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Rejuvenescimento

Posted by luxcuritiba em junho 12, 2009

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Hoje é a vitamina E, os comprimidos de zinco, os brotos de rosa que são criticados como bálsamos para manter a juventude. O tônico de hoje pode ser o conto da carochinha de amanhã. Contudo, a busca prossegue com as fórmulas mais recentes de óleo de pepinos e caldo de pêssegos, ou através da Fórmula X, operações faciais, banhos e geléia de abelhas, exercícios respiratórios de ioga, e assim por diante.

Nem todos os critérios são iguais, naturalmente, e alguns dos acima mencionados têm, sem dúvida, seus méritos. É certo que muitos exemplos podem ser dados sobre a propriedade rejuvenescedora das vitaminas e são poucos os que contestam o valor dos exercícios respiratórios corretos e adequados. Contudo, o homem não está inteiramente satisfeito com estes resultados; acha que pode conseguir coisa melhor.

Alguns acham que existem precedentes para que se prolongue a nossa média de sessenta anos de vida nesta terra. Apelam para as personagens do Velho Testamento que, segundo se diz, viviam várias centenas de anos, e para lendas que cercam a Atlântida, cujos habitantes viviam outro tanto. Para os que buscam material mais recente há as referências feitas a certos homens santos da Índia e do Tibete de quem se afirma viverem duzentos anos ou mais.

Há vários anos, nosso professor, Swami H. H. Rama, um cientista hindu altamente treinado, contou-nos que seu guru tinha quase 150 anos e que isto podia ser provado. Quando lhe perguntamos como o guru conseguia viver tanto tempo ele respondeu: “Porque ele aprendeu a usar certos campos de energia com este objetivo.” Não temos motivos para duvidar de sua palavra, principalmente porque estas histórias não são tão raras. Um amigo nosso passou algum tempo no Himalaia e diz ter estado em contato com vários homens santos, que viviam isolados, e cujas lembranças recuavam até o século dezenove.

Jack Parr, um inglês, viveu até os 175 anos. Tornou-se uma celebridade e morreu, aparentemente, devido a excessos feitos durante uma festa que lhe foi oferecida na corte real. A autópsia revelou que ele nada tinha de particularmente anormal além de um excesso de vinho, comida, e canções.

E recentes revistas e jornais têm publicado vários artigos sobre russos centenários, alguns dos quais ainda trabalham aos 130 e 140 anos de idade. Assim… os sonhos de nossos antepassados não são necessariamente tão impossíveis. Talvez haja segredos ocultos nalgum lugar. Mas onde? Aí está a questão. Cientistas sérios e bem intencionados, porém, estão tentando isolar os importantes componentes da perpetuação da juventude. Acredita-se que os fatores mais visíveis – dieta, ambiente, estilo de vida – desempenham papéis relevantes. Penetrando mais profundamente, contudo, parece haver um consenso geral de que a manutenção da saúde e da juventude deve ser examinada ao nível celular, onde se passa a ação. Dentro deste enfoque pergunta-se por que as células se gastam e morrem, e o porquê da diferença entre a taxa de nascimento e da morte das células.

Não são poucos os cientistas famosos que concordam que o mais novo e promissor campo da medicina é a bioelétrica, o estudo da natureza eletromagnética do corpo. Os estudos bioelétricos não negam a importância dos fatores mecânicos e químicos na manutenção do corpo material. No entanto, sustentam que ignorar o papel desempenhado pelo eletromagnetismo ou outros campos de energia é encarar o fato de modo parcial e distorcido.

Parece que o campo de energia do corpo não se limita à sua estrutura física, mas que se irradia através dela e até mesmo para um pouco além de seus limites. Esse campo de energia parece ser o mesmo a que os místicos e clarividentes se referem como aura e, de acordo com eles, a deterioração das células, dos tecidos, órgãos etc. ocorre primeiramente dentro da aura. Pode então se manifestar dentro do corpo físico, ou talvez ser controlada ou curada ao nível bioelétrico.

Uma teoria sobre o campo da energia sustenta que todas as células capazes de se reproduzirem contêm em seus núcleos filamentos de material altamente condutor cercado de um meio isolante. Este filamento, que alguns acreditam ser o complexo ADN-ARN, aparece sempre na forma de uma espiral ou hélice; noutras palavras, uma bobina, portanto, cada célula e seu filamento pode reagir como um circuito sintonizado se sua frequência de ressonância puder ser aproximada de uma fonte osciladora externa. Lakhovsky, criador do oscilador de ondas múltiplas, e outros sugerem que excitando-se os núcleos com energia eletromagnética é possível provocar uma alteração segundo o princípio, há muito estabelecido, da indução eletromagnética. Segundo se diz, isto aumentaria o nível de energia e, talvez, simultaneamente, a vitalidade de cada célula.

O ponto interessante é que, de acordo com as pesquisas feitas até agora com as pirâmides, há indícios de que estes campos eletromagnéticos e campos de energia inominados, descritos como sendo usados em vários tipos de eletroterapia, parecem se produzir dentro das estruturas piramidais. Pode ser que as forças eletromotoras produzidas ou aumentadas pela forma piramidal sejam capazes de elevar a taxa do metabolismo celular pela eletrólise, e talvez excitar a memória do complexo ADN-ARN e as propriedades reprodutoras aos seus níveis anteriores, de uma idade mais jovem, promovendo assim o rejuvenescimento.

Um dos fatores desconhecidos que aparentemente contribuem para a longevidade dos centenários da Rússia é o uso da terapêutica eletromagnética. Pouco ouvimos falar deste componente naquele país, pois ele é olhado com suspeição pela maior parte dos círculos médicos. Mas em certas regiões da Europa e da Ásia, onde estão sendo revistos os trabalhos de Mesmer, Reich, Reichenbach e outros, a medicina bioelétrica está se destacando na estrutura das novas tecnologias. Cientistas que têm investigado estes campos regressaram dizendo-nos que devemos acordar com vistas a um novo campo de exploração muito excitante e de resultados comprovados.

Aaron H. Steinberg, PhD., realizou uma dessas missões e escreveu um provocante artigo, “Ativação da Atividade Celular pelo Eletromagnetismo”, para o Journal of Boderland Research.

“Faz muitos anos que o conhecimento do eletromagnetismo e seus efeitos positivos sobre a vida da célula se cobre de pó e de teias de aranha nas prateleiras da ignorância, imposta por interesses especiais que temem a Verdade. Estamos agora assistindo a um renascimento, se assim se pode dizer, realizado pelos cientistas profissionais e amadores que estão revendo o trabalho de seus predecessores e efetuando importantes progressos na aplicação mecânica dos campos magnéticos” escreve Steinberg.

Em 1969, ele foi à Rússia para ver, por si próprio, o trabalho que ali está sendo realizado com o eletromagnetismo. “Em várias casas de campo para aposentados,” disse ele, “fiquei agradavelmente surpreso ao ver o eletromagnetismo usado diariamente pela maioria dos velhos. Eu diria jovens, já que muitos que afirmavam ter mais de 100 anos, pareciam ter e agiam como a maioria das pessoas aos 50! O principal objetivo do E-M (Eletromagnetismo) era inverter o processo de envelhecimento por meio de uma alteração da estrutura celular. Fiquei ansioso para comprar um dos dispositivos usados, mas, infelizmente nenhum estava à venda.”

“Procurem e verão que esta tem sido uma das minhas características dominantes. Assim, quando soube que o Japão estava realmente adiantado neste campo, e que vinha usando este equipamento desde 1936, resolvi ir até lá em 1970. Procurei a companhia mais empreendedora neste terreno. Eles foram muito bondosos e cooperativos. Fui apresentado a vários cientistas que haviam realizado pesquisas muito úteis. Suas declarações apoiavam-se em fatos científicos e fiquei convicto de que eles haviam construído um excelente instrumento, bastante simples, para ser usado por quem o desejasse. Deram-lhe o nome de O Magnetizador.”

Steinberg comprou um magnetizador e trouxe-o para os Estados Unidos onde começou imediatamente a fazer pesquisas com o aparelho. “Posso informar”, diz ele, “que depois de nove meses de experiências com o aparelho, os resultados foram os mais favoráveis. O fluxo magnético gerado pelas bobinas pode ser medido com precisão sobre qualquer parte do corpo, determinando assim as áreas onde está penetrando, bem como onde a penetração é fraca.

“As substâncias químicas e a poluição estão certamente contribuindo para uma alteração mórbida de nossa atividade celular e do campo magnético humano. Decorrerão muitos anos antes que toda esta confusão possa ser reparada e controlada. Mas, enquanto isso, aqueles que conhecem e enxergam as sinais de perigo não irão sentar-se de braços cruzados esperando que tudo se restabeleça, o que talvez jamais aconteça. Em vez disso, procurarão aumentar sua atividade celular de modo a que a resistência natural do corpo possa atingir o máximo em ohms. Há indícios de que os centros da força da aura, conhecidos como châkras ou vórtices, são estimulados pelo eletromagnetismo.”

Segundo Steinberg, ele passou algum tempo discutindo esta teoria com os cientistas japoneses e aprendeu que o fluxo magnético é deferente da corrente elétrica comum, que flui apenas ao longo da superfície do corpo material. É diferente também dos raios-X, que não atravessam os ossos. Por outro lado, o fluxo magnético das ondas ultra-longas geradas pelo magnetizador penetra profundamente nos músculos, no tecido gorduroso e nos ossos, tendo um efeito intenso sobre os nervos.

“O fluxo magnético jamais provoca sensações desagradáveis no corpo, como dor ou choque, produzindo ao contrário sensações agradáveis de calor”, afirma Steinberg. “Estas sensações são conhecidas como Calor de Joule, que fortalece a função da célula, corrige os espasmos e as inflamações. Quando o fluxo magnético atravessa os tecidos, cria-se em torno das linhas de força magnética nas células do tecido uma corrente secundária chamada corrente parasita, a qual ioniza o protoplasma e rejuvenesce o tecido em consequência da ativação do metabolismo. Além disso, no processo de penetração dos tecidos, o fluxo magnético atua aumentando as secreções hormonais. Estas mantêm a juventude fornecendo energia como resultado da normalização da função dos órgãos internos… O fluxo estimula fortemente as substâncias magnéticas do sangue como o ferro. Consequentemente a hemoglobina se desloca mais ativamente nos vasos sanguíneos acompanhando a circulação linfática quando se liga o Magnetizador. O efeito terapêutico não é limitado mas coletivo, eliminando assim a fraqueza constitucional.”

Os pesquisadores neste campo sustentam que as forças eletromagnéticas devem influenciar a taxa de vibração do tecido. Os Drs. Abrams e Drown insistiam em que os tecidos estão sadios quando sua frequência vibratória atingir o ponto ótimo. Quando a frequência decai ocorre a doença. Abrams e Drown achavam que se se pudesse transmitir com a frequência correta de vibrações eletromagnéticas os tecidos ou órgãos doentes usariam a força para aumentar sua frequência vibratória e que então se processaria a regeneração. No entanto, hoje, alguns cientistas acreditam que o conceito e o esquema de Abrams e Drown era muito limitado pois, segundo eles, era necessário saber qual a frequência de vibração do indivíduo, ou de um órgão, antes de instituir o tratamento. Por outro lado, se se empregar um amplo espectro de vibrações, como o obtido com o oscilador de ondas múltiplas, uma das ondas produzidas corresponderá à do tecido ou do órgão e o tratamento pode ser feito. De qualquer modo, isto é uma teoria, e o crescente número de casos estudados confirmaria ou não a sua validade.

É necessário um grande trabalho de pesquisa antes de se chegar a uma conclusão quanto ao valor das pirâmide  no campo da bioelétrica. Nem desejaríamos indicar o contrário. Não obstante, a exploração superficial e informal das forças da pirâmide feita até hoje nos dá motivo para crermos que estamos tratando com uma estrutura capaz de produzir campos de energia semelhantes ou idênticos aos gerados por outros instrumentos eletromagnéticos; a conservação das substâncias orgânicas, impedindo sua deterioração; a aparência jovem da pele tratada com água da pirâmide; a propriedades curativas; os estranhos estados de consciência subjetiva, etc. Nossa hipótese é que quanto mais aprendemos sobre os campos de energia, quanto mais compreendemos as pirâmides, e quanto maior for o nosso conhecimento das forças que atuam dentro delas, mais poderemos contribuir para as teorias sobre os campos de energia.

Há mais de 50 anos um cientista inglês, A. E. Baines, declarava num artigo intitulado “A Origem e o Problema da Vida” que pelo menos três coisas lutam contra o prolongamento da vida num estado de vigor. Uma é a degeneração física; outra a gradual falência da força nervosa; e a terceira a queda da produção de certas glândulas que vitalizam o corpo e o cérebro.

“Temos, então, de tratar com deficiências, força nervosa deficiente e, talvez, isolamento deficiente, este último implicando em particular o funcionamento efetivo de certas glândulas que podem receber um suprimento normal de energia mas que, por motivo de um isolamento deficiente, deixam de retê-la, ou não a utilizam completamente,” dizia Baines. E continuava: “Isto não é tudo. Os impulsos que estimulam e ativam nossas glândulas passam do cérebro através do sistema secretório e se não forem utilizados ou retidos exigem novas quantidades do cérebro para substituir a que foi desperdiçada.

“Antes de mais nada, exigimos um meio de gerar a força nervosa a fim de podermos supri-la. Durante anos ouvimos falar de uma nova força chamada ódica ou psíquica por Sergeant Fox e Sir William Crooks, respectivamente. Ela tem sido associada na mente da maioria das pessoas com as forças ocultas, provavelmente porque ninguém jamais conseguiu demonstrar satisfatoriamente sua natureza, seu valor para a humanidade, ou mesmo desenvolve-la. Há razões para crer que os antigos egípcios sabiam fazê-lo, e não fosse o incêndio da biblioteca de Alexandria, talvez este segredo  houvesse sido revelado antes da era cristã. Adquiri o conhecimento da nova força, que chamei vítica, de um modo muito curioso. Anos de permanência no Egito despertaram em mim um interesse pela egiptologia, interesse que, quando retornei à Inglaterra, me levava frequentemente às galerias do Museu Britânico.

“Nos tempos antigos da grandeza do Egito, o conhecimento científico estava confinado às comunidades sacerdotais, e elas mantinham isolado do mundo exterior e do povo iletrado por um véu de elaborado simbolismo. Parece mesmo que já havia sido iniciada a busca do Elixir da Longa Vida. Assim, quando reparei que a estátua de um dos sacerdotes segurava um cilindro numa das mãos, fiquei curioso e resolvi investigar. Que o faraó reinante estivesse igualmente equipado sugeria apenas uma razoável concessão por parte da classe sacerdotal, e de modo algum negava a suposição de que os cilindros ou varas curtas tinham algum objetivo ou função de importante natureza do qual eram um símbolo.

“A estátua mais notável, uma figura de calcário pintado, data de cerca de 3.700 A.C., e é uma personagem real chamada An-Kheft-Ka, que é vista segurando uma vara em cada mão, muito semelhantemente ao modo pelo qual um corredor segura um bastão. Na minha opinião, conforme já disse, estas varas simbolizam algo; mas o quê? Certamente não o poder; pois isto, da parte das comunidades sacerdotais acarretaria um desastre nas mãos de um faraó ciumento ou insensato. Qual era a tônica do caráter do antigo egípcio? Talvez a sensualidade; mais provavelmente a virilidade; pois a sensualidade não se anunciaria tão abertamente. Esta foi a conclusão a que finalmente cheguei. Uma cuidadosa pesquisa junto às autoridades do museu revelou o fato espantoso de que nada se sabia sobre o objetivo ou significado das varas. Elas não tinham informação a respeito.

“Seguiram-se anos de experiência no esforço de descobrir algo que atuasse beneficamente sobre o sistema nervoso quando seguro na mão. Finalmente isto foi descoberto no carbono. O carbono duro, como o que é empregado nas lâmpadas de arco voltaico, libera uma certa quantidade de força que, segundo nos ensinou a experiência, não se distingue da força nervosa. Mas se o carbono for tratado de um modo que provoque uma violenta perturbação em suas moléculas e depois endurecido especialmente, a força emanada é grandemente aumentada, e a vara se transforma numa verdadeira fonte de energia, energia capaz de ser tão rapidamente absorvida e armazenada pelas células ganglionares unipolares que uma carga de cinco minutos continua efetiva por, pelo menos, doze horas.”

Escrevendo sobre a hipótese de Baines de que uma onda elétrica não é simples mas sim composta, o Dr. White Robertson afirmou em seu livro, Eletropatologia, publicado em 1918: “Que uma segunda alternativa não está muito longe é sugerido pela recente descoberta de Baines de que, aplicando-se um processo especial de endurecimento ao carbono usado no arco voltaico, descobriu-se uma nova força existente no carbono alterado e que pode ser dirigida para o corpo e nele ser armazenada por um período de várias horas, bastando para isso segurar o pedaço de carbono na mão, daí resultando que os desvios galvanométricos subnormais são enormemente aumentados; e já tivemos oportunidade de observar satisfatoriamente alterações nos casos de esgotamento nervoso aparentemente aumentando a carga nervosa através desses pedaços de carbono. O que é esta força não o sabemos, tampouco os eminentes cientistas e fisiologistas a quem a demonstramos. Não é magnética. E difere de uma carga elétrica pelo fato de não ser prontamente difundida mas, conforme registrada pelo galvanômetro num período de mais de doze horas, provavelmente armazenada nos gânglios unipolares dos sistema nervoso.”

Num artigo publicado no The Practioner (O Clínico), de junho de 1914, o Dr. J. Horne Wilson escreveu sobre a descoberta de Baines: “Neste caso (surdez nervosa), posso dizer que uma vara de carbono, que tem sua estrutura molecular alterada do mesmo modo que a do ferro quando é convertido à condição de ímã, possui um efeito notável sobre o desvio elétrico do corpo. Se mantido na mão direita, produz um desvio para o lado positivo da escala (no galvanômetro), e para o negativo se conservado na mão esquerda. Se posto em contato com o lado direito do corpo por cinco ou dez minutos, produz desvios fortemente positivos, de corpo para corpo, e exatamente  o efeito contrário se mantido do lado esquerdo do corpo. Não pretendo, no momento, dizer que força é esta, porém ela tem influência marcante nas condições elétricas do copo, se bem que nenhuma influência direta sobre os terminais do galvanômetro. É evidente que carrega o corpo com uma força semelhante à energia nervosa, já que é retida por um período muito mais longo que o da eletricidade.”

E no número de 25 de julho de 1914 do Medical Times, Wilson escrevia: “Esta forma de energia normaliza as correntes nervosas. Mantido na mão direita, o bastão atua como um estimulante sem nenhum efeito depressivo posterior, e na mão esquerda como sedativo. Em geral o sistema nervoso se beneficia sob seu efeito estimulante; a fadiga mental rapidamente desaparece, insônia e fraqueza cardíaca rapidamente cedem a ela.

“O segundo cilindro visto na mão esquerda da An-Kheft-Ka tinha provavelmente menor importância e não era da natureza do carbono, já que isto teria neutralizado a carga. Era, tendo poucas dúvidas, feito de um pedaço de ferro magnético. O magnetismo aplicado ao lado esquerdo do corpo estimula a ação do coração, mas somente enquanto o corpo permanece dentro do campo magnético. As propriedades do minério de ferro magnético – e talvez estas propriedades – eram conhecidas dos antigos chineses, e também dos primitivos gregos que, é mais do que provável, adquiriram seu conhecimento dos egípcios.

“Se se mantiverem dois bastões, o de carbono na mão direita e o do ímã permanente na mão esquerda, o efeito se acentua; mas enquanto a carga conferida pelo carbono dura cerca de doze horas, a exercida pelo ímã desaparece assim que ele é afastado.”

O relato de A. E. Baines deixa muito a desejar. Ele ajudaria se soubéssemos a que seus “anos de experiência” mais especificamente se devotaram e por que acidente a força foi descoberta no carbono, e como foi que ele determinou que o carbono do arco voltaico emite “uma certa quantidade de força que não se diferencia da força nervosa.” Ajudaria também saber qual seria o tratamento preliminar do carbono, e o que ele quis dizer com processo de “endurecimento especial”. Não recebemos nenhuma informação sobre como ele sabe que esta força é então aumentada e armazenada pelas células ganglionares unipolares. Parece que o Dr. Robertson aceitou as declarações como efetivas, embora sem fornecer qualquer outra informação. No entanto ele ofereceu várias conclusões tiradas de suas próprias pesquisas. A informação proporcionada pelo Dr. Wilson em seus dois artigos provém aparentemente de seus próprios estudos e pesquisas.

A evidência objetiva parece limitar-se às leituras do galvanômetro. Através dos anos, a Fundação para Pesquisas das Ciências Fronteiriças reuniu relatórios sobre os resultados benéficos da utilização dos bastões. Contudo, não podemos ignorar que talvez a sugestão tenha sido capaz de desempenhar um papel importante. Todos os esforços têm sido empregados na maioria das experiências para reduzir ou mesmo eliminar a influência da sugestão, mas o bom senso nos diz que não se podem tirar conclusões definitivas. Seria necessário verificar mais profundamente se os desvios galvanométricos, tanto normais quanto subnormais, são intensificados pelo uso dos bastões de carbono. É necessário também determinar se os efeitos se limitam apenas ao carbono ou se podem ser obtidos resultados semelhantes com o emprego de varas ou bastões feitos de outros metais, e com e sem os ímãs. Além disso, é preciso verificar a afirmação de que a força ou energia pode ser armazenada no corpo por várias horas depois de usadas as varas.

Mesmo que estas experiências sejam verificadas e se determine que um certo campo de energia,com o uso dos bastões, penetra no corpo e nele fica armazenado, ainda precisamos demonstrar o fato, baseados principalmente na semelhança entre os resultados obtidos em ambas as áreas de investigação. Um desses paralelos interessantes reside na variação dos resultados obtidos por diferentes indivíduos. Quer usando os bastões de carbono ou a pirâmide, a maioria das pessoas têm apresentado resultados benéficos. Alguns têm se queixado de que os bastões de carbono os excitam tanto que eles não conseguem dormir. E um pequeno número tem declarado que só pode permanecer dentro das pirâmide por um tempo muito curto sem sentirem dor de cabeça ou qualquer anormalidade. Em ambos os casos, aparentemente, a carga é demais para eles.

Por outro lado, um grande número de pessoas têm-nos dito que se sente vitalizada, “com mais vida” depois de passar algum tempo dentro de uma pirâmide. Não somente seus sentidos se aguçam como suas sensações parecem mais vivas.

A esposa de um homem nos contou uma história muito interessante. Ao entrar nos seus cinquenta anos, ele construiu uma pirâmide depois de ouvir uma de nossas conferências e começou a tratar a água dentro dela. Usava esta água em suas plantas, mas começou também a bebê-la regularmente. Poucas semanas depois, sua esposa nos disse: “Acho que vou proibir Henry de beber aquela água, ou vou bebê-la juntamente com ele.” Quando lhe perguntamos por que, ela confessou: “Bem, acho que ele está retornando aos vinte ou trinta anos. Há anos que ele não tinha tanta potência sexual!”

Al Manning, diretor do Laboratório de PES, sem Los Angeles, relata que o autor David Sinclair passou vários minutos dentro de uma pirâmide e teve que sair porque se sentiu tonto. A estranha sensação persistiu depois que ele voltou para casa. Ele deixou de comparecer a uma festa e em vez disso resolveu dar um cochilo. Contudo, quando acordou três horas depois, segundo Manning, Sinclair se sentia como se houvesse dormido durante dias.

Deve ser lembrado que, de acordo com nossas experiências com a germinação e o crescimento das plantas dentro das pirâmides, o campo de energia nem sempre era o mesmo. Nas experiências com o bastão de carbono, o ímã supostamente é a força que atua sobre as células do corpo e atrai o carbono. Deve ser lembrado que os ímãs colocados perto das plantas ativam o seu crescimento, enquanto que aqueles que foram colocados dentro das pirâmide parecem retardá-lo – novamente uma aparente questão de excesso de carga ou, talvez, da anulação de um campo de energia por outro.

Outra fonte que atribui aos antigos egípcios o conhecimento dos campos de energia e seus efeitos sobre o rejuvenescimento do corpo humano é o estranho diário do Conde Stefan Colonna Walewski, A System of Caucasian Yoga (Sistema de Ioga Caucasiano). Foi a primeira e talvez a única edição do diário do Conde, publicado  pela Falcon’s Wing Press, em 1955.

No prefácio do diário o editor diz: “Em sua vida comum, o Conde Stefan Colonna Walewski era muito conhecido como colecionador e negociante de antiguidades e peças de arte oriental e antropológicas. Sua loja, Esotérica, era são só famosa no meio dos entendidos como o portão para um outro mundo, no qual a magia, os demônios e os talismãs era tão reais quanto o metrô e os anúncios luminosos. O Conde acreditava piamente que atraía esses objetos por uma espécie de magnetismo superior, que ele sabia como funcionava; e sua incomparável coleção parecia confirmar esse ponto de vista.

“No entanto, poucos sabiam que por trás de seus conhecimentos de perito e sua constante bondade para com seus amigos – as duas características de sua vida exterior – internamente ele se dedicava com intensidade à busca dos segredos ocultos da vida. Poucos sabiam que antes da década de 1920, nas montanhas do Cáucaso (entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, na fronteira da Turquia com a Rússia), ele havia sido introduzido em certos segredos por dois iniciados de uma sociedade secreta muito rara, que combinava doutrinas nativas com as de ioga e ensinamentos provindos de uma tradição mística do antigo zoroastrismo. Walewski nunca mais tornou a ver seus mestres, e ele próprio admitia não dar nenhum crédito pessoal aos ensinamentos deles, que lhe foram passados sob juramente de não revelar sua origem. Os ensinamentos deles, recebidos em persa e russo, foram transcritos pelo conde de um manuscrito para o seu caderninho de notas, com o qual chegou aos Estados Unidos na primeira vez que veio a este país integrando uma missão diplomática polonesa. O inglês da transcrição  é claudicante e a ortografia, não raro, incorreta, já que, naquele tempo, o Conde Walewski não conhecia muito bem o inglês.”

Neste diário acha-se o seguinte: “IX L Arcano. Recarregando a energia nervosa. Método usado no antigo Egito para fortalecer as correntes de energia dentro do corpo. Era visto nas figuras, fazendo o segundo exercício do Mestre Arcano. Dois bastões seguros nas mãos de figuras que estavam de pé eram repositórios de tremenda força, semelhante à eletricidade (eletricidade secundária), os quais quando seguros nas mãos liberavam essa energia para dentro do corpo, para ser armazenada nos gânglios unipolares e no fluido espinhal, elevando em 100% o potencial de energia, e durante um dia e uma noite, 24 horas.”

Novamente, a importância desta informação parece residir, para os pesquisadores das pirâmides, em saber até que ponto os antigos egípcios conheciam e entendiam a natureza dos campos de energia. Se sabiam como produzir e utilizar estas forças, então não é irrazoável admitir que na maior de suas realizações – a Grande Pirâmide – eles tenham feito uso desse conhecimento.

O poder secreto das pirâmides, Bill Schul e Ed Pettit, Ed. Record, Rio de Janeiro-RJ, 5a. Edição, pp. 125-137.

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Uma resposta to “Rejuvenescimento”

  1. daniel said

    Excelente as informações, para quem busca a VERDADE

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