Piramidal

Tudo o que você sempre quis saber sobre pirâmides.

Arquivo da categoria ‘Experiências’

Experiências realizadas com pirâmides

Experimentando o Zapper

Publicado por luxcuritiba em maio 24, 2012

[07-04-2012]

Estisve experimentando o Zapper que o Marco me emprestou. Segue minhas impressões:

Na primeira aplicação o que percebi foi uma ativação clara do chacra frontal, principalmente. Algum tempo depois, também percebi uma ativação do chacra da planta dos pés, e de uma maneira mais fraca e quase imperceptível, ativação dos chacras das palmas das mãos. Essa sensação de ativação dos chacras frontal e da planta dos pés é identica a sensação que tenho quando vou fazer minhas caminhadas no parque, para me reenergizar. Então, deduzo que isto seja algo positivo.

Porém, percebi já na primeira aplicação uma leve dor de cabeça. Nada que incomode muito, mas também nada que seja agradável. No começo achei que fosse apenas impressão minha, mas isso se manteve na maioria das aplicações posteriores. Entendo que isso não seja muito positivo. Talvez o aparelho coloque sobre o metabolismo do corpo um excesso de energia.

A primeira coisa que percebo ao iniciar a aplicação é um formigamento no local onde está colocado o eletrodo, no meu caso, nos pulsos. Estou usando eletrodos de eletrocardiograma (ECG) descartáveis. A saída positiva do Zapper eu ligo no braço direito, e a negativa no braço esquerdo. Esse formigamento me deixou um pouco preocupado, porque ao ler as instruções da embalagem dos eletrodos consta que, dependendo do uso (de eletrocardiograma no caso) é possível que haja queimadura por frequencia de rádio no local onde é aplicado o eletrodo.

De fato, na terceira vez que utilizei o aparelho, fazendo duas seções, uma pela manhã e outra a noite (não retirei os eletrodos, pois na embalagem consta que os mesmos devem ser substituídos apenas após 72 horas), ao retirar o eletrodo do braço esquerdo percebi que havia uma leve queimação da pele no local onde estava o eletrodo. Aparentemente é preciso tomar cuidado para não acabar com uma overdose ao se usar o Zapper.

Eletrodos ECG após aplicação do Zapper.

Também percebi que há uma diferença entre os eletrodos após a aplicação do aparelho. O eletrodo da direita (positivo) se mantem no estado original, de um tom cinza. Já o eletrodo da esquerda (negativo) fica um pouco mais claro e com uma auréola marron claro meio alaranjada, dando a impresão que oxidou. Se houve realmente alguma oxidação não há problema, pois há um gel condutor que cobre a parte metálica do eletrodo, evitando contato direto com a pele. (Veja a foto anexa)

Nos testes monitorei a frequencia cardíaca para identificar se havia alguma alteração, antes, durante ou depois da aplicação. Não percebi nenhuma alteração significativa.

Hoje resolvi monitorar também a resistência da pele em ohms, medida com um multímetro analógico, no mesmo local de aplicação dos eletrodos. O resultado foi interessante. Aparenntemente o uso do aparelho implica um carregamento de energia elétrica no corpo, que tende a diminuir a resistência da pele à passagem de corrente elétrica. Parece que o corpo é carregado eletricamente como se fosse uma bateria, e a cada aplicação do Zapper, o corpo é carregado um pouco mais. (Veja os dados abaixo)

Isso combina com o fato de que, a cada seção de 7 minutos a sensação de formigamento fica um pouco mais fraca, provavelmente por causa de uma desensibilização do  corpo à passagem da corrente elétrica fornecida pelo aparelho, decorrente da carga elétrica armazenada no corpo. Não sei até que ponto isso possa ser considerado positivo ou negativo, mas tendo a acreditar que não seja muito bom.

Conversei com o Marco sobre a informação divulgada pela net, que apezar da dr. Hulda ter criado o Zapper a fim de curar doenças, dentre elas AIDS e câncer, ela própria veio a falecer de câncer. Ou seja, o aparelho não pode curar sua própria criadora. O Marco me falou então do trabalho do Geraldo Medeiros Jr. sobre Bioenergopatia. Segundo o Marco, baseando-se nos trabalhos do Geraldo, após cada seção com o Zapper é preciso fazer um “descarrego”, colocando os pés em uma bacia com sal. Isso é necessário para eliminar o excesso de energia. Depois de fazer as leituras de hoje (sábado), com o multimetro, com certeza isso faz muito sentido.

A ação do aparelho é inconfundível, pois cada vez que o aparelho começa a funcionar eu percebo um pequeno choque nos pulsos, e na sequencia o formigamento no local. Curiosamente, ao final de cada seção de 7 min., quando a aparelho pára de passar a carga, eu percebo outro pequeno choque, um pouco mais forte até do que o inicial. Talvez isso seja característica do funcionamento interno do circuito do aparelho. Medindo a carga do aparelho com multímetro verifiquei voltagem de apenas 3 volts, o que em tese não é suficiente para dar choque algum. No corpo do aparelho está impresso de 9V a 16V, sendo 9V o padrão. Em outro momento faço a medição com um multímetro digital, talvez o multímetro analógico não esteja registrando o valor correto devido à frequencia de operação do aparelho, que tenho utilizado na faixa de 33.000 Hertz (em tese).

Enfim, seguem os dados e registros de meus testes. Por seção completa leia-se: 7 min. de aplicação do Zapper, 15 min. de descanço (o aparelho pára de emitir a frequencia, mas continua ligado), mais 7 min. de aplicação, mais 15 min. de descanço, e finalmente mais 7 min. de aplicação. O aparelho faz essa sequencia sozinho e no final desliga automaticamente.

- Sexta-feira: 3 “seções” de 7 min. seguidas
- Segunda-feira: 1 seção completa
- Quinta-feira: 2 seções completas, uma pela manhã e outra pela noite
- Sexta-feira: 1 seção completa
- Sábado: 1 seção completa

Leitura da resistência da pele em ohms, na escala de 1k (1.000 ohms), no multímetro analógico:
- Inicial: entre 200 e 1.000
- Após a primeira aplicação de 7 min.: 60 (depois de 10 min. subiu para 100)
- Após a segunda aplicação de 7 min.: 15 (depois de 10 min. subiu para 20)
- Após a terceira aplicação de 7 min.: 9 inicial e subiu rapidamente para para 15 (depois de 10 min. subiu para 19)

[Atualização em 24-05-2012]

Pulseira anti-estática.

Continuando os testes com o Zapper.

A fim de facilitar um pouco as aplicações com o Zapper, adquiri uma pulseira anti-estática para substituir os eletrodos de ECG. Além dos eletrodos serem descartáveis eles precisam ser grudados na pele e depois para desgrudá-los pode dar algum trabalho. A pulseira anti-estática é colocada em torno do braço, perfeitamente ajustável, pois é elástica e tem uma placa de aço inox para contato elétrico com pele. Além disso, a pulseira anti-estática é mais parecida com a pulseira que vem originalmente com o aparelho.

Marcas de queimadura no pulso esquerdo.

Achei que isso facilitaria o uso do Zapper e era uma idéia promissora. Na prática, porém, tive algumas dificuldades. Já havia comentado antes que era perceptível uma leve queimadura na pele, no local onde era colocado o eletrodo de ECG. Ao usar a pulseira o resultado não foi apenas uma leve marca sobre a pele mas uma verdadeira ferida, aparentemente provocada pela descarga elétrica do aparelho sobre a pele. Segue algumas fotos para observação.

Comecei usando a pulseira no pulso do braço esquerdo. Depois de perceber as queimaduras no pulso (tres pontos de queimadura que podem ser observados na foto) achei melhor não usar mais a pulseira no pulso para não agravar ainda mais a lesão. Na segunda seção coloquei a pulseira mais para cima, próximo ao cotovelo. Após uma seção com o Zapper também surgiu um ponto de queimadura no local onde havia contato elétrico com a pele.

Marca de queimadura no braço (antebraço) esquerdo.

Na terceira seção resolvi inverter os aparatos, colocando a pulseira anti-estática no braço direito, e o eletrodo ECG no braço esquerdo. Isso parece ter resolvido o problema com queimaduras. Fiz diversas seções assim e não houve mais queimaduras na pele.

Não faço idéia porque as queimaduras acontecem somente no pólo negativo ligado ao braço esquerdo. Fiquei de fazer testes invertendo a polaridade, colando o pólo negativo no braço direito, mas ainda não tive tempo para fazer isso.

Também fiz um teste ligando o Zapper num copo de água, aplicando uma seção e depois medindo o pH da água com fitas de papel. Não percebi nenhuma diferença significativa entre a água antes e após a aplicação do Zapper. Na sequencia vou fazer a mesma medição com água retirada de um dos parques da cidade. Imagino que esta água deva estar cheia de microorganismos e talvez, com a aplicação do Zapper e eventual morte desses microorganismos o pH da água mude de forma a ser percebido pelas fitas de medição.

Fitas de medição de pH. À esquerda, antes da aplicação do Zapper, à direita, após a aplicação do Zaaper.

Também estou trabalhando num software zapper. A idéia é criar um programa de computador que replique o funcionamento do Zapper. Assim, qualquer um que tenha um computador poderá fazer aplicações de Zapper, bastando para isso usar um pequeno adaptador na porta paralela (conector para impressa) ou na porta USB do computador, para dar saída para os pulsos elétricos que serão levados aos braços por meio de fios e conectores adequados para isso, talvez duas pulseiras anti-estáticas, uma em cada braço, ainda estou estudando essa possibilidade. O programa simulará as frequências do Zapper, na faixa de 30 kHz, e fará a saída dos pulsos pela porta paralela ou porta USB.

Por hora é isso gente. Fica o aviso: Zapper não é brinquedo, é preciso ser usado com certa cautela. Assim que tiver mais novidades posto aqui. Abaixa registro dos testes que fiz com o Zapper usando pulseira anti-estática.

Leitura da voltagem detectada a partir dos eletrodos sobre a pele:

[ 11-04-2012 ] quarta-feira
Com pulseira anti-estática no braço esquerdo, próximo ao cotovelo, e eletrodo ECG no pulso direito.
(escala: 20 V, multímetro digital)
- Inicial: 0,01
- Primeiro 7 min.: 0,20 | 10 min. depois: 0,05
- Segundo  7 min.: 0,45 | 10 min. depois: 0,07
- Terceiro 7 min.: 0,60 | 10 min. depois: 0,16

[ 12-04-2012 ] quinta-feira
Com pulseira anti-estática no braço direito, próximo ao cotovelo, e eletrodo ECG no braço esquerdo, próximo ao cotovelo.
(escala: 2.000 mV, multímetro digital)
- Inicial: -008 (negativo)
- 7 min. :  030 | 1min.  000 | 10 min. -012
- 7 min. :  030 | 1min. -003 | 10 min. -024
- 7 min. :  090 | 1min.  013 | 10 min. -021

[ 13-04-2012 ] sexta-feira
- Inicial: -002
- 7 min. :  030 | 1min. -003 | 10 min. -041
- 7 min. :  000 | 1min. -050 | 10 min. -076
- 7 min. : -008 | 1min. -070 | 10 min. -079

[ 14-04-2012 ] sábado
- Inicial:  000
- 7 min. :  090 | 1min.  033 | 10 min.  007
- 7 min. :  130 | 1min.  … | 10 min.  009
- 7 min. :  140 | 1min.  046 | 10 min.  010

[ 15-04-2012 ] domingo
- Inicial: -020
- 7 min. : -108 | 1min. -098 | 10 min. -084
- 7 min. : -150 | 1min.  … | 10 min. -135
- 7 min. :  060 | 1min. -028 | 10 min. -047

[ 16-04-2012 22h36 ] segunda-feira
- Inicial: -002
- 7 min. :  000 | 1min. -029 | 10 min. -040
- 7 min. :  080 | 1min. -020 | 10 min. -025
- 7 min. :  120 | 1min.  019 | 10 min. -033

[ 18-04-2012 22h08 ] quarta-feira
- Inicial: -002
- 7 min. :  070 | 1min.  007 | 10 min.  000
- 7 min. :  130 | 1min.  033 | 10 min.  000
- 7 min. :  150 | 1min.  016 | 10 min.  003

[ 19-04-2012 08h13 ] quinta-feira
- Inicial:  000
- 7 min. :  100 | 1min.  042 | 10 min.  009
- 7 min. :  150 | 1min.  074 | 10 min.  017
- 7 min. :  200 | 1min.  … | 10 min.  036

Enviado em Experiências | 1 Comentário »

O efeito das Pirâmides de Luz nas Plantas

Publicado por luxcuritiba em abril 27, 2012

Esta experiência foi realizada na Bolívia, em uma plantação de Aloe Vera, que serve de insumo para a elaboração de produtos naturais.

Esta plantação está a aproximadamente 2.800 metros sobre o nível do mar em um vale próximo aos picos nevados perto da cidade.

O objetivo desta experiência foi observar os diversos efeitos que uma Pirâmide de Luz teriam no crescimento das plantas.

Em especial, queria-se comprovar se o campo eletromagnético gerado pela Pirâmide de Luz serviria de proteção contra “a geada”, um fenômeno que ocorre algumas noites na época mais fria do ano e que queima as plantações devido a uma brusca queda de temperatura.

Estas Pirâmides de Luz foram instaladas nos primeiros dias de junho de 2005 e as fotos correspondem a dois meses depois, período em que o vale sofreu duas ou três geadas, que queimaram grande parte das plantas dos agricultores da zona, afetando a produção e suas rendas.

No entanto, as áreas dentro das Pirâmides de Luz não foram afetadas e continuaram seu crescimento. Observou-se inclusive uma estimulação da vitalidade das plantas de aloe.

Para criar as Pirâmides de Luz, primeiramente foram preparadas quinas de cimento reforçadas internamente com arame. Este fator garantiria que tivessem uma durabilidade e resistência às duas condições climatologias. Primeiramente, criou-se uma forma de quina feita de cimento e depois acrescentou-se o triângulo de vidro, preenchendo o espaço com uma mistura de cimento e gesso. Isto garantiu que o triângulo fosse verdadeiramente plano e que estivesse perfeitamente encaixado na quina.

As dimensões reduzidas destas quinas garantiram que fossem suficientemente leves para serem transportadas ao ponto de fixação final nos quatro cantos das plantações retangulares.

Com cada quina apontando em direção ao centro da pirâmide projetada, sentia-se no corpo o efeito da criação das linhas de força.

Estes moldes de cimento foram instalados em cada um dos quatro cantos dos terrenos retangulares escolhidos, com os triângulos virados em direção ao centro da Pirâmide invisível que se queria formar. As linhas amarelas nas fotos representam as linhas invisíveis de energia que projetam a forma piramidal.

Premeditadamente, algumas áreas foram deixadas de fora das pirámides de luz, com o objetivo de comparar os resultados entre as plantas que estivessem sob a proteção da pirâmide gerada.

Nas fotos seguintes, observa-se um pequeno terreno quadrado que ficou fora da pirâmide que cobre essa plantação. Na foto, pode-se observar uma cor diferente nas plantas do fundo.

A geada queimou as pontas destas plantas, apesar de que por seu tamanho pequeno estavam agrupadas e mais próximas entre si que as plantas na foto anterior, estão dentro da pirâmide e mais separadas umas das outras. A foto seguinte é um vista de perto desse grupo de plantas.

Claramente podemos comparar as pontas das plantas que ficaram fora da pirâmide de luz e que tiveram queimaduras nas pontas, assinaladas com a flecha azul, e as outras plantas que estão saudáveis e verdes, como se nenhuma geada tivesse caído essa temporada.

Esta experiência foi feita também em outras áreas de terreno que também foram protegidas. Isso mostra que não foi um evento isolado, mas que se notou em cada planta de aloe que ficou fora da área exata demarcada pelas quinas.

Nesta seqüência de fotos a seguir, quase não se vê a quina que está ressaltada de cor rosa da qual saem linhas amarelas que foram inseridas para poder visualizar o sentido que teria a pirâmide invisível.

Nesta área, o resultado positivo contra a geada foi comprovado mais uma vez. Podemos observar duas fileiras de plantas em que uma está dentro da pirâmide a  outra não. A fileira da esquerda, assinalada dentro do círculo azul, está fora da pirâmide e as pontas foram queimadas. A fileira da direita está parcialmente dentro da pirâmide, mas as pontas não estão queimadas e ainda menos o resto da plantação.

Esta planta que mostra a ponta extremamente queimada estava nessa área demarcada pelo círculo azul na imagem anterior. O testemunho dos agricultores que cuidam desse terreno é que todos os anos, grande parte das pontas se queimava a partir de determinado ponto assinalado pelo dedo na imagem abaixo.

A foto a seguir mostra outra planta localizada em outro ponto que não teve a proteção desta técnica de luz, onde o efeito da geada é evidente. Devemos notar que ao tratar-se de um cultivo industrial, estas perdas no crescimento da planta prejudicavam economicamente a margem de renda obtida com esta plantação.

Alguns esforços tinham sido feitos já para adaptar essas plantas de aloe à altitude, mas as estufas tradicionais são muito caras e só são utilizadas para proteger as mudas antes de serem plantadas definitivamente.

Na foto, pode-se ver o teto da estufa estragado pelos fortes ventos e pelo desgaste dos raios solares.

A conclusão deste experimento é que eventualmente a Pirâmide de Luz ajuda a minimizar os efeitos da geada na zona. É preciso ainda realizar estudos comparativos para ver em que medida este campo não só protege da geada, mas que poderia ser um filtro UV para combater os raios ultravioletas do mesmo modo como a ionosfera protege a terra de emanações solares. Outro estudo necessário é avaliar o impacto das Pirâmides de Luz na própria vida das plantas e se elas podem crescer mais rápido e mais fortes devido à interação de seu campo energético com o da pirâmide de luz.

Esta técnica nos demonstra como é possível obter incríveis resultados com moldes muito simples, graças à ciência da forma que canaliza a energia universal.

Uma observação importante é que há partes dessa plantação que são aproveitadas para plantar outros cultivos de rápido consumo. As alfaces na foto também não foram afetadas pela geada. Este fato cria mais perguntas que deverão ser estudadas em grande escala pelos agrônomos.

Perguntemo-nos: Qual seria o efeito destes campos de energia gerados pelas pirâmides de luz em nossos corpos e em nossa saúde? E de que maneira estas técnicas podem nos ajudar a elevar a qualidade da energia dentro de nossas construções quadradas? Basta eleger umas quinas estratégicas e instalar os triângulos eqüiláteros para obter todos estes benefícios.

Visualizemos milhões de pessoas que podem se beneficiar esta Técnica, aparentemente simples, mas de grandes resultados.

Mais informações neste endereço: http://www.cienciadeluz.org/Port/EXPERIMENTOS/Efeito.htm

 

Enviado em Experiências | 1 Comentário »

Estranha bola de “luz” dentro da pirâmide

Publicado por luxcuritiba em abril 19, 2012

Este caso foi relatado por ECM, de SP. Após receber sua pirâmide e montá-la, tirou algumas fotos, apenas para registro. Posteriormente observou que na foto havia o que parecia ser uma estranha esfera luminosa, pairando no ar, aparentemente dentro da pirâmide, ou próxima dela.

ECM enviou-me as fotos para observação. De início pensei que poderia ser um reflexo de luz. Porém, não há nenhuma fonte de luz próxima que pudesse provocar tal efeito na lente da câmera. Poderia ser uma poeira na lente? Se fosse deveria ter aparecido também em outras fotos. Uma poeira no ar talvez? Pela imagem (veja os detalhes abaixo), não me parece ser uma partícula de poeira no ar.

Enfim, não sei do que se trata, e estou aberto a sugestões. Segundo informações obtidas na internet, em certos locais, particularmente os destinados a trabalhos “espirituais”, é possível encontrar uma cerca concentração de energia, que em determinadas circunstâncias pode aparecer em fotos na forma de esferas iluminadas.

Dr. Ulises Sosa Salinas, que tem utilizado pirâmides em tratamentos clínicos em Cuba, tem uma teoria de que a pirâmide possui a capacidade de concentrar neutrinos. Gabriel Silva da Espanha também acredita nesta hipótese. Assim, uma explicação para a esfera de luz que aparece nas imagens, seria a concentração de neutrinos dentro da pirâmide. Quando uma pessoa está dentro da estrutura, absorveria esses neutrinos com resultados benéficos para sua saúde e bem estar. Quando a pirâmide não estivesse sendo usada, sobraria energia que poderia eventualmente se manifestar como bolas de luz quando fotografadas.

Esta é uma explicação para-científica para o fenômeno. Não acredito nem desacredito. Se alguém tiver alguma idéia do que pode ser esta bola de luz agradeço qualquer sugestão.

Segue as fotos (clique nas imagens para ampliar):

Enviado em Experiências | Deixar um comentário »

Observações sobre as práticas do dr. Salinas em Cuba

Publicado por luxcuritiba em fevereiro 6, 2012

Estive revisando o material sobre os trabalhos com pirâmides que estão sendo feitos em Cuba, pelo dr. Ulises Sosa Salinas e outros, e gostaria de fazer algumas pontuações que considero de maior relevância aos interessados em energias das pirâmides.

1- As pirâmides utilizadas nos tratamentos médicos são orientadas pelo norte magnético, não pelo norte verdadeiro ou norte geográfico, como indicam os radiestesistas em geral.

2- Corticoides anulam os efeitos das pirâmides, como anulam também os efeitos de magnetoterapias e de quaisquer outras terapias alternativas: acupuntura, florais, do-in, etc.

3- Salinas utiliza pirâmides nas proporções da pirâmide de Quéops, e também pirâmides formadas com triangulos equiláteros, ou seja, a medida da base é igual as medidas das arestas (fora das proporções de Quéops portanto). Com ambas ele obtém resultados positivos de cura.

4- As pirâmides são feitas de alumínio (arestas) ou de acrílico (fechadas?). Normalmente com cerca de 30cm de altura ou de base, para aplicações locais, ou grandes o suficiente para a pessoa ficar inteira dentro da pirâmide.

5- Segundo Salinas, ficar dentro da pirâmide é ideal para ter uma harmonização geral da bioenegia da pessoa. Pirâmides pequenas são usadas de forma efetiva em problemas locais (contusões em partes específicas do corpo, por exemplo, mãos, pés, etc.).

6- O tratamento é feito em 10 seções de aprox. 15, 20 ou 30 min. Normalmente já na primeira seção há sinais positivos de diminuição de dor, inchaço, etc., e até a décima seção o problema está completamente resolvido. O núm. de seções varia conforme o estado do problema. Problemas não resolvidos até a décima seção são resolvidos utilizando magnetoterapia.

7- Segundo Salinas, a pirâmide apresenta o mesmo efeito observado em tratamentos com magnetoterapia. Infelizmente não encontrei maiores detalhes de como exatamente é feita esta magnetoterapia.

8- Os efeitos observados são: Relaxamento, efeitos Analgésicos (diminuem a dor), Anti-inflamatórios e Anti-bacterianos. Também há indícios de que a pirâmide, bem como a magnetoterapia, auxilia na concentração de cálcio no corpo, mas não há mais detalhes a este respeito.

9- NÃO HÁ PROBLEMA DE EXCESSO DE ENERGIA. Ao contrário do que muitos afirmam, não há nenhum risco de problemas devido a excesso ou abuso de energia da pirâmide. O tempo normal das seções, de 20 ou 30 min., é estipulado por questões de praticidade e funcionalidade. Mas se a pessoa quiser ela pode ficar o tempo que desejar sob a influência da energia da pirâmide. Ele cita o caso de um arquiteto que construiu uma casa em forma de pirâmide e vive com sua família dentro dela, sem reportar nada de negativo, muito pelo contrário, ele relata uma harmonia geral na convivência familiar dentro de sua casa-pirâmide. Temos também o caso do Gabriel Silva, da Espanha, que desenvolve o trabalha com pirâmides para a pessoa dormir dentro, onde a pirâmide é montada sobre a cama.

10- A pirâmide apresenta um efeito potencializador e equilibrador da bioenergia do corpo. Ou seja, onde há falta de bioenergia, ela fornece energia, onde há excesso de energia, ela reequilibra com ralação aos outros pontos do corpo.

11- A terapia com pirâmide nunca apresenta efeito colateral negativo.

12- As medidas das pirâmides, para manter as proporções com a pirâmide de Quéops, podem ser calculadas utilizando a seguinte fómula: Aresta = Base x 0,951.

13- Não foram encontradas até o momento evidências de que a energia da pirâmide afete marcapassos, mas pelo princípio de precaução recomenda-se que pessoas com marcapasso ou aparelhos assemelhados não utilizem pirâmides.

Enviado em Experiências, Textos sobre pirâmides | Deixar um comentário »

Tratamiento del quiste óseo solitario con energía piramidal

Publicado por luxcuritiba em fevereiro 3, 2012

MEDISAN

versión On-line ISSN 1029-3019

MEDISAN v.13 n.6 Santiago de Cuba nov.-dic. 2009

Nota Clínica

Hospital Infantil Sur Docente

Tratamiento del quiste óseo solitario con energía piramidal
Treatment of the solitary bone cyst with pyramidal energy 

Dr. Reinaldo Viera García, 1 Dr. Martín Rodríguez Barrios 2  Dr. Francisco Carcasés Osorio,  1  Dr. Eduardo Borges Romero   y  Dr. Percyvals Cabrera Feurtado  1


RESUMEN

Se describe el caso clínico de una niña con fractura patológica recurrente a causa de un quiste óseo solitario en el tercio superior del húmero izquierdo.  La aplicación de la energía piramidal constituyó una técnica terapéutica eficaz para eliminar el mencionado quiste.

Descriptores:QUISTES ÓSEOS; QUISTES ÓSEOS/diagnóstico; QUISTES ÓSEOS/terapia; FRACTURAS DEL HÚMERO; FRACTURAS DEL HÚMERO/terapia; MEDICINA TRADICIONAL

Límites: HUMANO; HUMANO FEMENINO, NIÑO


ABSTRACT

The clinical case of a girl with recurrent pathological fracture due to a solitary bone cyst in the upper third of the left humerus is described.  Application of pyramidal energy was an effective therapeutic technique to remove this cyst.

Subject heading:BONE CYSTS; BONE CYSTS/diagnosis; BONE CYSTS/therapy; HUMERAL FRACTURES; HUMERAL FRACTURES/ therapy; MEDICINE, TRADITIONAL

Limits: HUMAN; HUMAN FEMALE, CHILD

Recibido:  28 de enero del 2008
Aprobado: 22 de febrero del 2009


Desde que Antoine Bovis redescubrió hace más de 60 años las extraordinarias propiedades de la energía piramidal, mucho se ha informado y desinformado en relación con las pirámides y sus maravillosas propiedades. 1

Belizal, citado por Flanagan,  2 escribió en su libro Ondas de forma, que los antiguos egipcios utilizaban un determinado número de formas, incluida la pirámide, como fuentes de energía curativa.

Entusiasmados por la revisión de algunas bibliografías sobre el tema, pero donde no se mencionan específicamente las lesiones del sistema osteomioarticular (SOMA), se decidió comenzar su aplicación en el Servicio de Ortopedia y Traumatología del Hospital Infantil Sur Docente de Santiago de Cuba, para valorar sus efectos curativos en niños de ambos sexos, pues con la pirámide puede lograrse, como señalan Sosa et al, 3 relajación, disminución del dolor y de la inflamación, efecto bacteriostático, así como aceleración del proceso de curación.

CASO CLÍNICO

Se presenta el caso clínico de una niña de 6 años de edad, que en marzo del 2004 sufrió un traumatismo en el brazo izquierdo al caerse por sí misma.

A través de un examen radiográfico se detectó una fractura incompleta a nivel de un quiste óseo solitario en el tercio superior del húmero izquierdo, de 2x 3,5 cm de diámetro (figura 1).

Fue inmovilizada con un vendaje de Velpeaux y comenzó a ser tratada con energía piramidal  durante 30 minutos,  2 veces al día.

Figura  1. Radiografía inicial del quiste óseo

     A la cuarta semana de tratamiento, la fractura había consolidado, por lo que se retiró la inmovilización y se continuó aplicando energía piramidal; a los 3 meses (figura 2), el  quiste disminuyó a 1 x   2,1 cm de diámetro, y al semestre (figura 3) se confirmó el relleno óseo de la lesión. La paciente evolucionó satisfactoriamente.

Figura 2. Radiografía a los 3 meses de tratamiento

Figura 3. Radiografía a los 6 meses de tratamiento

Comentarios

     La aplicación de la energía piramidal en la esfera de la salud se basa en el restablecimiento del balance energético de la persona enferma, a través del suministro de energía vital según su necesidad, lo cual se efectúa a partir de la energía concentrada en el centro de la pirámide. 4  De esta forma se han obtenido resultados positivos en la eliminación de afecciones de muy variados sistemas, mediante el método directo de exposición en la pirámide o indirecto, a través del agua piramidal.  5,  6

     Actualmente, importantes servicios de medicina en Cuba utilizan con éxito ese tipo de energía.  La práctica de este tratamiento alternativo, iniciada en el policlínico Centro de la ciudad de Camagüey, se extrapoló a la Clínica de Medicina Natural y Tradicional del Instituto Superior de Ciencias Médicas “Dr. Carlos J. Finlay”, donde se obtienen excelentes resultados en el proceso de dolores e inflamación del sistema osteomioarticular (SOMA), incluidas afecciones propiamente quirúrgicas como el dedo en resorte, el síndrome de túnel carpiano y la enfermedad de Querrain. 7

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1.       Berman F. El enigma de las pirámides.  Barcelona: Editors, S.A., 1996:42-8.

2.       Flanagan GP. Más allá del poder de las pirámides.  México, DF: Diana, 1994:21-6.

3.       Sosa Salinas U, Castro Soto del Valle A, Salles Betancourt G. Terapéutica piramidal en Ortopedia, ¿mito o realidad? Rev Cubana Ortop Traumatol 1999;13(1-2):83-9.

4.       Salas E, Cano R. El poder de las pirámides. Barcelona: Martínez Roca, 1987:40-7.

5.       Toth M, Nielsen G. El poder mágico de las pirámides. Barcelona: Martínez Roca, 1990:18-22.

6.       Bansal HL. Magnetoterapia. Autoayuda. Buenos Aires: l Continente, 1993:36-41.

7.       Fernández L.  Más allá del enigma faraónico, energía piramidal. <http://www.elhabanero.cubaweb.cu/2001/octubre/nro210_01oct/cienc_1oct042.html>[consulta: 12 enero 2009].

Dr. Reinaldo Viera García.  Hospital Infantil Sur.  Avenida “24 de Febrero”, Santiago de Cuba, Cuba

Dr. Reinaldo Viera García


1    Especialista de I Grado en Ortopedia y Traumatología.Instructor
Hospital Infantil Sur, Santiago de Cuba, Cuba
2   Especialista de I Grado en Ortopedia y Traumatología.Instructor
Hospital General Docente “Dr. Juan Bruno Zayas Alfonso”, Santiago de Cuba, Cuba

http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1029-30192009000600017&lang=pt

 

Enviado em Experiências | 1 Comentário »

Terapéutica piramidal en Ortopedia, ¿mito o realidad?

Publicado por luxcuritiba em fevereiro 3, 2012

Revista Cubana de Ortopedia y Traumatología

versión impresa ISSN 0864-215X

Rev Cubana Ortop Traumatol v.13 n.1-2 Ciudad de la Habana ene.-dic. 1999

Clínica de Medicina Natural y Tradicional del Instituto Superior de Ciencias Médicas Camagüey

Terapéutica piramidal en Ortopedia, ¿mito o realidad?

Dr. Ulises Sosa Salinas,1 Dr. Antonio Castro Soto del Valle2 y Dr. Guido Salles Betancourt2

Sosa Salinas U, Castro Soto del Valle A, Salles Betancourt G. Terapéutica piramidal en Ortopedia, ¿mito o realidad? Rev Cubana Ortop Traumatol 1999;13(1-2):83-9.

Resumen

Se analizaron los resultados preliminares obtenidos en 210 pacientes tratados en la Clínica de Medicina Natural y Tradicional del ISCM de Camagüey, según la novedosa técnica de la terapéutica piramidal. Se utilizaron pirámides construidas de aluminio y acrílico de diversos tamaños, de acuerdo con la región a tratar. Se obtuvieron resultados muy favorables desde la primera sesión de tratamiento. Se comprobó que su acción es eminentemente analgésica, antiflogística y bacteriostática, que pueden tratarse afecciones ortopédicas y traumatológicas caracterizadas por dolor e inflamación de partes blandas con sepsis local o no, y que en los pacientes traumatológicos, la terapéutica debe comenzar lo antes posible para obtener mejores resultados. No debe asociarse a bloqueos con corticoides ni a la administración sistémica de esteroides pues se inhibe la acción terapéutica de la energía piramidal.

Descriptores DeCS: MEDICINA TRADICIONAL; TERAPIAS ALTERNATIVAS.

Desde la más remota antigüedad hay una pirámide que ha admirado al mundo: la Gran Pirámide de Keops, que los egipcios llamaban “Al Ahram”, o sea, La Luz. Los griegos la consideraban una de las 7 maravillas del mundo.1 Su altura es de 148 m y el cuadrado de su altura es exactamente igual a la superficie de cada una de las caras triangulares. Esta altura multiplicada por 109 es igual a la distancia media de la tierra al Sol, distancia que sólo pudo calcularse a comienzos del siglo xx.

Ésta y muchas otras curiosidades, hacen de las pirámides egipcias enigmas aún inexplicables en los albores del siglo XXI. Las propiedades energéticas de las pirámides fueron redescubiertas hace más de 60 años por el científico francés Antoine Bovis. Él observó que los animales que se introducían en las pirámides y morían allí, se momificaban igual que los cadáveres humanos sepultados en las pirámides, de donde dedujo que la propiedad de momificación no recaía en bálsamos especiales ni en medicamentos, sino en “algo” que ocurría en el interior de la pirámide que permitía este efecto conservador de la materia. Pudo comprobar experimentalmente que era posible reproducir este efecto con modelos hechos a escala de la Gran Pirámide y orientados convenientemente al Norte magnético.

A partir de 1960, países como EE.UU., Francia, la antigua URSS y Alemania, dedicaron recursos económicos al estudio de esta rara fuente energética. (O’Really R, Montenegro M. Conferencia impartida en la Sociedad Cubana de Energía Piramidal, Cárdenas, 1997). En Cuba, a finales de la década de los 80, se comenzó a mostrar interés por dicha novedad científica y se realizaron aisladamente experiencias con este tipo de energía. En Cárdenas, Matanzas, las primeras investigaciones empezaron en 1990 y se consolidó su sistematización en 1993 en el seno del Grupo Gestor de la Sociedad Cubana de Energía Piramidal.

En Camagüey, comenzamos las investigaciones del uso terapéutico de la energía piramidal en 1995 con modelos hechos de aluminio y de acrílico. Los primeros resultados fueron informados en la IX Jornada Nacional de Ortopedia y I Encuentro Internacional de Medicina Natural y Tradicional en Ortopedia, celebrados en Holguín, en 1998. En la actualidad, tratamos gran número de afecciones inflamatorias del SOMA con energía piramidal exclusivamente, con excelentes resultados. En el presente trabajo pretendemos informar el resultado de esta novedosa terapéutica en 210 pacientes tratados, exclusivamente con terapéutica piramidal, en la Clínica de Medicina Natural y Tradicional del ISCM de Camagüey entre los años 1997 y 1998.

¿Qué es la energía piramidal?

Consideremos un reloj de energía en algún lugar del Universo. Este reloj sería la fuente de toda la energía. Tendría que consistir en 12 fuentes de energía para llenar el Universo con orden armónico. Estas fuentes irradiarían discretos paquetes esféricos de energía. Conforme estas vibraciones esféricas se expandieran, interferirían una con la otra, y producirían patrones estables de nodos y antinodos. Para que estos patrones fueran estables y autorregeneradores, deberían interceptarse exactamente en los mismos ángulos y tener exactamente la misma distancia entre todos los puntos de intersección. En otras palabras, el patrón se multiplicaría en una precisa estructura de alineamiento duplicadora, llenaría el espacio como una red de interferencias de energía. Solamente hay un patrón que llena estos requisitos: un patrón de pirámides de 4 lados conocida como octaedros. Éste es el famoso patrón de Octet Truss del Dr. Fuller.2

Nuestro Universo está compuesto por patrones de interferencias de eventos de energía. Nosotros vemos sólo la interferencia y no podemos percibir el campo invisible cercado por estos patrones. Por consiguiente, la energía piramidal no es más que energía acumulada en el centro de la pirámide que se origina dentro y alrededor de ella, por la forma y orientación de la pirámide. Estas vibraciones energéticas se van convirtiendo, juntas, en frentes de ondas a las que se les adiciona el ritmo, surgiendo entonces la resonancia, la cual crea un movimiento de moléculas dentro de cualquier materia colocada en este campo energético y se prolonga por períodos indefinidos en dependencia de la consistencia de la materia.

Qué puede lograrse terapéuticamente con la pirámide

  • Relajación: Esta relación puede ser local o general. El paciente experimenta relajación general cuando se utiliza la pirámide grande en la que se introduce al paciente completo y relajación local cuando sólo se aplica en el sitio de la lesión.
  • Disminución del dolor: Clínicamente se observa una significativa disminución o eliminación del dolor a partir de la primera sesión de tratamiento. Hemos observado disminución del dolor aun en pacientes en que los analgésicos más poderosos son ya ineficaces.
  • Disminución de la inflamación: También, a los pocos minutos de exposición en la pirámide logramos una disminución ostensible del proceso inflamatorio que generalmente acompaña al dolor.
  • Efecto bacteriostático: En la práctica hemos comprobado un efecto antiséptico de la energía piramidal muy similar al de la electromagnetoterapia. El calor local y la coloración propia de los procesos linfangíticos desaparecen rápidamente al poco tiempo de exposición en la pirámide.
  • Aceleración del proceso de curación: La mejoría sintomática del paciente, al disminuir el dolor y la inflamación, acelera el proceso de curación considerablemente. Esto es evidente en los esguinces de tobillo en que al disminuir, desde la primera sesión, el dolor y la inflamación, el paciente puede deambular correctamente después de sólo 15 min de exposición en la pirámide.

Similitud en la acción terapéutica de la electromagnetoterapia y la energía piramidal

En la práctica hemos encontrado una acción terapéutica similar de la energía piramidal con la obtenida utilizando el equipo Teramag MT-200 de magnetismo terapéutico. En resumen, se ha comprobado la acción biológica de la electromagnetoterapia siguiente:

  1. Normaliza el estado energético celular.
  2. Restablece el equilibrio iónico a través de la membrana celular.
  3. Mejora la irrigación sanguínea.
  4. Favorece el aporte de oxígeno.
  5. Produce cambios en la respuesta hormonal.
  6. Favorece la concentración intracelular del calcio.
  7. Inhibe el desarrollo y la función de las bacterias.

Por consiguiente:

  • Tiene acción analgésica, antiflogística y bacteriostática.
  • Tiene un efecto acumulativo.
  • Su acción es duradera.
  • No es molesto ni doloroso ni ofrece peligro para el paciente.

Estas mismas acciones terapéuticas las hemos comprobado en la terapéutica piramidal, con la ventaja adicional que no requiere utilizar corriente, ni equipo alguno excepto el esqueleto de la pirámide, de muy fácil construcción y extremadamente económica.

Construcción de pirámides

Las pirámides pueden construirse de diversas maneras y con distintos materiales. Se construye sólo el esqueleto de la pirámide que consta de 4 triángulos sobre una base cuadrada. Las medidas pueden ser de acuerdo con la Gran Pirámide de Keops mediante una sencilla fórmula. Según Flanagan,3 si multiplicamos la constante 0,951 por la longitud de la base, nos da la longitud de las 4 aristas o lados. Por ejemplo, si queremos hacer una pirámide cuya base mida 30 cm, multiplicamos 0,951 × 30 = 28,53 cm. Esa sería la longitud de las aristas. Existe otra forma más sencilla, todos los lados iguales a la base: base de 30 cm y aristas o lados de 30 cm. Con ambas se obtiene igual resultado. En nuestra experiencia, las pirámides pequeñas para utilizar en mano, muñeca, tobillo y pie, las hacemos de lados iguales. En cambio, las pirámides más grandes para columna, pelvis y rodillas, las hacemos siguiendo la fórmula de Flanagan. Las medidas que utilizamos de acuerdo con la región a tratar son las siguientes:

  • Mano, muñeca, tobillo, pie, cabeza: Base: 30 cm, aristas: 30 cm.
  • Rodilla (una sola): Base 35 ó 40 cm, aristas: 35 ó 40 cm.
  • Columna, pelvis, ambas rodillas: Base: 70 cm, aristas: 66,57 cm (de acuerdo con la fórmula de Flanagan) o base: 65 cm, aristas: 62 cm. A esta pirámide se le pueden agregar patas de 12 pulg en cada esquina, de manera que el paciente quede debajo. Actualmente la utilizamos en los pacientes afectados de sacrolumbalgia para realizar quiropraxia de los meridianos con el paciente en decúbito prono debajo de la pirámide. Todo el cuerpo: Base: 150 cm, aristas: 142,65 cm. Base: 200 cm, aristas: 190,2 cm.

El material de construcción puede ser cualquiera que no sea ferromagnético. La hemos construido de aluminio con remaches de aluminio, de cobre soldada con bronce, madera pegada o machimbrada (nunca clavada para evitar los clavos ferrosos), cartón piedra, acrílico pegado, no clavado, poliespuma, etc. Las que tenemos en la Clínica de Medicina Tradicional de ISCM de Camagüey son de aluminio y acrílico, fabricadas en el Taller de Ortopedia Técnica de Camagüey.

Normas terapéuticas

  1. Su acción es fundamentalmente analgésica, antiflogística (antiinflamatoria) y bacteriostática (similar a la acción de la electromagnetoterapia).
  2. Una de las caras (triángulos) debe siempre mirar al Norte magnético (debe utilizarse una brújula).
  3. Utilizar mesa y silla de madera, no de metal.
  4. Evitar cualquier motor encendido cerca de la pirámide (aire acondicionado, ventilador, etc.).
  5. En las afecciones traumáticas comenzar el tratamiento lo antes posible.
  6. No utilizar en pacientes a los que se les ha administrado corticoides de forma local o sistémica hasta 15 d después de suspender el tratamiento esteroideo. Se ha comprobado que el tratamiento con esteroides inhibe la acción terapéutica de cualquier técnica de medicina tradicional, incluso la acupuntura y sus técnicas afines, así como la magnetoterapia y la terapéutica piramidal.
  7. Tiempo: de 15 a 30 min. Pueden aplicarse 1 ó 2 sesiones diarias.
  8. A los 5 min, aproximadamente, de exposición en la pirámide, el paciente nota una sensación de acroparestesia que informa, como “cosquilleo”, “calambre” “ligero calor” o “latidos”, esto último en caso de sepsis.
  9. A los 10 min, aproximadamente, se experimenta hipoestesia y cierta sensación de ligereza del miembro tratado o de “aparente levitación”.
  10. A partir de los 10 min comienza a disminuir objetivamente la inflamación, si existiera.
  11. Entre 15 y 30 min debe desaparecer el dolor y notarse sensación de anestesia de la zona afecta.
  12. El tiempo de exposición no tiene límites. El límite, en realidad, lo ponemos nosotros. En 1979 un arquitecto construyó su casa en forma de pirámide, con las proporciones a escala de la Pirámide de Keops, orientada convenien-temente al norte magnético. Ha vivido allí con su familia desde entonces sin problemas. Refiere que existe gran armonía familiar y que han detenido bastante el envejecimiento fisiológico así como las enfermedades virales.
  13. No se ha descrito contraindicación al uso de las pirámides, no obstante, hemos encontrado gran similitud de su acción a la obtenida por la electromagnetoterapia por lo que nosotros no la utilizamos en: embarazadas, pacientes con enfermedad isquémica severa, portadores de marcapasos, ni en sujetos con sensibilidad individual (no hemos constatado ninguna hasta la fecha).
  14. Los resultados favorables se observan desde la primera sesión de tratamiento.

Indicaciones en afecciones ortopédicas

  1. Procesos inflamatorios de partes blandas.
  2. Artropatías inflamatorias y degenerativas.
  3. Esguinces y contusiones.
  4. Epicondilitis y epitroclitis.
  5. Síndromes del túnel carpiano y tarsiano.
  6. Talalgias y otras afecciones dolorosas e inflamatorias podálicas.
  7. Sacrolumbalgias y otros procesos dolorosos e inflamatorios espinales.
  8. Sinovitis transitoria de cadera en el niño.

Otras indicaciones

Puede utilizarse en procesos inflamatorios de otros sistemas como en el asma, sinusitis, cefaleas migrañosas, inflamación pélvica, prostatitis, etc.

Métodos

Se realizó un estudio prospectivo descriptivo de los pacientes atendidos en la Clínica de Medicina Natural y Tradicional del ISCM de Camagüey, tratados mediante energía piramidal exclusivamente, desde septiembre de 1997 hasta agosto de 1998, por artropatías dolorosas e inflamatorias de codo, muñeca, rodilla y tobillo. La muestra quedó conformada por 210 pacientes: 39 con lesiones inflamatorias del codo (epicondilitis y epitroclitis), 31 con afecciones inflamatorias de muñeca (esguince, síndrome del túnel carpiano, rehabilitación posfractura de Colles), 97 artropatías de rodilla (sinovitis, osteoartritis, plicas mediopatelar patológicas, periartritis, esguinces) y 43 lesiones de tobillo (esguinces, periartritis inespecífica) (tabla 1).

Tabla 1. Terapéutica piramidal en Ortopedia

Articulación

No.

Femenino

Masculino

Rodilla

97

76

21

Tobillo

43

23

20

Codo

39

12

27

Muñeca

31

16

15

Total

210

127

83

Se utilizó una pirámide de aluminio de 35 cm de lados iguales en las afecciones de codo, muñeca, rodilla y tobillo, y una de 65 cm de base x 62 de arista, de acuerdo con la fórmula de Flanagan, para las afecciones bilaterales de rodilla. Fueron cumplidas todas las normas terapéuticas antes citadas.

Los resultados se evaluaron de la manera siguiente:

  • Curado: Desaparición del dolor e inflamación. No impotencia funcional. Aparición de la mejoría a partir de la primera sesión de tratamiento.
  • Mejorado: Disminución ostensible del dolor, inflamación e impotencia funcional a las 10 sesiones de tratamiento. Aparición de la mejoría a partir de la primera sesión.
  • Igual: Persistencia de los mismos síntomas clínicos constatados al inicio del tratamiento al cabo de 10 sesiones. No mejoría en la primera sesión.
  • Empeorado: Aumento de los síntomas constatados al inicio del tratamiento. No mejoría en la primera sesión.

Discusión

Del total de 210 pacientes, 127 fueron del sexo femenino, el paciente de mayor edad tenía 83 años y el de menor, 18. La afección que obtuvo la mejoría más rápida fue el esguince de tobillo con un promedio de 3 sesiones de tratamiento para lograr remisión total de los síntomas. En la totalidad de los pacientes se observó reacción favorable al tratamiento a partir de la primera sesión. Ningún paciente empeoró con la terapéutica piramidal y hubo 3 pacientes con recidiva de los síntomas antes de los 3 meses de instaurado el tratamiento. Todos los pacientes fueron tratados exclusivamente con energía piramidal, no obstante, esta terapéutica puede asociarse a cualquier otra técnica de medicina natural y tradicional. Hemos asociado con buenos resultados: electromagnetoterapia, acupuntura, digitopresión, electroacupuntura, moxibustión y quiropraxia. Esta última es la de los meridianos que realizamos con el paciente debajo de una pirámide de 70 cm.

No existe antecedente bibliográfico para poder comparar los resultados del uso de la energía piramidal en afecciones del SOMA.

Los favorables resultados se observan a partir de la primera sesión de tratamiento, si no se obtuviera buen resultado en la primera sesión no culpar a la terapéutica sino valorar algún error iatrogénico como: mala confección u orientación de la pirámide, presencia de algún metal ferromagnético o de algún motor cercano, aplicación reciente de bloqueo con cortisona en la articulación a tratar, etcétera.

En la tabla 1 se observa el universo con la variable sexo de acuerdo con la articulación tratada.

Las diversas afecciones tratadas por articulación se exponen en la tabla 2. Así comprobamos que de los 39 pacientes tratados de codo, 31 correspondieron a epicondilitis, afección frecuente y de difícil tratamiento conservador. Excluimos los pacientes que habían sido infiltrados con hidrocortisona pues, como aclaramos anteriormente, los esteroides inhiben la acción terapéutica de la pirámide.

Tabla 2. Afecciones por articulación y número de sesiones

Articulación

Patología

No.

No. de sesiones promedio

Rodilla

Osteoartritis

73

10

 

Sinovitis

10

6

 

Esguinces

6

10

 

Plicas

5

10

 

Artralgias

3

10

Total

97

   
Codo

Epicondilitis

31

8

 

Epitroclitis

8

10

Total

39

   
Tobillo

Esguince

31

5

 

Periartritis

5

10

 

Túnel tarsiano

4

8

 

Inflamación

3

10

Total

43

   
Muñeca

Esguinces

19

6

 

Periartritis

8

10

 

Túnel carpiano

4

10

Total

31

   

 

Los 97 pacientes asistidos de afecciones de rodilla fueron en su mayoría, mayores de 50 años, por lo que la prevalencia fue de osteoartritis con 73. Hubo 10 casos de sinovitis, 6 esguinces, 5 plicas sinoviales mediopatelar patológicas y 3 artralgias inespecíficas.

En los 43 pacientes tratados de afecciones del tobillo incluimos: 31 esguinces de tobillo. Esta frecuente afección, tratada habitualmente con inmovilización enyesada, es una indicación excelente para la energía piramidal. Desde la primera sesión se observa desaparición del dolor y disminución de más del 90 % del proceso inflamatorio. El paciente llega claudicando a la consulta y al cabo de 15 a 20 min, por inconcebible que parezca, sale deambulando prácticamente sin claudicación. Mientras más rápido comencemos la terapéutica, mejor respuesta obtendremos. Por lo general, se requieren sólo 3 sesiones en los esguinces grados 1 y 2. En los de grado 3 se requieren de 10 a 15 sesiones y, en ocasiones, hay que añadir electromagnetoterapia parar lograr la remisión total de los síntomas. Sugerimos comenzar las aplicaciones de terapia piramidal con esta afección traumática para poder observar rápidamente los beneficios indiscutibles de esta terapéutica, económica, sencilla y asombrosa.

En esta tabla se constata también el resultado obtenido según el número de sesiones. En todos los pacientes se obtuvo una reacción favorable al tratamiento a partir de la primera sesión. El máximo de sesiones fue de 10 aunque, en la mayoría de los casos, el paciente experimente satisfacción plena a las 5 ó 6 sesiones. Muchas veces es el propio paciente el que insiste en continuar el tratamiento a pesar de haber remitido los síntomas. Cuando no obtenemos curación total en 10 sesiones, asociamos otra terapéutica tradicional asiática. Todos los pacientes experimentaron algún tipo de mejoría a partir de la primera sesión de tratamiento, por lo que ninguno fue considerado igual ni empeorado (tabla 3). La evolución favorable es directamente proporcional al tiempo de evolución de la lesión. A mayor cronicidad, mayor tiempo de exposición en la pirámide y mayor número de sesiones. No obstante, hemos observado casos insólitos de asombrosa mejoría, como por ejemplo, una paciente en el Hospital “Frank País” con un linfedema de 22 años de evolución y que refería no haberse visto en 20 años sus maleolos, obtuvo franca mejoría a partir de la primera sesión de tratamiento y ya en la tercera eran perfectamente evidentes sus maleolos y el cambio de coloración de la piel.

Tabla 3. Terapéutica piramidal en ortopedia. Resultados

Articulación

Igual

Curado

Mejorado

Empeorado

Total

Rodilla

0

61

36

0

97

Codo

0

27

12

0

39

Tobillo

0

37

6

0

43

Muñeca

0

17

14

0

31

Total

0

142

68

0

210

Por todo lo anteriormente expuesto consideramos la energía piramidal terapéutica de elección en los procesos dolorosos e inflamatorios del SOMA de difícil tratamiento actual. Puede sustituir a la terapia electromagnética, pues se obtienen los mismos resultados con ambas técnicas. El costo de fabricación de las pirámides es mínimo, no requiere energía eléctrica y es un equipo que puede durar toda la vida. Lo más difícil es la adquisición de una brújula, pero aun ésta puede fabricarse fácilmente con una aguja imantada colocada flotando en el agua.

En Cuba, la energía piramidal se utiliza, además de en la salud, en diversas industrias y en la agricultura. En Cárdenas, Matanzas, funciona el Grupo Gestor de la Sociedad Cubana de Energía Piramidal que orienta en el buen uso de esta “novedosa” energía y anualmente reúne a sus afiliados en talleres nacionales donde se analizan y discuten las diversas aplicaciones de la técnica. En la actualidad, existen servicios de Terapéutica Piramidal Ortopédica en Camagüey, Ciego de Ávila, Holguín y el Hospital “Frank País” de Ciudad de La Habana. Esperamos que este modesto trabajo sirva de estímulo para la creación de otros servicios investigativos y asistenciales.

En conclusión es factible utilizar la energía piramidal en afecciones ortopédicas que se caractericen por dolor e inflamación, su acción terapéutica es, fundamentalmente, analgésica, antiflogística y bacteriostática.

La construcción de pirámides es muy sencilla: cualquier material no ferroso, seguir la fórmula Arista = Base x 0,951; o sencillamente todos los lados iguales constituyendo la unión de 4 triángulos equiláteros, su orientación siempre debe ser: una cara de frente al norte magnético, no debe utilizarse mesa de metal ni tener cerca un motor en movimiento, que pudieran restar energía a la pirámide.

Puede utilizarse en otras afecciones no ortopédicas como: migraña, asma, sinusitis, inflamación pélvica, prostatitis, etc. Es la terapéutica más económica que existe en la actualidad para los procesos dolorosos e inflamatorios del SOMA.

Summary

The preliminary results obtained in 210 patients treated with the new technique of pyramidal therapeutics at the Clinic of Natural and Traditional Medicine of the Higher Institute of Medical Sciences of Camagüey were analyzed. Pyramides made of aluminum and acrylic of different sizes according to the region to be treated were used. It was proved that its action is eminently analgesic, antiflogistic and bacteriostatic and that orthopedic and traumatological affections characterized by pain and inflammation of the soft tissues with local sepsis or not may be also treated. The therapeutics should start as soon as possible to attain better results. It should not be associated either with blockings with corticoids or with the systemic administration of steroids, since the therapeutic action of the pyramidal energy is inhibited.

Subject headings: MEDICINE, TRADITIONAL; ALTERNATIVE THERAPIES.

Résumé

Les résultats préliminaires obtenus chez 210 patients traités dans la Clinique de Médecine naturelle et traditionnelle de l’ISSM de Camagüey, d’après la nouvelle technique de la thérapeutique pyramidale, ont été analysés. Des pyramides faites en aluminium et en acrylique de tailles différentes, en accord avec la région à traiter, ont été utilisées. On a obtenu des résultats très favorables depuis la première session de traitement. On a constaté que son action est éminentement analgésique, anti-inflammatoire et bactériostatique, que des affections orthopédiques et traumatologiques caractérisées par douleur et inflammation des parties molles avec sepsie locale ou non, peuvent être traitées, et que chez les patients traumatisés, la thérapeutique doit commencer le plus rapide que possible pour obtenir de meilleurs résultats. Elle ne doit pas être combinée à des blocages à cortïcoides ni à une administration systématique de stéroïdes, puisque l’action thérapeutique de l’énergie pyramidale serait inhibée.

Mots clés: MEDECINE TRADITIONNELLE; THERAPIES ALTERNATIVES.

Referencias bibliográficas

1. Berman F. El enigma de las pirámides, Barcelona: 1996.

2. Flanagan GP. Más allá del poder de las pirámides. México, DF: Editorial Diana, 1994.

3. ——. El poder de las pirámides, México, DF: Editorial Diana, 1990.

Recibido: 10 de agosto de 1999. Aprobado: 10 de diciembre de 1999.
Dr. Ulises Sosa Salinas. Clínica de Medicina Natural y Tradicional, Instituto Superior de Ciencias Médicas, Camagüey, Cuba.

 

  1. Especialista de II Grado en Ortopedia y Traumatología. Máster en Medicina Natural y Tradicional. Profesor de Ortopedia del Instituto Superior de Ciencias Médicas. Presidente de la Filial Provincial de la Sociedad Cubana de Ortopedia, Camagüey.
  2. Especialista de I Grado en Ortopedia y Traumatología. Hospital Ortópedico Nacional “Frank País”, Ciudad de La Habana.

http://scielo.sld.cu/scielo.php?pid=S0864-215X1999000100014&script=sci_arttext

 

Enviado em Experiências | Deixar um comentário »

Maçã que não se deteriora

Publicado por luxcuritiba em janeiro 26, 2012

Há 3 meses duas maçãs estão resistindo ao processo natural de deterioração.

Toda fruta ou verdura, deixada em condições ambientes normais, tende a se deteriorar, com maior ou menor rapidez, dependendo de sua natureza e constituição. Há cerca de tres meses observei que tres maçãs, deixadas sobre uma mesa, por alguma razão não se deterioravam. Curioso com o fato, deixei as frutas no lugar, esperando apenas para ver o que aconteceria. O lugar é bem iluminado, mas sem receber luz solar direta, e bem ventilado, próximo a uma janela. Há umidade presente, pois fica próxima á pia da cozinha. Deliberadamente, não foi tomada nenhuma ação especial a fim de favorecer a conservação das frutas, foram simplesmente largadas à própria sorte.

O resultado é que, tres meses depois, das tres maçãs, duas ainda estavam em condições razoáveis de conservação. Uma delas estragou ao longo do período. Das duas que permaneceram foram tiradas fotos no dia 17 de Janeiro de 2012, que são apresentadas abaixo. Nesta data, as frutas já estão a aproximadamente tres meses no local, sem sinais aparentes de deterioração. Aparentam estar secando, enrrugando a superfície e diminuindo em tamanho, mas sem sinais de putrefação (vide imagens).

No final de Janeiro uma das maçãs começou a apresentar sinais que estava, finalmente, entrando em processo de putrefação (vide imagem A-1, na parte superior direita). Foi quando resolvi tirar as fotos e abrir a maçã para ver como ela estava por dentro (vide imagem A-2). Depois de aberta a maça foi deixada na área de serviço, sem nenhum cuidado especial. Ali, deteriorou-se rapidamente e em questão de tres ou quatro dias estava completamente coberta por fungos.

A outra maçã (B-1) permanece, até esta data, em condições razoáveis de conservação. Aparentemente continua perdendo peso, secando e enrrugando cada vez mais, mas ainda sem sinais de deterioração. Fevereiro será o quarto mês em que a maça estará ali, largada a própria sorte.

A-1

A-2

B-1

Conclusão:

Não imagino porque isso acontece com essas maçãs. Talvez, a quantidade de agrotóxicos presentes nelas seja tão grande, que nenhum microorganismo consegue dar início ao processo de putrefação? Esta é a única coisa em que posso imaginar, já que todos os fatores naturais necessários para um processo de deterioração normal estão presentes: calor, umidade, livre acesso as moscas ou qualquer outro inseto.

Já vi experiências realizadas com pirâmides em que amostras são usadas para demonstrar o efeito da pirâmide sobre os materiais orgânicos. Com base nesta experiência involuntária acredito que maças são inadequadas para se fazer experiências com pirâmides, já que apresentam um comportamento estranho perante condições normais. Talvez, por ter baixa concentração de água na sua constituição, a maçã tenha uma tendência natural para desidratar e não se deteriorar. Ou talvez algum outro elemento de sua constituição a torne tão ácida que tenda a afastar microorganismos? É sabido que mel não se deteriora por ser extremamente ácido, apesar de ser doce.

Portanto, é interessante observar, quando se fizer experiências com pirâmides, que se utilizem amostras mais confiáveis, como carne, ovos, ou frutas com maior concentração de água. Carne é um tipo de material que sempre se deteriora, sem exceções. Portanto, se um pedaço de carne colocado dentro de uma pirâmide, desidrata sem deteriorar, e outra amostra colocada fora da pirâmide se deteriora normalmente, fica evidente que algo está acontecendo ali.

Enviado em Experiências | Deixar um comentário »

O caso da samambaia

Publicado por luxcuritiba em janeiro 23, 2011

Foram colhidas duas mudas de samambaia (feto arbóreo) em um dos parques da cidade e levadas para casa para serem cultivadas em vaso. Porém, nas duas tentativas, as mudas secaram e morreram. Nesta terceira tentativa a muda foi colocada próxima à janela, onde há maior claridade e melhor ventilação, e coincidentemente também fica próxima a uma pirâmide de cobre que utilizo para minhas meditações periódicas (vide desenho abaixo).

A muda começou a se desenvolver, de início lentamente, depois, rapidamente, produzindo longas e grandes folhas, à medida de duas ou tres folhas novas por mes. Levou aproximadamente um ano para a planta ficar com o tamanho que aparece na foto abaixo. Nunca foi utilizado nenhum tipo de fertilizante e a planta foi sempre regada com água comum de torneira. Até então, considerava que o excelente crescimento da planta se devia à proximidade da janela, da claridade e do ar fresco. Porém, há cerca de dois meses resolvi desmontar a pirâmide de cobre e montar outra pirâmide de alumínio, um pouco mais distante da janela, cerca de 1,5m afastada da planta. Para minha surpresa, depois que a pirâmide de cobre foi desmontada, a samambaia não produziu mais folhas novas e as folhas que já tinha começaram a secar, partindo das pontas das ramificações e secando progressivamente a folha inteira.

Clique na imagem para ampliar

A planta está atualmente com 19 folhas. 04 folhas estão com 50% ou mais de suas ramificações resecadas e as partes que ainda não estão secas estão bastante amareladas.  11 estão com sinais de resecamente nas pontas das ramificações, sobrando apenas 04 folhas sem nenhum sinal de resecamento, tres na parte central e uma mais abaixo.

Detalhe: folha com a ponta completamente seca.

Receoso de que a planta viesse a morrer completamente resolvi montar novamente a pirâmide de cobre no local em que estava antes, para ver se, dessa forma, a planta voltaria ao seu desenvolvimento normal. Apenas uma semana após a pirâmide ser montada já se percebiam sinais de folhas novas brotando (vide foto abaixo), e as folhas antigas pararam de secar.

Os brotos visíveis nesta foto (acima) já estavam ali durante os quase dois meses anteriores. Porém, estavam recolhidos, aparentemente aguardando um momento propício para crescer. Depois de duas semanas eles já alcançaram 6cm de altura (o maior) e 4cm (o menor), e continuam crescendo.

Enviado em Experiências | 2 Comentários »

Wonder tomato has dehydrated, not decayed

Publicado por luxcuritiba em janeiro 19, 2011

2010-07-12]

LA Balkrishna says the success of his experiment proves the tremendous scientific value of the principles used in the construction of the great pyramid of Giza

It is not a tomato that looks in any condition to be used for your soup.

However, LA Balkrishna, an engineer and past-life regression therapist, says he has managed to find a spot for it in the Limca Book of Records this year by ensuring it remained free of decay for 20 years.

Balkrishna credits his miracle to the principles used to build the great pyramid of Giza in Egypt.

“The tomato hasn’t decayed for 20 years,” explained LA Balakrishna. “It’s being preserved in a cardboard pyramid that has been built on the basis of principles used in the construction of the great pyramid of Giza.

When we kept it in the pyramid in 1989, it remained fresh for 64 days.

Now, while it has dehydrated considerably, we expect it to remain free of decay for several more years,” said Balkrishna, who hopes the tomato will make it to Guinness Book of World Records.

“We hope the tomato will soon make it to the Guinness book this year,” said Tejus LB, an Mtech student and Balkrishna’s son. “The great pyramid is of tremendous scientific value.

This is what this tomato proves.” The Limca book of records could not be contacted despite repeated attempts.

115 Gram
Weight of tomato used by Balkrishna for the experiment in 1989

2 Gram
Weight of the tomato now after 20 years and after considerable dehydration

The experiment

In 1989, Balkrishna chose three tomatoes of the same size, colour, weight (115 gram). One of the three was put in a steel plate, the second in a pyramid that was not built with the proportions of the pyramid of Giza in mind, and a third one made of cardboard measuring 12-inces that used the same proportions as the pyramid of Giza.

While the one kept in the pyramid built with the Giza in mind hasn’t decayed till date, the one kept on the steel plate decayed in seven days and the second decayed after 31 days.

“This proved the principle of concentrating cosmic energy through a pyramid, in proportion with that of the great pyramid of Giza can be of tremendous utility,” claims Balakrishna.

http://www.mid-day.com/news/2010/jul/120710-LA-Balkrishna-scientific-pyramid-of-Giza-soup.htm

Enviado em Experiências | Deixar um comentário »

Amostras mumificadas em 2005

Publicado por luxcuritiba em novembro 6, 2009

Estas amostras foram mumificadas (desidratadas) em 2005, e até o momento encontram-se em perfeito estado de conservação. Estão dentro de sacos plásticos para proteção contra poeira, mas mesmo fora dos sacos, em contato com a umidade do ar,  elas não deterioram.

amostras_carne_2005

Acima, amostras de carne bovina.
Abaixo, amostra de ovo, salsicha e peixe.

amostras_ovo_salsicha_peixe_2005

Enviado em Experiências | Deixar um comentário »

 
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 93 other followers