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O Nada, o Tudo (2) [Viagem ao Multiverso]

Posted by luxcuritiba em abril 19, 2008

(Relato de uma projeção astral consciente realizada em Jun/Jul de 2005.)

multiverse

Fui para a cama para mais uma seção de relaxamento, depois de tomar uma boa caneca de chá. Deitado, relaxei os músculos, como de praxe, e fui tentando amenizar a respiração, respirando cada vez mais lentamente, lentamente, lentamente.

Tudo estava escuro, um breu total e completo. Nada havia a minha volta, não podia ver meus braços, nem pernas, nem nada. Sabia que estavam ali, de alguma forma, mas não podia vê-los, nem tocá-los.

Então percebi uns flocos de luz flutuando a minha volta, como se fossem flocos de neve, só que eles não se moviam apenas para baixo mas em todas as direções, como se fossem flocos de neve malucos, em movimentos aparentemente sem sentido e sem lógica, soprados pelo vento.

Achei aquilo curioso, imaginando o que seria, e pensei se não havia nada mais ali. Concentrando minha força de visão comecei então a perceber que havia algo mais. Tratava-se de uma espécie de mangueiras, mas não feitas de plástico e sim de luz, transparentes, translúcidas.

A princípio vagamente e de forma vaporosa as imagens daquelas mangueiras foram se tornando, pouco a pouco, mais claras e nítidas. Dei-me conta que havia um emaranhado fantástico daquelas mangueiras de luz. Por toda parte que olhava haviam mangueiras emaranhadas umas com as outras como se estivesse dentro de um novelo de lã todo emaranhado. E no meio daquele emaranhado de mangueiras os flocos de luz flutuavam, pra lá e pra cá, lentamente, graciosamente.

Prestando mais atenção às mangueiras percebi que elas eram coloridas, mas não todas da mesma cor. Dentro delas se movia uma espécie de líquido colorido, mas dividido em partes, cada parte com, digamos, uns 10cm de comprimento. As mangueiras eram assim divididas em partes, em todo seu comprimento, preenchidas por aqueles líquidos coloridos, de todas as cores, como se fossem água misturada (ou não misturada) com óleo.

E aqueles líquidos se moviam dentro da mangueira de forma lenta mas implacável. Toda aquela infinidade de mangueiras era assim constituída. E então dei-me conta de que aquele líquido que se movia dentro das mangueiras era, de alguma forma, magnético, e com seu magnetismo atraia os flocos de luz que estavam flutuando por ali.

Percebi que o movimento dos flocos não era aleatório como havia imaginado mas regido pelas forças de ação magnética daqueles líquidos coloridos que se moviam dentro das mangueiras. Conforme os líquidos se moviam provocavam o movimento dos flocos de luz, num imenso bailado, lento e gracioso, e muito engenhoso apesar da imensa complexidade de interação de forças ali envolvidas.

Voltei minha atenção para os flocos de luz flutuantes pois estava curioso para ver do que se tratavam. Aproximei-me de um deles para ver mais de perto como era constituído. Bem diante de um deles fiquei fascinado ao perceber que, dentro do floco, havia uma infinidade de pontinhos de luz. Eram estrelas, uma infinidade de estrelas. “É um universo”, pensei, “que fantástico”.

Não resisti e logo me inclinei a entrar dentro daquele universo para ver aquelas tão belas estrelas mais de perto. De alguma forma fui sendo “espremido” e entrando dentro do floco de luz. Já podia ver as estrelas a minha volta, uma infinidade delas, de todas as cores, mas alguma força me empurrou de volta para fora.

Percebi-me novamente observando o floco pelo lado de fora e uma voz reboou em minha mente, “não podes entrar aí, este universo não te pertence”. Por um breve momento fiquei frustrado, que coisa chata. Mas essa frustração logo passou e pensei “bom, já que este não me pertence então onde está o meu universo?”.

Dei uma olhada em volta e vi o meu floco de luz, logo ali, a pouca distância. Desloquei-me até ele e observei-o de perto. Era como o outro, aparentemente idêntico, com miríades de estrelas brilhando lá dentro. Não tive dúvidas, entrei nele.

Uma vez lá dentro percebi-me rodeado por estrelas por todos os lados. Eram estrelas “infinitas”, de todas as cores, uma visão magnífica. Fiquei algum tempo ali apreciando aquela paisagem e então pensei “Direção Terra”, e num instante estava bem diante daquele globo azul tão familiar.

Em fim, em casa.

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