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O Poder da Pirâmide & 2012 – Parte 2

Publicado por: luxcuritiba em junho 4, 2012

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Valery Uvarov

Esta página é uma reformatação da versão original em vídeo no Projeto Camelot.

Valery Uvarov em “O Poder da Pirâmide & 2012” – Parte 2
São Petersburgo, Rússia, 2007

Filmado, editado e dirigido por Kerry Cassidy e Bill Ryan

Clique aqui para acessar a mídia disponível
(Parte 1 começa aqui.)

Kerry Cassidy (KC): Certo. E sobre a nova visita… Você disse que alguns dos professores originais estarão saindo e os novos estarão vindo. O que você quer dizer com isso?

Valery Uvarov (VU): Significa que… [Ri] Boa pergunta! A coisa é, ainda não se pode fazer as pessoas… a maioria não pode imaginar, não pode aceitar que se não tivéssemos aquelas que controlam o sistema solar, nós não estaríamos vivendo aqui neste planeta. Este planeta e o sistema solar seriam destruídos por asteróides e outras coisas. Aqueles que controlam, mantendo todo o sistema solar em harmonia, eles já estão aqui há milhares de anos. É como um grupo, um certo grupo de pessoas evoluídas que estão aqui há milhares de anos. É uma tarefa longa, devo lhes dizer. Essas pessoas agora vão descansar. E, outro grupo está vindo para cá.

KC: Eles são E.T.s… eles são de aparência humana?

VU: Eles são seres humanos. Eles são seres humanos. Porém, E.T.s, mas humanos.

KC: Entendo.

VU: Eles não são deuses. Não. Esqueça isso. São apenas seres humanos, em um nível de evolução diferente, muito maior do que nós podemos imaginar, mas eles são seres humanos.

KC: Eles são pessoas… OK. São pessoas que se parecem com você e eu, eles estão aqui, fisicamente, nesta realidade? Ou você está falando de professores que são avatares que não são visíveis neste plano?

VU: Não, não. Quando se encontra essas pessoas, elas são… bom, mais ou menos, parecem-se conosco, mas são maiores, estados energéticos diferentes; mas elas têm duas mãos, duas pernas, cabeça… elas se amam. Igual a nós, como nós fazemos aqui. Mas, ao mesmo tempo, elas são diferentes. Em primeiro lugar, elas têm uma mentalidade diferente, abordagem diferente da vida, na comunicação.

KC: Você recebe essa informação dos textos antigos?

VU: É. Sim.

KC: OK. Mas, você também recebe esta informação de visualizadores remotos que… porque sabemos que a União Soviética, ex-União Soviética, fez muita investigação usando visualizadores remotos.

VU: É. Sim, é.

KC: Na verdade, talvez, até mesmo, antes dos EUA, não sei se eles fizeram isso antes da China.

VU: Não importa. Acredite em mim; por mim, isso não importa, quem foi o primeiro. Americanos, russos. Não importa.

KC: Não. Mas o que estou dizendo é – estes visualizadores remotos… o estão ajudando a ter essa informação?

VU: Não. Não. A minha experiência é pessoal… Eu não estava feliz em trabalhar com aqueles que usam estas habilidades.

KC: Certo.

VU: Porque descobrimos que 99,999 por cento… isso era… bom, informações falsas que não me interessavam de forma alguma.

KC: Hum.

VU: Eu tive tantos casos. Até mesmo, eu diria, casos simples, quando eu poderia apenas fazer uma pergunta, obter uma resposta e, imediatamente, ver que essa pessoa viu outra coisa, mas não a realidade. Outra coisa. Esta realidade que ele ou ela descreve, não tem nada a haver conosco. A realidade é diferente. Esta é a razão pela qual para mim… toda essas experiências, especialmente, aquelas dos textos antigos, que retêm este conhecimento, não por visão remota… Eles fizeram isso, mas com a ajuda de pirâmides. Com a ajuda de instrumentos que estavam atuando ou funcionando como, em nossos dias, telefones ou tela de TV – OK?

Quando se pode ver, se pode comparar, se pode usar o próprio conhecimento. E, no final da história, se tem a informação real. Eu diria a informação científica. Caso contrário, vai ser sobre alguma coisa… bom, assim, eu não estava feliz em trabalhar com os visualizadores remotos.

KC: OK. Tudo bem.

VU: Para mim, com certeza, não é interessante.

KC: Entendo. OK. Então, aqui está você, na Rússia, e, de muitas formas, você está fazendo um trabalho revolucionário. OK? Não estamos tão acostumados a pensar na Rússia como um lugar de tal liberdade de pensamento. E, no entanto, aqui está você, você está trabalhando com o governo e com técnicas muito avançadas. O que você pode dizer sobre a Rússia neste momento, que é… Deve estar passando por uma mudança de consciência para aceitar alguém como… como você, com a construção das pirâmides e etctera. Você está influenciando este governo a ser um tipo totalmente diferente de governo. Você pode dizer algo sobre isto?

VU: O que eu diria… Eu realmente sinto muito, que nas últimas centenas, centenas de anos, as pessoas que vivem no Ocidente não tiveram a possibilidade de tocar e compreender a real espiritualidade russa. Os russos, em essência, são tão espirituais. São, incrivelmente, pessoas de mente aberta. Então, se a um longo, longo tempo atrás, estivéssemos todos ligados, tenho certeza que o desenvolvimento da nossa civilização seria bem diferente, de um modo muito mais positivo. Este ano, em fevereiro, eu tive sorte e fiz uma descoberta histórica. Tive a sorte de encontrar Hiperbórea.

KC: O quê?

VU: Tive a sorte de encontrar Hiperbórea. As pessoas hiperbóreas – em todos os textos antigos, elas são chamadas… “Hiperbórea”, o lugar onde os deuses viviam. O lugar de onde eles vieram para Atlântida. Eles vieram para a Europa. Eles vieram para a Sibéria. Eles trouxeram o conhecimento para a Índia. Eles trouxeram o conhecimento para os países do leste. Então, eles foram os primeiros, o primeiro, os estimuladores espirituais principais do nosso planeta. E todos dizem que esse lugar está sob as águas do mar do Norte.

KC: Certo.

VU: Eu o encontrei. E não está debaixo d’agua. E o lugar central da civilização, a montanha chamada “Meru”, tem a pirâmide maior. Provavelmente vocês já ouviram falar sobre isso, Meru.

KC: Hum-hum.

VU: Ele ainda está de pé.

Bill Ryan (BR): Montanha Meru?

VU: Meru.

BR: Onde?

VU: Onde está?

BR: O Monte Meru em…?

VU: Sim. Monte Meru.

BR: Na Tanzânia?

VU: Não.

BR: Não?

VU: Não.

BR: OK. Este é um Monte Meru diferente. Onde está o outro?

VU: Bom, se você estiver interessado, posso dar-lhe apenas uma pequena idéia de como o encontrei. Todos os textos antigos falam do complexo de pirâmides e de todas as pirâmides e templos que foram criados, antes do impacto de asteróides, estavam orientados exatamente para o Pólo Norte na Montanha Meru.

KC: Hum-hum.

VU: O que eu fiz, foi apenas encontrar um complexo, como pirâmides de… um complexo de pirâmides, que foi construído de acordo com uma lei anterior, como um cânone. Se pode ver onde se parecem. Onde estava o antigo Pólo Norte? Agora eu posso vê-lo aqui. Venham aqui. [Valery vira-se para o lado e pega alguma coisa]

KC: Sim. Certo.

VU: Vou mostrá-lo aqui, para vocês. [Mostra a página de um livro com uma foto aérea de um terreno em alguma área] O texto antigo diz que Kailas, o refletor norte de Kailas estava olhando exatamente para o norte. Então, se traçarmos uma linha. [A mão de Valery segue uma linha pontilhada na foto em direção ao Pólo Norte] Chega-se a [faz som sibilante leve] … Groenlândia.

KC: Hum-hum.

VU: OK. Precisamos agora, de um segundo. Um segundo complexo. O segundo complexo… 15 graus. [A mão de Valery segue uma linha pontilhada na foto em direção do Pólo Norte] Teotihuacan. OK? Avançamos… duas linhas. Meru está aqui. Isto é Hiperbórea. Aqueles a quem nós sabemos, que estavam afetando todos os outros. Eles estavam vivendo aqui. Meru está sob a neve, mas não sob o gelo. Agora, vejam. Isso é muito interessante. Este é outro complexo, na Rússia, também orientado para Meru. Aqui. Agora, vejam. Kailas… está voltada, exatamente, para Meru. Se se seguir por 90 graus daqui, a pirâmide de Atlântida está aqui! Está aqui. Sob a água, não é tão profundo como aqui. Este é o mapa de Haji Ahmed. E Haji Ahmed mostra exatamente o local onde estava situada a pirâmide atlante. Está aqui. As três pirâmides principais da Atlântida antes… É… Kailas. Agora, vejam. Hiperbórea. Este é o mapa de [Gerhard Mercator]. Entendem?

KC: Então, você o encontrou, mas… isto é…

VU: Não está sob a água. O Pólo Norte não estava aqui. Estava aqui.

KC: Agora está sob a neve?

VU: Sim, apenas sob a neve. Não sob o gelo. Está a cima do nivel d’agua. Assim, o… na verdade, eu diria, que a nossa espiritualidade, nossa espiritualidade russa, OK, vem daqui. [Aponta para o Pólo Norte]

KC: Hum.

VU: Então, aqueles que estavam… aqui e mais tarde trouxeram a espiritualidade para os outros países… Eles vieram daqui.

KC: Este é o Pólo Norte, certo?

VU: O ex-Pólo Norte.

KC: O antigo.

VU: Antigo. O pólo magnético está aqui.

KC: Entendo. Se pode ir lá?

VU: Claro.

KC: Sim?

VU: Claro.

KC: Você vai lá?

VU: Vou lá no próximo ano.

KC: Ah. Ok.

VU: Eu irei. Sim, vou.

KC: Ok.

VU: Aqui. Só aqui.

KC: Haverá evidência quando você for lá? Sim? Será que vai estar enterrado? Ou…

VU: Não.

KC: Não?

VU: Se verá os traços, o que sobrou de Meru, lá.

KC: Hum.

VU: Estará lá.

KC: Hum.

VU: Então, se vê o local.

BR: Você é capaz de usar a fotografia de satélite para examinar a área?

VU: Claro. Sim, com certeza. Assim, isto está agora sob a água, certo? Mas, mesmo no [Gerhard Mercator] isso está no topo. Entendem? Foi em 1558. Este mapa foi produzido em 15… publicado em 1558. Neste mapa, temos esta parte a cima não embaixo da água.

KC: Hum-hum.

VU: [Pacífico]? Então, essa parte, a parte norte da Sibéria, não estava sob a água. Até 2000 anos atrás, ela estava na superfície. Ela foi submersa não faz muito tempo.

KC: Ok.

VU: Mas isso… a razão e o problema é que neste mapa de [Gerhard Mercator] … Nós temos três mapas. Esta parte do mapa parece-se com essa parte do mapa. É um mapa antigo, muito antigo que foi feito antes da inundação. Esta é a mesma área. É a mesma, mas, após o dilúvio. Deslocada 15 graus, por causa do impacto de um asteróide. Então, Gerhard juntou dois mapas – antes e depois da inundação. E pos juntas as mesmas áreas, mas não desse jeito. Assim. Esta é a razão pela qual todos os investigadores, eles não foram capazes de entender o que está aqui.

KC: Entendo. Ah, OK.

VU: Por que é assim. [Mantem a mão direita para cima com os dedos indicador e médio juntos indo em linha reta]

KC: Interessante. É.

VU: Mas a razão é simples. É apenas um deslocamento e o Pólo Norte não está aqui. Está aqui.

KC: Doze… O que vai acontecer a essa área? Com o derretimento da neve…

VU: Isso é outra coisa…

KC: … e a mudança de… o derretimento das geleiras e a inundação que vai resultar… Nós conversamos com Boriska. Ele fala sobre… ele acredita que em 2009, a partir de 2009, possivelmente, vai haver, por causa do degelo…

VU: Mas Boriska, Boriska agora, ele é um cara muito inteligente. Ele está usando a informação relacionada com os chamados ciclos de quatro anos. De acordo com os ciclos de quatro anos e com os ciclos de 12 anos; cada ciclo de 12 anos é construído de três ciclos de quatro anos. Então, vejam – um ciclo de 12 anos terminou em 2001. Ok? O que ocorreu em todo o mundo, sabem. Nos Estados Unidos, foi terrível. Bombardeado, atacado. 2001. Ok? Mais quatro anos – 2005. Ok? Mais quatro anos – 2009. Bom. E mais quatro anos?

KC: 2012?

VU: Não doze. Treze.

KC: Ok.

VU: Então, isso significa que 2009 está ligado ao ciclo de quatro anos e se verá alguns eventos incomuns. Mas o principal começará em dois mil ‘O’ … na verdade, não doze. Dois mil ‘O’ um mais 12 anos. Dois mil e treze. Doze é apenas o começo quando se vai ver que algo está acontecendo. E em 2013, em nosso planeta, veremos furacões terríveis. Esta catástrofe será muito maior do que agora, especialmente o Sol. Vai estar tão ativo. Muito ativo. Afetando a estabilidade dos planetas no sistema solar. E, especialmente aqueles que estão por trás do Sol. Assim, em conexão com esse mecanismo, este mecanismo de ciclos de 12 anos contendo três ciclos de quatro anos… Este é um momento importante. Então, quando se quer saber quando isso vai acontecer, use essas chaves. Porque os sacerdotes egípcios antigos e sacerdotes Maya, eles sempre estavam baseando a… Como você disse? O que eles previram.

KC: Sim.

VU: Tudo foi baseado em ciclos.

KC: Claro.

VU: Assim, de acordo com o ciclo, ele começa em dois mil ‘O’ 12. Mas, na fase ativa, será em ‘O’ 2013. Isso, de repente, estará apenas… Muito ativo.

KC: Existe alguma coisa em que você esteja trabalhando, que você ache que os americanos e outras pessoas – porque, esta entrevista vai para a internet. Ok? E vamos estar dando esse tipo de informação, algumas, até mesmo, estarão saindo pela primeira vez da Rússia. E se há algo sobre isso… Em outras palavras, você está construindo lugares seguros para as pessoas, por causa desses eventos? Você está permitindo que isso aconteça porque este é o caminho do mundo e … algumas pessoas vão viver, algumas pessoas vão morrer? Como é…

VU: Não, Eu…

KC: … que a Rússia pensa sobre isso?

VU: Nós achamos assim – em primeiro lugar, precisamos investigar.

KC: Hum-hum.

VU: Em seguida, em seguida, agora. Nós já estamos compartilhando esta informação na internet. Eu ficaria muito feliz em compartilhar este conhecimento com todo mundo, tal que as pessoas em qualquer lugar nos Estados Unidos poderiam tê-lo, lê-lo, investigá-lo e usá-lo. Praticamente, usá-lo para prepararem a saúde para este evento.

KC: Entendo.

VU: Nós precisamos compartilhá-lo. Caso contrário, por exemplo… Entendem, se o conhecimento de instalação e destas tecnologias inacreditáveis ??estiverem apenas nas mãos dos chineses… isso não está certo. Eles vão usá-las de acordo com os propósitos deles. Eu não tenho certeza se serão apenas propósitos claros e sagrados. Portanto, este conhecimento é dedicado a todas as pessoas neste planeta. Assim deve ser… ou seja, por um grupo conjunto de Rússia, América, Alemanha, Austrália, todos, os diferentes países. Então, para começar este processo, precisamos de partilhar esse conhecimento.

KC: Hum-hum. Bom, você está ciente, entrevistamos um homem chamado Dan Burisch. Sabes quem é ele?

VU: Apenas ouvi dizer.

KC: Certo. Bom, ele é um cientista, supostamente trabalhou com o governo numa base subterrânea na Área 51. Ele teve um relacionamento com um E.T. que o ajudou a desenvolver, supostamente, a cura para o problema de pele, um problema de desenvolvimento que os ETs estão tendo. Ele está falando e fizemos uma entrevista com ele sobre os tempos vindouros entre agora, 2012 e além. Ele está dizendo que existem portas estelares (stargates), portas estelares feitas pelo homem, que estão sendo desligadas, a partir de agora, por causa deste influxo de energia, o que soa muito parecido com o seu… o que você tem investigado e nos mostrou; que mostras como, principalmente vindo pelo Pólo Norte. Ele está dizendo que os stargates feitos pelo homem devem ser desligados, mas os stargates naturais ficarão funcionando e que este influxo de energia poderia ser responsável por algumas mudanças drásticas no clima e etcetera. Então, em alguns aspectos, o que ele diz se parece com o que você está dizendo, mas você não está familiarizado com o trabalho dele.

VU: Bom, por um lado um pouco, um pouco.

KC: Um pouco.

VU: Um pouco. Mas, por outro lado, como você já entendeu, estamos tentando investigar e compreender todos estes processos aqui na Rússia, com nossas bases aqui e etcetera – com o que temos aqui.

KC: Hum-hum.

VU: Eu quero dizer, os resultados da investigação russa, nossos cientistas, nossos filósofos… tudo daqui.

KC: Hum-hum.

VU: Então, agora estamos prontos, não apenas para compartilhá-lo. Nós também estamos prontos para trabalhar conjuntamente com outros investigadores. Esta é a primeira etapa. Vou publicar estes livros no idioma inglês.

KC: Entendo. Ok.

VU: E, mais uma vez, isso é muito importante. Esta é uma abordagem científica.

KC: Certo.

VU: Científica… muito, muito útil.

KC: Então, me diga uma coisa. Você está ciente dos Illuminati, é assim que eles são chamados?

VU: Sim.

KC: E também MJ-12, o que costumava ser chamado de MJ-12, mas também poderia ser chamado PI-40 ou quem sabe como eles estão sendo chamados agora? Sabes o que quero dizer?

VU: Sim, com certeza.

KC: Ok. Então, essas são as bases de poder que têm realmente estado, supostamente, encarregadas dos assuntos humanos no planeta.

VU: Se eu posso… Eu não sei se você vai ficar feliz de ouvir, ou ouvir isso de mim ou não, mas… bom, investigando tudo isso sobre os Illuminatis, eu vim – eu mesmo e as pessoas com que eu estou trabalhando – chegamos à conclusão estrita – a realidade deles não é tão otimista. É… Para nós, eles não são interessantes.

KC: Hum-hum.

VU: Não. Completamente não. Eles foram… bom, as pessoas estão falando sobre eles, como as pessoas… como aqueles que tinham conhecimentos, sem conhecimentos, muito pobres. Muito pobres. Quanto ao Majestic 12, na revista ‘Nexus’ número 6 e 7, publicamos os últimos resultados da investigação russa desses casos mostrando, exatamente, que toda a história é bem diferente. Bastante diferente.

KC: Mm-hm.

VU: [Ri] Não é, normalmente, como é bem exposto no Ocidente. Bastante diferente. Então, nós fizemos a reportagem. Nós a publicamos. Agora, seguimos em frente. Agora, não estamos mais interessados ??nesta história.

KC: Ok. Mas você ouviu sobre isso – porque você falava sobre os chineses – ouvistes sobre Ben Fulford e o que ele está dizendo dos chineses, a Yakuza e os chineses que iniciaram uma vingança, por assim dizer, contra o Illuminati e os planos que eles têm para o planeta, durante esse período que estamos nos aproximando? Você está ciente de tudo isso?

VU: De certa forma, sim. Mas, por outro lado – este é o motivo pelo qual eu digo, para mim, é… não é tão interessante, porque a realidade é diferente. É apenas… São apenas histórias. Ok? A realidade…

BR: Qual é o resumo da realidade no… publicado no ‘Nexus’ 6 e 7? Pode dizer-nos o que você concluiu, ou o que os seus colegas russos concluíram?

VU: Quer dizer, sobre o Majestic 12?

BR: É.

VU: Histórias falsas. Completamente falsas, desde o início. Desculpe, amigos. São histórias falsas. Mas, eu ficaria muito feliz de ter algum dinheiro extra, bom, para traduzir toda a investigação para o inglês. Aí vocês veriam… é um caso falso.

KC: Ok. Então você não está muito preocupado com a luta pelo poder no planeta…

VU: Não. Não. Completamente não.

KC: … como você está se preparando para este evento energético que está chegando e as pirâmides que você está construindo…

VU: Completamente não.

KC: …como uma solução.

VU: Estou certo de que o que estou fazendo agora, é apenas compartilhar informações sobre a pirâmide, a informação em torno dela, e o que pode dar ao americano comum ou ao povo alemão a possibilidade prática de melhorar a saúde e prepare-se. É muito mais interessante do que todas essas histórias sobre Illuminati, que na verdade não tem nada a ver com a realidade.

KC: Ok.

VU: É a minha opinião pura. Eu tenho certeza sobre isso.

KC: Ok.

VU: Eu visitei, tenho conversado com muitas pessoas em todo o mundo e na Rússia, fiquei tão espantado ao ver que esses que estão falando sobre o conhecimento, na realidade, não têm nenhum conhecimento.

KC: Hum-hum.

VU: Eles apenas pensam que têm… Na realidade, eles não têm nenhum. O que nós realmente apresentamos aqui, nesses livros, é muito mais do que se pode encontrar nessas histórias. Muito mais.

KC: Ok. Só mais uma pergunta e, então, vamos encerrar isso, a menos que tenhas algo mais para nós. Mas, você tem essa interessante, miniatura de um tipo de instalação construída nessa parede aqui [a câmera se move lentamente para a parede com uma formação de cristal de quartzo saindo do meio da parede], e você mostrou-nos uma coisa realmente fascinante que aconteceu à noite, que essa pessoa que estava com você foi capaz de filmar algo saindo do cristal, como uma luz, e circulou ao redor da sala. A razão de estar perguntando a você sobre isso é porque Dan Burisch está fazendo um trabalho com algo que ele chama de “lótus”; esse trabalho é com cristais e funciona com a produção ou a constatação do que é quase vida, uma forma de vida, elaboração, que realmente surge dos cristais se eles forem estimulados com um laser. Estou querendo saber se você sabe alguma coisa sobre este tipo de coisa.

VU: Sim. Mas, ao mesmo tempo… Este é um exemplo muito bom. Eu já lhe disse que eu iria preferir algo que podemos tocar, do que as histórias sobre espiritualidade, as histórias sobre algo que só podemos acreditar – OK? Está tudo bem, mas para mim, não é suficiente. Eu estava sempre tentando encontrar algo palpável… que nós, que pudessemos chamar de “provas concretas”.

KC: Hum. Entendo.

VU: Para mim, pelo menos para mim. Provas concretas, OK? Estou investigando novamente. Estou falando das construções de pirâmides, o conhecimento incorporado nas pirâmides, fontes de energia, que foram usadas para fazer da pirâmide um instrumento especial.

KC: Certo.

VU: Eu estava tentando encontrar o que eles tinham usado, com o que foram construídas? Então, tivemos sorte de encontrar os textos antigos. Então, nós… Eu, geralmente, eu… Eu fiz, geralmente o que faço, eu apenas  o reproduzo. OK? Assim que tenho o conhecimento, eu decido que preciso construí-lo e tento ver o que o texto está falando. Ok? Então, entendes, eu fiz isso, na parede do meu apartamento.

KC: [Ri]

VU: Assim que, eu apenas… mudando para cá, para melhorar, eu apenas disse: ‘Por que não?’ Eu só o coloquei aqui. Não é todo o sistema. Não é só o que você vê. [Olha para a formação de cristais na parede] É… existem algumas camadas por trás dele.

KC: Ok. Sim.

VU: Então, eu só o reproduzi e fiquei muito, muito surpreso quando, de repente, esse sistema passou a atuar como se fosse um coisa viva…

KC: [Ri]

VU: Primeiro de tudo, houveram alguns casos, quando, no meio da noite, quando tudo estava escuro nesta sala, este sistema de cristal começou a iluminar-se, um a luz inacreditável. E a… uma pessoa… Eu já mostrei isso a vocês…

KC: Sim.

VU: … [chamado Beck]. Beck… ele ficou surpreso ao ver naquela noite, porque ele nunca leu nada sobre OVNIs. Nada. Ele não sabe nada sobre espiritualidade… o que estamos discutindo agora, eu quero dizer. OK?

KC: Certo. Hum-hum.

VU: De repente, ele saiu da sala, durante a noite, e disse a Valery: “Como devo tratar isso? Está tudo bem? É bom ou ruim?”

Eu perguntei: “O que você quer dizer?”

Ele: “Este sistema de cristal começou a emitir uma luz inacreditável.”

Eu disse: “Espere. Não tenha medo. Apenas da próxima vez é só me acordar. Eu também estaria feliz em vê-lo.”

KC: [Ri]

VU: Da próxima vez, à noite, ele acabou fazendo uma foto pelo telefone celular. Apenas… pela câmara do telefone. [Faz som de clique] E a última vez, no primeiro dia… foi o primeiro dia de Lua cheia. Vinte minutos para as dez da noite. Uma bola de luz saiu desses cristais, voou por aqui e, então, novamente, tocou o cristal e entrou. E, Beck, novamente, pegou de novo o telefone e fez um filme, apenas… Eu mostrei para vocês.

KC: Sim.

BR: Você acha que nós podemos ver isso de novo?

VU: Eu o darei a vocês. Eu poderia enviá-lo pelo correio e vocês podem usá-lo.

KC: Ok, muito bom. Isso seria melhor do que aquilo que poderíamos capturar em filme.

VU: Claro. A qualidade da câmera não é tão boa. Mas eu decidi… Esta é a razão pela qual o coloquei aqui.

KC: Sim.

VU: Então, eu pretendo colocar a câmera aqui.

KC: [Ri]

VU: E uma grande, grande, aqui.

KC: Sim.

VU: E o computador. Tem mais de 2 gigabytes… terabytes, terabytes de espaço em disco aqui.

KC: Sim. Ok.

VU: Vou filmá-lo, especialmente no primeiro dia de lua cheia, só para ter esse evento com alta qualidade.

KC: Claro.

VU: Mas para mim, foi um momento importante. A primeira vez que, praticamente,  recebemos uma dist… como um instrumento, que está irradiando uma luz, emitindo uma… bolas energéticas.

KC: Hum-hum.

VU: Não é como num… num campo da crença. Isso funciona.

KC: Claro.

VU: É muito diferente. Este já é um caso em que estamos, ou que podemos investigá-lo, pelo menos, cientificamente. Inicialmente, para filmá-lo, para ver os períodos, ciclos, como, como, que tipo de luz, a intensidade e as outras coisas. Assim, o que podemos fazer. Não é… apenas uma conversa espiritual. É a realidade.

KC: Claro. Ok. Então, você coloca… você está construindo um instrumento e você o está colocando no interior da pirâmide, certo?

VU: Sim.

KC: Ok. O que você está construindo?

VU: Vamos configurar dentro da pirâmide essas doze fontes de energia.

KC: Mas você não pode nos dizer… Você vai nos dizer o que está por trás, qual é o mecanismo que você está… tem por trás da parede? Isto é segredo?

VU: Eu preferiria… Eu preferiria, neste momento, apenas mantê-lo em segredo, porque logo que investigarmos isso… OK, precisamos saber… bom, profundamente, como isso funciona. Tenho certeza que é o que foi descrito e está por trás da ave “Fênix” no Egito antigo…

KC: Sim.

VU: A palavra egípcia é ‘Bennu”- esta influência energética que estimula a consciência. E a vida está intimamente ligada a esse sistema. Eu tenho certeza. Agora, eu tenho certeza disso.

KC: Sim.

VU: Mas, antes de tudo, eu preferiria investigá-la por mim mesmo.

KC: [Ri] Entendo.

VU: Posso dizer-lhes, simplesmente, eu fiz isso. A minha razão principal foi… aqui, houve um terremoto, logo abaixo deste edifício. E a energia nesta sala não era boa para mim. Eu me sentia exausto. Nos 30 minutos seguintes, quando vim para cá, sentei aqui pela primeira vez… após 20 minutos, sentia-me energicamente esgotado.

KC: Entendo.

VU: Então, isso não era positivo. E a minha idéia principal era, quando eu vim a compreender o sistema, eu disse a mim mesmo: “Por que não fazê-lo? Talvez isso mude a energia aqui, então, será muito melhor para mim trabalhar.” No dia seguinte, a energia aqui foi alterada. A costa de Beck era muito dolorida. Ele não sente mais a dor. Ele tinha um sério problema com os rins. Sem problemas. No segundo dia, sem problemas. Já são quatro meses após a… a formação de cristais na parede está aqui já há quatro meses. Não há qualquer problema com dor, com o fígado, com os rins. Nada. Ele está feliz. Eu também. Estou muito feliz.

KC: Bom, isto é… isto é… isso é maravilhoso. Ok. Bom, nós gastamos muito do seu tempo e somos gratos por tudo isso.

BR: Sim. [Recomendo as suas expressões.]

BR: Quando você falava da instalação, eu tive uma ou duas perguntas sobre isso. Era como se houvesse mais do que você poderia ter dito sobre onde isso está, como funciona e como isso foi descoberto.

VU: Boas perguntas. Ok. Bom, o que é. O que temos aqui… agora, eu gostaria de salientar, em nossa dimensão, hão poucos dispositivos físicos. Há um dispositivo enorme. Está sob a terra. Estes dispositivos físicos estão gerando, num determinado momento, quando um meteorito transportando bactérias perigosas aparece, em algum lugar sobre o planeta, o sistema começa a se preparar. Normalmente ele começa, aproximadamente, meia hora antes. Neste momento, começa uma estranha vibração na Terra, algo como pequenos terremotos. Estranhos sons saem da terra. Então, as pessoas descrevem-no como… e eu dei esta descrição na revista Nexus. Aliás, traduzida em inglês. Eles têm sido descritos como coisas do tipo, folhas metálicas sendo abertas no solo. Eu estou chamando isto de “exterminadores”. São grandes bolas de luz. Algumas delas tinham de 50 a 60 metros de diâmetros e estavam saindo do chão.

BR: Elas foram observadas?

VU: Sim. Essa é a razão. As pessoas indígenas locais, eles falaram disso. Centenas deles viram. Centenas. Centenas deles. Mas a maior parte delas, não foram geradas em nossa dimensão. Mas, em dimensão paralela. Elas estão vindo para cá de uma dimensão paralela.

KC: E como você chegou a essa conclusão?

VU: Por causa da… É fácil. É fácil. Houveram lugares onde as pessoas descreviam a grandeza… a vibração da terra causa coisas como estas: movimento, sons estranhos, terremotos, como se um mecanismo real estivesse funcionando. Ok? De outros lugares, nada vinha. Apenas do chão, apenas uma luz, como um feixe de luz [faz som de assobio] aparece e… como num conto de fadas. Algo [faz som batendo com os lábios] aparece. Não é gerado na Terra. Isso aparece de algum lugar, como da dimensão paralela, assim como o OVNI faz, ou desaparece. Está aqui e, então… [Faz som sibilante] depois nada. É a mesma coisa.

KC: Ok. Entendo.

VU: O mesmo… [Faz som estalando os lábios] aqui. Vindo desta dimensão paralela.

KC: Hum.

BR: Deve haver muitas destas instalações em todo o planeta, a fim de proteger a Terra de tais impactos em todas as direções.

VU: Certo. Certo.

BR: Teria que ser… Quer dizer, eu só estou tentando compreender. Teriam que ser várias dezenas.

VU: Então, o que posso dizer sobre isso – haviam algumas delas na Austrália.

KC: Hum.

VU: Eu diria que já foram usadas. Elas não funcionam mais, mas se pode encontrar alguma coisa lá. Algumas já utilizadas estão na China. A maior parte ativa está em dois lugares. Na Sibéria e perto da Ilha de Páscoa sob a água. Lá, mas estão sob a água. Na Sibéria as encontramos na superfície da Terra.

BR: Também há alguma na América do Norte?

VU: Agora, não. Existiram, muito, muito tempo atrás; haviam. Agora, não.

BR: Então, essa é uma tecnologia antiga, para proteger o planeta?

VU: Eu não diria antiga. Eu diria elas… estas instalações começaram a ser construídas, erigidas, talvez a 17, 18 mil anos atrás. Mas, durante os últimos mil anos, estas instalações foram desenvolvidas, continuamente desenvolvidas. Aqueles que viveram antes em Marte e Maldek, começaram a construí-las, mas haviam outras pessoas, eu diria ‘visitantes’, que continuaram desenvolvendo-as. Eu diria… bom, é apenas o começo de uma história. Para mostrar a vocês como isso é incrível, precisaríamos de muito mais tempo. Eu preciso… Preciso de um inglês melhor. Eu não tenho suficiente, bom, palavras para isso. Eu prefiro descrever tudo no livro, traduzí-lo em inglês.

KC: Entendo.

VU: Onde ou quando vocês podem lê-lo cuidadosamente para entender. É uma história incrível. A história toda em torno do caso de Tunguska é incrível. Do que estou certo, é que esses “terminadores”, estas bolas de luz, elas estavam voando por toda parte. Se podia vê-las até na América.

KC: Hum.

VU: Com certeza. Mesmo agora. Se caso um meteorito for em direção a América e está prestes a bater no solo americano, se verá isso. Mas as pessoas na maior parte o vêem e elas acham que isso é OVNI, mas não é OVNI. É o ‘exterminador’ voando. Geralmente, se for o ‘exterminador’, estará sempre ligado a um cheiro estranho, ou a uma espécie de explosão. Primeiro, se vê essa bola. Então, talvez, três ou quatro minutos depois há a explosão e a luz estranha, como uma iluminação. O céu é iluminado. Então, se tem a forma de uma bola e depois de três, quatro minutos há a iluminação e [faz som gutural] explosão, se pode ter certeza, cem por cento, que é o ‘exterminador’.

KC: Hum-hum.

BR: Hum-hum.

VU: Porque, a razão do por quê. Outra coisa – as pessoas pensam que se o ‘exterminador’ só atinge o meteorito… então, os pedaços, a maior parte dos pedaços, destroços desse meteorito deveriam estar no planeta Terra. Por um lado, é uma pergunta razoável. Por outro lado, não é bem assim. Se como no caso de Tunguska, centenas de ‘exterminadores’ atingem esse meteorito e apenas os frita totalmente… os meteoritos viram cinza… eles apenas…

KC: Incineram, você quer dizer… Profundamente…

VU: Sim. Simplesmente, toda a substância se transforma em… em fogo e nenhum, quaisquer organismos vivos biológicos, permanece vivo. Esses restos, se pode encontrar no planeta Terra, como no caso de Tunguska, ouvimos falar de muitos de tais materiais. Mas a maior parte, 97 por cento destes materiais sempre é levado para outra dimensão. Então, eles só atingem… Quando o ‘exterminador’ explode, isso faz com que a combustão deforme o espaço e tempo. É criado uma espécie de buraco. Ok? E o meteorito certamente voa por ele. [Faz som como o ‘tchum’] E vai para outro lugar, mas, não fica no planeta Terra.

KC: Entndo. OK.

VU: Este é… este é o fato principal. Esta é a razão porque no livro estou dando a descrição interessante de quando as testemunhas das sete horas, quinze minutos depois das sete da manhã, na parte da manhã, quando o Sol estava brilhando, eles disseram… Quando ouviram uma explosão [bate as mãos] … uma tempestade estranha. A primeira coisa que aconteceu – eles disseram: “Nós só vimos o céu estrelado”. Nenhum Sol, nenhuma Terra. Apenas o espaço e as estrelas ao redor. Eles descreveram, eles disseram: “Aberto… o céu se abriu.”

KC: Hum.

VU: Então, isso significa que eles só… Esta explosão transformou o espaço e o tempo. Eles se viram pendurados no universo. No momento seguinte. [Faz um som como ‘bum’] Tudo se fechou e a explosão estranha… nenhum vestígio.

KC: Ok. Mas você está dizendo que os chineses têm uma tecnologia… descobriram algum mecanismo relacionado a isto.

VU: Algo assim. Sim, que eram… Na verdade, este é o sistema. Ok? É uma espécie de tubo. Isso está muito profundo. Eles descobriram este tubo e algo que estava lá dentro. Eles o encontraram.

BR: Como você sabe disso?

KC: Ele disse que vem da inteligência.

VU: O Serviço Secreto está funcionando…

BR: Você tem informações do Serviço Secreto. Ok.

VU: Eles estão trabalhando. Eles o encontraram.

BR: É informação privilegiada.

http://projectavalon.net/lang/pt/valery_uvarov_part2_pt.html

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O Poder da Pirâmide & 2012 – Parte 1

Publicado por: luxcuritiba em junho 4, 2012

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Valery Uvaro

Esta página é uma reformatação da versão original publicada no Projeto Camelot.

Valery Uvarov em “O Poder da Pirâmide & 2012” – Parte 1
São Petersburgo, Rússia, 2007

Filmado, editado e dirigido por Kerry Cassidy e Bill Ryan

Clique aqui para acessar os vídeos disponíveis
(Parte 2 continua aqui.)

Dr. Valery Uvarov é o chefe do Departamento de Pesquisa de OVNI, Paleociências e Paleotecnologia da Academia de Segurança National da Rússia, ele dedicou mais de 15 anos a ufologia, bem como ao estudo do legado de civilizações antigas.

Valery fala um inglês excelente e ele é bem conhecido no ocidente, tendo sido convidado para falar em uma série de conferências americanas de OVNIs. Notavelmente, ele foi convidado a participar do evento muito exclusivo, patrocinado por Rockefeller, em 1995, no Rancho Alisal. A primeira pessoa que nos falou sobre esse evento foi Bill Holden.

Em outubro de 2007, Valery convidou o Projeto Camelot a ir a casa dele, em São Petersburgo, para apresentar algumas teorias polêmicas por trás do incidente de Tunguska em 1908, o significado de 2012 e a mudança de pólo magnético que ocorrerá – e descreve a construção russa intrigante de nove grandes pirâmides entre São Petersburgo e Moscou. A intenção desta experiência fascinante é ao mesmo tempo pesquisar novas abordagens para a cura do câncer e usar as pirâmides como uma espécie de dispositivo de centralização durante os próximos anos, à medida que nos aproximamos do plano galático.

Valery estava representando o governo russo, quando ele falou conosco, e tem sido um dos principais pesquisadores e porta-vozes russos na área de OVNIs e consciência. Embora suas idéias sejam controversas, a entrevista revela um pouco da experiência pessoal muito interessante dele e oferece uma ou duas pistas sobre como o governo russo pode estar preparando-se para às mudanças que podem vir no futuro.

Início da Entrevista
Kerry Cassidy (KC): Estamos aqui com Valery Uvarov, somos do Projeto Camelot e estamos muito satisfeitos de estar aqui, em São Petersburgo, na Rússia, e como você diz em russo: Sankt-..?

Valery Uvarov (VU): Sankt-Peterbourg [sorri].
KC: Sankt-Peterbourg, OK! É uma cidade linda, adorável, e você é um homem muito interessante, estamos muito, muito contentes por estar aqui e sermos bem recebidos em sua casa. Você foi um anfitrião muito gentil e muito obrigado por isso.

VU: Vocês são mais que bem-vindos, meus amigos!

KC: [Sorri] Obrigado! Então, nós queremos começar com o que quer que você se sinta confortável, o que quer que você gostaria de nos dizer sobre si mesmo. Para começar, estaríamos curiosos a respeito de sua história, como você chegou aonde estás hoje. Sabemos que você está trabalhando com o governo, isso é verdade?

[Slide]: Valery Uvarov, Chefe do Departamento de Pesquisa Ufológica, Paleociências e Paleotecnologia da Academia de Segurança Nacional da Rússia.
VU: Bom, sim. Mais ou menos. Tudo mudou na minha vida em 1989. Antes, eu era um músico profissional, estudava matemática e também estudava artes, eu sou um pintor. Naquela época, quando percebi, de repente, que a música que eu toco, toda a vida que vivia… era um pouco diferente de algo que acontecia na realidade ao meu redor. Eu apenas entendi que a nossa civilização, nosso planeta tem uma certa… ou tipo de problemas e foi uma escolha para mim, se eu continuasse tocando música como fazia antes, ou se faria a minha parte na solução dos problemas que via em volta de mim, nesta vida. Então, tomei uma decisão.

Em 1989 eu visitei a conferência de OVNI aqui na Rússia. Eu conheci muitas pessoas muito interessantes [inaudível] lá. Eu tenho muitas histórias muito interessantes. Algo apenas mudou em mim, tudo foi virado de cabeça para baixo, e decidi: eu largo a música, eu deixo tudo na minha vida, e eu decidi estar totalmente dedicado à investigação de OVNIs, a história real do nosso planeta e da nossa civilização, tentando tomar parte em fazer nesta vida, a nossa civilização ser melhor do que foi antes. Então…

KC: Foi isso… você foi convidado a ir a esta conferência de OVNI porque você poderia ter tido um encontro com os visitantes, se você os quiser chamar assim, antes disso? Conscientemente? Ou foi inconscientemente que fostes conduzido à conferência, mas você não estava certo, por quê?

VU: Na minha infância, eu encontrei alguém… mas naquela época eu não percebi o que aconteceu. Para mim foi uma coisa… bom, talvez, normal, estranha, mas normal. Então, comecei a ter visões estranhas, o Universo, naves espaciais voando e outras coisas. Eu fiquei vidrado em quaisquer filmes, quaisquer livros sobre, sabem, extraterrestres e fantasias. Provavelmente, estivesse sempre dentro de mim. Mas no ano de 1989, foi como uma deformação e uma transformação, de repente, compreendi, compreendi claramente, que este novo caminho era o caminho real para mim.

KC: Quantos anos você tinha nessa época, você se lembra? Aproximadamente?

VU: Bom, aproximadamente? [Sorri] Tinha 36 anos, tudo foi mudado e, eu lhe digo, eu estou feliz por isso. Realmente, agora, eu sou um homem de muita sorte, eu faço o que amo fazer e fiz algumas descobertas muito importantes, e espero, e estou muito certo – vamos falar sobre isso hoje, – e vou compartilhar algumas idéias muito interessantes.

KC: E você também escreveu alguns livros?

VU: Certamente, escrivi alguns livros, alguns artigos. Além disso, publico na revista Nexus aqui, na língua russa, sou o editor principal.

KC: Muito bem. E, originalmente, vimos você como associado, sendo entrevistado, fazendo parte do Espaço Secreto, foi no vídeo de Chris Everard sobre o programa espacial, você também tem conhecimento sobre isso. Isto é verdade?

VU: Sim, isso é verdade.

KC: E você também tem formação em matemática, você pode nos dizer, o que isso significa?

VU: Sim, é um Instituto Técnico Público em São Petersburgo, onde eu estudei.

KC: Entendo, isso é um diploma que você tem, ou são alguns anos de estudo?

VU: Não, foi apenas alguns anos de estudo, alguns anos, e, então, quando isso aconteceu e eu neguei tudo e só estava concentrado, totalmente focado na investigação, por isso eu deixei tudo e passei a fazer o que eu tinha começado a fazer. Mas, ao mesmo tempo, sendo um profissional da música, pintor e, por um lado, matemático, foi muito mais fácil para mim entender o que estava acontecendo, posso ver um evento, ou, digamos, um objeto,  vê-lo de diferentes pontos de vista: como um músico, um matemático… é muito mais fácil.

KC: Assim, você tem o lado artístico, você tem o lado científico…

VU: É.

KC: Isso é muito interessante e, então, você tem – o que você diria – quero dizer música e matemática – isto é muito parecido, certo?

VU: Por um lado, sim, de certa forma. Eu posso olhar para as coisas muito livremente. Não estou escondido numa caixa pequena da ciência. Um matemático pode olhar o mundo como matemático, OK? Eu – não. Estou tentando ver o evento de pontos de vista diferentes e é compreensível para mim. Especialmente agora, quando eu preciso ver algo escondido por trás… por exemplo, alguns eventos na história de nossa civilização, eu preciso abrir a mente e tentar entender o que estava por trás desse evento; então, eu preciso ter uma visão muito ampla e sendo músico, matemático e artista é muito muito útil.

KC: Agora, qual é o seu trabalho atual ou título dentro do OVNI, no governo, você tem um título?

VU: Bom, na verdade, aconteceu assim: as pessoas no governo e nas forças armadas que, por muitos anos, se envolveram na investigação de OVNIs, eles sabiam sobre mim e eles me convidaram para fazer parte das pesquisas dele.

KC: Entendo.

VU: Na verdade, foi assim. Eles convidaram-me e, por exemplo, hão algumas organizações cuja ajuda eu uso na investigação, estou falando abertamente: eu uso a ajuda delas quando preciso obter acesso ao banco de dados oculto, ou alguma informação que não se consegue encontrar em uma biblioteca, por este motivo sou parte da organização militar e sou capaz de conseguir acesso a qualquer coisa que preciso.

KC: Você já fez investigações sobre a pirâmide e também sobre a pirâmide de energia e talvez eles te dêem acesso às pirâmides ou esfinge?

VU: Sim, claro, mas por outro lado, estou interessado na ciência por trás da pirâmide, esta é a razão principal: ciência. Estou absolutamente certo de que aquelas pessoas que conhecemos, ou a quem chamamos Herophiles, egípcios antigos, na verdade, não egípcios – sacerdotes atlantes – foi pós-sacerdotes atlantes. Eles eram cientistas de um nível muito, muito alto, estou completamente certo disso e realmente estou profundamente interessado em saber o que eles encorporaram nas pirâmides, nos templos e em qualquer coisa que usaram. Primeiramente, para desenvolver as habilidades, as capacidades angelicais, que, mais tarde, ajudaram a abrir a supersensibilidade, por um lado, e, em seguida, clarividência, a maioria dessas habilidades que eles tinham e, sabem, eram habilidades muito incomuns, eles foram pessoas muito, muito poderosas.

Nós agora nos desenvolvemos de uma forma bem diferente, por isso o meu interesse mais profundo é descobrir até onde eles realmente chegaram, filtram e receberam. Bom, muito em breve… ao investigar textos antigos também cheguei à conclusão: todo o conhecimento que eles tinham, eles receberam como um presente de uma civilização extraterrestre muito, muito avançada. Quando entendi isso, eu disse: “Agora o que preciso fazer é tentar encontrar algum, mesmo que pequeno, fragmento desse conhecimento em qualquer lugar: numa parede de um templo, nas pirâmides, nos textos antigos, eu necessito descobrí-lo e trazê-lo aqui, para a minha mesa, para analisar e desvendar todo esse conhecimento”.

KC: Então, você começou esta missão, eu suponho, após esta experiência com esta percepção que você teve em 1989, agora estamos em 2007, certo? Portanto, em todos esses anos, vens trabalhado há muito tempo e escrevestes livros sobre as pirâmides e estás construindo uma pirâmide, se entendi certo. Isso está correto?

VU: Sim. Agora estamos construindo uma pirâmide de pedra grande de acordo com esse conhecimento que adquiri investigando as pirâmides antigas de diferentes civilizações.

KC: Qual é esse conhecimento? você pode me contar algumas das coisas importantes que… Você estava construindo, na verdade você disse, mais do que uma pirâmide aqui, na Rússia, não muito longe daqui.

VU: Sim. Está a apenas 100 km de São Petersburgo. Nós encontramos um lugar muito antigo onde as pessoas costumavam fazer algo como “rituais”, por algumas centenas de anos. Houve um terremoto, com uma rachadura, com um raio de energia saindo do chão… Então, na verdade, eu fiz tudo de acordo com o antigo conhecimento de como devia ser feito. Assim, encontramos o lugar certo, na verdade, são três lugares muito bons. Agora estamos cosntruindo uma pirâmide num desses lugares.

KC: Entendo. Assim, é um vórtice de energia o que você encontrou…

VU: Sim, é um vórtice de energia muito forte, é um momento importante, devemos fazê-lo. Mas, ao mesmo tempo, cheguei à conclusão clara de que o que realmente sabemos, quero dizer o que a nossa civilização sabe sobre as pirâmides e os efeitos delas, é quase nada da realidade, em comparação com a realidade. Esta é a razão por decidirmos construir uma pirâmide de acordo com o conhecimento, não com a forma de pirâmide, ou algumas proporções, que, na verdade, nós encontramos ao investigar diferentes pirâmides. Não, essa é a parte muito pequena da informação. Não, não é suficiente, deve haver muito mais. Em primeiro lugar, quando os antigos sacerdotes estavam construindo as pirâmides, eles estavam fazendo isso, tentando sintonizar com uma determinada pessoa, por exemplo, um faraó ou um padre.

A pirâmide de Quéops é um instrumento bem diferente e eu estava sempre interessado nesse conhecimento, o que faz da pirâmide um instrumento poderoso que não só poderia influenciar o seu sistema energético, desenvolver suas habilidades. Em princípio, como ter acesso – agora escute com muita atenção – as dimensões paralelas da Terra e do Tempo, é algo importante, porque aí se pode encontrar informações sobre a história do Planeta Terra e não só sobre o tempo antigo, mas,  também sobre o nosso futuro. Assim, se pode obter algo que não se pode sequer imaginar. Este é o assunto de que trato no livro que escrevi e publiquei aqui, na Rússia.

O nome do livro é “As Pirâmides”. É este. [Ele pega o livro] Acho que também vai ser da mesma cor no idioma inglês. Acho que o livro será publicado no idioma inglês em breve. Nele se pode ver a tradução dos textos antigos, se entenderá completamente os interesses dos antigos sacerdotes. Por que eles passaram tantos anos e também gastaram muito, sabem, dinheiro, só para construir uma pirâmide enorme, por quê? Apenas como um lugar para enterrar um faraó? Não, não, é para fins muito diferentes e nós decidimos ter as mesmas possibilidades agora na construção de pirâmides. Então, nós encontramos o lugar, nós encontramos o conhecimento. Dentro desta nova pirâmide que estamos construindo agora haverão 25 ressonadores, salas ressonadoras. Na pirâmide de Quéops, sabem, hão pelo menos 3, OK? 3 salas. Na nossa pirâmide haverão 25…

KC: Entendo. Mas você está falando também em usar os cristais, o poder dos cristais.

VU: Vamos construir nela fontes de energia, não apenas cristais, mas, as fontes de energia, porque se se apenas constói uma pirâmide sem uma fonte de energia, nunca se vai conseguir o que se imaginou, pelo menos, conseguir.

KC: O vórtice, não é esta a fonte de energia, a principal…? Não?

VU: Não, não, é como o gás, OK? É como o gás. Mas, para se obter a energia disso, se precisa de um motor. Então, o que chamo de “fonte de energia”, é um dispositivo, é um determinado dispositivo que se coloca dentro da pirâmide, num determinado lugar, e a pirâmide irá afetar o espaço e o tempo, fazendo uma espécie de queima de espaço e aí começa algo muito, muito interessante e incomum. Então, chegamos a esse entendimento e imediatamente decidimos iniciar a construção da pirâmide e nós começamos a fazer isso, no final do ano passado, e acho que no final do mês de outubro de 2007, vamos concluir a construção.

KC: Então, você já compartilhou seus conhecimentos com outros países, ou isso é apenas na Rússia?

VU: Na verdade, é apenas na Rússia.

KC: Porque isso seria muito interessante, tenho certeza, para a maioria – bom, certamente, para pesquisadores norte-americanos – assim como, outros países.

VU: Eu amo alguns pesquisadores americanos, como por exemplo, Graham Hancock [mais dois nomes: Nevil Burrell? Jill Burton? Inaudíveis] e outros, muitos outros. Eu os amo muito, eles me influenciaram profundamente, sabem. Eu quero dizer obrigado a eles por tudo que eles fizeram e, sabem… Ao mesmo tempo, eles trouxeram à luz, para as pessoas algumas idéias muito incomuns, dizendo: “Ouçam, basta estudar atentamente as pirâmides”, ou “Estudem atentamente…” algumas outras coisas. Eles apenas apontaram que havia algo incomum, mas, principalmente, eles não estavam dando respostas.

KC: Tudo bem, OK.

VU: O que estou fazendo, eu estou tentando dar respostas… Mais ou menos. Tenho a sorte de encontrar respostas e o livro “As Pirâmides” é o livro dando as respostas.

KC: Agora, você mencionou durante a nossa refeição maravilhosa e curta que tivemos, que você teve algum tipo de interação com os visitantes. Eles meio que te guiaram no caminho que você está agora, isso está certo?

VU: Sim.

KC: Eles te deram algumas dicas sobre onde você devia ir com isso.

VU: Sim. De certa forma, sim.

KC: E você os chama… Como você os chama?
VU: Eu os chamaria de “visitantes”. Ou dizer “extraterrestres”, dessa forma, se pode chamá-los de extraterrestres, mas, por outro lado, quando se começa a entender como realmente este espaço é construído, se chega ao entendimento de que o lugar mais distante em nossa galáxia está a menos de 1 minuto da Terra. Significa que, também, de acordo com o que sabemos sobre o nosso Planeta e em comparação com o período que a nossa civilização está aqui neste planeta, essas pessoas, as pessoas humanas são visitantes. Elas estão a tanto, tanto tempo, a tantos milhares de anos aqui, controlando a situação. Eu diria que eles estão unidos àquelas pessoas que estão tentando manter a situação no Planeta no caminho certo. Assim, quando encontrei esses visitantes em minha vida, pela primeira vez, foi a muito tempo atrás, eu estava em uma expedição, a minha primeira pergunta foi simplesmente: “Bom, o que você está fazendo aqui?” Naquele momento, como qualquer cidadão normal, pessoas normais, mesmo um norte-americano, apenas tentando fazer idéia das habilidades deles. Eles estão voando, eles têm possibilidades tão incomum… bom, o que eles estão fazendo aqui? Qual é o interesse deles? A resposta deles foi muito simples e, ao mesmo tempo, esta resposta acabou por transformar a minha vida.

Um dos que eu vi, disse: “Se você quer entender os nossos interesses, você deve aprender a história de sua civilização, sua pré-história. Então você vai entender os nossos interesses”. A partir desse momento, comecei a fazer a minha melhor investigação da história da nossa civilização e agora posso te dizer, eu vim a entender o que aconteceu e qual é o principal interesse deles.

KC: OK, qual é o principal interesse deles, você acha… é o futuro e os eventos futuros que eles sentem que ocorrerão, ou isso é um interesse genético na nossa espécie…?
VU: Não, não. Primeiramente, eu gostaria de explicar-lhe que, se você deseja obter apenas uma resposta, você nunca vai ter a resposta certa. É, por um lado, bastante complicado. Então, se se, pelo menos, preferir dar um pequeno passo a frente para compreender, o que recomendo é apenas considerar, se se puder, e entender que não há passado nem futuro, só há presente. Agora, o que está acontecendo agora.

Para mim, no início, isso era nada, pensei: “O que isso significa – sem passado – não há futuro? Tudo está acontecendo no agora?” Eu tive que investigar e estar dentro desta proposição por um tempo muito longo. Então, quando entendi como isso funciona e é realmente assim; então, se começa a compreender, profundamente, que se se planeja, se se quiser mudar o Planeta, a Humanidade, sabem, realmente, alguma coisa para melhor, desenvolvê-lo no caminho certo, se precisa saber o que aconteceu e, ao mesmo tempo, se precisa saber o que vai acontecer a nós no futuro.

Mas, logo que este futuro… para nós, na verdade, já está acontecendo agora. Assim, do futuro, se pode ir e entrar em contato com o passado apenas para ajudar a si mesmo a mudar algo na vida, no passado, para melhor. Então, se algo acontecer diferente, o presente vai ser mudado e o futuro vai ser mudado para melhor. É apenas um caminho. Então, o que eles estão fazendo aqui é tentar manter e, de alguma forma, controlar estes eventos de múltiplas dimensões da nossa vida, para que possamos entender como tudo isso é construído. Eles nunca interferem, eles só podem dar apenas uma idéia pequena, minúscula. Portanto, apenas uma sugestão. Então, se se é a pessoa certa, se vai compreender. O que se fizer em seguida, será a responsabilidade pessoal para o futuro. Não é como alguns professores ou pessoas que dizem: “Bom, os extraterrestres e os deuses, eles são tão perfeitos, eles vão me controlar. Mesmo se eu cometer um erro, eles vão me ajudar a corrigir o meu erro, então…”

Não, na realidade, não é assim. O que eles podem fazer é apenas dar-lhe algumas sugestões e, então, você toma sua responsabilidade pessoal.

KC: Então, você já estudou filosofia oriental, Iluminismo e tem conhecimento dos chakras e etcetera.

VU: Claro, eu fiz isso tudo. Mas, alguns anos depois, cheguei a uma compreensão clara de que se se começar, ou se se tentar ver o que está por trás deste conhecimento, usando o conhecimento, por exemplo, do budismo ou hinduísmo, nunca se vai conseguir a realidade, é impossível. Porque no modo, na forma que se pode usar e entender esse conhecimento ficou (eu costumo dizer, vivo) só no Egito, só no Egito. No meu livro, estou mostrando esses textos. Se se pegar a tradição hinduísta ou oriental, está tão deformada; está tão alterada em diferentes partes e pedaços, que nunca se vai conseguir a compreensão da realidade. Esta foi a razão pela qual mergulhei profundamente, direi, em egiptologia, trabalhando com textos, porque lá se pode ver o início de toda a história.

Neste livro, por exemplo, eu também apresentei esse conhecimento muito, muito antigo, que foi nomeado, ou chamado, nos tempos antigos de Cabala-Ohn. Este é o conhecimento de uma Unidade de construção do humano e do Universo; como foi construído, na verdade é uma e a mesma coisa. Então, se se quiser compreendê-lo, se deve começar do início e este princípio, início não deformado, se pode encontrar somente no Egito e em nenhum outro lugar.

KC: Agora, quando você disse que foi contatado durante uma expedição, você estava no Egito nessa época?

VU: Não, na Sibéria.

KC: Sibéria?

VU: Sim, foi uma expedição ligada à minha investigação do caso de Tunguska.

KC: Ah! Agora, nós queremos ouvir sobre isso. Tunguska. Porque você acabou de escrever um novo livro sobre isso, não é mesmo?

VU: Na verdade, eu vou terminá-lo, o livro inteiro será dedicado ao aniversário de cem anos, no próximo ano, (ao caso de Tunguska). Este livro vai dar a idéia do que aconteceu lá, na verdade, se vai obter respostas… Sabem, nos últimos 70 anos de investigação, os cientistas, pelo menos, obtiveram e trouxeram, para o publico, cerca de 300 hipóteses diferentes e, a maioria delas, são tão diferentes, as pessoas não podem entendê-las. Neste livro, esclareço tudo e dou-lhe… descrevo o evento como um todo, de modo que todas essas hipóteses diferentes estão se unindo numa.

KC: Entendo. Nos reunimos com um cientista e Bill, talvez você poderia explicar o ponto de vista dele? Ontem, Chernobrov…

Bill Ryan (BR): Sim, nos encontramos com Chernobrov e lhe perguntamos sobre Tunguska, ele disse que houve um evento semelhante, que aconteceu perto do Lago Baikal, bem recentemente.

VU: É.

BR: Ele considerou que os vestígios de radioatividade que foram detectados na região de Tunguska, poderiam ser explicados por isto ser o impacto de um cometa e ele contou que alguns dos isótopos radioativos que foram descobertos lá realmente estão presentes em cometas. Ele ponderou que o incidente Baikal sugeriu que isso era uma hipótese razoável. Ele tem sido muito cuidadoso em não apresentar conclusões sobre isso, mas foi isso o que ele concluiu, o que era o melhor palpite dele. Você é bem-vindo para…

VU: Sim, eu sei disso.

KC: Então, será que ele concorda, ou concordas ou não com ele, ou o seu entendimento é diferente?

VU: Para dizer: “concordo” ou “não concordo”, não lhe daria a abordagem certa, minha abordagem. Na verdade, trabalhando… Estou tentando encontrar uma resposta, do que aconteceu em Tunguska. Eu aprendi muito sobre materiais, muitos dos resultados da investigação de diferentes cientistas, e sou muito grato a eles por isso, eles me deram muitas informações. Eu nunca faria isso sozinho. Ao mesmo tempo, quando vim a compreender o que aconteceu lá e o que é de fundamental importância, é o que as pessoas têm descrito e explicado do que aconteceu em Tunguska; quero dizer, este evento, eles obtiveram essa resposta alguns poucos anos depois deste evento, na verdade, a deram quase que imediatamente. O problema é que quando os cientistas, que representam diferentes campos da ciência, vieram a Tunguska e começaram a perguntar o que as testemunhas viram, eles naturalmente apenas consideraram a história toda, mas de partes pequenas.

Porque, essas pessoas que tiveram educação botânica, elas tentaram explicar o evento desse ponto de vista; os astrônomos, eles tentaram explicar o evento como um cometa ou meteorito; os geólogos, eles dão a própria versão deles. Então, eles despedaçaram toda a história em mais de 300 pedaços pequenos. Mas ao mesmo tempo, se deve compreender, porque esse evento foi o evento. E só há uma verdade que está por trás dele e, realmente, se perguntas a si mesmo, se concordaria que alguma coisa – bom, por um lado – muito simples ocorreu, que não podemos ver – porque todos os traços estão lá fora, na área de Tunguska, está tudo lá – e se não vemos estes traços, isso não significa que alguma coisa a mais aconteceu ali.

A história completa, a explicação completa, por um lado, está fora até mesmo da possibilidade das pessoas humanas aceitarem… A realidade.

O que eu diria de início, em resumo, é que foi meteorito, sim, foi um meteorito. Mas este meteorito carregava um bactéria perigosa. Alguém o acertou, o destruiu e eles fizeram isso muitas e muitas vezes. E o fizeramm por séculos, em alguns casos. Quando eu estava estudando os documentos, encontrei histórias muito interessantes. Ouçam, resumidamente: quando Stalin soube sobre o caso de Tunguska e, especialmente, Lavrentiy Beria – ele é um homem muito, muito especial que foi colocado na investigação e influenciação do desenvolvimento de armas nucleares na Rússia naquela época. Ele obteve informações sobre um evento incomum, parecendo uma explosão nuclear que ocorreu, em 1908. Então, após investigarem as fotos, eles enviaram uma expedição, uma expedição militar a essa área. Essa expedição militar estava em trajes civis, eles tinham apenas uma tarefa: obter informações e observar. Quando eles questionavam algumas pessoas na área da explosão, as pessoas diziam: logo após a explosão, os povos indígenas locais viram um grupo de estranhos visitantes, usando equipamentos altamente desenvolvidos, em 1908, investigando os solos.

Então, eles os viram. Diga-me quem eram eles? Pessoas altamente equipadas em 1908? Quem eram eles? Foi apenas um começo curto, mas, ao mesmo tempo, posso te dizer, a realidade é incrível, incrível! Há alguém que está preservando o planeta Terra, por causa deste meteorito tendo bactérias perigosas. Alguém criou, construiu, o que eu defino como “uma instalação”. Parte desta instalação está na Sibéria e está ativa. Por outro lado, e eu sinto muito sobre isso… Um dos… dispositivos, tendo estreita ligação com esta instalação, está situado na China e a China já o encontrou e eles estão investigando isso.

KC: Você está dizendo, que eles têm algo, que contém esta bactéria?

VU: Não. Eles estão investigando uma parte do equipamento que estava derrubando meteoritos. Isso é sério.

KC: Este é um equipamento do visitante, não é?

VU: Sim. Eu sei que certamente eles já o encontraram e o investigaram. Num futuro próximo, se vai estar testemunhando um salto no desenvolvimento de algumas tecnologias na China, muito, muito mais avançada, do que você possa imaginar.

KC: Muito interessante!

VU: Infelizmente, eles fazem essa investigação na Rússia? Não, eles ainda não fazem.

KC: Como você descobriu isso; então, podes nos dizer?

VU: Não, se me permitem, não vou dizê-lo, OK?

KC: Ah, OK, muito interessante [ri]

VU: [Sorrindo], mas acredite me, eles já fazem isso. Temos muito desse material, sobre a Sibéria, um monte. Eu diria que milhares de toneladas desses materiais. Mas, sabem, nossa ciência e… os representantes da nossa ciência de hoje, eles não estão interessados.

KC: Entendo, realmente?

VU: Não.

KC: Bom, quando o livro será publicado, ainda não foi publicado aqui, não é mesmo?

VU: Você quer dizer, sobre o caso de Tunguska?

KC: É.

VU: Será lançado no próximo ano.

KC: OK. Assim, uma vez que o seu livro seja divulgado, talvez, isso mudasse?

VU: Eu não tenho certeza sobre isso.

KC: Não?

VU: Não. Esta é a razão pela qual o que planejo… quero organizar uma expedição, uma ou duas expedições, expedições internacionais.

KC: Fabuloso!

VU: Algumas pessoas da América, Rússia, Alemanha, Austrália mudaram para lá, tal que, quando isso acontecer, deve estar sob um controle razoável da Humanidade.

KC: Entendo.

VU: Porgque há, agora, neste momento particular, apenas acredite em mim, não se tem nada para fazer, basta acreditar em mim! A tecnologia existe, nesse exato momento, está tão desenvolvida, que nem mesmo se pode imaginar.

KC: OK. Agora, mudando de assunto, porque você também disse, durante a nossa conversa no jantar, que haviam 3 eventos que foram, acho que meteoros, que atingiram o planeta, em diferentes períodos de tempo na história e mudaram o nosso Planeta. Você pode nos contar um pouco disso? Então você disse: Tunguska foi um evento pequeno em relação a esses eventos maiores.

VU: Claro, claro, claro. Sabem, se se apenas ler materiais dados ao público por astrônomos sobre asteróides… o sistema de defesa, que, na verdade, os americanos estão construíndo, se vai ter a idéia de que, por exemplo, os asteróides grandes, talvez de 1 km de diâmetro, atigem o Planeta Terra, talvez, uma vez a cada 300 mil anos, ou talvez, mesmo em um milhão de anos. Quando estava investigando os textos antigos, eu cheguei a não só conpreender – em meu livro “As Pirâmides”, eu transcrevo os textos antigos, tudo, traduzido, tudo está ali, os asteróides com diâmetro de mais de 1 km atingiram o planeta, pelo menos, 2 vezes nos últimos 16.000 anos. Na verdade, 3 vezes, mas os dois primeiros, especialmente, aqueles que chamo de Açores, que atingiram o Planeta na área do Arquipélago dos Açores. Aconteceu exatamente a 13.660 anos atrás, em pleno outono. No livro, estou dando os cálculos exatos e os calendários antigos, mostrando a data exata em que isso ocorreu.

KC: Bom, você está dizendo que isso pode ser um evento cíclico?

VU: É. Este é… você acertou, minha amiga! Muito bem!

KC: [Ri]

VU: Essa é a idéia mais importante, que esses calendários antigos: os calendários maias e alguns dos antigos calendários egípcios, que chamo de “Calendários Catastróficos”, eles estão dando informações sobre os períodos em que os asteróides ENORMES atingem o Planeta Terra. Essas Herophiles antigas, estavam tentando trazer, ou dar, ou deixar para os posteriores, o futuro, para as pessoas, informações que, em certo momento, um asteróide cairá sobre o Planeta, se deve estar preparado para isso! Caso contrário, as pessoas podem ser, sabem… mortas.

KC: Então, especulando sobre isso, podemos dizer que há um outro evento agendado, em algum momento no nosso futuro, em que isso pode ocorrer novamente.

VU: Eu diria, que é o evento mais interessante e incomum que está à nossa frente e muito perto, muito, muito perto de nós.

KC: Você está falando do Calendário Maia de 2012… Por volta dessa época?

VU: Certo, sim.

KC: É nisso que você acredita, não sei se você estudou o trabalho de Zecharia Sitchin?

VU: Sim, conheço o trabalho dele muito, muito bem.

KC: Você está falando sobre o retorno do Planeta X, ou você está falando da Anã Marrom, que está sendo discutida pelos cientistas, porque temos alguns contatos que falam sobre o que eles chamam de uma Anã Marrom, com um planeta que a acompanha em uma órbita circular, esta órbita sendo muito alongada, 26.000… Não é isto o que você está falando?

VU: Conheço essa teoria, muito, muito bem, mas a realidade é bem diferente.

KC: OK.

VU: Novamente, mesmo… Agora, neste momento, eu gostaria de repetir novamente: com o que estou trabalhando, são os textos antigos, que se pode manusear, ler e interpretar. Estes textos antigos dizem que a 13.660 anos atrás, quando o asteróide Açores chocou-se com o Planeta Terra, o Planeta Terra perdeu a órbita e começou a se distanciar do Sol. Alguém, a quem chamamos – agora – de curadores, alguém – participou grandemente da destruição do planeta Maldek, sobrando esta parte enorme do planeta que agora chamamos de Lua. Esses textos antigos, textos egípcios, dá-lhe a descrição exata de que alguém trouxe esta grande parte, este pedaço, para o campo magnético do Planeta Terra, aumentou a massa do planeta Terra e fixou o planeta onde está agora. Antes, o planeta Terra se movia em torno do Sol com um período de 360 ??dias. Quando a Terra se afastou do Sol e foi fixada com a ajuda da Lua, passamos a ter 365 dias.

Assim, logo após isso, eles criaram Vênus e colococaran Vênus onde está agora. Textos antigos e até mesmo o calendário maia diz que Vênus foi criado em 3.113 anos antes de Cristo. OK? Mas o que aconteceu também… aqueles que viviam em Marte… um texto antigo diz exatamente, aqueles que deram o conhecimento a civilização anterior, eles eram de Marte e Maldek. Mas agora se vê, esses planetas são… Maldek foi destruído, temos um cinturão de asteróides, nenhum planeta. Marte foi atacado por asteróides, perdeu a atmosfera, afastou-se do lugar original, mas alguém, também, reparou a posição dele.

Mas aqueles que viveram nesses planetas se mudaram para um outro planeta do sistema solar. Eu não sei como, mas a idéia de que este planeta agora, está na mesma órbita que a Terra, mas bem atrás do Sol. Bem oposto, estamos nos movendo com a mesma velocidade que esse planeta e esta é a razão pela qual não podemos, na maioria das vezes, vê-lo; mas, ao mesmo tempo, hão períodos em que podemos ver este planeta. Astrônomos viram e registraram este planeta. No meu livro,  estou dando, sabem, a descrição completa destes eventos.

KC: Você está dizendo que essas pessoas… você os chama de Annunaki, ou não?

VU: É! Não importa como você os chame, não importa.

KC: Mas o povo… é a mesma referência que alguns pesquisadores estão utilizando para este grupo de pessoas que realmente vieram para a Terra originalmente e fizeram engenharia genética na nossa espécie? É isso…

VU: Eu não diria geneticamente… Não, foi um pouco diferente. Efeitos genéticos ocorreram no Planeta Terra num tempo muito, muito tempo atrás. Muito longe … Quero dizer, este evento é muito diferente. Então, a idéia principal é que em 2012 estaremos prestes a testemunhar, eu diria, a estabilidade do sistema Solar.

KC: Aha, causando por asteróides…

VU: Não, não. Vai ser em conexão com uma atividade incomum do sol.

KC: Do sol?

VU: Sim. Uma atividade incomum do Sol, por um lado, irá afetar a instabilidade do Planeta por trás da Terra… por trás do Sol, desculpe. Atrás do Sol, essa é a primeira coisa. Mas, por outro lado, há um outro momento muito, muito importante. Se se se lembrar dos textos maias antigos, se vai ter alguma idéia interessante. Este texto diz: os professores Estelares antigos vão embora e novos virão. Nós, quero dizer, as pessoas com quem estou trabalhando, descobrimos e compreendemos o mecanismo que está por trás disto. Para entender isso, preciso dar uma idéia de um certo mecanismo energético do Planeta Terra que está intimamente ligado com o tempo e o espaço.

[Mostra o gráfico no computador] Isso, o que você pode ver agora aqui, este é o eixo geográfico, OK? Este é o eixo magnético. Então, quando ele começa a girar, forma algo assim. Assim, o ponto central está aqui, vêem? Esta é a latitude de 30 e 35 graus. Isto é exatamente onde todas as civilizações do mundo antigo se desenvolveram. China, Egito, Maia – todas estao aqui.

Então, agora olhem: investigando materiais científicos, chegamos a conclusão de que esta parte, quando fica muito mais ampla, ou de modo diferente, este pulso aqui e aqui tem um período de quatro anos, um período de quatro anos… Mas agora, algo incomum começou a acontecer. Esta parte começou a ficar mais e mais ampla, e esse ponto focal começou a se mover para norte. Em 2012 este ponto focal se moverá para o Pólo Norte e um campo de espaço e tempo estará aberto.

Isto é… Aqui, vamos testemunhar a aparição de um Stargate (Potal Interestelar). Através do Stargate, os ex-professores irão embora e os novos virão. E tudo, todos estes eventos estarão estreitamente relacionados com a atividade do Sol e a aparente instabilidade do planeta atrás do Sol. Então, não estamos apenas prestes a ver este planeta, e isso significa que vamos estar muito perto de iniciar um contato razoável, compreensível com os nossos antecessores.

KC: Então, você está dizendo também que o movimento de, se eu entendi corretamente, nosso sistema solar aproximasse do centro do plano galático, você vê alguma coisa nessa influência?

VU: O que você quer dizer, quando o sistema solar passar através do Plano Galático, este é o momento em que passamos por um fluxo de meteoritos e de asteróides. É por isso que periodicamente nos movemos através disso e temos esses impactos por asteróides. Mas, do que estou falando agora, é um período muito diferente e um período muito incomum.

KC: Você está dizendo que nós estamos nos movendo para uma dimensão diferente, ou…

VU: Não nós. Nós estaremos aqui. Estamos aqui e vamos ficar aqui, onde estamos agora. Mas aqueles que estavam controlando o sistema Solar, quero dizer, os Tutores, seremos testemunhas de como eles partirão. Alguém vai embora e os novos virão.

KC: Entendo. Mas, com quem você está trabalhando? Você pode me falar de sua equipe, são cientistas, filósofos…

VU: Tudo isso, mas principalmente cientistas.

KC: Então, hão bases científicas para esse entendimento?

VU: Sim. O que estou lhes dando agora, de uma forma simples, é ciência pura.

KC: OK, entendo. Assim, o stargate que está se abrindo, estavas dizendo que isso é no Pólo Norte?

VU: Sim, no Pólo Norte.

KC: Que tipo de preparação estás fazendo, isso é parte da razão pela qual estás construindo as pirâmides? Para trazer a energia? Para ajudar a Terra…

VU: Por um lado, sim. Sim. O que eu diria, em princípio, que o que acontecerá no Planeta Terra irá afetar criticamente a saúde humana.

Aqueles que agora não têm boa saúde, eles vão estar morrendo de ataques cardíacos, sabem, problemas com os vasos sanguíneos… Chegamos ao entendimento de que é um momento importante, aquelas pessoas que estão desenvolvendo habilidades interiores, energéticas, clarividência, algo assim; ou seja, se eles estão fazendo isso sem o conhecimento que foi deixado para trás pelos antigos sacerdotes, 70% deles, ou mesmo 80% deles estão morrendo de câncer. O que isso significa e como isso acontece… Uma resposta está no campo que agora podemos tentar explicar.

Veja, quando alguém começa a meditar, tentando obter uma energia cósmica, OK? Imagine que a energia está entrando em você, e isso acontece, tudo bem. Quando se é um portador desta energia, o tempo biológico interno está desacelerando. Por um lado, está tudo bem. Porque se sentirá dentro de muito mais energia, a clarividência será aberta… Isto é o que precisamos, mas quando o telefone começou a tocar, ou se precisa voltar para casa, para fazer o que se deve fazer para a família, apenas se desligou deste vórtice de energia. O sistema imunológico fez… isso… Uh, o novo sistema tenta voltar à posição normal, OK? Acelerando… o tempo interior. Porque se havia reduziu a velocidade dele. O sistema imunológico, imediatamente, começa a acelerar. A aceleração do tempo interno causa, imediatamente, o início do câncer. Esta é a razão porque os professores conhecidos no mundo como Jidda Krishnamurthy, Ramana Maharishi, Vivi Kananda, Shiva Rabinda, Mira Alfas, a mãe, na verdade, Madame Blavatskaya, Rerich, Castaneda, Osho… todos eles morreram de câncer.

Nós encontramos este aviso deixado por antigos sacerdotes. Este aviso diz que se se desenvolver as habilidades sem o conhecimento de como deve ser feito, nunca se vai atravessar a fronteira da morte, se vai morrer. Então, nós encontramos estes textos, entendemos o significado.

Inicialmente, começamos a investigar e desenvolver o sistema de defesa, para mim, para os especialistas e cientistas com quem estou trabalhando. Este é a razão principal. E, na verdade, esta é a razão pela qual, eu diria, as pessoas no futuro próximo, quando 2012 estiver muito perto, se deve levar em conta que se deve aperfeiçoar, se deve desenvolver a saúde. Caso contrário, milhares de pessoas, talvez centenas de milhares, talvez milhões, não vão sobreviver a todas essas mudanças.

E, um dos instrumentos que os antigos utilizavam para isso, quero dizer, para preservar-se contra o câncer, para ultrapassar a fronteira da morte: foram as pirâmides e as chamadas varinhas de Horus. Então, sabem, metal, eu diria, tubos, sabem, que quaisquer um dos antigos faraós egípcios, conheço esculturas de faraós e sacerdotes, eles as têm nas mãos. Eu escrevi um livro sobre isso que é chamado de As Varinhas de Horus, dando os textos antigos, as explicações e as idéias do que está por trás disto. Eu compreendi profundamente que isto é algo importante e agora estamos a desenvolvê-lo, e esta é uma das razões pela qual estamos criando a pirâmide grande de pedra, para nos preparar, para preparar a nossa saúde antes deste evento muito importante. Devemos estar preparados, caso contrário…

KC: Bom, isso também não é… em primeiro lugar, a pirâmide é considerada uma ascensão, uma máquina para a ascensão e, em certo sentido, o que você está falando, é dessa capacidade do corpo para ascender espiritualmente através da utilização deste meio?

VU: Não, eu não diria isso. Tudo é muito mais simples. Quando você toma… quando se está falando sobre ascensão, na realidade é diferente. Não, muito mais simples. O que se precisa fazer, é corrigir dois fluxos de tempo que, na verdade, chamamos de EEN – YAN, BAH – KAH, pensamos que… todo mundo acha que, segundo a tradição oriental, é como um princípio humano, quero dizer, o começo do masculino, o início do feminino, ou algo assim, e devemos equilibrar estes poderes e depois, bom, tudo vai ficar bem, sem doenças. Por um lado, isso é mais ou menos verdade. Mas, a realidade é bem diferente. Este EEN – YAN são dois fluxos de tempo, movendo-se um para o outro. Então, se esses fluxos de tempo estão equilibrados dentro de você, se tem um efeito muito interessante, se cancela o tempo biológico. Então se pode viver 100 anos, 200 anos, 500 anos, 1.000 anos, – sem problema. Mas devem estar equilibrados. O tempo. A pirâmide corrige o tempo, o tempo biológico no ser humano.

KC: Mas isso é um triângulo, o ponto alto do triângulo simboliza essa unidade.

VU: Isso significa que se está falando apenas de simbolismos. Estou falando de mecanismos, que é uma coisa diferente. Claro, o ser humano é uma coisa, a energia é outra coisa e a terceira coisa é um ser humano BAH-KAH. A trindade. É como um positivo-negativo em eletricidade. Se se usar mais e menos, a interação entre isso começa imediatamente. Três. OK? É um princípio. Então, esse triângulo nada mais é do que, bom, o símbolo do princípio. Mas, estamos falando de um mecanismo. Como usar – não um símbolo, o símbolo se pode colocar aqui [apontando para a camisa dele] e se pode andar por aí. Ao mesmo tempo, se se tiver um símbolo aqui, isso não significa que o tempo interno está equilibrado; não, definitivamente não. Precisamos equilibrá-lo.

KC: Qual é o seu plano, para entrar na pirâmide? Usar a pirâmide para ajudar a equilibrar isso?

VU: Não é apenas ir lá e equilibrá-lo. Por um lado, sim. Por outro lado, é uma prática. Estamos desenvolvendo a prática. Com quanto, ou assim que lemos alguns textos antigos, chegamos a compreenção de como funciona. Imediatamente começamos, ou tentamos construir uma pirâmide e usá-la. Fizemos isso e vimos os resultados, resultados muito interessantes, e agora queremos desenvolvê-lo. Para desenvolvê-lo, precisamos de um instrumento verdadeiro, da pirâmide real.

Não como, sabem, por exemplo, as feitas agora na Rússia por Aleksander Golod. Algumas pirâmides  como essas, são feitas de madeira, sabem, com plástico… Não, devem ser pirâmides de ângulos especiais, feitas de quartzo branco, tendo um peso grande. Deve ser muito, muito grande, tal que a a  frequência dela seria menor e igual ou, de alguma forma, ressonante com a frequência no nível mais baixo do Planeta Terra, assim, estamos nos conectando a pulsação, a pulsação mais importante – as chamo de coração pulsante do Planeta Terra – as pirâmides. Então, quando elas começam a funcionar juntas, dentro deste campo, o ser humano, inacreditavelmente, apenas se  transforma. Por isso, precisamos fazer isso e, portanto, nós podemos construí-las. Caso contrário, estamos apenas divagando, só idéias…

KC: Então, se você construir estas pirâmides neste lugar… é sua sugestão que, eventualmente, mais pirâmides sejam construídas no Planeta?

VU: Isso seria ótimo. Pelo menos, vamos fazê-lo aqui, na Rússia, construir mais pirâmides. Agora, vamos preparar certa área, onde nós construiremos, pelo menos, 2 pirâmides, ou 3. E, ao mesmo tempo, estamos planejando a construção de um complexo de pirâmides, que terá 9 pirâmides. Um complexo de 9 pirâmides. Claro, se se construir alguns complexos por todo o mundo, como um antigo texto diz, capacitores energéticos do planeta, se afeta positivamente o crescimento da consciência humana, isso irá afetar, isso vai acontecer. É um momento importante, não se pode fazer isso de outra maneira. Assim, se se quiser desenvolver e estimular isso, as pirâmides são importantes. Mas, as pirâmides deve ser construídas em todo o Planeta.

KC: Então, o que achas das crianças índigo? Entrevistamos Boriska a alguns dias atrás, ele relembra… como você sabe, ele apareceu na revista Nexus e, sabes sobre o artigo que foi escrito sobre ele, ele tem lembrança da vida passada em Marte, ele falou sobre as guerras que aconteceram; e, em seguida, ele fala sobre a… Ele, basicamente, é uma criança com total recordação. Existe algo que sabes sobre essas crianças que estão nascendo agora? Entendes que, em certo sentido, elas já estão equilibrando estes elementos-chave positivos e negativos, tal que eles tlavez nem precisem, necessariamente, da pirâmide para chegar lá. Você entende o que estou dizendo? Você já pensou sobre isso?

VU: Sim, eu entendo claramente. Esta é a razão pela qual eu digo: pirâmides foram e serão os pontos-chave. E sobre as pessoas tendo essas habilidades? Na verdade, existem muito mais pessoas com essas habilidades do que se pode imaginar. Mas, infelizmente, a maioria delas não é capaz de desenvolver-se, alcançando um nível elevado. A pirâmide é um instrumento que lhes dará a possibilidade de ultrapassar a fronteira da morte. Tenho certeza que o desenvolvimento de habilidades internas, quer se seja uma criança Indigo ou não, esse desenvolvimento, com certeza, vai afetar o sistema biológico e causar problemas com a saúde, especialmente câncer. Para evitar isso, precisamos usar o conhecimento e os instrumentos, as ferramentas e as pirâmides são ferramentas extremamente necessárias.

KC: Eu entendo.

(Parte 2 continua aqui.)

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Eram os egípcios descendentes dos maias?

Publicado por: luxcuritiba em maio 7, 2012

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A história maia ou a heresia de Le Plongeon

Terra do escorpião

De especial interesse para Lê Plongeon era a história contida no Códice Troano, que falava de um terrível cataclismo natural, provavelmente um terremo­to. Segundo sua pesquisa, alguns autores deixaram descrições do mesmo acontecimento em linguagem maia. Um se encontra no Códice Cortesiano, agora considerado parte do Códice Troano; outro aparece no entalhe sobre a entrada do Templo dos Jaguares em Chichén Itzá; e um último relato faz parte de um poema épico encontrado em Atenas. Entretanto, Lê Plongeon não apresentou uma tradução símbolo por símbolo do entalhe em Chichén Itzá.

A descoberta de parte de um mural, pintado em uma construção em Kabah (uma cidade logo ao sul de Uxmal), incitou Lê Plongeon a devotar muitos meses ao estudo do Códice Troano. Muitas páginas no início da segunda parte eram dedicadas a contar sobre os “terríveis fenômenos” que ocorreram duran­te o cataclismo que fez com que dez países submergissem. Entre eles estava a enorme ilha chamada “terra de Mu”, situada entre a linha estranhamente tor­tuosa formada pelas ilhas historicamente conhecidas como índias Ocidentais. Para os maias, era a “terra do escorpião”. Lê Plongeon ficou surpreso e gratifi­cado por encontrar um relato dos acontecimentos escrito durante a vida dos personagens que ele descobriu nas ruínas. A história deles, descrita nas pin­turas dos murais, também era contada nas lendas e esculturas que ainda ador­nam as paredes de seus palácios e templos. Ele também sentiu-se satisfeito por descobrir que essas antigas celebridades já haviam sido convertidas, na época do Códice Troano, em deuses dos elementos. Para os novos maias, es­ses seres se tornaram os agentes que produziram os terríveis terremotos que sacudiram violentamente as “terras do Ocidente”, como conta a narrativa de Akab-cib, e fizeram com que a ilha encontrasse repouso sob as ondas do Ocea­no Atlântico.30

A viagem da rainha Móo

Com a decifração do Códice Troano, a história da rainha Móo continuou. Saindo de lucatã, ela buscou refúgio na terra do escorpião (Índias Ociden­tais), mas descobriu que Mu, o coração daquela terra, havia desaparecido. Sem alternativa, ela continuou navegando em direção ao Oriente e conseguiu chegar ao Egito. Lê Plongeon reforça essa tese sugerindo que ela é menciona­da nos monumentos egípcios e nos papiros, sempre referida como Rainha Mau (Móo). Para os egípcios, ela é mais conhecida como a deusa Ísis, que usa vestimentas de cores variadas que imitam a plumagem da arara, da qual seu nome deriva, na língua maia.31 Segundo Lê Plongeon, Ísis era o apelido cari­nhoso aplicado a ela pêlos seus seguidores e novos súditos, uma corruptela ou possivelmente uma pronúncia dialética da palavra maia icin (pronuncia-se idzin), que significa “irmãzinha”.

Antes de deixar a península de lucatã, a rainha Móo ordenou a constru­ção de um monumento, o Templo dos Jaguares, que era dedicado à memória do príncipe Coh. Os principais acontecimentos da vida dos dois foram descri­tos em cores vivas nas paredes da câmara mortuária. Não satisfeita com isso, ela também ergueu sobre seus restos mortais um mausoléu equivalente às es­plendorosas estruturas em mármore modernas, de propósito similar.

Todos os quatro lados do monumento eram decorados com painéis em mezzo relievo (Meio-relevo, em italiano. – N. da T.). Um friso representa um guerreiro moribundo deitado de cos­tas, joelhos dobrados, as solas dos pés firmemente plantadas no chão. Sua ca­beça, jogada para trás, está coberta por um capacete. De seus lábios entreabertos o sopro da vida escapa na forma de uma delgada chama. Sua postura é a mes­ma dada pêlos maias, durante aquela época, a todas as estátuas de seus gran­des heróis, uma posição que representava o contorno do império maia, na medida em que o corpo humano pode imitá-lo.32

A parte superior do corpo, em vez de estar ereta, é representada reclina­da, e sua cabeça jogada para trás simboliza o chefe da nação sendo morto. Em sua mão direita, que repousa sobre o peito, ele segura um cetro partido com­posto por três lanças, as armas que lhe infligiram os ferimentos mortais. Um ferimento encontra-se embaixo da escápula esquerda, mirando o coração pe­las costas, indicando que a vítima foi morta traiçoeiramente. Os outros dois estão localizados na parte inferior das costas. Seu braço esquerdo está posicio­nado sobre o peito, com a mão esquerda repousando sobre o ombro direito, um sinal de respeito entre os vivos. Lê Plongeon interpreta isso como umaatitude de humildade, com a qual as almas dos mortos devem comparecer diante do trono do juízo de Yum-cimil, o “deus da morte”. Lê Plongeon espe­culou que se tratava do mesmo costume mostrado nas inscrições e papiros egípcios, onde as almas, postadas diante do trono de Osíris em Amenti, aguar­davam sua sentença.

“Os egípcios”, diz o egiptólogo pioneiro sir John Gardner Wilkinson, “posicionavam os braços das múmias estendidos ao longo do corpo, com as palmas voltadas para dentro, ou à frente, sobre a virilha, algumas vezes cruza­dos sobre o peito; e, ocasionalmente, um braço na primeira posição descrita e o outro na última”.33 O bibliotecário e paleógrafo Champollion Figeac (1788-1867), tecendo considerações sobre o monumento ao príncipe Coh, observa que a extremidade superior do cetro com o qual ele é representado é orna­mentada com uma flor dipétala, com um botão no centro da corola apenas meio aberto.34 Isso deve representar o fato de que o guerreiro morto foi assas­sinado na flor da idade, antes de atingir a maturidade. A porção inferior do cetro é esculpida para representar uma pata de jaguar e lembrar o nome do herói morto, Coh, ou Chaacmol, “jaguar”.

     O étimo da última palavra é Chaac, “trovão”, “tempestade”; daí, “força irresistí­vel”; e mol, “a pata de qualquer animal carnívoro”. O jaguar, sendo o maior e mais feroz entre as bestas que habitam as florestas e Iucatã e a América Central, os maias, que, como já foi dito, nomeavam todas as coisas por onomatopeia, chamaram seu mais famoso guerreiro de Chaacmol; ou seja, “a pata veloz como o trovão”, “a pata com uma força irresistível como a tempestade”.35

Nos painéis que adornam a arquitrave foram entalhadas duas figuras. Uma é um jaguar e a outra uma arara no ato de lamber (ou comer) corações. Segundo Lê Plongeon, a primeira é o totem do guerreiro em cuja memória o mausoléu foi erguido. A outra é o de sua esposa, a rainha Móo, sendo repre­sentada no ato de lamber os corações de seus inimigos derrotados em batalha, de modo a herdar seu valor.

Aos pés da balaustrada, grandes cabeças de serpentes com bocas abertas e línguas salientes adornam a escadaria que conduz ao topo do mausoléu. Es­sas cabeças de serpente, totens dos Can (família dominante), eram usadas em todas as edificações erigidas por eles para anunciar que haviam sido construí­das por ordem deles. A língua saliente era o símbolo da sabedoria entre os maias, e era usada com frequência nas representações de sacerdotes e reis, que eram dotados de grande sabedoria.

A Esfinge maia

Uma estátua muito interessante encima o mausoléu do príncipe Coh: um ja­guar moribundo com uma cabeça humana. Para Lê Plongeon, essa era a “au­têntica esfinge”, e, possivelmente, o protótipo da misteriosa Esfinge egípcia. Essa esfinge maia, como o jaguar nas esculturas, possui três orifícios profun­dos em suas costas, simbolizando os ferimentos infligidos em Coh por seu ir­mão Aac.

Esse valoroso guerreiro maia, a quem os inimigos não conseguiriam ma­tar em uma luta justa, foi traiçoeiramente assassinado por seu covarde irmão, justamente como Osíris, no Egito, foi morto por seu irmão Seth, e pelo mes­mo motivo — inveja. Na história egípcia, Osíris nos chega como um mito. En­tretanto, de acordo com Lê Plongeon, o príncipe Coh, o amado Ozil, era uma realidade tangível — os restos do seu coração carbonizado foram encontrados, bem como as armas que causaram a sua morte.

Figura 8.3. Mausoléu do príncipe Coh

Desde a sua descoberta, a Esfinge egípcia foi um enigma em relação à sua cultura e antiguidade, que permanece insolúvel até hoje. Ela ainda é, nas pa­lavras do Barão Christian Karl Josias Bunsen, autor de Egypt’s Place in Univer­sal History (1848), “o enigma da história”.36 Bunsen observa que o nome mais visível na esteia (uma laje de pedra vertical antiga, com inscrições ou marcas) no templo entre as patas da Esfinge é o de Armais, que foi faraó entre 1298 e 1394 AEC, segundo a lista dos reis compilada pelo sacerdote e historiador gre­go Maneton. De acordo com William Osburn, autor de The Monumental History of Egypt, as Recorded on the Ruins of Her Temples, Palaces, and Tombs (1854), a Esfinge foi obra de Quéfren; mas Osburn ainda tinha dúvidas, pois acrescenta:

     Por outro lado, o grande enigma da Esfinge barbada gigante ainda permanece insolúvel. Quando e por quem a estátua colossal foi erguida, e qual era seu sig­nificado? […] Estamos acostumados a encarar a Esfinge no Egito como um retrato do rei, e, de fato, geralmente como um rei em particular, cujas feições dizem que ela reproduz.37

Nos caracteres hieroglíficos, a Esfinge é chamada Neb, “o senhor”.38 Richard Lepsius (1810-1884), considerado o fundador da moderna egiptologia, observa:

     O faraó Quéfren foi citado na inscrição [na esteia entre as patas da Esfinge], mas não parece razoável concluir, por isso, que foi ele o responsável pela construção do leão, já que uma outra inscrição nos diz que o faraó Quéfren já havia visto o monstro, ou, em outras palavras, que a estátua já existia antes dele, obra de ou­tro faraó. Os nomes de Tutmósis IV e Ramsés II, e também o de Quéfren, estão inscritos na base.39

Plínio, o primeiro autor a mencionar a Esfinge, refere-se a ela como o Túmulo de Amasis.40 Como já foi discutido no capítulo I, a idade da Esfinge não pode ser determinada com certeza. Jacques de Rougé (1842—1923), em seu Six Premiere Dynasties, supõe que a Esfinge pertença à quarta dinastia (2575-2467 aec), mas que tem a mesma idade das pirâmides, se não for mais antiga do que elas. Quanto ao seu significado, Clemente de Alexandria sim­plesmente nos diz que a Esfinge era um emblema da “união da força com a prudência ou sabedoria”41 – ou seja, de força física e intelectual, supostos atributos dos reis egípcios.

Lê Plongeon aponta certas analogias que existem entre a Esfinge egípcia e o jaguar com cabeça humana que está agachado no alto do mausoléu do príncipe Coh. Para entendermos melhor essas analogias, é necessário levarmos em consideração não só os nomes da Esfinge, como também sua posição em relação ao horizonte e às construções à sua volta.

A Esfinge egípcia contempla o leste e encontra-se na frente da segunda pirâmide (a de Quéfren), sobranceira ao Nilo. Ela representa um leão (possi­velmente um leopardo) agachado ou em repouso, com uma cabeça humana. Piazzi Smyth nos diz que “pela cabeça e pelo rosto, embora em nenhuma ou­tra parte, muito da superfície original da estátua ainda está pintada de verme­lho desbotado”.42

O mausoléu do príncipe Coh, em Chichén Itzá, encontra-se em frente e a leste do Templo dos Jaguares. A estátua em seu topo era a de um jaguar com cabeça humana. A cor sagrada dos maias era o castanho avermelhado, a julgar pêlos afrescos na câmara mortuária; e, segundo o bispo de Iucatã, Diego de Landa, mesmo durante a época da conquista espanhola os nativos tinham o hábito de cobrir o rosto e o corpo com pigmento vermelho.43

Acerca da Esfinge egípcia, Henry Brugsch-Bey, egiptólogo e autor de A History of Egypt under the Pharaohs (1881), escreve:

     Ao norte dessa forma gigantesca encontra-se o templo da deusa Ísis; um outro, dedicado ao deus Osíris, está localizado do lado sul; um terceiro templo foi de­dicado à Esfinge. A inscrição na pedra sobre esses templos diz o seguinte: Ele, o Hor vivo, rei do alto e baixo país, Quéops, ele, o dispensador de vida, fundou um templo para a deusa Ísis, a rainha da pirâmide; ao lado da casa do deus da Esfinge, a noroeste da casa do deus e da cidade de Osíris, senhor do lugar dos mortos.44

A Esfinge, localizada entre templos, dedicada a Ísis e a Osíris por seu fi­lho, Hor, parece indicar que a pessoa representada por ela era intimamente li­gada a ambas as divindades.

Uma outra inscrição mostra que ela foi especialmente consagrada ao deus Ra-Atum, ou o “Sol no Ocidente”, ligando-a, dessa maneira, às “terras na direção do sol poente”, ao “lugar dos mortos” e ao país de origem de seus an­cestrais. Os antigos egípcios acreditavam que era para lá que retornariam após a morte e apareceriam diante de Osíris, que estaria sentado em seu trono no meio das águas. Então, ele os julgaria por suas ações enquanto estavam na terra.

Samuel Birch, fazendo anotações na obra de Sir Gardner Wilkinson, Manners and Customs of the Ancient Egyptians, diz que “a Esfinge era chamada de Ha ou Akar”.45 Na linguagem maia, essas palavras significam “água” e “lago” ou “pântano”. Nesses nomes, Lê Plongeon sugere, está a pista de que o rei, representado pela Esfinge, habitava um país rodeado pela água.

     Sua posição, com a cabeça voltada para o Oriente e sua parte posterior para o Ocidente, não pode ser desprovida de significado. Não poderia ser o de que o povo que a esculpiu viajou do Ocidente em direção ao Oriente? Do continente ocidental onde Ísis era rainha, quando ela abandonou sua terra natal e navegou em busca de um novo lar, na companhia de seus seguidores? Não pode ser que o leão ou leopardo com cabeça humana seja o totem de algum personagem fa­moso na pátria-mãe, intimamente relacionado à rainha Móo, altamente venera­do por ela e por seu povo, cuja memória ela desejava perpetuar na sua terra de adoção e entre as futuras gerações?46

Figura 8.4. Hieróglifo de Osíris

Lê Plongeon questiona: “Seria a Esfinge o totem do príncipe Coh?” Na linguagem maia, no entablamento do Templo dos Jaguares, e nas esculturas que adornam o mausoléu do príncipe Coh, ele era representado por um ja­guar. No Egito, Osíris, como rei de Amenti (rei do Ocidente), era representa­do por um leopardo, segundo Lê Plongeon (fig. 8.4). Seus sacerdotes usavam uma pele de leopardo sobre suas vestes cerimoniais, e uma pele de leopardo sempre estava pendurada perto de suas imagens ou estátuas.47

Ao procurar explicar o significado dos nomes inscritos na base da Esfin­ge, Lê Plongeon faz uso da linguagem maia e suas coincidências fonéticas com o antigo Egito. Ele cita a obra History of Egypt de Henry Brugsch-Bey:

     No texto, a Esfinge é chamada de Hu, uma palavra que designa o leão com cabe­ça de homem, enquanto o nome real do deus representado pela Esfinge era Hor-makhu, que significa “Hórus no horizonte”. Era também chamado de Khepra, Hórus em seu lugar de descanso no horizonte onde o sol se põe.48

Heródoto nos diz que Hórus foi o último deus a governar o Egito antes do reinado de Menés, o primeiro rei terreno.49 Hórus, o filho mais novo de Ísis e Osíris, veio ao mundo logo depois da morte do seu pai. Ele dispôs-se a vin­gá-lo, combatendo Seth e defendendo sua mãe contra ele.

Na linguagem maia, Hormakhu é uma palavra composta de três primiti­vas: hool, “cabeça” ou “líder”; ma, “país” (ou radical de Mayach, que se torna sincopada pela perda da inflexão yach, que forma o nome composto); e ku, “deus”. Hormakhu poderia então significar “o deus chefe em Mayach”. Vale a pena acrescentar que as inscrições maias, entre outras, eram lidas da direita para a esquerda, assim com as egípcias. Lê Plongeon afirma que ma significa Mayach nesse caso, pois o sinal […], que tem a forma da península de Iucatã, forma parte do hieróglifo egípcio que representa o nome da Esfinge.50

Ele deduz que se isso não fosse intencional, os hierogramáticos teriam usado qualquer outro dentre os vários sinais para representar a letra latina M. Lê Plongeon nos lembra de que a escrita hieroglífica era primordialmente pic­tórica. Ele vai além e afirma que o sinal egípcio […], o “sol se pondo no hori­zonte ocidental”, torna evidente que o hieróglifo […] tinha a intenção de representar um país, com um contorno geográfico parecido, situado no Oci­dente. Os maias faziam uso do mesmo sinal para designar regiões situadas na direção do poente (o sinal forma parte da palavra Alau no Códice Troano, na parte 1, quadros 2 e 3 de Lê Plongeon).31 Em maia, Khepra seria lido Keb-la – keb significa “inclinar”, la é a “verdade” eterna – o deus, em outras palavras, o sol. Então, Kebia ou Khepra é o sol inclinando-se no horizonte. Quanto ao nome Hu, usado em textos para designar a Esfinge, pode ser uma contração da palavra maia hul, que significa “flecha”, “lança”.

Como símbolos de seus atributos, os gregos sempre colocavam armas ofensivas nas mãos dos seus deuses. Assim também faziam os egípcios. Eles representavam Neith, Sati ou Khem, segurando um arco e flecha. Dotaram Hórus com uma lança, hul, com a qual ele matou Seth, o assassino de seu pai. Às vezes, Hórus é representado de pé em um barco, trespassando a cabeça de Seth, que está nadando na água.52 Será que isso era para indicar que a tragédia teve lugar em um país rodeado de água, que só podia ser alcançado por meio de barcos? Eles também representavam Hórus na terra, perfurando a cabeça de uma serpente com uma lança. Lê Plongeon pergunta retoricamente: Seria a serpente no Egito um dos totens de Seth, o assassino de Osíris, assim como a ponta de uma lança era o totem do príncipe maia Aac, assassino do príncipe Coh? Lê Plongeon acredita que a resposta seja sim.

Na celebração da festa de Osíris, os adoradores costumavam jogar uma corda para a assistência, que a despedaçava, como se vingasse a morte de seu deus. A corda representava a serpente, o emblema de seu assassino. O que leva Lê Plongeon a perguntar novamente: “Seria isso uma reminiscência da tragédia ocorrida na terra natal, onde um membro da família Can (serpente) assassinou seu irmão?”

A partir dos retratos de seus filhos entalhados na entrada da câmara mor­tuária do príncipe Coh, sabemos que seu filho mais novo chamava-se Hul. O totem de Hul era uma ponta de lança, gravada acima de sua cabeça. “Hul, Hu, Hor e Hol não são palavras cognatas?”, pergunta Lê Plongeon.

Em Sacred Mysteries Among the Maya and Quiches, Lê Plongeon se esfor­ça para mostrar, por meio da identidade de suas histórias e dos nomes e dos totens, que os egípcios adoravam Geb, Nut e seus filhos (Osíris, Seth, Ísis e Néftis) como deuses. Lê Plongeon argumenta que esses eram os mesmos per­sonagens da família real maia: rei Canchi; sua esposa, Zoe; e seus cinco filhos, Cay, Aac, Coh, Móo e Nike.

Não encontrando a terra de Mu, a rainha Móo foi para o Egito, onde se tornou a deusa Ísis e era adorada por todo o país. Ela sabia que, séculos atrás, colonos maias, vindos da índia e das margens do Eufrates, já tinham se estabe­lecido no vale do Nilo. Ela buscou refúgio entre eles, e eles a receberam de braços abertos, aceitando-a como rainha. Eles a chamaram Icin, “a irmãzinha”, uma palavra carinhosa que com o tempo mudou para Ísis. Com o passar do tempo, seu culto se tornou até superior ao de Osíris.53 O poeta e filósofo Lúcio Apuleio (123-170 EC), em sua obra “Metamorfoses” (também conheci­da como “O Asno de Ouro”), escreve o que Ísis diz: “Mas os etíopes e os egíp­cios, que o sol ilumina, com reconhecida sabedoria ancestral, adoram-me com as cerimônias devidas, e chamam-me pelo meu verdadeiro nome, Ísis”.54

O historiador grego Diodoro Sículo (c. 90-21 aec), em Biblioteca históri­ca, descreve a sua fala:

     Eu, Ísis, rainha do país, educada por Tot, Mercúrio. O que eu decretei, ninguém pode anular. Sou a filha mais velha de Saturno (Seb), o mais jovem dos deuses. Sou irmã e esposa do Rei Osíris. Ensinei os homens a plantar. Sou a mãe de Hórus.55

No Livro dos Mortos (Papiro de Ani, de 1240 AEC), traduzido por Wallis Budge), Ísis diz: “Sou a rainha dessas regiões; fui a primeira a revelar aos mor­tais os mistérios dos grãos. Sou aquela que está na constelação do cão”.

Terá sido a rainha Móo, para perpetuar a memória do seu marido na ter­ra de sua adoção, quem construiu a Esfinge egípcia em honra ao seu falecido marido em Chichén Itzá – similar ao mausoléu do príncipe Coh? Ali, ela o re­presentou como um jaguar moribundo com uma cabeça humana, suas costas perfuradas três vezes por uma lança. No Egito, ela o representou também por um grande felino com uma cabeça humana, mas o imortalizou como uma alma altiva e glorificada, velando pelo país que garantiu a segurança dela.

Segundo Lê Plongeon, depois de morta a rainha Móo foi deificada, ado­rada e referida como a “boa mãe dos deuses e dos homens”. Os gregos a cha­mam de Maia, os indianos, de Maya, e os mexicanos, Mayaoel. Será que ela incumbiu seu filho Hul da supervisão da construção dessa maravilha do mun­do remanescente? Será por essa razão que vários textos egípcios se referem à Esfinge como Hu? Augustus Lê Plongeon acreditava que sim.

Novas evidências para uma antiga teoria

O trabalho que Augustus e Alice Lê Plongeon realizaram, e o registro que eles criaram em Iucatã, eram tão bons quanto os de seus contemporâneos, mas não havia outros pesquisadores trabalhando na região para que os resultados possam ser comparados. Augustus era um estudioso dedicado e um homem brilhante e empreendedor, mas sem evidências que as comprovassem, suas teorias e ideias não passaram de um exercício de desmoralização para seus adversários que já haviam aceitado uma datação mais recente para as civiliza­ções das Américas. Se Lê Plongeon houvesse refreado suas teorizações, seu trabalho teria sido saudado como uma grande conquista arqueológica. Em vez disso, com a história da rainha Móo e a disseminação da civilização maia, seu trabalho foi deixado de lado e esquecido. O nome de Lê Plongeon rara­mente é citado em textos atuais sobre estudos maias.

Mais de cinquenta anos depois da publicação de Queen Moo and the Egyptian Sphinx, Thor Heyerdahl, um homem que acreditava firmemente que as civilizações antigas, separadas por oceanos, mantinham contato, provou que era possível atravessar o Pacífico e o Atlântico na mais simples das embar­cações. Quarenta anos depois, Svetla Balabanova também encontrou evidên­cias (em sua descoberta de nicotina e cocaína em múmias egípcias) de que o Oriente conhecia o Ocidente, e que eles comercializavam mercadorias. E, é claro, há também o dr. Robert Schoch, que apresentou provas positivas de que a Esfinge é mais antiga do que a civilização dinástica egípcia. Esses fatos che­garam com um século de atraso para Lê Plongeon. Infelizmente, ele estava muito à frente do seu tempo para o seu próprio bem.

Embora o caso da rainha Móo e sua viagem para o Egito permaneça, na melhor das hipóteses, circunstancial, com esses novos fatos podemos agora especular de um ponto de vista muito diferente. Lê Plongeon jamais propôs coisa alguma que estivesse fora do âmbito das possibilidades.

Por último, há a questão das pirâmides, difícil de não mencionar quando se trata de Egito Antigo. É claro que Quéops, Quéfren, Miquerinos e outros das primeiras dinastias construíram as pirâmides. Também é evidente que na Antiguidade, se alguém desejasse construir algo realmente grande, o formato teria de ser piramidal – isso é uma questão de física. Ainda que pirâmides de vários tipos e estilos tenham sido encontradas por todo o mundo, é um enga­no comum acreditar que a terra do Nilo contém mais pirâmides do que qual­quer outro lugar. As culturas do antigo México e da América Central detêm essa honra. Elas construíram mais pirâmides do que qualquer outra civiliza­ção. Com cada lado da base medindo 800 metros e seis vezes maior do que a Grande Pirâmide, a Pirâmide Danta, na Guatemala, é a maior que já foi cons­truída pela humanidade. Foram os maias que a ergueram.59

Será a conexão maias-egípcios sugerida por Lê Plongeon um exagero? Talvez não. Como veremos mais adiante, há evidências nas tradições autócto­nes egípcias que sustentam a ideia de que os maias, de algum modo, tiveram contato com o Egito.

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp.199-211.

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Pirâmides e Anti-Envelhecimento

Publicado por: luxcuritiba em maio 7, 2012

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A molécula da água é um polímero com forma piramidal: 51º 51′ 14″.

Os radicais livres são a causa principal do envelhecimento celular, portanto, também de todo o organismo. Com a Energia das Pirâmides  (através de Terapia Piramidal), consegue-se retardar o processo de envelhecimento devido à eliminação de radicais livres e da integralidade molecular quântica tenso-ativa de toda a matéria exposta.

Outro fator é a eliminação do risco das principais doenças, cura e prevenção de reumatismos degenerativos, atrasando o envelhecimento. Qualquer pessoa sujeita ao tratamento com Pirâmides ou Água Energizada, pode começar a ter uma vida mais saudável e vital, mesmo em idade avançada.

Apesar das últimas descobertas, os mistérios sobre as pirâmides continuam.

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Alienígena em pirâmide egípcia?

Publicado por: luxcuritiba em maio 3, 2012

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(Tradução: Google Traductor)

Teria sido encontrado um alienígena (extraterrestre) mumificado, dentro de uma pirâmide egípcia?

O corpo de um perfeitamente preservado, cuidadosamente mumificados um estrangeiro foi encontrado enterrado em uma pirâmide antiga.

Um ser misterioso de 150 a 160 centímetros foi encontrado por um arqueólogo quando perto Lahun pirâmide explorar próxima da Décima Segunda Dinastia de Senusret II.

No entanto, este fato passou despercebido à primeira vista.

A múmia do que parece ser um alienígena, que remonta mais de 2000 anos e parece que seria uma fonte humanóide disse Antiguidades Egípcias Departamento, que forneceu detalhes e fotos da encontrar em condição de anonimato.

Algumas fontes de o site disse que é um ser da espécie para a sua pele e traços de répteis que caracterizam, por exemplo, os olhos, muito grandes e ovais.

As inscrições no túmulo da múmia mostrou que era um conselheiro o rei Osirunet, o que significa estrela ou enviado do céu.

O corpo mumificado foi sepultado com grande respeito e carinho, acompanhado por uma série de objetos estranhos que até agora os responsáveis ??do Museu arqueológico não foram identificados.

De acordo com fontes egípcias, a múmia alienígena foi descoberto pelo Dr. Viktor Lubek, cidade Checoslováquia e professor aposentado da Universidade da Pensilvânia.

O arqueólogo encontrou o compartimento secreto durante a realização de uma investigação sobre uma pequena pirâmide sul da pirâmide principal, Senuseret II, que contém a rainha de Faraó.

No local, também encontrou algumas misturas de ouro e barro cobrem o corpo, e vestígios de uma aparência de linho, como suave, a pele que cobre a ser enigmático. objetos que contêm o túmulo incluem artefatos feitos de um material resistente tipo sintético que ninguém foi identificado.

Ninguém encontrou elementos similares em outros túmulos egípcios, de modo que a descoberta seria de grande importância para a arqueologia hoje. o mensageiro anônimo que tenha obtido a informação, também garante que a descoberta causou grande consternação entre os funcionários egípcios, que querem mantê-lo escondido até que uma explicação plausível para a múmia estranha.

O governo já consultou uma série de arqueólogos respeitados, mas até agora ninguém pode explicar o achado, em termos comuns.

A verdade é que todos os que viram os especialistas múmia ter dito que não é de origem terrestre, disse a fonte. Há uma sensação de que este é um alienígena que de alguma forma acabou por aconselhar um rei egípcio.

Mas todo mundo no governo está se afastando essa conclusão porque iria apoiar as novas idéias que os antigos egípcios tinham a ajuda de estrangeiros na construção de sua civilização extraordinária.

Os egípcios se recusam a acreditar que o seu legado veio do espaço sideral.

http://saibatananet.blogspot.com.br/2012/05/alienigena-em-piramide-egipcia.html?spref=bl (05.01.2012)

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A usina de força de Gize. Parte 2

Publicado por: luxcuritiba em março 28, 2012

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Eis como a usina de força de Gize provavelmente funcionava. A gigantesca estrutura da pirâmide coletava e concentrava as vibrações tectônicas vindas da terra abaixo dela. A Grande Galeria aprimorava a captação dessas vibrações e, por meio de seus ressoadores, convertia-as em som propagado pelo ar. O som passava por um filtro acústico, que só deixava passar uma certa frequência para a câmara do rei. Na câmara do rei, o som filtrado fazia vibrarem as paredes maciças de granito, o teto e a pilha de vigas de granito acima dele, convertendo energia mecânica em energia elétrica.

Uma vez que a câmara do rei estava repleta de hidrogênio gasoso produzido na câmara da rainha, o hidrogênio absorvia eletricidade, o que deixava seus átomos em estado excitado. Os sinais de micro-ondas eram captados pela superfície externa da pirâmide e direcionados para o duto norte, que chegava à câmara do rei. Lá, a caixa de granito refratava a radiação eletromagnética e, com a oscilação dos cristais adicionando energia ao feixe de micro-ondas, servia para ampliar o sinal em seu interior, quando ele atravessava sua primeira parede. No interior da caixa de granito, o feixe ampliado interagia, então, e estimulava a emissão de energia dos átomos energizados de hidrogênio. Ao atravessar o outro lado da caixa, a energia de micro-ondas era concentrada num dispositivo de antena, e deixava a pirâmide através do duto sul, quando já podia ser utilizada.

Figura 6.4. Análise mecânica da Grande Pirâmide.

Infelizmente, qualquer equipamento externo que pudesse utilizar a eletricidade produzida pela usina de força foi removido há muito tempo. Depois da quarta dinastia, por razões desconhecidas, a necrópole de Gize foi abandonada, para só ser redescoberta quase mil anos mais tarde pelo faraó Tutmósis IV, da décima oitava dinastia. Todavia, é espantoso pensar que todos os objetos e artefatos de precisão discutidos no capítulo 4, feitos da rocha mais dura que dispunham, fossem feitos à mão. E o que dizer das pirâmides? Elas também foram construídas de materiais trabalhados com excepcional precisão. Parece razoável especular que máquinas e equipamentos especializados tiveram de ser projetados e construídos para produzir objetos e materiais de construção tão precisos, e, também, para posicionar blocos de pedra extraordinariamente pesados. A pesquisa e as teorias de Dunn sobre a função da Grande Pirâmide são objetivas e resta ver se a Grande Pirâmide pode ser recriada (numa escala muito menor) para demonstrar que ela era, de fato, uma usina de força.

O que aconteceu à usina de força?

Uma das questões que sempre são apresentadas a Chris Dunn é: o que aconteceu à usina de força e a todo seu equipamento interno? Em resposta, ele diz acreditar que tenha acontecido uma tremenda explosão no interior da pirâmide, resultado, provavelmente, de um excesso de energia causado por um terremoto. Em Pyramids and Temples o/Gizeh, Petrie observa que a câmara do rei foi submetida a uma força poderosa que empurrou suas paredes quase três centímetros. Para Dunn, as rachaduras nas vigas do teto não parecem ser explicadas muito bem como acomodação, e a explicação dos historiadores de que o dano foi causado por um terremoto é insatisfatória. Não há dano similar na parte inferior da Grande Pirâmide. Petrie examinou a passagem descendente e encontrou uma precisão surpreendente tanto nas partes construídas quanto nas escavadas. Não há indícios, então, de que a estrutura tenha sofrido um abalo tamanho que pudesse deslocar uma câmara localizada a 53 metros acima da rocha-mãe. Além disso, por que um terremoto faria com que a câmara se expandisse, em vez de desabar? Esse argumento, junto com a ausência de evidências na parte inferior da Grande Pirâmide que a corroborem, refuta a teoria do terremoto.

Dunn acredita que a caixa de granito escuro na câmara do rei seja a pista
Principal:

Talvez a caixa fosse originalmente vermelha e extraída da mesma pedreira e na mesma época do restante do granito. Dependendo de outros elementos presentes por ocasião do mau funcionamento da usina de força, é concebível que certas mudanças possam ter sidc registradas em qualquer objeto que porventura tenha sobrevivido ao acidente. Os lados e a base da caixa, comparativamente mais finos do que os imensos blocos de granito que formam o teto e as paredes, poderiam, naturalmente, ser mais suscetíveis aos níveis excessivos de energia. Sendo assim, pode ser que a caixa, incapaz de conduzir o calor a que foi submetida, simplesmente tenha sido cozida, disso resultando uma mudança em sua cor.28

Em 1999, Dunn retornou ao Egito e descobriu que a Grande Pirâmide havia sido totalmente limpa. A Grande Galeria, que Dunn antes pensava ser construída em calcário, era feita de granito liso, altamente polido, o que consistia uma escolha lógica para os construtores, já que esse material é mais resistente ao calor. Entretanto, a evidência mais interessante foi a de que havia marcas de chamuscado nas paredes da Grande Galeria. Havia danos severos causados por aquecimento sob cada camada chanfrada, por uma distância de cerca de 30 centímetros. É como se os danos se concentrassem no centro das marcas de chamuscado. Se uma linha ré ta fosse medida do centro de cada marca de chamuscado e projetada para baixo na direção da rampa da galeria, estaria alinhada com os encaixes na rampa!29

Para Dunn, o padrão é inconfundível e bem destacado. As marcas de chamuscado no teto se aproximam do esquema e localização que ele descreveu hipoteticamente em seu livro. Além disso, há pares de marcas de chamuscado onde a estrutura de sustentação do ressoador teria sido colocada.

Espírito científico

A usina de força de Gize é uma teoria radical, mas só do ponto de vista da tradição. Imbuído do verdadeiro espírito de investigação científica, Christopher Dunn explica cada aspecto do complexo interno de passagens e câmaras da Grande Pirâmide. Ele também insiste que uma construção tão precisa não poderia ser realizada sem ferramentas apropriadas, não só para cortar e modelar, mas também para medir precisamente. Em seu modelo, ele até previu que ela teria suportado uma séria explosão. As marcas de chamuscado na Grande Galeria atestam a exatidão de sua teoria.

Com genuíno espírito científico, Dunn lança um desafio a todos os egip-tólogos para que examinem crítica e ceticamente a teoria do túmulo e apresentem evidências que sustentem essa conclusão. No passado, eles não foram capazes disso, e jamais serão capazes de fazé-lo. Há muitas evidências de que a pirâmide de Quéops foi, de fato, uma estação construída para transformar energia mecânica e vibracional em energia elétrica. Isso coloca um ponto de exclamação depois da pergunta que tem instigado amadores e profissionais por mais de uma centena de anos: quern eram os primeiros egípcios?

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp.155-158.

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Uma usina de força geomecânica

Publicado por: luxcuritiba em março 23, 2012

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A crosta terrestre consiste de um número de peças em movimento, nove grandes placas tectônicas e outras doze menores, que estão sempre colidindo ou se afastando. A pressão aumenta nas zonas de falhas e acaba sendo aliviada. Percebemos esse alívio de pressão como uma vibração maciça, um terremoto. As propriedades mecânicas das rochas que as ondas sísmicas atravessam ao deslocarem-se, rapidamente organizam essas ondas em dois tipos. As ondas de compressão, também conhecidas como primárias ou ondas “P”, propagam-se mais rápido, numa velocidade que varia de 1,5 a 8 km por segundo na crosta terrestre. As ondas transversais, também conhecidas como secundárias ou ondas “S”, propagam-se mais devagar, normalmente a 60 ou 70% da velocidade das ondas P. As ondas P fazem o solo vibrar na direção em que se propagam, ao passo que as ondas S o fazem vibrar perpendicular ou transversalmente à direção da propagação. Embora as frequências reais das ondas sísmicas estejam abaixo do alcance da audição humana, é possível escutá-las quando se acelera um sismograma gravado. Tipicamente, as ondas P, de alta frequência, são seguidas pelo som grave e prolongado das ondas S, de baixa frequência.

Em consequência da constante colisão das placas terrestres, terremotos bem pequenos ocorrem continuamente. Só percebemos os grandes. O significado disso é que a Terra vibra o tempo todo e possui sua própria frequência fundamental. Seria possível captar essas vibrações com um objeto que respondesse de acordo com a frequência fundamental da Terra.

Se um dispositivo fosse concebido de modo que sua própria frequência de ressonância fosse a mesma que a da Terra, ou se estivesse em harmonia com ela, teria o potencial de se tornar o que é chamado de oscilador conjugado – um objeto que está em harmônica ressonância com outro objeto vibrante, normalmente maior. Quando colocado para funcionar, o oscilador conjugado pode captar energia terrestre e vibrar junto com ela harmonicamente, desde que a Terra continue a vibrar nessa frequência. Desse modo, pode-se transferir energia terrestre com eficiência.

O que Dunn descobriu é que a Grande Pirâmide, que cobre uma vasta área, está em ressonância harmônica com as vibrações da Terra, e funciona como uma trompa acústica para captar e canalizar as vibrações terrestres. Depois de analisar a estrutura interna da pirâmide, ele também concluiu que suas passagens e câmaras foram projetadas para maximizar a produção sonora.

Ao criar pulsos alternados no topo da pirâmide e na câmara subterrânea – uma característica que todas as pirâmides egípcias têm — a estrutura poderia ser posta para funcionar. Uma vez que a vibração da pirâmide estivesse combinada com a da Terra, a transferência de energia da Terra continuaria até que o processo fosse revertido. Chris Dunn explica precisamente como isso era conseguido por meio da estrutura interna da pirâmide. Tudo que seria necessário, então, seria um sistema que pudesse fazer uso dessa energia.14

Um gerador de eletricidade (a câmara do rei)

O cristal de quartzo tem uma reação peculiar quando é submetido à vibração. Conhecido como efeito piezoelétrico, a vibração comprime o cristal alternadamente, gerando corrente elétrica (esse princípio é empregado em microfones, por exemplo). O cristal de quartzo não cria energia; ele apenas converte um tipo de energia em outro. De fato, serve como um transdutor. O interessante é que a câmara do rei foi construída com granito de Assuã, que contém 55% ou mais de cristais de quartzo de silício. Então, nesse sentido, a câmara do rei é um transdutor.

A evidência disso é contundente. Acima da câmara do rei há cinco fileiras de vigas de granito, 43 ao todo, cada uma pesando mais de 70 toneladas. Cada camada de granito é cortada réta e paralelamente em três dos lados, e deixada rústica na parte superior, e é separada das outras por espaços grandes o suficiente para uma pessoa rastejar por eles. O resultado disso é que cada viga de granito pode vibrar se submetida a uma quantidade de energia adequada. Se ajustadas à mesma frequência, as outras vigas igualmente vibrariam na mesma (ou harmônica) frequência que a primeira viga. Além disso, se a frequência da fonte, o som recebido, combinasse com a frequência natural da viga, então, a transferência de energia poderia ser maximizada e o mesmo aconteceria com a vibração das vigas.

Para aumentar a capacidade de ressonância das 43 vigas de granito com a frequência da fonte, seria preciso que a frequência natural das vigas fosse a mesma, ou harmônica à frequência da fonte. Para obter esse resultado, as vigas teriam de ser desbastadas até atingirem a frequência desejada. O princípio aqui é o mesmo do diapasão. Diapasões grandes ressoam em baixas frequências e, os pequenos, em altas frequências. Para fazer com que as vigas de granito vibrassem na mesma frequência seria preciso que todas elas tivessem, de um modo geral, a mesma forma e o mesmo peso. E isso é precisamente o que as evidências observáveis indicam. Os construtores da câmara trabalharam nas laterais brutas das vigas antes de instalá-las, removendo protuberâncias e escavando buracos. Com efeito, elas foram “afinadas”. Testes acústicos confirmam que as vigas de granito vibram na frequência fundamental. Na verdade, a própria câmara reforça essa frequência ao produzir frequências dominantes. A câmara cria um acorde em fá sustenido, que se acredita estar em harmonia com a vibração natural da Terra.

Testes acústicos no interior da câmara do rei também revelaram que o aposento inteiro encontra-se “solto” dentro da alvenaria de calcário. O piso de granito assenta-se sobre o calcário “corrugado”; as paredes são suportadas externamente e mergulham 12,5 centímetros abaixo do piso. O resultado final é que todo o aposento é livre para vibrar com eficiência máxima e está pronto para converter as vibrações da terra em eletricidade. A vibração do cristal contido no granito cria um campo elétrico, mas para recolher essa energia é necessário um meio de transferência, que era fornecido pelo resultado dos processos químicos na câmara da rainha, com o emprego de hidrogênio. Na presença de um campo elétrico, o hidrogênio se torna excitado — atomicamente falando, seus elétrons expandem sua órbita em torno do núcleo. Quando se força os elétrons de hidrogênio a voltar ao seu estado de repouso (original), a energia que eles conservam precisa ser liberada, e com equipamento apropriado para recolher e concentrar a energia, ela poderia ser usada em algum dispositivo (pesquisas recentes têm investigado esse tipo de produção de eletricidade para aplicação em laptops e em próteses, embora outros meios sejam mais eficientes do que o hidrogénio para o uso nos dispositivos diminutos atuais).

Curiosamente, o próprio caixão no interior da câmara do rei vibra na frequência de 438 hertz – em sincronismo com o aposento. Tudo o que é necessário é energia suficiente para fazer vibrar as vigas e ativar suas propriedades piezoelétricas.15

O ressoador (a Grande Galeria)

A chave para fazer a câmara do rei vibrar é a estrutura ou dispositivo que concentra as vibrações recebidas através da pirâmide — justamente o propósito da Grande Galeria. Trata-se de uma área encapsulada, com ressoadores instalados em encaixes ao longo de toda sua extensão. Um ressoador é um objeto com dimensões específicas escolhidas de modo a permitir a oscilação interna ressonante das ondas acústicas de frequências específicas. A vibração ressoa dentro da cavidade do objeto para produzir som propagado pelo ar a uma certa frequência, que é baseada no tamanho da cavidade. Molduras de madeira foram construídas para abrigar os ressoadores da Grande Galeria, dispostos no chão e no teto, com as extremidades das molduras ajustadas aos encaixes retangulares escavados no calcário. Quando os ressoadores estavam em seus lugares, provavelmente não era possível caminhar pela galeria, por causa do equipamento e de seus apetrechos. O papel dos ressoadores era o de converter e concentrar as vibrações em som propagado pelo ar.

De acordo com Dunn, o desenho da galeria, seus ângulos e superfícies, refletem o som e o direcionam para a câmara do rei. Quando o som é canalizado para a cavidade de granito ressoante, força as vigas de granito do teto a oscilarem e, por sua vez, as vigas acima delas começam a ressoar também, harmonicamente. Em resultado disso, uma maximização de ressonância é obtida e todo o complexo em granito se torna uma vibrante massa de energia. O desenho específico da Grande Galeria foi projetado para transferir a energia captada pela enorme área da pirâmide para a câmara do rei ressoante.

Embora seja necessária uma confirmação de um engenheiro acústico para corroborar que a Grande Galeria refletiria o som da maneira proposta, Dunn foi capaz de extrapolar outras informações acerca de dispositivos acústicos que já não estão mais no lugar. Ele teoriza que a Grande Galeria abrigava ressoadores que convertiam as vibrações conjugadas da Terra e da pirâmide em som propagado pelo ar. Os 27 pares de encaixes nas rampas laterais da galeria poderiam ter contido o conjunto de ressoadores. O que seria uma boa explicação para a existência dos encaixes, cuja existência sempre constituiu um mistério. Se a função deles era a de responder às vibrações da Terra, então, deveriam ser similares a um ressoador Helmholtz (veja fig. 6.3), um dispositivo atual que tem uma função similar.

Um ressoador Helmholtz responde a vibrações e maximiza a transferência de energia de uma fonte vibradora. Trata-se de uma esfera oca com uma abertura redonda entre um décimo e um quinto do seu diâmetro, geralmente de metal, mas que pode ser feita de outros materiais. O tamanho da esfera determina a frequência em que ela ressoa. Se a frequência do ressoador está em harmonia com sua fonte, retirará energia da fonte e ressoará numa amplitude maior.

Figura 6.3. Diagrama do Dispositivo Ressoador.

A teoria de Dunn é que cada ressoador do conjunto da Grande Galeria era equipado com vários ressoadores do tipo Helmholtz, afinados em diferentes frequências harmônicas. Cada ressoador na série respondia a uma frequência mais alta do que a anterior, e ampliava a frequência das vibrações vindas da Terra. Para conseguir isso, os antigos cientistas precisariam reduzir as dimensões de cada ressoador sucessivamente, e também reduzir a distância entre as duas paredes. Na verdade, as paredes da Grande Galeria se estreitam sete vezes, do chão até o teto. Em sua base, os ressoadores eram presos nos encaixes da rampa. Ao longo da segunda camada da parede chanfrada há uma ranhura entalhada na pedra, sugerindo que os ressoadores eram mantidos em seus lugares e posicionados ao serem antes instalados nos encaixes da rampa. Pinos encravados na ranhura mantinham-nos no lugar. Os suportes verticais para os ressoadores provavelmente eram feitos de madeira, uma vez que esse material é um dos que respondem a vibrações de maneira mais eficiente.

O Museu do Cairo guarda alguns dos mais notáveis artefatos em pedra da civilização egípcia. Segundo Dunn, a julgar pela forma e as dimensões de alguns desses vasos, provavelmente são os ressoadores do tipo Helmholtz usados na Grande Pirâmide. Um desses itens, um cântaro, tem uma trompa presa a ele. Outro cântaro não tem as alças normalmente usadas em um vaso doméstico, mas apêndices laterais que mais parecem munhões. Tais munhões seriam necessários para manter o cântaro preso em um ressoador. Um fato pouco divulgado a respeito desses artefatos é que foram encontrados trinta mil deles em câmaras debaixo da pirâmide escalonada de Djoser.16

Um filtro acústico (a antecâmara do rei)

A antecâmara da câmara do rei tem sido objeto de muita preocupação e discussão. A despeito de suas pequenas dimensões, 2,7 metros de comprimento, por 2,7 metros de altura, por 1,06 metro de largura, é um dos aposentos mais incomuns na pirâmide. Em comparação com todo o resto da construção, é rústico — a superfície dos blocos de pedra não são polidas, nem niveladas. Na parede sul, acima da entrada para a câmara do rei, há quatro ranhuras verticais que correm da entrada até o alto da câmara. Ao longo das paredes leste e oeste há dois lambris (revestimentos) de granito, de diferentes alturas. O do lado leste tem 2,6 metros de altura; o do lado oeste tem um pouco mais de 2,75 metros. Três ranhuras foram escavadas nos lambris de granito da parede oeste, começando na extremidade sul da câmara, medindo aproximadamente 0,45 metro de largura. No alto de cada ranhura há um rebaixo semicircular, como suportes para uma vara ser pendurada atravessando o aposento. Entretanto, uma vez que não há rebaixes feitos nas ranhuras do lado leste, qualquer viga hipotética teria de se apoiar no alto.

Alguns pesquisadores aventaram a hipótese de que uma série de lajes de pedra foram deslizadas para suas posições após o corpo de Quéops ser sepultado. Os rebaixes semicirculares feitos nos lambris de granito suportavam as vigas de madeira que serviram como guindastes para baixar os blocos. Segundo Dunn, eles não estavam muito longe da verdade.

Os antigos egípcios precisavam concentrar um som de frequência específica na câmara do rei, o que requereria um filtro acústico entre a Grande Galeria (o ressoador) e a câmara do rei. Colocando defletores no interior da antecâmara, as ondas sonoras que vinham da Grande Galeria seriam filtradas quando a atravessassem. Somente uma única frequência, ou harmônica dessa frequência, passaria para a câmara do rei. O resultado disso seria que ondas sonoras de interferência não seriam capazes de entrar na câmara do rei e reduzir a produção.

Para explicar os sulcos semicirculares visíveis no lado oeste da antecâmara e a superfície plana do lado leste, Dunn especula que quando os defletores foram postos no lugar, receberam uma afinação final. Girando as cames, o eixo descentralizado levantou ou abaixou os defletores até que a produção do som estivesse maximizada. Uma vez “afinadas”, o eixo que suspendia os defletores seria fixado no lugar num pilar situado na superfície plana dos lambris na parede oposta.17

A passagem ascendente

Já que um sistema vibrante pode acabar destruindo a si próprio, uma maneira de controlar a energia da vibração também é necessária. Uma delas é abafar o sistema; a outra é contra-atacar com uma onda de interferência que anule a vibração. Amortecer fisicamente a vibração seria impraticável, considerando a função da Grande Pirâmide como uma máquina. Entretanto, o amortecimento nem sempre é necessário, ao contrário das necessidades de amortecimento de uma ponte, por exemplo. Reduziria a eficiência da máquina, e envolve provavelmente partes móveis, como os abafadores num piano.

Anular o excesso de vibrações usando uma onda sonora defasada como interferência seria a escolha lógica. A passagem ascendente é a única estrutura dentro da Grande Pirâmide que contém os dispositivos (“tampões” de granito) que podem ser acessados diretamente do exterior. Dunn se refere a eles como dispositivos pela mesma razão que também chama as vigas de granito acima da câmara do rei de dispositivos. Tanto em seu projeto como na confecção de tais itens, houve exagero, se levarmos em conta seu suposto uso. Calcário teria sido suficiente para manter os ladrões afastados. Então, por que usar granito?

Dunn estudou-os e chegou à conclusão de que eles desempenhavam dois papéis cruciais. Primeiro, o de fornecer feedback para os operadores da usina de força, respondendo ao som que estivesse sendo gerado dentro da Grande Galeria, e passando através da passagem ascendente. Segundo, devem ter sido capazes de responder a vibrações do equipamento da passagem descendente e transmitir as ondas sonoras defasadas como interferência a fim de evitar que as vibrações atingissem níveis destrutivos. É claro que os operadores deviam usar sensores de vibração ligados ao tampão de granito do fundo com o objetivo de monitorar o nível de energia lá dentro. Isso explica não só a lógica dos construtores ao escolher o granito, mas também os meios que os antigos egípcios usavam para controlar o nível de energia do sistema. Dunn também especula que dirigindo um sinal da frequência correta para a passagem descendente, os operadores poderiam preparar o sistema. Segundo sir Flinders Petrie, as faces adjacentes dos blocos tinham um acabamento ondulado (mais ou menos 0,75 cm). Parte do granito ainda se encontrava cimentada ao chão, prova indiscutível de que os tampões de granito foram posicionados enquanto a Grande Pirâmide estava sendo construída.18

A caixa de granito na câmara do rei

Depois de transformar a energia mecânica em energia elétrica, é necessário um meio através do qual a eletricidade possa fluir e ser utilizada. O mais provável é que, quando a usina estava em operação, a câmara do rei estivesse cheia não de ar, mas com um meio gasoso que pudesse ressoar com o sistema inteiro, maximizando, assim, a produção. O hidrogénio, átomo responsável pela emissão da radiação de micro-ondas no universo, e também o mais simples dentre todos os elementos, satisfaria essas necessidades. Seus átomos, com um único elétron, absorveriam a energia com mais eficiência. As frequências elevadas que adentrassem a câmara do rei vindas da Grande Galeria excitariam o hidrogénio gasoso a níveis mais elevados de energia. Em outras palavras, ele absorveria essa energia eficientemente, já que cada átomo responderia em ressonância com essa recepção.

A vibração das vigas de granito convertia a energia sonora, por meio do efeito piezoelétrico dos cristais de quartzo de silício, em ondas de rádio de alta frequência, que eram absorvidas pelos átomos de hidrogênio. Isso acontece porque o único elétron no átomo de hidrogênio é induzido a aumentar sua distância do próton, o que constitui um estado não natural. Quando o elétron, por fim, retorna ao seu estado normal, libera energia. Ele também pode ser estimulado a retornar ao seu estado normal por meio de um sinal de entrada, que é uma quantidade de energia da mesma frequência. O resultado disso é que o sinal de entrada continua seu caminho, depois de estimular a emissão do átomo de hidrogênio, e leva embora a energia liberada.

Na Grande Pirâmide, o duto norte servia como um condutor para o sinal de entrada de micro-ondas. Ele foi construído para passar através da alvenaria, da face norte da pirâmide até a câmara do rei. Esse sinal de entrada de micro-ondas podia ser recolhido pela superfície externa da pirâmide e conduzida pelo condutor de ondas. A superfície original do revestimento de pedra da pirâmide, que era liso e ligeiramente côncavo, pode ter sido tratado de modo a recolher ondas de rádio da região de micro-ondas que está constantemente bombardeando a Terra do espaço. Segundo Dunn, o condutor de ondas que conduz à câmara tem dimensões que se aproximam muito do comprimento de onda da energia de micro-ondas, que é de 1.420.405.751,786 hertz. Essa é a frequência de energia emitida pelo átomo de hidrogénio no universo. Isso certamente ajuda a explicar a chapa de ferro dourado que foi descoberta enfiada no calcário perto do duto sul. Revestir os dutos com chapas de ferro dourado os tornaria condutores muito eficientes tanto para o sinal de entrada quanto para a energia produzida.

A caixa de granito do interior da câmara do rei é um componente importante do sistema. Dunn acredita que ela ocupava uma posição entre os condutores de ondas nas paredes norte e sul. Ela servia como um amplificador do sinal de micro-ondas que chegava à câmara. Para nós, ela é densamente opaca, mas permite que radiação eletromagnética (invisível para nós) passe através dela. A evidência sugere que a caixa de granito podia refratar a radiação eletromagnética que passava através das paredes norte e sul da caixa.

Embora medições precisas sobre as características óticas não tenham sido feitas, as medições realizadas pelo explorador britânico do século XIX Piazzi Smyth demonstram que a superfície da caixa é côncava. Então, quando a caixa de granito estava posicionada no caminho do sinal que chegava do duto norte, e com cristais oscilantes acrescentando energia ao raio de micro-ondas, pode ter servido para ampliar o sinal dentro da caixa quando passava pela primeira parede. Dentro da caixa de granito, o raio ampliado então interagia e estimulava a emissão de energia dos átomos energizados de hidrogênio.

Na câmara do rei, na abertura do duto sul, há um detalhe na parede de granito que lembra muito uma antena corneta, um receptor de micro-ondas. A radiação recolhia mais energia quando passava através da parede oposta da caixa; então, era uma vez mais refratada e concentrada nessa antena corneta. A boca de sua abertura encontra-se seriamente danificada. Devido à sua geometria curva, alguém, no passado distante, achou necessário remover uma parte do granito para retirar o ouro ou o revestimento dourado. Segundo Dunn, o que restou identifica-a de maneira inequívoca como um receptor da energia de micro-ondas que entrava na câmara vinda do condutor de ondas da parede norte.19

O gerador de hidrogênio (a câmara da rainha)

A câmara da rainha está situada no centro da pirâmide, com dois dutos ascendentes que terminam a 12,5 centímetros da parte de dentro da parede da câmara. O explorador britânico do século XIX, Wayman Dixon, descobriu esses dutos em 1872, ao atravessar um bastão na parede. Ele também percebeu que o calcário da região do duto era particularmente macio. Em 1993, pesquisas conduzidas pelo engenheiro de robótica Rudolf Gantenbrink revelaram, como já foi mencionado anteriormente, que as extremidades estavam seladas por blocos de calcário. Obviamente, eles nunca tiveram a intenção de serem dutos de ar.

No final do século XIX, Piazzi Smyth achou importante registrar que havia flocos brancos de argamassa exsudando das juntas dentro do duto. Mais tarde, descobriu-se que se tratava de gesso de Paris, também conhecido como gipso. Ele também notou que a câmara continha um odor acre que fazia com que os visitantes se apressassem a deixar a câmara. Segundo Dunn, tal odor não era resultante de más condições de higiene, mas sim de elementos residuais dos processos químicos que costumavam ocorrer ali.20

Outro fato aparentemente inexplicável é que há sal incrustado nas paredes, e também na passagem horizontal na porção inferior da Grande Galeria, cuja espessura, em alguns lugares, chega a mais de um centímetro. Ironicamente, o sal é um produto natural da reação química necessária para produzir hidrogênio. Foi formado provavelmente quando o gás contendo hidrogênio reagia com o cálcio nas paredes de calcário. Em 1978, o dr. Patrick Flanagan, físico e pesquisador, enviou uma amostra desse sal ao Departamento de Geologia e Tecnologia Mineral do Arizona para análise. Descobriu-se que se tratava de uma mistura de carbonato de cálcio, cloreto de sódio e gipso (gesso de Paris) – precisamente os minerais que resultariam de uma reação química ocorrida na câmara da rainha para obtenção de hidrogênio.21

O nicho chanfrado com um pequeno túnel escavado a uma profundidade de 11,58 metros, que termina numa caverna em forma de bulbo, é outra curiosidade da câmara da rainha. Seu piso plano e nivelado e seu lado esquerdo que forma um ângulo réto quase perfeito, são indícios certos de que era parte da construção original. É provável que tivesse um propósito mecânico. O engenheiro hidráulico Edward Kunkle propôs que fosse parte de uma grande bomba de aríete, que também envolvia outras particularidades do interior da Grande Pirâmide.22

Dunn acredita que a terminação dos dutos, a 12,5 centímetros da câmara, fazia parte do projeto original. Cada duto continha um pequeno orifício que desembocava na câmara, que seria uma maneira de controlar a quantidade específica de fluido que entrava nela. Uma vez que o duto norte apresenta uma mancha escura, os egípcios devem ter usado os dutos para introduzir dois elementos químicos diferentes na câmara da rainha.

O nicho chanfrado do interior da câmara forneceria uma escora para uma torre de evaporação, e pode ter contido também um catalisador. Os elementos químicos eram derramados no piso da câmara e passavam pelo material catalisador.

Dunn procurou o engenheiro químico Joseph Drejewski. Drejewski concordou que duas soluções químicas poderiam ser introduzidas nessa câmara para criar hidrogênio ou amônia em condições ambientes de 26,5 graus centígrados, com variações de 6,5 graus para mais ou para menos. Ele também concordou que o nicho na parede da câmara poderia ter sido usado para abrigar um resfriador ou uma torre de evaporação. Segundo Drejewski, o zinco é a escolha de metal mais comum para criar hidrogénio. Quando tratado com ácido clorídrico, produz hidrogénio gasoso razoavelmente puro, relativamente rápido.23

Apoio adicional à teoria química de Dunn veio em 1993, quando Rudolf Gantenbrink guiou um robô, Upuaut II, pelo conduto sul e descobriu em sua extremidade uma “porta” com acessórios de cobre. A filmagem desse duto, feita pelo robô de Gantenbrink, revelou erosão na porção inferior do duto. As paredes e o piso dele eram extremamente rústicos, e a erosão mostrava estrias horizontais. Também havia sinais de exsudação de gipso nas paredes de calcário. O robô de Gantenbrink chegou a um beco sem saída na parte superior do duto sul, ao encontrar um bloco de calcário com dois misteriosos acessórios de cobre sobressaindo dele.

Foi publicado que uma porta oculta havia sido encontrada dentro da Grande Pirâmide. O que não foi divulgado é que o próprio duto tem apenas cerca de 22,5 cm2. Assim sendo, não era de fato uma “porta”. Especulou-se que os acessórios de cobre seriam ferrolhos para prevenir que o bloco de calcário fosse removido. Entretanto, para Dunn, essa explicação não se encaixa. Por que os construtores da pirâmide desejariam incluir um bloco deslizante em uma área inacessível? E mesmo se desejassem, como isso era ativado?

De acordo com Dunn, os acessórios de cobre parecem eletrodos, que seriam capazes de fornecer uma medida exata de ácido clorídrico para a câmara. Eles poderiam funcionar como uma chave para assinalar a necessidade de mais produtos químicos. Os primeiros exploradores encontraram, nos dutos que levam à câmara da rainha, um pequeno gancho duplo de bronze, um pedaço de madeira e uma esfera de pedra. Por certo tempo, estiveram desaparecidos. Mas, em 1993, reapareceram no Museu Britânico, dentro de uma caixa de charutos, no Departamento de Antiguidades Egípcias. Segundo Dunn, esses itens provavelmente faziam parte do mecanismo que alertava que mais produtos químicos eram necessários.24 Se os dutos serviam para armazenar os produtos químicos, o pedaço de madeira, que parece cedro, junto com o gancho duplo de bronze, devia ficar boiando sobre a superfície do fluido. Ele subia e descia de acordo com o nível de fluido no duto. Quando o duto estava cheio, as pontas faziam contato com os eletrodos, fechando o circuito. Quando o fluido baixava, as pontas se afastavam dos eletrodos, abrindo o circuito, enviando, assim, um sinal para que mais solução química fosse bombeada. Uma vez que o gancho fizesse contato com os eletrodos, a bomba pararia.

Gantenbrink ofereceu-se para atravessar o pequeno espaço na parte inferior da porta com outro robô, mas a oportunidade lhe foi negada. Mais tarde, o engenheiro norte-americano Tom Danley testou o duto sul usando um dispositivo acústico e descobriu que o duto continuava além do bloco de calcário por mais 9 metros. Embora não haja evidências tangíveis do que existe por trás da “porta” de Gantenbrink, o que foi descoberto combina muito bem com a teoria da usina de força.25

Em 1992, o engenheiro francês Jean Leherou Kerisel conduziu testes de radar de penetração no solo* e microgravimetria na curta passagem horizontal que liga a passagem descendente ao poço subterrâneo. Sua equipe detectou uma estrutura sob o piso da passagem. Era possível que se tratasse de um corredor orientado na direção sul-sudeste/norte-nordeste, com o teto na mesma altura da passagem descendente. Também foi encontrado um “defeito na massa”, como Kerisel o classificou, no lado oeste da passagem, 5,5 metros antes da entrada da câmara.26 Essa anomalia corresponde a um duto vertical de pelo menos 4,5 metros de profundidade, com uma seção muito próxima à parede oeste da passagem. Kerisel julgou ter identificado, fora do corredor subterrâneo da entrada da câmara, algo que parece ser um sistema completamente separado do corredor que termina em um duto vertical. Embora possam ser traços de um grande volume de pedra calcária dissolvida, ele suspeita fortemente de que se trata de uma intervenção humana.

O que a descoberta de Kerisel indica é que os dutos de alimentação que chegam à câmara da rainha deviam ser preenchidos com produtos químicos através de um duto vertical ligado a uma câmara subterrânea. Kerisel detectou a anomalia vertical no lado oeste da passagem, que é a mesma orientação dos dutos que chegam à câmara da rainha. Segundo Dunn, não seria de admirar que ao atravessar a “porta” de Gantenbrink fosse encontrado um duto vertical que fosse dar em uma câmara escavada na rocha-mãe. Dunn tampouco ficaria surpreso se cabos ou arames de cobre, que eram ligados aos acessórios de cobre, fossem encontrados por trás da “porta” de Gantenbrink.

A passagem horizontal, o duto e o poço subterrâneo

A longa passagem horizontal que liga a câmara da rainha à Grande Galeria também foi construída em calcário. Seu propósito pode ter sido o de remover umidade residual e impurezas do hidrogênio gasoso, à medida que ele fluísse em direção à Grande Galeria. Na junção onde a passagem horizontal se encontra com a passagem ascendente, existe um ressalto de 12,5 centímetros. Devia haver, provavelmente, uma laje apoiada contra o ressalto, funcionando como uma ponte entre a passagem ascendente e o piso da Grande Galeria, onde há outro ressalto semelhante. O ressalto e a laje deviam impedir que o fluido descesse para a passagem ascendente. Encaixes na parede lateral indicam que devia haver suportes para essa laje. Orifícios teriam de ser perfurados nela para permitir que o gás subisse para a Grande Galeria.

Nessa junção, e em direção a oeste, um orifício leva até o duto. A solução química gasta, saída da câmara da rainha, devia fluir ao longo da passagem horizontal, escorrer pelo duto e para a caverna artificial ou poço subterrâneo, se o duto estava ligado à parte inferior da passagem descendente.27

* Conhecido como GPR (Ground Penetrating Radar). (N. da T.)

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp.142-154.

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A Grande Pirâmide

Publicado por: luxcuritiba em março 22, 2012

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Com três câmaras, oito passagens e uma galeria principal, a Grande Pirâmide de Quéops é a mais complexa internamente dentre todas as pirâmides do Egito. A entrada original dá para uma passagem estreita (1,18 m de altura por 1,06 m de largura), que desce 105 metros no leito rochoso e termina em um aposento subterrâneo. Embora grande (14 m x 8,2 m x 3,3 m), esse aposento é rústico e desprovido de inscrições. Já que seu propósito é desconhecido, alguns teorizam que foi projetado para abrigar o sarcófago do rei, mas os construtores mudaram de ideia, abandonaram-no, e construíram o que é referido como a câmara da rainha. Outros teorizam que o plano foi mudado novamente para incluir outra câmara num lugar mais alto na pirâmide que seria, afinal, a câmara do rei.

Segundo o historiador grego Heródoto, o corpo de Quéops foi colocado em uma sala bem no fundo da pirâmide, de maneira que a água de um canal alimentado pelo Nilo transformaria a sala em uma ilha subterrânea. Ninguém sabe se a câmara subterrânea é a sala à qual Heródoto se refere, mas se for, precisaria estar 30 metros mais fundo para ficar no nível do Nilo.9 Heródoto, que viveu 2 mil anos depois de a Grande Pirâmide ser construída, provavelmente estava relatando uma lenda. Nenhuma evidência sugere que essa história seja verdadeira.

Uma passagem ascendente junta-se com a passagem descendente próximo ao nível do solo. É muito estreita (1,18 m de altura por 1,06 m de largura) e sobe num ângulo de 26,5 graus, por 39,30 m. Então, nivela-se num corredor muito pequeno que conduz à câmara da rainha.10 Uma vez que o piso original era escorregadio, corrimãos e rampas de madeira com antiderrapantes de metal foram instalados durante a década de 1940 para tornar a passagem menos difícil. Imediatamente antes da câmara da rainha, o piso da passagem baixa cerca de 30 centímetros.

Fig 6.2. Seção transversal da Grande Pirâmide.

A câmara da rainha é vazia, com paredes de calcário selado com gesso. Seu piso foi deixado sem polimento. O que há de estranho nesse aposento é que há dois dutos de 20 cm2, que a princípio acreditava-se serem dutos de ventilação, que se estendem até o alto da pirâmide. Em 1993, Rudolf Gantenbrink e sua equipe de engenharia descobriram que esses dutos eram vedados nas extremidades por um bloco de calcário. Com essa descoberta, ficou claro que eles faziam parte do projeto original e foram acrescentados ao núcleo da alvenaria, nível após nível, à medida que a pirâmide ia sendo levantada. O duto sul se estende por mais de 18 metros acima do piso da câmara do rei e corre por 25 metros.

Na junção da passagem ascendente com a horizontal está a Grande Galeria – 47,85 metros de comprimento, 8,83 metros de altura e 8,89 metros de largura na parte inferior, com o teto chanfrado. O curioso é que há sete camadas de pedra que levam ao teto chanfrado, justamente como na pirâmide de Seneferu em Meidum.11 A galeria, estranhamente grande, se comparada às outras passagens, sobe até dar em um corredor que leva à câmara do rei.

Da Grande Galeria, uma pequena passagem revestida de granito dá acesso à câmara do rei. Somente engatinhando se consegue atravessar esse túnel. Essa câmara é, de longe, a mais intrigante, construída inteiramente de lajes lisas de granito. Suas paredes são formadas por cinco fileiras de pedra que somam uma centena de blocos de granito. Cada laje pesa 30 toneladas. Não se usou argamassa para uni-los, uma vez que cada peça foi cortada de modo a se ajustar perfeitamente às peças adjacentes. Nove lajes de granito, algumas pesando mais de 50 toneladas, formam o teto.12

Acima do teto, uma série de blocos de granito cortados grosseiramente foram empilhados um sobre o outro. Espaçadores entre as lajes criam cinco compartimentos, referidos como Câmara de Davison, após sua descoberta por Nathaniel Davison.13 Alguns acreditam que essa sala foi planejada dessa forma de maneira a reduzir a pressão exercida pelo peso colossal das pedras acima. Entretanto, a câmara da rainha abaixo, que está sujeita a uma pressão ainda maior, não tem um teto como esse. Embora a pirâmide seja desprovida de inscrições, numa das lajes superiores existe o nome Quéops, que, acredita-se, seja uma marca de pedreira feita por um antigo trabalhador.

Na extremidade oeste da câmara do rei há uma grande caixa vazia, aberta e polida, esculpida em granito. Como a passagem para o aposento é muito estreita para a caixa, ela deve ter sido colocada lá quando a pirâmide estava sendo construída. Se algum dia existiu uma tampa para ela, foi removida do aposento sem deixar vestígios. Jamais foram encontradas partes da tampa, nem mesmo cacos ou fragmentos, em nenhuma das passagens ou câmaras.

Nas paredes norte e sul, dutos de ventilação levam ao exterior da pirâmide. São idênticos, em ângulo e tamanho, àqueles da câmara da rainha. A Grande Pirâmide é única nesse aspecto. Nenhuma outra apresenta tais canais. […]

A ciência da Engenharia Reversa

Teorias sobre o verdadeiro propósito das pirâmides abundam. Com sua planta interna incomum, a Grande Pirâmide, junto com as outras do planalto de Gize, tem sido foco de inúmeras especulações. Existem teses de que as pirâmides teriam sido túmulos, monumentos para comemorar o início da civilização egípcia, templos harmônicos e objetos para atrair energia espiritual. Por mais interessantes que possam ser tais teorias, nenhuma delas explica por completo as evidências visíveis no interior da Grande Pirâmide.

É lógico supor que se muito tempo, esforço e material foram empregados em um projeto tão grandioso como a construção das pirâmides, provavelmente algum benefício era esperado em retorno, pelo menos para o faraó e, possivelmente, para a civilização inteira. Em tempos de guerra, é típico do departamento técnico da inteligência militar desmontar, analisar e remontar equipamentos capturados, a fim de entender como tal item foi feito e como funciona, e para determinar as capacidades técnicas do inimigo. Isso é chamado de “engenharia reversa”, e seu papel é determinar como as coisas funcionam. Embora não seja possível desmontar a Grande Pirâmide, ao longo do tempo, inúmeros pesquisadores contribuíram para a massa de informação acumulada sobre a construção da pirâmide e para o nosso entendimento do que ela poderia significar. A pesquisa da engenharia reversa sobre a Grande Pirâmide compreende o conhecimento de engenharia mecânica.

A Grande Pirâmide é um quebra-cabeça gigante, embora “labirinto” seja um termo mais apropriado. Felizmente, quase todas as peças ainda estão lá. Tudo o que é preciso é que alguém inclinado para o estudo da mecânica das coisas, com alma de “cão farejador”, hábil no ofício de fabricação, conhecedor de máquinas e de projetos, examine a fundo as passagens da pirâmide, suas câmaras, técnicas usadas na construção, materiais e qualquer evidência residual, a fim de determinar qual era o seu propósito. Apenas se conseguir explicar a mistura bizarra de passagens e câmaras como um todo, de um modo abrangente, é que se pode considerar uma análise bem-sucedida. Christopher Dunn, o engenheiro mecânico perito que foi comentado no capítulo 4, é o tal cão farejador. Ao longo de vinte anos, Dunn visitou o Egito várias vezes e aplicou seu conhecimento de máquinas de precisão e técnicas de fabricação a uma análise mecânica da Grande Pirâmide. Mas suas conclusões não são para mentes estreitas.

A reação típica de um fuçador ocasional de livrarias ao título de Dunn, The Giza Power Plant é: “Isso é coisa de biruta” – efeito que é consequência clara de uma instrução tradicional. Entretanto, sua análise e a teoria a que chegou são, de longe, as mais abrangentes que já foram levadas a termo sobre o interior da Grande Pirâmide. Inspirado pela obra de Peter Tompkin, Secrets ofthe Great Pyramid, durante os anos de 1970, Dunn passou os vinte anos seguintes visitando o Egito sempre que podia e aplicando sua perícia mecânica para responder à pergunta: para que a pirâmide era usada? Para Dunn, a disposição das câmaras e passagens apontava para algo mecânico, e o exame das evidências confirmou suas suspeitas. Segundo Dunn, a soma das evidências sugere que a pirâmide era uma estrutura que tinha o propósito de absorver as vibrações tectônicas (uma forma de energia) da Terra e transformá-la em energia elétrica.

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp.138-142.

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As dez pirâmides do Egito

Publicado por: luxcuritiba em março 18, 2012

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Segundo a geometria, uma pirâmide é um objeto sólido com base poligonal, geralmente um quadrado, cujos quatro lados formam as bases das superfícies triangulares que se encontram num vértice comum. Na realidade, há apenas dez pirâmides verdadeiras.* Construídas durante a terceira e a quarta dinastias (2650-2467 AEC), encontram-se todas num raio de 80 km uma das outras, próximas ao Delta do Nilo. As pirâmides posteriores foram construídas de cascalho e areia, imprensados por paredes de pedra, a maioria das quais encontra-se em ruínas. Uma vez que o revestimento de pedra desse tipo de construção é danificado ou removido, a estrutura se deteriora rapidamente.

Afora a primeira pirâmide, erguida por Djoser, as nove seguintes possuíam um total combinado de quatorze câmaras não decoradas, que continham três grandes caixas de pedra, sem inscrições, que se presumiu serem sarcófagos. Contudo, elas não contem inscrições religiosas, aposentos de oferendas, ou outras características funerárias encontradas nos túmulos anteriores ou posteriores. Ainda mais interessante: Seneferu, o primeiro faraó da quarta dinastia, construiu três pirâmides, duas em Dahchur e uma em Meidum. Ignora-se a razão disso. Por que ele encomendaria três túmulos para si?

A pirâmide de Djoser começou como uma mastaba com dois poços verticais. Um deles levava a um aposento de armazenagem e o outro, a uma câmara mortuária. Mais tarde, porém, uma pequena pirâmide em degraus foi expandida ainda mais, tornando-se a primeira pirâmide genuína do Egito.

A pirâmide de Sekhemket, que agora está em ruínas, continha uma passagem descendente, um poço vertical, e um aposento subterrâneo. A evidencia sugere que essa estrutura foi concebida como uma pirâmide durante seu planejamento. Uma grande caixa de pedra, esculpida em alabastro, com uma tampa deslizante e selada com cimento, foi encontrada nesse aposento subterrâneo. Em 1954, a caixa foi aberta e constatou-se que estava vazia. Nenhuma inscrição foi achada na câmera, nem em suas passagens.

Figura 6.1. Pirâmide escalonada de Djoser.

A pirâmide de Kha-ba, da qual hoje também só restam escombros, foi construída com um poço vertical que ligava duas passagens horizontais, terminando em um único aposento subterrâneo. Do mesmo modo que a segunda, ela também foi concebida como uma pirâmide verdadeira: maciça e com camadas internas. Ela também foi encontrada vazia, sem inscrições no aposento subterrâneo ou nas passagens.

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A pirâmide de Senefeu, em Meidum, encontra-se em ruínas, mas seu miolo eleva-se como uma torre por entre os escombros. Ela possui uma passagem descendente, que se torna horizontal perto do seu centro. Um poço vertical, medindo 1,15 x 0,85 metros, liga-a a um aposento vazio e angulado. E composta por sete degraus, idêntica, no planejamento, a galeria principal, foi convertida, mais tarde, em uma pirâmide genuína, com laterais lisas. Também foi encontrada vazia e sem inscrições.

A segunda pirâmide de Senefeu, conhecida como a Pirâmide Torta, tem o perfil com dois ângulos diferentes de inclinação nas arestas e dois conjuntos diferentes de aposentos. Uma entrada é pelo costumeiro lado norte e, a segunda, pelo lado oeste. A passagem descendente da entrada norte tem 1,07 metros de altura, muito baixa para uma pessoa passar de pé. Ela conduz a dois aposentos internos de tetos chanfrados. Ambos foram encontrados vazios. Uma segunda passagem, com a mesma altura da outra, liga a aposento superior a uma abertura do alto da face oeste da pirâmide.

A terceira pirâmide de Senefeu, popularmente conhecida como Pirâmide Vermelha, devido ao tom avermelhado das pedras de seu miolo, encontra-se em boas condições. Ainda conserva grandes áreas do revestimento original de pedra, e é o mais antigo monumento completo em forma de pirâmide. De novo, não há inscrições em seu interior ou exterior.

A inclinação de suas laterais é idêntica á da parte superior da Pirâmide Torta. A entrada, uma diagonal de um retângulo de proporções 1:2, conduz a um corredor de 1,21 metros, longo e íngreme, até a rocha-mãe; uma curta passagem vai dar num terceiro aposento, maior. A altura do teto chanfrado desse terceiro aposento chega a 15 metros.

Durante o reinado de Quéops, a atenção se voltou para o planalto de Gizé, e a pirâmide seguinte a ser construída foi a Grande Pirâmide, a de interior mais complexo. Conforme iremos investigar na seção seguinte, ela é evidencia e algo espetacular, porém desconcertante.

Em Abu Rawash, 8 km a noroeste de Gizé, Djedfré construiu a oitava pirâmide, que hoje se encontra completamente destruída, em um local desolado e inacessível, cerca de 150 metros acima do vale do Nilo. E consideravelmente menor do que a pirâmide escalonada de Djoser, e, em um significado rompimento com a tradição, possui uma única passagem descendente que dá num aposento vazio. Nenhuma inscrição foi encontrada em seu interior ou no que sobrou do seu exterior.

Quéfren sucedeu Djedfré e a ele é atribuída à construção da nova pirâmide, a segunda erguida no planalto de Gizé. E a mais bem conservado entre as pirâmides do grupo de Gizé, e fica próxima a de Quéops. Em tamanho, é quase tão grande esta, mas aparenta ser maior porque foi construída em um terreno mais elevado, e ainda traz intacto seu vértice (a pirâmide de Quéops perdeu 10 metros do seu corpo). Sua estrutura interna é simples, se comparada a da pirâmide de Quéops. Há duas entradas, uma diretamente acima da outra. A mais alta está a 15 metros do chão e dá para uma passagem estreita, revestida de granito vermelho. Ela desce até a rocha-mãe, onde se nivela e continua horizontalmente até um grande aposento (14,17 x 5,02 x 6,85 m), lavrado na rocha calcária. O teto do aposento é revestido por blocos de calcário posicionados no mesmo ângulo das faces da pirâmide.

Na extremidade oeste desse aposento há uma caixa de granito polido de 2,6 metros de comprimento, por 1,0 metros de largura, por 1,0 metros de profundidade, vazia e sem inscrições. Está enfiada no chão até a altura da tampa, que jaz ali perto, quebrada em dias. Em 1818, o aventureiro italiano Giambattista Belzoni a descobriu nessas condições.

A segunda entrada é escavada na rocha-mãe. No fundo da passagem existe uma câmera subterrânea grande, vazia e sem inscrições.

A terceira pirâmide de Gizé é atribuída a Miquerinos e, como as outras nove pirâmides, não possui marcas ou inscrições. Apenas o relato de Heródoto, e referencias ao nome do faraó nas mastabas em volta, fazem dele seu provável construtor. E muito menor do que as outras duas pirâmides de Gizé – tem 7% do tamanho da pirâmide de Quéops. A metade inferior dos blocos de revestimento é feita de granito bruto. A face norte, a parte em torno da entrada e a uma área na face leste são feitas de granito polido. A metade superior da pirâmide era totalmente revestida com calcário polido.

O aposento subterrâneo principal é escavado na rocha-mãe, revestido com granito vermelho, e sem quaisquer inscrições. O teto parece ser abobadado, mas em um exame mais atento mais atento descobre-se que é, na realidade, formado por grandes lajes de granito muito bem ajustadas, dispostas frente a frente, em ângulo, como um telhado, mas cuja parte inferior foi escavada para formar um falso arco. Um caixão esculpido em basalto foi encontrado na câmera, mas foi removido no começo do século XX por aventureiros britânicos. Infelizmente, perdeu-se no mar, na costa da Espanha.

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp. 134-138.

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A ausência de evidencias de que as pirâmides eram túmulos

Publicado por: luxcuritiba em março 18, 2012

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Qualquer pessoa diria que as pirâmides do Egito eram grandes túmulos para os faraós, os mausoléus mais impressionantes de todos os tempos. Ao longo das gerações, os livros, dos didáticos aos eruditos, vêm reforçando essa idéia. E, pelo tanto que sabemos, elas podem ter sido, realmente, túmulos. Essa é uma teoria tão válida quanto qualquer outra. E também a teoria “oficial”, aceita por todos, embora não haja prova física de que fossem, de fato, túmulos. Ainda que uns poucos vestígios de esqueletos tenham sido encontrados na Pirâmide  Vermelha, construída por Seneferu (2575-2551 AEC), em Dahchur, nem múmias, nem objetos sepulcrais ou inscrições foram encontradas em seu interior. No entanto, tais itens foram encontrados em túmulos de dinastias posteriores – por exemplo, no túmulo de Tutancâmon, no Vale dos Reis. A despeito da ausência de evidencias, a explicação e o pressuposto mais simples tem sido o de que as pirâmides eram túmulos. De acordo com essa teoria, elas estariam vazias em razão dos ladrões de sepulturas que subtraíram seus tesouros.

A teoria tradicional é a de que as pirâmides surgiram da ambição vaidosa de certos faraós, que desejavam uma mastaba (estrutura tumular baixa, retangular e feita de tijolos de lama) maior e melhor para o seu funeral. A esse respeito, as evidencias arqueológicas indicam claramente que os reis e nobres eram enterrados em mastabas durante o Antigo Império. O morto era colocado num caixão de madeira, que, por sua vez, era depositado no interior de um sarcófago de pedra. Quatro vasos, chamados canopos, em torno do sarcófago, recebiam as vísceras do defunto: estomago, intestinos, pulmões e fígado. Sua câmara mortuária era guarnecida de textos funerários e inscrições, o que constituía um importante rito para guiar o rei ou nobre na vida após a morte. Entretanto, como já afirmei, nenhum desses itens jamais foi encontrado numa pirâmide. Neste capítulo, exploraremos a possibilidade de que as pirâmides tenham sido construídas não para servirem de túmulos, mas com um propósito muito mais intrigante. [pp]

Segundo o egiptólogo egípcio independente Moustafa Gadalla, bastaria a inexistência de itens funerários para invalidar a teoria de que as pirâmides eram usadas como túmulos. Vestígios ou fibras da múmia e seu envoltório permaneceriam na câmara mortuária, ou em algum outro lugar da pirâmide, se ela fosse um local de descanso para os mortos. Além disso, as passagens da pirâmide são muito baixas – quase todas têm menos de 1,2 metros de altura – e muito estreitas, também, para permitir a passagem do sarcófago. Em geral, todas as pirâmides genuínas egípcias, as que foram construídas como estruturas maciças, simplesmente carecem de espaço para acomodar adequadamente as pessoas e a cerimônia, que era essencial para a jornada do morto rumo a vida eterna.

Por último, jamais foram encontrados restos humanos no interior de uma pirâmide genuína. Ladrões roubam tesouros, objetos funerários de valor, as evitariam um cadáver. Pertences valiosos por baixo das faixas poderiam ser removidos e o corpo deixado próximo ao seu sarcófago. Se a idéia era aceitar que os ladrões de sepulturas destruíram as tampas dos sarcófagos para chegar ao tesouro pessoal do faraó, por que eles se dariam ao trabalho de levar com eles os sarcófagos? Para não falar da força bruta que seria necessária para isso. Nunca foram achados fragmentos desses hipotéticos sarcófagos quebrados, nem de suas tampas, em parte alguma das passagens ou das câmaras.

As evidencias sugerem que as pirâmides jamais foram concebidas para abrigar pessoas, vivas ou mortas. Uma vez que passagens e câmaras foram projetadas e construídas nas pirâmides, e a julgar pelo tempo e o trabalho empregados nisso, conclui-se que elas certamente teriam um propósito útil. A estrutura interna da Grande Pirâmide, a mais complexa dentre todas, parece uma série incompreensível de passagens que sobem e descem, com uma única passagem grande, ascendente. Isso, é claro, levanta a questão: se as pirâmides não eram túmulos, então, o que eram? [pp]

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp. 133-134, 140-141.

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