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Flúor pode calcificar a pineal e gerar Alzheimer

Publicado por: luxcuritiba em maio 6, 2016

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Estudos científicos têm demonstrado que pacientes portadores de alzheimer possuem a glândula pineal calcificada

Por Marina Dalila

Estudos científicos têm demonstrado, através de tomografia computadorizada, que pacientes com alzheimer possuem uma significante quantidade de tecido da glândula pineal calcificado. Pessoas com outras enfermidades, tais como depressão e outros tipos de demência, apresentam uma quantidade bastante inferior de tecidos calcificados nesta região.

Na década de 1990, uma cientista britânica, Jennifer Luke, descobriu que o flúor se acumula em níveis notavelmente altos na glândula pineal. A glândula pineal possui um tecido altamente passível de sofrer calcificações, que, sendo naturalmente exposto a um elevado volume de fluxo sanguíneo, torna-se o principal local de acúmulo de flúor em humanos.

O flúor é um gás halógeno, extremamente volátil e altamente reativo. Ao ser ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos. Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.

No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.

Logo, as partes calcificadas da glândula pineal (cristais de hidroxiapatita) contêm as maiores concentrações de flúor do organismo humano, até mesmo maiores do que em qualquer osso. A glândula pineal é como um ímã para o fluoreto de sódio. Este calcifica a glândula e faz com que ela não tenha mais eficácia no equilíbrio de todo o processo hormonal do corpo.

Pesquisadores descobriram que os depósitos calcificados presentes na pineal estão associados com a diminuição do número de pinealócitos (principais células da glândula responsáveis pela produção de melatonina), com o funcionamento e a produção de melatonina reduzida, bem como com deficiências no ciclo sono-vigília, além de potencialmente destruirem a função normal na puberdade. Desta forma, o ciclo circadiano, período de aproximadamente 24 horas sobre o qual se baseia o ciclo biológico (responsável por regular todos os ritmos psicológicos, a digestão, o estado de sono-vigília, a renovação das células e o controle da temperatura do organismo), se torna desregulado.

A toxicidade do flúor

O debate sobre os perigos do flúor está em curso há mais de seis décadas, apesar de inúmeros estudos confirmarem que o fluoreto é um veneno perigoso, tóxico, e que se bio-acumula no organismo ao ser ingerido ao longo da vida. Então, o que exatamente o fluoreto causa ao seu cérebro além de calcificar a glândula pineal?

Em 2006, pesquisadores da Harvard School of Public Health e da Icahn School of Medicine at Mount Sinai fizeram uma revisão sistemática e identificaram cinco produtos químicos industriais como sendo neurotóxicos. Isto incluiu venenos inquestionáveis, como o chumbo, o metilmercúrio, bifenilas policloradas, arsênico e tolueno. Desde então, eles têm documentado seis neurotóxicos de desenvolvimento adicional, sendo agora 11 produtos químicos industriais conhecidos por prejudicarem o desenvolvimento do cérebro em fetos humanos e em bebes. Um dos neurotóxicos adicionados mais recentemente a essa lista é o fluoreto, o qual atravessa facilmente a barreira placentária. Um dos autores do estudo já havia afirmado:

“O flúor parece se ligar ao chumbo, mercúrio e outros venenos que causam desequilíbrio na química do cérebro… O efeito de cada substância tóxica pode parecer pequeno, mas o dano combinado em uma escala da população pode ser grave, especialmente porque o poder do cérebro da próxima geração é crucial para todos nós. “

Há 37 estudos em humanos que ligam exposições aos fluoretos com inteligência reduzida (9 desses estudos encontraram QI reduzido em pessoas que consumiam água com menos de 3 ppm de fluoreto) e 12 estudos em humanos que ligam o flúor com déficits neurocomportamentais. Há também 3 estudos em humanos que ligam a exposição ao flúor com desenvolvimento restrito do cérebro fetal, e cerca de 100 estudos com animais que ligam o flúor a danos cerebrais.

Água fluoretada e prevenção de cáries

Prevenção de cáries é o motivo pelo qual a Organização Mundial de Saúde iniciou, desde 1930, o programa de inclusão artificial do flúor na água. Logo, acredita-se que a eficácia da água fluoretada em evitar cáries estaria provada e comprovada para além de qualquer dúvida razoável. Mas, uma nova pesquisa sugere que esta suposição é dramaticamente equivocada: o uso de dentifrícios fluoretados tem sido provado como bom para a saúde oral; no entanto o consumo de água fluoretada pode não ter nenhum impacto positivo.

Cochrane é uma organização não-governamental constituida por médicos e pesquisadores, existente em mais de 130 países, conhecida por suas considerações competentes, sendo estas consideradas o ‘padrão-ouro’ do rigor científico em relação a avaliar a eficácia das políticas de saúde pública estabelecidas. Recentemente, eles realizaram uma pesquisa no intuito de descobrir se a fluoretação reduz as cáries. Revisaram todos os estudos feitos sobre a fluoretação que eles puderam encontrar e, em seguida, analisaram os resultados dos estudos e publicaram a sua conclusão em uma revisão no início de junho deste ano.

A revisão identificou apenas três estudos, desde 1975, com qualidade suficiente para serem utilizados, os quais abordaram a eficácia da fluoretação na prevenção da cárie dentária na população em geral. O co-autor da revisão, Anne-Marie Glenny, pesquisador de ciências da saúde da Universidade de Manchester, no Reino Unido, concluiu que esses estudos determinaram que a fluoretação não reduz cáries em um grau estatisticamente significante em dentes permanentes.

Os autores encontraram apenas dois estudos, desde 1975, que avaliaram a eficácia da redução de cáries nos dentes de bebês, e concluíram que a fluoretação não tem nenhum impacto positivo estatisticamente significativo. Os cientistas também concluiram que há insuficientes evidências de que a fluoretação reduz a cárie dentária em adultos. “A partir da avaliação, não podemos determinar se a fluoretação da água tem um impacto sobre os níveis de cárie em adultos”, diz Glenny.

Flúor banido em diversos países

Segundo o site worldlifeexpectancy.com, a Finlândia, o Canadá e os Estados Unidos são os países com o maior número de pessoas acometidas por Alzheimer. Atualmente, os Estados Unidos têm diminuido a quantidade de cidades que participam do programa de fluoretação e o número de cidades fora do programa tem crescido gradualmente. Curiosamente, a Finlândia, assim como diversos países europeus, como Alemanha, Japão, Suíssa e Suécia baniram a fluoretação da água. Países que aparecem no site como tendo índices extremamente baixos de Alzheimer, tais como Grécia, Camboja e Índia não possuem, coincidentemente, programa de fluoretação da água.

Fluoretação da água no Brasil

A fluoretação da água foi adotada pela primeira vez no Brasil na cidade de Baixo Guandu, ES, em 1953. Uma lei federal entrou em vigor em 1974 exigindo que estações novas ou ampliadas de tratamento de água deveriam ter a fluoretação, e sua disponibilidade foi significativamente ampliada na década de 1980, com fluoretação fixada em níveis de 0,8 mg/L. Segundo o IBGE, a partir de 2008, 3.351 municípios (60,6%) haviam adotado a fluoretação.

Descoberta planta que remove flúor da água

Após tantas evidências contra o flúor, a melhor opção seria removê-lo da água. Atualmente há filtros que removem ou diminuem a incidência do flúor. Mas, um método eficaz surgiu após a descoberta de uma fantástica planta. Uma planta chamada tulsi, ou manjericão santo (Ocimum tenuiflorum), que cresce por toda a Índia, pode ser apenas outra resposta para retirar o flúor da água em países pobres em todo o mundo. Cientistas da Universidade de Rajasthan descobriram que o tulsi pode substituir algumas das alternativas mais caras para a remoção de flúor.

Os investigadores conduziram o experimento em uma aldeia de Narketpally, imergindo 75 mg de folhas de manjericão santo em 100ml de água que tinha mais de 7 partes de flúor por milhão de água. Após a imersão das folhas em água durante apenas 8 horas, o flúor foi reduzido para apenas 1,1 parte por milhão. A Organização Mundial de Saúde diz que os níveis “seguros” de flúor na água não devem ultrapassar mais do que uma parte por milhão.

https://www.epochtimes.com.br

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Cientista re-cria método de Rife para matar células cancerosas com frequências (vídeo)

Publicado por: luxcuritiba em abril 17, 2016

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Olha que fantástico. Anthony Holland cria um método muito parecido com o método utilizado por Rife para atingir células cancerosas e explodi-las usando o fenômeno da ressonância. Não é, me parece, exatamente o mesmo processo de Rife, mas é algo muito parecido, e a base teórica de funcionamento é exatamente a mesma. Vejam o vídeo, é possível ver as células explodindo bem diante das lentes do microscópio. E só afeta as células cancerosas, não prejudica outras células! É quase como ver o próprio Rife fazendo seus experimentos no laboratório!

Veja o vídeo abaixo, onde Anthony faz uma apresentação no TED. Acione a legenda em português clicando na barra de ferramentas do vídeo:

Mais informações sobre o trabalho do Dr. Royal Rife nesta página: Considerações sobre Hulda Clark e Dr. Royal Rife

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Lei da Fosfoetanolamina é aprovada pelo Governo Federal

Publicado por: luxcuritiba em abril 14, 2016

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ESTÁ FEITO, FOSFOETANOLAMINA ESTÁ APROVADA DEFINITIVAMENTE PELO GOVERNO FEDERAL. Já está publicado no Diário Oficial da União. Depois de aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, a lei foi sancionada pela presidente da República. Agora é LEI NACIONAL, o uso compassivo da Fosfoetanolamina. Agora qualquer pessoa com câncer pode solicitar a Fosfo sem precisar de advogado e burocracia judicial. A VIDA VENCEU, Venceu a Ignorância, Venceu os conchavos e jogos de interesses, Venceu a Burrocracia, Venceu o Lobby da Indústria Farmacêutica, Venceu o Ostracismo de egos carcomidos de ditos “especialistas”. Apesar de o próprio Ministério de Ciência e Tecnologia ter sabotado os testes oficiais com a Fosfo, apesar da Rede Bobo ter feito campanha nacional massiva contra a Fosfo, apesar de todos os ataques, mentiras e fraudes feitas para desmerecer a Fosfo. Engole essa Drauzio Varela, Engole essa Rede Bobo, Engole essa Anvi$a, Engole essa USP, Engole essa políticos, técnicos e diretores de instituições, vendidos aos interesses da Indústria da Doença, a Indústria Farmacêutica!!! A VIDA VENCEU! Apesar de tudo e todos, A VIDA VENCEU!!!

O texto do projeto de lei permite que pacientes diagnosticados com câncer usem a substância por livre escolha, assinando termo de consentimento e responsabilidade, antes de concluídas as pesquisas científicas para seu registro definitivo na Anvisa.

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=1&data=14%2F04%2F2016

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Está provado: humanos conviveram com unicórnios

Publicado por: luxcuritiba em abril 7, 2016

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Pintura do artista alemão Heinrich Harder, feita no século 19, representa o unicórnio siberiano.

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Restos fossilizados do “unicórnio siberiano” foram descobertos no Cazaquistão e datados com 29 mil anos. Até então, se acreditava que o animal tinha sido extinto há 350 mil anos – bem antes do surgimento do homem moderno.

por Denis Russo Burgierman

O unicórnio, no caso, não se parece em nada com o animal mitológico que está no imaginário da humanidade desde a Idade Antiga: ele está mais próximo dos mamutes e dos rinocerontes do que dos cavalos. O Elasmotherium sibiricum, também conhecido como unicórnio siberiano, pesava 4 toneladas e media mais de 5 metros de comprimento. Até hoje, se acreditava que ele tinha sido extinto há 350 mil anos, antes do surgimento do Homo sapiens. Mas uma escavação realizada por pesquisadores russos e cazaques acaba de identificar restos fósseis do animal com menos de 30 mil anos de idade – recentes o suficiente para terem convivido com humanos na Ásia Central.

A descoberta dá força para a tese de que o elasmotherium tenha inspirado as lendas sobre unicórnios, que já eram populares na Grécia Antiga. Na Idade Média, chifres de rinocerontes e da baleia narwhal eram muitas vezes comercializados como se fossem de unicórnios.

A verdade é que nunca se encontrou nenhum chifre do unicórnio siberiano. Como eles eram feitos de queratina – a mesma substância que compõe unhas e cabelos -, não sobreviveram aos milênios. Os paleontólogos apenas identificaram uma protuberância no crânio, que eles atribuem a um chifre. Essa interpretação está de acordo com velhos mitos do povo tártaro, que habitava a Sibéria, e falavam de um animal com um chifre tão imenso que só podia ser arrancado com uma marreta. Agora se sabe que essas lendas podem ter fundo de verdade.

http://super.abril.com.br

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‘Tomo a pílula do câncer desde 2005’, diz pesquisador

Publicado por: luxcuritiba em março 27, 2016

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Doutor em biotecnologia, o pesquisador Marcos Vinícius de Almeida é um dos detentores da patente da fosfoetanolamina sintética, a “pílula do câncer”, que voltou aos holofotes nesta semana após o Senado aprovar o Projeto de Lei que libera o uso da substância.

Desenvolvida pelo professor aposentado Gilberto Chierice, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) São Carlos, a substância não tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser usada como medicamento e também não foi ainda testada em seres humanos.

Professor da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Almeida afirma que também toma a substância, mas não contra o câncer. Diz ainda que vai realizar estudos e que não descarta a possibilidade de o grupo detentor lançá-la como um suplemento, caso são seja liberada como medicamento. Leia os principais trechos da entrevista:

– Como o senhor recebeu a notícia da liberação da fosfoetanolamina pelo Senado?

Na realidade, foi uma surpresa. A gente não esperava que a a aprovação fosse se dar com facilidade, uma vez que tinha de ter a aprovação da Anvisa como medicamento e com a divulgação daquele relatório que foi lançado pelo Ministério da Ciência e da Tecnologia.

– O relatório do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) não apontou resultados positivos nos testes in vitro, pois a fosfoetanolamina não apresentou atividade anticancerígena. Na sua opinião, por que isso aconteceu?

Nesse resultado, já esperava que algo pudesse vir com algum viés de informação, que foi o que aconteceu com as dosagens que eles usaram.

– O senhor poderia explicar melhor?

Cápsulas, da forma que foram entregues, não têm como funcionar em um sistema in vitro, porque elas precisariam ser metabolizadas, sobretudo o processo de metabolização no fígado e, aí sim, depois, elas teriam algum princípio de eficácia. O pior problema foi a concentração utilizada pelo estudo. O professor Durvanei (Augusto Maria, pesquisador que faz parte do grupo que tem a patente da fosfoetanolamina) e seus alunos detectaram que a eficácia do produto in vitro se dá com uma concentração 100 vezes maior do que a que foi utilizada. Então, é óbvio que não iria funcionar.

Já estou até te cantando a bola. Se utilizarem a mesma concentração nos testes in vivo, não vão ter resultado, não vai funcionar. Não importa que façam em ratos ou grandes animais, não vai funcionar nessa concentração. Temos confirmação, por meio de relatos, que é com a maior quantidade do produto que a gente acaba encontrando a eficácia e o efeito da substância para alguns tipos de câncer. Reafirmo que nós não sabemos ainda para quais tipos de câncer ela atua, nem a porcentagem de atuação. [Não sabemos] Quanto ela cura, se ela cura, se ela diminui ou se só estaciona. Nunca falei que é uma cura para o câncer ou uma cura milagrosa, pelo contrário, tenho de ver o resultado pronto e com um estudo que seja feito com imparcialidade científica.

– Havia a informação de que as cápsulas continham fosfoetanolamina pura, mas os testes apontaram a presença de outras substâncias. O que o senhor tem a dizer sobre isso?

Sempre deixei muito claro que, dentro das cápsulas, não havia fosfoetanolamina pura. A própria patente descreve que não é fosfoetanolamina pura. No momento em que eu agrego cálcio, zinco e fósforo, tenho um complexo de fosfoetanolamina. Se somente a fosfoetanolamina desse o efeito, era só comprar e teria um efeito. Não foi a evidência que a gente encontrou.

– O senhor acredita que a presidente Dilma Rousseff vai sancionar o Projeto de Lei aprovado no Senado?

Eu acredito que a presidente vai vetar. É quase certo isso. Ela não sanciona.

– Por quê? A pesquisa conduzida pelo MCTI poderia interferir na decisão?

Eu não sei. Acho que é possível a liberação de outros medicamentos por uma jurisprudência. Em nenhum momento eu achei que o papel da Anvisa não é fundamental e que o marco regulatório dos medicamentos não seja fundamental no País. Temos de ter regulação e evidências.

O que é importante deixar claro é que estamos lidando com um composto que não apresenta toxidade alguma. É inóquo do ponto de vista de toxidade. Se não causa mal nenhum, por que não pode liberar esse composto para um paciente? Não é nem por ser uma promessa de cura, mas vamos supor que um paciente esteja em estado terminal e só tenha acesso a esse produto como a última esperança e ele não cause mal e exista um viés que ele pode curar uma pessoa. Vamos tirar da pessoa esse acesso e deixá-la morrer? É um direito de cidadão.

Eu não quero ver um Estado controlando, [dizendo] que eu não posso tomar substâncias que não são tóxicas, uma vez que o cigarro, o álcool, que são substâncias reconhecidamente tóxicas têm liberação e eu não preciso de aprovação alguma nem de termo de responsabilidade para poder consumir. É um contrassenso permitir a liberação do cigarro, que é altamente nocivo e causa um rombo milionário nos cofres públicos, com relação aos gastos de saúde, e não permitir que uma substância que não tem reação tóxica nenhuma seja utilizada.

– O senhor acha que pílula pode ser liberada como um medicamento?

Para ser liberada como medicamento, para que ganhe status quo de cura do câncer, tem de passar por todos os níveis de aprovação, que não dependem só da comissão que foi elaborada pelo Ministério da Ciência e da Tecnologia. Existe um estudo que está acontecendo paralelamente no Estado de São Paulo. Eu vou conduzir outro estudo na Universidade Municipal de São Caetano do Sul, onde acabei de ser contratado, e vamos tirar essa contraprova.

Mesmo assim, estamos tentando tirar a contraprova em outros países. A gente já começou a mandar esse produto, e não é de hoje, para a Suíça, Índia, Portugal, Suécia, Estados Unidos para fazer a averiguação lá fora. Porque se isso não for aprovado no Brasil, mas algum estudo lá fora apresentar resultado, que se aprove lá fora e venha para cá como um medicamento importado.

Deixo claro também o seguinte: se nada disso for aprovado como medicamento, para nós, que somos detentores da patente, isso não influencia em nada. Nós podemos lançar esse produto como um suplemento. A relação monetária de retorno econômico até seria maior, os entraves burocráticos seriam menores. Nós tivemos o cuidado de não lançar como um suplemento antes de ter o cumprimento das terapêuticas envolvidas, pra ver se causava algum tipo de problema, se acabava tendo efeito positivo para esse ou aquele tipo de câncer, por isso, a gente nunca optou pela situação de suplemento.

– O senhor acredita que é possível que a fosfoetanolamina seja lançada como um suplemento?

Eu acredito que, com o conhecimento dos estudos clínicos que serão realizados no Estado de São Paulo, a necessidade burocrática para ser lançado como suplemento, ela já tem. Não tem toxidade e já existem suplementos de fosfoetanolamina que são vendidos no mercado. Então, a gente já teria essa possibilidade. Essa é uma decisão do grupo que tem a patente. Não há dúvida de que se a gente não tiver a possibilidade de lançar como medicamento, a gente lançaria como suplemento, como foi o caminho de muitos medicamentos que a gente tem no Brasil hoje e passaram por essa situação. Primeiro, como um suplemento e, depois, com uma comprovação clínica, eles acabaram ganhando o status de medicamento.

Se fosse por interesse financeiro, a gente teria encurtado toda essa discussão e já teria lançado como um suplemento, já estaria no mercado e não teria criado nada disso. A polêmica gerada em torno disso não foi causada pela promessa, mas pela evidência que algumas pessoas tiveram, nem vou dizer de cura, mas pessoas que estavam literalmente desenganadas e apresentaram melhoras significativas de ganho de peso, de diminuição da dor e tivemos alguns casos de regressão total da doença. Mas vamos até a elucidação final para ver se cura ou não. A ideia primeira do Dr. Gilberto [Chierice] e ele sempre foi muito categórico é de que viria como um medicamento.

– Como o senhor começou a trabalhar com a fosfoetanolamina? O senhor constatou efeito?

Eu entrei em 2001. Efetivamente, fiz a primeira publicação em 2005 no meu mestrado. O Dr. Gilberto [Chierice] começou o trabalho dele em 1990, 1991. O que nós notamos foi um efeito muito elaborado na diminuição da dor das pessoas que usavam o composto. Notamos melhoras em várias situações na qualidade de vida dos pacientes e, em alguns casos, regressão total de doenças de toda natureza: pâncreas, fígado, cérebro, pulmão. Eu não sei em relação a todos os tipos de tumores. Fazer qualquer afirmação de que ela tem efeito sobre todos os tipos seria leviano, não é um dado estatisticamente comprovado.

– Alguns pacientes estão parando o tratamento convencional por acreditarem que a pílula não terá eficácia se utilizada com a quimioterapia, por exemplo. O que o senhor tem a dizer sobre isso?

Não concordo com isso. Não é correto, porque quem conhece o estado [do paciente] é o médico. Eu não gostaria de ver a fosfoetanolamina como uma substituição dos meios convencionais. [Mas] Como substância experimental, que ela seja utilizada em pessoas que não têm mais o que fazer. Em cultura de tecidos, foi visto que ela tem atuação com quimioterápicos. Em pacientes que estavam fazendo uso de quimioterápicos e tomando a fosfoetanolamina, diminuíam os efeitos adversos da quimioterapia, como náusea, tontura e vômito. Pelo mecanismo de ação proposto, que ainda não foi definido, não funcionaria como cura, mas como um marcador de células tumorais e o sistema imune conduziria à destruição dessa célula. Não concordo [com a paralisação do tratamento], porque qualquer interrupção do tratamento pode levar ao aumento de células tumorais.

– O senhor acredita que, ao final dos testes, os pesquisadores vão chegar a um resultado positivo sobre a substância?

Eu gostaria, como ser humano, que fosse confirmado que ela atua nos mais diversos tipos de tumor e que ela tivesse um alto índice de cura. Mas tenho de esperar com cautela os resultados que vão chegar. Quando eu tiver uma convergência de evidências científicas, vou poder me posicionar.

– O que o senhor diria para os pacientes que estão buscando a pílula?

Estou pedindo que as pessoas não usem a fosfofoetanolamina que não seja da USP [Universidade de São Paulo]. É uma indicação para que as pessoas não tomem outros produtos, que certamente são piratas. Pior do que ter uma doença é ter morte dolorosa ou piora do quadro. Peço que as pessoas tenham cautela com produtos que não tenham procedência garantida.

– Vocês já sabiam que a substância não apresentava toxidade ou ficaram sabendo com as pesquisas do ministério?

A gente já apresentou esse resultado de toxidade, já sabíamos. Eu já tomo fosfoetanolamina desde 2005 e nunca apresentou toxidade. Fiz os testes no meu laboratório e sabia que não tinha toxidade. Temos um laudo do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica) de Botucatu de 2001 que atestava a atoxidade, mas o Ministério da Tecnologia refez todos os procedimentos.

– O senhor toma a cápsula por ter câncer?

Não. Eu tomo como suplemento de cálcio, zinco e magnésio. Nunca tive um tumor, nunca tomei com essa finalidade.

– E o que o senhor notou?

Na realidade, como qualquer composto com fósforo, notei uma melhora da cognição, de memória, como se fosse aqueles suplementos da década de 1980, como o antigo Fosfosol. É um uso meu, não é nada científico, mas é para garantir que, aquilo que eu estava usando, realmente não causava nenhum efeito adverso. São as mesmas cápsulas que eu fabrico para fins de pesquisa.

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10 lugares fora dos roteiros turísticos tradicionais para visitar no Egito

Publicado por: luxcuritiba em março 16, 2016

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Após a revolução de 2011, onde até o museu de Cairo foi invadido e teve relíquias roubadas, o Egito foi considerado um lugar perigoso para viajar, perdendo cerca de 95% dos seus turistas. Mesmo concordando que o Egito não é um país fácil e 100% seguro para viajar por conta própria, muito menos para mulheres, ele não é nenhum bicho-de-sete-cabeças.

Durante minha visita de 28 dias, em maio de 2014, tinha pouquíssimos turistas no Egito, e eu estava praticamente sozinho em todas atrações que visitei e, em 28 dias em albergues, conheci menos de 15 viajantes. Meus amigos que visitaram o Egito antes da Revolução não acreditaram quando viram minhas fotos sozinho nos lugares famosos. Entrei sozinho na pirâmide de Khufu, mas cinco anos atrás tinha fila de horas embaixo daquele sol escaldante. Por isso, minha dica é: visite agora, antes que a multidão de turistas volte.

Como eu gosto muito de visitar lugares diferentes, além das rotas turísticas tradicionais, que no Egito são o Museu de Cairo, as Pirâmides também na capital, o Vale dos Reis e os Templos de Luxor e Karnak, em Luxor, fiz uma lista de lugares que não são tão famosos assim, mas que valem sua visita:

1. Abu Simbel

Perto da Fronteira com o Sudão, a mais de 200km do sul de Aswan, se encontra um dos maiores monumentos do Egito, o gigantesco templo de Abu Simbel, que foi construído pelo Faraó Ramsés, segundo mais poderoso Faraó de todos os tempos. Mesmo assim, ele foi abandonado, esquecido e enterrado pelas areias do deserto, redescoberto em 1813 e depois escavado por arqueólogos. Mais de um século depois, em 1964, ele foi cortado e o mudaram de local para salvá-lo das inundações do Rio Nilo. Essa rota turística teve problemas de ataques terroristas aos ônibus, por isso agora o percurso é feito de trem com escolta policial, para garantir a segurança dos turistas.

2. Templo Philae Isis

Lembra da nave espacial Philae, que pousou num cometa alguns meses atrás? Ela foi nomeada em homenagem a Obelisco Philae (hoje na Inglaterra), mas que pertencia a esse templo que fica na ilha de Agilkia, no Lago Nassear, na cidade de Aswan. Para chegar nessa ilha, tivemos muitos problemas com os barqueiros. Éramos 5 e eles queriam cobrar 300 libras egípcias – como perguntamos o preço antes no albergue, sabíamos que custava 60, então acabamos pagando 80 (uns 11 dólares) por barco, mas tivemos que chamar a polícia para ajustar os preços.

O mais incrível foi que esse templo também foi desmontado e transportado para a ilha Agilka, que está em um terreno mais alto que seu local original. Apesar do templo ainda estar em boas condições, pela idade que ele tem, foi muito danificado pelas inundações do Rio Nilo.

3. Pirâmide de Djoser (Saqqara)

Visite logo antes que seja tarde! A pirâmide de Saqqara foi a primeira pirâmide construída no Egito e, por ser tão antiga, está caindo aos pedaços. Com a crise no setor turístico, não acredito que o governo vá terminar as reformas tão cedo.

Ela pode ser visitada em um dia junto com a Pirâmide de Dahshur (Pirâmide vermelha), em um bate-volta do Cairo.

4. Mar vermelho

As cidades mais famosas para mergulhar no mar vermelho são Sharm el Sheikh, Dahab e Hurghada. Eu passei 7 dias em Hurghada e fiz muitos mergulhos maravilhosos e baratos; aparentemente, as cidades praianas são as que mais recebem turistas hoje, já que os protestos ocorrem mais no Cairo e Alexandria. O lugar mais famoso é o Buraco Azul, que é um dos pontos de mergulho mais perigosos do mundo e, como eu tenho apenas o curso básico de mergulho, resolvi não arriscar.

5. Alexandria

A poucas horas de trem do Cairo, Alexandria é uma cidade bem limpa e organizada comparado as outras cidades egípcias. Lá visitei apenas a nova Biblioteca de Alexandria e o forte de Qaitbey. Como não encontrei nenhuma informação sobre as ruínas do farol de Alexandria, uma das 7 maravilhas do mundo antigo, apesar de ter perdido muito tempo na praia perguntando para os locais que não falavam inglês sobre o farol, não consegui nenhuma informação, pois ninguém soube me falar se tinha um passeio de barco para ver a ilha com ruínas do farol (caso tenha restado algo), mas acabei descobrindo que é possível mergulhar com cilindro e ver esfinges debaixo d’água, que ficará para a próxima visita. Isso e as Catacumbas do Kom El Shoqafa e os Jardins do Palácio de Montazah, que não deu para visitar num bate a volta.

6. Templo de Hatshepsut

É um templo perto do Vale dos Reis, construído em homenagem a Hatshepsut, a segunda mulher mais famosa do Egito depois de Cleópatra. Como antigamente era difícil para uma mulher subir ao trono, ela se declarou filha de Amon Rá e governou por muito tempo até sua morte, quando o filho Tutmoses III assumiu o poder.

7. Obelisco inacabado de Aswan

Por sorte, alguém errou, alguém que com certeza deve ter sido executado pelo Faraó (aliás, Faraoa?), pois este Obelisco foi encomendado pela Faraó Hatshepsut. Graças a ele, nós podemos ter uma ideia de como os egípcios construíam os Obeliscos. Esse era para ser o maior de todos os tempos, com 42 metros de altura e 1200 toneladas. Hoje, infelizmente, tem mais Obeliscos egípcios na Europa do que no Egito.

8. Passeio de Barco Felluca no Rio Nilo

Saia da rotina e diga não aos barcos com motor e cruzeiros de luxo (que ouvi falar que estão muito mais baratos por conta da crise), e pegue um barco Felluca, que é movido pelos ventos, navegue pelo Rio Nilo do jeito que os antigos egípcios faziam milhares de anos atrás. Esse passeio pode ser feito em Luxor ou Cairo.

9. Citadela de Cairo

Além da linda mesquita e visão panorâmica de Cairo, tem 4 museus dentro da Citadela. O museu militar é muito impressionante, conta toda a história recente do Egito. Além dele, existe o Museu da Polícia, o Museu do Palácio de Al-Gawhara e o Museu dos Transportes, que são bem interessantes.

Nas redondezas da Citadela tem um cemitério Egípcio que eu encontrei por acaso quando me perdi, achei bem interessante, então anota na lista também.

10. Estátua de Ramsés II em Memphis

A estátua de calcário de 10 metros de altura (e mil toneladas!) do mais poderoso Faraó de todos os tempos está deitada, pois está quebrada. Memphis se localiza no Atual Cairo, e essa estátua fica em um minúsculo museu.

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Apesar de serem fantásticos, esses lugares não fazem parte das principais atrações turísticas do país, então imaginem como devem ser as Pirâmides, Vale dos Reis e Karnak! Por isso, após um ano de viagem em quase 40 países, se me perguntarem meu segundo país favorito, eu realmente não consigo responder – foram tantos países maravilhosos -, mas o primeiro, sem sombra de dúvida, é o Egito! Boa viagem a todos!

Para acompanhar a aventura de Henry em 500 dias pelo mundo, siga a página do projeto no Facebook.

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Novos Canais de comunicação e Formas de pagamento

Publicado por: luxcuritiba em março 14, 2016

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Piramidal no celular, agora mais perto de você ;)

Alguns clientes reclamam da dificuldade de comunicação. Estamos trabalhando para melhorar o atendimento, dentro de nossas possibilidades operacionais. Agora podemos conversar via WhatsApp. Anote aí: 55-41-98443-0605.

Além disso é possível enviar mensagem pela loja online, SMS pelo celular, e também pelo Facebook, além é claro, do bom e velho e-mail luxcwb@gmail.com.

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Novas formas de pagamento

Alguns clientes tem tido dificuldade em utilizar o PagSeguroUOL. Para melhorar a experiência em nossa loja online e simplificar o máximo possível o procedimento de compra, disponibilizamos outras formas de pagamento. Agora você pode comprar usando o PayPal, depósito em conta ou boleto diretamente conosco.

Após o cadastro básico onde é especificado o endereço para entrega do produto, você deve escolher entre as tres formas de pagamento possível: PayPal, PagSeguroUOL ou Pagamento Off-line.

Se optar pelo Paypal, será direcionado(a) para uma página de autenticação no serviço com seu e-mal e senha. Se optar pelo PagseguroUOL também será direcionado(a) para uma página para efetuar a autenticação com usuário e senha. Se preferir fazer pagamento off-line, clique em “FINALIZAR COMPRA“, e você receberá em seu e-mail as instruções para efetuar o pagamento por depósito em conta ou boleto diretamente com a gente, sem necessidade de nenhum outro cadastro.

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Vacas, peixes e lagostas têm GPS interno – baseado no campo magnético da Terra

Publicado por: luxcuritiba em março 13, 2016

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Cientistas da Universidade de Pequim descobriram como o mecanismo funciona

por Ana Luísa Fernandes

editado por Bruno Garattoni

Animais como tartarugas, pássaros, borboletas e até vermes possuem senso de direção baseado no próprio planeta: eles têm a capacidade de sentir a direção e força do campo magnético terrestre. O mecanismo é fundamental para as migrações e grandes deslocamentos -só assim as tartarugas conseguem voltar sempre à praia em que nasceram, para desovar, sem se perderem no caminho. Mas essa história já é bem conhecida; a novidade é que finalmente os cientistas descobriram como esse sistema funciona.

Existem duas teorias estudadas por cientistas que explicam o GPS natural. A primeira envolve proteínas que se ligam ao ferro. Elas estariam presentes no cérebro dos animais, e se alinhariam com o campo magnético da Terra. A segunda envolve uma proteína de nome criptocromo, que é sensível à luz e foi ligada ao senso de direção das aves. O grande mérito da pesquisa chinesa foi mostrar que as duas teorias não se excluem: na verdade, elas se relacionam.

Os pesquisadores escanearam o genoma de uma mosca de fruta, procurando uma proteína que atende a condições muito específicas. Ela tinha que se ligar ao ferro, agir dentro da célula e não na membrana -já que os sensores magnéticos ficam no citoplasma-, atuar no cérebro e/ou olhos dos animais e, por último, interagir com o criptocromo. “Nós achamos um gene que se encaixa em todas as nossas previsões”, disse Can Xie, líder do estudo. Eles isolaram um complexo proteico -ou grupo de proteínas- chamado MagR, e descobriram que, além da interação com o criptocromo, o MagR responde ao campo magnético. No laboratório, a atração era tão forte que as partículas grudaram nos instrumentos dos pesquisadores que continham ferro.

Aparentemente, o complexo forma a base do GPS dos animais. Mas o seu funcionamento exato ainda não foi descoberto. Uma possibilidade é que quando uma tartaruga muda de direção, por exemplo, as proteínas oscilem e apontem para o norte, como uma agulha de bússola. Esse movimento poderia desencadear um sinal, que seria mandado para o sistema nervoso, responsável pelas ações.

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Ciência perto de comprovar que pessoas absorvem energia de outras

Publicado por: luxcuritiba em março 6, 2016

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Quem nunca sentiu uma energia densa seja em algum lugar ou na presença de alguma pessoa?! No Mundo da Ciência, é comum ouvirmos dizer que tudo é energia, o que não seria diferente em nós e para nós.

O artigo trata de uma experiência feita em algas, e com o resultado, a doutora e terapeuta Olivia Bader Lee, sugere que o mesmo pode se aplicar aos humanos.

A equipe de pesquisa da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, fez uma interessante descoberta mostrando que as plantas podem absorver fontes de energias alternativas de outras plantas.

Essa descoberta pode causar um grande impacto no futuro da bioenergia, eventualmente fornecendo a evidência de que pessoas absorvem energias de outras, da mesma maneira.

Membros da pesquisa biológica do Professor Olaf Kruse, confirmaram pela primeira vez que uma planta, Chlamydomonas Reinhardtii, não apenas realiza a fotossíntese, mas também tem uma fonte alternativa de energia, que pode absorver de outras plantas, conforme publicado no site Nature.com.

As flores precisam de água e luz para crescerem, e as pessoas não são diferentes.

Nossos corpos físicos são como esponjas, absorvendo o ambiente a nossa volta.
“É exatamente por isso que há pessoas que se sentem desconfortáveis onde há um certo grupo com mistura de energias e emoções”, disse a psicóloga e terapeuta Dr. Olivia Bader Lee.

Plantas produzem a fotossíntese a partir do dióxido de carbono, água e luz. Em uma série de experimentos, Professor Ola Kruse e sua equipe, cultivaram a alga microscopicamente pequena, Chlamydomonas Reinhardtii, e observaram que quando expostas à falta de energia, essas plantas de células únicas podem absorver energia de vegetais ao redor.
A alga ‘digere’ as enzimas de celulose, tornando-as pequenos componentes de açúcar, sendo então transportados para células e transformados em fontes de energia.

“Essa é a primeira vez que esse comportamento é confirmado em um organismo vegetal. Essas algas poderem digerir a celulose, contradiz todos os livros anteriores. Até certo ponto, o que estamos vendo é plantas se alimentando de plantas”, diz Professor Kruse.

Fotografia kirlian (ou bioeletrografia) de dois dedos de pessoas diferentes. Encima, à direita, o dedo de um reikiano com seu canal reiki “ativado”, emanando energia. À esquerda, abaixo, o dedo de uma pessoa em seu estado normal.

Dr. Bader Lee diz que quando os estudos sobre energia se tornarem mais avançados nos próximos anos, nós poderemos ver toda essa ação sendo traduzida também para os seres humanos.

Bader Lee complementa: “O organismo humano é bastante similar à uma planta, que suga, absorve a energia necessária para alimentar seu estado emocional, e isso pode energizar as células ou causar o aumento de cortisol e catabolizar, alimentar as células dependendo da necessidade emocional.”

Finalizando, Dr. Bader fala da conexão do homem com a natureza, que se perdeu durante os anos mas que está se reencontrando novamente, afirmando que o ser humano pode absorver e curar através de outros seres humanos, animais e qualquer parte da natureza. É por isso que estar perto da natureza é frequentemente tonificante, curativo e energizante para tantas pessoas.

Ao contrário do que pensam muitos cientistas da idade moderna, que clamam conhecer tudo, se existe um “mundo espiritual”, ele não é separado da Ciência, e sim separado da ciência reduzida do homem.

Por conta de inúmeros relatos de pessoas com capacidades ‘paranormais’ para o padrão moderno do mundo, pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, conduziram um estudo sobre o fato de pessoas que afirmam verem a aura de outras, conforme publicado no site MedicalXpress.

O fenômeno neuropsicológico ‘Synesthesia’, é uma condição na qual um padrão cognitivo leva a outro, misturando seus sentidos. Dessa maneira, as pessoas que possuem essa capacidade, podem ver ou até mesmo sentir o som, ouvir um cheiro, ou associar pessoas a um tipo de cor ou música.

Vemos que não se trata apenas de uma suposição, mas algo sendo descoberto pelos cientistas e afirmado por outros, o que há milênios se sabia nas culturas orientais, por exemplo.

Sendo assim, o nosso campo áurico pode tanto afetar quanto ser afetado não só por pessoas ao nosso redor, mas também por objetos, já que conforme afirma a Ciência, tudo é energia.

O BioField Global, fala detalhadamente sobre os nossos corpos mais sutis, do conhecimento dos antigos hindus, e do aprofundamento dos estudos da aura com o auxílio da moderna tecnologia.

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http://www.revistapazes.com

Veja também:

Fotografia kirlian de um reikiano

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Fosfoetanolamina: A pílula da esperança que pode curar o câncer

Publicado por: luxcuritiba em março 6, 2016

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A substância é, enfim, testada em dois estudos clínicos com seres humanos

No fim dos anos 1970, Maria Lidia Martuscelli, a Lidoka, ganhou fama como integrante das Frenéticas, grupo de cantoras-garçonetes formado em uma discoteca no Rio de Janeiro. Como nos versos de seu maior sucesso, Dancing Days, a cantora tem sentido, sofrido, dançado sem querer dançar nos últimos anos.

Em uma batalha contra o câncer desde 2006, Lidoka enfrentou uma cirurgia para a retirada de um melanoma, um tipo de neoplasia de pele, e foi submetida a quimioterapia para tratar um tumor no intestino. Em 2015, descobriu metástases no cérebro, glúteo e fígado. Seu oncologista receitou o remédio experimental Yervoy. O tratamento, no valor de 320 mil reais, provoca diversos efeitos colaterais: enjoo, diarreias e quedas hormonais capazes de levar à hepatite e a problemas na tireoide. “Não vou botar essa bomba dentro de mim”, disse Lidoka ao seu médico.

Liloka

Após obter 60 pílulas, fornecidas pela USP por meio de liminar, Lidoka afirma se sentir bem melhor e está esperançosa com o sucesso do tratamento.

Nos últimos meses, a cantora tem buscado tratamentos paliativos. Além de mudanças nos hábitos alimentares, passou a utilizar a Fosfoetanolamina. Sintetizada por um grupo de pesquisadores do Instituto de Química da USP em São Carlos, liderado pelo cientista Gilberto Chierice, o composto químico, originalmente produzido pelo próprio corpo humano, tornou-se a esperança de milhares de pacientes de câncer em estágio avançado no País.

Após obter 60 pílulas, fornecidas pela USP por meio de liminar, Lidoka afirma se sentir bem melhor e está esperançosa com o sucesso do tratamento. “Comecei com três cápsulas, agora tomo apenas uma por dia para não acabar.”

Alvo de desconfiança da comunidade médica, a fosfoetanolamina deve deixar o terreno das incertezas neste ano. O composto será testado em dois estudos clínicos com seres humanos. Até o momento, o composto havia sido submetido apenas a pesquisas com animais e células cancerígenas. Em 2007, o cancerologista Renato Meneguelo, integrante da equipe de Chierice, apresentou um estudo com resultados positivos para a regressão de melanoma em cobaias submetidas ao composto.

Dr. Renato Meneghello 'De luto'

Dr. Renato Meneghello ‘De luto’ pela proibição da Fosfo.

Embora a fosfoetanolamina tenha demonstrado potencial contra o câncer, a falta de critério na sua distribuição contraria a recomendação médica. Fornecida pelos pesquisadores da USP de São Carlos informalmente há 20 anos, a substância teve sua produção proibida pela universidade em 2014. Pacientes como Lidoka recorreram então aos tribunais para obter o composto.

Em 2015, o TJ de São Paulo pediu a suspensão da entrega das cápsulas, mas reconsiderou a decisão após Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal, conceder uma liminar a um paciente de câncer em estado terminal. Atualmente, a USP tenta atender à demanda de 13 mil processos relacionados à fosfoetanolamina, apesar de o Instituto de Química de São Carlos ser capaz de produzir apenas 2,4 mil cápsulas por semana.

salvador

Salvador Claro Neto, um dos desenvolvedores da Fosfo e responsável pela produção das pílulas em São Carlos.

Diante do crescente interesse de pacientes e muita pressão popular em manifestações nas ruas em várias cidades do Brasil e também nas redes sociais, o Ministério da Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Saúde de São Paulo passaram a coordenar pesquisas distintas sobre a fosfoetanolamina. Por ora, cada frente realizará seus estudos de forma independente. Enquanto a pesquisa do governo paulista conta com a supervisão de Chierice na síntese da substância, o ministério obteve amostras da fosfoetanolamina com a USP no ano passado.

Segundo Celso Pansera, ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, resultados preliminares indicam que a substância não é prejudicial aos pacientes, embora não se saiba sua real eficácia.

“Caso seja comprovado que ela não é tóxica, nosso objetivo é liberá-la para uso compassivo, medida adotada para medicamentos inovadores ainda não avaliados integralmente.”

Como não há interesse do grupo de Chierice em obter dividendos com a patente, a eventual produção em série da fosfoetanolamina não deve sofrer entraves, avalia o ministro.

Bauruense pesquisa composto que combate o câncer. 02/10/2015 Na foto: Marcos Vinícius de Almeida

Dr. Marcos Vinícius de Almeida, um dos pesquisadores da Fosfo, já afirmou em diversas audiências públicas ter ele próprio usado a substância sem qualquer tipo de efeito colateral além de ter publicado diversos estudos demonstrando a eficácia da Fosfo na redução de tumores em células cancerígenas testadas em laboratório.

Para Paulo Hoff, do Instituto do Câncer de São Paulo, o estudo realizado em parceria com a Secretaria de Saúde de São Paulo será complementar ao do governo federal. Enquanto a pesquisa coordenada pelo ministério tem o potencial de garantir o registro da fosfoetanolamina na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o objetivo do estudo paulista é analisar os efeitos do composto.

Chierice acompanhará a síntese da substância no laboratório PDT Pharma, em Cravinhos, interior de São Paulo. Após a produção, a substância será encapsulada pela Fundação para o Remédio Popular, laboratório farmacêutico oficial do estado. Um relatório preliminar do Ministério da Saúde afirma que o químico não quis participar do estudo federal por conta da presença de entidades da indústria farmacêutica na pesquisa.

Catarinense Carlos Kennedy foi preso depois de distribuir gratuitamente a Fosfo durante sete anos

Catarinense Carlos Kennedy foi preso depois de distribuir gratuitamente a Fosfo durante sete anos.

Meneguelo diz não ter sido procurado por Chierice ou qualquer esfera de governo para participar dos estudos. Biomédico do Instituto Butantan e responsável por pesquisas com a substância, Durvanei Maria foi convidado pelo Ministério da Saúde para acompanhar a pesquisa federal. O biomédico também comprovou o potencial da fosfoetanolamina para estimular a morte programada de células cancerígenas.

Embora os estudos sejam realizados em frentes distintas, os dois grupos estimam que a avaliação de possíveis efeitos colaterais da substância será concretizada ainda em 2016. Lidoka aguarda ansiosamente para ter acesso livre ao composto.

“Só me resta acreditar no tratamento e confiar no meu lado emocional e espiritual.”

Enquanto a substância não é definitivamente liberada manifestações a favor do uso da Fosfo são realizadas em diversas cidades pelo Brasil e a pressão feita as redes sociais pela internet vem aumentando continuamente.

manifestacao fosfo

Recentemente o apresentador Ratinho fez apresentações especiais sobre a Fosfo em seu programa de Tv, entrevistando os pesquisadores e cobrando atitude e urência das autoridades para que se façam os testes oficiais necessários e que seja definitivamente liberada para uso.

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Veja também:

fosfoetanolamina-deputado-quer-que-mp-obrigue-governos-a-dar-a-pilula-contra-o-cancer

Máfia farmacêutica em guerra contra o tratamento do câncer com fosfoetanolamina sintética

Reportagens publicadas pelo site www.conexaojornalismo.com.br:

Veja as 193 reportagens sobre a Fosfo que publicamos desde setembro

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