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As Pirâmides do Egito

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2008

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“Considerando-se todas as coisas, a Sabedoria requer não somente a investigação de muito mais coisas, mas também a contemplação do mistério” – Jeremy Narby

Para atingir o conhecimento da realidade, a ciência precisa mudar os seus pontos de vista. O shamanismo poderia cumprir com esta premissa? Qual seria a sua ajuda? A Arte de DESFOCALIZAR!

A ciência precisa pesquisar um bom número de disciplinas ligadas aos seus estudos, descobrir as peças que faltam no seu “quebra-cabeças” e encaixá-las nos locais certos, a ciência deveria ser HOLÍSTICA.

Os índios peruanos foram informados pelo antropólogo Jeremy Narby da descoberta do DNA (em 1953) pelos cientistas ocidentais e de que existia um relacionamento irrefutável entre o DNA e as “Serpentes Cósmicas” visionadas pelos seus shamans. Uma voz anônima elevou-se no grupo reunido ao redor do antropólogo e jogou uma frase no ar – “Você está dizendo que os cientistas já estão captando juntamente conosco?”
“Minha hipótese também baseia na idéia de que o DNA, em particular e a NATUREZA, de modo geral, SÃO INTELIGENTES” – Jeremy Narby.

Como alguns biólogos definem o DNA?

“Uma biotecnologia antiga que contem acima de milhões e trilhões de vezes mais informações por volume do que os nossos mais sofisticados aparelhos de estocagem de informações”.

“Eu vi as serpentes e elas eram vivas” Jeremy Narby

A “Carta Enigmática dos Egípcios”

Esta “Serpente Cósmica” foi denominada pelos egípcios de “PROVEDOR DE ATRIBUTOS”.

(I) UM

(III) MUITOS

(?) ESPÍRITO, DUPLO, FORÇA VITAL

(L) LUGAR

A SERPENTE CÓSMICA

(?) ÁGUA

Observem: o símbolo egípcio da VIDA – CRUZ ANSATA ou ANKH, a CHAVE DA VIDA está junto da serpente. Decifrando esta carta enigmática: O DNA tem a forma serpentina e possui duas cabeças – a dupla hélice -. É ao mesmo tempo, UM e DUPLO. A sua força vital dupla evolui de UM para VÁRIOS e seu LUGAR é a ÁGUA.

O Monumento “impossível”…
A Grande Pirâmide de Quéops

Até agora, duas hipóteses qualificaram-se como sendo as respostas mais plausíveis para justificar-se a edificação desta sétima MARAVILHA do mundo antigo, considerada por todos como IMPÓSSÍVEL de ter sido construída no Egito antigo. Fato é que foi POSSÍVEL a sua construção, ela está lá, desafiando todas as hipóteses feitas a seu respeito:

1ª hipótese: Quéops foi construída por uma civilização perdida

2ª hipótese: Quéops foi construída por extraterrestres

O acordo é geral quanto a estas duas hipóteses.

Dois pesquisadores ingleses, Lynn Picknett e Clive Prince oferecem uma terceira hipótese que tem todo o direito de ser incluída neste rol:

3ª hipótese: Quéops foi construída com tecnologia ensinada pela serpente cósmica – o DNA recebida pelos shamans do Egito antigo.

Na sua entrevista exclusiva para o Jornal Infinito, o antropólogo Jeremy Narby admite que Picnett e Prince estão no caminho certo, mas que ainda terão que pesquisar muito! (vide Entrevistas neste site).

Os shamans da Amazônia, sob a orientação da “Serpente Cosmica” e dos seus “maninkare” (essências) podem apresentar provas conclusivas e tão “IMPOSSÍVEIS” quanto à construção da Grande Pirâmide. Duas delas: a sua medicina e a sua farmacopéia, atestados da grande SABEDORIA dos “maninkare”.
Arguído pelos dois pesquisadores ingleses, Jeremy Narby respondeu sobre o LEQUE de informações que os “MANINKARE” são capazes de fornecer: tecnologias e técnicas de construção… dentre estas informações.

Andrew Collins e vários estudiosos falam da influência shamânica nos trabalhos deixados pela civilização egípcia e têm atribuído estes trabalhos à uma “cultura anterior de natureza shamânica”. Afirmam que esta cultura foi quem construiu a Grande Pirâmide e outros monumentos “impossíveis” como é o de Quéops.

Pesquisando…

A religião, na antiguidade, era unida às ciências. Seria possível que os sacerdotes de Heliópolis encarnassem o papel de uma comunidade de shamans altamente evoluídos?
Um outro fato que causa estranheza, antes de respondermos a esta pergunta. Lynn Picknett e Clive Prince ressaltam a natureza seletiva encontrada nas construções egípcias: o “VALE DO TEMPO” (Gizé), como exemplo. Sua construção é bem primitiva e não combina, em nada, com a magnificiência encontrada na construção da Grande Pirâmide.

Como se explica isto?

Respondendo às perguntas: PRIMEIRAMENTE a comunidade de shamans egípcia seria composta pelos sacerdotes de Heliópolis?

O Caso da Múmia Egípcia do museu de ULM

Vários cientistas e pesquisadores estudaram as práticas shamânicas no Egito e no mundo da antiguidade. No Egito estas práticas encontram-se inscritas no documento médico mais antigo do mundo: – O Papiro de Ebers – 1500 a.C.
Os egípcios faziam uso do ópio (vindo de Creta), cannabis e da mandrágora, cujas raízes em forma de gancho, diziam ser possuidoras de atributos humanos e medicinais. A literatura egípcia é parca nas suas referências a estas práticas, que são quase um tabu.

Dentre os que estudaram o shamanismo egípcio e o uso das drogas psicotrônicas pelos shamans modernos, inclui-se o psicólogo Benny Shanon da Universidade Hebraica de Jerusalém e o historiador Michael Carmichael, norte-americano, que vive em Oxford e é especialista no uso shamânico das plantas psicoativas. Carmichael trabalhou com R. Gordon Wasson, um dos pioneiros da pesquisa sobre o uso de drogas pelos shamans. O que diz ele?

Estas substâncias são usadas como veículos da performance shamânica, onde o shaman é capaz de elevar a sua consciência a um outro nível através do qual pode experienciar a natureza de um ponto de vista mais agudo, astuto e engajado do que no estado de percepção normal de vigília. O shaman é capaz de testemunhar fenômenos naturais que pessoas em estado normal de vigília são incapazes de testemunhar … isto é o que lhes é dado para conseguirem “insights” mais profundos da natureza e do mundo”.
Michael Carmichael

Recentemente, aventou-se a hipótese de que existiu um intenso comércio entre o Egito e o México antigos. O navegante Thor Heyerdal provou que há três mil anos, viagens deste tipo podiam ser empreendidas, navegando, ele próprio, com o seu barco Rá II (barco semelhante aos construídos na Bolívia e Perú), do Norte da África à América Central. Usou tecnologia e materiais básicos.

Em março de 1992, pesquisadores alemães solicitaram o auxílio especializado da cientista forense Dra. Svetla Balabanova, do Instituto de Medicina Forense em Ulm, para investigar os conteúdos de múmias egípcias.
A primeira espécie testada foi apelidada Het-Nut-Tawy, “Senhora das duas terras” – 21ª dinastia (cerca 1069 a.C.), cujo sarcófago era finamente decorado com figuras de Nut, rainha do céu. Como se depreende, era uma múmia feminina.
A cientista ficou pasma, quando encontrou a presença de grandes quantidades de nicotina e cocaína nas amostras desta múmia e de outras tantas, guardadas no Museu Egípcio de Munique.

Como sempre acontece, foi combatida pelos “cientistas ortodoxos” (a palavra ortodoxo, quer dizer: mente estreita), pois não existiam estas plantas no Egito daquela era. O alucinógeno principal era o lírio azul, tão festejado nas pinturas egípcias, entre as mãos dos faraós e dos deuses. De mais a mais, raciocinavam os “ortodoxos”, os seguidores de Colombo só haviam introduzido o uso do tabaco e da coca, nas Índias Ocidentais, depois de 1492. Estas plantas só existiam, até então, nas Américas.

A descoberta alvoroçou historiadores, biólogos, arqueólogos e antropólogos, quando foi publicada na revista científica Naturwissenschaften (7ª, 358,1992).Se a cientista Balabanova estava certa, todos haviam errado, e isto eles não admitiam de jeito nenhum!
Então voltaram-se contra ela (isto é super comum acontecer nas altas castas científicas…) e o mínimo que fizeram foi rotular a cientista Balabanova de HEREGE!

Na Inglaterra, insultada, a curadora do Museu de Manchester, Rosalie David, mantenedora da coleção de múmias, declarou enfaticamente: “Ou os testes falharam ou as próprias múmias são falsas!”

A Dra. Svetla Balabanova é uma toxicologista forense experiente, com um “curriculum” impecável. Havia usado um método seguro de análise denominado “folículo capilar”. Se a pessoa falecida consumiu alguma droga, os traços são levados até a proteína do poro do folículo capilar, lá permanecendo para sempre. Há um teste posterior, com álcool, para verificação de contaminação externa da mostra com as drogas. As amostras indicariam se as drogas vinham do folículo capilar INTERIOR ou do EXTERIOR. O das múmias de Balabanova vinham do INTERIOR indicando, portanto, que as pessoas cujas múmias estavam sendo examinadas foram USUÁRIOS DAQUELAS DROGAS.

A autenticidade das múmias, então, foi exigida pelos cientistas. A múmia apelidada de Het-Nut-Tawy foi comprada pelo rei Ludovico I em 1845. Quem a vendeu, um comerciante inglês chamado Dodwell.
O curador do Museu de Munique, Dr. Alfred Grimm, autenticou as inscrições, os amuletos e os métodos complexos de embalsamamento. A múmia viera de uma tumba de Sacerdotes e Sacerdotisas (atentem para este detalhe!) seguidores do Deus Amon em Tebas. Os seguidores de RA-ATUM faziam uso do lírio azul egípcio.
Rosalie David, inconformada, testou as suas próprias múmias e, visivelmente desapontada, deu a mão à palmatória: A Dra. Svetla Balabanova estava correta!
E foi então, glorificada. Isto sempre acontece, mas a “Torre de Marfim” dos cientistas não aprende, apesar de todos os vexames porque têm passado devido à sua arrogância e “complexo” de INFALIBILIDADE!

Respondendo à Segunda Pergunta

Como explicar a visível contradição encontrada na construção da “Grande Pirâmide” e do Vale do Templo em Gizé, por exemplo?

Os “maninkare” (essências) da Serpente Cósmica, só respondem à perguntas específicas, os shamans interrogam especificando o que desejam aprender e de forma a mais sucinta possível. Já explicamos em outro texto esta questão, exemplificando com o I Ching – O Livro das Transmutações – chinês.
Esta particularidade é exaustivamente detalhada por Jeremy Narby no seu livro tese: “The Cosmic Serpent” (sem tradução para o português).

Tecnologias avançadas e deuses exóticos

Michael Harner Ph.D, antropólogo, através de experiência pessoal pode apresentar suas conclusões a respeito da religião do antigo Egito e da sua similitude com as visões experienciadas pelos shamans modernos.
Michael Harner foi um dos cientistas que prenderam a atenção do antropólogo Jeremy Narby, quando elaborava a sua hipótese sobre o significado da “Serpente Cósmica” – representativa do DNA.
Harner menciona as suas próprias visões sob o efeito do ayahuasca.
Homens com “cabeça-de-pássaros” relacionados como sendo os “verdadeiros deuses deste mundo” – encontrados no panteão egípcio e em outros panteões que abordaremos em outra série: Os Maias. Exemplo: TOTH (cabeça de íbis) – HORUS (cabeça de falcão ou águia). Diga-se, de passagem, que Andrija Puharish (fazia experiências com psicotrópicos) no seu livro “Uri”, sobre o paranormal Uri Geller, menciona a visão de uma águia que ele denominou Horus (a nave espacial SPECTRA que surgiu em Israel para protegê-lo e a Uri Geller. Esta águia foi visionada por outros testemunhos: Paul Sirag e Ray Stanford, colaboradores e amigos do cientista e do paranormal. Dando sequência: SEKHMET (cabeça de leão) e ANUBIS (cabeça de chacal).

DNA e Pinturas Egípcias e da Antiguidade
Também encontradas no shamanismo

A TREPADEIRA – UMA CORDA – UMA ESCADARIA EM ESPIRAL – UMA ESCADA DE CORDA TORCIDA.

Suas conexões: ligação da terra com o céu. O DNA e a sua imagem condizem, perfeitamente, como ilustração destas conexões e seus desenhos figurativos encontrados no mundo inteiro. Nestas “ESCADAS”, também ascenderam aos CÉUS, personagens bíblicos importantes. Estas imagens fazem parte: da mitologia de todos os povos e estão patentes, como pinturas rupestres, nas cavernas de todo o planeta terra.
Jeremy Narby detalha, no seu livro, cientificamente, o DNA e toda a engenharia genética contidas nestas pinturas.

Os Textos das Pirâmides

Encontramos estas mesmas imagens simbólicas nos textos das pirâmides (vide, por exemplo, UTTERANCE 478 – Isis, personificando a ESCADA).

“Reconhecendo-se o conceito do shamanismo nos TEXTOS DAS PIRÂMIDES a nossa compreensão dos antigos egípcios e da sua religião muda radicalmente”. Picknett e Prince. E acrescentam: “E, talvez, até a respeito de todo o potencial humano”.

A Ascensão à VIA LÁCTEA é um outro tema central dos textos das pirâmides. A Colômbia shamânica elegeu a trepadeira do ayahuasca, enrolada como as Serpentes Cósmicas e do DNA, como sendo “A ESCADA que leva à VIA LÁCTEA”.

Há uma outra questão a ser observada e que também solucionaria um problema até então insolúvel, de outra cultura que iremos abordar em seguida: a “Ascensão do rei” poderia ser melhor explicada pelo “vôo” dos shamans para o “outro mundo”, do que pela sua “viagem para uma outra vida após a morte”? Este reino dos espíritos não poderia ser conquistado em vida, com o “vôo” shamânico?

Observa-se que uma explicação não exclui, totalmente, a outra, porque os shamans sabem que os espíritos dos mortos penetram este reino de luz com os seus “corpos de luz”, e, portanto, o LIVRO DOS MORTOS, egípcio, pode também ser lido de duas maneiras: como descrição shamâmica e como viagem definitiva no post-mortem. Os livros de “Sabedoria”, segundo a tradição, costumam ser lidos em sete diferentes níveis do conhecimento. No passado, eram chamados de “Livros de Capa Preta”, pois eram encadernados nesta cor. Um exemplo: o VIVEKA CHUDA MANNI hindu – A Jóia da Sabedoria – de Sri Shankaracharya.

O matemático cibernético e mitólogo, Charles Muses, sob o pseudônimo de “Musaios”, também estudou o shamanismo e pode relacioná-lo com a religião do antigo Egito. Ele referiu-se ao Duat – O Reino do Post-Mortem – dos Textos das Pirâmides, não como sendo somente o mítico “além”, mas igual ao BARDO tibetano, onde se pode ir depois da morte mas também enquanto vivo. Os shamans podem contatar seres altamente evoluídos no seu Reino Invisível e trazer de volta importantes informações. Musaios escreveu:

“A aquisição de um corpo altamente evoluído, por um indivíduo, significa, também, fato já explicado exaustivamente, a possibilidade de comunicação com seres tão bem dotados”. Em outras palavras, qualquer um que tenha conseguido evoluir ao ponto da obtenção de um “corpo evoluído” estará habilitado a comunicar-se com “Seres de Luz” e de grande sabedoria e tornar-se sábio”.

Muitos levam o sentido dos encontros com os seres míticos meio-homens, meio-aves ou meio animais, meio-répteis literalmente a sério, fazendo dessas entidades, “deuses astronautas”. Os shamans amazônicos atuais, da nossa era, fazem relatos idênticos aos dos egípcios, debaixo dos narizes dos antropólogos que os visitam: e no aqui-agora.

Quem seriam, então, estas entidades das quais os shamans e os antigos egípcios receberam lições de sabedoria? Ninguém poderia aventar uma resposta inteiramente verídica para esta pergunta! Os próprios shamans responderiam dizendo que há verdades que não foram feitas para serem entendidas.
Jeremy Narby, entretanto, aventa uma explicação plausível. Ele diz que o mundo inteiro partilha de certas imagens-chave: quando acontecem os Estados de Consciência Alterados. A visão a mais fundamental é a da “Serpente Cósmica”, nossa eterna companheira: DNA. Mas este plano ou nível é povoado por entidades mistas: homens-ave, homens-répteis, homens-animais… O Antropólogo Michael Harner deve ser lembrado falando sobre “os que criaram a vida no planeta para se esconderem dentro de uma multidão de formas… os homens-dragões”…

“Aprendi que as “criaturas-dragões” se posicionam dentro de todas as formas, incluindo o homem”.

Mas Harner também acrescentou que: “Alguém poderá dizer que eles eram quase semelhantes ao DNA”.

“A figura das serpentes vivendo no interior de cada coisa viva, de fato, é uma excelente descrição dos filamentos encontrados no DNA”. Jeremy Narby.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=27

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Uma resposta to “As Pirâmides do Egito”

  1. djessica lohn said

    muito interessante

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