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Archive for the ‘Tecnologia Antiga’ Category

Tecnologia Antiga

“Sacas de Lã”, em Cabaceiras, Paraíba

Posted by luxcuritiba em dezembro 3, 2014

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sacas de la

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Formação única, onde enormes blocos de pedra (matacões) estão dispostos um em cima do outro, em forma de grande parede. Os nativos batizaram essa belíssima área de Sacas de Lã devido à semelhança dessa formação com uma grande carga de fardos de algodão que eram transportadas do alto sertão para a estação de trem de Campina Grande no início século passado. Como os nativos não são acostumados a pronunciar a palavra fardo nem a palavra algodão, batizaram-na de Sacas de Lã.

sacas de la 2

O grande paredão tem aproximadamente 30 metros de altura e nas suas margens passa o rio da Tapera que forma um lindo lago após a estação chuvosa onde os visitantes podem se deliciar com um banho em suas águas límpidas, ou também podem fazer escalada tipo bouder para subir da base ao topo, ou ainda descer o paredão praticando rappel. É necessário observar que a prática de esportes no local somente é autorizada pela direção do Hotel Fazenda Pai Mateus, mediante à presença de instrutor capacitado e credenciado pelas entidades que regulam os esportes, bem como de toda a logística de segurança e uso de equipamentos de segurança específicos e exigidos para a prática daquela modalidade esportiva.

sacas de la 5

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sacas de la 3

fontes:
http://www.paimateus.com.br

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Pedra Lascada, no sítio Arqueológico Pedra do Letreiro

Posted by luxcuritiba em dezembro 3, 2014

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pedra do letreiro

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Pedra Lascada, parte do Sítio Arqueológico Pedra do Letreiro, no município de Boa Hora ao norte do Piauí. Como esta pedra foi cortada com tanta precisão? com marteladas? ou com ferramentas sofisticadas que nós desconhecemos? O que você acha?

O município de Emas possui uma formação rochosa atípica. Em vários pontos dele é possível encontrar conjuntos de  pedras soltas, em diversos formatos e tamanhos, que chegam a desafiar a imaginação humana. Alguns blocos encontram-se alinhados, outros, sobressaem no meio da vegetação. Em outros locais é possível encontrar pedras tralhadas, simetricamente cortadas, que o visitante atônito pergunta como é possível cortar a rocha bruta.

fontes:
http://ozildoroseliafazendohistoriahotmail.blogspot.com.br
http://gthistoriacultural.com.br

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Cientistas desenvolvem técnica de cura que ressuscita pacientes praticamente mortos

Posted by luxcuritiba em novembro 28, 2014

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animacao-suspensa

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Dizem algumas lendas que os antigos utilizavam técnicas de animação suspensa, das quais os rituais de mumificação presentes em várias culturas tornou-se mera caricatura. Estaríamos redescobrindo o que os antigos sabiam a milênios?

Cientistas da Universidade do Arizona, em Tucson (EUA), desenvolveram uma técnica radical para salvar pacientes à beira da morte. E como ela funciona? Através da substituição de todo o sangue do corpo por água salgada fria. “Se a temperatura de uma pessoa está a 10ºC, sem atividade cerebral, sem atividade cardíaca e sem sangue, qualquer um concordaria que ela está morta (…) Contudo, ainda a podemos trazer de volta à vida”, explicou Peter Rhee, que, junto com Samuel Tisherman, da Universidade de Maryland, em College Park, demonstrou que é possível manter os corpos em “animação suspensa” por horas.

O procedimento já havia sido testado em animais: o sangue do corpo de uma cobaia foi drenado e resfriado em 20ºC abaixo de sua temperatura. Em seguida, o sangue foi bombeado novamente pelas veias e, assim, o corpo foi esquentando aos poucos, até que o coração voltasse a bater. Os animais utilizados nos experimentos mostraram efeitos nocivos muito baixos ao despertarem, além de um estado de atordoamento, que não dura mais que um dia. Quando foi anunciada a experimentação em humanos (vítimas de tiros), surgiu a polêmica: esta técnica implica fazer o paciente passar pela morte antes de curá-lo. Tisherman diz que “é importante que o público saiba que não se trata de uma ficção científica, mas de um trabalho experimental, que vem sendo estudado com disciplina, com o objetivo de salvar a vida de pessoas”. Esta maneira ousada de salvar pacientes poderia mudar a história da medicina, principalmente em casos de acidentes. Será possível?

http://seuhistory.com

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Cientistas provam que existiu uma supercivilização na Terra antes da Humanidade

Posted by luxcuritiba em novembro 25, 2014

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Microchip-de-250-milhoes-de-anos

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Os cientistas russos fizeram uma declaração sensacional: existiu na Terra uma civilização superdesenvolvida antes do aparecimento do homem na Terra.

Os investigadores das regiões de Rostov e de Krasnodar chegaram a essa conclusão depois de uma descoberta única feita por um habitante da cidade de Labinsk. Quando pescava, Viktor Morozov descobriu uma pedra desconhecida, no interior da qual se encontrava um microchip, informa o jornal Mir Novostei.

Depois de analisar o “artefato” encontrado, os pesquisadores do grupo Kosmopoisk, uma organização não governamental que estuda criptozoologia e ufologia, concluíram que ele pertenceu a uma civilização mais desenvolvida do que a humana, que viveu na Terra antes de nós. A descoberta única conservou-se desde tempos antigos por ter estado “mergulhada” na pedra, explicam os cientistas.

Microchip-encontrado-na-Russia

O achado foi analisado no laboratório do Instituto Politécnico de Novocherkassk, região de Rostov, e os testes revelaram que a rocha mede 15 x 11 x 4.5 cm, é sedimentar e contém material constituído por fragmentos de pequenas conchas crinoides de origem orgânica. Testes estimaram que a pedra possui entre 410 e 450 milhões de anos.

Este fato é uma prova da existência na Terra de uma civilização desenvolvida muito antes do aparecimento do homem antigo.

http://portuguese.ruvr.ru

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Pedaço de continente submerso no meio do Atlântico

Posted by luxcuritiba em novembro 1, 2014

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Oceano submerso

Há mesmo uma grande porção continental submersa no fundo do Oceano Atlântico, o que muda as teorias aceitas até agora sobre como se deu a separação entre América do Sul e África.

Em 2011, geólogos colheram amostras de granito, um tipo de rocha continental, da Elevação do Rio Grande, uma cadeia de montanhas submersas a cerca de 1.300 quilômetros (km) do litoral do Rio Grande do Sul.

Até então, eles acreditavam que essas montanhas seriam resultado da formação do assoalho oceânico e de erupções vulcânicas, portanto formadas por outro tipo de rocha.

Dois anos depois, por meio de um submarino, foram recolhidas outras amostras de rochas típicas de formações continentais, cuja análise reforçou a hipótese de que essa região do Atlântico Sul poderia de fato ser um pedaço de continente que teria submergido durante a separação da América do Sul e da África, iniciada há 120 milhões de anos.

Mineração submarina

A conclusão deu valor econômico à Elevação do Rio Grande. Em julho passado, o governo federal recebeu a autorização para levar adiante o plano de exploração de jazidas de cobalto dessa região, situada em águas internacionais, e a possibilidade de ali haver reservas de outros minerais, como níquel, manganês e terras-raras tornou-se mais concreta.

Cresceu também seu valor científico, por servir de argumento adicional para a hipótese de que a separação da América do Sul da África foi mais complicada e fascinante do que se pensava.

Agora já parece haver um consenso entre os geólogos de várias partes do mundo de que os grandes blocos de rochas – ou microplacas, uma referência às placas tectônicas continentais – que formam os dois continentes e o assoalho oceânico não se afastaram como duas partes de uma folha rasgada, mas se esticaram, quebraram-se e se posicionaram caoticamente. Algumas partes podem ter ficado no meio do caminho e afundado, enquanto outras se afastavam e se misturavam, formando um imenso mosaico que agora se torna um pouco mais claro.

As rochas coletadas da Elevação do Rio Grande – granitos, granulitos, gnaises e pegmatitos – devem ter de 500 milhões a 2,2 bilhões de anos, de acordo com as análises de equipes da Universidade de Brasília e e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

“As idades não estão fora do que encontramos na América do Sul e na África,” diz Roberto Ventura Santos, da CPRM. Segundo ele, os levantamentos sísmicos indicaram que a espessura da crosta é de cerca de 30 km na região da Elevação Rio Grande, “típica de crosta continental e não oceânica”, reiterando a conclusão de que se trata de um resquício de continente.

Quebra-cabeças continental

submersivel-japones-continenteEssa descoberta, uma das mais espetaculares da geologia brasileira dos últimos tempos, trouxe algumas dúvidas. Pensava-se que as duas cadeias montanhosas do Atlântico Sul, a Rio Grande e a Dorsal Atlântica, tivessem se formado na mesma época, mas agora se cogita que pode não ter sido assim.

E quais são os efeitos da Elevação do Rio Grande? Uma cadeia com montanhas de 3.200 metros de altura no fundo do Atlântico Sul, cujo topo está a apenas 800 metros de profundidade, deve formar barreiras para a circulação oceânica, mas ainda não se sabe ao certo como.

Ventura acredita que algumas respostas podem vir à tona com a análise de uma coluna com 70 metros de sedimentos do fundo do mar, que, espera-se, permitirá a reconstituição de fenômenos climáticos e geológicos dos últimos 7 milhões de anos.

“A identificação de rochas continentais na Elevação do Rio Grande muda o quadro da evolução do Atlântico Sul, que se formou com a separação dos dois continentes”, comenta o geólogo Peter Christian Hackspacher, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro.

Há quase 20 anos, por meio de pesquisas de campo no Sudeste e Sul do Brasil, na Namíbia e em Angola, ele examina os sinais das possíveis forças que levaram à separação da América do Sul e da África.

Suas conclusões reforçam a contestação do modelo tradicional, segundo o qual as linhas de costa dos dois continentes, representando os blocos de rochas que os formaram, poderiam se encaixar. Há um encaixe na costa do Nordeste com o Oeste da África, mas em outras regiões, como o litoral do Rio de Janeiro, parecem faltar partes do quebra-cabeça de rochas.

http://www.inovacaotecnologica.com.br

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Discos de Pedra de Bayan Kara Ula

Posted by luxcuritiba em agosto 3, 2014

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Discos de Pedra de Bayan Kara Ula 1

Originários das distantes terras chinesas, mais precisamente das montanhas de Bayan Kara Ula (hoje Bayan har Shan), os chamados “pratos chineses” ainda instigam os Arqueólogos.

Na tentativa de encontrar respostas, muitos pesquisadores acabam encontrando mais perguntas…

A descoberta acabou trazendo à luz um povo que até há bem pouco tempo atrás era desconhecido. Diferente de todas as etnias que há sobre a Terra, os indivíduos que ainda habitam esta remota região falam uma língua incompreensível, sem nenhuma similar pelo mundo, nem mesmo nas cercanias de Sichuan, onde estão localizadas as montanhas de Bayan Kara Ula.

Os indivíduos desta reduzida população habita o interior das densas florestas, há mais de 5000 metros de altitude, são de compleição física muito delicada e raramente ultrapassam 1,30 de altura. Os objetos encontrados na região, muitos deles confeccionados em tempos imemoráveis, dariam vida a um autêntico caso Arquivo-X.

Pratos esculpidos em pedra contendo resquícios de cobalto e estranhas inscrições, revelaram após minuciosos estudos, que poderiam ser parte integrante de objetos maiores, talvez, de algum tipo de máquina à reação. Encontrados por volta de 1947 por exploradores alemães e austríacos, tiveram como base os estudos realizados dez anos antes pelo arqueólogo chinês Chi-Pu Tei, responsável por ter descoberto um complexo de aproximadamente 716 tumbas, dentro das quais eram conservados restos de seres com características completamente diferentes de todas as raças conhecidas. Seus crânios, provido de grandes cavidades oculares, eram demasiadamente desproporcionais em relação ao resto do corpo, de longos e frágeis braços.

Discos de Pedra de Bayan Kara Ula 2A primeira vista pareciam como restos de símios, mas tal hipótese fora descartada logo de início, pois não se conhece até hoje nenhuma raça de primata que sepulte seus mortos.

Os discos de pedra encontrados juntos aos corpos colocaria por terra qualquer tentativa de atribuir aos corpos uma característica animal. Cada um dos discos possuíam um furo central do qual iniciava, para terminar rente às bordas, duas espirais paralelas, sulcos duplos e estranhas inscrições e símbolos, talvez algum tipo de escrita desconhecida. Nas paredes das cavernas foram encontradas também diversas inscrições e pinturas, dentre elas, facilmente distinguíveis, o Sol, a Lua e estrelas, desenhos de montanhas e curiosos pontos, como objetos voadores em formação de três, sobrevoando-as. A idade de todos os artefatos, múmias e pinturas é incerta, pois jamais foi permitido um exame mais aprofundado destes itens e até hoje ignora-se o motivo, muito embora, possamos desconfiar que, toda esta descoberta poderia nos revelar que em tempos remotos, seres provenientes de outro mundo poderiam ter chegado à Terra e lá vivido, ou talvez se acidentado. Moradores das cercanias contam antigas estórias de seres pequenos que viviam no alto das montanhas, que haviam lá se estabelecido após um acidente e que estes provinham do espaço. Os moradores se assustavam com as feições daquelas criaturas que nunca faziam contato e somente observavam, tomaram assim a decisão de exterminá-los. Eram denominados de Dzopa ou Tzopa, sendo hoje comumente chamados de Dropas.

Discos de Pedra de Bayan Kara Ula 3Das múmias, objetos e pinturas encontradas, hoje pouquíssimo se sabe de fato, pois todos os itens foram confiscados pelo Governo Chinês, embora este negue ter conhecimento de qualquer artefato que seja. Fato curioso é que em regiões fronteiriças com a Índia e no Tibet, foram encontrados discos semelhantes feitos de jade, tendo cada um deles pelo menos 4500 anos de idade e que hoje podem ser observados nos museus britânicos.

CURIOSO!

Físicos da NASA criaram após alguns anos de estudos, alguns modelos de acumuladores de energia, para serem utilizados em naves e veículos elétricos. Coincidentemente, os acumuladores possuíam formato similar aos discos de Bayan Kara Ula, também eram revestidos de cobalto e tinham inclusive um tamanho semelhante. Testes de ressonância comprovaram que os discos chineses vibram a uma certa freqüência, como se os mesmos tivessem sido expostos à altas tensões ou servissem como elementos integrantes de um circuito elétrico maior. Os discos desenvolvidos pela NASA foram adaptados para testes em automóveis e, um só deles, com cerca de 30 centímetros e 25 quilos de peso, foi suficiente para um motor elétrico comum. Dezesseis deles seriam suficientes para gerar energia de 800 cavalos, praticamente o mesmo que um carro de F-1.

Seriam 716 discos capazes de gerar energia a uma aeronave?

http://www.itta.com.br

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Construções Megalíticas Antediluvianas

Posted by luxcuritiba em maio 2, 2014

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piramides 2 e 3

O perímetro da pirâmide de Teotihuacan, no México, é o mesmo da pirâmide de Quéops no Egito. Seria mera coincidências?

Veja no vídeo abaixo trechos de episódios da série “Astronautas Antigos”, do History Channel, falando sobre as estranhas construções das civilizações antigas, que são irreproduzíveis com nossa tecnologia moderna. Será possível que estas construções tenham sido feitas apenas com ferramentas simples? como pedaços de madeira, pedras e cordas? Sem rodas, sem polias, sem ferro? apenas com ferramentas manuais simples?

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Esferas de pedra gigantes da Costa Rica

Posted by luxcuritiba em março 8, 2014

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12.set.2013 ]

spheres

Muitos devem estar familiarizado com a cena de abertura de “Os Caçadores da Arca Perdida”, onde uma esfera de pedra gigante quase esmaga Indiana Jones. Enquanto todo mundo reconhece o filme como uma obra de ficção, as gigantescas esferas de pedra não são.

Enquanto limpavam a floresta para plantações de bananas, em 1940, na região Diquis, Delta da Costa Rica, os funcionários da United Fruit Company descobriram inúmeras e grandes esferas de pedra parcialmente enterradas no chão da floresta.

Quase imediatamente, as misteriosas esferas tornaram-se ornamentos, terminando nos quintais de prédios do governo e executivos da empresa. Muitas esferas também foram quebrados ou danificadas e outras foram dinamitadas em uma época em que poucos perceberam o seu valor arqueológico.

De acordo com John Hoopes, professor  de antropologia e diretor do Programa de Estudos  das Nações Indígenas, cerca de 300 esferas foram encontradas, com a maior pesando 16 toneladas e medindo oito pés de diâmetro, e a menor sendo do tamanho de uma bola de basquete. Quase todas elas são feitas de granodiorito, uma pedra dura e ígnea.

Desde sua descoberta o verdadeiro propósito das esferas, que ainda ilude os especialistas, tem sido objeto de especulação desde a teorias sobre as bolas sendo ajudas à navegação, até relíquias relacionadas com Stonehenge, o produto de uma civilização antiga desconhecida ou visitas de extraterrestres.

Parte do mistério cerca a maneira como elas foram criadas, como as esferas quase perfeitas parecem ter vindo de uma pedreira que fica a mais de 50 quilômetros de distância, e que foram criadas em uma época em que as ferramentas de metal não tinham ainda sido inventada.

Estima-se que as pedras foram feitas a cerca de 600 DC. No entanto, o método de datação por pedras é especulativo em si, pois realmente só revela o mais recente uso das esferas não quando eles foram criados.

“Esses objetos podem ter sido usados ​​durante séculos e acabarem sendo colocados onde estão por uns milhares de anos depois. Portanto, é muito difícil dizer exatamente quando elas foram feitas”, explicou Hoopes.

No entanto, o maior mistério continua sendo para que eles foram usadas.

“Nós realmente não sabemos por que elas foram feitas”, disse Hoopes. “As pessoas que as fizeram não deixaram quaisquer registros escritos. Nós contamos apenas com dados arqueológicos para tentar reconstruir o seu contexto. A cultura das pessoas que as fizeram se extinguiu pouco depois da conquista espanhola. Assim, não há mitos ou lendas ou outras histórias que são contadas pelos indígenas da Costa Rica sobre o porquê eles fizeram essas esferas.”

Muito parecida com os moai da Ilha de Páscoa, uma teoria supõe que as esferas eram simplesmente símbolos de status. As pedras, que agora são protegidas pela UNESCO, também poderiam ter sido organizada em padrões enormes que tinham significado astronômico como muitas das bolas foram encontrados aparentemente em alinhamentos, consistindo de linhas retas e curvas, bem como triângulos e paralelogramos. Porém, como quase todas as esferas foram movidas do local original, os pesquisadores acreditam que o verdadeiro significado das esferas possivelmente nunca venha a ser descoberto.

http://www.ancient-origins.net

Veja também: Pirâmide e bolas de pedra na Itália

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Artefato de alumínio de 300 milhões de anos é encontrado na na Rússia

Posted by luxcuritiba em setembro 6, 2013

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23.08.2013 ]

Artefato de alumínio de 300 milhões de anosUm pedaço de alumínio trabalhado de 300 milhões de anos foi encontrado em Vladivostok, de acordo com notícia divulgada pelo “Voice of Russia”. Especialistas dizem que o artefato parece ser manufaturado, sem ter passado por processos naturais. O material, com formato de trilho de metal dentado, foi encontrado por um morador de Vladisvostok, que o achou incrustado em um dos pedaços de carvão. A peça chamou a atenção e foi levada para uma análise, conduzida por pesquisadores da região de Primorye. Exames teriam indicado que o metal trabalhado, supostamente, tinha 300 milhões. Como os depósitos de carvão desta região também datam de 300 milhões de anos, os peritos russos cogitam que o metal encontrado nestes depósitos deve ter a mesma idade do carvão. Este é o primeiro achado em carvão na Rússia, de acordo com a pesquisadora e bióloga Valery Brier. Uma análise de difração de raio-X indicou que se trata de alumínio puro com somente 2 a 4% de magnésio. Uma hipótese levantada é de que a liga de alumínio poderia ter origem terrestre, vinda de algum meteorito, por conta da presença de 2% de magnésio na liga. O artefato também poderia indicar a existência de alguma civilização desconhecida na Terra. Contudo, teste e mais testes serão necessários para comprovar esta ideia.

Artigo origial:
http://voiceofrussia.com/2013_01_19/300-million-year-old-UFO-tooth-wheel-found-in-Russian-city-of-Vladivostok/

http://noticias.seuhistory.com

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Artefatos antigos que continuam intrigando os cientistas

Posted by luxcuritiba em maio 3, 2013

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Artefatos antigos que continuam intrigando os cientistas

Civilização antiga

Na década de 1990, alguns mineradores russos estavam atrás de ouro, mas eles acabaram achando uma quantidade grande de objetos de metais manufaturados, como os que você pode conferir na imagem acima. A princípio, não é nada de chamativo, já que você pode achar molas em praticamente qualquer lugar.

Contudo, cientistas constaram que esses objetos têm cerca de 100 mil anos — ou seja, bem antes das sociedades conhecidas começarem a trabalhar com o metal. Por conta disso, os estudiosos não sabem como eles foram feitos ou por quem, possibilitando a teoria de que uma civilização avançada e bem antiga tenha se perdido pela história.

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