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“Viver de luz” em Curitiba é possível?

Posted by luxcuritiba em dezembro 6, 2015

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Tempo nublado e o ‘viver de luz’. Algumas reflexões

Considerando que segundo o Simepar (Sistema Meteorológico do Paraná) houve apenas 4 (quatro) dias de Sol ininterrupto – com Sol durante todo o dia – neste ultimo mês de Novembro (veja AQUI), não pude deixar de pensar sobre a questão do “viver de luz”. Uma questão que não é nova, pois desde que fiz meu processo dos 21 dias pela primeira vez (quando?… em 2004 se não me falha a memória) isso já era um problema que me preocupava. Quer dizer, se olhar para o céu é um ritual fundamental dentro do processo do viver de luz, e na sua continuidade, então viver de luz é algo complicado em uma região como Curitiba, em que a maior parte do tempo o céu está nublado, e, atualmente, até mesmo no verão temos este problema, que sempre foi algo praticamente impossível de evitar no inverno e outono.

Então, faço a pergunta:
Será impossível viver de luz em Curitiba? Será que só é possível viver de luz em regiões quentes como Nordeste, Ceará, regiões costeiras de praias? Será que a Jasmuheen se esqueceu deste detalhe?
Na verdade, é mais de uma pergunta né 🙂

Minha resposta para isso, é um texto que já deveria ter escrito há muito tempo, mas acabei não escrevendo por falta de tempo e de inspiração. Mas eu já tinha até um título para ele: O viver de luz e a sopa de pedra.
Falando bem resumidamente, eu acredito que muito do que sido falado sobre a alimentação prânica foi mistificado de forma desnecessária, e se assemelha muito a estória da sopa de pedra. Para quem não conhece a estória veja na Wikipédia: Sopa de Pedra. Aliás, eu achava que era só uma estória, uma fábula, mas parece que há em Portugal uma cultura refinada de fazer sopas de pedra kkk. Morro e não vejo de tudo.

Mas enfim, como ia dizendo, acredito que Jasmuheen e cia. criaram toda uma mística em torno do viver de luz, a tal ponto de praticamente transformá-lo em uma nova religião. De fato, alguns repórteres já chegaram a se referir ao movimento como uma nova (já não tão nova) seita esotérica, mística ou espiritualista. Acho isso muito significativo.

Depois do meu deslumbre inicial, após ter realizado pessoalmente o processo dos 21 dias, aos poucos, à medida que os anos foram passando, e como alguém que passou pela experiência, eu fui começando a ter um olhar mais crítico sobre a prática. E cada vez mais me saltou aos olhos essa questão mística e esotérica da alimentação prânica, e a maneira como esta mesclara com espiritualidade para não dizer religiosidade. Daqui a alguns anos talvez a Jasmuheen seja lembrada, e venerada, como a criadora de alguma nova religião. Como racionalista, cético, questionador, e, recentemente, decepcionado com o mundo espiritualista (ou com as pessoas que se dizem espiritualistas), fico a pensar até que ponto há realmente essa ligação do espiritual com o fenômeno do viver de luz ou alimentação prânica.

Creio que já comentei que no meu entendimento a alimentação prânica é uma capacidade inata do corpo humano, e que isso não tem, necessariamente, muito a ver com o mundo espiritual. E é realmente nisso que acredito, e é por isso também que acredito ter havido um excesso de mistificação em torno do viver de luz, uma mistificação que acabou por tornar a alimentação prânica apenas mais uma doideira de malucos esotéricos, quando podia ter sido muito melhor aproveitada.

Mas o que tudo isso tem a ver com viver de luz, tempo nublado e tudo o mais?

Acredito que a Jasmuheen se enganou ao definir o que era viver de luz, e o que era necessário para chegar a este estado. Segundo ela, para fazer o processo dos 21 dias, é preciso olhar para o Sol todos os dias pela manhã, e se possível também no final da tarde. Isso por si só já é algo difícil em Curitiba, pois normalmente as manhãs curitibanas são nubladas, e olhar para o Sol após o amanhecer pode ser perigoso! Além disso, fazer o processo implica também andar descalço, que segundo Lair Ribeiro é um dos melhores antioxidantes que existe, e isto baseado em ciência, não em esoterismo. Também é um ponto fundamental do viver de luz respirar ar puro, quanto mais puro melhor. E é claro, beber água de qualidade, senão durante o processo (pelo menos não na primeira semana) ao menos depois.

Muito bem, então eu faço uma nova proposta de como enxergar o viver de luz ou alimentação prânica:
Resumindo:
1- É uma capacidade que o corpo humano tem, estava atrofiada, provavelmente por milênios, mas sempre foi passível de ser despertada, usando-se uma técnica adequada.
2- Não é fundamental olhar para o Sol, mas é fundamental, sim, tomar banho de sol, pois o corpo humano precisa da luz solar para regular seu funcionamento interno (isso é a ciência quem diz) inclusive da radiação UV – Ultra Violeta – tão temida e da qual tanto as pessoas se protegem usando protetor solar, porque, segundo os especialistas, ela causa câncer. Não é a toa que no Brasil, mesmo sendo um país tropical, muitos especialistas já consideram como berço de uma epidemia de falta de vitamina D, cuja principal fonte é a luz do Sol. As pessoas estão se expondo muito pouco Sol!
3- É importante o contato com a terra, andar descalço, seja para produzir o efeito antioxidante mencionado pelo Lair Ribeiro, seja para absorver energias telúricas.
4- Desnecessário falar sobre a qualidade do ar e da água consumidas!

Para corroborar meu ponto de vista, lembro da falha catastrófica que Jasmuheen cometeu ao fazer um teste monitorado onde ela faria o processo dos 21 dias em um apartamento, se não me engano, na cidade de Nova York. Devido a sua situação o médico recomendou interromper o processo, ou seja, ela, que é criadora do processo dos 21 dias, e que afirmava viver de luz há uns 10 anos ou mais, não conseguiu fazer o processo dos 21 dias!

Isso é algo muito relevante. Mas a pergunta crucial aqui é: Por que ela não conseguiu? Para os céticos a resposta é fácil, é porque é tudo bobagem esta história de “viver de luz”. Para os estudiosos sérios no assunto, porém, e principalmente para quem passou pela experiência e sabe que a possibilidade da alimentação prânica é algo muito real e concreto, a resposta deve ser um pouco mais complexa. Em minha opinião ela não conseguiu porque esqueceu, ou subestimou, um fator essencial: O contato com a terra (item 3 da lista). Não é possível nutrir-se exclusivamente de prana estando permanentemente preso dentro de um apartamento, pairando nas alturas de décimos e vigésimos andares, longe da terra.

A Jasmuheen usa como fundamento de sua teoria, a ideia de que as pessoas que vivem de luz absorvem energia do ar, nutrindo seus corpos com o prana contido no ar que é respirado, além da energia do Sol, é claro. Portanto, muitos que vivem de luz são chamados de respiratorianos, ou seja, que vivem apenas por respirar, absorvendo o prana, ou energia vital, que está presente no ar. De fato, comenta-se que alguns respiratoriamos conseguem vivem anos e anos sem nem mesmo ingerir água, somente, em teoria, nutrindo-se com o prana presente no ar inalado. Portanto, a sua justificativa de Jasmuheen para não ter conseguido fazer o processo dos 21 dias completo, sob monitoramento, era devido à má qualidade do ar no local em que ela se encontrava. Em minha opinião, ela não conseguiu concluir as tres semanas do processo porque faltou-lhe contato com a terra.

A desconfiança de que a energia da terra é algo fundamental para a manutenção de um regime de alimentação prânica começou com minha experiência ao vivenciar, e eventualmente repetir o processo dos 21 dias nos anos seguintes, quando eu ainda morava em apartamento. Passar 21 dias sem ingerir nada é algo particularmente penoso, mas mais do que isso, eu percebi que é mais penoso quando eu estava dentro do apartamento. Quando eu saia para fazer uma caminhada, ou para “respirar” outros ares, eu percebia que voltava para casa muito mais bem disposto, e isso acontecia mesmo quando saia durante dias nublados, tão comuns em Curitiba. Portanto, o Sol não poderia ser a causa deste bem-estar. E nem a qualidade do ar, pois eu apenas ia dar uma volta na praça que havia próximo, a não mais do que 3 quadras de distância.

Minha experimentação prática com a alimentação prânica deixou claro para mim que é absolutamente fundamental este contato com a terra para que nosso corpo possa se nutrir de energia de forma adequada. Não basta apenas o Sol e respirar ar puro, se você não tiver este contato com a terra, seu corpo vai definhar, exatamente como aconteceu com Jasmuheen no teste mal sucedido. Quando estava refazendo o processo dos 21 dias, e passava dois, ou tres dias sem sair do apartamento, para poupar energia, sentia-me muito fraco, sem energia, o corpo parecia pesar uma tonelada. Mas, quando saia para caminhar na praça, mesmo com dia nublado, escuro, sentia o corpo mais revigorado, a disposição voltava, ao menos em parte, mesmo apesar do gasto de energia na caminhada. Isso sempre foi algo muito claro, inequívoco.

E a sopa de pedras?!
A Jasmuheen formulou um ritual a ser seguido durante o processo dos 21 dias, que segundo ela, se for bem executado, e se a pessoa estiver preparada, a habilitará, após o processo, a não necessitar mais ingerir alimentos sólidos. Uma parte vital do processo consiste em olhar para o Sol, o que normalmente é feito ao ar livre, num parque, ou praça, recomenda-se em lugar arborizado. Acredito que olhar para Sol, neste contexto, são as pedras da sopa de pedras, ou seja, como na sopa de pedras é algo inútil, desnecessário, que está lá somente para enfeite e não tem nenhuma função real. Acredito que se você se expuser ao Sol de forma adequada, periodicamente (e sem protetor solar, por favor!), e se pisar na terra, de preferência descalço, respirar ar puro, beber água de qualidade, e tiver pensamento positivo, com crença firme em seu propósito, você pode habilitar seu corpo a viver da energia absorvida do meio ambiente, chame de prana se quiser, ou chi, ou orgone, ou energia vital, enfim, o nome é irrelevante.

E você pode descartar também a necessidade de vínculo ou auxílio de seres espirituais, sejam religiosos ou esotéricos. Não que não os possa invocar, se assim preferir, pois a ciência já provou em diversos estudos científicos que pessoas que tem uma fé, seja em que tipo de deus ou crença for, tem mais chance de se recuperar de doenças, entre outras coisas, porém esta crença não é absolutamente essencial. Você pode sim adaptar seu corpo para a alimentação prânica, para viver de energia, simplesmente fazendo o processo de conversão de forma adequada, sem precisar de ajuda de seres espirituais, da mesma forma que um atleta olímpico pode se tornar um grande atleta, simplesmente treinando para isso. Um atleta não precisa do auxílio de um ente espiritual para torná-lo um vencedor. Embora este auxílio possa ajudar, mas não é algo absolutamente essencial.

O que é essencial para se conseguir converter o corpo para funcionar com alimentação prânica é:
1- Contato com a terra.
2- Exposição ao Sol.
3- Ar puro.
4- Água de qualidade.
5- Disposição mental/emocional positiva.

Particularmente ao item 5, práticas meditativas podem ajudar muito.
No quesito 3 (ar puro), prática de atividades físicas regulares podem ajudar na boa absorção de oxigênio pelo corpo (talvez sejam fundamentais) principalmente atividades que desenvolvem a capacidade pulmonar, como corridas, natação, práticas de yoga (pranaiama), etc.

Abs
e boas práticas.

Zhannko Idhao Tsw

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Uma resposta to ““Viver de luz” em Curitiba é possível?”

  1. laura botelho said

    Muito bom seu texto, faz muito sentido pra mim que estudo a relação crenças e ambiente. Grata pela informação

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