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Britânico reverte diabetes com dieta de apenas 11 dias

Posted by luxcuritiba em agosto 14, 2013

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12 de Agosto de 2013 ]

Britânico reverte diabetes com dieta de apenas 11 dias - robert doughty

Robert Doughty reverteu o quadro da própria condição com uma dieta de apenas 800 calorias por dia.

Dieta de 800 calorias é segura, mas precisa de acompanhamento médico

Na Grã-Bretanha, mais um caso de sucesso na reversão do diabetes tipo 2 voltou a chamar a atenção para a teoria de que por meio de uma dieta de restrição calórica, feita por um período determinado de tempo, é possível se livrar da condição que afeta cada vez mais pessoas em todo o mundo.

O jornalista britânico Robert Doughty, de 59 anos, que até o ano passado estava entre os 371 milhões de portadores do diabetes no mundo, reverteu o quadro da própria condição com uma dieta de apenas 800 calorias por dia.

Num período de apenas 11 dias, Doughty enfrentou o duro regime de ingerir três doses diárias de shakes de reposição alimentícia com 200 calorias cada, somada a uma porção de legumes e vegetais de mais 200 calorias. Como parte da dieta, ele também teve que tomar um total de três litros de água por dia.

O drástico regime, que para efeito de comparação tem menos calorias do que apenas um dos lanches vendidos pela rede de fast food Mc’Donalds – o Big Tasty tem 843 calorias – não foi “nada fácil de enfrentar”, contou o jornalista em entrevista à BBC Brasil.

“Frequentemente me sentia muito cansado… Uma noite, depois de ir ao teatro, quase não consegui subir as escadas da minha estação local de trem, e caminhar para casa parecia praticamente impossível. Também sentia muito frio, chegando a colocar quatro camadas de roupa no meio do verão, quando sentia meus dedos ficarem dormentes”, disse o jornalista.

Doughty seguiu a dieta depois de procurar na internet estudos referentes ao diabetes tipo 2. Antes de começar o regime, ele procurou o pesquisador Roy Taylor, da Universidade de Newcastle, autor da teoria da dieta de 800 calorias, além do próprio médico, de quem obteve o aval para cortar as calorias diárias.

Ele já havia tentando uma dieta considerada menos radical, com cerca de 1.500 calorias por dia, com a qual emagreceu, mas não reduziu a glicose no sangue para o nível adequado.

A teoria

O diabetes tipo 2 se desenvolve quando o pâncreas para de produzir insulina em quantidades suficientes para manter o nível normal de glicose no sangue. No caso do diabetes tipo 1 – também chamado de diabetes congênito -, o pâncreas para totalmente de produzir insulina, que precisa ser injetada no paciente.

Nos dois casos, sem o controle adequado, o nível de glicose no sangue alcança um patamar de risco, o que pode gerar a longo prazo diversas complicações nos rins, pressão arterial alta, perda parcial ou total da visão, problemas no coração, dentre outros males. No caso da diabetes tipo 2, a condição está fortemente associada à obesidade, uma condição que se alastra em todo o mundo.

Foi justamente a associação com a gordura que intrigou professor Roy Taylor, da Universidade de Newcastle, no norte da Inglaterra, quando iniciou seus estudos sobre o diabetes tipo 2 há dois anos. Ele notou que pacientes que se submetiam à cirurgia para redução de estômago passavam por um período de transição, logo após a cirurgia, de redução drástica da quantidade de calorias ingeridas.

“Até se acostumarem com a redução do próprio estômago, os pacientes comiam muito pouco, porque se sentiam saciados muito rápido e tinham náuseas. Com isso eles perdiam muito peso, num espaço de tempo bem curto”, afirmou Taylor em entrevista à BBC Brasil.

Passados alguns meses depois do emagrecimento, o pesquisador notou que a maioria dos pacientes que tinham diabetes tipo 2 tinham se livrado da condição. Todos eles tinham algo em comum: haviam perdido uma grande quantidade de gordura na região abdominal.

ranking diabetes no mundoEstudos preliminares mostraram, então, que esse tipo de gordura, localizada na barriga, próxima de órgãos como o pâncreas e o fígado, tinha uma associação com o desenvolvimento do diabetes tipo 2.

“Descobrimos que a gordura na região abdominal provoca uma reação metabólica que dificulta a digestão da glicose pelo pâncreas. A simples presença da gordura nessa região causa uma mudança no metabolismo, que dificulta a produção de insulina”, explicou Taylor.

Ao fazer a relação entre calorias ingeridas, tempo gasto para perder peso e a quantidade de gordura perdida, principalmente na região abdominal, Taylor chegou à teoria da dieta de hiper redução calórica.

“Cada pessoa é diferente, mas notamos que a redução calórica para algo em torno de 800 calorias por dia causava a reversão do diabetes. Alguns pacientes demoram mais que outros, mas todos conseguem reverter a condição dentro de oito semanas”, afirmou o pesquisador.

O estudo de Taylor foi divulgado em 2011, na publicação científica Diabetologia.

Riscos

A dieta das 800 calorias é considerada segura, mas precisa ser feita com acompanhamento médico, pois há vários riscos e fatores que devem ser levados em consideração. De acordo Taylor, o primeiro passo é saber se o indivíduo está bem nutrido e não possui falta de vitaminas no organismo, principalmente o ferro.

Ele ressalta que a dieta de hiper restrição calória poderia ser um meio seguro de reduzir o índice de diabetes “até mesmo em países pobres, desde que todas as precauções sejam tomadas”.

“Seria importante, porém, se tomar extrema precaução com pessoas que são mal nutridas, que devem ter os níveis de vitaminas e especialmente o ferro verificados antes de se iniciar a dieta. Ainda assim, seria muito barato prover suplementos vitamínicos para estas pessoas e continuar a recomendar a dieta para reverter o diabetes”.

Curto prazo X longo prazo

O Brasil ocupa a quarta colocação no ranking dos países com maior índice de diabetes no mundo, com 13,4 milhões de portadores no país, o que equivale a 6,5% da população, de acordo com o último levantamento da Federação Internacional do Diabetes (FID). Em primeiro lugar está a China (92,3 milhões), seguida da Índia (63 milhões) e Estados Unidos (24,1 milhões).

“Notamos que há uma relação direta entre aumento poder de compra e o crescimento de casos de diabetes no mundo. Em Países como o Brasil, China e Índia, onde a população está podendo consumir mais, o aumento do diabetes é tipo 2 é assustador”, ressaltou o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Balduino Tschiedel, em entrevista à BBC Brasil.

Para Tschiedel, “a pesquisa britânica de hiper redução calórica na reversão da diabetes tipo 2 tem uma validade científica muito grande, porque vem a confirmar a importância da alimentação como fator fundamental no combate a doença”.

No entanto, ele ressalta que manter-se livre da obesidade e consequentemente do diabetes tipo 2 por um longo período de tempo é o maior desafio.

“O maior problema está em manter uma dieta adequada por um longo período de tempo. Esse é o nosso maior desafio, porque envolve uma mudança comportamental muito difícil de ser alcançada num mundo em que a oferta de alimentos hiper calóricos é muito grande”, explica Tschiedel.

Ele ainda ressalta que o esforço para combater a obesidade e o diabetes envolve uma ação conjunta de várias entidades.

“Nós, da Sociedade Brasileira de Diabetes, acreditamos que uma mudança nos hábitos da população só seja possível com um conjunto de medidas que envolvam o governo, sociedade civil e a mídia num esforço conjunto para conscientizar e educar as pessoas sobre a importância de se manter uma alimentação mais saudável e atividades físicas regulares”, alerta.

No longo prazo, a eficácia da teoria do professor Roy Taylor ainda está sendo testada.

“Notamos em nossos estudos, que as pessoas que contraíram o diabetes tipo 2 há menos de quatro anos são as que melhor respondem ao tratamento da dieta de 800 calorias. Com mais de quatro anos, notamos que se torna mais difícil a reversão da diabetes tipo 2. Então, ainda é muito cedo para dizer que o mesmo método vá funcionar em pessoas que têm diabetes há muito tempo. Estamos tentando entender qual seria o melhor método para essas pessoas”, disse Taylor.

Genética x hábitos

De acordo com estudos feitos na Universidade de Newcastle, a genética parece não ser mais um fator fundamental no desenvolvimento do diabetes tipo 2.

“Mesmo pessoas com tendência genética ao diabetes tipo 2 podem evitar o desenvolvimento da condição se mantiverem uma dieta mais restrita de açúcares e uma rotina de exercícios regulares. O mais importante é não chegar ao ponto de acumular gordura na região abdominal”, explicou o professor Taylor.

“Pessoas com histórico na família estão mais suscetíveis a desenvolver o diabetes tipo 2, porque isto é uma tendência genética. Mas o fato é que, qualquer pessoa pode desenvolver a doença pelo simples fato de acumular gordura, principalmente na região do abdômen. Então, hoje em dia, podemos dizer que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo dois mais por hábitos alimentares inadequados e falta de exercício físico – com um estilo de vida sedentário – do que pela questão genética”.

O jornalista Robert Doughty disse que, apesar da dieta ter sido difícil de ser seguida, ele não desistiu porque acreditou nos benefícios.

“Durante a dieta, fiquei relembrando a mim mesmo os benefícios do regime pare reduzir a glicose no sangue. O fato dos portadores do diabetes tipo 2 terem 36% mais risco de morrer mais cedo e grandes chances de ter ataques cardíacos, aneurisma, danos na visão e problemas de circulação que podem provocar até esmo amputação de membros, e 50% mais chance de tomarem medicação para o resto da vida, foi meu grande incentivo”.

Ele disse que sua maior alegria foi quando seu médico ligou e disse: “O seu diabetes se reverteu completamente, parabéns!”.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/britanico-reverte-diabetes-com-dieta-de-apenas-11-dias,a69c20dfefd60410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

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Baixa atividade no cérebro estimula espiritualidade

Posted by luxcuritiba em agosto 14, 2013

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brain

É interessante reconhecer e, sobretudo, entender, que a experiência espiritual dos indivíduos pode ser explicada pela falta de atividade numa das regiões do cérebro responsáveis pela afirmação da identidade individual. É o que aponta um estudo realizado pelo neurocientista americano Brick Johnstone, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, e divulgado há já alguns anos na revista científica designada por “Zygon”.

Para quem não saiba, e para quem esteja afastada/o deste tipo de ciência, a área em questão – é o lóbulo parietal direito – no qual as pessoas definem quem são elas. Por exemplo, é a região onde o cérebro processa as preferências, e os gostos pessoais, reconhecendo as habilidades e os interesses amorosos do indivíduo.

Portanto, o estudo referido sugere que são justamente as pessoas que têm essa região menos activa, e com menos “definidores próprios”, as mais susceptíveis a levar vidas espiritualizadas. Mas, para chegar a essa conclusão, os pesquisadores testaram pacientes com essas áreas afectadas e compararam com estudos anteriores que mostram as especialidades de cada região do cérebro. Eles notaram que entre as 26 pessoas analisadas, as mais espirituais apresentavam o lóbulo parietal direito menos funcional. Este estado físico indicaria menos enfoco pessoal e, por conseguinte, menos autoconhecimento da personalidade.
De repente, e ante esse estudo, o que vem-nos à cabeça é a palavra “abnegação”. Portanto, a descoberta sugere que uma das principais características da experiência espiritual é, sem sombra de dúvida, a abnegação, que é, por sua vez, um comportamento anti-egoísta.

O estudo ainda aponta, que o maior silenciamento dos “definidores próprios” são mais comuns nos estados mais profundos de meditação ou oração. Particularmente, quando as pessoas experimentam sentimentos de desligamento de todo o universo humano. Assim, como eu tenho noção disso.

Se, realmente, observarmos e estudarmos bem o Livro Tora, o Velho Testamento, o Novo Testamento, o Alcorão, uma porção de textos Sufistas, muitos dos textos Hindus, e textos Budistas, todos eles falam sobre a abnegação Portanto, o que me leva cada vez mais a crer, que a ciência, apesar de ser o que é, descobre e comprova que ao sermos menos egoístas e adquirirmos mais autoconhecimento sobre o nosso Eu Superior, em vez de perdermo-nos no ego, passaremos a ter a chave para a tão ambicionada felicidade.

E numa linguagem científica, não propositada para confundir quem possa ler este texto, mas como pessoa dedicada que sou, digo aqui com grande entusiasmo: a ciência convencional descobriu, neurologicamente, o que muitos “alienados contemplativos e religiosos” – como eu – já sabiam por comprobabilidade empírica desde a era axial. Custou bastante, mas conseguiram… Agora é só colocar o conhecimento em prática! Porque não?

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Somos só 10% humanos:

Posted by luxcuritiba em agosto 10, 2013

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20.06.2012 ]

bioma

Projeto microbioma humano

Na semana passada anunciou-se que o primeiro genoma microbiano humano havia sido completado (Nature, 14 de junho). O projeto envolveu dezenas de cientistas e levou cinco anos para ser concluído. Pudera. Se levarmos em conta que temos 100 trilhões de microorganimsos (bactérias, vírus e fungos) convivendo harmoniosamente dentro e fora do nosso corpo, dá para imaginar que estudar o genoma dessas “criaturas” não é uma tarefa simples. Quando li a notícia lembrei-me imediatamente da Dra. Bonnie Bassler, uma das cinco cientistas que ganharam o prêmio L’Oreal/Unesco para mulheres na ciência em 2012.

A Dra. Bassler dedica-se à comunicação entre as bactérias, decifrar qual é a sua linguagem. E se quisermos que elas vivam em harmonia conosco, ocupando territórios diferentes no nosso corpo, é realmente importante que elas se entendam. Que falem a mesma língua. Lembro-me da sua palestra durante a premiação na sede da Unesco na França dizendo: “Temos dez vezes mais bactérias que células convivendo conosco no corpo. Portanto, na melhor das hipóteses somos só 10% humanos”. Aquelas pessoas que ficam vociferando por aí: Sabe com quem está falando? deveriam saber disso.

Como foi feita a pesquisa?

A semelhança do projeto Genoma Humano, o projeto Microbioma Humano reuniu cientistas de diversas instituições. Foram coletadas amostras de 242 pessoas saudáveis (entre 18 e 40 anos) de 18 partes diferentes do corpo representativas de cinco regiões principais: vias aéreas, pele, cavidade oral, trato digestivo e pele. No total foram mais de 5.000 amostras.

Qual é o objetivo de conhecer essa fauna microbiana?

As grandes questões que se quer responder são: quem são e o que fazem? Segundo Dirk Gevers, um dos cientistas que participou do projeto, o objetivo é ter uma gigantesca base de dados que sirva de parâmetro para estudos futuros sobre a saúde humana e as doenças. Esses dados estão agora disponíveis para a comunidade científica. O conhecimento sobre o genoma do microbioma vai nos ajudar a responder o que estão fazendo no nosso organismo: são amigos ou inimigos? Ou, convivem conosco pacificamente sem nos ajudar ou prejudicar? Resistem a antibióticos? Produzem toxinas? Ou moléculas que podem nos beneficiar?

O que foi descoberto?

Estima-se que o genoma do microbioma (metagenoma) contem 8 milhões de genes. Se lembrarmos que o genoma humano tem cerca de 22.000 genes, são 360 vezes mais!

A composição dessa comunidade de micróbios mostrou-se surpreendentemente diversa e abundante. Os micróbios podem variar na mesma pessoa de acordo com o local e também entre pessoas. Por exemplo, temos várias bactérias diferentes na saliva, mas pessoas que vivem na mesma comunidade tendem a ter micróbios semelhantes. Por outro lado, as bactérias encontradas na pele variam muito entre indivíduos. Mas apesar da variabilidade a maioria delas parece ter funções semelhantes, isto é, contribuir para produzir energia. Algumas são fundamentais. Por exemplo, as bactérias que vivem no nosso trato digestivo. Não seria possível digerir o que comemos se não fosse por elas.

Um recado importante

É claro que decifrar tudo que essa nossa população microbiana faz não será trivial. São pesquisas para muitos anos. Mas ao ler esse artigo lembrei-me de um fato que ocorreu recentemente. Encontrei uma amiga querida e quando me aproximei para cumprimentá-la com um beijo ela se afastou e disse: “Não chegue perto, estou com uma infecção ocular causada por uma bactéria. Não quero contaminá-la”. Quem disse, perguntei eu? “O meu médico”. Um mês depois ela me conta que continua com a bactéria. O que seu médico não sabe, mas deveria saber, é que trata-se daquelas bactérias que convivem conosco em harmonia. Espero que ela continue com você por muitos e muitos anos, querida amiga. Você precisa contar isso ao seu médico.

Por Mayana Zatz

Fonte: http://veja.abril.com.br

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Um misterioso satélite alienígena orbita a terra há 13.000 anos?

Posted by luxcuritiba em agosto 7, 2013

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A Terra gira abaixo, em grande parte inconsciente de seu visitante parasitário não autorizado. É o satélite Black Knight, um objeto misterioso circundando a Terra, de origem desconhecida (e possivelmente alienígena) – a história diz que ele está lá em cima agora, e tem sido assim há 13 mil anos.

Assista ao vídeo:
Como tantas histórias de fenômenos estranhos, a lenda do satélite Cavaleiro Negro começa com Nicola Tesla. Diz-se que ele pegou um sinal de rádio que se repetia, em 1899, que ele acreditava que estava vindo do espaço, e disse isso publicamente em uma conferência.
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Na década de 1920, os operadores de rádio amador foram capazes de receber esse mesmo sinal.
Em 1960, tanto os Estados Unidos quanto a União Soviética tinham aparatos em órbita. Mas em 11 de fevereiro de 1960, os jornais em todos os lugares relataram uma notícia alarmante: que um outro alguém também tinha algo em órbita.
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Uma tela de radar, projetada pela Marinha os EUA para detectar satélites espiões inimigos, tinha pego alguma coisa. Ele foi descrito como um objeto soturno e escuro. Não era o nosso, e não era dos soviéticos também.
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No dia seguinte, os jornais deram um pouco mais de informação. O objeto misterioso estava em órbita a cerca de 79 graus fora da linha do equador, e não os 90 graus de uma órbita polar adequada. Sua órbita também era bastante excêntrica, com um apogeu de 1,728 km, mas um perigeu de apenas 216 km.

O objeto fazia uma órbita completa a cada 104,5 minutos.

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Marte há Cerca de 2 Bilhões de Anos

Posted by luxcuritiba em agosto 7, 2013

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Parece haver evidências consistentes fornecidas pelos rovers em missões passadas e recentes – como o rover Opportunity sempre resistente, e o recém-chegado Curiosity – e o Mars Reconnaissance Orbiter – uma nave espacial que esta atualmente pairando sobre Marte – que Marte provavelmente já foi coberto por vastos lagos e oceanos, e foi recoberto por uma espessa atmosfera, muito semelhante à Terra. Kevin Gill, um engenheiro de software da New Hampshire, pintou digitalmente como Marte poderia ter sido há cerca de dois bilhões de anos usando dados científicos e a imaginação humana – o resultado final é extremamente provocativo e surpreendente ao mesmo tempo.

Gill usou um programa geoespacial open-source para criar um terreno “paradisíaco” para Marte, enquanto a atmosfera e  vegetação, eles foram adicionados com base na NASA’s Blue Marble: Next Generation. As características geológicas da pintura foram traçadas com base em dados da elevação original de mapeamentos topográficos da NASA. Inúmeras pesquisas têm revelado que a superfície de Marte foi mergulhada com deltas de rios, ravinas e costas oceânicas. Além disso, os resultados anteriores sugerem que Marte já foi coberto por uma espessa atmosfera, que gradualmente tornou-se cada vez mais fina com a falta de um campo magnético. Quanto a vegetação, nuvens e outros recursos pintados nestes pontos de vista bastante requintados, estes foram todos baseados na impressão artística do autor de como Marte pode ter parecido em seu auge.

“Não há nenhuma razão científica por trás de como eu pintei isso, eu tentei imaginar como a Terra apareceria dado certas características ou efeitos das prováveis alterações climáticas atmosféricas. Por exemplo, eu não vi muito verde tomando conta dentro da área do Monte Olimpo e os vulcões circundantes, tanto devido à atividade vulcânica e a proximidade com o Equador”, diz Gill.

“Isso não foi concebido como um cenário científico exato, e eu tenho certeza que algumas das minhas suposições podem estar incorretas”, Gill continuou. “Eu estou esperando pelo menos desencadear a imaginação, então por favor, divirta-se!”

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A imagem de cima mostra o hemisfério ocidental de Marte, enquanto a imagem de baixo mostra o hemisfério oriental.

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Conforme apresentado acima, Marte definitivamente seria capaz de abrigar vida, embora ninguém atualmente seja capaz de afirmar que a vida foi ou é apresentada no planeta vermelho. Talvez uma ideia ainda mais interessante inevitavelmente apareça quando se olhar para estas fotos deslumbrantes – podemos nós, seres humanos, transformar essas vistas deslumbrantes sobre Marte em realidade através da Terraformação?

A imagem abaixo é uma representação real de Marte como visto do espaço capturado pela Mars Global Surveyor, em 1999.

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http://universoracionalista.org/marte-ha-cerca-de-2-bilhoes-de-anos/

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É uma nuvem funil! É uma sombra! Não, não é. O que é isso?

Posted by luxcuritiba em agosto 6, 2013

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Dunedin – Mike Weight foi passear na praia de Honeymoon Island quarta-feira ao meio-dia, quando viu algo estranho. Uma linha preta apareceu no céu azul brilhante, vinha de uma nuvem apontava para baixo em direção ao Golfo.

“No começo eu pensei que era uma ilusão de ótica, pois era como um pedaço escuro do céu com um fundo de céu claro”, disse o Wieght. “Você podia ver através dele.”

Talvez seja uma tromba d’água, ele pensou. Essa teoria desapareceu rapidamente. Esta não era uma nuvem funil.
Confusa, uma residente de 73 anos de Clearwater pegou seu telefone e tirou um par de fotos. Ele enviou um email ao Times, com uma nota.
“Alguma ideia do que era isso?”

Mike Clay, meteorologista-chefe do canal de notícias Bay News 9, não sabia o que era a linha preta. Ele compartilhou as fotos com vários outros especialistas em clima.

Um meteorologista voltou com uma teoria: Poderia ser à sombra de um contrail, o fluxo de vapor de água condensado deixado por um foguete ou avião. O contrail poderia ter sido escondido por nuvens, disse Clay.

Para tal sombra a aparecer, as condições precisam ser apenas para a direita, com o sol e o contrail em pontos precisos.

Mas isso é apenas uma teoria. Argila disse que ninguém falou inteiramenteao certo o que Weight viu. “Eu acho que todos nós estamos apenas supondo”, disse ele.

O que você acha? Você já viu uma linha preta semelhante no céu? Você tem fotos?

http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-linha-preta-aparece-em-c%C3%A9u-americano-o-que-voc%C3%AA-acha-que-%C3%A9

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O poder do pensamento – Experiência com a maçã

Posted by luxcuritiba em agosto 5, 2013

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maça

      

Por Lívany Salles

Com o sucesso de Somos Todos Um, que fala sobre física quântica, ouvimos falar muito sobre a força do pensamento. Uma parte específica do filme ganhou grande notoriedade, é aquela em que aparece uma pesquisa realizada por um cientista japonês chamado Massaru Emoto.

Em sua pesquisa, o Dr. Emoto analisou amostras de água com vibrações negativas e positivas através de diferentes palavras. Os resultados foram surpreendentes: as palavras que recebiam mensagens positivas eram mais, digamos, bonitas. Já as negativas, ficaram turvas e feias.

A conclusão: se o organismo é composto de mais de 70% de água, imagine o que os nossos pensamentos são capazes de fazer com o nosso corpo físico.

Foi o que despertou a curiosidade do educador físico Yuri Motoyama, que decidiu fazer com uma maçã.

“Eu fiquei 2 semanas diariamente dizendo palavras boas e ruins para as duas maçãs. As vezes eu me concentrava em uma maçã e pensava em momentos bons da minha vida, ou pensava em como a maça era bela, representava a natureza, era saborosa etc. A parte negativa eu pensava em imagens de pessoas sofrendo, que aquela maçã poderia ser ruim, pensava em palavrões e até xingava a maçã”, conta.

“Depois de um tempo eu comecei a fazer a experiência com a fruta negativa primeiro porque ela me deixava meio mal se eu a fizesse por último, era como se eu revirasse toda ira e raiva de dentro de mim e quando eu deixava isso por último ficava algumas horas me sentindo mal, como se tivesse brigado com alguém”, revela.

Veja também:

A Mensagem da Água
Do pesquisador Japonês Masaru Emoto

Fonte: http://stelalecocq.blogspot.com.br/2013/08/teste-da-maca-pensamento-positivo.html

      

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