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Seu pior inimigo levanta, come e dorme com você

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 31, 2011

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reflexo (7)

Mas ele também pode ser seu maior aliado!

Ele lê todos os seus pensamentos e conhece seus mais íntimos desejos, mesmo os mais proibidos e que você insiste em fazer de conta que não tem.

Ele sabe mais sobre você do que você mesmo e está acordado enquanto você dorme, observando seus sonhos sem censura.

Ele não acredita em suas palavras, somente em seus pensamentos.

Ele não se importa com seu cargo, com os amigos que você tem ou com seu currículo.

Ele sabe quando você está dizendo algo porque realmente acredita nisso ou quando está usando de cinismo, mentira ou manipulação. Seus medos estão catalogados por ele e, como um guerrilheiro, ele só ataca você em seus pontos fracos, nunca nos fortes. Ele está à espreita para derrubar você, sempre usando a arma mais mortal que existe: o conhecimento completo do território de batalha e as racionalizações que você cria — nome dado aos motivos aparentemente lógicos, para coisas ilógicas. O único objetivo deste inimigo é derrubar você e fazer com que seu nome seja esquecido logo após sua morte.

Ele não quer que você tenha herdeiros de nenhum tipo e fará o impossível para que você não deixe nenhum legado sobre a Terra.

Ele quer anular você. Primeiro, tentando fazer com que você acredite na falsa idéia de não ter valor, que é desnecessário no mundo e, depois, por meio dos seus atos, convencer as outras pessoas disso.

Ele está lendo isso agora e procurando razões para que você não acredite em sua existência. Seu pior inimigo é uma parte obscura de você. Ele nasceu com você e permanece dentro da sua mente, na escuridão dos seus medos, na claridade de sua bondade e no cinza de seu dia-a-dia.

Se você gosta de ser preguiçoso, mas sabe que isso não é bem visto, seu inimigo procurará diversas razões absolutamente lógicas e publicamente aceitáveis para que você não faça algo de que deve ser feito.

Aos poucos, você não fará nada que seja importante. Assim você será um fracasso profissional, um peão esquecido no jogo de xadrez da vida. Mas, se você gosta de ter uma imagem de qualidade, seu inimigo fará o inverso, tornando você um perfeccionista crônico, do tipo que troca as relações mais importantes da sua vida pelo duvidoso prazer de trabalhar dia e noite. Uma pessoa-máquina que só encontrará gratificação no trabalho, que não pensa em ter filhos ou quer distância dos que já tem, que se viciou em adrenalina causada por stress e para quem amor e compromissos de verdade só atrapalham a agenda. Assim, você se sentirá um fracasso em família e, com o tempo, não terá nenhuma raiz ou fundação que o mantenha feliz.

Se você gosta de comer, seu pior inimigo colocará os mais deliciosos pratos na sua frente, o dia todo, e atrapalhará seus pensamentos lógicos sempre que tiver fome, empanturrando você de todo tipo de alimento engordativo para tirar seu corpo do nível ótimo de funcionamento e acabar com sua auto-estima. Ele também tentará convencer você de que frutas, água, sucos e outros alimentos saudáveis têm gosto ruim, quando uma breve análise da culinária mundial mostrará que nosso cérebro se adapta rapidamente a quase qualquer sabor.

Se você gosta de fumar, se gosta de álcool ou de qualquer tipo de “reforço químico” para se afirmar, ele criará todo tipo de situação para que você associe isso a momentos agradáveis, até que seja essencial para você sentir-se completo somente quando fuma, quando bebe ou usa outros tipos de drogas, ainda mais letais. A única meta de seu inimigo, neste caso, é aniquilar e matar você pela destruição de seu corpo, sua mente, seu território, o mais rápido possível.

Conquistar uma pessoa, um grupo, um país ou o mundo é muito mais fácil do que conquistar sua própria mente. Mas esta deve ser sua meta de vida.

Pergunte sempre se não está exagerando naquilo que você faz, ou não faz. Se sua vida estiver em desequilíbrio, pode ser que você esteja perdendo a batalha para seu pior inimigo pensando que está tendo cada vez mais sucesso. Sua vida pode estar dando todos os sinais de que o desastre se aproxima, mas você racionaliza e acredita que está tudo bem.

Você está em batalha, meu amigo. Todos nós estamos. Uma batalha que terá que ser travada todos os dias de nossa vida. Mas que você só tem que vencer por hoje. Só por hoje. Como diz Sally Kempton, é duro lutar contra um inimigo quando ele tem uma base militar de ataque instalada na sua cabeça. Vencer essa guerra não é possível nem necessário porque, como toda batalha acontece somente durante 1 dia – o hoje – é possível vencer todas as batalhas, uma-a-uma, mesmo que essa guerra jamais termine.

Veja este seu inimigo como aqueles lutadores de boxe contratados para lutar contra grandes campeões durante os treinamentos. Eles batem forte, eles fazem os campeões caírem, eles estão sempre sendo trocados por outros, descansados, mas sem eles os campeões jamais estariam preparados para as lutas verdadeiras, fora do treinamento. Seu inimigo é somente um treinador contratado por você para desafia-lo, ou desafia-la, o dia todo.

Visto assim, ele pode se transformar no seu maior amigo.
Basta que você não seja derrubado HOJE por ele. Somente por HOJE.

Aldo Novak

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Visões de anjos na Bíblia eram um tipo de “sonho lúcido”

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 29, 2011

Encontro com anjos e outras experiências religiosas podem ter sido apenas “sonhos lúcidos”, sugere um novo estudo que analisa “experiências fora do corpo”.

Um grupo de cientistas americanos fez um teste com 30 voluntários para tentar recriar o relato bíblico em que um profeta foi ajudado por um anjo.

Os pesquisadores da University of California, em Los Angeles, dizem ter uma explicação científica para o relato bíblico.

O Centro de Pesquisas de Experiências Fora do Corpo, com sede em Los Angeles, afirma em seu site que pode ensinar as pessoas a entrar e controlar uma ‘fase’ de separação corporal. Durante quatro finais de semana, 24 dos 30 voluntários afirmaram ter vivido pelo menos um “sonho lúcido” ou “semiacordado”.

Durante esses sonhos, entre 11 de novembro e 11 de dezembro, eles foram instruídos a tentar separar-se do seu corpo físico, e em seguida, procurar conscientemente por anjos em sua casa.

“Se um voluntário tinha êxito em experimentar a projeção para fora do corpo, eles deviam tentar encontrar um anjo em seu quarto, e depois comer alguma coisa, para reproduzir exatamente o relato da Bíblia em 1 Reis 19:4-6?, explicou o coordenador do estudo.

Segundo a Bíblia, o profeta Elias adormeceu sob uma árvore depois de fugir para uma floresta e pediu para morrer, de tão exausto que estava.

Mas foi auxiliado por um anjo que o acordou e ofereceu-lhe pão e água. De acordo com as Escrituras, Elias se alimentou e depois voltou a dormir.

Os voluntários que não conseguiram repetir este fenômeno foram convidados para tentar novamente. Segundo o estudo, 15 dos 24 entrevistados alegam que tiveram êxito. Nove desses 15 sonharam com um anjo e com alimentos. Os outros seis disseram que viram apenas um anjo.

“Pode-se afirmar com muita confiança que a maioria dos acontecimentos bíblicos que ocorrem no ‘limiar do sono’ foi resultado de sonhos lúcidos (falso despertar) espontâneos”, concluiu o estudo a partir dos resultados obtidos.

Uma voluntária identificada como Debbie H. que fez de 15 a 20 tentativas, relata:

“Quando acordei pela segunda vez e estava fazendo aquilo, definitivamente parecia que alguma coisa diferente aconteceu comigo. As vibrações eram muito fortes e eu sei que minha respiração ficou mais pesada e mais profunda. Tentei levitar e consegui me ver fora do meu corpo. Eu pensei: ‘É isso’, e imediatamente foi procurar o anjo… No canto do meu quarto, definitivamente senti que ele estava lá … Eu perguntei ao anjo quem era e ele respondeu que era Gabriel! Era a imagem bastante tradicional um anjo, com grandes asas. Então fui procurar comida, encontrei uma maçã na cozinha e dei uma mordida”.

Originalmente, 100 voluntários se voluntariaram para o estudo, de acordo com seu website. Contudo, a maioria recusou um maior envolvimento ao saber do que se tratava alegando “medo, objeções religiosas ou outras preocupações.” Seis dos 30 voluntários selecionados afirmavam já ter experiência com “projeção astral”.

Um desses voluntários é identificado como Michael R. Ele descreveu assim sua experiência: “Eu acordei tentando retirar os fones de ouvido, mas rapidamente percebi que eu não estava mais ali. Eu me concentrei passei a procurar um anjo atrás da porta. Quando eu abri, não era um anjo, era a minha avó, dormindo em uma cadeira. Virei as costas e tentei imaginar que podia ser um anjo no lugar da vovó. Quando fiquei de frente para a sala de novo, ainda via minha avó dormindo, mas ela tinha grandes asas cinzas. Rapidamente fui para a cozinha e peguei a primeira coisa que apareceu sobre a mesa: um ovo e um pouco de carne. Imediatamente coloquei tudo em minha boca. O ovo estava cozido mas com gosto de podre. Eu quase não consegui engolir “.

Durante a experiência, Michael alega ter ficado um pouco assustado com a transformação de sua avó em um anjo e precisou relaxar para completar sua tarefa antes de voltar para o seu corpo.

Michael Raduga é o idealizador do centro de pesquisa e escreveu um livro sobre experiências fora do corpo.

Ele explica que seu objetivo principal, depois de vários anos pesquisando sobre o domínio dessa técnica, é “acabar com o estereótipo de que viagens fora do corpo são algo fictício ou extremamente difícil”.

Com esse novo estudo, ele tentou “justificar a menção de sonhos lúcidos na Bíblia”, provando que qualquer um pode passar por isso.

O centro de pesquisa afirma que pode ensinar qualquer pessoa a sair do corpo, através de aulas, livros e vídeos. A maioria de seus alunos afirma ter conseguido.

De acordo com um comunicado à imprensa, eles tiveram êxito em 50% das tentativas feitas ao longo de 1 a 3 dias. A taxa de sucesso sobe para 90% quando foram mais de 20 tentativas.

O estudo conclui que a experiência dos voluntários ao ver anjos e alimentos foram causados ??por “interesses ou pensamentos antes de adormecer”. Não eram estímulos externos como uma visita celestial. “Quase todos os indícios e relatos apoiam esta conclusão”.

http://arquivosdoinsolito.blogspot.com/2011/12/visoes-de-anjos-na-biblia-eram-um-tipo.html

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Pirâmide e bolas de pedra na Itália

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 28, 2011

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santa agataA história foi relatada pela primeira vez por Leonardo B. Romano de Santa Agata dei Goti. Uma revista italiana publicou seu texto e fotos em Setembro de 2008. Gabriela Lukács entrou em contato com Romano e visitou o local duas vezes (Novembro de 2008 e Octubro de 2009) e verificou a existência da alegada pirâmide e das bolas de pedra.

Localização da pirâmide:

Santa Agata de Goti: 40 km NE de Nápoles/Itália
Coordenadas: 41°05’51N/14°31’22E
INSTRUÇÕES: 1 hora de carro de Nápoles para Benevento

Uma colina em forma de pirâmide com bordas distintas e cujo ponto mais elevado pode ser visto da cidade de S. Agata. A melhor vista é do terraço do restaurante “Finestra Catalana”.

Colina piramidal: elevação da colina 348m, altura aproximada da estrutura de cerca de 80 a 100m, orientação para os pontos cardeais, 1,5km de distância de S. Agata na direção NE.

Vegetação: As oliveiras crescem em terraços construídos a partir de paredes de pedra seca (sem massa de rejunte). Os terraços se estendem até o topo da colina no lado que dá para a cidade.

Os mais antigos vestígios do homem, com 350.000 anos e pertencente ao Homo erectus, foram encontrados impressos em cinzas vulcânicas, nas proximidades de Caserta (10 km a noroeste de St. Agatha)

Acesso: Não há uma rua que leve até o topo da colina pirâmide. Há uma trilha que segue o aqueduto do século 17 que traz água do Monte Taburno ao castelo real Caserta. A torre de água marca a borda da colina piramidal.

Escavações: Nada se sabe até agora, nenhuma escavação foi feita ainda no morro. A área é habitada desde tempos pré-históricos. Uma cidade antiga, Saticula, é citada por Homero, e fala-se que existia na área de S. Agata já em 343 aC. Obras de construção para uma auto-estrada para Benevento trouxeram à luz tumbas pré-históricas e peças de cerâmica.

Pegadas do diabo: Uma descoberta sensacional foi feita em 2007, perto de S. Agata: as pegadas mais antigas do homem (homo erectus) gravadas em cinzas vulcânicas.

Túneis: Um complexo extenso de túneis subterrâneos é relatado pela população local, que se estende desde a cidade de S. Agata até a montanha pirâmide. Foi detectado durante a construção da tubulação de gás feita há 15 anos atrás.

stone ball3Esferas de pedra: Misteriosas bolas de pedra são encontrados na área de S. Agata há gerações. Elas podem ser admiradas em casas e jardins particulares. As esferas são tão conhecidas que há até uma lenda sobre elas, chamada “A lenda das 3 esferas de pedra”. Segundo a lenda, se você encontrar uma esfera de pedra no chão, deve procurar por outras 2 bolas de pedra que devem estar escondidas próximas umas das outras. No meio dessas três esferas você vai encontrar um tesouro.”  Esta é uma velha lenda contada em S. Agata.

Bolas de pedra podem ser encontradas em todo o mundo. Elas vêm em todas as formas e todos os tamanhos, desde a forma de esfera perfeita até formatos de ovo, pesando até 16 toneladas em alguns casos. Sua idade e origem ainda é enigmática, apesar de os geólogos poderem explicar a composição de algumas delas.

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Esfera de pedra na Casa Mauriello.

Nas proximidades de S. Agata o sr. Romano encontrou cerca de 10 locais onde os proprietários tinham colocado esferas de pedra em seus jardins privados. A maior esfera que ele encontrou foi em Razzano, com diâmetro de 120cm. Romano tem documentado todas as esferas com o tamanho, localização e composição. Em novembro de 2008 ele lançou uma chamada pública para bolas de pedra, esperando que mais alguns donos de esferas de pedra revelassem o seu segredo tão bem guardado.

Durante uma visita a pirâmide de S. Agata, G.Lukacs, teve o prazer de ser recebida nos domicílios dos moradores. Na Casa Mauriello, um romântico café e parada para lanches, foi-lhe mostrada mais uma esfera de pedra de tamanho extraordinário. Também no distrito de Bosco Cupo há esferas de pedra (com 70 cm de diâmetro) em jardins privados.

A grande surpresa veio do Royal Nápoles ‘Castle: pelo menos 100 esferas de pedra com formas perfeitas são armazenadas lá, no pátio ao lado das muralhas da fortificação. Amontoadas em uma pilha de três, as esferas são cinzas ou brancas, com 40-60 cm de diâmetro, algumas muito gastas pelo tempo, com incisões e cortes, algumas polidas como bolas de gude.

Elas têm sido usadas ​​como munição para catapulta? pesando 100-200 kg? Onde está a catapulta? Nenhuma à vista!

Colina cônica: Há um monte perfeitamente cônico, na vila de Moiano, próxima a S. Agata, visível a partir da colina pirâmide. Parece ser um túmulo ou uma lápide.

Imagens do Google Earth (clique nas imagens para ampliar):

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O senhor italiano, Leonardo B. Romano, morador de S. Agata de Goti, uma cidade perto de Nápoles, assistiu um documentário sobre as pirâmides bósnias. Então bateu-lhe como um relâmpago que ele tinha uma visão idêntica a partir da varanda de sua casa, como um morro piramidal coberto por grama com bordas pontudas e uma base quadrada.

Ele sempre quiz saber o que este monte de formas estranhas era exatamente, mas nunca pensou em fazer pesquisa. “O que está na frente dos seus olhos todos os dias, não é de interesse especial depois de algum tempo”, diz ele. Mas depois de ter visto o documentário sobre a pirâmide bósnia estava convencido de que sua cidade de Santa Agata dei Goti tinha uma estrutura piramidal como uma de suas colinas.

O que o convenceu ainda mais foram as imagens das bolas de pedra em Zavidovići na Bósnia. Como agrimensor aposentado já tinha visto muitos terrenos e conhecia a paisagem local muito bem. Ele se lembrava de ter visto as bolas de pedra nos jardins das pessoas e começou a pesquisar melhor o assunto.

Ele já coletou dados para sua hipótese de que existe uma estrutura piramidal colossal escondida debaixo da colina de S. Agata. A rede de túneis parece ligar a cidade e o morro, e numerosas bolas de pedra, que vão de 40 a 100 cm de diâmetro, tem alguma ligação ainda desconhecida com ambos.

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Pirâmides na Itália?

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 27, 2011

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Três pirâmides alinhadas entre si, com idade estimada em 3 mil anos, foram descobertas nas proximidades da cidade de Montevecchia, a 40 Km de Milão, no norte da Itália. São as primeiras construções do tipo achadas naquele país e desafiam os arqueólogos. Antes de serem identificadas em fotos de satélite no ano 2001, eram vistas como simples colinas pelos moradores da região.

As pirâmides italianas não são construções feitas de blocos de pedra, como as do Egito. Foram cavadas na terra. Apesar da área de Montevecchia ser habitada desde a pré-história, até agora não foi achado qualquer tipo de pintura ou objeto que ajude na datação desses monumentos, que se erguem junto ao Vale Curone. O povo que os construiu era formado por caçadores da era Pré-Histórica. Hoje, é como se Montevecchia fosse um país à parte na Itália, com apenas 2 mil habitantes. A região é conhecida por seus bons vinhos.

A distância entre cada pirâmide é exatamente a mesma que há entre as pirâmides da planície de Gizé, no Egito.

Distâncias: P1 a P2 = 515m, P2 a P3 = 565m.

As pirâmides foram investigadas pela primeira vez pelo arquiteto Vincenzo DeGregorio, em 2003, através de fotos aéreas. Se a descoberta de Vincenzo estiver correta, e as colinas apontadas forem de fato pirâmides, então a estrutura maior teria em torno de 150m de altura, mais alta portanto do que a pirâmide de Quéops no Egito, com 146m de altura. A revista checa WM 2003 publicou um relatório sobre sua pesquisa em 2003.

Vista aérea das pirâmides de Montevecchia.

As pirâmides estão completamente cobertas por terra e vegetação e parecem ser colinas naturais. Em maio de 2003, o editor chefe da revista WM, Georg Wojnar, junto com sua equipe, visitou a área para fazer um levantamento inicial. A conclusão da equipe apareceu na edição de junho de 2003 da revista WM.

Montagem sobre a visão panorâmica das tres pirâmides, delineando seus contornos.

A primeira pirâmide teve uma medida de base estimada em 100 metros, com uma altura de 50 metros. No total, três pirâmides em potencial foram pesquisadas, com uma pirâmide mostrando sinais claros de pedras trabalhadas em sua estrutura, próximo a superfície. Foi descoberta também uma plataforma com uma superestrutura oblonga, com um tamanho de 18 por 9 metros.

Todas as três estruturas tinham uma inclinação de 42/43 graus. Os lados de todas as pirâmides estavam alinhados e eram defasados ​​a partir dos pontos cardeais em aproximadamente 7 a 12 graus nordeste. A equipe ficou em dúvida se isso era um erro no projeto ou um sinal de algo mais intrigante.

Topo da pirâmide P1.

Das pesquisas aéreas iniciais houve especulações quanto a sua disposição em comparação com as pirâmides do planalto de Gizé – e, assim, com o Cinturão de Orion. A equipe da revista afirmou que suas pesquisas no local haviam mostrado que as pirâmides estavam alinhadas com a passagem de Orion ao nascer do sol no solstício de verão. Os pesquisadores resolveram chamar o local de “o Gizeh italiano”.

Em Outubro de 2007, Gabriela Lukács e seu colega pesquisador Nenad Djurdjevic de Bergamo, fez uma viagem de investigação a Montevecchia. Eles apresentaram os resultados de suas investigações na Conferência ICBP em Sarajevo, em Agosto de 2008.

Os três montes piramidais são os maiores vistos a partir da pequena cidade de Montevecchia. A parte antiga da cidade está localizada em uma colina com o mosteiro carmelita situado no topo do monte mais alto. “E esta foi uma grande surpresa para nós: esta área é uma bacia enorme com 7 a 9 montes piramidais que a rodeiam”, disseram os pesquisadores. “As três colinas identificadas e determinadas como pirâmides por V. DeGregorio podem facilmente ser vistas e não são as únicas na área!”

Pedras trabalhadas e encaixadas. Não são formações naturais.

A pesquisa de Gabriela e Nenad trouxe um adicional de 13 surpresas e uma nova abordagem para as “colinas de Montevecchia”, a saber:

1- De 7 a 9 colinas e terraços em forma de pirâmide podem ser vistas na área de Montevecchia.

2- Não são apenas as suas formas piramidais que são claramente visíveis, mas também seus níveis (degraus), bordas e topos achatados.

3- Dois morros são paralelos e seus lados estão alinhados com um ligeiro desvio de 12/07 ° com relação aos pontos cardeais. Uma das colinas está ligeiramente diferente na posição e alinhamento.

4- Os caminhos de ascensão que levam ao topo seguem as bordas nas laterais SE + SW.

5- Todos os três morros estão conectados uns com os outros por um caminho NS, respectivamente SN.

6- P1 + P2 (vide foto acima) tem terraços escalonados cobertos com grama, P3 é completamente escondida sob árvores e arbustos.

7- P1 tem um topo plano, com 11 ciprestes, mais 1 pedra altar (no lugar de uma árvore cortada).

8- P2 tem um planalto elíptico com 9x18m, construído a partir de enormes blocos de pedra, moldados e cortados para encaixar no lugar. Ambos os centros da elipse ainda podem ser vistos no planalto.

9- Do alto das tres colinas-pirâmides é possível observar o nascer do sol, no oriente, por detrás das montanhas alpinas, tornando-as uma excelente plataforma de observação. Há um menir caído na plataforma P2.

10- Todos os terraços são construídos a partir de paredes de pedra (seca), com altura aproximada de 50 cm. As paredes de pedra (seca) são feitas de pedras retangulares moldadas com faces planas e ângulos retos, não são pedras comuns.

11- Os terraços de vinhedos nas encostas menores do vale seguem a topografia, os degraus nas colinas piramidais são completamente alinhados e nivelados.

12- A inclinação da colina é de 42-43 ° e a altura de 50m, sendo possível que a estrutura completa chegase a 150m de altura.

13- A vista em torno do vale Curone é deslumbrante. Em um dia claro é possível ver Milão.

Abaixo algumas imagens do Google Earth (clique nas imagens para amplia-las):

Mais algumas fotos da pirâmide P1:

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Etibar Elchiyev magnetiza no corpo 50 colheres

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 16, 2011

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Mais um caso de magnetismo humano.

Etibar Elchiyev é fotografado ao magnetizar no corpo 50 colheres metálicas durante demonstração para entrar no Guinnes Book, o Livro dos Recordes, na cidade de Tbilisi, na Geórgia.

http://noticias.br.msn.com/fotos/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=20833184&page=2

Veja também:

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As Pirâmides de 11 mil anos submersas no Japão

Publicado por: luxcuritiba em novembro 30, 2011

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Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental.

Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Muito antiga MESMO! Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta.

Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô. Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso, Angkor Wat (aqueles templos que a Lara Croft explora no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e assim por diante.

Uma estrutura que se pensa ser a construção mais velha do mundo, com quase duas vezes a idade das grandes pirâmides do Egito, foi recentemente descoberta. A formação retangular de pedras abaixo do mar na costa do Japão poderia ser a primeira evidência de uma desconhecida civilização anterior a Idade da Pedra, dizem os arqueólogos. O monumento tem 600 pés de largura e 90 pés de altura e foi datado com pelo menos 8.000 a.C.

Equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, exploram o sítio arqueológico submarino. Escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da “mão humana”, como ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo consjunto arquitetônico da história.

A Okinawan Rosseta stone, com símbolos que foram encontrados gravados nas pedras das ruínas submersas. A Okinawa Roseta é um achado arqueológico de Okinawa.

No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa – Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, um mergulhador descobriu as magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha.

Quando fotos do lugar foram divulgadas, imediatamente começou a polêmica sobre a origem dos terraços e escadarias. Muitos estudiosos recusaram aceitar que as ruínas sejam de construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a “agentes naturais”. Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China.

Em 1997, dr. Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha, publicou A Continent Lost In The Pacific Ocean, onde defende a teoria da civilização submersa; no mesmo ano, uma equipe da universidade empreendeu estudos no sítio arqueológico.

Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas. Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurats da Mesopotâmia. Estes seriam, então, os edifícios mais antigos do mundo. Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, incluse entalhes. Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausivel.

O Enigma da Face

Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México.

Há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. A elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. Há especulações sobre a “identidade” da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma “civilização perdida” repousa no leito daquele mar então o mais certo é que seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.

 

  

http://dcslive.blogspot.com/2010/01/as-piramides-de-11-mil-anos-submersas.html

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Jejum e alterações celulares (sobre “viver de luz”)

Publicado por: luxcuritiba em novembro 29, 2011

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Há algum tempo, acho que foi a Denise (ou seria a Deisy) falou de sua experiência de jejum forçado, devido a questões de saúde, e que apesar de ser forçado ela sentiu um bem estar, apesar da fraqueza típica de quem se alimenta pouco. Fiquei de fazer um comentário mais completo e somente agora consegui tempo para digitar com calma, então vamos lá (desculpe a demora).

Essa mesma experiência também foi vivida por Mario Sanches. Devido a problemas de saúde, teve que passar por diversos períodos de jejum antes de suas várias cirurgias. Não me lembro exatamente qual era o problema que ele tinha, mas sei que em virtude desse problema Sanches teve que retirar cirurgicamente a maior parte de seu estômago, forçando-o a fazer mudanças drásticas em sua dieta.

Porém, apesar dos desconfortos e da fome, como comenta em seu livro “Jejum Curativo”, ele começou a perceber que, quando ficava sem comer tinha uma agradável sensação de bem estar. Mais tarde, conhecendo o “viver de luz”, que lhe caiu como uma luva, dedicou-se a estudar melhor o assunto, e o resultado deste estudo é o livro que publicou, que trata de como o corpo humana se comporta em períodos de jejum. Suas descobertas são várias, o a leitura do livro (que pode ser encontrado na internet em formato pdf), é de leitura obrigatória para quem pretende aderir a prática de uma alimentação mais saudável.

Falando especificamente sobre a questão dos efeitos do jejum. Para quem não está muito acostumado a fazer jejum, os primeiros efeitos podem ser bastante desanimadores. Uma reação típica do corpo à falta de comida são dores, de cabeça ou nos músculos, fadiga generalizada, e talvez alguma irritabilidade e falta de paciência. O sono fica alterado, normalmente levanta-se durante a noite, uma ou várias vezes. Esforço físico parece algo sobre-humano e mesmo esforço mental pode tornar-se cansativo.

Tudo isso é normal e esperado, no caso de alguém que nunca praticou jejum resolva experimentar pela primeira vez. Por que tudo isso acontece? Se você perguntar isso a algum nutricionista ele te dirá que é devido a falta de nutrientes para alimentar as células do corpo e os processos metabólicos, o que deve ser resolvido, obviamente, com a ingestão de comida. De minha parte, e falando por experiência própria, e prática, e não apenas com base nas teorias dos livros, digo que não é bem assim, a coisa é um pouco mais complicada.

Embora a falta de nutrientes seja real, os sintomas observados, embora desagradáveis, não são necessariamente um mau sinal. São um sinal claro e evidente de que há sim uma forte, muito forte, dependência química do corpo com relação aquilo que se ingere diariamente. Porém, como qualquer outra forma de dependência, esta também pode ser debelada, se houver interesse e vontade forte.

Como Sanches demonstra em seu livro, no capítulo que trata do metabolismo celular, e como milhares de respiratorianos têm experimentado nos últimos anos, em todas as partes do mundo, os únicos elementos que são essenciais a existência e continuidade do corpo humano são: Ar (puro de preferência), Água (pura de preferência), e Luz Solar (inclusive ultravioleta, e sem filtro solar, mas com as devidas precauções). A partir destes três elementos o corpo gera, internamente, tudo de que precisa, através de uma espécie de alquimia interna. Desnecessário dizer que a ciência da nutrição moderna desconhece tal hipótesis, para não dizer que a considera um total absurdo e disparate. Porém, a vivência prática daqueles que resolveram seguir pelo caminho do “viver de luz”, fala por si só. Mas fala apenas para quem tem “ouvidos de ouvir”.

Agora, se nosso corpo precisa apenas de água, ar e luz para sobreviver, porque que é que, quando deixamos de comer sentimos tanto desconforto, e tanta fraqueza?

A resposta para esta pergunta está na dependência química. Desde nosso nascimento somos treinados para comer, e comer muito. Normalmente, a partir dos seis meses de idade, os bebes já são alimentados com leite de vaca. A atual ciência da nutrição considera isso algo normal e até necessário para o bom desenvolvimento da criança. Em minha opinião pessoal trata-se de um absurdo que cabe ao futuro desmascarar e neutralizar.

Leite de vaca é um produto produzido por um animal para alimentar um bezerro de cerca de 500 quilos. Um bebê humano pesa normalmente não mais do que 5 ou 6 kg. Portanto, alimentar uma criança humana com leite de vaca é fornecer-lhe uma super-hiper-ultra-alimentação. É dar ao corpo muito mais, muito mais messsssssssssmo, do que ele precisa. Como nosso corpo é uma máquina fantástica, e possui uma capacidade de adaptação ainda mais fantástica, ele dá um jeito de processar esse material estranho, dia-após-dia. E depois disso vem uma série de outros “alimentos” indicados pela ciência da nutrição, tudo com o objetivo de que a criança tenha um crescimento considerado saudável e normal, com um determinado ganho de peso regular, estabelecido em tabelas e tal. Se a criança não engorda suficientemente rápido, entende-se que há algo errado, e dá-se-lhe mais comida, mais nutrientes, mais elementos que o corpo vai ter que processar, e boa parte será, já em tenra infância, acumulada na forma de gordura. O resultado são aqueles bebês gordinhos, fofinhos, cheinhos, tão adoráveis. E também tão viciados. Começa aí nossa dependência química da comida.

Nos anos subsequentes a coisa só tende a piorar, principalmente quando é introduzido o famigerado açúcar. Recentemente (durante o ano de 2011) houve algum debate com relação a leis em Brasília que visavam proibir empresas produtoras de papinhas para bebês de incluírem açúcar nos seus produtos. Então, desde tenra idade, começa também nossa dependência do açúcar. E depois passamos para as massas (pão, biscoitos, macarrão e massas em geral, etc.). E por aí vai.

Há uma maximização absurda de uma suposta necessidade de nutrientes. Segundo as tabelas oficiais uma pessoa normal, que não trabalhe em serviço braçal pesado, deve consumir, pelo menos, 1.500 kcalorias por dia. Pergunto: de onde vem este valor de 1.500 kcalorias? Deduzo que de pesquisas sérias e muito bem fundamentadas realizadas com milhares ou milhões de pessoas, a fim de se encontrar uma média da necessidade de consumo diário de calorias por parte dos organismos dessas pessoas. Tudo estaria perfeito, se os especialistas no assunto não tivessem ignorado um pequeno detalhe: o fato de que todos os estudados sofrem, cronicamente, de uma superalimentação, e portanto seus corpos estão, invariavelmente hiper-viciados em uma determinada quantidade de nutrientes que são, ou seriam, absolutamente desnecessários para o corpo humano, se este fosse cultivado dentro de princípios mais naturais. Seria o mesmo que estudar uma população de alcóolatras, que bebem duas ou tres garrafas de álcool por dia, e daí tirar uma média de que, para pessoas “normais”, o indicado seria o consumo mínimo de 1,5 litros de álcool por dia.

Que uma pessoa “normal” necessite de 1.500 calorias por dia não quer dizer que não seja possível viver com menos. Após o auê provocado pelo “viver de luz”, tem surgido diversos estudos sobre os efeitos de restrição alimentar em animais. As conclusões são bastante positivas. Alguns animais tiveram seu tempo de vida prolongado em três vezes, e em alguns casos em até dez vezes. Outro efeito interessante observado nessas pesquisas é que os animais das experiências também apresentavam um nível de saúde além da expectativa. Até agora, que se tenha conhecimento, tais experiências foram feitas apenas com ratos e vermes. Obviamente as experiências pessoais realizadas pelas pessoas que fizeram o processo dos 21 dias e vivem, ou viveram por algum período de sua vida, com pouca ou nenhuma alimentação sólida, não conta como fato científico, infelizmente.

Resumindo então, há evidências claras de que não apenas é possível viver, de forma normal e até mais saudável do que a média, com um número menor de ingestão de alimentos. Não apenas é possível, mas há indicações de que o tempo de vida de animais que vivem em uma dieta de restrição alimentar tende a prolongar-se, em alguns casos, muito além da expectativa de vida normal.

Supondo que admitamos que é possível viver, com muito pouco, ou nada, de ingestão de alimentos, fica então a pergunta: porque, quando uma pessoa normal come menos, sente desconforto?

O desconforto em períodos de jejum é resultado da dependência química que o corpo tem daqueles elementos ingeridos. Apesar de o corpo não precisar necessariamente dos elementos ingeridos, uma vez que eles são ingeridos, o organismo terá de processá-los de alguma forma, e para isso, utilizando sua fantástica capacidade de adaptação, desenvolve processos metabólicos adequados para processar aquele material (inútil). Ao longo dos anos, portanto, todo o corpo humano é (auto)modelado de tal forma a se adequar ao número de nutrientes ingeridos. Isso, falando a nível celular. Cada célula do corpo é criada, geração após geração, para se adequar a esse sistema.

O documentário “Quem somos nós” mostra de forma bastante clara e até divertida como nosso corpo reage e desenvolve a dependência química relacionada a diversos hormônios e substâncias químicas secretadas pelas próprias glândulas do corpo, ou desencadeadas por fatores externos. Em momentos de raiva, ou excitação, certas substâncias são secretadas na corrente sanguínea, e vão influenciar milhões de células pelo corpo. Isso funciona mais ou menos assim:

Vamos supor que uma célula qualquer tenha 10 receptores para um elemento qualquer, que normalmente está presente na corrente sanguínea numa quantidade, digamos, de 8 para cada célula. Assim, esta célula hipotética terá sempre um número de elementos para processar variando em torno de 10, talvez, 9, ou 8, as vezes 11, enfim, sempre girando em torno de 10, que é o número de seus receptores para processar aquele elemento. Assim, há um equilíbrio.

Porém, se a pessoa começa a ingerir uma quantidade maior de elementos, digamos, uma quantidade tal que vá para a corrente sanguínea 20 elementos para cada célula. Assim, toda vez que aquela célula for processar esses elementos, todos os seus 10 receptores serão utilizados e estarão sempre ocupados. Diante de tal situação, como há uma abundância de elementos, quando esta célula hipotética terminar seu tempo de vida, e for substituída por outra célula nova que deverá tomar seu lugar, esta nova célula será criada já devidamente adaptada a nova realidade do sistema orgânico. Talvez, a nova célula seja criada com 12, ou 13 ou 15 receptores, para dar conta de processar todo o elemento que está presente ali. E assim de geração a geração, as células poderão ser criadas com 17 receptores, ou 20 ou 25, dependendo quantidade de elementos “nutritivos” presente e que devem ser processados.

Desta forma, ao longo dos anos, nosso corpo vai de adaptando, célula a célula, a viver e conviver com uma determinada realidade fisiológica, sempre se adequando ao estado das coisas.

Agora, o que acontece, quando uma célula projetada para processar 20 elementos, recebe apenas 10? ou 5? Ela sente falta daquele elemento, é claro, pois ela desenvolveu internamento toda uma série de processos químicos para metabolizar aqueles elementos. Isto é, a nível celular, a dependência química. O resultado disso, juntando as reações e necessidades de bilhões de células que formam nosso corpo, são aqueles sintomas que citei acima.

Assim, nós temos hoje um corpo físico biológico que tem sido adaptado, durante 20, 30, 50 anos, para funcionar de uma determinada maneira. Quando fazemos jejum, por algum tempo, forçamos nossas células a funcionar de outra maneira deferente, uma outra maneira comm a qual essas células não estão habituados, nem geneticamente adaptadas. É por isso que as pessoas passam mal quando não comem.

O importante a se perceber aqui é que, da mesma forma que nosso corpo pode ser treinado e moldado para funcionar com base num metabolismo, com hiper concentração de nutrientes, ele também pode perfeitamente ser “programado” para funcionar de outra forma, com uma quantidade de nutrientes muito, muito menor. Porém, isso não acontece da noite para o dia. Adaptar as células de nosso corpo a um metabolismo diferente pode levar meses, ou anos. A cada geração de células, as novas células são criadas já adaptadas à nova realidade fisiológica do corpo. Assim, se você insistir em manter uma dieta regular e continuada, lentamente, cada célula do seu corpo vai se adaptando para funcionar de acordo com esta dieta. E a cada nova geração de células, cada uma dessas células estará mais perfeitamente adaptada.

Quanto tempo demora esta adaptação? Depende muito dos tipos diferentes de células do corpo. Cada tipo de célula tem um determinado tempo de vida. Algumas células são substituídas em questão de horas, como as células que formam as paredes internas do estômago. Já outras, demoram anos para ser substituídas, como são as células dos ossos. De uma forma geral, em cerca de 21 anos todas as células do corpo são substituídas. Assim, aos 21 anos de idade, o seu corpo não terá nenhuma célula que fazia parte dele quando você nasceu. E aos 42 anos de idade todas as células que formam o seu corpo são células que não existiam quando você dia 21 anos.

Ao longo do tempo o corpo vai se adaptando, lentamente e progressivamente, ao estilo de vida, e ao regime alimentar que você adota. Enquanto suas células não estiverem devidamente adaptadas, e você fizer jejum, ou alguma redução de ingestão de nutrientes, o corpo deverá sentir algum estresse, pelas mudanças que isso levará a nível de metabolismo celular. Daí vem o cansaço, uma eventual dor muscular, etc. Esse processo é normal e esperado. Para que o corpo se adapte de forma equilibrada é preciso que se dose a mudança de forma moderada. O corpo suporta bem uma certa quantidade de estresse, mesmo que seja de forma continuada, desde que não seja um estresse excessivo.

Então, para fazer uma mudança metabólica e celular você pode adotar o sistema mais drástico, que é o processo dos 21 dias, em que quase tudo é feito de uma vez só, e o impacto, obviamente, é muito forte, ou você pode ir adaptando lentamente, mês a mês, ano a ano, permitindo que o corpo vá se adequando passo a passo, sem grandes choques.

Por minha experimentação própria tenho observado que uma característica típica de quem muda seu metabolismo para o regime respiratoriano, ou “viver de luz”, tende a se tornar uma pessoa bastante magra. Porém, com a passagem dos anos, a medida que o corpo vai se adaptando a esta nova realidade, célula a célula, progressivamente a aparência e fisionomia vão voltando ao normal, porque o corpo aprende a desenvolver o mesmo desempenho que tinha antes, mas com uma quantidade muito menor de nutrientes. Quanto tempo demora este processo? No meu caso demorou cerca de 5 anos.

Hoje, posso dizer que meu corpo está tão bem adaptado ao regime do “viver de luz”, que posso ficar tranquilamente sem ingerir regularmente alimentos sólidos e meu corpo aceita isso muito bem. Aliás, meu corpo está tão bem adaptado a isso, que há cerca de um ano tenho tido um problema inusitado: a intolerância sistemática de tudo que é ingerido na forma sólida. Parece que, a medida que os anos passam, meu corpo se altera de tal modo, que não aceita mais ingestão de alimentos sólidos, mesmo em pequenas quantidades. Quando ingiro algo sólido ele reage desenvolvendo espinhas no rosto. Mesmo a ingestão de frutas e verduras cruas, as vezes, leva a este sintoma. Isso acontece de forma muito mais intensa quando ingiro alguma coisa como chocolate, pão ou biscoitos, leite, ou qualquer coisa que tenha alta concentração de nutrientes, como amendoins e amêndoas.

Aparentemente, no ritmo que a coisa vai, no futuro meu corpo não suportará nada que seja diferente de sucos de frutas, água, e chás. Talvez até mesmo os sucos de frutas passem a ser rejeitados por meu metabolismo. Talvez seja necessário seguir a dieta da santa inglesa que, conta-se, alimentava-se com apenas um copo de água por dia. Segundo conta-se, o Stive, esposo da Evelyn Torrente, passou uns seis meses vivendo exclusivamente de prana, ou seja, ele não ingeria nem mesmo água. Depois resolveu passar para a ingestão de sucos de frutas. Segundo ele, conforme relata a Evelyn, porque adotando-se uma dieta desse nível (somente prana) fica bastante difícil manter-se conectado com as coisas do plano físico. Este pode ser um regime ideal para quem pretende passar a vida em meditação constante e/ou explorando os outros planos da realidade, mas não é muito adequado para quem pretendo ter uma vida mais normal dentro de uma sociedade humana como a nossa, que é cada vez mais concentrada em cidades formigueiros.

Sobre anorexia e porque as pessoas morrem de fome

A questão da anorexia passa bem ao lado daquela tradicional pergunta dos céticos de plantão: Se viver de luz é possível, por que tanta gente morre de fome na Etiópia?

Esta é uma pergunta crítica, e a resposta talvez não seja tão simples. Para entender porque as pessoas anorexas ficam tão doentias, e porque normalmente as pessoas morrem de fome quando não se alimentam o bastante, é preciso entender como exatamente funciona o metabolismo dentro de um regime respiratoriano, ou de “viver de luz”, ou ainda, como se dá exatamente o processo de adaptação do metabolismo “normal” para um metabolismo respiratoriano, ou de alimentação prânica.

O livro de Sanches dá muitas dicas que nos ajudam a entender muitas coisas do ponto de vista físico. Jasmuheen fala bastante sobre prana em seu livro “Viver de luz”, mas na verdade dá poucos detalhes sobre como a coisa funciona exatamente. Dizer que nós absorvemos, simplesmente, o prana, não explica muita coisa. Como exatamente nós absorvemos o prana? Há algum órgão específico para isso? Como se dá o processo de absorção? Como no caso dos elementos do ar, nós sabemos hoje que há todo um processo que se dá, a nível celular, nos pulmões, levando os elementos do ar, oxigênio etc., para a corrente sanguínea. Nós precisamos de um entendimento desse nível com relação ao prana, mas isso ainda está longe de acontecer. Ainda estamos engatinhando nessa área de conhecimento.

Com relação ao processo de conversão metabólica, o livro de Jasmuheen dá muitas dicas importantes. Normalmente quem já estudou ou fez o processo dos 21 dias martela bastante, e com certeza é um dos mais importantes fatores envolvidos no processo, é o fator mental, a crença positiva, e a disposição e interesse na mudança. Se você não acredita que pode “viver de luz”, então tudo que você tentar fazer não vai dar certo, porque você mesmo está de auto-sabotando, antes mesmo de começar. Acreditar que é possível, é o primeiro passo. Hoje nós sabemos que nossa mente tem um poder muito grande sobre nosso corpo. Veja o caso do presidiário condenado que participou de uma experiência e morreu achando que sua garganta tinha sido cortada, quando na verdade foi passado apenas um papel ou algo do gênero e derramada um pouco de água quente para simular o sangue (história relatada no livro de Napoleon Hill, A Lei do Triunfo). Ele acreditou que estava ferido de morte, e por isso morreu. Felizmente o contrário também é verdadeiro. Muitas doenças são curadas pelo simples fato de a pessoa ter uma disposição mental positiva. Muitos ditos milagres que acontecem em igrejas não são mais do que a autocura de pessoas que acreditaram que deus as estava curando. Acreditaram tanto, que de fato a cura aconteceu. Não descarto a possibilidade de intervenção divina, mas acredito que na grande maioria dos casos o que acontece é autocura mesmo, através da autosugestão. Então, não podemos jamais esquecer o fator mental como variável nesta equação.

No caso dos anorexos, o que me parece que acontece, é que essas pessoas não têm interesse em fazer qualquer forma de adaptação ou adequação metabólica. Elas simplesmente forçam o corpo além de seus limites, deliberadamente, às vezes até com sentimentos masoquistas. No caso do processo dos 21 dias, você está fazendo um processo de adaptação, você sabe disso, é isso que está buscando, e está, mentalmente, e energeticamente, orientando o seu corpo para isso, seja de forma consciente ou não. Os anorexos fazem algo totalmente diverso, simplesmente privam o corpo, que ainda está dentro da dependência química dos alimentos, a um regime com o qual ele não está acostumado. Não há nenhuma intenção de adaptação, ou de substituição de processos. Talvez o ponto que melhor esclareça isso seja o fato, que muitas vezes passa completamente despercebido, que quem “vive de luz”, não para de se alimentar, apenas passa a se alimentar de uma forma diferente. O anorexos não fazem isso, eles sim, param de se alimentar, e não oferecem nenhuma outra opção para seu corpo. O resultado é evidente.

Mas, por que as pessoas morrem de fome? Se é mesmo possível viver de luz, então ninguém deveria morrer de fome, não é?

A coisa não é tão simples assim. Nós desenvolvemos uma dependência química já desde tenra idade, como já falei. Desde bebes viciamos nosso corpo com produtos que não são necessariamente necessários, mas que ingerimos diariamente obrigando nosso corpo a processá-los. O resultado disso é uma dependência química realmente muito profunda.

Alguém já viu um dependente de cocaína em processo de desintoxicação química? Pessoalmente eu nunca vi, mas já ouvi alguns comentários de pessoas que atuavam em instituições para viciados. Conta-se que, em alguns casos, a dificuldade é extrema. A falta da droga deixa a pessoa literalmente louca, extremamente agressiva. Em alguns casos a pessoa tem que ser presa com camisa de força, ou amarrada numa maca, seja para não se bater e se machucar ou para não atacar ninguém para conseguir um pouco de droga. Pois é, isso é dependência química. É algo que mexe muito mesmo com o metabolismo do corpo, e com a mente.

Então, o que penso que acontece quando uma pessoa morre de fome é o seguinte: o corpo está preparado para um determinado metabolismo, existe toda uma sequência de processos químicos que acontecem internamente, célula a célula, em bilhões de células, literalmente falando. Isso acontece todo dia. Quando a pessoa não come, não coloca a disposição de suas células o material com que elas estão acostumadas a trabalhar. Suas células foram criadas, já há anos, há décadas, para funcionar com aquele metabolismo, com aqueles processos químicos. Quando faltam os elementos necessários para alimentar esses processos todo o sistema entra em colapso, o que termina no que os médicos chamam de falência geral dos órgãos, ou seja, vários órgãos do corpo (que são feitos de células) param de funcionar. O resultado é a morte.

Mas porque coisa semelhante não acontece quando uma pessoa faz o processo dos 21 dias? É que, quando a pessoa faz o processo dos 21 dias, ela não deixa simplesmente de se alimentar, como muitos pensam, mas passa a se alimentar de outra forma, e consciente. Ela sabe o que está fazendo, e está no comando. E mesmo assim, a coisa não é muito fácil. Muitos tentam fazer o processo e param em algum ponto, quase sempre já na primeira semana dos sete dias sem água. O baque no organismo é violento e alguns até costumam dizer que a pessoa de fato morre, ao longo dos sete dias da “travessia do deserto interior”, e então renasce quando começa a ingerir água, no oitavo dia. Não sei até que ponto isso é apenas figurado, ou uma confabulação mística. Entendo que é claro que a pessoa não morre fisicamente falando. Mas, talvez, passe bem perto disso.

Por isso o processo dos 21 dias não é para qualquer pessoa, nem deve ser feito sem um estudo sério do caso particular de cada um. É um processo violento e agressivo com o corpo, ou será agressivo, se a pessoa não estiver psicologicamente preparada, se não tiver plena certeza e confiança no que está fazendo. Diante disso a opção do Sun Gazing é com certeza uma opção muito mais viável, pois permite uma adaptação lenta e gradativa, sem grandes transtornos.

Abraço

Zhannko

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Um sonho muito doido

Publicado por: luxcuritiba em novembro 22, 2011

Há meses tenho tentado estabelecer algum contato interessante através de projeção astral. Infelizmente sem sucesso. A prática tem-me demonstrado que experiências de contato com outros planos, ou outros seres, acontecem em seu próprio momento, a revelia de minha vontade. Porém, esta noite tive um sonho muito interessante. Não sei exatamente o que significa, mas foi muito marcante para mim, por isso compartilho com os amigos.

CENA 1:

Estou com alguns amigos, na calçada em frente a uma casa, conversando amigavelmente. Observo que a lua está aparecendo de dia, cheia, num grande disco branco magnífico. Comento com os amigos que concordam que a imagem é belíssima. E continuamos conversando sobre amenidades.

Dali a pouco, uma das moças olha para o céu e parece muito interessada. Fico curioso e olho na mesma direção, para ver o que havia de tão interessante. Observo, para minha grande surpresa, que a lua estava se movendo, rapidamente, para baixo e à direita, descrevendo uma diagonal, descendo rapidamente até sumir no horizonte.

Fiquei chocado. Não sabia ao certo o que pensar. Olhei para minha amiga que também parecia tão chocada quanto eu.

– Você viu aquilo? Você viu não é? Eu não estou ficando louco.

Ela confirmou com um movimento da cabeça. Aquilo não fazia sentido. Como poderia a lua se mover daquele jeito, tão rápido? Seria a Terra em movimento? Não, não daquele jeito.

E quando ainda estávamos meio paralisados pelo choque, vemos mais duas esferas brancas, idênticas à anterior, movendo-se da mesma maneira, rapidamente, descendo para a esquerda numa linha diagonal, até perder-se no horizonte.

Aquilo simplesmente não fazia sentido. Parecia ser a lua, pelo menos a olho nu. Mas com certeza não era a lua, tinha que ser outra coisa.

Quando vi as duas outras esferas descendo procurei rapidamente meu celular pensando “Meu deus, eu tenho que gravar isso”.

Assim que achei meu celular aprontei para as esferas que desciam e fiquei olhando na tela para focalizar o melhor possível. No exato momento em que apontei o aparelho percebi que alguma coisa passou rapidamente bem em frente à câmera. Tentei seguir mas não consegui, era rápido demais.

Aparentemente a coisa passou na minha frente para o lado esquerdo, deu a volta por traz, e reapareceu na minha direita. Subiu até a altura dos meus olhos e ficou parada, bem a minha frente, encarando-me.

Fiquei muito assustado. Aquilo parecia ameaçador. Pairando no ar a apenas alguns centímetros do meu nariz. Fiquei segurando a câmera com firmeza para não perder nenhuma imagem, embora minhas pernas estivessem tremendo de medo. O que era aquilo? Ia explodir? Ia sair algumas pinças daquilo e me atacar? Talvez com algum raio mortífero?

Estava paralisado de medo, mas não poderia parar de gravar, era fantástico demais. A coisa se parecia com uma esfera mais ou menos do tamanho de uma bola de basquete. Perfeitamente lisa e espelhada. Pairava no ar sem fazer absolutamente nenhum barulho. E ficou ali, bem na minha frente. Dei uns passos para traz, e a esfera vinha me acompanhando.

Olhei pelo canto do olho para meus amigos e percebi que eles também estavam assustados passando pela mesma situarão. Parecia haver mais uma ou duas daquelas esferas ali. Fiquei com receio de desviar o olhar, pois aquilo se movia muito rápido e se eu movesse a cabeça para o lado ela poderia desaparecer numa piscar de olhos.

Fiquei gravando tudo o que podia por alguns minutos. Então comecei e ficar mais calmo. Nada acontecia. Então pensei, vamos tentar conversar com essa coisa.

– Oi, você pode me ouvir? Você me entende?

Nenhuma resposta. Será que aquilo se comunicava por telepatia? Não custava tentar. Fechei os olhos, concentrei-me e pensei “Oi, você pode me ouvir?”.

– Sim, poso te ouvir. – Veio a resposta em meus próprios pensamentos, muita clara, muito nítida.

Arregalei os olhos assustado. Então é isso, pensei. Você conversa direto pelo pensamento. Entabulei uma conversa com a coisa.

– Bem, meu nome é…

CENA 2:

Estamos dentro de casa. Estou passando pelos cômodos da casa, mostrando tudo e explicando.

– Isto é uma TV. Serve para a gente ver imagens. As imagens aparecem ali na tela.

Enquanto ia explicando tudo, a coisa ficava planando ao meu lado, observando, aparentemente, com muita atenção.

Então pensei com meus botões, conscientemente e com vontade, para comunicar-me com aquilo.

– Você não um extraterrestre, não é? Quer dizer, você é uma espécie de máquina.

E a coisa respondeu.

– Sim, sou uma espécie de robô. Estou aqui para fazer um reconhecimento. Meus criadores virão mais tarde.

FINAL:

Acordei entusiasmado, pensando, “eles chegaram, ual, finalmente eles chegaram”. Mas… que pena, foi só um sonho!

(22-11-2011)

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Atlântida encontrada, dizem investigadores

Publicado por: luxcuritiba em novembro 11, 2011

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Posted: March 15, 2011 ]

Clique para ampliar a imagem.

Richard Freud, da Universidade de Hartford, faz parte de um grupo de investigadores internacionais que já há alguns anos procuram o local verdadeiro da Atlântida perdida. Agora, afirmam ter encontrado provas do local exacto, a norte de Cádis, em Espanha.

Uma equipa de investigação norte-americana pode ter finalmente encontrado a Atlântida, informa a agência Reuters. “A lendária metrópole”, que se acredita ter sido levada por um tsunami, há milhares de anos, nos baixios lamacentos do sul de Espanha, vem ao de cima numa altura em que a devastação provocada pelo terramoto no Japão mostra o poder da natureza frente à civilização.

Richard Freud, da Universidade de Hartford, líder da equipa que investiga esta matéria, destacou à Reuters “o poder dos tsunamis”, explicando que existe verdadeiramente uma grande dificuldade em compreender como estes fenómenos conseguem arrasar com áreas de 100 quilómetros costa adentro. Freund faz parte de um grupo de investigadores internacionais que já há alguns anos procuram o local verdadeiro da cidade perdida.

Segundo a mesma agência, a equipa usou fotografias de satélite, que desconfiavam tratar-se da cidade submersa, para encontrar o local exacto, um pouco a norte de Cádis, em Espanha. Aí, enterrado no pantanal do Parque Dona Ana, acreditam ter encontrado o multi-nivelado domínio conhecido por “Atlantis”. Nos últimos anos, este grupo de geólogos e arqueólogos usaram uma combinação de radares soterrados, mapeamentos digitais e tecnologias submarinas para sondar o local.

Freund acrescentou que aquilo que deu confiança aos investigadores foi a descoberta de várias cidades “memoriais” em Espanha, construídas, à imagem da Atlântida, pelos refugiados que sobreviveram ao tsunami que a afogou. O especialista acredita que os habitantes da ilha fugiram para terra, e lá construíram as novas cidades.

O debate sobre a existência da Atlântida já dura há milhares de anos. O único documento que refere esta mítica cidade foi escrito por Platão, nos seus “Diálogos” de 360 A.C. Uma velha lenda açoriana, inspirada nos escritos de Platão, narra que o arquipélago português é formado pelos cumes montanhosos que subsistiram acima do nível do mar após a submersão da Atlântida, embora a distância de Ponta Delgada a Cádis chegue a quase 2 mil quilómetros.

À parte as muitas teorias, a equipa de Richard Freund não arrisca ir tão longe na especulação. Dizem simplesmente que agora há mais “credibilidade” naquilo que encontraram, e acreditam que o terramoto de 1755, que provocou em Lisboa um tsunami de 10 metros de altura, é mais uma prova da probabilidade da ocorrência da submersão do “continente perdido”ao largo de Espanha.

Este domingo, dia 20 de Março, estreia no canal “National Geographic” o documentário “Finding Atlantis”, que promete revelar os achados desta equipa.

http://matildetp.wordpress.com/2011/03/15/atlantida-encontrada-dizem-investigadores

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Civilizações Perdidas no Tempo

Publicado por: luxcuritiba em novembro 8, 2011

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CIVILIZAÇÕES PERDIDAS NO TEMPO
O LAPSO NA HISTÓRIA DA NOSSA CIVILIZAÇÃO

Isaías Balthazar da Silva

1.0 – CIDADES PERDIDAS: LENDAS OU RELATOS INTRINCADOS?

A histórica tese de que as primeiras civilizações surgiram por volta de 4500 e 3750 a.C, na região chamada de Mesopotâmia, esta em franco abalo.

Nas ultimas décadas a aplicação da tecnologia, às mais diversas áreas do conhecimento têm possibilitado aos pesquisadores e exploradores a “redescoberta da história da humanidade” a utilização de sonares, radares e satélites de ultima geração tanto para varredura terrestre, quanto subaquática está retirando o véu negro da história perpetrada por nossa geração, fundada sob os auspícios das civilizações greco-romanas.

Quando Platão descreveu a cidade perdida de Atlântida ela entrou imediatamente para o rol de utópicas cidades da era dourada da humanidade – isso se algum explorador não encontrar a própria ilha de UTOPIA descrita por Thomas Morus. Atlântida, até então, figurava no reino da imaginação fértil de escritores e esotéricos, porém como pode ser visto no rol de novas descobertas aconteceu o improvável, das brumas de Avalon surgiram no sul da Espanha indícios de que a mítica cidade existiu. Retirando-se do relato da cidade perdida de Atlântida, os anseios e os ideais de uma sociedade extremamente avançada para o seu tempo. Pode-se afirmar que se confirmada a descoberta, este será apenas o primeiro passo para desmistificar aquela que foi a mais importante lenda de todos os tempos, que abriu o caminho para estudiosos, pesquisadores e exploradores na busca pela verdade. A titulo de exemplo do que ocorreu ao tempo de Platão, em muitas culturas são perpetradas histórias de cidades e civilizações mais antigas que o próprio tempo, histórias que ao longo dos séculos, se não milênios, foram sendo encobertas pela superstição religiosa e pelos interesses políticos de manter forte a posição de império e de domínio, tão cobiçada pelo homem, histórias contadas das mais diversas formas e por diferentes autores que praticamente tornaram-se fábulas na imaginação dos nossos antepassados e da nossa.

Como poderiam seres humanos a cerca 12.000, 10.000, 6.000 anos, construir com complexidade e fundar um sistema urbano organizado, se diante do nosso conhecimento histórico da evolução humana, estavam passando da condição de caçadores/coletores e iniciando a prática agrícola?!

As pesquisas e as investigações estão em andamento e com certeza irão revelar muitas informações essenciais ao estudo e compreensão da evolução humana, desvendando um passado fértil de riquezas históricas perdidas.

Abaixo estão alguns links que noticiam e abordam estas recentes descobertas.

TEMPLO COM CERCA DE 12.000 ANOS ENCONTRADO NA TURQUIA – 1995
http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1157784/Do-mysterious-stones-mark-site-Garden-Eden.html
http://www.gobeklitepe.info

CIDADES SUBMERSAS DE HERACLION, CANOPUS E MENOUTHIS NO EGITO – 2001
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u3922.shtml
http://www.franckgoddio.org/Sitemap/Project/CanopicRegion/Default.aspx

PIRAMIDE ENCONTRADA NO MONTE BAIGONG CHINA
http://www1.folha.uol.com.br/folha/reuters/ult112u17436.shtml
http://www.thelivingmoon.com/43ancients/02files/Baigong_Pipes.html#Investigation

CIDADE SUBMERSA ENCONTRADA NA COSTA DE CUBA – 2002
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2001/011207_cidadeperdidabg.shtml
http://www.morien-institute.org/interview1_ADC.html

PIRAMIDES ENCONTRADAS NA BÓSNIA – 2005
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1809183-EI295,00.html
http://www.bosnianpyramid.com

MÍTICA CIDADE INDIANA COM CERCA DE 10.000 ANOS ENCONTRADA NACOSTA DA ÍNDIA – 2005
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2005/02/050228_indiams.shtml

PESQUISADOR ALEGA TER ENCONTRADO A CIDADE DE ATLÂNTIDA – 2007
http://matildetp.wordpress.com/2011/03/15/atlantida-encontrada-dizem-investigadores

PESQUISADORES ENCONTRAM CIDADE SUBMERSA NO JAPÃO – 2007
http://noticias.uol.com.br/bbc/2007/08/24/ult36u46080.jhtm
http://www.morien-institute.org/interview1_MK.html

IMAGENS DE ALGUMAS DESTAS CIDADES
http://rabbithole2.com/presentation/ancient/ancient_underwater_cities_found.htm

log_pir_47

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