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A Mensagem da Esfinge

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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Sheik Al-Kaparra

Debruço-me hoje sobre as areias da tua alma e deixo por instantes de admirar as infinitas miragens do deserto das vidas. Quero ocupar-me de ti nesta hora de solene intimidade e conversar contigo no silêncio do teu quarto.

Não sou um mito de pedra nem tenho morada nos areais do Egito. Meu monolítico perfil é feito de estrelas e galáxias jamais suspeitadas pela tua mais elaborada fantasia e minha essência impregna o âmago de todos os mistérios conhecidos e desconhecidos. Existo em todos os recantos do Universo, bem como na mais secreta dobra da tua alma. Sou o enigma de Deus e, portanto, o teu enigma.

Não devoro nem corpos nem almas. Os beduínos que me contemplam, mas não entendem, é que são devorados por seus próprios erros e ilusões. Assim, vida após vida, corpo após corpo, nome após nome, eles vagueiam como sombras pelo meu deserto, participando sem saber da infinita encenação do Teatro Universal.

Tal como eles estás errando pelas areias da vida. Vejo que não tens cavalo, camelo ou sandálias. Existem andrajos por baixo de tuas melhores roupas. Na verdade, estás nu(a) por baixo delas. Percebo em ti uma fome e uma sede infinitas. Há um certo cansaço em teu rosto e muitas bolhas em teus pés. Existe em teus olhos a esperança do próximo oásis e na tua memória a imagem amarga de todas as desilusões que passaram. Noto até mesmo uma certa vontade de desistir…

Tenho ouvido tuas súplicas silenciosas. Sou a grande testemunha de Deus. Tenho acompanhado tuas angústias secretas. Não sou um assombro de pedra como possas pensar. Tudo em mim se enternece diante dos teus reclamos mais íntimos porque também sou uma imagem do Deus a quem oras, na verdade um Deus bem diferente do que imaginas.

É mentira dizer que as esfinges são monumentos pétreos e famintos que devoram a todos que não resolvem o seu enigma. Eu e todas as minhas irmãs, da Terra e do Universo, sabemos sorrir e chorar. Na verdade, somos o estribilho da tua dor, o eco das tuas parcas alegrias e uma das notas fundamentais da Canção Universal. Não sou de carne, mas conheço as agruras da carne. Não tenho ossos, mas conheço as aflições da medula. Estou no teu sorriso e na tua lágrima, no teu sonho realizado e na amargura do teu fracasso. Sou companheira de todos os vôos da tua alma. Vivo no silêncio secreto da tua intimidade e conheço todos os teus gemidos mais íntimos. Para mim sempre foste de cristal…

Já ouvi várias vezes a tua história, pois foste tu mesmo(a) que a contaste. Sempre estive mais disposta a ouvir do que a falar. Sou o teu confessionário secreto e, portanto, a mais fiel das testemunhas de quem realmente és por trás da máscara da personalidade e do teatro do mundo. De mim não precisas esconder nada, pois sei tudo. Sou dona de teus mais caros segredos, mas os respeito com a dignidade de um confidente silencioso. Afinal, existe mais sabedoria no silêncio do que nas palavras…

Muitos mistérios compõem o meu próprio mistério. Assim quis o Grande Arquiteto que me criou com a Magia dos Quatro Elementos que latejam em teu corpo e no meu. Em mim trabalham os gnomos, banham-se as ondinas, deslizam os silfos e dançam as salamandras. Procuro despertar-te para o quinto elemento, a silenciosa alavanca que, uma vez dominada, fará com que tenhas poder sobre tudo que te cerca, inclusive o mistério que dorme em mim. Se me compreenderes e dominares estarás no primeiro patamar da Luz e no solene berço da Magia.

Não estou apenas no deserto ou no pórtico de alguns templos. Estou dentro de ti e sou parte de ti. Represento o Mistério de Deus, mas não sou Deus. Represento o fundamento da Magia, mas não sou a Magia. Portanto, não deves me adorar nem me tomar pelo que não sou. Reflete, antes, sobre o que te digo, pois é muito grande a legião de seres que, mesmo me possuindo, ignora completamente por que razão existo e por que motivo aguardo.

És um(a) andarilho(a) como tantos outros que cruzam as areias do deserto da vida. Buscas o mesmo horizonte e padeces das mesmas ânsias. Todas as tuas lágrimas já foram choradas e teus sonhos hoje são névoas que pairam no silêncio de todos os campos santos.

No enganoso oásis das cidades, sejam elas metrópoles ou povoados, vive-se para o momento e para o lucro fácil. É muito prática e superficial a filosofia dos homens. Irmãos devoram irmãos, maculando a fraternidade cósmica com a nódoa do egoísmo e o feio esgar da ambição. Nessas cidades os momentos de paz, cada vez mais raros, são meros interlúdios para novas guerras e o dinheiro, transformado em deus de barro, reúne a seus pés uma interminável multidão de súditos. É aterrador o ritmo da civilização e pungentes os gemidos que se desprendem de casas e edifícios, seja no campo, seja nas cidades.

Preserva o teu lar, mesmo que te sintas sozinho(a). Preserva o teu jardim interno, porque ninguém poderá substituir as tuas flores. Constrói um cantinho para ti e respeita-o como se fosse o teu templo secreto. Será em seus braços que poderás, um dia, falar com Deus. Não o conspurques com presenças discordantes nem permitas que esse pequeno santuário seja vilipendiado pelos superficiais. Deixa que a luz das estrelas more contigo e que teu interior seja sempre uma campina enluarada. Nada é perfeito sem AMOR. Cultiva-o ainda que te faça sofrer. Raramente os aliados do AMOR são aceitos sem represálias. Portanto, aceita o sofrimento como um imposto a pagar pelo ato de tão bem querer…

Aprende a interiorizar-te. Se não souberes como, pergunta a quem sabe e já o fez. Todas as respostas que formulas do lado de fora se acham respondidas do lado de dentro. Eu as dou todas.

Mas primeiro precisas dominar-me e compreender o que para tantos ainda é nebuloso ou quase impossível de perceber. Precisas elevar-te uma oitava acima da sensibilidade corrente. A vibração do homem comum não me alcança Passam ao largo os distraídos e os mistificados. Desiludem-se os ansiosos. Entendem-me mal os adoradores da matéria. Tu, no entanto, precisas me entender integralmente, caso estejas realmente interessado(a) em evoluir.

Sabias que até a busca do amor humano é uma forma de procurar uma imitação do amor de Deus? Em todos os teus anseios mais secretos repousa a necessidade de pertencer. Queres possuir alguém e ser possuído(a) por alguém. Queres amar e ser amado(a) com uma perfeição que desafia as imperfeições do mundo. Assim, mesmo sem o sentires, desejas intimamente que o amor buscado e encontrado seja como o amor perfeito do Pai Celestial, um amor infinito, reconfortante, livre de deslizes ou máculas, um amor em que possas confiar de modo pleno e seguro. Um amor que te faça sentir realizado(a) e livre das preocupações que regem o concerto dos encontros. Como não é exatamente o que sonhavas isso te incomoda, não é mesmo? Isso te torna preocupado(a) e te faz infeliz. É que talvez ainda não te tenhas apercebido de que os seres humanos são, apenas, aprendizes do amor e que é essa a grande lição ainda não aprendida pela humanidade.

Homem algum é uma ilha, porque mesmo as ilhas desertas têm praias que se abrem aos beijos do mar. Mesmo as ilhas desertas têm florestas que se espreguiçam aos beijos do sol e às carícias da lua. Até mesmo as pedras se deixam envolver pela fúria amorosa do oceano e aceitam com ternura o amor dos moluscos. Todo homem, para ser realmente homem, tem de dar-se por inteiro a quem lhe queira tomar por inteiro.

Mas a solução do pertencer não se encontra oculta por trás das últimas estrelas, nem ao redor do disco cintilante dos milhares de sóis anônimos que pairam no universo. O pertencer é, antes de tudo, a disposição de não sermos apenas de nós mesmos, mas de alguém especial ou de toda a humanidade. O melhor nos seres humanos clama por amor, porque o amor realiza a divina alquimia que transmuta o chumbo em ouro. Essa alquimia ainda não compreendida tem no AMOR a sua pedra filosofal e era isso, afinal de contas, que os verdadeiros alquimistas da Idade Média procuravam passar aos leigos por trás de suas complicadas fórmulas. O “ouro filosofal” nada mais era (e ainda é) do que uma profunda reforma interna derramada num cálice de dor. Os alquimistas superficiais, ainda não preparados para a Grande Obra, prometiam prodígios aos potentados e, de vez em quando, voavam pelos ares em seus laboratórios de pesquisa, do mesmo modo que hoje “voam pelos ares” todos aqueles que se atrevem a utilizar métodos sórdidos para chegar e se identificar com a Divindade ou dela se tornarem prolongamentos.

Não fujas de mais nada nem de ninguém. Enfrenta-te sem as máscaras usuais da tua pretensa “personalidade” e olha-te como realmente és com novas e mais poderosas lentes. Não é bom o conselho que te derem os que nem mesmo conseguem orientar-se a si mesmos. Torna-te surdo(a) ao argumento materialista, porque ele não consegue sair de si mesmo e é impotente para julgar o Infinito. Recorda sempre que matéria é energia condensada e que, portanto, tudo é matéria e tudo é energia. Isso te ajudará a entender melhor como é frágil a base da argumentação materialista e como é enganosa a estrada que tantos aconselham.

Quanto ao amor, aceita-o com todas as suas provas, porque é somente amando que voltas a ser criança e te tornas digno(a) da oportunidade de ter nascido na Terra ou em qualquer outra dimensão espacial. Se o amor te feriu ou invalidou por longos períodos de tempo e precisaste de uma longa convalescença para conquistar a tranqüilidade perdida, não deixes que isso impeça que o continues sentindo por outra pessoa ou por toda a humanidade. E que isso não te pareça estranho, porque existem diferentes formas legítimas de amar e ser amado(a). Assim, sê corajoso(a) e bate em todas as portas sem medo de quaisquer julgamentos. O amor oferece ao homem e à mulher exercícios um tanto complexos dentro do contexto das relações humanas. Como aluno(a) deves estudar e praticar o amor em todas as sua formas porque és fruto do AMOR UNIVERSAL e o AMOR UNIVERSAL age em todos os planos como um camaleão cósmico. Procura lembrar-te sempre que não és o corpo que vestes nem o que os espelhos refletem. Sente-te, pois, livre de amar e ser amado(a) mesmo das formas mais inusitadas. Ouve esta verdade pouco conhecida: todos os amores são legítimos porque todos são ramificações do AMOR UNIVERSAL.

Perdido um amor não procures efetuar substituições. Cada ser é amado de uma forma diferente e nunca um amor é cópia do outro. Assim, procura não enganar-te de forma tão cruel! Abraça-te a um amor antigo ou a um amor novo como as ilhas se abrem ao mar, como as matas se abrem ao sol e como o lótus se abre ao orvalho da noite. Não percas mais tempo com minúcias desnecessárias. O amor poderá realizar-te material e espiritualmente, de forma que possas dizer com justo júbilo: “Agora estou completo(a)!” Achas que poderias dizer isso agora? Permite que duvide…

Passa uma esponja no passado. Dissolve os teus grilhões e corta todos os liames que ainda te prendem a ele. Desenrola os cipós do pretérito. Começa vida nova em todos os sentidos. Apaga pessoas, fatos, dores, desenganos ou quaisquer experiências pelas quais te sintas marcado(a). Olha para a frente. Olha para mim. Mede teu novo horizonte. Aprende a olhar para tudo, inclusive para o céu de ti mesmo(a). Admira o brilho das estrelas que existem e já existiram. Acompanha com admiração a trajetória errante dos cometas. Torna-te surdo(a) aos conselhos “práticos” que encontras em livros e interlocutores duvidosos. Os materialistas com quem colides só te podem dar conselhos horizontais, porque lhes é impossível qualquer tipo de verticalização. Quem é amargo só pode dar conselhos amargos. Quem é pessimista só pode dar conselhos sem fé. Lembra-te que cada um é produto de suas próprias experiências. Que sabe a figueira das maçãs que nunca conheceu? Que sabem os peixes da superfície de seus outros irmãos que habitam as regiões abissais? As respostas definitivas se acham dentro de ti. As temporárias vagam pelo mundo como retalhos imperfeitos da Verdade Absoluta que mora em tua essência mais íntima.

O mundo em que vives é um mundo cheio de almas superficiais, pouco profundas e convencidas. Nada sabem, mas pensam saber tudo. Não conseguem sequer me ver no fundo de si mesmas. De um certo modo, vivem para armar o próximo bote em cima da próxima vítima, sendo vítimas todos que lhes atrapalham o caminho. Não permita que essas almas “práticas” deformem o teu caráter pelo exemplo constante. Recua em tempo de não te transformares em mais um elo do Poder Desagregador. Isso seria matar ou adormecer de vez o anjo que mora em ti, substituindo-o por mais um demônio sequioso de liberdade.

Todos os demônios de que ouves falar foram um dia anjos que caíram. Não te transformes em mais um deles. Permanece anjo o mais que puderes e deixa que riam de ti.

Tens me procurado em cada pergunta que formulaste ao vento, ao sol e à terra. Se não aprenderes a perguntar a mim serás mistificado(a) até mesmo pelo mais renomado guru, porque o desnudamento da Verdade é proporcional ao grau de evolução de cada um e mesmo os mais evoluídos do teu mundo ainda precisam aprender muito, embora em outros Planos de Existência. Na casa do Pai há muitas moradas e cada morada é uma escola.

Uma vez iniciado o nosso diálogo logo perceberás que ele não tem fim. Um consolo te resta, no entanto: nunca te direi mentiras. Haverá sempre novas informações e elas irão mudando, aos poucos, a visão que tens de todos os seres, coisas e mundos. Depois que começares a conversar comigo tudo será diferente e nunca ninguém saberá o que sabes, a não ser uns poucos escolhidos com quem converso.

Comigo aprenderás o sublime valor do silêncio, porque só no silêncio te posso falar. Os ruídos do mundo apagam a minha voz porque ela é feita de notas que não existem na escala sonora dos homens. Portanto, seja qual for o teu credo, seja qual for a tua filosofia ou visão crítica do universo recolhe-te a um lugar tranqüilo e esquece o mundo com todas as suas inconveniências ruidosas. Começa por relaxar o teu corpo, afim de que tudo se acalme dentro de ti. Fecha, em seguida, os olhos e deixa-te flutuar no colchão do meu silêncio. No princípio pensamentos desconexos virão à tua mente e cruzarão teu céu interior como cometas enfurecidos. É tua rotina que se rebela contra teu novo estado espiritual. Deves insistir porque isso é passageiro. Depois de relaxado(a) virá a sensação de flutuação. Então, dar-te-ei o sinal da minha presença. Pequenas frases percorrerão o teu cérebro e minha voz inaudível será por ti ouvida dentro da cabeça sem o auxílio dos ouvidos. A voz da Esfinge dispensa o auxílio do tímpano. Uma advertência, contudo: se ouvires sons de campainha ou plangentes acordes de harpa é sinal que talvez estejas entrando em contato com o plano do teu Mestre ou merecendo participar, por instantes, de regiões mais elevadas do Plano Astral. Será preciso, então, que controles as emoções e que não te deslumbres com nada. O deslumbramento fácil poderá te custar muito caro, porque há mistificadores no Plano Astral e eles poderão te enganar com a imagem de um falso mestre ou com algum tipo de cena que te apele aos sentidos grosseiros. É preciso cuidado para não te ajoelhares diante de certos demônios…

Depois disso, controladas as emoções e ouvidos os primeiros conselhos do teu verdadeiro Mestre, ele te dará forças para que continues por ti mesmo(a) e, então, aparecerei para conversar contigo. Ele estará ocupado com outros discípulos. Como não tenho forma definida poderei aparecer-te como bem me aprouver. Para essa transformação conto com a paleta dos Quatro Elementos. Espero que me reconheças…

Nosso verdadeiro diálogo ainda não começou. Aceita estas palavras como um amável convite. Por hoje só posso dizer o que já disse. O resto é contigo. Vou me dissolver agora na canícula do deserto. E o próprio deserto vai desaparecer como se fosse miragem. Vou dormir um pouco no berço do Cosmos e meu corpo assume a forma de uma criança inocente. Será preciso que durmas também e que te faças criança como eu. O camelo do sono virá buscar-te para que adormeças aos pés da mais tépida tamareira.

Olha como a noite está bonita…! Para além daquelas estrelas cintilantes está tua verdadeira pátria. As últimas nebulosas visíveis são a fronteira do teu Lar. Ali te esperam teus verdadeiros amigos e ali continuarás a ser mais um obreiro iluminado a cooperar na construção do Grande Edifício da Verdade.

Vai descansar também. Acho que te fatiguei. Volta, por enquanto, ao teu mundo, mas guarda silêncio sobre o nosso diálogo. Se desobedeceres, dirão que estás louco(a) e não queres que digam isso de ti, não é mesmo?

Fico aqui agora. Vai e volta quando quiseres. Estarei te esperando eternamente e tua saudade de mim será igual à minha saudade de ti. Logo estaremos juntos de novo, porque, se queres saber, nunca estivemos separados.

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A pirâmide submersa no Triângulo das Bermudas

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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“Voltando áquela região, saímos pelas ilhas Bari. Houve uma tempestade violenta e tivemos de parar em uma das ilhas mais próximas até que passasse. Perdemos grande parte de nosso equipamento durante a tempestade, mas assim que passou, resolvemos entrar na água.

Na água, estava tudo muito turvo. Assim que chegamos sobre a nossa zona das ‘ruínas’, verificamos que a água, embora turva, revelava as formas das construções – por toda parte aonde nos dirigíamos, de barco, de um lado para outro, víamos a forma das estruturas debaixo de nós! Escolhemos um ponto, lançamos a âncora e os nossos mergulhadores – como que em pânico – estavam na água.

Éramos cinco. Fui o último a mergulhar. É boa idéia fazer par com outro mergulhador quando se está num local deserto, e de vez em quando eu via um par de pés de pato à minha frente, no meio da água turva, e procurei acompanhá-los. Nisso fiquei exausto e tive de parar. Descansei num pedaço de coral, tentando me orientar.

Eu via o sol dourado filtrando-se pela água turva, rebrilhando, e via toda essa luz saindo por trás da forma de uma pirâmide. Fiquei ali sentado olhando para ela – porque não podia estar ali – e não queria que desaparecesse. O sol estava por trás da pirâmide, a luz brilhando em todas as direções com esse efeito eluzente. Era como se alguém tivesse pintado aquele quadro fantástico. Fiquei pensando, se ao menos eu tivesse uma câmera! Se eu pudesse capturar aquele momento, seria o espetáculo mais lindo que o homem jamais viu. Era positivamente espetacular! Tinha colorido, tinha uma sensação belíssima.

De repente voltei a ‘mim” e percebi que aquilo – fosse o que fosse – era real. Tinha de ser. Portanto, em vez de ficar ali sentado olhando para aquilo, resolvi ir até lá.

Não era toda a pirâmide que estava exposta acima do solo submarino, mas apenas parte dela. Vi cerca de 27m de estrutura, e pela forma parecia ser iguais às pirâmides egípcias, se não maior.

A superfície dessa pirâmide era como um espelho. Era de pedra, mas pedras muito polidas, e o trabalho era fantástico. As pedras da superfície eram polidas e encaixadas tão justas que imaginei ser difícil introduzir uma lâmina de gilete entre elas. Não há meio de se imaginar que seres humanos pudessem juntar essas pedras que se encaixavam tão lindamente e apertadas. Havia superfícies chanfradas nas bordas das pedras; elas não se tocavam lisamente.

Nadei em volta da cumeeira. A água estava revolta e era meio perigoso, junto do topo.

Circundei a cumeeira tres vezes. Quando desci, depois da terceira volta, encontrei uma abertura. Nas minhas voltas anteriores, não havia abertura alguma – sei que estava olhando atentamente para a estrutura. Não tenho explicação alguma para o fato dessa abertura estar ali e depois não estar – estou só explicando conforme o que me lembro.

A primeira idéia que tive foi que, se havia uma abertura, devia haver uma porta. Olhei com cuidado em volta do local e não vi nada. Era apenas uma abertura. Não havia porta; nada que eu visse que pudesse ser corrido para abrir alguma coisa.

A curiosidade dominou-me e entrei. Seguindo por um vestíbulo logo depois da abertura, vi que se abria para uma sala singular. Essa sala ficaria na parte superior da pirâmide, se se olhasse para o conjunto da estrutura, fora d’água. Ficava aproximadamente na metade da área exposta.

A sala era retangular e o topo em forma de pirâmide. Do pico do aposento havia uma vara metálica, de cerca de 7cm de diâmetro, parecendo ser de ouro – mas não era.

No centro da sala havia uma prateleira, esculpida, de pedra, e sobre ela uma couraça de metal com bordas em espiral. Sobre isso havia duas mãos metálicas, de dimensões humanas. Dentro das mãos estava o cristal. Bem sobre ele estava a vara de metal do teto, apontando bem para o cristal. Na ponta da vara havia uma pedra vermelha facetada terminando numa ponta aguçada.

Em volta dessa estrutura havia sete grandes cadeiras, uma ligeiramente erguida sobre uma plataforma acima das outras. Nadei até o teto e coloquei os pés na borda e tentei soltar a vara. Eu tinha certeza de que era de ouro. Ela nem se mexeu. Vi que ia precisar de auxílio para retirar aquele tesouro.

Sabendo que os outros mergulhadores só deviam ter metade dos tanques de oxigênio e não haviam de querer tornar a mergulhar, resolvi levar de volta ao barco alguma coisa para provar-lhes que ali embaixo havia algo de valor. Peguei minha faca e raspei a vara para ter raspas para pôr dentro de minha luva. Mas em vez de conseguir alguma raspa, estraguei o fio de minha faca. A faca é de um metal dos mais duros que sabemos fabricar – aço temperado. E não fez nem um arranhão na vara!

Depois desci à zona do piso e sentei-me numa das cadeiras grandes. Tinha um formato confortável, de braços. Depois de repousar um momento, meus olhos foram atraídos de volta ao cristal, que irradiava uma espécie de brilho. Eu estava procurando alguma coisa que estivesse solta na sala para levar de volta como prova daquela experiência, pois no fundo de minha mente eu pensava: ‘Será verdade? É tão lindo, talvez isso seja tudo imaginação.’ Botei a mão entre as mãos e o cristal mexeu-se – estava solto! Estendi a mão e apanhei-o.

As mãos de metal eram cor de bronze, mas por dentro eram cor de ouro, como a vara; e por dentro também pareciam pretas, como se tivessem sido crestadas por alguma chama ou poderosa energia, e foi um pouco assustador pegar aquela pedra. Se podia queimar aquele metal, o que me faria? Apanhei-a e nada aconteceu.

Parei um instante; houve um momento de paz. E de repente houve uma voz – não que se ouvisse, mas era muito forte, e por dentro, por toda a estrutura que me cercava. Como que se irradiava, e no entanto era uma voz que me ordenava: ‘Você veio, e já tem o que procurava. Agora vá, e não volte.’

Fato interessante, ao voltar à superfície e entrar no barco, verifiquei que todos os mergulhadores tinham tido experiências semelhantes. Todos tinham sentido a mesma impressão – ou voz. Cada um dos mergulhadores tinha algum tipo de artefato. Alguns eram instrumentos estranhos, semelhantes a calculadoras de bolso com um visor mas nenhuma chave. Nunca conseguimos descobrir como funcionavam. Não sabemos o que são.

Desde aquela época, sou o único sobrevivente daquele tempo. Todos os outros mergulhadores morreram nas águas do Triângulo das Bermudas. Desde então tenho mergulhado no Triângulo, porém não naquela zona. Nem quero entrar na água naquele lugar!

Tenho esperanças, porém, de que algumas das pessoas que estão filmando estejam lá no momento propício, quando as estruturas estejam livres das areias que naquele dia se moveram para nós devido à tempestade, e que possam filmar para vocês a cidade submersa.

As construções eram um misto do tipo egípcio, algumas semelhantes às encontradas na antiga América do Sul, embora a pirâmide fosse de bordas lisas e não escalonada; e havia muitos prédios com tetos abobadados. Passei todo o meu tempo na pirâmide, só observando as outras estruturas a distância.

Na volta para casa, uma estranha sensação dominou todos os mergulhadores. Sentiamo-nos isolados uns dos outros e não tínha-mos vontade de conversar. Depois daquele dia, só nos encontramos algumas vezes. Desde aquele momento não houve nenhum laço entre nós, embora devesse haver.

Passaram-se cinco anos até que eu me sentisse com segurança suficiente para exibir ao público o cristal. E temos esse cristal, resultado daquela experiência.

Se eu na verdade morri, preparando-me para conseguir esse cristal, é coisa que não sei; vocês terão de julgar por si. Hoje sinto-me diferente; minha mente, meu pensamento é bem diferente.

O cristal em si é uma coisa fenomenal. Já o exibimos ao público cinco vezes, e ele não é exibido em outras ocasiões. Muitas pessoas contam muita coisa que acontece em volta dele. Estamos pesquisando os efeitos e fenômenos que ocorrem em volta dele.

Há quem diga que foi curado; há outros que dizem que vêem e sentem coisas. Creio que não houve mais que uma meia dúzia de pessoas que se tivessem aproximado do cristal, colocado as mãos sobre ele sem sentir o vento iônico que sopra dele.

O cristal é quartzo. Como pedra, foi avaliado em 1970 em 20.000 dólares. Hoje, como pedra preciosa, vale um pouco mais. Mas claro, não tem preço pelo que é na verdade.

É uma esfera perfeita. Natural, forçosamente foi lapidado; os cristais de quartzo não se formam esfericamente.

Há uma falha nele. No centro, de quartzo esfumaçado formado naturalmente, há uma pirâmide quase perfeita, e se olharmos para ela veremos três pirâmides, uma empilhada atrás da outra; e no estado alfa há uma quarta pirâmide que aparece atrás das três.

Olhando para ele de lado, vemos que a forma de pirâmide é formada de milhares de linhazinhas gradeadas, como grade eletrônica, no quartzo esfumaçado. Observa-se a forma de pirâmide só pela frente; pelos lados vê-se as linhas gradeadas. Há pirâmides dentro de pirâmides dentro de pirâmides, às avessas, de lado, de todo jeito, mas as principais estruturas de pirâmides são direitas e para a frente.”

Quem ouvir o Dr. Brown contar sua história espetacular de como se tornou o guardião do cristal da Atlântida tem imediatamente dúzias de perguntas a fazer. Passo a relatar as que lançam maiores luzes sobre essa bela pedra preciosa recuperada da pirâmide:

P. Onde exatamente é o local dessas ruínas?
R. Não lhe posso dar a latitude e longitude – não sei de cor. Mas posso marcar o local num mapa. Fica bem próximo ao vértice da Língua do Oceano, apontando em linha reta para as ilhas maiores das ilhas Bari, acerca de 30km da borda da plataforma, caindo na Língua. Fica bem distante de qualquer grande massa de terra; a ilha de Andros fica de um lado; o local habitado mais próximo é Bimini.

P. Até que profundidade a areia foi descoberta, para revelar a pirâmide?
R. Na base da pirâmide, cerca de 36m. Desse modo a pirâmide ficou exposta cerca de 27m. Continuava para o fundo. As superfícies de qualquer coisa deixada debaixo d’água são cobertas de algas e um limo de matéria orgânica. Na sala não havia qualquer tipo de vegetação. Tudo estava inteiramente imaculado e a superfície da pirâmide reluzente e limpa como se eu estivesse olhando para um espelho muito polido. Era uma pedra branca. Acima da água deveria ter parecido, a distância, um fragmento gigantesco de mármore branco. Deveria ser magnífico!

P. Onde ficava a abertura da pirâmide?
R. Numa linha central bem no meio. Acho que a vara descia direto da cumeeira. Esta, aliás, parecia ser de lápis-lazúli.

P. Se o vão da porta permanecesse aberto, a areia não encheria a sala?
R. Sim, se permanecesse aberta, quando a areia penetrasse ali, encheria a sala, estou certo disso. Mas seja o que for que se abriu, fechou-se em algum ponto, com certeza. Não vi nada se fechando, mas suponho que, já que dei a volta e não vi buraco nem abertura e depois encontrei um, aquilo que o fez abrir-se também o faria fechar-se.

P. Havia areia na sala?
R. Não havia indícios de areia na sala. O piso era de pedra branca. Fiquei impressionado ao ver como estava tudo claro e límpido.

P. O que aconteceu com a abertura na pirâmide quando você partiu?
R. Ao que pude observar, a abertura permaneceu aberta. Não vi qualquer tipo de porta. Olhei por dentro, calquei as bordas de pedra e não achei nada. É um mistério.

P. Acha que as paredes eram sólidas?
R. Não tenho meio de saber. Suponho que fossem. Tudo parecia ser bem pesado e feito de pedra sólida. O vestíbulo, que entrava cerca de 9m, era feito de pedra sólida, e supus que toda a pirâmide devia ser sólida.

P. Qual a fonte da luz dentro da sala da pirâmide?
R. Não sei. Não havia foco como uma lâmpada, mas estava tudo claro. Na minha empolgação, eu tinha deixado a minha lanterna de mergulho no barco.

P. Havia alguma ligação entre a vara e o cristal?
R. Não. Havia um espaço de talvez 1,20m entre o fim da pedra vermelha e o cristal em si. O cristal parecia ter sido usado como dispositivo como parte de algum cerimonial para que era usada essa pirâmide.

P. O que era a vara de metal?
R. Na verdade, não sei o que era, mas creio que era de ouro, aparentemente tratado por algum tipo de processo de endurecimento.
&nbspOs americanos antigos tinham um processo de temperar o cobre, e sei que várias companhias metalúrgicas oferecem uma recompensa a quem revelar de que modo eles temperavam o cobre, para obter uma dureza superior à do aço cementado. Ainda não aprendemos o seu segredo.

P. Em que direção estavam voltadas as cadeiras?
R. Eu tinha uma certa orientação pela disposição de meu relógio, mas na sala não observei indicações de bússola para lhe dizer em que direção estavam viradas as cadeiras. Estavam mais ou menos em círculo em volta daquele pedestal.

P. Quais são algumas das propriedades físicas do cristal?
R. É de quartzo, embora haja alguma coisa estranha nessa pedra. Possui uma propriedade metálica especial, superior à do quartzo. Pode-se ver pela refração da luz que é de quartzo, mas tem o dobro do peso que deveria ter o quartzo. Talvez a forma metálica das linhas gradeadas nele seja metal e não quartzo.

P. Qual a sua experiência ao tocar no cristal?
R. Assim que ele é descoberto, não acontece nada de espetacular; mas depois de alguns minutos, ganha energia e dispara… se você colocar as mãos acima dele, sentirá camadas quentes e frias, tão nítidas quanto tudo o que já observou. Poderá sentir os íons saltando do cristal, e isso provoca uma formigação. Quanto mais próximo você estiver do cristal, mais fraca a energia; quanto mais longe, acima dele, mais forte ela se torna.

P. Conte algumas de suas experiências com a pedra.
R. Muita vezes, quando estou perto da pedra, volto à minha experiência fora do corpo. Passo a olhar as coisas de um modo muito consciente e alerta. As outras coisas são mais difíceis de descrever. Posso passar a ver aquilo que preciso ver para corrigir o problema em que estou trabalhando. Outras pessoas que passaram perto do cristal me escreveram dizendo terem tido experiências semelhantes na resolução de problemas.
&nbspJá observamos que essa pedra, às vezes, produz luz sozinha. Pudemos sentir coisas. Tivemos leituras por parapsíquicos de todo o país, e todas as leituras concordam no fato de que a pedra é uma coisa fenomenal para o planeta, e que é um dispositivo que amplia o pensamento e a energia de qualquer forma muitas e muitas vezes. Dizem que pode ser perigosa e boa.
&nbspHá pequeninos fragmentos nos computadores que fazem coisas fenomenais – são feitos de cristais. Sabemos que os cristais possuem qualidades eletrônicas. Resta saber se as linhazinhas gradeadas em volta dessa coisa são desse tipo. Há pessoas que dizem curar-se de doenças quando se aproximam do cristal.

P. Acredita na reencarnação?
R. Elizabeth Bacon, em Nova York, estava fazendo um preleção sobre o cristal; havia cerca de 500 pessoas presentes. Ela entrou em transe e as pessoas fizeram perguntas sobre o cristal e os dados que transpareceram. Disse ela: “O homem que o possui era chamado ‘Thot’.”

P. O cristal varia, quanto à forma de pensamento?
R. Sim. Por exemplo, antes eu o exibia sem uma cúpula de vidro e de vez em quando alguém o tocava. Um dia apareceu uma senhora que tinha muita dor no pâncreas. Estava toda curvada. Ela tocou na pedra e a dor passou. A senhora que tocou a pedra alguns minutos depois, adquiriu a dor, que lhe foi transferida pela impressão digital deixada sobre a pedra. Desde então eu a deixo coberta.

P. O que há sobre a meditação?
R. Meditar perto desse cristal é uma coisa inacreditável. É preciso experimentá-lo para saber.

P. É possível dirigir a energia do cristal?
R. Creio que sim. Mas mais pelo pensamento do que apontando a ponta das pirâmide. É possível chegar a olhar para o cristal e transmitir a energia para outros pontos, mensuravelmente.

P. O que acontece quando se coloca uma bússola acima do cristal?
R. O ponteiro da bússola gira – no sentido inverso ao dos ponteiros do relógio se estiver perto da pedra, no sentido dos ponteiros do relógio se estiver a 5cm acima dela.

P. Observa-se alguma modificação, segundo os ciclos lunares, etc.?
R. Não. Procuramos encontrar um padrão ou programa segundo o qual a pedra age ou não, e não consegui descobrir qualquer norma para isso.

P. Já tentou fazer uma maquete de uma pirâmide com o cristal no lugar?
R. Sim, se bem que não em pirâmides grandes. Já colocamos o cristal dentro de estruturas de pirâmides e medimos a energia, e é fenomenal! Quando colocamos uma estrutura de pirâmide sobre ele e o colocamos mais ou menos na mesma posição em que estava na estrutura original, a energia mensurável é notável.

P. Por que você não ficou na zona e fez mais explorações?
R. Depois de ter tido aquela experiência, senti-me realmente nervoso para ficar naquele local. Depois do aviso que recebi, não quis mais passar tempo algum ali. Se você ouvisse uma voz que o fizesse tremer até os ossos, creio que daria ouvidos e seguiria o conselho, por amor à sua vida. Pela experiência dos outros, parece que pagaram a penalidade por não terem dado ouvidos.

P. Acredita que os quatro outros mergulhadores morreram por terem voltado ao local depois de serem advertidos para não o fazerem?
R. Suponho ter sido isso o que aconteceu. Todos morreram no mar. Um deles morreu em Bimini – um mergulhador experiente e capaz. Saltou do barco e quebrou o pescoço – bateu na areia. Outro foi no Haiti; saiu num barco muito pequeno e nunca mais voltou. O último morreu num acidente marítimo em algum lugar ao largo da Jamaica – não sei os detalhes.

P. Poderia encontrar a pirâmide de novo, se desejasse/
R. Poderia levá-lo à zona de 25km por 8km. Não sei se conseguiria levá-lo, exatamente ao topo da pirâmide, para escavar e descobri-la. Lembre-se, passamos o verão todo cavando buracos de 20m, e se tivéssemos atingido o local exato, taríamos descoberto a pirâmide, mas não o fizemos. Portanto, a um custo de um milhão e meio de dólares, não encontramos nada. Depois fomos lá num dia de tempestade, e por um golpe de sorte paramos bem em cima!. Agora, claro, aquela areia voltou a cobrir o local e essa cidade submersa. Vigiamos as configurações das tempestades e quando as tempestades atingirem aquele local, estou curioso para saber se estará na hora de voltar lá para filmar. Mas não me pilharão lá debaixo d’água.

P. Qual a localização do Mar de Sargaços com relação a esse local?
R. A leste, talvez uns 240km.

P. Onde estavam os instrumentos que os outros mergulhadores encontraram?
R. Dois foram encontrados em uma construção que parecia um tipo de biblioteca ou galeria de arte – algum prédio grande. Estavam sobre uma mesa de pedra numa posição que mostrava que, fossem o que fossem, eram tidos em alta conta. O outro instrumento, de forma bem diferente, foi encontrado no que parecia ser uma casa. Não sabemos o que é. Era um objeto quadrado, maior. Os outros eram pequenos e muito aerodinâmicos. Os cantos eram arredondados e eram de um metal fosco.

P. Alguém já tentou roubar o cristal?
R. Sim. Levei-o a uma festa dada por um amigo na Califórnia, U.S. Anderson. Um dos convidados, que tinha uma loja que vendia artigos do ocultismo, pediu para vê-lo. Alguns minutos depois, ele e o cristal tinham desaparecido. Estranhamente, na manhã seguinte o cristal estava de volta, no vestíbulo, à espera. No entanto, o homem que o levara nunca mais apareceu. Não voltou para casa nem para o seu negócio. Simplesmente desapareceu.

P. Há mais alguém que tenha um cristal esférico?
R. Há pessoas que lapidam cristais esféricos.
&nbspO meu cristal tem uma energia estranha, uma forma de energia muito poderosa à sua volta, e carrega outros materiais colocados perto dele. Essa carga energética tende a ser tornar mais forte com o tempo, em vez de diminuir. Não tenho explicação para isso.
&nbspA medida que o cristal é exposto, aumenta a sua energia potencial. Se o levarmos à luz do dia, ele se torna muito forte. Mas tende a fazer alguma coisa com a energia das pessoas. Sua energia é maior quando há muita gente em volta.

P. Já mandou datar o cristal pelo método do carbono?
R. Não. O curador do Smithsonian Institute diz que o equipamento necessário para lapidar essa pedra tão perfeitamente não existia antes de 1900.

P. O cristal já foi testado para verificar a radioatividade?
R. Não. Podemos mandar testá-lo na UCLA para verificar por que sai dele esse estranho vento iônico.

P. Foi mesmo direito você ter tirado essa pedra da pirâmide?
R. Parece que era o que eu tinha a fazer. Senti mesmo que era levado a isso. Para dizer a verdade, não sei qual o propósito de possuí-lo. Estou fazendo coisas com ele, sim, mas não sei mesmo.

P. Acredita que esse cristal seja da Terra?
R. Não. Mas isso é apenas minha opinião.

P. Quais os seus plano futuros para o cristal?
R. Não sei. Estamos no ar. Não é apenas um instrumento de cura, muito embora, estando na arte de cura, é a primeira coisa que devo pesquisar.

Fonte: As profecias da pirâmide, Max Toth, Editora Record, 1979, Rio de Janeiro, RJ, pp. 266 – 178.

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Cinco pirâmides descobertas na cidade mais antiga da América

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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PERU 25/10/2004 ]

Cinco pirâmides de 20 metros encontradas em Caral, a mais antiga cidade da América, serão apresentadas durante o décimo aniversário do descobrimento do local, em novembro. Especialistas afirmaram que os monumentos são tão belos quanto seus equivalentes no Egito.

Segundo informou nesta segunda-feira o Instituto Nacional de Cultura em Lima, as pirâmides encontradas este ano em Caral foram denominadas Pirâmide Maior, Pirâmide da Galeria, Pirâmide da Huanca, Pirâmide Menor e Pirâmide de la Cantera. Os trabalhos de restauração são feito com base nos princípios da chamada “Carta de Veneza”, que tem por objetivo garantir a originalidade e a autenticidade.

Caral, situada a 185 quilômetros ao norte de Lima, era uma metrópole de grande poder há 4.600 anos. Quase um milênio antes de qualquer outra cidade americana conhecida, segundo provas de rádio-carbono.

Fonte: Globo.com

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O Egito e os enígmas da Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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(…) tudo começou, quando um certo Senhor Bovis, um francês que visitava a Pirâmide de Queops, notou, ao lado de várias latas de lixo na câmara; corpos de gatos e outros animais mortos, que apesar da forte unidade, não exalavam mau cheiro. Bovis estranhou: os animais pareciam mumificados.

Em casa, ele construiu um modelo da pirâmide de 90 centímetros de base, orientou-a corretamente no sentido norte-sul e colocou em seu interior um gato morto. Passado algum tempo o gato mumificou-se. Sucessivamente fez outras experiências com outras matérias orgânicas e o resultado foi o mesmo.

Publicou os resultados, concluindo que algo na pirâmide não só impede a decomposição dos corpos, como provoca a rápida desidratação. Estaria assim garantida a preservação dos corpos dos faraós no caso de falhar o processo de embalsamamento. Tal publicação chamou a atenção de vários curiosos que passaram a fazer testes em suas casas. Raul Drbal, engenheiro de rádio e televisão na Tchecoslováquia, após diversas experiências com um modelo feito de pirâmide de papelão, concluiu que existe uma relação entre a forma interior da pirâmide com os processo físicos, químicos e biológicos que ali se verificam.

O assunto já fora objeto de vários estudos. Uma firma francesa patenteou um recipiente dotado de forma especial que ativa o processo do iogurte.

Também as famosas cervejarias da Tchecoslováquia sabiam que a forma do recipiente pode afetar o conteúdo, pois quando modificaram o desenho de seus barris notaram que a qualidade da cerveja piorou. Continuando com suas experiências; lembrou-se me uma brincadeira muito comum no seu tempo de exército: os soldados deixavam a lâmina de barbear ao luar, para que perdesse o fio. Hoje, sabe-se que a luz polarizada da lua exerce um efeito desfavorável sobre o corte da lâmina. Mas, debaixo da pirâmide não existe luz polarizada; e Drbal indagou se não poderia haver relação entre a forma piramidal e as ondas eletromagnéticas e raios cósmicos. Assim, colocou uma lâmina usada debaixo do modelo da pirâmide. Usou-a mais três vezes. Não perdeu o fio. Continuou a guardá-la sob a pirâmide e surpreendeu-se: barbeou-se duzentas vezes. Como na década de 50 não se conseguia na Tchecoslováquia, importar lâmina de barbear, Drbal, a conselho de amigos, patenteou, em 1959 no registro de patentes da república da Tchecoslováquia, sob o nº 91/304, o “afiador de lâminas de barbear pirâmide de Queops”. Atualmente, as pirâmides, que a princípio eram de papelão, são de plástico.

Drbal continuou com suas pesquisas, acumulando evidências cada vez mais fortes sobre a influência das formas nos seres humanos e nos objetos, pois atuam como ressonadores de toda a energia que nos cerca. Vivemos em casa e edifícios em forma de caixas ou automóveis com tetos longos. Segundo Drbal, algumas formas são saudáveis para os seres humanos. A forma esférica ou piramidal tem um bom efeito, já uma semi-esfera exerce efeito danoso no organismo.

Outros pesquisadores acham que se os hospitais fossem construídos com formas diferentes os doentes se recuperariam mais depressa. No Canadá, em Sasktchewan, há um hospital para esquizofrênicos, com salas trapezoidais, forma que se mostrou benéfica aos doentes. Alguns estudiosos norte-americanos acham que a pirâmide funciona como uma lente capaz de focalizar um tipo de energia desconhecida. Para os tchecos há duas espécies de geradores de energia psicotrônica (energia psi do homem): os cósmicos e os biólogos. A pirâmide seria um gerador cósmico.

Ao dirigirmos um golpe de vista para todo esse glorioso passado, aparece-nos a imagem daqueles velhos tempos, tão viva e tão verdadeira que quase nos parece ouvir os passos das crianças egípcias, com aqueles sapatinhos ainda tão pouco usados e os tristes lamentos do fúnebre cortejo, conduzindo a múmia do ser querido até a oculta caverna sepulcral…

e a tua voz, oh! velho e lendário Egito, vinda do fundo misterioso dos séculos, ainda hoje reboa em todo o Universo, desafiando o passar dos séculos e dos milênios!…

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O Maravilhoso Cone Psicopiramidal

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

piramidal.net | lojapiramidal.com

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Procure imaginar uma pirâmide feita de borracha ou de lâminas flexíveis de plástico. Empregando certos meios, começamos a curvar as faces dessa pirâmide para fora, tornando-a mais redonda e menos angular. Se, finalmente, encurvarmos cada face em um quarto de circulo, teremos uma “pirâmide” circular, ao invés de quadrada.

Essa nova forma é, naturalmente, um cone – e os pesquisadores descobriram que qualquer cone, como uma pirâmide de formato adaptado, também possui sua própria energia e campos de força invisíveis, os quais podem efetuar alterações no mundo material, desafiando a análise lógica científica.

O CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA FOCALIZA UMA FORMA ESPECIAL DE FORÇA METAFÍSICA

Tive longos e acirrados debates, antes de incluir este Circuito Energético no livro. Ainda resta muita pesquisa a ser efetuada, para que fique estabelecido, com precisão, onde o cone se encaixa, no esquema das Energias Cósmicas. Não obstante, preferi oferecer a você – o leitor – toda chance possível de progresso, e o Cone, definitivamente, funcionou de modo incrível para algumas pessoas.

Assim, coerente com minha filosofia de que se algo é capaz de atrair harmonia deve receber a mais ampla publicidade, ofereço este Circuito Energético como uma nova e estimulante técnica, que será proveitosa para algumas pessoas.

Compreendo perfeitamente que esta técnica do Cone da Nova Energia Psíquica talvez não realize milagres para todos. Por outro lado empregar a energia do Cone não prejudicará ninguém e, além disso, alguns de vocês alcançarão resultados notáveis.

Trate este Circuito Energético como um “aperitivo” de conceitos metafísicos de futuro. A energia do Cone talvez se revele como o próximo passo lógico além da Energia da Pirâmide. Então, você poderá sentir-se como um dos Wrights ou Curies da pesquisa metafísica, testando as novíssimas e ainda incompreendidas técnicas que seriam os fundamentos de toda uma nova ciência psíquica.

Baseando-se nas evidências ao nosso alcance até o momento, certamente o Cone emprega uma forma especial de força metafísica, cujos efeitos são diversos dos da Energia da Pirâmide. É então concebível substitui-la, para promover o funcionamento de milagres pessoais.

“EU NÃO SABIA O QUE FAZER”, DIZ LEW B. “O CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA ME TROUXE A FELICIDADE AUTOMATICAMENTE”

Enquanto ocupava algumas horas de ócio na leitura de um livro de bolso sobre o poder das pirâmides, Lew B. sorriu do relato acerca de uma dona-de-casa que, desejando evitar a cirurgia, ficou sobre um cone até constatar que suas hemorróidas se retraíam.

“Eu precisava ficar curado da prisão de ventre, não de hemorróidas”, disse Lew. “Só que minha ‘prisão de ventre’ não dizia respeito aos intestinos, onde não havia qualquer bloqueio. Era a minha cabeça que deixara de funcionar devidamente.”

Lew atingira um estágio na vida, em que era impossível decidir qual seria seu próximo movimento.

“Eu era vendedor técnico, lidando com material para duplicadoras e aparelhos para cópias”, explicou ele. “Já atingira o limite máximo de progresso no cargo e percebia a necessidade de uma mudança. No entanto, todas as opções ao meu alcance pareciam chegar ao mesmo ponto morto ou eram inferiores ao nível que havia alcançado.”

Inspirado pelo relato que tinha lido, Lew montou um cone de cartolina, medindo uns 30 centímetros e o colocou debaixo da cama.

“Chame-me de otimista excêntrico, se quiser, e terá acertado”, disse ele. “Minha intenção, com aquilo, era atiçar a cabeça e fazê-la produzir novas idéias.”

“A coisa funcionou melhor do que esperei. Não somente deparei com um novo ângulo em meu quadro profissional, mas começaram a surgir coincidências pela frente. Onde antes eu tinha que planejar e empenhar-me, estudando cada passo antecipadamente, elaborando a maneira de dar aquele passo, avançando alguns e recuando outros, agora eu parecia absorvido em uma corrente positiva de acontecimentos quase sem volição”.

Semanas depois de ele ter colocado o cone em seu quarto, Lew conheceu uma jovem em uma discoteca. O pai dela era proprietário de uma firma imobiliária.

“Ali estava um ramo de atividades que nunca me passara pela cabeça”, contou Lew. “Sabia apenas que era preciso estudar para conseguir uma licença como agente imobiliário, mas nunca me dera ao trabalho de investigar o que mais teria de fazer e nem mesmo quanto rendia semelhante campo de negócios.”

A jovem foi uma fonte de informações. O pai dela também se mostrou solicito. No mais curto prazo possível, Lew obteve sua licença e entrou no ramo de imóveis.

“Aquilo me colocou em contato com muitas pessoas influentes, aquelas que jamais conheceria em meu antigo trabalho técnico. Mantendo olhos e ouvidos abertos, ‘pesquei’ informes valiosos”, contou Lew. “Entre outras vantagens, investi nas informações casuais fornecidas por um corretor e prosperei. Assumi a liderança de vendas, passando à frente de todos os companheiros, desta forma recebendo a lista dos clientes ricaços, compradores em perspectiva. A sorte parecia chover em minhas mãos ávidas.”

Pouco tempo depois, Lew abandonava o ramo imobiliário. Seu passo seguinte foi comprar um centro esportivo de esqui. Então, seguiu-se a compra de uma cadeia de motéis.

“Eu ficava sentado e deixava que os outros trabalhassem em meu lugar”, relatou Lew. “Viajo e fico de olho em meus investimentos, isto é, quando não estou repousando em meu chalé da montanha.

“No momento, foi terminado o campo de pouso particular para meu avião e está sendo construída uma piscina térmica. Estou levantando uma mansão para os momentos de lazer, acima da linha de neve, para onde possa levar amigos e desfrutar da natureza. E o formato dessa construção… Adivinhou! É realmente um cone de 30 metros! Se um pequenino pôde iniciar tal seqüência de maravilhas, estou ansioso para ver o que um grande fará para meu deleite pessoal!”

FAÇA UM CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA – OU APENAS “IMAGINE” UM – E OS RESULTADOS SERÃO IGUALMENTE INCRÍVEIS

Um mistério elementar acerca do Cone, é que ele não precisa estar fisicamente presente neste mundo mundano, para que seus espantosos efeitos funcionem.

Criando o que os ocultistas denominam “forma-pensamento”, no formato de um cone, esta “idéia de um cone” atraiu os resultados desejados para muitas pessoas. Outras, contudo, concluíram que teriam de construir esse cone, em realidade, a fim de que ele funcionasse. A diferença parece depender dos poderes individuais para a visualização mental.

Com uma folha de papel ou cartolina fina, você pode montar um cone sem dificuldade.

Desenhe um círculo no papel, de qualquer tamanho. Quanto maior o circulo, maior será o cone. Entretanto, nesse misterioso domínio, maior não parece, necessariamente, ser melhor ou mais poderoso. Cones pequeninos, formados de círculos medindo cinco centímetros, revelaram-se devastadoramente eficientes.

Uma xícara, garrafa ou lata de conservas redonda, de pé sobre o papel, fornecem um guia para você contorná-lo, no tamanho adequado.

Recorte o circulo. Em seguida, retire dele um pedaço em formato de cunha, exatamente como se cortasse uma fatia de bolo. Retirando um quarto do “bolo”, você terá criado um cone de inclinação mais ou menos igual à da Grande Pirâmide. Quanto maior a “fatia” recortada do circulo, tanto mais fino e pontudo será o cone.

Após retirar essa fatia, pegue o que sobrou do circulo e encurve as duas margens retas, de maneira a se tocarem.

Prenda-as com um pedaço de fita e estará montado o seu primeiro Cone da Nova Energia Psíquica.

A criação de um tone mental, através da “forma-pensamento”, pode ser feita de múltiplas maneiras. Como falei antes, tratase de uma experiência individual, com métodos que variam amplamente.

Se você costuma criar quadros mentais e “vê” imagens dentro de sua cabeça ao fechar os olhos, tudo quanto tem a fazer é imaginar um cone, sólido e tridimensional, situado onde desejar que ele esteja. Esta prática funciona muito bem para algumas pessoas.

Há outras que levam algum tempo construindo o cone mentalmente, valendo-se da primeira parte do Signo da Tríade Digital (Circuito Energético 7). Estas imaginam que o dedo se move, a ponta desenhando no ar um triângulo de luz branca. Imaginam, em seguida, que esse triângulo gira em torno do eixo, formando um circulo com os dois pontos inferiores. A Criação mental que daí resulta é um Cone cintilante de luz branca, que então é “visto” como que deslizando suavemente pelo ar, até fixar-se em sua posição de operar.

Um outro método consiste em “fixar” a idéia na mente, pela contemplação fixa de um desenho ou foto de cone. Ao fechar os olhos, você recordará cada detalhe da figura como se, de fato, ela estivesse à sua frente. Os livros mais elementares de arte mostram gravuras de cones, caso prefira usar este sistema.

Se você precisa de um cone real ou Consegue criálo mentalmente, é algo dependendo de muitos fatores, afetados por sua Psicologia e circunstâncias pessoais. De qualquer modo – e também porque isso pode atuar em sua vida com efeitos magníficos – caso você seja um dos primeiros a empregar as técnicas do Cone, insisto para que as experimente com ampla liberdade, adotando este novo conceito.

RUTH W. IDEALIZOU CONES DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA E FOI PREMIADA PELA SORTE

Após explicar-lhe a maneira de criar mentalmente um Cone da Nova Energia Psíquica, este caso pessoal é o melhor exemplo que conheço, para demonstrar como essa rotina foi seguida por resultados interessantes e benéficos.

Ruth W. estivera “trabalhando” com a Energia da Pirâmide durante uns seis meses, quando passou a fazer experiências com os cones.

“Sempre fui boa em visualização, sendo fácil para mim colocar quadros nítidos de Coisas em uma espécie de ‘tela mental'”, relata Ruth. “Meu uso dos cones consistia em elaborar o quadro mental de um cone de luz branca, imaginando-o situado onde pudessem ocorrer fatos significativos, Capazes de afetar minha vida.”

“Se fossem cones reais, você poderia vê-los por todos os cantos! Eu os ‘colocava’ no escritório de meu chefe, no quarto de hospital em que havia um parente enfermo, em meu carro, no jardim, no teto da casa e no colégio de meus filhos.”

“Também os ‘plantei’ mentalmente em lugares onde seria difícil colocar um cone material. Instalei um na cabeça de meu marido, outro no cérebro de meu chefe e um terceiro em meu útero.”

“Era um jogo experimental. Minha intenção era atrair as melhores influências para o local onde colocara um cone. Mantive um registro escrito da localização de minhas ‘formas-pensamentos’, a fim de acompanhar quaisquer resultados.”

“O número de aparentes coincidências que se, seguiram foi demasiado e muito preciso para, em minha opinião, ser tudo um produto apenas do acaso.”

“Meu chefe promoveu-me, quando bem poucos empregados eram beneficiados dessa forma; o parente no hospital recebeu alta uma semana antes do previsto; uma radiopatrulha pegou-me em flagrante, quando eu dirigia em um trecho onde tinham montado um radar, com o dobro da velocidade legal permitida – e recebi apenas uma advertência, pois os policiais descobriram que seus instrumentos tinham feito uma leitura errônea; as alfaces, tomates e uvas que plantei deram colheitas nunca vistas; pela primeira vez, em muitos anos, não perdemos telhas do telhado, nas ventanias do inverno; as notas de meus filhos estudantes melhoraram.”

“Meu marido – desenhista – encontrou uma solução inspirada para um problema de engenharia há muito estacionário. Em resultado, seu chefe imediatamente o promoveu a diretor do departamento em que ele trabalhava.”

“E o cone dentro de mim? Queríamos outro filho, mas eu tinha problemas para conceber. Atualmente, sou uma grávida felicíssima e a data de concepção parece situar-se a cerca de 48 horas, após eu ter ‘instalado’ um cone mental em meu útero.”

“Ainda continuo experimentando, mas relatei tudo o que já aconteceu até esta data. Baseada em minhas notas escritas, onde quer que tivesse colocado um cone mental, aconteceu algo de bom relacionado a ele.”

COMO VISUALIZAR O CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA, EM QUALQUER LUGAR, NAS VINTE E QUATRO HORAS DO DIA

Já exploramos três maneiras de ser criado um Cone da Nova Energia Psíquica em sua mente. Feito isto, sua tarefa para colocar a forma-pensamento, onde ela será mais proveitosa, é a simplicidade em si. Quando decidir onde deve “instalar” o Cone, tudo quanto tem a fazer é imaginá-lo naquele lugar!

Feche os olhos, evoque a posição que o Cone irá ocupar, bem como seus arredores – e está feito.

Caso isto lhe pareça simples demais para ser válido, poderá montar um cone de papel temporário, como foi explicado anteriormente, colocá-lo onde deseja os efeitos de seu Cone da Nova Energia Psíquica permanente, e contemplá-lo fixamente durante dois minutos. Absorva a cena que contempla, de maneira a poder recordá-la a qualquer momento mais tarde.

Tendo “fixado” a idéia pode jogar seu cone de papel no lixo – e a imagem mental que doravante recordará, vai funcionar com a mesma eficiência da forma real.

“ESTOU CONVENCIDO DE QUE MEUS CONES DA NQVA ENERGIA PSÍQUICA AJUDARAM-ME A PAGAR DÍVIDAS” ESCREVE HANK G.

“Farei aqui um breve relato do progresso de minhas experiências pessoais com a tecnologia do Cone” escreve Hank G., de Nebraska:

“Janeiro de 1978: Eu estava fortemente endividado por motivos que não divulgarei inteiramente. Basta dizer que, em 1977, havia pago uma soma considerável aos tribunais. As despesas pela sobrevivência ficavam em segundo lugar (se não pagasse a prisão era a alternativa) de maneira que passei a viver de crédito. Uma despesa médica não coberta inteiramente pelo seguro e um desemprego (temporário) puseram os credores atrás de mim.”

“Fevereiro de 1978: Consegui um emprego seguro e sugeri a meus credores ir pagando somas regulares, na proporção do que lhes devia.”

“Comecei a fazer experiências com Cones este mês. Coloquei um cone de cinco centímetros encima da mesa de refeições; fiz um cone pontudo com uma nota de dinheiro; deixei um cone de oito centímetros junto ao telefone, no lado norte, e um outro dentro da caixa do correio. Um quinto cone foi posto ao lado da porta de entrada da casa, um sexto ficou na geladeira e um sétimo debaixo de minha cama, no meu lado da cabeceira.”

“Abril de 1978: Pude manter todos os pagamentos em dia, o que, sinceramente, não esperava, pois fora demasiado otimista em minha avaliação anterior de rendimentos. Ganhei 50 dólares em um bilhete de loteria. O Sr. A. enviou-me pelo correio um cheque de 100 dólares, como reembolso e juros de um empréstimo de 75 dólares o que eu lhe fizera há três anos, e já havia dado como perdido.”

“Maio de 1978: Ganhei 1.000 dólares, respondendo a uma pergunta fácil de uma emissora de rádio, quando telefonaram ao acaso para o meu número.”

“Junho de 1978: Paguei a última divida, após receber salários retroativos, quando meu sindicato negociou um novo contrato.”

“Não faço reivindicações de causa e efeito, mas estou intimamente convencido de que meus Cones da Nova Energia Psíquica ajudaram-me a pagar dividas.”

SEU CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA OFERECE-LHE UM PODER ILIMITADO

Por que dou a este conceito o nome de Cone da Nova Energia Psíquica, ao invés de apenas Cone? Pelo motivo seguinte: embora o Cone possua seu próprio espectro de cura e poderes miraculosos; eu o vejo como uma parte do seu processo de sintonização com a Nova Energia Psíquica.

Se você estivesse trabalhando apenas com a força do Cone, eu me anteciparia em dar-lhe outra denominação, para diferenciá-lo de outros métodos e energias metafísicas. Entretanto, como uma arma adicional reunida a seu arsenal de defesas contra a fatalidade, acredito que seu emprego de um Cone, nos termos que temos discutido é, realmente, uma extensão da Nova Energia Psíquica.

Os atributos especializados do Cone colocam o poder curativo no alto da lista. Registros escritos que tenho arquivados provam:

– Alivio de dores, colocando-se um Cone no corpo da pessoa que sofre.
– Desaparecimento de perturbações intestinais, colocando-se um Cone debaixo da cadeira da pessoa em questão.

Partindo diretamente dos primeiros e amplos conceitos que lhe foram apresentados, com exclusividade, neste Circuito Energético, o autor já se encontra em avançada pesquisa sobre a Conicologia Cósmica, a fim de elaborar um método de ajuda pessoal, tendo como tema básico o poder do Cone.

Soldagem rápida de ossos fraturados. Melhora acentuada em crianças retardadas.

A pesquisa relacionada ao Cone é tão interminável vasta como o próprio Cone. É minha opinião que mal começamos a entrever o potencial ilimitado de uma energia que, de fato, talvez suplante o Poder da Pirâmide, exatamente como a eletricidade e o gás tornaram o fogão de lenha num anacronismo obsoleto.

Ligue a força de um Cone da Nova Energia Psíquica – você poderá surpreender-se com os resultados e também tornar-se conhecido como pioneiro em um novo campo de pesquisa metafísica.

“MILAGRES SÃO COMIGO”, DECLARA GLÓRlA M., ADEPTA DO CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA

Que eu saiba, Gloria M. foi a mais antiga usuária do poder do Cone. Ela ridicularizou a idéia de que este é um conceito novo.

“Completarei 93 anos em dezembro próximo”, disse Gloria. “Nasci na Espanha, em 1885, e recordo como ainda criança via meu pai colocar cones de papel sobre as parreiras, a fim de que as uvas fossem excepcionais. Ele fazia o mesmo com as verduras da horta.”

“A velha feiticeira de nossa aldeia usava um chapéu preto de aba diminuta que, a certa altura, formava um cone no alto de sua cabeça. Havia signos costurados por todo o chapéu e nós, as crianças, tínhamos verdadeiro pavor dela. Dizia-se que sabia fazer feitiços como ninguém e que, por alguns pesos, lançava mau-olhado em qualquer pessoa ruim.”

“Meu marido costumava fazer seu relógio marcar as horas certas, colocando-o em um pires, debaixo de um cone de papel. Havia séculos, minha família conhecia essa prática. Minha avó contava que um nosso antepassado encontrara um tesouro, fazendo marga em torno de um cone, dentro de um circulo.”

“Bem, mas isso é coisa antiga, e acredite quem quiser. Continuo usando meus cones e, desde que começaram a escrever livros sobre o assunto, emprego a energia deles da maneira certa. Posso dizer que funcionam muito bem comigo. Velhas não precisam de muito, mas gosto de ver meu cheque de pensão chegar na data certa, o fogão funcionar como deve, os gatos voltarem à noite e minha saúde continuar boa. Consigo tudo isso, dispondo cones pela casa. Acredite; milagres são comigo, graças àquelas coisinhas pontudas.”

“Farei uma predição para você. Quando esses discos voadores finalmente pousarem na terra e fizerem contato conosco, descobriremos que eles voam com a energia do cone, disparando pelo espaço em velocidade superior à do sol.”

“Não estarei viva quando isso acontecer. Já passei tempo suficiente neste plano terreno. Estarei partindo no dia seguinte ao Natal e que a energia do cone me leve a meu Criador. Aposto como, no Outro Lado, eles sabem mais sobre isso do que nós.”

A segunda predição de Gloria realizou-se. Ela faleceu tranqüilamente durante o sono, na noite de 26 de dezembro de 1978. Assim, talvez ainda também descubramos que os discos voadores usam os conceitos do Cone para energizar suas naves.

COMO, ONDE E QUANDO USAR SEU CONE DA NOVA ENERGIA PSÍQUICA

Como terá percebido, o campo está inteiramente aberto aos experimentos para a “fabricação” de milagres com seu Cone da Nova Energia Psíquica. Indiquei-lhe apenas alguns dos surpreendentes êxitos alcançados através do Cone, e aqui repito meu encorajamento para que faça experiências.

Basicamente, terá de colocar seu Cone no ou perto do centro da área que necessita de seus poderes transmutadores do destino.

Uma vez que o Cone pode ser criado como “forma-pensamento”, abre-se uma paisagem excitante a seus olhos. É impossível, por exemplo, colocar um Cone real na mente de outra pessoa. Entretanto, você pode visualizar um Cone mental, dentro da cabeça de quem quer que seja – e os adeptos de tal técnica afirmam terem conseguido maravilhas em controle, amor e manipulação, fazendo semelhante quadro mental.

Sem dúvida, você recorda aquelas antigas e humorísticas gravuras de salas de aula, onde o aluno que custava a aprender era banido para um canto, tendo na cabeça um chapéu pontudo. Esse costume, de expor os supostamente menos inteligentes ao ridículo, morreu em nossos dias. Entretanto, o feitio fascinante daquele velho chapéu era, invariavelmente, em forma de cone!

Poderíamos perguntar-nos se o costume de colocar-se um chapéu cônico na cabeça de alunos obtusos não traria consigo a intenção originária de focalizar a potência do Cone em seu cérebro para assim despertar-lhes forças mentais em potencial. Curioso também é que o chapéu cônico tenha sido incansavelmente retratado na lenda, como característica dos astrólogos, adivinhos e outros praticantes de magia!

Assim, o hábito de colocar um cone – real ou imaginário – sobre a cabeça, é usado por algumas pessoas quando querem redigir as palavras exatas de uma carta, escrever um poema criativo ou encontrar inspiração para um livro. Não obstante, em vista de uma conotação com o chapéu aparentemente ridículo do aluno atrasado, nenhum dos meus conhecidos que usam o Cone permitiu que os identificasse.

Eu o aconselharia a usar o Cone da Nova Energia Psíquica em toda e qualquer condição que necessite de uma mudança para melhor. Use-o juntamente com quaisquer outras técnicas ou métodos pois, quase inevitavelmente, ele aumentará a energia disponível.

Conheço o dono de um carro, a leste do Canadá, que coloca uma “forma-pensamento” de um enorme Cone sobre seu automóvel, quando o estaciona na rua, todas as noites. A despeito de ser essa área notória pelo vandalismo, em quatro anos ele nunca teve o carro arrombado e o máximo que aconteceu foram arranhões no pára-choque. Além disso, ele jura que seu carro dá partida com facilidade, mesmo nas manhãs mais geladas, enquanto seus vizinhos lutam com cabos de bateria, sprays de aerosol no arranque, empurrões para o motor pegar e uma quantidade de outros dispositivos, tão dispendiosos quanto demorados, na tentativa de aquecerem um motor parado e frio.

Em resumo, a, colocação de um Cone da Nova Energia Psíquica como uma “forma-pensamento” perto de alguém ou de alguma coisa que deva ser modificada em seu benefício, pode produzir resultados satisfatórios e surpreendentes. Seria interessante para mim ser informado de suas experiências, se me escrever aos cuidados deste editor. Embora eu não possa garantir resposta a todas as cartas (costumo receber demasiadas, para responder a todas pessoalmente), ficarei feliz ao saber de sua pesquisa e dos resultados obtidos.

Fonte: Os segredos por trás das pirâmides, Geof Gray-Cobb.

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Os túneis e as câmaras da Grande Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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A entrada para a pirâmide está situada na face norte, um pouco mais de 16m acima do chão e aproximadamente a 7m à esquerda do centro. Assim, a entrada fica na 19ª carreira das 203 que formam a altura da pirâmide. A entrada torna-se uma passagem descendente num ângulo de 26º28’24”. Esse corredor descendente tem aproximadamente 1,14m de altura e 1m de largura, percorrendo uma distância reta e precisa de pouco mais de 104m. No trecho acerca de 25% do princípio de sua extensão, o corredor atravessa a alvenaria da pirâmide, enquanto que o restante da distância de 78m penetra no alicerce de rocha sobre a qual repousa a pirâmide. Depois o corredor descendente segue horizontalmente por 8,84m, onde por fim se abre numa câmara subterrânea.

Essa câmara fica a cerca de 30m abaixo do nível do solo ou da base da pirâmide, e sua superfície a torna a maior câmara da pirâmide. Mede cerca de 8,23m de comprimento, 14m de largura e 4,27m de altura. O teto e as paredes da câmara não são muito lisos, sendo irregulares em alguns lugares; não obstante, são quadradas e niveladas. Em contraste, o piso é extremamente tosco, e acredita-se que tenha sido deixado incompleto. Pouco antes de a parte horizontal do corredor descendente entrar na câmara subterrânea, há um pequeno nicho cavado no teto e na parede oeste. Conhecido como a pequena antecâmara, supõe-se que os pedreiros pretendiam que a câmara subterrânea começasse naquele ponto. Tendo aparentemente mudado de idéia, os pedreiros continuaram o corredor pro mais uns metros, até onde está agora a câmara subterrânea.

A entrada da câmara está no canto leste inferior da parede norte. Diretamente em linha com ele, na parede sul, há outro corredor horizontal menor, de apenas 74cm de lado e medindo mais de 16m de comprimento. Esse corredor é chamado de Corredor Sem Saída do Sul, pois termina abruptamente, sem levar a lugar algum.

Há uma teoria segunda a qual os pedreiros da pirâmide teriam cortado um poço no piso na parte leste da câmara subterrânea. Esse poço tem 1,90m de lado, estendendo-se por uma profundidade de 2m, e nesse ponto passa a ter 1,37m de lado e continua por mais 1m de profundidade. O Coronel Vyse mandou que esse poço fosse escavado até uma profundidade de cerca de 11m, em busca do sarcófago de Quéops. Vyse mandou aprofundar esse poço porque os escritos de Heródoto mencionam a existência de uma câmara secreta em que Quéops está enterrado sob a câmara subterrânea. Originariamente, pretendia-se que a escavação fosse a uma profundidade de mais 15m, porém ela foi paralisada quando não se descobriu nada à profundidade de 11m. Esse fosso é hoje conhecido como “O Poço”, termo que depois foi usado para designar todo o conjunto subterrâneo.

A teoria mais aceita quanto à função da câmara subterrânea é que originariamente destinava-se a ser a câmara funerária. Possivelmente devido a vários motivos – um dos quais pode ter sido um ambiente sufocante e fisicamente insuportável, no qual se devia escavar as séries de câmaras necessárias, bem como a possibilidade das enchentes – as escavações podem ter parado. O arquiteto então pode ter formulado o projeto revolucionário de integrar as câmaras e seus corredores no próprio corpo da pirâmide, e em diferentes níveis, em vez de no nível subterrâneo contemporâneo. Isso explicaria o aspecto inacabado do conjunto subterrâneo.

A possibilidade de se abandonar o trabalho nos dá uma explicação racional de por quê a câmara subterrânea tem o aspecto de estar de cabeça para baixo – isto é, a parte superior das paredes e o teto estão revestidos, enquanto o chão foi largado num estado tosco. Isso também explicaria a técnica de construção dos pedreiros da Grande Pirâmide, segundo a qual, escavando uma grande superfície oca, eles a terminavam preparando primeiro o teto, descendo de uma a uma das paredes e por fim preparando o piso. Esse raciocínio é bastante lógico, pois seria necessário mais trabalho se o piso fosse concluído primeiro, tendo os trabalhadores um trabalho árduo para remover o entulho tirado do teto e das paredes.

Vale a pena mencionar outra possibilidade para o estado do conjunto subterrâneo. Parece que o gênio dos arquitetos egípcios e construtores dos túmulos faraônicos se desenvolveu devido à necessidade de lograr os ladrões de túmulos, desse modo impedindo que eles tivessem acesso às cavernas sepulcrais contendo a múmia e seus tesouros. Quando foi construída a Grande Pirâmide, os arquitetos conceberam a idéia de lograr os ladrões despendendo o tempo, esforço e fundos necessários para cavar até à rocha, desse modo escavando um tosco conjunto de câmaras. Esse aposento, toscamente terminado, assim pareceria ter sido abandonado, e os ladrões de túmulo que conseguissem entrar seriam então levados a crer que a pirâmide nunca fora concluída internamente, e que portanto não existia nenhuma múmia nem tesouro.

A esperteza dos pedreiros da Grande Pirâmide é evidente no fato de terem ocultado a entrada para o corredor ascendente no teto do corredor descendente, a quase 30m da entrada da pirâmide. O corredor ascendente tem um ângulo de inclinação igual ao do corredor descendente, a saber, 26º28’24”. Os primeiros 5m do comprimento do corredor ascendente são bloqueados por três tampas de granito de 1,82m, comprimidas umas contra as outras. Esses blocos de granito vermelho foram provavelmente cortados de pedras boleadas, e devido ao propósito a que eram destinados, como tampos, não eram preparados meticulosamente.

Há uma teoria que diz que originariamente os tampos eram na verdade colocados a alguma distância, um atrás do outro, e que havia mais vários outros, de calcário, de que não temos provas hoje, colocados por trás das tampas de granito, estendendo-se pelo comprimento total de cerca de 38m do corredor ascendente. Essa teoria surgiu devido a um fragmento de granito vermelho cimentado ao piso do corredor ascendente, encontrado por Sir W. M. Flinders Petrie. Ele verificou que esse fragmento de granito, a cerca de 0,60m de distância encaixava-se com a extremidade quebrada da terceira ou última tampa de granito. Além disso, Petrie viu um espaço entre os dois tampões de granito que media aproximadamente 10 cm. Esses tampões de granito e calcário podem ter sido deslocados de sua posição fixa durante um terremoto, fazendo com que deslizassem uns por cima dos outros. As provas da existência dos tampões de calcário provêm da história já citada dos trabalhadores de Al Mamoun que escavaram em volta dos tampões de granito e depois encontraram tampas de calcário, que eles fragmentaram em pedaços maleáveis e depois retiraram.

O corredor acima dos tampões de granito mede aproximadamente 1m de largura por 1,12m de altura. É revestido de calcário branco muito polido, em toda a sua extensão de 33m, onde termina, num cruzamento.

Nesse cruzamento um corredor horizontal de quase 39m de comprimento e cerca de 1m de lado termina no canto inferior leste da parede norte da Câmara da Rainha, que mede quase 6m de comprimento por pouco mais de 5m de largura. Parece que as paredes são de blocos de calcário, outrora muito bem-acabados. O piso da Câmara da Rainha é toscamente acabado, como se um camada de pedras polidas tivesse de ser depositada sobre ele. Essa câmara fica diretamente debaixo do vértice da pirâmide, no nível da 25ª carreira.

O teto da câmara é construído de blocos de teto inclinados num ângulo de aproximadamente 30º30′. A altura total até o topo do teto, desde o piso da Câmara da Rainha, é de pouco mais de 6m. Esses blocos ultrapassam a largura da câmara, estendendo-se pela alvenaria da pirâmide mais de 3m de cada lado. Eles funcionam principalmente como cachorros, reduzindo o peso real sobre as paredes da câmara e desviando o peso estrutural da massa da pirâmide acima da Câmara da Rainha.

Há um vão na parede leste da câmara, chamado de “O Nicho”. Esse nicho tem pouco mais de 4,5m de altura, 1,5m de largura na base e pouco menos de 0,90m de profundidade na parede. Seu desenho em modilhões de quatro superposições reduz a largura do nicho para 0,45m.

As características mais interessantes da Câmara da Rainha são dois canais de ventilação. Foi o Sr. Waynman Dixon quem descobriu esses canais de ventilação, em 1872, um na parede norte e outro na parede sul. Eles originariamente não eram cavados nas paredes da câmara, pois uma pedra de cobertura de 12,70cm teve de ser quebrada para expor a boca de cada canal de ventilação. Eram esculpidos num bloco da parede e sua boca fora fechada abruptamente, deixando 12,70cm de espessura no bloco da parede.

Acredita-se que esses canais de ventilação da Câmara da Rainha nunca tenham sido usados, pois não havia acesso a eles. Depois que as bocas desses canais de ventilação foram abertas, quebrando-se os blocos da parede, verificou-se que formavam um retângulo de aproximadamente 21,59cm por 20,32cm. Ambos os canais seguem por mais de 1,80m antes de virarem para cima, para as faces da pirâmide.

Voltando ao ponto de cruzamento, um exame mais detalhado revela que o acesso ao corredor que leva à Câmara da Rainha podia estar coberto por uma parte do piso da Grande Galeria, que poderia começar no degrau que terminava o corredor ascendente. Conjetura-se que quando o corredor de entrada foi construído, levando a um poço verticalmente descendente, escavado perto do ponto de cruzamento, foi retirada uma parte do piso da Galeria, expondo o corredor para a Câmara da Rainha. Esse fosso vertical foi denominado “o Poço” e tem uma abertura de mais de 0,90cm de diâmetro.

John Greaves, no século XVII, explorou o poço e encontrou chanfraduras, umas opostas às outras, nos lados do poço. Ele desceu cerca de 18m no poço, valendo-se dessas chanfraduras, até onde o poço se alarga – o que é hoje chamado de “a Gruta” – situada exatamente na primeira carreira.

Quase um século depois, o Capitão G. B. Caviglia, analisando os mistérios do Poço, descobriu-o acidentalmente. Ele conseguiu descer 38m abaixo da Gruta, onde verificou que ele estava obstruído principalmente por pedras e areia. O ar era tão rarefeito naquele nível que a respiração tornava-se difícil e as velas tremulavam.

Caviglia achou que o Poço e o corredor descendente podiam se cruzar, e por isso resolveu desobstruir o corredor descendente de depósitos de entulho acumulados em milênios. Achou que parte desde entulho podia ser explicado pelas escavações do pessoa de Al Mamoun, que preferia jogar as pedras pelo corredor descendente a carregá-las para fora da pirâmide.

Num ponto cerca de 15m antes do corredor descendente se nivelar, Caviglia notou uma pequena abertura na parede oeste do corredor descendente, levando a um buraco. Sua curiosidade quanto ao buraco levou-o a escavá-lo mais profundamente. Depois de cavar um pouco, ele notou o cheiro de enxofre, e ocorreu-lhe que isso poderia ser devido aos pedaços de enxofre que ele queimara antes, procurando purificar o ar no Poço. Encorajado, ele cavou mais, removendo as últimas obstruções do Poço, e quando retirou o entulho viu que tinha não só escavado o Poço, como ainda descoberto onde ele se juntava ao corredor descendente.

Ao mesmo tempo Caviglia também desvendou outro mistério, a ser acrescentado à lista já longa dos mistérios da Grande Pirâmide. Quem escavou o Poço – e por que? A teoria mais óbvia para explicar a finalidade do Poço era a de ser um túnel para os ladrões de túmulo. Por mais plausível que pareça ser essa teoria, à primeira vista, os especialistas não a podem aceitar com facilidade devido a certas características do Poço.

O cruzamento do Poço com o corredor descendente – e, por outro lado, sua junção com o corredor horizontal, corredor ascendente e a Grande Galeria, junto com sua Gruta – indica que o Poço não poderia ter sido cavado pelo ladrões de túmulo, pois foi cuidadosamente construído, nesses pontos.

O ramo final no ponto de cruzamento, a Grande Galeria, embora à primeira vista parecesse ser uma câmara, numa análise posterior revelou-se como uma simples continuação do caminho estabelecido pelo corredor ascendente. A Grande Galeria segue por quase 49m no mesmo ângulo de inclinação que o corredor ascendente. Mede quase 1,80m de largura, e sua estrutura de 8m, em modilhões, lhe dá um esplendor inigualado. A distância entre as paredes é reduzida a 1m em sete degraus superpostos contendo um total de 36 lajes de calcário polido.

O piso da Galeria tem um corredor central de cerca de 60cm de largura. Ao longo de cada parede há uma rampa que segue por toda a extensão da Galeria. Cada rampa tem cerca de 46cm de largura e 60cm de altura, contendo 27 buracos ou fendas retangulares, compridos e curtos, alternadamente, em sua superfície superior. Essas fendas têm profundidades que variam de 20,32m a 27,97m, e faltam tres das fendas originais. Acredita-se que essas fendas desaparecidas fossem cavadas num pedaço de pedra preparada, que cobria a entrada ao corredor horizontal da Câmara da Rainha. Essa pedra pode ter sido quebrada e considerada entulho, nos séculos anteriores. As conjeturas sobre o propósito da Grande Galeria são muitas, e são tratadas no próximo capítulo.

A Grande Galeria termina no que se chama de Grande Degrau, que é uma pedra imensa, de 1m de altura, formando uma plataforma de aproximadamente 1,80m por 2,43m. Esse Grande Degrau, ao que se avalia, deve estar centrado em linha com o vértice e a Câmara da Rainha, estando colocado na 50ª carreira.

Partindo do Grande Degrau há um corredor horizontal de 1m de lado e pouco mais de 1,20m de comprimento, que leva a um pequeno aposento chamado de “Antecâmara”. A Antecâmara tem cerca de 2,74m de comprimento, 1,52m de largura e 3,66m de altura. As paredes internas são revestidas de granito vermelho polido.

A apenas 60cm da entrada da Antecâmara está pendurada uma folha ou laje de granito, suspensa a 1m do chão. Foi descrita com precisão pela primeira vez pelo Professor Greaves, que a chamou de “Folha de Granito” porque a palavra “folha” lhe lembrava uma porta de correr nas eclusas de canais.

A Folha de Granito na verdade é composta de duas pedras, uma sobre a outra, que se encaixam em sulcos em cada parede da câmara. Esses sulcos não se estendem até o chão, parando aproximadamente a 1,16m dele. Cada folha de granito é uma laje de cerca de 1,52m de largura, 0,61m de altura e 0,40m de espessura. Há um espaço, entre a Folha de Granito e a parede norte da câmara, de quase 56cm. O espaço entre o teto da câmara e a Folha de Granito é de quase 1,52m. Três outros sulcos nas paredes da câmara têm 55cm de largura e se estendem pelo piso da mesma.

A construção da Antecâmara indica aos egiptólogos que não era na realidade uma câmara, e sim um sistema muito complexo de portas de correr que bloqueava completamente qualquer entrada possível à câmara “mortuária”, que fica além.

Ludwig Borchardt, egiptólogo alemão, mais ou menos no princípio do século, concedeu a interessante idéia de que poderia ter sido usado um sistema de roldanas para selar a entrada da Câmara do Rei, por meio de grandes lajes de granito. Georges Goyon, egiptólogo francês, acrescentou a esta teoria a hipótese de que o corredor poderia ser ainda mais obstruído e selado.

Uma característica interessante, relativa aos mistérios da pirâmide, é uma pequena “bossa” na pedra superior da Folha de Granito. Essa bossa é uma pequena protuberância, de 2,54cm de espessura e em forma de ferradura. Poderia ter o propósito de indicar a medida-padrão da menor unidade de medida do pedreiro da pirâmide – a polegada da pirâmide? O tamanho dessa bossa, de 5 polegadas (12,70cm) por 5 polegadas, dá 25, que é o número exato e polegadas num cúbito da pirâmide. Mais confirmação dessa teoria no fato de que a bossa esta a 1 polegada (2,54cm) à esquerda do verdadeiro centro da Folha de Granito, e que está a 5 polegadas acima das junções entre as folhas. Os estudiosos menos aventurosos explicam essa bossa como uma simples projeção deixada na folha com o propósito de levantá-las; e projeções semelhantes são encontradas nas pedras em toda a pirâmide.

Outro corredor baixo que leva da Antecâmara, alinhado exatamente com o corredor que entra na Antecâmara, e com o mesmo tamanho de 1,16m de lado, segue por quase 2,58m e abre para a Câmara do Rei. O comprimento da Câmara do Rei é de pouco mais de 5m, sua largura o dobro de seu comprimento, sua altura de cerca de 5,80m. Toda a câmara é construída de granito e seu volume cúbico foi calculado como o dobro do da Câmara da Rainha. A situação da Câmara do Rei dentro da Pirâmide propriamente dita é de cerca de 9m ao sul do vértice e seu comprimento enquadra a linha central do vértice numa proporção de dois terços leste para um terço oeste.

Há um sarcófago – também chamado cofre ou caixa – perto do canto das paredes oeste e norte. Devia à sua localização desusada, com relação aos sarcófagos em outras pirâmides, que são localizados mais no centro, em suas câmaras, quase todos os peritos são de opinião que esse cofre tenha sido mudado de sua posição original, em alguma época. Como no piso não há marcas que indiquem de onde o cofre teria sido removido, é impossível recolocá-lo em posição. Acredita-se que o cofre tenha sido cavado de um imenso bloco de granito vermelho, sendo o seu interior perfurado e cinzelado. Foi construído com tal perfeição que, batendo-se nele com a mão, ainda dá um som claro, de campainha.

O cofre está colocado ao comprido, atravessando na largura da câmara. O tamanho externo dele é de cerca de 2,30m de comprimento, pouco mais de 0,90m de largura e cerca de 1,16 de altura; enquanto as medidas internas são: comprimento, cerca de 1,98m; largura, mais de 0,60m. sua profundidade interna é de pouco menos de 0,90m, o que indica que a espessura de seus lados é de pouco menos de 0,15m e a espessura do fundo pouco mais de 0,15m. O sarcófago é polido e liso, tanto por dentro quanto por fora, sendo totalmente desprovido de hieróglifos. No entanto, há quem pense que sob a superfície no fundo será encontrada uma longa inscrição hieroglífica, depois que se conseguir levantar o suficientes o peso imenso para se ver debaixo do fundo. Uma grande parte de um de seus cantos foi quebrada. Há indícios de que tenha sido cortada uma prateleira nas bordas superiores do cofre; isso significa que teve uma tampa, um dia, que só poderia ter sido colocada de uma das extremidades e fixada por três pinos embutidos. Essa tampa parece ter-se perdido para sempre. Alguns egiptólogos supõem até que o cofre pode ter sido, outrora, belamente esculpido e, confirmando os escritos de Heródoto de que Quéops foi um rei desprezado, declaram que o povo pode ter despojado a Pirâmide dele e polido seu sarcófago, apagando todas as inscrições, e fazendo o mesmo com todas as paredes da Pirâmide, profanando seu túmulo o mais possível e desse modo erradicando todo o conhecimento sobre ele!

O teto da Câmara do Rei é uma série de cinco imensas plataformas de granito, colocadas em espaços, um sobre a outra, com uma sexta e última plataforma construída de blocos de teto inclinados semelhantes aos do teto da Câmara da Rainha. (Ver Ilustrações nºs 58, 59.) Essa construção de teto em muitas camadas é chamada de “as Câmaras de Construção”. É possível que a construção específica desse teto se destinasse a reduzir muito a possibilidade de um desmoronamento devido ao peso imenso sobre a Câmara do Rei.

Nathaniel Davison, no verão de 1965, descobriu e examinou a Câmara de Construção inferior. Estava à procura de galerias secretas, corredores ou câmaras secretas dentro da Pirâmide, e quando estava no alto da Grande Galeria notou que vinham ecos de algum lugar ao alto. Investigando o que poderia ter causado o eco, ele avistou um buraco retangular de cerca de 0,60m de largura no teto da Galeria, onde ela se juntava à parede. Realizando o feito hercúleo de alcançar o buraco, quase inatingível, entrou nele, rastejando por 7,60m até uma câmara que era apenas ligeiramente mais alta, mas ainda não permitia que ele ficasse de pé. Sua largura e comprimento revelaram-se depois iguais aos da Câmara do Rei. Ele investigou o chão dessa câmara achaparrada e notou que era formado por nove lajes de granito toscamente talhadas e chegou à conclusão de que estava na trave do teto da Câmara do Rei.

Depois fez uma segunda descoberta assombrosa: o teto acima de sua cabeça era formado e outra série de lajes de granito construídas de modo semelhante ao da construção de baixo. Não encontrou tesouro nem sinais de um corredor secreto, mas seus esforços foram recompensados, pois deram áquele espaço o nome de “Câmara de Davison”.

O Capitão Caviglia, aparentemente convencido de que descobriria um aposento secreto, resolveu abrir um túnel até à parede sul da Câmara de Davison. Isso não deu resultado algum e ele desistiu. Seus esforços foram seguidos pelos do Coronel Richard Howard-Vyse.

O Coronel Vyse mandou escavar o piso diante do Nicho da Câmara da Rainha, não encontrando nada a não ser uma velha cesta. Tornando a tapar o buraco, ele mandou que seus trabalhadores cavassem a parede dos fundos do próprio Nicho, o que também não revelou descoberta alguma. Depois o coronel resolveu investigar meticulosamente a Câmara de Davison, mas seu pessoal não conseguiu alargar eficazmente uma fresta encontrada no teto. Vyse então usou a pólvora, abrindo o caminho para cima, o que lhe deu acesso à segunda Câmara de Construção, logo acima da Câmara de Davison.

Analisando essa nova câmara, Vyse descobriu que o piso era formado de 8 blocos de granito, formando o teto da Câmara de Davison. O teto da segunda câmara era formado de 9 blocos de granito. O Coronel Vyse resolveu continuar em seu percurso para cima e encontrou uma terceira Câmara de Construção, com 9 blocos de teto de granito, uma quarta Câmara de Construção, com 8 blocos de teto, e uma quinta e última Câmara de Construção. Essa última câmara não tinha um teto chato, mas sim um teto em “crista”, formado de 8 lajes de granito, inclinadas umas para as outras, formando uma crista no teto. Todas as câmaras têm uma distância aproximada de 0,90m entre elas, com exceção da quinta câmara, que tem um teto em crista permitindo que a pessoa fique de pé. (Ver ilustração nº 38.)

Tendo a primeira Câmara de Construção estabelecido o precedente, recebendo o nome de Davison, seu descobridor, o Coronel Vyse então deu às segunda, terceira, quarta e quinta Câmaras de Construção os nomes de General Arthur Wellington, Almirante Horatio Nelson, Lady Ann Arbuthnot e Coronel Patrick Campbell, respectivamente.

Vyse descobriu ainda as marcas de tinta vermelha-ocre nas quatro Câmaras de Construção superiores, discutidas no capítulo anterior.

O Coronel Vyse tem a seu crédito ainda outra descoberta notável, com relação aos dois canais de ventilação na Câmara do Rei. Se bem que fosse na verdade o Professor John Greaves quem identificou as duas aberturas de 0,23m nas paredes norte e sul da Câmara do Rei, como sendo possivelmente canais de ventilação, esses canais só foram verificados positivamente quando um assistente de Vyse localizou as extremidades desses respiradouros nas respectivas faces da Pirâmide. vyse foi quem descobriu esses respiradores, permitindo que mais ar livre circulasse na Câmara do Rei.

Fonte: As profecias da pirâmide, Max Toth, Editora Record, 1979, Rio de Janeiro, RJ, pp. 185-199.

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A pirâmide de cristal

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

Em 1970 o Dr. Ray Brown, um naturalista de Mesa, Arizona, estava mergulhando com alguns amigos próximo às Ilhas Bari, nas Bahamas, numa área a 20 milhas da extremidade de um abismo submarino chamado “A língua do Oceano”.

Durante o mergulho, Brown se separou de seus companheiros e tentando se juntar novamente a eles, de repente viu uma estranha forma de pirâmide aparecer sob a luz da água marinha. A pirâmide estava situada 22 braças abaixo, tinha 120 pés de altura, com somente 90 se projetando fora no assoalho de areias móveis do oceano. Brown primeiro se impressionou de ver como a superfície de pedra era lisa e semelhante a um espelho, com as juntas entre os blocos individuais quase indiscerníveis.

Nadando para perto do topo, que ele achou que parecia lápis-lazuli, ele descobriu uma entrada e decidiu explorar. Passando ao longo de um estreito corredor, Brown finalmente chegou a uma pequena sala retangular com um teto em forma de pirâmide. Era interessante que a sala não continha algas ou corais crescendo nas suas paredes internas. Elas não tinham nenhuma mancha.

Além disso, embora Brown não tivesse trazido lanterna, ele podia ver tudo perfeitamente. O quarto era iluminado muito bem e com uma luz brilhante, mas nenhuma fonte direta de luz estava visível. A atenção de Brown se dirigiu para uma vara metálica semelhante a cobre, com 3 polegadas de diâmetro pendurada do ápice do centro, e na sua ponta estava colocada uma gema vermelha com muitas faces que acabavam num ponto. Diretamente abaixo da vara e da gema, no meio da sala estava uma mesa de pedra esculpida que tinha em cima um prato de pedra com pontas enroladas.

No prato havia um par de mãos talhadas de metal cor de bronze, de tamanho igual ao de mãos humanas, que pareciam escurecidas e queimadas, como se tivessem sido submetidas a uma aquecimento tremendo. Aninhado nas mãos e situado 4 pés abaixo da ponta da vara com a gema, estava um cristal de 3 polegadas e meia de diâmetro.

Brown primeiro tentou soltar a vara e a gema vermelha, mas não conseguiu. Voltando para a esfera de cristal, ele a separou facilmente das mãos de bronze e partiu levando esse cristal. Quando estava saindo, Brown sentiu uma presença e ouviu uma voz de algum lugar que lhe disse para nunca retornar.

Temendo que esse cristal pudesse ser confiscado como roubo de tesouros pelo governo dos Estados Unidos, o Dr. Brown não revelou a existência do estranho cristal ou suas experiências, até 1975, quando ele exibiu o cristal pela primeira vez. Ele mostrou o cristal apenas uma meia dúzia de vezes, mas em cada vez as testemunhas viram ou se tornaram sensitivas a fenômenos estranhos diretamente associados com ele.

Bem profundamente na forma cristalina pode-se vislumbrar 3 imagens de pirâmides, uma em frente da outra, em tamanhos decrescentes. Algumas pessoas, entrando num estado de consciência meditativo ou em ondas cerebrais alfa, conseguem ver claramente uma quarta pirâmide adiante das outras três.

Elizabeth Bacon, uma paranormal de New York, em um transe enquanto lia a misteriosa esfera, recebeu a mensagem de que o objeto havia pertencido a Thoth, o deus egípcio que há muitas épocas havia enterrado uma caverna secreta de conhecimento em Gizá, perto das três grandes pirâmides. Será que as posições das imagens das três pirâmides no cristal contém uma chave para encontrar uma quarta pirâmide subterrânea ainda não encontrada, que seria o célebre Hall of Records (Sala dos Registros)?

De lado, as imagens internas se dissolvem em milhares de minúsculas linhas de fratura e Brown sente que elas podem ser de natureza elétrica, como algum tipo de circuito microscópico. Ainda de outro ângulo e sob condições especiais, muitas testemunhas foram capazes de ver um grande único olho humano olhando serenamente para eles. Já foram tiradas fotos desse olho.

Assim como os misteriosos crânios de cristal da América Central, a esfera de cristal do Dr. Brown é fonte de uma variedade de eventos paranormais. As pessoas sentiram brisas de ventos iônicos soprando próximas ao cristal; camadas quentes e frias o rodeiam a várias distâncias; outras ocorrências foram luzes fantasmas, vozes ou estranhas sensações de zunido ao seu redor.

Uma agulha de bússola colocada próxima à esfera girará ao contrário, depois começaraá a girar na direção oposta quando afastada duas polegadas. Os metais são magnetizados temporariamente em contacto próximo com ele. Há também exemplos registrados em que uma pessoa foi temporariamente curada de uma indisposição ao tocar a esfera de cristal, mas então a pessoa seguinte que se aproximou do cristal absorveu os sintomas da indisposição da pessoa anterior, como se o cristal pudesse retirar e depois ativar doenças humanas à vontade.

Ainda permanece um mistério qual seria o objetivo da esfera e que papel ela teve um dia no enigmático instrumento que Brown encontrou dentro da pirâmide submersa. Uma idéia proposta é de que essa pirâmide antes atraía, acumulava e gerava forças cósmicas.

A vara suspense poderia conduzir forças acumuladas no topo; a gema vermelha facetada em sua ponta concentraria e projetaria a energia para a esfera de cristal embaixo dela e as mãos escurecidas e queimadas, mostrando evidências de transferência de energia, provavelmente amplificava a liberação de energias; enquanto que a esfera de cristal atuava como harmonizador e liberação das energias.

Tudo o que se sabe por certo é que a esfera de cristal do Dr. Brown retirada de seu sistema, é por si mesma uma testemunha para a tecnologia mais ofisticada, pois segundo os especialistas do Instituto Smithsonian de Washington, a tecnologia para cortar cristais de quartzo com a perfeição exibida por essa esfera, não foi conseguida até depois de 1900.

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Os Incas na Argentina e os mistérios de Las Marías

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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– Pirâmides no norte da Argentina. Peddras que desaparecem em pleno ar ou que voltam a se juntar depois de quebradas. Luzes assassinas que desorientam os viajantes. Entidades fantasmais que defendem os animais dos caçadores. Este são alguns dos mistérios existentes na província de Catamarca. –

Texto e fotos de Pablo Villarrubia Mauso

[…]

Pouco se sabe sobre a chegada dos incas ao norte da Argentina. As primeiras invasões aos territórios onde habitavam os Calchaquíes e Diguitas ocorreram a partir de 1470. Um dos poucos vestígios de sua presença em Catamarca é a magnífica cidade de El Shincal, a mais importante no extremo sul do grande império, e o único local na Argentina em que se encontram pirâmides.

Essa cidade reproduzia, em menor escala, o plano da cidade de Cuzco, a capital do império inca, o “umbigo do mundo”. Além de uma fortaleza, era um centro administrativo, militar, de comunicações, de reabastecimento e de controle regional.

Os incas impuseram seu idioma, o quíchua, mas ainda hoje existem famílias que falam algumas palavras e expressões do icioma anterior, o cacán, com seus três dialetos. O Shincal foi concebido, planejado e teve sua construção ordenada pelo rei Topa Inca Yupanki a partir de 1471, e lá eles estiveram até 1536, com a queda do império inca.

Segundo o grande estudioso Raúl Algerich, há uma lenda – praticamente desconhecida – segunda a qual em El Shincal viveu exilada Coyllur (Estrela Caída do Céu), uma das filhas do último inca. Seu pecado foi o de se apaixonar por Ollantay, personagem mítico semelhante a Hércules. Antes do exílio, Coyllur e seu amado Ollantay fugiram e viveram alguns anos nas montanhas, onde tiveram um filho. Esse relato, com toques de tragédia grega, terminou com Ollantay sendo assassinado pela guarda inca. Apesar de seus poderes físicos, o herói era mortal.

Saí de San José del Valle de Catamarca, a bonita capital da província, rumo a Londres, que não é a famosa cidade da neblina, mas um povoado agradável e monótono a cerca de três horas de San José, situado entre os vales catamarquenhos, onde a chuva é rara. Com meus amigos Eduardo Solá, sua filha Natasha e Cristian Aguero, fomos até o museu arqueológico do povoado, e ali encontramos o arqueólogo Dario Iturriza.

Enquanto seguíamos para Shincal, Iturriza nos dizia que “o cérebro arqueológico Ddán Quiroga foi o primeiro a registrar oficialmente a existência da cidade, numa nota enviada ao Instituto Geográfico Argentino, e ela ficou esquecida por muitos anos. Ao que parecef, não deram muita atenção, pois podiam ter interpretado a descoberta como um simples curral (tambo), como se chamavam os postos de descanso e abastecimento de grãos que existiam a cada 30 quilômetros ao longo do caminho inca”.

“Mas viajantes posteriores prceberam que asr ruínas ocupavam uma grande extensão, formada por montículos e muros que surgiam entre a vegetação. Contudo, as investigações e escavações arqueológicas para reconstruir a cidade só começaram em 1992, e recuperou-se quase uma centena de edifícios construídos com pedras”.

[…]

O centro de Shincal é formado por 12 edifícios públicos, entre eles uma Praça de Armas, ou Aukaipata, de grandes dimensões: 200 por 200 metros. Ela era cortada por um aqueduto de pedra com cerca de 3km, que se abastecia a partir do rio Quimivíl. Uns vinte depósitos circulares e várias residências nos subúrbios compunham a esplêndida cidade.

Na zona sul, encontram-se colinas aterradas sobre as quais existem construções, talvez sentinelas, destinadas à vigilância. Quando chegamos à cidade, somente a 6km de Londres – não a grande cidade da inglaterra, mas um povoado local – sentimos o ar seco e um ambiente desolado no qual cresciam arbustos e vegetação rasteira. Era difícil imaginar que os incas se estabeleceram ali, numa região tão difícil.

A muito custo, subimos um caminho que nos levou até o cume aplainado de uma pequena colina piramidal, de onde observamos o que fora o majestoso Shincal. Diante de nossas vistas, no fundo do vale cercado de altas montanhas, estava o conjunto pétreo mais bem conservado, o núcleo cerimonial e cívico, onde sobressaía outra pirâmide de terra e com escadas. Abaixo, a seus pés, a Aukaipata, situada entre as duas colinas piramidais de 25 metros de altura, quase gêmeas.

“Seus cumes foram artificialmente aplainados”, nos disse Iturriza, “e os lados murados com pedras com cerca de dois metros de altura. Ambas as colinas foram providas de acessos por escadas de pedras. É provável que uma delas estivesse vinculada a atividades religiosas ligadas ao culto solar inca”.

Um dos edifícios que vimos do alto é o Kallanka, uma construção de pedra de 50 por 10 metros, com 1,5m de altura e com quatro aberturas trapezoidais laterais e duas frontais.

Outra construção importante é o Ushnu, uma plataforma levemente piramidal, com 16 metros de largura e 2 de altura, com uma escada de acesso com nove degraus em direção ao poente. Tem muros duplos, com enchimento interior de barro. Mas o maior mistério de Ushnu está em sua função astronômica.

Encontramos a chave num texto anônimo de um jesuíta, de 1594, que diz: “[…] para saber a posição do Sol… tinham outro pilar no meio da praça… num local assinalado de propósito, que nomearam Osno (Ushnu) e a partir dali localizavam o Sol… e estando combinado, era o tempo geral de semear… á lua de setembro chamavam Cituaquilla. Neste mês se juntavam em Cuzco todos os índios de toda a comarca, e se juntavam todos na praça principal chamada Haocaypata (Haukaipata) e ali faziam seus sacrifícios ao sol, com muitas cerimônias numa coluna de pedra que tinham no meio da praça, com seu teatro chamado Osno (Ushnu)…”

O cronista Frei Domingo de Santo Tomás (que escreveu a primeira gramática quíchua, em 1560) também mencionava a função do Ushnu: “Ozño (Ushnu): altar ou lugar sagrado para sacrificar; altar onde sacrificam…” Outro cronista, González Holguín (1608), dizia: “Ushnu: tribunal de juiz com uma pedra fincada… altar antigo”. O célebre Cieza de León (1553), dizia que “[…] no meio da grande praça (de Cuzco) havia outro assento como no teatro onde o senhor se sentava para ver os fiéis e as festas habituais…”

“O pilar de pedra principal”, disse Dario Iturriza, “devia ser o chamado gnomon, que servia para medir a passagem do sol, pela sombra que projetava no chão, e para planejar as atividades agrícolas”. Curiosamente, foi possível encontrar restos de cerâmica espanhola de Talavera de la Reina e várias lajes espanholas, o que parece indicar que o lugar continuou sendo utilizado mesmo depois da chegada dos conquistadores.

Segundo as investigações dos arqueólogos, especialmente de Rodolfo Raffino, do Museu Nacional de La Plata, estes restos coloniais poderiam ser resultado dos acontecimentos do século 17, o chamado Gran Alzamiento Diaguita (Grande Revolta Diaguita). Entre 1630 e 1636, El Shincal, já em ruínas, foi ocupado por tropas da confederação indígena dos Diaguitas, sob o comando do cacique Chelemín. A partir dali, em várias ocasiões, atacou o povoado de Londres de Nueva Inglaterra, ordenando pilhagens e roubando gado espanhol. Ao mesmo tempo, cortaram a água do povoado, obrigando os moradores a abandoná-lo.

“O incomum”, dizia o inconformado arqueólogo, “é esta seguência invertida, com os objetos mais antigos encima, e os mais recentes embaixo. É curioso que, junto com a cerâmica de Talavera, tenha sido encontrado um crânio de touro. Rafiro diz que está enterrado de forma ritual. Acredita-se que Chelemín roubou o gado espanhol e fez uma cerimônia de poder. Mais acima, encontramos a capa Coche, uma cerimônia inca, um sepultamento de grandes animais como lhamas. Mais acima, encontramos cerâmica diluída, Tem de haver uma revisão do que foi Ushnu, pois ainda é um mistério”.

No cume de uma pequena colina, 100 metros ao norte da Praça de Armas, encontra-se – além de algumas estatuas arquitetônicas quadrangulares e outras circulares – uma pedra quase quadrada com um pequeno túmulo no lado norte. “Tinha a função de Intihuatana, a de prender o Sol, no conceito dos antigos incas, algo semelhante à Intihuatana que existe em Machu Picchu”. Outras colinas, uma a leste, outra mais ao sul e outra mais ao norte, coincidem, a grosso modo, com os ângulos poentes do Sol nos solstícios de verão e inverno.

As investigações apenas começaram na enorme cidade. Iturriza acredita que com o auxílio de arqueólogos de outros países, em breve poderão mostrar que El Shincal foi um dos espaços sagrados e astronômicos mais importantes da América.

Fonte: Revista Sexto Sentido – ano 5 – número 60, Mythos Editora, pp.37-39.

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Pirâmides, Atlântida e Lemúria

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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Então o homem começa a falar: “Filho, como você duvida de seus antepassados, e só sabe pouca coisa sobre a origem do homem no seu mundo, assim também nós tínhamos dúvidas sobre os nossos antepassados. O nosso conhecimento, as nossas informações, os nossos documentos escritos, nossa documentação são tão escassos quanto os seus. Só nos permitem saber e sentir que os nossos antepassados – que também são os seus – vieram da civilização chamada Maoth, que – sim – ainda existe no centro da Terra. Qual a origem deles, não sabemos.

Nascemos e aprendemos no continente que vocês hoje chamam de Atlântida. Naquela época havia outro continente, localizado no oceano Pacífico, conhecido por vocês como Lemúria, cuja população não era tão rica em conhecimentos e capacidade técnica.

Os lemurianos estavam na fase de exploração com suas ciências limitadas. Só tinham criado a tecnologia para as viagens pela água; e desse modo estavam-se preparando para explorar e se instalar em outras partes do globo.

Nós, da Atlântida, porém, possuíamos não só a capacidade de viajar pelas águas, como ainda a capacidade de viajar dentro da água; e a capacidade de viajar no ar, e podíamos visitar outras civilizações no universo e depois voltar a Maoth.

Antes de existirem a Atlântida e a Lemúria, houve períodos de convulsões e destruição que devastaram as terras tanto no interior como na superfície da Terra. Esses fatos têm de ocorrer em todos os ciclos.”

A velha concorda, meneando a cabeça, e pega o fio da história.

“Entende, filha, tínhamos conseguido uma grande habilidade em captar a energia de dentro da Terra e a energia cósmica do universo, mas não sabíamos que estávamos colhendo demais. Tampouco tínhamos os conhecimentos ou a capacidade de armazenar o que tínhamos colhido. Para esclarecer isso em sua cabeça, pense no que acontece com as frutas e legumes, produtos da terra. Como você sabe, se colhermos produtos demais e estes não forem devidamente armazenados, eles simplesmente apodrecem e se decompõem. Quando a energia é colhida e não é totalmente consumida, ela continua a se acumular, nunca se dissipando, mas tornando-se cada vez maior. Quanto maior se torna a energia, menos controlável ela será – e foi isso que aconteceu.

Tínhamos atraído mais energia do que éramos capazes de armazenar ou consumir. Consequentemente, ela se descarregou de nossa pilha numa centelha gigantesca, viajando entre o Pólo Norte e o Pólo Sul. Essa centelha foi tão grande que causou uma catástrofe que não tínhamos previsto, nem poderíamos jamais conceber, nem mesmo com toda a nossa habilidade técnica e nossa sabedoria secular.

Gerada essa centelha, ocorreu uma reação em cadeia, que não pôde ser detida. Tivemos de permitir que ela seguisse e atingisse sua força total, e nesse ponto os continentes de Atlântida e Lemúria tiveram o seu fim catastrófico. Ambos os continentes foram arrasados! Lemúria era mais vulnerável, e aquela infeliz massa de terra chegou a desintegrar-se; enquanto que a Atlântida, sendo um continente mais estável, fragmentou-se em meia dúzia de pedaços antes de ser inundada pelas águas do oceano.”

Então falha o velho: “Sim, os vários fragmentos da Atlântida submergiram sob a superfície da água. E agora, depois de dezenas de milhares de anos, ficou totalmente coberta pelos detritos oceânicos que se acumularam lentamente sobre ela. No entanto, à medida que a Terra for sofrendo terremotos e convulsões submarinas, cada vez aparecerão mais partes da Atlântida, novamente descobertas. Uma modificação cíclica da Terra será anunciada quando as massas de terra da Atlântida voltarem à superfície, quando as montanhas voltarem a ser relevo submarino.

Antes da submersão da Atlântida, nossos pais e avós tinham realizado muita coisa. Ensinaram-nos que o Todo-Poderoso este presente em todo o universo. Tínhamos aprendido a traçar os ciclos do universo e a equacionar esses ciclos com os ciclos do tempo, os ciclos da história e os ciclos da humanidade. O nosso conhecimento da energia nos foi dado por nossos antepassados.

Tinham-nos ensinado a construir uma estrutura – uma estrutura para abrigar as ciências; essa mesma estrutura abrigava a religião; essa mesma estrutura encerrava o conhecimento. Essa estrutura armazenava a energia, e era simultaneamente a emissora e a produtora dessa energia. Todos nós e nossas máquinas tínhamos poder ou energia por meio dessa estrutura única. As nossas mentes, bem como nossos corpos, eram nutridos por essa estrutura. Os nossos corpos foram formados por meio dessa estrutura.

Sim – essa estrutura é a pirâmide! Bastava-nos uma, e essa estrutura foi um projeto da antiga sabedoria de Maoth, o mundo interior.

Alguns de nossos antepassados de Maoth fundaram e colonizaram a Atlântida na superfície da Terra, como experiência para ver se o progresso dos atlantes na superfície seria paralelo ao do mundo interior. Sabiam da existência de Lemúria, que estava progredindo por seus meios em sua cadeia normal de evolução sobre a superfície. Os habitantes de Maoth também sabiam que os atlantes ultrapassariam os lemurianos em desenvolvimento em um breve período de tempo. E isso ocorreu, com efeito.

Os atlantes erigiram uma estrutura de pirâmide em seu continente, semelhante ao dos maothanos na terra dentro da Terra. No entanto, não perceberam que a atração de energia para a pirâmide da Atlântida estava-se tornando violentamente desequilibrada. Esse desequilíbrio ocorreu porque a pirâmide estava exposta diretamente às energias do universo.

A mesma estrutura dentro do mundo só tinha acesso à energia cósmica que se filtrava pela crosta terrestre. Na superfície, porém, não havia nada para filtrar – para regular – a quantidade de energia atraída e absorvida pela estrutura da Atlântida.

O equilíbrio de polaridade entre as superfícies externa e interna começou a modificar-se, tornando-se excêntrico. Com o passar dos milênios, a diferença entre o potencial elétrico tornou-se mais intensa e ameaçadora, até que afinal o potencial de compensação, que é uma lei básica da natureza, procurou estabilizar esse grande acúmulo de energia, e surgiu a centelha.”

(pp. 291-294)

A mulher continua a narrativa. “Começamos a reconstruir. Construímos a nossa civilização de estrutura de pirâmide em todos os sete pontos de nossa distribuição. Cada uma de nossas pirâmides era exatamente igual à original de Atlântida. Guardava o depósito de energia. Era o repositório da sabedoria. Era o centro da nossa religião. Novamente, toda a energia necessária era obtida da pirâmide; e, sm, agora éramos mais sábios. Sabíamos como atrair justo a energia suficiente a ser armazenada nessa pirâmide. A energia em excesso potencialmente acumulada era automaticamente derivada ou liberada, pois não queríamos que ficassem presa como antes.

A energia eletromagnética e cósmica era colhida no vértice pelo controle do cristal-mestre, e depositada na parte inferior da pirâmide. A nossa sabedoria e conhecimentos eram guardados no meio, ou parte central; a nossa religião ficava perto do vértice.

A pirâmide foi projetada novamente para que os iniciados – os que se querem tornar religiosos – tivessem de passar pela pirâmide em passos determinados. Os que não conseguiam alcançar o mestrado do plano de iniciados eram reabsorvidos, pois desde que o indivíduo se torna iniciado, mesmo um pouquinho de conhecimento pode ser perigoso, se não for tratado devidamente.”

(pp. 296-297)

Os Ritos da Iniciação

Passa a falar o velho. “Resolvemos realizar uma experiência para ver se podíamos levar alguns dos seres da superfície de volta a algumas das formas básicas de conhecimento e sabedoria. Fizemos reviver no espírito dos sobreviventes o significado da estrutura da pirâmide na região deles, mas os limitamos a utilizá-las só para fins religiosos. Eles aprenderam a temer a luz e temer as trevas. Ensinamos-lhes a temerem a si mesmos e depois a temerem o desconhecido, pois tínhamos de ensinar-lhes a não temer – a ver através e além de seus temores. Eles passaram pelos ritos da iniciação exatamente da mesma maneira que existem os nossos ritos da iniciação.

Foram colocados na pirâmide, no escuro total. Cabia a eles encontrar vários pontos de onde se pudessem desenvolver e alcançar o plano de conhecimento seguinte. A pirâmide é construída de modo a ter câmaras ocultas, portas e corredores ocultos, equivalentes a várias provas, tribulações e recompenças – ou a morte.

O primeiro temor que criamos nos iniciados foi o medo do escuro. Eles foram lançados no corredor inicial do labirinto. Dali o iniciado tinha de encontrar a sua primeira câmara. A planta da pirâmide fora desenhada de modo a colocar essa primeira câmara embaixo. Depois que o iniciado chegava à câmara mais baixa, num escuro total, o seu medo ou o absorvia ou o iluminava. O passo seguinte era fazê-lo defrontar-se com o desconhecido.

A câmara e o corredor eram inundados de água. Numa escuridão total, o iniciado estão tinha de tomar a seguinte resolução; ou aceitar o destino que se lhe deparava e mover-se com ele, ou lutar e no fim perder. Aqueles que aceitaram de boa vontade e com fé a inundação da câmara e do corredor aprenderam, ao flutuar sobre a água, que flutuavam para outro corredor superior; e continuariam a flutuar até o topo. Mas esse topo estava fechado – não tinha abertura. Se o iniciado não desistisse, veria que a inundação parava bem a tempo e a água recuava devagar, levando-o de volta à câmara inferior. Uma vez lá, o iniciado tinha de aprender de novo, por meio de sua própria intuição, que tinha de ver, mas não com seus olhos. Tinha de ver com os olhos da mente. Sua intuição devia ver por ele, assim como um cego ‘vê’ mais do que uma pessoa que vê. O iniciado tinha de ver o que aprendera dessa experiência; pois, afinal, descer por um corredor escuro como breu para uma câmara vazia e depois de repente sentir a água jorrar para dentro, levando-o flutuando por um poço vertical até um fim é um coisa que o devia esclarecer. Ele devia ver uma luz em sua mente que o fizesse compreender que havia algum lugar para onde ele devia ir – alguma porta secreta que ele ainda tinha de encontrar. Ele aprendeu a ver com os olhos dos sentido – os olhos da mente.”

A mulher fala então: “A primeira câmara, ou a inferior, é construída de modo a serem lisos o seu teto e a parte superior de suas paredes, para que o corpo do iniciado não se machuque muito durante o processo de flutuação.

Depois que o iniciado não conseguia localizar o poço pelo qual flutuou, sua decisão seguinte seria voltar pelo caminho por onde veio. Como o corredor descendente é muito comprido, ele mais cedo ou mais tarde compreenderia que podia haver uma abertura para outro corredor de dentro do corredor descendente. Por fim ele chegava à decisão certa e começava a sua caminhada subindo o corredor descendente. Numa escuridão total, ele tinha de tatear fisicamente com as mãos em volta de si – ‘vendo’ com seu sentido do tato. Em algum lugar nas paredes do corredor, ele por fim encontrava umas ranhuras. Nas proximidades dessas ranhuras haveria uma pedra diferente ao tato, tendo uma composição diferente da do resto das pedras no corredor. Encontrado isso, o iniciado devia – e a maior parte o conseguia – raciocinar corretamente que aquilo era a entrada para outra câmara ou corredor.”

O homem fala: “Agora cabia ao iniciado determinar de que modo essa pedra se moveria – se abriria para lhe dar passagem. Bastava o iniciado recitar direito um salmo que lhe era ensinado, sem lhe darem o motivo, durante o estágio preparatório. Depois de recitar o salmo corretamente, com a devida entonação, os mestres mais velhos faziam com que se abrisse essa grande porta maciça.

Essa porta é uma porta muito vigiada, e muitas pessoas que por ali passaram entre as iniciações, ou os nômades que entraram por acaso, não poderiam abri-la. A porta na verdade é feita em três partes, uma atrás da outra. Hoje são chamadas de tampões, mas eram as portas verdadeiras pelas quais a entrada ao corredor ascendente principal era fechada, proibindo a entrada aos não-iniciados.

As portas abriam-se de tal maneira que o iniciado tinha de rastejar em volta para encontrar o local. Havia apenas espaço suficiente para ele passar, espremendo-se. Transposta a primeira porta, ele via que tinha de se espremer por outra, mas então tinha de descansar, e nesse período de repouso o iniciado aprendia a dedicação. Aprendia que a vida tem muitos obstáculos difíceis a vencer. Se ele descansasse demais, as portas começavam a fechar-se; a essa altura ele tinha de se apressar e começar a se espremer pela segunda porta, e aí as coisas paravam de fechar. Depois de passar pela segunda porta, ele novamente se encontrava num local estreito, com mais uma porta. Então o iniciado se perguntava quantas portas ele teria de passar, espremendo-se, para alcançar a sua meta. Aqueles que tivessem conseguido intuição suficiente adivinhariam que havia só mais uma terceira porta a transpor, e com essa idéia na cabeça descansavam menos da segunda vez do que da primeira. Aqueles que se sentiam desesperançados, descansando mais, veriam que a porta novamente começava a se fechar. Os que não se apressavam o suficiente, terminavam sua iniciação, bem como sua existência, nesse ponto.

Tendo transposto a terceira porta, o iniciado percebia que o corredor era muito comprido – uma passagem pela qual ele novamente tinha de rastejar, agarrando-se, subindo para alcançar a outra extremidade. Ao chegar lá, o corredor dava para uma câmara vasta, imensa. O iniciado mais uma vez tinha de aprender a ver com uma parte diferente de seus sentidos. Como o cego que confia em seu sendo de audição, o iniciado de rápida apreensão aprendia então a ‘ver’ com seus ouvidos. Não sendo mais obrigado a rastejar, ele conseguia encontrar prontamente a extremidade da câmara, vendo-a com seus ouvidos – o que o levava à fase seguinte de sua iniciação.”

Fala a mulher: “Aqueles que não compreediam que podiam encontrar seu caminho pelo sentido da audição, tateavam de um lado para outro, na câmara. Pensavam que era uma sala sólida com paredes muito altas que eles não podiam escalar para alcançar o teto. Alguns faziam circuitos completos em volta da câmara, sem sentirem nem perceberem que um dos lados dessa imensa câmara continha um corredor através do qual eles podiam encontrar uma saída, entrando num outro corredor; e ainda outros não percebiam que, depois de terem rastejado até o ponto de junção que lhes permitia ficar de pé, o corredor se dividia em duas direções.

Alguns iniciados levavam muito tempo para perceber a planta baixa dessa vasta câmara. Os que não conseguiam localizar qualquer das extremidades da câmara, chegavam a desistir. Esperavam durante dias e dias até que por fim eram levados para fora da pirâmide e aí o seu iniciado, bem como sua vida, estava terminado.

O iniciado que descobria o ponto de junção no momento em que conseguia se pôr de pé defrontava-se com outra decisão: qual o caminho a tomar. Alguns continuavam sua caminhada pelo rumo horizontal reto, enquanto outros continuavam pelo piso ascendente da câmara imensa – recitando seu salmo para chegar à outra extremidade. O curioso é que a maior parte dos iniciados escolhia o rumo reto e alcançava a câmara que estava ao fim desse corredor reto e horizontal. Os iniciados que preferiam subir à câmara, em vez de seguir o corredor horizontal, não encontravam uma entrada aberta na outra extremidade da câmara, para então seguirem o corredor horizontal.”

Ele fala: “Nessa câmara há um altar; e uma imagem do nosso Deus, feito do metal e pedras preciosas mais raros, estava embutida numa das paredes da câmara. Uma vez que o iniciado entrava nessa câmara, tinha de observar um prolongado período de jejum e meditação. Não tinha permissão de sair daquela câmara até que experimentasse um período de paz interior.

Três mestre aproximavam-se dele e lhe ensinavam a ver e saber por meio dos sentidos. Um lhe ensinava os mistérios do sentido do tato, o outro, da audição, e o terceiro, os do olfato. Completado o período de iniciação, na câmara pequena, o iniciado tinha permissão para voltar ao ponto da junção.

Ele então tinha de continuar a sua subida pela câmara comprida. Ao chegar ao topo, tinha de transpor um imenso degrau, no fim do qual havia um túnel pequeno e curto pelo qual tinha de rastejar.

Mais uma vez, ele se deparava com um obstáculo em forma de uma porta. Essas portas, sem que ele o soubesse, estavam colocadas permanentemente no local. Não eram mais para serem movidas mecanicamente. O que o iniciado tinha de aprender era que ele agora tinha de esforçar-se fisicamente, vencendo o obstáculo em seu caminho, escalando-o. Esse ato em si era difícil e, feito isso, ele encontrava outro túnel pequeno e curto.

Sua capacidade de ver que teria de escalar o obstáculo como uma porta era apresentada ao seu sentido do olfato, pelo aroma de ervas cujo cheiro ele tinha de aprender a conhecer e seguir.

Depois de rastejar para atravessar o último túnel, pequeno e curto, o iniciado por fim conseguia entrar no templo propriamente dito, onde cinco mestres idosos agora o atendiam. Eles lhe ensinavam os sentidos restantes do corpo e do espírito. Depois ensinavam a controlar seus sentidos. Ele aprendeu a qualidade física de seu corpo, e como controlar cada órgão. Treinavam-no para diminuir o ritmo de suas funções orgânicas ao ponto dele transcender o estado de sono e entrar num estado de animação suspensa. Ele tinha de aprender a respeito de suas funções orgânicas completa e totalmente dentro de 40 dias.

Depois que os mestres se convenciam de que ele tinha suficiente controle e conservação de suas funções orgânicas, colocavam-no num recipiente e o lacravam. Nesse ponto, o iniciado tinha de diminuir o ritmo das funções fisiológicas de seu corpo ao ponto de poder existir naquele recipiente hermético e lacrado durante três períodos consecutivos e inclusivos de 24 horas. Quando o recipiente era aberto, ele devia ser capaz de reanimar o seu corpo e continuar a iniciação. Se ele não conseguisse ter um controle total sobre suas funções orgânicas, então claro que terminava seus ritos de iniciação dentro do recipiente lacrado.

Tendo reanimado seu corpo, o iniciado era então levado pelos cinco mestres por uma porta secreta na parede do templo e conduzido por uma escada comprida e tortuosa, que subia para um templo muito maior, contendo apenas uma mesa.Ele se deitava de costas sobre essa mesa e os mestres ligavam cabos a seus tornozelos e pulsos. Um grande cristal era colocado sobre sua testa. Mandavam que o iniciado mantivesse os olhos fechados e que tornasse a pôr o corpo num estado de animação suspensa. Então o teto da sala se abria, mostrando que o vértice realmente se movia, expondo a câmara a toda a força da energia cósmica.

A força energética, capaz de cegar o não-iniciado, também fazia com que o iniciado no rito deixasse seu corpo e entrasse no cristal em sua testa, e nesse momento ele entrava em comunhão perfeita com o Poder Todo-Poderoso. A ele então eram confiados todos os segredos do universo. Via-se um brilho azul em volta de seu corpo físico, que se transformava no corpo de um mestre. A pedra do topo da pirâmide voltava ao lugar, voltando a ser o teto da câmara do rito da energia cósmica. Alguns momentos depois, o azul fundia-se no corpo do iniciado e eram retirados os quatro cabos e o cristal.

O iniciado, já mestre neófito, era vestido com a roupa branca tradicional. Depois ele saía, conduzindo os anciãos por uma segunda escada secreta, que ele conhecia então intuitivamente, e entrava na câmara da instrução universal. Essa sala, junto com o resto do mundo, seria sua universidade.”

(pp. 299-305)

Ele fala: “Quando as pirâmides foram lacradas, foram largadas num estado que dava a impressão de que nunca tinham sido completadas. O desenho da pirâmide é tal que o vértice, a parte superior da estrutura, que contém a captação de energia e a capacidade de conversão, é facilmente removível. Não precisávamos mais dela, porque íamos voltar para o Centro, de modo que a enterramos no solo nas vizinhanças de cada pirâmide. Depois que o vértice é retirado da pirâmide, ela não possui mais a capacidade de captar energia, de converter, gerar e regenerar, transmitir e amplificar.

A comissão de anciãos resolveu que se surgisse o momento em que um desastre espontâneo exterminasse Maoth, algumas provas e conhecimentos deviam ser transmitidos aos homens da superfície que estavam-se desenvolvendo; portanto, a noção de onde está enterrado o vértice e certas fórmulas que permitem o usuário ativar novamente a pirâmide foram colocadas numa câmara secreta dentro da pirâmide. Ficou resolvido que a Grande Pirâmide do Egito encerraria essas informações, enquanto as outras pirâmides espalhadas pelo mundo contêm informações específicas que governam as leis da ciência, história e o universo. A câmara secreta contendo esse conhecimento está dentro de um dos tampões de granito no corredor ascendente da Grande Pirâmide do Egito.

Outra grande pirâmide no Egito, chamada a Pirâmide curva, contém os motivos da interação de várias pirâmides menores no Egito e como interligar as funções de todas as pirâmides em todo o mundo. O dispositivo gerador-conversor de energia também será encontrado na Pirâmide Curva. Sim, é um cristal. Os que têm uma forma de bola não são as fontes primárias, e sim secundárias, que na verdade são os tradutores – os dispositivos de comunicação – que lhes permitem comunicar-se com os maothanos em todo o mundo e o universo. Uma dessas bolas de cristal já foi encontrada e tirada de uma das pirâmides secundárias da Atlântida.”

Ela fala: “A bola de cristal em si é inútil. Deve ser utilizada da maneira como foi encontrada, mas ainda falta muito tempo para que as portas daquela pirâmide se abram de novo, dando acesso a ela.”

(pp. 307-308)

Fonte: As profecias da pirâmide, Max Toth, Editora Record, 1979, Rio de Janeiro, RJ.

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As pirâmides chinesas

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

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Um legado extraterrestre?

De acordo com a lenda chinesa, as mais de cem pirâmides descobertas na China são o legado de visitantes extraterrestres.

Na virada do século, dois comerciantes australianos se encontravam numa vasta área nas planícies de Qin Chuan, na China central. Lá eles descobriram mais de cem pirâmides. Quando eles perguntaram ao guarda de um monastério local sobre elas, foi-lhes dito que, de acordo com os registros guardados no monastério, as pirâmides são consideradas “muito velhas”. Visto que os registros tinham mais de 5000 anos, podemos apenas imaginar a idade das pirâmides propriamente ditas.

Foi dito aos comerciantes que as pirâmides pertenciam à uma era quando os “velhos imperadores” reinavam na China, e que os imperadores sempre enfatizavam o fato de que eles não eram originários da Terra. Eles eram descendentes dos “filhos do céu, que estrondosamente desceram a esse planeta em seus dragões de metal ardente”. Foi dito aos comerciantes que as pirâmides haviam sido construídas por visitantes do espaço sideral.

Zonas proibidas

Em março de 1994 eu visitei a China. Viajei para as “zonas proibidas” ao redor da cidade de Xian na China central, província de Shensi, onde encontrei seis das legendárias pirâmides. Quando eu retornei em outubro de 1994, levei uma câmera comigo e gravei aproximadamente 18 minutos de filmagem. Ao assistir a filmagem mais tarde em casa, checando as seqüências em zoom, eu pude ver mais pirâmides ao fundo. Até agora eu contei mais de cem pirâmides numa área de 2000 quilômetros quadrados!

Algumas dessas pirâmides estão agora em condições muito precárias, principalmente por serem pilhadas por fazendeiros e residentes locais. As pirâmides são geralmente feitas de argila e terra, não de pedras, e alguns fazendeiros coletaram-nas para levar material para seus campos e casas. É uma pena, mas assim é.

Eu tive muita dificuldade em conseguir permissão para continuar minha investigação desses espetaculares artefatos. O governo chinês é muito protetor em relação a eles e não permite escavações. As únicas informações que consegui colher vieram de um arqueólogo chinês chamado Professor Xia Nai, que disse que qualquer escavação seria o trabalho da próxima geração de cientistas chineses. O governo chinês já plantou coníferas de crescimento rápido sobre as pirâmides, de tal maneira que em vinte anos eles poderão dizer: “Que pirâmides ? Elas são apenas colinas naturais com árvores crescendo sobre elas.” Sou levado a me perguntar o que eles estão tentando encobrir.

A grande Pirâmide Branca

Todas as pirâmides de que tenho conhecimento estão situadas nas planícies de Qin Chuan e diferem em tamanho entre 25 e 100 metros de altura. Todas, exceto uma. Ao norte, no vale de Qin Lin, encontra-se o que se tornou conhecido como a Grande Pirâmide Branca. Ela é imensa, aproximadamente 300 metros de altura ! Eu diria que essa é a mãe de todas as pirâmides chinesas.

Outro ponto interessante sobre a Grande Pirâmide Branca, e talvez a razão pela qual o governo chinês me recusou permissão para ir lá, é a seguinte. Nas proximidades o governo chinês construiu uma plataforma de lançamento para seu programa espacial e , claro, a área é restrita para todos os estrangeiros. Os chineses são até mais paranóicos que os americanos, eu acho!

A conexão México

As pirâmides chinesas são muito similares àquelas encontradas na Mesoamérica (México, Guatemala, etc). Quando pela primeira vez vi as pirâmides chinesas, imediatamente me vieram à mente outras pirâmides que eu vira nas florestas do Yucatan.

Quando essas pirâmides mexicanas foram descobertas, elas também estavam cobertas com vegetação, e pareciam idênticas às pirâmides na planície de Qin Chuan. A semelhança é realmente espantosa. Talvez elas foram construídas pelos mesmos “filhos do céu”? Atualmente eu estou na trilha de um outro interessante mistério na China. Na área central da China, não longe das pirâmides de Qin Chuan, ouvi falar de um povo que são supostamente descendentes vivos de ancestrais alienígenas. Pretendo ir lá ao final desse ano ou no próximo, e se eu descobrir algum extraterrestre passeando por lá, prometo avisa-los.

Para finalizar gostaria de chamar sua atenção para o trabalho de um proeminente autor de Viena, Peter Krassa. Ele escreveu dois excelentes livros sobre sinais alienígenas na China, o primeiro publicado em 1974, o segundo em 1984. Peter me acompanhou até Qin Chuan em março de 1994, e é co-autor de meu segundo livro, “Satelitten der Gotter” (Satélites dos Deuses). Infelizmente esse livro ainda não está publicado na Grã Bretanha.

Fontes: HARTWIG HAUSDORF – “The White Pyramid” e “Satellites of the Gods” – National Geografic.

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