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Archive for the ‘Textos sobre pirâmides’ Category

Grande Pirâmide foi feita de dentro para fora

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

31-03-2007

Um arquiteto francês declarou na sexta-feira ter resolvido o mistério que há 4.500 anos cerca a Grande Pirâmide do Egito, afirmando que ela foi construída de dentro para fora.

Teorias anteriores diziam que o túmulo do faraó Khufu (Quéops), a última das sete grandes maravilhas do mundo antigo que ainda sobrevive, foi construída ou usando uma enorme rampa frontal ou então uma rampa em forma de espiral, em volta da parte externa da pirâmide, para erguer as pedras.

Mas Jean-Pierre Houdin disse que uma análise 3D avançada mostra que a rampa principal empregada para erguer as pedras maciças para o ápice da pirâmide estava contida entre 10 e 15 metros abaixo da camada externa da pirâmide, fazendo uma pirâmide dentro da pirâmide.

“Esta teoria é melhor que as outras porque é a única que funciona”, disse Houdin, depois de apresentar sua hipótese numa cerimônia em que usou simulação computadorizada em 3D.

Para provar sua tese, Houdin montou uma parceria com a empresa francesa Dassault Systêmes, que constrói modelos para o design de automóveis e aviões. A empresa pôs 14 engenheiros para trabalhar no projeto por dois anos.

Agora uma equipe internacional está sendo montada para sondar a pirâmide, usando radares e câmeras de detecção de calor fornecidas por uma firma de defesa francesa, desde que as autoridades egípcias aprovem a operação.

O egiptólogo Bob Brier disse à Reuters na apresentação da hipótese: “Isso contraria as duas principais teorias existentes. Eu mesmo as ensino há 20 anos, mas, no fundo, sei que estão erradas.”

Houdin começou a trabalhar em tempo integral sobre o enigma oito anos atrás, depois de uma intuição que lhe foi transmitida por seu pai, engenheiro, e cinco anos antes de visitar a pirâmide “in loco”.

Ele acredita que, com as técnicas que visualiza, a pirâmide pode ter sido erguida por não mais de 4.000 pessoas, em lugar das cerca de 100 mil vistas por historiadores passados como o número provável de trabalhadores encarregados de enterrar o faraó.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL16221-5603-630,00.html

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Egito não deixará cientistas entrarem em pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

Teoria francesa diz que Quéops pode ter sido construída de dentro para fora. Pesquisadores querem comprovar, mas governo do país não vai permitir.

O diretor do departamento de antigüidades do Egito descartou nesta terça-feira (10) a realização de qualquer teste prático para checar a veracidade de uma teoria francesa sobre a construção da pirâmide de Quéops, a mais famosa do mundo.

“Faz sentido, mas nem tanto”, disse Zahi Hawass. “Todo mundo pode ter uma teoria (…) mas não posso deixar que todos entrem no local”, acrescentou. O arquiteto francês Jean Pierre Houdin divulgou a teoria sobre a construção da Grande Pirâmide em março, sugerindo que ela foi construída usando uma rampa interna em espiral, ao invés de uma rampa externa, como se acreditava até agora.

Usando tecnologia tridimensional da empresa Dassault Systems, o arquiteto construiu um modelo da estrutura de 4.500 anos com túnel interno e disse que queria testar a veracidade desta teoria in loco.

Houdin propôs organizar uma expedição conjunta de especialistas egípcios em antigüidades e engenheiros franceses para examinar a pirâmide, usando métodos não-invasivos, tais como o infravermelho e o radar.

“Não posso permitir a estas pessoas checar suas teorias a menos que tenham uma instituição reconhecida apoiando-as”, disse Hawass. No passado, Hawass foi relutante em permitir testar várias teorias sobre a construção das pirâmides egípcias ou a presença de câmaras secretas dentro das enormes estruturas.

Mas ele anunciou que equipes de Cingapura, Hong Kong e Manchester competem para desenvolver robôs equipados com câmeras para explorar uma série de pequenos compartimentos, bloqueados por portas, que levam à câmara da rainha, na Grande Pirâmide. Segundo ele, sua decisão será anunciada em três meses.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL20297-5603,00.html

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Energia da pirâmide cura vítima de câncer

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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(Extraído do jornal National Enquirer de 12-10-1976 – pág. 21)

Thomas Seers, da cidade de Cranston, estado de Road Island, nos EUA, disse que objetos na forma de pirâmide colocados próximo de uma pessoa doente, emitem energia curativa. Qualquer objeto com ângulo reto dissipa um certo tipo de energia. A pirâmide acumula energia através dos seus quatro ângulos e a concentra no ápice. Daí vem a energia vibracional que pode ser usada para a cura.

Thomas Seers começou a usar a energia da pirâmide para curar artrites, enxaquecas e obesidade e tem ajudado a salvar a vida de vítimas de câncer.

Seers começou a tratar a paciente Sra. Anne Farnsworth na época em que ela foi informada que provavelmente morreria.

Declarou o seu médico, Dr. Charles Round de Warwick, R.I.: “O câncer da Sra. Farnsworth tinha se espalhado a partir de um grande tumor no seio, atingindo as axilas e em volta dos nódulos linfáticos. A contagem das células brancas do sangue era tão baixa, que uma cirurgia era impossível. Ela estava em um estado crítico, sem esperanças de cura”.

Ela foi visitar Thomas Seers. Um conjunto matriz contendo 15 pequenas pirâmides foi colocado próximo da cadeira e a energia delas focalizada na Sra. Farnsworth. Diariamente, durante uma hora, permaneceu numa pirâmide de meditação, seguindo as instruções de Thomas Seers.

O médico, Dr. Round, ficou admirado com os resultados. Três meses depois do início do tratamento com as pirâmides, a contagem dos glóbulos havia subido o suficiente para permitir uma operação e remover todo o câncer.

“Nenhuma droga ou procedimento cirúrgico poderia ter sido usado para fortalecer o sangue dela, o que era crítico para sua sobrevivência. Ela provavelmente teria morrido sem esse tratamento”, informou o Dr. Round, que é diretor do American College of Surgeons e ex-chefe de cirurgia do Hospital de Warwick.

Outros casos citados por Thomas Seers:

A sra. Barbara Wood sofria terríveis dores de cabeça continuamente. Após uma única sessão com as pirâmides, as dores reduziram-se, pôde dormir tranqüilamente, o que não fazia há anos, e após alguns dias as enxaquecas desapareceram. O seu médico, Dr. Leo Coleman, confirmou a seriedade do caso da sra. Wood, e que ela precisava de medicação poderosa.

“Para minha surpresa, ela não precisava mais de tratamento desde o início do ano. Não há nada que indique uma explicação médica para isto”, declarou o Dr. Coleman.

“Eu agradeço às pirâmides do Sr. Seers por ter-me curado de artrite crônica”, disse a sra Theresa Thompson. O seu médico comentou: “Não há explicação médica que posso oferecer para a reversão da artrite degenerativa que a Sra. Thompson estava sofrendo”.

O Dr. Matthew Rossi, um médico de Providence, R.I., disse: “Eu tenho enviado para o Sr. Seers meia dúzia de pacientes com problemas de obesidade e fumo, e todos obtiveram sucesso”.

Fonte: Parapsicologia e psicotrônica, Ano 2, Número 3, Editora Científica Aura Ltda, São Paulo-SP, 1977, pág. 3.

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A Luta Pela Patente da Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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por Karl Drbal

“Karl Drbal é um engenheiro de rádio aposentado, pioneiro do rádio e da televisão na Tcheco-Eslováquia. Na casa dos setenta anos, metade de sua vida foi dedicada à teoria da regeneração da energia. Seu interesse e suas pesquisas no campo das formas incomuns de energia, como suas lâminas de barbear, são muito aguçados. Este capítulo foi preparado por ele em Praga, na Tcheco-Eslováquia, no dia 12 de fevereiro de 1974, especialmente para este livro. É o único escrito seu publicado nos Estados Unidos.”

Esta é a história da patente 91.304, estranha invenção que correu o mundo inteiro – um invenção que indica mais ou menos que a cavidade de um pequeno modelo de papelão da Grande Pirâmide de Queops pode afetar o fio de aço de uma lâmina de barbear!

Deve-se frisar que o pedido da patente, entregue em Praga, na Tcheco-Eslováquia, em 1949, só foi concedido em 1959! Desde que o tempo normal gasto pela Comissão de Exame de Patentes varia de um a três anos, é óbvio que o invento foi por ela considerado um tanto extraordinário.

Durante o período de dez anos através dos quais tramitou o pedido, fui obrigado a elaborar novos argumentos científicos para explicar de que modo este engenho tão simples, sem nenhuma fonte de energia evidente, pode afetar o fio de uma lâmina de barbear embotada pelo uso repetido.

Inicialmente, quando requeri a patente, o fato se tornou quase uma piada para mim e meus amigos, engenheiros de rádio como eu, que me encorajaram a fazer o requerimento para ver como reagiria o Departamento de Patentes expedindo uma patente sobre um “aparelho de barbear do Faraó.” Contudo, devo enfatizar que, depois de terem usado uma única lâmina guardada no regenerador, para se barbear diariamente durante mais de cem dias, meus amigos estavam tão persuadidos quanto eu de que o aparelho funcionava.

Difícil foi persuadir os examinadores do Departamento de Patentes de que o invento funciona – e muito mais difícil ainda explicar como funciona.

Durante os dez anos em que a comissão examinou o pedido, dediquei-me ao estudo de todas as microondas possíveis, das relações cósmicas e telúricas entre a cavidade ressonante de um modelo da Pirâmide de Queops, construída de material dielétrico, e sua ação sobre a estrutura cristalina do fio da lâmina de barbear. Estudei também a relação com o campo magnético terrestre, pois uma das recomendações da patente é de que a lâmina deve ficar com seu eixo longitudinal na direção do componente horizontal do campo magnético da Terra.

Meu emprego num grande instituto de pesquisa de rádio foi muito importante durante este tempo, pois me facilitou o acesso a toda a literatura técnica mundial necessária. Passo a passo, durante os dez anos de luta com os examinadores, pude elaborar uma teoria (ou hipótese) sobre a excitação da cavidade ressonante do pequeno modelo da pirâmide pelas microondas (principalmente do Sol), com o auxílio da concentração do campo magnético terrestre. Tendo determinado a possibilidade técnica desta alimentação anergética da pirâmide, pude então convencer os examinadores de que, na verdade, o Faraó Chufev (Queops) nada tinha em comum com as lâminas de barbear, e que tudo era um absurdo.

Durante este período, construí um modelo em papelão, “tipo Queops”, com 8cm de altura e 12,5cm na linha da base (uma polegada mede aproximadamente 2,54cm), que apresentei ao chefe dos examinadores da patente (excelente especialista em metalurgia). Como, para sua satisfação, o modelo funcionou perfeitamente durante o período de dez anos, ele pôde provar, por experiência própria, que o invento não era uma mistificação. Foi, portanto, forçado a defender minha invenção perante a comissão examinadora. Estou certo de que, sem o auxílio deste honesto examinador, a “estranha” patente 91.304 hoje não existiria. A patente foi concebida para o “tipo Queops”, onde a linha da base pode ser facilmente calculada multiplicando-se a altura da pirâmide por PI/2 (isto é, 1,57079), que se acha exatamente especificada na descrição da patente. Contudo, a especificação não se limita a esta forma, já que descobri, através de um grande número de experiências diferentes, que as pirâmides de outras formas (tipos) são também capazes de afetar o fio da lâmina de barbear do mesmo modo que o tipo Queops. Na descrição da patente, especifiquei esta possibilidade, que também indica por que (em relação à minha hipótese) o modelo da cavidade da pirâmide atua (ou se supõe atuar) sobre a delicada estrutura cristalina do fio.

O título da especificação da patente é o seguinte: “Está bem claro aqui que o aparelho NÃO é um AFIADOR (cuja definição é ‘simbólica”), mas um REGENERADOR.”

“Esta invenção foi testada especialmente para um aparelho na forma de pirâmide, mas não se limita a esta forma específica, significando que pode ser válida para outras formas geométricas de material dielétrico empregadas segundo o descrito nesta invenção, e explicada na seguinte definição funcional:

No espaço limitado por esta forma, inicia-se um processo automático de regeneração que afeta o fio da gilete, produzido apenas pela dita cavidade (o que significa que a excitação desta cavidade é produzida somente pelo campo cósmico e terrestre circundante, por exemplo, elétrico, eletromagnético, gravitacional, corpuscular, e talvez outros campos e energias ainda não definido). Este processo, atuando sobre o fio da lâmina, onde produz uma redução do número de perturbações internas (deslocamentos provocados pelo barbear) na trama atômica da estrutura microcristalina do bordo afiado (que deve ser de aço da melhor qualidade), tem como resultado uma REGENERAÇÃO da delicada estrutura cristalina deste bordo, regeneração que produz uma renovação das propriedades mecânicas e físicas do bordo da lâmina, removendo a “fadiga” do material, provocada pela ação de barbear; e tudo isso apenas se as perturbações da trama cristalina forem do tipo elástico e não do tipo definitivo (por exemplo, a ação destrutora mecânica da borda).

Permitam-se observar aqui que se admite como necessário que a lâmina seja de aço de primeira qualidade, a fim de que a deformação da microestrutura de seu fio, produzida por várias barbas, não seja do tipo definitivo, mas sim elástico.

A pirâmide (tipo Queops, ou de outro formato), ou qualquer ressonador apropriado, tem apenas que produzir aceleração na restauração da deformação elástica do estado original (ou quase original) do fio, aceleração que, em vez da normal (sem o aparelho de regeneração), em quinze ou vinte dias, é realizada em apenas vinte e quatro horas! ESte é o verdadeiro segredo da ação da cavidade ressonante da pirâmide sobre o fio da lâmina de barbear.

Mais um efeito muito interessante foi descoberto pelo professor Dr. Carl Benedicks, de Estocolmo (ver: Metall Kundliche Berichte, Verlage Technik, Berlim, 1952, Tomo II. “Aenderung der Festigkeit von Metallen und Nichtmetallen durch eine benetzende Flussigkeit” – o chamado Flussigkeitseffekt) – o “efeito do mordente líquido”, que produz sobre o aço uma ação não corrosiva, porém redutora da dureza do aço (a ação da água sobre o aço pode reduzir sua dureza de 22%!). Este fato é muito inibidor nas microcavidades do fio da lâmina, de onde é difícil (para não dizer impossível) expelir as nocivas moléculas bipolares da água.

A pirâmide (ou outra cavidade ressonante apropriada) é o único aparelho capaz de ajudar a remoção das moléculas bipolares da água dos vazios da estrutura cristalina do fio da lâmina por meio de uma ação ressonante sobre este dipolo; assim, podemos dizer, figuradamente, que ela desidrata o fio da lâmina de barbear.

Que tal ação sobre as moléculas bipolares da água é possível numa cavidade ressonante, alimentada com a apropriada energia das microondas, foi provado pelos cientistas Born e Lertes (ver: Archiv der elektrischen Uebertragung, 1950, Tomo 1, págs. 33-35. “Der Born-Lertessche Drehfeldeffekt in Dipolflussigkeiten im Gebiet der Zentimeterwellen”). Descobriu-se que as microondas do comprimento do centímetro e suas harmônicas podem produzir uma rotação acelerada das moléculas bipolares da água, deste efeito podendo resultar o processo de desidratação – a “expulsão” das moléculas bipolares da água das menores cavidades e sua projeção no ar ambiente. Este é, exatamente, o processo da desidratação eletromagnética!

Pergunta-se, então, por que os modelos de pirâmides devem ser feitos de material dielétrico. A resposta é simples: “Porque as microondas podem penetrar este material e excitar (alimentar de energia) a cavidade ressonante.” Trata-se de uma descoberta muito antiga. (ver: Journal of Applied Physics, Vol. 10, Junho 1939, págs. 391-398; Richtmyer, R.D., Stanford University, Califórnia, “Dieletric Resonators”).

Observe-se que nas técnicas de microondas o ressonador de microondas deve ser alimentado por uma pequena antena ou por um orifício acoplado. A pirâmide por ser construída sem este orifício e funcionar livremente, porque, conforme expliquei as microondas podem atravessar o material dielétrico (se realmente, aqui, estiverem em ação microondas). Isto foi confirmado experimentalmente por técnicos em microondas, como, por exemplo, Henry Copin, engenheiro a serviço das comunicações militares, em Electronique, Revue Technique Electronique, nº 118, Set. 1956, págs. 10-13: “De l’existanse possible d’ondes stationnaires dans les cellules vivantes.” (Da possibilidade da excitação de ondas estacionárias nas células vivas.) Este autor supõe que cada célula viva é um ressonador de microondas e, como técnico de rádio, explica o mecanismo da excitação cavitária com suas paredes circundantes constituídas de material dielétrico ou semicondutor.

A objeção levantada pelos examinadores de que não é comum a forma de pirâmide nos aparelhos de microondas foi facilmente rebatida com o auxílio da literatura que apresentei (por exemplo: Zeitschrift fur angewandte Physik, Band 6, Tomo 11, 1954, págs. 499-507, Gehard Piefke “Die Ausbreitung elektromagnetischer Wellen in einem PYRAMIDENTRICHTER”).

Fui também convidado pelo Departamento a dizer algo sobre a quantidade de energia de microondas que chega do Sol e acaba sendo refletida pela Terra, com relação à possibilidade de uma ação ressonante sobre a grade microestrutural do fio da lâmina de barbear. Provei cientificamente que, com o auxílio da cavidade ressonante piramidal, ou pelo efeito de concentração de uma trompa piramidal, esta energia pode ser suficiente. Provei ainda que a energia necessária a ação da grade cristalina do aço sobre os deslocamentos é apenas da ordem de 1 a 1,5 ev(elétrons-volt – um elétron-volt representa a energia de 1,6 x 10(-19) watts por segundo), o que significa que esta energia é muito baixa e pode ser facilmente superada pela ação esférica e técnica (microondas produzidas por aparelhos técnicos no interior da pirâmide). Ver, por exemplo, “Plastiche Eigenschften von Kristallen (Kristallgittern) und metallischen Werkstoffen” (Características Plásticas das Grades de Aço Cristalino), de P. Fischer e Kochendorfer.

Minha hipótese, elaborada para o Departamento de Patentes (não afirmo aqui que seja a única possível), explica também por que a pirâmide regeneradora não deve ser colocada muito perto das paredes dos quartos, de massas muito grandes ou de numerosos aparelhos elétricos (definitivamente, jamais perto de um aparelho de televisão).

A fim de explicar, de modo simples, como atua a pirâmide sobre o fio da lâmina de barbear, gosto de compará-la ao fotômetro, que, como a pirâmide, funciona sem qualquer fonte artificial de energia – só com o impacto da luz solar. A única diferença entre os dois aparelhos é que o meu funciona com uma luz solar invisível.

O que foi dito acima compreende a parte principal de minha hipótese para o Departamento de Patentes, que, no fim de “apenas” dez anos de exames e prova de seu real funcionamento fornecida pelo próprio examinador-chefe, resultou na concessão da patente.

Agora já deve estar aparente que não existe nenhuma mágica envolvendo o funcionamento da pirâmide da lâmina e da pirâmide modelo de mumificação. Mais aparente ainda é constatar que existem aqui dois fatores em ação:

1. Rápida desidratação (que, conforme expliquei antes, também funciona de algum modo sobre a lâmina).

2. Ação sobre a trama microcristalina da matéria inorgânica (fina camada de aço) ou sobre a estrutura ou microestrutura da matéria orgânica, viva ou morta, e esterilização, que significa a morte de microorganismos. Deve-se enfatizar que esta ação pode, em casos extremos, matar pequenos animais pela rápida desidratação e alguma “desvitalização”.

Falei ligeiramente sobre outros modelos que não o de Queops, cuja elevação é de cerca de 51º51’51” (Piazzi Smyth, Inglaterra; Abbé Moreux, França; L. Seidler, URSS). Eu e alguns pesquisadores franceses descobrimos que se pode construir um bom modelo funcional de pirâmide com uma elevação de 65º (na Europa, aproximadamente o ângulo de inclinação magnética). Chamei a este tipo “Pirâmide de Inclinação”.

No aclive da parede deste modelo encontramos um ângulo de elevação de 25º; esta forma representa uma boa pirâmide de mumificação, com uma grande superfície de parede, a que eu chamei de “Pirâmide de Contra-Inclinação”. Com todos estes modelos realizei um grande número de mumificações, mas para a lâmina de barbear prefiro o modelo Queops.

No número 9 da edição de 1973 da revista Esotera (BRD), nas páginas 799-800, Hans Joachim Hohn confirma o funcionamento da pirâmide de Queops sobre as lâminas de barbear, mas propõe seu próprio modelo – um ângulo de elevação de 69º20’, uma linha de base de 15cm e altura de 22,2cm – com a qual ele diz ter obtido 196 barbas muito boas, usando uma lâmina Wilkinson-Sword.

Outro experimentador, num artigo intitulado “In der Pyramide wird jede Klinge wieder scharf” (Toda gilete recupera seu fio no modelo da pirâmide), apresenta um ensaio de seu próprio melhoramento.

O iniciador indireto de minhas experiências com os modelos de pirâmides de papelão foi Mr. Antoine Bovis, um francês para quem a intuição era mais suficiente do que a prova científica. Ele fazia experiências com a vara de rabdomancia e com o pêndulo; provavelmente, através do uso do pêndulo, descobriu a possibilidade da mumificação nos pequenos modelos de Queops.

Viajando pelo Egito, Mr. Bovis visitou a Grande Pirâmide e descobriu, na Câmara Real, que tem um terço da altura total da pirâmide, animais mumificados. Num lampejo de intuição, Mr. Bovis deduziu que a pirâmide tinha poderes de mumificação e, ao regressar para casa, reproduziu modelos da Grande Pirâmide, usando escalar de 1:1000 (15cm de altura) e 1:500 (30cm de altura), a linha da base calculada pela multiplicação da altura por P/2 ou, aproximadamente, 1,57.

Bovis estava certo de que suas aparentemente loucas experiências com a mumificação teriam sucesso sem o auxílio de qualquer literatura técnica, revistas de física ou outros dados científicos. Para ele, o pequeno pêndulo construído segundo sua própria patente era suficiente. Bovis, não teve dificuldade para patentear o pêndulo, já que na França, ao contrário do que ocorre na Tcheco-Eslováquia, é possível obter-se uma patente sem fornecer qualquer explicação técnica. Desde que a invenção seja inédita, não é preciso provar que funciona!

A primeira vez que tomei conhecimento do nome de Antoine Bovis foi num livrete de radiestesia no qual apareciam suas diferentes palestras, realizadas nos círculos radiestésicos de Nizza, sobre seus (segundo ele) inúmeros inventos, em particular seu “Pêndulo magnético especial de Bovis”, em sua opinião, o melhor de todos. Em seguida a cada parágrafo havia um outra “Lei da ação da radiestesia”, a única possível, descoberta pelo próprio Bovis.

Numa de suas palestras, ele falou sobre suas experiências de mumificação com os modelos de papelão da pirâmide de Queops, pois descobrira nestes modelos, com seu pêndulo, “as mesmas radiações” que detectara na Câmara do Rei da Grande Pirâmide. Evidentemente, seus modelos funcionavam! Matéria orgânica morta, carne, ovos e pequenos animais mortos ficavam tão perfeitamente mumificados como os animais que ele encontrara na Pirâmide de Gizé.

Como era relativamente fácil determinar se as afirmações de Bovis eram fictícias, construí um modelo Queops de 30cm de altura, em papelão de 3mm de espessura (na escala de 1:500), e, para grande espanto meu, consegui, como Mr. Bovis, realizar mumificações – repetir com sucesso suas experiências de mumificação – mumificando carne de vaca, carneiro ou cabrito, ovos, flores e até pequenos animais mortos como sapos, cobras, lagartos etc.

Comecei a corresponder-me com Mr. Bovis, informando-o de minhas experiências. Trocamos uma agradável correspondência, embora eu sentisse que ele era um pouco “mágico demais” para mim, que era um radiotécnico. Ele afirmava encontrar radiações em tudo o que tocava com seu pêndulo.

Por sua carta, vim a saber que Bovis tinha uma loja de ferragens em Nizza (Quincaillerie, Bovis e Passeron) e que se considerava um grande inventor segundo as leis da radiestesia, criando também aparelhos de todos os tipos. Era ainda fundador de uma outra firma, Artisanat A. Bovis, Nice, que fabricava aparelhos de radiestesia. Alguns de seus produtos incluíam o pêndulo “paradiamagnético”, um radioscópio, biômetro, placas, “magnéticos” para mumificação e ação sobre os líquidos, material magnético e não magnético, que vinham sendo construídos e postos no mercado desde 1931.

Acabei de iniciar um grande número de mumificações com pirâmides de diferentes formatos e tipos, mas principalmente com as do tipo Queops. Em colaboração com Mr. Vartial, de Valenciennes, publiquei minhas descobertas em revistas rediestésicas francesas e belgas (por exemplo: La Revue Internationale de Radisthesie, número 7, abril 1948, págs. 54-57 – França; La Radiesthesie Pour Tous, número 12, 1949, págs. 377-379 – Bélgica), entrando através destes artigos em contato com outros radiestesistas franceses interessados na mumificação pelos modelos da pirâmide de Queops.

Finalmente, como radiotécnico, fui obrigado a admitir que existe algo muito estranho no fenômeno da mumificação – alguma energia deve estar concentrada no modelo da pirâmide. Ao “procurar a natureza desta energia”, fui estimulado a realizar outras “experiências malucas”, como colocar uma nova lâmina de barbear de boa qualidade (a Gilete Azul) na pirâmide de Queops de papelão. Se houvesse o embotamento do fio, isto me daria a prova física de uma força concentrada agindo dentro da pirâmide.

E assim começou minha aventura da gilete com o modelo Queops. Minha suposição de que a lâmina dentro da pirâmide perderia seu fio era falsa. Ocorreu justamente o contrário; e, quando me barbeei confortavelmente cinquenta vezes, fui obrigado a admitir que havia algo de errado em minha hipótese.

Minha primeiro experiência com a gilete foi feita numa pirâmide do tipo Queops de 15cm de altura (escala de 1:1000), ficando a lâmina colocada horizontalmente com seu eixo longitudinal no sentido norte-sul e a um terço da base; dois dos lados da pirâmide foram orientados do mesmo modo.

Através de numerosas experiências, descobri que para este fim era suficiente uma pirâmide de papelão de 8cm de altura ou uma pirâmide de estireno de 7cm de altura. Anos mais tarde, este modelo de estireno foi produzido por uma fábrica de material plástico, mas apenas algumas centenas de peças foram feitas, antes que ela se recusasse a prosseguir na sua fabricação. Embora eu ignore as circunstâncias que provocaram esta recusa, posso especular que talvez alguma grande fábrica de giletes, assustada ante a perspectiva de ter um consumidor usando uma única lâmina cem vezes ou mais, tenha conseguido convencer a fábrica de plásticos a interromper a fabricação das pirâmides.

Claro que quem desejar pode fazer facilmente esta pequena pirâmide. É-me difícil calcular quantas pirâmides feitas em casa existem na URSS, mas posso testemunhar que, dos milhares e milhares de usuários que me têm escrito a respeito da pirâmide, nenhum se queixou, enquanto uma grande parte se manifesta com muito entusiasmo.

Os últimos vinte e cinco anos têm-se constituído, para mim, em uma longa sequência de experiências. Cada barba que faço é, em si mesma, uma experiência que ás vezes tem-me informado, por inesperadas alterações no fio da lâmina, de perturbações cósmicas ou meteorológicas. O fio da lâmina da pirâmide é uma “entidade viva” em contato com o campo circundante – e não raro, depois de fazer uma barba ruim num dia, sou surpreendido, no dia seguinte, com uma barba excelente, feita pela mesma gilete.

Para avaliar o fio da lâmina, criei uma escala de seis graus: 6 – excelente; 5 – muito bom; 4 – bom; 3 – regular; 2 – sofrível; 1 – ruim. Nos primeiros cinco anos e três meses de minhas experiências (de 3 de março de 1949 a 6 de julho de 1954), o valor médio de uma lâmina foi de 105 barbas diárias (usando apenas 18 giletes de diferentes marcas) e consegui tanto quanto 200, 170, 165, 111 e 100 barbas com uma única lâmina. Em vinte e cinco anos, usei um total de 68 lâminas.

Tenho-me correspondido sobre esta estranha patente com pesquisadores em vários países da Europa, e também nos Estados Unidos, na América do Sul, na Austrália, Nova Zelândia e Islândia! Um grande interesse foi também demonstrado pelos pesquisadores na URSS. Por exemplo, no Komsomolskaja Pravda de 10 de outubro de 1970, Mr. Malinov, CSC. (1) escreveu um interessante artigo (reproduzido na revista Heureka de Moscou, em 1973) sobre “um estanho invento”, para usar sua expressão. Como físico, Mr. Mailinov deu uma explicação lógica do funcionamento da pirâmide usando a teoria eletromagnética combinada com o campo magnético da Terra e também com as “forças Lorentz”. Soube também que minha pirâmide, em sua forma caseira,é usada comumente na URSS.

Minha experiência levou-me a escrever alguns artigos sobre a regeneração pela pirâmide para revistas populares de ciência e outros periódicos na Europa Ocidental. Falei também pelo rádio, e cheguei a dar uma entrevista pela televisão. Toda esta publicidade me proporcionou um grande número de cartas amistosas.

Concluindo, desejo a todos os que usam ou virem a usar esta invenção duzentas ou mais barbas com a mesma lâmina.

(1) CSC – Membro da Comissão Civil. (N. do T.)

Fonte: A força das pirâmides, Max Toth e Greg Nielsen, Editora Record, 10a. edição, Rio de Janeiro-RJ, 1974, 221 páginas, págs. 124-134.

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Descoberta pirâmide indígena no México

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

05 de abril de 2006

Uma grande pirâmide indígena do século 6 está debaixo do local de uma tradicional encenação da Paixão de Cristo.

Cidade do México – Arqueólogos informam a descoberta de uma grande pirâmide indígena do século VI, debaixo do local de uma tradicional encenação da Paixão de Cristo. Construída numa encosta pela misteriosa cultura Teotihuacán, a pirâmide foi abandonada cerca de 1.000 anos antes do início das representações teatrais católicas no local, no século XIX.

Embora os moradores da região estejam orgulhosos da descoberta, a situação ilustra as dificuldades de preservar as várias camadas de tradição da sociedade mexicana: os arqueólogos decidiram não realizar uma escavação completa no local, para não perturbar a festa cristã.

O povo de Iztapalapa – atualmente um bairro de baixa renda, tomado por moradias ilegais – começaram a encenar a Paixão no local em 1833, em agradecimento pela proteção divina que acreditavam ter recebido em meio a uma epidemia de cólera. Durante a peça, que atrai até um milhão de espectadores todo ano, uma cruz de madeira é erguida a poucos metros dos restos sepultados do templo pagão de Teotihuacán.

Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/abr/05/319.htm

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Pirâmides: Relação Terra-Marte

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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“Quem deve dizer que nós não somos todos marcianos?” – Dr. Richard e Dr. Zare, ambos da Universidade de Stanford. Os comentários notáveis do Dr. Zare – feitos quando era membro oficial da equipe de descobertas da NASA (agosto, 1996) – quando estava trabalhando no projeto “microfósseis em Marte” foram encontrados artefatos em Marte.

“Nós sugerimos uma possibilidade mesmo mais extraordinária… Que a própria espécie humana possuiu antigamente algum tipo de conexão ao planeta Marte. Uma ligação provável, que possui sérias controvérsias, é uma imagem humana encontrada em um jogo de fotografias da NASA em 1976 e um grupo de pirâmides marcianas igual às pirâmides terrestres.”

Durante a apresentação de Hoagland U. N. em 1992, foram apresentados fortes enlaces matemáticos e geométricos, relacionando especificamente pela primeira vez que a localização das pirâmides de Cydonia em relação a posição da Face marciana era a mesma das pirâmides egípcias em relação a esfinge na terra. Na mesma apresentação em 1992 do U. N., Hoagland foi demonstrar sobre um nível adicional a esta “conexão notável Terra/Marte”: que a metade direita da Face de Marte, como a esfinge no Egito, tem também um lado felino.

As três Grandes Pirâmides do Complexo de Gizé não obedecem a um alinhamento prefeito entre si. Vistas de cima, observa-se facilmente que Kheph-Rá (Quéfren) e a Grande Pirâmide de Khufu (Quéops) tem as suas diagonais alinhadas. O mesmo não acontece com Men-Kau-Rá (Miquerinos). Ela “foge” visivelmente de tal alinhamento.

Ora, uma vez que os construtores de tais monumentos tinham perfeito conhecimento de geometria, matemática, engenharia e arquitetura, conclui-se que tal “defasagem” não foi, em hipótese alguma, acidental! Uma observação mais atenta porém, nos confirma o especial talento dos construtores com relação à astronomia… A distância entre as três Pirâmides e o seu posicionamento entre si, é “coincidentemente” proporcional às estrelas da constelação de Órion (O Caçador Celeste), mais especificamente as do “Cinturão de Órion” (Alnitak – z (Zeta) Orionis, Alnilam – e (Epsilon) Orionis e Mintaka – d (Delta) Orionis, conhecidas no Brasil como “As Três Marias”), obedecendo ao mesmo padrão.

A altura da Pirâmide de Quéops, multiplicada por um bilhão, corresponde aproximadamente à distância Terra-Sol, isto é, a 149.450.000 Km. Um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais. A circunferência da pirâmide, dividida pelo dobro de sua altura, tenha como resultado o famoso número de Ludof, Pi=3,1416. A pirâmide, fornece ainda cálculos sobre o peso da Terra, e, é também acaso que o solo rochoso sobre o qual se levanta a construção esteja cuidadosa e exatamente nivelado.

Hoje, no século XX, nenhum arquiteto, mesmo que estivesse à sua disposição os recursos técnicos de todos os continentes, poderia imitar a construção da Pirâmide de Quéops! Com cerca de 150m de altura e 31.200.000 ton. de peso, 2.600.000 blocos gigantescos foram recortados das pedreiras, lapidados, transportados e, no local da construção, unidos exatamente até o milímetro. Se enfileirássemos os blocos de granito das três pirâmides elas dariam a volta ao mundo. No interior das galerias, foram feitos desenhos minuciosos em todas as paredes em cores variadas.

Levando-se em conta que as Pirâmides da esplanada de Gizé, especialmente a de Quéops, apresentam características como informações sobre, por exemplo: A massa da Terra; a distância média de nosso planeta em relação ao Sol; medidas cujas relações entre si encontra-se o número p (Pi 3,14159261), tanto para a Grande Pirâmide, como para a Câmara do Rei e o sarcófago de granito; datas proféticas relativas a acontecimentos marcantes para a humanidade durante milênios nos hieróglifos ao longo da Grande Galeria; relações astronômicas com a Estrela Polar tais como a orientação do corredor ascendente; etc. e etc.; conclui-se que as Pirâmides do Egito estão cada vez mais longe de serem meros túmulos e que o fato deste posicionamento em relação a Órion mergulha o Complexo Piramidal de Gizé em mais um enigma a decifrar nos campos objetivos da ciência e subjetivos do ser humano…

Fonte: http://br.geocities.com/ufonoegito/piramides.htm

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Imagens de aeronaves nas pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Ufoarqueologia

02/05/2005. Atualmente, a psicóloga e hipnoterapeuta, Dra. Ruth Hover e seu marido viajaram até as pirâmides e templos do Egito. No templo de 3000 mil anos de idade (“New Kingdom” – novo reino), localizado a centenas de milhas do Cairo e de Giza Plateau, em Abydos, ela fotografou uma parede-painel que se revelou por debaixo de uma outra (esta caiu e quebrou-se). Este painel protetor continha hieróglifos egípcios, mas o que se encontrava por debaixo mostrava figuras curiosas – pareciam retratar antigas aeronaves.

Na mesma época, também foi encontrado em escavações, um pequeno modelo de aeronave (que foi chamado de “Glider Plane” – planador), que hoje se encontra num museu do Cairo. Seu corpo tem 15cm de comprimento, tendo sido feito de madeira “sycamore”. Este modelo, se lançado por mão, ele planará por uma pequena distância, mostrando assim ser bem engenhoso. Especula-se que tal modelo foi confeccionado há cerca de 2000 anos atrás. Outros modelos semelhantes foram achados na América do Sul e Egito.

Alien encontrado em pirâmide

Uma estranha história circulou no mês de março entre ufólogos e egiptólogos de todo mundo. A matéria foi publicada na revista Rose El-Yussuf e dava conta de que o esqueleto de um ser alienígena teria sido encontrado em 1988 pelo estudioso francês Louis Caparat, dentro de uma sala secreta na grande pirâmide de Quéops. Até então, no entanto, não há a menor confirmação para o fato, nem por parte de Caparat, nem por parte de outros egiptólogos. Diz o artigo na Rose El-Yussuf que o humanóide extraterrestre teria sido encontrado num caixão de cristal transparente. “O ser parecia inicialmente estar hibernando ou em estado de animação suspensa”, disse Caparat, que relatou ainda ter encontrado um texto em papiro onde era descrito o encontro entre o faraó Queóps e a entidade. No documento, aparentemente decifrado, o alienígena teria dito ao faraó que um dia seres de sua espécie viriam das estrelas para habitar a Terra. O estudioso afirma também que teria sido o alien quem sugeriu o design da pirâmide e persuadiu os egípcios a construírem tal monumento.

Estudos da arqueologia nas pirâmides

Igualmente fantástico são os resultados obtidos no exame das pedras usadas na construção das Pirâmides, perto de Assuan, encontra-se a pedreira de onde foram extraídos os blocos de pedra utilizados na construção de Quéops onde ainda existem alguns blocos cortados mas que não chegaram a ser utilizados. É curioso como eles encaixam-se perfeitamente nos buracos das rochas, como tampas. É até concebivel que os egípcios tivessem conseguido fazer dois cortes horizontais, mas como fariam o corte do fundo? É interessante observar que esses blocos parecem ter sido cortados por alguma lâmina de serra, e neles são encontrados vários furos perfeitos, que parecem ter sido feitos por alguma broca de perfuração.

Os engenheiros examinaram esses furos e concluíram que eles foram feitos por instrumentos de grande precisão e que seria preciso muitas toneladas de pressão para impelir o perfurador e abrir um buraco de alguns centímetros de diâmetro e vários de profundidade. Existe uma teoria que diz que as pedras teriam sido cortadas por algum instrumento tipo raio laser… essa teoria explicaria as marcas de serra nos blocos encontrados, pois o laser poderia facilmente produzir marcas semelhantes.

A função geradora de radiação energética da Pirâmide tem uma hipótese bastante plausível: foi detectada a penetração dessa radiação a 20 quilômetros de profundidade sob sua base, e é possível que a radiação superior do ápice se prolongue até os confins da via-láctea, visível aos instrumentos óticos especiais, desconhecidos por nós. Isso revelaria que, há milênios, e quem sabe até hoje, a Pirâmide funcione como uma espécie de Farol de Alexandria para astronautas extra-galácticos, prováveis construtores desse e de outros monumentos inexplicáveis.

Pesquisadores descobriram recentemente, nas medidas internas de Quéops, novos dados astronômicos e geodésicos que revelam a intenção dos construtores de perpetuar um conhecimento tecnológico milenar assombroso, que só conseguimos entender se admitirmos a passagem de seres extraterrestres ou de civilizações mais antigas e avançadas sobre a Terra.

Fonte: http://br.geocities.com/ufonoegito/ufoarque.htm

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A Magia Curativa da Grande Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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A principal função da Grande Pirâmide talvez seja o seu efeito curativo, pois está amplamente provado esse conceito por uma infinidade de relatórios de cientistas do Japão, da Rússia e dos Estados Unidos.

Cortes, arranhões e queimaduras, aparentemente saram bem mais depressa depois de uma ligeira e muitas vezes única exposição debaixo de um pirâmide. Conforme já verificamos pessoalmente em algumas experiências, uma pequena dor de cabeça pode ser sanada em apenas quatro minutos.

Tem-se reportado em várias ocasiões – conforme atestados verídicos – que dores de dentes e enxaquecas foram eliminadas prontamente, e muitas pessoas aliviadas de males artríticos e reumáticos depois de se acomodarem durante um tempo mínimo dentro de uma pirâmide de alumínio de maiores dimensões.

O mais surpreendente é que essa fabulosa energia se estende a várias funções diferentes, como por exemplo: as plantas crescem mais rapidamente, quando expostas à irradiação piramidal; a água se purifica totalmente e se torna livre das nocivas bactérias, quando expostas durante duas horas debaixo de uma pirâmide; o ouro se torna reluzente; o leite permanece fresco durante vários dias, naturalmente dentro de um temperatura amena; a carne de desidrata e mumifica sem apodrecer; as flores se conservam vivas por mais tempo nos vasos; a água energizada facilita a digestão; o café, o vinho e os sucos de frutas melhoram de sabor, quando deixados durante duas horas debaixo de uma pequena pirâmide; as baratas fogem espavoridas sob o efeito energético das pirâmides – para elas mortífero!

Pessoas que ficaram sentadas por meia hora dentro de uma pirâmide informaram que se sentiram virtualmente mais relaxadas e revitalizadas fisicamente, sendo que outros disseram ser mais fácil de se obter a meditação profunda por meio desse meio ideal. Depois que uma jovem norte-americana passou a dormir dentro de uma pirâmide em dias alternados, sua progenitora informou que a moça se tornou menos nervosa e que se tornou mais esbelta, tendo inclusive perdido o excesso de peso que a prejudicava.

Vejamos este outro caso: o dente incisivo da arcada superior estava provocando uma dor insuportável na jovem. Como era domingo de manhã, não havia naturalmente nenhum dentista disponível e os analgésicos comuns de nada adiantavam.

Por fim, desesperada, Inez Petit sentou-se no interior de uma pirâmide do seu progenitor, construída em madeira e rezou esperando pelo milagre. Não se sabe ao certo o que aconteceu, mas depois de dez minutos a dor passou completamente. O exame posterior mostrou que anda havia de anormal na aparência, pois o dente se encontrava em ótimo estado!

Várias pessoas que têm usado suas pirâmides se sentiram aliviadas de muitos males, em casos de artroses, cortes, contusões e infecções principalmente, já que a energia piramidal elimina a propagação das bactérias malignas. Interessante frisar que essas curas foram processadas em períodos de tempo espantosamente curtos!

Temos ciência de uma enormidade de casos incríveis, porém o espaço de que dispomos neste livro obviamente restringe curiosas narrações que gostaríamos de transmitir.

Muitos são os casos clínicos observados em relação à energia produzida por uma pirâmide. Vejamos mais este fato curioso: uma senhora norte-americana narra uma história muito interessante. Ao entrar na meia-idade, seu esposo construiu uma pirâmide para seu relax, além de beber água energizada. Poucas semanas após, a mulher ficou estupefata e disse: Acho que o meu velho está retornando aos vinte ou trinta anos; há tempos que ele não tem tanta potência sexual!

O próprio Ed Petit, autor do best-seller norte-americano O Poder Secreto das Pirâmides, afirmou publicamente em seu livro interessante que certa vez se encontrava com um sério tumor na próstata e que a operação deveria ser iminente. Então passou a dormir dentro de uma pirâmide duas noites por semana e a beber regularmente água energizada fornecida por um outro protótipo menos da Grande Pirâmide. Decorreram seis meses, e um dia percebeu que há muito tempo nada mais sentia na próstata e que as suas funções sexuais haviam se normalizado!

Relatórios russo, amplos e pormenorizados, provenientes da sua prodigiosa ciência metafísica, indicam que a água energizada tem sido empregada com resultados surpreendentes em ferimentos de soldados e em tumores malignos, enquanto que um dos seus sábios afirma que a coagulação sanguínea se processa de maneira extremamente rápida, quando ativada sob o campo energético de uma pequena pirâmide e que as bactérias são eliminadas.

Algumas pessoas que têm permanecido meditando dentro de uma pirâmide, têm se referido ao aparecimento fugaz de uma misteriosa luz azulada e diáfana em seu ápice. O próprio Wilhelm Reich sustentava que a cor da energia vital era azul, e talvez seja a mesma impressão luminosa vislumbrada por Enel no interior da Grande Pirâmide.

Teria Napoleão Bonaparte presenciado esse mesmo efeito, quando regressou assustado e lívido da Câmara do Rei, segundo relata a história? Quando um dos seus ajudantes de ordem lhe perguntou em tom jocoso se ele havia deparado com algum fantasma, Bonaparte replicou rudemente que não tinha comentários a fazer, acrescentando depois, mais suavemente, que não queria que o incidente voltasse a ser mencionado.

Mais tarde, em Santa Helena, o grande corso continuou se recusando a falar sobre aquela estranha ocorrência dentro da Grande pirâmide, insinuando que havia recebido um presságio sobre seu destino, sendo que disse a Las Cases, abanando a sua cabeça: “Não, de que adianta! Você não me acreditaria”.

As pesquisas de Reich indicam a existência, na atmosfera, de um certo campo de energia invisível, capaz de ser acumulado e dirigido para o corpo físico de modo a beneficiá-lo. Essa mesma energia – por ele denominada orgônica é a mesma energia ki dos japoneses, ou o mesmo “prana”, dos iogues e mais acertadamente citado como energia vital, dado suas amplas e virtuais facetas.

As comprovadas observações da luz azulada, vistas sobre o cimo das pirâmides em ocasiões excepcionais por alguns sensitivos, ou por outras pessoas que permaneceram meditando dentro delas, oferecem provas suficientes de que a energia piramidal é real e que partilha dos mesmos fenômenos produzidos pelos aparelhos eletroterápicos de ondas curtas largamente utilizados em medicina e outros, tais como o Magnetizer dos japoneses, lâmpadas de infra-vermelho ou raio laser, sendo que o campo energético das pirâmides é mais eficaz e rápido, com a vantagem de nada custar, pois suas múltiplas ações derivam simplesmente de um singelo e barato protótipo da Grande Pirâmide de Quéops! Esse é o grande misterioso enigma que tem desafiado a argúcia dos melhores cientistas de todo o mundo.

Fonte: Os Segredos da Grande Pirâmide, João Medeiros, Editora Tecnoprint S.A, Rio de Janeiro-RJ, 1986, pp. 69-73.

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Confecção dos blocos de pedra da pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

baner-topo-novo-1-34O moldes de madeira, construídos de forma apropriada, eram empregados para a construção de blocos de pedra. De fato, em cada molde vertia-se uma substância de grande semelhança com o betume, que uma vez endurecido era tirada do molde e passava a constituir os grandes blocos como hoje vemos nas pirâmides egípcias, e que não estão talhados em pedra, como até bem pouco tempo se afirmava. De fato, os egípcios utilizaram métodos de construção não muito diferentes dos utilizados por nós, embora sem a tecnologia atual. Ao que parece, o betume empregado era de tão boa qualidade como o usado na atualidade e conseguia tal perfeição que não podia ser distinguido da pedra verdadeira.

Curiosamente, o que fora predito em transe hipnótico pela pessoa em questão, há uns 15 anos ( Nota: o livro foi publicado em 1984, a 37 anos, portanto ), foi corroborado na atualidade por Joseph Davidovits, doutor em Ciências e membro da Associação Internacional de Egiptólogos, o qual, numa conferência pronunciada em 1983, afirmou que nas análises efetuadas num dos blocos da pirâmide de Quéops havia detectado bolhas de ar no interior da pedra; e o que era mais assombroso ainda: fragmentos de tecido humano. O Dr. Davidovits explicou: “As bolhas de ar são as mesmas que se encontram no cimento ou na cerâmica, e as fibras orgânicas correspondem ao tecido humano.” Supõe o professor que o tecido procede de um dos braços do operário que fazia a mistura.

Posteriormente, o Prof. Davidovits fabricou pedra sintética em seu laboratório de Saint Quentin (França), utilizando materiais que considerava semelhantes aos empregados pelos construtores epípcios. A pedra que obteve possuía as mesmas características que a das pirâmides.

Apesar da demonstração prática de sua teoria, seus colegas resistiram em admiti-la; no entanto, o egiptólogo confia que algum dia seja reconhecida a validade da mesma.

Fonte: A pirâmide submersa no Triângulo das Bermudas, Marcus Silverman, pp. 74-75.

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Analistas da Unesco vão à Bósnia para investigar pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Sex, 02 Jun ]

Zagreb, 2 jun (EFE).- A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) enviará em breve à Bósnia central dois arqueólogos para investigar se realmente existem pirâmides na região, disse hoje à “Rádio Croácia” o diretor-geral da entidade, Koichiro Matsuura.

A Unesco responde assim a um pedido das autoridades bósnias. A descoberta do que parece ser uma gigantesca pirâmide, tão grande quanto as egípcias e construída por uma cultura desconhecida provoca um grande interesse no país.

“As informações são muito interessantes, portanto mandaremos dois especialistas para estudar detalhadamente o caso. Então poderemos avaliar se realmente são pirâmides”, declarou Matsuura à emissora croata.

O presidente da Bósnia-Herzegovina, Sulejman Tihic, pediu que a Unesco envie arqueólogos a Visoko, perto de Sarajevo, onde começaram as escavações para trazer à luz uma pirâmide do Sol, “mais grandiosa que todas as egípcias”, segundo os responsáveis pela pesquisa.

“Todas as investigações realizadas até agora em Visoko confirmam que ali realmente existe uma pirâmide. É uma descoberta arqueológica que, quando for confirmada definitivamente, mudará a história da Europa e do mundo”, disse o governante bósnio.

Os responsáveis pelas escavações, liderados pelo magnata e mecenas bósnio Semir Osmanagic, garantem que existem várias pirâmides na Bósnia central. Elas seriam obras arquitetônicas grandiosas, fazendo das pirâmides egípcias simples “casas de recreio”.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2396001-2396500/2396125/2396125_1.xml

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