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A Sociedade dos ratos

Posted by luxcuritiba em outubro 22, 2015

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Era uma vez…
em um local hipotético, num tempo hipotético. Havia uma cidade habitada por ratos. A cidade era formada por vários túneis, corredores, câmaras, salões, enfim, tudo que os ratos precisaram para viver e conviver.

No centro da cidade havia um grande depósito de queijo. Havia muito queijo, toneladas e toneladas de queijo. O suficiente para alimentar todos os ratos por muuuito tempo.

A vida corria tranquila, com os ratos brincando, dormindo, comendo, construindo tocas, fazendo o que os ratos fazem. Até que um dia, alguns ratos começaram a perceber que outros ratos estavam comendo demais. Enquanto a maioria dos ratos passava boa parte do dia passeando, ou brincando, ou fazendo qualquer outra coisa, alguns ratos passavam praticamente o dia inteiro no depósito de queijo, comendo, comendo e comendo.

Os ratos começaram a ficar preocupados, porque não achavam justo que alguns poucos ratos ficassem praticamente o dia inteiro só comendo queijo, o queijo que era deles também! Começaram a discutir sobre isso, formaram um comitê, buscaram formas de solucionar o problema.

A única maneira que encontraram de resolver o problema foi definir um grupo de guardiões, formado por ratos escolhidos a dedo. Este grupo ficaria responsável por guardar e administrar o depósito de queijo, garantindo que cada rato tivesse acesso a mesma cota diária de queijo. Assim o alimento seria distribuído de forma igualitária para todos, e ninguém poderia cometer nenhum abuso, comendo mais queijo do que era permitido.

Definida a estratégia e selecionados os ratos guardiões, o depósito passou a ser controlado dia e noite, cada rato que entrava ou saia era registrado, e havia um monitoramento constante, para evitar abusos.

Durante algum tempo tudo funcionou muito bem. A vida corria tranquila. Os ratos entravam, comiam sua cota, saiam. Estavam todos satisfeitos. Bom, não todos é claro, os ratos mais comilões não estavam muito satisfeitos pois tiveram que aprender a controlar seu apetite. Mas enfim, era para o bem comum.

Mas… a natureza dos ratos nem sempre instiga as melhores ações e pensamentos. Então os ratos guardiões começaram, lentamente, a perceber o quanto de poder tinham em suas mãos (ou patas). E começaram a perceber, também, que eles podiam, afinal, usufruir do queijo do depósito, podiam comer o quanto quisessem, sem que ninguém soubesse disso. E começaram a pensar que isso não seria injusto, afinal, eles estavam fazendo um trabalho muito importante, que era garantir a subsistência de toda a cidade dos ratos, algo muito especial, e portanto deveriam ter direito a certos privilégios. E afinal, como o número de ratos guardiões era relativamente pequeno, isso não faria muita diferença no consumo do queijo do depósito.

E assim, os ratos guardiões começaram a definir horários em que ratos em geral podiam ir ao depósito para se alimentar com queijo, e em certos horários nenhum rato poderia ir ao depósito, sob alegação de que estava em limpeza, ou manutenção, ou qualquer coisa do gênero. Nesses horários o depósito ficava reservado apenas e exclusivamente aos ratos guardiões, que podiam comer o quanto quisessem, até se esbaldar, tudo escondido dos demais ratos da cidade.

Passando mais um pouco de tempo, os ratos guardiões começaram a pensar que, talvez, os ratos da cidade não precisassem afinal comer tanto queijo, e decidiram reduzir a cota de queijo que seria direito de cada cidadão. Para justificar tal decisão, alegaram que, segundo suas medições, estatísticas e projeções feitas a partir de cálculos extremamente complexos, que a grande maioria dos simples ratos cidadãos não entenderia, eles chegaram a conclusão de que, se continuassem comendo queijo no ritmo que estavam, o queijo acabaria muito em breve. Então, para evitar que toda a cidade ficasse sem queijo e que todos os ratos acabassem morrendo de fome, eles reduziram a cota de queijo de cada rato pela metade. Até porque, segundo estudos recentes feitos por ratos pesquisadores renomados, estava demonstrado que uma quantia de queijo menor seria benéfica para a saúde dos ratos em geral, reduziria os índices de obesidade e evitaria alguns problemas de saúde. E assim foi feito.

Enquanto isso, alguns ratos cidadãos começaram a suspeitar de que, talvez, os ratos guardiões tivessem se corrompido, e estivessem abusando de seu poder e querendo apenas guardar o queijo apenas para eles próprios. Boatos começaram a surgir, e depois de conversarem com outros ratos sobre isso, a grande maioria achou que eles estavam exagerando, que os ratos guardiões eram muito sérios e honestos (por isso foram escolhidos como guardiões), que eles estavam fazendo um papel muito importante na sua cidade, que era vergonhoso duvidar da bondade e honestidade dos guardiões e que os ratos que falavam mal dos guardiões faziam isso porque tinham inveja deles.

A fim de evitar maiores problemas, os ratos que estavam de acordo, que achavam que havia alguma coisa errada, se juntaram em um grupo que denominaram “Ratos Ocultus”, e passaram a elaborar um plano para tomar providências, verificar o que realmente estava acontecendo, e se necessário tomar as ações cabíveis.

Os RO – Ratos Ocultus – decidiram cavar um túnel, em segredo, que levasse diretamente ao depósito de queijo. O trabalho foi árduo, durou meses e meses, cavando, roendo, ultrapassando barreiras, até que, finalmente, conseguiram chegar ao depósito. E qual não foi sua surpresa, ao lá chegarem, e ver os ratos guardiões se esbaldando, comendo queijo muito além da cota estipulada para os cidadãos, e que o depósito de queijo estava farto, muito longe de o queijo acabar, como havia sido dito a toda a cidade.

Ficaram surpresos, horrorizados, e depois com raiva. Eles tinham que contar isso para os outros ratos, todos os cidadãos tinham que saber, os ratos guardiões tinham que ser punidos, isso não podia ficar assim. Os Ratos Ocultus entraram em conselho para decidir o que iam fazer, e como fazer.

Depois de muito debaterem sobre o assunto, chegaram a conclusão de que seria arriscado contar aos outros ratos o que eles sabiam, até porque, como eles explicariam o fato de terem construído um túnel, as escondidas, para ter acesso ao depósito de queijo? Quem garante que não eram eles que estavam abusando do acesso ao queijo? Infelizmente, para os ROs, os ratos guardiões gozavam de muito prestígio e respeito perante os outros ratos cidadãos. Seria a palavra deles contra a palavra dos guardiões. Em quem o povo acreditaria? E se o povo encolhesse ficar do lado dos ratos guardiões? o que aconteceria com eles?

Enfim, os ratos ocultus decidiram que era melhor ficarem quietos. Aproveitariam a existência do túnel, que estava muito bem escondido, para, também eles, terem acesso ao depósito de queijo e poderem de alimentar de maneira adequada. Enquanto isso, os demais ratos da cidade ficavam cada vez mais fracos, subnutridos, pois a cota de ração individual para cada cidadão ia diminuindo cada vez mais.

Com o tempo começaram a surgir boatos, de que haviam ratos extraordinárias, escondidos entre eles, ratos que possuíam poderes paranormais, que podiam se teletransportar, atravessar paredes, ou se desmaterializar, entre outras capacidades. Esses supostos ratos paranormais eram admirados e também temidos por todos, porém, sua existência nunca foi comprovada. Dizia-se que eles tinham uma sabedoria e conhecimentos sem igual, que eram capazes de construções fantásticas, e que eles se reuniam periodicamente em locais subterrâneos, aos quais só se podia ter acesso através de passagens mágicas.

Os ratos guardiões nunca tomaram conhecimento da existência dos ratos ocultus, e sempre desmentiam os comentários populares a respeito deles, afirmando que isso era mera lenda urbana, e que os ratos cidadãos deviam se ocupar com coisas mais produtivas e reais.

A medida que as gerações de ratos na cidade se sucediam, cada vez mais se fortalecia o poder dos guardiões, que passavam o cargo de pai para filho, mantendo-se sempre as mesmas famílias no poder.

Do outro lado, os ratos ocultus também mantinham seu grupo fechado, passando os membros de pai para filho, sempre dentro das mesmas famílias, pois se alguém de fora soubesse de sua existência, e do que eles vinham fazendo, eles poderiam ser banidos da cidade, ou coisa pior.

E os demais ratos da cidade definhavam cada vez mais, cada vez mais fracos, com menos alimentos, e mais ignorantes, coisa que era incentivada pelos guardiões porque eles descobriram que cidadãos fracos e mal informados eram mais fáceis de se controlar.

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