Piramidal.net

Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

Archive for abril \19\+00:00 2008

Projeção no plano físico-etérico? III

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

banner

(20 Julho de 2007)

Levantei cinco horas da manhã, para ir caminhar em uma trilha. Meu objetivo era chegar ao lugar a tempo de ver o sol nascer. Infelizmente, quando cheguei, o sol já estava alto no horizonte. Depois de uma boa caminhada, parei no alto de um morro. Deitei-me sobre umas grandes pedras que existem ali, para descansar. Após o descanso, com direito a banho de sol, comecei meus exercícios de meditação.

Na seqüência, como estava com tempo livre, passei aos exercícios de projeção. Deitei confortavelmente, tão confortável quanto seja possível ao se deitar sobre uma rocha, e concentrei-me em relaxar o corpo, baixando o metabolismo e mantendo a atenção concentrada, para manter-me lúcido, caminho que já aprendi ser eficaz para uma projeção consciente.

Depois de algum tempo ouvindo o farfalhar das árvores sob o vento, ouvi pessoas se aproximando. Tratava-se de um homem adulto e duas crianças. Estavam vindo por uma das trilhas que levam ao topo do morro. Estranhei, porque o local onde estava era pouco freqüentado e muito raramente se encontrava outras pessoas por ali.

Os três chegaram até a base da pedra onde eu estava e um dos garotos aproximou-se mais para tocar em mim. Tentei levantar mas, para minha surpresa, não consegui, não podia mover-me. Fiquei preocupado porque se eles percebessem que eu estava dormindo podiam levar embora minha mochila, que estava ao lado. Nem percebi a contradição de estar vendo aquelas pessoas mesmo estando de olhos fechados. Após um grande esforço consegui finalmente mover-me. E para minha surpresa, dei-me conta de que não havia ninguém ali. Eu havia “entrado” no astral sem perceber.

Passada a frustração, descansei um pouco, bebi uns goles de água e voltei a meditar para relaxar. Passa um caçador, com uma espingarda e dois cachorros. Cumprimento-o com a cabeça e passo ao exercício de projeção. Estava decidido a não me deixar assustar novamente.

Concentro-me em baixar o metabolismo, respirando lentamente, com a atenção voltada em manter a lucidez. A um dado momento percebo um formigamento pelo corpo e lembro-me de ser este um sinal de deslocamento projetivo. Imagino então que estou flutuando alguns centímetros acima do corpo físico, e sinto o formigamento por todo corpo. Imagino que estou dentro do corpo físico, e o formigamento pára. Imagino que estou novamente flutuando no ar e todo corpo formiga. Repito isso mais algumas vezes, feliz por ter conseguido, pela primeira vez, perceber o momento exato de afastamento do corpo físico.

Ouço então um barulho de carroça se aproximando. Apesar de, novamente, não conseguir mexer meu corpo, posso ver que há um senhor, mulato, de cabelos grisalhos, subindo pelo caminho que leva ao topo do morro onde estou, puxando dois cavalos atrelados a uma carroça. Não me apercebo da incoerência de estar em processo projetivo e, ao mesmo tempo, estar vendo aquele sujeito e os cavalos, nem de estar vendo com os olhos fechados e o corpo imóvel, muito menos de haver uma carroça ali, coisa não poderia acontecer pois o local era abandonado.

O que via ali, o chão, as rochas, as árvores, era totalmente real, sólido, tangível, podia sentir a dureza da pedra onde estava deitado. Pensei, “dessa vez não pode ser astral, é real demais”. Não consigo me mexer, o que me deixa nervoso. Somente depois de um bom esforço consigo levantar-me, para perceber que o senhor com a carroça não estavam ali. “Droga, de novo”, pensei com meus botões. Mais uma oportunidade perdida de explorar o astral.

Relaxei e meditei por mais algum tempo. A tarde já estava no fim e o sol iniciava a ser pôr no horizonte. Incrível como o dia passou rápido. Levantei-me e fiz o caminho de volta antes que começasse a anoitecer.

Obs 1: O local onde eu estava era uma fazenda, desativada a uns 10 ou 20 anos. Pergunto, o que aquelas pessoas astrais estavam fazendo ali? Elas não se deram conta de que morreram e continuam tratando de seus afazeres, como se a fazenda ainda estivesse funcionando?

Obs 2: Esse relato demonstra como normalmente ocorrem minhas projeções. Não vejo luzes, sombras, vultos translúcidos e coisas do gênero. Será que sou muito cético para ver essas coisas? Minhas visões em projeção costumam ser tão reais que não podem ser diferenciadas do plano físico.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: , , | 1 Comment »

Perambulando pelas possibilidades

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

24-05-2007

Acordei cedo, com frio. Curitiba é uma cidade onde quedas de temperatura pela madrugada são comuns. Ao levantar para pegar outro cobertor percebi luz por baixo da porta. Fui ver o que era. Alguém esqueceu a luz da sala acesa. No relógio marcava 4h25. Aproveitei para ir ao banheiro, peguei o cobertor e voltei para a cama. Concentrei-me em manter-me lúcido durante o adormecimento do corpo para conseguir uma projeção consciente. Por experiências anteriores já sei que os períodos matutinos como esse são ótimos para se conseguir projeções integrais e conscientes.

.:.

Estou batendo numa porta. Espero. Um jovem abre a porta, com cara de quem acabou de acordar.

– Olá. O Moriel(*) está?

– Está. Lá no final do corredor.

Do outro lado da porta vejo um corredor comprido, com portas de lado a lado. Parece ser uma república de estudantes. Cada porta dá para um quarto apertado, com uma ou duas camas, e uma porção de trecos jogados pelos cantos. No corredor também prolifera objetos jogados, uma máquina de lavar com uns cacarecos encima, e mais uma porção de coisas no chão, aqui e ali. Curiosamente os quartos não têm portas. Chegando ao final do corredor olho para os lados a busca de meu amigo. Encontro-o no quarto da direita, deitado na cama, aparentemente dormindo.

– Olá. – digo, entrando no quarto.

Ele levanta-se lentamente para ver quem é. Parece bastante cansado.

– Olá.

– Vim conversar com você. Pode ser?

– Claro. – responde, fazendo esforço para sentar-se na cama.

Ao mesmo tempo que estava feliz por rever um velho amigo, também estava constrangido por vê-lo naquele estado. O quarto era uma bagunça total, com roupas e livros jogados para todos os lados.

– Como você está? – perguntei.

– Bem.

– Lembra-se do dia em que nos conhecemos?

– Não.

– Lembra-se do nosso último encontro? – Eu estava curioso para saber como tinha sido sua vida desde que nos separamos. Mais do que isso, queria saber qual o momento exato em que houve a bifurcação espaço-temporal e nossos caminhos se separaram definitivamente.

– Não. – foi a resposta seca. Fiquei um pouco decepcionado.

– É a droga. – disse uma colega do quarto vizinho, que aparentemente estava ouvindo nossa conversa do corredor. – Tá acabando com a cabeça dele. – completou, e sumiu pela porta tão rápido quanto apareceu, meio envergonhado.

– Droga? – falei de mim para mim mesmo, não necessariamente surpreso.

– Cara, você precisa parar com isso. – disse para ele, que pareceu não ouvir.

– Tenho algo para lhe contar. Essa vida que você está vivendo é apenas uma, dentre uma infinidade de vidas diferentes. Eu já passei por algumas delas. Não sei ao certo como isso acontece, só sei que uma hora estou aqui e outra hora estou ali. Há um monte de vidas diferentes, e você escolhe qual delas vai viver.

Ele virou-se para o lado por um instante, para vomitar. Ao voltar-se sua boca ainda estava suja, mas ele pareceu nem perceber. Neste momento ouvi tocar a campainha. Logo alguém veio informar que sua mãe estava na porta esperando para falar com ele. Por minha visão remota vi uma senhora alta e gorda, com um sobretudo e um chapéu pretos, esperando do lado de fora da porta.

– Eu preciso ir. – disse ele.

– Só mais uma coisa. – disse eu. Queria fazer alguma coisa para garantir que ele não ia esquecer de nossa conversa. Pensei em flutuar, coisa que sabia fazer bem e provavelmente ia impressioná-lo.

– Olhe. – disse, e afastei-me um passo. Fiquei com os pés juntos e os braços dobrados nos cotovelos, concentrando-me para levitar. Por um breve instante fiquei com receio de que não pudesse fazê-lo, mas logo meu corpo começou a se elevar no ar, até ficar a uns 30 ou 40 centímetros do chão.

Ele começou a rir dizendo que podia fazer o mesmo. Imitou minha posição fazendo de conta que estava se concentrando, debochando de mim.

– Preste atenção. – disse, isso não é só um truque de mágica. – E lentamente desloquei-me para traz, até o corredor, onde vi que não tinha ninguém observando, e lentamente voltei para perto dele.

– Sabe, quando você desenvolve suas habilidades, – disse para ele, apontando para sua cabeça – coisas acontecem. Pense nisso.

A campainha tocou novamente.

– Eu preciso ir. – disse ele. – Se não atender minha mãe ela não me dá a pensão.

– Fui afastando-me de costas, ainda flutuando, passando por uma porta no corredor, que dava para uma área aberta.

– Espere. – disse ele, correndo em minha direção.

Fui afastando-me mais rápido, passando sobre o muro, flutuando mais alto, até sair de seu alcance de visão. Fiquei flutuando assim por alguns instantes, planando sobre a cidade, a alguns metros do chão, vendo passarem as ruas e casas.

Passando rapidamente sobre um rio lateral à estrada, vi uma árvore com alguns galhos quedando sobre o rio. Num galho havia um conjunto de 5 velas brancas. Voltei um pouco para ver com mais detalhes. As velas estavam apagadas (ainda não haviam sido acessas) e no galho ao lado havia mais umas três ou quatro velas brancas. “Que estranho”, pensei, “isso não é lugar para se fazer um trabalho”. Pelo que sei normalmente esses “trabalhos” com velas são feitos em encruzilhadas. E porque as velhas não haviam sido acessas?

Neste momento o despertador tocou. Eram 6 horas da manhã.

(*) Moriel é um nome fictício.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: , | Leave a Comment »

Viagem no tempo

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

13 de Março de 2007

Em algum lugar do passado

Estava eu diante de uma radiola antiga, de caixa arredondada feita de madeira, que funcionava a base de válvulas. Comiga estava um rapaz e uma moça, aparentemente namorados. Estavamos diante da radiola ouvindo música. Então disse ao meus dois acompanhantes.

– No futuro, teremos aparelhos que cabem na palma da mão e que guardam milhares e milhares de músicas, que podem ser ouvidas a qualquer momento.

Então os dois ficaram olhando para mim com cara de espantados.

Como essa viagem foi muito curta não achei interessante, no momento, registrar a data em que ocorreu. Ela só passou a fazer sentido quando, alguns dias depois, ocorreu a segunda viagem, que segue abaixo.

De volta para o futuro

Antes de relatar a experiência em si gostaria falar sobre as conclusões a que cheguei, meditando sobre ela depois de ocorrida. Talvez pareça estranho colocar o carro na frente dos bois dessa forma mas julgo interessante que seja feito assim. E para deixar meu ponto de vista mais claro vou contar uma pequena estória fictícia.

Imagine que você nasceu em uma cidade, em algum país do mundo, e nessa cidade você viveu até os seus 10 ou 15 anos, com amigos de escola, familiares, vizinhos, etc. Imagine que depois dos seus 15 anos você viajou para outra cidade, outro estado e talvez outro país, e nunca mais teve contato com aquele lugar e aquelas pessoas. Imagine ainda que, depois de uns 80 anos, já velho e aposentado, você decide voltar aquela cidade onde você nasceu, para ver como andam as coisas, rever velhos amigos, etc.

Então você viaja até aquela cidade mas, para sua surpresa, dá-se conta de que já não é mais o mesmo lugar. Onde antes havia uma igreja, hoje há um cinema; onde antes havia uma escola, agora há um supermercado; a praça onde você costumava brincar com seus amigos de escolha agora é uma pizzaria; a casa onde você morava agora é um grande prédio residencial; os amigos que você tinha ali já morreram ou foram morar em outro lugar; os vizinhos, idem; seus parentes já não estão mais ali, a não ser os filhos deles, que você nunca conheceu, ou netos, ou bisnetos.

Enfim, a cidade onde você nasceu, já não é mais a sua cidade. O ponto registrado no mapa continua sendo o mesmo mas o lugar, definitivamente, já não é mais o mesmo. Ele não pertence mais a você nem você pertence a ele. De repente, então, você sente uma estranha sensação de não-nostalgia, se é que me faço entender. Sei que esta expressão não traduz de forma adequada aquela sensação mas é a única que me ocorre. Essa foi a sensação, forte, que senti, logo depois de voltar da viajem que relato logo abaixo.

Outro fator a ser considerado é que, mesmo hoje, regiões geográficas diferentes apresentam diferentes padrões de desenvolvimento tecnológico. É impossível, por exemplo, comparar o desenvolvimento das regiões agrestes nordestinas, com suas casas de pau-a-pique, com capitais metropolitanas como São Paulo e Rio de Janeiro, com seus imensos arranha-céus. Num mesmo tempo, portanto, pode-se encontrar diferentes níveis de desenvolvimento tecnológico.

CENA 1:

Estou sobre o que parece ser um telhado feito de grandes telhas de metal, parecidas com aquelas telhas de eternite usadas em galpões industriais. O telhado parece feito de grandes telhas que vão de lado a lado, levemente abauladas para cima, para dar vasão á água para as laterais. Curiosamente, porém, alguma coisa em mim me dizia que aquilo não era telhado, mas uma espécie de plataforma.

Ao meu lado está um sujeito. Estavamos, juntos, conversando alguma coisa e mexendo em umas peças. Ao nosso lado havia uma abertura retangular, recortada no que imaginei serem as telhas de metal. Decemos pela abertura, através de uma escada que nos levaria até o chão. O telhado, ou plataforma, era bastante alto, como um grande galpão industrial. Vejo sob a cobertura umas máquinas enormes que pareciam ser guindastes. Nesse momento é que me dou conta da enormidade do galpão.

Uma vez no chão, preciso ir ao banheiro. Chegando lá, porém, fico surpreso com a sujeira que reina no lugar. Onde deveria haver um vaso sanitário há uma espécie de miquitório de cerâmica, que cheira mal. Vejo uma porta ao lado e abro-a para ver se ali há um vazo sanitário, mas vejo apenas o que parece ser uma latrina a céu aberto, semelhante aquelas usadas em sítios antigamente, com um cheiro ainda pior. Fecho a porta, urino no mictório mesmo, e saio dali o mais rápido possível para me livrar logo daquele cheiro insuportável.

Reunindo-me aos demais, numa sala para café ou algo parecido, vejo vários rapazes conversando amistosamente. Parece que estão em seu intervalo de descanço. Nesse momento me dou conta de que aquele não é o meu lugar comum, digo, o meu lugar no espaço-tempo correto, como este aqui, agora, onde estou escrevendo este texto. Quando percebo isso sinto uma necessidade de coletar informação precisa, pois nesses casos sempre costumo voltar, para o meu lugar comum, aqui e agora, com informações imprecisas ou distorcidas.

– Que ano é? – Pergunto.

– Que ano é? – Respondem as pessoas que estão ali.

– Em que ano nós estamos? – Repeti, pois sentia uma necessidade premente de saber a informação correta, saber onde e quando eu estava.

– Hei, esse é um bom exercício. – Respondeu alguém.

“Exercício?”, pensei, “mas do que é que eles estão falando?”. Olhei a volta da sala para ver se encontrava algum cartaz, algum planfleto, qualquer coisa impressa que pudesse me dar uma informação a respeito da data em que estávamos. Encontrei um calendário, ou pelo menos pensei ser um calendário, pendurado em uma das paredes. Tinha as tabelas normais dos 12 meses do ano e mais uma porção de outras tabelas que não fazia a menor idéia do que eram. Procurei pelo calendário até encontrar um lugar onde estava escrito “Ano”. Aha, pensei, é aqui. E ao olhar para o número que vinha ao lado fiquei confuso. Dizia 13.1xx (treze mil, sento e alguma coisa, não consigo me lembrar dos ultimos dois número, apesar de ter me esforçado para guardar bem o número na cabeça para lembrá-lo depois).

“13.000?”, pensei, “13.000? Não, não pode ser, alguma coisa está errada.” Acontece que, pelo que vi naquele lugar, não podia acreditar que estivéssemos no ano 13.000. Normalmente sempre pensamos no futuro como algo sofisticado, com tudo mais moderno, mas não era isso o que eu via ali.

– Há outro calendário por aqui? – Perguntei.

– Outro calendário? – respoderam. – Para que você quer outro calendário?

Vi que estavam todos me olhando de forma estranha, deviam estar me achando maluco. Entendi então que não podia contar com eles para obter mais informações. Saí dali e fui andando pela estrada, olhando o comércio local, uma mercearia, uma padaría, lojinhas, um comércio típico da década de 80-90, um comércio de bairro. Procurava algum lugar onde pudesse encontrar um calendário ou qualquer coisa que me confirmase aquela data absurda.

CENA 2:

Estou no que parece ser uma cozinha. As peredes brancas, talvez cobertas por azulejos. Estou conversando com uma moça, de cabelos compridos e claros. Não me lembro o que estamos conversando. Logo aparece um garoto, entrando correndo pela porta, diz algo à moça. Esta lhe responde e o garoto sai correndo novamente. Então ela olha pela janela, uma grande janela que opuca toda a parede, ao lado da porta, com cortinas rendadas brancas. Abaixo da janela encontra-se um grande balcão, branco, que também ocupa toda a parede. Ela se debruça sobre o balcão para olhar pela janela e eu a acompanho.

Na rua, bem em frente a casa, vejo uma van, branca, estacionada rente ao meio fio. Logo ao lado dela um outro veículo semelhante a um gol bola, também branco, mas com umas faixas quadriculadas na lateral. Logo os dois veículos se poem em movimento e vão embora. São bastante silenciosos e por isso julguei que fossem movidos a eletricidade. Pareciam um pouco mais modernos do que os veículos atuais, mas não muito. Pelo que pude perceber externamente, as maiores diferenças eram as janelas e parabrisas, que eram um pouco maiores que nos veículos atuais, além de um design algo diferente. Pelos desenhos que vi no carro menor, julguei que fosse um veículo policial ou algo do gênero.

Depois que os veículos foram embora percebi que a moça estava segurando, sobre o balcão, uma espingarda. Aquela arma ficou estranha e deslocada ali, porque era uma espingarda antiga, fina e comprida. Não entendi o porque de ter uma espingarda ali, mas talvez por isso tenha imaginado que o veículo com a faixa quadriculada fosse uma viatura policial.

CENA 3:

Vejo o que parece ser uma nave espacial. É formada por gomos retangulares, ligados uns aos outros em sequencia. Imagine um trem, bem comprido, com vagões ligados em sequencia, grudados uns aos outros. Agora imagine que ligado a esse trem, colado ao lado dele, há outros aglomerados de vagões, e mais outros, e uma infinidade de outros conjuntos compridos de vagões, de forma que todos juntos formam uma estrutura grossa, larga, e muito comprida. Em alguns pontos há estruturas fixadas transversalmente, mas são poucas, a maioria das estruturas são fixadas longitudinalmente, ao comprido da nave.

Vou passando pela nave, observando seus detalhes, ou tentando observar. Chego a uma das estremidades e percebo que de uma das estruturas começam a sair outros estruturas, lateralmente. São como folhas, ou placas, também de metal ou algo parecido, da mesma cor da nave, um marrom escuro. Cada placa, talvez com 5 ou 10 metros de largura, tem desenhos diferentes: circulos, losangos, triangulos, quadrados, etc, todos desenhados em alto relevo. Fiquei impressionado pela quantidade de placas que saem da estrutura e pela distância que alcançam, ficando com quase tres ou quatro vezes a largura da estrutura de onde sairam. Elas eram como aquelas antenas que se usam em rádios portáteis que você vai esticando até ela ficar com um tamanho final muito maior do que o tamanho inicial. Aquelas placas iam saindo de dentro da estrutura da mesma forma. Acredito que esse movimento só era possível devido a gravidade nula do espaço, do contrário seriam inviáveis.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: | 1 Comment »

Projeção no plano físico-etérico? II

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

10-01-2007

Levantei um pouco cedo. Não vi que horas eram, mas ainda estava escuro. Fui ao banheiro, como de praxe (eu costumo tomar muitos sucos quando estou em casa) e voltei para a cama. Pensei em fazer mais uma projeção consciente, como na manhã anterior. Pensei de mim para mim “vou fazer uma projeção consciente agora”, e fiquei concentrando-me em me manter lúcido. Permaneci assim por um bom tempo, não sei quanto, mas considerando que costumo meditar normalmente por 30/40 minutos imagino que tenha sido algo em torno disso.

Como não percebi nenhuma mudança no meu estado de consciência achei que a experiência não estava dando certo. Então resolvi levantar-me, no corpo físico mesmo, pois não estava com sono. Curiosamente, porém, ao por os pés no chão, senti algo estranho, sentando na beirada da cama, uma espécie de dúvida, não uma sensação propriamente dita. Olhei para traz, para a cama (eu estava nos pés da cama) e vi meu corpo deitado ali, só que, ao contrário do que seria de se esperar, não era meu corpo físico mas sim um corpo astral, ou algo parecido, semitransparente, translúcido.

Achei estranho mas, nesses momentos parece que minha mente funciona de forma diferente de modo que, na hora, não achei tão estranho. Observando a volta percebi que o quarto não era o mesmo da vez anterior. Apesar da pouca iluminação eu percebia que o quarto era menor, mais ou menos do tamanho do meu quarto físico. Mas a janela continuava no lugar errado, do outro lado do quarto, bem em frente aos pés da cama. Curiosamente também não achei isso estranho na hora, sómente depois que voltei.

Levantei-me então e fui até a janela, abri-a, e vi que estava um dia claro e ensolarado lá fora. Percebi que estava no térreo, o que é novidade pois normalmente durmo, pelo menos, no andar superior, já a anos. Do lado de fora vi uma moça passeando com um cachorro, pequeno e bem peludo, branco. Por alguma razão minha atenção se fixou no cachorro, não sei porque. E então voltei e dei-me conta de estar “dormindo” na cama.

Interessante que, até o momento que voltei para a cama minhas sensações perfeitas eram de que estive, todo o tempo, com meu corpo físico. Quem quiser tentar explicar isso fique a vontade.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: , , | 1 Comment »

Projeção no plano físico-etérico?

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

09-01-2007

Acordei cerca de 8h ou 8h30. O dia ainda estava amanhacendo. Levantei, fui ao banheiro, tomei um copo de suco na cozinha, e pensei “agora vou fazer uma projeção consciente”. Não havia dúvida, era uma certeza.

Voltei para a cama, relaxei, e fui sentindo o corpo ficar mole, sonolento, adormecido. Senti meus pensamentos vagarem e então me concentrei em “permaneça lúcido, permaneça lúcido, permaneça lúcido”.

Depois de algum tempo começaram a passar por minha tela mental algumas imagens, flashs de lugares, pessoas, situações, coisa que acontece com rotina. A medida que as imagens iam passando eu concentrava-me em “permaneça lúcido, permaneça lúcida, permaneça lúcido”, e continua repetindo isso para mim mesmo, e me esforçando para prestar atenção no que estava acontecendo ali, nas imagens que passavam.

Vi passar a imagem de uma casa, com a parede externa coberta por um aparato feito de tábuas, de madeira, um enfeite. Vi umas moças conversando numa lanchonete a céu aberto, sob um toldo. Isso me chamou a atenção. Haviam várias mesas ali, várias pessoas sentadas, bebendo algo e conversando. Naquela mesa haviam tres garotas sorrindo, bebendo, alegres e distraidas. Tentei me concentrar para ver o que elas estavam conversando mas não conseguia ouvir nada, absolutamente nada, meus ouvidos estavam surdos. Logo fiquei cansado daquilo e deixei a imagem passar. E outras imagens foram passando. Não sei por quanto tempo isso continuou. Continuei concentrando-me em permanecer lúcido.

Então percebi-me flutuando no ar, próximo ao teto do quarto onde estava dormindo. Fiquei satisfeito por ter conseguido, afinal, uma projeção, plenamente lúcida e intencional.

O quarto estava bem iluminado, com paredes bem brancas. Mas não conseguia enchergar com o olho esquerdo. Tentei então abrir o olho com dois dedos, um de cada mão, puchando para cima e para baixo, mas não havia cristo (ops…) que fizesse o dito olho abrir. Então continuei assim mesmo, com um olho só. (Depois de voltar entendi que estava caolho porque, ao deitar-me de lado na cama, um olho ficou emcoberto pelo travesseiro)

Observando o ambiente com o outro olho, embora com uma visão um pouco embaçada, pude perceber que havia um grande tapete, bem no centro do quarto, bem colorido e aparetemente feito de corda enrrolada em forma de espiral. Aliás, um tapete muito bonito por sinal (acho que está na hora de providenciar um tapete daquele), mas com um detalhe intrigante, esse tapete nunca existiu no meu quarto físico.

Olhando em volta percebi também que o quarto em si era muito maior do que o meu quarto “real”, e a janela, que fica na cabeceira da cama, agora estava do outro lado do quarto. Achei estranho mas, bem, no plano astral coisas extranhas acontecem, as vezes.

Fiquei curioso para ver o que havia nos outros cômodos e então me pus a atravessar a parede. Coloquei um braço, o outro, e fui “entrando”. Quando mergulhei com os olhos percebi tudo escuro. Normal, pensei, já que estava com os olhos dentro da parece. Porém, comecei a achar que estava demorando demais para atravessar a parede e sair do outro lado, e fiquei com receio de ter ficado preso dentro da parede. E então voltei para o corpo físico. O relógio marcava umas 10 horas.

Curiosidades: Primeiro, projeções com corpo presente para mim são incomuns, normalmente minhas projeções são sem corpo. Segundo, se estava no plano físico, como parecia estar, já que estava vendo meu corpo astral e meu corpo físico dormindo na cama, porque meu quarto estava tão diferente?

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: , , | Leave a Comment »

O Nada, o Tudo (2) [Viagem ao Multiverso]

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

(Relato de uma projeção astral consciente realizada em Jun/Jul de 2005.)

multiverse

Fui para a cama para mais uma seção de relaxamento, depois de tomar uma boa caneca de chá. Deitado, relaxei os músculos, como de praxe, e fui tentando amenizar a respiração, respirando cada vez mais lentamente, lentamente, lentamente.

Tudo estava escuro, um breu total e completo. Nada havia a minha volta, não podia ver meus braços, nem pernas, nem nada. Sabia que estavam ali, de alguma forma, mas não podia vê-los, nem tocá-los.

Então percebi uns flocos de luz flutuando a minha volta, como se fossem flocos de neve, só que eles não se moviam apenas para baixo mas em todas as direções, como se fossem flocos de neve malucos, em movimentos aparentemente sem sentido e sem lógica, soprados pelo vento.

Achei aquilo curioso, imaginando o que seria, e pensei se não havia nada mais ali. Concentrando minha força de visão comecei então a perceber que havia algo mais. Tratava-se de uma espécie de mangueiras, mas não feitas de plástico e sim de luz, transparentes, translúcidas.

A princípio vagamente e de forma vaporosa as imagens daquelas mangueiras foram se tornando, pouco a pouco, mais claras e nítidas. Dei-me conta que havia um emaranhado fantástico daquelas mangueiras de luz. Por toda parte que olhava haviam mangueiras emaranhadas umas com as outras como se estivesse dentro de um novelo de lã todo emaranhado. E no meio daquele emaranhado de mangueiras os flocos de luz flutuavam, pra lá e pra cá, lentamente, graciosamente.

Prestando mais atenção às mangueiras percebi que elas eram coloridas, mas não todas da mesma cor. Dentro delas se movia uma espécie de líquido colorido, mas dividido em partes, cada parte com, digamos, uns 10cm de comprimento. As mangueiras eram assim divididas em partes, em todo seu comprimento, preenchidas por aqueles líquidos coloridos, de todas as cores, como se fossem água misturada (ou não misturada) com óleo.

E aqueles líquidos se moviam dentro da mangueira de forma lenta mas implacável. Toda aquela infinidade de mangueiras era assim constituída. E então dei-me conta de que aquele líquido que se movia dentro das mangueiras era, de alguma forma, magnético, e com seu magnetismo atraia os flocos de luz que estavam flutuando por ali.

Percebi que o movimento dos flocos não era aleatório como havia imaginado mas regido pelas forças de ação magnética daqueles líquidos coloridos que se moviam dentro das mangueiras. Conforme os líquidos se moviam provocavam o movimento dos flocos de luz, num imenso bailado, lento e gracioso, e muito engenhoso apesar da imensa complexidade de interação de forças ali envolvidas.

Voltei minha atenção para os flocos de luz flutuantes pois estava curioso para ver do que se tratavam. Aproximei-me de um deles para ver mais de perto como era constituído. Bem diante de um deles fiquei fascinado ao perceber que, dentro do floco, havia uma infinidade de pontinhos de luz. Eram estrelas, uma infinidade de estrelas. “É um universo”, pensei, “que fantástico”.

Não resisti e logo me inclinei a entrar dentro daquele universo para ver aquelas tão belas estrelas mais de perto. De alguma forma fui sendo “espremido” e entrando dentro do floco de luz. Já podia ver as estrelas a minha volta, uma infinidade delas, de todas as cores, mas alguma força me empurrou de volta para fora.

Percebi-me novamente observando o floco pelo lado de fora e uma voz reboou em minha mente, “não podes entrar aí, este universo não te pertence”. Por um breve momento fiquei frustrado, que coisa chata. Mas essa frustração logo passou e pensei “bom, já que este não me pertence então onde está o meu universo?”.

Dei uma olhada em volta e vi o meu floco de luz, logo ali, a pouca distância. Desloquei-me até ele e observei-o de perto. Era como o outro, aparentemente idêntico, com miríades de estrelas brilhando lá dentro. Não tive dúvidas, entrei nele.

Uma vez lá dentro percebi-me rodeado por estrelas por todos os lados. Eram estrelas “infinitas”, de todas as cores, uma visão magnífica. Fiquei algum tempo ali apreciando aquela paisagem e então pensei “Direção Terra”, e num instante estava bem diante daquele globo azul tão familiar.

Em fim, em casa.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: , | Leave a Comment »

O Tudo, o Nada (1)

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

Jun/Jul-2004

Deitei-me na cama para relaxar, como de costume, em jejum, bebendo leite de soja* ou chá, quando dava vontade. Relaxei os músculos e fiquei a vontade. Concentrei minha atenção na respiração, não que fosse alguma técnica específica de relaxamento mas porque me pareceu algo razoável a ser feito como preparativo para o desdobramento astral.

Fiquei imaginando o ar entrando pelas narinas, saindo, entrando, saindo, entrando, saindo, lentamente, lentamente. Prestei atenção como o ar inalado enchia os pulmões, inalando, espirando, inalando, espirando.

Então imaginei não apenas o ar entrando pelas narinas mas as moléculas do ar, milhares delas, milhões delas, entrando pelo nariz, saindo, entrando, saindo.

Fixei minha atenção em uma molécula em particular e vi quando ela foi inspirada, passou pelas fossas nasais, pela garganta, e foi parar no pulmão. Lá ela foi absorvida pelos alvéolos e então combinada com outras moléculas para ser absorvida pelo sangue e ser transportada pela corrente sanguínea.

Vi a molécula viajando pelas artérias e veias, como se fosse uma espécie de tobogam. No começo, alucinadamente, depois a velocidade foi diminuindo, diminuindo, passando para um capilar, atravessou a parede do capilar através de uma espécie de buraco que havia ali e foi parar do outro lado, onde havia uma multidão de células.

Transitando entre as células acabou “esbarrando” numa delas e foi absorvida pela célula. Lá dentro sofreu outras alterações e combinações, passeou rapidamente por algumas partes, dentro da célula, e foi ejetada para fora. Novamente transitando entre as células até ir parar na parede do capilar, atravessar por um orifício e cair novamente na corrente sanguínea.

Seguiu então seu passeio pelo corpo através das veias e artérias até ir parar nos rins. Ali, foi novamente alterada, depurada, e da corrente sanguínea passou para o urina.

Então vi a mim mesmo diante de uma árvore, em algum bosque. Estava urinando e percebi, ao mesmo tempo, aquela molécula, que também era eu, sendo ejetada pela urina, caindo no solo. Uma vez no solo foi absorvida pela terra e logo sugada pelas raízes da árvore.

Fui subindo, como molécula, pela raiz até chegar ao tronco da árvore, e continuei subindo. A certa altura eu vi, diante da árvore aquela pessoa, que também era eu, parada ali adiante, urinando.

Então eu pensei “ei, eu conheço você, eu já estive em você, eu já fui você”. Mas aquela pessoa, que também era eu, parece não ter ouvido meu comentário.

Continuei subindo pelo tronco da árvore até chegar nas folhas, lá encima. Lá passei novamente por algumas modificações e acabei sendo evaporado e me misturei, novamente, com o ar da atmosfera. Fiquei algum tempo por ali, passeando entre outras moléculas, indo pra lá e pra cá, ao sabor do vento.

Daí pensei em ir além, mas, para onde? “Para dentro”, pensei. Comecei a sentir a molécula de ar como se fosse meu corpo, cada prolongamento da molécula como se fosse um braço ou uma perna. Percebi então que cada membro era formado por partes menores, os átomos. Foquei, então, minha atenção num átomo específico. Vi o seu núcleo e os elétrons girando em volta como uma gigantesca nuvem de insetos.

“Mais”, pensei, e fui entrando dentro do núcleo, dividindo prótons e nêutrons e esses em suas partículas mais elementais. Mas quando fui tentar ir mais longe vi apenas escuridão, um negrume total, onde nada se podia ver. Com receio de mergulhar naquela escuridão de breu fiquei ali, por algum tempo. Quanto tempo? Não sei, talvez uma eternidade.

Então pensei, “oras bolas, não posso ficar aqui para sempre, parado, sem fazer nada”, e mergulhei na escuridão. Que venha o que vier, disse de mim para mim. Caí num silêncio absoluto, tudo parou, não havia nada a minha volta, era tudo breu e escuridão. Meu “corpo” sumiu, só restou o nada.

Então vi um golfinho nadando em algum oceano, belo, azul, em águas azuis, de forma dócil e graciosa. E a imagem veio, e passou…

E vi um homem, na superfície da água, afogando-se, depois de ter seu navio naufragado. Vi-o tentando manter-se na superfície mas suas forças já se iam se esgotando. Seu fim era certo. E a imagem veio, e passou…

Vi uma criança nascendo em alguma maternidade, pendurada pelos pés, segura pelas mãos de um médico. Ela dava seu primeiro grito dizendo “ei, estou aqui”, e respirava sua primeira lufada de ar. E a imagem veio, e passou…

Vi então, na órbita da Terra, um satélite de telecomunicações, com seus painéis solares abertos em forma de hélice, vagando pelo espaço, silencioso e tranquilo. E a imagem veio, e passou…

Retornei ao silêncio, completo e absoluto, e à escuridão onde nada se via. E ouvi uma voz retumbante, não alta, mas clara, falando em minha mente, “eu sou tudo, eu sou todos”. E, novamente, o silêncio.

Fiquei mergulhado naquele silêncio por algum tempo, talvez por uma eternidade. E então, num dado momento, vi-me diante do globo azul da Terra, com suas manchas brancas de nuvens e continentes coloridos logo abaixo.

Fui em direção daquele globo azul e, lentamente, descendo, descendo. Vi as regiões geográficas se tornarem vales e montanhas, e planícies e planaltos. E vi uma cidade, e prédios. Parei na cobertura de um prédio e fiquei observando, próximo ao parapeito, as pessoas caminhando lá embaixo, como se fossem um enxame de formigas.

Uma voz ecoou em minha mente e disse:

– Tens uma tarefa a cumprir.

– Sim, eu sei. – respondi.

– Vais cumpri-la? – perguntou a voz.

– Sim, vou.

Fiquei ali por mais algum tempo, observando o movimento da multidão. E então acordei.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Minhas viagens | Etiquetado: , | Leave a Comment »

Desmistificando as pirâmides (parte 1)

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

piramidal.net | lojapiramidal.com

compartilhar

Por décadas as pirâmides têm chamado a atenção e despertado a curiosidade de arqueólogos, esotéricos e estudiosos de para-ciências. Seja pela sua beleza, pelo mistério da sua construção e significado, ou pelos seus supostos poderes. Pretendo aqui, de forma clara e concisa, esclarecer alguns tópicos referentes às pirâmides, baseando-me em pesquisas e experiências práticas.

Pirâmide é magia?

Não, não é. Ela já é utilizada, talvez por séculos, por sociedades secretas como Maçonaria e Rosa Cruzes, e o Pró-Vida, instituição mais recente, com presença em vários estados. Os conhecimentos sobre as pirâmides, porém, via de regra são restritos aos membros de cada grupo. Apesar do sigilo, e do desinteresse da ciência ortodoxa, pesquisadores independentes têm feito seus estudos e divulgado os resultados ao público em geral.

Em 1930, Antoine Bovis, radiestesista francês, encontrou no interior da grande pirâmide de Quéops, no Egito, corpos mumificados de gatos. Posteriormente Bovis demonstrou que réplicas da grande pirâmide apresentavam os mesmos efeitos de mumificação que a pirâmide original. A partir daí diversos estudiosos realizaram experiências com réplicas de pirâmide.

Ao visitar o Cairo, Williams Siemens relatou ter recebido uma forte descarga elétrica, estando sobre o ápice da pirâmide de Quéops. Em 1935 John Hall verificou descargas elétricas no ápice de uma réplica da pirâmide. Nas décadas de 40 e 50 o engenheiro Karel Drbal, após diversas experiências, criou e patenteou um afiador de lâminas de barbear, em formato de pirâmide.

Nas décadas de 70 e 80, Bill Schul e Ed Pettit, autores de vários livros como “O poder psíquico das pirâmides”, constataram que as pirâmides podem afetar o desenvolvimento de plantas, têm efeitos sobre pessoas que meditam no seu interior, favorecem o desenvolvimento de faculdades psíquicas e auxiliam na cura de problemas de saúde.

No Brasil, Abeilard Gonçalves Dias realizou diversas experiências e estudos com pirâmides em seu instituto de psicotrônica, com sede em São Paulo. Sua contribuição foi particularmente importante do estudo da pirâmide como instrumento terapêutico, no tratamento de diversas enfermidades. Também publicou diversos livros onde divulgava suas descobertas.

Comprovações

Coloque no interior de uma pirâmide, a 1/3 da sua altura, um pequeno pedaço de carne. Ponha o aparato em um local arejado mas sem movimentação de pessoas. Depois de alguns dias a carne estará totalmente desidratada. Outra experiência: quebre um ovo num prato e coloque dentro da pirâmide. Logo a clara e a gema estarão completamente secas.

Amostras mumificadas

( Amostras mumificadas em Setembro de 2005 )

Detalhe importante: o suporte utilizado para colocar as amostras deve ser de madeira, papel, vidro, cerâmica ou outro material assemelhado. Deve-se evitar utilizar plásticos ou qualquer material sintético, bem como metais, materiais que tendem a influenciar o fluxo de energia e, conseqüentemente, os resultados.

Alguns céticos realizam experiências como esta, com resultados negativos. Segundo Patrick Flanagan, superdotado que construiu um neurofone(1) aos 17 anos, e entusiasta das pirâmides, a energia da pirâmide varia ao longo do dia, estação do ano, fases da lua e quantidade de íons no ar. A energia mental do investigador também pode afetar o resultado, coisa que não surpreende, nesses dias de física quântica.

Não acredite no que eu disse, faça a experiência e verifique por si mesmo. Observe os resultados com mente aberta. Se não funcionar na primeira vez tente realizá-la em datas ou locais diferentes. Grande atividade solar pode afetar o funcionamento da pirâmide, como afeta satélites e transmissões de rádio e eletricidade. Aparelhos eletrônicos, cabos ou tomadas elétricas, também podem influenciar o experimento.

(1) Neurofone, aparelho de auxílio a deficientes auditivos, que transmite impulsos elétricos diretamente ao cérebro.

Leitura recomendada

– Pirâmides, energia do futuro: Abeilard Gonçalves Dias, 1978.
– A pirâmide e o mundo novo: Abeilard Gonçalves Dias.
– Energia da pirâmide beneficia o homem: Abeilard Gonçalves Dias.
– A grande pirâmide revela seu segredo: Roselis Von Sass, 1991.
– O Poder das Pirâmides: Emilio Salas, Román Cano, 1978.
– O poder psíquico das pirâmides: Bill Schul, Ed Pettit, 1976.
– O poder mágico das pirâmides: Bill Schul, Ed Pettit, 1986.
– O poder secreto das pirâmides: Bill Schul, Ed Pettit, 1977.
– A pirâmide submersa no Triângulo das Bermudas: Marcus Silverman, 1984.
– O Egito Secreto: Paul Brunton, 1967.
– A força das pirâmides: Max Toth, Greg Nielsen, 1974.
– As profecias da pirâmide: Max Toth, 1979.
– O enigma das pirâmides: J. Alvarez Lopez, 1978.
– Os segredos por trás das pirâmides: Geof Gray Cobb, 1979.
– O poder positivo das pirâmides: Anne Hasch, 1987.

Zhannko Idhao Tsw

Veja também

Terapia das pirâmides: aceitação surpreendente entre médicos de Cuba.

Direitos autorais: Este texto pode ser copiado, por quaisquer meios e para qualquer fim, desde que citada a autoria.
Informação é mais do que um Direito, é um Dever.

Piramidal no Facebook
.
●●● Gostou? Então curta nossa página no Facebook.
.
Autor
●●●
 Seja amigo do autor do site no Facebook e esteja sempre antenado em assuntos interessantes.

Posted in Artigos, Textos sobre pirâmides | Etiquetado: , , | 1 Comment »

Auto-defesa astral

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

piramidal.net | lojapiramidal.com

Ao longo de minha existência empreendi uma luta feroz entre duas de minhas metades: um lado cético, científico e analítico, e outro lado maravilhado pelo inexplicável. Este texto é uma boa mescla dos dois. Tudo que cito aqui é de meu conhecimento direto e prático. Não falo de teorias. Todas as técnicas, salvo ressalvas, foram por mim experimentadas. Este texto é de cunho estritamente prático e funcional. O foco aqui não é entender o “porque funciona”. Porque num momento de urgência o que menos importa é o porque, mas sim, que FUNCIONE.

Não pretendo fazer deste texto um manual definitivo sobre limpeza e defesa astral. Estas são dicas que tenho utilizado e com as quais tenho obtido resultados positivos. Se alguém utiliza alguma outra técnica que lhe retornou com um bom resultado agradeço se entrar em contato para trocarmos experiências.

Lembremos que, por mais que nosso campo de energia pessoal esteja perfeitamente equilibrado, estamos cercados por uma infinidades de seres, visíveis ou não, que não estão em equilíbrio. Não nos cabe guardar rancor dessas pessoas ou entidades. Apesar de suas ações, estas criaturas também são manifestações do deus vivo, como nós mesmos, e também têm direito a vida. Devemos, pois, amá-los, no sentido de respeitar o seu direito à vida. E, claro, nos precaver contra suas ações, tentando, sempre que possível, nos defender, causando o menor dano possível aos outros seres.

Para os céticos:

Para os céticos, que não acreditam, nem em magia, nem em religião, fica a opção de técnicas de controle mental, neurolinguística, afirmação e pensamento positivo. Livros sobre técnicas de auto-afirmação e auto-ajuda não faltam. Sugiro algumas dicas para evitar estados mentais negativos.

ANTI FRENESI – no corre-corre do dia-a-dia, horário, buzina, trânsito, poluição, telefone tocando, pegar o filho antes que a cresce feche, etc., é fundamental parar alguns momentos, em algum lugar, para respirar, descansar, não pensar em nada, e deixar o ritmo cardíaco diminuir. Durante o dia muitas pessoas não se dão conta de que a sua pulsação está quase a ponto de causar um rompimento de artéria. O resultado de tanta correria é cansaço e irritabilidade, o que, por sua vez, pode criar uma série de experiências desagradáveis.

É claro que as coisas que precisam ser feitas durante o dia devem ser feitas, mas existem maneiras e maneiras de se fazer as coisas. Você pode fazer tudo o que precisa de forma calma, sem pressa doentia e normalmente suicida. E se não for possível fazer hoje, faça amanhã. As pessoas tendem a criar uma série de necessidades urgentes que precisam ser atendidas AGORA. Seja franco(a) e sincero(a) com si mesmo(a) e veja se algumas coisas não podem esperar para amanhã.

CONTATO COM A NATUREZA – nas cidades mais populosas é comum passar dias, semanas, meses, e, em alguns casos, até anos, sem que as pessoas tenham contato com um parque, com verde, com plantas, com a natureza. Nós somos animais de carne e sangue, e como qualquer outro animal não fomos feitos para viver eternamente dentro de uma caixa de cimento. Como qualquer outro animal precisamos de contato com nossa matriz, para ter vitalidade e saúde. Recentemente tem vindo a tona de forma cada vez mais intensa essa necessidade de retorno a natureza. Tente, pelo menos uma vez por semana, visitar um parque, um camping, fazer um passeio em algum lugar onde haja plantas. Cultive plantas em casa. Flores, pequenas árvores. Mesmo em ap(e)rtamentos é possível ter pequenas árvores (eu moro em apartamento e tenho várias). Tente também usar mais roupas em tons verdes (plantas) ou azuis (céu). Se não tiver essas cores serve qualquer cor clara (amarelo, bege, branco), que são reconhecidamente relaxantes. Se não tiver paciência para cuidar de plantas, pelo menos use quadros com flores, paisagens ou animais. Flores de plástico considero desaconselhável. Paredes em tons verdes, azuis, ou cores claras são, uma boa pedida.

BONS PENSAMENTOS, BONS SENTIMENTOS, BEM-ESTAR E SAÚDE – a frase “mente sã, corpo são”, não é novidade para ninguém, e vez após vez a ciência e medicina comprovam que o estado de espírito influencia o corpo, e vice-versa. Várias experiências com placebos comprovaram que a mente humana tem uma grande capacidade de cura. Muitas doenças do corpo podem ser curadas, ou ter a cura acelerada, por um estado de espírito alegre e otimista. Pratique exercícios periodicamente. Vida sedentária enfraquece o corpo. Corpo fraco enfraquece a mente. Mente fraca é terreno fértil para doenças, reais ou imaginarias.

VIGILÂNCIA CONSTANTE – na loucura dos nossos dias, muitas vezes esquecemos de prestar atenção em nós mesmos, esquecemos que já faz tres, quatro, ou cinco meses, que não frequentamos um parque. Para evitar esse tipo de esquecimento é interessante criar o habito de fazer uma retrospectiva, no final do dia, ou pelo menos no final da semana, dos acontecimentos do período. Assim você faz um fechamento de balanço periódico, e vê onde exatamente você está e o que está fazendo. Pode anotar em uma caderneta, o que foi feito durante o dia, ou a semana. Veja se o que você fez, realmente precisava ser feito, se não podia, ou deveria, ter esperado, se foi feito da forma certa, etc. Também é útil avaliar seus motivos, reais ou imaginários. Se os motivos eram mesmo bons e plausíveis, se eram realmente importantes. Pense, e faça; faça, e pense. Tenha um feedback de si mesmo. Analise suas próprias ações e reações. Veja, afinal, onde está indo, e onde deveria, ou queria, estar indo.

PENSAMENTO POSITIVO – quando estamos fisicamente cansados tendemos e ter pensamentos de desânimo e derrota. Quando estamos fisicamente saudáveis tendemos a ter pensamentos de alegria e vitória. Pensamentos negativistas tendem a fazer uma pessoa ficar inativa, parada, leeeeeeeeenta. Quando você fica parado(a), o seu corpo atrofia, e você cria um círculo vicioso para baixo: quanto mais você pensa negativo, mais a sua vida fica negativa, e quanto mais a sua vida é negativa, mais você pensa negativo. Felizmente o inverso também é verdadeiro: quanto mais você pensa positivo, mais a sua vida fica alegre e divertida (mesmo apesar dos problemas), e quanto mais a sua vida fica alegre e divertida mais você tende a ter pensamentos positivos. Se está numa fase de baixo astral, pense positivo. Independentemente da realidade à sua volta, pense coisas boas. Isto, por si só, e com o tempo, vai lhe dar uma tendência de pensamento para criar um círculo vicioso positivo, para cima. É uma questão de hábito, crie o hábito de pensar positivo, apesar de tudo e de todos. Pensar coisas boas é coisa que se aprende.

Para os religiosos:

Como na magia, considero a religião, também, um mecanismo ultrapassado e inadequado para a nova realidade em que o planeta está ingressando. No entanto, é fato que as realidades religiosas terrenas estão incrustadas nas egrégoras de pensamento e têm raízes tão profundas que torna-se quase impossível evitá-las. Eu disse QUASE. A sua força e a sua eficiência são inegáveis. O mal das religiões atuais é limitar o horizonte das consciências em evolução, delimitando o que pode e não pode ser feito, através de decisões tomadas de forma parcial e restritiva, o que acaba atravancando a própria evolução dos seres e do planeta como um todo. Dia virá em que todas os seres conscientes do planeta estarão livres de toda forma de PRÉ-conceito e PRÉ-programação mental, serão livres pensadores, e seus futuros como criaturas em evolução serão sem limites, como o próprio Criador É, SEM LIMITES, de crescimento e evolução.

ORAÇÕES INDIVIDUAIS – a oração é uma ferramenta poderosa, mas deve ser feita, preferencialmente, de forma consciente. Isto é, nada de orações repetitivas onde a pessoa repete e repete e repete a oração sem nem se dar conta do que esta falando. A oração ideal é aquela feita com o coração e com a consciência bem desperta. As orações repetitivas também tem sua utilidade, se recitadas como mantras, desde que o foco de atenção da pessoa esteja fixado no motivo da oração – e não na reunião de amanhã, ou no dia da prova, ou na blusa nova da vizinha :-).

Outro detalhe importante quanto a oração é a forma de solicitar a ajuda que se precisa. Muitas pessoas oram incansavelmente pedindo algo especifico como “um novo emprego de MOTORISTA”. Dessa forma elas próprias limitam a sua realidade e as possibilidades de crescimento. Talvez, o criador já tenha lhes preparado um novo emprego, e talvez, até, já tenha lhes mostrado várias oportunidades, mas não de MOTORISTA. Isto porque o melhor para a pessoa, naquele momento, não é um emprego de motorista, mas sim um emprego de representante comercial, por exemplo, com um salário muito maior, quem sabe.

Creio que a melhor forma de resolver esse tipo de contra tempo é orar pedindo a assistência do santo ou do anjo para que, o santo ou o anjo, que com certeza tem uma consciência mais esclarecida, decidam qual é a melhor forma de resolver o problema. E depois é só ficar atento(a) para os “sinais” que lhe indicarão o caminho a seguir.

CÍRCULOS DE ORAÇÃO – os círculos de oração têm, basicamente, o mesmo efeito da oração individual. A diferença está na “potência” do efeito. No círculo, concentra-se um forte e potente foco de energia. O ponto desfavorável dos círculos de oração é que a energia gerada tende a se dissipar gradativamente e desaparecer. Depois das orações, as pessoas tomam seus próprios rumos e afazeres, e suas atenções dispersam, de modo que a agrégora criada vai aos poucos enfraquecendo até desaparecer. Por esta razão, considero os círculos de oração muito úteis em momentos de crise pontual, em que seja necessária uma grande carga de energia num momento especifico, como em casos de cirurgia, acidente ou crises momentâneas. Se combinar com reiki melhor ainda.

Outro detalhe importante quanto aos círculos de oração é o fato de algumas pessoas ficarem “viciadas” e dependentes da energia gerada ali. De forma geral, a energia de um círculo de oração é proporcional à soma da energia pessoal dos membros do círculo multiplicada pela energia divina, ou graça, que é “ancorada” pela egrégora do círculo. Ou seja, quanto maior for a energia pessoal de cada membro, mais intenso será o campo de energia gerado na egrégora, e quanto maior for a energia da agrégora, maior será a abertura (o portal) pela qual a energia divina poderá fluir do plano espiritual/astral para o plano terrestre (físico).

O que tenho observado com muita frequência é que algumas pessoas possuem pouca energia pessoal e, ao invés de contribuírem para a geração da egrégora elas apenas absorvem a energia que dali provem. Dessa forma, ficam dependentes de uma energia externa, a energia do circulo. Não que absorver a energia do círculo seja errado, afinal, a energia que provém da agrégora do círculo de oração está ali para ser usufruída por todos. O problema ocorre quando essas pessoas habituam-se a utilizar a energia da egrégora sem aprenderem a “gerar” a sua própria energia, ou, a canalizar a energia divina diretamente do plano espiritual para seu próprio interior, independente da egrégora. Através das orações individuais é possível canalizar a mesma energia do círculo, apenas numa potência menor.

Que as pessoas absorvam a energia da egrégora em um momento de crise, um momento de maior necessidade, é normal e necessário e é, afinal, a finalidade do círculo – ajudar aqueles que estão com um nível de energia baixo. Porém, se o indivíduo persiste em apenas absorver a energia, sem gerar nada em troca, acaba tansformando-se em um vampiro. E há vários deles por aí, e não somente em círculos de oração.

Lembro também que a questão do foco restritivo vale para o círculo de oração, e principalmente para este, pois a energia trabalhada ali é muito maior. Afim de evitar problemas de má interpretação, o melhor é solicitar que o santo ou o anjo, ou o próprio Criador, chamado na oração decida, ele próprio, qual é a melhor solução para o problema, e então ficar atento(a) para os sinais.

VELAS – acender velas para um santo ou para um anjo guardião é sempre algo positivo. A chama da vela atrai a luz divina para o plano terrestre. É ótimo ter uma vela sempre acessa ou acender velas com frequência, principalmente em momentos de oração, individual ou coletiva.

DEFUMAÇÃO – as culturas católicas e evangélicas costumam fazer pouco uso da defumação, mas algumas culturas cristãs ortodoxas ainda a usam com certa frequência. A defumação é sempre positiva e deve ser feita com frequência. Se combinar a defumação com oração melhor ainda. É interessante perceber que a defumação, por si só, não torna a carga do ambiente positiva. A função da defumação é retirar a carga negativa. O que fica depois da defumação é um ambiente neutro. Assim sendo, julgo interessante, depois da defumação, fazer uma oração, ou acender uma vela, para “encher” o local com carga positiva.

ÁGUA BENTA – seu efeito é muito benéfico para a limpeza, seja do campo pessoal ou de um ambiente. O melhor é usar água que tenha sido benzida recentemente ou que tenha estado por longo tempo em algum lugar sagrado (igreja, altar, capela). Se a água for benzida e espargida por um padre (um bom padre, porque há padres e padres…) melhor ainda. O ponto negativo da água benta é que seu efeito tende a durar pouco tempo. Por ser algo que o indivíduo faz sem esforço acaba tornando-se uma solução um tanto artificial. É muito útil, como no caso dos círculos de oração, para resolver problemas pontuais e imediatos, mas não deve ser encarada como solução definitiva para o problema.

OBJETOS SAGRADOS (AMULETOS) – pela minha prática pessoal tenho visto pouca eficiência no uso de amuletos. Confesso, porém, que os usei muito pouco. Acredito que, para aquele que tem fé, os amuletos possam ser úteis. A maior utilidade dos amuletos é funcionarem como chaves para o indivíduo ligar-se com energias espirituais. O amuleto não tem energia própria. Ele é magnetizado, como a água benta, através de contato ou pensamento (oração). Tem efeito pontual e, dependendo do caso, precisa ser “recarregado” com frequência.

Para os esotéricos:

Antes de tudo, gostaria de dizer que, sim, a magia funciona. Considero a magia como uma ferramenta ultrapassada e imprópria para a nova fase na qual o planeta está agora ingressando, mas em falta de ferramentas mais adequadas à nova frequência vibratória do planeta, particularmente em casos de emergência, a magia pode ser uma boa maneira de resolver alguns problemas. Os dispositivos mágicos funcionam porque estão encravados nas egrégoras de pensamento das culturas locais bem como na egrégora global do planeta (o inconsciente coletivo). Em breve novas ferramentas estarão aparecendo para trabalhar as energias físico/etéricas do planeta, que sejam mais adequadas à nova fase planetária. O reiki e a yoga, por exemplo. Em breve as pessoas estarão trabalhando essas energias de forma direta, sem precisar de dispositivos intermediários como a magia.

DEFUMAÇÃO – fazer defumações periódicas. Na defumação a fumaça do incenso alcança todos os cantos mais escondidos da residência e, através do contato “absorve” as cargas negativas do lugar. Quanto mais fumaça melhor, desde que não sufoque o morador ;-). Depois de defumar o ambiente, abrir bem as janelas para colocar toda a fumaça carregada para fora. É interessante, após da defumação, tomar um banho prolongado, para limpar a aura pessoal. Aconselho acender uma vela. A chama da vela atrai e queima (transmuta) as cargas negativas que ainda restarem. Dependendo da quantidade de carga do ambiente uma defumação talvez não seja suficiente, sendo necessárias varias defumações. Para lugares com desequilíbrio crônico, uma defumação por semana pode ser uma rotina bastante útil.

VELAS – quando sentir o ambiente pesado, acender uma vela. Em casos extremos mantenha uma vela de sete dias sempre acesa. Quando uma esta prestes a acabar já acenda outra. A chama da vela é ótima para transmutar as cargas negativas.

RITUAIS E INVOCAÇÕES – há uma variedade imensa de rituais mágicos, de todas as varias linhas da magia e do esoterismo. Para quem está envolvido no mundo da magia é fácil achar um ritual de limpeza e purificação. Basta realizar o ritual periodicamente. Aconselho a, quando for procurar um ritual, escolher um que seja simples, rápido e prático, para que possa ser realizado a qualquer momento, mesmo durante o corre-corre do dia-a-dia. O uso do pentagrama e a invocação dos elementais pode ser uma boa pedida. Lembrando que, quando for invocar um elemental é preciso estar com o coração puro, pois os elementais não têm cosciência do que é certo ou errado, e quem os invoca deve ter maturidade espiritual para saber conduzi-los para o bem, do contrário ao invés de ajudar pode acabar atrapalhando.

MEDITAÇÃO – é ótima para limpar a aura pessoal e manter o equilíbrio. Dependendo da técnica, ou do “dom”, pode-se utilizar a meditação para impregnar o ambiente com carga positiva. Aconselho a fazer da meditação uma prática constante e diária. Habituar-se a meditar durante 10 ou 15 minutos, todos os dias, pode revelar ser uma ótima forma de manter o nível de energia pessoal estável. Eu costumo meditar de 30 a 60 minutos por dia, dependendo da necessidade ou do tempo disponível. Meditar próximo a árvores é muito revigorante. Não precisa ser um grande parque, qualquer praça ou jardim onde tenha pelo menos uma árvore já serve, mas quanto mais árvores melhor. Se não tiver árvores mas tiver grama ou flores, também serve, mas quanto mais verde e plantas, melhor. A meditação também é ótima para nos manter conectados com a nossa consciência espiritual (eu interior) ou com outras cosciências que podem nos indicar caminhos e mecanismos mais adequados para nosso caso específico, seja quanto a limpeza e defesa astral ou quanto a qualquer outro assunto.

PIRÂMIDES – apesar de, nos últimos 08 anos, ter me empenhado bastante em meu trabalho de desmistificar o estudo das pirâmides, sou obrigado a admitir que, ainda (por enquanto) o grande público vê as técnicas com pirâmides como algo esotérico. Sinal de que ainda há muito trabalho pela frente, até que fique claro que a energia das pirâmides não tem nada de mágico ou esotérico, senão, trata-se apenas de uma energia ainda desconhecida pela ciência oficial, mas cujos efeitos podem ser percebidos indiretamente.

A energia das pirâmides pode ser usada de diversas formas diferentes e para os mais diversos fins. Desde energizar os chacras com pequenas pirâmides de cristal, ou energizar água, colocando em uma jarra, dentro de uma pirâmide, até práticas meditativas feitas dentro ou debaixo de uma pirâmide, ou mesmo dormindo, a noite, dentro de uma pirâmide.

Sim, ao contrário do que muitos dizem, é possível e até recomendável dormir dentro de uma pirâmide, sem riscos de eventuais efeitos negativos. E como prova para tal afirmação tenho meu próprio exemplo, e também o relato de outras pessoas que já fizeram ou fazem ainda esta prática, inclusive o relato de um sr. que afirma dormir há 12 anos dentro de uma pirâmide de cobre, todas as noites.

A energia da pirâmide, de uma forma geral, tem efeito revitalizante, reenergizante, potencializador e equilibrador das bioenergias corporais. Via de regra, uma pessoa que experimenta a energia das pirâmides relata sensação bem-estar, tranquilidade, disposição, entre outras percepções positivas. Pessoas que dormem dentro de pirâmides relatam que o sono é mais profundo e acordam mais descansadas e melhor preparadas para os eventos do dia. Veja mais sobre os possíveis usos e efeitos das pirâmides neste link O Poder das Pirâmides.

BANHOS – gosto de banhos bem quentes e prolongados. Excelente para limpar a aura pessoal. Muitas pessoas costumam tomar banho pela manhã, antes de saírem de casa. Aconselho a tomar banho no final da tarde ou a noite, quando se chega em casa, para limpar a “poeira astral” que trazemos da rua. Isso ajuda a manter um melhor nível energético. Quem gosta de ervas, sal ou outros acessórios, fique a vontade para usá-los. No caso do sal, usar somente do pescoço para baixo, e não com muita frequência, pois é muito agressivo.

REIKI – coloquei o reiki dentro do tópico esotérico apenas porque hoje ainda muitas pessoas vêm essa técnica de cura como algo esotérico. Aplico reiki em minha aura pessoal periodicamente. Recomendo também aplicar reiki no ambiente. Mesmo quem tem apenas o nível 1 pode fazer isso.

PLANTAS – as plantas na verdade não funcionam tanto para a limpeza mas sim como medidores da carga do ambiente. Espalhar várias plantas, por todos os cômodos da residência, pode ser uma ótima forma de verificar o nível de energia do lugar. Se as plantas estão saudáveis e viçosas é porque o nível de energia está alto; se elas estão murchas, começam a secar, não dão flores ou param de crescer é sinal de que alguma coisa está errada e convém fazer um ritual, uma defumação ou aplicação de reiki no ambiente, para puxar a energia do lugar para uma frequência mais alta. Não se esqueça de regar as plantas constantemente e, dependendo do lugar onde elas se encontram, no corredor ou em algum lugar de pouco iluminação e/ou ventilação, fazer um rodízio constante, para que elas não sintam falta de luz e ar para respirar. Plantas também são seres vivos, trate-as com carinho. Lembrar também que, quando chega ao ponto de uma planta ter problemas é porque o ambiente já está com uma carga pesada a vários dias, ou semanas, e portanto o nível de energia deve estar já no limite. O ideal é fazer limpezas constantes para que as plantas estejam sempre viçosas, mostrando que a carga do ambiente está sempre alta.

CRISTAIS – uso pouco os cristais mas sua eficiência é inequívoca. Um cristal á basicamente um concentrador/amplificador programável. Prefiro usar o cristal transparente, que pode ser utilizado e programado para qualquer fim, é mil e uma utilidades. Outras pessoas gostam de usar cristais de cores específicas para fins específicos. O violeta, por exemplo, para transmutar as cargas. Você programa o cristal com a sua vontade (frequência pessoal) e ele permanece 24 horas por dia executando a sua vontade – ou seja, ressoando (repetindo) a frequência que você programou nele – ou pelo tempo que você programar. É uma ferramenta muito útil para casos pontuais, pois ele pode ter uma precisão de ação espantosa. Ótimo para usar junto com a meditação, para amplificar os efeitos desta.

* * *

Zhannko Idhao Tsw

DIREITOS AUTORAIS: Este texto pode ser copiado, por quaisquer meios e para qualquer fim, desde que citada a autoria.

INFORMAÇÃO é mais do que um DIREITO, é um DEVER.

log_pir_47

.

 Gostou? Então Curta nossa página no Facebook.

eu_47 Seja amigo do autor do site no Facebook, e esteja sempre antenado em assuntos interesantes como este.

Posted in Artigos | Etiquetado: , , , , | 10 Comments »

Aprendendo a ler pensamentos (vídeo)

Publicado por: luxcuritiba em abril 19, 2008

piramidal.net | lojapiramidal.com

telepatia 753x440

      

Antes de mais nada esclareço que não sou psicólogo nem parapsicólogo e, neste texto, usarei algumas expressões conhecidas mas que talvez não tenham o significado que normalmente lhes são atribuídos nestas áreas de estudo. Este texto e suas expressões são o resultado de meus estudos e experiências pessoais, em caráter autodidata, e meu entendimento particular decorrente disso. Tentarei ser o mais claro possível ao passar as idéias, e espero que as mesmas encontrem o entendimento correto de acordo com os padrões de conhecimento e interpretação de cada leitor.

Ao contrário do que normalmente se pensa, ler pensamentos não é algo difícil, mas justamente o contrário; é algo não apenas fácil mas virtualmente inevitável. Deepack Chopra afirma em seus livros que, embora nosso cérebro seja definido no espaço e no tempo, restrito dentro de nossa caixa craniana, nossa mente não é. Segundo ele aquilo que nós somos de fato, nossa consciência ou, como diria Gurdjief, o observador, é não-temporal e não-espacial, não limitado nem pelo espaço nem pelo tempo. Assim, a consciência está em todo lugar e em todo tempo.

Diariamente estamos imersos em um mar de ondas-pensamentos onde nossos cérebros funcionam como receptores e transmissores. Ao mesmo tempo que somos influenciados por esse mar de ondas-pensamento também somos seus criadores e mantenedores. Aldous Huxley deixa claro em “As portas da percepção” que a função essencial de nosso cérebro é filtrar a infinidade de estímulos que nos cerca, deixando passar para o nível consciente (para o observador) apenas aquilo que é importante para a sobrevivência biológico do organismo. Se assim não fosse nossa consciência estaria tão saturada com percepções que a vida, tal como a conhecemos, seria impossível.

Ao mesmo tempo em que essa filtragem é necessária e benéfica, também é nosso grande obstáculo. Castaneda fala da necessidade de transcender a realidade cotidiana para conseguir ver o mundo como ele é de fato, sem limitações, ou ao menos sem as limitações com que estamos habituados, conseqüências de nossos sentidos de percepção. Em seus livros Dom Juan, ao ensinar seu aprendiz de feiticeiro, resume todo seu ensino numa única frase: todo o treinamento consiste em desaprender o que você aprendeu. James Redfield, em A profecia celestina, faz referência a característica que possuímos de desenvolver respostas automáticas para estímulos externos, criando, ao longo dos anos, uma espécie de couraça mental onde a maioria das nossas reações são respostas automáticas. É como se funcionássemos, a maior parte do tempo, em piloto automático.

Isso ocorre porque, desde nosso nascimento, nossa consciência é progressivamente treinada para se enquadrar nos padrões presentes neste mundo e que são conhecidos como a realidade comum. Assim nos habituamos a focar nossa atenção, e consciência, em apenas alguns elementos que são, segundo Huxley, necessários a nossa sobrevivência e para manter nossa relação com o meio em que nos encontramos. O lado ruim desse treinamento é que, quanto mais nos embrenhamos na realidade comum e nos entrozamos a ela, mais limitamos nossas percepções sensoriais e nossas possibilidades de perceber o mundo. Quando Dom Juam diz que devemos desaprender ele quer dizer que devemos deixar de lado nossos padrões mentais de reconhecimento e resposta que fazem nossa ligação com o mundo exterior.

Huxley realizou diversas experiências com substâncias alucinógenas a fim de ultrapassar os limites comuns de percepção. Castaneda também, num primeiro momento, utilizou a Erva do Diabo, passando depois a adotar outros exercícios com a finalidade de quebrar o padrão de respostas automáticas citado por Redfield, tais como, a técnica no “não fazer”, a espreita (ou observação atenta), o “andar do guerreiro”, dentre outras. O objetivo de tais exercícios é fazer com que o sujeito mude seus padrões mentais e conseqüentemente seus padrões de percepção, saindo do piloto automático, a aprendendo a ver aquilo que sempre esteve diante de seus olhos, mas nunca foi percebido de forma consciente.

Um exemplo: você vai a uma feira de frutas e diz para seu acompanhante procurar uma fruta do conde. Andando pela feira ele irá procurar a tal fruta de barraca em barraca, focando sua atenção nisso. Chegando no final da feira, tenha ele encontrado ou não a fruta, pergunte-lhe se ele viu, por acaso, os kiwis que estavam em uma determinada barraca. Provavelmente ele dirá que não os viu. Porque? Pelo simples fato de que não os estava procurando. As imagens dos kiwis ficaram gravadas em seu subconsciente, e poderão ser acessadas por algum processo de hipnose, mas ele não lhes tomou conhecimento a nível consciente. Da mesma forma, muitas informações que chegam a nossos sentidos de percepção, nos passam despercebidos, simplesmente porque nossa atenção não estava dirigida a elas.

Da mesma forma os pensamentos das pessoas a nossa volta, próximas ou distantes, estão o tempo todo a atravessar nosso cérebro e sensibilizar nossos sentidos de percepção, só que nós nos habituamos a ignorar esses sinais, focando nossa atenção naquilo que nos é mais essencial para nosso nossa sobrevivência ou nosso prazer imediatos. O grande segredo para se ler pensamentos então, não é capta-los, pois isso é coisa não só possível como inevitável, mas sim, desenvolver a habilidade de, conscientemente, conseguir distinguir, dentre a massa de ondas-pensamentos que nos abordam todo o tempo, aquelas ondas específicas que são de nosso interesse.

Para tanto, o primeiro passo a ser dado é perceber que nós não somos os nossos pensamentos, mas estes são parte de nós. Pensamentos e consciência são coisas distintas, mesmo que se influenciem mutuamente e se entrelacem a tal ponto em que se tornem praticamente inseparáveis. Nesse sentido algum método de meditação, como o adotado por Gurdjief, praticantes budistas ou outros, que focam a importância do observar atentamente e do não-pensar, pode ser muito útil. A medida que se habitua a observar os próprios pensamentos percebe-se que eles são quase como entidades próprias, vagando por nossas mentes como folhas sopradas pelo vento. A partir do momento em que se consegue distinguir os pensamentos como elementos relativamente distintos de nós mesmos, conseguimos diferenciar melhor o que é onda-pensamento do que é a consciência (o observador) que percebe as ondas-pensamento.

O segundo passo é aprender a diferenciar pensamentos internos de pensamentos externos. Pensamentos internos são aqueles cuja origem são nossa própria mente, resultado de nossos desejos, medos, vontades, alegrias, tristezas, etc., normalmente guardados em nosso subconsciente, de onde ecoam em todas as direções e ajudam a compor o mar de ondas-pensamentos em que estamos mergulhados. Pensamentos externos são aqueles cuja origem são as mentes de outras pessoas, que chegam até nós por telepatia. Ainda aqui a técnica meditativa de observar, com uma pequena adaptação, pode ser de grande utilidade. Observando os pensamentos que passam por nossa percepção, com o tempo, começamos a perceber padrões que se repetem. Esses padrões vão nos indicar as origens mais prováveis dos pensamentos, se externas ou internas.

Neste ponto um exercício que pode ajudar bastante é o que se poderia chamar de exercício de proximidade. Ele se baseia no campo de energia que normalmente rodeia as pessoas. Esse campo é mencionado por diversos místicos e esotéricos, e já foi medido por pesquisadores russos através de aparelhos eletrônicos sensíveis. Segundo a parapsicologia, que estuda fenômenos paranormais (alguns relacionados direta ou indiretamente com esse campo), ele se estende a cerca de 5 ou 10 metros de distância da pessoa que o gera. Pessoas com percepção bem treinada conseguem perceber esse campo a distâncias de até 15 ou 20 metros. Nele estão gravadas várias de nossas qualidades, emoções e, pensamentos. Também estão gravados nosso passado e nosso futuro, sendo justamente através dele que os videntes costumam fazer suas leituras, mas isso já é tema para outro texto. A habilidade de perceber esse campo é chamado, na parapsicologia, de Hiperestesia, e a habilidade de ler pensamentos por meio dele é chamado Hiperestesia Indireta do Pensamento.

Gostemos ou não, percebamos ou não, nosso campo influencia as pessoas a nossa volta e é influenciado por elas. Aprender a perceber esse campo e sua influência sobre nossos pensamentos (e emoções) é muito útil no desenvolvimento da habilidade de diferenciar pensamentos internos de externos. A prática é bastante simples: quando estiver conversando com outra pessoa, ponha-se em estado receptivo e limpe a mente, tentando não pensar em nada, prática desenvolvida nas atividades meditativas de observação. Tranqüilamente observe os pensamentos que passam por sua mente, sem questionar, sem qualificar, sem criticar ou elogiar, apenas observando e registrando. Num primeiro momento provavelmente não se consiga distinguir pensamentos mas apenas sensações ou emoções, elementos que são normalmente mais intensos e por isso de mais fácil percepção, tais como raiva, medo, alegria, afeto, etc. Com a prática constante e observação atenta começará a perceber, em sua mente, os pensamentos da outra pessoa, emanados pelo campo dela e induzidos no seu campo pessoal. Para esta prático, lembro, é fundamental limpar a mente da forma mais completa possível para evitar que seus próprios pensamentos, medos ou anseios, distorçam a leitura.

Depois que se conseguiu adquirir certa mestria em perceber padrões de pensamento através do exercício de proximidade podemos passar para uma atividade um pouco mais difícil, que é perceber padrões de pensamentos recebidos por telepatia, vindos de origens distantes no espaço. Uma vez que você já tenha identificado seus próprios padrões de pensamento e também as formas como outras pessoas influenciam seus padrões através da proximidade, pela observação atenciosa em momentos de prática meditativa, torna-se relativamente fácil perceber quando ocorre uma intrusão, em sua mente, de uma onda-pensamento externa. Logo que perceba o pensamento vagando em sua mente você notará que ele não segue seus padrões pessoais e, portanto, é de origem externa. Com mais prática será possível, também, identificar a origem desses pensamentos e, até mesmo,através de um estado constante de vigília, perceber qualquer onda-pensamento externa que chegue, vinda de qualquer origem e a qualquer hora.

Todo o procedimento aqui descrito é simples, embora não necessariamente fácil. Acredito não ser necessário mencionar a importância de se desenvolver tal habilidade, tanto no sentido de auxiliar a pessoas queridas, de forma próxima ou a distância, tanto quanto no sentido de autoproteção contra influências externas danosas, sejam de qual origem for. Influências insalubres pessoais, através do campo de pessoas bioenergeticamente desequilibradas, intencionais ou não, podem ser facilmente evitadas, evitando-se proximidade física com a pessoa, mas influências no campo mental, à distância, são particularmente perigosas porque são essencialmente invisíveis e não identificáveis.

Através das práticas mencionadas aqui pode-se desenvolver a habilidade de, a qualquer momento, perceber a chegada de ondas-pensamentos, e seus ecos correspondentes em nosso campo de bioenergia pessoal e nossa mente, no exato momento em que chegam, e tomar as providências cabíveis para a proteção psíquica. Também não preciso lembrar, creio, que pensamentos, mesmo que pareçam inofensivos num primeiro momento, depois de um certo tempo ecoando em nosso subconsciente e por conseqüência também em nosso campo bioenergético pessoal, podem influenciar de forma desfavorável nosso equilíbrio físico, prejudicando nossa saúde, e também nosso equilíbrio e bem estar mental.

Zhannko Idhao Tsw

DIREITOS AUTORAIS: Este texto pode ser copiado, por quaisquer meios e para qualquer fim, desde que citada a autoria.

INFORMAÇÃO é mais do que um DIREITO, é um DEVER.

Veja também:

      

Posted in Artigos | Etiquetado: , , , , , | 235 Comments »