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Por Quê Pirâmides?

Posted by luxcuritiba em maio 16, 2008

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09-2002 ]

Paralelamente à tradicional explicação mística, de que a forma piramital atrairia energias cósmicas que influenciariam positivamente quem ou o que estivesse em seu interior, existe uma explicação científica que remonta aos problemas tecnológicos que afligiam os primeiros construtores de grandes monumentos.

Chegar perto dos céus sempre foi uma aspiração do ser humano. A atração exercida pelas estrelas, morada dos deuses, ou simplesmente a vontade de marcar sua passagem pela terra com uma obra grandiosa, estimularam os antigos reis a construir monumentos cada vez mais altos. Mas, como construir em grandes alturas com os parcos recursos tecnológicos e com os materiais primários existentes na antigüidade?

Para se construir em altura, problemas fundamentais tem que ser superados: para se equilibrar grandes pesos, os materiais têm que suportar, além da compressão exercida pelas cargas acima deles, esforços de flexão e torção, devidos principalmente ao vento e à volumetria das construções. Ora, na antigüidade o material básico para as construções era a pedra. Naqueles tempos já se sabia, mesmo que de forma empírica, que a pedra é um material de excelente resistência a esforços de compressão, mas sofrível quando os esforços são de flexão e de torção. Tanto na flexão como na torção, entra um componente que é a tensão de tração, em que a pedra simplesmente tem baixa resistência. Por outro lado, as técnicas de fundações existentes na época somente permitiam o uso de fundações diretas superficiais, estacas profundas somente foram introduzidas muitos séculos mais tarde.

A solução encontrada pelos antigos, depois de muitas tentativas, hoje parece óbvia: era preciso diminuir as cargas sobre a base à medida em que se subia com a construção. Para dimimuir as cargas, era necessário que cada “andar” da obra fosse menor do que seu antecessor. Desta forma, seriam minimizados os efeitos de flexão e de torção pela própria geometria da construção e reduziriam-se os efeitos do vento, com a diminuição da área de parede em confronto ao vento, à medida em que se subia (uma pirâmide tem muito melhor aerodinâmica do que um cubo). Além disto, as cargas seriam melhor distribuídas sobre o terreno, minimizando-se o problema das fundações.

No início, as pirãmides eram em degraus. Diminuía-se a área da planta em cada novo “andar”. As pirâmides verdadeiras, de faces lisas, surgiram posteriormente, após algumas tentativas fracassadas.

A primeira pirâmide egípcia foi mandada construir pelo rei Djoser por seu arquiteto Imhotep. Era uma pirãmide em degraus na localidade de Saqqara.

O faraó Snefru é considerado o grande desenvolvedor das pirâmides. Ele reformou uma e construiu duas: a pirâmide de Meidum, que foi iniciada pelo faraó Huni, era em degraus, que Snefru tentou transformar em uma pirâmide verdadeira através de enchimentos; a pirâmide “Torta”, cujo erro na escolha do local e nas fundações obrigou à mudança no ângulo das faces, de modo a diminuir-se a carga sobre a base; e a pirâmide vermelha, considerada a primeira pirâmide verdadeira, de faces lisas, o grande êxito de Snefru.

O filho de Snefru, Quéops, construiu a maior pirâmide egípcia, a grande pirâmide de Gizé, aproveitando os conhecimentos acumulados por seu pai. Seu filho Quéfren e seu neto Miquerinos, construíram suas próprias pirâmides verdadeiras junto à de Quéops, em Gizé, embora em menor escala.

Outras civilizações também construíram pirâmides, como os Maias, nos atuais México e Guatemala. Curiosamente, todas as pirâmides Maias eram em forma de degraus, pelos mesmos motivos dos egípcios.

Mas, por quê hoje em dia não se usa mais a forma piramital em grandes construções? A resposta é simples: os problemas estruturais vividos pelos antigos já foram há muito resolvidos. Hoje, temos excelentes materiais como o concreto armado e o aço, que resistem muito bem aos esforços de flexão e torção, além de proporcionarem estruturas leves. A tecnologia de fundações também evoluiu, permitindo que se descarreguem grandes cargas em pequenas áreas, através de estacas profundas. Por outro lado, a terra hoje em dia é um bem muito caro, fato que inviabilizaria construções com grandes áreas ocupadas na base e pequeno aproveitamento nos andares superiores.

Álcio Lopes Mota – Arquiteto.

Fonte: http://www.cimentoeareia.com.br/piramides.htm

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