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Todas as coisas vivas emitem Luz que desaparece quando morremos, revelam cientistas canadenses

Publicado por: luxcuritiba em maio 30, 2025

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Veja o vídeo no Youtube (clique)

Místicos e espiritualistas frequentemente afirmam que conseguem ver um brilho de luz misteriosa ao redor dos seres vivos. Agora, cientistas descobriram que pode haver alguma verdade nessas afirmações.

Pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá, descobriram que os seres vivos produzem um brilho fraco e fantasmagórico. E o novo estudo deles comprova que essa luz se apaga no momento em que morremos.

Isso não é uma força mística ou uma evidência da alma humana, mas sim um fenômeno físico chamado emissão ultra-fraca de fótons, segundo a equipe.

À medida que as células dos seres vivos produzem energia, os processos químicos envolvidos liberam uma quantidade minúscula de luz, na forma de fótons — as partículas que compõem a luz.

Embora a existência desse brilho tenha sido controversa, cientistas utilizando câmeras ultra-sensíveis afirmam ter fornecido uma evidência “muito clara” da existência dos chamados “biofótons”.

O autor principal, Dr. Daniel Oblak, disse à revista New Scientist: “Isso realmente mostra que não se trata apenas de uma imperfeição ou algo causado por outros processos biológicos. É realmente algo que vem de todos os seres vivos.”

Uma coisa que todas as criaturas vivas têm em comum é a necessidade de criar energia para permanecer vivas.

Nas células de cada organismo, existem estruturas chamadas mitocôndrias, onde os açúcares são “queimados” com oxigênio em um processo chamado “metabolismo oxidativo”. Durante essas reações, as moléculas ganham e perdem energia, liberando alguns fótons.

Embora muitos cientistas acreditassem que essa luz devesse existir, ela se mostrou extremamente difícil de detectar. Como a luz emitida pelas células vivas é muito fraca, é difícil distingui-la de outras fontes naturais de luz, como a radiação emitida por objetos quentes.

No entanto, usando câmeras especializadas capazes de detectar fótons individuais, o Dr. Oblak e seus colegas conseguiram agora isolar essa luz e mostrar o que acontece com ela após a morte de um animal.

Camundongos foram colocados em caixas escuras e com temperatura controlada, onde câmeras digitais produziram duas imagens com uma exposição de uma hora. Uma foi feita enquanto o camundongo ainda estava vivo, e a outra após sua morte.

Na primeira imagem, as câmeras mostram fótons surgindo de todo o corpo do camundongo, com “pontos quentes” sobre os órgãos, a cabeça e as patas.

Na segunda imagem, após a morte do camundongo, quase toda a emissão de fótons desapareceu, restando apenas alguns traços persistentes acima dos antigos pontos quentes.

No artigo, publicado no The Journal of Physical Chemistry Letters, os pesquisadores escrevem: “Enquanto os camundongos vivos emitem uma UPE [emissão ultra-fraca de fótons] robusta, provavelmente indicativa de processos biológicos em andamento e atividade celular, a emissão de UPE dos camundongos mortos está praticamente extinta.

“Isso mostra de maneira muito clara que a UPE está associada ao fato de estar vivo.”

O Dr. Oblak acrescenta: “O fato de que a emissão ultra-fraca de fótons é algo real é inegável neste ponto.”

Além disso, os pesquisadores usaram suas câmeras para estudar o brilho emitido por folhas.

Eles descobriram que as folhas continuavam a brilhar após serem cortadas da árvore e que o brilho se tornava mais intenso quando lesões ativavam os sistemas de reparo da planta.

Criar estresse ao adicionar substâncias químicas, como o anestésico benzocaína, na superfície da planta também produziu um aumento semelhante na luz.

Isso fornece evidências adicionais de que as emissões ultra-fracas de fótons estão associadas aos processos biológicos da vida. No entanto, esse brilho não está necessariamente ligado ao fato de estar vivo da maneira como normalmente entendemos.

A morte, em um contexto médico, geralmente significa a cessação da atividade em áreas-chave, como a respiração, os batimentos cardíacos ou a atividade cerebral. Mas o brilho dos seres vivos não está necessariamente conectado a nenhum dos sinais normais que usamos para determinar se alguém está vivo.

O Dr. Michal Cifra, um biólogo da Academia de Ciências da República Tcheca, em Praga, que não participou do estudo, disse que isso está realmente relacionado à vida dos tecidos individuais.

O Dr. Cifra afirma que o desaparecimento da luz após a morte se deve à “cessação do fornecimento de oxigênio aos tecidos”. Sem oxigênio, não há metabolismo oxidativo, o que, por sua vez, significa que nenhuma luz é produzida.

No entanto, se o sangue for mantido artificialmente circulando em um animal com morte cerebral ou mesmo em um único órgão, esse brilho vital ainda seria produzido pelas células.

Essa característica das emissões ultra-fracas de fótons significa que ela pode ter usos valiosos em exames médicos.

Como a quantidade de luz produzida é afetada pelas respostas de cura do corpo, ela pode revelar onde há áreas de tecidos danificados.

Ao observar quais tecidos estão produzindo luz em excesso ou em quantidade insuficiente, os médicos poderiam monitorar a saúde de uma pessoa de forma não invasiva.

Alguns pesquisadores chegaram a sugerir que as emissões ultra-fracas de fótons poderiam ser usadas para monitorar o progresso de doenças como o Alzheimer.

No futuro, os pesquisadores sugerem que isso poderia até ser usado para monitorar a saúde de ecossistemas inteiros, como florestas, observando o brilho à noite.

Fonte: https://www.dailymail.co.uk/sciencetech

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Pela primeira vez duas pessoas se comunicam durante um Sonho Lúcido

Publicado por: luxcuritiba em outubro 19, 2024

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Participantes trocaram informações com sucesso por meio de sonhos lúcidos em um experimento revolucionário de uma startup da Califórnia. Veja o vídeo no Youtube (clique)

Pesquisadores da REMspace alcançaram um marco histórico, demonstrando que sonhos lúcidos podem abrir novas dimensões de comunicação e potencial humano. Utilizando equipamentos especialmente projetados, duas pessoas conseguiram induzir sonhos lúcidos e trocaram uma mensagem simples com sucesso.

Sonhos lúcidos ocorrem quando uma pessoa está ciente de que está sonhando enquanto ainda está no estado de sonho. Esse fenômeno acontece durante o sono REM e possui inúmeras aplicações potenciais, desde a solução de problemas fisiológicos até a aprendizagem de novas habilidades.

Em pesquisas anteriores, a REMspace demonstrou que sensores de eletromiografia facial poderiam decodificar sons específicos feitos nos sonhos. Isso levou ao desenvolvimento do Remmyo, uma linguagem dos sonhos detectável por meio de sensores sensíveis.

Em 24 de setembro, os participantes estavam dormindo em suas casas, enquanto suas ondas cerebrais e outros dados polissonográficos eram monitorados remotamente por um aparelho especialmente desenvolvido.

Quando o servidor detectou que o primeiro participante entrou em um sonho lúcido, ele gerou uma palavra aleatória em Remmyo e a enviou para ele através de fones de ouvido. O participante repetiu a palavra em seu sonho, com sua resposta capturada e armazenada no servidor.

Oito minutos depois, a segunda participante entrou em um sonho lúcido. Ela recebeu a mensagem armazenada do primeiro participante e a confirmou ao despertar, marcando o primeiro “bate-papo” trocado em sonhos. Além disso, outras duas pessoas conseguiram se comunicar com o servidor por meio de seus sonhos.

Michael Raduga, fundador e CEO da REMspace, compartilhou seus pensamentos sobre o avanço:

“Ontem, comunicar-se em sonhos parecia ficção científica. Amanhã, será tão comum que não conseguiremos imaginar nossas vidas sem essa tecnologia. Isso abre a porta para inúmeras aplicações comerciais, reformulando como pensamos sobre comunicação e interação no mundo dos sonhos. É por isso que acreditamos que o sono REM e fenômenos relacionados, como os sonhos lúcidos, serão a próxima grande indústria depois da Inteligência Artificial.”

Esse feito é o resultado de quase cinco anos de rigorosa pesquisa e desenvolvimento tecnológico. Desde a primeira comunicação em sonhos lúcidos em 24 de setembro, os pesquisadores vêm refinando continuamente sua tecnologia, obtendo melhores resultados a cada nova tentativa. Para expandir ainda mais os limites, a REMspace está mirando no próximo desafio: permitir a comunicação em tempo real em sonhos lúcidos. Embora este seja um objetivo muito mais complexo, a equipe está otimista de que pode ser alcançado nos próximos meses.

Fonte: www.businesswire.com

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eBook ”Plantas Medicinais”

Publicado por: luxcuritiba em junho 12, 2024

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Um grupo de colaboradores se dedicou a investigar as propriedades das plantas medicinais indicadas pelo mestre Jesus e sua mãe Maria, para cuidar de nossa saúde. Este grupo se chama Misión San Miguel Arcángel e oferece a você alguns destes produtos naturais em seu site.
Recomendações feitas por canalização de entidades do plano espiritual.

Índice

03 INDICAÇÕES GERAIS
09 DESINTOXICAR
14 SISTEMA IMUNOLÓGICO
22 SISTEMA RESPIRATÓRIO
30 SISTEMA DIGESTIVO
34 SISTEMA NERVOSO
38 DOENÇAS OCULARES
40 DOENÇAS DE PELE
47 PLANTAS COM PROPRIEDADES ANTIBIÓTICAS
53 EPIDEMIAS E PANDEMIAS
65 PRAGAS DE INSECTOS
67 PROTEÇÃO DO LAR
69 ESCASSEZ DE ALIMENTOS
79 DOENÇAS DESCONHECIDAS

Para fazer o download gratuitamente clique no botão:

Fonte: https://misionsanmiguelarcangel.com

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Pesquisa científica mostra que mediunidade não é doença mental e tenta encontrar o “gene da mediunidade”

Publicado por: luxcuritiba em maio 13, 2024

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Ouça a matéria em áudio no link: lojapiramidal.com/audio

Quem já não escutou que a mediunidade pode ser um distúrbio mental, e não uma capacidade de comunicação com o mundo espiritual? A ciência acaba e jogar esse conceito por terra. A pesquisa intitulada “Experiência anômala espírita não está associada à psicose” foi recentemente publicada em um jornal científico internacional, o “Schizophrenia Research”, considerado o de maior relevância nessa área.

“Isso significa que o trabalho foi aprovado após o escrutínio de pareceristas experts nessa área. É um atestado da qualidade científica do trabalho”, comemora Wagner Farid Gattaz, professor titular de psiquiatria da Universidade de São Paulo, tendo lecionado entre 1983 e 1996 na Universidade de Heidelberg, na Alemanha, e considerado um dos principais pesquisadores do mundo em esquizofrenia.

A pesquisa foi uma parceria entre a Universidade de São Paulo e o Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora e teve ainda como autores Alexander Moreira-Almeida e Marianna Costa.

Gattaz comenta que uma de suas áreas de pesquisa é a neurociência, “que procura encontrar correlatos biológicos para fenômenos mentais e comportamentais”. “Vários estudos têm demonstrado que médiuns espíritas têm um índice de acerto em suas predições que não pode ser explicado por motivos triviais, como fraude, obtenção de informações por outros meios, acertos por chance ou simples asserções gerais sem especificidade para os fatos em questão”.

Segundo o professor, “parece existir algo mais que confere índices de acerto acima do esperado pelo simples acaso”. “Como os médiuns apresentam vivências em parte semelhantes às alucinações que ocorrem em pacientes com quadros psicóticos, como escutar vozes, apresentar visões ou sentir-se em contato com espíritos, fizemos este projeto para verificar se os médiuns apresentam doença mental, especificamente quadros psicóticos, que poderiam explicar suas vivências. Este projeto é parte de um estudo maior, no qual procuramos também marcadores genéticos ou biológicos para a mediunidade”, explica.

Os pesquisadores avaliaram 78 médiuns e 62 parentes de primeiro grau sem mediunidade. “Com isso, os dois grupos eram semelhantes no que se refere a fatores socioculturais e econômicos, como classe social, religião, estado nutricional, oportunidades de estudo e de desenvolvimento profissional. A diferença era a presença ou não de mediunidade”, observa Gattaz.

A principal conclusão, diz ele, “é que a mediunidade não está associada a doença mental e que os fenômenos mediúnicos não refletem um estado psicótico”. “Além disso, médiuns apresentam algumas vantagens em áreas como qualidade de vida e a progressão cultural e profissional, quando comparados com seus familiares sem mediunidade. Isso sugere que a mediunidade está mais associada à saúde do que à doença mental. Os resultados da pesquisa reforçam outras pesquisas em culturas e países diferentes e desmistificam a premissa de uma associação entre mediunidade espiritual e doença mental”, avalia o cientista.

Gattaz enfatiza que “é papel da ciência explicar os fenômenos naturais e nos ajudar a compreender melhor a realidade”. “Foi a ciência que explicou serem doenças fenômenos que, antes, eram atribuídos à vontade dos deuses ou a causas sobrenaturais, como a epilepsia”.

E finaliza: “O inverso pode ser verdade, sendo papel da ciência também procurar explicações lógicas para fenômenos tidos como doença ou crendices sem base real. Essa é a meta de nosso projeto com médiuns, que continuará pesquisando fatores biológicos e genéticos que possam explicar a mediunidade como uma forma mais aguçada de percepção da realidade”.

Revelação: Vivência mediúnica não é transtorno

“O primeiro estudo publicado desta pesquisa demonstrou que os médiuns não apresentaram variáveis sugestivas de transtorno mental, como desorganização, anedonia, sintomas paranoides ou impulsividade, quando comparados com seus familiares saudáveis sem mediunidade. Além disso, mostraram ter uma qualidade de vida e funcionamento semelhantes aos de seus familiares”, revela Marianna Costa, médica, psiquiatra e pós-doutoranda no Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da Universidade Federal de Juiz de Fora.

A pesquisadora comenta que os resultados sugerem que a simples presença de experiências mediúnicas não indica a existência de transtorno mental. “Essa descoberta está alinhada com a literatura científica, que mostra que ter percepções extrassensoriais, como ver ou ouvir coisas que os outros não percebem, e acreditar em fenômenos considerados paranormais não é, por si só, indicativo de transtorno mental”.

A médica conclui: “Assim, há uma sobreposição fenomenológica entre experiências espirituais saudáveis e sintomas psicóticos, especialmente os classificados como ‘positivos’. É essencial que os profissionais de saúde mental compreendam profundamente essa sobreposição para evitar erros de diagnóstico e tratamentos desnecessários”.

Conclusão: foram ouvidos médiuns de destaque

Alexander Moreira-Almeida, professor titular de psiquiatria, fundador e diretor do Núcleo de Pesquisa em Espiritualidade e Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, é um dos autores da pesquisa. “O objetivo central é a comparação do exoma (todos os genes que expressam proteínas em uma pessoa) de médiuns com o de parentes de primeiro grau não médiuns, buscando genes ligados à capacidade mediúnica”.

O professor diz que a pesquisa buscou distinguir “experiências anômalas” normais das patológicas. “Realizamos uma avaliação clínica e sociodemográfica de uma amostra nacional de médiuns brasileiros de destaque e os comparamos com seus parentes de primeiro grau que não apresentavam mediunidade, controlando assim as origens socioeconômicas e culturais, e parcialmente as variáveis genéticas, pois esses fatores podem influenciar tanto as preferências religiosas (e o envolvimento com experiências místicas) quanto a saúde mental, representando, portanto, potenciais variáveis de confusão”.

Em suma, o estudo “fornece evidências de que os principais marcadores de doença mental estão mais intimamente ligados à desorganização cognitiva e comportamental, ao isolamento social e afetivo, bem como à impulsividade”, finaliza Moreira-Almeida.

fonte: otempo.com.br

 

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Eletricidade pode curar feridas três vezes mais rápido. Veja o vídeo!

Publicado por: luxcuritiba em maio 9, 2024

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Há muito se sabe que a eletricidade ajuda a acelerar a cicatrização de feridas, o que já vem sendo explorado em diversos tratamentos.

Agora, porém, a cura pode vir muito mais rapidamente: Três vezes mais rápido.

Sebastian Shaner e colegas da Universidade Chalmers de Tecnologia, na Suécia, desenvolveram um método que acelera o processo de cicatrização, fazendo com que as feridas cicatrizem em um terço do tempo.

O princípio por trás disso é que as células da pele são eletrotáticas, o que significa que elas “migram” direcionalmente quando ficam sujeitas a campos elétricos. Ou seja, se um campo elétrico for colocado em uma placa de Petri com células da pele, as células param de se mover aleatoriamente e começam a se mover na mesma direção.

Os pesquisadores então decidiram estudar como fazer para guiar eletricamente as células de modo que elas façam com que as feridas cicatrizem ainda mais rapidamente. Para isso, eles projetaram um pequeno biochip, que permite a comparação da cicatrização de feridas em pele artificial, estimulando uma ferida com eletricidade de modo controlado e deixando outra curar sem eletricidade.

As diferenças foram marcantes. “Observamos modelos de feridas de diabetes e investigamos se nosso método poderia ser eficaz mesmo nesses casos. Vimos que, quando imitamos o diabetes nas células, as feridas no chip cicatrizam muito lentamente. No entanto, com a estimulação elétrica, podemos aumentar a velocidade de cura para que as células afetadas pelo diabetes quase correspondam às células saudáveis da pele,” disse a professora Maria Asplund.

A intenção da equipe é aprimorar e transferir o protocolo de geração dos campos elétricos desenvolvido usando o biochip, criando curativos ou outros equipamentos que possam ser usados na clínica.

“Agora estamos analisando como diferentes células da pele interagem durante a estimulação, para dar um passo mais perto de uma ferida realista. Queremos desenvolver um conceito para ser capaz de ‘escanear’ feridas e adaptar a estimulação com base na ferida individual. Estamos convencidos de que esta é a chave para ajudar efetivamente os indivíduos com feridas de cicatrização lenta no futuro,” concluiu Asplund.

ATENÇÃO: PARA VER O VÍDEO ACESSE A PÁGINA NESTE ENDEREÇO:

https://www.lojapiramidal.com/eletricidade-pode-curar-feridas-video

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Óculos Hipnótico com Leds

Publicado por: luxcuritiba em maio 8, 2024

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Uma forma bastante comum de se obter relaxamento ou mesmo um estado hipnótico é através de luzes piscantes. A venda de óculos com LEDs que piscam alternadamente com a finalidade de se obter relaxamento é algo comum nos Estados Unidos. Mas, se você não quer gastar muito com a compra de um óculos hipnótico ou ainda desejar outras configurações a solução pode estar nos circuitos que descrevemos neste artigo. São 4 versões simples de montar, alimentadas por pilhas e que podem ser usadas de diversas maneiras.

Veja um exemplo do dispositivo em uso no vídeo abaixo:

Sem título

Muito cuidado deve ser tomado com o uso deste dispositivo que é puramente experimental, mas tem efeitos perigosos em pessoas com tendência a epilepsia.

A interrupção ritmada da luz que incide em nossos olhos pode ter efeitos hipnóticos importantes. Sabemos do caso de acidentes graves provocados quando o motorista passa por uma fila de árvores tendo ao fundo o sol de modo que elas produzam um efeito de luz pulsante em sua visão. O efeito hipnótico que isso causa pode “apagar” o motorista que então se envolve em acidentes.

De uma forma menos perigosa, luzes pulsantes de pequena potência podem ser usadas para levar uma pessoa a um estado de relaxamento, sono ou mesmo hipnose, como encontramos em diversas publicações especializadas.

O que descrevemos neste artigo é a montagem de 4 circuitos simples para se obter hipnose através do piscar das luzes de LEDs. Os dois primeiros fazem dois LEDs piscar alternadamente, caso em que eles podem ser montados, um em cada lado de óculos, conforme mostra a figura 1.

art0504_01

O terceiro, que admite o mesmo tipo de montagem faz com que os LEDs pisquem aleatoriamente.

Finalmente temos um quarto circuito mais sofisticado que faz 4 LEDs piscarem sequencialmente.

É claro que a forma de se fazer a montagem pode variar, conforme mostra a figura 2.

art0504_02

Todos os circuitos possuem controles de frequência possibilitando assim ao usuário escolher a velocidade do efeito que lhe leve ao estado de concentração ou hipnose desejado.

Os circuitos são alimentados por pilhas e têm baixo consumo. Isso os torna totalmente portáteis e permite que eles tenham uso prolongado.

Circuito 1

Acionamento Alternado

O primeiro circuito consiste num multivibrador astável com o conhecido circuito integrado 555, o qual alimenta alternadamente dois LEDs em série. Quando a saída do CI está no nível baixo acende o LED1 e quando a saída está no nível alto, acende o LED2.

A frequência das oscilações dos LEDs é ajustada em P1 e depende do valor de C1. Este capacitor pode ser alterado numa ampla faixa de valores, conforme a faixa de velocidades desejada pelo leitor.

Na figura 3 temos o diagrama completo do primeiro sistema de LEDs Hipnóticos.

art0504_03

A placa de circuito impresso para sua montagem é mostrada na figura 4.

art0504_04

Os LEDs podem ser ambos da mesma cor ou de cores diferentes. Eventualmente os resistores R3 e R4 devem ser alterados para que os LEDs pisquem com a mesma intensidade de modo a compensar as suas tolerâncias.

A alimentação do circuito pode ser feita com 4 pilhas pequenas ou uma bateria de 9 V.

Para provar o circuito basta colocar as pilhas no suporte ou conectar a bateria e acionar S1. Os LEDs devem piscar alternadamente. A frequência será controlada pelo potenciômetro P1.

Componentes:

CI-1 – 555 – circuito integrado

LED1, LED2 – LEDs comuns – ver texto

Resistores: (/18W, 5%)

R1 – 10 kΩ – marrom, preto, laranja

R2 – 4,7 kΩ – amarelo, violeta, vermelho

R3, R4 – 470 Ω – amarelo, violeta, marrom

P1 – 1 MΩ – marrom, preto, verde

Capacitor:

C1 – 10 µF x 6 V ou mais – eletrolítico

Diversos:

S1 – Interruptor simples

B1 – 4 pilhas pequenas ou bateria de 9 V

Placa de circuito impresso, suporte de pilhas ou conector de bateria, fios, caixa para MONTAGEM, solda, etc.

Circuito 2

Acionamento Alternado

Este segundo circuito opera da mesma forma que o anterior mas usa uma configuração diferente, baseada no circuito integrado 4093.

Uma porta NAND do circuito integrado é configurada como oscilador onde a frequência depende de C1 e é ajustada em P1. O sinal deste oscilador é aplicado a um inversor para acionamento do LED1 e, ao mesmo tempo, a dois inversores em série de modo a acionar o LED 2.

Isso significa que os LEDs piscarão alternadamente na frequência ajustada por P1.

O circuito completo desta versão de acionamento alternado é mostrado na figura 5.

art0504_05

A placa de circuito impresso para sua MONTAGEM é dada na figura 6.

art0504_06

Da mesma forma que no circuito anterior os LEDs podem ser da mesma cor ou diferentes e para casar seus brilhos os resistores R2 e R3 podem ser alterados.

Para testar o aparelho, basta colocar as pilhas no suporte ou conectar a bateria e acionar S1. Os LEDs devem piscar alternadamente numa velocidade controlada por P1.

Componentes:

CI-1 – 4093 – circuito integrado CMOS

LED1, LED2 – LEDs comuns – ver texto

Resistores: (1/8 W, 5%)

R1 – 100 kΩ – marrom, preto, amarelo

R2, R3 – 470 Ω – amarelo, violeta, marrom

P1 – 1 MΩ – potenciômetro

Capacitor:

C1 – 1 µF – cerâmico ou poliéster

Diversos:

S1 – Interruptor simples

B1 – 4 pilhas ou bateria

Placa de circuito impresso, suporte de pilhas ou conector de bateria, caixa para MONTAGEM, botão para o potenciômetro, fios, solda, etc.

Circuito 3

LEDs Aleatórios

Nesta versão os dois LEDs piscam aleatoriamente e sua velocidade de acionamento é controlada por dois potenciômetros independentes. A frequência das piscadas é determinada basicamente pelos valores de C1 e C2.

Na figura 7 temos o diagrama completo desta versão dos LEDs Hipnóticos.

art0504_07

A disposição dos componentes numa placa de circuito impresso é mostrada na figura 8.

art0504_08

Os LEDs podem ser da mesma cor ou diferentes. Os resistores R2 e R4 eventualmente devem ser alterados para que os LEDs pisquem com a mesma intensidade de modo a compensar suas características.

Os capacitores também podem ser alterados, lembrando que aumentando os seus valores os LEDs piscam numa velocidade menor.

Para testar o aparelho, basta colocar as pilhas no suporte ou conectar a bateria e ligar S1. Os LEDs devem piscar e suas velocidades devem ser controladas independentemente pelos potenciômetros.

Componentes:

CI-1 – 4093 – circuito integrado CMOS

LED1, LED2 – LEDs comuns

Resistores: (1/8W, 5%)

R1, R3 – 47 kΩ – amarelo, violeta, laranja

R2, R4 – 470 Ω – amarelo, violeta, marrom

P1, P2 – 1 M Ω – potenciômetros

Capacitores:

C1, C2 – 1 µF – cerâmicos ou poliéster

Diversos:

S1 – Interruptor simples

B1 – 4 pilhas ou bateria

Placa de circuito impresso, suporte de pilhas ou conector de bateria, caixa para MONTAGEM, botões para os potenciômetros, fios, solda, etc.

Circuito 4

Quatro LEDs Sequenciais

Nesta versão temos 4 LEDs que acendem sequencialmente, ou seja, um após outro. Os LEDs podem ser montados num pequeno painel ou dois a dois num par de óculos adaptado, conforme mostra a figura 9.

art0504_09

Na figura 10 temos o diagrama completo do sistema sequencial de LEDs hipnóticos.

art0504_10

A disposição dos componentes numa placa de circuito impresso é mostrada na figura 11.

art0504_11

Observe que, apesar do desenho mostrar os LEDs soldados na própria placa, eles podem ser ligados através de fios comuns longos aos LEDs montados num par de óculos. Na montagem, a polaridade da ligação desses LEDs deve ser observada, pois se eles forem invertidos, não acenderão.

A velocidade do efeito é controlada por P1 e se o leitor desejar alterar a faixa de efeitos pode mudar o valor de C1. Capacitores menores fazem com que os LEDs corram mais lentamente.

Para provar o aparelho, basta colocar as pilhas no suporte, conectar a bateria e acionar S1. Os LEDs devem imediatamente começar a correr.

Se algum LED não acender verifique se não foi ligado invertido.

Componentes:

CI-1 – 555 – circuito integrado

CI-2 – 4017 – circuito integrado CMOS

LED1 a LED4 – LEDs da mesma cor

Resistores: (1/8W, 5%)

R1, R2 – 10 kΩ – marrom, preto, laranja

R3 – 470 Ω – amarelo, violeta, marrom

Capacitor:

C1 – 1 µF – eletrolítico, cerâmico ou poliéster

Diversos:

S1 – Interruptor simples

B1 – 4 pilhas ou bateria

Placa de circuito impresso, suporte de pilhas ou conector de bateria, botão para o potenciômetro, caixa para MONTAGEM, fios, solda, etc.

 

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Eletricidade pode curar feridas três vezes mais rápido. Veja o vídeo!

Publicado por: luxcuritiba em maio 1, 2023

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Há muito se sabe que a eletricidade ajuda a acelerar a cicatrização de feridas, o que já vem sendo explorado em diversos tratamentos.

Agora, porém, a cura pode vir muito mais rapidamente: Três vezes mais rápido.

Sebastian Shaner e colegas da Universidade Chalmers de Tecnologia, na Suécia, desenvolveram um método que acelera o processo de cicatrização, fazendo com que as feridas cicatrizem em um terço do tempo.

O princípio por trás disso é que as células da pele são eletrotáticas, o que significa que elas “migram” direcionalmente quando ficam sujeitas a campos elétricos. Ou seja, se um campo elétrico for colocado em uma placa de Petri com células da pele, as células param de se mover aleatoriamente e começam a se mover na mesma direção.

Os pesquisadores então decidiram estudar como fazer para guiar eletricamente as células de modo que elas façam com que as feridas cicatrizem ainda mais rapidamente. Para isso, eles projetaram um pequeno biochip, que permite a comparação da cicatrização de feridas em pele artificial, estimulando uma ferida com eletricidade de modo controlado e deixando outra curar sem eletricidade.

As diferenças foram marcantes. “Observamos modelos de feridas de diabetes e investigamos se nosso método poderia ser eficaz mesmo nesses casos. Vimos que, quando imitamos o diabetes nas células, as feridas no chip cicatrizam muito lentamente. No entanto, com a estimulação elétrica, podemos aumentar a velocidade de cura para que as células afetadas pelo diabetes quase correspondam às células saudáveis da pele,” disse a professora Maria Asplund.

A intenção da equipe é aprimorar e transferir o protocolo de geração dos campos elétricos desenvolvido usando o biochip, criando curativos ou outros equipamentos que possam ser usados na clínica.

“Agora estamos analisando como diferentes células da pele interagem durante a estimulação, para dar um passo mais perto de uma ferida realista. Queremos desenvolver um conceito para ser capaz de ‘escanear’ feridas e adaptar a estimulação com base na ferida individual. Estamos convencidos de que esta é a chave para ajudar efetivamente os indivíduos com feridas de cicatrização lenta no futuro,” concluiu Asplund.

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Dados mostram que Anomalia Magnética no Brasil segue crescendo

Publicado por: luxcuritiba em abril 24, 2023

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Os mais recentes dados obtidos por Estados Unidos e europeus indicam o crescimento da Anomalia Magnética do Atlântico Sul.
 
AMAS3
Uma região magnética anômala no Oceano Atlântico Sul está crescendo, de acordo com dados que apareceram no mais recente relatório do governo dos Estados Unidos publicado neste ano. A chamada Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) é um local no Atlântico Sul em que a chamada magnetosfera que circunda o nosso planeta é mais fraca.

A anomalia é monitorada por diversas agências governamentais internacionais que compõem o World Magnetic Model (WMM), um “modelo harmônico esférico do principal campo magnético da Terra e sua lenta mudança temporal”.

Eesas instituições incluem a Intelligence Agency (NGA) e o U.K. Defense Geographic Centre (DGC), com base em informações desenvolvidas pelo British Geological Survey (BGS) e pelo U.S. National Centers for Environmental Information (NCEI), que é responsável por monitorar o maior conjunto de arquivos contendo informações sobre dados atmosféricos, oceânicos, costeiros e geofísicos da superfície da Terra, bem como abaixo de sua crosta, estendendo-se até o núcleo planetário.

O campo geomagnético do nosso planeta sofre constantes alterações resultantes da atividade que ocorre no núcleo da Terra, que os modelos atuais não são capazes de prever facilmente. Por causa disso, o Modelo Magnético Mundial só pode oferecer uma boa estimativa da atividade geomagnética da Terra em curto prazo ao longo do tempo e deve ser atualizado a cada cinco anos ou mais.

De acordo com a versão mais recente do relatório, comparações feitas entre dados de dados que datam de 2019 com dados mais recentes disponibilizados pela Agência Espacial Europeia (ESA) e seus satélites Swarm concluíram que os modelos atuais ainda são precisos. No entanto, o novo relatório também detalha o que os cientistas caracterizaram como “aprofundamento” da Anomalia Magnética do Atlântico Sul que também é monitorada pela NASA.

“A anomalia está se aprofundando e se movendo para o Oeste”, afirmam os autores no relatório. “A área afetada”, afirmam os autores, “aumentou cerca de 5% nesse período. Esse contorno se aproxima da região onde é mais provável que ocorram danos por radiação nos satélites”.

AMAS1

De acordo com o relatório, a anomalia continua a ter um impacto de várias maneiras, desde danos potenciais aos satélites devido à radiação excessiva, até a obstrução da propagação de ondas de rádio. Embora os autores do relatório também observem que se acredite que a AMAS impacte as regiões polares, eles acrescentam que “os impactos dependem menos da intensidade do campo”.

Ao contrário de Mercúrio, Vênus e Marte, a Terra é cercada por um imenso campo magnético chamado magnetosfera. Gerada por forças dinâmicas e poderosas no centro de nosso mundo, a magnetosfera nos protege da erosão de nossa atmosfera pelo vento solar (partículas carregadas que nosso Sol lança continuamente), erosão e radiação de partículas de ejeções de massa coronal (nuvens massivas de energia e plasma solar magnetizado e radiação), e raios cósmicos do espaço profundo.

A magnetosfera desempenha o papel de guardiã, repelindo essa energia indesejada que é prejudicial à vida na Terra, mantendo a maior parte dela a uma distância segura da superfície da Terra em zonas gêmeas em forma de rosca chamadas de cinturões de Van Allen.

O que mais chama atenção responde pela sigla AMAS que significa Anomalia Magnética do Atlântico Sul. Trata-se de um fenômeno que ainda é um mistério para a ciência e que não raro nas redes sociais alguém questiona se não estaria interferindo no clima do Brasil e da América do Sul, apesar de não haver evidência alguma até o momento.

A AMAS, que está crescendo e com seu centro mais perto da América do Sul, é uma espécie de defasagem na proteção magnética da Terra localizada sobre o Atlântico Sul, mais especificamente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, em faixa que se estende até a África.

Mas, como este déficit de blindagem bem acima do Atlântico Sul pode afetar a vida no nosso planeta? Uma consequência que já compreendemos é na atuação dos satélites que estão na órbita da Terra. Ao passarem pela região com baixa na retaguarda de proteção, eles podem apresentar avarias causadas pelo fluxo de radiação cósmica.

Por isso, a anomalia é monitorada por agências espaciais como a ESA e a NASA, e mais recentemente pelo Brasil, que lançou ao espaço o nanossatélite NanosatC-BR2 com esta missão. É o que explicou à Agência Brasil o doutor em Física, pesquisador do Observatório Nacional, Marcel Nogueira.

”Por que as agências espaciais tem interesse na anomalia? Porque como essa região tem um campo mais enfraquecido, as partículas do vento solar adentram nessa região com mais facilidade, o fluxo de partículas carregadas que passam por aquela região é muito mais intenso”, explica Nogueira.

“Isso faz com que os satélites quando passam por essa região, eles tenham que, por vezes, ficar em stand by, desligar momentaneamente alguns componentes para evitar a perda do satélite, de algum equipamento que venha a queimar. Porque a radiação, principalmente elétrons, nessa região é muito forte. Então é de interesse das agências espaciais monitorarem constantemente a evolução desta anomalia, principalmente nesta faixa central”, complementa.

Imagine um dia sem internet, celular, GPS ou meios de comunicação? Se o fenômeno afeta os satélites que são responsáveis por sistemas de comunicação e geoposicionamento, então ele pode afetar a nossa vida tão tecnológica.

“Se gente estuda as tempestades também, temos condições de melhorar o nosso sistema de distribuição de energia elétrica e protegendo, evitando esses blecautes. Porque na vida cotidiana que a gente tem hoje em dia, tão dependente da tecnologia, qualquer tipo de apagão no sistema elétrico, de qualquer país, gera prejuízo de milhões ou até bilhões de dólares. É algo muito importante para nossa vida tecnológica hoje em dia.”, diz o pesquisador.

No Brasil, além do nanossatélite lançado ao espaço em uma parceria com a agência espacial da Rússia, também há dois observatórios magnéticos que, entre outras missões, estão focados em responder questionamentos sobre esta anomalia: Vassouras, no Rio de Janeiro, e Tatuoca, na região amazônica.

Ambos fazem parte da Rede Global de Observatórios Magnéticos, o Intermagnet. A falta de conclusões desperta curiosidade sobre a Anomalia do Atlântico Sul. Por isso é que ela acaba sendo popularmente associada a eventos como os já registrados no Triângulo das Bermudas. Mas, Marcel prefere dizer que o fenômeno é muito mais um desafio tecnológico e que não há conclusões que apontem para os riscos do fluxo das radiações cósmicas na vida humana.

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Revista Science admite que “vacinas” de Covid são inúteis e prejudiciais

Publicado por: luxcuritiba em julho 7, 2022

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Pesquisadores britânicos dizem que as “vacinas” do coronavírus Wuhan (Covid-19) não fornecem nenhuma proteção real contra a mais recente “variante” da doença, que o establishment está chamando de “Omicron”.

Um novo artigo publicado na revista Science revela que a proteção de anticorpos e células T não são encontradas em lugar algum após a injeção. Enquanto isso, as injeções deixam um rastro de substâncias misteriosas dentro do corpo de uma pessoa, muitas vezes levando a doenças crônicas ou morte precoce.

Outra coisa que o jornal descobriu é que os “totalmente vacinados” estão sofrendo as chamadas infecções “pós-vacinação” com Omicron, já que sua resposta de células T agora é artificialmente ajustada para variantes anteriores da doença, como a Delta.

“… quando pessoas vacinadas, mas não anteriormente infectadas, sofrem infecções pós-vacinação de Omicron, sua resposta de células T é tendenciosa para versões anteriores do Sars-Cov-2 – não para a variante Omicron que realmente as infectou”, escreve Alex Berenson em seu Substack.

“Em outras palavras, as injeções de mRNA parecem prejudicar permanentemente o sistema imunológico das pessoas que as recebem, inclinando-as para a produção de células T que atacam variantes que não existem mais – mesmo que nunca tenham sido infectadas com essas variantes”.

Vacinas Covid destroem a imunidade natural e não específica

A imunidade natural, que não foi danificada por injeções farmacêuticas, possui um componente chamado imunidade não específica que visa patógenos invasores de forma não específica. No caso da covid, isso significa lutar contra o vírus geral e não especificamente em termos de variantes.

Depois que uma pessoa é injetada, no entanto, essa imunidade não específica é alterada e, de repente, o corpo não é mais capaz de combater infecções à medida que elas se transformam e sofrem mutações. (Relacionado: Pesquisa da Universidade de Columbia descobriu que Omicron tem uma resistência “impressionante” a injeções de covid.)

“Enquanto os anticorpos são a primeira linha de defesa contra a infecção e tentam eliminar o vírus da corrente sanguínea, as células T são a segunda linha crucial”, acrescenta Berenson. “Eles atacam e destroem células infectadas e também trabalham com outras partes do sistema imunológico para produzir mais e melhores anticorpos direcionados”.

“Os defensores das vacinas alegaram interminavelmente que as células T geradas por mRNA ajudam a evitar que as pessoas fiquem gravemente doentes com Covid, mesmo depois que a proteção de anticorpos da linha de frente contra a infecção desaparece … Este estudo sugere que a suposta proteção pode ser um mito, e as baixas taxas de mortalidade da Omicron são simplesmente resultado da falta de virulência geral da variante tanto em pessoas vacinadas como não vacinadas.”

O estudo britânico descobriu ainda que outra grande parte da capacidade do corpo de combater infecções, os anticorpos, também são danificados pelas vacinas. Após a injeção, o sistema imunológico fica com a capacidade de produzir apenas um tipo de anticorpo contra o coronavírus, quando a realidade é que são necessários muitos anticorpos diferentes.

Esses outros anticorpos seriam produzidos naturalmente pelo corpo sem a injeção. Mas uma vez que os produtos químicos sintéticos de mRNA (RNA mensageiro) são distribuídos, o sistema imunológico fica permanentemente danificado, sem nenhuma maneira de combater doenças que estão em constante mudança.

O estudo reconheceu esse fato, mas foi enterrado em linguagem altamente técnica, sugerindo que era simplesmente politicamente incorreto demais para ser declarado claramente. O estudo também não comparou as respostas imunes dos vacinados com os não vacinados, o que é no mínimo problemático.

“Infelizmente, mas sem surpresa, os cientistas não analisaram as respostas imunes de quem não foi vacinado – com ou sem infecção anterior”, explica Berenson. “Assim, o artigo não oferece comparação direta da maneira como o Omicron pode afetar as respostas de anticorpos e células B e T em pessoas vacinadas e não vacinadas”.

“Por que os pesquisadores não incluíram pessoas não vacinadas? Talvez porque quase todos os adultos britânicos tenham sido vacinados, bem como recebido doses de reforço, então os autores queriam se concentrar nos riscos que a Omicron representa para as pessoas vacinadas… Ou talvez porque se preocupassem com o que encontrariam se comparassem diretamente os dois grupos.”

 

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Cientistas tentam explicar porque médiuns espíritas ouvem vozes

Publicado por: luxcuritiba em fevereiro 6, 2021

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Clariaudiência

Você não pode treinar alguém para se tornar um médium – ao menos não um médium que ouve os espíritos.

Isso poque médiuns espíritas mostram-se mais propensos a atividades mentais imersivas e experiências auditivas incomuns desde o início da vida, dizem cientistas da Universidade de Durham (Reino Unido).

Esta descoberta pode explicar por que algumas pessoas, e não outras, eventualmente adotam crenças espiritualistas e se envolvem na prática de “ouvir os mortos”, afirmam eles.

Diz-se que os médiuns que “ouvem” espíritos experimentam comunicações clariaudientes, em comparação com comunicações clarividentes (“ver”) ou clarissenscientes (“sentir” ou “detectar”).

Os professores Adam Powell e Peter Moseley conduziram uma pesquisa com 65 médiuns clariaudientes da União Nacional dos Espíritas do Reino Unido, além de 143 membros da população em geral, no maior estudo científico sobre as experiências de médiuns clariaudientes.

Eles descobriram que os espiritualistas têm uma tendência para a absorção – uma característica ligada à imersão em atividades mentais ou imaginativas ou a estados alterados de consciência.

Os médiuns também se mostraram mais propensos a relatar experiências de fenômenos auditivos incomuns, como ouvir vozes, e mais comumente isso começou a ocorrer no início da vida.

Médium nasce médium?

Muitos dos que que experimentam a absorção ou a capacidade de ouvir vozes encontram nas crenças espíritas o significado por trás de suas experiências – ou significado sobrenatural de suas experiências, disseram os pesquisadores.

Por meio de seu estudo, os pesquisadores reuniram descrições detalhadas da maneira como os médiuns vivenciam as vozes dos espíritos e compararam os níveis de absorção, tendência à alucinação, aspectos de identidade e crença no paranormal.

Eles descobriram que 44,6% dos participantes espíritas relataram ouvir as vozes diariamente, com 33,8% relatando uma experiência de clariaudiência no dia anterior ao das entrevistas.

A grande maioria (79%) afirmou que as experiências de comunicação espiritual auditiva faziam parte do seu dia a dia, ocorrendo tanto quando estavam sozinhos como quando trabalhavam como médiuns ou frequentavam uma igreja espiritualista.

Embora os espíritos sejam ouvidos principalmente dentro da cabeça (65,1%), 31,7% dos participantes espíritas disseram ter experimentado vozes espirituais vindas de dentro e de fora da cabeça.

Mediunidade vem antes do Espiritismo

Os espíritas relataram que experimentaram a clariaudiência pela primeira vez com uma idade média de 21,7 anos. No entanto, 18% deles relataram ter experiências clariaudientes “desde que podiam se lembrar” e 71% não haviam encontrado o Espiritismo como um movimento religioso antes de suas primeiras experiências.

Os pesquisadores afirmam que suas descobertas indicam que as experiências de comunicação espiritual não se devem a explicações comumente aventadas na comunidade científica, como ceder à pressão social, aprender a ter expectativas específicas ou um nível de crença no paranormal.

Em vez disso, parece que algumas pessoas têm uma predisposição única para a absorção e são mais propensas a relatar experiências auditivas incomuns ocorridas cedo na vida. Para muitos desses indivíduos, as crenças espiritualistas são adotadas como decorrência, porque se alinham significativamente com suas experiências pessoais únicas.

“Nossas descobertas dizem muito sobre ‘aprendizagem e anseio’. Para nossos participantes, os princípios do Espiritismo parecem dar sentido tanto às experiências extraordinárias da infância, quanto aos fenômenos auditivos frequentes que experimentam como médiuns praticantes.

“Mas todas essas experiências podem resultar mais de certas tendências ou habilidades precoces do que simplesmente de acreditar na possibilidade de contatar os mortos se alguém tentar o suficiente,” disse o professor Adam Powell.

“Os espíritas tendem a relatar experiências auditivas incomuns que são positivas, começam cedo na vida e que muitas vezes eles são capazes de controlar. Compreender como elas se desenvolvem é importante porque pode nos ajudar a entender mais sobre experiências angustiantes ou não controláveis de ouvir vozes também,” disse Dr. Peter Moseley.

Os pesquisadores agora estão se dedicando a uma investigação mais aprofundada da clariaudiência e da mediunidade, trabalhando com praticantes para obter uma imagem mais completa de como é receber essas experiências incomuns e significativas.

Checagem com artigo científico:

Artigo: When spirits speak: absorption, attribution, and identity among spiritualists who report “clairaudient” voice experiences
Autores: Adam J. Powell, Peter Moseley
Publicação: Mental Health, Religion and Culture
DOI: 10.1080/13674676.2020.1793310

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