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Esqueletos humanos gigantes são encontrados em um túmulo milenar ao norte do Cáucaso

Posted by luxcuritiba em novembro 4, 2014

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Esqueletos humanos gigantes são encontrados em um túmulo milenar ao norte do Cáucaso

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Dois homens e duas mulheres de 2,10 metros de altura foram enterrados há aproximadamente 4.500 anos em um túmulo de argila recém-descoberto. A sepultura, encontrada por arqueólogos russos ao norte do Cáucaso, está coberta por um montículo de 40 metros de diâmetro, reunindo o que parece ser um jazigo familiar. A descoberta foi realmente surpreendente já que os cientistas trabalhavam na região para abrir espaço a cabos de energia e acreditavam que todas as tumbas já haviam sido saqueadas.

Os pesquisadores constataram que os ossos estavam “abundantemente salpicados com ocre”, aparentemente para realizar um ritual cultural. Em sua representação, o ser humano nasce do sangue e, por isso, ao deixar o mundo, deve ser “marcado” pela cor vermelha. Os homens tinham a cabeça apoiada em um local separado, sugerindo que teriam sido decapitados. Até o momento, a única descoberta complementar que indicaria o tipo de vida desses seres humanos enormes foi uma cabeça de cavalo, encontrada perto da abóboda.

As escavações continuaram, com o objetivo de desvendar a natureza misteriosa do que, até o momento, é conhecido como “a cultura Novotitarovska”, por causa do nome da cidade mais próxima. Através do estudo dos ossos, os pesquisadores esperam descobrir a hora exata de suas mortes, como era a família, o tipo de negócios e trabalhos que realizavam, se estavam doentes ao morrer, se possuíam fraturas e se passaram a maior parte de suas vidas a pé ou sobre um cavalo.

http://seuhistory.com

Veja também:

Os gigantes do Equador

Na Provincia de Loja, Sul do Equador e fronteira com o Perú, há muito tempo se ouve lembranças que narram estranhos ossos muito similares aos de humanos mas de incrível tamanho, que teriam sido encontrados por vários personagens nos belos vales dessa Província. http://wp.me/peNta-UY

GaBYi[3]

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Pedaço de continente submerso no meio do Atlântico

Posted by luxcuritiba em novembro 1, 2014

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Oceano submerso

Há mesmo uma grande porção continental submersa no fundo do Oceano Atlântico, o que muda as teorias aceitas até agora sobre como se deu a separação entre América do Sul e África.

Em 2011, geólogos colheram amostras de granito, um tipo de rocha continental, da Elevação do Rio Grande, uma cadeia de montanhas submersas a cerca de 1.300 quilômetros (km) do litoral do Rio Grande do Sul.

Até então, eles acreditavam que essas montanhas seriam resultado da formação do assoalho oceânico e de erupções vulcânicas, portanto formadas por outro tipo de rocha.

Dois anos depois, por meio de um submarino, foram recolhidas outras amostras de rochas típicas de formações continentais, cuja análise reforçou a hipótese de que essa região do Atlântico Sul poderia de fato ser um pedaço de continente que teria submergido durante a separação da América do Sul e da África, iniciada há 120 milhões de anos.

Mineração submarina

A conclusão deu valor econômico à Elevação do Rio Grande. Em julho passado, o governo federal recebeu a autorização para levar adiante o plano de exploração de jazidas de cobalto dessa região, situada em águas internacionais, e a possibilidade de ali haver reservas de outros minerais, como níquel, manganês e terras-raras tornou-se mais concreta.

Cresceu também seu valor científico, por servir de argumento adicional para a hipótese de que a separação da América do Sul da África foi mais complicada e fascinante do que se pensava.

Agora já parece haver um consenso entre os geólogos de várias partes do mundo de que os grandes blocos de rochas – ou microplacas, uma referência às placas tectônicas continentais – que formam os dois continentes e o assoalho oceânico não se afastaram como duas partes de uma folha rasgada, mas se esticaram, quebraram-se e se posicionaram caoticamente. Algumas partes podem ter ficado no meio do caminho e afundado, enquanto outras se afastavam e se misturavam, formando um imenso mosaico que agora se torna um pouco mais claro.

As rochas coletadas da Elevação do Rio Grande – granitos, granulitos, gnaises e pegmatitos – devem ter de 500 milhões a 2,2 bilhões de anos, de acordo com as análises de equipes da Universidade de Brasília e e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

“As idades não estão fora do que encontramos na América do Sul e na África,” diz Roberto Ventura Santos, da CPRM. Segundo ele, os levantamentos sísmicos indicaram que a espessura da crosta é de cerca de 30 km na região da Elevação Rio Grande, “típica de crosta continental e não oceânica”, reiterando a conclusão de que se trata de um resquício de continente.

Quebra-cabeças continental

submersivel-japones-continenteEssa descoberta, uma das mais espetaculares da geologia brasileira dos últimos tempos, trouxe algumas dúvidas. Pensava-se que as duas cadeias montanhosas do Atlântico Sul, a Rio Grande e a Dorsal Atlântica, tivessem se formado na mesma época, mas agora se cogita que pode não ter sido assim.

E quais são os efeitos da Elevação do Rio Grande? Uma cadeia com montanhas de 3.200 metros de altura no fundo do Atlântico Sul, cujo topo está a apenas 800 metros de profundidade, deve formar barreiras para a circulação oceânica, mas ainda não se sabe ao certo como.

Ventura acredita que algumas respostas podem vir à tona com a análise de uma coluna com 70 metros de sedimentos do fundo do mar, que, espera-se, permitirá a reconstituição de fenômenos climáticos e geológicos dos últimos 7 milhões de anos.

“A identificação de rochas continentais na Elevação do Rio Grande muda o quadro da evolução do Atlântico Sul, que se formou com a separação dos dois continentes”, comenta o geólogo Peter Christian Hackspacher, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro.

Há quase 20 anos, por meio de pesquisas de campo no Sudeste e Sul do Brasil, na Namíbia e em Angola, ele examina os sinais das possíveis forças que levaram à separação da América do Sul e da África.

Suas conclusões reforçam a contestação do modelo tradicional, segundo o qual as linhas de costa dos dois continentes, representando os blocos de rochas que os formaram, poderiam se encaixar. Há um encaixe na costa do Nordeste com o Oeste da África, mas em outras regiões, como o litoral do Rio de Janeiro, parecem faltar partes do quebra-cabeça de rochas.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Galáxia enigmática desafia astrônomos

Posted by luxcuritiba em outubro 19, 2014

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Galáxia enigmática desafia astrônomos

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Espaço é tempo?

Quando olham para o espaço, os astrônomos geralmente fazem uma associação entre distância e tempo – quanto mais longe estiver um corpo celeste, mais antigo ele é.

Isto porque a teoria do Big Bang estabelece uma idade do Universo. Ora, se a luz do objeto demorou uma determinada quantidade de anos para chegar até nós, então essa distância é usada para calcular quantos anos aquele objeto tinha, contados a partir do Big Bang, quando emitiu essa luz.

É por isso que os astrônomos falam em “galáxias primordiais”, criadas apenas alguns milhões de anos após o Big Bang.

Contudo, esta nova imagem captada pelo telescópio Hubble mostra uma galáxia que parece oferecer uma exceção a essa regra.

A peculiar DDO 68, também conhecida como UGC 5340, parece-se em tudo com uma galáxia primordial, formada pouco tempo após o Big Bang.

Ocorre que ela está muito próximo de nós, ou seja, sua luz saiu de lá há muito pouco tempo, o que indica que ela é uma galáxia jovem.

A DDO 68 fica a cerca de 39 milhões de anos-luz de distância da Terra. Embora essa distância pareça enorme, ela é cerca de 50 vezes mais perto do que as distâncias habituais para galáxias recém-formadas, geralmente fotografadas pelo Hubble a vários bilhões de anos-luz.

Isto é uma pedra no sapato dos teóricos porque o oposto também já aconteceu, ou seja, astrônomos já localizaram galáxias distantes demais, mas muito “evoluídas” para serem tão antigas.

Galáxias jovens e velhas

Galáxias mais velhas tendem a ser maiores, graças a colisões e fusões com outras galáxias, e são repletas de uma variedade de diferentes tipos de estrelas – incluindo estrelas velhas, jovens, grandes e pequenas.

Sua composição química também é diferente. As galáxias recém-formadas têm uma composição rica em hidrogênio, hélio e um pouco de lítio, enquanto as galáxias mais antigas têm elementos mais pesados, forjados ao longo de várias gerações de estrelas.

A DDO 68, contudo, questiona esses modelos, apresentando todas as características de uma galáxia primordial no universo local.

Intrigados, os astrônomos planejam novos conjuntos de observações para tentar decifrar o mistério.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Estudo científico encontra primeira prova de que existe vida depois da morte

Posted by luxcuritiba em outubro 16, 2014

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O ser humano é dotado de uma inteligência que lhe permitiu grandes progressos ao longo de sua história, mas também lhe deu a consciência de sua própria mortalidade – seu fim inexorável, aonde suas invenções e avanços não podem chegar. Pelo menos, foi nisso em que se acreditou até o momento. No entanto, um ambicioso estudo científico realizado por pesquisadores da Universidade de Southampton encontrou a primeira prova de que existe vida depois da morte. Essa descoberta, que fala sobre um suposto estado de consciência, após cessarem as funções do cérebro, pode começar a mudar todas as certezas que tínhamos sobre a misteriosa passagem da vida para a morte.

A pesquisa foi baseada em dois mil casos de pessoas que sofreram paradas cardíacas, e observou que 40% dos que sobreviveram relataram ter experimentado alguma consciência entre o momento de sua morte clínica e o reinício do funcionamento do coração. Um dos testemunhos mais impactantes foi o de um homem de 57 anos, que descreveu ter visto os médicos que o reanimavam de fora do seu corpo – e certos detalhes do depoimento foram confirmados pelos profissionais que o atenderam enquanto ele estava clinicamente morto. Neste e em muitos outros casos ocorreu o fato surpreendente de a consciência ter se mantido por, no mínimo, três minutos depois de o coração parar, enquanto o cérebro costuma morrer após 20 ou 30 segundos.

O diretor de pesquisa, Sam Parnia, explicou que muitas outras pessoas podem ter sido testemunhas diretas desse fato, porém, por mais estranho que pareça, o teriam atribuído a uma ilusão. Esse estudo abre caminho para futuras investigações, que poderão dar novas revelações sobre a transição da vida para a morte.

http://seuhistory.com

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Orbs (vídeo)

Posted by luxcuritiba em outubro 16, 2014

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Interessante vídeo sobre Orbs. Seriam somente poeira no ar? ou há algo mais por traz desta curiosa manifestação?

Veja o vídeo, e logo abaixo algumas fotos:

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Como tirar cloro da água de forma simples e barata

Posted by luxcuritiba em outubro 2, 2014

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Normalmente, a maioria das pessoas cresceram com a crença que o cloro é algo que ilumina e clareia as nossas roupas, nos protege dos germes nas nossas casas, bactérias na água que bebemos, e fornece um meio eficaz de esterilização.

Se voltarmos no início de 1900 esta era provavelmente a verdade.

A propagação de doenças de veiculação hídrica como a cólera e a febre tifoide foram essencialmente eliminadas após o abastecimento de água ter sido tratado com cloro. Mas esses benefícios são ofuscados em longo prazo, pelos efeitos residuais do excesso de cloro.

O cloro, amplamente utilizado na fabricação de vários produtos, bem como no nosso sistema de saúde, representa um risco significativo para todas as pessoas. Mais de 30 anos de pesquisa provaram sem dúvida que a interação do cloro com matérias orgânicas é altamente prejudicial tanto para a nossa saúde e o nosso ambiente.

Quem é naturista deve estar ciente dos perigos do cloro, presente na água encanada, para a nossa saúde. No mercado são vendidos aparelhos caros, que prometem retirar o cloro da água, para que possamos beber uma água mais saudável.

Será que não existe uma maneira mais simples, e barata, para se ter água saudável, sem cloro, em nossa casa? sem que precisemos gastar alguns centenas de reais para adquirir um aparelho filtrador?

Veja a seguir alguns testes que demonstram a eficácia de algumas práticas caseiras simples para retirar o cloro da água.

Nos testes foi usado um reagente química, muito utilizado por aquaristas, para identificar a presença de cloro na água. Quem já teve aquário deve saber que o cloro é um veneno mortal para os peixes. Por isso, ao utilizar água tratada pela companhia de saneamento é importante verificar se a água colocada no aquário está realmente sem cloro. No teste com reagente, quanto mais amarelada a água estiver, maior é a concentração de cloro. Quanto mais translúcida, menos cloro.

1. Abaixo, amostra de água da torneira, em teste de presença de cloro com reagente:

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2. Teste com liquidificador

Teste de presença de cloro, com reagente, após água batida no liquidificador, respectivamente, da esquerda para direita: (1) Água batida por 10/20 segundos, (2) Água batida por 1 minuto, e (3) Água batida por 1 minuto e deixada em “descanso” em frasco arejado por 24 horas.

agua batida3. Teste com Fervura

Abaixo, amostras de água com teste de reagente, após leve aquecimento (esquerda) e após aquecimento até o ponto de ebulição e deixada esfriar naturalmente  (direita).

agua aquecida

4. Recipiente aberto

Conta a lenda que, se você deixar a água em “descanso” durante um ou mais dias, o cloro evapora. Coloquei um recipiente aberto com 500ml de água da torneira, para “descanso” por 24 horas. Veja o resultado com teste com reagente:

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Quais os problemas em se utilizar água com cloro?

Perigos do cloro na água potável e água do chuveiro

O cloro é um produto químico tóxico que foi usado para desinfetar água potável por quase 100 anos. É econômico e mata muitas bactérias, incluindo aquelas que causam a febre tifoide, cólera e disenteria.

Infelizmente, também é um veneno que tem muitos efeitos colaterais no corpo humano. O cloro reage com substâncias naturais, como a decomposição de plantas e materiais de origem animal, normalmente presentes na água para criar trihalometanos (THM).

Estes THMs desencadeiam a produção de radicais livres no organismo, são altamente cancerígenos, e causam danos celulares. Uma vez que as artérias estão comprometidas, o colesterol LDL pode unir-se as suas paredes, levando à aterosclerose e doenças cardíacas. Câncer do rim, bexiga e vias urinárias são mais comuns em determinadas cidades, pois o cloro em excesso além das normas do governo é adicionado devido ao abastecimento de água estar muito poluída. Não é incomum para o abastecimento de água municipal a ter níveis de cloro superiores aos recomendados como seguros para uma piscina.

PERIGO DO CLORO DURANTE O SEU BANHO

Beber água clorada da torneira é apenas parte do problema. Maior parte de cloro é absorvido através da pele, e inalado no vapor de um banho que é pior que você beber cinco copos de água da torneira. O calor e o vapor do chuveiro abre os poros permitindo uma alta taxa de absorção de cloro e outros produtos químicos.

O VAPOR DE UM BANHO QUENTE PODE CONTER ATÉ 20 VEZES A CONCENTRAÇÃO DE CLORO DA ÁGUA DE TORNEIRA.

A inalação de vapores de cloro e outros produtos químicos é uma causa de suspeita de bronquite e asma. Um relatório publicado no American Journal diz que o cloro contribuiu para aumento em certos tipos de câncer, irritações de pele e asma e afirmou que “até 2/3 da exposição foi prejudicial devido à absorção pela pele e inalação de cloro na água do chuveiro”.

A EPA E.U. recentemente declarou:

“Devido ao cloro e o vapor do banho, praticamente todas as casas na América tem um nível detectável de gás clorofórmio no ar”.

Clorofórmio causa forte irritação respiratória.

O cloro tira os óleos naturais de proteção dos cabelos e da pele, e cria revestimento de secagem e envelhecimento. A pele pode secar e tornar-se áspera e com coceira.

O cloro é também o maior desencadeador do eczema – um grupo de doenças da pele que variam de formas leves caracterizada pela seca, quente, comichão na pele para formas mais graves, onde a pele torna-se rachada e com sangramentos.

O uso de filtros de qualidade para remover o cloro da água da sua casa, da água do seu chuveiro e ter água potável é de bom senso, e irá protegê-lo de potenciais problemas de saúde.

Com informações de: http://www.vidaesaude.org

      

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Cientistas registram inédito “controle da mente” a distância entre humanos

Posted by luxcuritiba em setembro 28, 2014

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cerebro-comunicacao-controle-mente-divExperimento com ‘transmissão de comando de pensamento’ em universidade nos EUA lança especulações sobre futuro da comunicação entre humanos

Apertando apenas uma tecla, Andrea Stocco aciona o canhão de seu jogo no computador e destrói um foguete que vinha pelo céu. O videogame não tem nada de fantástico e parece uma relíquia dos anos 1980. O que o faz diferente é o fato de que jogador, no caso o pesquisador da Universidade de Washington, não consegue ver o jogo.

A pessoa que consegue ver o jogo, o colega cientista Rajesh Rao, está sentado do outro lado do campus olhando para uma tela. Ele usa uma touca com cabos acoplados. Sem mover um músculo ou usar qualquer equipamento de comunicação, Rao diz a seu colega o exato momento de disparar o canhão.

Para isso, Rao usou apenas o poder da mente. No momento exato, ele apenas imaginou disparar o canhão. A ordem foi então enviada por meio da internet a Stocco, que usando uma touca de natação e fones de ouvido especiais que impedem a passagem de qualquer som, apertou involuntariamente a tecla de espaço com o dedo indicador.

Voldemort

A cena narrada acima pode ser o primeiro caso documentado de “controle da mente” à distância entre dois humanos. Até agora, tratava-se de um conceito apenas teórico, mais próximo à ficção científica. Os fãs de Harry Potter vão fazer relações com o malvado Voldemort e seu feitiço “Impérius”, quando manipula a mente de terceiros.

Stocco diz que a internet, além de conectar computadores em rede, “agora pode ser a forma de conectar cérebros”. Rao diz que foi “empolgante” ver uma ação imaginada no seu cérebro sendo transformada em ação por outra mente. “O próximo passo é chegar a uma conversa bilateral entre os dois cérebros”.

Atividade cerebral

Já existem hoje vários programas para controlar o computador por impulsos cerebrais. A Samsung, por exemplo, está desenvolvendo um tablet controlado pela mente. Já a empresa Interaxon está comercializando uma “bandana com sensor cerebral” que tem como objetivo controlar equipamentos com o poder da mente. A tecnologia foi desenvolvida pensando em pessoas com deficiências.

A tecnologia usada no experimento é em parte conhecida. A técnica usada para enviar as mensagens cerebrais de Rao para Stocco é chamada de eletroencefalografia e já é utilizada para medir a atividade cerebral das pessoas. O estímulo magnético que fez o dedo de Stocco se mover também é conhecido.

A novidade é que ninguém havia juntado as duas técnicas anteriormente.

‘Trivial’

Os pesquisadores dizem saber que o experimento é “básico” em termos de conceito. Para Daniel H. Wilson, PhD em robótica e autor do elogiado livro de ficção científica Robocalypse, o experimento dos dois cientistas foi uma “prova de conceito”.

“Ele lançou uma discussão sobre como o contato entre cérebros pode ter impacto na sociedade no futuro”, diz. “Ainda que o experimento seja limitado, ele certamente nos fará pensar a respeito”, disse.

Mas nem todos ficaram impressionados.

Ian Pearson, futurologista com experiência em engenharia, compara o experimento à performance do artista australiano Sterlac, que há 15 anos deixou que o público controlasse o movimento de seus membros a partir de estímulos enviados pela internet.

“Um sistema de controle de reconhecimento do pensamento é trivial”, disse. “Se eles tivessem tirado o pensamento de uma pessoa e recriado esse pensamento em outra, aí eu estaria impressionado”, disse.

Perigo

Entre os cientistas, há um consenso maior sobre o impacto que desenvolvimentos futuros nessa área de pesquisa possam ter na forma como as pessoas se comunicam e cooperam entre si.

Stocco diz que um dia essa tecnologia poderá permitir, por exemplo, que um passageiro assuma o controle de um avião caso o piloto fique incapacitado com ajuda de outro piloto ou especialista sentado em outro lugar.

Pearson cita como exemplo a elaboração de projetos complexos que necessitam do envolvimento de profissionais de diversas áreas.

“Digamos que você esteja projetando um prédio com engenheiros, arquitetos e artistas”. “Mesmo estando a quilômetros de distância, o artista pode apresentar uma ideia e o engenheiro pode refiná-la ou contestá-la. Trabalhando juntos, eles podem desenvolver algo complexo, bem rápido”.

Ele acha que “em 30 ou 40 anos” esse cenário pode se tornar realidade, com a utilização de nanotecnologia inserida diretamente no cérebro.

É claro que todo o conceito de controle mental acaba sendo ofuscado pela possibilidade de mau uso da tecnologia. Daniel H. Wilson, entretanto, diz não ver “nada inerentemente perigoso no crescimento da comunicação entre seres humanos”.

“Os intrincados requisitos técnicos do estímulo magnético transcraniano fazem com que seja improvável o controle da mente sem que saiba”, diz.

Chantal Prat, professor assistente de psicologia na Universidade de Washington, trabalhou na pesquisa e concorda com essa análise.

“Acho que algumas pessoas se preocupam porque estão superestimando a tecnologia”, diz.

http://noticias.terra.com.br

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Cientista mineira revoluciona física com fotografia quântica

Posted by luxcuritiba em setembro 24, 2014

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Técnica poderá ser novo horizonte para exames e ciências biológicas no geral

Raquel Sodré

Tudo o que enxergamos é o reflexo da luz sobre os corpos. Quando você tira uma fotografia, o que a lente da sua câmera capta é esse mesmo reflexo. Assim, pelos princípios básicos da óptica – parte da física que trata da luz e dos fenômenos da visão –, se não há luz, não há imagem. Mas a descoberta de uma pesquisadora mineira veio para virar esse conceito de cabeça para baixo.

Gabriela Barreto Lemos, 32, pós-doutoranda do Instituto de Óptica Quântica e Informação Quântica de Viena, na Áustria, conseguiu fazer uma foto não a partir da iluminação de um corpo, mas de um tipo de “telepatia” entre fótons – partículas minúsculas e elementares que formam a luz. Assim como a matéria é formada pelos átomos, um feixe de luz é formado por fótons.

Nessa técnica de fotografia quântica, a cientista e sua equipe dispararam um feixe de laser verde para um cristal, que aniquila um fóton verde do laser e, no lugar dele, cria dois fótons gêmeos, um vermelho e outro infravermelho. “É como se fosse um gêmeo gordo e um magro”, explica ela. O fóton infravermelho é enviado em uma trajetória e atravessa uma placa de silício com a imagem de um gato. Já o fóton vermelho segue um caminho diferente: é refletido em um espelho e enviado para uma câmera fotográfica .

Para surpresa geral – até do famoso físico Albert Einstein, se estivesse vivo –, a câmera registrou a imagem do gato. “É como se eu iluminasse um objeto em um quarto e a imagem aparecesse em uma câmera que está em outro quarto diferente”, compara Gabriela em entrevista à reportagem de O TEMPO.

O experimento demonstrou o chamado “entrelaçamento quântico” – fenômeno pelo qual duas partículas podem estar interconectadas de forma a uma “sentir” o que acontece com a outra, mesmo que elas estejam separadas. “Se considerarmos dois irmãos gêmeos, é como se um deles tivesse uma dor de barriga e o outro sentisse a dor, mesmo sem estar passando mal”, explica a cientista.

Aplicação. Ainda que pareça coisa de ficção científica, o experimento de Gabriela pode ter aplicações práticas muito próximas da vida de qualquer um. “O que andamos conversando e discutindo são aplicações na área da biologia. Uma amostra sensível, por exemplo, poderia ser iluminada por um fóton de energia mais baixa e a imagem poderia ser produzida por seu gêmeo de energia mais alta”. Isso poderia abrir novos horizontes para uma série de exames, para citar um uso possível.

Novos passos

Pesquisa. Gabriela agora pretende testar seu sistema em modelos vivos. Se tudo der certo, em breve ela poderá fazer uma fotografia quântica de um gato de verdade.

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Para estudiosa, falta dinheiro para pesquisas no Brasil

A pesquisadora Gabriela Barreto Lemos afirma que pretende voltar para o Brasil, mas ainda não tem certeza. “O problema no Brasil é que o dinheiro para pesquisas é muito mais difícil. Conhecimento, bons pesquisadores e professores há, mas o dinheiro disponível é muito menor”, critica.

Essa restrição financeira, segundo ela, compromete os resultados. “Poderíamos fazer muito mais se pudéssemos comprar equipamentos”.

Ela ainda defende que o país deveria investir em intercâmbios entre cientistas brasileiros e estrangeiros. “Muitas vezes, trabalhos de alta qualidade do Brasil têm menos visibilidade do que um da Áustria. Precisamos ter mais colaborações internacionais e trazer mais instituições estrangeiras para ver o que está sendo feito no Brasil”, sugere.

http://www.otempo.com.br

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Cientistas resolveram o mistério das “rochas andantes” do Vale da Morte

Posted by luxcuritiba em setembro 2, 2014

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rochas1a

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Você, certamente, já ouviu falar das rochas que se movem por conta própria, nos EUA. Agora cientistas conseguiram explicar o fenômeno

Por décadas, o mistério das rochas andantes do Vale da Morte, nos EUA, intrigaram visitantes e cientistas. Pedras que pesavam até 340 kg estavam se movendo por conta própria, deixando rastros na areia. Mas ninguém nunca havia visto as rochas enquanto elas se moviam, apenas observado sua trilha e que elas não ficavam no mesmo lugar por muito tempo. Isso, claro, causou especulações: será que eram humanos que moviam as rochas? Aliens? Algum fenômeno natural desconhecido?

Apostando na última hipótese, cientistas resolveram monitorar a região. “Esperávamos ter que esperar dez anos antes de ver algo se movendo, mas com dois anos de pesquisa, tivemos a sorte de testemunhar pessoalmente o fenômeno”, contou o paleobiologista Richard Norris, da Universidade da Califórnia em San Diego, ao Review Journal.

Com isso eles conseguiram reunir dados sobre o movimento e concluir que o segredo para as rochas andarem no lugar mais quente dos EUA é o gelo. Em noites frias, camadas de gelo são formadas nas proximidades da rocha. À medida em que elas vão derretendo e se tornando mais finas, ventos conseguem movê-as. E esses pedaços de gelo encostam em rochas, movendo os minerais para frente.

Richard Norris e seu primo, James Norris, co-autor do estudo, foram os primeiros a testemunhar o fenômeno. James fez até um vídeo usando as fotos que tirou no Vale da Morte, para provar o que estava acontecendo. Assista aqui.

http://revistagalileu.globo.com

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Cientista defende que a morte é uma ilusão criada pela nossa mente

Posted by luxcuritiba em setembro 1, 2014

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Especialistas afirmam que podem agora provar se há ou não um céu e inferno – e a teoria na qual se baseiam é algo parecido com a Matrix.

Para onde iremos depois da morte tem sido objeto de debate por milhares de anos – mas agora a ciência tenta responder essa questão.

O médico e professor Robert Lanza, da Universidade Wake Forest de Medicina da Carolina do Norte, diz que a ideia de uma vida após a morte só pode existir se aceitarmos que o conceito de morte é um estado da nossa mente.

Lanza oferece uma teoria muito parecida com a do filme Matrix, onde os heróis estão convencidos de que a realidade é uma ilusão. Ele diz que o Biocentrismo, uma área da física quântica, explica que a biologia e a vida são fundamentais para a existência da realidade, ou seja, a biologia cria o universo, ao contrário da ideia usual de que o universo cria a vida.

Com essa teoria em mente, Robert Lanza diz que a morte “não pode existir em qualquer sentido real” e que acreditamos na morte porque somos ensinados a aceitar isso.

A teoria é semelhante à ideia de universos paralelos – a ideia de que algo pode existir simultaneamente em duas realidades.

Então, como isso explica se a vida continua?

Para Lanza, quando morremos a nossa vida “retorna e floresce no multiverso”. Ele ainda afirma que “a vida é uma aventura que transcende a nossa maneira linear de pensar.”

O cientista diz que devemos fazer como Neo e tomar a pílula vermelha, compreendendo que as coisas que chamamos de vida e morte são apenas ideias feitas pelo homem.

No filme clássico e alucinante estrelado por Keanu Reeves, os heróis foram ensinados a dobrar uma colher com o poder da mente, até que eles perceberam que a colher não era real. Lanza propõe um exercício semelhante: “As formas e as cores presentes em sua cozinha apenas são vistas porque os fótons de luz da lâmpada refletem nos objetos e, em seguida, interagem com o seu cérebro, através de um complexo conjunto de intermediário e da retina neural.

“Mas, por conta própria, a luz não tem cor, brilho ou quaisquer características visuais. É apenas um fenômeno elétrico e magnético.”

http://pensaralem.wordpress.com

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