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Número de consultas em centros espíritas ultrapassa o de hospitais

Publicado por: luxcuritiba em março 5, 2016

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Um levantamento realizado em 55 centros espíritas da cidade de São Paulo, em 2014, aponta que, juntos, os atendimentos espirituais chegam a cerca de 15 mil por semana (60 mil ao mês). “Este número é muito superior ao atendimento mensal de hospitais como a Santa Casa, que atende cerca de 30 mil pessoas, ou do Hospital das Clínicas, com cerca de 20 mil atendimentos”, destaca o médico psiquiatra Homero Pinto Vallada Filho, professor do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP). A média relatada de atendimentos semanais em cada instituição foi de 261 pessoas.

“Sabemos, por meio de vários estudos, que a abordagem do tema religiosidade ou espiritualidade exerce um efeito bastante positivo na saúde de muitos pacientes. Por isso, podemos considerar a terapia complementar religiosa ou espiritual como uma aliada dos serviços de saúde”, revela, lembrando que, geralmente, o paciente não tem o hábito de falar sobre suas crenças religiosas e muito menos de contar que realiza tratamentos espirituais em centros espíritas.

Vallada Filho foi o orientador da dissertação de mestrado Descrição da terapia complementar religiosa em centros espíritas da cidade de São Paulo com ênfase na abordagem sobre problemas de saúde mental, de autoria da médica Alessandra Lamas Granero Lucchetti, apresentada ao Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP em dezembro.

A ideia foi mostrar a dimensão do trabalho realizado pelos centros, o grande número de atendimentos prestados e os diferentes serviços oferecidos. Observou-se também que apenas uma pequena minoria realiza cirurgias espirituais, sendo todas sem cortes. Na segunda parte da dissertação, a pesquisadora descreve passo a passo uma terapia complementar espiritual para pacientes com depressão realizada na Federação Espírita do Estado de São Paulo (Feesp).

Centros espíritas

A autora realizou um levantamento inicial de todos os centros espíritas da capital paulista que possuíam site na internet contendo endereço de contato. A médica chegou ao número de 504 instituições. Neste levantamento, foram considerados apenas centros espíritas “kardecistas”, ou seja, aqueles que seguem a doutrina codificada pelo pedagogo francês Hippolyte Leon Denizad Rivail, sob o pseudônimo de Allan Kardec, e que tem como base as obras O Livro dos Espíritos (publicado na França em 1857), O Livro dos Médiuns (1861), O Evangelho Segundo o Espiritismo (1864), O Céu e o Inferno (1865) e A Gênese (1868).

A médica enviou, via Correios, uma carta registrada a cada um dos 504 centros. Destas cartas, 139 voltaram devido a problemas como mudança ou erro no endereço. Das 370 que restaram, apenas 55 foram respondidas. “Se considerarmos que essa média de 60 mil atendimentos mensais representa menos de 15% da totalidade dos centros existentes na cidade, chegaremos a um número total de atendimentos muito superior aos dos 55 que participaram do estudo”, destaca Vallada.

Um questionário foi respondido apenas pelo dirigente ou pessoa responsável do centro. O material era bastante extenso e continha perguntas ligadas à identificação e funcionamento do centro, o número de voluntários e de atendimentos, as atividades realizadas e os tipos de tratamentos, quais os motivos levavam as pessoas a buscar ajuda, e como é feita a diferenciação entre mediunidade, obsessão e transtorno psicótico e quais orientações para estes casos, entre outras questões.

Resultados

Entre os resultados, foi observado que a maioria são centros já estabelecidos e que têm mais de 25 anos de existência, sendo o mais velho funcionando há 94 anos e o mais jovem com dois anos. Em praticamente quase todos, os usuários são orientados a continuar com o tratamento médico convencional, caso estejam fazendo algum, ou mesmo com as medicações indicadas pelos médicos.

Os principais motivos para a procura pelo centro foram os problemas de saúde: depressão (45,1%), câncer (43,1%) e doenças em geral (33,3%). Também foram relatados dependência química, abuso de substâncias e problemas de relacionamento. Entre os tratamentos realizados, a prática mais presente foi a desobsessão (92,7%) e a menos frequente foi a cirurgia espiritual, (5,5%), sendo todas sem uso de cortes.

Quanto à diferenciação entre experiência espiritual e doença mental, realizada com base em nove critérios propostos pelos pesquisadores Alexander Moreira Almeida e Adair de Menezes Júnior, da Universidade Federal de Juiz de Fora, a média de acertos foi de 12,4 entre 18 acertos possíveis. Apenas quatro entrevistados (8,3%) tiveram 100% de acertos. Entre esses critérios, estão a integridade do psiquismo; o fato de a mediunidade não trazer prejuízos em nenhuma área da vida; a existência da autocrítica; e a mediunidade sendo vivenciada dentro de uma religião e cultura específicos, entre outros.

“Esse levantamento procurou descrever as atividades realizadas nos centros espíritas e salientar não só a grande importância social desempenhada por eles, mas também a grande contribuição ao sistema de saúde como coadjuvante na promoção de saúde, algo que a grande maioria das pessoas desconhece”, finaliza.

http://www.noticiaespirita.com.br

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Mapa térmico do amor mostra onde o amor aquece

Publicado por: luxcuritiba em fevereiro 26, 2016

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Seus criadores chamam-no de “mapa térmico do amor”. Trata-se de um novo método de imageamento, baseado na termografia, que permite identificar objetivamente se uma pessoa está apaixonada ou não.

Os experimentos e testes mostraram que basta olhar para uma foto da pessoa amada para que sejam induzidas mudanças térmicas no corpo, mudanças essas que são captadas pela nova técnica.

Essa “imagem do amor” foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Granada (Espanha).

Onde o amor aquece

Os pesquisadores analisaram diferenças de temperatura entre os voluntários enquanto eles viam fotos de seus parceiros ou imagens que produziam neles uma resposta emotiva diferente do amor, como ansiedade, calma ou empatia.

No laboratório, os voluntários ficavam nus durante 20 minutos a fim de equalizar a temperatura corporal. Cada um chegava à sua temperatura basal, que era então medida.

Um grupo olhava então fotos do alvo de seu amor, enquanto o grupo de controle via imagens tiradas do Sistema Internacional de Imagens Afetivas, para produzir ansiedade, ou fotos da família e de amigos.

Os resultados mostraram que o amor aumenta em dois graus Celsius a temperatura das bochechas, mãos, tórax, genitais e ao redor da boca.

Diferença entre amor e empatia

Apesar dos resultados muito claros, os autores alertam que o “padrão térmico do amor é muito complexo”, uma vez que inclui a coexistência da paixão e do desejo sexual (ou a falta delas), em contraste com a predominância da empatia e da intimidade ou compromisso e relacionamento legal, por exemplo.

“A termografia nos mostra que a paixão aumenta a temperatura em torno das mãos e do rosto, enquanto a empatia (a capacidade de ‘sintonizar’ com o outro como pessoa, não apenas como um objeto de desejo) diminui essa temperatura, especialmente no nariz.

É como se a paixão fosse um acelerador que liga nosso corpo, e a empatia fosse um freio que interrompesse a ativação,” disse o professor Emilio Gómez Milán.

Em resumo, o amor romântico seria uma mistura de paixão e empatia.

http://www.diariodasaude.com.br

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Humanos ‘modernos’ tiveram filhos com os neandertais há 100.000 anos

Publicado por: luxcuritiba em fevereiro 20, 2016

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DNA analisado sugere relações sexuais durante dezenas de milhares de anos

Há um detalhe pornográfico da pré-história que destroça o relato da Criação divina elaborado por qualquer uma das religiões: o sexo com neandertais. Nossa espécie não só fornicou repetidamente com aquela outra extinta há 40.000 anos como ambas tiveram numerosos filhos férteis, deixando um rastro de DNA neandertal que sobrevive hoje em nossas células.

E não foi um arroubo de um dia. Um novo estudo revela que há 100.000 anos os neandertais e os humanos modernos já tinham filhos em comum, uns 45.000 anos antes dos primeiros encontros documentados até agora. Não houve um Deus que criasse uma espécie humana. Quando muito, criou várias diferentes que copulavam entre si. Os autores do trabalho, encabeçados pelo biólogo espanhol Sergi Castellano, traçam um passado intrincado. Os humanos modernos, os Homo sapiens, surgiram na África há uns 200.000 anos e alguns deles saíram do continente há uns 65.000 anos, cruzando pelo caminho com os neandertais europeus e dando origem a bilhões de pessoas que hoje habitam o planeta fora da África. Isso é o que já se sabia. O novo estudo sugere que há mais de 100.000 anos outra população de Homo sapiens saiu da África e manteve relações sexuais, possivelmente no Oriente Médio ou no sul da Arábia, com grupos de neandertais que estavam deslocando-se em direção à Ásia. Aqueles humanos modernos pioneiros se extinguiram, mas seu rastro aparece agora no DNA extraído dos restos de uma mulher neandertal achados em uma caverna da Sibéria, na fronteira entre a Rússia e a Mongólia.

“A mescla com os neandertais ocorreu muito antes do que acreditávamos”, afirma Castellano, pesquisador do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, em Leipzig (Alemanha). “O Homo sapiens abandonou o lar paterno antes do que pensávamos. E, à luz da introgressão [o movimento de genes de uma espécie a outra], vemos que teve uma adolescência bastante animada”, brinca, por sua vez, María Martinón-Torres, paleoantropóloga do University College de Londres, e que não está a par do novo trabalho.

A equipe de pesquisadores anunciou no ano passado o achado de restos de 47 humanos modernos na caverna de Fuyan, no sul da China, datados de mais de 80.000 anos. A descoberta mostrava que os Homo sapiens colonizaram a Ásia antes do que se pensava.

“O DNA ratifica nossa descoberta, pois fala de um cruzamento entre sapiens e neandertais há 100.000 anos, e por isso o Homo sapiens já tinha que estar fora da África antes dos 50.000 anos defendidos pelas teorias clássicas. Estamos assistindo a uma mudança de paradigma. A Ásia deixa de desempenhar um papel secundário e ganha um protagonismo revelador nas etapas cruciais da evolução”, reflete Martinón-Torres, da equipe de pesquisa das jazidas de Atapuerca, em Burgos.

O novo estudo, publicado na revista Nature, analisa também os genomas dos neandertais europeus, achados na caverna de Vindija (Croácia) e na jazida asturiana de El Sidrón. Os cientistas também revolveram o genoma de outro indivíduo encontrado na mesma caverna siberiana onde estava a mulher neandertal, um membro da espécie dos denisovanos, desconhecida até 2010 e separada da linhagem dos neandertais há mais de 400.000 anos. Nenhum dos três, nem os neandertais europeus nem o denisovano, apresentam DNA de humanos modernos em seu genoma, o que não significa que suas espécies jamais se tenham cruzado, segundo ressaltam os autores.

cruzamentos linhagens piramidal.net

Outra análise genética, realizada em 2013, mostrou DNA denisovano em humanos modernos da Ásia e Oceania, e até 0,2% de genes denisovanos em nativos norte-americanos. O mesmo estudo, elaborado por cientistas da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA), sugeria cruzamentos entre denisovanos e Homo erectus, outra espécie de hominídeo que tradicionalmente tem servido para classificar restos fósseis díspares achados na Ásia e datados entre 70.000 e 1,9 milhão de anos. “Somos uma mescla de fragmentos de todos os nossos antepassados”, declarou em uma recente entrevista Svante Pääbo, diretor do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva e coautor do novo estudo.

“Esses achados confirmam uma mudança de modelo da evolução humana. Vemos uma porção de setas de hibridização [misturas entre espécies] em um momento ou outro, em um sentido ou outro. Deve ter ocorrido centenas de vezes. Temos uma visão extremamente simplista da evolução humana. É preciso imaginá-la como um jorro de interconexões entre espécies, não como uma linha com ramificações”, sentencia outro dos coautores do trabalho, Carles Lalueza-Fox, pesquisador do CSIC no Instituto de Biologia Evolutiva de Barcelona.

http://brasil.elpais.com

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Recuperando a energia vital através do contato com a Terra

Publicado por: luxcuritiba em fevereiro 19, 2016

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Por Louise McCoy, Epoch Times em Saúde – Medicina Alternativa

O que poderia ajudar os ciclistas do campeonato Tour de France (Volta da França, um campeonato de ciclismo) a dormir profundamente, curar feridas provocadas por estradas esburacadas, curar tendinite, além de sentir vitalidade, ânimo e recuperar a energia vital durante os dias exaustivos de corrida? O segredo é um saco especial de dormir – um saco “aterramento”. A descoberta de como usar a energia vital da Terra para curar pode beneficiar a todos, assim como a energia beneficia aqueles que passeiam ao ar livre com os pés descalços.

Os antigos chineses sabiam sobre a capacidade de cura da Terra e chamavam a energia da Terra de qi, que é um tipo de energia vital. Matteo Tavera, um agrônomo francês, via todos os seres vivos como antenas eletricamente relacionadas com a terra e com o céu. Ele lamentou o nosso estilo de vida moderno e disse, em 1969, em seu livro La MissionSacrée, “Os contatos elétricos [agora] estão mais lentos ou totalmente ausentes”.

A descoberta do aterramento

Ober Clinton chegou ao seu entendimento de aterramento através da ligação entre intuição, medicina tradicional e observação sob a ótica da ciência moderna. Ele descreve como ele chegou a esse entendimento no livro Earthing: The most important health discovery ever? (Aterramento: a descoberta sobre saúde mais importante de todas?), por Clinton Ober, Stephen T. Sinatra, M.D., e Martin Zucker.

Nascido em 1944 e criado em uma fazenda em Montana, Ober se tornou responsável pela fazenda e seus cinco irmãos ainda adolescente, quando seu pai morreu. Um parente mais velho aconselhou-o que um ensino de qualidade não era necessário, que o conhecimento poderia ser adquirido através da leitura e da consulta a especialistas.

Depois da agricultura, Ober entrou no negócio de instalação de TVs a cabo e se tornou muito bem sucedido nas indústrias de cabo e de telecomunicações.

Em 1993, após uma doença altamente mortal, Ober percebeu que ele era um escravo de suas posses. Ele então deu ou vendeu tudo o que tinha e embarcou em uma viagem pelos Estados Unidos para encontrar sua missão.

Ganhou a primeira dica na Flórida: “Então, uma noite, sentado e olhando através da baía enquanto estacionado em Key Largo e perguntando o que eu deveria estar fazendo, automaticamente escrevi num pedaço de papel, ‘me tornar uma carga oposta”, diz ele no livro.

“Ao me levantar na manhã seguinte, uma estranha noção passou pela minha mente: a própria Terra estava tentando me dizer algo. […] Uma força irresistível me levou a entender que nós, os seres humanos, temos uma conexão bioelétrica com a terra – uma conexão que se faz com um simples contato com o solo, que neutraliza a carga no corpo e, naturalmente, protege o sistema nervoso e os campos endógenos do corpo de interferência elétrica externa”.

Ober continuou sua jornada e foi parar em Sedona, Arizona, ainda se perguntando qual era sua missão. Em 1998, a resposta veio de uma pergunta: “Usar sapatos com sola de borracha ou plástico, […] isolando-nos do chão, poderia afetar a saúde?” Seus experimentos caseiros o levaram a seu primeiro estudo publicado, relatado abaixo: Radicais Livres.

Radicais Livres

Cerca de 12 de anos atrás, descobriu-se que as doenças crônicas eram originadas de inflamações, uma condição causada pelos radicais livres. Os radicais livres são moléculas ou átomos com elétrons desemparelhados em suas camadas externas. Eles circulam no organismo e roubam elétrons de tecidos saudáveis.

Os resultados são doenças crônicas, de doenças gengivais ao câncer. A circulação de muitos radicais livres é chamada estresse oxidativo, o qual se acredita desempenhar um papel importante na causa do envelhecimento e nas doenças relacionadas ao envelhecimento.

Exposição a campos eletromagnéticos (CEMs), poluição eletrônica de baixo grau oriunda de equipamentos eletrônicos e sistemas de cabos em nossos edifícios, aumentam as inflamações e enfraquecem nosso sistema imunológico. CEMs também diminuem a melatonina, o hormônio regulador do sono.

Primeiro estudo publicado sobre o aterramento

Para o primeiro estudo de Ober, Grounding the Human Body to Neutralize Bio-Electrical Stress From Static Electricity and EMFs, publicado em 2000, em ESD, ele escolheu 60 pacientes que tiveram dores musculares, dores nas articulações e problemas com o sono. Mostrou-se que todos os pacientes tinham uma corrente elétrica média no corpo acima de 2 volts.

Eles foram divididos aleatoriamente em um grupo que praticava o aterramento e um grupo controlado para não praticar o aterramento. Os campos elétricos dos dois grupos eram comparáveis, porém, o grupo dos não aterrados tinha um campo elétrico um pouco mais fraco. À todos foi dado colchões com almofadas de fibras de carbono com um fio que estava ligado ao chão que se estendia para fora do quarto. Para 30 pacientes, o fio foi ligado ao solo, o que reduziu o campo deles para uma média de 10 milivolts ou menos durante o sono.

Os resultados foram fortemente a favor do aterramento. Cem por cento dos indivíduos aterrados se sentiu revigorado ao acordar. Cerca de três quartos sentiu alívio de dores crônicas e 80% teve alívio da rigidez muscular.

Dos não aterrados, nenhum experimentou alívio da dor nos músculos ou nas articulações, mas três dos não aterrados sentiram melhoras em todas as outras categorias. O grupo dos aterrados também relatou alívio de doenças respiratórias, TPM, apnéia do sono e hipertensão.

Earthing: The most important health discovery ever? é um relato fascinante de uma pesquisa não-patrocinada feita sem os milhões em dinheiro concedido ou um diploma de doutorado. O livro é adequado para qualquer idade.

O que os moradores da cidade podem fazer se não quiserem ficar com os pés pretos enquanto caminham pelas ruas da cidade com os pés descalços? (Sim, uma pessoa pode ficar aterrada através de concreto, mas não no metrô.) Como você se aterra se estiver em um prédio? Ober projetou lençóis, colchões e até sandálias para o aterramento.

https://www.epochtimes.com.br

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Estudo analisa mais velho DNA mitocondrial de um humano antigo

Publicado por: luxcuritiba em fevereiro 17, 2016

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Resultado surpreendeu cientistas, que esperavam relação entre espécie encontrada na Espanha e os neandertais

Duas gramas de pó do osso de um fêmur de 400 mil anos de idade, encontrado em Atapuerca, na Espanha, ameaçam derrubar as teorias da evolução humana mais aceitas até o momento. Será que nosso planeta teria sido habitado por diferentes espécies de humanos e outros seres, em uma luta constante pela supremacia de cada espécie no território?

Uma análise do DNA mitocondrial deste material, realizada por cientistas espanhóis e alemães, revelou que estes antepassados estariam relacionados aos hominídeo de Denisova e não ao homem de Neandertal, como se acreditava até então e como apontavam suas características anatômicas.

O material genético pertencia a uma espécie de homem antigo que tem traços similares aos neandertais. Os cientistas esperavam que a análise indicasse que as duas espécies tinham um ancestral em comum. Contudo, o estudo, divulgado na revista especializada Nature, teve um resultado inesperado.

Segundo os cientistas, o hominídeo descoberto na Espanha, muitas vezes classificado como Homo heidelbergensis (uma classificação considerada muito “ampla” pelos pesquisadores), deve ter tido o mesmo ancestral que o homem-de-Denisova, um hominídeo que viveu na Sibéria e que é pouco conhecido pela ciência. A amostra de DNA, contudo, foi encontrada na Espanha, na caverna Sima de los Huesos.

O material genético costuma se deteriorar com o tempo. Apenas ossos preservados no permafrost costumam ter DNA inteiro o suficiente para ser analisado. Os cientistas, contudo, aproveitaram as condições da caverna – principalmente de umidade e temperatura constante – e modernas técnicas de sequenciamento para analisar o material.

“Foram necessários quase dois gramas de osso para gerar a sequência do DNA mitocondrial, mesmo havendo centenas de cópias por célula. Apesar de a preservação por longos períodos talvez ter sido favorecida pelas condições únicas de Sima de los Huesos, os resultados mostram que as técnicas de sequenciamento de DNA têm se tornado sensíveis o suficiente para garantir a investigação de DNA que sobreviveu em locais onde hominídeos do Pleistoceno Médio foram encontrados”, diz o artigo, assinado por cientistas da Alemanha, China e Espanha.

A La Sima de los Huesos, que faz parte do complexo de Atapuerca, declarado Patrimônio da Humanidade, é a jazida que proporcionou, em um só lugar, mais restos de uma espécie de fósseis de hominídeos.

Desde o ano 1976 se trabalha na recuperação dos restos ósseos de pelo menos 28 indivíduos, cujos esqueletos estão completos, embora seus ossos se encontrem muito fragmentados, dispersos e misturados, o que dificulta a reconstrução.

A espécie representada na La Sima de los Huesos mostra uma combinação de características arcaicas junto com outras neandertais, por isso que se considera relacionada evolutivamente com estes últimos.

neanderthals_piramidal.net

Os hominídeos da caverna espanhola e o homem-de-Denisova teriam, portanto, um ancestral em comum. Este teria um ancestral em comum com os neandertais e estes, por sua vez, teriam um ancestral em comum com o humano moderno (Homo sapiens).

Segundo Matthias Meyer, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva (Alemanha), não temos muita ideia de como muitos desses humanos primitivos se pareciam. O homem-de-Denisova, em especial, é o mais misterioso, já que dele temos apenas mandíbulas, dentes e o DNA – que foi sequenciado recentemente.

“Os dentes eram enormes em comparação com os dentes do neandertal e do homem moderno. A única coisa que quase podemos dizer é que eles deveriam ser muito grandes, pelo menos tinham grandes bocas”, diz Meyer ao podcast da Nature, também divulgado nesta quarta-feira. “Então, esses outros humanos eram bem diferentes do humano moderno, mas eles não eram parecidos com chimpanzés. Eles eram muito mais parecidos com humanos (modernos) do que com chimpanzés.”

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O próximo passo é analisar o DNA nuclear dos hominídeos da caverna espanhola, o que pode dar mais detalhes da relação deles com o homem-de-Denisova, com os neandertais e com o humano moderno. A tarefa, contudo, é considerada um desafio pelo grupo.

fontes:
http://noticias.terra.com.br
http://atarde.uol.com.br
History Channel

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Um Egito Negro incomoda muita gente

Publicado por: luxcuritiba em fevereiro 6, 2016

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Um Egito Negro incomoda muita gente

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por Charô Nunes

A lista de mulheres reais egípcias representadas por atrizes brancas é praticamente infindável. Pensemos apenas nas cleópatras desde Helen Gardner, Theda Bara e Claudette Colbert. Passando por Vivien Leigh e Sophia Loren, Lyz Taylor e Monica Bellucci até Kate Perry e agora… Angelina Jolie, que já foi mostrada como uma blackface sempre é bom lembrar. O produtor do filme declarou que a atriz tem o ~visual perfeito~ insistindo na farsa de que Cleópatra era branca. Bastante apropriado agora que foi comprovado que a rainha era de fato ~negra~. Sigamos.

Há quem diga com bastante cinismo que pensar num Antigo Egito Negro é ~tudo confusão com os núbios~, uma civilização negra também próxima ao Nilo. ~Não eram negros, mas brancos de pele morena~. Sim, nesses termos e com essas palavras, pode pesquisar. Parece coisa do século 19 mas não é. Um erro dessa natureza e magnitude não acontece por má fé ou ignorância, só a irresponsabilidade intelectual e o racismo explicam. A proposta aqui é outra, tomar como ponto de partida essencial A origem dos antigos egípcios de Cheikh Anta Diop, texto que integra a coleção História Geral da África (Unesco).

Ali são reunidos relatos dos historiadores clássicos que descreveram um povo negro.Também são mostradas evidências sobre a proximidade entre o antigo idioma egípcio e o walaf, de origem senegalesa e ainda em uso. E o mais importante, Diop explica que os antigos egípcios representaram a si mesmos imagética e literalmente como um povo negro por meio da palavra <3 KMT<3 que significa nada menos que preto como carvão, coisa mais que linda. Daí teria surgido a personagem bíblica de Cam. Apesar de tantas evidências…

Um Egito Negro incomoda muita gente porque a África é um continente de conquistas e feitos, onde se produziu e se produz arte, ciência, tecnologia, filosofia. Porque é fonte de orgulho, de deleite. A solução para esse incômodo foi espalhar por aí que a Antiga Grécia é o berço de nossa civilização, esquecendo que tudo aquilo que os gregos produziram não foi um milagre que aconteceu por geração espontânea. Que é impossível deixar pra lá que a África e em especial o Antigo Egito (que até mesmo para os antigos gregos era uma antiga civilização) tem um papel mais que central nessa estória.

Uma pista muito simples nos oferece a magnitude do problema. Foram os antigos egípcios que inventaram uma das primeiras mídias portáteis do mundo, o papiro. Não por caso Alexandria tinha uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Mas teria sido um grego Calímaco durante uma viagem à cidade egípcia que ~inventou~ o primeiro sistema de catalogação de livros, muito similar ao que é usado pela biblioteca do congresso norte-americano e que foi utilizado por Roma. Mais uma vez, o Egito Antigo Negro e portanto a África tem seu conhecimento extirpado para outro continente e se tornam apenas uma citação. O nome disso pra mim é roubo.

Usurpar patrimônio africano não basta, também é necessário embranquecer seus sujeitos. Tanto na série José do Egito (atualmente em reprise pela Record) quanto em Êxodo: Deuses e Reis as personagens são majoritariamente brancas. Os realizadores são incapazes de reconhecer que todo um complexo sistema de crenças, filosofia, arte, arquitetura, astronomia e medicina são coisas de preto. Qualquer movimento diferente disso, mesmo a simples hipótese de que os antigos egípcios era negros, é vandalismo demais para aguentar.

O que acontece em José do Egito não é nenhuma novidade, o racismo não precisa inventar a roda. As personagens masculinas retratando antigos egípcios quase sempre são blackfaces como é o caso do novo Ramsés de Ridley Scott em Êxodo: Deuses e Reis. O ator escalado para o papel é ninguém menos que Joel Edgerton que até onde sei, tem olhos azuis , é loiro. A solução foi reeditar a maquiagem usada pelo russo Yul Brynner em Os dez mandamentos, com muita cobertura de pele para sugerir o bronzeado de quem passa muito tempo tomando sol, jamais um tom de pele indiscutivelmente negro.

Também é esperado que o faraó seja amargurado e invejoso, jamais um grande estadista e estrategista. Contra o único deus possível, à imagem e semelhança de um homem branco, um líder negro se torna herege, um perdedor. Por outro lado, também é quase certeza que a educação egípcia de Moisés seja menosprezada, algo que está em completa oposição ao deus verdadeiro. As entidades egípcias e sua influência precisam ser destruídas, pelo menos em tese, para que apareça um novo deus em quem se pode acreditar.

Para Hollywood também é perfeitamente possível que a realeza egípcia seja branca, enquanto assassinos, ladrões e populares são negros, vide Êxodo: Deuses e Reis. O que está por trás dessa manobra é a ideia racista de que a nobreza egípcia não poderia ser africana mesmo que inexistam evidências de que a origem desses indivíduos, nobres ou plebeus, esteja fora da África. Aliás, ainda que se reconheça que nessa sociedade pessoas de diferentes tons de pele conviveram, não há registros de que houvesse qualquer segregação motivada pela cor da pele.

Personagens femininas de José do Egito.

Personagens femininas de José do Egito.

As antigas mulheres egípcias são todo um caso a parte, tanto no cinema e na televisão. Sempre muito brancas, de acordo com um padrão de beleza racista, delicado como porcelana. No contexto de uma civilização do deserto, a sugestão sexista é a de que o território da mulher não a cidade como acontece com muitas personagens femininas de José do Egito. Também é comum que seu papel político seja diminuído à intrigas motivadas pelo amor e pela paixão ao exemplo de Nefertari em Os dez mandamentos. Uma das maiores rainhas egípcias parece não ter nada mais a fazer do que sentir ciúmes de Moisés.

Para Ridley Scott, a rainha negra que adotou Moisés (Tuya) é a atriz Sigourney Weaver. Antes que me digam que estou de implicância, até mesmo a Disney Dreamworks a retratou como negra. O recado de Hollywood é cristalino – não há espaço para todas as atrizes como Viola Davis cuja atuação provocaria lágrimas e ranger de dentes mas seria fundamental para o empoderamento de mulheres negras como eu e você que também somos deusas e rainhas. Na verdade não precisamos pensar muito. Termino com a lembrança e a ótima sensação proporcionada pela Cleópatra interpretada por Gina Torres em Xena.

Referências

História Geral da África, Unesco

Cleópatra era descendente de africanos

Hollywood likes to pretend that ancient Egypt was full of white people

Hermes the Egyptian, the impact of Ancient Egypt on Greek Philosophy against Hellenocentrism, against Afrocentrism in defence of the Greek Miracle

Ancient Libraries of Greece and Rome

Fontes: Blogueiras Negras

http://www.geledes.org.br

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Cálculos indicam órbita do nono planeta do Sistema Solar

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 30, 2016

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Simulação de computador mostrando como seria um planeta com 10 vezes a massa da Terra e muito distante do Sol.

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Planeta X

Os indícios da existência de um Planeta X nos confins do Sistema Solar, prevista por Percival Lowell em 1905, vêm-se acumulando rapidamente.

A NASA vem procurando pelo Planeta X há tempos, mas ainda sem sucesso.

A descoberta do planeta anão VP113, em 2012, apresentou à comunidade astronômica um corpo celeste com uma órbita que só poderia ser explicada com a presença de um outro planeta gigante, então calculado com 10 vezes da massa da Terra – exatamente a mesma massa calculada por Lowell há mais de um século.

O entusiasmo aumentou há cerca de um mês, quando duas equipes, trabalhando independentemente, flagraram dois grandes corpos celestes ainda desconhecidos, que continuam sendo analisados. É que é difícil detectar um planeta a essa distância porque, longe de nossa estrela, sua luminosidade é muito baixa – ou seja, existe a possibilidade de que o Planeta X já tenha sido visualizado.

Cálculos da órbita do Planeta X

Em 2014, dois astrônomos espanhóis já haviam estudado mais a fundo a órbita do VP113 e de outros corpos transnetunianos e, por meio de uma simulação em computador, calcularam que deve existir não apenas um Planeta X, mas também um Planeta Y.

Agora, dois pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, rodaram outra simulação e chegaram à mesma conclusão que Lowell e que a equipe do VP113, com os resultados indicando a existência de um Planeta X, exatamente com 10 vezes a massa da Terra, que seria capaz de explicar a estranha órbita dos objetos transnetunianos já conhecidos.

Talvez para tentar valorizar o próprio trabalho, eles propuseram rebatizar o Planeta X de Planeta Nove.

Planeta Nove

Pelos cálculos da dupla, esse planeta ainda não descoberto do Sistema Solar deve ter uma órbita elíptica muito alongada em torno do Sol. Os dados ainda são escassos, por isso os resultados apontam para um Planeta X, ou Nove, com um ano com duração entre 10.000 e 20.000 anos terrestres.

O máximo que ele poderia se aproximar do Sol seria 200 unidades astronômicas (ua), que equivalem à distância da Terra ao Sol – isso o colocaria, em seu momento de maior aproximação de nossa estrela, bem além de Plutão, na faixa de pequenos objetos conhecidos como Cinturão de Kuiper, onde está o astro conhecido mais distante do Sistema Solar, provavelmente um planeta anão, chamado provisoriamente de V774104.

Simulações como estas, feitas pelas equipes espanhola e norte-americana, são importantes porque indicam aos astrônomos para onde direcionar seus telescópios para procurar pelo novo planeta. E ressaltam que ainda há muito a ser descoberto sobre nosso próprio Sistema Solar.

“Adoraria encontrá-lo”, disse Michael Brown, que fez os cálculos juntamente com seu colega Konstantin Batygin. “Mas também ficaria feliz se outra pessoa o encontrasse. É por isso que estamos publicando este estudo. Esperamos que as pessoas se inspirem e comecem a procurar por ele.”

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Fotos históricas revelam a existência de seres humanos gigantes

Publicado por: luxcuritiba em janeiro 9, 2016

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gigantes 1

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Maior ossada registrada foi encontrada na Irlanda com 3,05 metros de altura e 454 kg

No século 19 e início do 20 foram documentadas as primeiras descobertas de esqueletos que pertenceram a seres humanos gigantes. Uma decisão recente da corte norte-americana pediu para que o Instituto Smithsoniano, que abrange pesquisas em museus, tornasse público os tais arquivos. Os documentos afirmam que há milhares de anos existiram seres humanos que mediam até dois metros e meio de altura.

gigantes 2

Em um dos textos, escrito em 1894, os pesquisadores descrevem a imagem que viram por debaixo da terra:

– Debaixo de uma camada de conchas, descansando sobre a superfície natural da Terra, encontramos um esqueleto em posição horizontal. O comprimento do crânio até os ossos dos pés era de dois metros e meio. É provável que este ser, quando vivo, chegasse a 2,70 metros de altura.

gigantes 3

Os funcionários do Instituto Smithsoniano negaram qualquer tipo de relação com a descoberta com os tais esqueletos. O fato gerou teorias conspiratórias, uma delas é de que talvez eles tenham ocultado a existência destes seres gigantes.

gigantes 4

No ano passado, dois homens e duas mulheres de 2,10 metros de altura foram encontrados enterrados há cerca de 4.500 anos por arqueólogos russos ao norte do Cáucaso. Os ossos apresentavam um fato curioso, eles estavam cobertos de pigmento vermelho, que pode fazer parte de um ritual fúnebre cultural, onde se conta que o corpo que tem tinta vermelha deve partir, já que nasce com sangue, finalizando um ciclo de vida.

gigantes 5 piramidal.net

gigantes 6 piramidal.net

A história continua vindo a tona, pois em março de 2007, o exército indiano encontrou um esqueleto de gigante humano e registrou o fato em fotos, o que causou polêmica na internet.

gigantes 7 piramidal.net

Ossos semelhantes também foram encontrados no Texas. A ossada pode ter pertencido a uma mulher com 3,05 m de altura e 454 kg. Na Irlanda, pesquisadores documentaram um fóssil de 3,65 metros.

gigantes 8 piramidal.net

Arqueólogos curiosos continuam escavando terrenos a procura de respostas para o fato até então desconhecido, com o objetivo de desvendar o mistério. A missão dos pesquisadores agora é saber quando eles morreram, o motivo da morte, como eram sua rotina, vida e família.

gigantes 9 piramidal.net

fonte: noticias.r7.com

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“Viver de luz” em Curitiba é possível?

Publicado por: luxcuritiba em dezembro 6, 2015

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viver de luz piramidal.net

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Tempo nublado e o ‘viver de luz’. Algumas reflexões

Considerando que segundo o Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná) houve apenas 4 (quatro) dias de Sol ininterrupto – com Sol durante todo o dia – neste ultimo mês de Novembro (veja AQUI), não pude deixar de pensar sobre a questão do “viver de luz”. Uma questão que não é nova, pois desde que fiz meu processo dos 21 dias pela primeira vez (quando?… em 2004 se não me falha a memória) isso já era um problema que me preocupava. Quer dizer, se olhar para o céu é um ritual fundamental dentro do processo do viver de luz, e na sua continuidade, então viver de luz é algo complicado em uma região como Curitiba, em que a maior parte do tempo o céu está nublado, e, atualmente, até mesmo no verão temos este problema, que sempre foi algo praticamente impossível de evitar no inverno e outono.

Então, faço a pergunta:
Será impossível viver de luz em Curitiba? Será que só é possível viver de luz em regiões quentes como Nordeste, Ceará, regiões costeiras de praias? Será que a Jasmuheen se esqueceu deste detalhe?
Na verdade, é mais de uma pergunta né :)

Minha resposta para isso, é um texto que já deveria ter escrito há muito tempo, mas acabei não escrevendo por falta de tempo e de inspiração. Mas eu já tinha até um título para ele: O viver de luz e a sopa de pedra.
Falando bem resumidamente, eu acredito que muito do que sido falado sobre a alimentação prânica foi mistificado de forma desnecessária, e se assemelha muito a estória da sopa de pedra. Para quem não conhece a estória veja na Wikipédia: Sopa de Pedra. Aliás, eu achava que era só uma estória, uma fábula, mas parece que há em Portugal uma cultura refinada de fazer sopas de pedra kkk. Morro e não vejo de tudo.

Mas enfim, como ia dizendo, acredito que Jasmuheen e cia. criaram toda uma mística em torno do viver de luz, a tal ponto de praticamente transformá-lo em uma nova religião. De fato, alguns repórteres já chegaram a se referir ao movimento como uma nova (já não tão nova) seita esotérica, mística ou espiritualista. Acho isso muito significativo.

Depois do meu deslumbre inicial, após ter realizado pessoalmente o processo dos 21 dias, aos poucos, à medida que os anos foram passando, e como alguém que passou pela experiência, eu fui começando a ter um olhar mais crítico sobre a prática. E cada vez mais me saltou aos olhos essa questão mística e esotérica da alimentação prânica, e a maneira como esta mesclara com espiritualidade para não dizer religiosidade. Daqui a alguns anos talvez a Jasmuheen seja lembrada, e venerada, como a criadora de alguma nova religião. Como racionalista, cético, questionador, e, recentemente, decepcionado com o mundo espiritualista (ou com as pessoas que se dizem espiritualistas), fico a pensar até que ponto há realmente essa ligação do espiritual com o fenômeno do viver de luz ou alimentação prânica.

Creio que já comentei que no meu entendimento a alimentação prânica é uma capacidade inata do corpo humano, e que isso não tem, necessariamente, muito a ver com o mundo espiritual. E é realmente nisso que acredito, e é por isso também que acredito ter havido um excesso de mistificação em torno do viver de luz, uma mistificação que acabou por tornar a alimentação prânica apenas mais uma doideira de malucos esotéricos, quando podia ter sido muito melhor aproveitada.

Mas o que tudo isso tem a ver com viver de luz, tempo nublado e tudo o mais?

Acredito que a Jasmuheen se enganou ao definir o que era viver de luz, e o que era necessário para chegar a este estado. Segundo ela, para fazer o processo dos 21 dias, é preciso olhar para o Sol todos os dias pela manhã, e se possível também no final da tarde. Isso por si só já é algo difícil em Curitiba, pois normalmente as manhãs curitibanas são nubladas, e olhar para o Sol após o amanhecer pode ser perigoso! Além disso, fazer o processo implica também andar descalço, que segundo Lair Ribeiro é um dos melhores antioxidantes que existe, e isto baseado em ciência, não em esoterismo. Também é um ponto fundamental do viver de luz respirar ar puro, quanto mais puro melhor. E é claro, beber água de qualidade, senão durante o processo (pelo menos não na primeira semana) ao menos depois.

Muito bem, então eu faço uma nova proposta de como enxergar o viver de luz ou alimentação prânica:
Resumindo:
1- É uma capacidade que o corpo humano tem, estava atrofiada, provavelmente por milênios, mas sempre foi passível de ser despertada, usando-se uma técnica adequada.
2- Não é fundamental olhar para o Sol, mas é fundamental, sim, tomar banho de sol, pois o corpo humano precisa da luz solar para regular seu funcionamento interno (isso é a ciência quem diz) inclusive da radiação UV – Ultra Violeta – tão temida e da qual tanto as pessoas se protegem usando protetor solar, porque, segundo os especialistas, ela causa câncer. Não é a toa que no Brasil, mesmo sendo um país tropical, muitos especialistas já consideram como berço de uma epidemia de falta de vitamina D, cuja principal fonte é a luz do Sol. As pessoas estão se expondo muito pouco Sol!
3- É importante o contato com a terra, andar descalço, seja para produzir o efeito antioxidante mencionado pelo Lair Ribeiro, seja para absorver energias telúricas.
4- Desnecessário falar sobre a qualidade do ar e da água consumidas!

Para corroborar meu ponto de vista, lembro da falha catastrófica que Jasmuheen cometeu ao fazer um teste monitorado onde ela faria o processo dos 21 dias em um apartamento, se não me engano, na cidade de Nova York. Devido a sua situação o médico recomendou interromper o processo, ou seja, ela, que é criadora do processo dos 21 dias, e que afirmava viver de luz há uns 10 anos ou mais, não conseguiu fazer o processo dos 21 dias!

Isso é algo muito relevante. Mas a pergunta crucial aqui é: Por que ela não conseguiu? Para os céticos a resposta é fácil, é porque é tudo bobagem esta história de “viver de luz”. Para os estudiosos sérios no assunto, porém, e principalmente para quem passou pela experiência e sabe que a possibilidade da alimentação prânica é algo muito real e concreto, a resposta deve ser um pouco mais complexa. Em minha opinião ela não conseguiu porque esqueceu, ou subestimou, um fator essencial: O contato com a terra (item 3 da lista). Não é possível nutrir-se exclusivamente de prana estando permanentemente preso dentro de um apartamento, pairando nas alturas de décimos e vigésimos andares, longe da terra.

A Jasmuheen usa como fundamento de sua teoria, a ideia de que as pessoas que vivem de luz absorvem energia do ar, nutrindo seus corpos com o prana contido no ar que é respirado, além da energia do Sol, é claro. Portanto, muitos que vivem de luz são chamados de respiratorianos, ou seja, que vivem apenas por respirar, absorvendo o prana, ou energia vital, que está presente no ar. De fato, comenta-se que alguns respiratoriamos conseguem vivem anos e anos sem nem mesmo ingerir água, somente, em teoria, nutrindo-se com o prana presente no ar inalado. Portanto, a sua justificativa de Jasmuheen para não ter conseguido fazer o processo dos 21 dias completo, sob monitoramento, era devido à má qualidade do ar no local em que ela se encontrava. Em minha opinião, ela não conseguiu concluir as tres semanas do processo porque faltou-lhe contato com a terra.

A desconfiança de que a energia da terra é algo fundamental para a manutenção de um regime de alimentação prânica começou com minha experiência ao vivenciar, e eventualmente repetir o processo dos 21 dias nos anos seguintes, quando eu ainda morava em apartamento. Passar 21 dias sem ingerir nada é algo particularmente penoso, mas mais do que isso, eu percebi que é mais penoso quando eu estava dentro do apartamento. Quando eu saia para fazer uma caminhada, ou para “respirar” outros ares, eu percebia que voltava para casa muito mais bem disposto, e isso acontecia mesmo quando saia durante dias nublados, tão comuns em Curitiba. Portanto, o Sol não poderia ser a causa deste bem-estar. E nem a qualidade do ar, pois eu apenas ia dar uma volta na praça que havia próximo, a não mais do que 3 quadras de distância.

Minha experimentação prática com a alimentação prânica deixou claro para mim que é absolutamente fundamental este contato com a terra para que nosso corpo possa se nutrir de energia de forma adequada. Não basta apenas o Sol e respirar ar puro, se você não tiver este contato com a terra, seu corpo vai definhar, exatamente como aconteceu com Jasmuheen no teste mal sucedido. Quando estava refazendo o processo dos 21 dias, e passava dois, ou tres dias sem sair do apartamento, para poupar energia, sentia-me muito fraco, sem energia, o corpo parecia pesar uma tonelada. Mas, quando saia para caminhar na praça, mesmo com dia nublado, escuro, sentia o corpo mais revigorado, a disposição voltava, ao menos em parte, mesmo apesar do gasto de energia na caminhada. Isso sempre foi algo muito claro, inequívoco.

E a sopa de pedras?!
A Jasmuheen formulou um ritual a ser seguido durante o processo dos 21 dias, que segundo ela, se for bem executado, e se a pessoa estiver preparada, a habilitará, após o processo, a não necessitar mais ingerir alimentos sólidos. Uma parte vital do processo consiste em olhar para o Sol, o que normalmente é feito ao ar livre, num parque, ou praça, recomenda-se em lugar arborizado. Acredito que olhar para Sol, neste contexto, são as pedras da sopa de pedras, ou seja, como na sopa de pedras é algo inútil, desnecessário, que está lá somente para enfeite e não tem nenhuma função real. Acredito que se você se expuser ao Sol de forma adequada, periodicamente (e sem protetor solar, por favor!), e se pisar na terra, de preferência descalço, respirar ar puro, beber água de qualidade, e tiver pensamento positivo, com crença firme em seu propósito, você pode habilitar seu corpo a viver da energia absorvida do meio ambiente, chame de prana se quiser, ou chi, ou orgone, ou energia vital, enfim, o nome é irrelevante.

E você pode descartar também a necessidade de vínculo ou auxílio de seres espirituais, sejam religiosos ou esotéricos. Não que não os possa invocar, se assim preferir, pois a ciência já provou em diversos estudos científicos que pessoas que tem uma fé, seja em que tipo de deus ou crença for, tem mais chance de se recuperar de doenças, entre outras coisas, porém esta crença não é absolutamente essencial. Você pode sim adaptar seu corpo para a alimentação prânica, para viver de energia, simplesmente fazendo o processo de conversão de forma adequada, sem precisar de ajuda de seres espirituais, da mesma forma que um atleta olímpico pode se tornar um grande atleta, simplesmente treinando para isso. Um atleta não precisa do auxílio de um ente espiritual para torná-lo um vencedor. Embora este auxílio possa ajudar, mas não é algo absolutamente essencial.

O que é essencial para se conseguir converter o corpo para funcionar com alimentação prânica é:
1- Contato com a terra.
2- Exposição ao Sol.
3- Ar puro.
4- Água de qualidade.
5- Disposição mental/emocional positiva.

Particularmente ao item 5, práticas meditativas podem ajudar muito.
No quesito 3 (ar puro), prática de atividades físicas regulares podem ajudar na boa absorção de oxigênio pelo corpo (talvez sejam fundamentais) principalmente atividades que desenvolvem a capacidade pulmonar, como corridas, natação, práticas de yoga (pranaiama), etc.

Abs
e boas práticas.

Zhannko Idhao Tsw

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Análise inicial de DNA dos crânios de Paracas mostra resultados incríveis

Publicado por: luxcuritiba em novembro 27, 2015

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cranio alongado paracas piramidal.net

Reconstrução facial de um dos crânios encontrados no Peru.

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Paracas é uma península desértica localizada dentro da Província de Pisco, na Região Ica, costa sul do Peru. Foi lá onde o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma descoberta surpreendente em 1928: um enorme e elaborado cemitério que continha túmulos com os restos de indivíduos possuidores dos maiores crânios alongados já encontrados no mundo. Os crânios são conhecidos como ‘Crânios de Paracas’. Ao todo, Tello encontrou mais de 300 destes crânios alongados, os quais acredita-se datam de aproximadamente 3.000 atrás. Um análise de DNA foi agora conduzida em um dos crânios e o especialista Brien Foerster liberou as informações preliminares sobre estes crânios enigmáticos.

Hoje sabe-se que na maioria dos casos esses crânios alongados são o resultado de deformação craniana artificial, no qual o crânio é intencionalmente deformado através da aplicação de amarras durante um longo período de tempo. Geralmente isto é obtido amarrando-se o crânio entre duas tábuas de madeira, ou enrolando-o com panos. Porém, embora a deformação craniana mude o formato do crânio, ela não altera seu volume, peso, e nem outras características pertinentes ao crânio humano normal.

Contudo, os crânios de Paracas são diferentes. O volume craniano chega a ser 25% maior e 60% mais pesado do que um crânio humano convencional, o que significa que eles não podem ter sido intencionalmente deformados através dos métodos descritos acima. Eles também contém somente um osso parietal, ao invés de dois. O fato destas características cranianas não serem o resultado de deformações artificiais, significa que a causa de seu alongamento é um mistério, e tem sido por décadas.

cranio alongado peru piramida.net

O Sr. Juan Navarro, proprietário e diretor do museu local, chamado de Museu de História de Paracas, o qual possui uma coleção de 35 destes crânios, permitiu a retirada de amostras de 5 destes crânios. As amostras consistiram de cabelos, inclusive suas raízes, um dente, osso e pele dos crânios, e este processo foi cuidadosamente documentado por intermédio de fotos e vídeos. Estas amostras foram enviadas ao falecido Lloyd Pye, fundador do Projeto Starchild, o qual entregou as amostras a um geneticista no Texas, EUA, para uma análise de DNA.

Os resultados estão prontos e Brien Foerster, que é autor de mais de dez livros e uma autoridade sobre os povos antigos de cabeça alongada da América do Sul, recém revelou os resultados preliminares da análise:

“Ele tinha mtDNA (DNA mitocondrial) com mutações desconhecidas em qualquer humano, primata, ou animal conhecido até hoje. Mas alguns fragmentos que fui capaz de sequenciar desta amostra indicam que se estas mutações forem reais, estamos lidando com uma nova criatura similar à humana, mas muito distante do Homo sapiens, Neandertals ou Denisovanos.“

As implicações são enormes. “Eu nem mesmo tenho certeza se isto irá encaixar na árvore evolucionária conhecida“, escreveu o geneticista. Ele adicionou que se os indivíduos de Paracas foram tão diferentes biologicamente, eles não seriam nem mesmo capazes de cruzar com humanos.

O resultado desta análise está ainda na fase inicial de muitas fases de análises que estão para ocorrer. Os resultados precisam ser replicados e mais análises feitas antes que se possa chegar à uma conclusão final.

Fonte: http://www.ancient-origins.net

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