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Estudo analisa mais velho DNA mitocondrial de um humano antigo

Posted by luxcuritiba em fevereiro 17, 2016

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Resultado surpreendeu cientistas, que esperavam relação entre espécie encontrada na Espanha e os neandertais

Duas gramas de pó do osso de um fêmur de 400 mil anos de idade, encontrado em Atapuerca, na Espanha, ameaçam derrubar as teorias da evolução humana mais aceitas até o momento. Será que nosso planeta teria sido habitado por diferentes espécies de humanos e outros seres, em uma luta constante pela supremacia de cada espécie no território?

Uma análise do DNA mitocondrial deste material, realizada por cientistas espanhóis e alemães, revelou que estes antepassados estariam relacionados aos hominídeo de Denisova e não ao homem de Neandertal, como se acreditava até então e como apontavam suas características anatômicas.

O material genético pertencia a uma espécie de homem antigo que tem traços similares aos neandertais. Os cientistas esperavam que a análise indicasse que as duas espécies tinham um ancestral em comum. Contudo, o estudo, divulgado na revista especializada Nature, teve um resultado inesperado.

Segundo os cientistas, o hominídeo descoberto na Espanha, muitas vezes classificado como Homo heidelbergensis (uma classificação considerada muito “ampla” pelos pesquisadores), deve ter tido o mesmo ancestral que o homem-de-Denisova, um hominídeo que viveu na Sibéria e que é pouco conhecido pela ciência. A amostra de DNA, contudo, foi encontrada na Espanha, na caverna Sima de los Huesos.

O material genético costuma se deteriorar com o tempo. Apenas ossos preservados no permafrost costumam ter DNA inteiro o suficiente para ser analisado. Os cientistas, contudo, aproveitaram as condições da caverna – principalmente de umidade e temperatura constante – e modernas técnicas de sequenciamento para analisar o material.

“Foram necessários quase dois gramas de osso para gerar a sequência do DNA mitocondrial, mesmo havendo centenas de cópias por célula. Apesar de a preservação por longos períodos talvez ter sido favorecida pelas condições únicas de Sima de los Huesos, os resultados mostram que as técnicas de sequenciamento de DNA têm se tornado sensíveis o suficiente para garantir a investigação de DNA que sobreviveu em locais onde hominídeos do Pleistoceno Médio foram encontrados”, diz o artigo, assinado por cientistas da Alemanha, China e Espanha.

A La Sima de los Huesos, que faz parte do complexo de Atapuerca, declarado Patrimônio da Humanidade, é a jazida que proporcionou, em um só lugar, mais restos de uma espécie de fósseis de hominídeos.

Desde o ano 1976 se trabalha na recuperação dos restos ósseos de pelo menos 28 indivíduos, cujos esqueletos estão completos, embora seus ossos se encontrem muito fragmentados, dispersos e misturados, o que dificulta a reconstrução.

A espécie representada na La Sima de los Huesos mostra uma combinação de características arcaicas junto com outras neandertais, por isso que se considera relacionada evolutivamente com estes últimos.

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Os hominídeos da caverna espanhola e o homem-de-Denisova teriam, portanto, um ancestral em comum. Este teria um ancestral em comum com os neandertais e estes, por sua vez, teriam um ancestral em comum com o humano moderno (Homo sapiens).

Segundo Matthias Meyer, do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva (Alemanha), não temos muita ideia de como muitos desses humanos primitivos se pareciam. O homem-de-Denisova, em especial, é o mais misterioso, já que dele temos apenas mandíbulas, dentes e o DNA – que foi sequenciado recentemente.

“Os dentes eram enormes em comparação com os dentes do neandertal e do homem moderno. A única coisa que quase podemos dizer é que eles deveriam ser muito grandes, pelo menos tinham grandes bocas”, diz Meyer ao podcast da Nature, também divulgado nesta quarta-feira. “Então, esses outros humanos eram bem diferentes do humano moderno, mas eles não eram parecidos com chimpanzés. Eles eram muito mais parecidos com humanos (modernos) do que com chimpanzés.”

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O próximo passo é analisar o DNA nuclear dos hominídeos da caverna espanhola, o que pode dar mais detalhes da relação deles com o homem-de-Denisova, com os neandertais e com o humano moderno. A tarefa, contudo, é considerada um desafio pelo grupo.

fontes:
http://noticias.terra.com.br
http://atarde.uol.com.br
History Channel

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