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Confirmada teoria sobre geração de energia no Sol

Posted by luxcuritiba em agosto 29, 2014

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Confirmada teoria sobre geração de energia no Sol 1

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Neutrinos solares

Físicos afirmam ter conseguido a primeira evidência direta da forma como a energia do Sol é gerada.

A teoria longamente aceita estabelece que a energia do Sol é gerada pela fusão de átomos de hidrogênio para formar hélio – provar isto, contudo, é um desafio cósmico.

Um desafio que foi vencido pela equipe internacional do detector Borexino, um sensor de neutrinos instalado no laboratório subterrâneo Gran Sasso, na Itália.

A equipe conseguiu detectar os neutrinos especificamente produzidos pela reação da fusão do hidrogênio em hélio, comprovando que as teorias estavam corretas – de resto um alívio para os grupos que estão tentando construir reatores de fusão aqui na Terra.

Embora vários neutrinos solares já tenham sido detectados, esses são especiais. Quando os núcleos de hidrogênio (prótons) fundem-se em um núcleo de deutério, a reação gera um pósitron e um neutrino de baixa energia, chamado neutrino pp, ou neutrino do elétron.

Como interagem muito fracamente com a matéria, assim que os neutrinos pp são gerados eles viajam através do plasma solar, chegando à Terra cerca de oito minutos depois.

Isto significa que o detector Borexino consegue monitorar a fusão no interior do Sol em tempo real.

Potência do Sol

Confirmada teoria sobre geração de energia no Sol 2Enquanto os neutrinos saem direto do núcleo da estrela, os fótons que são gerados na reação levam cerca de 100.000 anos para viajar através de todo o Sol, chegar à sua superfície, e finalmente serem disparados em direção à Terra.

Comparando a energia gerada pela reação que dá origem aos neutrinos do elétron com a energia emitida diretamente pelo Sol, os físicos concluíram que o Sol tem sido uma estrela extremamente estável durante esses 100 mil anos, uma vez que a energia “antiga”, vinda na forma de luz e calor, é muito similar à energia gerada em seu núcleo hoje, agora monitorada em tempo real pelo Borexino.

Durante as observações, foi medido um fluxo de neutrinos de 6,6 x 1010 por cm2 por segundo. Isto significa que o Sol tem uma potência de 3,98 x 1026 Watts, um valor muito semelhante ao obtido pela medição da energia da radiação solar que ilumina e aquece a Terra, que é de 3,84 x 1026 Watts.

Segundo os físicos, isto demonstra que o Sol está em completo equilíbrio termodinâmico, e nos dá a tranquilidade de que a atividade solar dificilmente sofrerá qualquer alteração nos 100 mil anos que virão.

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Mapa dos canais e meridianos de acupuntura em alta resolução

Posted by luxcuritiba em agosto 29, 2014

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Mapa completo dos canais e meridianos da medicina tradicional chinesa/acupuntura, em alta resolução (7.600 x 5.000 dpi). Clique AQUI para acessar na lojapiramidal.com.

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Teorias tentam explicar os ruídos da Terra gravados ao redor do mundo

Posted by luxcuritiba em agosto 22, 2014

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sons-misteriosos-terra-noticias-the-history-channel

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Nos últimos anos, nas regiões mais diversas do planeta, foram registrados sons arrepiantes que, por sua vez, geraram especulações de todo o tipo sobre sua origem, ainda desconhecida até hoje. Embora a maior parte desses ruídos tenha sido gravada durante o mês de janeiro de 2012, existem outros casos similares, antes e depois. E são praticamente incontáveis os vídeos que circulam no YouTube, mostrando assustadores ruídos de baixa frequência, que parecem vir da atmosfera ou do próprio ranger da Terra.

Para citar apenas alguns exemplos, há vários anos, os moradores da cidade de Taos, nos EUA, ouvem um ruído estranho e muito similar a um motor movido a diesel, que parece vir de algum lugar próximo, embora seja impossível precisar qual. Para aumentar o mistério, o som é escutado apenas pelos residentes locais – nunca pelos turistas. Além desse, vale lembrar também o “zumbido de Bristol”, no Reino Unido, testemunhado por centenas de milhares de pessoas durante a década de 70.

A revista Naked Science fez um resumo das possíveis origens desses ruídos, agora registrados extensivamente graças às inovações tecnológicas, que permitem gravar os áudios a qualquer hora e em qualquer lugar.

Teoria apocalíptica

Advém de muitas culturas que guardam lendas sobre um final de mundo anunciado por chifres e trompas, como é o caso dos hebreus e o som do shofar, ou o da mitologia escandinava, que afirma que o fim do mundo virá através do chamado de um chifre de ouro denominado Gjallarhorn. Já a mitologia grega menciona gigantes de cem braços enterrados pelos deuses no centro da Mãe Terra e que soltariam um odor forte, fazendo a natureza gemer.

Teoria industrial

São muitos os que recorrem a razões tecnológicas para explicar os ruídos estranhos da Terra. Isso aconteceu, por exemplo, com os sons que foram gravados em Kiev, em 2011, quando os mesmos foram relacionados às obras realizadas nas imediações da cidade. Algo parecido ocorreu com o “zumbido de Taos”, nos EUA, embora ninguém tenha explicado por que, em 2012, esses mesmos ruídos foram registrados simultaneamente no resto do planeta.

Teoria geofísica

Alguns pesquisadores afirmam que os ruídos provenientes do movimento do magma e das placas tectônicas podem se amplificar antes e durante os terremotos. Existem maneiras de prever os movimentos sísmicos através dessas advertências sonoras, apesar de ninguém ter explicado os enigmáticos gemidos terrestres registrados em zonas sem atividade sísmica.

Teoria climática

Outra explicação científica vincula os ruídos da Terra a fenômenos climáticos naturais. A ruptura das ligações de hidrogênio, quando o gelo se derrete, gera uma determinada energia, que gera um ruído baixo, o qual, quando se apresenta em grandes quantidades, pode ser audível como um zumbido.

Veja alguns vídeos dos sons estranhos pelo mundo

http://www.seuhistory.com

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Múmias apareceram no Egito muito antes da era dos faraós, revela estudo

Posted by luxcuritiba em agosto 15, 2014

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Técnica de preservação começou mil anos antes do que se pensava. Pesquisadores descobriram uso de resinas e linho entre 3.350 e 4.500 a.C.

A mais remota evidência da mumificação no Egito sugere que a prática de embalar corpos para preservá-los depois da morte começou por volta de mil anos antes do que se pensava, revelou um estudo publicado nesta quarta-feira (13). O estudo, publicado no periódico PLOS ONE, foi o primeiro a descrever resinas e linhos usados como envoltórios funerários de 3.350 a 4.500 a.C.

Há muito tempo, historiadores acreditavam que a prática egípcia de mumificação tinha começado por volta de 2.500 a.C. Mas, ao aplicar análises científicas modernas a coleções egípcias que já estavam em museus britânicos, eles descobriram que, já nesta época, as pessoas usavam materiais similares de preservação nas mesmas proporções das encontradas em múmias posteriores.

“Este trabalho demonstra o enorme potencial do material em coleções de museus que permite a cientistas analisar novas informações sobre o passado arqueológico”, disse o co-autor do estudo, Thomas Higham, da Universidade de Oxford.

“Usando modernas ferramentas científicas, nosso trabalho ajudou a iluminar um aspecto importante da história remota do Egito antigo”, prosseguiu.

Especialistas usaram cromatografia a gás, espectrometria de massa e outras técnicas de análise química para identificar materiais naturais usados para preservar cadáveres na época.

“Estas receitas consistem de uma ‘base’ de óleo vegetal ou de gordura animal, constituindo a parte principal dos ‘bálsamos”’, destacou o estudo.

Quantidades menores de resina de conífera, um extrato de plantas aromático, cera e goma vegetal ou açúcar também foram usados.

“Além disso, essas receitas continham agentes antibacterianos, usados nas mesmas proporções empregadas pelos embalsamadores egípcios quando sua habilidade estava no auge, entre 2500 e 3 mil anos depois”, destacou o estudo.

Cientistas do projeto, que já dura uma década, vieram das Universidades de York, Macquarie e Oxford. Os fragmentos de linho que eles examinaram foram originários de corpos sepultados nos mais remotos cemitérios antigos egípcios registrados em Mostagedda, na região de Badari, no alto Egito.

http://g1.globo.com

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O que será que a NASA sabe? – Parte 1

Posted by luxcuritiba em agosto 9, 2014

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As pirâmides de Giza apontam para Cygnus, não para Órion

Collin Andrew fez uma descoberta um tanto surpreendente em 2008. Foi surpreendente tanto para os egiptólogos ortodoxos quanto para a comunidade alternativa. O que ele descobriu? Que uma antiga e estimada crença pertencente aos dois grupos estava muito errada.

Há muito tempo ambos, egiptólogos e pensadores alternativos, acreditam que o posicionamento do Platô de Giza corresponde às três grandes estrelas do Cinturão de Orion [ou, popularmente, as Três Marias]. Documentários com essa afirmativa foram produzidos, livros foram escritos sobre o assunto e até Ph.D.s foram ganhos baseados nisso.

O posicionamento das três pirâmides no Platô de Giza realmente se parece com o Cinturão de Orion, mas Collin Andrews descobriu que eles não se encaixam exatamente. Na verdade, quando um mapa celeste de Orion é sobreposto a uma foto aérea das três pirâmides, uma preocupante discrepância fica evidente. Duas das estrelas repousam diretamente sobre o topo de duas das pirâmides, mas a terceira estrela fica de fora. Ela não repousa sobre a pirâmide de forma alguma.

Com a tremenda precisão (inigualada pela maioria das construções modernas) com que essas pirâmides foram construídas no Platô, pareceu ao Sr. Andrews ser inconcebível que os construtores pudessem ter errado no correta localização da terceira pirâmide. Então, ele se perguntou se havia alguma outra constelação que igualava o posicionamento das pirâmides com precisão. Ele não teve que procurar muito. Ele descobriu que a constelação de Cygnus se igualava perfeitamente com o Platô de Giza.

giza_cygnus

Na foto acima, as estrelas de Orion são mostradas pelos círculos verdes. As estrelas de Cygnus são mostradas pelos círculos vermelhos. Você pode ver claramente que o padrão de Orion não se encaixa precisamente com as pirâmides, enquanto que o padrão de Cygnus se encaixa.

Além disso, Andrews notou que em cada lugar onde existe uma estrela de Cygnus no esquema, havia algum tipo de grande estrutura. Isto é, exceto pela estrela Deneb. Onde Deneb bate no esquema do Platô de Giza não havia nada. Nem pirâmide, nem templo, nem construção de tipo algum. Então, ele pensou que deveria haver algo grande que estava enterrado.

Descoberta a tumba de Osíris

fd73dfb7b99c18204aa536a7533d79930Em 2010 o Dr. Zahi Hawass, Ministro de Antiguidades do Egito, anuncia a descoberta da tumba de Osíris. Osíris foi um grande deus do antigo Egito até a época em que o cristianismo começou a tomar o Egito. Ele era o deus do subterrâneo e o deus da ressurreição e nova vida.

Isso sempre foi um ponto a ser debatido entre acadêmicos, os temas sobre mitologia. Alguns assumem que a mitologia era ficção. Outros assumem que há um núcleo de verdade nas mitologias. [N.T. – Realmente, fortes evidências apontam para a realidade, ainda que incríveis, de que alguns mitos representam literalmente a história passada.] Em outras palavras, alguns acadêmicos irão se agarrar ao fato de que, apesar de muita ficção sobre Osíris, provavelmente uma pessoa chamada Osíris realmente existiu. Será?

O mistério sobre a tumba de Osíris

imagesHawass descobriu o túmulo de Osíris, encontrando um sarcófago de cerca de 3 metros de comprimento. Interessantemente, há fotos que mostram os trabalhadores levantando o sarcófago de um nível mais baixo onde ele se encontrava até um nível mais alto onde os trabalhadores estavam. Existem fotos que os mostram se preparando para levantar a tampa do sarcófago. Mas, aparentemente, nenhuma foto que mostra o interior do sarcófago depois que sua tampa foi removida foi publicada. Há uma foto que mostra o interior do sarcófago mais tarde, mas não no momento logo após a retirada da tampa. Por quê?

O Dr. Hawass disse depois que o sarcófago estava vazio quando a tampa saiu. Mas será que estava? Isso não é uma tentativa de implicar que Hawass estivesse mentindo, mas é algo muito estranho existirem fotos de todo o processo de manuseio do sarcófago, inclusive das tentativas de retirada da tampa, mas nenhuma foto do que havia dentro depois que a tampa foi retirada.

Isso, é claro, deixa aberta a possibilidade de que a múmia de Osíris (a primeira múmia de que se tem notícia) estava lá dentro. Desde que os antigos, que primeiro escreveram sobre Osíris, afirmaram que ele teve um nascimento divino e não era deste planeta, a possibilidade de que a múmia de Osíris possa provar ser a de um ser extraterrestre ainda está em aberto. É claro, isso não seria algo para ser alardeado. Então, de acordo com esta teoria, o público não pode ver as fotos de dentro do sarcófago no instante da remoção da tampa, e esta história de sarcófago vazio foi então contada.

Continua…

https://hiperdimensao.wordpress.com

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Físicos separam uma partícula de suas propriedades

Posted by luxcuritiba em agosto 3, 2014

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Físicos separam uma partícula de suas propriedades 1

Gato quântico

Imagine uma bola rolando.

Agora imagine separar as duas coisas, a bola de um lado e o seu “rolamento” de outro.

Talvez seja mais fácil se lembrar do Gato que Ri, ou Gato Cheshire, o personagem de Alice no País das Maravilhas: o gato sumia, mas seu sorriso ficava.

Um sorriso sem gato, um giro sem bola – ainda que tudo pareça fantasia, agora se comprovou que isto é bem real no mundo da Física Quântica.

Físicos conseguiram pela primeira vez separar as propriedades de uma partícula da própria partícula.

O experimento mostrou que o momento magnético – também conhecido como spin, ou giro – de um nêutron pode ser medido de forma independente do próprio nêutron.

Esta é a primeira observação experimental de um novo paradoxo quântico batizado de “Paradoxo do Gato de Cheshire” – lembrando o já bem conhecido Gato de Schrodinger, que pode ficar vivo e morto ao mesmo tempo, ou em 101 outros estados simultaneamente.

A ideia básica de um Gato de Cheshire Quântico consiste em separar as propriedades de um objeto da sua localização física, de modo que os dois possam ser medidos em lugares diferentes.

Superposição

Enquanto na nossa experiência cotidiana os objetos são espacialmente ligados às suas propriedades, as leis da mecânica quântica permitem que as partículas assumam diferentes estados físicos ao mesmo tempo, um fenômeno conhecido como superposição.

Por exemplo, se um feixe de nêutrons é dividido em dois usando um cristal, os nêutrons individuais não precisam decidir qual dos dois caminhos tomar. Em vez disso, eles podem viajar ao longo de ambos os caminhos ao mesmo tempo, em uma superposição quântica – pelo menos até você tentar encontrá-los, quando então eles “colapsam” em um dos dois caminhos.

Como seu nome indica, os nêutrons não são eletricamente carregados, mas eles carregam um momento magnético – seu spin, ou orientação magnética, uma propriedade que descreve a força que um campo magnético externo exerce sobre a partícula.

O que Yuji Hasegawa e seus colegas da Universidade de Tecnologia de Viena, na Áustria, fizeram agora foi forçar os nêutrons a viajar por um caminho diferente do seu momento magnético.

Físicos separam uma partícula de suas propriedades 2

Partícula de um lado, propriedade do outro

O experimento começa com um feixe de nêutrons sendo dividido em duas partes por um interferômetro.

Em seguida, os spins dos nêutrons em cada um dos dois feixes são deslocados em diferentes direções: o feixe de nêutrons superior assume um spin paralelo à trajetória dos nêutrons, enquanto o spin dos nêutrons do feixe inferior aponta na direção oposta.

Quando os dois feixes são recombinados, o experimento se concentra apenas nos nêutrons que têm uma rotação paralela à sua direção de movimento – todos os outros são simplesmente ignorados, algo que os físicos chamam de “pós-seleção”.

Esses nêutrons – com um spin paralelo à sua direção de movimento – devem claramente ter viajado pelo caminho superior, pois somente lá os nêutrons têm esse estado de spin.

As coisas ficam interessantes quando um campo magnético é usado para mudar ligeiramente o spin dos nêutrons em um dos feixes, já que, quando os dois feixes são recombinados, eles podem se amplificar ou se cancelar.

É exatamente isto o que se vê na medição se o campo magnético for aplicado ao feixe inferior – mas esta é a rota que os nêutrons selecionados no experimento nunca deveriam ter tomado. Se o campo magnético é aplicado ao feixe superior, ele não produz qualquer efeito no feixe recombinado.

“Ao longo de um dos caminhos, as próprias partículas acoplam-se ao nosso dispositivo de medição, mas somente o outro caminho é sensível ao acoplamento magnético do spin. O sistema se comporta como se as partículas estivessem espacialmente separadas de suas propriedades,” conclui o físico Tobias Denkmayr.

Ruídos quânticos

Apesar de tudo muito estranho, detectar o sorriso e o gato em locais diferentes pode ter aplicações práticas.

Os pesquisadores afirmam que o mecanismo poderá ser usado para remover “ruídos” e melhorar a resolução de medições de alta precisão.

Por exemplo, recentemente se demonstrou que técnicas para superar a velocidade da luz não conseguem transmitir dados por conta desses ruídos. E uma equipe brasileira está lidando com as interferências para criar novos métodos para a troca de informações em computadores quânticos.

“Considere um sistema quântico que tenha duas propriedades: você quer medir a primeira com muita precisão, mas a segunda torna o sistema propenso a perturbações. As duas podem ser separadas usando um Gato Que Ri Quântico e, possivelmente, a perturbação pode ser minimizada,” disse Stephan Sponar, outro membro da equipe.

Segundo o grupo, tudo indica que esta nova técnica pode ser aplicada a qualquer propriedade de qualquer objeto quântico – objetos que se comportam segundo os ditames da mecânica quântica, como átomos, fótons e partículas subatômicas.

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Cure a si mesmo: Auto-hipnose

Posted by luxcuritiba em julho 16, 2014

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A hipnoterapia tem lutado para ser aceita na academia desde que Franz Mesmer, no século 18, anunciou que poderia curar toda sorte de males com o que ele chamou de “magnetismo animal”.

“O campo todo tem sido atormentado por pessoas que não sentem que as pesquisas são necessárias,” afirma Peter Whorwell, da Universidade de Manchester (Reino Unido).

Whorwell passou grande parte de sua vida profissional construindo um corpo de evidências científicas para o uso da hipnose para tratar apenas uma condição: a síndrome do intestino irritável.

A síndrome do intestino irritável é considerada um transtorno “funcional”, um termo bastante pejorativo, usado quando um paciente sofre sintomas mas os médicos não conseguem ver nada de errado.

Whorwell sentiu que seus pacientes, alguns dos quais tinham sintomas tão severos que tinham pensamentos suicidas, estavam decepcionados com a profissão médica: “Eu parti para a hipnose porque o tratamento convencional destas condições é lastimável.”

Ele agora dá aos seus pacientes uma breve lição sobre como funciona o intestino, em seguida faz com que usem as sensações visuais ou táteis – a sensação de calor, por exemplo – para imaginar o seu intestino funcionando normalmente.

E funciona – a síndrome do intestino irritável é a única condição para a qual a hipnose é recomendada pelo Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica do Reino Unido.

Apesar disso, Whorwell ainda tem dificuldades em convencer os médicos a prescrever a hipnoterapia, que já é largamente usada também para tratar crianças que fazem xixi na cama e até em partos.

“Nós produzimos um monte de pesquisas incontestáveis,” diz ele. “No entanto, as pessoas [médicos e cientistas] ainda estão relutantes em concordar com elas.”

Como a hipnose funciona

Parte do problema é que não está claro exatamente como a hipnose funciona. O que está claro é que, quando hipnotizadas, as pessoas podem influenciar partes do seu corpo.

Whorwell demonstrou que, sob hipnose, alguns pacientes com síndrome do intestino irritável podem reduzir as contrações de seu intestino, algo que normalmente não opera sob controle consciente (Journal of Psychosomatic Research, vol. 64, p. 621). O revestimento do intestino desses pacientes também torna-se menos sensível à dor.

A hipnose provavelmente opera em caminhos fisiológicos semelhantes aos envolvidos no efeito placebo, suspeita Irving Kirsch, da Universidade de Hull (Reino Unido). Por um lado, as condições médicas que os dois podem beneficiar são semelhantes, e ambos são sustentados pela sugestão e pela expectativa – acreditar em um resultado específico.

A desvantagem é que algumas pessoas não respondem tão fortemente à hipnose quanto outras.

A maioria dos ensaios clínicos que envolveram a hipnose são pequenos, em grande parte devido à falta de financiamento, mas sugerem que a hipnose pode ajudar a lidar com a dor, ansiedade, depressão, distúrbios do sono, obesidade, asma e doenças da pele como psoríase e verrugas (Papeles des Psicólogo, vol. 30, p. 98).

Encontrar um bom hipnoterapeuta também pode ser complicado, já que a profissão não é regulamentada, mas se auto-hipnotizar parece funcionar igualmente bem. “A auto-hipnose é a parte mais importante,” disse Whorwell.

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Anomalia Magnética do Atlântico Sul

Posted by luxcuritiba em julho 15, 2014

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Total_Magnetic_Field_for_2000

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A Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA (do inglês, South Atlantic Anomaly) é uma região onde a parte mais interna do cinturão de Van Allen tem a máxima aproximação com a superfície da Terra. O resultado é que para uma dada altitude, a intensidade de radiação é mais alta nesta região do que em qualquer outra.

A AMAS é produzida por um “mergulho” no campo magnético terrestre nesta região, causada pelo facto de que o centro do campo magnético terrestre esta deslocado em relação ao centro geográfico por 450 km.

A anomalia do Atlântico Sul afeta satélites e outras espaçonaves com órbitas a algumas centenas de quilômetros de altitude e com inclinações orbitais entre 35° e 60°. Nessas órbitas, os satélites passam periodicamente pela AMAS, ficando expostos durante vários minutos às fortes radiações que ali existem. A International Space Station, orbitando com uma inclinação de 51,6°, necessitou de um revestimento especial para lidar com o problema. O Hubble Space Telescope não faz observações enquanto está passando pela região.

A AMAS sofre um deslocamento para a direção oeste, cuja velocidade de deslocamento é de 0,3° por ano. A taxa de deslocamento é muito próxima da rotação diferencial entre o núcleo da Terra e sua superfície, estimada estar entre 0,3° e 0,5° por ano.

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Genoma humano é reduzido para 19.000 genes

Posted by luxcuritiba em julho 13, 2014

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genomahumano

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Não é à toa que os cientistas vêm reconhecendo cada vez mais uma crescente decepção com o DNA – ou, pelo menos, com que eles pensavam sobre o DNA.

Um novo estudo mostrou que mais de 99% dos genes que codificam proteínas humanas têm uma origem que antecede os primatas, mais de 50 milhões de anos atrás.

O estudo questiona as anotações genômicas de diferentes espécies, mostrando que, olhando unicamente para o DNA, as diferenças entre espécies é muito menor do que se imaginava – menos de 10 genes de diferença entre humanos e camundongos, por exemplo.

Encolhimento do genoma

Como os nutrientes são metabolizados e como os neurônios se comunicam no cérebro são apenas algumas das mensagens codificadas pelas cerca de 3 bilhões de letras que compõem o genoma humano.

A detecção e caracterização dos genes presentes nessa massa de informações é uma tarefa complexa, que tem sido uma fonte de debate desde as primeiras tentativas sistemáticas por parte do Projeto Genoma Humano, há mais de dez anos.

As estimativas iniciais apontavam que o ser humano tinha cerca de 100 mil genes, mas esse número vem caindo estudo após estudo.

Agora, a equipe de Alfonso Valencia e Michael Tress, do Centro de Pesquisa Nacional do Câncer da Espanha, atualizaram o número de genes humanos – aqueles que podem gerar proteínas – para 19.000. O resultado contém 1.700 genes a menos do que os presentes na anotação anterior.

Anotação gênica é o processo de interpretar as informações geradas pelo sequenciamento genético, um trabalho complexo e difícil que inclui “traduzir” as informações em nível dos nucleotídeos, das proteínas e dos processos celulares.

Mas o mais surpreendente é que o novo trabalho, publicado na revista Human Molecular Genetics, concluiu que quase todos esses 19.000 genes têm antepassados antes do aparecimento dos primatas, 50 milhões de anos atrás.

A dupla fala sobre o “encolhimento do genoma humano”, afirmando que “ninguém poderia ter imaginado alguns anos atrás que um número tão pequeno de genes pudesse resultar em algo tão complexo” quanto um ser humano.

Mas eles vão além, e propõem interpretações novas para o advento dessa complexidade.

Nova interpretação do genoma

“As diferenças fisiológicas e de desenvolvimento entre os primatas provavelmente são causadas pela regulação dos genes e não por diferenças nas funções básicas das proteínas em questão,” propõem os pesquisadores.

Uma hipótese sugerida por eles é que mais de 90% dos genes humanos produzem proteínas que se originaram em metazoários ou organismos multicelulares do reino animal centenas de milhões de anos atrás – mais de 99% para os genes cuja origem é anterior ao surgimento dos primatas.

“O número de novos genes que separa os seres humanos dos camundongos [os genes que evoluíram desde a separação dos primatas] pode até ser menos de dez,” acrescenta David Juan, coautor do estudo.

Assim, a complexidade humana provavelmente é determinada mais pela forma como os genes são usados, e não pelo número de genes.

As diferenças entre os seres vivos estariam então nas milhares de alterações químicas que ocorrem nas proteínas, ou no controle da produção dessas proteínas por regiões não codificantes do genoma, que compreendem cerca de 90% de todo o genoma.

Isto está de acordo com resultados anteriores do projeto ENCODE, do qual essa pesquisa faz parte, e que já havia sinalizado com o aprofundamento dos mistérios do genoma humano.

Segundo os pesquisadores, os novos resultados vão remodelar a forma como se tem pensado no DNA e no genoma de forma geral.

“Nosso trabalho sugere que vamos ter que refazer os cálculos para todos os genomas, não apenas para o genoma humano,” afirmam eles.

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Você sabia que só 15% do seu cérebro são neurônios?

Posted by luxcuritiba em julho 13, 2014

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Células gliais em forma de estrela chamadas astrócitos (em vermelho) são as células mais abundantes no cérebro humano. Oligodendrócitos jovens (em verde) são glias que ajudam a isolar os axônios dos neurônios. As células azuis são os neurônios.

Células gliais em forma de estrela chamadas astrócitos (em vermelho) são as células mais abundantes no cérebro humano. Oligodendrócitos jovens (em verde) são glias que ajudam a isolar os axônios dos neurônios. As células azuis são os neurônios.

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Glia

Imagens começam a revelar algumas das células pouco conhecidas que povoam nossos cérebros. Uma dica: elas não são neurônios.

O número de células nervosas no cérebro humano soa impressionante: 100 bilhões, pelos últimos cálculos. Mas os neurônios compõem apenas cerca de 15% das células no cérebro. O restante é formado pelas chamadas células da glia, ou células gliais.

Por isso, as células da glia são as estrelas em ascensão no universo das neurociências.

Entendendo a glia para entender o cérebro

Anteriormente vistas como tendo um papel de apoio para os neurônios – um sistema de limpeza do cérebro, por exemplo -, essas células agora começam a revelar seu importante papel no desenvolvimento inicial do cérebro, na aprendizagem e na memória.

Em decorrência disso, pesquisadores do cérebro que se especializaram em glia estão sendo chamados às pressas para ajudar no Projeto Cérebro (Brain Initiative), lançado pelo presidente Obama, e no Projeto Cérebro Humano, lançado pela União Europeia.

Oligodendrócitos

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Um oligodendrócito (verde) estende várias ramificações para contatar os axônios (roxo) e isolá-las com mielina.

Quando você aprende alguma coisa, seja um jogo ou como resolver uma equação matemática, a informação é transmitida ao longo dos braços dos neurônios por meio de sinais elétricos.

Mas são células gliais, chamadas oligodendrócitos, que trabalham para isolar esses braços em particular com uma substância gordurosa chamada mielina, de forma que a informação possa fluir de forma mais eficiente.

Astrócitos

Alguns estudos mostraram que outras células gliais, conhecidas como astrócitos, podem ter um papel ainda mais ativo na aprendizagem.

Os astrócitos podem liberar substâncias químicas que fortalecem as conexões recém-formadas entre os neurônios, ajudando em tarefas como se lembrar de um novo rosto, ou do nome de um novo colega de trabalho.

Com tantas novas células, o que agora se sabe é que entender como aprendemos as coisas exigirá uma abordagem holística para a pesquisa sobre o cérebro.

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