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Archive for the ‘Tecnologia Antiga’ Category

Tecnologia Antiga

Descobertas arqueológicas apontam civilizações pré-históricas com tecnologia de ponta como a nossa

Posted by luxcuritiba em outubro 20, 2015

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annunakis

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Incríveis descobertas arqueológicas indicariam que há milhares, ou até milhões de anos, existiram em nosso planeta civilizações com uma tecnologia tão avançada quanto a nossa, ou até mais avançada do que a nossa. Será que as invenções da sociedade moderna foram, na verdade, reinvenções?

bateria de bagda

Em 1938, nos arredores de Bagdá, no Iraque, o arqueólogo Wilhelm Konig encontrou barras de ferro datadas de 2 mil anos e capazes de gerar energia elétrica. A potência dessas “baterias” antigas era de mais de um volt, mesmo valor proporcionado por uma pilha alcalina moderna.

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Mais de 1.700 anos antes da invenção do sismógrafo, na China, um instrumento criado pelo cientista Zhang Heng conseguiu captar um terremoto ocorrido a 480 km de distância. Essa invenção, conhecida como sismoscópio, surpreende por sua precisão e também por sua beleza (trata-se de um belo vaso com animais esculpidos em bronze). Mas seu modo de funcionamento permanece, até os dias de hoje, um enigma.

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No Gabão, na África, mais exatamente na região de Oklo, há um grande reator nuclear de 1,8 milhão de anos de idade. Embora se acredite que ele tenha sido formado naturalmente, muitos cientistas afirmam que isso é impossível, pois as condições para o funcionamento de uma instalação desse tipo são muito precisas para terem sido obra da natureza. Veja mais detalhes no link Antigo reator nuclear de 2 bilhões de anos é encontrado na África.

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Como era a Antártida antes de estar coberta de gelo? A resposta parece estar em um mapa de 1513, feito pelo cartógrafo Piri Reis, com base em mapas antigos. Nele, é possível ver uma porção de terra ligada à América do Sul, que corresponde, provavelmente, ao litoral da Antártida em períodos pré-históricos.

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Nas minas de Ottosdal, na África do Sul, foram encontradas misteriosas esferas de um material muito resistente, com riscos na superfície. Os especialistas acreditam se tratar de formações naturais, porém não entendem como elas chegaram a ter essa configuração particular. Isso sugere que, na verdade, foram feitas por seres “inteligentes”, que teriam habitado a Terra há 2,8 milhões de anos. Veja mais detalhes no link Objetos estranhos encontrados em rochas sólidas.

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Atlântica, Ontem e Hoje

Posted by luxcuritiba em março 1, 2015

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A História antiga da humanidade contém algumas lacunas envoltas em mistérios e enigmas ainda não desvendados. Enigmas que despertam no homem contemporâneo uma busca incessante pela sua verdadeira origem e por sua real História! Quem não se sente interessado, curioso ou até mesmo fascinado com o avanço técnico contido na Grande Pirâmide de Quéops, os Moais da Ilha de Páscoa, a construção de Macchu Picchu e a avançada cultura Inca, as Pirâmides Astecas, os complexos Maias e seu perfeito calendário, a arte e eloquência Grega, os menires Celtas e a Grande sabedoria Veda, somente para citar alguns exemplos?

Um estudo mais aprofundado nos leva a um lugar comum onde a ciência oficial ainda teima em negar (embora os menos ortodoxos admitam claramente) a teoria – para muitos, realidade – do Continente chamado Atlântida, berço da Quarta Raça Raiz!

O continente Atlante situava-se no Atlântico Norte, indo desde a costa da atual Flórida (USA) até as ilhas Canárias e os Açores. Sua cultura era muito avançada. Em muitos pontos, ultrapassava a nossa com facilidade. Oriunda de um aperfeiçoamento e emigração dos remanescentes da Terceira Raça Raiz (Lemuriana), a raça Atlante alcançou rapidamente um patamar elevado em conhecimentos e tecnologia. Esta tecnologia diferia muito da atual em termos de padrão de frequência vibracional. Estava diretamente relacionada com as forças da Natureza e continha aspectos energéticos (metafísicos e radiônicos) e até espirituais unidos numa só Ciência (conceito praticamente impossível de ser aceito e assimilado pela “Ciência” atual).

A raça atlante possuía um desenvolvimento bastante avançado das faculdades ditas paranormais, existindo uma “ligação direta” com outras realidades dimensionais. O conhecimento das Grandes Verdades Cósmicas era aberto, não existindo nada absolutamente velado. Mantinham intercâmbio com culturas provenientes de várias regiões do espaço (civilizações extraterrestres) e com os Seres das Hierarquias do Governo Oculto Espiritual do Planeta. Acredita-se que a tecnologia de construção e manipulação de energias das estruturas piramidais seja de origem extraterrestre, transmitida aos Atlantes , tais como as Pirâmides do Egito e do México (apenas réplicas dos originais atlantes).

Na região conhecida como “Triângulo das Bermudas” existe um vórtice de energia espaço-temporal, gerado possivelmente pela Grande Pirâmide Atlante submersa ali. Neste local, além de outros fenômenos tais como a já rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação, registram-se também muitas aparições ufológicas. Aliás, os atlantes dominavam máquinas voadoras que pousavam em qualquer parte do planeta, principalmente nas “Pistas de Nazca” no Peru.

Foram encontrados no Egito e, principalmente na cultura Inca, caracteres hieroglíficos e objetos que lembram aeronaves, algumas apresentando as asas em delta! Tais objetos foram testados em túneis de vento, apresentando um comportamento aerodinâmico perfeito!

Os “computadores” atlantes eram os próprios cristais de quartzo, utilizados principalmente como armazenamento de conhecimentos e acionados por poder mental (são os cristais “arquivistas” tão conhecidos dos cristaloterapeutas).

O domínio dos cristais, juntamente com a manipulação de aparelhos radiônicos (a hoje conhecida “pilha cósmica” dos radiestesistas – um conjunto de semi-esferas sobrepostas – foi muito utilizada na Atlântida como arma de grande poder), era um dos pontos fortes de seu conhecimento, uma vez que, aliado a um grande poder mental, era gerado um formidável potencial energético altamente positivo quando bem direcionado, assim como incrivelmente devastador quando errônea e maleficamente utilizado.

Houve um declínio dos padrões éticos, morais etc. que gerou estados vibratórios bastante densos. Aliás, este foi um dos principais (senão o principal) motivos do desaparecimento da civilização das Sete Portas de Ouro, que também fazia uso de tecnologia nuclear. A situação chegou a um estado crítico quando ocorreu a manipulação indiscriminada da engenharia genética, gerando verdadeiras aberrações, conhecidas hoje como os seres mitológicos de algumas culturas, tais como os Titãs da Mitologia Grega. Os Sábios e Sacerdotes Atlantes, prevendo a destruição, emigraram juntamente com os genuínos da Raça para outros pontos da Terra, levando consigo seus vastos poderes e conhecimentos que desde então têm sido passados de boca para ouvido pelos Iniciados, nas “Escolas de Mistério”, a fim de que não caiam em mãos dos adeptos do “Caminho da Mão Esquerda” e outros irresponsáveis. Os lugares que já eram Colônias, tais como o Egito, pequena parte da Índia, América Central e do Sul, floresceram rapidamente com a chegada dos Sábios, assessorados por ET’s. A principal Colônia, salvaguarda até os dias de hoje, grande parte dos conhecimentos poderosos num local muito bem guardado abaixo da Esfinge e das Pirâmides (construídas pelos atlantes sob supervisão extraterrestre) e em outros Templos ao longo do Nilo, no Egito. Tais “documentos” (os papiros sagrados de Toth) estão prestes a serem descobertos, segundo Edgar Cayce, famoso e conceituado paranormal norte-americano, que vislumbrou em visões tal fato, ainda na primeira metade deste século. Atualmente, descobertas formidáveis têm sido feitas no Egito pelos arqueólogos, constatando novas pirâmides e até um gigantesco Templo (ou palácio) abaixo de uma “moderna” estrutura do período Ptolomaico.

Oficialmente, admite-se hoje que, provavelmente cerca de 55% do Antigo Egito ainda está sob as areias do Deserto e do tempo! E se há muito que desvendar, a hipótese da existência e conseqüente descoberta dos “documentos atlantes”, ao contrário de absurda, como ainda teimam alguns céticos, é bastante previsível e até, concreta. Que dizer então das ainda mais enigmáticas civilizações Pré-Colombianas, das quais se conhece muito pouco? Que segredos encerram? E as civilizações da Amazônia? Que escondem as autoridades científicas e governamentais das potências mundiais sobre tais assuntos, num procedimento semelhante ao adotado no fenômeno UFO? Porque existe uma incidência cada vez maior de aparições ufológicas em tais locais?

Associa-se a estes fatores, segundo estudiosos ocultistas, à passagem de um astro de grandes proporções com frequência vibratória baixa, com uma excentricidade de órbita bastante acentuada, passando pelas circunvizinhanças do Sol num período que se encurta cada vez mais. Sua última passagem ocorreu a aproximadamente 6.666 anos (o nº da Besta?) sendo o provável co-responsável pela separação do continente em três grandes ilhas e sua posterior submersão, uma a cada passagem, até a última, Poseidonis (revelada a Platão pelos Sacerdotes de Tebas, no Egito). Tal astro é mencionado exaustivamente pelos atuais espiritualistas pela sua importância no momento de “Transição de Eras” que o Planeta atravessa. A NASA, Agência Espacial Americana, confirmou uma perturbação considerável nas órbitas dos planetas exteriores (Urano, Netuno e Plutão) descoberta no início dos anos setenta. “Esta perturbação de natureza gravitacional”, sugere a NASA, “é provavelmente causada por algum corpo não identificado e de proporções consideráveis”. Acredita-se que atualmente, final dos anos noventa, sua posição seja bem mais próxima do Sol (embora a ciência negue a existência de tal corpo celeste). Embora as conjecturas apresentadas não sejam suficientes para provar a existência da Atlântida e sua cultura (a qual originou nossa 5º Raça Raiz, Ariana), elas são fortes em seu conteúdo e estão presentes nas tradições milenares de antigas civilizações e nos seus registros tais como os egípcios, vedas, e atuais tibetanos além das Escolas esotéricas, ocultistas e teosóficas e suas eminências, como Helena P. Blavatsky, que estudou e divulgou amplamente o tema.

Chegamos finalmente a um atual “momentum vibracional” evolutivo planetário, muito parecido com o que existia em terras Atlantes na ocasião sua decadência, tanto em termos da baixa energia referente a dor, sofrimento, violência, moral, geradas pela humanidade, como aspectos cósmicos e fenômenos de natureza extraterrestre. Um novo Salto Evolutivo está às nossas portas. Um novo Céu, uma nova Terra e uma nova Jerusalém! Quem sabe uma nova e melhor Atlântida?

Paulo Iannuzzi

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Antropólogo revela provas de que a história escrita está errada

Posted by luxcuritiba em dezembro 4, 2014

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GeodetskaMapa

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Evidências encontradas em todo o globo apontam para espécie humana altamente evoluída desde antes da Idade do Gelo, e exigem o reconhecimento científico de que nosso passado contava com sociedades de tecnologia e cultura avançadas.

O antropólogo formado em Houston, Dr. Semir Osmanagich, fundador do Parque Arqueológico Bósnio, o sítio arqueológico mais ativo no mundo, diz que há provas científicas irrefutáveis de antigas civilizações com tecnologia avançada, que não nos deixa outra opção a não ser mudar a nossa história. Um exame da idade de estruturas em todo o mundo revela conclusivamente que elas foram construídas por civilizações avançadas de mais de 29.000 anos atrás.

“Os povos antigos que construíram estas pirâmides conheciam os segredos de frequência e energia. Eles usaram esses recursos naturais para desenvolver tecnologias e empreender a construção de escalas que nunca foram testemunhadas na terra”, disse o Dr. Osmanagich. As evidências mostram claramente que as pirâmides eram máquinas de energia alinhadas com rede de energia da Terra, fornecendo energia para a cura, bem como poder.

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Os resultados indicam claramente que civilizações avançadas semelhantes de seres humanos estavam presentes em todo o mundo naquele momento da história. Por exemplo, Gobekli Tepe localizado no leste da Turquia, é um vasto complexo de enormes círculos de pedra megalíticos com um raio de entre 10 e 20 metros, muito maior do que o conhecido Stonehenge, na Grã-Bretanha. Escavações em Gobekli Tepe, que começaram em 1995, revelaram datação por radiocarbono de pelo menos 11.600 anos. O arqueólogo alemão Klaus Schmidt do Instituto Arqueológico Alemão, em Berlim, na Alemanha, com o apoio do Instituto ArchaeoNova de Heidelberg, liderou a escavação desses círculos megalíticos pré-históricos recém-descobertos na Turquia.

Escavações da Pirâmide do Sol, na Bósnia.

Escavações da Pirâmide do Sol, na Bósnia.

“É uma história complexa das primeiros grandes comunidades assentadas, sua extensa rede e seu entendimento comum de seu mundo, talvez até as primeiras religiões organizadas e suas representações simbólicas do cosmos”, como relatado por Klaus Schmidt.

Além das estruturas megalíticas, figuras e esculturas foram descobertas, retratando animais da pré-história, como dinossauros e outras formas de vida selvagem. Uma vez que as escavações se iniciaram em 1995, quatro dos círculos foram parcialmente limpos, mas acredita-se que há um total de até 50 círculos escondidos no subsolo. Estes grandes monólitos, subindo sete metros de altura e com 25 toneladas de massa em Gobekli Tepe, estão situados no coração do que percebemos como a origem da civilização. Esta descoberta oferece uma nova orientação para a verdadeira história da terra e as civilizações antigas.

“Nosso objetivo na pesquisa arqueológica não é simplesmente descobrir todos os círculos megalíticos, mas tentar descobrir o seu propósito”, acrescentou Schmidt.

Göbekli Tepe.

Göbekli Tepe.

O Vale Bósnio das Pirâmides agora no oitavo ano de escavação, abrange seis quilômetros quadrados na Bacia do Rio Visoko, 40 km a noroeste de Sarajevo. Composto por quatro pirâmides antigas de quase três vezes o tamanho de Gizé e um extenso complexo de túneis subterrâneos, novas descobertas a cada ano continuam a revelar a prova de uma história muito diferente da humanidade na Terra. A pirâmide central do Sol sobe colossais 420 metros para o alto e tem uma massa de milhões de toneladas. Em comparação com a Grande Pirâmide de Quéops (Khufu), tem 146 metros de altura, fazendo das pirâmides bósnias as maiores e mais antigas pirâmides conhecidas no planeta. Desde que a pesquisa começou no local da Bósnia, Dr. Osmanagich tem surpreendido a comunidade científica e arqueológica, reunindo uma equipe de engenheiros interdisciplinares, físicos e pesquisadores de todo o mundo para realizar investigação aberta e transparente do sítio para tentar descobrir a verdadeira natureza e objetivo deste complexo piramidal.

Como disse Dr. Osmangich:

“É hora de abrir nossas mentes para a verdadeira natureza de nossa origem e nossa destruição mútua como uma civilização neste planeta. Nossa missão aqui é realinhar a ciência com a espiritualidade, a fim de evoluir como espécie, e isso exige um caminho claro de conhecimento compartilhado”.

http://noticias-alternativas.blogspot.com.br

Veja também:

● Perspectiva computadorizada da Pirâmide do sol ba Bósnia

● Estudiosos buscam evidência de pirâmides na Bósnia

● Göbekli Tepe

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“Sacas de Lã”, em Cabaceiras, Paraíba

Posted by luxcuritiba em dezembro 3, 2014

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Formação única, onde enormes blocos de pedra (matacões) estão dispostos um em cima do outro, em forma de grande parede. Os nativos batizaram essa belíssima área de Sacas de Lã devido à semelhança dessa formação com uma grande carga de fardos de algodão que eram transportadas do alto sertão para a estação de trem de Campina Grande no início século passado. Como os nativos não são acostumados a pronunciar a palavra fardo nem a palavra algodão, batizaram-na de Sacas de Lã.

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O grande paredão tem aproximadamente 30 metros de altura e nas suas margens passa o rio da Tapera que forma um lindo lago após a estação chuvosa onde os visitantes podem se deliciar com um banho em suas águas límpidas, ou também podem fazer escalada tipo bouder para subir da base ao topo, ou ainda descer o paredão praticando rappel. É necessário observar que a prática de esportes no local somente é autorizada pela direção do Hotel Fazenda Pai Mateus, mediante à presença de instrutor capacitado e credenciado pelas entidades que regulam os esportes, bem como de toda a logística de segurança e uso de equipamentos de segurança específicos e exigidos para a prática daquela modalidade esportiva.

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fontes:
http://www.paimateus.com.br

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Pedra Lascada, no sítio Arqueológico Pedra do Letreiro

Posted by luxcuritiba em dezembro 3, 2014

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pedra do letreiro

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Pedra Lascada, parte do Sítio Arqueológico Pedra do Letreiro, no município de Boa Hora ao norte do Piauí. Como esta pedra foi cortada com tanta precisão? com marteladas? ou com ferramentas sofisticadas que nós desconhecemos? O que você acha?

O município de Emas possui uma formação rochosa atípica. Em vários pontos dele é possível encontrar conjuntos de  pedras soltas, em diversos formatos e tamanhos, que chegam a desafiar a imaginação humana. Alguns blocos encontram-se alinhados, outros, sobressaem no meio da vegetação. Em outros locais é possível encontrar pedras tralhadas, simetricamente cortadas, que o visitante atônito pergunta como é possível cortar a rocha bruta.

fontes:
http://ozildoroseliafazendohistoriahotmail.blogspot.com.br
http://gthistoriacultural.com.br

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Cientistas desenvolvem técnica de cura que ressuscita pacientes praticamente mortos

Posted by luxcuritiba em novembro 28, 2014

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Dizem algumas lendas que os antigos utilizavam técnicas de animação suspensa, das quais os rituais de mumificação presentes em várias culturas tornou-se mera caricatura. Estaríamos redescobrindo o que os antigos sabiam a milênios?

Cientistas da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA), desenvolveram uma técnica radical para salvar pacientes à beira da morte. E como ela funciona? Através da substituição de todo o sangue do corpo por água salgada fria. “Se a temperatura de uma pessoa está a 10ºC, sem atividade cerebral, sem atividade cardíaca e sem sangue, qualquer um concordaria que ela está morta (…) Contudo, ainda a podemos trazer de volta à vida”, explicou Peter Rhee, que, junto com Samuel Tisherman, da Universidade de Maryland, em College Park, demonstrou que é possível manter os corpos em “animação suspensa” por horas.

O procedimento já havia sido testado em animais: o sangue do corpo de uma cobaia foi drenado e resfriado em 20ºC abaixo de sua temperatura. Em seguida, o sangue foi bombeado novamente pelas veias e, assim, o corpo foi esquentando aos poucos, até que o coração voltasse a bater. Os animais utilizados nos experimentos mostraram efeitos nocivos muito baixos ao despertarem, além de um estado de atordoamento, que não dura mais que um dia. Quando foi anunciada a experimentação em humanos (vítimas de tiros), surgiu a polêmica: esta técnica implica fazer o paciente passar pela morte antes de curá-lo. Tisherman diz que “é importante que o público saiba que não se trata de uma ficção científica, mas de um trabalho experimental, que vem sendo estudado com disciplina, com o objetivo de salvar a vida de pessoas”. Esta maneira ousada de salvar pacientes poderia mudar a história da medicina, principalmente em casos de acidentes. Será possível?

http://seuhistory.com

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Cientistas provam que existiu uma supercivilização na Terra antes da Humanidade

Posted by luxcuritiba em novembro 25, 2014

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Os cientistas russos fizeram uma declaração sensacional: existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida antes do aparecimento do homem na Terra.

Os investigadores das regiões de Rostov e de Krasnodar chegaram a essa conclusão depois de uma descoberta única feita por um habitante da cidade de Labinsk. Quando pescava, Viktor Morozov descobriu uma pedra desconhecida, no interior da qual se encontrava um microchip, informa o jornal Mir Novostei.

Depois de analisar o “artefato” encontrado, os pesquisadores do grupo Kosmopoisk, uma organização não governamental que estuda criptozoologia e ufologia, concluíram que ele pertenceu a uma civilização mais desenvolvida do que a humana, que viveu na Terra antes de nós. A descoberta única conservou-se desde tempos antigos por ter estado “mergulhada” na pedra, explicam os cientistas.

Microchip-encontrado-na-Russia

O achado foi analisado no laboratório do Instituto Politécnico de Novocherkassk, região de Rostov, e os testes revelaram que a rocha mede 15 x 11 x 4.5 cm, é sedimentar e contém material constituído por fragmentos de pequenas conchas crinoides de origem orgânica. Testes estimaram que a pedra possui entre 410 e 450 milhões de anos.

Este fato é uma prova da existência na Terra de uma civilização desenvolvida muito antes do aparecimento do homem antigo.

http://portuguese.ruvr.ru

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Pedaço de continente submerso no meio do Atlântico

Posted by luxcuritiba em novembro 1, 2014

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Oceano submerso

Há mesmo uma grande porção continental submersa no fundo do Oceano Atlântico, o que muda as teorias aceitas até agora sobre como se deu a separação entre América do Sul e África.

Em 2011, geólogos colheram amostras de granito, um tipo de rocha continental, da Elevação do Rio Grande, uma cadeia de montanhas submersas a cerca de 1.300 quilômetros (km) do litoral do Rio Grande do Sul.

Até então, eles acreditavam que essas montanhas seriam resultado da formação do assoalho oceânico e de erupções vulcânicas, portanto formadas por outro tipo de rocha.

Dois anos depois, por meio de um submarino, foram recolhidas outras amostras de rochas típicas de formações continentais, cuja análise reforçou a hipótese de que essa região do Atlântico Sul poderia de fato ser um pedaço de continente que teria submergido durante a separação da América do Sul e da África, iniciada há 120 milhões de anos.

Mineração submarina

A conclusão deu valor econômico à Elevação do Rio Grande. Em julho passado, o governo federal recebeu a autorização para levar adiante o plano de exploração de jazidas de cobalto dessa região, situada em águas internacionais, e a possibilidade de ali haver reservas de outros minerais, como níquel, manganês e terras-raras tornou-se mais concreta.

Cresceu também seu valor científico, por servir de argumento adicional para a hipótese de que a separação da América do Sul da África foi mais complicada e fascinante do que se pensava.

Agora já parece haver um consenso entre os geólogos de várias partes do mundo de que os grandes blocos de rochas – ou microplacas, uma referência às placas tectônicas continentais – que formam os dois continentes e o assoalho oceânico não se afastaram como duas partes de uma folha rasgada, mas se esticaram, quebraram-se e se posicionaram caoticamente. Algumas partes podem ter ficado no meio do caminho e afundado, enquanto outras se afastavam e se misturavam, formando um imenso mosaico que agora se torna um pouco mais claro.

As rochas coletadas da Elevação do Rio Grande – granitos, granulitos, gnaises e pegmatitos – devem ter de 500 milhões a 2,2 bilhões de anos, de acordo com as análises de equipes da Universidade de Brasília e e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

“As idades não estão fora do que encontramos na América do Sul e na África,” diz Roberto Ventura Santos, da CPRM. Segundo ele, os levantamentos sísmicos indicaram que a espessura da crosta é de cerca de 30 km na região da Elevação Rio Grande, “típica de crosta continental e não oceânica”, reiterando a conclusão de que se trata de um resquício de continente.

Quebra-cabeças continental

submersivel-japones-continenteEssa descoberta, uma das mais espetaculares da geologia brasileira dos últimos tempos, trouxe algumas dúvidas. Pensava-se que as duas cadeias montanhosas do Atlântico Sul, a Rio Grande e a Dorsal Atlântica, tivessem se formado na mesma época, mas agora se cogita que pode não ter sido assim.

E quais são os efeitos da Elevação do Rio Grande? Uma cadeia com montanhas de 3.200 metros de altura no fundo do Atlântico Sul, cujo topo está a apenas 800 metros de profundidade, deve formar barreiras para a circulação oceânica, mas ainda não se sabe ao certo como.

Ventura acredita que algumas respostas podem vir à tona com a análise de uma coluna com 70 metros de sedimentos do fundo do mar, que, espera-se, permitirá a reconstituição de fenômenos climáticos e geológicos dos últimos 7 milhões de anos.

“A identificação de rochas continentais na Elevação do Rio Grande muda o quadro da evolução do Atlântico Sul, que se formou com a separação dos dois continentes”, comenta o geólogo Peter Christian Hackspacher, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro.

Há quase 20 anos, por meio de pesquisas de campo no Sudeste e Sul do Brasil, na Namíbia e em Angola, ele examina os sinais das possíveis forças que levaram à separação da América do Sul e da África.

Suas conclusões reforçam a contestação do modelo tradicional, segundo o qual as linhas de costa dos dois continentes, representando os blocos de rochas que os formaram, poderiam se encaixar. Há um encaixe na costa do Nordeste com o Oeste da África, mas em outras regiões, como o litoral do Rio de Janeiro, parecem faltar partes do quebra-cabeça de rochas.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Discos de Pedra de Bayan Kara Ula

Posted by luxcuritiba em agosto 3, 2014

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Discos de Pedra de Bayan Kara Ula 1

Originários das distantes terras chinesas, mais precisamente das montanhas de Bayan Kara Ula (hoje Bayan har Shan), os chamados “pratos chineses” ainda instigam os Arqueólogos.

Na tentativa de encontrar respostas, muitos pesquisadores acabam encontrando mais perguntas…

A descoberta acabou trazendo à luz um povo que até há bem pouco tempo atrás era desconhecido. Diferente de todas as etnias que há sobre a Terra, os indivíduos que ainda habitam esta remota região falam uma língua incompreensível, sem nenhuma similar pelo mundo, nem mesmo nas cercanias de Sichuan, onde estão localizadas as montanhas de Bayan Kara Ula.

Os indivíduos desta reduzida população habita o interior das densas florestas, há mais de 5000 metros de altitude, são de compleição física muito delicada e raramente ultrapassam 1,30 de altura. Os objetos encontrados na região, muitos deles confeccionados em tempos imemoráveis, dariam vida a um autêntico caso Arquivo-X.

Pratos esculpidos em pedra contendo resquícios de cobalto e estranhas inscrições, revelaram após minuciosos estudos, que poderiam ser parte integrante de objetos maiores, talvez, de algum tipo de máquina à reação. Encontrados por volta de 1947 por exploradores alemães e austríacos, tiveram como base os estudos realizados dez anos antes pelo arqueólogo chinês Chi-Pu Tei, responsável por ter descoberto um complexo de aproximadamente 716 tumbas, dentro das quais eram conservados restos de seres com características completamente diferentes de todas as raças conhecidas. Seus crânios, provido de grandes cavidades oculares, eram demasiadamente desproporcionais em relação ao resto do corpo, de longos e frágeis braços.

Discos de Pedra de Bayan Kara Ula 2A primeira vista pareciam como restos de símios, mas tal hipótese fora descartada logo de início, pois não se conhece até hoje nenhuma raça de primata que sepulte seus mortos.

Os discos de pedra encontrados juntos aos corpos colocaria por terra qualquer tentativa de atribuir aos corpos uma característica animal. Cada um dos discos possuíam um furo central do qual iniciava, para terminar rente às bordas, duas espirais paralelas, sulcos duplos e estranhas inscrições e símbolos, talvez algum tipo de escrita desconhecida. Nas paredes das cavernas foram encontradas também diversas inscrições e pinturas, dentre elas, facilmente distinguíveis, o Sol, a Lua e estrelas, desenhos de montanhas e curiosos pontos, como objetos voadores em formação de três, sobrevoando-as. A idade de todos os artefatos, múmias e pinturas é incerta, pois jamais foi permitido um exame mais aprofundado destes itens e até hoje ignora-se o motivo, muito embora, possamos desconfiar que, toda esta descoberta poderia nos revelar que em tempos remotos, seres provenientes de outro mundo poderiam ter chegado à Terra e lá vivido, ou talvez se acidentado. Moradores das cercanias contam antigas estórias de seres pequenos que viviam no alto das montanhas, que haviam lá se estabelecido após um acidente e que estes provinham do espaço. Os moradores se assustavam com as feições daquelas criaturas que nunca faziam contato e somente observavam, tomaram assim a decisão de exterminá-los. Eram denominados de Dzopa ou Tzopa, sendo hoje comumente chamados de Dropas.

Discos de Pedra de Bayan Kara Ula 3Das múmias, objetos e pinturas encontradas, hoje pouquíssimo se sabe de fato, pois todos os itens foram confiscados pelo Governo Chinês, embora este negue ter conhecimento de qualquer artefato que seja. Fato curioso é que em regiões fronteiriças com a Índia e no Tibet, foram encontrados discos semelhantes feitos de jade, tendo cada um deles pelo menos 4500 anos de idade e que hoje podem ser observados nos museus britânicos.

CURIOSO!

Físicos da NASA criaram após alguns anos de estudos, alguns modelos de acumuladores de energia, para serem utilizados em naves e veículos elétricos. Coincidentemente, os acumuladores possuíam formato similar aos discos de Bayan Kara Ula, também eram revestidos de cobalto e tinham inclusive um tamanho semelhante. Testes de ressonância comprovaram que os discos chineses vibram a uma certa freqüência, como se os mesmos tivessem sido expostos à altas tensões ou servissem como elementos integrantes de um circuito elétrico maior. Os discos desenvolvidos pela NASA foram adaptados para testes em automóveis e, um só deles, com cerca de 30 centímetros e 25 quilos de peso, foi suficiente para um motor elétrico comum. Dezesseis deles seriam suficientes para gerar energia de 800 cavalos, praticamente o mesmo que um carro de F-1.

Seriam 716 discos capazes de gerar energia a uma aeronave?

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Construções Megalíticas Antediluvianas

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2014

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piramides 2 e 3

O perímetro da pirâmide de Teotihuacan, no México, é o mesmo da pirâmide de Quéops no Egito. Seria mera coincidências?

Veja no vídeo abaixo trechos de episódios da série “Astronautas Antigos”, do History Channel, falando sobre as estranhas construções das civilizações antigas, que são irreproduzíveis com nossa tecnologia moderna. Será possível que estas construções tenham sido feitas apenas com ferramentas simples? como pedaços de madeira, pedras e cordas? Sem rodas, sem polias, sem ferro? apenas com ferramentas manuais simples?

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