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Algumas Observações sobre Energia

Publicado por: luxcuritiba em maio 3, 2009

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Algumas formas de energia são do nosso conhecimento, outras podemos descrever, porém a verdadeira origem e a força propulsora da energia continua ainda um ponto interrogativo para as ciências que se ocupam dessa matéria. Quando se discute a origem da energia, chegamos nós, cientistas filosóficos de hoje, como Boronowsky, Einstein – homens que tiveram a coragem de dizer que, quanto mais descobrem, mais perguntas surgem, quando se restringem apenas a essa matéria. O sábio russo dr. Kozyrev conseguiu medir a densidade do “tempo”; ele chama “tempo” a energia mais universal do globo terrestre. Existem algumas energias às quais atribuímos um nome na linguagem comum, mas cujo verdadeiro efeito, sua origem ou sua natureza não conseguimos explicar tão facilmente.

Estamos falando do poder do amor. Ninguém pode negar que ele existe. Este poder induz os homens efetivamente a realizações incríveis. A falta deste poder faz os homens apagarem-se.

Qual é a natureza desse poder?

Falamos da força das vitaminas.

Alguém já conseguiu medir essa força ou pelo menos já a viu? O que é a força das vitaminas? O que, afinal, é uma vitamina?

Umas das forças mais maravilhosas talvez seja a força da germinação ou a energia da semente. Já pensou alguma vez o que isso representa em proporção ao ínfimo tamanho de uma pequena semente? Como é possível que uma semente, ao germinar, empurre uma pedra para o lado, atravesse camadas de asfalto? De acordo com a tradição teria existido uma civilização que conseguira transformar esta energia de forma prática para uso diário.

Aqui chegamos a uma pergunta fundamental, quando examinamos as imensas obras de antigas culturas. Algumas dessas construções não poderíamos imitar nem hoje com a nossa avançada tecnologia. Pelo contrário, quando construíram a barragem de Assuã, tentaram desmontar algumas construções para reconstruí-las em outros locais. Mas não foi possível transportar um bloco de pedra de duzentas toneladas. Tiveram que cortá-lo em pedaços para o transporte. Pois então, como conseguiram as chamadas “culturas primitivas” construir com tais blocos? O erro de raciocínio que cometemos provavelmente é o seguinte: estamos nos agarrando a uma teoria da evolução. Todos os documentos da antiguidade que foram descobertos, mas não se enquadram nessa teoria da evolução, são descartados sem um exame mais aprofundado.

Simplesmente não conseguimos imaginar que alguma civilização do passado tenha tido um grau de evolução mais elevado do que a nossa. Mesmo que se trate apenas de um setor específico. Por isso é tão difícil encontrar explicações satisfatórias para certos fatos.

O engenheiro dinamarquês Tons Brunes livrou-se dos preconceitos para poder examinar esses casos sem uma visão distorcida. Ficou surpreso com o fato de que a escuridão na pirâmide é total, mas não existe qualquer traço de fuligem causada por tochas, velas ou quaisquer outros meios de iluminação.

Durante o exame dos relevos no Templo de Denderah, ele descobriu uma imagem, cópia exata do esquema de uma lâmpada elétrica ligada a isoladores.

É compreensível que antes de 1872, ano da invenção da lâmpada elétrica, nenhum egiptólogo tenha compreendido aqueles desenhos. Eles ou eram ignorados ou interpretados de maneira diferente, de acordo com os esquemas de pesquisa da respectiva época.

O mesmo Tons Brunes encontrou há alguns anos no Museu Nacional do Cairo, num depósito para objetos não identificados, ou seja, objetos que não se enquadravam no esquema da época, uma espécie de baú que, para sua surpresa, podia funcionar como bateria. Superentusiasmado com essa bateria que já devia ter alguns milhares de anos, o engenheiro eletrotécnico foi falar com o principal especialista do Museu do Cairo. Este, visivelmente divertido, explicou que não podia tratar-se de uma bateria, pois na época da qual se originara o objeto, não havia eletricidade. Mas ele também não soube explicar qual teria sido a serventia do objeto.

Evidentemente aquele historiador foi vítima da sua especialização, pois do contrário deveria ter conhecimento do fato de que, na escrita sagrada hindu Kumbhadbawa Agastyamuni, feita cinco mil anos antes de Cristo, existe uma descrição detalhada de um equipamento chamado Mitra. Trata-se sem dúvida de um acumulador para a geração de luz. Diz o texto que, quando se ligam várias células em conjunto, o equipamento produz uma luz excepcionalmente forte.

Os teólogos que conhecem aqueles escritos não atribuem a esse caso qualquer importância, enquanto os historiadores e arqueólogos não se interessam por escritos sagrados.

Desta forma ocorre, por causa da especialização, um curto-circuito com a consequente perda de dados importantes. As informações existem e estão à espera de um homem que utilize sua intuição e sua razão para estabelecer a ligação entre os diversos fatores, e que ao mesmo tempo esteja disposto a arriscar a própria reputação, defendendo teorias que não se encaixem no quadro geral. Os tempos mudam, e tudo aquilo que é hoje teoria estabelecida, está sendo colocado em dúvida nesta era de Aquário. Novas opiniões abrem caminho e começam a ser ouvidas. Só que às vezes as coisas estão sendo viradas totalmente de cabeça para baixo. Anteriormente a sabedoria e o conhecimento eram retidos dentro de um grupo restrito, que os vazava de cima para baixo. Hoje em dia acontece que uma única pessoa pode descobrir algo intuitivamente e levá-lo ao conhecimento do grande público através de um livro ou dos meios de comunicação.

O mesmo acontece com a energia das pirâmides. Em consequência das informações publicadas em jornais e revistas, milhares de pessoas estão começando a experimentar.

Só depois que experiências práticas de milhares de pessoas comprovarem que a coisa funciona, só então alguns professores mais abertos – que precisam cuidar-se para não prejudicar a sua reputação – começam a examinar as ocorrências. É isso que acontece amiúde com as chamadas ciências secundárias. Todo mundo já teve alguma experiência telepática, talvez da seguinte forma: pensar em alguém que não vê á meses ou anos, e de repente a pessoa telefona ou chega na porta de nossa casa.

A telepatia é hoje na Europa Ocidental um fenômeno bastante reconhecido. Mas sei de apenas uma única universidade que se ocupa com esse importante fenômeno. Nos países da Cortina de Ferro trabalha-se há anos com esta forma de energia a nível universitário, para pesquisar suas possibilidades. O mesmo aplica-se à telecinesia e a outras forças. Também nos Estados Unidos há tentativas, desde os últimos vinte anos, de recuperar o tempo perdido.

Atualmente também estão sendo feitas novas descobertas, até então desconhecidas formas de energia que em certos casos podem ter espantosas dimensões. O prêmio Novel de 1936, Victor Francis Hess, descobriu, durante uma experiência de laboratório com balões, que havia no ar irradiação de prótons e de núcleos atômicos leves, com uma carga muito elevada – mais tarde lhes seria dado o nome de “ultra-irradiação cósmica”. Sobre isso o astrofísico Noyle comenta: “A energia nuclear das armas atômicas, comparada com as forças existentes no cosmo, não passa de balas de festim.” Mas ainda não conhecemos a sua origem. Atualmente a NASA está muito interessada no assunto. Wilhelm Reich (1897 – 1957) fez, como médico e psicanalista, intensivas investigações sobre essa forma de energia. As suas descobertas foram de tal maneira espetaculares que se chocaram com a incredulidade dos seus colegas. Além do mais, esses resultados não se encaixavam no esquema da época e foram simplesmente boicotados. Reich deu a essa forma de energia o nome de Orgon.

Esta energia existe, tal como o tempo e a luz, no espaço. Reich desenvolveu métodos para comprovar a existência dela visualmente no microscópio ou através da medição do calor. A energia do Orgon tem estreita relação com aplicações no campo da saúde, mas o mais espetacular foi uma tentativa de fazer chover, com a sua ajuda, num período de seca. No começo de 1950, a cidade de Nova York foi castigada por uma onda de calor, durante a qual, na opinião de vários institutos meteorológicos, não havia qualquer esperança de chuva.

Hellmuth Hoffmann descreve a experiência num dos seus artigos. À distância de algumas centenas de quilômetros foi ligado o aparelho (um cloud buster).

Algumas horas depois do início do experimento, telefonaram de Nova York para avisar que há anos não ocorria uma aguaceiro daquele tamanho.

Mais tarde procedeu-se a correções, para controlar o volume de chuva, de maneira que se tornou possível dosar desde a leve chuva de primavera até o aguaceiro pesado.

Pela energia orgônica chegamos à bioenergia, campo magnético de todos os seres vivos ou minerais. Também as nossas emoções, o poder do amor, a força de germinação da semente, comparável com o prana, têm um campo magnético semelhante.

Reich construiu um acumulador de energia orgônica (Orac) para uso médico. O professor dr. Theodore P. Wolffe descreve o Orac como “a mais importante descoberta da ciência médica”. Médicos no mundo inteiro utilizam-no no tratamento de feridas supuradas, asma, angina do peito, arteriosclerose e até câncer.

O dr. Simion I. Tropp relata o seguinte sobre o tratamento do câncer: “O Orgon tem um efeito positivo sobre o organismo, alivia dores, regenera o sistema circulatório do sangue e impede ao mesmo tempo a degeneração do organismo. Assim, este pode ser reativado e torna-se possível criar as condições e possibilidades ideais para um combate eficiente da doença. As funções naturais do corpo são estimuladas e com elas todo o mecanismo de defesa dele.”

Aqui temos mais um elo com a homeopatia e com a energia das pirâmides. Tal como W. Hahnemann, fundador da homeopatia atual, que parte de uma constituição básica com suas falhas elementares, também Reich afirma que há um típico mal funcionamento do mecanismo vital autônomo. Este mal manifesta-se em diversas doenças – resfriado, asma, erupções, carcinoma (tumores), angústias, esclerose múltipla, alcoolismo crônico etc.

Evidentemente não faz sentido combater os sintomas, antes deve-se estimular o elemento básico, a vitalidade, a dinâmica. Recentemente foi criado, baseado na acupuntura chinesa, um irradiador de concentração de Orgon.

Aqui temos, na minha opinião, a junção de todas as partes num todo.

Cada método de tratamento, visto isoladamente, nada mais é que uma reflexão parcial da verdade. A energia cósmica, vital e renovadora, existe em toda parte. Hipócrates já dizia: “Não há outra autoridade a não ser os fatos: apenas de fatos podemos efetivamente tirar conclusões.” Reich parte do pressuposto de que a energia cósmica, orgônica, existe em todos os lugares. A prática mostra que com o acúmulo dessa energia podemos obter a ativação do nosso organismo.

A homeopatia libera essa energia, através da dinamização e potencialização de ervas, plantas e minerais. Essa energia foi testada em milhares de pessoas saudáveis, os resultados dos testes anotados e colocados na Materia Medica. Na acupuntura a mesma energia é levada a um determinado ponto do corpo humano. O acumulador de energia orgônica age pela irradiação do corpo inteiro da mesma maneira.

Agora também começamos a nos conscientizar da influência curadora da forma das pirâmides, que também parece agir como acumulador de energia.

Os arquitetos das plantas para a construção das pirâmides já sabiam disso há vários milênios.

Fonte: Os segredos da energia das pirâmides, Paul Liekens, Editora Record, pgs. 53-59.

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Poderes terapêuticos (das pirâmides)

Publicado por: luxcuritiba em maio 3, 2009

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PODERES TERAPÊUTICOS

“Pessoas que têm sentado ou meditado dentro de pirâmides, às vezes se referem ao aparecimento da cor azul. Wilhelm Reich[1] sustentava que a cor da energia orgônica[2], a energia cósmica vital livre de massa, era azul. O acumulador de energia orgônica é uma caixa de seis lados conhecida como ‘oraccu’. Os lados são feitos de camadas alternantes de material orgânico e inorgânico. A parede interna é forrada com uma fina folha de ferro. Supostamente, esta disposição possibilita uma concentração muito maior da energia orgônica da atmosfera.

Amostras de sangue de indivíduos testados após curto período de tempo passado dentro do ‘oraccu’ apresentam glóbulos vermelhos carregados de energia orgônica. “A carga se revela, depois do sangue ter sido autoclavado, na forma de biontes azuis”, diz Wilhelm Reich em The Cancer Biopathy (Biopatia do Câncer). E acrescente: “A falta de energia orgonótica se manifesta no sangue autoclavado pela ausência dos biontes azuis e pela presença de bacilos-T, que resultam da degeneração dos glóbulos vermelhos (reação-T).

“A reação-T é característica dos casos avançados de câncer nos quais o conteúdo de orgônio no sangue foi totalmente consumido na luta do organismo contra a doença (biopatia do câncer) e contra o tumor. Em geral esta reação-T acha-se presente antes de qualquer sintoma de anemia e não raro revela o processo canceroso muito antes de surgir qualquer sintoma perceptível, ou de se haver formado qualquer tumoração… Por outro lado, os glóbulos vermelhos carentes de energia orgônica absorvem-na avidamente quando fornecida ao organismo pelo acumulador de orgônio. Testes posteriores de esterilização em autoclave revelam uma mudança da reação-T para a reação-B, isto é, os glóbulos vermelhos se tornam mais resistentes à esterilização; contêm mais orgônio… O glóbulo vermelho pode ser carregado pela energia orgônica da atmosfera.”

Dinshah P. Ghadiali, cientista hindu fortemente influenciado pela pesquisa do Dr. Jagadis Bose, cujo trabalho é discutido no capítulo sobre as plantas, fundou um sistema de tratamento pelo uso de luzes coloridas, a que chamou de Espectro-Cromometria. De acordo com Ghadiali, a radiação da luz azul diminui a inflamação, acaba com as infecções, e promove a cura através do equilíbrio das propriedades eletroquímicas do corpo.

A luz azul neutraliza o vermelho do hidrogênio, de acordo com Dinshah Ghadiali, e, “por afinidade ao hidrogênio, esta onda de cor harmônica representa o oxigênio. A água, H2O, é o produto da combinação química do hidrogênio com o oxigênio e mais uma prova da precisão matemática com que é construído o espectrocromo. É o mais neutro dos compostos… O efeito diaforético é resultante da conquista do hidrogênio pelo oxigênio nos processos febris e inflamatórios. Daí, na realidade, o efeito refrigerante ou refrescante do azul depender da produção da sudação pois, segundo uma lei química, a evaporação implica sempre o resfriamento, devido a uma expansão das moléculas componentes, que se separam com o calor”, afirma ele no Volume 3 de sua Specto-Chrome Metry Encyclopedia (Enciclopédia da Espectro-Cromometria).

Reich, em The Cancer Biopathy, lança mais luz sobre o fenômeno: “O glóbulo vermelho é um sistema orgonótico em miniatura, contendo uma pequena quantidade de orgônio dentro de suas membranas. Com um aumento de 4.000 vezes, os glóbulos vermelhos do sangue mostram um profundo brilho azul e uma viva vibração de seu conteúdo. Eles se expandem e se contraem, não sendo portanto, rígidos, conforme geralmente se pensa. Eles transportam a energia orgânica atmosférica dos pulmões para os tecidos. Só nesta ocasião se pode imaginar a natureza da relação entre o oxigênio da atmosfera e a energia orgônica. Não se sabe se o orgônio é idêntico às partículas químicas do ar ou fundamentalmente diferente delas.

A carga orgonótica é também revelada na forma e na estrutura dos glóbulos vermelhos do sangue. As células com uma carga fraca são mais ou menos enrugadas e possuem uma estreita margem azul que brilha fracamente. Uma vez carregado o organismo, os glóbulos vermelhos se entumescem, ao mesmo tempo que a margem azul se intensifica e se amplia, incluindo às vezes toda a célula. Nenhum microorganismo patogênico pode sobreviver na vizinhança destes glóbulos vermelhos fortemente carregados de orgônio.

A pesquisa de Reich e Ghadiali indicaria a existência, na atmosfera, de um certo campo de energia capaz de ser acumulada e dirigida para as propriedades eletroquímicas do corpo material, do modo a beneficiá-lo. As referências feitas à luz ou auras parecem indicar a presença de propriedades eletromagnéticas no campo da energia eu está sendo gerada. As observações da luz azul em torno das pirâmides ou relato de pessoas que ficam sentadas ou em meditação dentro delas oferecem provas de que a pirâmide partilha do fenômeno da produção de forças eletromagnéticas ou semelhantes. Estas observações, juntamente com as semelhanças entre as descrições do tratamento de doenças pela luz azul, a energia orgônica e várias formas de eletroterapia e as que, segundo relatos, são produzidas pela pirâmide, parecem indicar a existência de um denominador comum.

De qualquer modo, nossas experiências e as dos outros revelam a ocorrência de fenômenos de cura em consequência do poder das pirâmides. Curamos inúmeros cortes, contusões, entorses, etc., em menos tempo do que o esperado, e a seguir daremos algumas declarações feitas por indivíduos submetidos às nossas experiências de curas:

Florence Hill: “Eu estava com vários dentes doloridos, e depois de ter passado certo tempo dentro da pirâmide, a dor desapareceu, mas continuei a sentir uma força que penetrava nos meus dentes. Experimentei uma sensação de formigamento em minhas extremidades. Acho que meu coração passou a bater mais devagar e creio que vi uma porção de luz azul.”

Effie JOrgensen, submetida à experiência numa tenda de meditação piramidal: “Entrei ali com uma congestão nos seios e com uma dor que percorria todo meu corpo. Dentro de uma hora senti-me muito melhor. Nos primeiros 30 minutos que ali estive experimentei uma sensação de zumbido. A drenagem dos seios foi muito boa; depois de uma hora as articulações não doíam mais.”

Mary Stoldt: “Meu marido sofria de uma lombalgia crônica e ficou livre dela.” E noutra ocasião: “E de terrível dor de cabeça. Melhorou muito depois de sentar-se dentro da pirâmide durante apenas 20 minutos.”

Dave Wilcox: Tenho em meu quarto uma grande pirâmide sob a qual eu durmo. Meu nível de energia é maior do que antes e jamais me senti tão saudável.”

J.M.: “Sofri um acidente, e o fato de me sentar dentro de uma pirâmide ajudou-me a recuperar a mobilidade de meus membros.”

Há onze anos que uma mulher tinha uma excrescência, semelhante a uma verruga, num de seus polegares, e quanto mais mexia nela, maior ela ficava. Depois de introduzir o dedo numa pequena pirâmide por dois períodos de 15 minutos, a verruga desapareceu na manhã seguinte.

Um homem nos contou que há dias vinha sofrendo de uma infecção causada por uma planta venenosa, mas esta desapareceu completamente um dia após ter-se submetido ao tratamento, sentando-se dentro de uma pirâmide. Outro homem nos disse que após trabalhar com as pirâmides por algum tempo, seu pulso caiu de 80 para 60 pulsações por minuto.

Colocamos uma rata dentro de uma pequena pirâmide. Enquanto ela viveu ali, manteve seu ninho em ordem e limpo. Quando a gaiola foi retirada de dentro da pirâmide, a rata começou a espalhar lixo por toda a parte. Em certa ocasião feriu-se seriamente na gaiola e pensamos que ia perder o olho. Não se usou qualquer remédio quer no ferimento quer no olho. Mas, depois de ser recolocada na pirâmide, o olho sarou completamente, a cicatriz  desapareceu e o pêlo renasceu normalmente.

No que concerne ao uso médico dos campos magnéticos, o Dr. Frei, no artigo antes mencionado, declara que o estímulo muscular é um terreno que tem sido pesquisado recentemente e cujos resultados mostram que praticamente todos os músculos se contraem quando se altera o campo magnético ou neles incide. “Admite-se amplamente que o estímulo é de natureza elétrica causada por indução eletromagnética”, declara ele. “Um campo elétrico produzido por um campo magnético que se altera pode enviar uma corrente elétrica através de uma célula e deste modo estimular todos os tipos de músculos… A importância do estudo dos músculos reside na possibilidade de se estimular o músculo cardíaco, o que pode ser de primordial importância numa emergência que exija um marcapasso, antes de se colocarem  internamente os eletrodos.”

Em outras áreas da medicina, Frei indica: “Outra aplicação deste estímulo pode residir na possibilidade de se exercitar o córtex. Espera-se que, empregando-se campos magnéticos de tempo variável adequadamente criados, pode-se estimular fenômenos cerebrais que de outro modo só poderiam ser produzidos pela inserção de eletrodos abaixo do crânio.

Um conhecido quiroprático de muito sucesso contou-nos que carregou uma pequena placa metálica, colocando-a no alto de uma série de pirâmides em miniatura. As pirâmides de metal se unem em suas bases de forma retangular, de cinco a três unidades, formando quinze ao todo. Ele emprega a placa carregada para elevar o ritmo biológico das partes afetadas do corpo e diz que obtém grande êxito.

Segundo um artigo publicado há vários anos por Joseph F. Goodavage, citologista e ginecologista da Cidade de Nova Iorque, na revista ‘Fate’, o Dr. K. E. MacLean empregava um ativador eletromagnético para tratamento de casos avançados de câncer. Goodavage citava MacLean dizendo: “O câncer não pode existir num forte campo magnético.”

De acordo com Goodavage, um efeito colateral do tratamento era a restauração da pigmentação do cabelo que passava, “na maioria dos casos, do branco prateado para sua cor natural anterior. Os cabelos do Dr. MacLean são castanho escuros; há cinco anos que ele vem se expondo diariamente a um campo magnético de 3.600 gauss. É alto, de compleição atlética, aparentando ter 45 anos de idade. Na verdade tem 64.”

De acordo com o que aprendemos com nossas experiências, a forma particular da pirâmide alinhada sobre o eixo norte-sul é que produz o estranho campo de energia. Embora a forma tradicional da pirâmide possa não ser a única que gera ou intensifica os campos de energia – conforme descobrimos experimentando as formas cônicas nas plantas – nossas pesquisas revelaram que os cubos não produzem os mesmos resultados.

No entanto, passamos a maior parte de nossas vidas dentro de estruturas de formas cúbicas. Insensatamente, segundo Buckminster Fuller, cientista, matemático, autor, arquiteto, e inventora da abóbada geodésica. Fuller acredita que as casas, os escritórios, as igrejas, ou qualquer tipo de edifício deve ser de qualquer formato que não o cúbico, e explica que isso é particularmente válido para os hospitais e outros lugares de cura.

Talvez os cubos nos quais vivemos distorçam ou inibam os campos de energia de tal modo que somos afastados de sua influência benéfica ou somos negativamente bombardeados por ondas de formas alteradas. Pode muito bem acontecer que a medicina preventiva do futuro seja praticada por engenheiros e arquitetos. As casas poderão, então, ser construídas segundo suas propriedades terapêuticas.

Notas:

[1] De certa forma, Wilhelm Reich descobriu uma maneira de mensurar e manipular esta energia através do estudo e uso de “acumuladores de orgônio”. Em seus experimentos demonstrou que o orgônio é a energia primordial da vida. Esta energia está presente em todo universo e pode ser demonstrada visualmente, térmicamente, através de eletroscópios e medida com contadores Geiger-Mueller.

Interessante notar que o “bloqueio energético” reconhecido na acupuntura foi denominado por Reich como modelos de tensão muscular crônica, que ele chamou de couraça muscular e são equivalentes aos bloqueios energéticos da acupuntura. (Wikipédia).

[2] Acredita-se que a energia orgônica seja tão antiga quanto o próprio universo. Referências à esta forma de energia são encontradas em vários momentos da história da civilização. Os chineses chamam esta energia de Chi, e mostram o uso dela na prática quando fazem aplicações localizadas com as pontas dos dedos (doin) ou com o uso de agulhas (acupuntura) para desbloquear esta energia. Também acreditam que quando esta energia fica bloqueada, condensada em pontos do corpo, surgem doenças que podem ser curadas mediante a ativação dos pontos congestionados, fazendo uso de agulhas ou pressão dos dedos onde existe a condensação dessa energia. A energia voltaria então a circular pelos meridianos, restabelecendo a saúde. A história demonstra que os chineses já tinham esta cultura há cerca de quatro mil anos.

Pitágoras foi um filósofo grego que nasceu em Samos pelos anos de 571 a.C. e 570 a.C. e morreu provavelmente em 497 a. C. ou 496 a.C. em Metaponto. Entre outras, era matemático, astrônomo, médico e denominou esta energia como “pneuma”, isto há quatrocentos anos A.C.

Hipócrates de Cós (Cós c. 460 a.C. – Tessália, 377 a.C.) nasceu na Antiga Grécia, considerado por muitos como uma das figuras mais importantes da história da saúde – é frequentemente considerado o “Pai da Medicina” ou o “Pai das Profissões da Saúde”. Cem anos depois das hipóteses de Pitágoras, Hipócrates chamou esta energia de Vis Medicatrix Naturea e acreditava que o perfeito equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito só era possível quando essa energia circulava em perfeito equilíbrio. Através da prática destas técnicas que fundou a chamada medicina Holística. Os médicos fazem o Juramento de Hipócrates até hoje nas formaturas. Mesmer chamava de magnetismo animal e Samuel Haneman denominou “força vital”.

Fonte: O poder secreto das pirâmides, Bill Schul e Ed Pettit, Editora Record, 10ª Ed., Rio de Janeiro, RJ, pág.119 – 124.

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Pirâmides do Egito foram feitas com pedras ‘falsas’

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 7, 2009

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Análise da composição química dos blocos de construção indica que eles foram feitos de vários pedaços de calcário ‘colados’.

As pedras das pirâmides do Egito podem ter sido fabricadas a partir de pedras sintéticas coladas como asfalto, estimaram cientistas na revista francesa “Science et Vie”, que chegará às bancas na sexta-feira. A partir dos novos estudos, ganha força uma teoria já levantada diversas vezes.

A composição das pedras das pirâmides é “bem mais complexa do que aquelas das pedras das pedreiras” de Toura e de Maadi, de onde teriam sido extraídos os elementos da pirâmide de Gizé. As pedras das pirâmides seriam geopolímeros, ressaltou a revista, citando os trabalhos de Gilles Hug, do Escritório Nacional de Estudos e de Pesquisas Aeroespaciais (Onera), e Michel Barsoum, da Universidade de Drexel, na Filadélfia (EUA).

Segundo os exames de raios X realizados por esses especialistas, “alguns microconstituintes dessas pedras apresentam traços de uma reação química rápida que não permitiram uma cristalização natural (…), uma reação inexplicável se considerarmos pedras talhadas, mas perfeitamente compreensível se pensarmos que as pedras foram coladas como asfalto”, acrescentou.

Diferentes técnicas de microscópio eletrônico mostraram que “os espectros de difração das pedras das pirâmides diferem nitidamente daqueles das pedras de pedreiras”, continuou a “Science et Vie”.

Para um outro especialista, o químico Joseph Davidovits, que defende há 30 anos a tese do asfalto de geopolímero para a edificação dos túmulos dos faraós, blocos de calcário natural reconstituído teriam sido colados no local.

Eles podem ter sido formados com “entre 93% e 97% de elementos de calcário natural e entre 3% e 7% de material de ligação”, como argila caolinítica, um silicoaluminato que se desagrega na água e ao qual teria sido adicionada cal apagada, explicou a revista.

Um quarto cientista, o físico Guy Dumortier, das Faculdades Universitárias Notre-Dame de la Paix de Namur (Bélgica), também defendeu, na “Science et Vie”, a teoria da pedra aglomerada. De fato, ele detectou um teor bem mais elevado do que o natural de flúor, silício, magnésio e sódio.

“Sem querer desagradar os egiptólogos, a utilização de geopolímero para a construção de pirâmides é mais verossímil”, assegurou.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1370327-5603-630,00.html

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Pirâmide enterrada há mais de um século é ‘redescoberta’

Publicado por: luxcuritiba em novembro 11, 2008

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Após um ano e meio de escavações, monumento, que pertenceu ao rei Minkauhor, foi encontrado no Cairo.

EGITO – Uma pirâmide que estava enterrada durante mais de um século voltou a ver a luz graças ao trabalho de especialistas que apresentaram nesta quinta-feira, 5, o achado na necrópole de Saqqara, nos arredores do Cairo.

O secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades Egípcias (CSA), Zahi Hawass, explicou aos jornalistas os segredos do “redescobrimento” da pirâmide, pertencente ao rei Minkauhor (2430 a.C.- 2420 a.C), por parte dos arqueólogos egípcios.

Hawass apresentou como foi seu descobrimento da pirâmide, ainda que pouco depois, para surpresa dos jornalistas, esclareceu que na realidade o monumento foi achado pelo especialista alemão Karl Richard Lepsius (1810-1884), pai da egiptologia.

Questionado pelos presentes, Hawass afirmou que, após seu descobrimento original, a pirâmide “desapareceu” debaixo da areia e agora uma equipe a desenterrou depois de um ano e meio de escavações.

No entanto, quem for visitar o lugar não encontrará a típica estrutura piramidal de pedra que caracteriza estes monumentos, e sim um buraco escavado no solo com os restos “de uma câmara funerária (de uma pirâmide) e um caminho cerimonial empregado pelos sacerdotes de Anubis”, prosseguiu o egiptólogo.

“A câmara estava a uns 7, 6 metros abaixo da areia”, disse Hawas. Na câmara, que se encontra por completo ao ar livre, descansa a tampa do sarcófago onde esteve enterrado o rei.

Na câmara, que se encontra por completo ao ar livre, descansa a tampa do sarcófago onde esteve enterrado o faraó.

Junto aos vestígios da pirâmide, os vizinhos de três casas próximas observavam a apresentação.

Hawass apontou para as casas e advertiu que seus moradores seriam “logo levados a outro lugar do vale”, pois acredita-se que a entrada da pirâmide se encontra “abaixo desse povo.”

Os especialistas averiguaram que o monumento, conhecido como a pirâmide 29, pertencia a Minkauhor porque “o tamanho dos blocos de pedra, o material que está no sarcófago e o tamanho da tumba são típicos da dinastia V e o único faraó cuja pirâmide ainda não havia sido encontrada era ele.”

No entanto, ainda há muito mais a ser descoberto na zona arqueológica de Saqara, uma das maiores do Egito. “Ainda falta encontrarmos as pirâmides secundárias de Minkauhor”, disse Hawass. “Estou certo de que há muito mais abaixo da areia.”

http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid184449,0.htm

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Desmistificando as pirâmides (Parte 2)

Publicado por: luxcuritiba em novembro 11, 2008

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A pirâmide cura doenças?

Diversos autores e estudiosos relatam casos de curas e melhoras, para os mais diversos problemas físicos e emocionais, quando é usada a energia das pirâmides. Num dos livros clássicos sobre pirâmides, de Ed. Pettit e Bill Schull, é relatado um caso onde um viciado em drogas abandonou o vício, depois de algumas seções de meditação dentro de uma pirâmide. Segundo o mesmo relata “não fui eu que abandonei o vício, foi ele que me abandonou”, deixando claro que parou de usar as drogas por simples desinteresse, porque não precisava mais delas.

No Brasil o pesquisador Abeilard Gonçalvez Dias relata, em livros como “Energia da pirâmide beneficia o homem”, diversos casos e métodos, em que a pirâmide é utilizada para auxiliar o processo de cura de diversas enfermidades. Em Cuba o Dr. Ulises Sosa Salinas tem utilizado a energia das pirâmides para efetuar curas de problemas os mais diversos, sem uso de nenhum antibiótico ou qualquer outro aparato tecnológico ou farmacológico. Devido ao sucesso da terapia com as pirâmides o Dr. Salinas tem incentivado o uso das mesmas inclusive nos serviços públicos de saúde, daquele país.

Em vários lugares e tempos a pirâmide tem apresentado efeitos curiosos, beneficiando o tratamento de diversos males, desde transtornos psíquicos como depressão e insegurança, passando por casos físicos de luxações e pequenos cortes, até casos mais graves, de doenças crônicas cujos relatos declaram, senão uma melhora do quadro clínico geral, ao menos uma melhora da qualidade de vida do enfermo. Mas, o que há na pirâmide, que provoca esses efeitos? Qual o mecanismo? O que exatamente acontece nesses processos de cura? A pirâmide pode curar qualquer tipo de enfermidade? A seguir tentarei esclarecer esses pontos.

De onde vem a energia?

A experiência mais comum, que demonstra a funcionalidade de uma pirâmide, é a desidratação (mumificação) de materiais orgânicos. Essa experiência básica demonstra com clareza, e por meio de evidência física, que há alguma forma energia atuando sobre o corpo de prova. Também fica claro que não se trata de efeito placebo, já que um pedaço de carne não tem cérebro. Diversos autores e estudiosos têm apresentado teorias para explicar esse fenômeno, sem muita unanimidade. De todas, a explicação que julgo mais correta é aquela que diz ter o efeito da pirâmide alguma relação com o eletromagnetismo terrestre.

Com um aparelho eletrônico de sensibilidade apurada, é possível demonstrar que a estrutura metálica de uma pirâmide é carregada com cargas de eletricidade estática. Um modelo de circuito eletrônico para a montagem de um aparelho que detecta cargas eletrostáticas pode ser encontrado em no grupo de estudos Piramidal (1), no YahooGrupos. O aparelho possui uma antena que, ao tocar a estrutura da pirâmide, aciona um indicador como um led (2), que acende para demonstrar a presença de carga elétrica na estrutura. Depois de feita uma medição, a pirâmide é descarrega e necessita de um período, em torno de 5 a 15 minutos, para recarregar.

Segundo uma lei física, todo campo elétrico está associado a um campo magnético e vice-versa. A dedução mais lógica, é que esse campo eletrostática que carrega a pirâmide tem origem no campo eletromagnético terrestre. O mesmo eletromagnetismo que faz mover as agulhas das bússolas é responsável pela geração de cargas elétricas na estrutura metálica da pirâmide. De forma análoga às antenas de rádio, a estrutura piramidal coleta as ondas do campo eletromagnético da Terra e o transforma em carga elétrica. Esta carga, uma vez que não seja descarregada, transforma a estrutura em uma espécie de Câmara de Faraday, uma câmara que mantém uma área carregada eletrostaticamente.

A eletrostática do corpo humano

Hoje é sabido que o corpo humano possui carga elétrica, e que o nível dessa carga elétrica pode auxiliar ou prejudicar a saúde do indivíduo. Essa carga é tão real que, técnicos em eletrônica ou informática, que trabalham com manutenção de componentes eletrônicos como circuitos integrados, precisam descarregar sua carga eletrostática, normalmente utilizando uma pulseira antieletrostática, para evitar que, ao tocar os componentes, a eletricidade presente em suas mãos danifique o mesmo.

Já existem técnicas de acupuntura que utilizam aparelhos eletrônicos para medir a carga eletrostática superficial da pele do paciente, usando essa medida como indicador de saúde. Utilizando-se agulhas eletrificadas, os pontos onde se detecta uma carga elétrica de nível anormal, podem ser regulados e adequados, através de pequenas descargas elétricas. Esse processo tem dado como resultado uma melhora substancial no quadro clínico da pessoa tratada.

O princípio que explica esse tratamento é o fato de que todo corpo humano possui carga eletrostática, e essa carga varia conforme a pessoa, o local do corpo, as características do ambiente, e o estado físico e emocional da pessoa, dentre fatores. No corpo humano existem também canais, chamados de meridianos, que são uma espécie de linhas de força, que se espalham por todas as partes do corpo, distribuindo e movimentando as cargas eletrostáticas. Quando o acupunturista localiza um ponto de congestionamento nessas linhas de força, aplica a agulha para regularizar o fluxo de energia naquele local.

Como a energia da pirâmide é transferida para o corpo

Ainda sob os princípios da física, sabemos que toda carga, elétrica tem a característica de induzir outra carga em um corpo que esteja próximo. Este fenômeno é conhecido como princípio da indução. E é através desse fenômeno que a energia eletrostática da pirâmide passa para o corpo que esteja imerso em seu campo. Como a pirâmide comporta-se como uma câmara de Faraday, uma pessoa que esteja dentro ou próxima a ela, vai sofrer indução eletrostática. Obviamente a energia dessa indução não é suficiente para provocar choques elétricos que sejam percebidos, mas é suficiente para influenciar o corpo a nível celular, já que toda célula, devido a seu minúsculo tamanho, é particularmente influenciável por cargas eletrostáticas reduzidas.

Quando uma pessoa fica dentro ou próxima a uma pirâmide, esse processo de indução ocorre naturalmente e sem esforço. E é por isso que algumas pessoas questionam a validade da terapia piramidal, perguntando como pode acontecer alguma coisa enquanto a pessoa fica parada, sem nada fazer, dentro da câmara. Digo esclarecer esse ponto digo que, para que nosso corpo sintetize vitamina D, basta que fiquemos expostos à luz do sol por alguns minutos, sem necessidade de maior esforço. O metabolismo do nosso corpo fará o resto. De forma semelhante, o campo eletrostática da pirâmide, atua sobre nós induzindo cargas elétricas de tal forma que regule, potencialize e equilibre nosso campo eletrostático pessoal.

Outra dúvida muito comum é se a pirâmide pode ter um efeito negativo. E essa dúvida é reforçada pelo fato de que, algumas pessoas, quando começam a usar pirâmides apresentam algumas sensações desagradáveis como vertigem, dor de cabeça e enjôo. No caso da pirâmide, porém, esses sintomas são positivos, e indicam que o fluxo de energia do corpo está sendo regularizado. Tal como a prática de atividade física pode ser particularmente cansativa e desagradável, para quem não está acostumado. Somente com a prática constante e regular, e com o condicionamento do corpo é que se vão sentir plenamente os benefícios da atividade, sem perceber o desconforto. De forma semelhante, as sensações desagradáveis que se observam no início da prática com pirâmides desaparecem depois de algum tempo, a medida que os níveis de energia corporal são restabelecidos e o fluxo desobstruído, nas diversas partes do corpo.

A pirâmide não cura a doença

A pirâmide não cura nenhuma doença específica, mas pode contribuir para a resolução de todos os problemas relacionados à saúde e ao bem estar individual. Entende-se que saúde e bem-estar são reflexos de vários fatores, como alimentação, atividade física, estresse físico e/ou mental, status emocional, conduta pessoal, dentre outros. Todos os fatores, porém, refletem no estado de energia eletrostática que pode ser detectada na pele, através de instrumentação eletrônica adequada. Quando é percebida alguma anomalia nos sinais detectados a acupuntura faz uma aplicação pontual, através das agulhas, eletrificadas ou não, com o objetivo de potencializar ou desbloquear o fluxo de energia eletrostática (comumente chamada de energia vital) no ponto com problema.

O uso da pirâmide provê um processo um pouco diferente. Como a pessoa é imersa no campo eletrostático gerado pela estrutura, seja em todo ou em parte, o campo da pirâmide induz eletricidade estática no campo pessoal do paciente, potencializando a energia nos pontos onde ele se encontra debilitado, e regularizando o fluxo nos pontos onde ele está bloqueado. Esse processo ocorre naturalmente. Não há necessidade de se meditar, visualizar, ou fazer qualquer prática específica, muito menos ter a crença ou fé, de que a energia da pirâmide irá funcionar. A energia eletrostática da pirâmide não é uma questão de fé, e tal como qualquer outra forma de energia, dará seu resultado, no tempo e no modo proporcionais à sua ação.

Dessa forma, podemos dizer que a pirâmide não cura nenhum tipo de doença. O que ela faz é potencializar o equilíbrio do corpo, liberando sua própria capacidade natural de se autocurar e autoregenerar. Isso explica como um único mecanismo, a estrutura piramidal, pode ter uma utilidade tão vasta, nas mais diversas áreas da terapêutica, física e psíquica.

Não pretendo que esta seja uma explicação definitiva do mecanismo que explica o funcionamento das pirâmides e seu efeito. Mas acredito que estas informações podem trazer um pouco de luz e compreensão sobre a temática, esclarecer aos interessados, e quiçá servir de base para novos experimentos e novas descobertas que possam abranger um universo ainda maior e um entendimento melhor sobre o assunto.

Zhannko Idhao Tsw
(06-11-2008)

(1) Grupos de estudos no WhatsApp
(2) Led: Diodo emissor de luz, uma pequena lâmpada.

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Amazônia antiga e urbana

Publicado por: luxcuritiba em setembro 6, 2008

piramidal.net | lojapiramidal.com

      

Não são exatamente as cidades perdidas que há tempos cientistas e exploradores tentam encontrar na Amazônia, mas a descoberta impressiona. São antigos assentamentos, hoje quase totalmente escondidos pela floresta, que constituíram há séculos estruturas grandes e complexas o bastante para serem chamadas de urbanas.

Segundo estudo publicado na edição desta sexta-feira (29/8) da revista Science, antes da chegada dos colonizadores europeus a bacia do rio Amazonas era um local bem diferente, com comunidades que reuniam mais de 5 mil indivíduos.

Em torno dos assentamentos foram encontrados sinais de represas e lagos artificiais que indicam que os habitantes criavam peixes próximo às suas moradias. Também foram identificadas remanescentes de áreas cultivadas.

A pesquisa foi feita por pesquisadores brasileiros e norte-americanos. Um dos autores é Afukaka Kuikuro, da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu e descendente dos habitantes originais dos assentamentos.

“Se analisarmos as vilas medievais médias ou as pólis gregas, veremos que a maioria tinha uma escala semelhante à que era encontrada na Floresta Amazônica”, disse Michael Heckenberger, da Universidade da Flórida, um dos autores do estudo.

O trabalho também aponta que o tamanho e a escala dos assentamentos no sul da Amazônia implicam que áreas que muitos cientistas consideravam como florestas tropicais virgens foram, na realidade, grandemente influenciadas pela atividade humana.

A pesquisa aponta que os assentamentos eram formados por redes de vilas muradas maiores (de cerca de 600 km²) e vilarejos, cada uma organizada em torno de uma praça central onde eram conduzidos rituais.

Tais estruturas urbanas pré-descobrimento, afirmam, podem auxiliar no desenvolvimento de soluções futuras para a população indígena em outras regiões da Amazônia e no Mato Grosso. “Algumas das práticas que esses antigos habitantes utilizavam podem ajudar a desenvolver formas de implantar soluções de desenvolvimento sustentável”, disse Heckenberger.

Os assentamentos agora analisados, cuja descoberta foi anunciada em outro artigo publicado na Science em 2003, foram formados entre 1250 e 1650, tendo desaparecido ao entrar em contato com doenças trazidas pelos colonizadores europeus.

Apesar de quase totalmente extintas, as antigas comunidades guardam características transmitidas oralmente pelos Kuikuro. Os pesquisadores levaram mais de uma década para identificar e mapear as comunidades antigas com o auxílio dos Kuikuro e de satélites e GPS.

As antigas comunidades não tinham os tamanhos das maiores vilas medievais européias, mas os cientistas verificaram que elas contavam com grandes muros, construídos a partir de trabalhos feitos na terra que permanecem.

Os assentamentos tinham também uma estrada principal semelhante, sempre orientada do nordeste ao sudoeste de modo a seguir o solstício de verão e conectada à praça central. “Não são cidades, mas se trata de urbanismo, construído em torno de vilas”, disse Heckenberger.

A pesquisa destaca que parte da Amazônia virgem não é tão virgem assim, uma vez que conta com uma história de atividade humana. “Isso derruba modelos que sugerem que estamos olhando para uma biodiversidade original”, disse Heckenberger.

Participaram do estudo pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O artigo Pre-Columbian urbanism, anthropogenic landscapes, and the future of the Amazon, de Michael Heckenberger, Afukaka Kuikuro e outros, pode ser lido por assinantes da Science em http://www.sciencemag.org.

http://www.agencia.fapesp.br/materia/9351/divulgacao-cientifica/amazonia-antiga-e-urbana.htm

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Cientistas acham sinais de cidades ancestrais no Xingu [ 28 de agosto, 2008 ]

Publicado por: luxcuritiba em setembro 6, 2008

Cientistas disseram ter encontrado evidências da existência de comunidades urbanas tão complexas quanto as da Europa Medieval ou as da Grécia Antiga na região do Alto Xingu, na Amazônia.

Em um artigo publicado na revista científica Nature, pesquisadores da Universidade da Flórida afirmaram ter encontrado sinais da existência de vilarejos e cidades cercadas por muralhas, conectadas por redes de estradas e organizadas ao redor de grandes praças centrais.

Há também sinais de atividades agropecuárias extensivas, inclusive possíveis resquícios de criações de peixes.

Essas aglomerações urbanas datam de antes da chegada dos europeus, em 1492, e estão quase completamente cobertas pela floresta tropical, segundo os cientistas.

Descendentes

Os pesquisadores disseram que, apesar de os indícios da existência dessas cidades estarem quase invisíveis, foram identificados por membros da tribo Kuikuro, que habita a região.

Esses índios, segundo os cientistas, são descendentes diretos dos povos que habitaram essas cidades.

Os cientistas também usaram imagens de satélite e tecnologia de navegação por GPS para mapear essas comunidades antigas, em um trabalho realizado ao longo de uma década.

Os pesquisadores afirmaram que um aspecto importante dessa descoberta é a constatação de que uma região da Amazônia antes considerada intacta na verdade já foi cenário de extensiva atividade humana no passado.

Conforme os cientistas, essas descobertas poderão fornecer lições para estimular o desenvolvimento sustentável da região.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080828_amazonianature_ac.shtml

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Egito quer acabar com ‘praga’ de ambulantes nas pirâmides [ 13 de agosto, 2008 ]

Publicado por: luxcuritiba em setembro 6, 2008

Rodrigo Durão Coelho

O governo egípcio completou a primeira fase de um projeto de modernização das pirâmides de Guizé que pretende expulsar os ambulantes da área para benefício dos turistas.

Quando integralmente implementado, o projeto deve incluir uma cerca de 18 quilômetros equipada com sensores infra-vermelhos, impedindo presenças indesejadas no complexo onde estão as pirâmides e a Esfinge.

“Ninguém vai entrar nessa área a menos que tenha um tíquete magnético”, afirmou Farouk Hosny, ministro da Cultura do Egito, à agência de notícias AP.

A grande quantidade de ambulantes que atuam na área, oferecendo cartões postais, lembranças e passeios de camelo ou cavalo, costumava ser uma reclamação comum dos turistas. Insistentes, eles não costumavam aceitar não como resposta.

“Era um zoológico”, disse Zahi Hawass, a maior autoridade arqueológica egípcia. “Agora estamos protegendo os turistas e os monumentos.”

Politicamente correto

Erguidas há mais de cinco mil anos, as pirâmides de Guizé são a única das Sete Maravilhas do mundo antigo que ainda existem.

Com o tempo, as pirâmides viram a aproximação da cidade do Cairo, que hoje encosta em um de seus lados. O deserto do Sahara, que se estende pelo outro lado, continua a servir de pano de fundo para fotos de turistas.

Apesar da irritação causada pelos ambulantes, percorrer de camelo a distância (coberta em cerca de 20 minutos) entre as pirâmides e a Esfinge costuma ser, para muitos turistas, uma boa oportunidade para tirar fotografias.

Na segunda-feira, dia em que Hosny e Hawass estiveram presentes no local para anunciar os planos, os ambulantes haviam sido retirados e alguns poucos negociadores de animais observavam os turistas, à distância, aparentemente proibidos de se aproximar.

“Realmente os ambulantes irritam um pouco, mas fazem parte da cultura local e eles ganham o dinheirinho deles”, afirma a jornalista paulistana Renata Zulli, que havia visitado o local um dia antes.

“Colocar uma cerca vai descaracterizar ainda mais a área”, diz Renata.

Outra jornalista brasileira, Aline Stivaletti, que conheceu o local junto com Renata, também criticou a medida.

“É ridículo, querem acabar com o mais legal que é o passeio de camelo. Vão tornar tudo mais politicamente correto e chato”, diz ela.

Mudanças lentas

Ao anunciar os planos, Hawass disse que “pela primeira vez, a mágica e o mistério das pirâmides vão ser vistas por todos que vierem ao Egito”.

Entretanto, apesar das frases grandiosas, ainda pode demorar para que as coisas realmente mudem em Guizé.

Na tarde de terça-feira, um dia depois do anúncio, aparentemente, o número de ambulantes já superava o de turistas, oferecendo passeios de camelo, visitas guiadas e cartões postais com o mesmo entusiasmo de sempre.

O governo egípcio admitiu que as mudanças, que fazem parte de um projeto de US$ 26 milhões (R$42 mi) iniciado há sete anos, vão ser feitas gradualmente, para evitar uma crise em uma sociedade que já convive com uma alta taxa de desemprego.

Nos planos estão ainda a introdução de veículos elétricos para transportar os turistas das pirâmides até a Esfinge, além de um restaurante, uma livraria e um novo sistema de iluminação.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/08/080813_egitopiramideambulante_rc.shtml

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Base de pirâmide é encontrada no Egito

Publicado por: luxcuritiba em junho 7, 2008

05 de junho, 2008 ]

Arqueólogos egípcios descobriram a base de uma pirâmide desconhecida na área de Saqqara, a cerca de 20 quilômetros do Cairo.

Estima-se que a pirâmide tenha sido construída na quinta dinastia do rei Menkauhor, que reinou entre os anos de 2444 e 2436 a.C.

Menkauhor foi um rei do qual se tem poucos registros e foi o último faraó a construir um templo do sol, chamado de Akhet-Re.

A entrada da pirâmide ainda não foi descoberta porque estaria embaixo de uma vila, mas arqueólogos têm planos de mover os prédios para outro local.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/06/080605_video_piramide_aw.shtml

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Por Quê Pirâmides?

Publicado por: luxcuritiba em maio 16, 2008

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09-2002 ]

Paralelamente à tradicional explicação mística, de que a forma piramital atrairia energias cósmicas que influenciariam positivamente quem ou o que estivesse em seu interior, existe uma explicação científica que remonta aos problemas tecnológicos que afligiam os primeiros construtores de grandes monumentos.

Chegar perto dos céus sempre foi uma aspiração do ser humano. A atração exercida pelas estrelas, morada dos deuses, ou simplesmente a vontade de marcar sua passagem pela terra com uma obra grandiosa, estimularam os antigos reis a construir monumentos cada vez mais altos. Mas, como construir em grandes alturas com os parcos recursos tecnológicos e com os materiais primários existentes na antigüidade?

Para se construir em altura, problemas fundamentais tem que ser superados: para se equilibrar grandes pesos, os materiais têm que suportar, além da compressão exercida pelas cargas acima deles, esforços de flexão e torção, devidos principalmente ao vento e à volumetria das construções. Ora, na antigüidade o material básico para as construções era a pedra. Naqueles tempos já se sabia, mesmo que de forma empírica, que a pedra é um material de excelente resistência a esforços de compressão, mas sofrível quando os esforços são de flexão e de torção. Tanto na flexão como na torção, entra um componente que é a tensão de tração, em que a pedra simplesmente tem baixa resistência. Por outro lado, as técnicas de fundações existentes na época somente permitiam o uso de fundações diretas superficiais, estacas profundas somente foram introduzidas muitos séculos mais tarde.

A solução encontrada pelos antigos, depois de muitas tentativas, hoje parece óbvia: era preciso diminuir as cargas sobre a base à medida em que se subia com a construção. Para dimimuir as cargas, era necessário que cada “andar” da obra fosse menor do que seu antecessor. Desta forma, seriam minimizados os efeitos de flexão e de torção pela própria geometria da construção e reduziriam-se os efeitos do vento, com a diminuição da área de parede em confronto ao vento, à medida em que se subia (uma pirâmide tem muito melhor aerodinâmica do que um cubo). Além disto, as cargas seriam melhor distribuídas sobre o terreno, minimizando-se o problema das fundações.

No início, as pirãmides eram em degraus. Diminuía-se a área da planta em cada novo “andar”. As pirâmides verdadeiras, de faces lisas, surgiram posteriormente, após algumas tentativas fracassadas.

A primeira pirâmide egípcia foi mandada construir pelo rei Djoser por seu arquiteto Imhotep. Era uma pirãmide em degraus na localidade de Saqqara.

O faraó Snefru é considerado o grande desenvolvedor das pirâmides. Ele reformou uma e construiu duas: a pirâmide de Meidum, que foi iniciada pelo faraó Huni, era em degraus, que Snefru tentou transformar em uma pirâmide verdadeira através de enchimentos; a pirâmide “Torta”, cujo erro na escolha do local e nas fundações obrigou à mudança no ângulo das faces, de modo a diminuir-se a carga sobre a base; e a pirâmide vermelha, considerada a primeira pirâmide verdadeira, de faces lisas, o grande êxito de Snefru.

O filho de Snefru, Quéops, construiu a maior pirâmide egípcia, a grande pirâmide de Gizé, aproveitando os conhecimentos acumulados por seu pai. Seu filho Quéfren e seu neto Miquerinos, construíram suas próprias pirâmides verdadeiras junto à de Quéops, em Gizé, embora em menor escala.

Outras civilizações também construíram pirâmides, como os Maias, nos atuais México e Guatemala. Curiosamente, todas as pirâmides Maias eram em forma de degraus, pelos mesmos motivos dos egípcios.

Mas, por quê hoje em dia não se usa mais a forma piramital em grandes construções? A resposta é simples: os problemas estruturais vividos pelos antigos já foram há muito resolvidos. Hoje, temos excelentes materiais como o concreto armado e o aço, que resistem muito bem aos esforços de flexão e torção, além de proporcionarem estruturas leves. A tecnologia de fundações também evoluiu, permitindo que se descarreguem grandes cargas em pequenas áreas, através de estacas profundas. Por outro lado, a terra hoje em dia é um bem muito caro, fato que inviabilizaria construções com grandes áreas ocupadas na base e pequeno aproveitamento nos andares superiores.

Álcio Lopes Mota – Arquiteto.

Fonte: http://www.cimentoeareia.com.br/piramides.htm

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