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A essência do ritual

Posted by luxcuritiba em junho 26, 2009

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Outro dia estava com amigos, num ritual em homenagem a algumas entidades orientais. Não sou muito adepto de rituais, não me enquadro muito em formalismos, mas eventualmente faço exceções.

Tudo corria perfeitamente tranquilo, como sempre. Até que um insight me ocorreu em dado momento, quando observava o altar. De repente, havia algo diferente ali. Um amigo ao lado, que deve ter percebido meu estado de “veneração”, perguntou-me o que eu sentia quando estava ali, diante do altar.

Fiquei pensando na resposta. O que eu sentia? Na verdade, não estava SENTINDO algo, estava ENTENDENDO algo. Minha mente estava imersa em idéias alucinantes, referentes às existências de consciências múltiplas, em múltiplos planos de existências simultâneas. E eventualmente, de alguma forma, um dos focos de consciência, de uma dessas consciências múltiplas, se “sintonizava” de uma certa forma, e estabelecia contato com algo além do seu próprio plano de existência. Tudo isso ocorreu-me numa fração de segundo, num lampejo.

E agora, o que iria lhe responder? como iria lhe explicar tudo isso? Não tínhamos tempo para discursos sobre existências múltiplas, universos paralelos, e outras maluquices quânticas. Por fim respondi:

– Eu estava pensando, no altar, nos objetos, no santuário. Tudo é sólido, é material. A estátua no altar, é apenas uma estátua, de madeira, cerâmica ou metal. O altar, é apenas uma mesa de madeira. Os objetos sobre o altar, são apenas objetos. E no entanto, quando estamos aqui cuidando dos preparativos do ritual, limpando o altar, e os objetos do altar, limpando o chão, preparando as oferendas, isso, de alguma forma, altera nosso foco de atenção, e faz com que nossa mente seja ligada a Deus, ao mundo espiritual. A estátua continua sendo apenas uma estátua, o altar continua sendo apenas um altar; entretanto, agora, há algo mais. Porque agora minha mente [que não é material] está ligada a algo que não é material. Mas o que faz essa ligação não são os objetos, nem os movimentos. A dedicação, o empenho, a vontade, é isso que faz nossas mentes se ligarem a Deus.

Talvez essa idéia não seja novidade para muitas pessoas. Na verdade, para mim mesmo, não é. No entanto, naquele momento, o que era um conhecimento apenas, um entendimento intelectual, passou a ser algo real, tangível, perfeitamente consciente, claro e translúcido, óbvio por si mesmo.

Meu amigo perguntou-me:

– Deus criou todas as coisas não é. Deus criou o chão, as paredes, a madeira, inclusive estas frutas que oferecemos no altar, e que depois nós mesmos vamos consumir. Então, qual é o sentido de oferecermos a Deus, o que já é dele?

Confesso que fiquei sem resposta. Pensei, mas não sabia o que lhe dizer. Então respondi apenas:

– Boa pergunta. Por que oferecemos para Deus o que já é de Deus?

Então ele respondeu:

– O que importa para Deus, não são os gestos físicos, o trabalho material. O que importa para Deus é a sinceridade com que fazemos isso. Ele não se importa com a oferenda que lhe damos, mas com a intenção e sinceridade com que a fazemos. Isso é o que faz a diferença.

Fiquei pensando naquilo, enquanto o ritual prosseguia. Estando ciente que enquanto estava ali, fazendo aqueles movimentos, minha mente estava conectada com algo que os olhos não viam, mas que era perfeitamente evidente, inconfundível. Estando ciente de que todo o preparativo feito pelas pessoas ali, em espírito de camaradagem e confraternização, era apenas um artifício para ligarmos nossa mente com aquilo que estava além dos sentidos físicos.

Zhannko Idhao Tsw

Curitiba, 07 de Junho de 2009.

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