sarcófago complexo de inúmeras facetas de arestas cortadas em bisel de Illahum. Em tais casos teriam de lançar mão de um polimento direto com um controle instrumental permanente. A técnica moderna emprega, para trabalhos deste tipo, um controle com o interferômetro.

Para a obtenção de ângulos com 10″ de tolerância, torna-se necessário lançar mão de goniômetros especiais. Empregando o teodolito não é possível chegar a essa exatidão na medição de diedros sólidos, sendo indispensáveis microscópios de autocolimação. Petrie, por exemplo, levou para o Egito dispositivos óticos especiais para a medição de ângulos, mas o erro instrumental era maior que o erro angular dos blocos de revestimento, tendo de contentar-se com as medidas do paralelismo, que os calibres lhe forneciam, e a curvatura das faces.

Fosse qual fosse a maneira pela qual procederam, o que fica fora de qualquer dúvida é terem conseguido um resultado altamente satisfatório mesmo para a nossa época. Assim, por exemplo, para os melhores “esquadros normalizados”, produzidos pela indústria moderna (Norma DIN 875), admitem-se erros de 0,03mm/metros – em coincidência notável com os erros angulares e o paralelismo das obras egípcias de precisão*.

Neste estudo, torna-se fundamental distinguir o alcance dos instrumentos e os erros que ofrece o objeto elaborado com o auxílio deles. Assim, por exemplo, o microscópio foto-elétrico moderno permite medir padrões de comprimento com um erro menor que 0,000001mm por metro, mas este invento notável não modificará as normas da óptica e do preparo de matrizes. Um erro normalizado de 10″ de arco indica que o instrumento de controle media com erro não maior que 5″. Levando em conta que os melhores instrumentos não-ópticos medem com erros de mais de 300″, demonstra-se, como se fosse um teorema, que os egípcios deviam possuir instrumentos ópticos e, além disso, de alta precisão, visto como a luneta de autocolimação corrente, por exemplo, dá erros da ordem de 5″(115).

Determina-se o normalizado principalmente devido a considerações econômicas de fabricação. Assim, por exemplo, levando em conta o preço atual aproximado de 500 dólares por metro quadrado de “mármore de ajustamento”, com normalizado-tipo da Grande Pirâmide podemos calcular o custo total dos 25.000 blocos de revestimento calcário em uns 500 milhões de dólares. Se se fixasse a norma de tolerância em 3″, o custo elevaria a um bilhão.

Neste caso, o aspecto econômico é fundamental. Pretender, conforme se faz geralmente, que tais considerações não deveriam preocupar os egípcios, devido à barateza da mão-de-obra, importaria em ignorar que o trabalho dessa natureza exige mão-de-obra especializada que, em época alguma, foi motivo de improvisação. Torna-se evidente, portanto, que os egípcios da IV Dinastia deviam possuir enormes institutos tecnológicos nos quais preparavam os milhares de especialistas necessários. E embora a arqueologia atual desconheça em absoluto tudo isso, o argumento tecnológico é decisivo neste caso. Assim se explicaria esse outro mistério egípcio da evolução tecnológica da I à IV Dinastia, embora o instrumental necessário já fosse conhecido dos artífices da I Dinastia. A criação  das organizações e o preparo da mão-de-obra especializada poderia exigir os três séculos assinalados por essa evolução.

Não acredito que, no mundo atual, fosse possível reunir o número de operários especializados nesse gênero de trabalho capazes de enfrentar com êxito o polimento e o revestimento exterior da Grande Pirâmide. Observando que na óptica e no preparo de matrizes não são os sólidos de revolução os objetos mais difíceis – parabolóides e esferas – mas os paralelepípedos e prisma, o preparo de um dos blocos de revestimento (de 20m2 de superfície) equivalente ao polimento do espelho do telescópio do Monte Palomar (EUA). A televisão e o cinema difundiram amplamente os detalhes desse empreendimento ciclópico que exigiu mais de cinco anos de esforços continuados. A fim de compreender a magnitude da obra egípcia, bastará observar que prepararam 25.000 desses blocos. Haviam conseguido no ano 2500 a.C. a produção em massa de instrumentos ópticos que a indústria moderna só produz em escala artesanal.

Devemos lamentar a destruição desse revestimento de mármore que a Grande Pirâmide possuía outrora, pois não só nos priva do prazer estético de contemplá-lo mas igualmente da posse de uma obra que podemos, seguramente, considerar a maior criação da tecnologia humana. Tem-se de lamentar também a destruição desses planos perfeitos, de quase dez hectares de superfície, pois temos a certeza de que a sua presença, por si só, teria convencido, tanto os leigos como os arqueólogos, da excelência técnica dos construtores, a qual devemos inferir a partir dos poucos blocos que ainda restam no lugar na face Norte da Pirâmide.

Resta determinar o objetivo perseguido por esse esforço enorme da tecnologia de precisão, que triplicou o custo total da Pirâmide. Poderia ser finalidade religiosa, esportiva ou científica? Tê-la-iam feito sem qualquer finalidade? Podemos formular muitas perguntas como esta que não encontram resposta fácil. De concreto é terem-na feito, criando assim uma estrutura que, apesar de quase destruída, ainda hoje nos permite medir – com a aproximação da melhor topografia – uma altura que talvez seja o valor mais exato da distância ao Sol determinada até agora (Veja-se “A Altura da Pirâmide”).

O preparo dos blocos de revestimento da Grande Pirâmide confronta-nos com um problema sui generis somente comparável, na época moderna, ao que chamamos “produção em massa” de instrumentos ópticos. A realização de semelhante trabalho, conforme sabemos, pressupõe certas premissas de execução como possuir dispositivos padronizados, bem como um profundo sentimento de organização industrial. Nada sabemos das técnicas empregadas, mas os resultados alcançados obrigam a reconhecer neles uma eficiência somente comparável à da época moderna. Nenhuma outra época histórica realizou trabalhos dessa natureza, pelo que devemos considerar seriamente o que semelhante realização implica no domínio da Mecânica, da Óptica e da Geometria, bem como no que entende com o objetivo visado pela realização dessa precisão excepcional.

A realização atual de obra semelhante ao revestimento da Grande Pirâmide exigiria um esforço técnico que poria à prova a capacidade de nossa era científica. Os técnicos capazes de realizar semelhante trabalho nos alvores da história devem merecer a nossa admiração mais sincera.

Notas:

* Um estrutura prismática com a tolerância de +- 0,03mm por metro no paralelismo das arestas e a curvatura – em planos de 3m2 – de 0,05mm corresponde ao que modernamente se denomina de “óptica de precisão”. A “óptica comercial” admite valores dez vezes maiores.

Para o controle das superfícies planas, utilizam-se na óptica de precisão, as figuras de interferência obtidas por meio de “Vidros-padrão”. Para as grandes superfícies, o processo é embaraçoso, em virtude dos desgastes que sofrem os vidros-padrão, a necessidade de ausência total de pó e o controle exigido para a temperatura, visto bastar o calor da mão para produzir deformações perceptíveis nas figuras de interferência. Por estes motivos preferem-se, para o controle de superfícies amplas, as “lâminas normais” que, mediante o emprego da luz de mercúrio, produzem figuras de interferência sem entrarem em contato com a superfície em estudo.

É possível que os técnicos egípcios tenham controlado as “superfícies normalizadas” como o emprego de “vidro-padrão” ou qualquer outro processo equivalente, dada a simplicidade desta técnica. Quanto às medições angulares, o emprego de “ângulos-padrão” permite um método de controle capaz para o ajustamento à escola da óptica d precisão.

Fonte: O enigma das pirâmides, J. Alvarez Lopes, editora Hemus, 1978, pp. 87-92.

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As 8 faces da pirâmide e O Relâmpago de Pochan

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Petrie já havia observado que a face Sul da Grande Pirâmide apresentava uma anomalia inexplicável, pois a linha demarcatória da base tinha uma entrada de 94cm no centro. Levando-se em conta que a linha reta que constitui os outros lados não apresentava erros maiores que 3mm, estes 94cm implicavam num propósito perfeitamente definido. Petrie, entretanto, não pôde encontrar a explicação desta aparente irregularidade.

Coube a outro piramidólogo (A. Pochan) encontrar a explicação. Trata-se de um fenômeno observável em nossos dias – apesar da atual deterioração das faces da pirâmide – em todos os dias de equinócio ao pôr do sol, quando uma metade da face Sul encontra-se iluminada e a outra metade escura. Pochan apresenta em seu livro uma fotografia feita pela Royal Air Force às 18 horas de um dia de equinócio, momento em que este fenômeno torna-se claramente visível. Pochan qualifica esta fotografia como “extraordinária”, e não é para menos, pois ela permite que se observe hoje (5.000 anos depois) este sutil fenômeno que acontece unicamente nos dias de equinócio – isto é, conforme os anos, em 21 de setembro e 21 de março, quando o sol passa, no seu desvio anual, pelo plano equatorial.

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A análise do fenômeno – que tem a duração de 20 segundos – é extremamente importante do ponto de vista da análise tecnológica da goniometria piramidal, pois seria absurdo pensar que esta divisão do plano piramidal pelo meio fosse devida a um acidente fortuito acontecido durante a construção. Impõe-se aqui o propósito deliberado com a força de sua própria naturalidade e mostra a notável capacidade de levantamento goniométrico daqueles agrimensores, sempre que o ângulo formado pelos dois planos mede 27′ de arco. Além da capacidade construtiva que permite modelar, nesta ordem de medidas, uma superfície de quase quatro hectares (superfície de triângulos laterais da Grande Pirâmide), ressalta o fato de que o movimento do sol no equinócio corresponde a 23′ de arco a cada 24 horas. Este notável ajuste angular faz com que o fenômeno possa ser observado unicamente nos dias de equinócio – que foi o efeito buscado deliberadamente e com precisão pelos seus criadores.

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Os povos antigos (gregos, romanos, orientais, americanos) mediam a duração do ano observando o momento em que a sombra de um pilar retrocedia no solstício. Plínio conta, a esse respeito, que Otávio Augusto utilizava para este fim o obelisco do Campo de Marte. Mas nem o matemático Manilio, que desenvolveu o dispositivo de Augusto, nem um astrônomo sequer do mundo antigo podia medir a duração do ano através da observação da sombra do equinócio. A Grande Pirâmide sempre ofereceu esta possibilidade; e é de se notar que, nos tempos em que seu magnífico revestimento de mármore amarelo encontrava-se intacto, devia ser um espetáculo impressionante observar, no por do sol do equinócio, sua face Sul dividida em duas metades: uma com um dourado brilhante e a outra já imersa nas sombras da noite. Assim mesmo, deve-se observar a ausência de referências a respeito desta peculiaridade tão notável nos textos dos cronistas antigos.

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A análise do fenômeno permite, também, a observação de que o movimento dos continentes e as anomalias geodésicas produzidas nos últimos cinco mil anos não o afetaram. Pelo que podemos deduzir de análises já mencionadas, o deslocamento do continente africano em dois mil metros com relação ao paralelo 30 N, sua movimentação de 5’31” de Leste para Oeste e a inclinação da meseta de Gizé em 8′ com relação à horizontal atual são as irregularidades geodésicas detectáveis produzidas desde a data da construção do monumento. Entretanto, toda esta distorção geodésica é insuficiente para modificar a reprodução de dois em dois anos. A anomalia mais importante – a movimentação de 5’31” – foi, por outro lado, absorvida pelo excesso de 4′ na curvatura dos planos da face Sul.

O relâmpago de Pochan é uma prova conclusiva dos conhecimentos goniométricos e astronômicos dos antigos construtores, assim como das intenções científicas vinculadas à construção do monumento. Referindo-se a isto Pochan disse: “Como vemos, o conhecimento astronômico dos antigos egípcios era bastante superior ao que lhes é atribuído pelos arqueólogos modernos”.

Fonte: O enigma das pirâmides, J. Alvarez Lopes, editora Hemus, 1978, pp. 108-110.

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As pirâmides do Egito e o mundo espiritual

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Por Saulo de Tarso

A história do país das múmias, dos hieróglifos e das pirâmides. Egiptóloga da Universidade de Cambridge confirma tese espírita sobre as pirâmides.

Um dos mais antigos e enigmáticos mistérios do antigo Egito foi elucidado no ano de 2001 de modo brilhante, confirmando as teses espíritas.

Está claro agora que os faraós construíram suas maiores pirâmides – as do Vale de Gizé, a 10 quilômetros do centro do Cairo – alinhadas em direção ao norte e que eles utilizavam as estrelas para determinar essa direção. Para chegar a essas conclusões a arquiteta, e egiptóloga Kate Spencer, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, analisou meticulosamente a posição dos astros em torno do ano 2500 a.C (data aproximada ao erguimento das pirâmides). Kate revela que antes de começar a ergue-las, os egípcios reuniam-se à noite em uma cerimônia religiosa na qual os sacerdotes traçavam no céu uma linha imaginária, ligando a estrela Beta da constelação da Ursa Maior à estrela Zeta da Ursa Menor. O ponto em que a linha tocava o horizonte dava a posição exata do norte. Os lados dos grandes templos eram então projetados de modo a ficar paralelos a essa direção (veja o desenho abaixo). Esse método, diz a cientista, era seguro; o problema é que as estrelas mudam ligeiramente de lugar com o tempo, devido ao próprio movimento do Sol pela Via Láctea. Tanto que, hoje, passados quase 5.000 anos do tempo dos faraós, algumas das pirâmides estão ligeiramente voltadas para oeste e outras, para leste. Esse fato até hoje confundia os egiptólogos.
Outro feito de Kate Spence: conseguiu datar com precisão, pela primeira vez, a construção das pirâmides, que, quanto mais se afastam do norte, atualmente, mais velhas são. A mais antiga pirâmide é a de Quéfren, com 2467 a.C.

Como foram construídas as pirâmides?

Encontramos a resposta na Revista Espírita do ano de 1858 através do Espírito de Mehemet-Ali quando pontuou a Allan Kardec, eis o diálogo:

AK – Desde que vivestes ao tempo dos faraós, podereis dizer-nos com que fim foram construídas as pirâmides? R: São sepulcros; sepulcros e templos. Ali se davam grandes manifestações.

AK – Tinham estas um objetivo científico? R: Não. O interesse religioso absorvia tudo.

AK – Podereis dar-nos uma idéia dos meios empregados na construção das pirâmides? R: Massas de homens gemeram sob o peso destas pedras que atravessaram os séculos. A máquina era o homem.

AK – De onde tiravam os egípcios o gosto pelas coisas colossais, em vez do das coisas graciosas, que distinguia os gregos, posto tivessem a mesma origem? R: O egípcio era tocado pela grandeza de Deus. Procurava igualá-lo, superando as suas próprias forças. Sempre o homem!

Dentre todas os povos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do bem e no culto a verdade.

Ressalta Emmanuel que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da justiça divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de uma pátria distante.

Culto à morte – Metempsicose

A civilização egípcia foi a que mais se preocupou com a idéia da morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e frescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.

Natural era o grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A metempsicose era exatamente o fruto amargo da sua impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora inflingido no ambiente terrestre. Inventou-se desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à Pátria espiritual.

Os mistérios de Ísis e Osíris e toda uma influenciação na cultura da mitologia grega eram símbolos das forças espirituais que presidiam aos fenômenos da morte.

A constelação de Capela

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundo, cantando as glórias divinas do Ilimitado.

A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.

A Constelação do Cocheiro é formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, entre as quais se inclui a Capela, de primeira grandeza, que, por isso mesmo, é alfa da constelação.

Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol, e se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.

Na abóbada celeste Capela está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.

Conhecida desde a mais remota antiguidade, Capela é uma estrela gasosa, segundo afirma o célebre astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddington (1822-1924), e de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos. Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, é, como um Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída.

Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.

Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.

As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Único desejo, voltar à Capela

Os egípcios eram animados pelo desejo que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Morava em seus corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à Pátria Sideral.

Religião e sociedade egípcia

A partir da Pré-História – se assim podemos dizer – todos os povos passaram pelas fases de fetichismo, do animismo e do politeísmo. Ainda hoje, aqui e ali, se encontram vestígios disso em vários lugares e religiões.
Os egípcios também passaram por isso. Vencida a fase de culto aos totens eles chagaram ao culto dos deuses. Além do Deus Pré-Existente e único – Amon-Rá. Osíres, o deus do Infinito, do Espaço, do Tempo e Senhor da Luz, que também era o protetor da terra e da vegetação.

Os egípcios acreditavam na reencarnação e de certo modo mantinham o intercâmbio com os desencarnados. Havia uma religião secreta professada pelos sacerdotes, que também era ciência, englobando a matemática, a física, a química, a astronomia, a medicina, a meteorologia etc. Conheciam o magnetismo, o sonambulismo, curavam pelo sono provocado e praticavam largamente a sugestão. É o que denominavam de magia.

A Bíblia Sagrada do povo egípcio foi o “Livro dos Mortos” . Continha 165 capítulos e dele emanaram todas as religiões do ramo ocidental, dogmas etc. A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.C (domínio romano).

A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.

A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas de escrita: a demótica (mais simplificada) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, cultos e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamada papiro que era produzida a partir de uma planta de mesmo nome também era utilizado para escrever.

Fonte: http://www.correioespirita.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=467&Itemid=48

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A Esfinge: Guardiã das Pirâmides de Gizé

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Nas areias ao lado das pirâmides, em Gizé, perto do Cairo, está agachada a Esfinge. A significação desse grande monumento ainda nos escapa; nós, que mandamos espaçonaves aos planetas, ainda paramos maravilhados diante desse monstro de pedra e tentamos imaginar em vão os motivos da estranha gente que a construiu. Uma vasta cabeça humana com toucado real ergue-se nove metros acima do corpo de leão com setenta e dois metros de comprimento, esculpido em sólida rocha. Suas feições altivas desprezam as mutilações dos homens e olham com sorriso enigmático através do Nilo, além do sol nascente, transcendendo espaço e tempo, para o infinito insondável do universo.

Sua fisionomia serena brilha com um poder cósmico, irradiando uma aura que acalma as mentes das pessoas, evocando ecos de uma idade, de uma civilização gloriosa e maravilhosa governada pelos deuses. Uma tão grande nobreza dominando as paixões transitórias da humanidade lembra aquelas cabeças colossais da pré-história esculpidas nos picos dos Andes e na Ilha de Páscoa no Oceano Pacífico.

Durante séculos esse animal de pedra viu o homem primitivo começar de novo a civilização, depois as areias móveis engoliram-na esconderam-na da vista e da memória humana. Há seis mil anos, na Quarta Dinastia, o Rei Khafra (Kefren ou Quéfren) desenterrou o monstro e garantiu a sua imortalidade inscrevendo o seu cartucho real no lado da Esfinge, mas as areias ameaçavam enterrá-la novamente. Tutmosis IV, quando jovem príncipe, um dia, por volta de 1450 a.C., cansado de caçar, adormeceu entre as grandes patas, quando o deus Sol lhe apareceu em sonho e o impeliu a afastar as areias que o cobriam.

Em 162 d.C. o Imperador Marco Aurélio olhou com olhar compreensivo e desenterrou a Esfinge para que os homens pudessem admirá-la. Mas nos tempos cristãos só o seu rosto esbranquiçado, batido pelo fogo dos mosquetes turcos espreitava acima da areia… até que no século XIX os egiptólogos trouxeram a maior parte dela à luz; mas ainda agora alguma grande tempestade pode enterrá-la novamente.

Acredita-se que os atlantes adoravam o Sol puramente como representação física do logos solar; quando seus adeptos emigraram para o Nilo, estabeleceram aí a religião do Sol e construíram a grande pirâmide e a Esfinge. Dizem os iniciados que essa cabeça humana sobre um corpo de leão simboliza a evolução do homem desde o animal, o triunfo do espírito humano sobre a besta. Debaixo do monstro devia haver um templo que se comunicava com a grande pirâmide, onde há milênios neófitos de vestes brancas procuravam iniciação nos mistérios da ciência secreta. Milênios mais tarde os sacerdotes egípcios relacionaram a Esfinge com Harmachis, um aspecto de Ra, o deus Sol.

A antiga Índia relacionava a Esfinge com Garuda, meio homem, meio ave, o carro celeste dos deuses; os antigos persas identificavam a Esfinge com Simorgh, uma ave monstruosa que de vez em quando pousava na Terra, outras vezes andava no oceano, enquanto com a cabeça sustentava o céu. Os magos da Babilônia ligavam Simorgh à Fênix, a fabulosa ave egípcia que, acendendo uma chama, consumia a si mesma, depois renascia das chamas, possivelmente um símbolo da renovação da raça humana depois da destruição do mundo. Os povos do Cáucaso acreditavam que o Simorgh alado ou cavalo de doze pernas de Hushenk, mestre lendário que diziam ter construído Babilônia e Ispaã, voou para o norte, através do Ártico, para um continente maravilhoso. Um sábio caldeu disse a Cosmos Indicapleustes no século VI d.C.: …As terras em que vivemos são rodeadas pelo oceano, mas além do oceano há outra terra que toca o muro do céu; e nessa terra é que o homem foi criado e viveu no paraíso. Durante o dilúvio, Noé foi levado em sua arca para a terra que sua posteridade habita agora.

O Simorgh tornou-se a águia de Júpiter exibida nos estandartes das legiões romanas através do mundo antigo; símbolo de poder divino, foi adotada por Bizâncio e tornou-se a divisa heráldica do Santo Império Romano, quando, como águia de duas cabeças, foi ostentada pelos Habsburgos da Áustria; e ainda encontra lugar de honra nos brasões das poucas monarquias que restam atualmente.

A própria Esfinge conjura um mistério mais desnorteante, e contudo talvez mais cheio de humanidade do que nós compreendemos. Algumas pinturas egípcias mostram a Esfinge com asas e rosto humano, retrato de reis ou rainhas; pensamos nos famosos touros alados de Nínive. Os sacerdotes egípcios de Saís falaram a Sólon da grande guerra entre os atlantes e Atenas e disseram-lhe da relação entre o Egito e a Grécia; ficamos mais intrigados ainda ao descobrir ambos os países ligados pela Esfinge.

A mitologia grega representa a Esfinge como um monstro-fêmea, filha de Tifon e da Quimera, ambos monstros com hálito de fogo que devastaram a Ásia Menor, até que foram mortos por Zeus e por Belerofonte em batalhas aéreas que sugerem conflito entre astronaves. A Esfinge aterrorizava Tebas, na Beócia, a cidade mais célebre da idade mítica da Grécia, considerada a terra natal dos deuses Dionísio e Hércules. A esfinge grega tinha corpo de leão alado, peito e rosto de mulher. Pisandro disse que a esfinge veio para a Grécia da Etiópia, provavelmente querendo dizer o Egito. A esfinge tebana importunava os viajantes, propondo-lhes um enigma para decifrarem, depois devorava todos os que não podiam responder.

Um jovem forasteiro chamado Édipo, que significa “pés inchados”, a quem o oráculo de Delfos dissera que estava destinado a assassinar o pai e praticar incesto com a mãe, na estrada de Tebas brigou com o Rei Laio e matou-o sem saber que era seu pai. Édipo desafiou a Esfinge, que lhe perguntou: “Que criatura anda de quatro de manhã, anda com dois pés ao meio-dia e com três à noite?” “O homem”, respondeu Édipo, prontamente. “Na infância ele anda sobre as mãos e os pés, na idade adulta anda ereto e na velhice apóia-se num cajado.” Mortificada pela resposta correta, a Esfinge jogou-se de um rochedo e morreu. Encantados, os tebanos nomearam Édipo seu rei e ele se casou com Jocasta, viúva do rei falecido, gerando quatro filhos. Os deuses enviaram uma praga e Édipo soube que tinha assassinado seu pai e casado com sua mãe. Jocasta enforcou-se, Édipo cegou-se e vagueou cego pela Grécia, acompanhado de sua filha Antígona, até que as Eumênides, as deusas da vingança, o levaram da Terra. Ésquilo, Sófocles e Eurípides escreveram peças clássicas sobre essa tragédia; os nossos psicanalistas evocam este complexo de Édipo, a tirania da mãe sobre o homem, que dizem ser a causa de psicoses atualmente.

É uma estranha história esta, e muito confusa; poderemos relacioná-la com o Egito Antigo? O grande estudioso Immanuel Velikovsky, com magistral erudição, identifica Édipo com o faraó herético Akhenaton, que subiu ao trono em 1375 a.C. Que relação pode haver entre este santo faraó Akhenaton, que tentou reformar o mundo, e o trágico Rei Édipo, marido de sua própria mãe? Poderiam esses personagens extraordinários ser realmente a mesma pessoa em diferentes épocas e em diferentes países? Existe algum mistério mais profundo por trás da imagem de Akhenaton?

Velikovsky afirma com impressionantes argumentos que as esculturas mostram que Akhenaton tinha os membros inchados: Édipo, em grego, significa “pés inchados”; as inscrições sugerem que Akhenaton tomou Tiy, sua mãe, como esposa, e gerou filho nela, exatamente como Édipo, que, sem o saber, casou com sua mãe, Jocasta, e gerou nela dois filhos e duas filhas. Por mais repugnante que seja o incesto para o nosso tempo, no Egito Antigo os faraós consideravam-se uma dinastia divina, de modo que, por razões de Estado, casavam irmão e irmã para produzir um sucessor, embora houvesse sem dúvida algumas exceções nessa prática.

Os egípcios abominavam o casamento entre mãe e filho, embora tolerassem uniões entre pai e filha, privilégio tido por Ramsés II. Os mitanianos e os antigos persas, adoradores de deuses indo-iranianos, acreditavam que a união entre mãe e filho tinha uma alta significação sagrada. As estreitas relações políticas entre o Egito e Mitani provavelmente trouxeram a influência zaratustriana para a corte egípcia, e isso proporciona uma explicação plausível para o casamento de Akhenaton e Tiy, ambos indivíduos dominantes, e sem dúvida explica por que sua esposa legal, a bela Nefertiti, o deixou. O corpo de Akhenaton nunca foi encontrado.

O túmulo miserável de Tiy sugere seu suicídio, Jocasta enforcou-se. Provas tortuosas implicam que Akhenaton depois sofreu cegueira e peregrinou com sua filha Meritaten, que sofreu morte ignominiosa como a trágica Antígona, filha de Édipo, enterrada viva. Akhenaton desapareceu, Édipo foi finalmente removido da Terra pelas Eumênides, deusas da vingança.

Como Shakespeare, que raramente inventava seus enredos mas transmutava velhas histórias com a magia do gênio, Ésquilo, por volta de 500 a.C., tomou histórias antigas para montar suas grandes tragédias. Durante séculos a história do rei egípcio, cego e incestuoso, deve ter sido cantada por bardos através de muitas terras; Sófocles deu cor local ao drama, transferindo a cena com personagens gregos para Tebas, na Beócia, cidade que por alguma estranha coincidência tinha o mesmo nome que os gregos davam à grande capital de No-Amon, no Nilo. Na imaginação popular o Egito era simbolizado pela Esfinge, de modo que Sófocles certamente aproveitou a oportunidade de fazer “bom teatro” fazendo a Esfinge apresentar o prólogo de sua nobre trilogia· Édipo rei, Édipo em Colona e Antígona. Uma explicação espantosa, mas, como todo teatrólogo sabe muito bem, perfeitamente possível. Suponhamos que a história oculte um mistério maior do que se imagina, considerando que muita coisa ainda há de ser descoberta!?…

Um enigma muito mais antigo

O maior símbolo da cultura do Egito antigo, a esfinge de Gizé, teve sua idade reavaliada. Arqueólogos egípcios e norte-americanos analisaram o calcário usado no monumento e concluíram que sua construção ocorreu há mais de 10.000 anos – e não há 4.500 anos, como se imaginava. A esfinge teria sido erguida, então, antes da escrita e das primeiras cidades, na Mesopotâmia. Ela seria mais antiga que a própria História.

Fonte: http://www.starnews2001.com.br/egypt/esfinge.html

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Mistérios e pirâmides dos sicáns

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

29 de janeiro de 2008

Pesquisadores tentam desvendar os hábitos desse povo, que avançou pela costa do país entre 750 e 1300 d.C.

Camila Anauate – O Estado de S.Paulo

CHICLAYO – Um denso bosque a perder de vista, entrecortado aqui e ali por imensas pirâmides de adobe. Nesse cenário floresceu a civilização lambayeque, também conhecida como sicán, que dominou o povo mochica e avançou pela costa norte peruana entre os anos de 750 e 1300 d.C..

O Santuário Histórico Bosque de Pómac está a 35 quilômetros ao norte de Chiclayo e ganhou esse status por reunir biologia, ecologia, cultura e, claro, arqueologia. Entre árvores milenares e 84 espécies de aves – algumas em extinção – estão guardados os mais importantes vestígios dos lambayeques.

Muito do que se sabe sobre essa cultura é resultado de um trabalho arqueológico iniciado na década de 1970 pelo japonês Izumi Shimada. Foi ele quem encontrou as 36 pirâmides pelo bosque. Essas estruturas pré-incaicas eram utilizadas como templos religiosos e também como centros administrativos e cerimoniais. Entre as mais divulgadas está a Huaca Las Ventanas, onde as escavação seguem até hoje.

Um circuito no futuro

Segundo o arqueólogo Vicente Billet, que trabalha no complexo, faltam recursos materiais e humanos para que todas essas pirâmides sejam estudadas ao mesmo tempo. Mas a idéia é, com o passar do tempo, abrir um circuito turístico completo pelo Bosque de Pómac.

O que os visitantes vêem hoje é o local onde foram encontradas duas tumbas da elite lambayeque. Elas foram descobertas nos início dos anos 90, a 12 quilômetros de profundidade, com a ajuda de radares. Com elas foram encontrados muitos objetos de ouro, o que comprova o pleno domínio da metalurgia por parte dessa civilização.

Relíquias

As jóias encontradas no santuário histórico estão expostas no Museu Nacional Sicán, inaugurado em 2001 na pequena cidade de Ferreñafe, que fica exatamente no meio do caminho entre Chiclayo e o Bosque de Pómac. São dezenas de máscaras, braceletes e colares de ouro com detalhes de pedras preciosas e conchas.

O museu também exibe os objetos achados durante as escavações e mostra como eles eram utilizados ou até mesmo fabricados. Além disso, dá detalhes da vida doméstica desse povo e do processo de manufatura de metais e de cerâmicas.

Mas o ponto alto da visita é, definitivamente, a réplica das surpreendentes tumbas. O senhor mais velho, talvez o líder máximo dos lambayeques, teve a cabeça degolada e foi enterrado com o corpo invertido – as pernas estavam cruzadas, viradas para cima. Já o senhor mais novo foi encontrado no sarcófago sentado e também com as pernas cruzadas.

Essas disposições nunca foram vistas nas tumbas de civilizações pré-incaicas. E continuam sendo um mistério.

Bosque de Pómac: http://www.peru.info.
(com informações sobre o Bosque de Pómac)

Museo Nacional Sicán: http://sican.perucultural.org.pe.
(com vista panorâmica de 360º do Bosque de Pómac)

Fonte: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup116770,0.htm

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As Pirâmides e o Poder das Plantas

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Ele ajoelhou-se à beira de um antigo espojadouro de búfalos, onde as pequenas flores do prado cresciam meio ocultas na grama azulada da região de pastagem de Kansas Flinthill. Cuidadosamente, ele correu os dedos pelas pétalas brancas. “Estes irmãozinhos podem refletir sua alma. Eles o vêem passar e informam ao Grande Espírito como você pisa sobre a terra.”

– Você conhece as experiências de Cleve Backster com as plantas, as medidas que tomou de suas reações emocionais? – perguntou Shul.

Ele abanou a cabeça e passou muito tempo sem responder, enquanto parecia contemplar uma moita de sumagre a pouca distância (Tipo de plantas de folhas compostas que, quando secas e reduzidas a pó, servem como adstringente e para fabricar tintas. N. do T) . – Sim – disse por fim. – O homem branco tem seus métodos e levou muito tempo para descobrir o que os índios sempre souberam: que a vida é una e não se pode dissociá-la. A forma nada significa. O homem começa a  se comunicar consigo mesmo e com os outros no dia em que aprende que as plantas também compartilham da consciência universal.

Isto passou-se por ocasião da Conferência Interdisciplinar do Controle Voluntário dos Estados Internos da Consciência, em 1971, patrocinada pela Fundação Menninger. Vários de nós havíamos aproveitado um intervalo das sessões para acompanhar Trovão Reboante, curandeiro chefe da Nação índia Shoshone, num passeio pelos prados circunvizinhos. Ele havia sido convidado para assistir à conferência, a fim de compartilhar com os cientistas de vários países, algumas das grandes e antigas tradições do curandeiro índio. Quantas vezes pensei nele desde quando começamos nossos trabalhos com as plantas ou quando lia a respeito de alguma nova descoberta referente à relação do homem com elas. E fico então a imaginar Trovão Reboante lendo a mesma informação, com um sorriso calmo e enigmático, refletindo um traço de regozijo interior.

Talvez seja o inesperado contato com alguém como Trovão Reboante – uma voz do passado e guardião de um antigo corpo de conhecimentos -, mas nos apercebemos de que só descobrimos o que já é conhecido por uma inteligência superior à nossa. Saberia o curandeiro índio até onde, na cronologia de seus mestres, poderia ser traçada esta sabedoria? Estes pensamentos têm uma mareira de se insinuar, em particular quando procuramos os vislumbres de uma estrutura de há muito conhecida do homem. Observando nossas plantas realizarem o que para nós era um novo ritual dentro de seus espaços piramidais, lutamos por ler nesses movimentos as chaves do antigo conhecimento dos campos de energia.

Provas consideráveis indicam agora as plantas como uma dessas chaves. Poucos acontecimentos nas áreas científicas dos últimos anos têm despertado maior excitação, espanto e uma elevação da consciência, do que as experiências realizadas com as plantas. Nossas pesquisas com as plantas que crescem dentro de pirâmides proporcionaram alguns fenômenos que dão o que pensar. O que de fato iniciou o emprego das plantas como objeto para o novo estudo das campos de energia e até da consciência em anos recentes, no entanto, foi uma fase de uma inocente pesquisa efetuada na manhã do dia 2 de fevereiro de 1966, que alterou completamente nossos conceitos das formas de vida. Naquele dia, Cleve Backster, perito polígrafo e ex-especialista em interrogatórios da CIA, descobriu que as plantas revelam uma reação emocional semelhante à observada nos seres humanos.

Procurando medir a taxa em que a água subia por uma planta desde a raiz até à folha, Backster fixou os eletrodos de um polígrafo modificado às folhas de uma dracena doméstica. O polígrafo ou detetor de mentiras mede a alteração da respiração, pressão arterial, número de pulsações e da sudação provocadas por estímulos emocionais nas pessoas a ele submetidas. A alteração na transpiração é conhecida como reação galvânica da pele ou reflexo psicogalvânico (RPG). Os resultados são registrados na fita do polígrafo por um estilete que traça linhas sobre o papel, de acordo com a atividade elétrica do indivíduo.

Backster raciocinou que quando a água atingisse a folha da planta, a resistência diminuiria e o traçado subiria. Ocorreu justamente o contrário. O exame da fita revelou o traçado típico de um ser homem emocionalmente excitado. Como pode ter uma planta reaçôes emocionais? Intrigado, Backster resolveu tentar o princípio da ameaça ao bem-estar queimando a folha da planta com um fósforo. No instante em que ele pensou em acender o fósforo houve uma dramática alteração no traçado do RPG. Ele se achava a vários pés de distância da planta e ainda não tinha acendido o fósforo, e o estilete já estava dançando sobre a fita registradora.

Insistindo no critério do princípio da ameaça, Backster deixou cair alguns camarões na água fervendo. Uma vez mais a planta revelou grande agitação. Ele passou a imaginar se as células seriam capazes de irradiar alguma espécie de sinal de angústia para outras células vivas. Foi instituído um estudo cientifico cuidadosamente planejado.

Backster resolveu que podia eliminar a possibilidade de um erro humano automatizando suas experiências. Ele construiu aparelhagem programada para matar os camarões ao acaso, com o tempo precisamente registra-do pelas máquinas. Nenhum ser humano permanecia no local. Renomados cientistas concordaram que o sistema não podia falhar ou ser adulterado.

Foram fixados eletrodos em três plantas separadas, colocadas em quartos separados e distantes da área onde o camarão seria morto pela imersão automática em água escaldante. As leituras dos traçados do polígrafo revelaram que a resposta emocional das plantas ocorria no exato momento da morte do camarão. Desde então a experiência tem sido repetida muitas vezes por Backster e outros, todos empregando sofisticados equipamentos tomados ao acaso, programadores e dispositivos mecanicos sendo os resultados sempre os mesmos.

Têm-se obtido iguais resultados danificando ou destruindo outras formas de vida enquanto se controlam as reações das plantas a estes acontecimentos. Informalmente, confirmamos as experiências de ameaças realizadas na Fundação Menninger e, mais tarde, no laboratório em nossa garagem, com um polígrafo modificado.

Backster descobriu que o indefinido sistema sensorial ou capacidade de percepção na vida da célula não pode ser bloqueada por uma tela de Faraday (que impe-de a penetração elétrica), nem por lâminas de chumbo. O sinal continuava gerado, ao que parece, por uma força além de nosso espectro eletrodinâmico.

Trabalhando com Backster no conselho consultivo da Fundação Ernest Holmes para Pesquisas, tivemos a oportunidade de visitá-lo recentemente. Ele nos disse que esta força parecia ser um sinal de vida insuspeitado e que possivelmente unia toda a criação. Sua hipótese é a de que todas as formas de vida estão unidas pela consciência ao nível celular – que as plantas, assim como as pessoas e os animais, são capazes de se comunicar entre si a um nível muito mais alto do que qualquer forma de telepatia conhecida até agora.

Aparentemente, a distância não constitui uma barreira. Uma planta pertencente a um amigo foi deixada com Backster, e este descobriu que ela se tornou altamente excitada quando seu dono passou por uma crise de tensão quando seu avião aterrissou em Cincinnati. Desde então Backster mantém um tronco de árvore com um cronômetro toda vez que se ausenta de seu laboratório em Nova York. Seus momentos de excitação, tensão, etc., coincidem com os traçados poligráficos de suas plantas. Independentemente da distância em que ele se acha, quando pensa em voltar para o escritório, as plantas reagem com excitação. É interessante notar que as plantas demonstram afeto pelos que cuidam delas mas também medo dos estranhos e dos que as maltratam. Backster testou este ponto vários vezes desempenhando o papel do bom moço, enquanto seu assistente, Bob Henson, fazia o de vilão. Toda vez que Backster cortava o dedo ou se feria quando estava trabalhando no seu laboratório, suas plantas reagiam com grande simpatia.

Em suma, as experiências de Backster forneceram a prova de que as plantas – embora se creia não terem nervos – registram o medo, a apreensão, o alívio e o prazer. Porém, há quase três quartos de século, o mais notável físico da India, Sir Jagadis Chandra Bose, declarou: “O amor, o ódio, a alegria, o medo, o prazer, a dor, a excitabilidade, o estupor e muitas outras reações adequâdas aos estímulos são tão universais nas plantas quanto nos animais.”

A afirmação do Dr. Bose não foi uma vã especulação. Primeiro hindu a receber uma distinção internacional em física, psicologia e fisiologia, ele demonstrou que o reino vegetal vive e sente através de seu Crescógrafo – destinado a medir e registrar os impulsos nervosos nos animais – o qual revelou que as plantas exibem reações de excitação aos estímulos mecânicos e sofrem alterações fisiológicas idênticas às que se processam no tecido animal. Utilizando o seu Oscilador de Ressonância, que mede a velocidade de transmissão da resposta à excitação, e o Registrador de Oscilações, que registrava as pulsações da planta Telégrafo, Bose demonstrou a semelhança entre os impulsos da planta e os batimentos do coração animal.

Bose demonstrou que quando uma planta era espetada com um alfinete, sua taxa de crescimento reduzia-se imediatamente de um quarto, e que ela levava cerca de duas horas para se recuperar. Mostrou ainda que um fraco estimulo elétrico provocava uma alteração no pulvinulo (Intumescência que se desenvolve na base do pecíolo das folhas de certas plantas. (N. do T.) ) (ele se comporta de forma semelhante a um músculo contrátil num animal) de uma planta, e que um estímulo forte induzia uma alteração elétrica negativa. Ele considerou que o tom positivo era agradável à planta e o negativo desagradável ou doloroso.

Em sua Autobiography of a Yogi (Autobiografia de um logue), Paramahansa Yogananda relata como viu Bose introduzir um instrumento afiado através da seção de um feto. Observando a sombra do feto na tela do Crescógrafo, capaz de maximizar os impulsos 10 milhões de vezes, ele viu o feto tremer espasmodicamente no instante do golpe, e depois morrer tremendo violentamente, quando Bose atingiu o caule. Segundo Yogananda, a contração da morte na planta parecia semelhante em todos os aspectos à contração da morte num animal.

O Cardiógrafo Ressoador de Bose media pulsações infinitesimais nas plantas, nos animais e nos seres humanos, à razão de um centésimo de segundo. De acordo cam Patrick Geddes, professor de Botânica que escreveu .The Life and Work of Sir Jagadis C. Bose (Vida e Obra de Sir Jagadis C. Bose), o Dr. Bose construiu o Cardiógrafo na esperança de que o instrumento levasse à prática da vivissecção nas plantas em vez de nos animais.

A força da oração nas plantas foi demonstrada muitas vezes. Talvez a pesquisa mais completa nesta área tenha sido efetuada pelo Reverendo Franklin Loehr, que criou a Fundação para Pesquisa Religiosa da América com este objetivo. Seus trabalhos durante três anos, nos quais 150 pessoas realizaram mais de 700 pesquisas e efetuaram mais de 100.000 medidas, demonstraram que a oração pode afetar o crescimento e a saúde das plantas. Os resultados foram publicados. no bestseller The Power of Prayer on Plants (O Poder da Oração sobre as Plantas).

Tendo lido as experiências de Loehr, o Dr. Robert Miller, engenheiro químico em Atlanta e ex-professor do Instituto de Tecnologia da Geórgia, resolveu examinar o poder da oração a longa distância sobre as plantas. Ele empregou um transdutor rotativo eletromecânico e um registrador de fita para medir o crescimento da planta. Pediu-se aos Drs. Ambrose e Olga Worrall, conhecidos médiuns, que orassem pelas plantas desde sua casa, situada cerca de 600 milhas de distância. Durante um período de onze horas, as plantas cresceram a uma taxa de 52,5 milímetros por hora – mais de 800 por cento da taxa normal.

O Dr. Bernard Grad, bioqufmico e professor de psiquiatria na Universidade McGill em Montreal, tornou-se internacionalmente conhecido por suas experiências com os efeitos de apor as mãos e, em particular, com o efeito telecinético no crescimento das plantas. Tendo encontrado um médium altamente capaz na pessoa de Oskar Estebany, ex-coronel do exército húngaro, Grad passou sete anos investigando a natureza do poder de Estebany. Entre as experiências, incluía-se a de fazer com que segurasse, durante alguns minutos, sementes em suas mãos antes de plantá-las, e de segurar também um recipiente com água que depois era derramada sobre as sementes em experiência. Em cada caso, a taxa de germinação superava de muito a das sementes não submetidas a este tratamento.

Estas experiências parecem corroborar o velho adágio do dedo verde, pelo qual certas pessoas parecem gozar de uma habilidade especial para cultivar as plantas. Há meio século, Luther Burbank afirmava: “… uma pessoa planta uma flor, trata-a com todo o cuidado, e ela murcha. No entanto, em idênticas condições físicas de cuidados e atenção, uma segunda pessoa pode fazer com que a mesma flor desabroche sadiamente. O segredo … é o amor.”

A questão que se apresenta de imediato é como uma planta é capaz de reagir ao amor a não ser que possa senti-lo? Será que a demonstração de amor e carinho gera alguma energia ainda desconhecida a qual a planta reage? As experiências acima descritas demonstram claramente que alguma força invisível e desconhecida é capaz de alterar o comportamento das plantas, às vezes de modo drástico.

O importante é que quando você considerar estas e outras experiências, que serão mencionadas mais adiante neste capítulo, verá que podem ser traçados interessantes paralelos com as pesquisas realizadas na pirâmide. Sementes e plantas, colocadas dentro de um espaço em forma de pirâmide, comportam-se de maneira muito diferente daquelas que se acham fora dele.

Em nossas primeiras pesquisas com as plantas dentro de modelos de pirâmides, verificamos uma significativa diferença na taxa de crescimento das plantas em experiência e das de controle postas do lado de fora das pirâmides. Essas observações nos levaram a crer que uma força energética, capturada ou gerada pela pirâmide, estava afetando as plantas. Ficamos pensando se não se poderia observar este efeito com o uso de fotografias tomadas a determinados intervalos de tempo. O que vimos – e depois foi mostrado a vários pesquisadores, cientistas e leigos – foi as plantas girarem numa espécie de dança sinfônica, como se dirigidas por um maestro invisivel.

Nosso primeiro filme mostrou um girassol de aproximadamente seis polegadas (15cm) de altura, esguio, com duas folhas bem formadas, colocado no centro de uma pirâmide de vidro ao nível da Câmara do Rei, isto é, a um terço da distância entre a base e o ápice. A planta descrevia um movimento cíclico de leste para oeste. Ela se curvava para o leste quase tocando a base, descrevia um semicírculo para o sul e retornava para oeste, colocando-se por fim na vertical antes de iniciar mais uma dança. O movimento repetia-se a cada duas horas de acordo com um relógio colocado ao lado da planta. Desde então, a fotografia de tempo tem sido usada várias vezes num período de dois anos.

Durante mais de dois anos o movimento de leste para oeste jamais se alterou; o padrão era sempre o mesmo. Então, de repente, em julho de 1974, o movimento de leste para oeste parou e as plantas começaram a se mover num arco norte-sul. Admitimos a hipótese de que a alteração podia ter sido causada por variações das manchas solares ou das explosões solares. No entanto, verificações feitas junto às estações meteorológicas e espaciais que medem esses fenômenos não forneceram quaisquer pistas. No momento em que escrevemos, novembro de 1974, continua o movimento norte-sul. Achamos que esta mudança radical tem alguma significação e chegamos mesmo a especular que as plantas estão registrando alguma modificação em nosso ambiente. Naturalmente, estamos continuando nossas pesquisas neste sentido.

As plantas fora das pirâmides não mostram os movimentos giratórios das que se acham dentro delas. As fotografias de tempo revelam que elas procedem como as moças que, num baile, não encontram pares para dançar, ao contrário de suas iguais que se acham dentro das pirâmides. Nossas experiências parecem indicar que existe uma espécie de vento cósmico que sopra de oeste. Quando se coloca uma tela de alumínio do lado ocidental da planta que se encontra dentro de uma pirâmide, a planta hesita em seu movimento giratório e depois pára completamente, até que a tela seja removida ou até que seu crescimento ultrapasse a altura da tela. No entanto, somente a porção que fica por cima da tela se move, permanecendo inibida a porção bloqueada. Enquanto a tela permanece verticalmente colocada do lado oeste da plantas, esta não murcha e continua sadia, se bem que estranhamente suspensa no limbo.

Parece que o campo de energia capturado, amplificado ou gerado pela pirâmide inclui uma parte do espectro eletromagnético, na medida em que a presença do anteparo de alumínio parece bloquear um campo de força e suspender o movimento da planta. Segundo nossas investigações, o alumínio é o único metal que serve de inibidor. O alumínio é fabricado por um processo elétrico e pode ser considerado como uma substância elétrica. Talvez o alumínio produza um campo negativo ou sirva para bloquear o campo positivo. Sementes colocadas em pires sobre lâminas de alumínio não germinaram durante quatro dias, embora outras dispostas em pires semelhantes sem a folha de alumínio germinassem em dois dias. Uma vez deixada dentro da pirâmide por duas semanas mais ou menos, parece que a folha ou a tela se saturam com a energia da pirâmide e não servem mais como inibidoras. No entanto, deixado fora da pirâmide por qualquer espaço de tempo, o alumínio perde sua carga e readquire o seu poder inibidor.

Quando se introduz na pirâmide um ímã, as plantas pequenas param os seus movimentos. Um ímã colocado ao lado de um girassol de 15 cm de altura interrompeu os movimentos giratórios da planta ao nível da base, embora no alto a planta continuasse a se mover. Retirado o ímã, a planta reiniciou seus movimentos da base do caule. Misteriosamente, quando as plantas são colocadas sob cúpulas de plástico, a permanência dos ímãs parece inibir o movimento da planta em qualquer lugar da pirâmide, exceto naquele que fica diretamente sob o ápice. Em outras palavras, é como se a energia naquele local fosse suficientemente forte para superar uma força contrária gerada pelo ímã.

Lembrando que a experiência do Dr. Bose revelou que as plantas alimentadas por fracos impulsos elétricos ficavam saudáveis e felizes, enquanto que as que recebiam cargas elétricas mais intensas se deterioravam, podemos supor que as telas de alumínio e os ímãs tendem a gerar uma superdose de cargas elétricas dentro do espaço da pirâmide já carregado pela própria atividade de seu campo. Poderia parecer uma questão de excesso, levando mesmo ao abuso das experiências, o fato de os ímãs colocados perto das plantas fora das pirâmides revelarem um aumento no crescimento das referidas plantas. Podemos também notar que, no caso da eletroterapia, os que a ela vão se submeter são avisados de que as baixas doses de eletricidade podem ser benéficas e que as altas doses são capazes de causar danos.

No que toca à geração de campos elétricos conhecidos, os cinco espaços abertos ou câmaras situados acima da Câmara do Rei na Grande Pirâmide podem proporcionar um efeito semelhante ao de um capacitor à Camara do Rei, com as propriedades elétricas que acompanham as de um capacitor. O granito usado em muitas partes da pirâmide veio de Assuã e tem uma qualidade piezelétrica muito semelhante à do quartzo.

O comportamento de um girassol – observado por meio de urna seqüência de fotos intervaladas – pareceu ser muito humano no que diz respeito à sua atração pelo ouro. Um cilindro feito de uma delgada lâmina de ouro de 22 quilates foi colocado dentro da pirâmide e a planta procurou por todos os meios girar em torno dele. Por fim, ela oscilou para trás, na direção oposta, porém não até tão longe quanto de hábito, e retornou rapidamente a abraçar o cilindro de folha.

Anton Mesmer, fortemente influenciado pelas obras do médico Paracelso, do século XVI, acreditava que as plantas e os astros desprendiam um fluido magnético sutil e invisível, que influenciava a saúde e o bem-estar do homem. Ele se referia a esta força como magnetismo animal. Após a morte de Mesmer, em 1815, seus seguidores passaram a se chamar de magnetizadores. Em 1841, um cientista e magnetizador francês, Charles Lafontaine, lançou-se a uma série de experiências com as plantas, a fim de determinar se o magnetismo, que Mesmer acreditava que ele era capaz de gerar e usar para curar, tinha algum efeito sobre as formas inferiores de vida.

Lafontaine fez passes sobre um gerânio que estava morrendo. A planta não só reviveu, como cresceu mais e floresceu mais profusamente que os outros gerânios que lhe estavam próximos. Excitado pelo sucesso obtido por Lafontaine, um de seus colegas, o Dr. Picard, obteve resultados semelhantes com um pessegueiro. Outros pesquisadores, trabalhando com Lafontaine, também conseguiram curas espantosas de árvores frutíferas e obtiveram mais frutos do que os produzidos pelas árvores de controle plantadas em terra que teve o mesmo trato.

Atualmente, a Irmã Justa Smith, enzimologista e catedrática do Departamento de Química da Escola de Rosary Hill em Búfalo, Nova York, dedicou-se profundamente ao estudo do efeito da força que emana das mãos de um médium sabre as enzimas. A Dra. Smith demonstrou que os campos magnéticos aumentam a atividade das enzimas, enquanto que a luz ultravioleta a prejudica. Agora ela está trabalhando com Estebany na pesquisa deste campo de força e de seus efeitos comparados aos de um forte campo magnético. Usando quatro recipientes com enzimas, o frasco não submetido ao tratamento permanece à mesma temperatura que as mãos de Estebany; o segundo frasco é seguro por Estebany durante setenta e cinco minutos; o terceiro contém enzimas danificadas pela luz ultravioleta, e Estebany trata-o do mesmo modo do segundo. O quarto recipiente de enzimas é exposto a um forte campo magnético de 8.000 a 13.000 gauss. A medida do campo magnético da terra revelou menos de um gauss.

Esta experiência foi realizada diariamente durante um mês, e a Dra. Smith descobriu um significativo aumento da atividade das enzimas contidas nos frascos tratados, em comparação com os de controle. Viu-se que as enzimas danificadas pela luz ultravioleta e depois tratadas por Estebany haviam-se “curado” e retornaram à atividade normal. A descoberta feita pela Dra. Smith, de que a atividade das enzimas no frasco tratado por Estebany era a mesma que a dos frascos submetidos a um campo magnético de 13.000 gauss, foi de considerável importância.

A pergunta que a Irmã Justa Smith faz é: se a força irradiada por Estebany – e médiuns semelhantes – e o campo magnético carregado são a mesma força que normalmente provoca a cura. Ela está trabalhando também como diretora do Instituto de Dimensões Humanas, em Rosary Hill, que está empenhado na pesquisa cientifica das dimensões desconhecidas do potencial do homem. Um dos projetos do instituto é a mensuração dos efeitos da PES (Percepção Extra-Sensorial) sobre as plantas, e que está sendo realizado pelo Dr. Douglas Dean, da Escola de Engenharia de Newark. Ele descobriu que os estudantes que demonstram maior grau de PES são capazes de fazer crescer mais as sementes de cevada plantadas.

Que o crescimento e a cura são iniciados pelos mesmos campos de força não constitui surpresa para ninguém, porém a questão levantada pela pesquisa feita nas pirâmides é saber se a energia, aparentemente disponivel dentro do seu espaço, ë da mesma natureza. Há algumas provas que indicam ter ela propriedades semelhantes: influenciam o crescimento das plantas, a atividade bacteriana e das enzimas, e há indícios de que aumentam as qualidades curativas, descritas em outro capítulo deste livro.

A maior parte da literatura sobre as pirâmides sugere que as sementes germinam mais depressa e que as plantas crescem mais rapidamente quando colocadas dentro das pirâmides. Em seu livro, Pyramid Power (O Poder da Pirâmide), Max Toth e Greg Nielsen afirmam: “Os horticultores descobriram que as sementes colocadas dentro de uma pirâmide antes de serem plantadas germinam mais depressa e produzem uma planta mais forte e mais sadia num menor período de tempo do que as que não passaram por este processo.”

A psicossensitiva Tenny Hale, do Oregon, diz que deixou uma muda fora d’água dentro de uma pirâmide durante cinco dias e que ela não morreu. Retirada da pirâmide e posta dentro d’água para criar raízes, a muda morreu em meia hora. Segundo várias experiências foi possível incrementar o crescimento das plantas regando-as com água que permaneceu durante uma semana ou mais dentro de uma pirâmide.

Obtivemos excelentes resultados com tomateiros, deixando-os crescer dentro de uma pirâmide durante duas semanas, antes de plantá-los na terra fora dela. Estes tomateiros produziram muito mais do que igual número de outros que serviam de controle. Com efeito, um deles chegou a dar mais de cem tomates de uma só vez. Outro grupo de tomateiros se conduziu muito bem depois de iniciar o seu crescimento dentro de uma pirâmide. Mais tarde ele foi atacado por pragas, o que nos fez construir uma estrutura coberta com uma tela galvanizada, colocada no alto de um poste que foi enterrado no solo, perto de uma das plantas, na esperança de que gerasse um campo magnético em torno dela. Ela atingiu a mais de 2,70m de altura e produziu tomates a uma distância de 2,40m do solo. No entanto, o restante das plantas morreu. Mas nem sempre os resultados são consistentes. Como acontece com outros tipos de pesquisas, eventualmente os resultados são extravagantes e até mesmo opostos num mesmo tipo de experiência, onde as variáveis permaneceram as mesmas. Por exemplo, nem sempre as sementes germinam no interior das pirâmides e, às vezes, o fazem mais lentamente do que as que estão colocadas do lado de fora.

Numa das experiências, pegamos quatro bandejas e colocamos, em cada uma delas, duas sementes de favas, feijões e girassóis em cima de guardanapos de papel dobrados. Uma bandeja foi umedecida com água da bica, outra com água de uma célula-D (as células-D serão discutidas mais adiante neste livro), outra com água da pirâmide, e a quarta com água da bica e colocada no campo de um oscilador de ondas múltiplas (OOM) durante um minuto. As sementes tratadas com a água do oscilador cresceram três vezes mais depressa do que as das outras bandejas. Nestas, houve pouca variação na germinação e na taxa de crescimento.

Várias pessoas têm nos perguntado sobre a conveniência de se construirem estufas na forma de pirâmides. Temos sugerido que, antes de ser feito este investimento, há necessidade de ulteriores pesquisas. Embora as plantas não raro floresçam dentro das pirâmides, às vezes deixam de fazê-lo. Diversas verbenas, colocadas dentro de pirâmides em diferentes ocasiões, morreram. Descobrimos que os cogumelos duram ali muito pouco tempo. Tomateiros semeados em solos que anteriormente serviram como base para pirâmides sempre morreram. De vez em quando, uma planta colocada dentro de uma pirâmide pára de crescer e permanece durante dias como que suspensa no tempo.

Pode-se supor que o fato de as plantas se comportarem muito melhor e, eventualmente, muito pior dentro das pirâmides ou quando tratadas com a água da pirãmide, dependa da quantidade de energia benéfica presente ou gerada. Quando as plantas se atrasam no crescimento ou morrem, isto pode ser conseqüência de uma carga elétrica muito intensa ou, possivelmente, devido a presença de uma energia negativa qualquer. Já foi demonstrado que uma corrente elétrica fraca intensifica o crescimento e que uma forte o inibe, e nossas experiências de germinação com as sementes tratadas pelo OOM parecem confirmar este fato.

Nem todas as localizações dentro da pirâmide exercem efeitos iguais. Embora tivéssemos antecipado que o máximo do crescimento poderia ocorrer quando a planta fosse colocada no local correspondente ao da Câmara do Rei na Grande Pirâmide, o caso pareceu ser outro. Em cada um dos exemplos, a planta que mais cresceu foi a que se achava mais perto do ápice da pirâmide. Estas observações parecem reforçar as teorias existentes, segundo as quais a energia flui para cima e para fora do ápice da pirâmide.

A literatura sobre a Grande Pirâmide está cheia de referências às sensações de cargas elétricas ou à presença de um intenso campo de energia quando se fica no alto da enorme estrutura. Aqueles que passaram por esta experiência relataram suas reações de diversos modos, desde a sensação de “se sentir tão carregado de energia que se tinha a impressão de ser um feixe de luz,” até “eu me senti tão consumido pelo campo de energia que fui obrigado a descer para não perder os sentidos.” Contudo, há os que ali subiram e se referiram apenas à paisagem vista lá de cima. Ocasionalmente, há referências à presença de uma aura em torno do cume da Grande Pirâmide, ou de uma luz que foi vista por alguns. Vários clarividentes relataram sentir um fluxo de energia que emana do cume dos modelos de pirâmides. Uma noite, enquanto alinhávamos uma pirâmide no eixo norte-sul com o auxílio de uma bússola, verificamos que quando o aparelho era mantido por sobre o ápice da pirâmide, a agulha oscilava desordenadamente. Mesmo fixando a bússola no alto da pirâmide, a agulha não deixava de se mexer. Porém, tentativas feitas para repetir este procedimento produziram apenas pequenos movimentos da agulha, ou nenhum.

Os aviões foram avisados para não voarem por sobre as pirâmides devido aos raios que se dirigem para cima, emanados do ápice. Pelos relatórios de pilotos que voaram por cima delas, sabe-se que os instrumentos de bordo ficam desregulados. Se a Grande Pirâmide foi construída para produzir um fluxo de energia para o ápice e além dele, fica-se a pensar para que objeto era dirigida esta energia. Qual a diferença em qualidade e quantidade desta energia daquela produzida na Câmara do Rei ou noutras partes da Pirâmide? As respostas a estas e muitas outras perguntas que nos vêm à mente devem repousar nas pesquisas a serem ainda efetuadas.

O falecido Verne L. Cameron, de Riverside, na Califórnia, pesquisou as formas de pirâmides há mais de vinte anos. Um dos desenhos de seu caderno pessoal de notas mostrava um fluxo de energia atravessando a pirâmide para cima, para o ápice, e saindo através dele.

A fim de medir as diferenças, se é que existem, do crescimento das plantas em vários lugares dentro da pirâmide, resolvemos empreender uma série de experiências. Iniciou-se cada uma delas colocando-se 50 sementes de girassol sobre papel mata-borrão dobrado. O papel foi umedecido e posto dentro de jarros de boca larga Sobre a boca de cada jarro foi colocado papel umedecido para permitir a passagem de oxigênio. Deixou-se que as sementes germinassem e crescessem 3/8 de polegada. Os brotos foram então transportados para potes de plástico de 1 1/4 polegadas, cheios de terra comum. Os potes foram fixados com arame de ferro para poderem ser pendurados dentro da pirâmide. Cada um dos rebentos era regado com 5g de água da bica por ocasião do plantio, e às 8 horas da manhã de cada dia do tempo que durou a experiencia.

Pode ser importante observar o paralelo entre o eventual procedimento irregular das plantas colocadas dentro das pirâmides e o fato de Vogel haver descoberto que alguns filodendros reagiam mais depressa do que outros, alguns mais distintamente, e que não só as plantas mas as próprias folhas, individualmente, revelavam seu próprio comportamento. Ele verificou que as plantas atravessavam fases de atividade e inatividade parecendo, às vezes, cheias de energia ou excitadas, e outras lerdas e caprichosas.

“Por suas próprias experiências, Vogel percebeu que os mestres da arte da Ioga, e os de outras formas de meditação profunda como o Zen, ignoram as influências perturbadoras que os cercam quando se acham em estado de meditação”, declaram Peter Tompkins e Christopher Bird em The Secret Life of Plants (A Vida Secreta das Plantas). Um eletroencefalógrafo capta deles ondas cerebrais muito diferentes das que quando se acham em estado de vigília, alertas aos fatos do mundo que os cerca. Tornou-se mais evidente para Vogel que um certo estado de concentração focalizada de sua parte parecia integralizar e equilibrar uma porção do esquema do circuito exigido para controlar suas plantas. Uma planta podia ser despertada de sua sonolência para um estado de sensitividade, desde que ele abandonasse seu estado normal de consciência e se concentrasse numa parte aparentemente extraconsciente de sua mente, sobre a idéia de que a planta era feliz e se sentia amada, abençoada com um crescimento sadio. Deste modo, homem e planta pareciam interagir e, como uma unidade, captar sensações dos acontecimentos, ou de outras partes, que se tornavam registráveis através da planta. Vogel descobriu que o processo de se sensibilizar e à planta poderia levar de apenas alguns minutos até meia hora.

Solicitado a descrever o processo em detalhes, Vogel disse que primeiro ele serena as respostas sensoriais de seu organismo e depois dá-se conta da existência de uma relação energética entre a planta e ele próprio. Quando consegue atingir um estado de equilíbrio entre o potencial bioelétrico da planta e o dele, a planta deixa de ser sensível aos ruídos, à temperatura, aos campos elétricos normais que a cercam, ou às outras plantas. Responde apenas a Vogel, que na verdade sintonizou-se com ela – ou talvez simplesmente a tenha hipnotizado.

Servindo com Vogel no Comitê Consultivo da Fundação para Pesquisas Ernest Holmes (o mesmo comitê no qual trabalha Backster), eu (Schul) tive oportunidade de visitá-lo uma noite e conversar sobre suas experiências. “Acredito que demonstramos que o homem é capaz de se comunicar com a vida das plantas” – disse ele. “As plantas são objetos vivos, sensitivos. Embora não possam ver nem ouvir no sentido humano, elas são sensiveis instrumentos para medir as emoções do homem. As plantas irradiam energia que é benéfica ao homem, e vice-versa.”

A declaração acima concorda com a discussão sobre o fato de Trovão Reboante haver afirmado que os índios conhecem e entendem os campos de energia de várias plantas e árvores. Quando há necessidade de um impulso físico ou energético, o índio abraça um pinheiro ou se encosta nele durante vários minutos para restaurar sua força. É interessante notar que o psiquiatra de Nova York, John C. Pierrakos, que tabelou as pulsações de energia nos homens e nas plantas, afirma que o campo de energia pulsátil em torno dos abetos e dos pinheiros se situa entre 18 e 22 pulsações por minuto, aproximando-se intimamente das 15 a 25 pulsações por minuto do indivíduo médio.

Explicando os movimentos pulsáteis numa monografia intitulada The Energy Field in Man and Nature (O Campo de Energia no Homem e na Natureza), Pierrakos declarou: … mas, o que são esses movimentos pulsáteis interiores? São a soma total dos processos vitais; de todas as energias do metabolismo da vida dentro deste corpo. Esta soma total de energias internas flui, também, para fora do corpo, do mesmo modo que uma onda de calor se destaca de um objeto metálico incandescente. Elas criam um campo energético feito de linhas de força na periferia de seu organismo. O corpo do homem vive dentro deste campo de energia que se estende a vários pés de distância em sua vizinhança imediata, e que às vezes pode ser visto, caminhando a alguns pés dele próprio … Os organismos vivos são capazes de emitir luz por toda a superfície de seus corpos; eles não perderam a capacidade de iluminar. Este fenômeno constitui o campo de energia ou aura, que é, com efeito, um reflexo das energias dos processos vitais.”

Na seção: O Campo de Energia das Plantas e dos Cristais, o Dr. Pierrakos explicou:

“Quanto à sua natureza, é muito sensível, reage aos estados físicos e emocionais e possui características especiais na doença e na saúde. O campo de energia de cada pessoa afeta o de outra, desde que estamos constantemente cercados por ele e entramos em contato com o campo do indivíduo ou grupos de indivíduos que nos estão muito próximos. O campo pulsa de 15 a 25 vezes por minuto no homem em repouso, e se estende a vários pés além da periferia de seu corpo. O corpo material espelha o que está acontecendo no campo energético. O corpo material parece refletir o estado do campo de energia que revela, muitas vezes, as alterações patológicas que se tornam estruturais, posteriormente, nos órgãos e tecidos.”

Adiante, no mesmo capítulo, ele declara:

“De minhas observações sobre os campos de energia das folhas reparei que a orientação da planta quanto aos pontos cardinais geográficos tem relação com o número de pulsações que cada folha emite. Por exemplo, numa rosa de gueldres, as folhas que apontam para o sul pulsam 28 vezes por minuto, as que se dirigem para o norte 32 vezes e as que se orientam no sentido de oeste para leste também, aproximadamente, 28 vezes por minuto. A mudança da posição da planta perturba este esquema de pulsações. Isto foi indicado pela primeira vez no trabalho feito por George e Marjorie de la Warr. Seguindo o trabalho destes pesquisadores, orientei as plantas em diferentes posições e vi que era verdade. A planta se orienta por si mesma no sentido dos pontos cardiais geográficos e, dependendo da espécie da planta, é diferente a taxa de pulsações de suas partes que apontam nestas direções. Depois de um certo tempo, as folhas giram e a planta retoma uma nova orientação, correspondente à sua natureza e às suas necessidades, a fim de trocar a sua energia com a atmosfera. O campo de energia pulsa para fora, no ar circundante, por aproximadamente 2 a 4 segundos. A seguir, há uma inversão do movimento e a energia do ar circundante flui para dentro da planta. Acho que isto pode representar um importante papel no processo da fotossintese.”

Estas observações de Pierrakos levantam algumas interessantes questões no que se refere às experiências com as plantas nas pirâmides. Pareceria que o campo de energia dentro da pirâmide altera, de algum modo, o movimento natural das plantas, a julgar por seu giros acentuados. Sendo este o caso, daí parece se seguir que também se alterariam as pulsações das diferentes partes da planta. A questão então passa a ser se os movimentos das plantas dentro das pirâmides constituem esforços feitos por elas para se orientarem segundo os pontos cardeais. Revelaria o controle das plantas, por meio de um polígrafo, uma “confusão” ou uma “aflição” no seu esforço para “se encontrarem” neste novo campo de energia? Os achados de Pierrakos se basearam em observações das pulsações da aura da planta. Revelaria o efeito Kirlian, tomando-se fotos da aura ou do campo elétrico da planta durante sua permanência dentro da pirâmide, um aumento ou excitação do campo energético? Será que a diferença entre o campo normal e o campo aumentado nos forneceria um meio de medir a energia capturada ou gerada pela pirâmide? Mais ainda, segundo a indicação de Pierrakos de que diferentes plantas apresentam diferentes taxas de pulsação, se se pudesse efetuar a medida acima descrita de uma planta com a mesma pulsação de um ser humano, seria cabível admitir que um ser humano experimentaria o mesmo aumento de energia?

Embora se possa perguntar por que não medir simplesmente o débito elétrico de um ser humano dentro e fora de uma pirâmide, o problema pode residir na eliminação de variáveis tais coma a expectativa, a ansiedade, etc. Contudo, um número suficiente de medidas devia permitir aos pesquisadores tratar com estas variáveis. Por isto, à vista das investigações de Backster e Vogel, não se pode ignorar a presença dessas emoções nas plantas, quer intrinsecas a elas ou devidas ao controle das respostas humanas. Em qualquer caso, se algo se passa dentro da pirâmide e que não ocorre fora dela, observações de clarividentes ou medidas fotográficas pelo método Kirlian das auras das plantas ou do homem podem constituir um passo à frente para um maior entendimento do campo de força da energia da pirâmide.

Além das questões expostas acima, já que as plantas evidentemente procuram orientar-se sobre os pontos cardeais e desde que é importante alinhar as pirâmides ao longo dos eixos norte-sul e leste-oeste, será que as alterações radicais nos movimentos das plantas indicam alterações nos raios cósmicos que alcançam nossa atmosfera, nas manchas e explosões solares e, possivelmente, até nos movimentos do eixo da terra?

Vogel leva-nos a acreditar que seria extremamente difícil medir o comportamento das plantas sem levar em consideração a equação humana. Tompkins e Bird citam Vogel, dizendo: “Parece que eu atuo como um sistema filtrador que limita a resposta de uma planta ao ambiente exterior. Posso ligá-lo ou desligá-lo, de modo que as pessoas e as plantas reajam mutuamente. Carregando a planta com um pouco da energia que existe dentro de mim, posso fazer com que ela crie uma sensibilidade para este tipo de trabalho. É extremamente importante que se compreenda que a reação da planta, na minha opinião, não é a de uma inteligência na forma de planta, mas que a planta se torna a extensão de alguém. Pode-se então interagir com o campo bioelétrico da planta, ou através dele, com os processos mentais e as emoções numa terceira pessoa.

“Vogel concluía que uma Força da Vida ou Energia Cósmica, que cerca todas as coisas vivas, é dividida entre as plantas, os animais e os seres humanos. Através desta partilha, uma pessoa e uma planta tornam-se uma só coisa.” Esta unidade é que torna possível a sensitividade mútua, permitindo que planta e homens não só se inter-comuniquem, como registrem essa comunicação por meio da planta ou de uma fita registradora.

Pierrakos usa as plantas para controlar as condições físicas e a saúde mental de seus pacientes. Sem chamar a atenção para suas observações, o psiquiatra vigia as reações de suas plantas domésticas e as pulsações de suas auras, a fim de ajudar a determinar seus diagnósticos. Parece que as plantas captam as pulsações dos pacientes, aumentando ou diminuindo suas pulsações de acordo com as deles.

Vogel e Backster parecem estar dizendo que o ser humano se encontra no centro do universo, que não podemos decifrar o que se passa com qualquer outra forma – mineral, planta ou animal – se afastarmos o componente humano da observação. Neste modelo, o homem é parte integrante de todos os fenômenos naturais. As pesquisas que deixarem de incluir a integral humana não poderão senão resultar incompletas ou distorcidas.

Até que extensão, então, controlam as plantas, o mundo para além de suas individualidades imediatas e, ainda mais, como e até onde interfere o homem neste esquema?

Será que o próprio ato de colocar uma planta dentro de uma pirâmide, compensando a atenção, é em si uma exigência da planta para espelhar certas condições que são principalmente aplicáveis à síntese humana?

Terá sido esta a intenção dos construtores da Grande Piramide?

Estarão as plantas, de algum modo, tentando entregar esta mensagem?

Fonte: O Poder Secreto das Piramides, B. Schul e E. Petit, Ed. Record – 1975.

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Pirâmides: Relação Terra-Marte

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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“Quem deve dizer que nós não somos todos marcianos?” – Dr. Richard e Dr. Zare, ambos da Universidade de Stanford. Os comentários notáveis do Dr. Zare – feitos quando era membro oficial da equipe de descobertas da NASA (agosto, 1996) – quando estava trabalhando no projeto “microfósseis em Marte” foram encontrados artefatos em Marte.

“Nós sugerimos uma possibilidade mesmo mais extraordinária… Que a própria espécie humana possuiu antigamente algum tipo de conexão ao planeta Marte. Uma ligação provável, que possui sérias controvérsias, é uma imagem humana encontrada em um jogo de fotografias da NASA em 1976 e um grupo de pirâmides marcianas igual às pirâmides terrestres.”

Durante a apresentação de Hoagland U. N. em 1992, foram apresentados fortes enlaces matemáticos e geométricos, relacionando especificamente pela primeira vez que a localização das pirâmides de Cydonia em relação a posição da Face marciana era a mesma das pirâmides egípcias em relação a esfinge na terra. Na mesma apresentação em 1992 do U. N., Hoagland foi demonstrar sobre um nível adicional a esta “conexão notável Terra/Marte”: que a metade direita da Face de Marte, como a esfinge no Egito, tem também um lado felino.

As três Grandes Pirâmides do Complexo de Gizé não obedecem a um alinhamento prefeito entre si. Vistas de cima, observa-se facilmente que Kheph-Rá (Quéfren) e a Grande Pirâmide de Khufu (Quéops) tem as suas diagonais alinhadas. O mesmo não acontece com Men-Kau-Rá (Miquerinos). Ela “foge” visivelmente de tal alinhamento.

Ora, uma vez que os construtores de tais monumentos tinham perfeito conhecimento de geometria, matemática, engenharia e arquitetura, conclui-se que tal “defasagem” não foi, em hipótese alguma, acidental! Uma observação mais atenta porém, nos confirma o especial talento dos construtores com relação à astronomia… A distância entre as três Pirâmides e o seu posicionamento entre si, é “coincidentemente” proporcional às estrelas da constelação de Órion (O Caçador Celeste), mais especificamente as do “Cinturão de Órion” (Alnitak – z (Zeta) Orionis, Alnilam – e (Epsilon) Orionis e Mintaka – d (Delta) Orionis, conhecidas no Brasil como “As Três Marias”), obedecendo ao mesmo padrão.

A altura da Pirâmide de Quéops, multiplicada por um bilhão, corresponde aproximadamente à distância Terra-Sol, isto é, a 149.450.000 Km. Um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais. A circunferência da pirâmide, dividida pelo dobro de sua altura, tenha como resultado o famoso número de Ludof, Pi=3,1416. A pirâmide, fornece ainda cálculos sobre o peso da Terra, e, é também acaso que o solo rochoso sobre o qual se levanta a construção esteja cuidadosa e exatamente nivelado.

Hoje, no século XX, nenhum arquiteto, mesmo que estivesse à sua disposição os recursos técnicos de todos os continentes, poderia imitar a construção da Pirâmide de Quéops! Com cerca de 150m de altura e 31.200.000 ton. de peso, 2.600.000 blocos gigantescos foram recortados das pedreiras, lapidados, transportados e, no local da construção, unidos exatamente até o milímetro. Se enfileirássemos os blocos de granito das três pirâmides elas dariam a volta ao mundo. No interior das galerias, foram feitos desenhos minuciosos em todas as paredes em cores variadas.

Levando-se em conta que as Pirâmides da esplanada de Gizé, especialmente a de Quéops, apresentam características como informações sobre, por exemplo: A massa da Terra; a distância média de nosso planeta em relação ao Sol; medidas cujas relações entre si encontra-se o número p (Pi 3,14159261), tanto para a Grande Pirâmide, como para a Câmara do Rei e o sarcófago de granito; datas proféticas relativas a acontecimentos marcantes para a humanidade durante milênios nos hieróglifos ao longo da Grande Galeria; relações astronômicas com a Estrela Polar tais como a orientação do corredor ascendente; etc. e etc.; conclui-se que as Pirâmides do Egito estão cada vez mais longe de serem meros túmulos e que o fato deste posicionamento em relação a Órion mergulha o Complexo Piramidal de Gizé em mais um enigma a decifrar nos campos objetivos da ciência e subjetivos do ser humano…

Fonte: http://br.geocities.com/ufonoegito/piramides.htm

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Imagens de aeronaves nas pirâmides

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Ufoarqueologia

02/05/2005. Atualmente, a psicóloga e hipnoterapeuta, Dra. Ruth Hover e seu marido viajaram até as pirâmides e templos do Egito. No templo de 3000 mil anos de idade (“New Kingdom” – novo reino), localizado a centenas de milhas do Cairo e de Giza Plateau, em Abydos, ela fotografou uma parede-painel que se revelou por debaixo de uma outra (esta caiu e quebrou-se). Este painel protetor continha hieróglifos egípcios, mas o que se encontrava por debaixo mostrava figuras curiosas – pareciam retratar antigas aeronaves.

Na mesma época, também foi encontrado em escavações, um pequeno modelo de aeronave (que foi chamado de “Glider Plane” – planador), que hoje se encontra num museu do Cairo. Seu corpo tem 15cm de comprimento, tendo sido feito de madeira “sycamore”. Este modelo, se lançado por mão, ele planará por uma pequena distância, mostrando assim ser bem engenhoso. Especula-se que tal modelo foi confeccionado há cerca de 2000 anos atrás. Outros modelos semelhantes foram achados na América do Sul e Egito.

Alien encontrado em pirâmide

Uma estranha história circulou no mês de março entre ufólogos e egiptólogos de todo mundo. A matéria foi publicada na revista Rose El-Yussuf e dava conta de que o esqueleto de um ser alienígena teria sido encontrado em 1988 pelo estudioso francês Louis Caparat, dentro de uma sala secreta na grande pirâmide de Quéops. Até então, no entanto, não há a menor confirmação para o fato, nem por parte de Caparat, nem por parte de outros egiptólogos. Diz o artigo na Rose El-Yussuf que o humanóide extraterrestre teria sido encontrado num caixão de cristal transparente. “O ser parecia inicialmente estar hibernando ou em estado de animação suspensa”, disse Caparat, que relatou ainda ter encontrado um texto em papiro onde era descrito o encontro entre o faraó Queóps e a entidade. No documento, aparentemente decifrado, o alienígena teria dito ao faraó que um dia seres de sua espécie viriam das estrelas para habitar a Terra. O estudioso afirma também que teria sido o alien quem sugeriu o design da pirâmide e persuadiu os egípcios a construírem tal monumento.

Estudos da arqueologia nas pirâmides

Igualmente fantástico são os resultados obtidos no exame das pedras usadas na construção das Pirâmides, perto de Assuan, encontra-se a pedreira de onde foram extraídos os blocos de pedra utilizados na construção de Quéops onde ainda existem alguns blocos cortados mas que não chegaram a ser utilizados. É curioso como eles encaixam-se perfeitamente nos buracos das rochas, como tampas. É até concebivel que os egípcios tivessem conseguido fazer dois cortes horizontais, mas como fariam o corte do fundo? É interessante observar que esses blocos parecem ter sido cortados por alguma lâmina de serra, e neles são encontrados vários furos perfeitos, que parecem ter sido feitos por alguma broca de perfuração.

Os engenheiros examinaram esses furos e concluíram que eles foram feitos por instrumentos de grande precisão e que seria preciso muitas toneladas de pressão para impelir o perfurador e abrir um buraco de alguns centímetros de diâmetro e vários de profundidade. Existe uma teoria que diz que as pedras teriam sido cortadas por algum instrumento tipo raio laser… essa teoria explicaria as marcas de serra nos blocos encontrados, pois o laser poderia facilmente produzir marcas semelhantes.

A função geradora de radiação energética da Pirâmide tem uma hipótese bastante plausível: foi detectada a penetração dessa radiação a 20 quilômetros de profundidade sob sua base, e é possível que a radiação superior do ápice se prolongue até os confins da via-láctea, visível aos instrumentos óticos especiais, desconhecidos por nós. Isso revelaria que, há milênios, e quem sabe até hoje, a Pirâmide funcione como uma espécie de Farol de Alexandria para astronautas extra-galácticos, prováveis construtores desse e de outros monumentos inexplicáveis.

Pesquisadores descobriram recentemente, nas medidas internas de Quéops, novos dados astronômicos e geodésicos que revelam a intenção dos construtores de perpetuar um conhecimento tecnológico milenar assombroso, que só conseguimos entender se admitirmos a passagem de seres extraterrestres ou de civilizações mais antigas e avançadas sobre a Terra.

Fonte: http://br.geocities.com/ufonoegito/ufoarque.htm

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Analistas da Unesco vão à Bósnia para investigar pirâmides

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Sex, 02 Jun ]

Zagreb, 2 jun (EFE).- A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) enviará em breve à Bósnia central dois arqueólogos para investigar se realmente existem pirâmides na região, disse hoje à “Rádio Croácia” o diretor-geral da entidade, Koichiro Matsuura.

A Unesco responde assim a um pedido das autoridades bósnias. A descoberta do que parece ser uma gigantesca pirâmide, tão grande quanto as egípcias e construída por uma cultura desconhecida provoca um grande interesse no país.

“As informações são muito interessantes, portanto mandaremos dois especialistas para estudar detalhadamente o caso. Então poderemos avaliar se realmente são pirâmides”, declarou Matsuura à emissora croata.

O presidente da Bósnia-Herzegovina, Sulejman Tihic, pediu que a Unesco envie arqueólogos a Visoko, perto de Sarajevo, onde começaram as escavações para trazer à luz uma pirâmide do Sol, “mais grandiosa que todas as egípcias”, segundo os responsáveis pela pesquisa.

“Todas as investigações realizadas até agora em Visoko confirmam que ali realmente existe uma pirâmide. É uma descoberta arqueológica que, quando for confirmada definitivamente, mudará a história da Europa e do mundo”, disse o governante bósnio.

Os responsáveis pelas escavações, liderados pelo magnata e mecenas bósnio Semir Osmanagic, garantem que existem várias pirâmides na Bósnia central. Elas seriam obras arquitetônicas grandiosas, fazendo das pirâmides egípcias simples “casas de recreio”.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2396001-2396500/2396125/2396125_1.xml

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A Altura da Pirâmide

Posted by luxcuritiba em abril 20, 2008

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Quando, na Parte II, estudamos os aspectos tecnológicos do entalhe do revestimento de mármore que outrora recobria a Grande Pirâmide, estabelecemos uma comparação entre a “opera magna” da moderna tecnologia de precisão – o espelho do telescópio do Monte Palomar – e os 25.000 primas ópticos de 16 toneladas do revestimento, cada um dos quais representava, por si só, uma tarefa de entalhe óptico equivalente ao polimento do famoso espelho.

Esta imensa tarefa de micrometria – de acordo com a exatidão dos planos de cada unidade e à ajustada correlação mútua observada por Petrie – devia produzir quatro espelhos planos de precisão óptica de 1,7 hectares de superfície cada um. Se tal obra não tivesse sido destruída, a pirâmide seria hoje um “instrumento óptico” monumental – algo inimaginável mesmo para os ópticos da Era Cósmica.

Não pareceu oportuna naquela ocasião analisar a possível finalidade de uma obra de tanto fôlego, mas pareceu claro que nenhum objetivo importante presidiu à execução de uma tarefa que triplicou o custo total da pirâmide.

Depois do já visto sobre o significado metrológico da pirâmide e sua vinculação à estrutura geodésica e astronômica, resulta de certo modo evidente que a altura da pirâmide não foi uma magnitude qualquer senão, precisamente, um comprimento que em escala decimal representava a distância ao Sol. Aceita esta hipótese, que as análises anteriores tornam muito plausível, o minucioso esforço de precisão que deveu desenvolver-se em toda a largura e profundidade do revestimento se cristaliza no único objetivo da determinação, com a máxima exatidão possível, da Unidade Fundamental da astronomia, que ainda hoje continua sendo a distância do Sol.

Perfeitamente justificada, por nossos modernos conceitos científicos, a façanha tecnológica executada pelos antigos, se faz evidente que sua correta interpretação dependerá do ajuste entre os dois fatores fundamentais envolvidos pelo problema: 1) a verdadeira distância ao Sol; 2) a verdadeira altura da pirâmide.

Com relação ao primeiro, convirá recordar que existem três maneiras de interpretar a “verdadeira” distância ao Sol. Uma delas corresponde à menor distância ao Sol (periélio); outra, à maior distância ao Sol (afélio); a terceira, é a média, ou seja, o raio maior da elipse, chamado também a Unidade Astronômica. Já víramos que dada a equivalência das três definições, do ponto de vista astronômico, razões construtivas faziam aconselhável indicar o valor do periélio na altura da pirâmide.

As medições astronômicas mais recentes correspondem à aproximação de Eros (1º de janeiro de 1931), ocasião em que a moderna astronomia pôs em jogo todos os seus recursos para a obtenção de 2.800 chapas fotográficas, tiradas através de 20 telescópios de diversos países, e o rigoroso cálculo ortocromático da luz das estrelas localizadas sobre a trajetória do planetóide, com o fito de obter uma correção precisa da refração atmosférica. Dez anos de cálculo permitiram, por volta de 1942, a obtenção da moderna cifra de 149,670 x 10^6 km, considerado até há pouco como o valor mais provável da distância média do Sol.

Pelo plano de 1959, Price e Gunn, utilizando o radar, determinaram a distância de Vênus, o que importou em uma correção da U.A. que Herrick, Westrom e Makemson (9) avaliaram em:

(149,470 +/- 0,001) x 10^6 km

considerando-se na atualidade que o método de microondas nos dá valores mais exatos que as determinações astronômicas.

Quanto aos valores mais antigos, convém mencionar o aceito por volta do ano de 1900, que era de 152,00 x 10^6 km, e o utilizado até a véspera do acontecimento de 1931, que era de 149,43 x 10^6 km. Com o auxílio do valor da excentricidade da eclíptica (e = 0,0167), podemos calcular os valores de periélio que aparecem na Tabela VI.

Quanto à verdadeira altura da pirâmide, ela foi calculada por Borchardt (14) e Cole (24) com o auxílio da “Survey of Egypt”, e estimada em 146,595 metros. Baseia-se este cálculo no valor médio dos quatro lados da pirâmide e na aceitação como inclinação das faces da pirâmide, do valor 22/7 pi (primeiro número de Arquimedes).

A interpretação do autor para a altura da pirâmide difere da de Borchardt-Cole em apenas 3mm. Aceita o valor da inclinação, correspondente a 22/7, mas utiliza a média dos três lados, norte, sul, e oeste, que difere apenas em 3mm do valor do lado oeste. Quanto ao lado leste, já vimos (cf. A Mensuração, Cap. III) que sua inclinação permitia determinar o valor do “erro” admitido pelos construtores, em seu cálculo da distância ao Sol. Este procedimento, que nos é familiar depois do estudo da Câmara do Rei, nos permite escrever, para o comprimento do lado da base: L = (230,355 +/- 0,100)m. Daqui, podemos calcular uma altura da pirâmide que nos dá, para a distância do Sol:

R = (146,592 +/- 0,05) x 10^6 km

onde se deve destacar o exagerado valor do erro aceito, que contrasta com os exíguos valores da determinação por radar. Isto é, repetição de uma situação que já víramos a propósito dos erros de massa admitidos para as determinações da Câmara do Rei.

Como era de se esperar, na expressão da distância do Sol, não esqueceram os antigos astrônomos de indicar o erro possível. E isto é muito importante, pois “uma medida tem sentido só quando se pode avaliar de uma ou outra forma o erro de que está afetada”.

Com isto, fica suficientemente esclarecido o misterioso objetivo perseguido com a extrema precisão do revestimento da Grande Pirâmide; resta como problema, resolver se aquelas antigas medidas impõem uma revisão de nossos cálculos modernos, ou indicam uma modificação nas dimensões da eclíptica.

TABELA VII
Distância ao Sol (periélio)
(km x 10^6)
Ano    1900    149,46
Ano    1930    146,93
Ano    1940    147,17
Ano    1960    146,97
Egito    –    146,60

Mas, à parte o objetivo puramente científico de indicar a distância do Sol com a máxima exatidão, também esteve presente na magna tarefa uma intenção artística. Podemos nos convencer, apenas imaginando a esplendorosa beleza daquela gema, talhada em octaedro por um Titã, que fulgurava qual ouro brunido, sob os raios do Sol.

Quem, mais indicado que seu próprios autores para descrevê-la? O poeta-astrônomo viu-a como “tendo a glória do Sol, e sua luz como a mais preciosa pedra, assim como uma pedra de jaspe, clara como um cristal”.

Fonte: O enigma das pirâmides, J. Alvarez Lopes, editora Hemus, 1978, pp. 193-196.

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