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O Segredo das Pirâmides

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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É com muita honra que a LenderBook apresenta para a comunidade científica e para a sociedade como um todo uma teoria que explica o conhecimento milenar que sabiamente o povo egípcio descobriu e assimilou deixando de relíquia para a humanidade o conhecimento.

O físico Albert Einstein deixou a pedra filosofal para tamanha descoberta que revolucionará o modo de pensar dos seres humanos quando quantificou energia como sendo uma relação da matéria ou massa (M) com a velocidade da luz no vazio (C).

Da equação encontrada por Einstein podemos sugerir que massa é energia em rotação cíclica (R). Onde rotação cíclica é R = 1/(CxC). Agora ainda não é compreensível para o público geral como a energia pode se converter em massa ou matéria. Os antigos egípcios já possuíam a resposta a esta questão.

Um fecho de luz se desloca em uma direção e não é capaz de efetuar desvios a não ser que encontre uma barreira potencial. A luz é na realidade composta de energia em movimento. Em termos estatísticos posso dizer que existe uma probabilidade associada à criação da luz(L) onde ela é uma relação da energia dado certo movimento (P(Energia|Movimento)). Em outras palavras a luz está associada a uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade pelo quociente desta velocidade (L = P(Energia e Velocidade)/P(Velocidade)).

Não está em questão aqui nesta demonstração a origem de uma luz, mas a simples constatação de que luz é na realidade o deslocamento sobre velocidade (L = Deslocamento/Velocidade). Entenda como deslocamento uma probabilidade de acontecer ao mesmo tempo uma energia a certa velocidade (P(Energia e Velocidade)).

Ao se deslocar a energia pode se chocar com outros feches de luz, os egípcios descobriram que a uma dada freqüência um feche de luz serve de barreira para outro de sentido diferente. Desta forma a energia com o choque não se dissipa. Ela retorna para seu ponto de origem ou num sentido tangente ao ponto de resistência.

Para formar um ponto sólido é necessário que três feches de energia em deslocamento (luz) se choquem de “forma a formar” uma parede intransponível onde a energia represada bate na parede de luz correspondente a outro feche e retorna para seu ponto de origem batendo da parede oposta composta por outro feche formando um sistema fechado triangular onde a energia fica retida.

Segundo Sandra Rita O. S. Pontes cujo site LenderBook solicitou auxílio para batizar um termo cientifico para qualificar a descoberta, referiu-se ao termo pela nomenclatura Pequena Grande Notável (PQGN) que constitui na realidade a menor partícula sólida encontrada naturalmente na natureza.

Paralela a descoberta, o ponto triangular não é um esquema 100% fechado, além do mais ele tende a se decompor à medida que a energia retida tende a escapar pelos vórtices do triângulo. A energia que escapa em pequenas quantidades que não são retidas, os cientistas modernos chamaram de campo magnético.

O deslocamento de uma PQGN pelo espaço promove o choque com outros filamentos de energia criando estruturas mais complexas de PQGN até formar o que a ciência moderna chama de Átomo. Quando um feche de energia coincide com a trajetória de um vórtice de PQGN o sistema de unidade material é retro alimentado, mantendo assim a consistência da matéria e seu aspecto de solidez.

Max Diniz Cruzeiro, o autor da teoria chegou a esta conclusão de tanto ouvir de místicos que as pirâmides eram vórtices de energia. Que eram responsáveis pela concentração de energia. E razão para o homem alcançar a imortalidade da alma. A lenderBook espera que realmente haja razão nesta linha de raciocínio, pois ela representa um enorme passo para a compreensão plena do ser humano e seu bioma.

Autor: Max Diniz Cruzeiro

Fonte: http://www.lenderbook.com/piramide/index.asp

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