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Desmistificando as pirâmides – parte 3

Posted by luxcuritiba em agosto 31, 2009

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A pirâmide realizará meus desejos?

Apesar de muitas pesquisas, estudos e experimentações, a pirâmide e seus efeitos ainda são vistos, muitas vezes, como algo mágico. Em livros, revistas e na internet encontram-se textos e fórmulas as mais diversas, que mostram como usar a pirâmide para obter os mais diversos resultados, desde curas milagrosas até o ganho de prêmios em jogos de loteria.

Já tratei da questão das curas no tópico anterior (Desmistificando as pirâmides, parte 2 – A pirâmide cura doenças?). Neste tópico tentarei por um pouco de luz sobre a idéia de que a energia da pirâmide pode efetivamente realizar sonhos e desejos daquele que a utiliza.

De todas as práticas utilizadas com pirâmides para a realização de vontades específicas, talvez a mais comum seja aquela em que se coloca um papel dentro da pirâmide, a priori no local a câmara do rei. No papel se escreve o desenho que se quer realizado. Espera-se que, dentro de certo período, o que estiver escrito no papel se manifeste.

Já vi relatos de pessoas que fizeram esse simples exercício e conseguiram resultados positivos. Também já vi relatos de pessoas que o fizeram sem obter resultado. Então, o que há de verdade nisso? Até que ponta essa fórmula realmente funciona? E se funciona, por quê? Para tentar responder estas perguntas, não vou adentrar no mundo dos magistas, pois minha metodologia é a da experimentação e comprovação de resultados, independentes de forças supostamente mágicas.

Talvez o livro mais famoso que trate de tipo de utilização das pirâmides seja “Os segredos de trás das pirâmides”, do autor Geof Gray-Cobb. Neste livro, o autor relata uma série de fórmulas, utilizando pirâmides, sólidas ou imaginárias, para se alcançar os mais diversos fins. De forma geral a pessoa se posiciona em frente à pirâmide, concentra-se, e mentaliza, juntamente com a forma piramidal, o desejo que pretende realizar.

O exercício é bastante simples, mas, por incrível que pareça, dá resultados. Resultados, aliás, que são expostos exaustivamente pelo próprio autor no decorrer do livro? Confesso que eu mesmo já experimentei os exercícios do livro e consegui bons resultados. O que me deixou deveras curioso, pois para mim não basta saber que funciona, mas também, saber como e por que funciona.

Segundo o autor, o exercício funciona porque são postas em ação algumas forças mágicas, que conhecimento dos antigos, e que foram esquecidas no tempo. De alguma forma ele, Gray-Cobb, conseguiu resgatar esses conhecimentos, passando-os adiante através de seu livro. Como não sou muito dado a me satisfazer com soluções mágicas sem maiores explicações, tentei formular uma teoria que explicasse o fenômeno, sem a necessidade de recorrer a soluções mágicas.

Neste caso especificamente, a explicação me parece bastante óbvia. O exercício, que consiste em mentalizar a vontade desejada, dia após dia, e preferencialmente várias vezes ao dia, nada mais seria do que uma concentração de energia mental num objetivo. Hoje em dia, depois de “O segredo”, esse tipo de concentração de energia mental não deve ser novidade para muita gente.

Hoje é sabido que tudo aquilo que pensamos, torna-se tanto mais forte e evidente, e passível de realização, quanto mais concentramos nossa atenção naquilo. Isso não é mágica, é PNL (Programação Neurolinguística), para não dizer psicologia aplicada. A pirâmide, neste caso, não passaria de um artifício utilizado para concentrar a vontade num ponto específico, tal como um pêndulo é usado para hipnotizar uma pessoa. Obviamente o pêndulo, por si só, não tem poder algum, mas pode ajudar no processo.

Seguindo a metodologia de experimentação, é preciso provar que a teoria esteja certa. Assim, de acordo com esta explicação, se você apenas mentalizar a sua vontade, concentrar sua intenção, num ponto específico, dia após dia, se possível, várias vezes ao dia (qualquer semelhança com “O segredo” seria mera coincidência) fatalmente aquela vontade se manifestaria. Desde que, é claro, seja um pensamento realizável. Se você mentalizar uma montanha sendo levantada no ar como se fosse um balão, creio que dificilmente isso ocorrerá, por mais que você concentre sua vontade. No mundo da magia o pensamento pode ter poderes infinitos, mas no mundo dos fatos, há limites que devem ser observados.

Então, mentalizar e realizar, sem auxílio das pirâmides é possível? O que posso afirmar quanto a isso é que, eu já experimentei fazer esse exercício, diversas vezes, com resultados positivos. Isso não quer dizer que a fórmula passada por Cobb não funciona, pois é fato que funciona. Porém, deixa claro que o exercício passado pelo autor não é absolutamente necessário, já que é possível conseguir os mesmos resultados por outros meios.

Mas afinal, a energia da pirâmide pode ou não pode realizar desejos?

Pelos meus estudos e experimentações posso afirmar que sim, a pirâmide por ser uma ferramenta útil para a realização dos sonhos de qualquer possível. Porém, não exatamente da forma mágica e aparentemente inexplicável apregoada pelos esotéricos.

A energia da pirâmide fortalece o sistema bioenergético do seu usuário, favorecendo o bem estar físico e, dependendo do caso, auxiliando na cura de enfermidades diversas, como já mencionei no tema anterior. Uma vez que o corpo físico esteja fortalecido e equilibrado bioenergéticamente, todos os sistemas corporais tendem a funcionar de forma mais perfeita e potencializada, inclusive o componente psíquico.

Segundo os princípios da PNL, a repetição e a concentração da vontade são fatores chave para a realização da meta em vista. Praticantes de meditação sabem o quanto é difícil desenvolver o hábito da concentração. Conseguir focar o pensamento num ponto específico, sem distrações ou divagações, normalmente só se consegue com muita prática. Mas não só a prática deve ser observada. A própria alimentação pode interferir na capacidade de concentração da pessoa, bem como o estresse, nervosismo, ansiedade, etc.

Com um sistema psíquico desequilibrado e bombardeado por preocupações, é difícil concentrar-se num objetivo específico. Mas uma vez que se consiga um perfeito equilíbrio mental (que passa, invariavelmente pelo equilíbrio corporal), todo processo e mentalização tornam-se mais fácil.

Conclusão:
Como no caso anterior, a pirâmide não realiza as vontades de ninguém, por si só. Porém, pode favorecer o poder de concentração e estabilidade mental, através de um equilíbrio geral do corpo e da mente. E, através desse equilíbrio, físico e psíquico, o usuário da pirâmide terá mais condições de alcançar seus objetivos.

Zhannko Idhao Tsw

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Desmistificando as pirâmides (Parte 2)

Posted by luxcuritiba em novembro 11, 2008

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A pirâmide cura doenças?

Diversos autores e estudiosos relatam casos de curas e melhoras, para os mais diversos problemas físicos e emocionais, quando é usada a energia das pirâmides. Num dos livros clássicos sobre pirâmides, de Ed. Pettit e Bill Schull, é relatado um caso onde um viciado em drogas abandonou o vício, depois de algumas seções de meditação dentro de uma pirâmide. Segundo o mesmo relata “não fui eu que abandonei o vício, foi ele que me abandonou”, deixando claro que parou de usar as drogas por simples desinteresse, porque não precisava mais delas.

No Brasil o pesquisador Abeilard Gonçalvez Dias relata, em livros como “Energia da pirâmide beneficia o homem”, diversos casos e métodos, em que a pirâmide é utilizada para auxiliar o processo de cura de diversas enfermidades. Em Cuba o Dr. Ulises Sosa Salinas tem utilizado a energia das pirâmides para efetuar curas de problemas os mais diversos, sem uso de nenhum antibiótico ou qualquer outro aparato tecnológico ou farmacológico. Devido ao sucesso da terapia com as pirâmides o Dr. Salinas tem incentivado o uso das mesmas inclusive nos serviços públicos de saúde, daquele país.

Em vários lugares e tempos a pirâmide tem apresentado efeitos curiosos, beneficiando o tratamento de diversos males, desde transtornos psíquicos como depressão e insegurança, passando por casos físicos de luxações e pequenos cortes, até casos mais graves, de doenças crônicas cujos relatos declaram, senão uma melhora do quadro clínico geral, ao menos uma melhora da qualidade de vida do enfermo. Mas, o que há na pirâmide, que provoca esses efeitos? Qual o mecanismo? O que exatamente acontece nesses processos de cura? A pirâmide pode curar qualquer tipo de enfermidade? A seguir tentarei esclarecer esses pontos.

De onde vem a energia?

A experiência mais comum, que demonstra a funcionalidade de uma pirâmide, é a desidratação (mumificação) de materiais orgânicos. Essa experiência básica demonstra com clareza, e por meio de evidência física, que há alguma forma energia atuando sobre o corpo de prova. Também fica claro que não se trata de efeito placebo, já que um pedaço de carne não tem cérebro. Diversos autores e estudiosos têm apresentado teorias para explicar esse fenômeno, sem muita unanimidade. De todas, a explicação que julgo mais correta é aquela que diz ter o efeito da pirâmide alguma relação com o eletromagnetismo terrestre.

Com um aparelho eletrônico de sensibilidade apurada, é possível demonstrar que a estrutura metálica de uma pirâmide é carregada com cargas de eletricidade estática. Um modelo de circuito eletrônico para a montagem de um aparelho que detecta cargas eletrostáticas pode ser encontrado em no grupo de estudos Piramidal (1), no YahooGrupos. O aparelho possui uma antena que, ao tocar a estrutura da pirâmide, aciona um indicador como um led (2), que acende para demonstrar a presença de carga elétrica na estrutura. Depois de feita uma medição, a pirâmide é descarrega e necessita de um período, em torno de 5 a 15 minutos, para recarregar.

Segundo uma lei física, todo campo elétrico está associado a um campo magnético e vice-versa. A dedução mais lógica, é que esse campo eletrostática que carrega a pirâmide tem origem no campo eletromagnético terrestre. O mesmo eletromagnetismo que faz mover as agulhas das bússolas é responsável pela geração de cargas elétricas na estrutura metálica da pirâmide. De forma análoga às antenas de rádio, a estrutura piramidal coleta as ondas do campo eletromagnético da Terra e o transforma em carga elétrica. Esta carga, uma vez que não seja descarregada, transforma a estrutura em uma espécie de Câmara de Faraday, uma câmara que mantém uma área carregada eletrostaticamente.

A eletrostática do corpo humano

Hoje é sabido que o corpo humano possui carga elétrica, e que o nível dessa carga elétrica pode auxiliar ou prejudicar a saúde do indivíduo. Essa carga é tão real que, técnicos em eletrônica ou informática, que trabalham com manutenção de componentes eletrônicos como circuitos integrados, precisam descarregar sua carga eletrostática, normalmente utilizando uma pulseira antieletrostática, para evitar que, ao tocar os componentes, a eletricidade presente em suas mãos danifique o mesmo.

Já existem técnicas de acupuntura que utilizam aparelhos eletrônicos para medir a carga eletrostática superficial da pele do paciente, usando essa medida como indicador de saúde. Utilizando-se agulhas eletrificadas, os pontos onde se detecta uma carga elétrica de nível anormal, podem ser regulados e adequados, através de pequenas descargas elétricas. Esse processo tem dado como resultado uma melhora substancial no quadro clínico da pessoa tratada.

O princípio que explica esse tratamento é o fato de que todo corpo humano possui carga eletrostática, e essa carga varia conforme a pessoa, o local do corpo, as características do ambiente, e o estado físico e emocional da pessoa, dentre fatores. No corpo humano existem também canais, chamados de meridianos, que são uma espécie de linhas de força, que se espalham por todas as partes do corpo, distribuindo e movimentando as cargas eletrostáticas. Quando o acupunturista localiza um ponto de congestionamento nessas linhas de força, aplica a agulha para regularizar o fluxo de energia naquele local.

Como a energia da pirâmide é transferida para o corpo

Ainda sob os princípios da física, sabemos que toda carga, elétrica tem a característica de induzir outra carga em um corpo que esteja próximo. Este fenômeno é conhecido como princípio da indução. E é através desse fenômeno que a energia eletrostática da pirâmide passa para o corpo que esteja imerso em seu campo. Como a pirâmide comporta-se como uma câmara de Faraday, uma pessoa que esteja dentro ou próxima a ela, vai sofrer indução eletrostática. Obviamente a energia dessa indução não é suficiente para provocar choques elétricos que sejam percebidos, mas é suficiente para influenciar o corpo a nível celular, já que toda célula, devido a seu minúsculo tamanho, é particularmente influenciável por cargas eletrostáticas reduzidas.

Quando uma pessoa fica dentro ou próxima a uma pirâmide, esse processo de indução ocorre naturalmente e sem esforço. E é por isso que algumas pessoas questionam a validade da terapia piramidal, perguntando como pode acontecer alguma coisa enquanto a pessoa fica parada, sem nada fazer, dentro da câmara. Digo esclarecer esse ponto digo que, para que nosso corpo sintetize vitamina D, basta que fiquemos expostos à luz do sol por alguns minutos, sem necessidade de maior esforço. O metabolismo do nosso corpo fará o resto. De forma semelhante, o campo eletrostática da pirâmide, atua sobre nós induzindo cargas elétricas de tal forma que regule, potencialize e equilibre nosso campo eletrostático pessoal.

Outra dúvida muito comum é se a pirâmide pode ter um efeito negativo. E essa dúvida é reforçada pelo fato de que, algumas pessoas, quando começam a usar pirâmides apresentam algumas sensações desagradáveis como vertigem, dor de cabeça e enjôo. No caso da pirâmide, porém, esses sintomas são positivos, e indicam que o fluxo de energia do corpo está sendo regularizado. Tal como a prática de atividade física pode ser particularmente cansativa e desagradável, para quem não está acostumado. Somente com a prática constante e regular, e com o condicionamento do corpo é que se vão sentir plenamente os benefícios da atividade, sem perceber o desconforto. De forma semelhante, as sensações desagradáveis que se observam no início da prática com pirâmides desaparecem depois de algum tempo, a medida que os níveis de energia corporal são restabelecidos e o fluxo desobstruído, nas diversas partes do corpo.

A pirâmide não cura a doença

A pirâmide não cura nenhuma doença específica, mas pode contribuir para a resolução de todos os problemas relacionados à saúde e ao bem estar individual. Entende-se que saúde e bem-estar são reflexos de vários fatores, como alimentação, atividade física, estresse físico e/ou mental, status emocional, conduta pessoal, dentre outros. Todos os fatores, porém, refletem no estado de energia eletrostática que pode ser detectada na pele, através de instrumentação eletrônica adequada. Quando é percebida alguma anomalia nos sinais detectados a acupuntura faz uma aplicação pontual, através das agulhas, eletrificadas ou não, com o objetivo de potencializar ou desbloquear o fluxo de energia eletrostática (comumente chamada de energia vital) no ponto com problema.

O uso da pirâmide provê um processo um pouco diferente. Como a pessoa é imersa no campo eletrostático gerado pela estrutura, seja em todo ou em parte, o campo da pirâmide induz eletricidade estática no campo pessoal do paciente, potencializando a energia nos pontos onde ele se encontra debilitado, e regularizando o fluxo nos pontos onde ele está bloqueado. Esse processo ocorre naturalmente. Não há necessidade de se meditar, visualizar, ou fazer qualquer prática específica, muito menos ter a crença ou fé, de que a energia da pirâmide irá funcionar. A energia eletrostática da pirâmide não é uma questão de fé, e tal como qualquer outra forma de energia, dará seu resultado, no tempo e no modo proporcionais à sua ação.

Dessa forma, podemos dizer que a pirâmide não cura nenhum tipo de doença. O que ela faz é potencializar o equilíbrio do corpo, liberando sua própria capacidade natural de se autocurar e autoregenerar. Isso explica como um único mecanismo, a estrutura piramidal, pode ter uma utilidade tão vasta, nas mais diversas áreas da terapêutica, física e psíquica.

Não pretendo que esta seja uma explicação definitiva do mecanismo que explica o funcionamento das pirâmides e seu efeito. Mas acredito que estas informações podem trazer um pouco de luz e compreensão sobre a temática, esclarecer aos interessados, e quiçá servir de base para novos experimentos e novas descobertas que possam abranger um universo ainda maior e um entendimento melhor sobre o assunto.

Zhannko Idhao Tsw
(06-11-2008)

(1) Grupos de estudos no WhatsApp
(2) Led: Diodo emissor de luz, uma pequena lâmpada.

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Desmistificando as pirâmides (parte 1)

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

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Por décadas as pirâmides têm chamado a atenção e despertado a curiosidade de arqueólogos, esotéricos e estudiosos de para-ciências. Seja pela sua beleza, pelo mistério da sua construção e significado, ou pelos seus supostos poderes. Pretendo aqui, de forma clara e concisa, esclarecer alguns tópicos referentes às pirâmides, baseando-me em pesquisas e experiências práticas.

Pirâmide é magia?

Não, não é. Ela já é utilizada, talvez por séculos, por sociedades secretas como Maçonaria e Rosa Cruzes, e o Pró-Vida, instituição mais recente, com presença em vários estados. Os conhecimentos sobre as pirâmides, porém, via de regra são restritos aos membros de cada grupo. Apesar do sigilo, e do desinteresse da ciência ortodoxa, pesquisadores independentes têm feito seus estudos e divulgado os resultados ao público em geral.

Em 1930, Antoine Bovis, radiestesista francês, encontrou no interior da grande pirâmide de Quéops, no Egito, corpos mumificados de gatos. Posteriormente Bovis demonstrou que réplicas da grande pirâmide apresentavam os mesmos efeitos de mumificação que a pirâmide original. A partir daí diversos estudiosos realizaram experiências com réplicas de pirâmide.

Ao visitar o Cairo, Williams Siemens relatou ter recebido uma forte descarga elétrica, estando sobre o ápice da pirâmide de Quéops. Em 1935 John Hall verificou descargas elétricas no ápice de uma réplica da pirâmide. Nas décadas de 40 e 50 o engenheiro Karel Drbal, após diversas experiências, criou e patenteou um afiador de lâminas de barbear, em formato de pirâmide.

Nas décadas de 70 e 80, Bill Schul e Ed Pettit, autores de vários livros como “O poder psíquico das pirâmides”, constataram que as pirâmides podem afetar o desenvolvimento de plantas, têm efeitos sobre pessoas que meditam no seu interior, favorecem o desenvolvimento de faculdades psíquicas e auxiliam na cura de problemas de saúde.

No Brasil, Abeilard Gonçalves Dias realizou diversas experiências e estudos com pirâmides em seu instituto de psicotrônica, com sede em São Paulo. Sua contribuição foi particularmente importante do estudo da pirâmide como instrumento terapêutico, no tratamento de diversas enfermidades. Também publicou diversos livros onde divulgava suas descobertas.

Comprovações

Coloque no interior de uma pirâmide, a 1/3 da sua altura, um pequeno pedaço de carne. Ponha o aparato em um local arejado mas sem movimentação de pessoas. Depois de alguns dias a carne estará totalmente desidratada. Outra experiência: quebre um ovo num prato e coloque dentro da pirâmide. Logo a clara e a gema estarão completamente secas.

Amostras mumificadas

( Amostras mumificadas em Setembro de 2005 )

Detalhe importante: o suporte utilizado para colocar as amostras deve ser de madeira, papel, vidro, cerâmica ou outro material assemelhado. Deve-se evitar utilizar plásticos ou qualquer material sintético, bem como metais, materiais que tendem a influenciar o fluxo de energia e, conseqüentemente, os resultados.

Alguns céticos realizam experiências como esta, com resultados negativos. Segundo Patrick Flanagan, superdotado que construiu um neurofone(1) aos 17 anos, e entusiasta das pirâmides, a energia da pirâmide varia ao longo do dia, estação do ano, fases da lua e quantidade de íons no ar. A energia mental do investigador também pode afetar o resultado, coisa que não surpreende, nesses dias de física quântica.

Não acredite no que eu disse, faça a experiência e verifique por si mesmo. Observe os resultados com mente aberta. Se não funcionar na primeira vez tente realizá-la em datas ou locais diferentes. Grande atividade solar pode afetar o funcionamento da pirâmide, como afeta satélites e transmissões de rádio e eletricidade. Aparelhos eletrônicos, cabos ou tomadas elétricas, também podem influenciar o experimento.

(1) Neurofone, aparelho de auxílio a deficientes auditivos, que transmite impulsos elétricos diretamente ao cérebro.

Leitura recomendada

– Pirâmides, energia do futuro: Abeilard Gonçalves Dias, 1978.
– A pirâmide e o mundo novo: Abeilard Gonçalves Dias.
– Energia da pirâmide beneficia o homem: Abeilard Gonçalves Dias.
– A grande pirâmide revela seu segredo: Roselis Von Sass, 1991.
– O Poder das Pirâmides: Emilio Salas, Román Cano, 1978.
– O poder psíquico das pirâmides: Bill Schul, Ed Pettit, 1976.
– O poder mágico das pirâmides: Bill Schul, Ed Pettit, 1986.
– O poder secreto das pirâmides: Bill Schul, Ed Pettit, 1977.
– A pirâmide submersa no Triângulo das Bermudas: Marcus Silverman, 1984.
– O Egito Secreto: Paul Brunton, 1967.
– A força das pirâmides: Max Toth, Greg Nielsen, 1974.
– As profecias da pirâmide: Max Toth, 1979.
– O enigma das pirâmides: J. Alvarez Lopez, 1978.
– Os segredos por trás das pirâmides: Geof Gray Cobb, 1979.
– O poder positivo das pirâmides: Anne Hasch, 1987.

Zhannko Idhao Tsw

Veja também

Terapia das pirâmides: aceitação surpreendente entre médicos de Cuba.

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