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Audição humana é mais ampla do que se acreditava

Publicado por: luxcuritiba em julho 24, 2015

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Dogmas científicos

Quem já visitou ou mora próximo a fazendas de energia eólica, com suas gigantescas turbinas girando lentamente, sabe o quanto essa paisagem aparentemente calma pode ser barulhenta.

E não se trata apenas de um ruído quase ensurdecedor – parece haver uma espécie de ruído que faz as pessoas ficarem doentes.

Muitas pessoas que vivem nas proximidades das turbinas eólicas apresentam distúrbios de sono, queda no desempenho e outros efeitos negativos que não têm sido adequadamente catalogados porque os cientistas e médicos muitas vezes se recusam a estudar os casos, alegando que o ruído produzido fica fora da capacidade de audição do ser humano.

Mas bastou que alguns dogmas científicos fossem deixados de lado para que a verdade emergisse: a capacidade de ouvir do ser humano é mais ampla do que os livros-texto afirmam.

“Nem alarmismo nem negar tudo é de qualquer ajuda nesta situação. Em vez disso, devemos tentar descobrir mais sobre como são percebidos os sons na faixa-limite da audição humana,” pondera o professor Christian Koch, do Instituto de Metrologia da Alemanha, que decidiu encarar a questão como todo cientista deveria fazer.

Limites da audição humana

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Os livros-texto dizem que o ser humano pode ouvir sons na faixa de 20 a 20.000 hertz. Mas Koch e seus colegas usaram experimentos de biomagnetismo e ressonância magnética funcional para demonstrar que nossa capacidade auditiva é mais ampla, alcançando os chamados infrassons – abaixo dos 16 hertz.

Os resultados mostraram que os seres humanos ouvem sons de frequência muito mais baixa – a partir dos 8 hertz – o que é, afinal, uma oitava inteira abaixo do que se supunha anteriormente.

Ante sons dessa frequência, todos os voluntários afirmaram que estavam ouvindo algo, o que foi confirmado pelos exames neurológicos, embora não conseguissem determinar a tonalidade do som.

“Isto significa que um ser humano tem uma percepção bastante difusa, detectando que algo está lá e que isto poderia envolver perigo,” afirmou o professor Christian Koch. “Mas estamos realmente no início das nossas investigações. Mais pesquisas são urgentemente necessárias.”

A equipe destaca que também é necessário fazer pesquisas no outro extremo das frequências audíveis, verificando o quanto podemos de fato ouvir na faixa dos chamados ultrassons.

http://www.diariodasaude.com.br

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Mistério de cidade onde moradores caem no sono de repente é desvendado

Publicado por: luxcuritiba em julho 24, 2015

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Mistério de cidade onde moradores caem no sono de repente é desvendado 1

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Os 582 habitantes da aldeia de Kalachi chegaram a pensar que estavam amaldiçoados. Durante cinco anos olharam desconfiados para o céu, o ar, a água que bebiam. Suspeitaram até da vodca.

Uma doença estranha começou a tomar conta dessas pessoas: sem motivo aparente, caíam no sono de forma fulminante. E podiam passar vários dias assim.

Ao menos 120 moradores foram afetados. Os primeiros casos foram registrados em 2010, e se intensificaram a partir de 2013. O problema vinha em ondas: seis crianças dormiram em setembro de 2014 – no último inverno (no hemisfério norte) foram 60 pessoas.

O sono chegava repentinamente, de forma irresistível. “Dirigia minha moto em 28 de agosto e de repente caí no sono”, afirmou um morador ao site EurasiaNet.org. Foi acordar apenas em 2 de setembro. Como também ocorreu com o restante dos moradores, os médicos não souberam dizer o que ocorria.

Mas o mistério dessa aldeia do norte do Cazaquistão agora foi desvendado: uma combinação de monóxido de carbono e de partículas de hidrocarburetos na atmosfera é a culpada.

“Depois de fazer exames em todos os habitantes, recebemos a confirmação dos laboratórios (…), a causa principal é o monóxido de carbono”, explicou o vice-primeiro-ministro do país, Berdybeck Saparbayev, em entrevista coletiva.

“Quando o monóxido de carbono (CO) e os níveis de hidrocarbonetos (CH) aumentam, o oxigênio baixa e produz esses desmaios”, afirmou.

Minas de urânio

Mistério de cidade onde moradores caem no sono de repente é desvendado 2

O quebra-cabeça estava no fato de as medições desses componentes serem normais, conforme explicou Sergey Lukashenko, um dos cientistas responsáveis pela investigação, ao jornal local The Astana Times.

“O interessante é que a doença do sono só se manifesta com a combinação de falta de oxigênio e excesso de CO e CH”, disse Lukashenko, que é diretor do Centro Nuclear do Cazaquistão.

Em Kalachi, o fenômeno só ocorria mediante certas condições atmosféricas. “Cada um desses três componentes separadamente se encontrava dentro do nível normal e nenhum deles parecia causar suspeitas; portanto, durante muito tempo não foi possível verificar a causa verdadeira”, disse.

O cientista afirma que a origem dessa contaminação está em Krasnogorsk, um vilarejo fantasma perto de Kalachi e que abriga uma grande mina de urânio.

A mina está fechada desde a queda da União Soviética, e Lukashenko deixou claro que o urânio ou qualquer radiação associada ao elemento não estão ligados às sonolências profundas.

“O urânio não tem nada a ver com isso. Usaram um monte de estruturas de madeira quando a mina estava em funcionamento. Depois a mina foi fechada e se encheu de água, e quando a madeira entra em contato com a água se produz monóxido de carbono”, afirmou.

O monóxido de carbono começou a se infiltrar pouco a pouco até a superfície.

As famílias da aldeia estão sendo realocadas pelo governo.

Parece, então, que termina aqui a lenda de um povoado que já começava a ser conhecido no país como “Sleepy Hollow” (algo como buraco sonolento, em tradução livre), numa alusão ao clássico conto americano de terror.

http://www.bbc.com

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As 3 verdades para o sucesso – quanto antes você entender isso, melhor!

Publicado por: luxcuritiba em julho 17, 2015

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sucesso-atitude

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por Jonathan Taioba

Já faz aproximadamente quatro anos que eu estou no mercado de empreendedorismo digital. Durante este tempo eu aprendi algumas coisas que considero essenciais para alcançar o sucesso neste mercado. Infelizmente, quando eu comecei, não havia ninguém para me falar a respeito dessas coisas. Por isso eu me frustrei muito antes de encontrar o melhor caminho para os meus objetivos.

Hoje eu quero compartilhar um pouco desta minha experiência e falar das três verdades ou princípios que você precisa conhecer para alcançar o sucesso. Quanto antes você entender isso, melhor!

Vamos a elas…

1) Nada acontece da noite para o dia

Uma coisa interessante sobre as crianças é que elas não têm uma definição clara sobre o tempo, sendo assim elas não conseguem pensar nada além do agora. Se você fizer uma criança escolher entre ganhar um pirulito agora ou uma caixa de pirulitos amanhã, ela vai querer o pirulito agora. A nossa perspectiva de futuro vai aumentando a media que vamos amadurecendo, mas o que eu tenho visto é que não estamos melhorando tanto assim neste aspecto.

Você não vai conseguir ganhar dinheiro na internet da noite para o dia. Não existe uma formula mágica que você aplica hoje e ganha dinheiro amanhã. As coisas levam um tempo para acontecer e você precisa estar preparado para aceitar este tempo.

A primeira coisa que já vai consumir algumas semanas ou meses é o seu aprendizado. Existe uma curva de aprendizado que você precisa atravessar. O tempo que vai demorar para você aprender depende da sua dedicação, do seu conhecimento prévio sobre internet, e do tempo que você consegue dedicar a isso.

Não deixe que estas histórias de pessoas que ganharam 1 milhão em 24 horas iludam você. Elas se esquecem de contar que ficaram anos estudando e testando sem conseguir ganhar nada.

Não existe uma formula mágica para ganhar dinheiro na internet. É preciso trabalhar muito… O sucesso não vem da noite para o dia.

2) Você vai precisar investir dinheiro

Um grande problema de quem está começando neste mercado é o medo de investir. As pessoas estão procurando uma forma de ganhar dinheiro na internet sem ter que tirar um real do bolso. Eu tenho uma coisa pra te dizer… Não vá por este caminho.

Ao longo destes anos eu investi muito dinheiro em cursos, seminários, treinamentos, livros, etc. Se existe algo no qual vale a pena você investir é em conhecimento.

Mas ainda que você não queira investir seu dinheiro nisso. Talvez você tenha um amigo que sabe muito sobre o assunto e esteja disposto a te ensinar algumas coisas. Ainda assim você terá que investir dinheiro em seus projetos! Alguns exemplos de investimentos que você precisará fazer: registro de domínio, servidor de hospedagem para o seu site, designer para criar o site, serviços de email marketing, ferramentas online, divulgação, etc.

É possível ganhar dinheiro sem investir nada! Mas você vai ter que contar com a sorte ou trabalhar durante meses ou anos para fazer alguns trocados. Portanto, entenda que você precisará investir no seu negócio!

Por outro lado o grande risco é você investir o seu dinheiro de forma errada ou em coisas que você não precisa. A minha dica é para que você pesquise bastante antes de colocar o seu dinheiro em algo. Veja a opinião de outras pessoas a respeito daquilo que você está investindo.

3) Mantenha o foco

Este é, na minha opinião, o maior responsável pelo fracasso daqueles que estão tentando ganhar dinheiro na internet. A falta de foco é um erro muito grave neste mercado, muitas vezes cometido até mesmo pelos mais experientes!

Existem centenas de blogs ensinando como ganhar dinheiro na internet. Cada um falando de suas técnicas inovadoras e seguras para conseguir resultados incríveis com pouco trabalho. Acontece que toda esta informação, ou pseudo-informação, é despejada sobre nós e muitas vezes nos deixam desorientados, sem saber o que fazer. O que acontece frequentemente é que largamos um projeto pela metade para tentar outro método que acabamos de conhecer e que é mais fácil e rápido. E após alguns dias, vamos largar este também, pois aprendemos outro ainda melhor. E por ai vai…

Comece a filtrar as fontes de informação de confiança. Não acredite em tudo o que você lê na internet sobre o assunto e não largue um projeto inacabado porque leu sobre outro que pode ser mais fácil. Tenha Foco! Comece algo e não pare até finalizar.

Não tem problema você ter vários projetos que te dão dinheiro na internet. O problema é querer fazer tudo de uma vez e no final não ter feito nada. Passe para o próximo, quando o que você está trabalhando agora estiver completamente implementado.

É isso ai pessoal. Estas são as três verdades que eu aprendi sobre este mercado. O quanto antes você entender e aplicar elas em sua vida, mais sucesso você alcançará!

Como tem sido sua experiência com relação a estas verdades? Deixe seu comentário mais abaixo!

http://www.escolaparablogueiros.com.br

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Agora está comprovado: Comer menos faz bem à saúde

Publicado por: luxcuritiba em julho 17, 2015

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Dieta que imita o jejum melhora quase tudo

Quer perder gordura abdominal, ficar intelectualmente mais ligado e viver mais tempo? Valter Longo e seus colegas da Universidade do Sul da Califórnia encontraram uma forma de fazer tudo ao mesmo tempo sacrificando-se apenas quatro dias por mês. Os benefícios foram obtidos com a adoção de uma dieta que imita os efeitos do jejum.

A equipe demonstrou que a adoção dos ciclos de uma dieta de baixos teores calóricos que imita o jejum diminui a gordura visceral da barriga e eleva o número de células progenitoras e células-tronco em vários órgãos, incluindo o cérebro, onde se verificou a regeneração neural e uma melhor aprendizagem e memória.

Ganhos do jejum

prato

O estudo foi realizado em “três camadas”, com testes feitos com levedura, camundongos e seres humanos.

A levedura, que são organismos mais simples, permitiu descobrir os mecanismos biológicos que o jejum dispara em nível celular. Os camundongos, que têm tempos de vida relativamente curtos, forneceram detalhes sobre os efeitos do jejum ao longo da vida. E um estudo piloto com seres humanos encontrou indícios de que os estudos feitos nas leveduras e nos camundongos eram, de fato, aplicáveis aos seres humanos.

A dieta que imita o jejum foi adotada em ciclos bimestrais de quatro dias.

Ela teve como efeito aumentar o tempo de vida, reduzir a incidência de câncer, melhorar o sistema imunológico, reduzir as doenças inflamatórias, retardar a perda da densidade mineral óssea e melhorar as habilidades cognitivas.

Dieta sem receita

A ingestão total de calorias mensal foi a mesma para os grupos da dieta do jejum e de controle, indicando que os efeitos não foram resultado de uma restrição alimentar global.

A dieta reduz a ingestão calórica para algo entre 34 e 54% do normal, com uma composição específica de proteínas, carboidratos, gorduras e micronutrientes.

Infelizmente, os pesquisadores parecem bastante ciosos da formulação da sua dieta que imita o jejum, não dando qualquer detalhe sobre a constituição e os alimentos adotados – eventualmente por interesse de uma futura comercialização.

Além disso, eles alertam que nem todas as pessoas têm saúde ou constituição física adequada à adoção do jejum, ainda que periódico, e que qualquer tentativa nesse sentido deve ser feita com acompanhamento médico – eles desaconselham particularmente a substituição dos alimentos por água.

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Mude a energia da sua casa com a radiestesia

Publicado por: luxcuritiba em junho 19, 2015

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O solo e subsolo influenciam na qualidade energética da habitação, é ideal aplicar a radiestesia antes da construção para equilibrar as energias da obra

A cena é clássica: um homem com uma forquilha anda por um terreno para localizar um veio d’água. Ele o detecta com facilidade pela vibração diferenciada do galho que tem nas mãos ao passar, por exemplo, por um lençol freático que recolhe as águas da chuva no subsolo…

“Desenhos de homens com forquilhas podem ser vistos até nas cavernas pré-históricas. Egípcios e chineses também já sabiam e consideravam a influência do solo e subsolo na qualidade energética da habitação”, diz a radiestesista paulista Titi Vidal. “Porém a radiestesia se desenvolveu principalmente nos séculos 18 e 19, entre o clero da Igreja Católica. Ela era usada para detectar os pontos energéticos favoráveis para a construção de claustros, igrejas e catedrais”, diz a especialista. “Nessa época, a técnica ficou conhecida como rabdomancia – padres e monges eram grandes rabdomantes. Estranhamente, a Igreja não considerava esse conhecimento como pagão”, diz ela.

No começo do século 20, essa técnica passou a ser mais divulgada e recebeu o nome de radiestesia. “Os radiestesistas são profissionais muito requisitados na França, Espanha e Alemanha, principalmente. Acompanham engenheiros nas construções, verificam a qualidade energética do solo e subsolo e tratam de seus desequilíbrios de energia. Muitos deles procuram fundamentar os princípios radiestésicos com o conhecimento científico”, diz a radiestesista paulista Titi Vidal. “Mas isso não é essencial: a radiestesia funciona sem precisar disso”, afirma.

Instrumentos medidores

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Em suas consultas, os radiestesistas usam o pêndulo, sua grande ferramenta de trabalho, e outros instrumentos, como o dual road, a versão moderna da forquilha, e o aurameter, um medidor de aura. “Trabalhamos primeiro com o morador da casa e sua família. O aurameter informa se as pessoas estão com os chacras equilibrados, pois eles são os grandes vórtices que trazem energia para o corpo, segundo as milenares tradições da Índia. Depois de verificar os desequilíbrios energéticos do cliente, o profissional começa a trabalhar sua moradia. “Muitas vezes, é a falta de equilíbrio energético na casa que traz problemas de saúde“, explica.

Na consulta, os especialistas também usam a mesa radiônica, uma placa com símbolos, gráficos e cores que vai ajudar a diagnosticar a energia do cliente. Titi Vidal, também astróloga, desenvolveu sua própria mesa radiestésica com símbolos ligados à astrologia, além dos normalmente usados. O radiestesista pergunta mentalmente ao pêndulo sobre a saúde (física, emocional, energética, mental e espiritual) do cliente e utiliza os gráficos da mesa como uma referência. Conforme o pêndulo se movimenta para um lado ou para outro dos gráficos, o diagnóstico vai sendo traçado.

A designer de interiores Andréa Ortiz tem uma experiência interessante com a radiestesia. Ela conta como a aplicação de pequenas placas metálicas em determinados ambientes fez diferença na energia da sua casa.

“Quando construí minha casa, já conhecia a radiestesia. Em meu trabalho como repórter visual de uma revista especializada em arquitetura, sentia na pele a diferença energética nos ambientes que visitava. O espaço onde você mora sempre traz informações sobre a harmonia e o desequilíbrio das energias que circulam por ali. Acredito que os instrumentos radiestésicos só amplificam essa sensibilidade, que todos nós temos, pois somos seres integrados ao universo. Na primeira consulta que fiz, ainda durante a construção, o radiestesista colocou uma grande placa de chumbo na sala, sob o piso, pois detectou uma fresta do terreno no subsolo.

Também rodeou o terreno com um fio de cobre, para isolar a moradia das energias circundantes. Na segunda vez, outro radiestesista aplicou pequenas placas metálicas de 2 x 2 cm sob o meu colchão. Ele também distribuiu pequenas placas de metal na cozinha e no escritório. Foi meu marido quem pediu a consulta – nem fiquei sabendo de nada -, e já no primeiro dia após colocação das placas, comentei com ele de manhã: ‘Estranho, hoje foi a primeira vez que consegui dormir profundamente nessa cama’. Efeitos positivos também podem ser conseguidos com a aplicação dos gráficos.”

Radiônica: a arte de harmonizar os ambientes

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Se a radiestesia mede e pesquisa campos energéticos, a radiônica é a sua natural extensão: é ela que “cura”, com os mais variados recursos, os desequilíbrios energéticos dos ambientes. As curas mais comuns empregam chapas de cobre e de chumbo. Hastes de cobre enfiadas dentro da terra – que atuam como agulhas de acupuntura – também são recursos bastante usados.

Entretanto, são os gráficos radiônicos os mais utilizados pelos profissionais, principalmente para bloquear as energias eletromagnéticas e as telúricas (vindas do solo) dentro de casa. “Eles equilibram esses campos por meio de formas e desenhos que modificam a energia nociva. Esses gráficos, por sua vez, são baseados no conhecimento da geometria sagrada de antigas civilizações. Mas seu efeito é hoje explicado pela física quântica” afirma Eliane Nunes, professora de radiestesia e consultora do assunto, em São Paulo.

“Essa requalificação energética feita pelos instrumentos da radiônica é capaz de facilitar processos terapêuticos nos quais existe a dificuldade de diagnóstico”, diz Eliane, que tem formação na área biomédica. “A harmonia também se restabelece nas casas e empresas com base no seu uso.”

A radiestesista emprega ainda a litoterapia (terapia com pedras) na harmonização, ou o uso de cristais lapidados em determinadas formas, para trazer boa energia aos ambientes. “Mas o ideal, em relação a uma casa, é sempre aplicar a radiestesia antes da construção, ainda na fase da escolha do terreno ou durante a execução dos alicerces”, diz ela.

“Fica mais fácil e eficaz intervir antes das paredes erguidas, embora a energia de uma casa deva ser sempre trabalhada, mesmo depois de pronta”, diz a especialista.

Sergio Areias, presidente da Abrad (Associação Brasileira de Radiestesia), explica como funciona essa malha energética em torno da Terra.

“A Terra é como um ímã enorme que gera um campo de energia eletromagnético, que normalmente é saudável. Essa energia é disposta em cerca de 60 malhas sobre o planeta, mas a radiestesia trabalha com apenas três delas”, diz Sergio Areias, presidente da Abrad (Associação Brasileira de Radiestesia). Esses mapas de distribuição mostram os pontos de energia em que a Terra se torna mais sensível – os cruzamentos de suas linhas. Se houver um problema nesses pontos, como uma falha geológica, um lençol freático ou a emissão de um gás nocivo, é muito mais fácil essa energia prejudicial aflorar.

Por isso, uma das primeiras medidas de um levantamento radiestésico é verificar se o subsolo emite radioatividade e se por ali passam os veios de água subterrâneos, pois esses fatores prejudicam o equilíbrio energético do entorno e podem afetar a saúde dos moradores. “Antigamente, achava-se que bastava mudar a cama que estivesse em cima de um desses pontos.

Hoje já se sabe que a energia que aflora é bem potente e que são necessários outros recursos”, explica Areias. Em casos de desequilíbrios graves, não há alternativa senão mudar, principalmente se a casa estiver muito perto de transformadores de energia, torres de alta tensão e celulares. “A legislação do Brasil não segue normas internacionais e o índice adotado aqui é insuficiente para proteger os moradores dos efeitos nocivos das ondas eletromagnéticas.”

Sergio tem o cuidado de trazer seu conhecimento científico para as consultas radiestésicas. Antenado com as mais recentes descobertas na física e na medicina, usa aparelhos sofisticados, como o microscópio de campo escuro, para examinar as moléculas do sangue de seus pacientes e verificar o efeito do tratamento que está aplicando. Seu trabalho é tão reconhecido no mercado que construtoras já estão empregando o selo da Abrad como um diferencial de vendas.

Se os fundamentos científicos não conseguem explicar a radiestesia, quem pode?

“A ciência tem de buscar novos enfoques”, afirma Rodrigo Araês Caldas Farias, mestre em bioengenharia e professor de eletromagnetismo, de São Paulo. “A explicação teria de levar em conta outros níveis de realidade e outros níveis de ser. Pesquisadores da Rússia, e mesmo do Brasil, assumiram realidades paranormais e foram capazes de realizar experimentos que ainda não têm uma explicação plausível, mas têm casuística”, afirma. Como prova dessa interação de níveis de realidade nas pesquisas realizadas na Rússia, Rodrigo mostra um artigo do doutor A. A. Chernitskii, professor de física da Universidade Eletrotécnica de São Petesburgo, que fundamenta sua tese com base na aceitação de outras dimensões. “O pêndulo é apenas um amplificador de nossa consciência. Os instrumentos radiestésicos tornam visível o que já sabemos num nível mais profundo”, diz ele. “É o que poderíamos chamar de nosso superconsciente, que faz movimentar o pêndulo, que é só um instrumento”, afirma Rodrigo. Relator científico de um congresso sobre energias nocivas que reuniu cientistas, médicos e radiestesistas de várias partes do mundo, nos anos 1990, em Foz de Iguaçu, PR, Rodrigo acha que a ciência coloca de lado conhecimentos milenares sem avaliar sua eficiência, mas acredita que isso vai mudar. “A física moderna começa a encontrar explicações para o assunto”, arremata.

http://casa.abril.com.br

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Cientistas encontram a ligação entre o sistema nervoso e imunológico

Publicado por: luxcuritiba em junho 10, 2015

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Uma descoberta sem precedentes acaba de ser divulgada em uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo, a Nature. Um grupo de cientistas encontrou vasos do sistema linfático que antes passaram despercebidos para os cientistas e que percorriam o sistema nervoso central.

Este achado vai mudar os livros, já que acreditava-se que o sistema linfático não ultrapassava a barreira hematoencefálica, uma estrutura de células que impede que certas substâncias cheguem ao cérebro.

Apesar de o sistema linfático estar muito bem mapeado através de todo o corpo, antes deste estudo pensava-se que quando chegava no cérebro os vasos eram interrompidos. Esta nova descoberta vai ser muito importante para realmente saber o que acontece em doenças do sistema nervoso central como o Alzheimer, esclerose múltipla e até mesmo o autismo.

Agora os cientistas podem testar mecanicamente como em todo o resto do corpo a relação entre o sistema nervoso central e o sistema imune. O que antes parecia impossível de estudar, agora é uma realidade.

Mas como as coisas passaram sem ser percebidas durante muitos anos? Os pesquisadores que publicaram o artigo afirmaram que o método de preparação das lâminas para observar os vasos foi essencial. Antigamente não se fazia ideia se os vasos linfáticos estariam ali e por isso não existia um procedimento correto para encontra-los.

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Nesta nova descoberta, os pesquisadores preparam lâminas para ver ao microscópio as meninges, membranas que separam e protegem os vasos sanguíneos que alimentam o cérebro, sem remover o osso do crânio no momento de fixar as células, numa espécie de banhos químicos que mantém íntegro os tecidos. Após separar o cérebro da meninge mais profunda, a pia-máter, todos os constituintes ficavam sem danos, ao contrário dos métodos anteriores onde a fixação do material ocorria quando as meninges já haviam sido separadas do osso do crânio.

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Os pesquisadores observaram um padrão similar de rede de vasos que formavam as células imunes observadas nas lâminas preparadas. Eles testaram estas regiões para vasos linfáticos e foi exatamente o que encontraram. Os pesquisadores revelaram que ao ver pela primeira vez isto eles ficaram muito empolgados, porém, continuaram a testar para confirmar a hipótese de que existia uma ligação entre o sistema imune e o cérebro.Agora, após esta incrível de descoberta, os trabalhos dos cientistas que estudam o cérebro só vão aumentar. Existem várias perguntas sobre doenças que afetam o sistema nervoso central que com esta novidade podem ser resolvidas.

https://www.biologiatotal.com.br

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Descobertos tubos magnéticos ao redor da Terra

Publicado por: luxcuritiba em junho 3, 2015

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Descobertos tubos magnéticos ao redor da Terra

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Tubos magnéticos

Usando um instrumento construído para observar galáxias a bilhões de anos-luz de distância, astrônomos australianos detectaram estruturas tubulares a umas poucas centenas de quilômetros acima da superfície da Terra.

“Por mais de 60 anos, os cientistas acreditavam que essas estruturas existiam, mas, ao produzir imagens delas pela primeira vez, nós fornecemos evidências visuais que elas estão realmente lá,” disse Cleo Loi, da Universidade de Sydney.

As estruturas tubulares são a versão real das linhas tradicionalmente utilizadas para ilustrar o campo magnético terrestre. Na verdade, não são linhas, mas tubos de formatos muito dinâmicos, de várias espessuras, que ficam mudando o tempo todo – de fato, a equipe conseguiu fazer um filme, mostrando todo esse dinamismo ao longo de uma noite.

Os astrônomos fizeram as observações com o radiotelescópio MWA (Murchison Widefield Array), que foi projetado para observar as galáxias do Universo primordial, assim como estrelas e nebulosas dentro de nossa própria galáxia.

Mas usaram essa radiação distante para detectar alterações em nossa própria atmosfera.

Campo magnético da Terra não tem linhas, tem tubos
A formação dos dutos magnéticos está associada com as linhas do campo magnético da Terra e sua interação com a radiação solar.

Magnetosfera e Plasmasfera

Conforme a luz de uma galáxia passa através das camadas na magnetosfera da Terra, o caminho da luz – e, portanto, a posição aparente da galáxia – é alterada por variações na densidade dessas camadas. O efeito é similar a olhar para cima do fundo de uma piscina, vendo as distorções causadas pelas ondas na superfície.

Mapeando as variações nas posições de múltiplas fontes de rádio ao longo de uma noite, foi possível mapear as distorções e decifrar a forma e as dimensões das estruturas tubulares.

Os dutos observados, imediatamente acima do radiotelescópio MWA, estão entre 500 e 700 km acima da superfície, alinhados com o campo magnético da Terra e seguindo a curvatura esperada conforme ascendem ou mergulham a partir do planeta.

As estruturas tubulares estão na plasmasfera, uma camada logo abaixo da ionosfera. Agora que a técnica de observação foi desenvolvida, outros radiotelescópios poderão mapear os tubos magnéticos em outros pontos da Terra, eventualmente chegando a um mapa planetário completo das estruturas.

“As estruturas são extraordinariamente organizadas, aparecendo como tubos regularmente espaçados alternando subdensidades e sobredensidades, fortemente alinhados com o campo magnético da Terra. Estes resultados representam a primeira evidência visual direta da existência de tais estruturas,” escreveram os pesquisadores.

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Curativos elétricos aceleram cicatrização

Publicado por: luxcuritiba em junho 1, 2015

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Terapias elétricas

Há cerca de um século, havia uma série de tratamentos e toda uma indústria de equipamentos de “terapias elétricas”, que davam choques nos pacientes com as mais diversas finalidades.

Os exageros e a falta de critério levaram ao descrédito dessas terapias e ao banimento desses equipamentos.

Aos poucos, porém, a estimulação elétrica volta à agenda dos médicos e aos hospitais – hoje a aplicação de pequenos choques elétricos já é utilizada em tratamentos experimentais contra Alzheimer, contra a obesidade e como uma alternativa aos problemáticos antidepressivos.

Já se sabia também que a aplicação de pequenas correntes elétricas acelera a cicatrização de feridas, mas agora ficou claro que a técnica é mais eficaz do que se acreditava.

Pulsos elétricos contra ferimentos

Pesquisadores da Universidade de Manchester (Reino Unido) realizaram um estudo de cicatrização de ferimentos em 40 voluntários.

Cada voluntário recebeu um ferimento de meio centímetro em cada braço. Um dos ferimentos foi deixado para curar normalmente, enquanto o outro foi tratado com impulsos elétricos durante um período de duas semanas.

Os pulsos elétricos estimularam o processo através do qual novos vasos sanguíneos se formam – conhecido como angiogênese – aumentando o fluxo sanguíneo para a área ferida e resultando em uma cicatrização significativamente mais rápida.

Curativos elétricos

A ideia agora é desenvolver curativos que já possam receber diretamente as correntes elétricas e conduzi-las aos ferimentos.

“Quando usadas em feridas agudas e crônicas, as ataduras são essencialmente apenas uma cobertura. Com esta tecnologia, esperamos que os curativos sejam capazes de dar uma contribuição funcional significativa para curar as feridas e levar o paciente de volta à saúde integral o mais rapidamente possível,” disse Ardeshir Bayat, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados na revista científica PLOS ONE.

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Quantos bilhões de anos a vida é capaz de durar no Universo?

Publicado por: luxcuritiba em maio 12, 2015

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Concepção artística da kepler-444, uma estrela com planetas rochosos duas vezes e meia mais velha que o sol (foto: tiago campante/peter devine/nasa)

Concepção artística da kepler-444, uma estrela com planetas rochosos duas vezes e meia mais velha que o sol.

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Descoberta de estrelas cada vez mais antigas abre o debate sobre a possibilidade de que elas abriguem planetas habitáveis, onde a vida poderia ser muito mais velha do que na Terra

4,6 bilhões de anos atrás. A Terra em nada se assemelhava com o agradável lar da espécie humana que conhecemos hoje – a superfície era incandescente, vulcões em erupção se espalhavam por toda parte e a atmosfera era tomada por vapores tóxicos. Apesar de todas as adversidades, cerca de um bilhão de anos mais tarde, a vida deu um jeito de prosperar e ocupar um ambiente que se tornava pouco a pouco mais propício para abrigá-la. Refletir sobre o passado do nosso planeta, inevitavelmente, traz à tona algumas questões intrigantes: se aconteceu aqui, o mesmo processo não poderia também ter ocorrido em algum outro lugar do Universo? Por que não em um mundo que orbite uma estrela consideravelmente mais velha do que a nossa, gerando formas de vida muito mais antigas do que aquelas que conhecemos?

Uma estrela dessas foi encontrada recentemente pela sonda Kepler, e um grupo de astrônomos anunciou em janeiro a descoberta de cinco pequenos planetas (provavelmente rochosos) girando em torno dela. A idade da Kepler-444 e dos corpos que ela rege atinge impressionantes 11,2 bilhões de anos, quase duas vezes e meia o tempo de vida do nosso sistema solar. No caso específico dessa estrela, é pouco provável que algum de seus planetas abrigue vida, já que o mais distante deles se encontra em uma posição cinco vezes mais próxima de seu sol do que Mercúrio está do nosso.

Mas, de qualquer forma, a coisa pode ser diferente em outros lugares parecidos – e, mais uma vez, surgem perguntas interessantes. “Se a vida inteligente se desenvolver em um sistema tão velho quanto este, continuaria ela a existir ou teriam eles levado a própria espécie à extinção?”, questiona o astrosismólogo Tiago Campante, pesquisador que liderou o estudo da Kepler-444. A equipe publicou um artigo no periódico Astrophysical Journal no qual determinam a idade precisa daquele sistema solar.

Outro aspecto ressaltado no texto foi uma deficiência de ferro na estrela, principal componente dos planetas rochosos. Em contrapartida, ela é rica nos chamados elementos alfa como silício, carbono e oxigênio, formados durante as primeiras explosões estelares do Universo. A composição inusitada sugere que os planetas rochosos possam se formar de múltiplas maneiras, tornando a ocorrência deles mais comum. Para aprofundar a busca por uma segunda Terra, a NASA lançará em 2017 o Transiting Exoplanet Survey Satellite (TESS) e a ESA colocará em órbita o PLATO (PLAnetary Transits and Oscillations of Stars) em 2024 – ambos vão procurar por exoplanetas e serão mais potentes do que o Kepler. Talvez em breve tenhamos mais respostas sobre o mistério da vida no Universo.

http://revistagalileu.globo.com

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Eletricidade na atmosfera da Terra

Publicado por: luxcuritiba em maio 1, 2015

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O potencial elétrico da Terra

A Terra é um grande condutor esférico eletrizado negativamente com carga avaliada em -580 kC (-580 quilocoulombs = -580.000 C) e raio de aproximadamente 6.400 km. Se a considerarmos isolada no Universo e calcularmos o seu potencial próprio V, obteremos:

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(em relação a um referencial no infinito).

No entanto, o potencial resultante na Terra sofre influência das cargas elétricas dos corpos celestes vizinhos. As cargas elétricas separadas por fatores humanos praticamente não produzem efeitos sensíveis sobre o potencial da Terra.

Para o homem, a Terra se comporta como um padrão invariável de potencial elétrico e, por isso, pode ser adotada como referencial de potencial.

Comumente, costuma se adotar o potencial da Terra igual a ZERO.

No interior de um Laboratório, quando um corpo possui potencial de +2kV em relação à Terra, equivale a dizer que ele tem 2kV acima do potencial da Terra.

Se ligarmos um corpo condutor eletrizado negativamente à Terra, haverá escoamento de elétrons deste para ela, até que a sua carga elétrica se anule.

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A explicação é simples: o corpo eletrizado negativamente tem potencial negativo em relação à Terra. Devido à ddp (diferença de potencial elétrico), elétrons fluirão pelo fio terra, no sentido do menor para o maior potencial. Quando o condutor se neutralizar, o seu potencial se igualará ao da Terra.

Por outro lado, se ligarmos à Terra um corpo eletrizado positivamente, haverá subida de elétrons desta para ele, até que se neutralize o corpo.

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As ligações à Terra são muito usadas para proteger o homem contra o perigo de um choque elétrico ou mesmo uma descarga elétrica Por exemplo: um pára-raios é sempre aterrado, assim como um chuveiro elétrico, uma torneira elétrica, uma máquina de lavar roupas. Toda vez que ligamos à Terra uma armadura metálica garantimos que o seu potencial elétrico se anula.

Eletricidade na atmosfera

Num dia comum, de atmosfera calma, a partir da superfície terrestre, nas proximidades desta e no sentido ascendente, o potencial elétrico aumenta na razão de aproximadamente 100 V por metro. Este fato nos permite concluir que existe um campo elétrico produzido pela Terra de intensidade E=100 V/m, orientado para baixo. O vetor campo elétrico voltado para a superfície terrestre significa que nesta se distribuem cargas elétricas negativas.

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A presença de uma pessoa modifica a distribuição das superfícies equipotenciais conforme mostra a figura. O corpo humano é um condutor relativamente bom de tal modo que ele e a superfície terrestre formam uma superfície equipotencial. Assim, se a altura da pessoa for 1,80 m entre seus cabelos a seus pés, não existirá uma ddp de 180 V como se poderia imaginar.

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Devido a existência de radiações de materiais radioativos, radiações ultravioleta a raios cósmicos, a atmosfera apresenta íons positivos e negativos.

O campo elétrico terrestre movimenta estes íons. Os íons positivos deslocam-se no sentido do campo a atingem a superfície terrestre, na razão aproximadamente de 1.800 C por segundo. A carga da Terra, sendo negativa a avaliada em 580 000 C, com a chegada desses 1.800 C/s (1800 A), se neutralizaria em poucos minutos. Mas existe uma outra fonte de cargas negativas que atingem a Terra, mantendo sua carga negativa: são os temporais violentos com seus raios.

Estimativas mostram que caem cerca de 100 raios por segundo no planeta, transportando aproximadamente 1.800 C/s.

Experiências realizadas com naves e balões mostram que as nuvens de tempestades (responsáveis pelos raios) apresentam, geralmente, cargas elétricas positivas na parte superior e negativas na inferior.

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Circuito Elétrico Atmosférico Global

O campo elétrico de tempo bom é consequência da existência de uma carga na superfície da Terra e da condutividade, que é imperceptível aos seres vivos. Como a carga é negativa, o campo elétrico é voltado para baixo. Nos continentes, o campo elétrico médio é de cerca de 120 V/m. Este valor corresponde a uma carga superficial de -1,2 x 10-9 C/m2. Integrada sobre a superfície da Terra, este valor resulta em uma carga total de 600 kC. Há na atmosfera uma carga positiva semelhante.

Enquanto há um aumento exponencial da condutividade com a altitude, o campo elétrico diminui exponencialmente com a altitude. Em uma altitude de 30 km, o campo elétrico é de 300 mV/m. Integrando o campo elétrico da superfície da Terra até a ionosfera, ocorre uma diferença de potencial de cerca de 200 kV.

Perto do solo o campo elétrico apresenta largas variações causadas por movimentos turbulentos de cargas em associação com as condições meteorológicas. Outro mecanismo para separar cargas próximas da superfície é denominado efeito eletrodo. Devido à carga negativa da Terra, os íons negativos na atmosfera se movem para cima. Por não serem substituídos na mesma proporção por íons negativos gerados por fontes radioativas, forma-se uma região de cargas positivas perto do solo. Em uma atmosfera sem aerossóis, esta região tem uma espessura de somente uns poucos metros, na qual o campo elétrico diminui por um fator de dois. A presença de aerossóis faz com que esta região seja maior. Sobre a água, esta camada também é maior devido à ausência de íons de fontes radioativas.

O campo elétrico de tempo bom apresenta variações diurnas e sazonais. A típica variação diurna do campo em função da hora universal foi pela primeira vez identificada pelas medidas realizadas pelo navio Carnegie na década de 20. A famosa curva de Carnegie é um resultado de valores médios horários de campo elétrico ao longo de muitos dias. A curva de Carnegie é difícil de ser reproduzida em estações continentais devido a processos locais tais como correntes de convecção e variações nas concentrações de aerossóis. Em geral, flutuações nas densidades de cargas associadas com estes processos dentro da camada planetária têm um efeito sobre o campo elétrico comparável àquele da curva de Carnegie. Se as variações locais em estações continentais são removidas através de médias, o campo elétrico mostra uma dependência com a hora universal similar àquela da curva de Carnegie.

curva de carnegie

A curva de Carnegie mede a variação média do campo elétrico em uma posição qualquer da Terra, durante um dia típico, de tempo bom. Embora tenha sido obtida com medidas feitas apenas no oceano, ela serve, extrapolando um pouco, para posições nos continentes. A abcissa indica a hora em Londres (hora de Greenwich) e a ordenada mostra o valor do campo elétrico em outro ponto qualquer do planeta. Quer dizer: em um local qualquer do globo, o campo elétrico atinge um valor máximo quando são 7 horas da noite em Londres! E é mínimo quando são 4 horas da madrugada em Londres.

Esse resultado parece muito misterioso, mas, não é tanto assim. Basta lembrar que o capacitor planetário de Kelvin é um modelo global. Variações de potencial entre as “placas” só podem ocorrer globalmente, pois a boa condutividade na ionosfera (a “placa positiva”) se encarrega de distribuir rapidamente qualquer acúmulo local de cargas. “Certo”, você pode dizer, “mas, por que logo 7 horas da noite? Por que não outra hora qualquer”? Boa pergunta. Isso ninguém sabe explicar direito. Talvez você mesmo, algum dia, possa responder essa pergunta para nós. O que sabemos até o momento é que a Curva de Carnegie de variação de intensidade do campo elétrico atmosférico ao longo do dia  tende a acompanhar o gráfico de atividades de tempestades e relâmpadas ao redor do mundo como pode ser visto no desenho abaixo:

curva de tempestades no mundo

O campo elétrico de tempo bom também mostra uma variação sazonal. Muito embora se siga o padrão de variação com a hora universal, existem pequenas variações no horário em que o campo é máximo, indicando mudanças na longitude de máxima atividade de tempestades. O campo elétrico médio também apresenta variações sazonais com valores máximos na primavera e no verão no hemisfério norte, indicando que existem mais tempestades nestas estações no hemisfério norte do que nestas mesmas estações no hemisfério sul. Isto, por sua vez, é resultado do fato de existir mais continentes do que oceanos no hemisfério norte.

Em resposta à existência de um campo elétrico vertical orientado para baixo e à presença de íons negativos e positivos, uma densidade de corrente orientada para baixo, denominada de densidade de corrente de Maxwell, está constantemente fluindo na atmosfera nas regiões de tempo bom. Acima da camada planetária, a densidade de corrente é basicamente uma densidade de corrente de condução. Ela é aproximadamente constante com a altitude e da ordem de 2 x 10-12 A/m2. Na camada planetária, entretanto, a densidade de corrente apresenta variações em associação com as condições meteorológicas, as quais produzem transporte de cargas que podem ser representados por uma densidade de corrente de convecção. Medidas de densidade de corrente na atmosfera também incluem a contribuição da densidade de corrente de deslocamento associada com variações temporais do campo elétrico. A densidade de corrente de condução em condições de tempo bom apresenta também a mesma variação diurna que o campo elétrico.

A diminuição do campo elétrico de tempo bom com a altura deve ser necessariamente acompanhada pela presença de cargas na atmosfera. Se não existem fontes de carga na atmosfera, esta variação é um efeito direto da variação da condutividade com a altura. Se a condutividade fosse uniforme, cargas não se acumulariam na atmosfera e o campo elétrico seria uniforme. Quase toda carga na atmosfera está abaixo de 30 km. Integrando a densidade de carga na atmosfera da superfície até a ionosfera (ou, em termos práticos 30 km), uma carga total de cerca de 600 kC é obtida. A carga na superfície da Terra é também de 600 kC, compensando esta carga na atmosfera.

Na atmosfera, em condições de tempo bom, uma densidade de corrente constante está sempre presente. Em consequência, se não existisse uma fonte contínua de carga, após um intervalo de tempo toda carga na atmosfera fluiria para a superfície da Terra cancelando sua carga, de modo que não existiria um campo elétrico na atmosfera. Este tempo foi calculado como sendo muito menor do que uma hora. Portanto, a existência de um campo elétrico em condições de tempo bom, ou em outras palavras, de uma densidade de corrente constante, implica que uma fonte de cargas contínua deva existir. A primeira tentativa para resolver este problema foi sugerida por C. T. R. Wilson em 1920. Wilson estabeleceu a hipótese conhecida como teoria do capacitor esférico, de que a superfície da Terra e uma superfície equipotencial em alguma altitude deveriam se comportar como placas de um capacitor esférico. A camada equipotencial foi primeiramente chamada de eletrosfera e supostamente estaria localizada entre 40 e 60 km. Mais tarde, ela foi considerada ser coincidente com a ionosfera. Este capacitor esférico é carregado até uma diferença de potencial de 200 kV.

Devido à condutividade da atmosfera, as cargas entre as placas movem-se rumo ao solo, constituindo uma corrente de fuga. Esta corrente pode ser calculada multiplicando a densidade de corrente em condições de tempo bom pela área da superfície da Terra. Isto resulta em uma corrente total de descarga do capacitor de cerca de 1000 A. Para manter o capacitor esférico carregado, a atividade de tempestades em todo o mundo foi suposta atuar como um gerador de corrente, separando cargas e causando o transporte de cargas positivas da Terra para a ionosfera na mesma razão de 1000 A. Considerando que existe algo em torno de mil tempestades sempre ocorrendo, cada tempestade geraria algo em torno de um àmpere. A similaridade entre a variação diurna da atividade global de tempestades e a curva de Carnegie, com valores máximos e mínimos aproximadamente nas mesmas horas universais, foi usada para atribuir a variação diurna do campo elétrico à atividade global de tempestades, sendo o mais forte argumento em favor da teoria do capacitor esférico. As amplitudes de ambas as variações diurnas, entretanto, são diferentes. A amplitude da variação da atividade de tempestades é cerca de duas vezes maior que a variação diurna do campo elétrico. Esta diferença em amplitudes parece ser devido à contribuição ao circuito da corrente gerada por outras nuvens eletrificadas que não as tempestades. A teoria do capacitor esférico pode ser vista como um grande circuito elétrico incluindo a superfície da Terra, a ionosfera e a atmosfera junto com as tempestades. Este circuito é geralmente conhecido como circuito elétrico atmosférico global. O campo elétrico atmosférico deve ser considerado como um campo estacionário, resultante do equilíbrio entre o processo de geração de cargas pelas tempestades e o processo de aniquilação de cargas nas regiões em condições de tempo bom.

A teoria do capacitor esférico para o circuito global, entretanto, tem várias limitações. Embora a condutividade da ionosfera seja bastante alta, ela aumenta sistematicamente com a altitude, de modo que não exista uma camada equipotencial. Uma versão mais completa do circuito global tem sido proposta sem considerar a existência de uma camada equipotencial superior. Tal fato torna possível a influência dos campos elétricos ionosféricos e magnetosféricos sobre a atmosfera inferior perto das regiões polares. Variações temporais no circuito global são, entretanto, predominantemente associadas com variações na atmosfera inferior, principalmente na região tropical. Em torno das tempestades, outras fontes de corrente existem tais como descargas pontuais, precipitação e relâmpagos na parte inferior, e fenômenos transientes óticos como sprites, na parte superior. A importância relativa de tais fontes, como geradoras para o circuito global, ainda não é conhecida.

fontes:
http://www.fisica.net
http://www.inpe.br
http://www.seara.ufc.br
http://www.storm-t.iag.usp.br (Introdução à Estrutura Atmosférica – Ionosfera e Circuito Eletrico Global)

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