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O fazendeiro rico

Posted by luxcuritiba em maio 14, 2008

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Em uma cidade havia um fazendeiro muito rico, com muitas terras, gado e plantações. A vida porém, não lhe foi tão agradável quanto gostaria. Sua esposa era estéril e não lhe dera nenhum herdeiro. Após vários anos de tristeza, acabara com doença súbita que lhe ceifou deste mundo, felizmente, de forma rápida e indolor.

Sozinho e sem familiares, o rico fazendeiro resolveu adotar os pobres da cidade como seus filhos. Todo mês percorria os guetos, cantos e ruelas, e distribuía comida, roupas e remédios a todos os necessitados. Com isso granjeara uma fama de bondoso e generoso homem, que se espalhara até longínquas terras.

Durante anos manteve essa prática, reservando dois terços de seus ganhos para praticar a caridade. Do terço restante, usava metade para cuidar de suas necessidades pessoais, que eram mínimas, sendo homem rústico e austero, e a outra metade guardava para o futuro, para garantir sua velhice.

Certo dia um amigo lhe disse: “Vejo que o peso do tempo tem curvado tuas costas. O correr dos dias avança e não poderás cuidar da fazenda por muito mais tempo. Sugiro que, ao invés de dar aos pobres mil dinheiros por mês, vendas a fazenda, por um milhão de dinheiros. Assim poderás garantir tuas necessidades e também dos menos favorecidos.”

Refletindo bastante o fazendeiro decidiu ser o mais acertado. Vendeu a fazenda e distribuiu dois terços aos pobres, ficando o terço restante para garantir sua velhice em um asilo da cidade. Os pobres ficaram eufóricos, cada um recebendo uma grande quantia. Compraram casas, bois, cabritos, fizeram festas e divertiram-se como nunca antes.

Algum tempo depois porém, como não sabiam administrar o dinheiro, logo este acabou, e eles tiveram que vender o que tinham, para poder comprar comida para si e para seu filhos. De fato, tiveram que vender tudo e acabaram novamente nas ruas da cidade, mendigando um prato de comida.

Desesperados, foram até o asilo onde estava morando o fazendeiro dizendo: “Nobre homem, precisamos de tua ajuda, pois o dinheiro que nos deste acabou, e não temos nem o que comer, nem o que vestir, nem remédios para nossas dores”.

Comovido, o antigo fazendeiro dava-lhes um tanto de dinheiro. E cada dia vinham mais pedintes, e cada dia o bondoso homem lhes dava um tanto de dinheiro. Até que por fim o dinheiro acabou, não lhe restando nada para dar a não ser a dura resposta: “Sinto muito, mas não posso mais prover suas necessidades”. Então eles deram as costas e foram embora, alguns tristonhos, outros, zangados e proferindo impropérios.

Algum tempo depois, o dirigente do asilo veio ter com o velho fazendeiro, dizendo: “Nobre homem, há meses que não pagas a taxa de manutenção. Sei que és homem honrado, mas nossos fornecedores não podem prover nossas necessidades de graça, pois também eles têm suas necessidades”.

E dessa forma o velho fazendeiro saiu do asilo e, como os pobres, que por anos ajudou, foi morar nas ruas da cidade, dependendo  da caridade das pessoas bondosas para ter o que comer e vestir.

Direitos autorais: Este texto pode ser copiado, por quaisquer meios e para qualquer fim, desde que citada a autoria.
Informação é mais do que um Direito, é um Dever.

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