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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

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Pirâmides: Geometria Cósmica

Publicado por: luxcuritiba em maio 16, 2008

A pirâmide provoca experiências psíquicas quando estamos em seu interior. Mas, apenas quando a pessoa já possua faculdades paranormais, mesmo que apenas potencialmente.

Nestas pessoas, a pirâmide atua como um amplificador de energia que permite a melhor e mais ampla produção de toda classe de fenômenos paranormais.

O primeiro sintoma que as pessoas dotadas de paranormalidade (latentes ou não) percebem é que estão energizadas. Algumas sentem formigamento ou alfinetadas, outras relatam sobre uma força que as faz sentir-se como que sem gravidade, atraindo-as para a alto da pirâmide.

Em outras pessoas, essa energização, a princípio tão agradável, é seguida pela sensação de estarem cheias de energia, de quererem sair da pirâmide. Se, caso contrário, preferem continuar no interior da pirâmide, a experiência se torna desagradável. Inicia-se com uma dor de cabeça e depois todo o corpo começa a doer, especialmente no local de antigas lesões.

Mas, com o tempo, vai aumentando a capacidade para armazenamento de energia, sendo possível ficar-se longo tempo na pirâmide, sem qualquer inconveniente. E mais à vontade que em qualquer outro lugar.

Há também relatos de sons estranhos, uma espécie de badalar de sinos distante ou eco que são ouvidos claramente de dentro da pirâmide.

A seguir, algumas recomendações para aqueles que desejam realizar experiências psíquicas na pirâmide:

1- Antes da entrada na pirâmide, estabeleça o que vai fazer: projeção do corpo astral, alguma experiência telepática com um amigo, telecinesia, etc.

2- Concentre na tarefa escolhida, levando sempre em conta que deve ser algo bem específico, bastante concreto, ao invés de envolver vários objetivos.

3- Finalmente, entre e sente-se no interior da pirâmide, com o rosto voltado para o norte. Ou deite-se com a cabeça orientada nesta direção. Na verdade, com a prática, cada pessoa perceberá que para cada tipo de experiência existe uma orientação diferente.

Não use nada que aperte em demasia, como cintos ou peças de roupa muito justa.

De início, os resultados das experiências podem não se mostrar muito satisfatório. Por isso, lembre-se: a pirâmide, por si só, não proporcionará todos os poderes e faculdades que desejamos. Se você possui faculdades paranormais (repito: mesmo que apenas potencialmente), a pirâmide será um auxiliar poderoso e inigualável.

A pirâmide provoca o estado de meditação quando estamos em seu interior. E não é necessário conhecer Yoga ou qualquer técnica de meditação ou de relaxamento. Basta apenas sentar-se confortavelmente e aguardar.

Realmente, após aproximadamente 20 minutos de permanência no interior da pirâmide, o efeito da meditação é percebido ao sentirmos uma imensa sensação de paz, segurança e afastamento, assim como um delicioso estado de relaxamento.

A sensação de segurança é tão intensa que nos sentimos como que protegidos por uma presença benévola e invisível.

Toda a ansiedade e a tensão desaparecem. Somos invadidos por uma intensa paz interior; nos sentimos relaxados e serenos, desfrutando a realidade de sermos unos com todo o Universo. Todo o stress e a aflição do dia-a-dia deixam de existir.

A mente se afasta dos assuntos exteriores, reduzindo sua dispersão para atingir a um estado de quietude.

Logo perdemos a noção do tempo. É comum sentirmos que ficamos demasiado tempo dentro da pirâmide, quando passaram apenas alguns minutos.

Quando estamos cansados, é normal sermos apoderados pelo sono repentino. Trata-se de um sono breve porém, a sensação é de extraordinário descanso. Nos instantes que antecedem o sono, quando estamos entre acordados e adormecidos, a mente vagueia e temos sonhos acordados e bem nítidos.

Importante: Sente-se no interior da pirâmide com o rosto voltado para o norte.

Fonte: http://br.geocities.com/as_piramides/experiencia.htm

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O Segredo das Pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em maio 16, 2008

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É com muita honra que a LenderBook apresenta para a comunidade científica e para a sociedade como um todo uma teoria que explica o conhecimento milenar que sabiamente o povo egípcio descobriu e assimilou deixando de relíquia para a humanidade o conhecimento.

O físico Albert Einstein deixou a pedra filosofal para tamanha descoberta que revolucionará o modo de pensar dos seres humanos quando quantificou energia como sendo uma relação da matéria ou massa (M) com a velocidade da luz no vazio (C).

Da equação encontrada por Einstein podemos sugerir que massa é energia em rotação cíclica (R). Onde rotação cíclica é R = 1/(CxC). Agora ainda não é compreensível para o público geral como a energia pode se converter em massa ou matéria. Os antigos egípcios já possuíam a resposta a esta questão.

Um fecho de luz se desloca em uma direção e não é capaz de efetuar desvios a não ser que encontre uma barreira potencial. A luz é na realidade composta de energia em movimento. Em termos estatísticos posso dizer que existe uma probabilidade associada à criação da luz(L) onde ela é uma relação da energia dado certo movimento (P(Energia|Movimento)). Em outras palavras a luz está associada a uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade pelo quociente desta velocidade (L = P(Energia e Velocidade)/P(Velocidade)).

Não está em questão aqui nesta demonstração a origem de uma luz, mas a simples constatação de que luz é na realidade o deslocamento sobre velocidade (L = Deslocamento/Velocidade). Entenda como deslocamento uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade (P(Energia e Velocidade)).

Ao se deslocar a energia pode se chocar com outros feches de luz, os egípcios descobriram que a uma dada freqüência um feche de luz serve de barreira para outro de sentido diferente. Desta forma a energia com o choque não se dissipa. Ela retorna para seu ponto de origem ou num sentido tangente ao ponto de resistência.

Para formar um ponto sólido é necessário que três feches de energia em deslocamento (luz) se choquem de “forma a formar” uma parede intransponível onde a energia represada bate na parede de luz correspondente a outro feche e retorna para seu ponto de origem batendo da parede oposta composta por outro feche formando um sistema fechado triangular onde a energia fica retida.

Segundo Sandra Rita O. S. Pontes cujo site LenderBook solicitou auxílio para batizar um termo cientifico para qualificar a descoberta, referiu-se ao termo pela nomenclatura Pequena Grande Notável (PQGN) que constitui na realidade a menor partícula sólida encontrada naturalmente na natureza.

Paralela a descoberta, o ponto triangular não é um esquema 100% fechado, além do mais ele tende a se decompor à medida que a energia retida tende a escapar pelos vórtices do triângulo. A energia que escapa em pequenas quantidades que não são retidas, os cientistas modernos chamaram de campo magnético.

O deslocamento de uma PQGN pelo espaço promove o choque com outros filamentos de energia criando estruturas mais complexas de PQGN até formar o que a ciência moderna chama de Átomo. Quando um feche de energia coincide com a trajetória de um vórtice de PQGN o sistema de unidade material é retro alimentado, mantendo assim a consistência da matéria e seu aspecto de solidez.

Max Diniz Cruzeiro, o autor da teoria chegou a esta conclusão de tanto ouvir de místicos que as pirâmides eram vórtices de energia. Que eram responsáveis pela concentração de energia. E razão para o homem alcançar a imortalidade da alma. A lenderBook espera que realmente haja razão nesta linha de raciocínio, pois ela representa um enorme passo para a compreensão plena do ser humano e seu bioma.

Autor: Max Diniz Cruzeiro

Fonte: http://www.lenderbook.com/piramide/index.asp

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As Pirâmides do Egito

Publicado por: luxcuritiba em maio 2, 2008

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“Considerando-se todas as coisas, a Sabedoria requer não somente a investigação de muito mais coisas, mas também a contemplação do mistério” – Jeremy Narby

Para atingir o conhecimento da realidade, a ciência precisa mudar os seus pontos de vista. O shamanismo poderia cumprir com esta premissa? Qual seria a sua ajuda? A Arte de DESFOCALIZAR!

A ciência precisa pesquisar um bom número de disciplinas ligadas aos seus estudos, descobrir as peças que faltam no seu “quebra-cabeças” e encaixá-las nos locais certos, a ciência deveria ser HOLÍSTICA.

Os índios peruanos foram informados pelo antropólogo Jeremy Narby da descoberta do DNA (em 1953) pelos cientistas ocidentais e de que existia um relacionamento irrefutável entre o DNA e as “Serpentes Cósmicas” visionadas pelos seus shamans. Uma voz anônima elevou-se no grupo reunido ao redor do antropólogo e jogou uma frase no ar – “Você está dizendo que os cientistas já estão captando juntamente conosco?”
“Minha hipótese também baseia na idéia de que o DNA, em particular e a NATUREZA, de modo geral, SÃO INTELIGENTES” – Jeremy Narby.

Como alguns biólogos definem o DNA?

“Uma biotecnologia antiga que contem acima de milhões e trilhões de vezes mais informações por volume do que os nossos mais sofisticados aparelhos de estocagem de informações”.

“Eu vi as serpentes e elas eram vivas” Jeremy Narby

A “Carta Enigmática dos Egípcios”

Esta “Serpente Cósmica” foi denominada pelos egípcios de “PROVEDOR DE ATRIBUTOS”.

(I) UM

(III) MUITOS

(?) ESPÍRITO, DUPLO, FORÇA VITAL

(L) LUGAR

A SERPENTE CÓSMICA

(?) ÁGUA

Observem: o símbolo egípcio da VIDA – CRUZ ANSATA ou ANKH, a CHAVE DA VIDA está junto da serpente. Decifrando esta carta enigmática: O DNA tem a forma serpentina e possui duas cabeças – a dupla hélice -. É ao mesmo tempo, UM e DUPLO. A sua força vital dupla evolui de UM para VÁRIOS e seu LUGAR é a ÁGUA.

O Monumento “impossível”…
A Grande Pirâmide de Quéops

Até agora, duas hipóteses qualificaram-se como sendo as respostas mais plausíveis para justificar-se a edificação desta sétima MARAVILHA do mundo antigo, considerada por todos como IMPÓSSÍVEL de ter sido construída no Egito antigo. Fato é que foi POSSÍVEL a sua construção, ela está lá, desafiando todas as hipóteses feitas a seu respeito:

1ª hipótese: Quéops foi construída por uma civilização perdida

2ª hipótese: Quéops foi construída por extraterrestres

O acordo é geral quanto a estas duas hipóteses.

Dois pesquisadores ingleses, Lynn Picknett e Clive Prince oferecem uma terceira hipótese que tem todo o direito de ser incluída neste rol:

3ª hipótese: Quéops foi construída com tecnologia ensinada pela serpente cósmica – o DNA recebida pelos shamans do Egito antigo.

Na sua entrevista exclusiva para o Jornal Infinito, o antropólogo Jeremy Narby admite que Picnett e Prince estão no caminho certo, mas que ainda terão que pesquisar muito! (vide Entrevistas neste site).

Os shamans da Amazônia, sob a orientação da “Serpente Cosmica” e dos seus “maninkare” (essências) podem apresentar provas conclusivas e tão “IMPOSSÍVEIS” quanto à construção da Grande Pirâmide. Duas delas: a sua medicina e a sua farmacopéia, atestados da grande SABEDORIA dos “maninkare”.
Arguído pelos dois pesquisadores ingleses, Jeremy Narby respondeu sobre o LEQUE de informações que os “MANINKARE” são capazes de fornecer: tecnologias e técnicas de construção… dentre estas informações.

Andrew Collins e vários estudiosos falam da influência shamânica nos trabalhos deixados pela civilização egípcia e têm atribuído estes trabalhos à uma “cultura anterior de natureza shamânica”. Afirmam que esta cultura foi quem construiu a Grande Pirâmide e outros monumentos “impossíveis” como é o de Quéops.

Pesquisando…

A religião, na antiguidade, era unida às ciências. Seria possível que os sacerdotes de Heliópolis encarnassem o papel de uma comunidade de shamans altamente evoluídos?
Um outro fato que causa estranheza, antes de respondermos a esta pergunta. Lynn Picknett e Clive Prince ressaltam a natureza seletiva encontrada nas construções egípcias: o “VALE DO TEMPO” (Gizé), como exemplo. Sua construção é bem primitiva e não combina, em nada, com a magnificiência encontrada na construção da Grande Pirâmide.

Como se explica isto?

Respondendo às perguntas: PRIMEIRAMENTE a comunidade de shamans egípcia seria composta pelos sacerdotes de Heliópolis?

O Caso da Múmia Egípcia do museu de ULM

Vários cientistas e pesquisadores estudaram as práticas shamânicas no Egito e no mundo da antiguidade. No Egito estas práticas encontram-se inscritas no documento médico mais antigo do mundo: – O Papiro de Ebers – 1500 a.C.
Os egípcios faziam uso do ópio (vindo de Creta), cannabis e da mandrágora, cujas raízes em forma de gancho, diziam ser possuidoras de atributos humanos e medicinais. A literatura egípcia é parca nas suas referências a estas práticas, que são quase um tabu.

Dentre os que estudaram o shamanismo egípcio e o uso das drogas psicotrônicas pelos shamans modernos, inclui-se o psicólogo Benny Shanon da Universidade Hebraica de Jerusalém e o historiador Michael Carmichael, norte-americano, que vive em Oxford e é especialista no uso shamânico das plantas psicoativas. Carmichael trabalhou com R. Gordon Wasson, um dos pioneiros da pesquisa sobre o uso de drogas pelos shamans. O que diz ele?

Estas substâncias são usadas como veículos da performance shamânica, onde o shaman é capaz de elevar a sua consciência a um outro nível através do qual pode experienciar a natureza de um ponto de vista mais agudo, astuto e engajado do que no estado de percepção normal de vigília. O shaman é capaz de testemunhar fenômenos naturais que pessoas em estado normal de vigília são incapazes de testemunhar … isto é o que lhes é dado para conseguirem “insights” mais profundos da natureza e do mundo”.
Michael Carmichael

Recentemente, aventou-se a hipótese de que existiu um intenso comércio entre o Egito e o México antigos. O navegante Thor Heyerdal provou que há três mil anos, viagens deste tipo podiam ser empreendidas, navegando, ele próprio, com o seu barco Rá II (barco semelhante aos construídos na Bolívia e Perú), do Norte da África à América Central. Usou tecnologia e materiais básicos.

Em março de 1992, pesquisadores alemães solicitaram o auxílio especializado da cientista forense Dra. Svetla Balabanova, do Instituto de Medicina Forense em Ulm, para investigar os conteúdos de múmias egípcias.
A primeira espécie testada foi apelidada Het-Nut-Tawy, “Senhora das duas terras” – 21ª dinastia (cerca 1069 a.C.), cujo sarcófago era finamente decorado com figuras de Nut, rainha do céu. Como se depreende, era uma múmia feminina.
A cientista ficou pasma, quando encontrou a presença de grandes quantidades de nicotina e cocaína nas amostras desta múmia e de outras tantas, guardadas no Museu Egípcio de Munique.

Como sempre acontece, foi combatida pelos “cientistas ortodoxos” (a palavra ortodoxo, quer dizer: mente estreita), pois não existiam estas plantas no Egito daquela era. O alucinógeno principal era o lírio azul, tão festejado nas pinturas egípcias, entre as mãos dos faraós e dos deuses. De mais a mais, raciocinavam os “ortodoxos”, os seguidores de Colombo só haviam introduzido o uso do tabaco e da coca, nas Índias Ocidentais, depois de 1492. Estas plantas só existiam, até então, nas Américas.

A descoberta alvoroçou historiadores, biólogos, arqueólogos e antropólogos, quando foi publicada na revista científica Naturwissenschaften (7ª, 358,1992).Se a cientista Balabanova estava certa, todos haviam errado, e isto eles não admitiam de jeito nenhum!
Então voltaram-se contra ela (isto é super comum acontecer nas altas castas científicas…) e o mínimo que fizeram foi rotular a cientista Balabanova de HEREGE!

Na Inglaterra, insultada, a curadora do Museu de Manchester, Rosalie David, mantenedora da coleção de múmias, declarou enfaticamente: “Ou os testes falharam ou as próprias múmias são falsas!”

A Dra. Svetla Balabanova é uma toxicologista forense experiente, com um “curriculum” impecável. Havia usado um método seguro de análise denominado “folículo capilar”. Se a pessoa falecida consumiu alguma droga, os traços são levados até a proteína do poro do folículo capilar, lá permanecendo para sempre. Há um teste posterior, com álcool, para verificação de contaminação externa da mostra com as drogas. As amostras indicariam se as drogas vinham do folículo capilar INTERIOR ou do EXTERIOR. O das múmias de Balabanova vinham do INTERIOR indicando, portanto, que as pessoas cujas múmias estavam sendo examinadas foram USUÁRIOS DAQUELAS DROGAS.

A autenticidade das múmias, então, foi exigida pelos cientistas. A múmia apelidada de Het-Nut-Tawy foi comprada pelo rei Ludovico I em 1845. Quem a vendeu, um comerciante inglês chamado Dodwell.
O curador do Museu de Munique, Dr. Alfred Grimm, autenticou as inscrições, os amuletos e os métodos complexos de embalsamamento. A múmia viera de uma tumba de Sacerdotes e Sacerdotisas (atentem para este detalhe!) seguidores do Deus Amon em Tebas. Os seguidores de RA-ATUM faziam uso do lírio azul egípcio.
Rosalie David, inconformada, testou as suas próprias múmias e, visivelmente desapontada, deu a mão à palmatória: A Dra. Svetla Balabanova estava correta!
E foi então, glorificada. Isto sempre acontece, mas a “Torre de Marfim” dos cientistas não aprende, apesar de todos os vexames porque têm passado devido à sua arrogância e “complexo” de INFALIBILIDADE!

Respondendo à Segunda Pergunta

Como explicar a visível contradição encontrada na construção da “Grande Pirâmide” e do Vale do Templo em Gizé, por exemplo?

Os “maninkare” (essências) da Serpente Cósmica, só respondem à perguntas específicas, os shamans interrogam especificando o que desejam aprender e de forma a mais sucinta possível. Já explicamos em outro texto esta questão, exemplificando com o I Ching – O Livro das Transmutações – chinês.
Esta particularidade é exaustivamente detalhada por Jeremy Narby no seu livro tese: “The Cosmic Serpent” (sem tradução para o português).

Tecnologias avançadas e deuses exóticos

Michael Harner Ph.D, antropólogo, através de experiência pessoal pode apresentar suas conclusões a respeito da religião do antigo Egito e da sua similitude com as visões experienciadas pelos shamans modernos.
Michael Harner foi um dos cientistas que prenderam a atenção do antropólogo Jeremy Narby, quando elaborava a sua hipótese sobre o significado da “Serpente Cósmica” – representativa do DNA.
Harner menciona as suas próprias visões sob o efeito do ayahuasca.
Homens com “cabeça-de-pássaros” relacionados como sendo os “verdadeiros deuses deste mundo” – encontrados no panteão egípcio e em outros panteões que abordaremos em outra série: Os Maias. Exemplo: TOTH (cabeça de íbis) – HORUS (cabeça de falcão ou águia). Diga-se, de passagem, que Andrija Puharish (fazia experiências com psicotrópicos) no seu livro “Uri”, sobre o paranormal Uri Geller, menciona a visão de uma águia que ele denominou Horus (a nave espacial SPECTRA que surgiu em Israel para protegê-lo e a Uri Geller. Esta águia foi visionada por outros testemunhos: Paul Sirag e Ray Stanford, colaboradores e amigos do cientista e do paranormal. Dando sequência: SEKHMET (cabeça de leão) e ANUBIS (cabeça de chacal).

DNA e Pinturas Egípcias e da Antiguidade
Também encontradas no shamanismo

A TREPADEIRA – UMA CORDA – UMA ESCADARIA EM ESPIRAL – UMA ESCADA DE CORDA TORCIDA.

Suas conexões: ligação da terra com o céu. O DNA e a sua imagem condizem, perfeitamente, como ilustração destas conexões e seus desenhos figurativos encontrados no mundo inteiro. Nestas “ESCADAS”, também ascenderam aos CÉUS, personagens bíblicos importantes. Estas imagens fazem parte: da mitologia de todos os povos e estão patentes, como pinturas rupestres, nas cavernas de todo o planeta terra.
Jeremy Narby detalha, no seu livro, cientificamente, o DNA e toda a engenharia genética contidas nestas pinturas.

Os Textos das Pirâmides

Encontramos estas mesmas imagens simbólicas nos textos das pirâmides (vide, por exemplo, UTTERANCE 478 – Isis, personificando a ESCADA).

“Reconhecendo-se o conceito do shamanismo nos TEXTOS DAS PIRÂMIDES a nossa compreensão dos antigos egípcios e da sua religião muda radicalmente”. Picknett e Prince. E acrescentam: “E, talvez, até a respeito de todo o potencial humano”.

A Ascensão à VIA LÁCTEA é um outro tema central dos textos das pirâmides. A Colômbia shamânica elegeu a trepadeira do ayahuasca, enrolada como as Serpentes Cósmicas e do DNA, como sendo “A ESCADA que leva à VIA LÁCTEA”.

Há uma outra questão a ser observada e que também solucionaria um problema até então insolúvel, de outra cultura que iremos abordar em seguida: a “Ascensão do rei” poderia ser melhor explicada pelo “vôo” dos shamans para o “outro mundo”, do que pela sua “viagem para uma outra vida após a morte”? Este reino dos espíritos não poderia ser conquistado em vida, com o “vôo” shamânico?

Observa-se que uma explicação não exclui, totalmente, a outra, porque os shamans sabem que os espíritos dos mortos penetram este reino de luz com os seus “corpos de luz”, e, portanto, o LIVRO DOS MORTOS, egípcio, pode também ser lido de duas maneiras: como descrição shamâmica e como viagem definitiva no post-mortem. Os livros de “Sabedoria”, segundo a tradição, costumam ser lidos em sete diferentes níveis do conhecimento. No passado, eram chamados de “Livros de Capa Preta”, pois eram encadernados nesta cor. Um exemplo: o VIVEKA CHUDA MANNI hindu – A Jóia da Sabedoria – de Sri Shankaracharya.

O matemático cibernético e mitólogo, Charles Muses, sob o pseudônimo de “Musaios”, também estudou o shamanismo e pode relacioná-lo com a religião do antigo Egito. Ele referiu-se ao Duat – O Reino do Post-Mortem – dos Textos das Pirâmides, não como sendo somente o mítico “além”, mas igual ao BARDO tibetano, onde se pode ir depois da morte mas também enquanto vivo. Os shamans podem contatar seres altamente evoluídos no seu Reino Invisível e trazer de volta importantes informações. Musaios escreveu:

“A aquisição de um corpo altamente evoluído, por um indivíduo, significa, também, fato já explicado exaustivamente, a possibilidade de comunicação com seres tão bem dotados”. Em outras palavras, qualquer um que tenha conseguido evoluir ao ponto da obtenção de um “corpo evoluído” estará habilitado a comunicar-se com “Seres de Luz” e de grande sabedoria e tornar-se sábio”.

Muitos levam o sentido dos encontros com os seres míticos meio-homens, meio-aves ou meio animais, meio-répteis literalmente a sério, fazendo dessas entidades, “deuses astronautas”. Os shamans amazônicos atuais, da nossa era, fazem relatos idênticos aos dos egípcios, debaixo dos narizes dos antropólogos que os visitam: e no aqui-agora.

Quem seriam, então, estas entidades das quais os shamans e os antigos egípcios receberam lições de sabedoria? Ninguém poderia aventar uma resposta inteiramente verídica para esta pergunta! Os próprios shamans responderiam dizendo que há verdades que não foram feitas para serem entendidas.
Jeremy Narby, entretanto, aventa uma explicação plausível. Ele diz que o mundo inteiro partilha de certas imagens-chave: quando acontecem os Estados de Consciência Alterados. A visão a mais fundamental é a da “Serpente Cósmica”, nossa eterna companheira: DNA. Mas este plano ou nível é povoado por entidades mistas: homens-ave, homens-répteis, homens-animais… O Antropólogo Michael Harner deve ser lembrado falando sobre “os que criaram a vida no planeta para se esconderem dentro de uma multidão de formas… os homens-dragões”…

“Aprendi que as “criaturas-dragões” se posicionam dentro de todas as formas, incluindo o homem”.

Mas Harner também acrescentou que: “Alguém poderá dizer que eles eram quase semelhantes ao DNA”.

“A figura das serpentes vivendo no interior de cada coisa viva, de fato, é uma excelente descrição dos filamentos encontrados no DNA”. Jeremy Narby.

Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=27

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De onde vieram as pirâmides

Publicado por: luxcuritiba em maio 2, 2008

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Há algum tempo alguém perguntou, em nosso grupo de estudos Piramidal, sobre a origem das pirâmides, de onde vieram e quem utilizou primeiramente as estruturas piramidais. Coloquei essa questão como pauta em uma de minhas meditações e o resultado foi o seguinte.

Vi uma planície totalmente arborizada. Estava observando a cena de cima, aparentemente pairando no ar. Do meio das árvores sobressaía uma grande pirâmide, totalmente branca. Cerca de dois terços de sua altura ficavam acima da copada das árvores. Com acabamento impecável, reluzia ao brilho do sol.

Intuitivamente veio-me a informação de que aquela estrutura era feita de pedra, ou material semelhante. Mas não foi construída, segundo o conceito comum. Em falta de termo melhor direi que foi materializada, já pronta e inteira, em uma peça única, molécula por molécula, sem divisões nem cortes.

Sua função é, basicamente, duas: Primeiro, funciona como um farol, emitindo um sinal de localização, em uma freqüência específica, através de uma técnica específica, sinal que alcança todo o Universo Criado. Segundo, funciona como um computador, coletando e registrando informações sobre o planeta e seu status.

(Construir um objeto em forma única inteiriça, sem divisões, talvez não seja algo tão surpreendente hoje, quando técnicas de manipulação de materiais a nível molecular têm se tornado cada vez mais comuns. Da mesma forma, um computador, ou qualquer outro equipamento, construído a nível molecular também já está se tornando, dentro da tecnologia humana terrestre, algo relativamente comum.)

Esta estrutura foi montada a milhares, talvez milhões de anos, e atualmente, devido aos movimentos da costa terrestre, encontra-se submersa sob a crosta do planeta. No entanto, permanece perfeitamente funcional, mesmo após milhares ou milhões de anos, coletando informações e cumprindo sua função de radio-farol.

Esta pirâmide foi colocada neste planeta por uma raça denominada ÝTÁKÝS (lê-se, í-tá-quís, com todas as sílabas tônicas). Trata-se de uma raça espacial nômade. Os seres dessa raça nascem no espaço, dentro de naves espaciais, e se desenvolvem e vivem toda sua (longa) vida, no espaço, viajando de um lugar para outro. Não têm casa, nem pátria, ou antes, sua casa e pátria é todo o Universo.

Os Itaquis (vou usar este termo porque é mais fácil para escrever) trabalham em conjunto com os Devas. Os Devas são seres auto-conscientes e inteligentes, mas não à maneira humana. Não são humanos, nem humanóides, e não possuem corpo definido. Existem apenas como mente e sua influência se espalha por todo o espaço e o tempo do Universo físico.

Sua função é criar o Universo físico e, de certa forma, administrá-lo. Os Itaquis têm a função de auxiliar os Devas nessa tarefa, atuando no plano físico material, cabendo a eles trabalhar como observadores ou monitoradores. Assim, vagam por todos os cantos do Universo Criado, coletando dados, observando, avaliando e, muito raramente, interferindo nos planetas que visitam, sempre objetivando uma alteração positiva.

Em cada planeta por onde passam, deixam um instrumento, a pirâmide já citada, que irá dar continuidade a seu trabalho de coleta de informações e também facilitará a posterior localização daquele planeta, já que cada pirâmide tem um código único. Esse mecanismo piramidal foi projetado pelos Devas e passado aos Itaquis como ferramenta auxíliar na sua tarefa de monitoração e acompanhamento.

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A energia piramidal e sua presença na medicina cubana

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Os efeitos biológicos que têm lugar debaixo das pirâmides foram descritas nos últimos tempos pelos cientista francês A. Bovis, que depois de visitar a Grande Pirâmide de Keops, pode observar que na Câmara do Rei, e apesar da umidade reinante no lugar, os cadáveres dos animais não se decompunham e se mantinham mumificados.

Bovis utilizou um pêndulo para realizar estudos da energia existente no interior da pirâmide, estudou as proporções que existiam entre os lados desta estrutura, e descobriu que os egípcios tinham um grande conhecimento dos fenômenos que sucediam ali.

Quando regressou à França, Bovis construiu uma réplica  da Pirâmide de Keops de uns 75 cm de altura, a direcionou com um lado em direção ao norte, e a uma altura de um terço da altura da pirâmide desde a terra, colocou o cadáver de um gato pendurado a partir do vértice da pirâmide e notou que este também se mumificou. Repetiu o mesmo experimento com outras matérias de fácil decomposição e estas se desidrataram.

A estas experiências seguiram as de Karel Drbal em 1970, quando realizou estudos da energia que se gera no interior da pirâmide. Segundo Drbal existe dois fatores que entram em jogo no interior da pirâmide: 1) uma desidratação rápida, e 2) uma ação sobre a estrutura microscópica da matéria, que elimina o efeito de desgaste do metal. Realizou este experimento colocando uma gilete debaixo da pirâmide.

Como resultado de seus experimentos, Drbal expõem que toda matéria viva, incluindo o homem, está submetida a uma energia biocósmica e a pirâmide  serve para enfocar essa energia.

Ao final de 1978 começaram a aparecer em Cuba documentos relacionados com a Energia Piramidal aplicada à medicina; um destes documentos foi o livro “El Poder Mágico das Pirâmides”, Vol. 2, dos autores Emílio Salas e Ramón Cano. Na década de 80 o país começou a receber cada vez maior quantidade de artigos e livros sobre o tema e seus usos na medicina, na psicologia e na farmacologia.

Já na década de 90 as experiências médicas com a aplicação da Energia Piramidal atinge o auge em Cuba, e um dos pioneiros em sua aplicação foi o doutor Ulises Sosa Salinas, professor, master e investigador do Instituto Superior de Ciências Médicas de Camagüey.

É um iminente ortopédico, autor de vários livros e artigos relacionados com a Energia Piramidal e foi ele quem logrou maiores êxitos na aplicação desta técnica na medicina, com mais de 4.000 pacientes atendidos com resultados satisfatórios.

Atualmente um amplo grupo de médicos em importantes centros assistenciais das Ciências Médicas em Cuba, aplicam a técnica píramidal com maior profundidade e rigor; como, por exemplo, na Clínica de medicina Natural e Tradicional do Instituto Superior de Ciências Médicas de Camagüey “Carlos J. Finlay”, fundamentalmente nas afecções do sitema osteomioarticular (SOMA). Afecções como o dedo resorte, a síndrome do túnel carpiano, a enfermidade de Querrian e outras que requeriam intervenção cirúrgicas, foram resolvidas aplicando a Energia Piramidal.

A Energia Piramidal é aplicada com êxito em outras doenças como  a asma, a hipertensão e todo tipo de afecções do SOMA. Ainda tem ação analgésica, bacteriostática, sedantivas, antinflamatórias e outras mais para combater males como a depressão, a ansiedade, a escabiose, os herpes simples, as úlceras duodênicas pépticas varicosas, o esgotamento, o cansaço, as enxaquecas, as cervicites (cerviz – esta palavra quer dizer nuca), a gastrite, a artrose e outras.

Os doutores Meneleo Montenegro Díaz, Lázara Perdomo e Ismar Hernández, desenvolveram um produto denominado creme piramidal que aplicaram a pacientes com alopecia arcata e obtiveram bons resultados.

Em 1996 a Energia Piramidal foi implantada em quatro clínicas estomatológicas de Matanzas, e também foi utilizada a água piramidal como antiséptico e antiinflamatório. A doutora María A. Ruiz  da cidade de Cárdenas, utilizou a água piramidal contra a gengivite, exposição pulpar (ESTA PALAVRA SE REFERE POLPA DENTAL) e  hiperestesia.

Na Cidade de La Habana a doutora María Isabel Mestre aplicou a Energia Piramidal na recuperação de  brocas de reator que haviam perdido o fio. Se pode citar também o doutor Dionisio Brook e o técnico Arnoldo Cobo da Policlínica “Antonio Guiteras”, de Habana Vieja, que ao final dos anos 90 obtiveram excelentes resultados na cura de pacientes mediante a aplicação desta técnica.

Nos últimos anos a aplicação terapêutica desta energia atingiu um extraordinário sucesso, e muitos especialistas a aplicam em diferentes tratamentos e em ampla gama de procedimentos físicos, químicos, bioquímicos e farmacológicos. Se demonstrou isso na V Oficina sobre Estudos Piramidais organizadopela União Nacional de Arquitetos e Engenheiros da Construção de Cuba, sessão de base do Centro Nacional de Termalismo do MINSAP e do grupo gestor de Energia Piramidal de Cárdenas. O evento se desenvolveu no Centro de Convenções Plaza América, de Varadero, Matanzas.

Recebido: 2 de maio de 2003, Aprovado: 8 de maio de 2003.
Dr. Laureano Orbera Hernández. Calzada  de San Miguel # 3414 apto 5 entre Artola e Pasaje Rico, município San Miguel del Patrón, Cidade de La Habana

1. Especialista em Medicina Tradicional, Professor e Investigador da Universidade de La Habana.
2. Especialista de II Grau em Ortopedia e Traumatologia. Master em Medicina Natural e Tradicional.

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Além do enigma faraônico, energia piramidal

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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As pirâmides (do grego piro: “fogo”, e amid: “estar no centro”) são corpos geométricos venerados desde culturas antigas.

Os egípcios viram nestas construções uma manifestação de seu poder, da estabilidade de sua civilização. Desde a antigüidade se fala da fascinação por estas construções cuja compreensão e função na cultura que a criou, a faraônica, aumentou nos últimos anos e de forma inevitável seguem sendo objeto de muitas e variadas especulações.

Mas não se destacam só como monumentos nas civilizações egípcias e maias.

Diversas pessoas puderam constatar que dentro das pirâmides, fechadas ou abertas, ocorrem fenômenos curiosos: pilhas descarregadas se recarregam, a água fica mais pura, os alimentos duram muito mais, as sementes germinam antes, as dores diminuem, as crianças se tranqüilizam, a meditação é mais profunda, aumenta o raciocínio, o impulso sexual é mais forte, os processos naturais de cura se aceleram.

Outros observaram vantagens nos estudos, nos esportes, na restauração do fio de navalhas, na afinação de instrumentos musicais, o abandono de vícios, na comunicação, nas artes…

Estudiosos de piramidologia explicam que dentro delas geram uma concentração e circulação de energia que começa em cada um dos cinco vértices e convergem na área central. Nesta área as moléculas absorvem as vibrações por meio de ressonância e, ao aumentar a energia, começa a expandir-se. Assim, aumenta a circulação até saturar a pirâmide, para logo sair até a atmosfera ao redor.

As pirâmides devem localizar-se em lugares aonde penetre a luz solar e distanciar-se de correntes elétricas, rádios, televisores, equipamentos de música, antenas, etc. Estes impedem o livre fluxo de energia para os objetos, pessoas e outros seres vivos que se acham próximos, além de emanar íones positivos, isto é, energia negativa.

Os materiais mais adequados para sua construção são o cristal, o bronze, o alumínio, entre outros. As de tamanho grande podem ser feitas com papel ou cartolina. Só devem ajustar-se às medidas na escala com relação a grande pirâmide de Keops. Seu tamanho será variável de acordo com a necessidade. A orientação norte-sul é a correta, visto que esta linha magnética leva a energia que, ao passar pelo centro da pirâmide, começa a gerar um campo de força que é a que atua sobre o elemento ou problema a ser tratado.

A zona de máxima energia se situa no centro da pirâmide (seu terço inferior), que se denomina Câmara do Rei.

A ENERGIA PIRAMIDAL EM CUBA

Desde a década de 80 o país começou a mostrar interesse por esta novidade científica, assim o vocábulo “Energia Piramidal” resultou num termo cada vez mais familiar para os cubanos relacionado com o mundo da energia e especificamente da Bionergia. O doutor Ulises Sosa Salinas começou a alguns anos a aplicação da energia piramidal com fins terapêuticos.

Algumas pessoas associavam o procedimento a práticas de controle mental. Nada mais longe da verdade. Ele, com um trabalho paciente de pesquisas bibliográficas, de experiências internacionais e próprias, se encarregou de aclarar as incógnitas.

Uma demonstração em Holguín lançou por terra toda dúvida. Em meados de 1998, durante uma Jornada Nacional de Ortopedia, teve a oportunidade de garantir os efeitos curativos da técnica.

Fazia meses que a doutora Pura Avilés, professora com grande experiência em anestesia e companheira dele e do eminente ortopédico Rodrigo Álvarez Cambras, sofria de dor e inflamação no tubérculo de Lisfranc de sua mão direita que a impedia de realizar seus trabalhos habituais.

O doutor Álvarez Cambras ao tomar-lhe mão e comprimir a zona afetada percebeu nela sinais de dor. O doutor Sosa colocou uma pirâmide de alumínio de 29 centímetros de base e lados iguais corretamente orientada ao eixo norte-sul magnético da Terra.

A doutora-paciente após cinco minutos informou sentir um comichão (parestesia), aos 10 minutos percebeu perda da sensibilidade (hipotesia) e de levitação e depois de transcorridos cinco minutos a pirâmide foi retirada, com a seguinte conclusão: ao investigar novamente, Álvarez Cambras comprovou a ausência de dor e inflamação.

O doutor Ulises Salinas elaborou um livro: Energia Piramidal Terapêutica Mito ou realidade? onde explica sua aplicação na esfera da saúde, que esta baseado no restabelecimento do balanço energético da pessoa enferma mediante a ministração da energia vital conforme sua necessidade, a partir da energia magnética concentrada no centro da pirâmide.

Atualmente, serviços importantes de Medicina em Cuba aplicam esta energia piramidal: a pratica deste tratamento alternativo iniciada no Centro Policlínico, da cidade de Camagüey, é levada agora para a Clínica de Medicina Natural e Tradicional do Instituto Superior de Ciências Médicas Carlos J. Finlay, assegura excelentes resultados em processos de dores e inflamações do sistema osteo-miorticular (SOMA), afecções como o “dedo de resorte, a Síndrome de Túnel Carpiano e a enfermidade de Querrain”.

Garante sua aplicação a enfermidades de outros sistemas como a asma, a hipertensão, e em “infecciones dolorosas e inflamatórias” não relacionadas com o SOMA, com ação analgésicas, antinflamatórias, bacteriostáticas, relaxantes e sedativos. A ansiedade e a depressão, escabiose, herpes simples, úlceras duodenales, pépticas e varicoese, esgotamento extremo, ciatalgia, enxaqueca, dores articulares, cervicais, cefaleas, síndrome do túnel carpiano, psoriases, bursites, conjuntivites, hérnia hiatal, hipertensão, dermatites, artroses, gastrites, sacrolumbalgia, artrites.

O doutor Meneleo Montenegro Díaz e as doutoras Lázara Perdomo e Ismar Hernández, conseguiram um produto denominado creme piramidal, que se conseguiu obter da energia piramidal em uma substância gordurosa. Após aplicá-lo em casos de alopedia ariata, obtiveram resultados positivos no tratamento.

Desde 96 a energia piramidal foi introduzida nas quadros clínicas estomatológicas de Matanzas. A água piramidal demonstrou seus poderes antisépticos, antiinflamatórios e cicatrizantes. Investigações realizadas pela doutora María A Ruiz, de Cárdenas, deram voto favorável contra patologias como gengivites, exposição pulpar hiperestesia.

Os estomatólogos matanceros comprovaram além disso a efetividade da energia piramidal na conservação do fio das brocas do reator, enquanto a doutora María Isabel Mestre, da Cidade de Habana, obteu boas notícias neste campo de exploração com a cooperação do Instituto de Investigações de Materiais (este trablho foi apresentado no IV Oficina da Energia Piramidal no ano de 1998).

Em Sancti Spíritus tiveram experiências em pacientes com desordens psicológicas, a diminuição e inclusive erradicação das crises epiléticas em crianças.

O especialista de Segundo Grau em Ortopedia e Traumatologia, Master em Medicina Natural e Tradicional, presidente da filial Provincial de Ortopedia do Conselho de Sociedades Cientificas em Camagüei e professor de ISCM falou finalmente: “A terapêutica piramidal veio como anel ao dedo, oferece não só um tratamento alternativo, mas francamente eleito em consultas diárias de especialistas e médicos de família, para doenças freqüentes”.

TRABALHOS APRESENTADOS

Desde o VI Fórum de Peças de Reposição até o XII Fórum de Ciência e Técnica, a Energia Piramidal foi citada em trabalhos apresentados por membros do Comitê Gestor da sociedade cubana de Energia Piramidal.

A realização de quatro Oficinas Nacionais convocadas pelo Comitê Gestor permitiu na apresentação e divulgação de interessantes possibilidades de aplicação prática dessa nova energia absolutamente renovável, questão abordada no Simpósio Nacional de Fontes Renováveis de Energia (CIES’99) comemorado em Novembro de 1999, em Santiago de Cuba.

No ano de 1992 gerou a formação do Comitê Gestor da sociedade Cubana de Energia Piramidal.

No VII Fórum de Peças de Reposição no ano de 1992, em Matanzas, foi apresentado o primeiro dispositivo Piramidal, constituído pelo Afiador Piramidal, destinado a conservação do fio de giletes. Este dispositivo foi construído de forma industrial e possui autorização para venda pela Direção de preços da cidade de Cárdenas.

De fato Cárdenas possui a primicia de ser a primeira do pais a introduzir e consumir oficialmente um dispositivo Piramidal.

Em 1995, se realizou na cidade de Cádenas, um evento científico-técnico sobre o estudo e aplicação prática da energia piramidal. Naquela oportunidade foram apresentados trabalhos relacionados com a saúde humana: um sobre a aplicação desta terapia em um consultório médico industrial (exposto pelos engenheiros Meneleo Montenegro e Noel Hernández), enquanto o segundo, do doutor Guillermo J. Vázquez, concentrava o uso de tal energia em traumatismos desportivos.

O doutor Vázquez se apoiou nos resultados obtidos na rehabilitação de pacientes da policlínica “Antonio Guiteras”, do município Habana Vieja, junto com o doutor Dionisio Brook e Arnoldo Cobo. Os benefícios desta energia chegam aos pacientes quando estes colocam dentro de uma estrutura piramidal – totalmente ou exclusivamente – a região anatômica afetada.

Em 1998, na Oficina Nacional de Energia Piramidal, o dpoutor Ulises Sosa, de Camagüey, mostrou seus resultados positivos da aplicação da energia piramidal na especialidade de ortopedia, em conjunto com o eletromagnetismo. Nesta ocasião também foi apresentado o trabalho de investigação da doutora María Isabel Mestre.

APLICAÇÃO NA AGRICULTURA

Documentos encontrados na INTERNET, sobre as aplicações práticas da energia piramidal em Cuba, demonstra que esta nova energia não só tem sido aplicada na área da saúde como foi introduzido na agricultura.

A água energizada se utiliza para regar as plantações agrícolas.

Mediante o trabalho do Comitê Gestor da sociedade Cubana de Energia Piramidal, foi introduzido a Tecnologia Agrícola Piramidal em um orgânoponico da cidade de Cárdenas.

A aplicação desta tecnologia implica além do emprego de água piramidal para a rega, o tratamento de sementes com energia piramidal. Os resultados obtidos vão desde o aumento em mais de 20% do poder germinativo das sementes, até igual porcentagem de aumentos dos rendimentos, e a obtenção de produtos fora de época, como por exemplo cebolas em agosto.

Um desafio se lança sobre nosso conhecimento que inclui o enigma faraônico de cinco mil anos, mas desta vez não se busca preservar a morte de um nobre rei, mas preservar a saúde do mais comum dos mortais de nossa ilha.

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Parece o Egito. Mas pode chamar de Peru

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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29 de janeiro de 2008
Recentes escavações arqueológicas legitimam a comparação; ainda falta apoio do governo

Camila Anauate – O Estado de S.Paulo

CHICLAYO – Arqueólogos arriscam chamar a desértica costa norte peruana de Vale do Rio Nilo. A comparação só faz sentido – diferenças geográficas à parte – durante visita às ruínas que revelam crenças e hábitos de culturas milenares. As primeiras civilizações do Peru são contemporâneas dos faraós egípcios e também deixaram enterrados tesouros de um esplendoroso passado. Como a tumba do Senhor de Sipán, líder político e religioso comparado a Tutancâmon.

É nesse terreno fértil em descobertas históricas que começa a viagem de 5 mil anos pela história das civilizações peruanas. Entre as cidades de Trujillo e Chiclayo, os povos chamados pré-incas, como os mochicas, os lambayques e os chimús, construíram grandes templos, pirâmides e cidades de barro, legados de sua força, sabedoria e organização.

É bem verdade que essas culturas estão longe de competir com a fama do Império Inca – e de receber parte dos 700 mil turistas que visitam Machu Picchu todos os anos -, apesar de terem vivido séculos antes e sobrevivido por muito mais tempo. Também, pudera. Enquanto a cidadela de pedra dos incas, que recentemente mereceu o título de maravilha moderna do mundo, é conhecida desde 1911, os tesouros do norte ainda estão sendo desvendados. O Senhor de Sipán, por exemplo, só foi encontrado em 1987.

Mas são exatamente as diferenças culturais (e temporais) entre os povos que inspiram um roteiro arqueológico completo, de norte a sul. Cuzco, outrora capital do Império Inca, foi reerguida pelos espanhóis sobre os muros de pedra dos palácios incaicos. Machu Picchu revela a estratégia militar dessa civilização e mostra mais da arquitetura inconfundível: toneladas de pedras formando praças, fortalezas e até terraços agrícolas.

Já na paisagem desértica da costa norte, templos, pirâmides e tumbas de adobe evidenciam as concepções sobre vida, mundo e homem das culturas pré-incaicas. Esses povos viviam sob forte conotação política e religiosa e eram adoradores da natureza. A proximidade do Oceano Pacífico foi fundamental para seu desenvolvimento. Em contrapartida, o clima seco contribuiu para a preservação de muitos sítios arqueológicos da região.

Dificuldades

A costa norte peruana se consolida como destino turístico à medida que as escavações revelam descobertas. Mas a falta de recursos e a ajuda limitada do governo impede que muitas dessas riquezas sejam vistas pelos turistas. Faltam museus para expor tudo o que os arqueólogos desenterram do passado.

Pode-se dizer, aliás, que a tumba do Senhor de Sipán é um marco para a arqueologia no Peru. “Antes não havia estrutura nem reconhecimento do nosso trabalho”, conta o arqueólogo Luís Chero Zurita, um dos responsáveis pelo sítio Huaca Rajada, onde o senhor foi achado.

Durante a viagem arqueológica, prepare-se para ver ruínas de templos que ainda permanecem sob milhares de anos de sedimentação. Ou mesmo acompanhar de perto as escavações à procura de novas relíquias da história.

As últimas novidades mostram que o esforço está valendo a pena. Em novembro do ano passado, foi descoberto perto de Chiclayo um templo de 6 mil anos, que pode ser o mais antigo da América. Enquanto isso no Huaca Rajada, uma nova tumba foi aberta e revelou a existência de um outro líder da dinastia do Senhor de Sipán (leia mais abaixo). A cada ano, o turismo arqueológico no país ganha credibilidade. E, ao que parece, ainda há muito por descobrir.

Fonte: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup116769,0.htm

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Cuba aplica energia piramidal nos serviços de saúde

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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JORNAL GRANMA – ÓRGÃO OFICIAL DO PARTIDO COMUNISTA DE CUBA.
QUARTA-FEIRA, 14 DE FEVEREIRO DE 2001.

Os “Mistérios” da Pirâmide.
Por: Enrique Atienzar Rivero

Camagüey. – O doutor Ulises Sosa Salinas encontrou muitos céticos, quando começou a fazer a aplicação da energia piramidal com fins terapêuticos.

Algumas pessoas associavam o procedimento a práticas de controle mental. Nada mais longe da verdade.  Ele, com um trabalho paciente de pesquisas bibliográficas, de experiências internacionais e próprias, se encarregou de aclarar as incógnitas.

As barreiras da incredulidade foram rompidas. Uma demonstração em Holguín lançou por terra toda dúvida. Em meados de 1998, durante uma Jornada de Ortopedia, teve a oportunidade de garantir os efeitos curativos da técnica.

Fazia dois meses que a doutora Pura Avilés, professora com grande experiência em anestesia e companheira dele e do eminente ortopédico Rodrigo Álvarez Cambras, sofria de dor e inflamação no tubérculo de Lisfranc de sua mão direita que a impedia de realizar seus trabalhos habituais.

Álvarez Cambras ao tomar sua mão e comprimir a zona afetada percebeu nela sinais de dor.

Sosa colocou uma pirâmide de alumínio de 29 centímetros de base e lados iguais corretamente orientada ao eixo norte-sul magnético da Terra.

A doutora-paciente após cinco minutos informou sentir um comichão (parestesia), aos 10 minutos percebeu perda da sensibilidade (hipotesia) e de levitação e depois de transcorridos cinco minutos a pirâmide foi retirada, com a seguinte conclusão: ao investigar novamente, Álvarez Cambras comprovou a ausência de dor e inflamação.

Mito ou realidade?

Sosa recorda que no dia seguinte, os ortopédicos de Holguín o convidaram para permanecer uns dias depois da jornada para compartilhar um curso e criar um serviço de energia piramidal. “Foi uma experiência inesquecível!”, disse ele.

Hoje em dia importantes serviços de Medicina em Cuba aplicam esta energia piramidal.

Na década de 80 começou a haver interesse por esta novidade cientifica, se realizaram experiência com este tipo de energia e em 1990 apareceram em Cardénas, Matanzas as primeiras investigações autenticas.

O doutor Ulises Salinas elaborou um livro: Energia Piramidal Terapêutica Mito ou realidade? onde explica sua aplicação na esfera da saúde, que está baseada no restabelecimento do balanço energético da pessoa enferma mediante a ministração da energia vital conforme sua necessidade, a partir da energia magnética concentrada no centro da pirâmide.

A prática deste galeno iniciada no Centro policlínico, da cidade de Camagüey, e levada agora para a Clínica de Medicina Natural e Tradicional do Instituto Superior de Ciências Médicas Carlos J. Finlay, assegura excelentes resultados em processos de dores e inflamações do sistema osteo-miorticular (SOMA), afecções cirúrgicas como o “dedo de resorte”, a “Síndrome de Túnel Carpiano” e a “enfermidade de Querrain”.

Garante sua aplicação a enfermidades de outros sistemas como a asma, a hipertensão, e em “infecciones dolorosas e inflamatórias” não relacionadas com o SOMA, com ações analgésicas, antinflamatórias, bacteriostáticas, relaxantes e sedativos.

O especialista de Segundo Grau em Ortopedia e Traumatologia, Master em Medicina Natural e Tradicional, presidente da filial Provincial de Ortopedia do Conselho de Sociedades Cientificas em Camagüei e professor de ISCM falou finalmente: “A terapêutica piramidal veio como anel ao dedo, oferece não só um tratamento alternativo, como eleito em consultas diárias de especialistas e médicos de família, para doenças  freqüentes.”

Depois de alguns dias se espalha pelo e-mail de nossa Rede de saúde nacional:

From: Diaria
To: Multiple recipients of list.

CENTRO NACIONAL DE INFORMAÇÕES DE CIÊNCIAS MÉDICAS INFOMED. REDE TELEMÁTICA DE SAÚDE EM CUBA AO DIA: NOTICIAS DE SAÚDE.
DATA: 16 DE FEVEREIRO DE 2001.
ANO: 8 Nº 33.

NOTICIAS AMPLIADAS:

D-002 Cuba aplica energia piramidal nos serviços de saúde.

Em Cuba os mais importantes serviços de saúde aplicam a energia piramidal com fins terapêuticos, um procedimento que aproveita as potencialidades magnéticas que se concentram no centro de um triângulo de alumínio. A utilização da pirâmide permite assegurar excelentes resultados em processos de dores e inflamações do sistema osteo-mioarticular (SOMA), segundo indicou o doutror Ulises Sosa Salinas, citado no Jornal Granma, o especialista cubano de segundo grau em Ortopedia e Traumatologia agregou que aplicação desta técnica inclui afecções cirúrgicas como o “dedo de resorte”, a “Síndrome de Túnel Carpiano” e a “enfermidade de Querrain”. Também garante seus benefícios em enfermidades de outros sistemas como a asma, a hipertensão, e em “infecciones dolorosas e inflamatórias” não relacionadas com o SOMA, com ação analgésicas a, antinflamatórias, bacteriostáticas, relaxantes e sedativas.

Considerado o precursor do procedimento na ilha, o doutor Ulises Sosa Salinas utiliza para suas curas uma pirâmide de alumínio de 29 centímetros de base e lados iguais corretamente orientada para o eixo norte-sul magnético da terra. Segundo o também master em Medicina Natural e Tradicional, uma vez colocada a pirâmide sobre a pessoa ocorrem três etapas: no primeiro momento ocorre um certo comichão (parestesia), depois perda de sensibilidade e finalmente uma levitação com a ausência de dor ou inflamação. O interesse pela aplicação desta novidade científica começou em Cuba na década de 80, a partir deste momento se realizaram experiências com este tipo de energia e na província de Matanzas as primeiras investigações apareceram em 1990. Um livro elaborado pelo doutor Sosa e intitulado: Energia piramidal: mito ou realidade, explica como ocorre o restabelecimento do balanço energético da pessoa enferma mediante a ministração da energia vital segundo sua necessidade.

Fonte: La Habana,
Fevereiro 14/2001 (PL)
Seleção, edição e composição: Lic. Zulema Placé Pérez.

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Encontrados no México prédios de 2.500 anos

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

24/01/2007

Seis construções pré-hispânicas correspondem ao período entre 800 a 500 a.C. Edifícios encontrados têm características olmecas.

Os restos de edificações de uma antiga cidade pré-hispânica com características olmecas, que datam de entre os séculos VIII e V a.C., foram descobertos por arqueólogos do Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah) do México, informou a instituição nesta quarta-feira (24).

Os especialistas “localizaram seis construções pré-hispânicas correspondentes ao período compreendido entre 800 a 500 a.C., do qual foi Zazacatla”, disse o Inah.

Os edifícios encontrados têm características olmecas, ainda que o lugar da descoberta, no estado de Morelos (centro), se situe fora da zona onde se desenvolveu esta civilização, a primeira da Mesoamérica, entre os séculos XIII e VII a.C.

As edificações descobertas compunham o centro cerimonial da cidade, de cerca de 9.500 metros quadrados, dos quais sobraram restos em apenas 3.000. Entre as construções encontradas, destaca-se uma base de pirâmide com dois nichos, nos quais havia duas esculturas.

Ambas as figuras mostram um personagem nu, sentado com as pernas cruzadas, as mãos sobre os joelhos e com os traços característicos do dragão olmeca, de idade pertencente a esse período.

Os arqueólogos responsáveis pela descoberta, Giselle Canto e Víctor Mauricio Castro, consideram que ela “aporta importantes dados para a história pré-hispânica da região, do estado e da Mesomérica olmeca”.

Também permite supor vínculos dessa região com a da Costa do Golfo, onde se desenvolveu o núcleo da cultura olmeca.

Fonte: http://g1.globo.com:80/Noticias/0,,MUL2277-5603,00.html

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Batalha pelos Registros Atlantes sob a Esfinge

Publicado por: luxcuritiba em abril 20, 2008

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Krsanna Duran

Em tempos normais, a maioria das pessoas ficaria surpresa em ouvir que foram descobertas câmaras sob a Esfinge, e teria esperança de encontrar pelo menos uma pista da marcha da humanidade desde caçadores que viviam em cavernas até civilizações inconscientes que são agressivas (com pouca luz). Mas estes são tempos extraordinários, de armas recém-criadas de emissão eletromagnética e microondas. A descoberta de câmaras embaixo da mais antiga escultura do mundo desencadeou uma luta pela dominação entre os governos mundiais, alguns indivíduos e os poderes ocultos da Terra.

Numa economia impulsionada pelo avanço tecnológico e na qual se observa uma excessiva confiança nas condições existentes, o anseio de dominação tecnológica e a crença na estabilidade dos sistemas em vigor inspiraram a intriga e o engano. A advertência do presidente Eisenhower de que o complexo industrial-militar representava a mais grave ameaça para o modo de vida norte-americano se realizou a partir de níveis tão diferentes e desconectados quanto os conselhos de diretores e as gangues de rua.

As tramas em andamento pela captura da antiga tecnologia atingiram um nível mais alto em 1993, quando foi descoberta uma passagem escondida na Grande Pirâmide. Usando um robô designado como UPUAT2, o engenheiro alemão Rudolf Gantenbrink descobriu que um conduto de ar na Câmara da Rainha terminava abruptamente, em vez de prosseguir até a superfície da pirâmide. Fotografias tiradas pelo UPUAT2 revelaram eletrodos de metal de alta tecnologia instalados numa porta do conduto, no mínimo há 4 mil anos. Com isso, foi rompido o verniz de silêncio místico que recobre a realidade fatual de que fontes de poder de elevada tecnologia foram usadas no antigo Egito. Essa descoberta ameaçou o dogma central de que a confiança na sabedoria em vigor deve ser preservada a qualquer custo, para não perturbar o doce usufruto das mordomias.

Estava ameaçada a crença popular de que o Homo Sapiens atingiu em nosso tempo o ápice do desenvolvimento. Outros já tinham estado ali e atingido esse nível — e então deixaram como testemunho as pirâmides. Foi programado que o conduto seria aberto publicamente com uma câmara de microvideo em março de 1997, depois que o seu conteúdo havia sido secretamente visto pelos poderosos. Informações transmitidas a Richard Hoagland originárias de um “espião” amigável no Egito sugerem que a porta foi aberta em 20 de outubro de 1996, às nove horas da manhã.

Por trás da porta havia uma pequena câmara contendo apenas a estátua de um homem negro sentado, empunhando um ankh. O significado dessa estátua, do ankh e a data detêm a chave para uma tecnologia que governou esse planeta com suprema elegância antes de decair ao longo da espiral evolutiva. O mito moderno da civilização egípcia forjado no século passado, quando os investigadores viajavam em navios a vapor, se estilhaçou com os laser amplificados por cristais. O inventário de lindas gemas confiscadas durante as Guerras das Pirâmides (8970 a.C.) tinha um contexto tecnológico que se soletrava p-o-d-e-r. Importantes fios foram tecidos ao longo do Nilo durante milhares de anos, para se entrelaçar em nossa época com investigadores recentemente banidos do Egito.

Em 1992, John Anthony West e o Dr. Robert Schoch publicaram indicações de que a Esfinge tinha sido erodida pela água no período 7000-5000 a.C., provando desse modo que os monumentos eram mais antigos que a mais antiga dinastia egípcia. O atual povo egípcio migrou para a área da Esfinge e da Grande Pirâmide, já existentes, e construíram réplicas inferiores do que encontraram. Túmulos do Antigo Reino no planalto de Gizé cortados da mesma rocha que a Esfinge não apresentam a erosão aquática da Esfinge. Portanto, a Esfinge deve ser muito mais antiga do que as estruturas do Antigo Reino.

Câmaras abaixo da Esfinge (previstas desde 1934 por Edgar Cayce, o “profeta adormecido”) foram descobertas por meio de sismógrafos e ondas de sonar em 1993. Zahi Hawass, do Departamento Egípcio de Antiguidades, negou a interpretação da visível evidência da erosão aquática, bem como a existência de câmaras subterrâneas. O turismo era o sustentáculo multibilionário da economia egípcia, e novas descobertas apontando para uma história das pirâmides anterior aos egípcios foram recebidas com hostilidade.

Enquanto isso, pesquisas empreendidas por Robert Bauval e Graham Hancock, co-autores de Message of the Sphinx (A mensagem da Esfinge) foram apresentadas num documentário da BBC exibido em todo o mundo. O livro, best-seller em 1996, e o documentário chamavam atenção para a negativa do governo egípcio sobre a existência das câmaras. Num confronto do velho estilo, Bauval, Graham Hancock e John Anthony West foram expulsos do Egito no ano passado. (Para ter certeza de que sua posição era inequívoca, membros do Departamento de Antiguidades ameaçaram cortar as cabeças dos pesquisadores e defecar sobre elas!)

Essa não era a primeira vez que o governo egípcio bania pesquisas que punham em risco sua afirmação de que seus ancestrais haviam construído aqueles antigos monumentos. Após conduzir uma equipe de pesquisa em Saqara, onde foram feitas importantes descobertas acerca do ankh, o Dr. Lawrence Kennedy fora banido do Egito em 1980. Kennedy ganhou o status de persona non grata quando tirou fotografias da imagem de um UFO em forma de charuto numa parede que permanecia fechada ao público desde 1922.

Mas o destino estabelece seu próprio terreno de jogos, e as pesquisas do Dr. Kennedy em 1980 tinham desvendado o ankh. (1) Observando que o ankh era o único símbolo-chave não associado a um hieroglifo, ele levantou a hipótese de que não se tratava de uma forma de linguagem mas de um objeto ou instrumento real. Representações do ankh sempre o mostravam sendo entregue a um faraó por uma divindade, ou sendo entregue ao povo pelo faraó. O ankh, o antigo símbolo de Vênus, era um instrumento dado a um faraó por um deus. Kennedy suspeitava de que o ankh fosse usado para ativar o tímus, que controla o processo de envelhecimento.

Realizando experimentos com combinações de metais empregados pelos egípcios, o Dr. Kennedy desenvolveu um ankh que produzia mudanças tangíveis na energia humana, visíveis nas fotografias Kirlian. O ankh que ativa a energia humana sutil era feito de ouro, prata e cobre entrelaçados numa haste de cristal. A estátua de um homem empunhando um ankh no seu colo mostrava sua posição quando presumivelmente ele ativa o corpo humano. Modelos viáveis do ankh com uma haste de cristal corroboraram a tecnologia de cristal da Atlântida descrita por Edgar Cayce.

Ao longo de 30 anos, por meio de uma série de palestras privadas, Edgar Cayce descreveu a civilização da Atlântida, um continente que submergiu no Oceano Atlântico. A fonte de energia para a tecnologia atlante descrita por Cayce eram os “cristais de fogo” que acumulavam o calor da atmosfera. Essa energia armazenada era em seguida distribuída através da malha da Terra para o benefício do público, o que incluía o fornecimento de energia a submarinos e aeronaves. A partir do auge da civilização atlante, 50,000 anos atrás, três cataclismos que se estenderam por 28.000 anos quebraram o continente, formando uma cadeia de ilhas; o afundamento da maior ilha, Poseidon, ocorreu em 10.500 a.C.

O primeiro cataclismo foi provocado quando os indivíduos responsáveis por ajustar a freqüência da malha da Terra acidentalmente a sintonizaram num nível elevado demais. Há cerca de 22.000 anos, a energia anteriormente usada para propósitos pacíficos foi desviada para armamentos, o que provocou o segundo cataclismo. Um raio penetrou com violência na superfície do planeta, rompendo uma placa tectônica no Oceano Atlântico e quebrando o continente em várias ilhas.

O desaparecimento final das ilhas veio após milênios de conflito entre os sacerdotes de Baal, que introduziram sacrifícios, e os sacerdotes da Lei do Uno. Como a cadeia de ilhas afundou no decorrer de milhares de anos, nos últimos séculos da Atlântida foram feitas migrações para o Egito, a China e a América Central. Pirâmides nesses locais, algumas descobertas apenas nas últimas décadas, dão testemunho das palavras proféticas de Cayce.

Mica em Teotihuacán

Remanescentes de uma pirâmide mais antiga além da Pirâmide do Sol em Teotihuacán, perto da Cidade do México, fazem o uso comprovado daquele sítio recuar até 4.000 a.C. Os centros da pirâmide tornaram-se o núcleo de uma metrópole que abrigava mais de 25.000 pessoas, antes que o complexo inteiro fosse coberto com toneladas de detritos e abandonado, por volta do ano 1.200. As estruturas do templo que antes existiu nos níveis do topo das pirâmides em degraus foram removidas, juntamente com suas balaustradas codificadas e ornamentos, deixando apenas terraços. Todavia, uma camada de mica no nível do topo da Pirâmide do Sol, que servira como piso de um templo, foi deixada no lugar. A mica é um isolante com elevada resistência elétrica, capaz de diminuir a velocidade dos neutrinos numa reação nuclear. A mica teria de ser trazida para Teotihuacán a partir de uma fonte desconhecida. Várias centenas de metros ao sul da Pirâmide do Sol, foi deixada intacta uma pirâmide de mica.

Um isolante usado com tecnologia da Atlântida havia sido mencionado por Edgar Cayce como similar a outro isolante que estava sendo desenvolvido na Inglaterra em 1932. O abrigo de cristais de fogo sob tetos em forma de domo, como descreve Cayce, poderia explicar a necessidade das qualidades únicas da mica em Teotihuacán. Uma tecnologia baseada em cristais que forneciam energia a aeronaves e submarinos poderia explicar por que os maias usavam rodas em brinquedos, mas não em veículos. Como se poderia esperar em uma tecnologia dessa ordem, elementos avançados de matemática e de geometria caracterizavam o complexo da pirâmide.

A sofisticação do projeto de Teotihuacán foi reiterada e decodificada em 1993 por dois círculos norte-americanos de plantação que formavam um triângulo com as pirâmides, com lados iguais de 2.160 milhas. O número 2.160 era a chave para se decifrar o comprimento enigmático da avenida sagrada de 2.268 hunabs. Hunab é o termo maia para “medida”, dado a unidades métricas fatoradas com a raiz 12ª de 2 pelo engenheiro norte-americano Hugh Harleston. Correlações métricas na pirâmide não são surpreendentes, porque o moderno sistema métrico foi adotado após a Revolução Francesa, a partir de medidas egípcias.

No entanto, intervalos da raiz 12ª de 2 são uma afirmação brilhantemente simples de uma disposição complexa exclusiva de Teotihuacán. Das muitas pirâmide existentes em todo o mundo, a Pirâmide do Sol é a mais semelhante à Grande Pirâmide nos elementos fundamentais do seu projeto. Os mesmos números apresentados em polegadas piramidais na Grande Pirâmide foram apresentados em hunabs com a raiz 12ª de 2 em Teotihuacán para mostrar uma escala de intervalos. As escalas musicais são descritas pelas fronteiras de intervalos que definem freqüências, com uma nota se tornando a nota seguinte. A escala ocidental de música é definida ao se multiplicar cada nota pela raiz 12ª de 2 (1,059463), numa escala de intervalos iguais que pode ser rastreada até Apolo, através de Pitágoras, na pré-história da Grécia.

Simbolizado por um cisne (a estrela Cygnus de cinco pontas em Lira), Apolo era o mentor de Pitágoras, o pai da matemática moderna. Embora os pitagóricos não adorassem uma divindade por si mesma, eles reverenciavam Apolo, que inventou a cítara, precursora da guitarra moderna. A música expressada como matemática era exemplificada na tabela pitagórica de séries harmônicas e sub-harmônicas recíprocas e na música pitagórica das esferas. As razões e intervalos harmônicos pitagóricos aplicados a um grande ciclo de 26.000 anos foram afirmados como uma escala na avenida sagrada de Teotihuacán. Em números efetivos, o Grande Ciclo de 26.000 anos foi reduzido a 25.920 devido à precessão dos equinócios e dividido por 12, com um resultado de 2.160 anos (uma era cósmica).

O intervalo harmônico de 2.160 anos foi inscrito no comprimento da avenida sagrada em Teotihuacán pela raiz 12ª de 2 (2.160 x 1,05 = 2.268). Coerentemente, este número se manifestou no comprimento das paredes em redor da área cerimonial central de 378 hunabs, que é a circunferência de um círculo fatorada com a raiz 12ª de 2 (360 x 1,05 = 378). Além disso, uma extraordinária harmonia foi produzida na área cerimonial pelos numerosos triângulos pitagóricos 3-4-5. Como aconteceu no planalto de Gizé, Teotihuacán foi projetada por mestres arquitetos que deixaram seus monumentos para os povos nativos.

Os segredos dos cristais de fogo e da energia transmitida sem necessidade de cabos por meio da malha da Terra transformariam o mundo moderno. Quem quer que possuísse essa tecnologia teria assegurado o domínio militar e econômico… e então aconteceu que um espião, escondido perto da Grande Pirâmide de iniciação, subornou um guarda para ter acesso aos segredos das câmaras, na manhã de 20 de outubro de 1996.

20 de outubro e 5 de dezembro de 1996 foram as duas datas a que chegou Richard Hoagland, quanto à ocasião em que as câmaras no planalto de Gizé poderiam ser abertas. Essas datas se baseavam em alinhamentos planetários visíveis da Baía da Tranqüilidade na Lua, usados pela NASA para uma missão lunar da Apollo. Isso significa que, se uma pessoa estivesse na Lua, poderia observar um alinhamento de planetas em datas específicas, associadas ao planalto de Gizé e utilizadas pela NASA. Hoagland tinha anunciado apenas a data de 5 de dezembro como um momento provável para a abertura das câmaras em Gizé, sem fazer menção a 20 de outubro. Numa confirmacão da sensibilidade em relação à data, o guarda presente na Grande Pirâmide quando foi filmado em vídeo o conteúdo das câmaras perdeu o emprego.

A data de 20 de outubro foi confirmada além disso pela seqüência de sítios da rede TimeStar ativada nas fases de 13 dias de eclipse lunar (The Once and Future Earth, Duran2). Os sítios triangulares TimeStar foram identificados a partir dos números e da geometria do calendário maia inscritos nas pirâmides em Teotihuacán. A rede diretamente ao sul da Grande Pirâmide foi ativada por 13 dias, de 26 de setembro a 9 de outubro, depois de um eclipse lunar em 26 de setembro. Na fase seguinte de 13 dias, o triângulo da rede contendo a Grande Pirâmide foi ativado de 9 a 21 de outubro. A faixa de 6 graus na qual está situada a Grande Pirâmide foi ativada em 20 de outubro, com o símbolo do calendário para “feiticeiro”. A seqüência geral para essas datas foi publicada em agosto de 1996, mas não designou dia após dia a seqüência de latitudes que foram ativadas.

A data de 20 de outubro para a abertura da câmara e do seu conteúdo, confirmada por duas fontes totalmente independentes, aponta para extraordinários esforços para se apoderar da alta tecnologia de civilizações perdidas. Os registros dessas civilizações que talvez estejam depositados abaixo da Esfinge pertencem ao domínio público. Hancock e Bauval sugeriram que a UNESCO (a sigla em inglês da Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas) é amplamente qualificada para fazer a mediação de interesses mundiais.

Embora seja verdade que a Esfinge e a Grande Pirâmide repousam no solo egípcio, também é verdade que indícios numerosos mostram que os egípcios não construíram os dois grandes monumentos. A preocupação de Hancock é que, enquanto o governo egípcio afirma que não existe nada sob a Esfinge para ser aberto, as evidências afirmam o contrário. Ainda que os cidadãos do Egito concordassem individualmente com Hancock e Bauval, o violento clima político do país muçulmano impediria um apoio aberto. Os direitos dos egípcios de controlar sua própria terra devem ser respeitados, e o mesmo acontece aos propósitos dos construtores da pirâmide para com as futuras gerações.

A espiral da evolução que vacilou na Atlântida deve ascender novamente, ao se reconhecer o direito que cada pessoa tem de participar de escolhas que envolvem o destino humano. Uma vez que o orçamento da Organização das Nações Unidas se baseia em dinheiro pago pelos cidadãos do mundo, todos nós temos legitimamente algo a dizer sobre o que é feito na ONU ou por meio dela. (4) Cada pessoa pode desempenhar a sua parte em fazer da cooperação um paradigma planetário.

NOTAS
1. É possível encomendar informações sobre ankhs com o Dr. Lawrence Kennedy, Starline Unlimited, pirâmide #1-2nd Avenue East, Suite C, Polson, Montana 59860.

2. The Once and Future Earth ($13 + $3 de despesas de remessa) e TimeStar Earth Watch ($8 + $1 de remessa), de Krsanna Duran, podem ser encomendados em The Apollo Bookmart, P.O. Box 639, Yelm, WA 98597. E-mail: timestar@aol.com. Para os mapas da rede TimeStar, procurem o site da Web do boletim (newsletter) Project Earth.

3. O fone e endereço da UNESCO é (212)963-1234; UNESCO, DEC-2 Building, New York, NY 10017.

4. A Organização das Nações Unidas é uma entidade que, na década de 1960, efetivamente ajudou a devolver aos povos indígenas dos Estados Unidos o direito de realizar suas cerimônias tradicionais. Quando o governo norte-americano protestou frente à perseguição soviética aos judeus, a União Soviética respondeu que gostaria de conversar sobre os processos judiciais contra os norte-americanos nativos devido à Dança do Sol. Isso chamou a atenção do mundo para a supressão de práticas religiosas nos Estados Unidos e resultou na restauração dessa cerimônia indígena.

Fonte: http://www.amaluz.com.br/arquivo/1997/52_1.htm

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