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Somos só 10% humanos

Posted by luxcuritiba em novembro 11, 2013

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28.09.2013 ]

Das 100 trilhões de células humanas, apenas 10% são de fato humanas

10% humanos

Cientistas lançaram essa semana o primeiro catálogo de bactérias, vírus e outros microrganismos que povoam cada canto do corpo humano.

Os pesquisadores esperam que o avanço represente um importante passo para a compreensão de como os micróbios ajudam a tornar a moldar a saúde humana.

O corpo humano contém cerca de 100 trilhões de células, mas apenas 1 em cada 10 são células realmente humanas. O resto são de bactérias, vírus e outros microrganismos.

“O ser humano que vemos no espelho é composto em sua maior parte por micróbios”, disse Lita Proctor, do Instituto Nacional de Saúde, EUA, que está conduzindo o projeto.

Além de mapear todos os micróbios que habitam o corpo humano, o projeto também mapeou todos os genes – todos os recursos metabólicos que eles trazem para apoiar a saúde humana.

Micróbios extraem vitaminas e outros nutrientes que precisamos para sobreviver, ensinando nosso sistema imunológico a reconhecer invasores perigosos e até mesmo produzir compostos anti-inflamatórios úteis e produtos químicos que combatem outros vírus que poderiam nos fazer mal.

“Estes micróbios são parte de nossa evolução. Tanto quanto podemos dizer, eles são muito importantes para a saúde humana e, provavelmente, muito importante para as doença também”, disse Martin Blaser , da Universidade de Nova York, EUA.

Esses micróbios, geralmente, não nos fazem mal. Mas quando perturbamos seus ecossistemas (tomando muitos antibióticos, por exemplo), eles cuidadosamente se instalam em diferentes partes do nosso corpo, e os cientistas pensam que isso pode nos fazer mal.

Mais de 200 cientistas passaram 5 anos analisando amostras de mais de 200 adultos saudáveis. As amostras vieram de 18 lugares diferentes de seus corpos, incluindo boca, nariz, tripas, orelhas e o interior do cotovelo.

Os cientistas identificaram cerca de 10.000 espécies de micróbios, incluindo muitos nunca antes vistos. Essas 10.000 ou mais espécies têm mais de 8 milhões de genes, o que equivale a 300 vezes o número de genes humanos.

http://misteriosdomundo.com

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Satélites artificiais não caem devido a imperfeições da Terra

Posted by luxcuritiba em outubro 18, 2013

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17.10.2013 ]

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Gravitacionalmente falando, o mapa da Terra está longe de se parecer com uma esfera. [Imagem: ESA/HPF/DLR]

Nosso planeta está cercado por mais de 1.000 satélites artificiais em pleno funcionamento e por uma Estação Espacial enorme, além de milhares de toneladas de lixo espacial.

Felizmente, em geral a maior parte deles fica lá em cima bem tranquila.

Mas, surpreendentemente, parece que só agora estamos realmente entendendo por que os satélites giram estavelmente ao redor da Terra.

Por que os satélites não caem?

Em condições ideais, um pequeno satélite em órbita de um planeta que fosse perfeitamente esférico permaneceria lá para sempre, assumindo que nada o perturbasse diretamente.

Mas a Terra não é uma esfera perfeita, e há um monte de outros objetos que podem perturbar os satélites artificiais na órbita baixa.

Entre esses objetos está, em primeiro lugar, e de forma mais significativa, a Lua.

De acordo com as leis do movimento, a influência da Lua por si só deveria fazer os satélites caírem de volta na atmosfera da Terra, onde iriam se queimar – basta se lembrar sobre a influência da Lua sobre as marés.

Acontece que as imperfeições da Terra são a graça salvadora de um satélite.

Por causa de sua rotação, a Terra é ligeiramente achatada nos pólos, com gordurinhas na cintura, ao redor do Equador.

E é a atração gravitacional da protuberância equatorial que desloca as órbitas dos satélites ao longo do tempo.

Esta é a conclusão de simulações de computador e análises feitas por Scott Tremaine (Instituto de Estudos Avançados de Princeton) e Tomer Yavetz (Universidade de Princeton), ambos nos Estados Unidos.

Detalhes desconcertantes

De acordo com as novas conclusões, as imperfeições no campo gravitacional da Terra evitam que puxões da Lua e de outras fontes arrastem os satélites artificiais longe demais em uma direção ou outra – para o espaço ou para sua queima fatal na atmosfera.

Se a Terra fosse um pouco mais parecida com uma esfera perfeita, muitos satélites cairiam na atmosfera em uma questão de meses ou anos, garantem os dois pesquisadores.

“É interessante que haja muitas coisas que poderiam desestabilizar as órbitas baixas da Terra, mas que as coisas parecem se combinar de tal maneira que temos um ambiente adequado para os satélites.

“Isso faz você parar para pensar um pouco – quando você olha em detalhe como as coisas funcionam, você pode encontrar surpresas,” comentou Gregory Laughlin, físico da Universidade da Califórnia, que não estava envolvido com a pesquisa, mas que gostou dos resultados.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Documentário: Dr. Wilhelm Reich (TV Cultura)

Posted by luxcuritiba em outubro 9, 2013

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Documentário da TV Cultura de 17.08.2012, sobre o Dr. Wilhelm Reich, pesquisador da Energia Orgônica. Reich criou, nos Estados Unidos, um instituto para o estudo do “orgônio”, passando a fazer muitas pesquisas, inclusive para tratamento do câncer, pesquisas essas publicadas em seu livro “A Biopatia do Câncer”.

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Estudo sugere que a vida é mais antiga do que a própria Terra

Posted by luxcuritiba em outubro 9, 2013

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18.04.2013 ]

No filme de ficção científica Prometheus (2012), os blocos de construção da vida foram fornecidos por uma espécie de proto-humanos a partir de outro planeta

No filme de ficção científica Prometheus (2012), os blocos de construção da vida foram fornecidos por uma espécie de proto-humanos a partir de outro planeta.

Aplicando a ciência da computação à biologia, pesquisadores levantaram a intrigante possibilidade de que a vida surgiu antes da própria Terra, tendo se originado fora do nosso sistema solar.

A Lei de Moore é a teoria de que os computadores aumentam exponencialmente sua complexidade, dobrando sua capacidade de processamento a cada dois anos. Se aplicarmos a Lei de Moore para calcular a complexidade computacional dos últimos anos, vamos voltar para a década de 1960, quando o primeiro microchip foi inventado.

Agora, dois geneticistas aplicaram a Lei de Moore para a taxa na qual a vida na Terra cresce em complexidade – e os resultados sugerem que a vida orgânica surgiu muito antes do que a própria Terra. Nosso planeta se originou há 4,5 bilhões de anos, enquanto a tese afirma que a vida surgiu há pelo menos 10 bilhões de anos, quando o universo ainda era jovem.

Assim, mesmo que se matematicamente é possível que a vida tenha existido muito antes do que nosso planeta, fisicamente é possível? Os cientistas Alexei Sharov e Richard Gordon, autores do estudo, afirmam que sim. Quando o nosso sistema solar estava se formando, formas simples de vida podem ter sido trazidas (não somente para a Terra) em um processo denominado panspermia.

Os cálculos dos cientistas não são prova científica de que a vida antecede a Terra – não há nenhuma maneira de saber com certeza que a complexidade orgânica aumentou à uma taxa constante em qualquer ponto da história do universo.

“Há muitos elementos hipotéticos para nosso argumento… mas para fazer uma visão mais ampla, você precisa de alguns elementos hipotéticos”, disse Sharov.

Ainda assim, a ideia levanta outras intrigantes possibilidades. Se a complexidade genética avança em um ritmo constante, então o desenvolvimento social e científico de qualquer outra forma de vida alienígena na galáxia seria mais ou menos equivalente à dos seres humanos. Em outras palavras, pode existir algumas civilizações alienígenas inteligentes na Via Láctea.

O estudo de Sharov e Gordon traça um paralelo teórico e prático entre a origem da vida e a relação entre a vida e conhecimento. A evolução humana não aconteceu apenas no genoma, mas também dentro da mente, como a memória, linguagem, cultura, entre outros fatores.

Ao aplicar a Lei de Moore – uma teoria originalmente concebida para explicar o desenvolvimento tecnológico – à vida, os geneticistas não estão simplificando a evolução, mas sim reconhecendo a sua extraordinária complexidade.

Embora muitos pesquisadores sejam céticos quando ao ponto de vista de Sharov e Gordon, eles sabem que hipótese mais provável da origem da vida na Terra é que ela de fato tenha vindo do espaço, através de colisões de cometas e asteroides.

http://misteriosdomundo.com/vida-mais-antiga-terra

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Civilizações antigas não tinham câncer

Posted by luxcuritiba em outubro 3, 2013

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15.out.2010 ]

O câncer é puramente fabricado pelo homem, dizem cientistas

sarcofagoEsta é a conclusão a que chegaram os pesquisadores após estudar centenas de múmias egípcias e encontrar apenas uma única evidência de presença da doença. Os cientístas também verificaram milhares de fósseis neandertais encontrando apenas poucas dezenas de possíveis casos, e ainda assim discutíveis.

Michael Zimmerman, professor na Universidade de Manchester, afirma: “Em uma sociedade antiga sem intervenção cirúrgica, a evidência de câncer deve permanecer em todos os casos. A virtual ausência de doenças malignas em múmias, deve ser interpretada como uma indicação de sua raridade na antiguidade, mostrando que os fatores causadores de câncer são limitados a sociedades afetadas pela industrialização moderna.”

O professor David, que apresentou os resultados a oncologistas do Reino Unido em uma conferência realizada em 2010 disse:

“Em sociedades industrializadas, o câncer só perde para as doenças cardiovasculares como causa de morte. Mas nos tempos antigos, era extremamente raro.”

“Não há nada no ambiente natural que possa causar câncer. Então ele tem que ser uma doença causada pelo homem, incluindo a poluição e as alterações à nossa dieta e estilo de vida”, afirma.

“A coisa mais importante sobre o nosso estudo é que ele dá uma perspectiva histórica a esta doença. Nós podemos fazer declarações muito claras sobre as taxas de câncer em sociedades antigas, porque temos uma visão completa. Nós olhamos milênios, não apenas séculos, e temos grandes massas de dados.”

“Por meio de extensos dados antigos egípcios, juntamente com outros dados, através dos milênios, a sociedade moderna tem dado uma mensagem clara – o câncer é fabricado pelo homem e algo que podemos e devemos abordar”, disse o pesquisador.

Segundo a Dra. Rachel Thompson, do World Cancer Research Fund, esta pesquisa faz uma leitura muito interessante, pois cerca de uma em cada três pessoas no Reino Unido vai ter câncer, portanto é bastante comum no mundo moderno.

http://www.dailymail.co.uk

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Cientista russo fotografa a alma no momento da morte

Posted by luxcuritiba em outubro 3, 2013

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Com uma câmera bioeletrográfica, o cientista russo Konstantin Korotkov afirma ter conseguido fotografar o exato momento em que a alma saiu do corpo de uma pessoa.

Depois de ver a imagem abaixo, que em tese seria evidência da alma deixando o corpo, e depois de já ter visto certos absurdos, exageros e equívocos nos últimos anos de estudos, e considerando meus parcos conhecimento de termografia, não pude deixar de encarar a notícia com dúvida. Até onde meu conhecimento alcança, esta imagem nada mais é do que uma imagem termográfica, feita com equipamentos especiais, chamados sensores ou câmeras termográficas. Estes são equipamentos que captam as ondas no limite do infravermelho (ou seja, calor), invisíveis aos olhos humanos. O equipamento recebe o calor emitido pelos corpos através de ondas e transforma isso em imagens visíveis.

termografia

Desejei fazer comentários antes, mas como estava sem tempo para pesquisar melhor o assunto e não desejava correr o risco de falar asneiras, achei melhor esperar. Porém, depois de ver um post no e-farsas.com sobre o assunto não pude deixar de dar meus pitacos.

De cara, fiquei sismado com a imagem por uma razão muito simples, não é uma imagem da aura, ou kirliangrafia (ou bioeletrografia), que é normalmente usada para fazer essas vias de ligação entre corpo e espírito. A imagem é claramente uma imagem termográfica. E como toda imagem termográfica, os tons e cores demonstram a temperatura específica no local, onde vermelho é mais quente, e azul é mais frio. Nomeadamente, as temperaturas variam em cores, conforme imagem abaixo, indo do vermelho, laranja, amarelo, verde, azul claro, e azul escuro, proporcionalmente a medida que a temperatura diminui.

termografia

É conhecimento comum que as partes mais afastadas do tronco, como pernas e braços, são as mais afetadas pela perda de calor corporal. Portanto, a foto apresentada inicialmente, bate perfeitamente com a representação termográfica de uma pessoa em processo de desencarne. A medida que o corpo vai desativando suas funções, vai esfriando, e obviamente os membros mais afastados esfriam primeiro, ficando na região do tórax a concentração de maior calor.

É uma imagem interessante sem dúvida, mas não tem nada a ver com alma, espírito ou energia vital. É apenas uma demonstração cabal do fluxo de calor do corpo, agora morto, para o ambiente.

Mais informações interessantes podem ser lidas no site do e-farsas.com: http://www.e-farsas.com/cientista-russo-fotografa-alma-momento-morte.html. Desnecessário dizer que o site é basicamente de direção cética. Porém, um pouco de ceticismo as vezes é bom, como neste caso, para evitar erros de interpretação dos fatos.

Abaixo, mais algumas imagens termográficas. A termografia é utilizada na indústria, para avaliação e localização de falhas (rachaduras) em materiais e outras funções. Recentemente tem despontado também na área médica, servido como ferramenta de diagnóstico não invasivo e sem efeitos colaterais, localizando diversos tipos de enfermidades, inclusive câncer, como sugerido no site http://www.sounatura.com (vide imagem abaixo). Segundo o site, a termografia diagnóstica é aprovada pela FDA dos EUA (correlata a ANVISA no Brasil – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – www.anvisa.gov.br).

A Anvisa, para quem não sabe, é responsável pelo registro de medicamentos, pela autorização de funcionamento dos laboratórios farmacêuticos e demais empresas da cadeia farmacêutica, e pela regulação de ensaios clínicos e de preços, por meio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Está encarregada, ainda, de analisar pedidos de patentes relacionados a produtos e processos farmacêuticos, em atribuição conjunta com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e com a finalidade de incorporar aspectos da saúde pública ao processo.

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Abaixo, alguns modelos de equipamentos termográficos:

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…

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O caminho de volta

Posted by luxcuritiba em outubro 1, 2013

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casa com rio

Já estou voltando. Só tenho 37 anos e já estou fazendo o caminho de volta. Até o ano passado eu ainda estava indo. Indo morar no apartamento mais alto do prédio mais alto do bairro mais nobre. Indo comprar o carro do ano, a bolsa de marca, a roupa da moda.

Claro que para isso, durante o caminho de ida, eu fazia hora extra, fazia serão, fazia dos fins de semana eternas segundas-feiras. Até que um dia, meu filho quase chamou a babá de mãe!

Mas, com quase quarenta, eu estava chegando lá. Onde mesmo? No que ninguém conseguiu responder, eu imaginei que quando chegasse lá ia ter uma placa com a palavra “fim”. Antes dela, avistei a placa de “retorno” e nela mesmo dei meia volta.

Comprei uma casa no campo (maneira chique de falar, mas ela é no meio do mato mesmo). É longe que só a gota serena. Longe do prédio mais alto, do bairro mais chique, do carro mais novo, da hora extra, da babá quase mãe.

Agora tenho menos dinheiro e mais filho. Menos marca e mais tempo. E não é que meus pais (que quando eu morava no bairro nobre me visitaram quatro vezes em quatro anos), agora vêm pra cá todo fim de semana? E meu filho anda de bicicleta, eu rego as plantas e meu marido descobriu que gosta de cozinhar (principalmente quando os ingredientes vêm da horta que ele mesmo plantou).

Por aqui, quando chove, a Internet não chega. Fico torcendo que chova, porque é quando meu filho, espontaneamente (por falta do que fazer mesmo) abre um livro e, pasmem, lê. E no que alguém diz “a internet voltou!” já é tarde demais porque o livro já está melhor que o Facebook, o Twitter e o Orkut juntos.

Aqui se chama “aldeia” e tal qual uma aldeia indígena, vira e mexe eu faço a dança da chuva, o chá com a planta, a rede de cama. No São João, assamos milho na fogueira. Aos domingos, converso com os vizinhos. Nas segundas, vou trabalhar, contando as horas para voltar.

Aí eu me lembro da placa “retorno” e acho que nela deveria ter um subtítulo que diz assim: “retorno – última chance de você salvar sua vida!” Você provavelmente ainda está indo. Não é culpa sua. É culpa do comercial que disse: “Compre um e leve dois”. Nós, da banda de cá, esperamos sua visita. Porque sim, mais dia menos dia, você também vai querer fazer o caminho de volta.

Téta Barbosa é jornalista, publicitária e mora no Recife.

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Em “ponto máximo” de ciclo de 11 anos, Sol surpreende cientistas por inatividade

Posted by luxcuritiba em outubro 1, 2013

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28.09.2013 ]

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Uma das preocupações é que um golpe direto na Terra de uma tempestade solar desligue satélites e sobrecarregue fileiras de redes elétricas

Estamos no ponto máximo do ciclo solar de 11 anos, chamado de máxima solar. A face do Sol deveria estar esburacada de manchas solares, e explosões cataclísmicas de raios X e partículas deveriam sibilar para todos os lados.

Em vez disso, o Sol está tranquilo, quase sem manchas.

Uma semana atrás, uma mancha solar solitária desfigurava um disco amarelo imaculado. Nos dias seguintes, surgiram mais alguns pontos, mas até mesmo uma explosão pequena ou ejeção de massa coronal, na quinta-feira passada, pareciam a tentativa indiferente de uma estrela preguiçosa.

– Na verdade, pouca coisa está acontecendo – afirmou Joseph M. Kunches, cientista espacial do Centro de Previsão Climática Espacial. – Realmente um fiasco. Você dá uma olhada no Sol hoje e fica sem entender nada.

Para quem depende do trabalho de Kunches, como operadores de satélite e empresas de energia, essa é uma notícia boa. Uma das preocupações em nossa civilização altamente tecnológica do século 21 é que um golpe direto na Terra de uma tempestade solar colossal desligue satélites e sobrecarregue fileiras de redes elétricas. Um Sol tranquilo torna tudo isso muito menos provável. Para os cientistas tentando compreender a dinâmica no interior do Sol, esta tem sido uma experiência humilde lhes esclarecendo o quanto desconhecem.

– Se teve alguém que entendeu isso, eu não fiquei sabendo, com certeza – afirmou Douglas Biesecker, físico do Centro de Previsão Climática Espacial e chefe de um grupo de especialistas que publicou previsões sobre o ciclo solar.

Eles têm uma compreensão básica do processo. Dentro do Sol, fluxos de elétrons e prótons geram campos magnéticos que ondulam em uma agenda de aproximadamente 11 anos. A agitação desses campos criam regiões mais frias e escuras – as manchas solares. Os campos magnéticos serpenteantes dentro das manchas solares estalam periodicamente, liberando quantidades enormes de energia em explosões solares e ejeções de massa coronal.

Contudo, alguns ciclos solares são ferozes enquanto outros permanecem calmos. Por que o ciclo é de 11 anos também continua sendo um mistério.

Este ciclo, o 24º desde que os cientistas começaram a fazer registros, tem sido desconcertante desde o começo. Alguns esperavam um ciclo ativo, semelhante aos do passado recente. Outros previam que seria mais tranquilo do que o habitual; tais previsões pareciam prescientes enquanto a calmaria da mínima solar se alongava por mais tempo e de forma mais profunda do que o esperado. Em 2008, o Sol não apresentou manchas durante 266 dias – o mais imaculado em meio século. No ano seguinte, quando a propagação das manchas solares deveria ter recomeçado, o Sol ficou em branco durante 260 dias.

A atividade solar foi retomada em 2010 e, principalmente, em 2011. A seguir, o número de manchas começou a cair novamente. O que não foi necessariamente uma surpresa. Em alguns ciclos anteriores o hemisfério norte do astro se tornou ativo antes, e os cientistas esperavam um segundo pico de manchas enquanto o hemisfério sul entrasse no período ativo.

O hemisfério sul realmente começou a recuperar a energia, mas depois se nivelou e ficou assim durante o último ano, gerando mais perplexidade.

– Com toda a sinceridade, dá a impressão de que o Sol não consegue se decidir – afirmou Biesecker. – É apenas essa coisa plana, sem qualquer movimento.

Caso não exista um segundo pico, e a máxima solar aconteceu na verdade há dois anos, o Ciclo Solar 24 seria extremamente estranho – começando tarde e terminando cedo.

– O que me surpreenderia é se não retomasse no próximo ano – disse W. Dean Pesnell, cientista do projeto do Observatório da Dinâmica Solar, da Nasa.

O Ciclo 14, do começo do século 20, foi igualmente tranquilo. Desta vez, os cientistas solares vêm observando o sol com satélites que fornecem resmas de dados a serem analisados. Segundo Pesnell, já ficou aparente que os padrões de fluxo dentro do Sol são mais complicados do que se supunha.

Apesar das manchas solares mínimas, o Sol ainda está passando pelo resto do ciclo como sempre. Seu campo magnético está prestes a ser invertido, como esperado. Na máxima solar, os campos magnéticos dos polos – em essência – desaparecem por um breve período e, quando reaparecem, apontam na direção oposta. Uma bússola no polo norte do Sol que apontasse para o norte antes da máxima solar, apontaria na direção sul depois da máxima. (Na verdade, a bússola seria vaporizada.) O polo norte já se inverteu; o polo sul está atrasado, mas no mês passado os cientistas do Observatório Solar Wilcox, da Universidade de Stanford, disseram esperar que a transição fosse completada em breve.

– Estamos vendo indicações de que a máxima solar está para acontecer – afirmou Pesnell.

http://zerohora.clicrbs.com.br

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Cientistas britânicos dizem ter achado na atmosfera vida originada fora da Terra

Posted by luxcuritiba em setembro 25, 2013

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20.09.2013 ]

vida originada fora da Terra

Pesquisadores da Universidade de Sheffield encontraram microorganismos na estratosfera da Terra a uma distância em que não poderiam ter sido originados em nosso planeta

A imagem acima pode parecer um borrão branco, uma gosma esquisita ou uma tentativa de fotografia fracassada. Mas, para um grupo de cientistas da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, ela é a prova de que existe vida fora da Terra.

De acordo com os pesquisadores, esta fotografia, feita por uma sonda (espécie de balão desenvolvido para chegar à estratosfera), é de um microorganismo voador encontrado na atmosfera da Terra durante a passagem da chuva de meteoros Perseid. Além deste, a sonda registrou a existência de uma série de microorganismos similares. As lâminas dos microscópios da sonda, lançada no dia 31 de julho deste ano nas proximidades de Chester, só foram expostas quando atingiu uma altura entre 22 e 27 quilômetros.

Segundo os cientistas, o fato de a coleta ter sido feita a cerca de 27 quilômetros de altura da superfície terrestre comprova que o microorganismo não pode ter tido origem em nosso planeta. De acordo com o diretor do grupo de pesquisa, Milton Wainwright, tal partícula só poderia ter sido proveniente da Terra se tivesse ocorrido uma erupção vulcânica extremamente violenta, capaz de expelir partículas a tal distância. “Nos três anos que trabalhamos em recolher as amostras, nada disso aconteceu”. Para ele, isso comprova que o microorganismo teve origem fora do planeta. O pesquisador garante que não houve qualquer tipo de contaminação.

“Na ausência de um mecanismo pelo qual as partículas de grandes dimensões como esta podem ser transportados para a estratosfera, só podemos concluir que essa entidade biológica foi originada no espaço.” Segundo o pesquisador, os dados coletados pela sonda permitem concluir que a vida está constantemente chegando à Terra a partir do espaço. “A vida não se restringe a este planeta”, ele diz. Para Wainwright é muito difícil que algum mecanismo desconhecido (capazes de expelir microorganismos a uma distância tão grande) seja responsável pelo fenômeno.

A descoberta da equipe liderada por Wainwright foi publicada no Journal of Cosmology que, segundo o site The Huffington Post, já foi acusado por outros cientistas de publicar artigos de consistência e qualidade questionáveis.

Críticos da comunidade científica afirmam que, por si só, o material não comprova a existência de vida extraterrestre e que seria necessário que as “provas” fossem submetidas a análises de outros grupos de pesquisadores.

Em outubro deste ano, Wainwright e seu grupo de pesquisa vão realizar um novo teste, do mesmo tipo, para coletar mais amostras que confirmem sua tese científica.

http://epoca.globo.com

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10 coisas malucas que você deveria saber sobre o sistema solar

Posted by luxcuritiba em setembro 24, 2013

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sistema solar

23.09.2013 ]

Quando a maioria de nós estávamos na escola, aprendemos sobre as diferenças de gravidade entre os planetas do nosso sistema solar. Nós também aprendemos sobre como o Sol é enorme e que os gigantes gasosos são propensos a algumas tempestades incomuns. Mas ao longo dos últimos anos, a astronomia moderna tem evoluído, revelando que nosso sistema solar é mais peculiar do que imaginávamos.

10. A superfície maluca de Marte

 

Marte é um planeta muito mal compreendido. Na maioria das vezes, astrônomos estão discutindo a possibilidade de Marte ter abrigado oceanos de água líquida ou antigas formas de bactérias. Mais recentemente, foi revelado que as formas mais primordiais de micróbios terrestres provavelmente se originaram em Marte antes de serem transferidos para a Terra através de impactos de asteróides. [Novas evidências sugerem que a vida se originou em Marte]

Raramente vemos algumas das imagens alucinantes das características que a superfície marciana tem para oferecer, o que é uma pena, já que a maioria dessas imagens poderiam revigorar o interesse em Marte, um planeta com um passado incrível. Desde que a sonda Mars Reconnaissance Orbiter começou a orbitar o planeta vermelho em 2006, sua câmera HiRISE revelou algumas dessas regiões incríveis.

Uma das mais incríveis delas retrata trilhas deixadas por tornados marcianos. Eles levam para longe a camada mais externa de óxido de ferro (o agente responsável pela tonalidade avermelhada do solo), revelando a cor cinza escura do basalto localizada logo abaixo.

09. O planeta ausente

 

Astrônomos viram por muito tempo uma discrepância nas órbitas dos gigantes gasosos externos (Netuno e Urano), que aparentemente contradiz a maioria dos nossos modelos que retratam os primeiros anos após a formação do nosso sistema solar. A ideia é que, em um ponto, o nosso sistema solar era o lar de um  planeta bem grande, contendo a massa de mais de uma dúzia de Terras.

O planeta em questão – às vezes chamado de Tycho – provavelmente foi arremessado para fora do nosso sistema solar para o espaço interestelar bilhões de anos atrás, onde irá percorrer o éter celeste até o fim dos tempos.

Este planeta teórico teria estado há bilhões de quilômetros além de Plutão, em uma região que recebe pouca iluminação do Sol. Sua órbita também teria sido altamente elíptica, levando milhões de anos para completar uma órbita completa em torno do Sol. Tomados em conjunto, esses fatores poderiam explicar parcialmente o porquê de tal planeta nunca ter sido detectado.

08. Chuva de diamantes em Netuno e Urano

 

Além  do mistério em torno de suas órbitas excêntricas, esses planetas também têm pólos magnéticos que estão desalinhados em até 60 graus a partir de seus pólos geológicos. Uma explicação para isso é que os planetas se colidiram com um corpo celeste desconhecido há muito tempo, mas uma outra teoria (que é mais lógica) sugere algo muito mais frio.

Com base nas informações sobre suas inclinações estranhas e sua grande concentração de carbono, os astrônomos acreditam que Netuno e Urano são o lar de enormes oceanos de carbono líquido, com icebergs de diamante sólidos flutuantes no topo. Pode também chover diamantes sobre esses planetas como a chuva de água cai sobre a Terra.

07. A Terra está envolta por um halo de matéria escura

 

A matéria escura é um dos mais profundos mistérios da cosmologia moderna. Os astrônomos sabem que estamos longe de decifrar suas propriedades exatas, mas sabemos que ela representa uma enorme fração da massa total do universo.

Atualmente, sabemos alguns dos seus comportamentos. Particularmente, a matéria escura atua como uma âncora para manter as galáxias e sistemas solares unidos. Como tal, a matéria escura também desempenha um papel no funcionamento interno do nosso sistema solar, o que é particularmente visível ao observar seus efeitos sobre tecnologias espaciais.

Uma observação aguçada, conhecida como anomalia de sobrevôo, observa que algumas de nossas naves espaciais e satélites mudam suas velocidades orbitais quando viajam em volta da Terra. A teoria para esta discrepância diz que a própria Terra está envolta por um enorme halo de matéria escura. Se fosse visível a comprimentos de onda ópticos, seria semelhante em tamanho a Júpiter!

06. Você pode voar em Titã

 

Titã, uma lua de Saturno, é um dos dos lugares mais fascinantes do nosso sistema de solar. Lá, não só chove uma substância semelhante a gasolina, mas também é possível nadar em grandes concentrações de metano e etano líquido, que podem ser vistas na sua superfície.

Mas há mais informações que você deve conhecer quando for passar um dia em Titã. Graças a uma combinação de baixa gravidade superficial e baixa pressão atmosférica, se os seres humanos visitassem Titã equipados com um conjunto artificial de asas, poderíamos voar como pássaros.

05. Nosso sistema solar tem uma cauda

 

Recentemente, a NASA revelou que uma das suas missões tinha mapeado com sucesso a cauda do nosso sistema solar, descobrindo que ela é semelhante a um trevo de quatro folhas.

A cauda, apelidada de heliocauda, é composta por partículas neutras, que não podem ser vistas através de meios tradicionais. Desse modo, instrumentos especializados foram necessários para produzir uma imagem coerente.

A imagem revelou que a heliocauda se estende por mais de 13 bilhões de quilômetros, com fortes ventos fazendo com que o fluxo de material viaje a mais de 1,6 milhão de quilômetros por hora.

04. O campo magnético do Sol está prestes a inverter

 

O Sol é realmente muito previsível. Ele passa por um ciclo contínuo de 11 anos, em que a atividade solar atinge um pico antes de diminuir novamente, culminando com o campo magnético do Sol invertendo sua polaridade. De acordo com a NASA, todos os sinais apontam para que o evento aconteça muito em breve, talvez nos próximos meses. O Pólo Norte já começou as suas mudanças.

A mudança apenas sinaliza a segunda metade do máximo solar, quando o Sol vê um aumento na atividade das manchas solares – nada que afete muito a vida aqui na Terra.

03. Estamos cercados por buracos negros

 

Os buracos negros existem em diversas variedades. Em primeiro lugar, há buracos negros de massa estelar, que são os mais comuns e que se formam quando estrelas massivas colapsam. Isto ocorre quando uma estrela não tem mais hidrogênio necessário para realizar a fusão nuclear, fazendo com que ela passe a queimar o hélio. Isso faz com que a estrela se torne instável, resultando em um dos dois cenários: o colapso da estrela em uma estrela de nêutrons ou o colapso em um buraco negro.

Eventualmente, muitos desses buracos negros se fundem e se combinam para formar um buraco negro supermassivo, e nossa galáxia, como milhões de outras, orbita um buraco negro supermassivo central.

Outro tipo de buraco negro, chamado de micro buraco negro, pode bombardear a Terra constantemente. Estas minúsculas singularidades podem, teoricamente, ser produzidas em colisões de partículas em aceleradores aqui na Terra quando feixes de prótons se colidem em velocidades próximas a da luz.

Não há necessidade de se preocupar, no entanto. Na maioria dos casos, eles evaporam imediatamente, sem trazer qualquer dano. Mesmo se não, ainda levaria um tempo mais longo do que a idade atual do universo para um micro buraco negro consumir um único átomo de matéria, e muito mais tempo para consumir um objeto com mais massa que a Terra.

02. O Sol cabe na magnetosfera de Júpiter

 

Júpiter é o rei do nosso sistema solar, com espaço suficiente para acomodar cerca de 1.400 Terras. A única coisa maior do que Júpiter é o Sol.

A magnetosfera de Júpiter (uma bolha magnética que envolve o corpo celeste) é a maior e mais poderosa magnetosfera do nosso sistema solar (até mais forte que a da Sol). A magnetosfera de Júpiter poderia facilmente engolir o próprio Sol (com algum espaço de sobra), incluindo a totalidade da corona visível do Sol.

Para tornar isso um pouco mais acessível (se a imagem acima, de alguma forma não o impressiona em termos de comparação de tamanho), se pudéssemos ver a magnetosfera aqui da Terra, ela ficaria maior do que a lua cheia no nosso céu. Além disso, algumas partes da magnetosfera de Júpiter têm temperaturas mais quentes do que a superfície do sol.

Vida estranha pode existir nos gigantes gasosos

 

Certa vez, a nossa lista de componentes-chave necessários para a vida era muito mais rigorosa. Hoje em dia, sabemos que não, especialmente após a descoberta de certas bactérias prosperando em profundas aberturas geotérmicas no fundo dos oceanos, onde as temperaturas podem ultrapassar os 100 graus Celsius.

Independentemente disso, quando você pensa em vida fora da Terra vida, Júpiter provavelmente não é o primeiro lugar que vem à mente. É essencialmente uma gigantesca bola de gás, certo? Não há como a vida se desenvolver lá.

Mas isso pode estar errado. Um experimento feito no início dos anos 50 – conhecido como o experimento de Miller-Urey – demonstrou que podemos produzir compostos orgânicos, um pré-requisito para a vida, com alguns relâmpagos e compostos químicos certos. Considerando essas informações e o fato de que Júpiter já atende a vários requisitos, como ter água (Júpiter pode até ter o maior oceano de água em nosso sistema solar), metano, hidrogênio molecular e amônia, é possível que o gigante de gás possa suportar a vida.

Dito isto, Júpiter tem a maior pressão atmosférica do que qualquer planeta do nosso sistema solar. Ele também tem fortes ventos que poderiam, hipoteticamente, ajudar a circular os compostos apropriados. Alguns pesquisadores sugerem que formas de vida baseadas em amônia poderiam prosperar em algumas nuvens na atmosfera superior, região onde a temperatura e pressão permitiram que uma camada de água líquida existisse.

Carl Sagan foi um grande defensor dessa idéia, e não descartava a possibilidade de formas extremas de vida vivendo em Júpiter. Na sua opinião, as formas de vida que vivem na atmosfera de Júpiter são diversas, cada uma desempenhando um papel necessário na cadeia alimentar jupteriana.

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