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Pirâmides, Atlântida e Lemúria

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

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Então o homem começa a falar: “Filho, como você duvida de seus antepassados, e só sabe pouca coisa sobre a origem do homem no seu mundo, assim também nós tínhamos dúvidas sobre os nossos antepassados. O nosso conhecimento, as nossas informações, os nossos documentos escritos, nossa documentação são tão escassos quanto os seus. Só nos permitem saber e sentir que os nossos antepassados – que também são os seus – vieram da civilização chamada Maoth, que – sim – ainda existe no centro da Terra. Qual a origem deles, não sabemos.

Nascemos e aprendemos no continente que vocês hoje chamam de Atlântida. Naquela época havia outro continente, localizado no oceano Pacífico, conhecido por vocês como Lemúria, cuja população não era tão rica em conhecimentos e capacidade técnica.

Os lemurianos estavam na fase de exploração com suas ciências limitadas. Só tinham criado a tecnologia para as viagens pela água; e desse modo estavam-se preparando para explorar e se instalar em outras partes do globo.

Nós, da Atlântida, porém, possuíamos não só a capacidade de viajar pelas águas, como ainda a capacidade de viajar dentro da água; e a capacidade de viajar no ar, e podíamos visitar outras civilizações no universo e depois voltar a Maoth.

Antes de existirem a Atlântida e a Lemúria, houve períodos de convulsões e destruição que devastaram as terras tanto no interior como na superfície da Terra. Esses fatos têm de ocorrer em todos os ciclos.”

A velha concorda, meneando a cabeça, e pega o fio da história.

“Entende, filha, tínhamos conseguido uma grande habilidade em captar a energia de dentro da Terra e a energia cósmica do universo, mas não sabíamos que estávamos colhendo demais. Tampouco tínhamos os conhecimentos ou a capacidade de armazenar o que tínhamos colhido. Para esclarecer isso em sua cabeça, pense no que acontece com as frutas e legumes, produtos da terra. Como você sabe, se colhermos produtos demais e estes não forem devidamente armazenados, eles simplesmente apodrecem e se decompõem. Quando a energia é colhida e não é totalmente consumida, ela continua a se acumular, nunca se dissipando, mas tornando-se cada vez maior. Quanto maior se torna a energia, menos controlável ela será – e foi isso que aconteceu.

Tínhamos atraído mais energia do que éramos capazes de armazenar ou consumir. Consequentemente, ela se descarregou de nossa pilha numa centelha gigantesca, viajando entre o Pólo Norte e o Pólo Sul. Essa centelha foi tão grande que causou uma catástrofe que não tínhamos previsto, nem poderíamos jamais conceber, nem mesmo com toda a nossa habilidade técnica e nossa sabedoria secular.

Gerada essa centelha, ocorreu uma reação em cadeia, que não pôde ser detida. Tivemos de permitir que ela seguisse e atingisse sua força total, e nesse ponto os continentes de Atlântida e Lemúria tiveram o seu fim catastrófico. Ambos os continentes foram arrasados! Lemúria era mais vulnerável, e aquela infeliz massa de terra chegou a desintegrar-se; enquanto que a Atlântida, sendo um continente mais estável, fragmentou-se em meia dúzia de pedaços antes de ser inundada pelas águas do oceano.”

Então falha o velho: “Sim, os vários fragmentos da Atlântida submergiram sob a superfície da água. E agora, depois de dezenas de milhares de anos, ficou totalmente coberta pelos detritos oceânicos que se acumularam lentamente sobre ela. No entanto, à medida que a Terra for sofrendo terremotos e convulsões submarinas, cada vez aparecerão mais partes da Atlântida, novamente descobertas. Uma modificação cíclica da Terra será anunciada quando as massas de terra da Atlântida voltarem à superfície, quando as montanhas voltarem a ser relevo submarino.

Antes da submersão da Atlântida, nossos pais e avós tinham realizado muita coisa. Ensinaram-nos que o Todo-Poderoso este presente em todo o universo. Tínhamos aprendido a traçar os ciclos do universo e a equacionar esses ciclos com os ciclos do tempo, os ciclos da história e os ciclos da humanidade. O nosso conhecimento da energia nos foi dado por nossos antepassados.

Tinham-nos ensinado a construir uma estrutura – uma estrutura para abrigar as ciências; essa mesma estrutura abrigava a religião; essa mesma estrutura encerrava o conhecimento. Essa estrutura armazenava a energia, e era simultaneamente a emissora e a produtora dessa energia. Todos nós e nossas máquinas tínhamos poder ou energia por meio dessa estrutura única. As nossas mentes, bem como nossos corpos, eram nutridos por essa estrutura. Os nossos corpos foram formados por meio dessa estrutura.

Sim – essa estrutura é a pirâmide! Bastava-nos uma, e essa estrutura foi um projeto da antiga sabedoria de Maoth, o mundo interior.

Alguns de nossos antepassados de Maoth fundaram e colonizaram a Atlântida na superfície da Terra, como experiência para ver se o progresso dos atlantes na superfície seria paralelo ao do mundo interior. Sabiam da existência de Lemúria, que estava progredindo por seus meios em sua cadeia normal de evolução sobre a superfície. Os habitantes de Maoth também sabiam que os atlantes ultrapassariam os lemurianos em desenvolvimento em um breve período de tempo. E isso ocorreu, com efeito.

Os atlantes erigiram uma estrutura de pirâmide em seu continente, semelhante ao dos maothanos na terra dentro da Terra. No entanto, não perceberam que a atração de energia para a pirâmide da Atlântida estava-se tornando violentamente desequilibrada. Esse desequilíbrio ocorreu porque a pirâmide estava exposta diretamente às energias do universo.

A mesma estrutura dentro do mundo só tinha acesso à energia cósmica que se filtrava pela crosta terrestre. Na superfície, porém, não havia nada para filtrar – para regular – a quantidade de energia atraída e absorvida pela estrutura da Atlântida.

O equilíbrio de polaridade entre as superfícies externa e interna começou a modificar-se, tornando-se excêntrico. Com o passar dos milênios, a diferença entre o potencial elétrico tornou-se mais intensa e ameaçadora, até que afinal o potencial de compensação, que é uma lei básica da natureza, procurou estabilizar esse grande acúmulo de energia, e surgiu a centelha.”

(pp. 291-294)

A mulher continua a narrativa. “Começamos a reconstruir. Construímos a nossa civilização de estrutura de pirâmide em todos os sete pontos de nossa distribuição. Cada uma de nossas pirâmides era exatamente igual à original de Atlântida. Guardava o depósito de energia. Era o repositório da sabedoria. Era o centro da nossa religião. Novamente, toda a energia necessária era obtida da pirâmide; e, sm, agora éramos mais sábios. Sabíamos como atrair justo a energia suficiente a ser armazenada nessa pirâmide. A energia em excesso potencialmente acumulada era automaticamente derivada ou liberada, pois não queríamos que ficassem presa como antes.

A energia eletromagnética e cósmica era colhida no vértice pelo controle do cristal-mestre, e depositada na parte inferior da pirâmide. A nossa sabedoria e conhecimentos eram guardados no meio, ou parte central; a nossa religião ficava perto do vértice.

A pirâmide foi projetada novamente para que os iniciados – os que se querem tornar religiosos – tivessem de passar pela pirâmide em passos determinados. Os que não conseguiam alcançar o mestrado do plano de iniciados eram reabsorvidos, pois desde que o indivíduo se torna iniciado, mesmo um pouquinho de conhecimento pode ser perigoso, se não for tratado devidamente.”

(pp. 296-297)

Os Ritos da Iniciação

Passa a falar o velho. “Resolvemos realizar uma experiência para ver se podíamos levar alguns dos seres da superfície de volta a algumas das formas básicas de conhecimento e sabedoria. Fizemos reviver no espírito dos sobreviventes o significado da estrutura da pirâmide na região deles, mas os limitamos a utilizá-las só para fins religiosos. Eles aprenderam a temer a luz e temer as trevas. Ensinamos-lhes a temerem a si mesmos e depois a temerem o desconhecido, pois tínhamos de ensinar-lhes a não temer – a ver através e além de seus temores. Eles passaram pelos ritos da iniciação exatamente da mesma maneira que existem os nossos ritos da iniciação.

Foram colocados na pirâmide, no escuro total. Cabia a eles encontrar vários pontos de onde se pudessem desenvolver e alcançar o plano de conhecimento seguinte. A pirâmide é construída de modo a ter câmaras ocultas, portas e corredores ocultos, equivalentes a várias provas, tribulações e recompenças – ou a morte.

O primeiro temor que criamos nos iniciados foi o medo do escuro. Eles foram lançados no corredor inicial do labirinto. Dali o iniciado tinha de encontrar a sua primeira câmara. A planta da pirâmide fora desenhada de modo a colocar essa primeira câmara embaixo. Depois que o iniciado chegava à câmara mais baixa, num escuro total, o seu medo ou o absorvia ou o iluminava. O passo seguinte era fazê-lo defrontar-se com o desconhecido.

A câmara e o corredor eram inundados de água. Numa escuridão total, o iniciado estão tinha de tomar a seguinte resolução; ou aceitar o destino que se lhe deparava e mover-se com ele, ou lutar e no fim perder. Aqueles que aceitaram de boa vontade e com fé a inundação da câmara e do corredor aprenderam, ao flutuar sobre a água, que flutuavam para outro corredor superior; e continuariam a flutuar até o topo. Mas esse topo estava fechado – não tinha abertura. Se o iniciado não desistisse, veria que a inundação parava bem a tempo e a água recuava devagar, levando-o de volta à câmara inferior. Uma vez lá, o iniciado tinha de aprender de novo, por meio de sua própria intuição, que tinha de ver, mas não com seus olhos. Tinha de ver com os olhos da mente. Sua intuição devia ver por ele, assim como um cego ‘vê’ mais do que uma pessoa que vê. O iniciado tinha de ver o que aprendera dessa experiência; pois, afinal, descer por um corredor escuro como breu para uma câmara vazia e depois de repente sentir a água jorrar para dentro, levando-o flutuando por um poço vertical até um fim é um coisa que o devia esclarecer. Ele devia ver uma luz em sua mente que o fizesse compreender que havia algum lugar para onde ele devia ir – alguma porta secreta que ele ainda tinha de encontrar. Ele aprendeu a ver com os olhos dos sentido – os olhos da mente.”

A mulher fala então: “A primeira câmara, ou a inferior, é construída de modo a serem lisos o seu teto e a parte superior de suas paredes, para que o corpo do iniciado não se machuque muito durante o processo de flutuação.

Depois que o iniciado não conseguia localizar o poço pelo qual flutuou, sua decisão seguinte seria voltar pelo caminho por onde veio. Como o corredor descendente é muito comprido, ele mais cedo ou mais tarde compreenderia que podia haver uma abertura para outro corredor de dentro do corredor descendente. Por fim ele chegava à decisão certa e começava a sua caminhada subindo o corredor descendente. Numa escuridão total, ele tinha de tatear fisicamente com as mãos em volta de si – ‘vendo’ com seu sentido do tato. Em algum lugar nas paredes do corredor, ele por fim encontrava umas ranhuras. Nas proximidades dessas ranhuras haveria uma pedra diferente ao tato, tendo uma composição diferente da do resto das pedras no corredor. Encontrado isso, o iniciado devia – e a maior parte o conseguia – raciocinar corretamente que aquilo era a entrada para outra câmara ou corredor.”

O homem fala: “Agora cabia ao iniciado determinar de que modo essa pedra se moveria – se abriria para lhe dar passagem. Bastava o iniciado recitar direito um salmo que lhe era ensinado, sem lhe darem o motivo, durante o estágio preparatório. Depois de recitar o salmo corretamente, com a devida entonação, os mestres mais velhos faziam com que se abrisse essa grande porta maciça.

Essa porta é uma porta muito vigiada, e muitas pessoas que por ali passaram entre as iniciações, ou os nômades que entraram por acaso, não poderiam abri-la. A porta na verdade é feita em três partes, uma atrás da outra. Hoje são chamadas de tampões, mas eram as portas verdadeiras pelas quais a entrada ao corredor ascendente principal era fechada, proibindo a entrada aos não-iniciados.

As portas abriam-se de tal maneira que o iniciado tinha de rastejar em volta para encontrar o local. Havia apenas espaço suficiente para ele passar, espremendo-se. Transposta a primeira porta, ele via que tinha de se espremer por outra, mas então tinha de descansar, e nesse período de repouso o iniciado aprendia a dedicação. Aprendia que a vida tem muitos obstáculos difíceis a vencer. Se ele descansasse demais, as portas começavam a fechar-se; a essa altura ele tinha de se apressar e começar a se espremer pela segunda porta, e aí as coisas paravam de fechar. Depois de passar pela segunda porta, ele novamente se encontrava num local estreito, com mais uma porta. Então o iniciado se perguntava quantas portas ele teria de passar, espremendo-se, para alcançar a sua meta. Aqueles que tivessem conseguido intuição suficiente adivinhariam que havia só mais uma terceira porta a transpor, e com essa idéia na cabeça descansavam menos da segunda vez do que da primeira. Aqueles que se sentiam desesperançados, descansando mais, veriam que a porta novamente começava a se fechar. Os que não se apressavam o suficiente, terminavam sua iniciação, bem como sua existência, nesse ponto.

Tendo transposto a terceira porta, o iniciado percebia que o corredor era muito comprido – uma passagem pela qual ele novamente tinha de rastejar, agarrando-se, subindo para alcançar a outra extremidade. Ao chegar lá, o corredor dava para uma câmara vasta, imensa. O iniciado mais uma vez tinha de aprender a ver com uma parte diferente de seus sentidos. Como o cego que confia em seu sendo de audição, o iniciado de rápida apreensão aprendia então a ‘ver’ com seus ouvidos. Não sendo mais obrigado a rastejar, ele conseguia encontrar prontamente a extremidade da câmara, vendo-a com seus ouvidos – o que o levava à fase seguinte de sua iniciação.”

Fala a mulher: “Aqueles que não compreediam que podiam encontrar seu caminho pelo sentido da audição, tateavam de um lado para outro, na câmara. Pensavam que era uma sala sólida com paredes muito altas que eles não podiam escalar para alcançar o teto. Alguns faziam circuitos completos em volta da câmara, sem sentirem nem perceberem que um dos lados dessa imensa câmara continha um corredor através do qual eles podiam encontrar uma saída, entrando num outro corredor; e ainda outros não percebiam que, depois de terem rastejado até o ponto de junção que lhes permitia ficar de pé, o corredor se dividia em duas direções.

Alguns iniciados levavam muito tempo para perceber a planta baixa dessa vasta câmara. Os que não conseguiam localizar qualquer das extremidades da câmara, chegavam a desistir. Esperavam durante dias e dias até que por fim eram levados para fora da pirâmide e aí o seu iniciado, bem como sua vida, estava terminado.

O iniciado que descobria o ponto de junção no momento em que conseguia se pôr de pé defrontava-se com outra decisão: qual o caminho a tomar. Alguns continuavam sua caminhada pelo rumo horizontal reto, enquanto outros continuavam pelo piso ascendente da câmara imensa – recitando seu salmo para chegar à outra extremidade. O curioso é que a maior parte dos iniciados escolhia o rumo reto e alcançava a câmara que estava ao fim desse corredor reto e horizontal. Os iniciados que preferiam subir à câmara, em vez de seguir o corredor horizontal, não encontravam uma entrada aberta na outra extremidade da câmara, para então seguirem o corredor horizontal.”

Ele fala: “Nessa câmara há um altar; e uma imagem do nosso Deus, feito do metal e pedras preciosas mais raros, estava embutida numa das paredes da câmara. Uma vez que o iniciado entrava nessa câmara, tinha de observar um prolongado período de jejum e meditação. Não tinha permissão de sair daquela câmara até que experimentasse um período de paz interior.

Três mestre aproximavam-se dele e lhe ensinavam a ver e saber por meio dos sentidos. Um lhe ensinava os mistérios do sentido do tato, o outro, da audição, e o terceiro, os do olfato. Completado o período de iniciação, na câmara pequena, o iniciado tinha permissão para voltar ao ponto da junção.

Ele então tinha de continuar a sua subida pela câmara comprida. Ao chegar ao topo, tinha de transpor um imenso degrau, no fim do qual havia um túnel pequeno e curto pelo qual tinha de rastejar.

Mais uma vez, ele se deparava com um obstáculo em forma de uma porta. Essas portas, sem que ele o soubesse, estavam colocadas permanentemente no local. Não eram mais para serem movidas mecanicamente. O que o iniciado tinha de aprender era que ele agora tinha de esforçar-se fisicamente, vencendo o obstáculo em seu caminho, escalando-o. Esse ato em si era difícil e, feito isso, ele encontrava outro túnel pequeno e curto.

Sua capacidade de ver que teria de escalar o obstáculo como uma porta era apresentada ao seu sentido do olfato, pelo aroma de ervas cujo cheiro ele tinha de aprender a conhecer e seguir.

Depois de rastejar para atravessar o último túnel, pequeno e curto, o iniciado por fim conseguia entrar no templo propriamente dito, onde cinco mestres idosos agora o atendiam. Eles lhe ensinavam os sentidos restantes do corpo e do espírito. Depois ensinavam a controlar seus sentidos. Ele aprendeu a qualidade física de seu corpo, e como controlar cada órgão. Treinavam-no para diminuir o ritmo de suas funções orgânicas ao ponto dele transcender o estado de sono e entrar num estado de animação suspensa. Ele tinha de aprender a respeito de suas funções orgânicas completa e totalmente dentro de 40 dias.

Depois que os mestres se convenciam de que ele tinha suficiente controle e conservação de suas funções orgânicas, colocavam-no num recipiente e o lacravam. Nesse ponto, o iniciado tinha de diminuir o ritmo das funções fisiológicas de seu corpo ao ponto de poder existir naquele recipiente hermético e lacrado durante três períodos consecutivos e inclusivos de 24 horas. Quando o recipiente era aberto, ele devia ser capaz de reanimar o seu corpo e continuar a iniciação. Se ele não conseguisse ter um controle total sobre suas funções orgânicas, então claro que terminava seus ritos de iniciação dentro do recipiente lacrado.

Tendo reanimado seu corpo, o iniciado era então levado pelos cinco mestres por uma porta secreta na parede do templo e conduzido por uma escada comprida e tortuosa, que subia para um templo muito maior, contendo apenas uma mesa.Ele se deitava de costas sobre essa mesa e os mestres ligavam cabos a seus tornozelos e pulsos. Um grande cristal era colocado sobre sua testa. Mandavam que o iniciado mantivesse os olhos fechados e que tornasse a pôr o corpo num estado de animação suspensa. Então o teto da sala se abria, mostrando que o vértice realmente se movia, expondo a câmara a toda a força da energia cósmica.

A força energética, capaz de cegar o não-iniciado, também fazia com que o iniciado no rito deixasse seu corpo e entrasse no cristal em sua testa, e nesse momento ele entrava em comunhão perfeita com o Poder Todo-Poderoso. A ele então eram confiados todos os segredos do universo. Via-se um brilho azul em volta de seu corpo físico, que se transformava no corpo de um mestre. A pedra do topo da pirâmide voltava ao lugar, voltando a ser o teto da câmara do rito da energia cósmica. Alguns momentos depois, o azul fundia-se no corpo do iniciado e eram retirados os quatro cabos e o cristal.

O iniciado, já mestre neófito, era vestido com a roupa branca tradicional. Depois ele saía, conduzindo os anciãos por uma segunda escada secreta, que ele conhecia então intuitivamente, e entrava na câmara da instrução universal. Essa sala, junto com o resto do mundo, seria sua universidade.”

(pp. 299-305)

Ele fala: “Quando as pirâmides foram lacradas, foram largadas num estado que dava a impressão de que nunca tinham sido completadas. O desenho da pirâmide é tal que o vértice, a parte superior da estrutura, que contém a captação de energia e a capacidade de conversão, é facilmente removível. Não precisávamos mais dela, porque íamos voltar para o Centro, de modo que a enterramos no solo nas vizinhanças de cada pirâmide. Depois que o vértice é retirado da pirâmide, ela não possui mais a capacidade de captar energia, de converter, gerar e regenerar, transmitir e amplificar.

A comissão de anciãos resolveu que se surgisse o momento em que um desastre espontâneo exterminasse Maoth, algumas provas e conhecimentos deviam ser transmitidos aos homens da superfície que estavam-se desenvolvendo; portanto, a noção de onde está enterrado o vértice e certas fórmulas que permitem o usuário ativar novamente a pirâmide foram colocadas numa câmara secreta dentro da pirâmide. Ficou resolvido que a Grande Pirâmide do Egito encerraria essas informações, enquanto as outras pirâmides espalhadas pelo mundo contêm informações específicas que governam as leis da ciência, história e o universo. A câmara secreta contendo esse conhecimento está dentro de um dos tampões de granito no corredor ascendente da Grande Pirâmide do Egito.

Outra grande pirâmide no Egito, chamada a Pirâmide curva, contém os motivos da interação de várias pirâmides menores no Egito e como interligar as funções de todas as pirâmides em todo o mundo. O dispositivo gerador-conversor de energia também será encontrado na Pirâmide Curva. Sim, é um cristal. Os que têm uma forma de bola não são as fontes primárias, e sim secundárias, que na verdade são os tradutores – os dispositivos de comunicação – que lhes permitem comunicar-se com os maothanos em todo o mundo e o universo. Uma dessas bolas de cristal já foi encontrada e tirada de uma das pirâmides secundárias da Atlântida.”

Ela fala: “A bola de cristal em si é inútil. Deve ser utilizada da maneira como foi encontrada, mas ainda falta muito tempo para que as portas daquela pirâmide se abram de novo, dando acesso a ela.”

(pp. 307-308)

Fonte: As profecias da pirâmide, Max Toth, Editora Record, 1979, Rio de Janeiro, RJ.

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