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Pirâmide não é magia. É Tecnologia!

Archive for 2012

Só ser bonzinho não resolve os problemas do mundo!

Publicado por: luxcuritiba em maio 23, 2012

por Bruno J. Gimenes
sintonia@luzdaserra.com.br

Não dá mais para apenas ser “bonzinho”. Isso está ultrapassado, sabia?

Pois é, o Universo está andando a todo vapor, as coisas estão acontecendo, as pessoas estão se mexendo e a zona de conforto hoje em dia é uma completa ilusão. Não estou dizendo que não é possível ter paz e uma vida tranqüila, claro que é! Refiro-me aqui a ser boa pessoa, pagar as contas direitinho e não fazer mal para ninguém: isso já não é suficiente para que a pessoa tenha evolução espiritual ou apenas não vai garantir que a missão da pessoa esteja plenamente realizada. Muito longe disso!

Estamos vivendo um momento da atualidade em que o Universo está “fechado para balanço”. O que isso significa? Que estamos em franca movimentação, que tudo está sendo questionado, as prateleiras da nossa consciência estão sendo avaliadas. O nosso estoque divino está sendo questionado. Na verdade esse balanço que o Universo está fazendo refere-se a uma verdadeira auditoria na alma de cada ser que habita essa dimensão.

Você acha mesmo que ser só bonzinho, pagar as contas, honrar as obrigações e ser do bem resolve tudo? Você acha mesmo que um planeta tão doente como o nosso, aguentaria quantos anos com pessoas apenas sendo boazinhas? Nosso momento é crítico, precisamos desenvolver a bem-aventurança e um estado de consciência baseados na vontade interior de ajudar o Todo e não apenas olhar para o próprio umbigo.

O objetivo deste texto é ajudar você a despertar a sua consciência para a espiritualidade e com isso adquirir capacidade de entender que trabalhar duro para ajudar o planeta a evoluir é muito mais que uma causa nobre, é uma necessidade emergente. Por isso ser bonzinho apenas é negligência, já que o planeta está doente. Não podemos ignorar a doença, ela deve ser tratada, a consciência deve ser promovida, estimulada.

Com isso tudo, o que eu estou tentando dizer é que se você tiver a sua consciência minimamente espiritualizada, sem que ninguém precise lembrá-lo da sua responsabilidade, sua própria consciência mais compassiva irá lhe mostrar os papéis e atitudes a serem tomadas. Quando a pessoa entende que nossos irmãos, vizinhos, amigos e inimigos fazem parte de um todo em que estamos inseridos, e que esse todo recebe como reflexo as vibrações psíquicas, emocionais dessas mesmas pessoas, compreende-se que não dá para ser feliz sozinho.

Está claro que querer ajudar o próximo é uma ação de compaixão, pois baseia-se em querer ajudar a pessoa a diminuir sua dor e sofrimento. Vejo pessoas incríveis doando amor, estimuladas por uma energia linda que vem do coração. Pessoas que ajudam incondicionalmente e realmente fico extasiado com essa compaixão. Mas vale lembrar que, na verdade, isso não deveria ser chamado de compaixão e sim de bom senso!

É importante dizer que a compaixão é e será um dos principais sentimentos e energias capazes de renovar nossas mentes e corações nesse século e nesse período evolutivo da história da humanidade. Nesse caso, o que quero dizer aqui é que essa compaixão que devemos desenvolver por nosso semelhante, é apenas uma questão de inteligência.

Quanto você é espiritualizado se você não consegue perceber isso? Qual é o nível da sua consciência espiritual se você não a desenvolve através de atos simples que tornam o seu dia-a-dia e o das pessoas ao seu lado um pouco melhor?

Recentemente a humanidade experimenta um período incrível de acesso a informações, espiritualidade, religiões, etc.. Isso possibilita que finalmente as pessoas tenham a liberdade de acessar literaturas, cursos, ensinamentos, vivências, em qualquer doutrina, religião ou filosofia, o que é um presente de Deus para seus filhos que vivem na atualidade. Perceba que em nenhum período da história as pessoas puderam estudar a Bíblia, os Sutras Budistas, Os Vedas, O Bhagavad gita, o Evangelho segundo o Espiritismo, o Tao Te Ching e outros livros sagrados, todos eles juntos, sem quaisquer problemas, nunca! E isso é possível agora!

Isso tudo facilita a imersão espiritual de qualquer pessoa. Ajuda qualquer um a encontrar seus caminhos de crescimento espiritual, o que se configura ótimo instrumento de apoio para elevarmos nossas consciências.

Mas tudo é questão de equilíbrio, já que a espiritualidade é um estado de consciência. Esse estado de consciência basicamente deve anular o determinismo, o excesso de ego, a arrogância e outras inferioridades. Então, eu pergunto: se somos arrogantes, egocêntricos, dogmáticos e deterministas, que tipo de consciência espiritual é essa? Quanto espiritualizados verdadeiramente somos?

Com base nesta reflexão estou concluindo que a espiritualidade de uma pessoa é um estado de consciência que traz a capacidade de aniquilar algumas inferioridades do ego. Pois bem, então seria correto dizer que as pessoas mais espiritualizadas do mundo estão nas igrejas, nos templos, centros espíritas/espiritualistas entre outras casas denominadas como “de Deus”.

Essa seria a verdade mais sensata e coerente, não é mesmo? O que vemos na realidade não é isso… É claro que não estou generalizando. Estou querendo dizer que se espiritualidade é um estado de consciência que deveria anular as inferioridades do ego, então por que essas casas, templos e igrejas estão inundados de pessoas cheias de dogmas, paradigmas, determinismo e arrogância? Pessoas que se enchem de “razão” e que têm a coragem de teorizar conceitos espirituais, que não podem ser explicados com palavras ou raciocínio da terceira dimensão.

As pessoas se dizem espiritualizadas, só que estão convictas que o caminho certo segue essa receita ou aquela. As pessoas se dizem evoluídas, só que falam de culpa, de castigos e punições divinas. As pessoas se dizem espiritualizadas, mas discriminam os homossexuais, aidéticos, viciados e até os de outras cores de pele. E isso a gente vê todos os dias na TV, no rádio ou nas revistas. Que espiritualidade é essa que faz tanta distinção quanto ao poder aquisitivo e aparência?

A consciência espiritual traz a qualquer pessoa a noção de que somos espíritos em evolução, que nossos corpos físicos e estruturas de vida são apenas instrumento de nossa evolução e, principalmente, são temporários, impermanentes. Que ser espiritualizado é esse que não compreende essa lógica cósmica? Quão espiritualizados somos se não respeitamos os caminhos e escolhas alheias ou o livre-arbítrio de cada um?

E é isso que nos entristece: vermos que as estruturas religiosas, em sua grande maioria, estão em crise. Estão borbulhando pessoas que não são nem um pingo espiritualizadas, porque se assim fossem, jamais se fixariam apenas em uma doutrina, enraizadas como uma figueira de quarenta anos de vida, rígidas e imóveis. Penso que a verdadeira espiritualidade é um estado que transcende a isso e que seus pilares são baseados na simplicidade e leveza que vêm do canal do coração.

José Luiz Santana

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2 histórias, 2 destinos

Publicado por: luxcuritiba em maio 16, 2012

Julgamos a nós mesmos pelo que nós somos capazes de fazer, enquanto os outros nos julgam pelo que já fizemos.

1ª História

Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade.

O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo.

Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, o diretor não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer.

O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo, se tivesse recebido atendimento.

2ª História

Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista.

Naquela hora, a vontade de Antônio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou:
– Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim… Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino, pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar.

Chegando em casa, Antônio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa.

Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo:
– Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo.

Antônio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele Senhor apressado para o qual ele havia dado passagem!

Duas Histórias, Dois Destinos…

– Esteja sempre alerta para ajudar o próximo, independentemente de sua aparência ou condição financeira;
– Procure ver as pessoas além das aparências;
– Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história,  um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.

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Lei da Bicicleta – Lei da Mobilidade Urbana Sustentável

Publicado por: luxcuritiba em maio 14, 2012

Institui a bicicleta como modal de transporte regular em Curitiba.

Você sabia que pode fazer Leis? Isto está na Constituição.

Curitiba também prevê na sua Lei Municipal Orgânica. Estabelece para isso um mínimo de 5% do eleitorado curitibano.

São 65.000 eleitores curitibanos. Só precisa do Título de Eleitor para votar. Dá para fazer pela internet.

ATENÇÃO: Por se tratar de uma lei municipal, somente poderão votar eleitores da cidade de Curitiba.

Divulgue para seus amigos curitibanos.

https://www.votolivre.org

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Tecnologia dos antigos no trabalho com pedras

Publicado por: luxcuritiba em maio 14, 2012

Vídeo interessante, apresenta algumas peças de pedra bruta utilizadas na construção de monumentos em Cuzco no Peru.
Os objetos  possuem sinais da utilização de uma sofisticada técnica de lapidação e perfuração de rochas, algo que atualmente só podem ser empregadas com avançados equipamentos.

No entanto os antigos construtores incas, bem como os egípcios, maias e outros povos que foram engolidos pelo mar, possuíam grande domínio no trabalho com as pedras brutas, algo que nos remete à textos exotéricos, onde podemos encontrar menção à figura de Hermes Trismégisto (Três Vezes Grande), figura imortalizada pelos cultos exotéricos, sobretudo no antigo Egito e ainda hoje venerada nos templos maçônicos. Segundo o que se conhece, independentemente de tratar-se da mesma figura em todas as civilizações que mencionam, teria ele ensinado aos homens:

“Nas inscrições egípcias e nas lendas consta que o conhecimento de Thoth era imenso e que chegou a ter a capacidade de calcular e medir os céus, e até mesmo teria sido Ele Quem o planejou. Como já mencionamos antes, creditou-se-lhe o papel de criador inventor da astronomia, da astrologia, da botânica, da geometria e agrimensura e de um avançadíssimo sistema de trabalhar a pedra o que permitiu a construção dos grandes monumentos egípcios entre os quais a Grande Pirâmide de Gisé.”
Leia mais: http://users.hotlink.com.br/egito/thot.html

O texto acima refere-se a Thoth, que segundo estudiosos era a encarnação de Hermes Trismegisto.
Nós o conhecemos como a enigmática figura de um “mago”, representada no filme Senhor dos Anéis pelo personagem “Gandalf”, essa figura aparece reiteradamente na lenda de diversos povos e com frequência é tida como aquele que traz o conhecimento, o discernimento a solução.

Crânios alongados

Segundo os historiadores o formato era conseguido através de práticas culturais, como amarrar cordas na cabeça para direcionar o crescimento do crânio. Porém, o que se observa não é apenas o formato do crânio, mas também o seu volume que é maior do o volume de um crânio normal. Como se explica isso? Se fossem apenas um ou dois crânios ainda se poderia afirmar que se tratase de uma deformação, um acidente genético, mas são vários e vários crânios asim. Inclusive no Egito encontram-se faraós com crânios alongados.

Precisão

Observe a precisão de ajustamento e união dos blocos de pedra. Não é utilizado cimento ou qualquer outra forma de argamassa, são apenas pedras brutas empilhadas umas sobre as outras. Em alguns pontos a precisão da união dos blocos  é tão grande que quase não se consegue determinar o local onde as pedras se encontram.

Furos feitos em blocos de pedras são perfeitamente regulares e retilíneos. Os historiadores dizem que isso foi feito com pedaços de pedra e corda, ou se muito com cunhas de cobre, mas na prática tal operação seria impossível, pois até mesmo hoje, com toda nossa tecnologia, é difícil fazer um furo tão perfeito em um bloco de pedra tão dura.

A mesma precisão de confecção e encaixe de pedras é encontrada nas pirâmides e templos egípcios, nos monumentos da ilha de Páscoa, e em outros lugares enigmáticos como Puma Punku, na Bolícia.

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Criatura bizarra é filmada no oceano

Publicado por: luxcuritiba em maio 12, 2012

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Ser bizarro é filmado em águas profundas por câmera da Petrobras. A criatura é formada basicamente por uma membrana e se contorce sobre si mesma para se movimentar na água.

Câmera de equipamento que estava em uma plataforma de exploração de petróleo no Golfo do México, nos Estados Unidos, captou no último dia 25 de abril a imagem de um ser marinho que é, no mínimo, estranho e tem chamado a atenção de internautas.

A gravação mostra a “criatura” invertebrada se locomovendo calmamente, lembrando até um lençol de cama, a 2.500 metros de profundidade.

O vídeo já recebeu mais 1,4 milhão de cliques no YouTube e foi feito no campo de Cascade, próximo ao estado norte-americano da Louisiana, onde a estatal mantém uma sonda de exploração de petróleo. É possível ver a logomarca da empresa no canto esquerdo do vídeo.

Um equipamento submarino registrou o vídeo e é do mesmo tipo utilizado em 2010 para verificar o vazamento de óleo proveniente de uma explosão da plataforma Deepwater Horizon, da BP, na mesma região. A empresa foi procurada pelo G1, mas ainda não se manifestou sobre o vídeo.

Segundo Álvaro Migotto, vice-diretor do Centro de Biologia Marinha da Universidade de São Paulo (USP), que fica em São Sebastião (SP), não se trata de algo de outro mundo, mas sim de um exemplar de medusa do gênero Deepstaria.

Segundo ele, o animal marinho vive em águas profundas e é raro de ser encontrado. “Existem duas espécies descritas desse gênero e este exemplar pode ser uma delas. Tem a medusa Deepstaria enigmatica, encontrada pela primeira vez em 1967 na costa Oeste dos Estados Unidos, e a D. reticulum, descrita em 1988. Elas são bem parecidas e é difícil distinguir”, explica.

Sites especializados afirmam que o animal é uma medusa D. enigmatica. De acordo com o Instituto Smithsonian, dos Estados Unidos, existe o registro de encontro de ao menos três espécimes desta medusa em regiões próximas da Antártica.

“Por ter sido encontrada em águas profundas, é muito provável que este invertebrado necessite viver em águas frias”, disse Migotto.

Vejam algumas imagens e logo abaixo um vídeo de 6min. onde a criatura faz evoluções diante da câmera.

Fontes: http://www.petroleoetc.com.br, http://www.youtube.com.br

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Pensamento, de Krishnamurti

Publicado por: luxcuritiba em maio 10, 2012

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Jiddu Krishnamurti (Madanapalle, 11 de maio de 1895Ojai, 17 de fevereiro de 1986) foi um filósofo, escritor, e educador indiano. Entre seus temas estão incluídos revolução psicológica, meditação, conhecimento, liberdade, relações humanas, a natureza da mente, a origem do pensamento e a realização de mudanças positivas na sociedade global. Constantemente ressaltou a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social. Uma revolução que só poderia ocorrer através do autoconhecimento e da prática correta da meditação ao homem liberto de toda e qualquer forma de autoridade.

Livros publicados

  • A Busca (Poemas)
  • Cartas às Escolas
  • Comentários Sobre Viver
  • O Despertar da Sensibilidade
  • Diálogos Sobre a Vida
  • Diálogos Sobre a Visão Intuitiva
  • Diário de Krishnamurti
  • Vida e Morte de Krishnamurti
  • A Educação e o Significado da Vida
  • A Eliminação do Tempo Psicológico
  • Ensinar e Aprender
  • A Essência da Maturidade
  • Fora da Violência
  • O Futuro da Humanidade
  • O Futuro é Agora
  • Libertação dos Condicionamentos
  • Liberte-se do Passado
  • O Mistério da Compreensão
  • O Mundo Somos Nós
  • Novo Acesso à Vida
  • Novo Ente Humano
  • Novos Roteiros em Educação
  • Onde Está a Bem-Aventurança
  • O Passo Decisivo
  • Palestras com Estudantes Americanos
  • A Primeira e Última Liberdade
  • A Questão do Impossível
  • A Rede do Pensamento
  • Reflexões Sobre a Vida
  • Sobre o Amor e a Solidão
  • Sobre o Aprendizado e o Conhecimento
  • Sobre o Conflito
  • Sobre Deus
  • Sobre Liberdade
  • Sobre o Medo
  • Sobre a Mente e o Pensamento
  • Sobre a Natureza e o Meio Ambiente
  • Sobre Relacionamentos
  • Sobre a Verdade
  • Sobre a Vida e a Morte
  • Sobre o Viver Correto
  • Uma Nova Maneira de Agir
  • O Verdadeiro Objetivo da Vida
  • O Vôo da Águia
  • Acampamento em Omnen,Holanda 1937/38
  • Aos pés do Mestre

http://pt.wikipedia.org/wiki/Krishnamurti

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É realmente possível ver aura das pessoas

Publicado por: luxcuritiba em maio 10, 2012

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07.05.2012 ]

Energias humanas

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, afirmam ter comprovado cientificamente que é possível enxergar a aura das pessoas.

A aura seria um campo de radiação luminosa que circunda uma pessoa como se fosse um halo.

Embora a aura seja usada em processos de cura por místicos desde a Antiguidade, poucos cientistas se aventuraram na área justamente pelo temor de serem associados ao misticismo, por definição algo diametralmente oposto à ciência.

Contudo, à medida que os sensores e a capacidade de medir campos de energia mais tênues vão se aprimorando, as pesquisas realmente científicas na área têm avançado, sobretudo no campo do magnetismo, embora ainda devidamente enquadradas no padrão oficial da ciência acadêmica.

Aura e efeito placebo

Segundo Emilio Gómez Milán e seus colegas, algumas pessoas, geralmente conhecidos como “curandeiros”, de fato conseguem perceber um campo de energia ao redor das pessoas.

Isto, segundo a pesquisa, se deve a um fenômeno já bem conhecido dos cientistas, chamado sinestesia, um fenômeno neuropsicológico que parece mesclar os sentidos.

Segundo o grupo, isto pode explicar cientificamente a alegada prática virtuosa dos curandeiros: sua visualização geraria um “significativo efeito placebo” nas pessoas doentes, dizem os cientistas, que de fato as leva à cura.

Sinestesia

Nas pessoas sinestetas – que apresentam a sinestesia – as regiões do cérebro responsáveis pelo processamento de cada estímulo sensorial são fortemente interconectadas.

Ou seja, os sinestetas têm mais conexões sinápticas do que as pessoas “normais”.

“Essas conexões extras fazem com que elas automaticamente estabeleçam associações entre áreas do cérebro que normalmente não são conectadas,” explica o professor Gómez Milán.

Desta forma, os sinestetas podem ver ou tatear um som, sentir sabor das cores, ou formatos das palavras, entre outras inúmeras possibilidades.

O que as pessoas que conseguem visualizar auras possuem é o que os cientistas chamam de sinestesia emocional.

Qualidades de um místico curador

Os cientistas espanhóis afirmam que “nem todos os curandeiros são sinestetas, mas há uma elevada prevalência desse fenômeno entre eles. O mesmo ocorre entre pintores e artistas, por exemplo”.

Eles estudaram um médium espanhol chamado Esteban Sánchez Casas, mais conhecido como “O homem santo de Baza”.

Segundo a análise dos cientistas, a capacidade de Esteban Casas ver a aura das pessoas “é, de fato, um caso claro de sinestesia”.

Ainda segundo o artigo, o místico apresentaria quatro elementos básicos que explicariam seu “poder de cura”.

O primeiro é a sinestesia face-cor, na qual a região do cérebro responsável pelo reconhecimento facial é associada com a região de processamento de cores.

O segundo é a sinestesia toque-espelho, quando o sinesteta, ao observar uma pessoa que está sendo tocada ou que está sentido dor, consegue sentir a mesma coisa.

O terceiro é uma elevada empatia, a capacidade de sentir o que as outras pessoas estão sentindo.

Finalmente, o místico teria esquizotipia, um conceito psicológico amplo, que descreve um contínuo de características de personalidade que vão desde estados dissociativos normais e estados imaginativos, até extremos como a psicose e a esquizofrenia.

Explicações fisiológicas

“Estas habilidades fazem com que os sinestetas tenham a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam compreendidas, o que lhes proporciona uma emotividade especial e uma capacidade de perceber a dor [dos outros],” escrevem os cientistas em seu artigo, publicado na revista Consciousness and Cognition.

À luz de suas explicações, os cientistas concluem que, “embora alguns curadores realmente tenham a capacidade para ver a aura das pessoas e sentir a dor dos outros devido à sinestesia”, seus efeitos curadores devem-se unicamente a um “significativo efeito placebo”.

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br

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Eram os egípcios descendentes dos maias?

Publicado por: luxcuritiba em maio 7, 2012

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A história maia ou a heresia de Le Plongeon

Terra do escorpião

De especial interesse para Lê Plongeon era a história contida no Códice Troano, que falava de um terrível cataclismo natural, provavelmente um terremo­to. Segundo sua pesquisa, alguns autores deixaram descrições do mesmo acontecimento em linguagem maia. Um se encontra no Códice Cortesiano, agora considerado parte do Códice Troano; outro aparece no entalhe sobre a entrada do Templo dos Jaguares em Chichén Itzá; e um último relato faz parte de um poema épico encontrado em Atenas. Entretanto, Lê Plongeon não apresentou uma tradução símbolo por símbolo do entalhe em Chichén Itzá.

A descoberta de parte de um mural, pintado em uma construção em Kabah (uma cidade logo ao sul de Uxmal), incitou Lê Plongeon a devotar muitos meses ao estudo do Códice Troano. Muitas páginas no início da segunda parte eram dedicadas a contar sobre os “terríveis fenômenos” que ocorreram duran­te o cataclismo que fez com que dez países submergissem. Entre eles estava a enorme ilha chamada “terra de Mu”, situada entre a linha estranhamente tor­tuosa formada pelas ilhas historicamente conhecidas como índias Ocidentais. Para os maias, era a “terra do escorpião”. Lê Plongeon ficou surpreso e gratifi­cado por encontrar um relato dos acontecimentos escrito durante a vida dos personagens que ele descobriu nas ruínas. A história deles, descrita nas pin­turas dos murais, também era contada nas lendas e esculturas que ainda ador­nam as paredes de seus palácios e templos. Ele também sentiu-se satisfeito por descobrir que essas antigas celebridades já haviam sido convertidas, na época do Códice Troano, em deuses dos elementos. Para os novos maias, es­ses seres se tornaram os agentes que produziram os terríveis terremotos que sacudiram violentamente as “terras do Ocidente”, como conta a narrativa de Akab-cib, e fizeram com que a ilha encontrasse repouso sob as ondas do Ocea­no Atlântico.30

A viagem da rainha Móo

Com a decifração do Códice Troano, a história da rainha Móo continuou. Saindo de lucatã, ela buscou refúgio na terra do escorpião (Índias Ociden­tais), mas descobriu que Mu, o coração daquela terra, havia desaparecido. Sem alternativa, ela continuou navegando em direção ao Oriente e conseguiu chegar ao Egito. Lê Plongeon reforça essa tese sugerindo que ela é menciona­da nos monumentos egípcios e nos papiros, sempre referida como Rainha Mau (Móo). Para os egípcios, ela é mais conhecida como a deusa Ísis, que usa vestimentas de cores variadas que imitam a plumagem da arara, da qual seu nome deriva, na língua maia.31 Segundo Lê Plongeon, Ísis era o apelido cari­nhoso aplicado a ela pêlos seus seguidores e novos súditos, uma corruptela ou possivelmente uma pronúncia dialética da palavra maia icin (pronuncia-se idzin), que significa “irmãzinha”.

Antes de deixar a península de lucatã, a rainha Móo ordenou a constru­ção de um monumento, o Templo dos Jaguares, que era dedicado à memória do príncipe Coh. Os principais acontecimentos da vida dos dois foram descri­tos em cores vivas nas paredes da câmara mortuária. Não satisfeita com isso, ela também ergueu sobre seus restos mortais um mausoléu equivalente às es­plendorosas estruturas em mármore modernas, de propósito similar.

Todos os quatro lados do monumento eram decorados com painéis em mezzo relievo (Meio-relevo, em italiano. – N. da T.). Um friso representa um guerreiro moribundo deitado de cos­tas, joelhos dobrados, as solas dos pés firmemente plantadas no chão. Sua ca­beça, jogada para trás, está coberta por um capacete. De seus lábios entreabertos o sopro da vida escapa na forma de uma delgada chama. Sua postura é a mes­ma dada pêlos maias, durante aquela época, a todas as estátuas de seus gran­des heróis, uma posição que representava o contorno do império maia, na medida em que o corpo humano pode imitá-lo.32

A parte superior do corpo, em vez de estar ereta, é representada reclina­da, e sua cabeça jogada para trás simboliza o chefe da nação sendo morto. Em sua mão direita, que repousa sobre o peito, ele segura um cetro partido com­posto por três lanças, as armas que lhe infligiram os ferimentos mortais. Um ferimento encontra-se embaixo da escápula esquerda, mirando o coração pe­las costas, indicando que a vítima foi morta traiçoeiramente. Os outros dois estão localizados na parte inferior das costas. Seu braço esquerdo está posicio­nado sobre o peito, com a mão esquerda repousando sobre o ombro direito, um sinal de respeito entre os vivos. Lê Plongeon interpreta isso como umaatitude de humildade, com a qual as almas dos mortos devem comparecer diante do trono do juízo de Yum-cimil, o “deus da morte”. Lê Plongeon espe­culou que se tratava do mesmo costume mostrado nas inscrições e papiros egípcios, onde as almas, postadas diante do trono de Osíris em Amenti, aguar­davam sua sentença.

“Os egípcios”, diz o egiptólogo pioneiro sir John Gardner Wilkinson, “posicionavam os braços das múmias estendidos ao longo do corpo, com as palmas voltadas para dentro, ou à frente, sobre a virilha, algumas vezes cruza­dos sobre o peito; e, ocasionalmente, um braço na primeira posição descrita e o outro na última”.33 O bibliotecário e paleógrafo Champollion Figeac (1788-1867), tecendo considerações sobre o monumento ao príncipe Coh, observa que a extremidade superior do cetro com o qual ele é representado é orna­mentada com uma flor dipétala, com um botão no centro da corola apenas meio aberto.34 Isso deve representar o fato de que o guerreiro morto foi assas­sinado na flor da idade, antes de atingir a maturidade. A porção inferior do cetro é esculpida para representar uma pata de jaguar e lembrar o nome do herói morto, Coh, ou Chaacmol, “jaguar”.

     O étimo da última palavra é Chaac, “trovão”, “tempestade”; daí, “força irresistí­vel”; e mol, “a pata de qualquer animal carnívoro”. O jaguar, sendo o maior e mais feroz entre as bestas que habitam as florestas e Iucatã e a América Central, os maias, que, como já foi dito, nomeavam todas as coisas por onomatopeia, chamaram seu mais famoso guerreiro de Chaacmol; ou seja, “a pata veloz como o trovão”, “a pata com uma força irresistível como a tempestade”.35

Nos painéis que adornam a arquitrave foram entalhadas duas figuras. Uma é um jaguar e a outra uma arara no ato de lamber (ou comer) corações. Segundo Lê Plongeon, a primeira é o totem do guerreiro em cuja memória o mausoléu foi erguido. A outra é o de sua esposa, a rainha Móo, sendo repre­sentada no ato de lamber os corações de seus inimigos derrotados em batalha, de modo a herdar seu valor.

Aos pés da balaustrada, grandes cabeças de serpentes com bocas abertas e línguas salientes adornam a escadaria que conduz ao topo do mausoléu. Es­sas cabeças de serpente, totens dos Can (família dominante), eram usadas em todas as edificações erigidas por eles para anunciar que haviam sido construí­das por ordem deles. A língua saliente era o símbolo da sabedoria entre os maias, e era usada com frequência nas representações de sacerdotes e reis, que eram dotados de grande sabedoria.

A Esfinge maia

Uma estátua muito interessante encima o mausoléu do príncipe Coh: um ja­guar moribundo com uma cabeça humana. Para Lê Plongeon, essa era a “au­têntica esfinge”, e, possivelmente, o protótipo da misteriosa Esfinge egípcia. Essa esfinge maia, como o jaguar nas esculturas, possui três orifícios profun­dos em suas costas, simbolizando os ferimentos infligidos em Coh por seu ir­mão Aac.

Esse valoroso guerreiro maia, a quem os inimigos não conseguiriam ma­tar em uma luta justa, foi traiçoeiramente assassinado por seu covarde irmão, justamente como Osíris, no Egito, foi morto por seu irmão Seth, e pelo mes­mo motivo — inveja. Na história egípcia, Osíris nos chega como um mito. En­tretanto, de acordo com Lê Plongeon, o príncipe Coh, o amado Ozil, era uma realidade tangível — os restos do seu coração carbonizado foram encontrados, bem como as armas que causaram a sua morte.

Figura 8.3. Mausoléu do príncipe Coh

Desde a sua descoberta, a Esfinge egípcia foi um enigma em relação à sua cultura e antiguidade, que permanece insolúvel até hoje. Ela ainda é, nas pa­lavras do Barão Christian Karl Josias Bunsen, autor de Egypt’s Place in Univer­sal History (1848), “o enigma da história”.36 Bunsen observa que o nome mais visível na esteia (uma laje de pedra vertical antiga, com inscrições ou marcas) no templo entre as patas da Esfinge é o de Armais, que foi faraó entre 1298 e 1394 AEC, segundo a lista dos reis compilada pelo sacerdote e historiador gre­go Maneton. De acordo com William Osburn, autor de The Monumental History of Egypt, as Recorded on the Ruins of Her Temples, Palaces, and Tombs (1854), a Esfinge foi obra de Quéfren; mas Osburn ainda tinha dúvidas, pois acrescenta:

     Por outro lado, o grande enigma da Esfinge barbada gigante ainda permanece insolúvel. Quando e por quem a estátua colossal foi erguida, e qual era seu sig­nificado? […] Estamos acostumados a encarar a Esfinge no Egito como um retrato do rei, e, de fato, geralmente como um rei em particular, cujas feições dizem que ela reproduz.37

Nos caracteres hieroglíficos, a Esfinge é chamada Neb, “o senhor”.38 Richard Lepsius (1810-1884), considerado o fundador da moderna egiptologia, observa:

     O faraó Quéfren foi citado na inscrição [na esteia entre as patas da Esfinge], mas não parece razoável concluir, por isso, que foi ele o responsável pela construção do leão, já que uma outra inscrição nos diz que o faraó Quéfren já havia visto o monstro, ou, em outras palavras, que a estátua já existia antes dele, obra de ou­tro faraó. Os nomes de Tutmósis IV e Ramsés II, e também o de Quéfren, estão inscritos na base.39

Plínio, o primeiro autor a mencionar a Esfinge, refere-se a ela como o Túmulo de Amasis.40 Como já foi discutido no capítulo I, a idade da Esfinge não pode ser determinada com certeza. Jacques de Rougé (1842—1923), em seu Six Premiere Dynasties, supõe que a Esfinge pertença à quarta dinastia (2575-2467 aec), mas que tem a mesma idade das pirâmides, se não for mais antiga do que elas. Quanto ao seu significado, Clemente de Alexandria sim­plesmente nos diz que a Esfinge era um emblema da “união da força com a prudência ou sabedoria”41 – ou seja, de força física e intelectual, supostos atributos dos reis egípcios.

Lê Plongeon aponta certas analogias que existem entre a Esfinge egípcia e o jaguar com cabeça humana que está agachado no alto do mausoléu do príncipe Coh. Para entendermos melhor essas analogias, é necessário levarmos em consideração não só os nomes da Esfinge, como também sua posição em relação ao horizonte e às construções à sua volta.

A Esfinge egípcia contempla o leste e encontra-se na frente da segunda pirâmide (a de Quéfren), sobranceira ao Nilo. Ela representa um leão (possi­velmente um leopardo) agachado ou em repouso, com uma cabeça humana. Piazzi Smyth nos diz que “pela cabeça e pelo rosto, embora em nenhuma ou­tra parte, muito da superfície original da estátua ainda está pintada de verme­lho desbotado”.42

O mausoléu do príncipe Coh, em Chichén Itzá, encontra-se em frente e a leste do Templo dos Jaguares. A estátua em seu topo era a de um jaguar com cabeça humana. A cor sagrada dos maias era o castanho avermelhado, a julgar pêlos afrescos na câmara mortuária; e, segundo o bispo de Iucatã, Diego de Landa, mesmo durante a época da conquista espanhola os nativos tinham o hábito de cobrir o rosto e o corpo com pigmento vermelho.43

Acerca da Esfinge egípcia, Henry Brugsch-Bey, egiptólogo e autor de A History of Egypt under the Pharaohs (1881), escreve:

     Ao norte dessa forma gigantesca encontra-se o templo da deusa Ísis; um outro, dedicado ao deus Osíris, está localizado do lado sul; um terceiro templo foi de­dicado à Esfinge. A inscrição na pedra sobre esses templos diz o seguinte: Ele, o Hor vivo, rei do alto e baixo país, Quéops, ele, o dispensador de vida, fundou um templo para a deusa Ísis, a rainha da pirâmide; ao lado da casa do deus da Esfinge, a noroeste da casa do deus e da cidade de Osíris, senhor do lugar dos mortos.44

A Esfinge, localizada entre templos, dedicada a Ísis e a Osíris por seu fi­lho, Hor, parece indicar que a pessoa representada por ela era intimamente li­gada a ambas as divindades.

Uma outra inscrição mostra que ela foi especialmente consagrada ao deus Ra-Atum, ou o “Sol no Ocidente”, ligando-a, dessa maneira, às “terras na direção do sol poente”, ao “lugar dos mortos” e ao país de origem de seus an­cestrais. Os antigos egípcios acreditavam que era para lá que retornariam após a morte e apareceriam diante de Osíris, que estaria sentado em seu trono no meio das águas. Então, ele os julgaria por suas ações enquanto estavam na terra.

Samuel Birch, fazendo anotações na obra de Sir Gardner Wilkinson, Manners and Customs of the Ancient Egyptians, diz que “a Esfinge era chamada de Ha ou Akar”.45 Na linguagem maia, essas palavras significam “água” e “lago” ou “pântano”. Nesses nomes, Lê Plongeon sugere, está a pista de que o rei, representado pela Esfinge, habitava um país rodeado pela água.

     Sua posição, com a cabeça voltada para o Oriente e sua parte posterior para o Ocidente, não pode ser desprovida de significado. Não poderia ser o de que o povo que a esculpiu viajou do Ocidente em direção ao Oriente? Do continente ocidental onde Ísis era rainha, quando ela abandonou sua terra natal e navegou em busca de um novo lar, na companhia de seus seguidores? Não pode ser que o leão ou leopardo com cabeça humana seja o totem de algum personagem fa­moso na pátria-mãe, intimamente relacionado à rainha Móo, altamente venera­do por ela e por seu povo, cuja memória ela desejava perpetuar na sua terra de adoção e entre as futuras gerações?46

Figura 8.4. Hieróglifo de Osíris

Lê Plongeon questiona: “Seria a Esfinge o totem do príncipe Coh?” Na linguagem maia, no entablamento do Templo dos Jaguares, e nas esculturas que adornam o mausoléu do príncipe Coh, ele era representado por um ja­guar. No Egito, Osíris, como rei de Amenti (rei do Ocidente), era representa­do por um leopardo, segundo Lê Plongeon (fig. 8.4). Seus sacerdotes usavam uma pele de leopardo sobre suas vestes cerimoniais, e uma pele de leopardo sempre estava pendurada perto de suas imagens ou estátuas.47

Ao procurar explicar o significado dos nomes inscritos na base da Esfin­ge, Lê Plongeon faz uso da linguagem maia e suas coincidências fonéticas com o antigo Egito. Ele cita a obra History of Egypt de Henry Brugsch-Bey:

     No texto, a Esfinge é chamada de Hu, uma palavra que designa o leão com cabe­ça de homem, enquanto o nome real do deus representado pela Esfinge era Hor-makhu, que significa “Hórus no horizonte”. Era também chamado de Khepra, Hórus em seu lugar de descanso no horizonte onde o sol se põe.48

Heródoto nos diz que Hórus foi o último deus a governar o Egito antes do reinado de Menés, o primeiro rei terreno.49 Hórus, o filho mais novo de Ísis e Osíris, veio ao mundo logo depois da morte do seu pai. Ele dispôs-se a vin­gá-lo, combatendo Seth e defendendo sua mãe contra ele.

Na linguagem maia, Hormakhu é uma palavra composta de três primiti­vas: hool, “cabeça” ou “líder”; ma, “país” (ou radical de Mayach, que se torna sincopada pela perda da inflexão yach, que forma o nome composto); e ku, “deus”. Hormakhu poderia então significar “o deus chefe em Mayach”. Vale a pena acrescentar que as inscrições maias, entre outras, eram lidas da direita para a esquerda, assim com as egípcias. Lê Plongeon afirma que ma significa Mayach nesse caso, pois o sinal […], que tem a forma da península de Iucatã, forma parte do hieróglifo egípcio que representa o nome da Esfinge.50

Ele deduz que se isso não fosse intencional, os hierogramáticos teriam usado qualquer outro dentre os vários sinais para representar a letra latina M. Lê Plongeon nos lembra de que a escrita hieroglífica era primordialmente pic­tórica. Ele vai além e afirma que o sinal egípcio […], o “sol se pondo no hori­zonte ocidental”, torna evidente que o hieróglifo […] tinha a intenção de representar um país, com um contorno geográfico parecido, situado no Oci­dente. Os maias faziam uso do mesmo sinal para designar regiões situadas na direção do poente (o sinal forma parte da palavra Alau no Códice Troano, na parte 1, quadros 2 e 3 de Lê Plongeon).31 Em maia, Khepra seria lido Keb-la – keb significa “inclinar”, la é a “verdade” eterna – o deus, em outras palavras, o sol. Então, Kebia ou Khepra é o sol inclinando-se no horizonte. Quanto ao nome Hu, usado em textos para designar a Esfinge, pode ser uma contração da palavra maia hul, que significa “flecha”, “lança”.

Como símbolos de seus atributos, os gregos sempre colocavam armas ofensivas nas mãos dos seus deuses. Assim também faziam os egípcios. Eles representavam Neith, Sati ou Khem, segurando um arco e flecha. Dotaram Hórus com uma lança, hul, com a qual ele matou Seth, o assassino de seu pai. Às vezes, Hórus é representado de pé em um barco, trespassando a cabeça de Seth, que está nadando na água.52 Será que isso era para indicar que a tragédia teve lugar em um país rodeado de água, que só podia ser alcançado por meio de barcos? Eles também representavam Hórus na terra, perfurando a cabeça de uma serpente com uma lança. Lê Plongeon pergunta retoricamente: Seria a serpente no Egito um dos totens de Seth, o assassino de Osíris, assim como a ponta de uma lança era o totem do príncipe maia Aac, assassino do príncipe Coh? Lê Plongeon acredita que a resposta seja sim.

Na celebração da festa de Osíris, os adoradores costumavam jogar uma corda para a assistência, que a despedaçava, como se vingasse a morte de seu deus. A corda representava a serpente, o emblema de seu assassino. O que leva Lê Plongeon a perguntar novamente: “Seria isso uma reminiscência da tragédia ocorrida na terra natal, onde um membro da família Can (serpente) assassinou seu irmão?”

A partir dos retratos de seus filhos entalhados na entrada da câmara mor­tuária do príncipe Coh, sabemos que seu filho mais novo chamava-se Hul. O totem de Hul era uma ponta de lança, gravada acima de sua cabeça. “Hul, Hu, Hor e Hol não são palavras cognatas?”, pergunta Lê Plongeon.

Em Sacred Mysteries Among the Maya and Quiches, Lê Plongeon se esfor­ça para mostrar, por meio da identidade de suas histórias e dos nomes e dos totens, que os egípcios adoravam Geb, Nut e seus filhos (Osíris, Seth, Ísis e Néftis) como deuses. Lê Plongeon argumenta que esses eram os mesmos per­sonagens da família real maia: rei Canchi; sua esposa, Zoe; e seus cinco filhos, Cay, Aac, Coh, Móo e Nike.

Não encontrando a terra de Mu, a rainha Móo foi para o Egito, onde se tornou a deusa Ísis e era adorada por todo o país. Ela sabia que, séculos atrás, colonos maias, vindos da índia e das margens do Eufrates, já tinham se estabe­lecido no vale do Nilo. Ela buscou refúgio entre eles, e eles a receberam de braços abertos, aceitando-a como rainha. Eles a chamaram Icin, “a irmãzinha”, uma palavra carinhosa que com o tempo mudou para Ísis. Com o passar do tempo, seu culto se tornou até superior ao de Osíris.53 O poeta e filósofo Lúcio Apuleio (123-170 EC), em sua obra “Metamorfoses” (também conheci­da como “O Asno de Ouro”), escreve o que Ísis diz: “Mas os etíopes e os egíp­cios, que o sol ilumina, com reconhecida sabedoria ancestral, adoram-me com as cerimônias devidas, e chamam-me pelo meu verdadeiro nome, Ísis”.54

O historiador grego Diodoro Sículo (c. 90-21 aec), em Biblioteca históri­ca, descreve a sua fala:

     Eu, Ísis, rainha do país, educada por Tot, Mercúrio. O que eu decretei, ninguém pode anular. Sou a filha mais velha de Saturno (Seb), o mais jovem dos deuses. Sou irmã e esposa do Rei Osíris. Ensinei os homens a plantar. Sou a mãe de Hórus.55

No Livro dos Mortos (Papiro de Ani, de 1240 AEC), traduzido por Wallis Budge), Ísis diz: “Sou a rainha dessas regiões; fui a primeira a revelar aos mor­tais os mistérios dos grãos. Sou aquela que está na constelação do cão”.

Terá sido a rainha Móo, para perpetuar a memória do seu marido na ter­ra de sua adoção, quem construiu a Esfinge egípcia em honra ao seu falecido marido em Chichén Itzá – similar ao mausoléu do príncipe Coh? Ali, ela o re­presentou como um jaguar moribundo com uma cabeça humana, suas costas perfuradas três vezes por uma lança. No Egito, ela o representou também por um grande felino com uma cabeça humana, mas o imortalizou como uma alma altiva e glorificada, velando pelo país que garantiu a segurança dela.

Segundo Lê Plongeon, depois de morta a rainha Móo foi deificada, ado­rada e referida como a “boa mãe dos deuses e dos homens”. Os gregos a cha­mam de Maia, os indianos, de Maya, e os mexicanos, Mayaoel. Será que ela incumbiu seu filho Hul da supervisão da construção dessa maravilha do mun­do remanescente? Será por essa razão que vários textos egípcios se referem à Esfinge como Hu? Augustus Lê Plongeon acreditava que sim.

Novas evidências para uma antiga teoria

O trabalho que Augustus e Alice Lê Plongeon realizaram, e o registro que eles criaram em Iucatã, eram tão bons quanto os de seus contemporâneos, mas não havia outros pesquisadores trabalhando na região para que os resultados possam ser comparados. Augustus era um estudioso dedicado e um homem brilhante e empreendedor, mas sem evidências que as comprovassem, suas teorias e ideias não passaram de um exercício de desmoralização para seus adversários que já haviam aceitado uma datação mais recente para as civiliza­ções das Américas. Se Lê Plongeon houvesse refreado suas teorizações, seu trabalho teria sido saudado como uma grande conquista arqueológica. Em vez disso, com a história da rainha Móo e a disseminação da civilização maia, seu trabalho foi deixado de lado e esquecido. O nome de Lê Plongeon rara­mente é citado em textos atuais sobre estudos maias.

Mais de cinquenta anos depois da publicação de Queen Moo and the Egyptian Sphinx, Thor Heyerdahl, um homem que acreditava firmemente que as civilizações antigas, separadas por oceanos, mantinham contato, provou que era possível atravessar o Pacífico e o Atlântico na mais simples das embar­cações. Quarenta anos depois, Svetla Balabanova também encontrou evidên­cias (em sua descoberta de nicotina e cocaína em múmias egípcias) de que o Oriente conhecia o Ocidente, e que eles comercializavam mercadorias. E, é claro, há também o dr. Robert Schoch, que apresentou provas positivas de que a Esfinge é mais antiga do que a civilização dinástica egípcia. Esses fatos che­garam com um século de atraso para Lê Plongeon. Infelizmente, ele estava muito à frente do seu tempo para o seu próprio bem.

Embora o caso da rainha Móo e sua viagem para o Egito permaneça, na melhor das hipóteses, circunstancial, com esses novos fatos podemos agora especular de um ponto de vista muito diferente. Lê Plongeon jamais propôs coisa alguma que estivesse fora do âmbito das possibilidades.

Por último, há a questão das pirâmides, difícil de não mencionar quando se trata de Egito Antigo. É claro que Quéops, Quéfren, Miquerinos e outros das primeiras dinastias construíram as pirâmides. Também é evidente que na Antiguidade, se alguém desejasse construir algo realmente grande, o formato teria de ser piramidal – isso é uma questão de física. Ainda que pirâmides de vários tipos e estilos tenham sido encontradas por todo o mundo, é um enga­no comum acreditar que a terra do Nilo contém mais pirâmides do que qual­quer outro lugar. As culturas do antigo México e da América Central detêm essa honra. Elas construíram mais pirâmides do que qualquer outra civiliza­ção. Com cada lado da base medindo 800 metros e seis vezes maior do que a Grande Pirâmide, a Pirâmide Danta, na Guatemala, é a maior que já foi cons­truída pela humanidade. Foram os maias que a ergueram.59

Será a conexão maias-egípcios sugerida por Lê Plongeon um exagero? Talvez não. Como veremos mais adiante, há evidências nas tradições autócto­nes egípcias que sustentam a ideia de que os maias, de algum modo, tiveram contato com o Egito.

Fonte: O Egito antes do Faraós, Edward F. Malkowski, Editora Cultrix, São Paulo-SP, 2010, pp.199-211.

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Pirâmides e Anti-Envelhecimento

Publicado por: luxcuritiba em maio 7, 2012

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A molécula da água é um polímero com forma piramidal: 51º 51′ 14″.

Os radicais livres são a causa principal do envelhecimento celular, portanto, também de todo o organismo. Com a Energia das Pirâmides  (através de Terapia Piramidal), consegue-se retardar o processo de envelhecimento devido à eliminação de radicais livres e da integralidade molecular quântica tenso-ativa de toda a matéria exposta.

Outro fator é a eliminação do risco das principais doenças, cura e prevenção de reumatismos degenerativos, atrasando o envelhecimento. Qualquer pessoa sujeita ao tratamento com Pirâmides ou Água Energizada, pode começar a ter uma vida mais saudável e vital, mesmo em idade avançada.

Apesar das últimas descobertas, os mistérios sobre as pirâmides continuam.

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Alienígena em pirâmide egípcia?

Publicado por: luxcuritiba em maio 3, 2012

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(Tradução: Google Traductor)

Teria sido encontrado um alienígena (extraterrestre) mumificado, dentro de uma pirâmide egípcia?

O corpo de um perfeitamente preservado, cuidadosamente mumificados um estrangeiro foi encontrado enterrado em uma pirâmide antiga.

Um ser misterioso de 150 a 160 centímetros foi encontrado por um arqueólogo quando perto Lahun pirâmide explorar próxima da Décima Segunda Dinastia de Senusret II.

No entanto, este fato passou despercebido à primeira vista.

A múmia do que parece ser um alienígena, que remonta mais de 2000 anos e parece que seria uma fonte humanóide disse Antiguidades Egípcias Departamento, que forneceu detalhes e fotos da encontrar em condição de anonimato.

Algumas fontes de o site disse que é um ser da espécie para a sua pele e traços de répteis que caracterizam, por exemplo, os olhos, muito grandes e ovais.

As inscrições no túmulo da múmia mostrou que era um conselheiro o rei Osirunet, o que significa estrela ou enviado do céu.

O corpo mumificado foi sepultado com grande respeito e carinho, acompanhado por uma série de objetos estranhos que até agora os responsáveis ??do Museu arqueológico não foram identificados.

De acordo com fontes egípcias, a múmia alienígena foi descoberto pelo Dr. Viktor Lubek, cidade Checoslováquia e professor aposentado da Universidade da Pensilvânia.

O arqueólogo encontrou o compartimento secreto durante a realização de uma investigação sobre uma pequena pirâmide sul da pirâmide principal, Senuseret II, que contém a rainha de Faraó.

No local, também encontrou algumas misturas de ouro e barro cobrem o corpo, e vestígios de uma aparência de linho, como suave, a pele que cobre a ser enigmático. objetos que contêm o túmulo incluem artefatos feitos de um material resistente tipo sintético que ninguém foi identificado.

Ninguém encontrou elementos similares em outros túmulos egípcios, de modo que a descoberta seria de grande importância para a arqueologia hoje. o mensageiro anônimo que tenha obtido a informação, também garante que a descoberta causou grande consternação entre os funcionários egípcios, que querem mantê-lo escondido até que uma explicação plausível para a múmia estranha.

O governo já consultou uma série de arqueólogos respeitados, mas até agora ninguém pode explicar o achado, em termos comuns.

A verdade é que todos os que viram os especialistas múmia ter dito que não é de origem terrestre, disse a fonte. Há uma sensação de que este é um alienígena que de alguma forma acabou por aconselhar um rei egípcio.

Mas todo mundo no governo está se afastando essa conclusão porque iria apoiar as novas idéias que os antigos egípcios tinham a ajuda de estrangeiros na construção de sua civilização extraordinária.

Os egípcios se recusam a acreditar que o seu legado veio do espaço sideral.

http://saibatananet.blogspot.com.br/2012/05/alienigena-em-piramide-egipcia.html?spref=bl (05.01.2012)

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