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Posts Tagged ‘Os segredos da energia das pirâmides’

Uma Pirâmide Especial na França

Posted by luxcuritiba em maio 26, 2009

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Neste ano passamos as nossas férias novamente em Menton. Entre outras coisas queríamos procurar Antoine Bovis ou um dos seus descendentes.

Menton é um lugar ideal, localizado perto de Monte Carlo, junto à fronteira italiana, rodeado por montanhas. Os amigos da praia e do sol encontram tudo que desejam, e os amigos das montanhas podem chegar, em apenas meia hora, à altitude de seiscentos metros e fazer maravilhosos e tranqüilos passeios, longe do barulho e da agitação. Há poucas pessoas. Com mais uma hora de viagem chega-se à Vallée des Merveilles, já a 1.400 metros de altitude, de onde uma caminhada de três horas permite chegar a um dos mais bonitos lagos da região. Várias vezes levantamo-nos às seis horas da manhã para empreender esses passeios. Aqui também mostra-se a característica do geminiano, que quer ter dois tipos de férias ao mesmo tempo. Ficar se espreguiçando na movimentada praia e tomar banhos de mar, mas também ir para as montanhas, para a abençoada tranqüilidade, as flores, a natureza.

Também a família que todos os anos passa as férias no apartamento ao lado do nosso tem esta dualidade de inclinações.

O pai gosta das montanhas, a mãe e as duas filhas preferem a praia.

Por isso aconteceu várias vezes que o pai nos acompanhou para as montanhas, ou nós a ele, e chegamos a um conhecimento mútuo íntimo. Jacques Corman, cujo signo é o Sol em Capricórnio, é um guia confiável, um alpinista incansável e solitário; só que tem freqüentes problemas com o joelho. Um capricorniano típico. No último dia da nossa permanência ele me mostrou um livro que encontrara na biblioteca local. Le livre des maîtres du monde, de Robert Charroux. Parecia impossível, mas neste livro encontramos a descrição de uma estranha pirâmide, localizada a três quilômetros de Nizza em Falicon, quer dizer, a trinta minutos de viagem de Menton. Mais uma daquelas coincidências, que já mencionei antes. Havia cerca de dez mil volumes naquela biblioteca, e ele pega justamente este livro, naturalmente por outros motivos que para ler sobre pirâmides. Ou de outra maneira: das cem mil pessoas em Menton foi justamente este homem que pegou este livro entre dez mil outros. A chance é de um para um bilhão.

Já comentei, em outra ocasião, este tipo de acontecimento relacionado com pirâmides, por isso não vou mais entrar no assunto.

Comecei a leitura do livro com grande curiosidade, e a descrição me pareceu tão extraordinária que resolvemos ir procurar a pirâmide. Ela devia estar localizada num barranco qualquer. E para visitá-la a gente precisaria de uma autorização especial, pois o caminho passava por um propriedade particular. Uma propriedade particular num país do tamanho da França também significa alguma coisa. Estando no fim de semana, poderíamos encontrar algumas dificuldades, mas teria que ser “agora”, pois era o nosso último dia.

Achei melhor procurar logo o prefeito, já que o autor do livro examinara a pirâmide junto com o prefeito de então. Para minha surpresa, o prefeito ainda era o mesmo, Nicolas Andrea. Desta vez ele não me podia acompanhar, mas assegurou-me de que providenciaria a autorização para a travessia da propriedade particular. Aconselhou-me a calçar sapatos reforçados, pois o acesso não seria fácil.

Parti, acompanhado por minha mulher Lotje, meu filho caçula Jan e por Jacques Corman.

Chegando em Falicon, achamos aconselhável procurar mais informações sobre a localização da pirâmide. A primeira pessoa que perguntamos parecia ser neto do prefeito e estava muito bem informado. Ele dirigia obras de colocação de cabos no pé da montanha onde se encontrava a pirâmide.

Assim, ele nos explicou detalhadamente como achar a pirâmide, e nos autorizou a entrar no terreno e na pirâmide. Com o binóculo que eu carregava, podíamos ver a pirâmide entre o verde e as rochas. Depois de uma boa caminhada sobre as pedras encontramo-nos diante das ruínas de uma estranha construção com mais ou menos dez metros de altura. A ponta tinha desaparecido e a pirâmide ostentava um buraco no seu lado que mais parecia uma varanda. A pirâmide tinha sido erguida com pedras da região, as superfícies bastante lisas. Parecia maciça, mas havia uma grande entrada num dos lados. Era o acesso a um amplo recinto embaixo da pirâmide. Esta sala subterrânea tinha sido descoberta por Rosetti em 1803. Ela tem um diâmetro da aproximadamente vinte metros. Na parte leste tem um altar com sete degraus. No fundo da sala há dois buracos no chão. Um é raso; o outro uma passagem comprida e vertical, que leva até uma outra sala mais embaixo, com altura de vinte metros; nesta sala encontra-se uma pirâmide com dez metros de altura. Essas salas subterrâneas só podiam ser alcançadas com equipamentos especiais, e resolvemos, como Rosetti em 1803, voltar no ano seguinte para explorar o sítio demoradamente junto com alguns especialistas. O que me interessava particularmente era a distância do altar entre a ponta da pirâmide subterrânea e a base da pirâmide de cima.

Tudo indicava que aquela sala servia de tempo de iniciação, quando as pirâmides constituíam as fontes de energia astral para ajudar os iniciados, da mesma maneira como no antigo Egito.

De acordo com o livro, até 1921 teria havido uma suástica pendurada sobre a entrada, um símbolo sagrado dos jainistas. Diz o autor que os hindus jainistas construíram pirâmides no mundo inteiro. O curioso é que a aldeia mais antiga da vizinhança chama-se atualmente Gaina. Antes o nome escrevia-se Jaina e mais antigamente ainda Jain.

Em 1922 um tipo de profeta ou patriarca, chamado Gothland, instalou-se perto da pirâmide. Este avaliou, baseado em cálculos sobre o deslocamento do Pólo Norte, a idade da pirâmide em 4.333 anos, e partindo de idéia do templo iniciático, ele também utilizou-o para o mesmo fim. Também os cruzados teriam conhecido a entrada da sala no século XII. Eu mesmo já conseguira várias vezes determinar a idade de vasos antigos com grande precisão com o uso de pêndulo, portanto resolvi tentar a minha arte também aqui. Estava encostado numa das paredes laterais, quando me veio à mente o ano de 1660 a.C.

O curioso é que, pouco antes de redigir este capítulo, eu fizera uma tentativa cega com o pêndulo que confirmara aquela idade. Para isso escrevi uma série de anos numa folha de papel que coloquei na minha frente com a escrita para baixo. E novamente o pêndulo me mostrou exatamente o ano de 1660. Não pretendia confiar demais na minha habilidade com o pêndulo, mas em todo o caso uma idade de alguns milênios desta obra não era improvável. Subi mais uma vez na pirâmide, de onde se tinha uma maravilhosa vista sobre Nice e o Mediterrâneo. Na ponta, ou melhor, dentro da ponta constatei um violento balançar do pêndulo. A corrente de ouro com as pedras de Ankh, turmalina e água-marinha chegou quase à horizontal. Sempre que não tiver um pêndulo disponível, utilizo esta correntinha, as pedras servindo de peso. Já foi uma ocorrência curiosa quando há alguns anos atrás alguém me trouxe este Ankh de outro, alguém cujo interesse pelas pirâmides eu ignorava. O Ankh, símbolo da sagração no antigo Egito, a vara que transmitia o divino poder de cura através dos sacerdotes aos doentes, o Ankh como curador. Para mim, entretanto, o mais interessante continua sendo o poder de cura das pirâmides. O Ankh no meu pescoço é o símbolo daquilo que existe na minha alma. O Ankh já existia antes que eu tomasse conhecimento do poder das pirâmides. Foi o poder da minha alma que atraiu o Ankh ou foi o Ankh que libertou a força adormecida da minha alma? No fundo o ambiente de cada pessoa é o espelho do seu íntimo. Ou eu sou parte do Ankh ou o Ankh é a materialização de uma parte do meu íntimo.

Enquanto ainda estávamos apreciando a vista lá de cima, chegou uma criança, seguida logo depois por uma mulher e por dois homens. Um dos homens e a criança já tinham estado aqui, a mulher veio pela primeira vez. Eles viviam em Nice e tinham um amigo que se interessava muito pela pirâmide e por outros monumentos incomuns. O outro homem tinha cabelos loiros e era muito magro. Parecia ser inglês e contou que certa vez dormiu no templo de pedras em Stonehenge. Lá as vibrações eram tão fortes que quase não conseguia suportá-la. Devia ser uma pessoa muito sensível. Seu conhecimento das pirâmides era limitado, e estava apenas fazendo companhia ao amigo francês neste passeio. Pedi que ele subisse comigo na ponta da pirâmide e que lá ficasse bem quieto para poder absorver as irradiações da pirâmide e dos seus arredores.

No começo ele olhava em volta, mas de repente notei que ficou um pouco rígido. Fechou os olhos e ficou perfeitamente imóvel. Isso durou alguns minutos. Quando abriu de novo os olhos, declarou-se surpreso porque naquele lugar podia sentir enormes energias e vibrações, comparáveis com aquelas de Stonehenge. Queria saber como isso era possível. Para ele era um mistério total.

Após ouvir a minha explicação sobre campos energéticos, ele disse, admirado: “Estranho, se eu tivesse chegado dez minutos mais tarde ou num outro dia, não nos teríamos encontrado; e agora nós dois aprendemos algo e tivemos experiências para meditarmos sobre elas.”

Um home estranho; ele provavelmente estaria pensando o mesmo de mim.

Paul Liekens, Os segredos da energia das pirâmides, editora Record, Rio de Janeiro-RJ, pp. 183-188.

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Algumas Observações sobre a Energia da Pirâmide

Posted by luxcuritiba em maio 19, 2009

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Até agora tratamos do aspecto material, quer dizer, das pedras, das formas e do aspecto mental; omitimos porém a alma, o aspecto etérico-astral.

Mas, tal como o homem, também a pirâmide consiste de matéria, alma e mente. Isto é lógico, pois a pirâmide é, em todos os seus aspectos, um reflexo da humanidade e do homem.

Essas três dimensões podem ser encontradas em todas as coisas da natureza ou nas formas perceptíveis do homem.

Tomemos como exemplo o movimento de um braço; ambos os braços sobem da altura dos quadris para a altura dos ombros.

Primeira dimensão: o movimento material, expresso em centímetros e em velocidade.

Segunda dimensão: a energia, os impulsos nervosos e energia das miofibrinas, para contrair o músculo. Essa energia é mensurável, mas não dá para vê-la, apenas suas consequências e o movimento.

Terceira dimensão: o objetivo, o espírito e sentido do movimento, a mensagem, é querer bater ou, talvez, acariciar alguém.

Todos os três aspectos formam um todo, nenhum existe sem os outros. Para mim a terceira dimensão é a mais importante, pois afinal foi ela que motivou o movimento.

O mesmo aplica-se ao homem, também a sua origem é espiritual.

Isso também vale para a pirâmide; o espírito, a mensagem, é o mais importante, as outras dimensões são meios para expressar o espiritual.

O que é o aspecto etérico, ou astral, da pirâmide, senão uma energia?

Pelo que sei, essa estranha forma de energia foi percebida pela primeira fez durante a guerra. Durante um vôo rasante de aviões Messerschmidt sobre as pirâmide, os seus instrumentos ficaram desregulados.

Hoje os aviões regulares não podem mais sobrevoar as pirâmides por motivos culturais e por medo de danos (!). Mas não tenho conhecimento de qualquer tentativa de uma investigação sobre aquele fenômeno. Parece que todos estavam ocupados demais com a guerra.

Foi preciso esperar pelo francês Antoine Bovis. É ele o homem que se deteve com o fenômeno pelo qual dezenas de milhares de pessoas simplesmente passaram.

Ele encontrou na câmara mortuária real ratos, camundongos e outros bichos mortos, mas não apodrecidos. E isso apesar da umidade e escuridão na câmara real, onde a temperatura de aproximadamente 20ºC proporciona uma base ideal para a decomposição. Antoine Bovis, na realidade um radiestesista, começou a meditar sobre isso. Ele sentiu intuitivamente que este fenômeno devia ter alguma ralação com a própria forma da pirâmide. Voltando das férias para casa, ele construiu um modelo exatamente nas proporções da pirâmide de Quéops. Alinhou a pirâmide, num dos lados da sua base, precisamente na direção norte-sul e colocou um gato morto dentro dela na posição de um terço da altura total.

Seu esforço foi premiado. O gato não demonstrou qualquer indício de decomposição, não exalou mau cheiro e manteve-se perfeitamente íntegro como se tivesse sido mumificado. Podemos imaginar o entusiasmo do homem.

Este mesmo entusiasmo pode ser alcançado por qualquer pessoa que fizer uma primeira e bem-sucedida tentativa com a energia das pirâmides.

Motivados pelo entusiasmo de Antoine, muitos outros começaram a experimentar, com o mesmo resultado. Antoine Bovis publicou os seus resultados numa revista para operadores de pêndulos e radiestesistas, e isso deu o impulso que faltava. Karl Derbal, engenheiro radiotécnico, pioneiro no campo do rádio e da televisão, que se especializara em ondas de rádio, recebeu por acaso uma destas publicações, que o levou a iniciar uma pesquisa sobre as características da pirâmide.

Ele desenvolveu uma teoria, segundo a qual deve ocorrer na pirâmide uma concentração de energias cósmicas, e partiu do pressuposto de que isso deveria afetar até o fio de uma gilete.

Tentemos imaginar o seu raciocínio: inicialmente ele pensou – e queria provar – que uma gilete perderia o corte sob a influência desses raios.

Uma teoria precisa ser confirmada na prática. Para isso ele construiu um modelo reduzido nas proporções exatas. Colocou uma lâmina nova de barbear nela, na altura que corresponde a um terço da distância entre a base e a ponta, onde foi constatado o campo de força mais intensivo.

Vinde e quatro horas depois, ele retirou a lâmina e tentou fazer a barba. Para sua total decepção a lâmina continuou cortante. Mas ele não desanimou e recolocou a lâmina na pirâmide. E ela continuou cortante. Dia após dia sua surpresa aumentou, porque ele continuou podendo fazer a barba com ela.

Depois de sessenta dias fazendo a barba com esta lâmina diariamente, finalmente ela ficou cega.

Então ele fez outra tentativa, e conseguiu cem a duzentas barbas. Naquele tempo, em 1948, as giletes estavam em falta no seu país, e os amigos insistiam em que ele registrasse este inusitado modelo e fenômeno como patente.

Quase por brincadeira ela requereu a patente, mas demorou até 1959 para ela ser registrada com o número 91.304.

Mas por que demorou tanto tempo?

De acordo com a legislação vigente na Tchecoslováquia, não basta que uma coisa funcione, é indispensável apresentar também uma explicação técnica de como funciona.

Não houve dificuldade em provar ao serviço de patentes que a idéia funcionava. Inclusive pelo fato de que vários membros da comissão deliberativa, entre eles o próprio presidente, conseguiram passar um ano com apenas duas ou três lâminas. Finalmente Karl Derbal conseguiu apresentar uma hipótese aceitável.

Pelo seu trabalho no Instituto para Técnicas de Alta Frequência ele tinha acesso a toda a literatura científica sobre microondas, raios cósmicos e raios terrestres.

Um aço de boa qualidade tem certa elasticidade que serve para neutralizar deformações passageiras e restabelecer o estado original. Por exemplo: deixando uma lâmina depois de uma única utilização de um a dois meses sem uso, ela recupera o fio inicial. O vão da pirâmide, cavidade de ressonância para as mais variadas irradiações, acelera o processo para 24 horas.

A energia presente na pirâmide tem também a capacidade de retirar as moléculas de água presentes no metal, aumentando a sua rotação própria. Neste processo a água é eliminada mesmo nos menores vãos. A energia necessária para isso é pequena, apenas 1,6 x 10-19 watts por segundo. O espaço de uma pirâmide pode gerar muito mais energia. Por outro lado, a energia das pirâmides está sujeita a interferências de um campo magnético, gerado por equipamentos elétricos, como por exemplo uma TV. Também grandes massas de ferro podem causar interferência.

Podemos observar, entre outras mais, duas forças:

1. que acelera a desidratação,
2. que age sobre a microestrutura dos organismos.

A esterilização ou exterminação de microorganismo e a regeneração do aço são dois exemplos.

Pirâmides com outros ângulos ou outra estrutura também geram energia. Acontece que o modelo da pirâmide de Quéops parece ter o maior efeito. Através da rápida desidratação seria possível até matar pequenos animais.

Esse efeito só se consegue com a concentração de energias cósmicas, atraídas pelo magnetismo da Terra. A pirâmide tem que estar alinhada exatamente no eixo norte-sul, pois os campos magnéticos têm o mesmo alinhamento.

Derbal coloca as suas lâminas com o corte na direção norte-sul. Eu mesmo as coloquei na direção leste-oeste, mas da próxima vez pretendo colocá-las também na direção norte-sul, a fim de observar a diferença. No momento da redação deste capítulo eu já tinha feito a barba 210 vezes com a mesma lâmina, submetida ao tratamento na pirâmide. Utilizo aqui uma pirâmide em forma de cone, que tem a vantagem de não precisar ser alinhada, pois tem um número infinito de faces laterais.

Experiências na Própria Pirâmide

O homem, como sempre, é um caçador materialista de tesouros e sempre acreditará que aqui ou acolá deve existir escondido um enorme tesouro. Numa época em que o conforto tem importância excepcional, a caça ao tesouro foi simplificada e pode ser comparada a uma loteria. E ainda tem gente que acredita que nas pirâmides do Egito devam existir cômodos secretos e ainda desconhecidos. Para esclarecer definitivamente esse aspecto, em 1968 o dr. Louis Alvarez iniciou um grande projeto.

Ele criou um medidor capaz de captar raios cósmicos. Sua teoria baseou-se na premissa de que os raios cósmicos, ao passar por um material, seja qual for a espessura deste, perdem energia. Pretendia colocar o medidor dentro da pirâmide e medir a potência desses raios. Casos existisse um cômodo escondido em algum lugar, ele poderia determinar a sua localização através da intensidade medida da irradiação.

Sempre que se tratar de tesouros escondidos, parece que o dinheiro aparece, pois em meados de 1968 esse caríssimo projeto pôde ser iniciado.

Uma equipe de cientistas, membros de doze diferentes instituições nos Estados Unidos e nos Emirados Árabes, começou a trabalhar. Milhões de feixes de raios cósmicos foram medidos, indicando nitidamente todas as formas e pontos da pirâmide. A pirâmide de Quéfren tinha sido escolhida como primeiro objeto das pesquisas.

Sob a direção do dr. Amr. Goneid, do Cairo, foram analisadas as fitas num computador IBM 1130. Não foi descoberta uma única câmara secreta, mas surgiu um outro fenômeno: cada vez que as fitas eram analisadas na Universidade Ein-Sham do Cairo, apresentou-se um padrão de dados diferente, cuja variação já deveria ter sido constatada por ocasião de análises anteriores.

Para ter certeza absoluta, mandaram as fitas para Berkeley, na Califórnia, onde as colocaram num computador ainda mais altamente especializado. O dr. Goneid observou que o processo não tinha explicação científica e parecia absolutamente impossível. Constatou que na pirâmide deviam existir forças que estariam se divertindo com aquilo que até então vinha sendo considerado conhecimento científico seguro.

Mas a equipe não continuou os trabalhos na pirâmide de Quéops, abandonando o projeto de vez. Temos aqui mais uma prova indiscutível de que a sociedade contemporânea ainda não se conscientizou de que o maior tesouro da pirâmide, ou de qualquer outro lugar, deve ser de natureza espiritual. Esta sabedoria já nos foi ensinada nos velhos contos de fadas, como por exemplo neste que vou contar rapidamente:

“A pobre e trabalhadora filha adotiva cai num poço e chega num prado. Lá ela se emprega com a Frau Holle e executa com altruísmo e amor muitos trabalhos. Passados sete anos, ela deseja voltar e recebe, como agradecimento, uma chuva de ouro. Evidentemente, a madrasta ávida pelo ouro a recebe muito bem. Acha que agora pode mandar a própria filha em busca de mais ouro. Esta cai no poço, mas é preguiçosa demais para mexer um dedo, e na hora da volta é coberta com piche, para desgosto da sua mãe.”

Neste conto de fadas o amor é premiado com ouro mental. A avareza do ouro material é punida com um fracasso.

Também na história da pirâmide encontramos este tema.

Além do dr. Louis Alvarez, mais um outro pesquisador foi até a pirâmide. Mas não com o intuito de localizar a misteriosa câmara do tesouro, e sim para explorar o sentido espiritual, a mensagem da pirâmide.

Por acaso recebi em casa a visita de alguém que tinha passado um dia com Paul Brunton. Sr. Francis Younghusband descreve Paul Brunton como uma pessoa espiritualmente muito evoluída, com profundo conhecimento da sabedoria oriental e da evolução cósmica. Considera-o um  dos líderes da filosofia de ioga no Ocidente, que se dedicara durante anos ao estudo dos antigos exercícios místicos e do conhecimento filosófico, a fim de poder transmiti-los a nós numa forma moderada e compreensível.

Paul Brunton partiu em busca do “porquê” da pirâmide, e o resultado é aquilo que ele descreve num dos seus livros com o título Egito secreto.

A fim de poder realmente saber o que a pirâmide escondia nas suas entranhas, ele deixou-se encerrar durante uma noite na câmara real, assumindo todos os riscos.

Conta ele que precisou deixar sua mente totalmente vazia, para conseguir absorver todas as impressões com a máxima precisão. Nisso, o treinamento da ioga lhe foi muito útil. No começo, o silêncio foi muito deprimente, enquanto ele ficou sentado junto do sarcófago aberto, aguardando os acontecimentos daquela noite.

Concentrou-se totalmente no próprio interior e sentiu aos poucos uma espécie de felicidade aproximando-se. Naquela câmara escura, sem o mínimo traço de luz, sombras começaram a mexer-se violentamente. Imagens de rostos mal-intencionados debruçaram-se sobre ele. Sentiu-se cercado por figuras hostis, que com certeza queriam expulsá-lo da câmara mortuária real. E ele chegou bem perto do momento da fuga, tão grande tornou-se a revolta contra aquilo que o rodeava. Mas de repente ocorreu uma mudança no ambiente e a hostilidade cessou como viera.

Passado algum tempo, começou a sentir uma nova presença, desta vez com uma irradiação benéfica. Uma segunda figura aproximou-se. Reconheceu-as como sacerdotes com roupas brancas, cuja irradiação de luz iluminava a câmara real. Umas das figuras dirigiu-se a ele e perguntou por que queria invocar as forças espirituais.

Tudo isso ele sentiu como algo indescritível; apesar de não perceber as vozes acusticamente, escutou e compreendeu tudo no seu íntimo.

A voz aconselhou-o a ir embora. Já na antiguidade outros teriam voltado enlouquecidos da câmara mortuária real. Brunton respondeu que pretendia continuar lá.

Explicaram-lhe então que seria conduzido para o lugar onde o Saber era anunciado. Que fizesse o favor de deitar-se sobre a pedra. Ele descreve a sensação que sentiu, de morrer lentamente, e de repente estava livre do corpo.

Supondo que se trate daquilo que chamam a saída da matéria.

Um médico escreveu um livro sobre este assunto, depois de conversar com centenas de pacientes que tinham sofrido a morte clínica e em seguida tinha ressuscitado.

Brunton continua contando que viu a si mesmo deitado e em seguida sentiu-se flutuar dali. Tinha consciência de que o corpo estava sem alma e a alma livre. Em seguida recebeu mensagens de um dos sacerdotes.

“O homem que possui um corpo mortal e uma alma imortal, nunca será esquecido.”

Quando Brunton perguntou sobre o segredo da pirâmide, recebeu a seguinte resposta: “Não importa se você descobre o segredo da pirâmide ou não. Procure o caminho secreto na sua mente, que o levará ao segredo na sua alma e lá encontrará o maior segredo. O segredo da pirâmide é o segredo do seu próprio ser. A mensagem da pirâmide é que os homens devem descobrir nas suas almas o maior poder da mente.

A verdade oferecida a Paul Brunton lembra-me do livro já mencionado de Baird Spalding. Die Meister des Fernen Ostens, um livro que vale a pena ler. Um grupo de arqueólogos assiste a uma demonstração de como todo homem tem em si o poder para dominar a matéria. Em cada home está presente o poder do Cristo, e podemos utilizá-lo da mesma maneira como Cristo o utilizou. Mas será preciso que nos abramos ao espiritual. Também nesse caso é válida a analogia com a pirâmide.

Esta precisa ter a forma exata, as proporções certas e o alinhamento para o norte para que a energia possa ser eficaz.

O mesmo aplica-se ao homem. O homem precisa limpar o seu corpo, alimentar-se com alimentos saudáveis, respirar corretamente e concentrar-se no espiritual, na mensagem de Cristo. Se fizer isso, a energia mental lhe chegará sozinha e ele, por sua vez, poderá irradiá-la também.

Já depois da entrega do manuscrito deste livro ao editor, este me presenteou com um livro de Benjamin Creme: Die Wiederkehr Christi und die Meister der Weisheit. Neste livro consta algo muito estranho sobre a grande pirâmide, e apressei-me a incluí-lo. Creme fora incumbido da construção de um instrumento que pudesse irradiar formas de energia estereométrica. Esse instrumento serviria, entre outras coisas, também para curar pessoas.

Falando da forma estereométrica da Grande Pirâmide de Quéops, ressalta ele que a mesma deriva sua potência da sua forma e que ela é capaz de atrair energias das regiões etéricas e astrais. Essas energias deveriam ser transmitidas aos habitantes de uma grande cidade, que hoje estaria escondida debaixo da área junto da pirâmide e da Esfinge.

No livro ele fala ainda dos grandes mestres, com cuja orientação aquela cidade terá que ser reencontrada. Isso seria mais uma prova dos conhecimentos extraordinários de que os mestres dispunham.

Em seguida ele estabelece um paralelo interessante entre o homem e a Terra, da mesma forma como fiz num capítulo precedente deste livro. Creme conta que o homem que segura excessivas energias em determinados pontos do corpo, e não as deixa circular no resto do corpo, faz-se adoecer ele próprio.

Na acupuntura identificam-se esses bloqueios, tratando de restabelecer o fluxo normal.

O mesmo fenômeno pode ser observado atualmente, em escala muito maior, na organização do nosso mundo. O Ocidente está bloqueando tanta energia e alimentos que muitos países em desenvolvimento estão enfrentando grave escassez. Por causa disso o mundo inteiro está cheio de tensões, morte e doenças. A única solução seria uma distribuição mais equitativa da energia e dos alimentos no mundo inteiro. Essa redistribuição estaria sendo preparada, na opinião dele, pelos grandes mestres em escala universal.

Paul Liekens, Os segredos da energia das pirâmides, editora Record, Rio de Janeiro-RJ, pp. 79-88.

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Algumas Observações sobre Energia

Posted by luxcuritiba em maio 3, 2009

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Algumas formas de energia são do nosso conhecimento, outras podemos descrever, porém a verdadeira origem e a força propulsora da energia continua ainda um ponto interrogativo para as ciências que se ocupam dessa matéria. Quando se discute a origem da energia, chegamos nós, cientistas filosóficos de hoje, como Boronowsky, Einstein – homens que tiveram a coragem de dizer que, quanto mais descobrem, mais perguntas surgem, quando se restringem apenas a essa matéria. O sábio russo dr. Kozyrev conseguiu medir a densidade do “tempo”; ele chama “tempo” a energia mais universal do globo terrestre. Existem algumas energias às quais atribuímos um nome na linguagem comum, mas cujo verdadeiro efeito, sua origem ou sua natureza não conseguimos explicar tão facilmente.

Estamos falando do poder do amor. Ninguém pode negar que ele existe. Este poder induz os homens efetivamente a realizações incríveis. A falta deste poder faz os homens apagarem-se.

Qual é a natureza desse poder?

Falamos da força das vitaminas.

Alguém já conseguiu medir essa força ou pelo menos já a viu? O que é a força das vitaminas? O que, afinal, é uma vitamina?

Umas das forças mais maravilhosas talvez seja a força da germinação ou a energia da semente. Já pensou alguma vez o que isso representa em proporção ao ínfimo tamanho de uma pequena semente? Como é possível que uma semente, ao germinar, empurre uma pedra para o lado, atravesse camadas de asfalto? De acordo com a tradição teria existido uma civilização que conseguira transformar esta energia de forma prática para uso diário.

Aqui chegamos a uma pergunta fundamental, quando examinamos as imensas obras de antigas culturas. Algumas dessas construções não poderíamos imitar nem hoje com a nossa avançada tecnologia. Pelo contrário, quando construíram a barragem de Assuã, tentaram desmontar algumas construções para reconstruí-las em outros locais. Mas não foi possível transportar um bloco de pedra de duzentas toneladas. Tiveram que cortá-lo em pedaços para o transporte. Pois então, como conseguiram as chamadas “culturas primitivas” construir com tais blocos? O erro de raciocínio que cometemos provavelmente é o seguinte: estamos nos agarrando a uma teoria da evolução. Todos os documentos da antiguidade que foram descobertos, mas não se enquadram nessa teoria da evolução, são descartados sem um exame mais aprofundado.

Simplesmente não conseguimos imaginar que alguma civilização do passado tenha tido um grau de evolução mais elevado do que a nossa. Mesmo que se trate apenas de um setor específico. Por isso é tão difícil encontrar explicações satisfatórias para certos fatos.

O engenheiro dinamarquês Tons Brunes livrou-se dos preconceitos para poder examinar esses casos sem uma visão distorcida. Ficou surpreso com o fato de que a escuridão na pirâmide é total, mas não existe qualquer traço de fuligem causada por tochas, velas ou quaisquer outros meios de iluminação.

Durante o exame dos relevos no Templo de Denderah, ele descobriu uma imagem, cópia exata do esquema de uma lâmpada elétrica ligada a isoladores.

É compreensível que antes de 1872, ano da invenção da lâmpada elétrica, nenhum egiptólogo tenha compreendido aqueles desenhos. Eles ou eram ignorados ou interpretados de maneira diferente, de acordo com os esquemas de pesquisa da respectiva época.

O mesmo Tons Brunes encontrou há alguns anos no Museu Nacional do Cairo, num depósito para objetos não identificados, ou seja, objetos que não se enquadravam no esquema da época, uma espécie de baú que, para sua surpresa, podia funcionar como bateria. Superentusiasmado com essa bateria que já devia ter alguns milhares de anos, o engenheiro eletrotécnico foi falar com o principal especialista do Museu do Cairo. Este, visivelmente divertido, explicou que não podia tratar-se de uma bateria, pois na época da qual se originara o objeto, não havia eletricidade. Mas ele também não soube explicar qual teria sido a serventia do objeto.

Evidentemente aquele historiador foi vítima da sua especialização, pois do contrário deveria ter conhecimento do fato de que, na escrita sagrada hindu Kumbhadbawa Agastyamuni, feita cinco mil anos antes de Cristo, existe uma descrição detalhada de um equipamento chamado Mitra. Trata-se sem dúvida de um acumulador para a geração de luz. Diz o texto que, quando se ligam várias células em conjunto, o equipamento produz uma luz excepcionalmente forte.

Os teólogos que conhecem aqueles escritos não atribuem a esse caso qualquer importância, enquanto os historiadores e arqueólogos não se interessam por escritos sagrados.

Desta forma ocorre, por causa da especialização, um curto-circuito com a consequente perda de dados importantes. As informações existem e estão à espera de um homem que utilize sua intuição e sua razão para estabelecer a ligação entre os diversos fatores, e que ao mesmo tempo esteja disposto a arriscar a própria reputação, defendendo teorias que não se encaixem no quadro geral. Os tempos mudam, e tudo aquilo que é hoje teoria estabelecida, está sendo colocado em dúvida nesta era de Aquário. Novas opiniões abrem caminho e começam a ser ouvidas. Só que às vezes as coisas estão sendo viradas totalmente de cabeça para baixo. Anteriormente a sabedoria e o conhecimento eram retidos dentro de um grupo restrito, que os vazava de cima para baixo. Hoje em dia acontece que uma única pessoa pode descobrir algo intuitivamente e levá-lo ao conhecimento do grande público através de um livro ou dos meios de comunicação.

O mesmo acontece com a energia das pirâmides. Em consequência das informações publicadas em jornais e revistas, milhares de pessoas estão começando a experimentar.

Só depois que experiências práticas de milhares de pessoas comprovarem que a coisa funciona, só então alguns professores mais abertos – que precisam cuidar-se para não prejudicar a sua reputação – começam a examinar as ocorrências. É isso que acontece amiúde com as chamadas ciências secundárias. Todo mundo já teve alguma experiência telepática, talvez da seguinte forma: pensar em alguém que não vê á meses ou anos, e de repente a pessoa telefona ou chega na porta de nossa casa.

A telepatia é hoje na Europa Ocidental um fenômeno bastante reconhecido. Mas sei de apenas uma única universidade que se ocupa com esse importante fenômeno. Nos países da Cortina de Ferro trabalha-se há anos com esta forma de energia a nível universitário, para pesquisar suas possibilidades. O mesmo aplica-se à telecinesia e a outras forças. Também nos Estados Unidos há tentativas, desde os últimos vinte anos, de recuperar o tempo perdido.

Atualmente também estão sendo feitas novas descobertas, até então desconhecidas formas de energia que em certos casos podem ter espantosas dimensões. O prêmio Novel de 1936, Victor Francis Hess, descobriu, durante uma experiência de laboratório com balões, que havia no ar irradiação de prótons e de núcleos atômicos leves, com uma carga muito elevada – mais tarde lhes seria dado o nome de “ultra-irradiação cósmica”. Sobre isso o astrofísico Noyle comenta: “A energia nuclear das armas atômicas, comparada com as forças existentes no cosmo, não passa de balas de festim.” Mas ainda não conhecemos a sua origem. Atualmente a NASA está muito interessada no assunto. Wilhelm Reich (1897 – 1957) fez, como médico e psicanalista, intensivas investigações sobre essa forma de energia. As suas descobertas foram de tal maneira espetaculares que se chocaram com a incredulidade dos seus colegas. Além do mais, esses resultados não se encaixavam no esquema da época e foram simplesmente boicotados. Reich deu a essa forma de energia o nome de Orgon.

Esta energia existe, tal como o tempo e a luz, no espaço. Reich desenvolveu métodos para comprovar a existência dela visualmente no microscópio ou através da medição do calor. A energia do Orgon tem estreita relação com aplicações no campo da saúde, mas o mais espetacular foi uma tentativa de fazer chover, com a sua ajuda, num período de seca. No começo de 1950, a cidade de Nova York foi castigada por uma onda de calor, durante a qual, na opinião de vários institutos meteorológicos, não havia qualquer esperança de chuva.

Hellmuth Hoffmann descreve a experiência num dos seus artigos. À distância de algumas centenas de quilômetros foi ligado o aparelho (um cloud buster).

Algumas horas depois do início do experimento, telefonaram de Nova York para avisar que há anos não ocorria uma aguaceiro daquele tamanho.

Mais tarde procedeu-se a correções, para controlar o volume de chuva, de maneira que se tornou possível dosar desde a leve chuva de primavera até o aguaceiro pesado.

Pela energia orgônica chegamos à bioenergia, campo magnético de todos os seres vivos ou minerais. Também as nossas emoções, o poder do amor, a força de germinação da semente, comparável com o prana, têm um campo magnético semelhante.

Reich construiu um acumulador de energia orgônica (Orac) para uso médico. O professor dr. Theodore P. Wolffe descreve o Orac como “a mais importante descoberta da ciência médica”. Médicos no mundo inteiro utilizam-no no tratamento de feridas supuradas, asma, angina do peito, arteriosclerose e até câncer.

O dr. Simion I. Tropp relata o seguinte sobre o tratamento do câncer: “O Orgon tem um efeito positivo sobre o organismo, alivia dores, regenera o sistema circulatório do sangue e impede ao mesmo tempo a degeneração do organismo. Assim, este pode ser reativado e torna-se possível criar as condições e possibilidades ideais para um combate eficiente da doença. As funções naturais do corpo são estimuladas e com elas todo o mecanismo de defesa dele.”

Aqui temos mais um elo com a homeopatia e com a energia das pirâmides. Tal como W. Hahnemann, fundador da homeopatia atual, que parte de uma constituição básica com suas falhas elementares, também Reich afirma que há um típico mal funcionamento do mecanismo vital autônomo. Este mal manifesta-se em diversas doenças – resfriado, asma, erupções, carcinoma (tumores), angústias, esclerose múltipla, alcoolismo crônico etc.

Evidentemente não faz sentido combater os sintomas, antes deve-se estimular o elemento básico, a vitalidade, a dinâmica. Recentemente foi criado, baseado na acupuntura chinesa, um irradiador de concentração de Orgon.

Aqui temos, na minha opinião, a junção de todas as partes num todo.

Cada método de tratamento, visto isoladamente, nada mais é que uma reflexão parcial da verdade. A energia cósmica, vital e renovadora, existe em toda parte. Hipócrates já dizia: “Não há outra autoridade a não ser os fatos: apenas de fatos podemos efetivamente tirar conclusões.” Reich parte do pressuposto de que a energia cósmica, orgônica, existe em todos os lugares. A prática mostra que com o acúmulo dessa energia podemos obter a ativação do nosso organismo.

A homeopatia libera essa energia, através da dinamização e potencialização de ervas, plantas e minerais. Essa energia foi testada em milhares de pessoas saudáveis, os resultados dos testes anotados e colocados na Materia Medica. Na acupuntura a mesma energia é levada a um determinado ponto do corpo humano. O acumulador de energia orgônica age pela irradiação do corpo inteiro da mesma maneira.

Agora também começamos a nos conscientizar da influência curadora da forma das pirâmides, que também parece agir como acumulador de energia.

Os arquitetos das plantas para a construção das pirâmides já sabiam disso há vários milênios.

Fonte: Os segredos da energia das pirâmides, Paul Liekens, Editora Record, pgs. 53-59.

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