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As Câmaras Ocultas nas Pirâmides – parte 2

Publicado por: luxcuritiba em julho 10, 2012

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É uma possibilidade excitante que um dia se possa encontrar uma câmara oculta que nos revele informações sobre nosso passado das quais nem suspeitamos. Por isso, vários outros pesquisadores estão procurando meios de descobrir câmaras escondidas e passagens secretas nas grandes pirâmides de Gizé. Dois egiptólogos amadores franceses estão entre eles. Gilles Dormion, um arquiteto, e Jean-Yves Verd´hurt, um corretor de imóveis aposentado, usando análise arquitetônica e um georadar, ou seja, um radar capaz de penetrar em objetos sólidos, em 2004, ano em que publicaram um livro, concluíram que deve existir uma câmara por baixo da câmara da rainha na Grande Pirâmide. Eles pensam que provavelmente essa seria a verdadeira câmara funerária de Kéops, a qual poderia conter artefatos que excederiam em riqueza aos da tumba de Tutankhamon. Se tal cômodo realmente existir, é pouco provável que tenha sido violado e poderia conter também a múmia do rei. Para confirmar ou não a hipótese, bastaria fazer mais alguns buracos no maior monumento egípcio. O problema é que os dois pesquisadores não obtiveram permissão das autoridades egípcias para continuar os estudos e provar essa tese.

Um respeitado egiptólogo, Jean-Pierre Corteggiani, do Instituto Francês de Arqueologia Oriental no Cairo, disse ter ficado impressionado pelo fato de que as imagens do georadar foram coletadas e interpretadas por um técnico de uma empresa francesa especializada nesse tipo de equipamento. Tal perito trabalha para uma companhia que teve como um de seus principais projetos estabelecer a rota do trem expresso que liga Paris a Estrasburgo. Isso significa que para dizer que é seguro colocar os trilhos em determinado lugar, porque não há nenhuma cavidade sob o solo, ele precisa estar absolutamente certo, caso contrário o perigo de desastre seria imenso. Corteggiani também se mostrou intrigado pela localização sugerida para a nova câmara: debaixo da assim chamada câmara da rainha, mas um pouco mais a oeste. Isso a colocaria na interseção das diagonais e exatamente no coração da pirâmide, o que para Kéops teria, provavelmente, forte conotação simbólica como local de descanso.

Outro egiptólogo, Aidan Dodson, perito em arqueologia funerária egípcia, por outro lado, afirmou: Acho implausível a idéia de que a câmara funerária de Kéops ainda esteja para ser achada na pirâmide. Arquitetonicamente não há nenhuma razão pela qual devesse existir um corredor debaixo da câmara da rainha. A câmara funerária sempre foi conhecida. Os autores da possível descoberta argumentam que a pirâmide evoluiu por tentativa e erro. Na medida em que os arquitetos percebiam que os aposentos inicialmente concebidos como câmaras funerárias não suportariam o peso colocado acima deles, voltavam para a mesa de desenho. Sobre a câmara do rei o telhado é reforçado com vigas de granito, formando um sistema engenhoso para aliviar a pressão sobre o aposento. Entretanto, as vigas racharam, o que se atribuiu tradicionalmente a atividade sísmica ocorrida depois que o monumento foi completado. Gilles Dormion acredita, porém, que o acidente aconteceu durante a construção da pirâmide. Em síntese, segundo ele, quando Kéops morreu havia três câmaras funerárias construídas. A primeira, no sub-solo, permanecia inacabada, a segunda estava disponível e a terceira apresentava problemas de rachadura em seu teto. Kéops foi, então, enterrado na segunda. Ou melhor dizendo, embaixo da segunda, porque a câmara da rainha em si não estava equipada para receber o corpo de um faraó, faltando, principalmente, uma entrada suficientemente larga para acomodar o sarcófago de pedra.

Dormion vem trabalhando nas pirâmides do Egito há mais de 20 anos e, baseado em análises de radar feitas por ele e por Verd’hurt na pirâmide de Meidum, realizadas em 2000, descobriu duas câmaras anteriormente desconhecidas naquele monumento. Em época bem anterior, em março de 1985, ele e Jean Patrice Goidin, um arquiteto, haviam visitado a Grande Pirâmide e feito observações visuais que os levaram a suspeitar da existência de um sistema oculto de passagens e câmaras. Eles teorizaram originalmente que o sistema que nós vemos hoje é de fato um estratagema para enganar os ladrões de tumba, e que a real câmara funerária de Kéops estaria ao lado dos compartimentos que formam o teto da câmara do rei. Um dos indícios está na disposição dos blocos que formam o teto da grande galeria.

Por serem paralelos à inclinação da galeria, se constituem em um dispositivo anti-deslizamento que libera de pressões a parede norte. Isso, entretanto, seria desnecessário se tal parede fosse maciça. Naquela ocasião eles também observaram que as paredes da passagem horizontal que conduz à câmara da rainha apresentam blocos de pedra que foram dispostos de uma maneira diferente da de outros blocos do monumento. Eles chamaram a atenção para o fato de que ali os blocos foram postos uns em cima dos outros de forma que as juntas formam um padrão em cruz, completamente diferente do arranjo em qualquer outra passagem do monumento. A visão deles era a de que a parede pudesse esconder um compartimento, possivelmente contendo o equipamento funerário do faraó.

Em 1986 os dois homens voltaram ao Egito e começaram uma pesquisa dentro da Grande Pirâmide empregando a microgravimetria, um conjunto de métodos e técnicas de medida da aceleração da gravidade da Terra, que permite calcular a densidade dos materiais. Nos compartimentos do teto da câmara do rei os testes não foram conclusivos, embora eles tenham detectado alguma espécie de anomalia. Outras leituras parecem ter indicado a existência de uma cavidade atrás da parede ocidental da passagem da câmara da rainha, exatamente como eles haviam previsto anteriormente. Dormion teve permissão para perfurar três pequenos buracos na parede. Os dois primeiros revelaram apenas vários blocos de pedra separados por argamassa. O último buraco atingiu uma profundidade de 2 metros e 65 centímetros e revelou uma cavidade com cerca de 40 centímetros de comprimento cheia de areia cristalina muito fina, formada por mais de 99% de quartzo, cuja origem não podia ser eólica nem causada pela erosão do monumento. Embora a investigação tivesse revelado praticamente nada, era prevista a volta da equipe em 1987 para realização de pesquisas mais sofisticadas. Entretanto, antes de que eles pudessem fazê-lo, em janeiro de 1987, uma equipe japonêsa da Universidade de Waseda, sob a direção de Sakuji Yoshimura, assumiu a continuação dos trabalhos.

Com o uso de equipamento de GPR – Ground Penetrating Radar, ou seja, um equipamento de radar que penetra no sub-solo, os japoneses inspecionaram o piso e as paredes da câmara da rainha, no esquema ao lado representada num corte vertical, e detectaram a presença de uma cavidade por trás da parede norte a uma distância de cerca de três metros. Ela teria 30 metros de comprimento por um metro de largura e um metro e meio de altura. A seguir examinaram essa cavidade inspecionando toda a extensão da sua parede ocidental e concluíram que ela talvez seja uma passagem oculta que corre paralelamente ao corredor horizontal que conduz à câmara da rainha, o qual também vemos no esquema acima. Conforme o relatório dos pesquisadores, essa espécie de corredor encontrado por eles começa num ponto que fica a uma distância da parede norte da câmara da rainha correspondente à largura de apenas um bloco de pedra e parece terminar em um ponto aproximadamente 30 metros ao norte da câmara. Nesse local, atingindo o ponto onde se encontra a grande galeria, a passagem deve terminar ou virar para oeste em ângulo reto. Os pesquisadores franceses sugeriram que esse corredor deve conduzir a um compartimento oculto no ventre da pirâmide e que talvez esteja aí a verdadeira câmara funerária.

Dormion e sua equipe acreditam que nenhuma das três câmaras existentes na Grande Pirâmide está qualificada para ser uma câmara funerária real. Muitos arqueólogos pensam o mesmo com relação à câmara da rainha e à câmara subterrânea. Os franceses, porém, vão além ao sugerir que a câmara do rei, tida pela maioria dos egiptólogos como, pelo menos, o lugar do descanso inicial do rei, também não pode ter sido uma câmara funerária porque não é bastante forte para isso. A prova está nas profundas rachaduras dos volumosos blocos de granito que formam o teto do compartimento. A verdade é que vários peritos acreditam que tais rachaduras podem ter surgido até mesmo antes da pirâmide ter sido colocada em uso, o que impediria seu emprego final como câmara mortuária, embora a maioria acredite que foi construída com aquele propósito em mente. Por fim, até mesmo aqueles que acreditam que a câmara nunca foi posta em uso, também acreditam que Kéops deve ter sido enterrado em outro lugar, e não em uma câmara escondida na própria pirâmide.

A equipe japonesa também pensa ter descoberto o que parece ser uma cavidade cerca de um metro e 50 centímetros abaixo do piso da passagem horizontal que liga a grande galeria com a câmara da rainha. Eles acreditam que esta cavidade pode ter até três metros de profundidade e que deva estar, provavelmente, totalmente cheia com areia. Essa areia deu motivo a muita discussão. Surgiram até rumores de que seria radioativa. Embora não fosse verdade, quando os técnicos examinaram a areia e compararam-na com amostras de areia de Gizé e de Saqqara, descobriram que era bastante diferente das amostras. Aparentemente a areia foi trazida de longe. Embora os egiptólogos acreditem que os construtores da Grande Pirâmide possam ter usado cavidades cheias de areia para servirem de pára-choques aos efeitos dos terremotos, isto não explica porque não foi usada a areia do próprio local.

Em outra série de medições, os japoneses localizaram próximo da câmara subterrânea do monumento um provável aposento com dois metros de altura, situado cerca de três metros atrás da zona oeste da parede norte da referida câmara. Nenhuma pesquisa adicional foi feita até agora para investigar melhor os achados de Dormion e Yoshimura.

Em outubro de 1992, um engenheiro francês, Jean Kerisel, chefiou uma equipe que usou métodos não destrutivos para inspecionar a área ao redor da câmara subterrânea da pirâmide de Kéops. Essa pesquisa estava baseada em teorias que levam em conta o relato de Heródoto, que se refere à existência de um canal por sob o monumento, e a evidência arqueológica da existência desse canal fora do planalto de Gizé. Ele começou seu trabalho considerando o nível da água debaixo da Grande Pirâmide. Usou uma combinação de cálculos originalmente feitos por Vyse e Perring, pesquisadores britânicos que, em 1836 e 1837, cavaram um poço vertical fora da câmara subterrânea com profundidade de 11 metros. Embora acreditasse que o poço de Vyse fosse bastante profundo para alcançar o nível provável de um canal, Kerisel achava que poderia ter sido cavado no lugar errado. Após pesquisar com GPR, o francês confirmou a provável existência do aposento percebido pela equipe de Yoshimura e ainda informou ter detectado — por baixo do piso do corredor horizontal que leva à câmara subterrânea — uma estrutura que poderia ser o teto de um novo corredor. Ele estaria localizado no ponto exato no qual o corredor descendente o atingiria, caso tivesse sido extendido até lá. Esse novo corredor teria cerca de um metro e 60 centímetros de altura, cruzaria o corredor horizontal num ângulo de 45 graus aproximadamente, elevar-se-ia ligeiramente em seu trajeto, parecendo dirigir-se diretamente para a esfinfe.

Quando chegou dezembro de 1992 a equipe usou microgravimetria e informou que no ponto onde o radar havia descoberto uma espécie de passagem, o micro-gravímetro nada detectou, o que indicava que o pretenso corredor estava obstruído por dentro. Por outro lado, no corredor horizontal foi detectada uma anomalia local muito clara de uma falha na alvenaria no lado ocidental, cerca de seis metros antes da entrada para a câmara. Isso corresponderia, conforme os cálculos, a um poço vertical com pelo menos cinco metros de profundidade, de seção quadrada, com lados de cerca de um metro e 40 centímetros, junto da parede ocidental do corredor. Kerisel concluiu sua pesquisa afirmando que a passagem descoberta pelo GPR poderia ser simplesmente uma zona de calcário argiloso, do mesmo tipo dos estratos existentes na cabeça da esfinge, mas com a excepcional característica de ser bastante grossa. Quanto ao micro-gravímetro, poderia ter descoberto um volume considerável de dissolução da pedra calcária através da água subterrânea, ou seja, um tipo de gruta profunda, acidente geológico possivel de existir. Embora tenha desejado realizar escavações para investigar melhor suas descobertas, o engenheiro nunca as fez.

Foi também em 1992 que Rudolf Gantenbrink, um engenheiro alemão especializado em robótica, empregando um robô que ele mesmo projetou e construiu, iniciou a exploração do interior dos dois condutos que, a partir da câmara do rei, penetram no interior do monumento. Em março de 1993, Gantenbrink explorou o conduto do lado sul da câmara da rainha, quando então encontrou a famosa “porta” que o bloqueia. Foi somente em setembro de 2002 que um novo equipamento conseguiu “espiar” para além dessa “porta”, encontrando uma pequena câmara com 17 cm de comprimento bloqueada por outra pedra de aspecto rústico. Na mesma ocasião foi explorado o conduto do lado norte da câmara da rainha e uma porta semelhante surgiu.

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Os Segredos das Pirâmides da China – Dublado

Publicado por: luxcuritiba em julho 6, 2012

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Documentário que nos leva a um lugar surpreendente: o Vale dos Reis, na China, e também nos remete à um tempo extraordinário: o mundo dos primeiros imperadores chineses – tudo isso para descobrir tumbas em pirâmides de tamanho estupendo, repletas de riquezas surpreendentes em preparação para uma vida após a morte além da imaginação.

Em 221 a.C. o primeiro imperador da China uniu reinos em guerra e os transformou em uma nação que existe até hoje. Para comemorar sua conquista, ele mandou construir uma tumba como ninguém havia visto na China. Trata-se de um dos maiores complexos mortuários já erguidos no mundo.

A segunda dinastia chinesa, a Han, herdou este desafio assombroso imposto pelo primeiro imperador. Graças ao precedente da primeira dinastia, os imperadores da segunda dinastia tiveram que construir tumbas com tamanho suficiente para garantir seu respeito e estabelecer seu direito de governar. Contudo, eles tiveram que fazer isso sem dilacerar o tesouro nacional e oprimir centenas de trabalhadores – o que levou à queda da dinastia Qin, do primeiro imperador, depois de sua morte.

Por onze gerações, os imperadores da dinastia Han tiveram sucesso na construção de enormes tumbas e assim conseguiram permanecer no trono. Embora a tumba de nenhum imperador Han tenha sido aberta, as tumbas de aristocratas Han de menor prestígio revelaram coisas surpreendentes: palácios subterrâneos completos – com cozinha e banheiro – e pelo menos uma múmia tão bem preservada que algumas pessoas acreditam que os construtores das tumbas da dinastia Han sabiam “projetar a imortalidade”.

Entre outros processos utilizados, eles envolviam a tumba em camadas de carvão e argila para impedir a entrada de água e ar. Mas muitas tumbas eram saqueadas, deixando a dinastia Tang, que governou o país centenas de anos depois, a promover uma revolução no projeto de tumbas: a escavação de túneis em montanhas e seu preenchimento com objetos pequenos e de pouco valor – coisas que simbolizam, muito mais do que reproduzem, o pós-vida perfeito.

Veja também:

Passeio virtual pelas pirâmides chinesas

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As Câmaras Ocultas nas Pirâmides – parte 1

Publicado por: luxcuritiba em julho 4, 2012

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Não começou ontem a procura por câmaras ou passagens escondidas no interior das pirâmides egípcias. Esse assunto vem interessando o homem há centenas de anos. A ideia de que talvez seja possível encontrar tesouros ocultos, ou os projetos da construção dos monumentos, ou ainda informações científicas, ou até mesmo artefatos de uma cultura perdida, tem motivado os homens a buscarem câmaras ocultas nas misteriosas pirâmides. No passado, porém, a única maneira de fazer isso consistia em perfurar as paredes e esperar que a sorte pudesse revelar alguma passagem até então invisível. Na realidade, essa técnica foi usada e os exploradores deixaram suas marcas de destruição sem nada descobrirem de significativo. Hoje em dia, entretanto, temos modernos instrumentos científicos para nos ajudar nessa tarefa.

Dr. Luis Alvarez

As tentativas realizadas no século XX usaram, entre outros meios, magnetismo e ondas sonoras com pouco sucesso. Um renomado cientista, o Dr. Luis Alvarez, ganhador do Prêmio Nobel de física em 1968, desenvolveu e empregou uma sonda de raios cósmicos (foto ao lado). Ele projetou esse equipamento especificamente para registrar os raios cósmicos que atravessam a alvenaria da pirâmide. A base teórica da experiência é o fato de que os raios cósmicos, os quais bombardeiam nosso planeta o tempo todo, vindos do espaço, perdem energia proporcionalmente à densidade e espessura dos objetos que atravessam. A idéia era a de usar detectores de raios cósmicos na câmara conhecida da pirâmide para descobrir a densidade da estrutura acima dela. As informações coletadas seriam registradas em fitas magnéticas e analisadas por computador. Os raios atravessariam, em média, cerca de 100 metros de blocos de pedra calcária e, teoricamente, se eles cruzassem um espaço vazio na estrutura do monumento, o equipamento registraria um valor ligeiramente maior de energia do que aquele que seria indicado quando os raios passassem por áreas sólidas. Se tal leitura surgisse, os investigadores planejavam perfurar um orifício na pedra calcária e, usando equipamento óptico, descobrir o que havia dentro.

Alvarez foi de opinião de que seria mais provável encontrar câmaras secretas na pirâmide de Kéfren do que na Grande Pirâmide. Ele raciocinou que tendo sido a pirâmide de Kéfren construída depois da de Kéops, deveria possuir um plano arquitetural interior mais sofisticado e concentrou naquele monumento os seus estudos. Doze agências governamentais, inclusive a Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos, participaram das pesquisas e, portanto, a equipe dispunha de suficientes recursos técnicos e financeiros para a empreitada. A esperança era a de que se pudesse encontrar, em uma inviolável galeria oculta, um sarcófago lacrado contendo a múmia do faraó.

Os técnicos, em setembro de 1968, gravaram em fitas magnéticas especiais a trajetória de milhões de raios cósmicos. O material foi analisado por um computador no Cairo. Foi possível perceber claramente a localização das faces, das bordas e dos cantos da pirâmide, mas não foi encontrada qualquer câmara oculta. Os procedimentos foram repetidos e aí surgiu a surpresa: cada vez que as fitas eram reanalisadas surgia um padrão diferente e importantes características que deveriam se repetir em cada uma das gravações, não surgiam. Em outras palavras, de um dia para o outro, de uma hora para outra, a pirâmide parecia ser diferente. Os técnicos chegaram a afirmar, talvez um pouco exageradamente, que aquilo desafiava todas as leis conhecidas da física. O material foi enviado aos Estados Unidos e um equipamento altamente sofisticado da Califórnia apresentou os mesmos resultados. Os especialistas admitiram na ocasião que os resultados obtidos pareciam ser cientificamente impossíveis e afirmaram que só duas causas poderiam provocar tais anomalias: 1) haveria um erro substancial na geometria da pirâmide que afetou os registros; 2) dentro do monumento atuaria uma força misteriosa que desafiava as leis da ciência.

Posteriormente se concluiu que não havia nenhum mistério no caso. O programa de computador confiou em medidas extremamente precisas da geometria da pirâmide, bem como num posicionamento exato dos dispositivos de coleta de dados. Porém, havia problemas com algumas destas medidas e isso, aparentemente, provocou as anomalias. Quando foram feitos os ajustes necessários dos dados, o interior da pirâmide revelou-se inteiramente sólido. Embora tivessem explorado apenas 19% do volume total da pirâmide de Kéfren, em 1970 os pesquisadores sentiram-se seguros para afirmar que caso ali existissem câmaras de tamanho equivalente àquelas existentes na pirâmide de Kéops, os sinais que seus equipamentos detectariam seriam enormes. Portanto, concluíram, podemos dizer com segurança que nenhuma câmara com volume semelhante às quatro câmaras conhecidas das pirâmides de Kéops e Snefru existem na massa de pedra calcária investigada por absorção de raios cósmicos.

Cinco anos mais tarde, em 1973, Luis Alvarez estava convencido de que era improvável a existência de uma câmara oculta dentro da estrutura da pirâmide de Kéfren acima da sua base. Mas também achava que por baixo dela alguma coisa poderia ser encontrada. Foi então que fez contato com o físico Lambert Dolphin, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e lhe disse que estava em busca de um novo método que lhe permitisse ver por baixo das pirâmides e ainda explorar monumentos mais complexos como, por exemplo, o de Kéops. Alvarez sugeriu ao físico que tentasse construir um radar que pudesse penetrar no sub-solo, o que possibilitaria não apenas explorar as pirâmides, mas também procurar tumbas escondidas em Saqqara e no Vale dos Reis. Dolphin não se fez de rogado e em breve sua equipe havia desenvolvido um sistema de radar portátil adequado ao propósito. Em consequência, em 1974, um grupo de técnicos da Universidade de Stanford, dos Estados Unidos, e da Universidade Ains Shams, do Egito, tentou achar câmaras escondidas usando o equipamento de sondagem eletromagnética que fora criado especialmente para a missão. Na foto ao lado vemos parte da aparelhagem, instalada em uma das câmaras da pirâmide de Kéfren. Seu princípio se baseia no uso da propagação das ondas de rádio.

Amostras de pedra calcária da pirâmide haviam sido testadas em laboratório e tudo levava a crer que o material, apresentando baixas perdas de rádiofreqüências, seria altamente receptivo à penetração de radar. Mas, chegando no Egito, os cientistas perceberam que as pirâmides estavam carregadas de umidade e sal. Descobriram que todas as pedras calcárias tinham alto teor de argila. Quanto maior a umidade, maiores as perdas de rádiofreqüência e, assim, os sinais de radar só conseguiram penetrar nas pirâmides até uma profundidade de cerca de 60 centímetros. As experiências mostraram que a área rochosa de Gizé apresenta perdas muito altas de rádiofreqüência de forma que a sondagem por radar fica limitada, para todos os propósitos práticos, a profundidades de apenas alguns metros, mesmo quando é empregada uma freqüência operacional otimizada. Essa perda inesperadamente alta dos sinais do radar é devida à alta porosidade e baixa qualidade da pedra calcária, já que essa também poderia ser classificada como um arenito de granulação fina, e à alta umidade ambiente, de cerca de 75% a 85%, do Vale do Nilo. O ar úmido que sopra vindo do Mediterrâneo mantém as pedras calcárias do planalto de Gizé umidecidas durante o ano todo e o alto nível do lençol de água do Nilo sobe pela rocha porosa trazendo consigo sais e minerais. Infelizmente, as condições não são melhores no Vale dos Reis e os pesquisadores foram obrigados a admitir que o equipamento que usavam não seria adequado para achar câmaras escondidas, faraós perdidos ou a tumba de Alexander o Grande, como esperavam.

Os técnicos não se deram por vencidos. Durante a experiência, perceberam que a sondagem acústica poderia complementar a sondagem eletromagnética do radar, porque ondas sonoras viajam bem em pedras porosas e úmidas sob condições nas quais as ondas eletromagnéticas geralmente não o fazem. Ondas sísmicas de pequenas cargas explosivas, por exemplo, são habitualmente usadas em larga escala pela indústria geofísica para exploração de óleo e minérios. Porém, até a data daquelas experiências, nenhuma instrumentação desse tipo que fosse satisfatória para uso em arqueologia era conhecida. Os pesquisadores desenvolveram e testaram, então, um sistema para uso no Egito. Eles reconheciam que nenhum sistema sensor isoladamente poderia atender a todos os propósitos e que o uso simultâneo de dois ou mais sistemas sensores multiplicaria a efetividade do trabalho de pesquisa arqueológica. Por isso, a equipe empregou sondagem acústica, medição de resistividade elétrica e magnetometria de próton para uma variedade de tarefas de exploração. Fotografias aéreas e imagens térmicas infravermelhas também foram usadas para ajudar na interpretação dos resultados.

Embora a equipe do professor Luis Alvarez tivesse concluido ser improvável que exista qualquer câmara oculta acima do leito rochoso no corpo principal da pirâmide de Kéfren, ninguém sabe se existem câmaras adicionais dentro da pirâmide de Kéops, se há covas de barcos ao redor da pirâmide de Miquerinos ou se há câmaras debaixo das pirâmides ou sob o pavimento circunvizinho delas, ou mesmo ao redor da Esfinge. Um dos métodos empregados pela equipe de Lambert Dolphin, a medição da resistividade elétrica da terra, vem sendo usado de há muito como ferramenta geofísica na investigação das condições do subsolo. Desenvolvido originalmente como meio de explorar depósitos minerais e de óleo a grandes profundidades, esse método também achou aplicação no delineamento do que quer que esteja enterrado próximo da superfície e que tenha resistividade diferente daquela do solo circundante. Essa tecnologia explora as diferenças de condutividade elétrica das estruturas arqueológicas com relação à terra circunvizinha. As diferentes propriedades elétricas da estrutura comparadas com as da terra determinam o aparecimento de anomalias de resistividade. Estruturas como paredes e fundações são más condutoras, enquanto que sepulturas, poços e covas são normalmente bons condutores. Muitos tipos diferentes de eletrodos são usados, de acordo com o tipo de estrutura arqueológica, sua dimensão e sua profundidade. O objetivo do trabalho no Egito era detectar túneis ou tumbas localizadas a pouca profundidade, dos quais se poderia esperar que produzissem anomalias bem definidas do ponto de vista da resistividade. O equipamento que mede a resistividade é formado por uma fonte controlada de corrente elétrica e um dispositivo que mede as diferenças de potencial geradas pela passagem da corrente através da terra.

Os técnicos traçaram perfis da resistividade em setores ao redor das três pirâmides principais de Gizé, com maior ênfase na de Kéfren, onde foram levantados dados em todos os quatro lados e em seu interior. A foto ao lado ilustra uma etapa desse trabalho. Várias anomalias foram localizadas durante o trabalho ao redor do monumento, inclusive uma no lado ocidental mais tarde identificada como uma tumba que tinha sido descoberta em 1966. A anomalia era consideravelmente maior do que se esperaria de uma tumba das dimensões descritas por seu descobridor e parece indicar a existência de câmaras ainda inexploradas nas redondezas do achado original. Por outro lado, foram detectadas várias anomalias na profundidade entre quatro e seis metros em diversos locais ao redor da pirâmide, o que poderia indicar a existência de câmaras. Duas delas chamaram especialmente a atenção: uma no canto noroeste, no lado ocidental, a cerca de 6 metros além da base da pirâmide e a outra no centro do lado oriental, entre o templo mortuário e a face da pirâmide, que poderia ser um túnel. Tais achados exigiriam pesquisas posteriores, as quais, pelo que sabemos, ainda não foram feitas.

No interior da pirâmide de Kéfren duas medições foram realizadas ao longo da passagem horizontal principal que conduz à câmara funerária. Valores de alta-resistividade foram encontrados onde a passagem entra na câmara e foram achados valores até mais altos em outro trecho, sugerindo a existência ou de uma rachadura profunda no leito de rocha naquele ponto, que não é visualmente aparente no túnel, ou alguma outra anomalia a uma profundidade de quatro metros ou mais debaixo da passagem. Tal anomalia poderia ser um túnel e deveria ser checada através de perfuração, o que também ainda não foi feito.

A sondagem acústica foi outro dos métodos empregados pela equipe de Lambert Dolphin em 1977. Simplificando, o processo consiste em enviar ondas sonoras através de um meio sólido e medir e interpretar o eco daí resultante. Sem cavar ou perturbar a área, essa técnica freqüentemente descobre, rápida e facilmente, o tipo e a localização de objetos subterrâneos, espaços vazios e túneis. Em arqueologia, entretanto, ela ainda não havia sido empregada até aquela data. O equipamento operou bem quando usado dentro de câmaras cortadas no leito de rocha. Nelas foi fácil procurar em todas as seis direções por anomalias na pedra, tais como outras tumbas, falhas, ou cavidades. A câmara funerária da pirâmide de Kéfren fica situada no leito de rocha, debaixo do monumento, e foi um dos locais no qual a sonda foi instalada. A foto ao lado mostra uma etapa dessa instalação. A partir do chão do compartimento foram feitas 11 sondagens em posições diferentes, no sentido vertical descendente.

Surpreendentemente, foram observados muitos ecos que poderiam significar túneis ou câmaras, principalmente nas profundidades de 9, 21 e 33 metros. Na profundidade de nove metros o que parece existir é apenas um antigo buraco cavado pelos ladrões da antiguidade. Os ecos surgidos a 21 metros, entretanto, eram fortes, bem definidos e se repetiram em várias das posições da sonda, sugerindo uma superfície cavada de considerável tamanho. Os ecos na profundidade de 33 metros também parecem indicar a existência no sub-solo de uma câmara de pelo menos 19 metros de comprimento. A pirâmide de Kéops, construída pelo pai de Kéfren, tem uma câmara subterrânea a aproximadamente 33 metros abaixo do nível do leito de rocha, ou a 25 metros abaixo da base da pirâmide. Portanto, os ecos surgidos a 21 e 33 metros abaixo da câmara funerária de Kéfren vêm de profundidades razoáveis para se procurar uma câmara escondida, se é que Kéfren seguiu o exemplo de seu pai. De acordo com os dados coletados pelos pesquisadores, as fontes dos dois ecos parecem ser ambientes circulares, como esboçado na figura ao lado. Além disso, testes realizados na passagem horizontal que conduz à câmara superior revelaram a presença de outra anomalia a cerca de quatro metros de profundidade, que até poderia ser uma passagem que faria a ligação com as outras possíveis câmaras.

Na pirâmide de Kéops o equipamento de sondagem acústica foi colocado na câmara do rei e dois conjuntos de dados foram levantados. A câmara de pedra em si está revestida com grandes blocos polidos de granito, sob os quais estão as pedras principais da construção. O primeiro conjunto de dados foi tomado a partir da própria câmara. A sondagem mostrou excesso de ruído a aproximadamente 60 m. Esse não era um resultado inesperado, pois todos os blocos em todas as direções estavam refletindo energia e o primeiro bloco provavelmente estava reverberando fortemente as múltiplas reflexões internas. O outro conjunto de dados foi obtido a partir do túnel que sai da câmara do rei. Esses dados mostraram um longo conjunto de ecos múltiplos originários de uma fonte situada a 7,25 metros de distância. Essa distância está a meio caminho entre a câmara do rei e a da rainha. Os ecos parecem indicar uma possível câmara, mas pode ser também apenas uma grande lacuna naquela posição. A figura ao lado mostra um esboço do local dessa anomalia. Lambert Dolphin declarou que recebeu permissão para perfurar um buraco a partir da grande galeria até esse espaço vazio, mas preferiu não danificar a pirâmide pois suas evidências eram escassas. Ainda deve ser considerado que investigações mais recentes mostraram que o núcleo da pirâmide é menos sólido do que se pensava anteriormente, com áreas cheias de pedregulho ou areia, o que pode ter afetado o resultado das medições.

Fonte: http://www.fascinioegito.sh06.com

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Distorções Cognitivas

Publicado por: luxcuritiba em julho 4, 2012

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Clip: Sinais – Zé Ramalho

Publicado por: luxcuritiba em julho 4, 2012

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Zé Ramalho lança disco de inéditas, “Sinais dos Tempos”

Zé Ramalho está lançando o novo álbum “Sinais dos Tempos”, seu primeiro disco inédito desde 2007. O disco traz 12 músicas, todas compostas pelo músico, e inaugura o selo Avôhai Music.

“’Sinais dos Tempos’ é um álbum para pessoas que estavam aguardando novas produções musicais minhas, sem maiores pretensões. É a continuidade do meu trabalho, minha leitura do mundo atual e minha maturidade como homem e compositor. É a vontade de continuar levando essa vida de shows, estúdio, gravações e de oferecer o que crio”, comenta Zé Ramalho.

Formada por Chico Guedes (contrabaixo), Edu Constant (bateria), Dodô de Moraes (teclados), Toti Cavalcanti (sopros) e Zé Gomes (percussão), a Banda Z está em todas as músicas do álbum, totalmente produzido e dirigido por Zé Ramalho e Robertinho do Recife.

Confira o repertório:

01. Indo Com O Tempo
02. Sinais
03. Lembranças Do Primeiro
04. Olhar Alquimista
05. O Que Ainda Vai Nascer
06. Justiça Cega
07. Um Pouco Do Que Queira
08. O Começo Da Visão
09. A Noite Branca
10. Portal Dos Destinos
11. Rio Paraíba
12. Anúncio Final

Fontes:
http://www.territoriodamusica.com/noticias/?c=29333
http://www.zeramalho.com.br

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Documentário: A Pirâmide – Jimenez Del Oso

Publicado por: luxcuritiba em julho 3, 2012

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Um polêmico documentário de Jimenez Del Oso sobre as pirâmides de Giza, em que se mostram imagens de partes, dentro da grande pirâmide, normalmente fora da rota de visitas dos turistas, além de apresentar informações que contradizem as teorias normalmente aceitas sobre as pirâmides do Egito.

Fernando Jimenez del Oso foi psiquiatra e jornalista espanhol, especializado em temas de mistério e parapsicologia, diretor de revistas e programas de televisão.

Seu primeiro contato com a televisão deu-se em 1967 ao trabalhar junto com Narciso Ibáñez Serrador em alguns capítulos da série Historias para no dormir da TVE; em um dos quais, intitulado El regreso, fez uma breve participação como ator. A partir de 1974 começou sua popularidade quando foi escolhido para dirigir uma pequena seção dentro do programa Todo es posible en domingo, falando sobre enigmas e mistérios.

Também escreveu vários livros sobre enigmas e ufologia, tais como Los emisarios del CosmosEl síndrome OvniBrujas: las amantes del diablo e En busca del misterio: memorias de un viaje por la senda de lo desconocido. En 1989 foi fundador e primeiro diretor da revista Más Allá de la Ciencia. Em 1991 fundou a Espacio y Tiempo, e em 1995 a revista Enigmas del hombre y del universo, que dirigiu até seu falecimento en 2005.

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Resultados do método Kovacsik

Publicado por: luxcuritiba em julho 3, 2012

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Palestra sobre o método, por Daniel Kovacsik, no congresso “Science. Information. Spirit” em São Petersburgo – Russia, em 4 de julho de 2010.

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Transcrição das partes tres e quatro do vídeo:

Agora vou falar um pouco sobre as informações atuais. Essa informação é sobre as pessoas que foram vistas pelas pessoas que mostrei na foto no começo da apresentação. Entre Janeiro de 2007 e Julho de 2008, vimos mais de 600 pessoas. Começamos com apenas dez pessoas. Essas pessoas foram obtendo bons resultados e começaram a indicar outras pessoas para fazer a terapia. E depois de um ano e meio eram mais de 600 pessoas. Em Julho de 2008 tivemos que parar por causa de um processo. O governo fez uma pressão para que parássemos e tivemos que deixar esse trabalho. Infelizmente perdemos o contato com a maioria das pessoas, e elas não puderam mais fazer a terapia, terminar o período de um ano. Hoje em dia ainda estamos sem ver pessoas.

Agora eu vou mostrar o caso de seis pessoas que fizeram a terapia. O primeiro é um homem, 56 anos e vive em São Paulo. Ele foi diagnosticado em 26 de setembro de 2006. Ele tinha Adenocarcionoma de sigmóide pólipo em retossigmoido com atipia grave. Em algumas semanas fez retossigmoidectomia. Depois da cirurgia ele decidiu não fazer químio, radio ou outra terapia e decidiu fazer a terapia Kovacsik. Gostaria de deixar claro que nunca dizemos para pessoas deixarem outras terapias. Basicamente tratamentos clássicos. Nunca pedimos isso a eles. Então após um mês fazendo o método Kovacsik a sua condição física estava melhorando, estava mais entusiasmado pois se sentia bem e havia engordado um pouco. Após o segundo mês ele relatou que se sentia como se nunca tivesse estado doente. Após seis meses da cirurgia o médico disse que ele estava bem, a doença estava sob controle e pediu que retornasse apenas em três meses para mais exames. Não precisava mais fazer exames frequentes. O último exame da medicina clássica dele, que nós temos, é de um ano após a cirurgia e indicava que tudo estava sob controle. Hoje em dia ainda temos contato com ele. Ele está tendo uma vida normal. Voltou ao trabalho e não tem nenhuma restrição.

O segundo caso é uma mulher, por volta de 45 anos, médica, e teve o diagnóstico de mama. Carcinoma invasivo de padrão ductal. Antes de fazer a cirurgia decidiu fazer a terapia. Começou em 14 de julho. Depois de um mês fez a cirurgia. Depois da cirurgia o médico solicitou o começo da quimioterapia mas ela não quis fazer pois soube do método através de uma amiga que passou pela terapia 30 anos antes e ainda estava viva. Então ela decidiu não fazer outra terapia. Então ela continuou apenas fazendo a terapia Kovacsik e fez por completo. Um ano de terapia. Ela continua se sentido bem. Temos contato e ela nos relata que não há sinal da doença. Ela começou a terapia em 2007, agora são 3 anos depois. Hoje em dia ela não tem sinal algum da doença.

Esse é o terceiro caso. Homem, 50 anos, e tinha o diagnóstico de adenocarcinoma solido e mucocelular. Ele começou a fazer a terapia Kovacsik em 25 de novembro de 2006. Mas nesse caso, ele já tinha a cirurgia marcada para um mês depois. Então emprestamos os instrumentos para ele fazer sessões diárias em sua casa. Após alguns meses da cirurgia o médico não conseguia acreditar o quão rápido ele estava se recuperando. Por que isso aconteceu? Porque a terapia elimina o agente causador da doença do organismo. Então permite que o corpo funcione corretamente, recuperando a capacidade de cicatrização. Sendo assim a recuperação é mais rápida do que se ainda tivesse o agente causador da doença trabalhando no organismo. Hoje recebi a notícia, que ontem ele nos visitou para uma sessão. Ele está se sentindo muito bem e o tempo todo leva pessoas para a terapia também. Ele também não quis fazer quimioterapia. Só fez cirurgia e a terapia Kovacsik.

O quarto caso é uma mulher, 60 anos, e tinha um carcinoma ulcerado. Ela fez uma ressecção, 27 radioterapias e 7 quimioterapias. Na sétima quimioterapia ela teve um ataque cardíaco e decidiu deixar o tratamento. Ela não sabia, mas também tinha câncer no pâncreas. O filho decidiu não contar a ela sobre o pâncreas. Então, depois de 5 meses do diagnóstico ela começou a fazer a terapia Kovacsik. Depois que começou a terapia, começou a ter melhoras. Ela tinha feridas que não cicatrizavam. Feridas na boca que não cicatrizavam. Ela não conseguia se alimentar bem. Sentia como queimando por dentro do corpo. Todos esses sintomas foram diminuindo gradativamente durante as sessões do MK. Uma coisa que aconteceu foi que em setembro de 2006 o seu tumor de pâncreas foi reduzido a uma ferida. Hoje em dia ela se sente bem apesar de algumas sequelas da radioterapia. Mas tudo bem, tem apenas uma sensibilidade no estômago. Até hoje quando vai a São Paulo – ela é do nordeste do Brasil -, a cada seis meses, um ano, ela vai a São Paulo para ir ao médico e fazer exames de controle. E todas vez que vai a São Paulo faz questão de ir fazer uma sessão da terapia.

O quinto caso é uma mulher, 74 anos, de São Paulo. Ela tinha câncer de mama. Ela não quis fazer cirurgia ou qualquer outro procedimento. Então o médico ficou bravo com ela e ela decidiu não voltar mais ao médico. Depois de um tempo ela nos achou e começou a fazer a terapia Kovacsik. Depois de um tempo fazendo a terapia pedimos a ela que voltasse ao médico para fazer exames e ver como as coisas evoluíam. O médico fez exames e tudo estava bem. Ela havia ido ao geriatra, que lhe encaminhou ao mastologista. O mastologista queria fazer uma cirurgia, mas ela novamente não quis fazer e não voltou mais ao médico. Só voltou ao médico dois anos depois, em outubro de 2009. O mastologista disse que ela estava bem, alguns dos nódulos haviam desaparecido, alguns diminuíram e qu ela estava bem.

Este é o último, um homem de 88 anos e tinha câncer de esôfago. O médico optou por não fazer a cirurgia, pois esse senhor tinha muita idade para esse procedimento. Em novembro de 2008 decidiram fazer radioterapia. Fizeram 28 em um espaço de tempo de 29 dias. Em dezembro ele começou a terapia Kovacski. Quando ele começou, sentia o esôfago e abdômen queimando, tinha dificuldades de se alimentar, estava em depressão e perdeu muito peso. E também ele estava trabalhando até esse momento e teve que deixar o trabalho. Ele trabalhava como jardineiro. Ele estava em tão má condição que decidimos emprestar os instrumentos para ele poder fazer sessões em casa. Em janeiro começou quimio, mas só fez 3 sessões pois não conseguiu aguentar mais. Então decidiu abandonar a quimio e seguiu apenas com o Método Kovacsik. Após alguns meses começou a aumentar o peso, se sentir mais disposto e sentiu bem para voltar a jardinagem. Mas agora apenas como hobby. Ele também fez exames e as feridas que ele tinha cicatrizaram. Hoje em dia se sente bem. Uma coisa importante de dizer é que ele tinha um prognóstico de 6 meses de vida. Agora é mais de um ano, e ele se sente melhor do que antes.

Esses são apenas alguns casos que temos. Infelizmente não posso ser mais detalhista nesse momento. Mas se alguém tiver interesse em conhecer melhor a terapia, ver exames e mais informações me digam e estarei disponível para conversar. Nós estamos a procura de pesquisadores e professores que estejam interessados em entender melhor o porquê isso acontece e o que exatamente acontece.

E para terminar eu gostaria de explicar o porquê nossa organização se chama Associação Estevam e Maria Kovacsik. Nós escolhemos esse nome porque entendemos que Estevam representa a ciência do método, e Maria representa o amor. A AEMK acredita fielmente que ciência sem amor não pode trazer bem real a humanidade. Muito obrigado!

Palestra sobre o Método Kovacsik para câncer por Daniel Kovacsik da AEMK – http://www.aemk.com.br. VIII Congresso Brasileiro de Radiestesia e Radiônica – 6 de novembro de 2011. A palestra fala sobre o Método Kovacsik, o programa “MK para todos” e Ciência sem amor.

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O Método Kovacsik

Publicado por: luxcuritiba em julho 3, 2012

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Estevam Kovacsik

HIPÓTESE DA ORIGEM DO CÂNCER

Há mais de 50 anos, o pesquisador Estevam Kovacsik identificou o câncer como sendo uma doença do corpo como um todo (não exclusivamente de um órgão isolado). Constituída na forma de um vírus que se manifesta em locais fragilizados do corpo.

Ele afirmou que:

– O câncer é originado por um vírus, ele vibra e irradia;
– Não é contagioso;
– Não é hereditário;
– O câncer é adquirido individualmente.

Conforme Estevam Kovacsik a origem do câncer Camaé decorrente da exposição prolongada a irradiação oriunda de veios de água contaminados (veios de água maléficos) localizados no subsolo. Entende-se por exposição prolongada, várias horas (mais de 3 ou 4h) por dia, todos ou vários dias por semana, por 1 a 2 anos. Um corpo exposto várias horas diárias a essas radiações (normalmente na cama ou em um local de trabalho em que permaneça sem circular) atinge um grau de irradiação que passa a estimular o surgimento do vírus cancerígeno que irá se alojar em duas partes do corpo. Na sequência, um dos dois vírus passa a radiar pelo organismo até encontrar um local debilitado, manifestando-se ali. Após 1 a 3 anos o segundo vírus manifesta-se de forma semelhante, mas com força e efeitos bastante mais fortes. Este tempo pode variar conforme a continuidade ou não da exposição da pessoa ao campo de irradiação.

PROCESSO DA TERAPIA

Eliminação da origem da irradiação negativa: Uobtida com a utilização do U ou Pirâmide em conjunto com o acelerador. A primeira sessão elimina a origem da irradiação negativa. A partir desta sessão a doença perde a vitalidade e sua manifestação não mais evolue, passando a regredir lentamente, permitindo o fortalecimento do corpo.

Acelerador

Fazemos a observação de que se a doença estiver em fase adiantada, as sessões de Pirâmide ou “U” eliminam o agente causador da doença, porém a possibilidade de restauração da saúde depende do quanto ela já comprometeu os órgãos vitais do corpo. Porém em qualquer caso o quadro de saúde da pessoa se modifica para melhor. Em certos casos o único benefício obtido pode ser a redução da dor.

A terapia se completa com um total de 3 sessões, com intervalo de uma semana entre elas, e sessões mensais até completar 1 ano. Conforme o caso, outras aplicações poderão ser recomendadas.

Isolante

Recuperação e Manutenção da saúde: Obtida com a sequência de sessões, a atenção a boa alimentação, a preservação da energia do corpo eliminando excesso de atividade física, choques térmicos e banho de mar e o uso correto do isolante.

O uso correto do isolante é parte essencial da terapia. Se a pessoa não usá-lo ou usá-lo de forma errada prejudicará ou anulará a terapia. Ele interrompe (neutraliza) a irradiação maléfica de veio de água contaminada do subsolo.

Vídeos:

Como funciona o tratamento

Quem foi Estevam Kovacsik

Palestra sobre o método, por Daniel Kovacsik no congresso “Science. Information. Spirit” em São Petersburgo – Russia, em 4 de julho de 2010.

http://www.aemk.com.br/metodo.html

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Sons estranhos do céu assustam o mundo – Ouça nos vídeos e veja se é ‘viral’ ou realidade

Publicado por: luxcuritiba em junho 29, 2012

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Nos últimos dias uma polêmica tem circulado o planeta: sons estranhos do céu, que não se sabe quem os produz, estão sendo ouvidos e registrados por pessoas em diferentes partes do mundo. Esses sons estão sendo gravados e mostrados em muitos vídeos no YouTube.

Um dos primeiros registros destes sons foi feito na Ucrânia, ainda em 2011. Após isso, foram registrados acontecimentos parecidos na Malásia, Dinamarca, Bielorrússia, Suécia, Costa Rica, nos Estados Unidos e até no Brasil. A cada dia aparecem mais publicações de vídeos com esses sons estranhos.

O barulho parece ser de algum tipo de máquina, com ruídos metálicos incômodos. As testemunhas afirmam que o som é tão alto que objetos próximos chegam a vibrar. Ainda assim, nada que pudesse causar o estrondo foi encontrado próximo aos locais afetados.

As suspeitas já giram em torno de armamentos militares, interferências alienígenas e prenúncios do fim do mundo. Algumas correntes religiosas já demonstraram preocupação com o fato, além disso, redes de comunicação de alguns países levam as possibilidades a sério.

Ainda não se tem como comprovar se os sons são mesmo reais. Será sinais do fim do mundo em 2012? Ou somente o “viral” de algum filme, série ou publicidade? Viral é algo que é produzido (um vídeo, texto, ou imagem) com o objetivo de ser disseminado, como um vírus, pelos usuários na internet. geralmente 99% dos virais são falsos.

Veja abaixo alguns vídeos com estes sons estranhos provenientes do céu e tire suas próprias conclusões.

Fonte: http://www.castrodigital.com.br

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Chacras e suas correspondências

Publicado por: luxcuritiba em junho 26, 2012

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