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Algumas Observações sobre Energia

Posted by luxcuritiba em maio 3, 2009

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Algumas formas de energia são do nosso conhecimento, outras podemos descrever, porém a verdadeira origem e a força propulsora da energia continua ainda um ponto interrogativo para as ciências que se ocupam dessa matéria. Quando se discute a origem da energia, chegamos nós, cientistas filosóficos de hoje, como Boronowsky, Einstein – homens que tiveram a coragem de dizer que, quanto mais descobrem, mais perguntas surgem, quando se restringem apenas a essa matéria. O sábio russo dr. Kozyrev conseguiu medir a densidade do “tempo”; ele chama “tempo” a energia mais universal do globo terrestre. Existem algumas energias às quais atribuímos um nome na linguagem comum, mas cujo verdadeiro efeito, sua origem ou sua natureza não conseguimos explicar tão facilmente.

Estamos falando do poder do amor. Ninguém pode negar que ele existe. Este poder induz os homens efetivamente a realizações incríveis. A falta deste poder faz os homens apagarem-se.

Qual é a natureza desse poder?

Falamos da força das vitaminas.

Alguém já conseguiu medir essa força ou pelo menos já a viu? O que é a força das vitaminas? O que, afinal, é uma vitamina?

Umas das forças mais maravilhosas talvez seja a força da germinação ou a energia da semente. Já pensou alguma vez o que isso representa em proporção ao ínfimo tamanho de uma pequena semente? Como é possível que uma semente, ao germinar, empurre uma pedra para o lado, atravesse camadas de asfalto? De acordo com a tradição teria existido uma civilização que conseguira transformar esta energia de forma prática para uso diário.

Aqui chegamos a uma pergunta fundamental, quando examinamos as imensas obras de antigas culturas. Algumas dessas construções não poderíamos imitar nem hoje com a nossa avançada tecnologia. Pelo contrário, quando construíram a barragem de Assuã, tentaram desmontar algumas construções para reconstruí-las em outros locais. Mas não foi possível transportar um bloco de pedra de duzentas toneladas. Tiveram que cortá-lo em pedaços para o transporte. Pois então, como conseguiram as chamadas “culturas primitivas” construir com tais blocos? O erro de raciocínio que cometemos provavelmente é o seguinte: estamos nos agarrando a uma teoria da evolução. Todos os documentos da antiguidade que foram descobertos, mas não se enquadram nessa teoria da evolução, são descartados sem um exame mais aprofundado.

Simplesmente não conseguimos imaginar que alguma civilização do passado tenha tido um grau de evolução mais elevado do que a nossa. Mesmo que se trate apenas de um setor específico. Por isso é tão difícil encontrar explicações satisfatórias para certos fatos.

O engenheiro dinamarquês Tons Brunes livrou-se dos preconceitos para poder examinar esses casos sem uma visão distorcida. Ficou surpreso com o fato de que a escuridão na pirâmide é total, mas não existe qualquer traço de fuligem causada por tochas, velas ou quaisquer outros meios de iluminação.

Durante o exame dos relevos no Templo de Denderah, ele descobriu uma imagem, cópia exata do esquema de uma lâmpada elétrica ligada a isoladores.

É compreensível que antes de 1872, ano da invenção da lâmpada elétrica, nenhum egiptólogo tenha compreendido aqueles desenhos. Eles ou eram ignorados ou interpretados de maneira diferente, de acordo com os esquemas de pesquisa da respectiva época.

O mesmo Tons Brunes encontrou há alguns anos no Museu Nacional do Cairo, num depósito para objetos não identificados, ou seja, objetos que não se enquadravam no esquema da época, uma espécie de baú que, para sua surpresa, podia funcionar como bateria. Superentusiasmado com essa bateria que já devia ter alguns milhares de anos, o engenheiro eletrotécnico foi falar com o principal especialista do Museu do Cairo. Este, visivelmente divertido, explicou que não podia tratar-se de uma bateria, pois na época da qual se originara o objeto, não havia eletricidade. Mas ele também não soube explicar qual teria sido a serventia do objeto.

Evidentemente aquele historiador foi vítima da sua especialização, pois do contrário deveria ter conhecimento do fato de que, na escrita sagrada hindu Kumbhadbawa Agastyamuni, feita cinco mil anos antes de Cristo, existe uma descrição detalhada de um equipamento chamado Mitra. Trata-se sem dúvida de um acumulador para a geração de luz. Diz o texto que, quando se ligam várias células em conjunto, o equipamento produz uma luz excepcionalmente forte.

Os teólogos que conhecem aqueles escritos não atribuem a esse caso qualquer importância, enquanto os historiadores e arqueólogos não se interessam por escritos sagrados.

Desta forma ocorre, por causa da especialização, um curto-circuito com a consequente perda de dados importantes. As informações existem e estão à espera de um homem que utilize sua intuição e sua razão para estabelecer a ligação entre os diversos fatores, e que ao mesmo tempo esteja disposto a arriscar a própria reputação, defendendo teorias que não se encaixem no quadro geral. Os tempos mudam, e tudo aquilo que é hoje teoria estabelecida, está sendo colocado em dúvida nesta era de Aquário. Novas opiniões abrem caminho e começam a ser ouvidas. Só que às vezes as coisas estão sendo viradas totalmente de cabeça para baixo. Anteriormente a sabedoria e o conhecimento eram retidos dentro de um grupo restrito, que os vazava de cima para baixo. Hoje em dia acontece que uma única pessoa pode descobrir algo intuitivamente e levá-lo ao conhecimento do grande público através de um livro ou dos meios de comunicação.

O mesmo acontece com a energia das pirâmides. Em consequência das informações publicadas em jornais e revistas, milhares de pessoas estão começando a experimentar.

Só depois que experiências práticas de milhares de pessoas comprovarem que a coisa funciona, só então alguns professores mais abertos – que precisam cuidar-se para não prejudicar a sua reputação – começam a examinar as ocorrências. É isso que acontece amiúde com as chamadas ciências secundárias. Todo mundo já teve alguma experiência telepática, talvez da seguinte forma: pensar em alguém que não vê á meses ou anos, e de repente a pessoa telefona ou chega na porta de nossa casa.

A telepatia é hoje na Europa Ocidental um fenômeno bastante reconhecido. Mas sei de apenas uma única universidade que se ocupa com esse importante fenômeno. Nos países da Cortina de Ferro trabalha-se há anos com esta forma de energia a nível universitário, para pesquisar suas possibilidades. O mesmo aplica-se à telecinesia e a outras forças. Também nos Estados Unidos há tentativas, desde os últimos vinte anos, de recuperar o tempo perdido.

Atualmente também estão sendo feitas novas descobertas, até então desconhecidas formas de energia que em certos casos podem ter espantosas dimensões. O prêmio Novel de 1936, Victor Francis Hess, descobriu, durante uma experiência de laboratório com balões, que havia no ar irradiação de prótons e de núcleos atômicos leves, com uma carga muito elevada – mais tarde lhes seria dado o nome de “ultra-irradiação cósmica”. Sobre isso o astrofísico Noyle comenta: “A energia nuclear das armas atômicas, comparada com as forças existentes no cosmo, não passa de balas de festim.” Mas ainda não conhecemos a sua origem. Atualmente a NASA está muito interessada no assunto. Wilhelm Reich (1897 – 1957) fez, como médico e psicanalista, intensivas investigações sobre essa forma de energia. As suas descobertas foram de tal maneira espetaculares que se chocaram com a incredulidade dos seus colegas. Além do mais, esses resultados não se encaixavam no esquema da época e foram simplesmente boicotados. Reich deu a essa forma de energia o nome de Orgon.

Esta energia existe, tal como o tempo e a luz, no espaço. Reich desenvolveu métodos para comprovar a existência dela visualmente no microscópio ou através da medição do calor. A energia do Orgon tem estreita relação com aplicações no campo da saúde, mas o mais espetacular foi uma tentativa de fazer chover, com a sua ajuda, num período de seca. No começo de 1950, a cidade de Nova York foi castigada por uma onda de calor, durante a qual, na opinião de vários institutos meteorológicos, não havia qualquer esperança de chuva.

Hellmuth Hoffmann descreve a experiência num dos seus artigos. À distância de algumas centenas de quilômetros foi ligado o aparelho (um cloud buster).

Algumas horas depois do início do experimento, telefonaram de Nova York para avisar que há anos não ocorria uma aguaceiro daquele tamanho.

Mais tarde procedeu-se a correções, para controlar o volume de chuva, de maneira que se tornou possível dosar desde a leve chuva de primavera até o aguaceiro pesado.

Pela energia orgônica chegamos à bioenergia, campo magnético de todos os seres vivos ou minerais. Também as nossas emoções, o poder do amor, a força de germinação da semente, comparável com o prana, têm um campo magnético semelhante.

Reich construiu um acumulador de energia orgônica (Orac) para uso médico. O professor dr. Theodore P. Wolffe descreve o Orac como “a mais importante descoberta da ciência médica”. Médicos no mundo inteiro utilizam-no no tratamento de feridas supuradas, asma, angina do peito, arteriosclerose e até câncer.

O dr. Simion I. Tropp relata o seguinte sobre o tratamento do câncer: “O Orgon tem um efeito positivo sobre o organismo, alivia dores, regenera o sistema circulatório do sangue e impede ao mesmo tempo a degeneração do organismo. Assim, este pode ser reativado e torna-se possível criar as condições e possibilidades ideais para um combate eficiente da doença. As funções naturais do corpo são estimuladas e com elas todo o mecanismo de defesa dele.”

Aqui temos mais um elo com a homeopatia e com a energia das pirâmides. Tal como W. Hahnemann, fundador da homeopatia atual, que parte de uma constituição básica com suas falhas elementares, também Reich afirma que há um típico mal funcionamento do mecanismo vital autônomo. Este mal manifesta-se em diversas doenças – resfriado, asma, erupções, carcinoma (tumores), angústias, esclerose múltipla, alcoolismo crônico etc.

Evidentemente não faz sentido combater os sintomas, antes deve-se estimular o elemento básico, a vitalidade, a dinâmica. Recentemente foi criado, baseado na acupuntura chinesa, um irradiador de concentração de Orgon.

Aqui temos, na minha opinião, a junção de todas as partes num todo.

Cada método de tratamento, visto isoladamente, nada mais é que uma reflexão parcial da verdade. A energia cósmica, vital e renovadora, existe em toda parte. Hipócrates já dizia: “Não há outra autoridade a não ser os fatos: apenas de fatos podemos efetivamente tirar conclusões.” Reich parte do pressuposto de que a energia cósmica, orgônica, existe em todos os lugares. A prática mostra que com o acúmulo dessa energia podemos obter a ativação do nosso organismo.

A homeopatia libera essa energia, através da dinamização e potencialização de ervas, plantas e minerais. Essa energia foi testada em milhares de pessoas saudáveis, os resultados dos testes anotados e colocados na Materia Medica. Na acupuntura a mesma energia é levada a um determinado ponto do corpo humano. O acumulador de energia orgônica age pela irradiação do corpo inteiro da mesma maneira.

Agora também começamos a nos conscientizar da influência curadora da forma das pirâmides, que também parece agir como acumulador de energia.

Os arquitetos das plantas para a construção das pirâmides já sabiam disso há vários milênios.

Fonte: Os segredos da energia das pirâmides, Paul Liekens, Editora Record, pgs. 53-59.

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Poderes terapêuticos (das pirâmides)

Posted by luxcuritiba em maio 3, 2009

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PODERES TERAPÊUTICOS

“Pessoas que têm sentado ou meditado dentro de pirâmides, às vezes se referem ao aparecimento da cor azul. Wilhelm Reich[1] sustentava que a cor da energia orgônica[2], a energia cósmica vital livre de massa, era azul. O acumulador de energia orgônica é uma caixa de seis lados conhecida como ‘oraccu’. Os lados são feitos de camadas alternantes de material orgânico e inorgânico. A parede interna é forrada com uma fina folha de ferro. Supostamente, esta disposição possibilita uma concentração muito maior da energia orgônica da atmosfera.

Amostras de sangue de indivíduos testados após curto período de tempo passado dentro do ‘oraccu’ apresentam glóbulos vermelhos carregados de energia orgônica. “A carga se revela, depois do sangue ter sido autoclavado, na forma de biontes azuis”, diz Wilhelm Reich em The Cancer Biopathy (Biopatia do Câncer). E acrescente: “A falta de energia orgonótica se manifesta no sangue autoclavado pela ausência dos biontes azuis e pela presença de bacilos-T, que resultam da degeneração dos glóbulos vermelhos (reação-T).

“A reação-T é característica dos casos avançados de câncer nos quais o conteúdo de orgônio no sangue foi totalmente consumido na luta do organismo contra a doença (biopatia do câncer) e contra o tumor. Em geral esta reação-T acha-se presente antes de qualquer sintoma de anemia e não raro revela o processo canceroso muito antes de surgir qualquer sintoma perceptível, ou de se haver formado qualquer tumoração… Por outro lado, os glóbulos vermelhos carentes de energia orgônica absorvem-na avidamente quando fornecida ao organismo pelo acumulador de orgônio. Testes posteriores de esterilização em autoclave revelam uma mudança da reação-T para a reação-B, isto é, os glóbulos vermelhos se tornam mais resistentes à esterilização; contêm mais orgônio… O glóbulo vermelho pode ser carregado pela energia orgônica da atmosfera.”

Dinshah P. Ghadiali, cientista hindu fortemente influenciado pela pesquisa do Dr. Jagadis Bose, cujo trabalho é discutido no capítulo sobre as plantas, fundou um sistema de tratamento pelo uso de luzes coloridas, a que chamou de Espectro-Cromometria. De acordo com Ghadiali, a radiação da luz azul diminui a inflamação, acaba com as infecções, e promove a cura através do equilíbrio das propriedades eletroquímicas do corpo.

A luz azul neutraliza o vermelho do hidrogênio, de acordo com Dinshah Ghadiali, e, “por afinidade ao hidrogênio, esta onda de cor harmônica representa o oxigênio. A água, H2O, é o produto da combinação química do hidrogênio com o oxigênio e mais uma prova da precisão matemática com que é construído o espectrocromo. É o mais neutro dos compostos… O efeito diaforético é resultante da conquista do hidrogênio pelo oxigênio nos processos febris e inflamatórios. Daí, na realidade, o efeito refrigerante ou refrescante do azul depender da produção da sudação pois, segundo uma lei química, a evaporação implica sempre o resfriamento, devido a uma expansão das moléculas componentes, que se separam com o calor”, afirma ele no Volume 3 de sua Specto-Chrome Metry Encyclopedia (Enciclopédia da Espectro-Cromometria).

Reich, em The Cancer Biopathy, lança mais luz sobre o fenômeno: “O glóbulo vermelho é um sistema orgonótico em miniatura, contendo uma pequena quantidade de orgônio dentro de suas membranas. Com um aumento de 4.000 vezes, os glóbulos vermelhos do sangue mostram um profundo brilho azul e uma viva vibração de seu conteúdo. Eles se expandem e se contraem, não sendo portanto, rígidos, conforme geralmente se pensa. Eles transportam a energia orgânica atmosférica dos pulmões para os tecidos. Só nesta ocasião se pode imaginar a natureza da relação entre o oxigênio da atmosfera e a energia orgônica. Não se sabe se o orgônio é idêntico às partículas químicas do ar ou fundamentalmente diferente delas.

A carga orgonótica é também revelada na forma e na estrutura dos glóbulos vermelhos do sangue. As células com uma carga fraca são mais ou menos enrugadas e possuem uma estreita margem azul que brilha fracamente. Uma vez carregado o organismo, os glóbulos vermelhos se entumescem, ao mesmo tempo que a margem azul se intensifica e se amplia, incluindo às vezes toda a célula. Nenhum microorganismo patogênico pode sobreviver na vizinhança destes glóbulos vermelhos fortemente carregados de orgônio.

A pesquisa de Reich e Ghadiali indicaria a existência, na atmosfera, de um certo campo de energia capaz de ser acumulada e dirigida para as propriedades eletroquímicas do corpo material, do modo a beneficiá-lo. As referências feitas à luz ou auras parecem indicar a presença de propriedades eletromagnéticas no campo da energia eu está sendo gerada. As observações da luz azul em torno das pirâmides ou relato de pessoas que ficam sentadas ou em meditação dentro delas oferecem provas de que a pirâmide partilha do fenômeno da produção de forças eletromagnéticas ou semelhantes. Estas observações, juntamente com as semelhanças entre as descrições do tratamento de doenças pela luz azul, a energia orgônica e várias formas de eletroterapia e as que, segundo relatos, são produzidas pela pirâmide, parecem indicar a existência de um denominador comum.

De qualquer modo, nossas experiências e as dos outros revelam a ocorrência de fenômenos de cura em consequência do poder das pirâmides. Curamos inúmeros cortes, contusões, entorses, etc., em menos tempo do que o esperado, e a seguir daremos algumas declarações feitas por indivíduos submetidos às nossas experiências de curas:

Florence Hill: “Eu estava com vários dentes doloridos, e depois de ter passado certo tempo dentro da pirâmide, a dor desapareceu, mas continuei a sentir uma força que penetrava nos meus dentes. Experimentei uma sensação de formigamento em minhas extremidades. Acho que meu coração passou a bater mais devagar e creio que vi uma porção de luz azul.”

Effie JOrgensen, submetida à experiência numa tenda de meditação piramidal: “Entrei ali com uma congestão nos seios e com uma dor que percorria todo meu corpo. Dentro de uma hora senti-me muito melhor. Nos primeiros 30 minutos que ali estive experimentei uma sensação de zumbido. A drenagem dos seios foi muito boa; depois de uma hora as articulações não doíam mais.”

Mary Stoldt: “Meu marido sofria de uma lombalgia crônica e ficou livre dela.” E noutra ocasião: “E de terrível dor de cabeça. Melhorou muito depois de sentar-se dentro da pirâmide durante apenas 20 minutos.”

Dave Wilcox: Tenho em meu quarto uma grande pirâmide sob a qual eu durmo. Meu nível de energia é maior do que antes e jamais me senti tão saudável.”

J.M.: “Sofri um acidente, e o fato de me sentar dentro de uma pirâmide ajudou-me a recuperar a mobilidade de meus membros.”

Há onze anos que uma mulher tinha uma excrescência, semelhante a uma verruga, num de seus polegares, e quanto mais mexia nela, maior ela ficava. Depois de introduzir o dedo numa pequena pirâmide por dois períodos de 15 minutos, a verruga desapareceu na manhã seguinte.

Um homem nos contou que há dias vinha sofrendo de uma infecção causada por uma planta venenosa, mas esta desapareceu completamente um dia após ter-se submetido ao tratamento, sentando-se dentro de uma pirâmide. Outro homem nos disse que após trabalhar com as pirâmides por algum tempo, seu pulso caiu de 80 para 60 pulsações por minuto.

Colocamos uma rata dentro de uma pequena pirâmide. Enquanto ela viveu ali, manteve seu ninho em ordem e limpo. Quando a gaiola foi retirada de dentro da pirâmide, a rata começou a espalhar lixo por toda a parte. Em certa ocasião feriu-se seriamente na gaiola e pensamos que ia perder o olho. Não se usou qualquer remédio quer no ferimento quer no olho. Mas, depois de ser recolocada na pirâmide, o olho sarou completamente, a cicatriz  desapareceu e o pêlo renasceu normalmente.

No que concerne ao uso médico dos campos magnéticos, o Dr. Frei, no artigo antes mencionado, declara que o estímulo muscular é um terreno que tem sido pesquisado recentemente e cujos resultados mostram que praticamente todos os músculos se contraem quando se altera o campo magnético ou neles incide. “Admite-se amplamente que o estímulo é de natureza elétrica causada por indução eletromagnética”, declara ele. “Um campo elétrico produzido por um campo magnético que se altera pode enviar uma corrente elétrica através de uma célula e deste modo estimular todos os tipos de músculos… A importância do estudo dos músculos reside na possibilidade de se estimular o músculo cardíaco, o que pode ser de primordial importância numa emergência que exija um marcapasso, antes de se colocarem  internamente os eletrodos.”

Em outras áreas da medicina, Frei indica: “Outra aplicação deste estímulo pode residir na possibilidade de se exercitar o córtex. Espera-se que, empregando-se campos magnéticos de tempo variável adequadamente criados, pode-se estimular fenômenos cerebrais que de outro modo só poderiam ser produzidos pela inserção de eletrodos abaixo do crânio.

Um conhecido quiroprático de muito sucesso contou-nos que carregou uma pequena placa metálica, colocando-a no alto de uma série de pirâmides em miniatura. As pirâmides de metal se unem em suas bases de forma retangular, de cinco a três unidades, formando quinze ao todo. Ele emprega a placa carregada para elevar o ritmo biológico das partes afetadas do corpo e diz que obtém grande êxito.

Segundo um artigo publicado há vários anos por Joseph F. Goodavage, citologista e ginecologista da Cidade de Nova Iorque, na revista ‘Fate’, o Dr. K. E. MacLean empregava um ativador eletromagnético para tratamento de casos avançados de câncer. Goodavage citava MacLean dizendo: “O câncer não pode existir num forte campo magnético.”

De acordo com Goodavage, um efeito colateral do tratamento era a restauração da pigmentação do cabelo que passava, “na maioria dos casos, do branco prateado para sua cor natural anterior. Os cabelos do Dr. MacLean são castanho escuros; há cinco anos que ele vem se expondo diariamente a um campo magnético de 3.600 gauss. É alto, de compleição atlética, aparentando ter 45 anos de idade. Na verdade tem 64.”

De acordo com o que aprendemos com nossas experiências, a forma particular da pirâmide alinhada sobre o eixo norte-sul é que produz o estranho campo de energia. Embora a forma tradicional da pirâmide possa não ser a única que gera ou intensifica os campos de energia – conforme descobrimos experimentando as formas cônicas nas plantas – nossas pesquisas revelaram que os cubos não produzem os mesmos resultados.

No entanto, passamos a maior parte de nossas vidas dentro de estruturas de formas cúbicas. Insensatamente, segundo Buckminster Fuller, cientista, matemático, autor, arquiteto, e inventora da abóbada geodésica. Fuller acredita que as casas, os escritórios, as igrejas, ou qualquer tipo de edifício deve ser de qualquer formato que não o cúbico, e explica que isso é particularmente válido para os hospitais e outros lugares de cura.

Talvez os cubos nos quais vivemos distorçam ou inibam os campos de energia de tal modo que somos afastados de sua influência benéfica ou somos negativamente bombardeados por ondas de formas alteradas. Pode muito bem acontecer que a medicina preventiva do futuro seja praticada por engenheiros e arquitetos. As casas poderão, então, ser construídas segundo suas propriedades terapêuticas.

Notas:

[1] De certa forma, Wilhelm Reich descobriu uma maneira de mensurar e manipular esta energia através do estudo e uso de “acumuladores de orgônio”. Em seus experimentos demonstrou que o orgônio é a energia primordial da vida. Esta energia está presente em todo universo e pode ser demonstrada visualmente, térmicamente, através de eletroscópios e medida com contadores Geiger-Mueller.

Interessante notar que o “bloqueio energético” reconhecido na acupuntura foi denominado por Reich como modelos de tensão muscular crônica, que ele chamou de couraça muscular e são equivalentes aos bloqueios energéticos da acupuntura. (Wikipédia).

[2] Acredita-se que a energia orgônica seja tão antiga quanto o próprio universo. Referências à esta forma de energia são encontradas em vários momentos da história da civilização. Os chineses chamam esta energia de Chi, e mostram o uso dela na prática quando fazem aplicações localizadas com as pontas dos dedos (doin) ou com o uso de agulhas (acupuntura) para desbloquear esta energia. Também acreditam que quando esta energia fica bloqueada, condensada em pontos do corpo, surgem doenças que podem ser curadas mediante a ativação dos pontos congestionados, fazendo uso de agulhas ou pressão dos dedos onde existe a condensação dessa energia. A energia voltaria então a circular pelos meridianos, restabelecendo a saúde. A história demonstra que os chineses já tinham esta cultura há cerca de quatro mil anos.

Pitágoras foi um filósofo grego que nasceu em Samos pelos anos de 571 a.C. e 570 a.C. e morreu provavelmente em 497 a. C. ou 496 a.C. em Metaponto. Entre outras, era matemático, astrônomo, médico e denominou esta energia como “pneuma”, isto há quatrocentos anos A.C.

Hipócrates de Cós (Cós c. 460 a.C. – Tessália, 377 a.C.) nasceu na Antiga Grécia, considerado por muitos como uma das figuras mais importantes da história da saúde – é frequentemente considerado o “Pai da Medicina” ou o “Pai das Profissões da Saúde”. Cem anos depois das hipóteses de Pitágoras, Hipócrates chamou esta energia de Vis Medicatrix Naturea e acreditava que o perfeito equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito só era possível quando essa energia circulava em perfeito equilíbrio. Através da prática destas técnicas que fundou a chamada medicina Holística. Os médicos fazem o Juramento de Hipócrates até hoje nas formaturas. Mesmer chamava de magnetismo animal e Samuel Haneman denominou “força vital”.

Fonte: O poder secreto das pirâmides, Bill Schul e Ed Pettit, Editora Record, 10ª Ed., Rio de Janeiro, RJ, pág.119 – 124.

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